Pensamentos Mais Recentes

Não me importo com o verso imperfeito,
Nem com a rima que só cabe no papel.
Só quero dizer, sem nenhum receio,
Que em você encontrei o meu céu.

Você é o abraço que me traz a calma,
A voz que me guia na escuridão.
É o sentido que move a minha alma,
Em cada batida do meu coração.

Nada vai nos separar,
E sabes por que, querida?
Porque em você eu encontrei
O amor da minha vida.

꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂

tem algo andando dentro de você e não sou eu sou só o eco do que você tentou enterrar quando decidiu ser forte demais
porque ser forte é bonito até o momento em que você percebe que virou pedra
e pedra não sentesó afunda o mundo não acabou ele só ficou vazio de verdade
e quando você perceber isso
quando não tiver mais barulho pra te distrair quando o riso não cobrir o peso
quando a noite ficar grande demais pra caber no peito eu vou estar lá não como salvaçãonem como castigomas como a única coisa que sobrou de você antes de esquecer quem era.


DeBrunoParaCarla

Quando o medo se converte em sorriso, o alívio revela silenciosamente que a paz voltou a reinar no espírito.

O que faz ela ser quem ela é?
Sua essência, seu humor, seu jeito de ver a vida e seu jeito de me ver.

Seus sonhos e sua vontade de alcançá-los. O prazer de estar ao lado dela, de poder apoiá-la.

A beleza que não pode ser removida, sua beleza de alma, que eu vejo.

Pois vejo mais do que o mundo pode me mostrar, eu a vejo com o coração.

Ninguém é melhor do que ninguém, mas piores há muitos.

Forma de sentir


Não sei dizer se o que escrevo é
poema ou poesia…
acho que só sigo o que o meu coração diz.


É expressão em estado bruto.


Talvez uma prosa poética —
quando narrativa e poesia se misturam
até não dar mais para separar
onde termina uma
e começa a outra.


Eu não me preparo para escrever —
eu sinto…
e as palavras vêm.


Às vezes em silêncio,
principalmente quando estou ansiosa,
triste ou nervosa,
elas vêm em rimas,
como se a vida,
por um instante,
virasse melodia
só para me confortar.


Como um drama,
um conto
ou romance antigo —
talvez de filmes
ou de uma época desconhecida.


Escrevo quando algo transborda,
quando aperta,
quando precisa existir
fora de mim.


As palavras apenas saem —
e eu as escrevo.


Não sigo regras,
não penso demais…
apenas deixo acontecer.


As frases vêm como ondas:
às vezes calmas,
às vezes quebradas,
às vezes interrompidas…
como quem respira fundo
ou engasga com o próprio sentir.


Dou saltos —
de assunto,
de emoção —
como batidas irregulares
de um coração apaixonado.


E, muitas vezes,
quando termino,
leio de novo
com um certo estranhamento —
como se não tivesse sido eu…


mas, ao mesmo tempo,
sabendo que nunca fui
tão autêntica assim.


Talvez não seja texto.
Nem poema.
Muito menos poesia.


Talvez seja só
o meu jeito de sentir
ganhando forma. 🌙

"O meu superpoder é enxergar o que você ainda não percebeu que está mostrando."

Por que pensas tanta perversidade, oh, minha mente? Quando cansarás de sujar o limpo e tornar-me impuro, cheio de maldade?


Observei quanta perversão se espalhou por toda a terra: todos, se possuem como simples objetos, são usados e descartados como nada!


Ninguém mais se importa com o verdadeiro amor, mas sim com prazer momentâneo. Como vou ainda confiar na bondade humana sendo o homem mal?

⁠Os verdadeiramente livres não são os cheios de Certezas Inabaláveis, mas os que não são prisioneiros delas.


Há uma diferença muito sutil — e ao mesmo tempo muito profunda — entre ter convicções e ser dominado por elas.


As certezas, quando rígidas demais, deixam de ser ferramentas de orientação e passam a ser muros que limitam a visão.


Elas nos dão conforto, é verdade, mas também podem nos aprisionar em uma falsa sensação de controle sobre um mundo que, por natureza, é tão dinâmico quanto imprevisível.


Ser livre não é viver na ausência de ideias firmes, mas na capacidade de revisá-las sem medo e sem culpa.


É reconhecer que mudar de opinião não é fraqueza, mas sinal de maturidade intelectual.


Quem se permite questionar o que pensa, abre espaço para crescer, aprender e enxergar para além das próprias fronteiras mentais.


As certezas inabaláveis muitas vezes nascem menos da verdade e mais do medo — medo do desconhecido, do erro, da dúvida…


E, ironicamente, é esse medo que nos torna vulneráveis à manipulação, pois quem acredita que já sabe tudo raramente se dispõe a vislumbrar algo novo.


