Pensamentos Mais Recentes

Tenho a alegria que transborda, a esperança que não cansa,
carrego a paz no peito e a alma de uma criança.
Mas não se engane com o riso, pois há fogo no meu ser:
tenho a loba no rastro e a felina no querer.


-------  Eliana Angel Wolf⁠

Sem o Seu amor eu nada sou, porque o Senhor é meu sustento, a força do meu coração e da minha vida.

Se o mundo lança sombras e olhares que tentam ferir,
eu escolho o desvio, eu prefiro evoluir.
Pois minha busca é sagrada, constante e sem fim:
pelo olhar que aquece o peito e acalma o jardim em mim.


---- Eliana Angel Wolf

A RAINHA DE OUDE E A SOBREVIVÊNCIA DO ORGULHO ALÉM DA MORTE.

Livro: O Céu e o Inferno.
O episódio da chamada Rainha de Oude.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Inserido na segunda parte da obra, constitui um dos mais penetrantes estudos psicológicos da condição espiritual após a morte, quando o Espírito, longe de sofrer uma metamorfose súbita, revela-se tal qual se estruturou moralmente durante a existência corpórea.
Sob a ótica da razão espírita, este caso não deve ser interpretado como punição divina, mas como expressão direta da lei de afinidade moral e da continuidade da consciência. A Rainha não se encontra em sofrimento por decreto externo, mas porque permanece prisioneira das próprias ilusões que cultivou.
A continuidade do caráter após a morte
A doutrina demonstra, com precisão filosófica, que o Espírito não se depura pelo simples fato de abandonar o corpo. A individualidade prossegue íntegra, com suas virtudes e imperfeições. No caso analisado, observa-se que o orgulho, a vaidade e o sentimento de superioridade social persistem com vigor quase intacto.
A Rainha afirma ainda ser soberana, recusando qualquer ideia de igualdade. Tal postura evidencia um estado de fixação mental, no qual o Espírito se apega às construções transitórias da vida material, confundindo posição social com valor ontológico.
O orgulho como mecanismo de sofrimento
O elemento mais relevante não é a arrogância em si, mas o sofrimento que dela decorre. O orgulho, ao invés de sustentá-la, converte-se em instrumento de tormento íntimo. Isso ocorre porque, no plano espiritual, não há mais os recursos ilusórios que validavam sua superioridade perante os outros.
A lei moral atua com precisão: aquilo que foi cultivado como exaltação transforma-se em peso. O Espírito sofre não por humilhação externa, mas pela incapacidade de adaptar-se à realidade de igualdade essencial entre todos os seres.
A ilusão espiritual e as criações mentais
Outro ponto de alta relevância doutrinária é o fenômeno das criações fluídicas. A Rainha acredita manter sua beleza, suas vestes e ornamentos. Contudo, tais elementos não são realidades objetivas, mas projeções de sua própria mente.
Isso revela que o Espírito, quando ainda vinculado a ideias fixas, pode viver em um mundo subjetivo, sustentado por suas próprias concepções. É uma forma de autoilusão que retarda o despertar da consciência.
Indiferença a Deus e fechamento consciencial
A ausência de sentimento religioso profundo também se manifesta como fator agravante. A Rainha demonstra indiferença às leis divinas, não por negação intelectual, mas por orgulho moral. Esse estado traduz um fechamento da consciência, no qual o Espírito não reconhece instâncias superiores a si mesmo.
Tal condição impede o arrependimento e, consequentemente, o início do processo de regeneração.
A pedagogia da lei de causa e efeito
O caso ilustra com clareza a lei de causa e efeito, princípio estruturante da filosofia espírita. Cada estado da alma decorre de suas próprias escolhas. Não há arbitrariedade, mas consequência lógica.
O sofrimento da Rainha não é castigo, mas diagnóstico. É a consciência confrontando-se com sua própria insuficiência moral.
Síntese doutrinária
A Rainha de Oude representa o Espírito que, tendo possuído poder na Terra, não o converteu em crescimento interior. Sua queda não é social, mas moral. Sua dor não é imposta, mas gerada.
A verdadeira realeza, à luz da doutrina, não se mede por títulos, mas pela capacidade de amar, compreender e reconhecer a igualdade universal dos Espíritos.
Quando o ser humano se apega à superioridade ilusória, adia o encontro com a verdade. E essa verdade, invariável e justa, aguarda no silêncio da consciência, onde nenhuma coroa subsiste, mas onde toda alma é chamada a governar a si mesma.
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A Essência do Instinto


