Pensamentos Mais Recentes

O sucesso verdadeiro caminha de mãos dadas com a responsabilidade social e o respeito aos direitos de cada cidadão.

Defender a justiça na pátria amada é lutar para que todo brasileiro tenha espaço para vencer com dignidade.

A ética e a moral são escudos do cidadão íntegro, garantindo que o direito de crescer venha do esforço justo.

Quem age com retidão e respeito às leis fortalece a cidadania e planta o respeito que colherá em forma de vitória.

A verdadeira vitória é aquela conquistada com honestidade, apoiada na lei e na moral que elevam o cidadão brasileiro.

Quem defende a dignidade humana e o respeito ao próximo já nasceu vencedor, pois constrói o sucesso com as próprias mãos e a consciência limpa.

Unir a justiça divina à justiça dos homens é o caminho para garantir que o direito de vencer pertença a todos, sem privilégios ou preconceitos.

A moral e a responsabilidade social são os alicerces de uma pátria forte, onde quem faz o bem merece prosperar.

Ser cidadão de bem é caminhar com ética, honrando o suor do próprio trabalho e defendendo o direito de cada um vencer com justiça.

Vencer na vida com honestidade é provar que o suor do próprio esforço, unido à graça de Deus e ao incentivo de quem quer o nosso bem, vale mais do que qualquer atalho.

Apoie-se na fé e naqueles que estendem a mão para somar; juntos, com respeito e sem olhar a cor, origem ou crença de ninguém, construímos um futuro de conquistas justas.

O verdadeiro crescimento vem da dignidade: fazer o seu melhor com as próprias mãos, mantendo a consciência limpa e o coração aberto para aprender com quem quer te ver prosperar.

Com a proteção divina e o apoio de pessoas de bom coração, nenhum preconceito tem força para parar quem decide vencer fazendo o bem.

O trabalho honesto e a perseverança diária são os únicos caminhos seguros para construir uma vitória sólida, sem precisar passar por cima de ninguém.

Só se vive, quando perdemos o medo de morrer.

Fechei as portas que me conectavam ao mundo. Deixei apenas uma pequena fresta. Não é porque ela seja pequena, mas porque se tornou quântica, aceita somente quem realmente merece estar e permanecer em mim.

A cada ano se joga um pouquinho de migalhas aos ratinhos de laboratório, 
O suficiente para que não morram de fome, e para garantir que permaneçam em eterna pobreza.

Ver o mar foi a grande novidade para ele, que nunca havia saído de Brasília.

Disseram para Helena Vigiar o Vovô Nino
Era 14 de setembro de 2014, um lindo sábado de muito sol e calor. A família estava reunida no sítio dos sogros de Nino, Swami e Aurialda, para comemorar antecipadamente o aniversário da vovó Lívia, seu Bem. O sítio era um verdadeiro refúgio ecológico, com aceroleiras carregadas, dois pequenos lagos e uma variedade de animais: gatos, cachorros, galinhas, patos, papagaios, maritacas, lebres e, de vez em quando, até alguns veadinhos. Era daqueles lugares em que a natureza parecia fazer questão de estar presente em todos os cantos.
Helena, sua primeira neta, tinha acabado de completar um ano. Ela adorava passear com o vovô Nino pelo sítio e, assim que chegava, já queria ir jogar pão velho para os peixes e os patos. O problema é que ela também gostava de comer o pão que deveria alimentar os bichinhos. Como o vovô Nino sempre foi meio estabanado, sua esposa e sua enteada viviam dando-lhe broncas. Chegaram, inclusive, a recomendar à pequena Helena: “É melhor você cuidar do seu vovô Nino!” Eles achavam aquilo engraçado, mas não imaginavam que, naquele mesmo dia, Helena teria motivos de sobra para levar o conselho a sério.
Perto da hora do almoço, o vovô Nino resolveu colher acerolas para Helena. Como ela ainda era pequenininha, ele a pegou no colo, puxou um galho carregado de frutas e começou a ajudá-la a colher. Estava encantado com aquela cena, vendo a netinha colher as acerolas, quando, ao abaixar um galho maior, deparou-se com uma cobra enorme, esticada tranquilamente sobre ele. Qualquer pessoa sensata teria soltado o galho na mesma hora e se afastado. O vovô Nino, porém, teve uma ideia que, olhando para trás, parecia bastante questionável: resolveu mostrar a cobra para Helena. Só não pensou em um pequeno detalhe: talvez a cobra não estivesse interessada em participar daquela experiência educativa com o vovô e a neta.
Quando chegaram em casa, Helena correu para contar à mãe, com a sinceridade e a inocência de uma criança de apenas um ano: “O vovô mostrou a COBA!” A mãe ficou apavorada e, conhecendo muito bem o avô que tinha, tratou logo de confirmar suas suspeitas: “Eu falei que é preciso vigiar o vovô Nino! Ele é um perigo para a Helena!” Diante de uma acusação tão bem fundamentada, o vovô Nino não teve nem como apresentar sua defesa.
Mas a aventura daquele sábado ainda guardava outra surpresa. Helena havia comido tantas acerolas durante o passeio que, ao entardecer, começou a vomitá-las. Resultado: mais uma rodada de broncas para o vovô Nino. Naquele dia, ficou difícil saber o que havia sido mais perigoso: a cobra encontrada no galho ou a quantidade de acerolas que a netinha resolveu comer. De qualquer maneira, ficou provado que um simples passeio para colher frutas poderia render uma história para a vida inteira.
Apesar das broncas — e talvez até por causa delas — o vovô Nino nunca deixou de fazer suas brincadeiras com Helena. Afinal, algumas das melhores lembranças da vida não nascem de momentos perfeitamente planejados, mas justamente dessas pequenas aventuras, das situações inesperadas e das trapalhadas que, com o passar dos anos, acabam se transformando nas histórias que mais gostamos de contar.
Esta é uma das muitas histórias que o vovô Nino gosta de contar para Elisa, irmã de Helena, suas duas deusinhas. E Helena, até hoje, adora ouvir a história daquele vovô que, em um belo sábado de setembro, saiu para colher acerolas e acabou apresentando uma cobra à própria neta. Talvez seja por isso que, quando alguém fala em “vigiar o vovô Nino” , ele prefira não perguntar muito sobre o assunto.
Peregrino Nino Carneiro

Apesar de as dimensões mudarem, o tempo é uma evolução em todos os sentidos, além de variar ao perceber.

Todos podem partir, mas tu continuarás a encontrar-te em todas as versões de ti. Por isso, não te abandones: sê a companhia que permanece quando todas as outras se forem.

O diabo não inventou o mal; ele apenas sugeriu que os homens usassem o nome de Deus para governar os outros.

Ser Nordestino 


Do sol de Apolo, minha força emana 
Sou mais que um homem, alma soberana 
O meu espírito de Hélade mortal 
Resiste a tudo, nunca se dobra ao mal 


Eu sou nordeste, a força que não finda 
A minha fé é a minha pátria linda 
Um povo guerreiro a todo ano, 
Cavaleiro celeste do divino, 
É forte, é valente, é nordestino! 


Somos poeira do cosmos, 
Faísca que se faz luz, 
Num sopro, Deus nos fez um, 
Imagem que nos conduz. 
Na fé, tudo é possível, 
No sol que é causticante, 
Nada para essa armada, 
Invencível e constante! 


Eu sou nordeste, a força que não finda 
A minha fé é a minha pátria linda 
Um povo guerreiro a todo ano, 
Cavaleiro celeste do divino, 
É forte, é valente, é nordestino!⁠

Meu corpo vibra com saúde e energia.

O mundo é uma bola que gira e gira.