Pensamentos Mais Recentes

A exposição de corpos na internet gera debates complexos sobre a valorização pessoal e a imagem pública.

Rótulos pejorativos e tentativas de desqualificar o mérito alheio demonstram a intolerância presente nos debates sociais.

A falta de compreensão pode gerar grandes distanciamentos nas relações. Muitas vezes, o diálogo é interrompido pela incapacidade de escutar o outro. A empatia é essencial para superar barreiras de entendimento.

O DEBATE DOS CANDIDATOS


No domingo já de noite
Liguei a televisão
Então vi dois candidatos
Em debate de eleição
Tinha o velho e o novo
Trocando acusação


Quase nada comentavam
De propostas pra nação
Só ficavam alfinetando
Sem chegar à conclusão
Um falava mal do outro
Foi só esculhambação


Não falavam de saúde
De reforma de hospital
Não prometiam emprego
Aumento salarial
Só queriam trocar farpas
Um do outro falar mal


Um olhava para a câmera
E o outro atrapalhava
Sem dizer uma palavra
Mas atrás gesticulava
Um chamava de malandro
Já o outro provocava


Eu só sei de uma coisa
Quem ganhar a eleição
Vai ter que assistir aula
De etiqueta e educação
E vai precisar lavar
Sua boca com sabão

"Celebre as pequenas vitórias. Se você evoluiu 1% hoje, o dia já foi um sucesso."


—By Coelhinha

O ar expressionista transcende o algoz das telas congeladas no tempo,
pois o que sou diante da vítima de uma era de contradições?
O homem a poliu e a tornou cinza, sem vida — e se diz político.
Priva-se de honestidade pelo puro negacionismo,
a besta entre mares de solidão onde até a ratazana morreu de sede.
​É a agonia de tantos mundos.
Vemos o emaranhado de ideias numa faceta que se dissolve em veneno no ar.
A distopia parece futurista demais,
mas a humanidade celebrou a própria ruína.
Ratos apodrecem a base de uma sociedade reerguida dos escombros
que ousou dizer que o mundo não precisa de florestas ou mares,
pois a tecnologia nos salvaria.
Contudo, o mundo navegante e pujante afundou na própria arrogância.
E, ainda assim, sobrevivemos.
​As telas são testemunhas de um tempo em que a ignorância venceu.
Caminhamos pelas belas paisagens de mundos esquecidos.
Navegamos pelas estrelas dilaceradas enquanto a humanidade maltrata a biosfera;
toda colonização se eleva numa linguagem de troca:
espelhos e escovas em tributo aos deuses astronautas.
O velho pão e circo e o antigo cabresto se alinham ao chicote e à escravidão.
O fascismo faz vítimas num teor de discursos inertes,
transformando a ilusão da realidade em traços atrozes de luz opaca e desilusão.
​Estátuas expõem a imponência de antigos ditadores;
suas criações são a dilaceração da sociedade em mantos terrenos,
onde buscamos compreender o vazio de nossas vidas.
O povo não deve temer o governo; o governo deve obedecer ao povo.
​Num profundo espectro visual e fractal, na escuridão do abismo abstrato,
o poder da existência cognitiva se dá no vazio do universo.
Para termos a compreensão retrospectiva, olhamos o céu — azul ou cinza —,
mas observamos o trânsito enquanto a poluição dá contraste ao ar-condicionado.
A nostalgia no rádio é quebrada pelo horário obrigatório.
Somos o peixe assado na vitrine, enquanto ratos comem seus restos.
Chovem peixes num mundo seco e árido, onde somos servos da probabilidade
e o único propósito inerente é sobreviver às escolhas erradas —
à verdade que morreu diante da mentira.
​Assim assistimos a mais uma passagem do tempo.
Bombas atômicas viram pedidos de eleição para que a paz e a liberdade sejam celebradas.
O adeus a todos os direitos foi o início da degradação cognitiva;
o tempo tornou-se testemunha da agressão ao mundo.
O desmatamento e a exploração ilegal de minérios são atribuídos a maus políticos,
no contraste das telas e escritos que desenham um presente que desdenha da natureza devastada.
​A crítica se vê presa numa bolha de alienação,
ao mesmo tempo em que assistimos à falta de caráter moral e honestidade.
O fogo esmorece as florestas num estado irracional:
o mesmo carvão da churrasqueira foi, um dia, a casa dos animais.
​— Celso Roberto Nadilo

