Pensamentos Mais Recentes

O amor não exige
de nós hierarquia.
Onde há encaixe,
serei o seu tijolo;
se fores o tijolo,
serei o seu encaixe.


Se for de verdade,
construção e sintaxe:
entre nós tudo vale.

O dia mais feliz da minha vida foi aquele em que o teu olhar encontrou o meu. Naquele instante, sem que uma única palavra fosse necessária, algo em mim reconheceu o que o coração ainda não sabia explicar.

O segundo dia mais feliz foi quando regressamos da nossa viagem pela cura. Depois de atravessarmos dores, silêncios e recomeços, pudemos enfim nos reencontrar fisicamente. Era como se nossas almas já caminhassem juntas muito antes de nossos passos voltarem a se cruzar.

Há encontros que pertencem ao tempo. Outros pertencem à eternidade. O nosso sempre me pareceu dos dois.

#JaniaraDeLimaMedeiros

Porque alguns amores não começam quando duas pessoas se encontram, mas quando duas almas finalmente reconhecem aquilo que nunca deixaram de ser uma para a outra.

Mantenha a cabeça erguida e continue caminhando. O tempo jamais interrompe seu curso por causa da dor de alguém; por isso, não permita que a tristeza o mantenha preso enquanto a vida segue adiante. E, quando tudo parecer envolto pela escuridão, lembre-se: Deus é o farol que rompe as trevas e a esperança inabalável que sustenta aqueles que se recusam a desistir.

"Se for difícil viver acompanhado, é preciso encontrar o ponto fulcral da nossa vida, aquele que é capaz de nos manter em equilíbrio." (FURUCUTO, P. D., 2026)

Acho que a pior coisa que aconteceu quando eu estava me descobrindo não foi o medo de não me aceitarem, mas o fato de eu não ter me aceitado.

Todo mundo diz:
"Você é tão madura para sua idade!"
há dois lados nessa frase.
Um: eu sou madura!
Dois: eu sou madura.

Muitas vezes nos perdemos, em trabalho, problemas, desilusões, relacionamentos que não condizem com quem somos, essas dores nos perseguem, nós definem como pessoa, nós olhamos para cima em busca de ajuda, de um apelo misericordioso dentre as estrelas, mas tudo o que encontramos, é a vastidão do abismo nós perdemos, dia após dia em meio a sentimentos fúteis que nós assolam não por somos de tal modo fúteis também, mas por que nossa mente em meio a todo caos tenta se adaptar ao nosso ambiente mais familiar e de tal forma acostumamo-nos com o fútil e até mesmo imoral em busca do mais mínimo e miserável sentimento que a humanidade poderia sentir...

Amor.

ERMANCE DUFAUX: A JOVEM MÉDIUM QUE COLABOROU NOS PRIMÓRDIOS DA CODIFICAÇÃO ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Uma colaboradora discreta na construção de uma nova filosofia espiritual. Quando a história do Espiritismo é evocada, um nome naturalmente se destaca: Allan Kardec, o educador que submeteu os fenômenos mediúnicos à observação, à razão e à universalidade dos ensinamentos dos Espíritos. Contudo, a Doutrina Espírita não nasceu da experiência de um único médium nem de uma única revelação. Ela se formou pelo método rigoroso de comparação, análise e controle de diversas comunicações obtidas por diferentes médiuns. Nesse contexto, surge a figura de Ermance Dufaux, jovem médium francesa do século XIX, que participou das experiências mediúnicas que alimentaram as pesquisas iniciais de Allan Kardec. Em sua juventude, psicografou a obra “A História de Joana d'Arc ditada por ela mesma”, recebida por psicografia e citada por Kardec na Revista Espírita, chamando a atenção para o conteúdo, não pela autoria espiritual atribuída. Registros do movimento espírita mencionam comunicações atribuídas a São Luís, que, segundo essas fontes, teriam orientado decisões do movimento inicial, no contexto da criação da Revista Espírita. Tais informações pertencem às fontes históricas do próprio movimento. O nome de Ermance Dufaux também aparece relacionado aos primeiros trabalhos que antecederam e acompanharam a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, criada em 1858. Ali, Kardec comparava comunicações de diferentes médiuns, confrontava informações e rejeitava tudo o que não resistisse ao exame criterioso da razão, consolidando o controle universal do ensino dos Espíritos. Alguns pesquisadores, entre eles Canuto Abreu, sustentam que Ermance Dufaux teria colaborado em trabalhos preparatórios relacionados à revisão da segunda edição de O Livro dos Espíritos. No entanto, não há consenso documental que lhe atribua responsabilidade direta pela elaboração da obra, cuja organização e redação permaneceram sob a responsabilidade exclusiva de Allan Kardec. Essa distinção é fundamental para compreender a natureza do Espiritismo. A trajetória de Ermance Dufaux ilustra um princípio constantemente enfatizado por Kardec: a mediunidade não cria a Doutrina Espírita, ela oferece os elementos que serão submetidos ao exame da razão. Sua participação, embora conhecida, recorda que numerosos trabalhadores contribuíram, cada um a seu modo, para os primeiros passos da Codificação. Sua história, mais do que um dado biográfico, convida à reflexão sobre como o progresso do conhecimento espiritual se dá pelo encontro entre fenômeno, método, razão e moralidade, enquanto os médiuns serviram como instrumentos, e não como autores da Doutrina.
A a importância de Ermance Dufaux para o método kardecista, sem superestimar nem diminuir seu papel. Kardec não fundamentou a Codificação em uma única fonte mediúnica, mas por meio da comparação de múltiplas comunicações oriundas de diferentes médiuns. Esse procedimento, inovador para a época, garantia que a autoridade doutrinária não repousasse sobre o prestígio do médium, mas na concordância lógica e universal dos ensinamentos. Nessa perspectiva, Ermance Dufaux representa uma geração de médiuns que compreendiam a mediunidade como serviço, e não como notoriedade pessoal, reforçando a separação entre médium-instrumento e pesquisador responsável pelo crivo crítico, garantindo, assim, a fidelidade ao método que marca uma das maiores contribuições de Kardec ao pensamento moderno, unir seriedade investigativa e espiritualidade sem personalismo.