A verdadeira liberdade de pensar está na flexibilidade do pensamento.


Está na coragem de sustentar perguntas, mesmo quando as respostas parecem mais desconfortáveis.


Está na humildade de admitir que aquilo que hoje parece sólido pode, amanhã, revelar-se incompleto.


No fim, não são as Certezas nem as Dúvidas que nos definem, mas a forma como lidamos com elas.


Ser livre é, acima de tudo, não se deixar aprisionar pela necessidade de estar sempre com a razão.

Gota Ácida


Deixei um único copo
Sob a torneira da pia
Que pingava dia após dia,
Até vê-lo cheio pelo topo.


A água que ali transbordaria
Não seria a mesma, é notável,
Pois a cor de aspecto detestável,
Formava um verde viscoso.
E aquele cheiro oleoso
Deixava o copo, já deplorável,
Sem funções e quase descartável,
E, só de vê-lo, dava agonia.


A torneira de metal enferrujado
Fazia um som de assustar,
Pois só em abri-la pra a água pegar
Deixa o cabra agoniado.


O lodo sempre tava lá
Por mais que limpasse todo dia,
A mesma água sairia
Suja e até cada vez pior.
Agora se fosse ter dó
Do cidadão que dela bebia
Eu digo que você até poderia
No lugar dele ali morar.


A nojeira nunca esteve ali
Nos canos, no copo ou na torneira,
Mas sim na água que vinha da biqueira
E que ficava mesmo por aí.


Arrumava todo tipo de tranqueira,
Zé perneta passava o pano
Daqueles que está sujo por anos
Tentando limpar o local.
No fim ficava tudo igual
A maldita ainda continuava sujando,
Parecia até porco quando tá suando
Juntando toda aquela meladeira.


No final dos anos passados
Acabou tudo que tinha.
Tudo que dali vinha.
Não sobrou nem pra contar recado.


Botaram outra torneira novinha,
Trocaram, pia, copo, foi tudo.
Tá parecendo um absurdo
Pensar que o problema era moleza,
E no final com toda certeza
Já parecendo que eu tô maluco,
Ainda continuou escorrendo o suco,
Com aquela cor verde bem clarinha...


Alí trocaram tudo que parecia não funcionar.
Só se esqueceram da biqueira pra mudar.


Tsharllez Foucallt.

Inserida por LucasCandido

Quanto mais perto da cruz, mais paz temos com Deus

E qual será a primeira
Causa a te seifar a vida?
A depressão, a pressão
Ou as atividades Suicidas?

Não é sobre apontar o dedo ou achar que o outro é "falso", é sobre observar o esforço hercúleo que as pessoas fazem para caber em um molde de "perfeição" ou "utilidade", enquanto a essência delas — a parte original, crua e erronéia — fica escondida, pedindo socorro.

Acreditai, pois, algumas vezes é melhor o barulho do ambiente que o da mente!

"A genética limita a sabedoria."
Já vi peixes voarem, mas nunca os vi construírem ninhos.

"A gente gasta muita energia tentando ser impecável e mais energia ainda esperando que os outros sejam. Mas a conta não fecha.
No fim, a gente só descansa quando entende que: quem não espera o perfeito, não se assusta com o homem."

Fúria! Todos procuram defeitos para atirar pedras sobre mim, mas nem mesmo me procuram para saber sobre mim!


Acaso és perfeito, oh, julgador? Por que não crucifica a si mesmo? Pois apenas olhas a trave dos mais fracos, impiedoso!


Dizes tu que queres ajudar-me com críticas que ferem como espadas de dois gumes? Portanto, eu te afirmo: Médico, cura-te a ti mesmo!!

⁠A Liberdade de Pensar por Conta Própria começa ao desconfiarmos das certezas que nunca deram trabalho para questioná-las.


Porque tudo aquilo que chega pronto, embalado em convicção absoluta, raramente nos convida ao esforço do pensamento — apenas à aceitação. 


E aceitar sem resistência pode ser confortável, mas dificilmente é libertador. 


Pensar por conta própria exige atrito: com ideias, com crenças herdadas, com narrativas que parecem sólidas demais para serem tocadas.


Há uma sedução muito silenciosa nas certezas fáceis. 


Elas nos poupam tempo, nos dão senso de pertencimento e nos protegem da dúvida — essa companheira incômoda, porém essencial. 


No entanto, é justamente na dúvida que o pensamento crítico ganha fôlego. 


É ali, no espaço entre o que vimos e ouvimos e o que conseguimos compreender por nós mesmos, que nasce a autonomia.


Desconfiar não é negar tudo, mas recusar o papel passivo diante do que nos é apresentado. 