Em mim habita o brilho da vida e o vigor da esperança,
guardo a pureza eterna no olhar de uma criança.
Sou a garra da loba que protege, o faro da felina que sente,
entrego-me a vida por inteiro, enquanto sigo resiliente.⁠


-------- Eliana Angel Wolf

Antes que o novo floresça, desapegue dos velhos galhos — secos, pesados e sem vida em você.

Cultivando minha primavera, para que nunca me faltem flores.
Quem sabe o amor que plantei e tenho regado também venha a florescer?


Sigo cuidando, mesmo quando não há sinais,
porque aprendi que nem toda raiz se revela de imediato.
Algumas crescem no escuro, em silêncio,
antes de ousarem tocar a luz.


E enquanto o tempo cumpre o seu papel,
eu não deixo de me florir.
Porque há beleza em quem permanece,
em quem cultiva,
em quem acredita
mesmo sem garantias.


Se for para florescer, que seja inteiro.
Se for para ficar, que seja com raízes.
E se não for…
ainda assim, minha primavera não se perde.

Palavras ferem — mas quem decide se isso te destrói ou te fortalece é você.

Funus




Libitina levou as flores
O cheiro delas se misturou
A branca margarida,
Tingida com um vermelho vinho
O cheiro de decomposição,
Ergueu-se uma Amorphophallus titanum
Ânsia pela vida
Escolhida pela morte
Triste margarida, pobre criança


A escura penumbra
Formou-se em seu coração
Não há mais em quem confiar


Segurando a mão da mortífera Libitina
Indo em direção ao iníquo Orcus
Que crime havia cometido?
Que pecado havia transgredido?
Pelo preço de perder sua margarida:
Mors.

As ideias dignas de destaque não surgem do nada; passam por sucessivas desconstruções e recomposições, até que a mente lhes reconheça valor e a inquietude lhes dê a feição final.

Por trás de um homem feliz há sempre uma grande guerreira que simplesmente se recusa a aceitar qualquer situação que não seja a felicidade.

O Suporte que se faz presente desde a Infância

Segura a minha mão desde a infância — aquela grande confiança que até hoje, felizmente, encoraja o meu coração a continuar amando e incentiva a minha esperança de permanecer seguindo o meu próprio caminho, enfrentando desafios e as minhas inseguranças. 

Como reflexo desse laço que alimenta a minha perseverança, aprecio os seus conselhos, a sua atenção e cada momento que interagimos, mesmo que muitas vezes à distância; pois partilhamos de um amor respeitoso e recíproco, onde um faz o possível para se fazer presente na vida do outro.

Busco fazer jus a tudo que o senhor representa e a todo o seu suporte; sigo sendo o mais confiante que posso. A sua existência, de fato, é uma das maiores bênçãos que Deus me concedeu, que conquistou a minha consideração, a qual foi ficando mais forte com o passar do tempo — um dos meus motivos rotineiros de Gratidão.

" Quem lê atravessa todos os pontos psicossomáticos. "

Esteja num lugar onde você é valorizado, em uma Empresa registrado com salário em regime CLT ou no governo.

