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"A fé legítima nasce da gratidão; a de conveniência, morre na destruição."

O POETA APAIXONADO 


O POETA ESTAVA APAIXONADO 
E A POESIA DELE 
REFLETIA ISSO.
E DIZIA
TE AMO.
POR TODOS
OS MEUS CAMINHOS.

⁠Certamente 
o Papa Leão XIV não é o que todos queriam, mas pode ser o que a Igreja precisava.
 
Uma parcela assustadora de pessoas que se rotulam cristãs, em vez de se adequarem à igreja, insiste em querer adequá-la a elas.
 
São os seletivos defensores da liberdade de expressão e religiosa, pois só defendem a liberdade dos que pensam, endossam ou replicam o que eles pensam.
 
Querem um Papa, mas que atenda aos seus caprichos, não ao propósito da igreja.
 
Se rotulam conservadores, quando, na verdade, não passam de intolerantes.
 
Já era esperado que o produto mais extremista da polarização assim reagisse…
 
Não à toa rascunharam e ensaiaram narrativas e teorias conspiratórias.
 
Na primeira oportunidade, acusarão a igreja de racismo por não escolher o tão desejado e favorito cardeal conservador negro…
 
Depois tumultuarão o Vaticano…
 
Tentarão desacreditar a chaminé da Capela Sistina…
 
Irão para as portas das paróquias, santuários e basílicas pedir revisão da fumaça, código-fonte e voto impresso…
 
Vão orar para castiçais…
 
Depois vão depredar a Basílica de São Pedro.
 
Sem se esquecerem de passar batom no Sacrário…
 
Feito isso, criarão narrativas para pedir indulgências plenárias para os supostos inocentes, a pretexto velado de salvarem a própria pele. 
 
E por aí vai…
 
E viva o “conservadorismo”!

Orar pode ser, paradoxalmente, a maior demonstração de falta de fé! Se os planos divinos são perfeitos, pedir que deus os altere é admitir que não confiamos neles.

Que você sempre tenha essa certeza, que eu pertenço a um único lugar e esse lugar é no seu coração.
_ Enzo Ruchell _

REVISTA ESPÍRITA
— Jornal de Estudos Psicológicos, MAIO DE 1859.
Marcelo Caetano Monteiro.
“MÚSICA DE ALÉM-TÚMULO.
EVOCAÇÃO DE:
— Mozart; Chopin”.

MOZART.
1. ─ Sabeis, sem dúvida, o motivo por que vos chamamos.
─ Vosso chamado me é agradável.
2. ─ Reconheceis como ditado por vós o trecho que acabamos de ouvir?
─ Sim. Muito bem. Eu o reconheço perfeitamente. O médium que me serviu de intérprete é um amigo que não me traiu.
3. ─ Qual dos dois trechos preferis?
─ O segundo, sem termo de comparação.
4. ─ Por quê?
─ A doçura e o encanto são nele mais vivos e mais ternos.
5. ─ A música do mundo que habitais pode comparar-se à nossa?
─ Teríeis dificuldades de compreender. Temos sentidos que ainda não possuís.
6. ─ Disseram-nos que no vosso mundo há uma harmonia natural, universal, que não conhecemos aqui em baixo.
─ É verdade. Aí na Terra fazeis a música; aqui, toda a Natureza emite sons melodiosos.
7. ─ Poderíeis tocar piano?
─ Sem dúvida que sim. Mas não o quero. Seria inútil.
8. ─ Seria, entretanto, poderoso motivo de convicção.
─ Não estais convencidos?
9. ─ Que pensais da recente publicação de vossas cartas?
─ Avivaram muito a minha lembrança.
10. ─ Vossa lembrança está na memória de todos. Poderíeis precisar o efeito que essas cartas produziram na opinião pública?
─ Sim. Elas me fizeram mais amado e as criaturas se apegaram muito mais a mim, como homem, do que antes.
11. ─ Desejamos interrogar Chopin. Será possível?
─ Sim. Ele é mais triste e mais sombrio do que eu.
CHOPIN.
12. (Após a evocação.) ─ Poderíeis dizer-nos em que situação estais como Espírito?
─ Ainda errante.
13. ─ Lamentais a vida terrena?
─ Eu não sou infeliz.
14. ─ Sois mais feliz do que antes?
─ Sim, um pouco.
15. ─ Dizeis um pouco, o que quer dizer que não há grande diferença. Que é o que vos falta para o serdes mais?
─ Eu digo um pouco em relação àquilo que eu poderia ter sido, porque com a minha inteligência eu poderia ter avançado mais do que avancei.
16. ─ Esperais alcançar um dia a felicidade que vos falta atualmente?
─ Certamente que ela virá, mas serão necessárias novas provas.
17. ─ Mozart disse que sois sombrio e triste. Por que isto?
─ Mozart disse a verdade. Entristeço-me porque não cumpri a contento um compromisso assumido e não tenho coragem de recomeçar.
18. ─ Como considerais as vossas obras musicais?
─ Eu as prezo muito. Mas entre nós fazemo-las melhores, sobretudo as executamos melhor. Dispomos de mais recursos.
19. ─ Quem são, pois, os vossos executantes?
─ Temos às nossas ordens legiões de executantes, que tocam as nossas composições com mil vezes mais arte do que qualquer um dos vossos. São músicos completos. O instrumento de que se servem é a própria garganta, por assim dizer, e são auxiliados por instrumentos semelhantes a órgãos, de uma precisão e de uma sonoridade que acredito não possais compreender.
20. ─ Sois de fato errante?
─ Sim. Isto é, não pertenço a nenhum planeta exclusivamente.
21. ─ E os vossos executantes? São, também, errantes?
─ Errantes como eu.
22. (A Mozart) Teríeis a bondade de explicar o que acaba de dizer Chopin? Não compreendemos essa execução por Espíritos errantes.
─ Compreendo o vosso espanto. Entretanto, já vos dissemos que há mundos particularmente destinados aos seres errantes, mundos que eles podem habitar temporariamente, espécies de bivaques, de campos de repouso para esses Espíritos fatigados por uma longa erraticidade, estado que é sempre um pouco penoso.
23. (A Chopin) Reconheceis aqui um de vossos alunos?
─ Sim. Parece.
24. ─ Teríeis a bondade de assistir à execução de um trecho de vossa composição?
─ Isto me daria muito prazer, sobretudo quando executado por uma pessoa que guardou de mim uma grata recordação. Que ela receba os meus agradecimentos.
25. ─ Quereis dar a vossa opinião sobre a música de Mozart?
─ Gosto muito. Considero Mozart meu mestre.
26. ─ Partilhais de sua opinião sobre a música de hoje?
─ Mozart disse que a música era melhor compreendida em seu tempo do que hoje. Isto é verdade. Objetarei, entretanto, que ainda existem verdadeiros artistas.
Fonte primária.
ALLAN KARDEC. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos, maio de 1859. “Música de além-túmulo — Mozart; Chopin”. O índice da edição de maio de 1859 registra separadamente as duas evocações, “Mozart” e “Chopin”.
Esse documento é particularmente importante para o nosso estudo porque Kardec faz uma ponte direta entre a situação de Chopin como Espírito errante e a existência dos “mundos particularmente destinados aos seres errantes”, assunto que ele desenvolve imediatamente depois em “Mundos intermediários ou transitórios”.

