Pensamentos Mais Recentes
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Neu3no
Identidade : Blazar ( BL Lacertae + Quasar )
Pertencimento : Universo
Transformação : Luz Azul ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...
O pensamento crítico não começa quando você encontra respostas, começa quando desconfia das respostas que encontrou depressa demais.
O tempo nunca curou ninguém. Apenas desgastou a violência das feridas até que elas aprendessem a sangrar em silêncio. Chamamos isso de cura porque a memória se torna menos ruidosa, não porque a dor tenha desaparecido. Algumas cicatrizes apenas deixam de pedir socorro.
- Tiago Scheimann
NORDESTINO
O que é ser nordestino
Esse povo tão honrado
Destemido no destino
Acolhedor e educado
Alegre feito um menino
Povo forte e arretado.
Com seu sotaque arrastado
Acostumado a sofrer
No solo seco rachado
Aprende a lê e escrever
Muitas vezes injustiçado
Por outros não sei porque.
Nordestino é criativo
Os melhores humoristas
Trabalhador e ativo
Terra de grandes artistas
O Nordestino nativo
Tem sua fé é otimista.
Nordestino é o humor
O agricultor e o vaqueiro
O ambulante inovador
O repentista,forrozeiro,
Mas também é o doutor,
Deputado e engenheiro.
O nordestino é bacana
Que ama a literatura
Ao mesmo tempo tem fama
De levar uma vida dura
Nos grandes engenho de cana
Criação e agricultura.
É resistir a seca dura
Com fé de que vai chover
É cuscuz com rapadura
Baião de dois pra comer
Leva a vida numa aventura
Acreditando em vencer.
Nordestino no nordeste
Disposto pra trabalhar,
Sol quente de leste oeste
Pra vender e pra comprar
Enfrenta um calor da peste
Sem ter do que reclamar.
Diz que falamos errado
Mas pra nós tá tudo certo
Matuto somos tratado
Mas não somos analfabeto
Diz que somos lesado
Mas somos muito é esperto.
Ser nordestino é resistência
Tradição e alegria,
Orgulho da existência
É arte é poesia
Exemplo de sobrevivência
Cultura e luta todo dia.
Sérgio Gerardo
Cegos são especiais porque a ausência da visão apura os outros sentidos; eles não veem a imagem, mas enxergam a verdade no ar
Quando Cistenes e os atenienses desenharam a Democracia não imaginaram que os bufões pudessem ser eleitos e a política se transformar em circo.(Walter Sasso)
As aplicações dos neutrinos são infinitas — desde a radiografia de pirâmides até a sondagem do espaço profundo. A informação que carregam atravessa milhares de mundos, revelando o conhecido e o insondável sobre supernovas, buracos negros e buracos brancos, gerando efeitos que alimentam o próprio pano de fundo da consciência humana.
Dentro dos colisores de partículas, experimentos investigam o emaranhamento quântico, ondas massivas e reações expostas pelo avanço do estudo. Conforme o conhecimento se enriquece, a ciência evolui e desdobra o cosmos diante de nós. Estamos apenas no início das descobertas: com o avanço tecnológico, teremos uma perspectiva completamente nova do universo ao nosso redor. Podemos, inclusive, teorizar que os neutrinos sejam a base da comunicação quântica de civilizações avançadas através das linhas temporais.
Que esse teu sorriso tão bonito apareça mil vezes pela vida, como o sol que insiste em nascer depois da chuva mais longa. Que cada um deles te faça grande por dentro, abrindo as portas para sentimentos novos e para que você se entregue sem medo às coisas boas. Que cada um deles ajude a curar qualquer ferida que ainda doa, embalando as lembranças tristes com carinho e devolvendo a paz ao teu coração. Que cada um deles acenda uma luz que, mesmo que ninguém veja, tenha a força de deixar a vida mais leve, adoçando os momentos difíceis e iluminando os dias cinzentos. Que esse sorriso seja teu abrigo...
“Não permita que a força determine suas escolhas, nem que a conveniência dos privilégios silencie sua consciência; há decisões cujo verdadeiro valor reside em discernir o que é correto, permanecer fiel a essa convicção e aceitar, como expressão da própria liberdade, o preço de sustentá-la.” — Leonardo Azevedo. A frase propõe uma reflexão sobre a liberdade não como simples faculdade de escolher, mas como responsabilidade de sustentar conscientemente as consequências daquilo que se escolhe, estabelecendo uma tensão entre três forças que frequentemente disputam a decisão humana: o poder, a conveniência e a consciência. Ao advertir que a força não deve determinar as escolhas e que os privilégios não devem silenciar a consciência, o pensamento recusa tanto a submissão ao poder quanto a sedução daquilo que oferece segurança, vantagem ou conforto, deslocando o fundamento da decisão para o campo do discernimento ético. Nesse sentido, reconhecer o que é correto constitui apenas o primeiro movimento, pois a integridade se realiza verdadeiramente quando se permanece fiel à convicção formada, sobretudo quando essa fidelidade exige renúncia, perda ou enfrentamento. O desfecho aprofunda essa perspectiva ao apresentar o preço da escolha não como punição, mas como expressão da própria liberdade, sugerindo que ser livre não significa escolher sem custos, e sim conservar a autonomia moral mesmo quando agir de acordo com a consciência impõe consequências. Assim, a frase articula liberdade, consciência e responsabilidade em uma mesma unidade ética: a verdadeira independência não está em poder escolher qualquer caminho, mas em não permitir que a força ou a conveniência escolham em nosso lugar.