TEMPERANÇA ANTES DA AÇÃO.
A advertência consagrada no brocardo popular "melhor precaver do que remediar" encerra uma densidade ética e psicológica de elevada magnitude, cuja negligência tem sido causa de incontáveis desarmonias no comportamento humano. O ser, frequentemente distraído em suas impulsões instintivas, ignora essa máxima prudencial, entregando-se à vertigem das reações imediatas, sem o crivo do discernimento.
A precipitação, nesse contexto, emerge como um fenômeno psíquico complexo, vinculado a mecanismos de autodefesa que, embora pretendam resguardar o indivíduo, acabam por engendrar consequências aflitivas. Tais reações irrefletidas não apenas comprometem o equilíbrio interior, mas também instauram conflitos que se projetam no tempo, ora de forma imediata, ora de modo tardio, invariavelmente com matizes perturbadores.
De fato, a precipitação constitui conselheira infeliz em quaisquer circunstâncias. A razão, faculdade superior do Espírito, deve assumir a primazia na condução das atitudes, organizando o campo das decisões mediante critérios lúcidos e ponderados. É por meio desse atributo que o ser estrutura comportamentos coerentes com as leis morais que regem a existência.
Todavia, dominados pelas paixões primárias, muitos indivíduos passam a perceber o outro sob lentes distorcidas pela suspeita e pela agressividade. Antecipam o mal, presumem intenções negativas e negam ao semelhante a oportunidade de revelar sua verdadeira natureza. Tal postura evidencia não apenas insegurança, mas profunda desarmonia interior.
Imersos em ambientes marcados pela violência difusa, tornam-se vítimas e agentes de sentimentos sombrios, interpretando a realidade conforme o estado emocional em que se encontram. Reagem quando poderiam dialogar, conflitam quando poderiam harmonizar-se. Posteriormente, diante dos efeitos danosos de suas atitudes, lamentam a imprudência que poderiam ter evitado.
Entretanto, todo aquele que pensa possui um acervo valioso de recursos racionais. Esse patrimônio íntimo, quando bem utilizado, permite ao indivíduo antever consequências, ponderar alternativas e agir com equilíbrio. Trata-se de instrumental precioso contra a impulsividade.
A exemplificação evangélica oferece elucidações notáveis. Maria de Magdala, outrora equivocada, ao refletir sobre o chamado do Cristo, agiu com prudência e transformou-se em paradigma de renovação moral. Judas, apesar da convivência direta com o Mestre, sucumbiu à precipitação e mergulhou em abismo de desespero. Joana, esposa de Cusa, orientada com sabedoria, soube aguardar o tempo oportuno, demonstrando elevada compreensão espiritual. Pedro, em momento decisivo, deixou-se dominar pelo medo e negou o Mestre, evidenciando a fragilidade humana diante da impulsividade. João, por sua vez, guiado pela lucidez e pela afeição, manteve-se firme até o fim, revelando a força da temperança aliada ao amor consciente.
A temperança, portanto, não é condição inata, mas conquista laboriosa. Resulta do esforço contínuo de disciplinar tendências inferiores e de assimilar valores morais elevados. O indivíduo temperante não se acovarda nem se precipita, pois reconhece os próprios recursos e confia na ação do tempo como elemento organizador das experiências.
A paciência, nesse sentido, constitui ferramenta essencial. Não se trata de inércia, mas de confiança ativa nas leis que regem a vida. A temperança apoia-se nessa virtude para conduzir o ser à vitória sobre si mesmo, que é a mais significativa das conquistas.
Fundamentada na fé lúcida em Deus, a temperança harmoniza-se com as leis universais, que são perfeitas e imutáveis. Entre elas, a lei de amor destaca-se como princípio gerador e sustentador de todas as demais, orientando o progresso moral e espiritual da humanidade.
Assim, esperar e confiar sem aflição, mantendo o domínio interior antes de agir, constitui diretriz segura para a construção de uma existência equilibrada e consciente.
"MORAL DO ASSUNTO"
A ação destituída de reflexão conduz ao arrependimento, enquanto a temperança, sustentada pela razão e pela fé, edifica decisões justas e preserva a harmonia do Espírito.
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O verdadeiro sábio,
perto do tolo, se faz de tolo,
para não gastar sabedoria,
com quem pensa
que já sabe de tudo!

[Pavio]


a incrível capacidade
de queimar neurônios,
na mesma velocidade
em que se estabelecem
as conexões.


somos forjados 
de sinapses e porres,
e não necessariamente 
necessitamos
de bebedeiras, 
para sofrer de ressaca.


nos inspiramos 
nos minúsculos,
que seguem com tuas tarefas
mesmo que ninguém note.


imperceptíveis.
o universo nada seria 
sem o microcosmo. 


meros captadores 
de conhecimento, 
aprendizes persistentes, 
deste vasto profundo.


nossa maior ambição 
é continuar aprendendo. 
inflamem-se faíscas, 
reluzam, fagulhas fulgurantes. 


durante esta breve 
vida de centelha, 
saboreie a centelha 
que é a vida.


