Pensamentos Mais Recentes
Isayden (isa-y-den), m. ou f.
(Antropônimo) Nome próprio de origem composta, formado pela aglutinação dos elementos Isa (redução de Isabela) e Den (redução de Denison).
(Heráldica) Identidade familiar e patrimonial que representa a união, a aliança e a continuidade geracional de Isayden Família
Leveza de arara-canindé
sobre o ipê-amarelo em flor,
Quero ser assim sempre
para você por onde eu for.
A madrugada governa a lembrança
sobre quem orbita sorrateiramente,
Você tem o controle dos efeitos
depois de tudo, definitivamente.
Mantenha a alegria e a sagacidade
de papangu brincando de Carnaval
que a felicidade dará um jeito
e irá te seguir surpreendentemente.
Quem foi cruel e abusou da relação
de poder, do seu momento frágil
e te humilhou em público:
não merece nunca mais estar perto,
e tampouco merece o seu perdão.
(Permita-se a total restauração.)
É triste viver em uma ilusão, você sofre por algo que nunca aconteceu, são apenas coisas de sua própria projeção, então por que sofrer?
Entre Tantos Caminhos
Quando o mundo disser para esquecer,
quando a distância nos quiser separar,
quando o medo me disser para partir,
quem há de permanecer
se não tivermos coragem de ficar?
Não basta amar quando tudo é perfeito;
é na adversidade que o coração revela
aquilo que verdadeiramente deseja.
E entre tantos caminhos,
entre tantos destinos,
meu coração ainda escolhe o teu.
Pois amar é permanecer
quando tudo conspira para nos separar,
é segurar tua mão
quando a vida ordena soltá-la.
E se não for por aquilo que amo,
por aquilo que meu coração escolheu,
então, quem serei eu?
O cume de uma montanha de aprendizado revela um horizonte infinito de dúvidas que não conseguíamos enxergar durante a escalada.
Se na biologia a autopoiese é a capacidade de um sistema produzir e manter a si mesmo, na experiência humana ela é a arte de ressignificar o passado, repriorizar o presente e respeitar o tempo como um recurso finito para que a essência continue viva.
Se na biologia a autopoiese é o milagre de uma célula que continuamente se produz para não morrer, na experiência humana ela é a arte de reconstruir a própria identidade diante de um universo imprevisível.
A medida da vida
A vida....
É curta para quem só olha.
É longa para quem vive.
Viver não é apenas respirar, é interagir com a natureza, com as pessoas. É desfrutar dos minutos, das horas, dos dias, meses e anos.
Curta para quem tem pressa de chegar e chegar de qualquer jeito.
Longa para quem aprende a observar o caminho durante a tranquila e suave caminhada.
É longa para quem se movimenta. Para quem faz, tenta, erra e recomeça. Para quem acredita que tudo passa e por isso não estaciona esperando a vida passar.
E não passa para quem não se move.
Porque quem não se move, não vive. Só espera.
E esperar cansa, desmotiva, isola, desbota.
Viver alivia.
No fim, não é sobre ter muitos anos de vida.
É sobre ter muita vida nos anos vividos.
Se o tempo é finito, a repriorização é o ato mais profundo de respeito à própria existência, pois escolher o que fica é, em essência, decidir quem eu me torno.
Porque amar é tão difícil, porque o outro nunca se satisfaz com que é oferecido, porque quando se tem alguém bom ao lado o outro sempre exige mais, como se o que estivesse recebendo não fosse o suficiente. Porque é tão difícil acreditar que podemos ser amados da mesma forma que amamos?
Quando não se tem amor, se humilha por migalhas e quando se tem o despreza.
A grandeza da palavra do advogado não está em dizer tudo o que sua convicção lhe permite, mas em jamais dizer além daquilo que sua prova pode sustentar.
Alguns amores não foram feitos
para permanecer na vida,
mas são profundos demais
para partir da memória.
“Ficar pode ser apenas a zona de conforto de quem teme mudar; partir pode ser só um impulso. A sabedoria está em discernir quando a permanência protege nossos valores e quando o adeus é o único caminho para preservar a nossa dignidade.”
