Pensamentos Mais Recentes

Entre morte e vida, eu escolhi a morte pois a morte e mais fácil do que a vida.

Sou sádico como qualquer outro humano, mas não sou incompreendido pelos terráqueos dessa nebulosa.

Eu novo me sinto velho e eu velho me sinto novo, e eu presente me sinto resoluto.

A morte como a conhecemos 
Não existe de verdade 
É uma porta que se fecha para esse mundo,
E uma outra que se abre para a eternidade.

Putz a sanidade e a loucura, andando juntas, sou incompreendido pelos mundo criado pelos homens.

Eu tô me demasiando entre versos, me sentindo embriagado de palavras e reescrevendo meu mundo que eu mesmo criei para que ninguém o tire de eu.

O estimado
(1Evaristo)

Entra ano sai ano,
Eleição após eleição
O trabalhador entra pelo cano
Repetindo o mesmo refrão.

Há mais de quatro decênios
Os mesmos postulam ao poder
E o povo cúmplice silente sofrendo
Ao pior no que eles conseguem fazer.

Entra ano sai ano, eleição após eleição
O povo justifica o amor ao seu ladrão
Com guerra medieval nas redes sociais:

—Ah! Precisam ter consideração
Porque este país é grande por demais
O estimado rouba sim, rouba, mas faz!

feradapoesia.blogspot.com

Eu acho que sou imaterial, pois ser material nesse multi verso e inadequado e imperfeito e eu me sinto perfeito.

Ache a sua matéria, procure o teu tema, reescreva o teu dialeto, em meio a todos e crie algo que roube tudo de todos.

Tempo? chuva ou sol? Céu, terra e mar? 
Agora o mundo é de todos e para todos, mais ainda não estou nessa orbita.

Desfila, igual miss mas a realidade e sádica.

Busquei dentro do meu eu, algo que eu mesmo não achei, se vc encontrou o seu e algo que ninguém vai impedir.

Ainda não tenho a certeza ser sou louco ou se o mundo inteiro e retardado.

Fui procurar tempo e perdi foi a sanidade.

Eu procurei a verdade entre corpos e fiquei foi perdido.

Tempo e resultado de tempo, o tempo também como qualquer outra coisa pode ser calculado?
Sim, o tempo e a única coisa que não são todos que conseguem, controlar, e os quais são controlados, ainda sim são perseguidos, e claro não somos falhas na distensão temporal.

Diz a meia noite olhando em meus olhos, quer nenhum homem satisfaz algo que eu consigo, coloque teu melhor batom, vista teu melhor vestido, saia por aí decifrando novos gostos, pela madrugada, finge não liga pelo que passou, quando as horas passarem com o bater do relógio perceberá que nada passou a ser uma única falha em sua base temporal, e que nada pode mudar, a não ser que você mesmo mude.

No egocentrismo o apego da manipulação dos vídeos rápido e deepfakes existenciais transcendência o aforismos.

Faça-se a Tua Vontade, porque pela minha, o fogo consumiria tudo antes mesmo do cumprimento do apocalipse.

Absolutamente fatal em meus versos, andando entre dois males, minha sinceridade ou meu egocentrismo, 
Realmente incompreendido pela dádiva do homem, peço até que me mude, mas não de residência, mas algo imaterial, pois a vida e incompreendida pelo homem ou pela ciência, 
E procurando um caminho entre a sanidade e comprometimento, escolhi ser louco, pois a espiritualidade nos entregou um livro de poucas páginas, com trajetórias fatais, entre os homens.
Ou seja algo que nenhum homem decifra, e simplesmente a espiritualidade, pois mesmo a ciência tem níveis probalistico incertos.
Entre céu e inferno? 


Céu ☁️

Quando a sua mente se abre para uma nova perspectiva, parece que um mundo de possibilidades abre em seu caminho. Quando estas possibilidades tornam-se a sua realidade diária, rasga-se o véu da verdade e busca-se a evolução por si só. Você é o que basta, de todas as formas e conceitos.

A verdade é o que nos faz infinitos.

"Esqueça as promessas sagradas. Não há caminho a seguir, porque a vida é um acidente cósmico sem destino nenhum. Não há verdade absoluta, porque as religiões são ilusões e a realidade é apenas o ponto de vista de quem a vê. E não há vida plena, porque o livre-arbítrio é uma mentira; somos todos prisioneiros mecânicos do nosso próprio subconsciente".

A Pedra que Rola


A pedra que rola,
que rola e esmaga,
ameaça esmagar
toda uma existência.


Não de uma vez.


A ameaça vem aos poucos,
em pequenas pedrinhas.
Às vezes, o vento
joga uma pequena poeira.


Mas, para quem está
embaixo da pedra,
uma pequena poeira
é como uma chuva densa
numa floresta tropical.


Somente a ameaça,
em si,
é capaz de congelar
uma existência inteira.


Ela não consegue recuar.
Ela não consegue escapar.
Ela não consegue se mover.
Ela não consegue sair.


E, aos poucos,
foi deixando de existir
e passando apenas
a sobreviver.


Hoje,
a pedra não parece
ser tão grande assim.


Mas o efeito constante,
contínuo,
persistente
e insistente
da ameaça
fez desaparecer
a existência dela por completo.


Hoje,
ela é uma sombra.


Algo vazio.


Às vezes,
há um breve cheiro
do que ela foi um dia.


Um vestígio.
Um sopro.
Uma lembrança
de quem costumava ser.


Talvez um dia
ela se liberte.


Talvez um dia
olhe para si mesma
e perceba o quanto cresceu.


Talvez tenha coragem
de se agigantar,


de levantar-se,


de ocupar novamente
o próprio espaço


e mostrar à pedra
que ela não conseguiu
destruí-la.


Porque, um dia,
ela finalmente renasceu.

### Os Eus que Habitam em Mim


Na minha cabeça
habitam vários eus.


Personas,
personagens,
multifacetados.


Alegres.
Melancólicos.
Aventureiros.
Domesticados.
Prisioneiros.
Hostis.


Alguns aceitam viver
sob a égide do algoz.


Outros,
arraigados de destemor,
lutam bravamente para escapar.


Num esforço visceral,
rompem as correntes
e buscam a liberdade.


Liberdade.


Sonho almejado
por aqueles que se deixaram
escravizar pelas escolhas passadas.


No eu dominante,
a responsabilidade pesa
como uma balança assimétrica:


de um lado,
os deveres;


do outro,
os próprios sonhos.


E os sonhos
quase sempre pesam menos.


A vida é uma balança cruel.


Castiga com intensidade
as agruras da adolescência,
as escolhas impensadas,
os caminhos que tomamos
sem saber onde terminariam.


Mas como tomar as rédeas
e voltar no tempo?


Como fazer escolhas diferentes
que resultem em outros finais?


Como continuar a viver,
mergulhada nesse turbilhão
de sentimentos,


de eus,


de razões,


de porquês,


de motivos
para continuar a existir?