29/07/23
Michel F.M.

A CASA DO CAMINHO E O NASCIMENTO DA PRIMEIRA IGREJA EM JERUSALÉM.
Entre os anos 34 e 35 da era cristã, logo após a ascensão de Jesus Cristo aos planos superiores, delineia-se um dos momentos mais decisivos da história espiritual da humanidade. Não se trata apenas de um episódio histórico, mas de uma transição ontológica profunda, na qual o ensino direto do Mestre cede lugar à responsabilidade viva dos discípulos. Nesse intervalo singular, emerge a chamada Casa do Caminho, núcleo inaugural da primeira igreja em Jerusalém, constituindo-se como expressão concreta e operante da Boa Nova.
Os quarenta dias posteriores à crucificação possuem densidade espiritual ímpar. Nesse período, o Cristo ressurgido não apenas consola os corações aflitos, mas realiza uma obra de reorganização psíquica e moral em seus seguidores. Suas manifestações assumem caráter pedagógico, fortalecendo a fé, dissipando o temor e preparando os discípulos para a autonomia espiritual. Sem essa intervenção metódica, o movimento nascente sucumbiria à dispersão, diante das pressões religiosas e políticas do contexto. Há, portanto, um cuidado estratégico e providencial na forma como o Cristo conduz a transição de sua presença física para a atuação invisível.
Após a despedida no Monte das Oliveiras, conforme descrito em Atos 1:11, os discípulos retornam a Jerusalém e se reúnem no cenáculo, tradicionalmente associado à última ceia. Ali se encontram Simão Pedro, João, Tiago, além de Maria e outros membros do círculo íntimo do Mestre. Esse agrupamento constitui o embrião de uma comunidade espiritual organizada, sustentada por vínculos de fé e compromisso moral.
É nesse ambiente que se configura a primeira manifestação da Casa do Caminho. Sob a coordenação inicial de Pedro, o grupo estabelece encontros regulares marcados por oração, cânticos, leitura das Escrituras e rememoração sistemática dos ensinamentos do Cristo. Surge, então, a fraternidade conhecida como “os do caminho”, expressão anterior à designação “cristãos”, adotada posteriormente em Antioquia.
A Casa do Caminho não se restringia a um espaço físico. Era uma instituição dinâmica, integral e profundamente funcional. Operava como escola espiritual, posto de socorro, abrigo, oficina e núcleo de culto. Ali se exercia a caridade concreta, com partilha de alimentos, vestimentas e cuidados aos enfermos, além da manifestação de dons espirituais. Essas ações, porém, não eram fins isolados, mas instrumentos pedagógicos para a transformação moral. O auxílio material tornava-se via de acesso ao despertar da consciência.
Tal metodologia revela compreensão avançada da psicologia humana. O socorro imediato criava abertura para a assimilação dos valores espirituais. A caridade não era apenas virtude, mas método de elevação gradual do ser.
À medida que a reputação da Casa do Caminho se expandia, crescia o número de adeptos. O ambiente moralmente elevado atraía tanto necessitados quanto buscadores de sentido existencial. Consolida-se, assim, a primeira igreja de Jerusalém, não como instituição dogmática, mas como organismo vivo de fraternidade.
Essa realidade é descrita na obra Paulo e Estêvão, onde se observa o intenso movimento de assistência e a organização progressiva da comunidade cristã primitiva.
No que se refere à liderança, embora Pedro exercesse a coordenação prática, registros indicam Tiago, o Justo como dirigente formal da igreja em Jerusalém, conforme relatos preservados na História Eclesiástica. A liderança apresentava caráter colegiado, sendo Pedro, Tiago e João reconhecidos como “colunas” da comunidade, segundo Gálatas 2:9.
Outro marco decisivo é o Pentecostes, descrito em Atos 2, interpretado sob a ótica espiritual como manifestação mediúnica coletiva, evidenciando a continuidade da orientação do Cristo por vias invisíveis.
A Casa do Caminho, portanto, não foi apenas o primeiro templo cristão, mas o paradigma da vivência evangélica autêntica. Sua essência residia na integração entre fé, trabalho e caridade, sem formalismos excessivos, mas com profunda substância moral.
Ao revisitarmos esse período, compreendemos que o Cristianismo nasceu como experiência vivida de fraternidade. Antes de qualquer formulação teológica, havia a prática concreta do amor.
E é nesse retorno às origens que surge uma exigência silenciosa e inevitável. Não basta a identificação nominal com o Cristo. Torna-se necessário reconstruir, no íntimo e nas ações, a mesma Casa do Caminho, pois somente aquele que transforma a caridade em prática constante e o Evangelho em conduta efetiva torna-se legítimo continuador da obra iniciada em Jerusalém.
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A curiosidade nasce da inconformidade diante do não saber; a inventividade, da boa aplicação do saber.

