Pensamentos Mais Recentes
para percebermos aonde estamos indo é muito importante saber de onde estamos vindo. Sim, porque temos uma estranha mania de repetir os erros do passado e,consequentemente, acabamos encontrando sempre os resultados anteriores - ou a mesma falta deles.
Mente é o carrasco de quem pensa....
e também sua única companhia.
Isso explica o banco do carona
sempre desocupado....
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POESIA DE ANANINDEUA
EM CERTO HALLOWEEN
ELA FANTASIOU-SE DE CAVEIRA
E EU DE ESQUELETO.
MAS NO FIM
SAÍMOS CORRENDO DE MEDO.
"Aprendi que os amores 'ETERNOS' podem terminar em uma noite, que 'GRANDES AMIGOS' podem se tornar grandes estranhos. Que nunca conhecemos de fato a uma pessoa. Que o 'NUNCA MAIS', nunca se cumpra e que o 'PARA SEMPRE', sempre se acaba...assim é a vida."
—By Coelhinha
“Dá a todos teus ouvidos, mas a poucos tua voz”.
William Shakespeare
(Polônio em Hamlet)
— Ouvir não significa concordar, e para
compreender não é preciso expressar
palavras em opiniões; o silêncio é a
melhor demonstração de respeito
a estes atos.
Ah, minha mocidade...
queria ir a tantos lugares, e não podia.
Oh, maturidade...
hoje com tantos lugares para ir,
eu não tenho para onde....
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"Há uma linha invisível que separa o impulso da
contemplação: o tempo e a maturidade."
O Olhar da Maturidade
A Filosofia Masculina
"Apenas o homem maduro é capaz de compreender a verdadeira
beleza de uma mulher, exista ou não atração física entre eles.
Diferente dos garotos, que ainda limitam sua visão ao desejo
e às fantasias carnais, o homem já superou essa fase. Para
ele, a elegância e a essência feminina vêm sempre antes do
impulso."
A Poesia no Olhar
"Compreender a beleza feminina é um reflexo da maturidade.
O garoto ainda vive o imediatismo das suas fantasias e desejos.
Já o homem aprendeu a silenciar o impulso para contemplar o
que realmente importa: a elegância, o mistério e a essência
da mulher."
Marcelo Hypolito Botelho
Por ter vivido tanto tempo sem proteger a minha atenção, aprendi a perceber quando alguém está perdendo a sua.
2026 — O ano em que Lula, mesmo sendo considerado o vencedor, acabou derrotando a própria população. Um país dividido pelo ódio, pela intolerância e pelo ressentimento entre diferentes lados, mergulhado em dívidas e cada vez mais pressionado por impostos para sustentar a máquina pública. Enquanto isso, aqueles que o apoiaram, embora se sintam vitoriosos politicamente, também acabam submetidos às consequências de um cenário econômico e social cada vez mais difícil. No fim, uma vitória eleitoral pode até ter um vencedor, mas, quando a população inteira paga a conta, a derrota é de todos.
natureza do amor
O vento não segura as folhas,
apenas dança ao redor delas.
O rio não exige que as pedras cedam,
aprende a encontrar passagem entre elas.
Talvez amar seja um pouco disso:
não prender, mas saber acompanhar.
Não moldar alguém à nossa imagem,
mas oferecer espaço para transformar.
Há raízes que crescem em silêncio,
há sementes que dormem no chão.
Nem tudo que parece parado
deixou de cumprir sua missão.
Que o nosso amor seja como a mata verde
livre, diverso e cheio de vida.
Que saiba respeitar as estações
sem fazer da mudança uma despedida
O MAIOR CONFLITO ACONTECE DENTRO DE NÓS
Quando algo nos incomodar, antes de procurar culpados, olhemos para dentro. Muitas vezes, nossa raiva e frustração nascem do orgulho ferido, da necessidade de ter razão e da dificuldade de aceitar o que não podemos controlar.
O orgulho transforma diferenças em disputas e críticas em ofensas. Faz-nos acreditar que precisamos vencer todas as discussões, quando a verdadeira sabedoria está em saber quando não reagir.
A transformação começa quando reconhecemos nossas próprias atitudes e assumimos a responsabilidade por nossas emoções. Nem tudo precisa acontecer conforme nossa vontade, e nem toda batalha merece ser travada.
