Pensamentos Mais Recentes

A pobreza pode te tirar muitas coisas, mas nunca deve tirar seu respeito próprio.
Se você não respeitar a si mesmo ninguém irá respeita-lo


Deus daí me força e fortaleça minha fé para cumprir a tua vontade Pai


Perazza .'.

DO BOM PORTEIRO.


O BOM PORTEIRO
DEVE SEMPRE
SER DISCRETO.
E OFERECER AO OUTREM
A DÁDIVA DO SILÊNCIO.

Apagar a estrela de alguém não fará a tua reluzir. Seja uma chama que irradia a própria luz.

“Descobri que aquilo que eu chamava de resiliência era, na verdade, Deus me sustentando para que eu não desistisse.”

Hoje você acordou gritando.

Hoje me levantei com seu grito.

Sou seu escudo, não sua espada.

Não me use como um simples ataque.

E não a usarei para fazer uma simples magia.

DO BOM PORTEIRO.


O BOM PORTEIRO
ALÉM DE EDUCADO
PRECISA SER AMIGO.
POIS SEM A AMIZADE
O PORTEIRO É VAZIO.

É nos momentos difíceis da vida, que a esperança brilha no fundo da alma e o brilho surge no destino.

Você tem cara de quem gosta de tudo no topo, mas garanto que lá embaixo a vista também é interessante!🗝️⁠

Não espere os grandes convites para exercer o seu chamado; os grandes convites serão simplesmente uma consequência vinculada a uma honra que Deus quer te dar.

DAS PRENDAS DO LAR.


QUANDO ELOGIAREM
O JARDIM DA CASA
AGRADEÇA.
POIS O AGRADECIMENTO 
É FORTUNA RARA.

A faísca que se solta
do corpo do poema,
reverbera um emblema
na memória do leitor.

DAS PRENDAS DO LAR.


SANDÁLIAS E PANTUFAS.


USEM PARA O CONFORTO
NO LAR.

DAS PRENDAS DO LAR.


AS CORTINAS DE UMA CASA 
DEVEM SER LEVES.
PARA QUE OS MORADORES 
CONTEMPLEM.

"Neide, 1955. Sabrina, 1979. Lavínia, 2014.
Uma, me deu a vida
A outra, me ressuscitou
Uma, eu escolhi
A outra, me escolheu
Uma, eu deixei noites a fio sem dormir
A outra, passei noites em claro ao seu lado
Uma, fez tudo o que podia por mim
A outra, faço tudo o que posso por ela
Uma, sou o fruto
A outra, sou raiz
O fruto nunca cai longe do pé!
O caule sustenta os galhos, as folhas...
Uma, dou trabalho desde que nasci
A outra, me faz trabalhar desde que nasceu
Uma, me deu muito mais que o carinho que recebeu
A outra, procuro dar mais carinho que recebi
Uma, me guia e me carrega há muitos anos
A outra, guio e carrego tem alguns anos
Uma, me ensinou que Deus existe
A outra, me provou a existência de Deus
Para a mais velha, sou resultado da bondade de Deus para com ela
A mais nova, para mim, é o resultado da misericórdia de Deus para comigo
Uma, me pegou no colo e me amamentou
A outra, peguei nos braços e através do meu peito, alimentei
Uma, aprendi a dar valor quando me tornei mãe
A outra, estou ensinando o valor que só uma mãe tem
Uma, demorei a entender
A outra, terei que entender se demorar a me valorizar também
Uma, custou a me aceitar como sou (nem sei se ainda conseguiu engolir que prefiro Raul Seixas que Pe. Zezinho…)
A outra, procurei aceitar como é desde que nasceu (confesso, que tô tentando digerir que prefere Ana Castela do que Pink Floyd…)
Uma, é o meu início
A outra, é a minha continuação
Neide, será eterna em mim. Lavínia, serei eterna nela.
Uma, me fez filha
A outra, me fez mãe
Viveria e morreria por uma
Morro e vivo pela outra
Cada uma delas é uma metade minha
E eu, sou a metade de cada uma delas
Uma eu amo e outra, amo também…"
(S.H.M)

DAS PRENDAS DO LAR.


