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Pensamentos Mais Recentes

Enquanto muitos falam e se entregam, eu observo em silêncio, entendo o jogo — e quando falo, não existe espaço para dúvida nem para ser ignorado.

Depois de toda ruptura, existe um momento menos visível, mas essencial.
A integração.
Não é mais sobre destruir, nem sobre romper.  
É sobre reorganizar o que ficou.
Nem tudo se perde.  
Mas nada volta a ser como antes.
Os fragmentos precisam encontrar um novo lugar.  
Uma nova coerência.
E isso exige mais do que intensidade.  
Exige maturidade para sustentar o que foi visto.
É quando luz e sombra deixam de competir.  
E começam a coexistir.
No fim, integrar não é voltar ao que era.  
É se tornar algo mais inteiro a partir do que foi atravessado.

Momento Ardente


Demétrio Sena - Magé 


Num desvão dos grisalhos longos anos,
face ao mundo com ótica inclemente,
houve um breve rompante adolescente
com temor de amargar perdas e danos...


Numa febre contida, o rosto quente,
o silêncio gritava em tons insanos;
a fogueira estalava sob os panos
e nos olhos ardia um brilho urgente...


Probidade açoitava o pensamento,
na razão camuflada em resistência,
mas querendo voar; montar no vento...


Um instante ao seu lado foi assim;
meu desejo enfrentando a consciência 
ou eu mesmo lutando contra mim...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

Inserida por demetriosena

“A integração é o momento de reconciliação. Foi-se o velho, foi destruído o que não servia, e agora é necessário reorganizar os fragmentos sobreviventes numa nova coerência. Integração exige maturidade, equilíbrio e paciência. É quando a luz e a sombra se unem, propósito e forma se harmonizam, e a alma materializa o que foi descoberto internamente.”

- do livro O tarô esquecido: despertando o verdadeiro propósito das cartas

Tem gente que é aquele taquinho de rapadura na fresca da varanda,
Mesmo não sendo mole,
é doce.

“Bloqueios não indicam falhas, mas sim oportunidades para crescimento.”

- do livro Cabala Viva

"QUEM TEM QUE CUIDAR DE VOCÊ É VOCÊ MESMO, SE VOCÊ TIVER UMA QUEDA QUEM VAI SOFRER É VOCÊ, POR ISSO, QUANDO ERRAR PUNA VOCÊ" Ademar de Borba

O PORTA-VOZ


Onde quer que eu vá, meus lábios não cessarão de falar deste amor e da salvação.
Eu sou mensageiro, porta-voz do Senhor; seja em terra estranha ou aqui, falarei deste amor.


Onde quer que eu vá, farei soar no infinito a mensagem de amor, deste amor bonito de Cristo, o Senhor, que no alto da cruz Ele demonstrou.
Onde quer que eu vá, seja em terra estranha, distante daqui, falarei deste amor que vivo a sentir; de Cristo sou porta-voz, não posso me omitir.


Eu não vou me calar, Cristo me ordenou: ide ao mundo e pregai a mensagem de amor.
Eu sou mensageiro, porta-voz do Senhor; seja em terra estranha ou aqui, falarei deste amor.


Onde quer que eu vá, farei soar no infinito a mensagem de amor, deste amor bonito de Cristo, o Senhor, que no alto da cruz Ele demonstrou.
Onde quer que eu vá, seja em terra estranha, distante daqui, falarei deste amor que vivo a sentir; de Cristo sou porta-voz, não posso me omitir.


Cícero Marcos

“Quem confia sem ver, descobre que a fé é a ponte entre a dúvida e o milagre, entre a incerteza e a promessa cumprida.”

- Trecho do livro Antes de tudo, Deus: porque Ele é suficiente

"A Vida é, na verdade, uma margem de erro do IBOPE." Cristiano, Major

Sua vida com Deus não é um conteúdo; é um relacionamento que floresce no secreto, não apenas no feed.

“O colapso é a prova de que a alma está pronta para algo mais elevado.”

- Trecho do livro O apocalipse interior: a revelação da alma na linguagem do fim

"A Vida é, na verdade, uma margem de erro do IBOPE."


Araújo, Cristiano Luiz da Silva

Inserida por yuri_cruz_jogo_mental

“O mundo não precisa de mulheres iguais, mas de mulheres inteiras. E só podemos ser inteiras quando nos libertamos da ideia de que precisamos vencer umas às outras para merecer existir.”

- Trecho do livro O despertar da Deusa: as faces do Feminino Sagrado

Como é milagroso termos um amanhã, nós só percebemos que é milagroso quando o amanhã não chega mais...


Por que somos todos tolos e só percebemos a preciosidade das coisas depois que a perdemos.

A autêntica sofisticação se manifesta de maneira sutil e simples, enquanto os exageros estão intimamente associados à falta de refinamento. Isso se aplica tanto ao tom de nossa fala quanto à nossa conduta em sociedade.

“Cada escolha por ser autêntico é um passo na direção da inteireza.”

- do livro Fractais do Infinito

“Reconhecer que os pais são os transmissores das informações essenciais, tanto biológicas quanto energéticas (pela memória epigenética), nos permite compreender que eles não são frutos do acaso, mas portadores das lições que viemos integrar.”