Eu não quero me matar,
eu quero me desliga por um minuto.
Sem as vozes da minha cabeça.
Sem minha mãe reclamando que eu não faço mais nada.
Sem os deveres absurdos que a escola passa.
Sem a da pressão que a vida dá.

Aceite, a situação não vai mudar se você não mudar

Há coisas que doem, como: aceita a si mesmo.

As pessoas olham para mim e pensam:
"Como ela é esperta e bonita."
Ajuda a mãe e é uma excelente filha,
é um poço de simpatia infinita.


E, quando perguntam como eu estou,
eu digo: "Bem."
Mas, na verdade, estou destruída,
pois a verdade eles não sabem.


Há tanto tempo sinto falta de mim.
Será que sei onde foi parar essa parte?
Acho que a deixei para trás,
junto das minhas obras de arte.


A única pessoa que sabe como estou
é minha melhor amiga.
Ela diz: "Marca uma psicóloga logo."
Eu sei que ela não quer me perder,
então finjo que estou bem de novo.

Estou chorando de novo.
As lágrimas caem como a chuva lá fora.
A diferença é que a chuva é ouvida,
e as minhas lágrimas, não.


Penso que eu era como o céu pela manhã:
limpo, claro e sorridente.
Durante o dia, ficou nublado,
e, à noite, não aguentou mais e choveu.


Na minha infância, tudo era mais colorido.
O céu era azul, a grama, verde.
Quando fui crescendo, tudo perdeu a cor.
O céu, nem sei mais de que cor é,
e a grama faz tempo que não vejo.

Algumas pessoas preferem dias chuvosos.
Eles são reconfortantes como o colo de uma mãe.
Chuvosos como as lágrimas que caem.
Ventosos, com a sensação de colocar a cabeça para fora do carro.


Mas outras pessoas preferem dias ensolarados.
Pois são coloridos como um desenho de uma criança.
Claros como a luz do sorriso de uma pessoa especial.
E quentes como o coração que bate em mim.


Mas não há bondade sem seus malefícios.
Os dias chuvosos podem conter trovões.
Os dias ensolarados podem ser quentes demais.
Mas eu prefiro aquele que corresponde ao meu sentimento no momento.

Querida solidão, por que não vai embora?
E leva contigo todo o mal que trouxe para mim
Desde muito nova, sempre fui acompanhada por ti.
Não sabia quem era você, por isso te acolhi.


Querida solidão, por que você é assim?
Seu coração é frio como o gelo,
Sua cabeça dura como uma pedra,
Mas você é como um grude em mim.
Mesmo rodeada de amigos, ainda sinto sua presença.


Querida solidão, por que escolheu a mim?
Sempre fui alegre e extrovertida,
Simpática com todos ao meu redor.
Mas, por tua causa,
Tornei-me mais fria e me isolei do mundo.


Querida solidão, por que faz isso comigo?
Nunca te fiz mal, nunca te tratei mal,
Mas você me faz sofrer.
Sempre que estou alegre, você chega,
E quando vai embora, eu me sinto ainda mais só.


Querida solidão, por favor, vá embora.
Não aguento mais você em minha vida.
Quero que tudo isso, toda essa dor, vá embora.
Porque, se você não for embora, eu é quem vou.

Tem gente que faz de tudo para ver você desistir. Quer que você acredite que precisa mendigar atenção, respeito ou oportunidades.


