Pensamentos Mais Recentes

Existe uma dor silenciosa em ser mãe de quem está na guerra.
É acordar todos os dias com o coração apertado, tentando ser forte mesmo quando o medo insiste em ficar.

Mas, junto com essa dor, vive um orgulho imenso.
Orgulho pela coragem, pela força e por tudo que ele se tornou.

Eu sinto falta, sinto medo…
mas acima de tudo, sinto um amor que nenhuma distância e nenhuma guerra conseguem diminuir.

A loucura da normalidade
é uma quântica
surpreendentemente sensata.

​"Quem sabe para onde vai, não se perde no caminho, mas quem não sabe... qualquer boteco é destino."

Algumas pessoas acham que me tornei intolerável!
Eu tenho certeza que me tornei intolerante!!
Não por mágoa e sim, memória!
A diferença é que hoje eu sei até onde eu posso ir! 🫰🏻

Dra. Erica Alvim Lyra

"Talvez, ao ler isso, você esteja se sentindo perdido. Talvez sinta que perdeu o ritmo ou o rumo em alguma área da sua vida. E eu quero que você saiba: está tudo bem. Na verdade, todo mundo se sente assim, mesmo que ninguém admita.
O segredo que levei tempo para entender é que, se você se sente perdido agora, é porque está buscando o caminho do lado de fora. Mas o mapa nunca esteve lá. Se você silenciar o mundo e olhar para dentro, neste exato momento, você vai encontrar o caminho de volta para casa."

Para o feminicídio, eu arrasto uma
cadeira elétrica e digo:
“Sente-se.”

A vida não é um rascunho que podemos passar a limpo mais tarde; o brilho está justamente em abraçar o caos, aprender com os erros e entender que cada tropeço é, na verdade, o ensaio para o seu próximo grande salto
Lembre-se: O tempo não espera pela sua perfeição, ele celebra a sua coragem de continuar tentando.

Passeio


Lá estava eu, entre os meus coleguinhas, pensando em como passá-los para trás. O que eu podia fazer com o que tinha era fingir que era muito inteligente. Isso não podia funcionar e não era muito inteligente. Mas continuei com a minha farsa, na qual só eu acreditava. A única maneira daquilo dar certo era estudar muito, dedicar a vida ao estudo, mas eu não era idiota o suficiente para fazer isso. Eu não estudava, apenas ouvia o que os mestres falavam. Depois me tornei um cético e um descrente. A ciência tinha argumentos fortes, mas dava para sentir a farsa pela constante e onipresente afirmação dos seus princípios. Eu não ia cair nessa. A ciência e a religião procuravam ovelhas crédulas para vender o seu produto. Em ambos os casos se serviam da ignorância para criar a sua mágica. Um rebanho indefeso para lideranças sedentas de poder. Isso me afastou de todo mundo. O isolamento ajudou a desenvolver a minha criatividade, pois eu acabei tendo só a mim para conversar. Nos momentos de desespero, eu me lamentava por ser um nada, e estava certo! Como nada, eu fui me esvaziando ainda mais e ao mesmo tempo me completando. E fui ficando tão diferente que deixei de ser humano. Na minha ignorância, eu achava que estava doente, quando eu não podia ter mais saúde. Assim, fui tentando me adaptar a um mundo de loucos. Mas não tinha vocação para pirado e fracassei redondamente. Os loucos veem o mundo, mas não enxergam a sua visão, portanto são cegos. Não podem ver que eles são o mundo e o mundo que enxergam são eles. Conversei muito com os médicos, mas também eram doentes, como padres querendo me reformar para que eu coubesse nos seus preconceitos. E ainda demorei para compreender que o médico sou eu. Os meus amiguinhos cresceram e se tornaram peças da engrenagem. Parece que lá atrás eu já tinha a intuição de que ser inteligente não dá certo.

Quem sou eu 

Eu tenho me perguntado quem sou eu, e a resposta veio quando eu superei, ausência, tristeza, saudade e a maldade do tempo. Sei que sou pouco para uns, mas sei que sou muito para outros, mas a cima de tudo! sou o suficiente para mim mesmo.

Sem história


Nada acontecia.
A noite não chegava, o dia não ia.
O sonho não sonhava, a guia não guiava.
O preto era um branco, o frio não esquentava.
A vida não vibrava, morrer era viver no tranco.
E eu aqui, sentado na eternidade,
sem as mãos, sem os pés.
Vivendo da saudade
das guirlandas e dos jacarés.

“O valor do vínculo não se mede pelo prazer compartilhado, mas pela capacidade de co-regulação no sofrimento. Escolha quem não se ausenta quando você precisa.” — Leonardo Azevedo.

A perseverança e resultado satisfatório


Quando o objetivo é grande e superado por si próprio

TANQUE DE BETESDA


Há tanto tempo espero minha bênção, quem se importará?
Todo mundo tem um motivo pra correr, resolver a própria vida, caminhar e viver… quem se importará?


Mas um dia alguém me olhou, e seu olhar em mim fitou, e enxergou em mim além daquilo que aparentemente sou.
Estendeu-me a sua mão, e me pôs de pé, e restaurou a minha vida: o homem de Nazaré.


Mas um dia alguém me olhou, e seu olhar em mim fitou, e enxergou em mim além daquilo que aparentemente sou.
Estendeu-me a sua mão, e me pôs de pé, e restaurou a minha vida: o homem de Nazaré.


