Pensamentos Mais Recentes
Quem precisa manipular sentimentos para receber presença ainda não descobriu o valor da reciprocidade.
"O putrefado e corroído
tecido social já retalhado
pela esquerdologia patológica
de distorções, perversões,
inversões que degradam a
olhos vistos a estrutura
da sociedade urge cercear."
A visita
Já faz alguns dias que a tristeza veio me visitar.
Se assolou em minha alma feito morador.
Eu pensei que não ia voltar a sorrir.
E é que ainda dói, o que me entristeceu, ainda me entristece.
A tristeza só deu uma trégua, acho que foi dormir.
Tem dois dias que eu consigo sorrir.
Nildinha Freitas
Não tente se tornar indispensável na vida de alguém. Torne-se alguém que não precisa implorar para ser valorizado.
Tão periclitante
quanto não pensar,
é autorizar o outro
a
fazê-lo por nós.
Há uma forma particularmente perigosa de alienação que não se manifesta pela ausência de ideias, mas pela renúncia silenciosa à capacidade de construí-las.
É quando deixamos de interrogar o mundo, de confrontar nossas próprias certezas e de elaborar juízos para simplesmente acolher, reproduzir e defender aquilo que alguém pensou em nosso lugar.
Não porque nos convenceu, necessariamente, mas porque nos poupou do Desconforto de Pensar.
Vivemos tempos em que a opinião parece ter adquirido mais importância do que a reflexão, a convicção se sobrepõe à compreensão e a adesão a determinados discursos passou a funcionar como uma espécie de Identidade Social.
Pensar, nesse cenário medonho, tornou-se quase um gesto de insubordinação.
Afinal, quem pensa por conta própria corre o risco de discordar até dos seus pensamentos, contrariar expectativas, perder pertencimentos e, sobretudo, descobrir que algumas das verdades que sustentavam suas certezas talvez não passem de convenções convenientemente assimiladas.
A terceirização do pensamento, entretanto, não acontece apenas por ingenuidade ou falta de repertório.
Muitas vezes, é uma escolha afetiva, social e até moral.
Há quem prefira a segurança de uma opinião emprestada à responsabilidade de uma conclusão própria.
Há quem confunda fidelidade com obediência intelectual, pertencimento com alinhamento e convicção com a repetição disciplinada de palavras alheias.
E há, ainda, quem transforme líderes, influenciadores, ideologias, instituições e até grupos de afinidade em tutores permanentes da própria consciência.
O problema não está em aprender com o outro, tampouco em reconhecer a legitimidade de quem sabe mais.
O conhecimento é, por natureza, uma construção coletiva, atravessada por experiências, diálogos e heranças culturais.
O perigo começa quando a escuta deixa de ser instrumento de ampliação da consciência e se converte em mecanismo de submissão; quando a referência substitui a autonomia; quando a autoridade dispensa o questionamento e a conveniência passa a valer mais do que a lucidez.
Talvez uma das maiores tragédias da contemporaneidade seja justamente essa: dispormos de tantos meios para acessar informações e tão pouca disposição para transformá-las em conhecimento; termos infinitas possibilidades de expressão e, paradoxalmente, cada vez mais dificuldade de sustentar um pensamento que não tenha sido previamente autorizado por alguma tribo ideológica.
Porque pensar exige coragem.
Exige suportar dúvidas, rever posições, reconhecer contradições e admitir que nem sempre estaremos do lado certo de nossas próprias convicções.
Pensar é aceitar a possibilidade de mudar sem sentir que estamos traindo a nós mesmos.
É compreender que a inteligência não se mede pela velocidade com que respondemos, mas pela disposição de questionar aquilo que parecia inquestionável.
No fundo, não há liberdade verdadeiramente plena onde a consciência depende de procuração.
Quem entrega ao outro a tarefa de pensar também lhe concede, pouco a pouco, o poder de estabelecer o que deve sentir, temer, rejeitar e defender.
E, quando percebe, já não distingue suas próprias convicções das ideias que lhe foram cuidadosamente instaladas.
Afinal, a ignorância pode nos privar de respostas, mas a renúncia ao pensamento pode nos privar até das perguntas.
E talvez seja justamente aí que a Submissão Intelectual alcance sua forma mais sofisticada: quando alguém já não precisa nos convencer de nada, porque conseguimos transformar em nossas até as ideias que nunca tivemos a oportunidade de pensar.
Pensar por si mesmo não significa pensar sozinho, tampouco pensar contra todos.
Significa apenas não entregar a ninguém a última palavra sobre aquilo que nossa própria consciência ainda precisa examinar.
Afinal, uma mente verdadeiramente livre não é aquela que dispensa influências, mas aquela que não se ajoelha diante delas.
"No Brasil se instituiu a caquistocracia
desgovernamental de uma corrupta
ditadura radical Extrema Esquerda
sustentada pelo crime organizado e
massa de manobra de fantoches
vociferantes intelectualmente
inePTos subservientes manipuláveis a
convicções incoerentes e deformadas."
Perceverar.
Persertir e continuar.
