Reflexão da Auto Estima

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Um pedacinho...


Ei, hoje eu vi o sol indo dormir lentamente, Olhei para trás e lá no auto estava a lua linda e silenciosa,
Logo ao meu lado, estava o rio São Francisco com sua grandiosidade e sua correnteza sendo sacodida pelos ventos fortes,
Então me perguntei:
_Deus aqui é um pedaço paraíso?

Apoiar-se na libertinagem e em práticas pornográficas degradantes é abrir mão da verdadeira autonomia moral em troca de uma ilusão que esvazia o espírito humano.

⁠Argumentos depressivos, seguidos de justificativas de auto-comiseração, são próprios de pessoas insatisfeitas com a vida que levam, cercadas de influências familiares e pensamentos negativos, quando poderiam ser libertadas pelos bons hábitos da compreensão, pelas atitudes de solidariedade, pelos conselhos de quem já alcançou a sua segurança emocional e pelas palavras de agradecimentos, de humildade e gratidão de amigos do bem.

A crítica é o relógio da auto-destruição:
quanto mais se ouve, mais perto está de grandes danos.

Egoísmo e auto-centralização retiram a nossa representação na terra como embaixadores de Cristo.

Pregadores covardes são aqueles que só usam o púlpito para se auto promoverem e nunca para conhecerem publicamente as ovelhas antes ou depois da sua pregação.

Viver dói quando se vive em ordem e se sustenta a ilusão do auto-ódio. Não existe odiar-se: existe insatisfação com a própria linha do tempo. É preciso separar o todo do tudo para conseguir não se amar. Já que explicar dói, então é micro.

A nova geração de auto-proclamados enviados e ministros de Deus, nos leva a entender que o deus que os enviou não tem nenhum plano bom preparado para nós.

O poder emana do povo... que elege o Estado para a auto-opressão, porque sabe que sob um controle pesado, está suspenso o canibalismo. ⚠

"Agradeça, abençoe, perdoe.
-Pois, isso é auto investimento!"
Haredita Angel
15.03.15

O auto controle evita angústias;
O auto cuidado evita dores;
O auto domínio evita lágrimas;
A auto estima evita tristezas;

O impulso é averso a sabedoria, isso não é frieza emocional, é só auto-controle⁠.

AS CRIAÇÕES FLUÍDICAS E A HARMONIA COM A LITERATURA MEDIÚNICA DE ANDRÉ LUIZ/CHICO XAVIER.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A leitura atenta da mensagem intitulada “Sobre as criações fluídicas”, publicada na Revista Espírita - Jornal de Estudos Psicológicos, em 1865, sob a direção de Allan Kardec, desperta uma profunda reflexão acerca da continuidade e da coerência dos princípios espirituais apresentados posteriormente pela literatura mediúnica de reconhecido valor doutrinário.
O Espírito comunicante afirma que o Universo espiritual não constitui uma realidade abstrata ou destituída de organização, mas um ambiente regido por leis próprias, onde os elementos fluídicos desempenham papel essencial na manifestação da vontade consciente. Ao afirmar que “os objetos procriados instantaneamente pela vontade (...) são colhidos nos fluidos semimateriais”, apresenta-se uma concepção que encontra notável consonância com diversas descrições mediúnicas recebidas por intermédio de Chico Xavier, especialmente nas obras atribuídas a Emmanuel e André Luiz.
Não se trata de estabelecer uma identidade absoluta entre fenômenos descritos em épocas e contextos distintos, mas de reconhecer uma linha de continuidade filosófica: a ideia de que o pensamento, quando suficientemente educado e fortalecido pela evolução espiritual, possui capacidade de atuar sobre elementos sutis da criação.
Nas obras de André Luiz, particularmente na série “A Vida no Mundo Espiritual”, observa-se a descrição de ambientes espirituais estruturados pela ação mental dos Espíritos, onde a vontade, associada ao conhecimento e à elevação moral, participa da formação de elementos necessários à vida extrafísica. Tais relatos apresentam, em linguagem narrativa, conceitos que guardam profunda relação com os fundamentos expostos na Codificação Espírita.
A observação de Kardec permanece atual: o mundo espiritual não seria uma simples reprodução do mundo material, mas o plano físico representaria uma manifestação imperfeita e limitada das realidades superiores. A matéria, nessa perspectiva, seria apenas uma expressão mais condensada de princípios universais que se apresentam em estados mais sutis.
Essa compreensão conduz igualmente a uma consequência moral: o pensamento humano não é um fenômeno isolado ou sem responsabilidade. Se a vontade espiritual possui poder criador, ainda que em diferentes graus conforme o progresso do ser, torna-se evidente a necessidade de educar sentimentos, pensamentos e atitudes. A verdadeira evolução não consiste apenas em adquirir conhecimento, mas em purificar a própria natureza íntima.
Assim, a possível ressonância entre a mensagem de 1864, publicada por Allan Kardec em 1865, e os ensinamentos transmitidos por intermédio de Chico Xavier, Emmanuel e André Luiz, revela uma interessante convergência dentro da tradição espírita: a afirmação de que o Espírito é um agente inteligente da criação, e que sua ascensão moral amplia gradativamente sua capacidade de compreender e cooperar com as leis divinas.
Fontes:
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos. Ano de 1865. “Sobre as criações fluídicas” (Sociedade de Paris, 14 de outubro de 1864, médium Sr. Delanne).
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questões 76 a 95 — natureza dos Espíritos e do perispírito.
KARDEC, Allan. A Gênese. Capítulo XIV — “Os Fluidos”.
XAVIER, Francisco Cândido (André Luiz). Nosso Lar. FEB.
XAVIER, Francisco Cândido (André Luiz). Evolução em Dois Mundos. FEB.
XAVIER, Francisco Cândido (Emmanuel). O Consolador. FEB.

"No Reiki, a falta de auto-observação e conexão interior leva ao desequilíbrio e ao erro no caminho evolutivo.”

Tenho a agonia de ser frio como o fogo na veia. É minha aura narcisista tentando se auto-aquecer para arrefecer a mente quando o mundo só sopra vento.

"Ele é EU SOU...Deus criou um nome que quando declaro esse Nome me auto-afirmo nEle quem sou. Aleluyas"


—By Coelhinha

Projetamos as diversas felicidades ou as auto condenações de todo o próximo dia pelos bons pensamentos e os torpes equívocos mentais, já nas primeiras horas das manhãs.

O ser humano costuma forjar-se.
Na perspectiva de se auto afirmarem melhores e merecedores, surge uma forma desigual sobre outros. Então, somos tudo que queremos afirmar?
É ausente a balança mediadora de escolhas e sentimentos tão baixos e estúpidos.
Mas o que é ser estúpido?
É Saber demais das teorias e não exercê-las?
Ou é zombar da nossa condição, limitação e veracidade?
Para que serve o nosso intelecto sem a maçã do limiar que há em existir imperfeito?
Devo aproveitar-me de minha imperfeição para castrar meu estado existencial?
Pra que se vestir de tanta estupidez e arrogância?
Se nada terei no universo sem sombras de dúvidas..
Ninguém deve pertencer ao inferno. Mas instintivamente, perde-se muito da vida criando sementes daninhas e que geram frutos.
Para que serve a vida, se não noiva-la com a gratidão e generosidade?

“Quando o cidadão precisa temer o Estado para respeitar a lei, a lei já perdeu parte de sua autoridade.”

⁠"Julgar a si mesmo, sem buscar referência na ignorância ou na sabedoria, é uma questão de autoestima."