Pensamentos Mais Recentes

Enquanto a qualidade da imagem impressiona, é a radioproteção que garante a segurança de todos e a sustentabilidade do serviço radiológico.

A melhor dose é aquela que entrega diagnóstico com segurança e responsabilidade.

Radioproteção é a ciência invisível que salva vidas todos os dias sem que ninguém perceba.

Hoje entenderia como o mundo está, o mundo que nunca voltará para o começo.
 Para mesmo onde termina e onde começa, cada dia parece horas ou minutos de vida.
 Além do mais quem preza para as nossas emoções? Que está usufruindo para anomalias parecendo "um monstro de sete cabeças" para alguns que nem tem cabeça mais depois que enlouqueceram.
 Mesmo assim entendo que está desconfortável descontar tudo o que você sente numa tela de celular porque você está triste, ou deprimido. 
Existem pessoas que falam para nos animar por que o mundo acorda do jeito que estamos, feliz radiante, ou triste e chuvoso.

MOMENTOS


Momentos que passam,
Momentos que ficam.


Momentos que marcam,
Momentos que edificam.


Momentos que ferem,
Momentos que curam.


Momentos de alegria,
Momentos de dor.


Momentos de incerteza,
Momentos de dissabor.


Momentos de cumplicidade,
Momentos de solidão.


Momentos de vida e de esperança,
Momentos de tristeza e insegurança.


Para todos os momentos, há um Deus sempre presente;
Nele, nossa alma descansa.


Cícero Marcos

' MÃE '


Mãe é sorrir , cuidar e amar,
É também em silêncio 
De saudades chorar.
Mãe um amor tão profundo, 
Que Deus nos deu de presente 
Como anjo neste mundo .


Mãe é colo, Abraço, amor que abriga
Que castiga mas também é amiga 
Desde o ventre, o coração 
Esse amor interliga 


Mãe, pequenina palavra 
amor incondicional que não se descreve 
Um amor infinito que nunca prescreve 


Maria Francisca Leite 
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei 9.610/98
Registro:N° 122958067065

' ESTRELA PRATEADA '


Quando o brilho dos olhos teus
Encontrou o brilho dos olhos meus,
Como uma estrela na noite a brilhar,
como faísca que arde meu coração ,
Farol que iluminou-me na escuridão ,


É Fogo ardente protetor do querer ,
É paixão que me domina sem ver.
Quando nossos olhos se encontraram ,
Foi um poema inspirando paz,
Como a estrela, no céu que brilha ,
E nada, nada ,nada se desfaz .


Você é uma estrela prateada ,
É amor que a vida embriaga ,
Que me mata de saudade
E meu coração invade ,
Com vontade de te ver ,
Por isso Eu busco...
Busco teus olhos brilhantes,
Que Brilham mais que diamantes
Para luzir nos meus !


Eu espero....
Quando a lua se for
Até quando o sol nascer,
Quando nossos olhos
Novamente se encontrarem
Numa paixão ardente
Num amor suavemente
No brilho de teus olhos
No calor de teus lábios quentes
Te amarei eternamente .


Maria Francisca Leite ✍️
Direitos Autorais Reservado Sob a Lei 9.610/98
Registro N: 123958067065'

"Não é sobre onde você chegou, é sobre quem você se tornou no caminho."

Há dias em que irá doer muito, mas também haverá dias em que irá doer muito mais.

“Perdi minha mãe enquanto estava morando em outro estado, com a família que formei. De lá enviava ajuda, porque a vida era difícil.


Passei anos tentando sobreviver, acreditando que, de alguma forma, ainda haveria tempo para reorganizar tudo. Mas a vida foi levando pedaços de mim no caminho.Aconteceu a separação conjugal. Dois anos depois veio a dor que nenhuma mãe imagina suportar: meu filho, já adulto, morreu por suicídio.


Desde então, vivo me perguntando se perdi as pessoas que mais amei por falta de amor… ou justamente porque, em algum momento, precisei partir para tentar sobreviver. Essa pergunta me atravessa todos os dias. Porque uma parte de mim sabe que nunca deixei de amar. Mas outra parte ainda me acusa por não ter conseguido permanecer, proteger ou salvar.


Hoje entendo que a vida nem sempre nos coloca diante de escolhas entre o certo e o errado. Às vezes, escolhemos apenas o que parecia possível naquele momento. E carregar essa consciência talvez seja uma das dores mais difíceis de suportar.

Psiu!
Proteja sua mente.

Se tudo der certo farei grandes proezas, mas se não der certo terei certeza que preciso estudar praticar para ver onde está o erro que me barrou de não conseguir aquilo que almejei por anos de estudos. Nada está perdido mas exige um melhor preparo..

Tá difícil, né? Mas tenha calma. Se você estudou, então não será difícil chegar lá, mas se você não se preparou e quer porque quer aquilo sem preparação, então com certeza irá sofrer para conseguir, vai falhar. Não porque é fraco, mas por falta de preparo tanto físico quanto clínico e mental...

Não há nada mais belo do que o amor do Cordeiro.
E não há nada mais terrível do que a ira do Cordeiro.
Jesus ainda está assentado em um trono de misericórdia, oferecendo graça antes do juízo.

⁠CULTURA DE PAZ

Numa cultura de paz, os conflitos resolvem-se como no desporto: vence-se, mas não se aniquila o adversário.

Sem o mal não existiria o bem, sem o bem não existiria Deus, sem Deus não existiria demônios, sem demônios não existiria forças de vontade de não ir para o desconhecido inferno..