“Escolha seu Mestre do Reiki com sabedoria: seus exemplos e suas atitudes também influenciam sua caminhada.”

“Escolha pessoas de mérito e aprenda com suas atitudes.”

Quando o silêncio incomodar cante, ele só existe com a sua permissão.

“No caminho do Reiki, não escolha como referência quem não vive aquilo que ensina.”

"Quando o sermão virou ódio, o céu nunca mais foi o mesmo."

“Evite aprender com aqueles que não vivem os valores que ensinam.”

O PÁSSARO DE ASA QUEBRADA


      Era noite de 29 de janeiro. Ele saiu do trabalho e resolveu ir até a cidade vizinha. Numa curva, a moto derrapou em algo espalhado no asfalto. Seu corpo foi arremessado contra o guarda-corpo. Ali ficou, desorientado, aguardando socorro.
      O SAMU apareceu, estabilizou e o levou ao hospital da cidade vizinha. Dali, encaminharam-no para o hospital regional, mas no caminho foi preciso parar em outra unidade de saúde. Os sinais vitais diminuíam, a morte era iminente. Moveram céu, mar e terra para ele não partir. Ele parecia ter sede de viver.
     Reanimado, seguiu para o HRSAJ. Os dias foram difíceis: intubação, dezenas de dias em coma. A morte insistia em ser sua maior companheira, tentando levá-lo a qualquer custo. 
     A comunidade, comovida, se uniu numa corrente de fé em oração, reza e preces pela sua recuperação. 
     A medicina, por várias vezes, já não era suficiente. Era necessário um milagre. Os dias longos e as noites intermináveis pareciam não passar.
      De forma milagrosa, ele retornou do coma. As sequelas eram visíveis: fala limitada, sons inaudíveis, limitação motora e uma grave fratura num dos braços ainda o atormentava. Submeteu-se à cirurgia, colocando uma estrutura que em muito se assemelhava a uma antena externa de TV de antigamente. 
      Recebeu alta, adaptou-se em casa uma espécie de quarto-enfermaria e a luta continuou.
      Sua reabilitação necessitou de fonoaudiologia e ainda continua com sessões de fisioterapia para restabelecer o movimento do braço. 
       Ele, que esteve muito perto de fazer a viagem rumo ao desconhecido, hoje está praticamente curado.
     É um pássaro com uma asa em recuperação, pronto para, a qualquer momento, voar livre por aí.

CANSEI


Não conseguem entender, preferem distorcer. A gente finge que não vê. 
Com minha fé a esperar, a vida bota no lugar 


Chorei, gritei, despenquei. Difícil acreditar, quem confiei, deixei de confiar.


Que mesquinho, não vou me acostumar. Igual a você, jamais serei. Só digo uma coisa, CANSEI!!!


Carina Lulibela

"Na doença, a fé; na cura, o ceticismo. Assim é o ser humano."

Há pessoas que chegam como brisa suave,
acalmam o coração e fazem a vida florescer.
São presenças que não pesam, não cobram,
apenas acolhem, iluminam e fazem bem.

Escolha estar perto de quem traz serenidade,
de quem transforma silêncio em aconchego
e torna os dias mais leves.
Porque a verdadeira riqueza da vida
é ter ao lado almas que fazem o coração descansar.

Escolha quem traz paz ao seu coração, porque presença que acalma é um dos mais raros presentes da vida.

O DESEJO


SURGE DE REPENTE
POR DEBAIXO DA GENTE.
NO TOQUE DAS MÃOS 
QUE SE SENTE.

“Alguns instantes dividem o tempo entre antes e depois.” - Leonardo Azevedo.

“Há instantes que mudam para sempre o curso do tempo.” — Leonardo Azevedo.

A POESIA 
QUE A VIDA NOS DÁ.


É SÓ CUIDAR.

A VIDA E VOCÊ 
E EU
 E O MUNDO.
A VIDA DO NOSSO AMOR
PROFUNDO.

Nada pode custar minha liberdade.

O argumento, sim, é uma faca pra brigar. Se não tiver, se cale.