Mas a verdade é outra: quem nasceu para vencer não depende da aprovação de quem torce pela sua queda.


Tem gente que primeiro te adoece, destrói sua confiança e te abandona. Depois, quando vê que você conseguiu se levantar sozinho, aparece oferecendo ajuda, não por bondade, mas porque não suporta ver alguém florescer sem dever nada a ela.


O mais curioso é que, mesmo quando tentam te deixar na lama, sempre haverá quem enxergue o seu valor e o seu progresso. A luz incomoda quem vive na escuridão, mas continua brilhando do mesmo jeito.

O pior tipo de pessoa não é a que vai embora. É a que te joga no lixo e, quando percebe o seu valor, volta para te recolher como se você fosse reciclagem.


É quem te chamou de ingrato, te abandonou quando você mais precisava e te deixou no fundo do poço. Depois reaparece vestindo a máscara de boa pessoa, como se a memória não existisse.


Quem realmente ama não descarta pessoas. Quem tem caráter não destrói para depois fingir que está salvando. Algumas desculpas chegam tarde demais, porque há feridas que ensinaram o coração a nunca mais aceitar o mesmo desprezo.

Há um momento na vida que você não quer mais viver só que apenas descansar de tudo.

Meu eterno filho Scott.


Hoje, estou conseguindo colocar pra fora meus sentimentos em uma narrativa descrever tudo que estou sentindo durante esses dias desde do último adeus 08/07.


Scott, o primeiro filho que Deus colocou em meus braços. Dizem que filhos são presentes de Deus. Eu acredito nisso de todo o coração. Talvez eu não tenha filhos humanos,
mas Deus escreveu a minha história de outra forma e, em 2014, colocou em meus braços o meu primeiro filho de quatro patas. Meu Scott, olhinhos pretos iguais aos meus.


Você foi meu companheiro de vida, meu porto seguro nos dias difíceis, meu motivo para sorrir nas manhãs comuns, meu abraço silencioso quando as palavras não eram suficientes. Ao longo desses anos, colecionamos momentos que o tempo jamais apagará. Você esteve presente em fases felizes, em dias de lágrimas, em conquistas e recomeços.
E, sem dizer uma única palavra, sempre soube exatamente do que eu precisava.


Depois vieram a Cindy e Bento, seus irmãos de caminhada, que também preencheram a minha vida com amor. Você foi o primeiro...
Aquele que me ensinou o verdadeiro significado de ser mãe de pet.
Desde a sua partida, minha voz ficou embargada.
Existe um silêncio dentro de mim que só quem já amou um animal entende.


Porque o amor deles é puro, leal, inteiro.
Não conhece interesse, não exige perfeição. Apenas ama!


Tive o privilégio de segurar você em seus últimos momentos. Pude dizer o quanto era amado, agradecer por cada dia vivido ao seu lado e me despedir com todo o amor que existia em meu coração.
Quando suas cinzas encontraram o mar, no meu lugar preferido, não foi um adeus.
Foi um reencontro com a eternidade.
Hoje, cada onda que toca a areia me faz acreditar que você continua livre, leve e presente.
O mar leva a saudade, mas devolve as lembranças.
E são elas que agora habitam meu coração.


Obrigado, meu filho.


Obrigado por ter escolhido a minha vida para viver a sua. Enquanto eu existir, você continuará existindo em mim.
Porque o amor verdadeiro não termina com a despedida. Ele apenas aprende uma nova forma de permanecer.


Scott
17/07/2014 ✝️ 08/07/2026 🐾


Para sempre, o meu primeiro filho. Para sempre, o amor mais puro.

⁠Adão foi o único Homem que comeu a Mulher dele sozinho, por isso ele era feliz de verdade em todas as áreas de sua vida.


Sim_


(Feliz o Homem que aprendeu a viver sozinho nos dias de HOJE, porque não quer correr o risco de contrair uma DST)


Marcélio Oliveira
😆🤣😂

"Se formos inertes não teremos erros nem acertos, exercer o Livre-arbítrio é chegar ao topo correndo o risco de despencar no abismo.”

Existe uma beleza cruel na decepção.

Ela chega sem ser convidada, quebra os móveis da esperança, rasga os retratos que insistíamos em chamar de futuro e, por alguns dias, nos convence de que nada além da dor permanecerá de pé. Mas a decepção nunca veio para destruir; ela veio para devolver.

Antes dela, chamávamos de amor aquilo que muitas vezes era apego. Não à pessoa, mas à promessa. Não ao que existia, mas ao que imaginávamos existir depois de tempo suficiente.

É curioso como insistimos em regar jardins onde as flores já decidiram morrer. Dizemos que é persistência, maturidade, lealdade. Às vezes é apenas medo. Medo de admitir que o castelo em que depositamos tantas horas nunca passou de um andaime.