Voltar para casa e perceber que tudo mudou porque minha mãe não está mais aqui é como entrar em um lugar conhecido e, ao mesmo tempo, completamente estranho. As paredes continuam as mesmas, os objetos ainda estão no lugar, mas falta a presença que dava vida a tudo. Existe um silêncio diferente, um vazio que não é só ausência — é a certeza de que nunca mais será como antes.


Sinto um duplo vazio: o da saudade dela e o da perda daquilo que eu também era quando ela estava aqui. É como se uma parte da casa tivesse partido junto com ela, e outra parte de mim também. Tudo parece mais frio, mais distante, como se o mundo tivesse perdido um pouco do sentido e da cor.


É estranho perceber que o lugar continua existindo, mas o sentimento de lar mudou para sempre.

“Aquele sorriso brilhou tanto que fiquei cego a ponto de apenas ver o brilho e não ver os olhos escuros.”

A vida é um palco
É tudo uma furia
As cortinas levantada
Eu estou saindo
Eu tenho me sentido triste
E você?Agora este pássaro já voou
Como eu sempre sabia que ele faria
Talvez algum dia, em breve
Você estará voando tambem
Me veja vagar,Me veja subir
Se eu ir embora daqui agora
Eu posso me divertir
Me veja cair,Me veja levantar
Dando uma ultima olhada
Entao eu aceno um adeus
Vc tenta vc tenta segurar
Mas é tarde demais
Tarde demais

Venho de uma época diferente.  
Demasiadamente distante daquilo que o mundo se tornou.

Onde as coisas eram um tanto menos fragmentadas.

Não no sentido literal.

Mas há algo em minha essência  
que nunca pertenceu completamente a este tempo.

E talvez seja por isso  
que eu tenha buscado refúgio  
nas ruínas silenciosas do passado.

Onde ainda havia silêncio na contemplação.  
Nas marcas deixadas pelo tempo sobre as páginas.  
E em diálogos que existiam apenas para serem sentidos.

Às vezes sinto  
como se estivéssemos nos afastando  
daquilo que nos torna humanos.

Não pela tecnologia.  
Nem pela globalização.

Mas pela incapacidade  
de manter vínculos reais.

E enquanto o mundo corre desesperadamente  
em direção ao excesso e à distração,  
minha alma ainda anseia  
por profundidade.

De forma silenciosa.  
Quase hermética.

Talvez seja por isso  
que eu admire tanto aquilo que resiste ao tempo.

As palavras escritas à mão.  
Os sentimentos que permanecem em silêncio.  
E as raras pessoas  
que ainda sabem sentir  
em um mundo anestesiado por estímulos.

Porque no fim,  
como escreveu Shakespeare,  
“somos feitos da mesma matéria dos sonhos”.

E talvez o maior erro deste tempo  
tenha sido transformar sonhos em consumo,  
e almas em vitrines.

Eu já tentei ser o tipo de pessoa que o mundo queria… cansativo demais.
Hoje eu prefiro ser exatamente quem sou: intenso, livre e impossível de decifrar por completo.
Não faço questão de plateia, nem corro atrás de validação.
Quem me conhece de verdade, fica. Quem não suporta minha liberdade, se incomoda em silêncio.
Aprendi que maturidade é saber sair de lugares rasos sem precisar fazer escândalo.
E sinceramente?
Tem gente que perde a chance de viver algo incrível por orgulho, ego e infantilidade.
Enquanto isso, eu sigo leve… porque quem carrega verdade não precisa carregar personagens

“Certo dia entendi que estava no lugar errado, pois não enxergava apenas copos e sorrisos falsos, mas também o vazio do qual fazia parte.”

Quem é Sâmia Bemvindo?


Quando me perguntam quem sou eu, costumo responder contando quem fui e tudo o que vivi para me tornar a mulher que sou hoje.


Entre a correria do dia a dia, as saudades que carrego no peito, os sonhos deixados de lado e as renúncias feitas em silêncio, aprendi a sobreviver mesmo com a dor morando dentro do meu coração. Já conheci a solidão, o desprezo, os julgamentos, a inveja, o luto, o medo e a insegurança.


Minha vida começou a mudar no momento em que decidi viver o meu próprio tempo e enxergar a vida com outros olhos. Na escrita, sempre encontrei abrigo. Sempre gostei de escrever sobre tudo o que vivi, porque nunca fui de ter muitos amigos, nem de compartilhar minhas dores com o mundo. Então, por muito tempo, tudo o que enfrentei em silêncio foi Deus quem segurou comigo.


Até que um dia, uma pessoa muito querida segurou minha mão e disse:
“Em nossas vidas enfrentamos batalhas e desafios, mas saiba de uma coisa: minha família é sua família.”


Naquele instante, algo dentro de mim mudou. Chorei como há muito tempo não chorava. E naquele abraço invisível, comecei a enxergar a vida diferente. Passei a agradecer mais, a viver o que antes eu apenas suportava.


Para reencontrar quem eu era, precisei abrir mão de sonhos, vontades e partes de mim que ficaram pelo caminho. Mas foi exatamente nas perdas que descobri minha força.


Hoje, carrego cicatrizes que ninguém vê, mas também uma fé que ninguém destrói. Aprendi que a dor não define quem eu sou, ela apenas me ensinou a florescer mesmo nos dias mais difíceis.


Hoje eu sei quem eu sou.
Sou feita de recomeços.
Sou poesia escrita pelas mãos da vida.
E mesmo depois de tantas tempestades, continuo escolhendo florescer.

Há um vazio em meu coração...
uma lacuna, uma angústia escondida.

“Estudei e aprendi aquilo que separa a felicidade da tristeza, pois enxerguei além do que devia: a tal da ignorância...”