Pensamentos Mais Recentes

Só uma dica nesse calor. A pessoa não soa, ela SUA.

Quem soa é sino!!!

E usem desodorante!!

Grandes injustiças podem nascer de pequenas tarefas executadas por pessoas que decidiram não pensar.

“Eu apenas cumpri ordens” nunca deveria ser suficiente para encerrar uma investigação moral.

A banalidade do mal começa quando alguém substitui consciência por obediência administrativa.

Hannah Arendt percebeu a dimensão política da ação humana; o Direito deveria lembrar que instituições são feitas de pessoas, não apenas de procedimentos.

Na era digital, controlar a informação pode significar controlar possibilidades antes mesmo que uma escolha seja feita.

Meu ex ainda tá usando minha conta da Netflix e tá assistindo a nova temporada de Stranger Things.

Vou esperar ele chegar no último episódio e mudar a senha!!!!

O Direito precisa acompanhar o poder até seus territórios invisíveis: dados, algoritmos, plataformas e arquiteturas de decisão.

A vigilância torna-se especialmente perigosa quando o observado desconhece quem observa, por que observa e o que fará com aquilo que descobriu.

Não é o Streaming que está acabando com os cinemas.

É o estacionamento de R$ 20, a Coca Cola de R$ 12 e a pipoca de R$ 40!

Quem controla os dados possui uma forma silenciosa de conhecimento sobre os outros.

(...) O óbvio acaba não sendo tão óbvio assim para as mentes mais limitadas (...)

O poder moderno frequentemente não ordena; ele classifica, mede, registra e compara.

Uma instituição pode ser opressiva mesmo quando todos os seus funcionários acreditam estar apenas cumprindo procedimentos.

Fui renovar minha CNH e tive que fazer um novo RG.

Fui tirar o RG e agora descobri que preciso de uma nova certidão de nascimento.

Tô com medo de ir ao cartório e me pedirem pra nascer de novo só pra conseguir esse documento.

O formulário também pode ser instrumento de poder quando transforma a complexidade humana em caixas obrigatórias.

A burocracia pode controlar uma pessoa sem jamais levantar a voz.

NESTA TERRA QUE O VIVO PERECE, A VIDA É CURTA PRA VOCÊ PERDER TEMPO COM  QUEM QUE NÃO TE MERECE.

Na Copa: Tenho orgulho de dizer que, em um mês, fui egípcia, sueca, cabo-verdiana e inglesa… mas argentina, nunca.

Opinião popular: o Apple Music deveria ser gratuito para quem tem iPhone.

É com alegria que venho informar que TODOS os feriados de 2026 serão em dias úteis e quase todos com opção de emenda.

Além da copa que vai começar em Junho!

Estou com medo de tropeçar na rua e a FIFA marcar um pênalti para o Messi.

Sonhos de verão, todo dia é um bom dia para viver um verão inteiro.
#maninhovive


Um amigo poeta, que escreveu um livro, me disse certa vez, com a maior tranqüilidade do mundo, que me considerava uma amiga de anos. Nós nos conhecíamos havia pouco mais de uma semana.


Naquele momento eu entendi uma coisa que a vida demorou a me ensinar: não é o tempo que marca os encontros extraordinários. Algumas pessoas passam anos ao nosso lado sem atravessar nossas muralhas. Outras chegam e, em questão de horas, encontram um lugar que parecia estar reservado para elas desde sempre.
Quando penso no Alan, penso nos verões.
Antes dele já existiam verões. Existiam piscinas, amigos, festas, domingos ensolarados e noites simples que terminavam em risadas. Mas depois dele, os verões ganharam outro significado. Havia algo de especial em dividir a vida com alguém que tornava tudo mais leve. Mesmo quando faltava dinheiro, nunca faltava motivo para celebrar. Não havia limite para a nossa capacidade de nos divertir, de sonhar, de acreditar que o próximo fim de semana seria mais uma memória feliz.
Então a doença chegou.
E, com toda a fé que existia em mim, eu acreditei que aqueles verões voltariam. Acreditei que ainda teríamos muitos sábados, muitas conversas, muitos mergulhos, muitos planos. Acreditei que o amor, a amizade e a esperança seriam suficientes para nos devolver aquilo que parecia tão nosso.
Mas a vida nem sempre responde aos nossos desejos.
Hoje a piscina está suja. Não porque ninguém possa limpá-la, mas porque ainda não fez sentido fazê-lo. Porque existe uma parte de mim que continua esperando um verão que talvez não volte da forma como eu imaginei.
E talvez seja essa a coragem que ainda preciso encontrar: a coragem de olhar para um mundo onde o Alan não esteja presente da maneira que eu gostaria e, ainda assim, reconhecer tudo o que ele deixou.
Porque o que ele me deu não foi apenas companhia. Foi pertencimento. Foi acolhimento. Foi a sensação rara de encontrar alguém que não me julgava, que não ria das minhas loucuras, que me aceitava exatamente como eu era.
Existem pessoas que passam pela nossa vida. E existem pessoas que se tornam parte dela.
O Alan foi um verão inteiro dentro da minha existência.
E talvez a dor seja tão grande justamente porque alguns verões são bonitos demais para que a gente aceite o fim quando ele chega.

é preciso muita coragem para viver a sua verdade

⁠Ficar "bravo" (...) é uma coisa que pessoas burras fazem porquê não tem controle delas mesmas, mesmo sem querer fazer. Depois elas se arrependem e percebem que são tão insignificantes que não conseguem controlar a própria insignificância.