Reflexão de Amizade

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Chamei de amizade aquilo que meu coração tinha medo de chamar pelo nome certo
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Teus olhos me hipnotizam;
Teus cabelos me seduz.

Sua gentileza me levanta;
Seu sorriso me encanta.

Querida, se você soubesse o que você faz em meu coração...

Se você soubesse o poder que tem! Nunca mais iria duvidar do seu valor, segurança e essência!

Dentre todos os poemas que já lhe escrevi, este é o mais sincero.

Pois, neles eu escrevi sobre teus olhos, sorriso, essência.
Mas neste, não somente.

Neste eu escrevo sobre quando percebi, apesar que demorado, que os sentimentos que escrevia não eram apenas admiração;


E sim os sentimentos que despertavam em mim;
O meu enorme amor por você!

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**Escrito em 30/06/2026 as 13:50, em Curitiba, Paraná, Brasil**
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Autor: Gustavo Biazotti

“A verdadeira amizade entre Reikianos não ignora os erros. Ela os revela com respeito, humildade e espírito fraterno, sempre buscando o crescimento e o bem do outro.”

"No Caminho do Reiki, a amizade também se expressa na coragem de corrigir com respeito, espírito fraterno e fortalecer a caminhada do outro.”

AMIZADE
Amigos são pessoas especiais que nos completam, fortalecem a alma, vibram ao nosso lado nas conquistas e nos emprestam o ombro como acalento em momentos de fragilidade. E assim, a vida fica mais leve, tal como a música que nos faz sorrir e chorar de emoção.
O amor de amigo é gratificante.
Que Deus abençoe todos aqueles que conseguem entender o valor da amizade.

A reciprocidade é o alimento que sustenta a verdadeira amizade.

A amizade sincera não pede espetáculo nem jura eternidade; ela se revela no gesto discreto de permanecer quando o brilho cessa e a alma se mostra sem ornamentos. É rara porque não deseja salvar, corrigir ou competir — apenas testemunhar. E, num mundo viciado em plateia, ter alguém que veja sem invadir e fique sem possuir é uma das formas mais silenciosas de amor.

“A verdadeira amizade não se limita a apoiar ou elogiar; ela também se manifesta na coragem de corrigir, com sinceridade, respeito e proximidade, quando o amigo está errando.”

“A amizade verdadeira não ignora os erros; ela os revela com humildade e amor fraterno.”

A amizade não nasce da utilidade nem do prazer. O amigo faz do bem do outro uma extensão do próprio bem. Amigos são espíritos em comunhão, almas que unificadas pela virtude e pela caridade, desejam mutuamente a bondade e caminham juntas para a verdade. Assim, onde a verdade é amada, a vontade é ordenada, a virtude é vivida e Deus passa a ser o fim último. Nessa conformidade floresce a mais bela, digna, verdadeira e perfeita amizade.

Uma amizade com história e solidez é feita por amigos que já divergiram, se desintenderam, se desencontraram.
Mas nunca deixaram morrer o carinho, o respeito, a admiração e a lealdade.

A amizade deve ser cultivada por todas as partes:
Enquanto um planta o outro rega as sementes.
Se um só trabalhar, poderá vir o cansaço, o desânimo e a morte do jardim.
Mas ainda haverá esperança: mesmo com a jardim abandonado, morto, se o terreno for bom e fértil, basta a iniciativa para um plantar, o outro regar e recomeçar!

Amizade não é um cargo que se ocupa, é um cuidado que se exerce. Quem só aparece no ON e foge no OFF, nunca foi amigo.

A amizade não morre de uma hora para outra; ela apaga aos poucos quando um lado cansa de insistir em ser visto.

A amizade é semelhante a uma via de mão dupla, onde o fluxo vai e vem, quando essa dinâmica deixa de existir, a via perde o sentido e é desfeita para novas construções.

É muito fácil apontar o dedo para o fim de uma amizade quando você escolhe ignorar os passos que deu para chegar até lá. Algumas pessoas preferem perder um amigo incrível a ter que encarar o espelho e admitir que também erraram.


Diante desse cenário, o pior cego é aquele que chora pelo fim da amizade, mas se recusa a enxergar as próprias omissões que a sufocaram. Se você acha que não deveria perder um alguém pelo valor que ele tem, pela fraternidade que ele oferece e pela presença que te traz conforto, deveria pensar duas vezes e deixar a soberba de lado; enfrentar o próprio ego e ser o dono da sua consciência.


Afinal, uma amizade não desmorona sozinha; ela cede sob o peso dos erros que um lado cometeu e que o orgulho insistiu em não ver.

É uma situação dolorosa e, infelizmente, muito comum. Ver uma amizade querida desbotar porque a balança da iniciativa ficou pesada demais para um lado só deixa um misto de saudade com cansaço.

É triste tentar não se convencer e perceber que a nossa amizade não acabou por uma briga, mas sim pelo silêncio de quem cansou de procurar e de quem nunca fez questão de responder.

Existe uma crueldade sutil na amizade que arrefece sem brigas. Quando há um conflito, há uma demarcação clara: um fim, uma justificativa, uma ferida exposta que exige cicatrização. Mas quando o afeto simplesmente evapora, restamos nós, equilibrando o peso das memórias contra a leveza do desinteresse do outro.


É um processo confuso. Olhamos para trás e lembramos do carinho genuíno, das palavras de apoio, da presença que parecia inabalável. Aquilo existiu. Não foi uma mentira. O que torna tudo mais difícil de digerir é perceber que a mesma pessoa que um dia se importou profundamente, hoje escolhe a indiferença, o "tanto faz".


Aos poucos, as mensagens ignoradas, as respostas monossilábicas e as desculpas automáticas vão desenhando um novo cenário. A palavra "amigo" passa a soar como um eco antigo, um rótulo mantido apenas por conveniência ou nostalgia, mas desprovido de substância.
Aprender a recolher o próprio afeto e dar um passo atrás não é um ato de orgulho; é um ato de preservação. Afinal, a verdadeira amizade não exige reciprocidade matemática, mas exige, no mínimo, um porto seguro onde a nossa presença ainda faça alguma diferença.

No banquete da vida um dos melhores pratos é a amizade.

Amizade é a fórmula que o amor reinventa,
para alcançar o pra sempre.