A maior vitória não é vencer os outros, mas superar aquilo que nos impede de viver em paz. Afinal, quem não aprende a dominar a si mesmo acaba prisioneiro do próprio orgulho.
VOCÊ NUNCA SERÁ TUDO PARA TODOS. E NÃO PRECISA SER.
Por mais que se esforce, sempre haverá alguém que não compreenderá suas escolhas, não reconhecerá suas qualidades ou não gostará da sua maneira de ser.
Não desperdice sua vida tentando corresponder às expectativas alheias. Não diminua sua essência para caber no mundo de alguém, nem abandone seus valores para conquistar aprovação.
Seja verdadeiro com seus sentimentos, fiel aos seus princípios e humilde o suficiente para reconhecer que também precisa evoluir.
Aprenda a diferença entre mudar para crescer e mudar para agradar.
A vida se torna mais leve quando deixamos de buscar aprovação em todos os olhares e encontramos paz em nossa própria consciência.
Não tente ser tudo para todos. Seja cada vez mais você, porque a sua maior conquista não é agradar ao mundo, mas não se perder de si mesmo tentando fazê-lo.
Quem precisa deixar de ser quem é para ser aceito acaba conquistando a aprovação dos outros ao preço de perder a própria identidade.
Seja você. Isso não é pouco. É essencial!
Entre a Literatura e o Luto: A Jornada de Amor e Resiliência de William Contraponto e Maurício
O escritor e pensador William Contraponto (William Gogolenko Risther) tem transformado sua dor mais profunda em arte e reflexão. Conhecido por sua escrita densa e olhar crítico sobre a sociedade, o autor enfrenta atualmente um de seus capítulos mais desafiadores: o luto pelo falecimento de seu companheiro, Maurício Rodrigues Lucas, ocorrido em 26 de setembro de 2026.
A história dos dois, que se estendeu por anos de cumplicidade, tornou-se um testemunho público de afeto, respeito às diferenças e, acima de um tudo, uma profunda lição sobre a finitude humana.
O Encontro das Diferenças
Um dos aspectos mais marcantes na trajetória do casal era a forma harmônica com que lidavam com suas visões de mundo distintas. Enquanto William Contraponto se define publicamente como ateu — pautando sua filosofia na razão e no ceticismo —, Maurício mantinha uma fé católica convicta.
Longe de ser um ponto de discórdia, a divergência religiosa era celebrada como parte da individualidade de cada um. Essa dinâmica de respeito mútuo permaneceu intacta mesmo nos momentos mais difíceis e hoje se reflete na forma como William preserva a memória do parceiro em seu lar, mantendo os símbolos de fé que eram importantes para Maurício.
A Batalha e a Despedida
Maurício Rodrigues Lucas faleceu aos 37 anos, após uma batalha contra uma grave doença oncológica. O diagnóstico e o processo de tratamento exigiram do casal uma resiliência imensa. Durante todo o período de internação e cuidados paliativos, William assumiu o papel de cuidador e confidente, documentando de forma velada ou direta as nuances de ver quem se ama enfrentar o declínio físico.
A partida de "Maumau", como era carinhosamente chamado, gerou uma forte onda de solidariedade entre os leitores e amigos do escritor.
A Dor que se Transforma em Palavra
Para um homem de letras, a escrita é tanto um escudo quanto uma ferramenta de cura. Desde a perda de Maurício, William Contraponto tem utilizado seu blog oficial e sua página na plataforma Recanto das Letras como canais de vazão para o luto.
Seus textos recentes abandonaram temporariamente a crônica política e social para mergulhar em uma densa autoficção e poesia confessional. William escreve sobre a ausência, o silêncio da casa vazia e o peso das lembranças, transformando a figura de Maurício em uma presença literária eterna. Ao expor sua vulnerabilidade, o autor acaba por acolher centenas de leitores que também enfrentam o luto, humanizando o processo de dor.
O Legado do Afeto
A história de William e Maurício deixa uma mensagem clara: o amor sobrevive à ausência física. Através da literatura, Contraponto garante que o companheiro não seja esquecido e que a batalha vencida pela biologia não apague a vitória do afeto que construíram juntos.
Minhas falhas me lembram que sou humano, mas a minha capacidade de cuidar de você me prova que a minha imperfeição sabe criar conexões divinas.