Tudo bem...!
Sim felicidade e viver.
Pois ignora que somos servos do tempo
É apenas equivalência da da cegueira.
Pois ate formigas descansam e admira por do sol.
Ate tempo tem seu próprio tempo.
PENSAMENTO DE UM MERCADOR PERSA.
AS MINHAS BARBAS BRANCAS E MINHAS VESTES É O QUE EU LEVO PELOS CAMINHOS DOS MISTÉRIOS.
DO MEU COMÉRCIO.
Entre Cinzas e Eternidade
Encontrei teu amor entre páginas esquecidas, Onde o tempo deixou suas marcas e feridas. Mesmo que o mundo tente tudo apagar, Há sentimentos que nem as cinzas podem queimar.
És como uma primavera em meio ao outono, A flor que floresce mesmo no abandono. E se minhas páginas um dia se desfizerem, Que sejam teus olhos o lugar onde permanecerem.
Pois, se a vida é um livro de folhas passageiras, Quero escrever contigo minhas últimas linhas inteiras. E mesmo que o tempo transforme tudo em saudade, Meu amor por ti será minha eternidade.
Entre o Amor e a Minha Percepção
Quero destacar minha proposta é, Fazer de você minha eterna inspiração, Permita-me apresentar minha percepção, Você é a mais bela escolha do meu coração.
O ponto central é que eu quero você, Não apenas nos sonhos, mas na realidade, Serei objetivo: um ponto importante, É que amar você é minha maior verdade.
Se o destino permitir nossos caminhos cruzarem, Prometo fazer do carinho a nossa linguagem, Pois não existem palavras capazes de explicar, O quanto meu coração deseja te amar.
"Se cobrar pelo ocorrido outrora
e que o próprio passado esqueceu
é se algemar numa pedra jogada
ao mar por ressentimento sem
o devido e necessário auto-perdão
para recomeçarmos com nobre e
elevada ressignificação do sentimento."
E na primeira carta que ele abriu, de 4 anos atrás, ele reparou na data e lembrou que era uma data próxima de quando eu fui embora e ele constatou... É a data que ela perdeu o bebê... E ele leu a carta que era assim:
"Se eu pudesse voltar no tempo. Eu continuaria só sabendo o seu nome, porque hoje... Hoje eu sei qual é o seu cheiro, hoje sei o tom da sua risada, hoje eu sei como é uma noite de amor com você, hoje eu sei o gosto do seu beijo, hoje eu sei como é a sua expressão contando uma história todo empolgado, hoje eu sei o que te arranca o sorriso, hoje eu sei o seu gosto musical, hoje eu sei como é confortante... O seu abraço. Hoje eu sei como é sentir minha respiração mudar, toda vez que você está perto. Infelizmente hoje eu sei o que é guardar esse sentimento todo só pra mim. Eu sei que iria sentir a sua falta a cada dia, hoje eu sei o que é deixar você ir... Mesmo não querendo. Mas seu eu pudesse voltar no tempo, continuaria só sabendo o seu nome. Pra pelo menos não sentir o peito apertar toda vez que eu escuto ele e assim guardar apenas doces memórias de quase 10 anos atrás."
"Ninguém sabe as dores
pelas quais passei,o mal
que já me fizeram e sobrevivi,
e nem por isso culpo o mundo,
mas me fortaleço ressignificando
com foco seguindo em frente
ao destino prometido que
creio pra mim."
"Meu amor, quero começar me comprometendo na sua frente, dos nossos familiares e amigos para dizer que além de te prometer a escolher diariamente te respeitar, te amar, ficar com você na saúde e na pobreza, posso te promete que diariamente também escolherei:
Que Lucas, quando a nossa vida amargar, perder o sabor e se as nossas fotos perderem a cor, eu ainda te aquecerei quando não restar nem calor.
Quando o mundo te machucar, eu ainda vou querer curar a sua dor e não esquecerei o ritmo da nossa música.
Quando você esquecer de viver, te prometo olhar para você lembrar quem você é pra mim.
Prometo Lucas, que a minha vida ainda fará sentido, quando a nossa for tudo o que restar.
E quando cansaço chegar, meu abraço ainda vai ser o seu abrigo, ainda sorrirei quando você for o meu único motivo, eu ainda vou te entender, quando eu mesma não fizer sentido.
E ficarei com você até nos dias mais cinzas.
Lucas, a sua voz e a sua respiração são os meus sons preferidos.
Nós éramos apenas duas crianças quando nos apaixonamos, sem saber da dimensão e dos frutos que dariam.
Ao te reconhecer após 10 anos, reencontrei um amor para carregar mais do que apenas meus segredos, eu reencontrei um homem para compartilhar os meus sonhos e nosso lar. E também para carregar nosso amor e os nossos filhos.
E depois de lutarmos contra todas as possibilidades, estamos aqui.
E para finalizar, eu queria muito te pedir uma coisa e segurei a mão dele... Me deixa ser o seu último amor?
Eu quero ser o ponto final depois de tantas vírgulas.