DÊ UMA COLHER DE CHÁ À VIDA.

Fiscalizar a escola pública pode ter um preço. Mas qual é o preço da omissão?


10/09/2026

DAS PRENDAS DO LAR.


DE

Todo pensador é louco, mas nem todo louco é pensador.

O diagnóstico deve ser uma ferramenta de compreensão, não uma justificativa para todo comportamento. No TEA, existem dificuldades reais que precisam ser reconhecidas, respeitadas e, muitas vezes, acomodadas. Mas compreender o próprio funcionamento também permite identificar prejuízos e desenvolver estratégias possíveis para lidar com eles. Em uma relação, ninguém precisa deixar de ser quem é, mas ambos precisam estar dispostos a construir adaptações, acordos e responsabilidades. O diagnóstico explica muitas dificuldades, mas não significa que toda mudança seja impossível.

​Ah língua, língua, língua.
Doce e amarga Língua Portuguesa.
Coloca-me em paradoxos que não consigo escapar...
Assim os intitulo de antíteses para disfarçar.
Que?
Que!
Que...
Que reticência ora é ponto, ora é figura.
E que hora eu uso "h" e que hora eu oro à Deusa?
E a Deusa eu disse, dona crase.
A
Ah sim!
Ah bom...
Há som!
Ai, ai, ai...
Aí eu me rendo dona Língua.
Do jeito que queres.
Te amo errado
Amo-te certinho.

Parada definitiva


A cada vez que eu venho, eu ganho,
Cada vez que eu volto, não desperdiço,
Os teus afetos desestabilizam, deixam o coração disposto a querer mais e mais dessa bagunça incansável,
No final das contas, o que era "o recíproco momentâneo", virou parada obrigatória, virou a parada definitiva.

DAS PRENDAS DO LAR.


UM SIMPLES FEIJÃO COM ARROZ.
UM SIMPLES COPO DE ÁGUA.
E ESTAR COM QUEM AMA.
A VIDA FICARÁ MAIS CALMA.

Amanhã nas primeiras horas do dia ele vai iluminar a Terra e todo o seu sistema na galáxia. E um novo dia vai recomeçar!

IA de IA, IA nada...
Desafiar a própria capacidade mental é bem excitante. Conseguir sintetizar em palavras nossos pensamentos embaralhados é algo tão artesanal quanto arquitetônico, isso sem levarmos em consideração a imprevisibilidade de nossos próprios pensamentos quando escrevemos, às vezes somos pegos pela poesia em meio a um relato super pé no chão, sério, pragmático...
Ah, o devaneio...
A IA não sabe o que é isso!
Pobre inteligência desprovida de inteligência, tão previsível, sonsa...
Ordenar hierarquicamente as próprias ideias sem nenhuma interferência secundária, sem telas, nem mesmo um dicionário e ao final poder se orgulhar do texto que escrevemos é o ápice da realização pessoal. Pena que essa faceta da vaidade humana anda meio fora de moda. Não vejo mais intelectuais, pintores, escritoras, cientistas, doutoras em línguas serem exaltadas pela burguesia de qualquer província, na contra-mão assistimos corpos comprados em clínicas de estética e fortunas repentinas, suspeitas até, ganharem o raso tapete vermelho da falsidade e mediocridade humana. Afinal de contas, pra quê nos acabarmos em livros de papel de 450 páginas para clarear um pouquinho nossa ignorância diante de tanto mistério se é tão fácil impressionar a humanidade com figuras e palavras da amiga IA
Queria tanto não pensar tanto
Queria tanto não ter escrito esses tantos ...
Tarde demais...
Escrevemo-nos
Decifraimo-nos

Vem morno em meu rosto
Durante a metade de Agosto
Metade que promete novidade
Esperança que tira-me a idade
Ironia essa, de tempo que enverdece
Onde a mente ao corpo não padece
Essa antítese que Deus nos deu
Não questiono, serei sempre Eu ​