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A Glória do Amor Divino — O Caos e o Cosmo: O Preço do Equilíbrio
Os ventos são fortes e incontroláveis em determinados momentos, quando sopram com mais intensidade; dançam ferozmente entre as rochas; sem hesitar, os seus movimentos mexem com as ondas do mar e deixam as águas instáveis, subindo e descendo, para a frente e para trás, tocando as margens: a mesma movimentação expressiva que faz balançar as folhas numerosas e os galhos das árvores.
O caos e o cosmo acontecem ao mesmo tempo, chegam a trocar de lugar, um após o outro — a parte bela da vida e as suas adversidades. O equilíbrio é constantemente desafiado, precisa de muito empenho para ser mantido; assim, a instabilidade do mar pode ser vista como um espetáculo: ele permanece vivo; as árvores estremecem, mas são lindas e as suas raízes são fortes, elas resistem bravamente.
A postura equilibrada também pode estar presente em um cenário caótico se a beleza que estiver à volta puder ser notada, o foco naquilo que mais importa, o fôlego da alma não estiver esgotado, o amor divino alcançar a glória; portanto, até os desequilíbrios das fases caóticas podem contribuir com o equilíbrio da mente, da percepção que transforma, ainda que não seja algo frequente. O preço do equilíbrio que a vida cobra.
"A imagem projetada pela
postura nobre e respeito
não é arrogância nem muda
sua essência, apenas se
auto-valida factualmente
com consciência."
"A independência, tão necessária ao exercício da magistratura, não pode repousar exclusivamente na coragem pessoal de quem julga. Deve constituir, antes de tudo, uma garantia institucional."
"Quando nos deixamos influenciar
em demasia por aquilo que não
nos representa sentido pra sermos
aceitos em detrimento do que
cremos, nos degradamos aos
poucos até totalmente nos
diluirmos em denso vazio."
"Permita-se ser feliz na
altura dos seus sonhos,
crendo, tentando, e mesmo
falhando, recomeçar
corajosamente sem desistir
até a conquista que virá,
florescerá e frutificará
eternamente por ti."
"Controle emocional está na
sua capacidade estratégica de
sobrevivência social mostrado
ao mundo apenas o que convém
e ocultar o que lhe é particular,
restrito, pessoal,que não diz
respeitoa ninguém."
"Diante dos erros pessoais e relacionais,
cabe a cada um de nós se reconstruir
com as devidas reformas interiores desconstruindo as falhas do passado
sem perder o aprendizado pela ressignificação no presente na
construção do futuro."
O fio vermelho do amor verdadeiro
Todos possuem esse fio vermelho. E quando finalmente estão prontos para se encontrarem e ficarem juntos, já nascem apaixonados.
Geralmente são sensitivos e conseguem se encontrar no mundo espiritual, porque lá já são casados. Encontram-se nos sonhos, na intuição, na imaginação ou na telepatia. São um só, vindos do mesmo sopro, da mesma energia, e passam a vida inteira com a certeza de que um dia irão se encontrar pessoalmente.
Porque o primeiro encontro não é pessoal, é energético. É a mesma frequência. Pode ser a metros de distância e tudo é destino. Se for para se encontrarem, tudo é divinamente orquestrado na hora e no momento exato, como uma dança em total sincronia.
O universo inteiro ajuda, com música "aleatória", sincronicidades, telepatia, o nome sendo visto e ouvido o tempo todo... No início tudo é só uma loucura, depois vem a compreensão.
E quando esse dia chega, tudo se transforma.
Porque é incrível demais para ser real. E não dá para confiar apenas nas próprias memórias. Mas o destino é perfeito e deixa um caminho de tijolos amarelos, como na história, que te conduz até manuscritos, desenhos da infância, escritos da adolescência, diários com sonhos registrados pela sua própria mão, poesias, músicas e declarações de amor que, sem que você percebesse, já revelavam o sobrenatural e o caminho por onde o fio vermelho percorreu toda a sua vida.
Dor é mar que não quer secar
Dor é água que cai pelo rosto,
Não importa o tamanho da lágrima vertida;
A verdade é que me provoca desgosto
E causa no outro uma lágrima divertida.
É um mar que não acaba,
Sem marinheiro à vista;
É dor que prejudica, não salva!
Um homem já em fase derrotista.