A Sacralidade Chardonnay
"No teu nu
depositei minha alma,
doce veneno provado.
Como quem bebe da taça
do mais puro vinho:
nascido da uva,
gerado no galho
da melhor árvore de casta nobre...
...fiz deste chão meu paraíso,
onde te entreguei meu néctar.
E das uvas do teu ventre,
fiz cortesia superior ao de
um Cabernet Sauvignon,
à Pinot Noir, ao Merlot e ao Malbec...
...Permanecendo ainda com este sabor
na lembrança gustativa do teu cálice."
Mário Sérgio
Chardonnay: A rainha das uvas brancas. Originária da Borgonha, é uma uva camaleônica que se adapta brilhantemente ao redor do mundo. Ela dá vida aos refinados vinhos de Chablis e é a uva principal na elaboração dos melhores Champagnes do planeta.
“Não permita que a força determine suas escolhas, nem que a conveniência dos privilégios silencie sua consciência; há decisões cujo verdadeiro valor reside em discernir o que é correto, permanecer fiel a essa convicção e aceitar, como expressão da própria liberdade, o preço de sustentá-la.” — Leonardo Azevedo.
Quando gostamos de uma pessoa,
a princípio não gostamos de sua totalidade,
visto que sequer conhecemos sua totalidade.
Gostamos de recortes que dialogam
com ideias internas nossas,
com nossos preconceitos,
com aquilo que esperamos encontrar.
Com o tempo, vamos descobrindo outras partes,
algumas que não necessariamente nos agradam.
E aprendemos a tolerá-las.
Em alguma medida, conseguimos absorvê-las.
Então, a imagem vai se transformando em história.
E entendemos que uma totalidade,
sempre um pouco obscura para nós,
projeta em nós, sob fortíssima influência nossa,
aquilo que dialoga conosco.
Talvez gostar de alguém seja também isso:
reconhecer, aos poucos,
onde termina aquilo que imaginamos
e começa aquilo que o outro é,
compreendendo o afeto como uma construção própria
que tem, como parte de si,
algo que é independente de nós.
Todos nós temos sentidos na vida,
caminhos que o coração escolheu,
alguns chegam como uma brisa,
outros ficam porque o destino escreveu.
Há quem encontre sentido no amor,
na família, nos sonhos e na amizade,
há quem transforme a própria dor
em força, esperança e vontade.
Nem sempre entendemos a direção,
às vezes caminhamos sem saber,
mas cada encontro, cada emoção,
tem algo novo para nos ensinar a viver.
O sentido pode estar num abraço,
num sorriso sincero ao amanhecer,
num simples “eu estou ao seu lado”,
ou em alguém que escolhe permanecer.
Porque a vida não é só chegar,
é sentir, amar e aprender.
É ter motivos para continuar,
e alguém especial para agradecer.
E quando olharmos para trás,
talvez possamos finalmente entender:
que o maior sentido da vida
é ter vivido, amado… e feito valer.
O campo, seja de batalha ou de futebol, é para poucos. Se você chegou até aqui, você já é um vencedor individual, A vitória do seu exército ou o gol do seu time são consequências.
Amanhã saberemos que tudo
não passava de uma piada.
Alguns sorridentes dirão:
«Eu avisei!»
Outros, perplexos,
ficarão mudos de tristeza.
Mas, depois de amanhã,
a vida continuará normalmente,
como se vivêssemos
num paraíso de bestialidade.
Porque o ser humano
transformou a vida
num espetáculo medíocre,
onde os protagonistas
sorriem obrigatoriamente,
mesmo que o choro
lhes estampe no rosto
toda a sua dor.
Mas a plateia não se interessa.
Nem sequer sabe o nome do espetáculo,
mas aplaude efusivamente
cada personagem de si mesma,
tristemente retratada
por outro ser igual a si
no palco da vida.
Só descobrem a verdade
quando o reflexo dos holofotes
revela, no palco,
as suas faces sem brilho,
sem alegria e sem vida.
Espantados,
veem as cortinas fecharem-se,
sem saberem se estão mortos
ou vivos.
Mas, no dia seguinte aos «depois»,
para alguns, o palco nunca mais reabriu;
para outros, nada mudou,
porque nunca compreenderam
quem são.
