Pensamentos Mais Recentes
Não espere consciência de quem vive repetindo padrões inconscientes no meio da massa.
A rotina limitada, automática e sem reflexão condiciona qualquer pessoa a ter e repetir atitudes e comportamentos hereditários — e é exatamente isso que mantém tantos estagnados.
Só que existe um ponto decisivo: mudar dói, mas é o único caminho para a evolução.
E é justamente essa dor que separa quem desperta de quem continua preso no piloto automático.
A pergunta é: você vai continuar na repetição… ou vai escolher a consciência, mesmo que poucos tenham coragem de trilhar esse caminho?
Marcelo Viana
A verdade não grita. Ela sussurra.
E só é ouvida por quem silencia o ruído do mundo.
A vida não cobra explicações, cobra consciência. Cada encontro é um espelho, cada dor um chamado, cada queda um portal. Nada é acaso, tudo é convite.
O despertar não acontece quando se acumula respostas, mas quando as máscaras caem. Quando o buscador percebe que a chave nunca esteve fora, nem nos céus, nem nos livros, mas no olhar que finalmente se volta para dentro.
Quem desperta deixa de lutar contra a corrente e aprende a lê-la. Entende que a noite ensina tanto quanto o dia e que a verdade não liberta por ser doce, mas por ser real.
Poucos veem. Menos ainda atravessam.
Mas quem atravessa… nunca mais dorme.
Marcelo Viana
A falta de consciência não é ignorância é acomodação.
É viver no automático, repetindo padrões herdados, crenças e comportamentos que nunca foram questionados. É aceitar a mediocridade como zona de conforto e chamar limitação de destino.
Muitos atravessam a vida sem, de fato, vivê-la. Reproduzem histórias que não escolheram, carregam dores que não curaram e defendem ideias que jamais examinaram. Confundem rotina com segurança e medo com prudência. Assim, passam os anos… e permanecem no mesmo lugar interno.
Sem discernimento, não há ruptura. Sem ruptura, não há evolução. O indivíduo se torna prisioneiro da hereditariedade emocional, mental e comportamental um eco do passado tentando existir no presente. Vive reagindo, nunca criando. Seguindo, nunca conduzindo.
A consciência exige coragem. Dói olhar para dentro, questionar a própria história e assumir responsabilidade pelo próprio despertar. Por isso, poucos o fazem. A maioria prefere a anestesia da repetição ao desconforto da transformação.
E assim seguem: passam pela vida, mas não a expandem.
Respiram, mas não despertam.
Existem, mas não evoluem.
O Elixir do Poder
O poder não é uma ferramenta, é um alquimista. Ele não transforma o mundo; transforma primeiro a alma de quem o segura. O homem que toca no cetro acredita estar moldando o metal, mas é o metal que, silenciosamente, molda sua mão e depois seu coração. A embriaguez começa com o primeiro gole da ilusão: a de que se é diferente dos que estão abaixo, imune à própria corrupção. No ápice, o bêbado de poder já não ouve os gritos do vale; só ouve o eco de seus próprios decretos.
Tudo o que escrevo é sobre mim, minha vida e meus pensamentos. Sou minha única referência, portanto o que digo sou eu mesma em palavras.
A Lei do Sonambulismo
Chamam-lhe sonambulismo: o sono é pesado e voluntário da sociedade. Não é a ignorância dos factos, mas a vontade férrea de não os ver. É o pacto não assinado: ‘Deixai-me o meu sono, e eu deixar-vos-ei o vosso poder’. Enquanto houver mais medo de acordar do que de ser governado, o ciclo alimenta-se a si mesmo. O embriagado de poder e o adormecido pela preguiça são cúmplices numa dança milenar: um precisa do outro para existir.
UM ALERTA
Cuidado, ó poderoso porque até o sono mais profundo tem um limiar. E cuidado, ó povo adormecido porque quem prefere o berço à estrada, um dia acordará num cárcere que ele próprio ajudou a construir. A única magia forte o bastante para quebrar o elixir e dissipar o sonambulismo chama-se consciência desperta. Ela não vem com rugidos, vem com o primeiro silêncio em que se ouve, afinal, o próprio coração bater.
Tudo que escrevo é o que penso, é sobre mim e sobre minha vida. Sou minha única referência, por tanto o que escrevo, sou eu em palavras.
Havia um tempo em que bastava encostar o rosto na janela, o coração era pequeno, mas cheio de fé. A noite chegava, tudo escurecia, eu abria a janela e voava mata a dentro : rios, cachoeiras, pedreiras o vento tudo tinha voz . Conversávamos muito. Eu dizia pro vento não fique triste, mais em breve terei de voltar aqui em baixo e tudo lindo mais minhas asas perdem força. O tempo passou. Passou tão rápido, eu cresci, minhas asas foram tiradas de mim não vi quando nem como. Hoje, a noite me aprisiona num mundo que não e o meu . A solidão, retrata o meu desejo mais profundo e eterno. Eu não sei onde ficou minha paz. Boa noite.
No vazio da pausa, o poder se revela sem palavras, sem movimento, sem limites. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
A pausa no tempo não espera por ninguém; ela apenas mostra quem realmente observa. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
Na pausa, cada escolha se multiplica, cada pensamento se torna infinito. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
A pausa no tempo é a ponte entre o que fomos e o que podemos nos tornar. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
Quem domina a pausa no tempo não se apressa, controla o fluxo da realidade. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
No silêncio da pausa, o universo revela a força de sua própria eternidade. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
A pausa no tempo permite que a consciência enxergue o que a pressa esconde. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
Entre um segundo e outro, a pausa no tempo guarda segredos que ninguém ousa tocar. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
A pausa no tempo não é ausência, é o poder de tudo se tornar visível. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
Na pausa do tempo, cada instante revela a eternidade que ignoramos. — Pausa no Tempo | Guilherme Abner, Amazon
”Se não sabem meu nome, por que acham que TAMBÉM me chamo Papagaio ou Maria Vai com as Outras? Hein?
TextoMeu 0002
Pleroma é o vazio que tudo preenche, a força invisível que sustenta a realidade. — Pleroma supremo | Guilherme Abner, Amazon