É um vendaval que leva tudo pelo ar,
Leva os sentimentos e deixa a mágoa,
Mágoa que não quer aterrar.
Quanto mais sobe, mais me deixa a cabeça em água,
Cabeça que não quer acreditar
Que o gelo já não é o fogo que a costumava apagar.
Por J.B
"Jamais liguei, assim como
não me importo com a moda
vigente, minha moda sempre
eu mesma fiz, uso apenas o
que gosto, sem me influenciar
com tendências,e o que
acho conveniente."
"Entrei na escola da vida, mas pensando nos livros indicados. Achei estranho o comportamento de uma senhora, que tricotava no pátio.
Nisso chega a diretora, com um cabo de vassoura. Forma-se uma fila, e não entendi à rima. Olho para o mastro, e de repente some o mastro.
Achei que estava perdido, mas fui hipnotizado. Cantaram uma música, e pensei nos livros passados. Contei minhas memórias, mas saí da escola.
Disseram que ainda não era o momento, e retornei para o parque. Revirei os livros, e vi uma árvore. Nisso caí uma maçã, e sinto saudades.
Dimensão de uma realidade vivida, e encontro o livro da minha vida. Mas aparece Santos Dummond, e o desespero toma conta dos ares. Ponteiros que se deslocam, nos jardins da falsidade.
Queria voltar naquela escola, onde disse algumas verdades. Porém Emmanuel não aprova e me expulsa do parque. Pareço estar perdido, mas ouço algumas vozes, não encontro os indivíduos, no ambiente desflorido.
Questiono tal acontecimento, e nisso aparece um senhor bem trajado. Mas o charuto é fedorento, e não gosto da fumaça. Escuto uma moça em uma sala, e o senhor está na mesa sentado. Olho para o papel e leio Sigmund Freud, achei estranho o nome e fiquei abismado.
És que aparece Joaquim, e meus olhos se enchem de lágrimas. Saudades dos ensinamentos, na velha morada. Corro para lhe abraçar, mas aparece Hyrten..."
O tempo passou por mim e deixou uma consciência:
escolho os estímulos que alimentam minha alma.
O que floresce. O que acolhe. O que faz sentido.
Porque, depois de tudo que vivi,
sei que mereço o melhor.
Quem assistiu a mil filmes viveu mil vidas — e ainda assim, ao apagar a tela, voltou a ser apenas a mesma pessoa, carregando dentro de si mil destinos que nunca foram seus, mas que, de alguma forma, também viveu.
Tenho andado com um medo danado. Um medo danado destas coisas que nos arrebatam, o não-sentido de tudo que é certo e ainda o sentir de quando nada é errado. Este silêncio intermitente sem teus olhos que já nem me assusta, mas uma batida à porta que me é pavorosa. Quem sabe seja você com a bagunça que sempre trás; quem sabe. Quem sabe não seja nada, mas eu ando com um medo danado.
Tudo o que sei é que nada sei... Resolvi usar isso como alicerce da minha mente. Tudo o que sei é como não fazer; isso eu aprendi, por isso sei. Já o que fazer, esse ainda não sei, porque devo aprender... Então o que sei é o jeito certo de como não fazer as coisas erradas...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j
“Eu descobri, em minhas pesquisas, que o universo são as memórias, frutos de todas as relações que tive desde a 8ª semana de gestação até os dias de hoje! O universo que é a favor ou contra mim sou eu mesmo, enquanto ser do inconsciente!”
— O Humanizado
Maria passa na frente! 🙏🥰
Sou suspeita para falar! Às vezes, estou rezando o Pai-Nosso, lembro de alguma coisa muito séria e, inconscientemente, começo a rezar a Ave-Maria. Então, lembro que já estava rezando e penso: “Foi mal, Deus! É que surgiu uma emergência...” 😁😂
Lembro sempre do filme O Auto da Compadecida, em que Maria é a mãe de todos! ❤️
E, assim, ela tem aquele jeito e aquela força que só uma mãe possui. 🥰🙏
O ser humano pobre de espírito, fraco, inculto e solitário é mais propenso à integrar movimentos totalitários que prometem redimi-lo de suas frustrações, pequenez e insignificância.
"Caminhamos pelo jardim, e me declarei com incertezas. Mas visualizei as linhas, que teceram vossas rendas. Então surgiram os beija-flores, nos demostrando vossos amores."
