Pensamentos Mais Recentes
A razão pode questionar uma crença sem precisar substituí-la por outra.
A superstição cresce quando o medo ocupa o espaço que a investigação deixou vazio.
A mente humana frequentemente transforma repetição em certeza e costume em verdade.
Nem toda sequência de acontecimentos demonstra uma relação necessária entre eles.
Todo mundo se rende ao ego
Minhas mãos estão decepadas, não posso ser bom novamente
A experiência orienta nossas crenças, mas também revela os limites delas.
A arrogância intelectual cresce justamente onde a dúvida deixou de entrar.
Quanto maior a certeza, maior deveria ser a disposição para examinar suas provas.
O hábito frequentemente governa nossas certezas antes que a razão tenha oportunidade de examiná-las.
A verdade merece investigação, não obediência automática.
O pensamento crítico começa quando a tradição deixa de funcionar como prova.
Existe um hóspede que chega sem avisar, faz silêncio enquanto vai ocupando os cômodos e, quando percebemos, já está tentando decidir por onde começar a destruir. A depressão é essa presença: não permita que essa visita intrusa transforme sua vida em moradia e reivindique a escritura da casa.
Bruno Renan M. Soares
Uma sociedade livre não concede ao Estado o direito de transformar crenças particulares em verdades obrigatórias.
A lei deve limitar o poder justamente para impedir que o poder limite a liberdade.
Toda autoridade legítima precisa encontrar sua justificativa no interesse público.
A liberdade não consiste em ausência de regras, mas em não estar submetido à vontade arbitrária de outro.
O conhecimento humano termina onde termina a experiência, mas a investigação pode continuar além de suas fronteiras.
Onde não há lei legítima, a liberdade pode facilmente ser substituída pelo arbítrio.
A razão deve ser o último tribunal das crenças, mesmo quando não possui respostas definitivas.
Mostrar que alguém está errado não significa necessariamente colocá-lo diante da verdade.
O consentimento é a ponte entre autoridade legítima e liberdade individual.
Onde a lei termina, o arbítrio começa.
A liberdade não é ausência de limites, mas ausência de dominação arbitrária.
A desigualdade torna-se politicamente perigosa quando transforma privilégios em direitos hereditários.
O contrato social perde sentido quando o poder deixa de servir àqueles em nome de quem governa.