Reflexão Antes de Dormir

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“Rindo porque o boleto vence amanhã e eu ainda tô esperando um milagre.”

"E se tudo que você ignorou… fosse tudo que você perderia amanhã?"

​"O amanhã pode ser um salto no desconhecido, mas a fé é o chão que Deus coloca sob seus pés. Acorde, agradeça e vá sem medo."

Ontem foi escola, o amanhã pode não vir, mas o presente é o temos.

Corremos atrás do amanhã e o presente vai desaparecendo.

Ontem


Eu sei que o ontem foi um sonho.
Sei que o amanhã é tão incerto...
Como parar de criar as fantasias?


O hoje? Está lindo e maravilhoso,
Ainda assim tenho medo, assusta
saber que lá fora está perigoso.


Para minha sorte... ou até destino,
tenho intensa em minha alma tola,
a fiel poesia, evitando o desatino.

Calma,
O poeta está dormindo.
Fale com ele amanhã,
Ou talvez num outro dia.

Se pode fazer algo por alguém, faça hoje, pois o amanhã é incerto.

Vai lá, o tempo é hoje; pois o amanhã ninguém sabe.

Deixe quieto o amanhã, a vida é hoje.

Se amanhã, tiver lua cheia, namore.

Não demore, o tempo é hoje; o amanhã não sei.

Não deixe que as lágrimas do amanhã te alcancem, abrace mais.

Guarde cada pedra que te lançam, porque amanhã serão eles.

Tomara que amanhã chova de novo, e assim eu possa chorar.

Deixe que te chamem de louco, pois amanhã sentarão debaixo da tua árvore, onde só você fez sombra.

Cuidado, o amanhã não avisa. A vida é o que plantamos hoje.

O paradoxo da crítica é quando você condena agora aquilo que te sustentará amanhã.

Viva o agora! Viva-o já!
Amanhã!? Bem, amanhã...
posso ser displicente
ser diferente
ou talvez eu me reinvente...
mudando pra sempre...
afinal, já falei... sou consistente
e vivo o presente...
e cada dia é diferente... concorda?


Viva o agora! Viva-o já,
antes que o instante se dissolva
na esquina invisível do tempo,
antes que o sonho se esconda
sob a poeira dos dias.


Amanhã? Bem, amanhã
posso ser displicente,
posso ser diferente,
ou talvez me reinvente,
mudando para sempre,
como quem troca de pele
sem deixar de ser semente.


Afinal, já falei: sou consistente,
feito rio que segue adiante,
mas guarda nas margens
a memória de cada nascente.
Vivo o presente —
este milagre breve,
esta chama que arde
entre o que fui e o que serei.


E quando penso ter partido,
quando o passado parece distante
e o futuro se abre, gigante,
há uma voz, terna e persistente,
que atravessa o silêncio,
me alcança de repente,
e ainda insiste
em me chamar pelo nome.


Então eu paro.
Respiro.
Escuto.


Porque talvez viver seja isso:
não fugir do tempo,
mas abraçá-lo no instante exato
em que ele passa —
e, por um segundo,
também me abraça.

O resultado que você quer amanhã depende da decisão que você está adiando hoje.