Comendo Caranguejo
Eu já tinha comido caranguejo em restaurante. Então, um dia, a família resolveu fazer em casa. Estavam todos comendo, e eu ali, apenas olhando.
Até que perguntaram:
— Você não gosta de caranguejo?
Eu: — Adoro!
Eles: — E por que não come?
Eu: — Estou esperando chegar na parte do peito.
(Cabeça = peito de frango, na minha lógica. 😂)
Todos começaram a rir muito e me explicaram que essa parte não se come.
Eu: — O quê??? Só se come isso?
A pessoa que inventou de comer caranguejo deveria estar com muita fome ou ser completamente maluca! Se eu encontrasse essa criatura, daria uma voadora nela! 😂
Agora estou morrendo de vontade de comer carne. Vou ali ver se acho uma vaca. 🐄😂
Não imaginam o quanto eu lamento a extinção dos dinossauros... 🦖
Valeu o 9
Sempre escrevi assim...
Desde a infância e a adolescência, nunca consegui me encaixar, permanecer no morno, no raso...
Um dia, chegou uma professora de contrato temporário e preencheu um espaço que eu nem conseguia entender que existia.
Eu nunca conseguia tirar 10 nas redações.
Ela começou a falar sobre a situação dos professores e sobre como eles se sentiam quando eram questionados pelos adolescentes a respeito do sistema. Disse que era como se levassem uma bofetada, porque sabiam que não eram valorizados como deveriam.
Deu a entender que deveríamos falar sobre assuntos “neutros”...
Ela se foi.
A professora regente voltou.
Então, fiz uma redação sobre um conto em uma floresta, cheio de fadas, magia e uma aventura épica.
E, finalmente, consegui o meu primeiro 10.
Naquele momento, eu entendi.
Agora eu sabia o que fazer.
Sabia como escrever para conseguir a nota que esperavam de mim.
E poderia usar aquilo quando precisasse.
Mas aquilo não seria eu.
Eu sabia que escrevia sem erros. O problema nunca foi esse.
O problema era o que eu escrevia.
Então, preferia continuar com os meus 9 a me calar.
Preferia perder um ponto a me vender por um 10.
Talvez eu não tenha vindo ao mundo para ser enfeite.
Talvez eu tenha vindo para ser vista.
Para ser ouvida.
Mesmo que, para isso, algumas vezes eu precisasse perder, enfrentar, questionar e até brigar com a própria família pelos meus direitos e pelos meus ideais.
Porque, se eu tivesse vindo para ser apenas um quadro na parede, estaria estagnada.
Talvez em um casamento ou em uma gravidez aos 14 anos, sem estudo, sem um trabalho decente...
Apenas seguindo o padrão familiar que atravessou séculos e séculos.
Mas eu nunca consegui viver assim.
Nunca consegui aceitar que existir fosse apenas repetir.
E talvez seja por isso que, desde muito cedo, eu tenha preferido o desconforto da verdade ao conforto de uma aprovação.
Se pelo menos uma pessoa me ouvir...
Se pelo menos uma pessoa parar para pensar...
Se alguma palavra minha encontrar alguém no momento certo...
Então valeu o 9.
Porque, no fim das contas, talvez algumas notas sejam apenas números.
E algumas escolhas...
são quem somos.
Os meus tesouros
Um dia, voltando de uma viagem internacional, eu estava tomando todo cuidado com as minhas coisas especiais.
Enquanto organizava a mala, falei:
— Estou cuidando dos meus tesouros!
Ian me olhou e, com aquela sinceridade que só os filhos conseguem ter, respondeu:
— Nossa, mãe... se alguém ouvir isso e roubar sua mala, vai morrer de decepção quando abrir e descobrir que seus tesouros são balas, chocolates, brinquedinhos e bichinhos de pelúcia!
Eu ri.
Porque ele tinha razão.
Talvez um ladrão realmente esperasse encontrar ouro, joias ou dinheiro.
Mas encontraria os meus tesouros.
E talvez fosse justamente aí que estivesse a diferença.
Para ele, eram apenas balas, chocolates e brinquedos.
Para mim, eram lembranças.
E, afinal, não é isso que faz alguma coisa ser um tesouro?
O valor que ela tem para quem a guarda. 🥰🧸🍫🍬