É fazer perguntas onde só existem respostas prontas. 


É suportar o desconforto de não saber, em vez de se apegar a uma segurança artificial. 


Afinal, ideias que nunca foram questionadas não são necessariamente verdadeiras — apenas bem empacotadas e acomodadas.


Pensar por conta própria não nos torna imunes ao erro, mas nos torna responsáveis por ele. 


E talvez seja esse o preço — e ao mesmo tempo o privilégio — da liberdade de pensar: não apenas ter opiniões, mas construí-las com consciência, revisá-las com humildade e, quando necessário, ter coragem de abandoná-las.


Porque, no fim, a verdadeira liberdade não está em ter certezas inabaláveis, mas em não ser prisioneiro delas.

Quão tolo sou!
mesmo o tanto que observei as atitudes das pessoas embaixo do céu, mas mesmo assim acabo apaixonado como todos!


quanta ira sinto! meu amor sendo seduzido por pessoas que possuem labios doces como mel, mas no final é tão amargo quanto a babosa! 


Oh por que fui sentir paixão por aquela pessoa? oque ela fez por mim? porque amamos? para que amamos? Não entendo porque dói  tanto amar sem ser amado, é como ser uma planta que ama o sol mas o sol nem se quer sabe de sua existência!

O empreendedor não se define apenas pelo que sonha, mas pela firmeza com que sustenta o que decidiu construir.

Com a tua silente ternura
sua existência tem altura 
muito maior que a de Wakhan,
montanha que desafia 
o céu, o vento e as estações.


Reluz um Pulwar de ouro puro
nas tuas mãos que para mim
hão de ser absolutas em tudo,
Uma lâmina curva que não fere, 
ilumina a escuridão adentro,
A sua mirada, cravou perene 
no peito a Charay poética,
não como o aço frio e mortífero, 
mas com verso afiado e doce.


Fez arder um fogo sem explicação, 
sem dor, sem ferida, sem ardor 
que nem médico ou clérigo 
são capazes de fato dissolver;
Foi além do que eu ousava prever,
conquistou meu território
sem arsenal e com potência serena.


Não por beleza que ofusca, 
nem por força bruta, 
nem por poder que impõe
 — mas por conhecer de cor
os "Noventa e Nove nomes de Allah", 
um a um, como quem sussurra 
segredos de Paraíso que foi 
perdido revelando em meu ouvido.


Cada nome era uma flecha invisível,
cada sílaba um golpe indelével 
e de graça no coração feminino.
E agora sou terra em rendição, 
campos de trigo em floração,
onde esse ardor divino 
permanece sem explicação.

“Aceitação não é desistência nem condescendência, mas a lucidez de abandonar resistências que interrompem o fluxo da vida.”

Se todas as pessoas seguissem o islã como está escrito, o planeta Terra não seria mais material, seria etéreo. Os humanos ganhariam par de asas.

Nem toda certeza nasce da verdade — às vezes, é apenas fruto de uma manipulação muito bem-sucedida.


Há um certo conforto nas certezas. 


Elas nos poupam do esforço de questionar, da angústia da dúvida, do desconforto de admitir que talvez não saibamos tanto quanto cremos. 


No entanto, esse mesmo conforto pode se tornar uma armadilha silenciosa, onde ideias são aceitas não por sua veracidade, mas pela forma convincente com que se apresentam.


A manipulação eficaz não se impõe com violência; ela seduz. 


Ela se disfarça de lógica, de senso comum, de urgência. 


Ela encontra brechas nas emoções — medo, raiva, pertencimento — e se instala ali, criando convicções que parecem sólidas, mas que, na verdade, foram cuidadosamente construídas para servir a interesses que nem sempre são os nossos.


O mais inquietante é que, uma vez convencidos, passamos a defender essas certezas como se fossem descobertas próprias. 


Compartilhamos, repetimos e até protegemos. 


E assim, sem perceber, deixamos de ser apenas influenciados para nos tornarmos agentes da própria manipulação que nos alcançou.


Reconhecer isso exige muita coragem. 


Não a coragem de enfrentar o outro, mas a de confrontar a si mesmo. 


Questionar o que parece óbvio, revisar o que parece indiscutível, admitir a possibilidade de erro. 


Em um mundo saturado de informações, talvez a verdadeira lucidez não esteja em ter respostas rápidas, mas em cultivar perguntas honestas.


Porque, no fim, a liberdade de pensar por conta própria começa exatamente no momento em que desconfiamos das certezas que nunca nos deram trabalho para questioná-las.

No meio do julgamento da humanidade, da hipocrisia e do sistema com data de validade, o nome dela foi a única coisa que não se corrompeu. Foi a âncora dele.


DeBrunoParaCarla