Me deixa ser o cansaço bom de quem não precisa procurar mais, o alívio depois de tantas tentativas, a certeza depois de tanta dúvida.
Eu não prometo perfeição e ri, eu nunca soube ser perfeita, rs. Mas eu prometo verdade, mesmo quando ela dor. Eu prometo presença mesmo quando o mundo puxar pra longe, prometo cuidado até nos detalhes que parecem pequenos demais.
Me deixa ser quem fica quando todos vão?
Que entende o silêncio dos seus dias difíceis e comemora contigo os dias em que a vida acerta, quem não se assusta com as suas feridas porque aprendeu a reconhecer a beleza até nas cicatrizes.
Eu quero ser a última, aquela que chega e fica, que não cansa, que não parte e que não desiste.
Me deixa ser de uma vez por todas o amor que fecha a porta, apaga a luz do passado e abre as janelas do futuro só pra gente morar dentro dele.
Você deixa?"
E todos chorando copiosamente, todos que sabiam da nossa história entenderam cada linha do nossos votos. Mas sustentei, mas minhas lágrimas escorriam."
PENSAMENTO LIVRE
NÃO VOU MAIS
JOGAR A MINHA VIDA FORA.
VOU RECOLHÊ-LA PARA VER SE
A RECICLO COMO FAZEM COM O LIXO.
Quando criança, almejei um brinquedo.
Brinquedo esse que brilhava, pulava e me encantava.
Encantava-me a ponto de recitar mil e um motivos para me convencer de que aquele era o brinquedo.
Mas como seria?
Ele me consome, ele me vivencia.
Aquele brinquedo me faz sonhar e me faz sentir vivo.
Tenho medo de envelhecer, de me olhar no espelho e ver os cabelos brancos tomando conta do que um dia já foi marrom, e pensar:
Onde posso encontrar aquele maldito brinquedo, que agora enfim não tenho medo de brincar.
E, no final, morrer. Morrer não com uma vida em vão, mas com uma vida de incertezas, sem nunca saber como teria sido viver com o maldito brinquedo.
"Respeitando a dor alheia
sem julgar, independente
da origem e dimensão,
mitigamos nossa dor
respeitada tambem."
A passos largos para a Demonização da Dúvida, caminham os que confundem Confusos com Multifacetados.
Há uma diferença muito profunda entre aquele que não sabe o que pensa e aquele que pensa tanto que se recusa a caber numa única maneira de compreender o mundo.
O primeiro pode estar perdido entre ideias que não consegue organizar; o segundo talvez apenas tenha descoberto que a realidade é complexa demais para ser reduzida às certezas de uma única perspectiva.
Vivemos tempos em que a Dúvida passou a ser tratada como fraqueza, a contradição como incoerência e a revisão de pensamento como sinal de ausência de convicção.
Parece que, para conquistar alguma credibilidade, tornou-se necessário apresentar respostas definitivas, opiniões inabaláveis e posicionamentos cuidadosamente alinhados.
Como se pensar fosse escolher um lado e nele permanecer, mesmo quando os fatos, a experiência e a própria consciência apontam para outras direções.
Mas há uma espécie de pobreza intelectual — para não dizer miséria — escondida na necessidade permanente de ter razão.
É quando a convicção deixa de ser resultado da reflexão e se transforma em mecanismo de defesa do ego.
O indivíduo já não procura compreender; procura confirmar.
Já não escuta para aprender; escuta para encontrar brechas por onde possa atacar.
E, nesse exercício de certezas, vai perdendo justamente aquilo que deveria distinguir o pensamento humano: a capacidade de reconsiderar.
Ser multifacetado não é ser confuso.
É reconhecer que uma mesma questão pode comportar diferentes leituras, que sentimentos aparentemente contraditórios podem coexistir e que mudar de perspectiva não significa mudar necessariamente de caráter.
É compreender que a inteligência não está apenas na capacidade de formular respostas, mas também na coragem de conviver com perguntas que ainda não encontraram repouso.
A dúvida, quando amadurecida, não paralisa o pensamento: aprofunda-o.
É ela que impede que a opinião se transforme em dogma, que a ideologia se disfarce de verdade absoluta e que a convicção se converta em intolerância.
Duvidar não é, necessariamente, desconhecer o caminho; às vezes, é simplesmente recusar-se a caminhar de olhos fechados.
Talvez o maior sintoma de empobrecimento intelectual de uma época não seja a quantidade de pessoas que não sabem, mas a quantidade de pessoas que desaprenderam a admitir que não sabem.
Afinal, quem se considera dono de todas as respostas dificilmente encontrará motivos para continuar pensando.
E, no fim das contas, entre a confusão de quem não consegue organizar as próprias ideias e a complexidade de quem se permite enxergar o mundo por diferentes ângulos, existe uma distância imensa.
Pensar não é estar permanentemente certo.
É ter liberdade suficiente para não precisar estar certo o tempo inteiro.
"Encontrar a Deus não
é ir em busca de um rótulo,
etiqueta, mas ao bem que se
faz mutuamente com respeito
a dignidade de todo ser humano."
