Pensamentos Mais Recentes

Desta vez não estou conseguindo...
Desta vez tudo está nublado 
Misturo meu presente com meu passado 
Não vejo futuro estou preso nas lembranças e essa prisão é perpétua...
A vida me jogou em uma armadilha e temos que seja meu fim...

Cuida do teu tempo como aquele que emerge para a vida após o resgate da provável finitude. Segura esta oportunidade com todo o âmago do teu ser; afinal, é tudo o que tens.

Vós sois altivo, desfrutais de todas as plumas, mas esqueceis de voar.


​"Amei com a fúria de quem entrega as chaves e esquece de ficar com uma cópia.
No zelo de ser cais para o outro,
naufraguei em mim, deixando minha própria margem ao relento.
​Odeio o rastro que os fins deixam:
esse eco de portas batendo em casas que ajudei a construir,
mas onde nunca fui o dono.
​O medo, esse velho cúmplice, sorri no canto da sala,
lembrando-me de que, entre tantos 'adeus' que dei aos outros,
o mais doído foi o que sussurrei para o espelho."

⁠Hoje em dia, sempre que me sinto vazia, sozinha ou perdida, sei que é porque estou há dias sem ler.

Bruna Martiolli
É tempo de morangos. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2026.
Inserida por pensador

⁠A literatura é, antes de tudo, uma forma de questionamento e de ampliação do olhar sobre o mundo. Não é um campo de batalha entre fé e razão, mas um espaço de reflexão no qual diversas vozes e interpretações podem coexistir.

Bruna Martiolli
É tempo de morangos. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2026.
Inserida por pensador

⁠Permanecer no mesmo lugar, insistir nos mesmos erros, repetir ciclos intermináveis é o verdadeiro fracasso da vida adulta.

Bruna Martiolli
É tempo de morangos. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2026.
Inserida por pensador

⁠A leitura não elimina o vazio, mas o acomoda. Ela nos torna mais felizes porque nos faz reconhecer a felicidade.

Bruna Martiolli
É tempo de morangos. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2026.
Inserida por pensador

⁠Ler é um gesto de confiança e empatia. Nós nos entregamos a alguém por meio das palavras e, página a página, enxergamos o mundo pelos olhos do outro.

Bruna Martiolli
É tempo de morangos. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2026.
Inserida por pensador

Uma dor que corrói por dentro, que destrói silenciosamente, que dilacera a alma e mata aos poucos, arrancando toda alegria, toda esperança, toda vontade de continuar, é uma dor que não grita, mas sufoca; não sangra por fora, mas sangra por dentro, consumindo cada pedaço de quem a carrega, uma dor silenciosa que se esconde à vista de todos, camuflada em sorrisos forçados e respostas automáticas de que “está tudo bem”, um vazio onde tudo parece falso e mentiroso, onde o amor já não consegue atravessar as muralhas erguidas como defesa depois de tantas quedas, tantas trocas, tantas humilhações, tantos abandonos, é o peso de ter sido deixado de lado, de ter se sentido insuficiente, descartável, invisível, é um cansaço emocional que ninguém vê, mas que esmaga o peito todos os dias, esse é o peso que poucos compreendem, porque só entende de verdade quem já sentiu a própria alma se partir em silêncio.

⁠Acho que o luto compartilhado pode trazer dois resultados: ou vocês se unem e se agarram com todas as forças, ou se soltam e então se ergue um muro alto demais para ser atravessado.

Virginia Evans
The Correspondent (2025).
Inserida por pensador

⁠Eu sei que você já sabe disso, mas quero repetir que, quando alguém te trata mal, isso é um reflexo dessa pessoa e da infelicidade que existe dentro do coração dela. Não ajuda muito ouvir isso quando se é jovem, porém, mais tarde, ajudará.

Virginia Evans
The Correspondent (2025).
Inserida por pensador

⁠Eu não sabia que aquilo era felicidade na época, porque parecia correria, cansaço, estresse financeiro e insegurança.

Virginia Evans
The Correspondent (2025).
Inserida por pensador

⁠Eu sei que você me vê apenas como sua mãe, mas, por favor, lembre-se de que, por dentro, eu também sou só uma menina.

Virginia Evans
The Correspondent (2025).
Inserida por pensador

⁠Lembre-se: palavras, especialmente as escritas, são imortais.

Virginia Evans
The Correspondent (2025).
Inserida por pensador

Existe um problema nas igrejas há mais de 2.000 anos que nunca foi solucionado: diz uma coisa e faz outra completamente diferente.

Que tipo de felicidade pensais que atravessa um ser feito como eu? Antes que vos precipiteis em responder-me, sabei: os abismos que visitei, nenhum de vós suportaria. Das vezes em que lá estive, quem de vós desceu para salvar-me? Não me façais rir. Todos vós, não perturbeis a minha solidão.

A última chave é simples:
nenhum homem, sendo rico, passará a sua fórmula de riqueza para enriquecer outrem.
Tornar-vos ricos depende unicamente da vossa vontade.
Tudo já vos foi dado na medida certa.

⁠Você sempre precisa escolher, decidir qual caminho seguir. Existe o caminho certo e o errado. Em relação a mim, sempre escolhi andar na direção do bem.

Gisèle Pelicot
Derbyshire, Victoria; Gozzi, Laura. Gisèle Pelicot fala sobre ter encontrado amor após condenação do ex-marido e de 50 homens que a estupraram: 'A vida sempre reserva belas surpresas'. BBC News Brasil, 16 fev. 2026.
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⁠Acho que é preciso confiar. Isso também é uma mensagem de esperança: dizer a si mesma que, aos 73 anos, ainda é possível viver uma história de amor.

Gisèle Pelicot
Porter, Catherine. Gisèle Pelicot sobreviveu ao horror inimaginável. Agora mostra que a felicidade é sua maior vingança. Estadão, 26 fev. 2026.
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⁠Não acreditem que a tragédia une uma família. É uma explosão que varre tudo. E hoje, cada um está tentando se reconstruir como pode.

Gisèle Pelicot
Porter, Catherine. Gisèle Pelicot sobreviveu ao horror inimaginável. Agora mostra que a felicidade é sua maior vingança. Estadão, 26 fev. 2026.
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Inserida por pensador

⁠O livro é uma forma de dizer que hoje sou uma mulher livre novamente, que ama novamente, que confia novamente. E que estou de pé, sempre de pé.

Gisèle Pelicot
Gisèle Pelicot aborda em autobiografia os 10 anos em que foi estuprada pelo ex-marido. Zero Hora, 23 fev. 2026.
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⁠Todos os dias alguém me agradece por minha coragem, mas sinto que devo dizer que não se trata de coragem, e sim de vontade e determinação de fazer essa sociedade patriarcal e machista evoluir.

Gisèle Pelicot
Gisèle Pelicot aborda em autobiografia os 10 anos em que foi estuprada pelo ex-marido. Zero Hora, 23 fev. 2026.
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Freud, pai da psicanálise, reconheceu em Nietzsche aquele que mais se conheceu a si mesmo; penso que seja mera mania dos humanos acreditar que somos todos iguais.

⁠Estou sempre tentando modificar, tentando pensar “Como eu posso ser melhor?”, “Como eu posso abordar minha própria mente do mesmo jeito que abordo o meu ofício [no freeskiing] para que eu possa ser melhor amanhã do que eu fui hoje?”.

Eileen Gu (atleta)

Nota: Dito durante entrevista nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão, em fevereiro de 2026.

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