Pensamentos Mais Recentes
Habito o hiato entre quem eu fui e quem eu nunca serei. É um espaço desconfortável, mas é o único lugar onde sou real.
Reflexão//_"A maturidade me ensinou ensinou que, por não ter o mesmo tempo, é melhor gastar o tempo cuidando com esmero, atenção e amor, agregando valor no que tem valor, pois o custo é muito menor que o preço de ficar trocando peças e fazendo reparos."
— (Me. Malaquias da Viola)
O sofrimento não deve ser entendido como castigo ou destino imutável, mas como parte de um processo de aprendizado e evolução. Diante disso, a dor assume um papel pedagógico no aperfeiçoamento espiritual, contribuindo para a superação de sentimentos como o orgulho e o egoísmo.
Something about life
Hello everybody.
I feel that I express myself better by writing and since there are somethings inside I need to put out there, so I decided to turn them into expressed words for the world to see, or just me.
You know when you have a lot on your mind and you don’t know how to express it? It’s like the words are in your head but when it comes down to transmit them through your mouth, there is a silence. Somehow you feel the world won’t understand you, and even yourself don’t know how to make it understandable. Does it make sense? I feel that a lot.
And if you stop you start to question everything around you, yourself too.
I feel like my mind is my enemy. Every thought that comes to me is not me, its my mind behind it. And I am trying so hard to control “her” but sometimes “she” gets the best of me.
I am afraid I will fall into the abysm, lose myself…
I try to enjoy the good things, and I want to. But sometimes, your mind takes power over you and I want to be free. I don’t want to be submissive to some cells, feelings or emotions.
I know life is a gift and we should live it to the fullest with our spirits and hearts. However, I will not denied that from time to time it would be easier if I just disappear for good. Kill myself, be killed or just run away and never look back. That would be the easier way to “deal with life”, because I would just disappear. I wouldn’t exist.
But life is more than that. Life is meaningful, life is beautiful, life is spirit, life is joy. Life is also sadness, life is having a broken heart, life is dealing with the consequences of your life choices. That is life. Life is short and waits for nobody. Life is the river, life is the ocean, life is the sand, life is the birds singing beautiful songs in the morning. Life is silence. Life is peace. But life is also pain. Life is crying yourself out because life happen. But life is also laughter. Life is cold, and life is warmth too. Life is pain, but it’s also love. Life is connection, and life is emptiness. Life is guilt, life is grief. And life is love, life is happiness.
Life is taking sunbaths under the trees that sit in the forest while reading a meaningful book that transmits a message most don’t seem to grasp.
1857📜 "Vencedores destruíram e mandaram para o limbo o EraMITO. Apropriadamente conhecido agora por JáEraMITO, Amém! Obrigado, Vencedores!"
Bom dia!
Parece que há tanta gente nos arrastando para baixo, que vemos ficando desanimado com tudo. Mas há uma frase nesta vida que nos dá uma injeção de ânimo "QUERO TRAZER A MEMÓRIA O QUE PODE MIM DA ESPERANÇA "! 🙌🌹
Ery santanna
O silêncio é conhecer a alma dentro do vazio.
É se apresentar à solidão num abraço acolhedor.
É olhar nos olhos da angústia
e convidá-la para entrar.
Refrão
A dor me acolheu caindo do precipício.
A fraqueza fez de mim um homem
forte.
Você não viu.
Você não estava aqui.
A tristeza acolheu o triste
em lástima, chorando só.
Meus pensamentos viajam de férias.
Não vou esperar você chegar.
Um dia, a felicidade nos abraçou
Há momentos em que fazemos de tudo para esquecer coisas boas vividas no passado, por vários motivos: ódio, ranço, apatia — enfim, um leque de razões.
Só que nos esquecemos de que a mente já está carregada, preenchida por aqueles momentos de amor. Eles estão fotografados, grifados, tatuados por dentro. E, por mais que tentemos, não conseguimos apagar — e talvez nem devamos. Eu penso assim.
Então, não é que não saímos do passado; há vezes em que precisamos esquecer a ira e voltar apenas para sentir que, um dia, a felicidade nos abraçou.
O amor, a paixão, foram tão marcantes, tão intensos, tão deliciosamente vivos, que não conseguimos esquecer por completo. Ou, quem sabe, fazemos questão de voltar para reviver a sensação do extraordinário que um dia experimentamos.
Pasme mas existe: tem gente que usa máscara, fantasia e adereços o ano inteiro - exceto no carnaval.
CARNAVAL DA BAHIA
Tempo de magia
Tristeza não tem espaço
Hora de sorrir e viver
Caia nessa folia.
No carnaval de poesia
É festa e emoção
O coração bate forte
Vista sua fantasia.
Cinco dias até onde se alcança
Nada impede a alegria
O folião não se cansa.
Carnaval da Bahia
Explode na avenida
Tem versos e melodia.
Irá Rodrigues
O Que me Completa
Demétrio Sena - Magé
Eu não sei não viver de sobressaltos;
das angústias de não vê-las imunes
aos assaltos do tempo, a vida, o mundo
que nos ferem alheios a castigos...
