Pensamentos Mais Recentes
Desta vez não estou conseguindo...
Desta vez tudo está nublado
Misturo meu presente com meu passado
Não vejo futuro estou preso nas lembranças e essa prisão é perpétua...
A vida me jogou em uma armadilha e temos que seja meu fim...
Cuida do teu tempo como aquele que emerge para a vida após o resgate da provável finitude. Segura esta oportunidade com todo o âmago do teu ser; afinal, é tudo o que tens.
"Amei com a fúria de quem entrega as chaves e esquece de ficar com uma cópia.
No zelo de ser cais para o outro,
naufraguei em mim, deixando minha própria margem ao relento.
Odeio o rastro que os fins deixam:
esse eco de portas batendo em casas que ajudei a construir,
mas onde nunca fui o dono.
O medo, esse velho cúmplice, sorri no canto da sala,
lembrando-me de que, entre tantos 'adeus' que dei aos outros,
o mais doído foi o que sussurrei para o espelho."
Hoje em dia, sempre que me sinto vazia, sozinha ou perdida, sei que é porque estou há dias sem ler.
A literatura é, antes de tudo, uma forma de questionamento e de ampliação do olhar sobre o mundo. Não é um campo de batalha entre fé e razão, mas um espaço de reflexão no qual diversas vozes e interpretações podem coexistir.
Permanecer no mesmo lugar, insistir nos mesmos erros, repetir ciclos intermináveis é o verdadeiro fracasso da vida adulta.
A leitura não elimina o vazio, mas o acomoda. Ela nos torna mais felizes porque nos faz reconhecer a felicidade.
Ler é um gesto de confiança e empatia. Nós nos entregamos a alguém por meio das palavras e, página a página, enxergamos o mundo pelos olhos do outro.
Uma dor que corrói por dentro, que destrói silenciosamente, que dilacera a alma e mata aos poucos, arrancando toda alegria, toda esperança, toda vontade de continuar, é uma dor que não grita, mas sufoca; não sangra por fora, mas sangra por dentro, consumindo cada pedaço de quem a carrega, uma dor silenciosa que se esconde à vista de todos, camuflada em sorrisos forçados e respostas automáticas de que “está tudo bem”, um vazio onde tudo parece falso e mentiroso, onde o amor já não consegue atravessar as muralhas erguidas como defesa depois de tantas quedas, tantas trocas, tantas humilhações, tantos abandonos, é o peso de ter sido deixado de lado, de ter se sentido insuficiente, descartável, invisível, é um cansaço emocional que ninguém vê, mas que esmaga o peito todos os dias, esse é o peso que poucos compreendem, porque só entende de verdade quem já sentiu a própria alma se partir em silêncio.
Acho que o luto compartilhado pode trazer dois resultados: ou vocês se unem e se agarram com todas as forças, ou se soltam e então se ergue um muro alto demais para ser atravessado.
Eu sei que você já sabe disso, mas quero repetir que, quando alguém te trata mal, isso é um reflexo dessa pessoa e da infelicidade que existe dentro do coração dela. Não ajuda muito ouvir isso quando se é jovem, porém, mais tarde, ajudará.
Eu não sabia que aquilo era felicidade na época, porque parecia correria, cansaço, estresse financeiro e insegurança.
Eu sei que você me vê apenas como sua mãe, mas, por favor, lembre-se de que, por dentro, eu também sou só uma menina.
Existe um problema nas igrejas há mais de 2.000 anos que nunca foi solucionado: diz uma coisa e faz outra completamente diferente.
Que tipo de felicidade pensais que atravessa um ser feito como eu? Antes que vos precipiteis em responder-me, sabei: os abismos que visitei, nenhum de vós suportaria. Das vezes em que lá estive, quem de vós desceu para salvar-me? Não me façais rir. Todos vós, não perturbeis a minha solidão.
A última chave é simples:
nenhum homem, sendo rico, passará a sua fórmula de riqueza para enriquecer outrem.
Tornar-vos ricos depende unicamente da vossa vontade.
Tudo já vos foi dado na medida certa.
Você sempre precisa escolher, decidir qual caminho seguir. Existe o caminho certo e o errado. Em relação a mim, sempre escolhi andar na direção do bem.
Acho que é preciso confiar. Isso também é uma mensagem de esperança: dizer a si mesma que, aos 73 anos, ainda é possível viver uma história de amor.
Não acreditem que a tragédia une uma família. É uma explosão que varre tudo. E hoje, cada um está tentando se reconstruir como pode.
O livro é uma forma de dizer que hoje sou uma mulher livre novamente, que ama novamente, que confia novamente. E que estou de pé, sempre de pé.
Todos os dias alguém me agradece por minha coragem, mas sinto que devo dizer que não se trata de coragem, e sim de vontade e determinação de fazer essa sociedade patriarcal e machista evoluir.
Freud, pai da psicanálise, reconheceu em Nietzsche aquele que mais se conheceu a si mesmo; penso que seja mera mania dos humanos acreditar que somos todos iguais.
Estou sempre tentando modificar, tentando pensar “Como eu posso ser melhor?”, “Como eu posso abordar minha própria mente do mesmo jeito que abordo o meu ofício [no freeskiing] para que eu possa ser melhor amanhã do que eu fui hoje?”.