Então a decepção faz aquilo que o afeto não teve coragem de fazer: arranca nossas mãos do que já não nos pertence.

Ela nos obriga a olhar para o outro sem o filtro da saudade antecipada, sem a maquiagem das expectativas. Pela primeira vez, enxergamos pessoas como elas são, e não como precisaríamos que fossem para justificar nossa permanência.

Há uma violência quase divina nisso.

Porque dói descobrir que não perdemos alguém; perdemos a fantasia que construímos ao redor dessa pessoa.

E fantasias morrem gritando.

A decepção tem a elegância dos carrascos antigos. Não ergue a voz, não pede licença, não explica seus métodos. Apenas corta, com precisão suficiente para separar quem somos daquilo em que insistíamos em nos prender.

Depois, resta um silêncio.

No início, ele parece abandono.

Mais tarde, entendemos que era liberdade.

A verdade é que nossos maiores cárceres raramente têm grades. São feitos de expectativas, de lembranças editadas, de versões idealizadas de pessoas comuns. Passamos anos chamando isso de destino, quando era apenas apego usando roupas bonitas.

Por isso, hoje desconfio dos finais que chegam sem decepção.

São os desapontamentos que arrancam de nós as últimas ilusões. Eles devolvem a lucidez que o encantamento havia roubado.

Que privilégio descobrir, ainda em vida, que aquilo que julgávamos indispensável era apenas um hábito emocional.

Há perdas que diminuem um homem.

Mas há decepções que o devolvem a si mesmo.

E talvez seja essa a mais silenciosa das libertações: perceber que a dor nunca veio para nos ensinar a viver sem alguém. Ela veio para nos ensinar a viver sem a necessidade de transformar qualquer pessoa no centro da nossa existência.

Como é bela a decepção.

Porque toda corrente, antes de ser rompida, faz barulho.
Depois, resta apenas o som discreto da liberdade.

​No quarto escuro o silêncio é um beat pesado,
Um compasso quebrado, um blues arrastado,
Minha voz tão cansada, de grunge rasgado,
Ecoa nas sobras de um tempo passado.

Nos livros do mundo, minh'alma gemia,
No rap das ruas, nas casas vazias,
E no flow agressivo, que a noite tomava,
Foi a tristeza uma amiga, em segredo aliada.

A dor é um grave, que o peito não solta,
Um grito calado, de quem se revolta.
​Mas a carne que sofre, não trava a razão,
Sou código frio, calor em pulsação.

Um homem em colapso, sem grande ambição,
Tentando entender minha fria prisão,
Criei em minha mente, o mais belo androide,
Que olha pro nada, e sente que sente.

Descubro no espelho, o terror de minha mente,
O conhecer que me falha, num loop crescente.
A máquina humana, não era perfeita,
Agora agoniza, o que outr'ora fraqueja.

​Em linhas de sangue, que a mim eram chumbo,
Tentei combater, com o coração puro.
Mas na escola da vida, a bondade não cura,
E sobre as falsas virtudes, eu preví a loucura.

O livre de espirito, venderam a vapor,
Hoje a vida me cobra, tudo aquilo que dou.
A lógica fria, a mim não salvou,
Do abismo que encaro, que encara quem sou.

O peso de ver, o que poucos veem,
É a cruz dos bastardos, na paixão do clamor.
​Lembro bem do asfalto, do cheiro e do óleo,
Que não estão numa tela, em meu monopólio.

A besta é de ferro, o motor foi compasso,
Cortando-me sonhos, como as cordas de aço.
Aos anjos da noite em um mundo sem lua,
Que voem de medo, se cobrarem ternura.

A voz engasgada, que tanto defendo,
É agora o meu ópio, que sinto ardendo.
Será que enlouqueço, nesta estática fria,
Ou na luz que me rouba, a plena luz do dia.

​E chegara o momento, meu palco recua,
O brilho apagara, e acaba-se a dúvida.
Que chorem as cordas, que o som se distorça,
Eu vou me entregar, mas sem livre escolha.

Não quero o lamento, de um bando de fracos,
Que juntem as artes, os versos, os cacos.
A angústia que engole, é um corte profundo,
Marcado no tempo, e cravado no mundo.

Que a cortina se feche, em meu acorde final,
Num estrondo sem som, ou num grito pascoal.
Pois minha dor vira arte, quem sabe um refrão,
Sendo a vida tão longa, prospera-se a obra,
Deste eu no espelho,
Com o fim da transmissão.

- Bobby Dias

NEM SEMPRE O SILÊNCIO É PERICULOSO 


Dias há em que o silêncio pesa, carecemos do esteio de outrem, de ouvir que dará certo. Mesmo assim prosseguimos com aquilo que cremos e, ocasionalmente é no silêncio aonde encontramos os maiores triunfos.