E não sei não querer ser Super-homem,
abrigá-las na capa dos meus sonhos,
das verdades que chegam de surpresa,
sem a minha ilusão nem dar por si...
Nem consigo não ter por que chorar
ou sorrir por bobagens, por consolos
enganosos e tolos, de momentos...
O amor não tem como não moer
nossas carnes, os ossos, as entranhas,
em estranhas versões de completude...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
A falta que sentimos do que ainda não vivemos…
Em muitos momentos da vida, acreditamos estar sentindo falta de alguém.
Mas, se formos honestos e silenciosos o suficiente para observar, perceberemos que não é exatamente da pessoa que sentimos falta.
Sentimos falta da história que começamos a escrever com ela.
Não é ausência.
É interrupção.
A mente humana tem uma capacidade extraordinária de projetar futuros. Antes mesmo que algo exista de fato, o cérebro já ensaiou diálogos, construiu rotinas, imaginou casas, viagens, pertencimento. Criou uma narrativa inteira — sem que nada disso tenha acontecido no mundo real.
A neurociência chama isso de simulação prospectiva.
O cérebro antecipa experiências para se preparar para elas.
Mas, emocionalmente, ele não diferencia tão bem o que foi vivido do que foi apenas imaginado com intensidade.
Por isso, quando algo não se concretiza, não sofremos apenas pela perda de alguém.
Sofremos pela perda de um caminho inteiro que já havia sido aceito internamente como destino.
É o luto do que não aconteceu.
E esse luto é silencioso, porque não há memórias suficientes para justificar a dor.
Há apenas expectativas que não encontraram lugar na realidade.
Mas existe uma segunda camada, ainda mais sutil.
Quando aquilo que imaginamos não se realiza — principalmente quando depende do outro — o cérebro muda de estado. Ele sai do campo do vínculo e entra no campo da conquista.
O que antes era afeto passa a ser desafio.
Isso acontece porque o sistema de recompensa do cérebro, regulado principalmente pela dopamina, não responde apenas ao prazer de ter algo. Ele responde, sobretudo, à possibilidade de obter algo que ainda não foi alcançado.
A ciência chama isso de erro de previsão de recompensa.
Nós nos tornamos mais motivados quando:
• quase conseguimos,
• quando há incerteza,
• quando não está garantido.
O desejo cresce na ausência.
Não porque aquilo seja mais valioso, mas porque ainda não foi resolvido.
Assim, o que parecia amor, às vezes era ativação.
Não era a pessoa que nos prendia.
Era o estado interno de busca.
Quando conquistamos, o cérebro reduz esse impulso — porque aquilo já não exige esforço, já não representa novidade, já não carrega tensão.
E então confundimos estabilidade com perda de interesse.
Na verdade, são sistemas diferentes operando:
O da conquista busca intensidade.
O do vínculo busca continuidade.
Um produz excitação.
O outro produz construção.
Se não soubermos distinguir, passamos a vida tentando reviver o primeiro, incapazes de permanecer no segundo.
Por isso, muitas vezes, queremos mais aquilo que não temos do que aquilo que já está presente.
Não porque seja melhor.
Mas porque o cérebro foi desenhado para perseguir, não para repousar.
E é aqui que mora o equívoco.
Relacionamentos não são metas a serem atingidas.
São realidades a serem habitadas.
Metas terminam quando são alcançadas.
Vínculos começam exatamente aí.
Quando entendemos isso, algo muda.
Percebemos que não estamos tentando esquecer alguém.
Estamos apenas ensinando o cérebro a encerrar uma simulação que continuava rodando sozinha.
Não precisamos lutar contra o sentimento.
Precisamos retirar a energia da projeção.
O que não aconteceu não precisa ser resolvido.
Precisa apenas deixar de ser continuado dentro de nós.
E, pouco a pouco, o desejo deixa de ser urgência.
A ausência deixa de ser falta.
E a mente, que antes insistia em terminar uma história imaginada, aprende a voltar para aquilo que está vivo — agora, concreto, imperfeito, mas real.
Porque maturidade emocional talvez seja exatamente isso:
Parar de confundir intensidade com verdade.
E escolher, conscientemente, aquilo que cresce com o tempo — não aquilo que apenas nos acende por um instante.
O amor não morre.
Pode até hibernar. Pode recolher-se no silêncio, esconder-se atrás do orgulho ou perder-se no tempo. Às vezes parece distante, quase invisível, como se tivesse partido sem aviso.
Mas o amor verdadeiro não desaparece. Ele espera. Ele amadurece. Ele resiste às estações mais frias da vida.
Pode adormecer… mas nunca deixa de existir.
Porque o que é real não se apaga — apenas aprende a sobreviver.
1856📜 "Ingratidão não faz parte de Mim. Então, agradeço Seu Lula, os Eleitores dele e o Ministro Que Não Se Intimida: esses são os verdadeiros Destruidores do TalDitoMito."
Não é a inteligência artificial que vai destruir o ser humano, e sim, um outro ser humano ou melhor um ser desumano!
Raidalva de Castro