- Trecho do livro O caminho de volta pra casa: um convite para compreender sua jornada, honrar sua linhagem e retornar ao sagrado que habita em você

Hoje é dia da mentira, mas nunca será uma mentira que eu te quero sempre perto de mim e que continuo te amando.

O maior bloqueio criativo não é falta de técnica. É falta de permissão.
Permissão para errar, para fazer sem saber, para sair do controle. Permissão para não ser bom, pelo menos no começo.
Quando tudo precisa sair certo, nada começa.
A criatividade não nasce da cobrança. 
Ela nasce do espaço. E, muitas vezes, criar não é sobre produzir algo incrível. 
É sobre se mover, se expressar, se tirar do automático.
Você não precisa estar bem para criar. 
Às vezes, é criando que algo em você se reorganiza.
No fim, não é sobre o resultado. 
É sobre o que se libera enquanto você faz.

Asas do tempo










Sejamos uma leve poesia, ou um poema de amor, levados nas asas do tempo, feito as folhas secas… aos ventos, que partem em seus voos sem saber se irão voltar, (e retornarão?) Ou serão somente tímidas e simples sementes. Somos feito viajantes de uma era, deixando as nossas marcas, boas ou não.

A única forma de exercer nossa soberania e a verdadeira liberdade em nossa nação continental, é pela exaltação constante de nossa verdadeira historia, pelo culto ao comportamento cívico e o personalíssimo proposito de fortalecer nossa própria identidade com nossas festas, crenças e costumes, diferenciando nos e blindando nos de todas as culturas de todos os lugares do planeta.

ABRIL


Abril a boca para mentir, se vangloriar
Ou, bem pior, inventar fábulas, falácias
Pois era bicho-homem ou homo erectus
Cheio de segundas intenções (mas para
Que tantas se o meio-fio é dura lex?)


Abril o coração (um tipo de frase feita
Porque o tiro costuma sair pela culatra)
Oferecendo o outono a tantos e quantos
Não lhe opusessem qualquer emoção


Abriu-se como uma flor, a saber, como
Uma folha dessas que caem no poema –
Como uma mentira que, arrependida,
Se entrega ao algoz no dia da rendição!

A arte e a poesia, em geral, são criações destinadas a serem interpretadas dentro do universo da sensibilidade e da subjetividade de cada indivíduo.
E esse universo, por vezes, pode estar restrito às próprias limitações cognitivas e emocionais.


A arte e a poesia são expressões humanamente divinas que, antes de tudo, precisam ser sentidas no processo íntimo da interpretação individual.
Infelizmente, nem todos possuem essa prerrogativa.


Muitos preferem, antes mesmo de tentar compreendê-las, criticá-las e condená-las como aberrações,
quando, na verdade, é nelas que se veem refletidos.


Afinal… a humanidade, desde os tempos mais remotos, no cotidiano de sua própria realidade, o que é senão uma sucessão de contradições, excessos e deformidades?


A arte e a poesia sobrevivem justamente por isso,
porque testemunham.


Um exemplo histórico dessa incompreensão diante da criação artística é o quadro
#Guernica, de #PabloPicasso,
uma obra que, ao escancarar a dor e a brutalidade humanas, foi por muitos rejeitada,
não por falta de significado,
mas por excesso de verdade.
✍©️@MiriamDaCosta

Dentro de mim ainda vive aquele menino ferido, o mesmo que um dia caiu de uma cachoeira, lançado contra a água gélida como se o mundo tivesse decidido testá-lo cedo demais. Eu ainda posso senti-lo atravessando o ar por um instante eterno, o silêncio antes do impacto, e depois… o choque brutal contra o frio, contra a pedra, contra a realidade dura do pedregal que não teve piedade. Durante muito tempo, tentei esquecer essa queda. Tentei agir como se levantar fosse suficiente, como se seguir em frente apagasse o que ficou cravado na pele e na alma. Mas a verdade é que ele nunca saiu de lá completamente… uma parte dele ficou presa naquele instante, molhada, tremendo, assustada, esperando que alguém voltasse. Hoje, eu volto. Hoje, eu desço até aquele lugar dentro de mim onde a água ainda é fria e o eco da queda ainda ressoa. E eu o abraço. Abraço com o calor que faltou naquele momento congelado, com a firmeza que o mundo não ofereceu quando ele se chocou contra a dureza da vida. Seguro aquele menino como quem resgata algo sagrado das profundezas, não para apagar a dor, mas para finalmente dizer: eu estou aqui agora… você não está mais sozinho. E então eu entendo. Ele nunca foi fraqueza. Ele foi o impacto que não destruiu, foi o corpo pequeno que resistiu à correnteza, foi o coração que, mesmo assustado, continuou batendo contra o frio, contra a pedra, contra tudo. Ele foi sobrevivência. E agora, ao invés de fugir daquela queda, eu a transformo em reencontro.
Permaneço com ele, no meio da água gelada, sobre as pedras irregulares da memória, até que o frio já não machuque como antes, até que o tremor se torne apenas lembrança, não mais prisão. Porque aprendi, da forma mais crua e mais verdadeira, que ninguém merece mais o meu amor do que aquele menino que caiu… e mesmo assim, não se perdeu de mim.


- Tiago Scheimann