Não foram as espadas nem os canhões que derrubaram nações e impérios, mas, antes deles, a língua — o verbo que persuade, divide, incendeia ou apazigua. A guerra começa na palavra e apenas se materializa no aço; o restante são consequências de discursos que moldaram vontades. A língua é o instrumento mais poderoso e perigoso do humano, porque é por ela que se constrói ou se destrói o mundo — e é por isso que, antes dos soldados, existem diplomatas.

Gatinha
Helaine Machado
Gosto de ser sua gatinha,
macia no toque,
frágil às vezes —
ou talvez só escolha.
Encosto no seu ouvido
e deixo escapar um “miau”,
baixo, lento,
quase um segredo.
Recatada…
como quem veste auréola,
mas não se engane:
minhas garras sabem falar.
Elas marcam,
arranham o que invade,
enlouquecem quem tenta
ultrapassar o limite.
Há um doce no meu veneno,
um perigo no meu carinho,
um convite sutil
pra quem ousa chegar perto.
Sou sua gatinha,
se eu quiser.
Sou sua cachorrinha,
se houver respeito.
Mas experimente faltar com ele…
e verá
que nem todo carinho
vem sem defesa.
— Helaine Machado

The field of ideas... Theory of American alienation... We are being led like dinosaurs... Extinction awaits us, America. Social and moral alienation are abundant fortifying trees... America doesn't need the sting of imperialism. America needs to survive this devastation of the monarchy. Are we children of liberty?

Tudo que gera segregação na espécie humana, morte e guerra por ego de capitalistas, não é palavra de Deus ou do filofoso Cristo que a representou.


Cristo era do bem comum e do amor, não do marketing e da materialidade.


Quem atira no mensageiro apenas demonstra desespero.


Se Deus é por nós, quem é contra nós?


Deus.


O código escrito do justo é observado.
Nenhuma fantasia dura mais do que a medíocre vida de seu tirano.


Deus já sublima esse planeta a 4.5 bilhões de anos.

Chiclete
Não me culpe por ser chiclete,
é simples assim:
quando eu escolho alguém,
eu quero estar por perto.
Grudo no tempo,
no cheiro,
na presença.
É desejo, talvez no cio da entrega.
mas não confunda isso
com falta de controle.
Eu sinto — e sinto inteiro.
Mas não venha me moldar,
ditar meu jeito,
minha roupa,
minha forma de existir.
Aqui tem vontade,
mas também tem limite.
Tem entrega,
mas exige respeito.
Porque até quando você me chama
de sua cachorrinha,
sou eu quem escolhe ficar.
— Helaine Machado

O cannon

Por alguma razão Deus permitiu que os livros Apócrifos, existam! No entanto a bíblia tem uma verdade única ! A verdade de Deus! A Bíblia é o cannon. Mas há verdades na bíblia que poderão ter algum apoio em alguns Apócrifos. Nessa medida é que devemos consultar os livros Apócrifos! Mas nunca os colocar acima das escrituras! Torah e Novo testamento são as escrituras! Salmos e provérbios, profetas, livros históricos e outros fazem, parte das escrituras ainda. Ler para aprender e saber. Mas saber com moderação. Isto diz o Apóstolo Paulo!