CÍCERO MARCOS

Os dias tristes e coisas tristes que passei não moram em meu coração, apenas passaram e deixaram arranhões.  Mas o legado de saber que deixaram, só eu sei onde está e só eu sei o que faço com eles.

Talvez a quantidade de coisas boas em nossa vida dependa da nossa capacidade de notá-las.

O que você plantar, você vai colher


E pra ser vitorioso só depende de você

Toda vela só precisa do fogo para acender.

FULGOR DA DOR QUE ANIQUILA.
Não havia pensamento.
Não havia linguagem.
Apenas a dor.
Bruta.
Imediata.
Sem forma e sem medida.
O ar pesava.
O peito ardia como se algo estivesse sendo rasgado por dentro, sem cessar.
Os olhos não viam.
E, ainda assim, tudo estava diante deles.
O corpo permanecia ali.
Mas o que sustentava o gesto de existir havia sido arrancado.
O chão não sustentava.
O tempo não seguia.
Tudo se comprimia em um único instante interminável.
A imagem dela.
Imóvel.
Silenciosa.
E o sorriso.
Ausente.
A ausência gritava mais do que qualquer som.
As mãos tremiam sem controle.
Os joelhos cederam.
Não havia decisão.
Apenas queda.
O papel.
As palavras.
Cada linha atravessava como ferro em brasa.
Sem interpretação.
Sem defesa.
Apenas impacto.
O coração batia desordenado.
Forte demais.
Rápido demais.
Como se quisesse romper o próprio corpo.
O ar faltava.
Ou talvez não fosse mais necessário.
Um ruído interno.
Constante.
Insuportável.
Como um eco que não se cala.
Nada fazia sentido.
E, ao mesmo tempo, tudo doía com uma precisão cruel.
O rosto dela.
A quietude.
O fim.
A mente tentava alcançar.
Mas algo recusava.
Não era possível aceitar.
Não era possível negar.
Apenas sentir.
Sentir até o limite.
E além dele.
A dor não diminuía.
Não se transformava.
Ela expandia.
Tomava espaço.
Invadia cada parte.
Sem nome.
Sem pausa.
A memória surgia sem ordem.
Fragmentos.
Sorrisos.
Olhares.
E cada fragmento feria novamente.
Não havia abrigo.
Nem dentro.
Nem fora.
O silêncio esmagava.
O espaço sufocava.
E ali, entre o que ainda respirava e o que já não era, restava apenas isso.
Dor.
Inteira.
Total.
Sem consolo.
Sem explicação.
Apenas a presença brutal de algo que não podia ser evitado.
E que não cessava.

É preciso lutar, ir até o fim, sem olhar para trás e jamais desistir 


Mandando pro inferno toda solidão, o medo, a angústia a dúvida e a depressão

O Vaso

Sou cercada de aplausos sempre que por ruas alheias passo,

Sou eco quente nas mãos de quem não me conhece, sou sorriso devolvido,
Por todo lado tem olhos que me vestem de encanto como se eu fosse primavera permanente.

Elogiam minha beleza como quem acende fósforos, rápidos, breves, ardem e esquecem-se do frio depois.
Dizem amar-me sem nunca terem atravessado o meu inferno.

Mas em casa, onde o silêncio devia ser abrigo,
Me torno num mero objeto pousado no centro da mesa, um vaso que não escolheu ser decoração.

Todo ele rachado em quedas repetidas, nas mãos de um artista em negação, e o mesmo insiste em colar-me como se remendar fosse amar.

Duzentas vezes quebrada, duzentas vezes inteira por obrigação.
Não por cuidado, não por ternura,
mas porque lhe convém manter-me junto dele.

Ele não me ama,
não pergunta se o mundo me pesa, não escuta o som fino das minhas fissuras.
Importa-lhe apenas que eu ainda sirva, que eu ainda ceda, que eu ainda esteja viva.

E eu,
Exaltada por estranhos, rainha de palmas vazias,
regresso sempre ao palco onde não existo.
Sou multidão fora, e ausência dentro.
Sou escolha para quem não me escolhe, certeza para quem me trata como hipótese.

E no fim de cada aplauso,
quando o som morre e o eco se dispersa, fico eu, inteira só na aparência, a aprender devagar que nenhum vaso nasceu para viver colado.

Escritora: Paula Maureth Adriano Soares

Mestre, a dor em meu espírito está me machucando profundamente. O que devo fazer? - Pare de se machucar com seus próprios pensamentos.🕊

1 Tessalonicenses 5:18 
"Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus."


Afinal, sabemos apenas do que nos aconteceu... não daquilo de que fomos livrados.

Quem uma vez saboreou uma gota de Deus, não encontra descanso enquanto não se  abisme no oceano dessa grande realidade.
Huberto Rohden

Nossa existência é a evolução mais preciosa da natureza.viemos do pó, mas fomos dotados da capacidade de moldar o próprio destino, transformando o que era apenas areia em uma vida de propósito e significado.

Meu coração


Meu peito já foi casa cheia de ecos,
vozes antigas que o tempo não levou, mas desde que você tocou meu silêncio, até o vazio aprendeu
o que é amor.


Você chegou como quem não promete, mas fica…
sem pedir explicação,
e nesse espaço onde antes era ausência, plantou presença
dentro do meu coração.


Te amar não foi cura imediata,
foi processo lento, quase imperceptível, como luz entrando
por frestas pequenas,
até tornar o escuro algo impossível.


Se um dia eu fui feito de nada por dentro, hoje transbordo o que você construiu, porque onde antes só havia vazio, agora existe um “nós”… que nunca existiu.