Por dentro, uma tempestade silenciosa que vai partindo a gente aos pouquinhos; por fora, uma paz genuinamente delicada e doce, mas chamada de fria e insolente

O maior cansaço não é o do corpo que trabalha, é o da alma que já não tem onde se abriga

Chega um momento em que a alma cansa tanto de lutar contra a maré que até o peito dói de tanto guardar tempestades

Não se vive do passado, mas se você apagar da memória os erros do passado hás de tropeçar nas mesmas pedras.

Texto 3861 😁 Sumiram Todos... Todos aqueles! Além de muito agradável, isso é Sintomático, HeHeHe!

Recalculando a rota, mudei o destino...
Bloqueei certas rodovias pro meu próprio caminho.
E olha que nem é de carro que eu tô falando,
É de gente rasa que eu tô é desviando!

​Eu não ando em balada, lá até entrada é merenda

Promessa barata? Compra em promoção em outro lugar, meu bem

Dublê de amor? Eu passo quilômetros longe

Mencionar não substitui o convite, assim como a intenção não substitui a atitude. O amor não habita em palavras bonitas — a sua verdadeira beleza está guardada como um tesouro.

É preciso observar as sementes que plantas agora, em 2026, para que, em 2027, não reclames da eventual (in)justiça.

"Sorria sempre; nunca se sabe quando a vida vai registrar este momento."

"O sucesso é como uma fila; vai chegar a sua vez."

Mais vale o jejum na paz do isolamento do que a fartura vazia no banquete das aparências.


Bruno Renan M. Soares

Maturidade !! 
A beleza de se conhecer .
De se redimir , sem se sentir diminuido.  De respeitar as opiniões , mesmo contrárias. 
De saber ouvir e silenciar.
O poder da observação , e de se calar 
O poder da escolha , e a  responsabilidade de seus atos . 
Maturidade 
A liberdade e autenticidade no falar. 
A tranquilidade em se afastar , e de se achegar .  
Ela se transluz por onde passa com elegância e poder , força , por isso é respeitada . 
Simone Vercosa

Não desistir também é vencer, independentemente do tempo que você leve para alcançar seus objetivos ou dos intervalos que existam entre cada conquista ou derrota.

O tempo passa, não pede licença,
leva algumas certezas, nos dá consciência.
Ensina que a vida não segue o roteiro,
e que o mais valioso não tem paradeiro.

Já fui tantas versões de mim pelo caminho,
já mudei de destino, de rumo e de ninho.
Aprendi que nem tudo precisa durar,
mas há sentimentos que sabem ficar.

Não busco aplausos, nem quero provar,
que tenho mil motivos para me orgulhar.
Prefiro a verdade, mesmo imperfeita,
à falsa aparência de uma vida perfeita.

Carrego no rosto as marcas da estrada,
histórias vividas, lições guardadas.
E cada cabelo prateado que vem
me lembra que o tempo também faz o bem.

Não quero ser cópia, nem representação,
quero ser inteiro, de corpo e coração.
Ter paz nas escolhas, firmeza no olhar,
e a doce coragem de recomeçar.

Pois ser feliz não é jamais ter sofrido,
nem ter todos os sonhos já realizados.
É olhar para a vida, sentir-se agradecido,
e seguir de cabeça erguida, apesar dos passados.

E se alguém me perguntar o que aprendi,
direi que a maior conquista está aqui:
ser dono de mim, sem precisar convencer,
pois a beleza da vida é poder ser.

Sandro Paschoal Nogueira

“Somos donos das asas, mas não do vento; chamamos liberdade ao voo, sem perceber que até o vento nos conduz.”

É mais difícil saber a verdade e viver onde é mais fácil mentirem.

Inserida por paulocelente