Pensamentos Mais Recentes
Confiar cegamente em certas pessoas é como mergulhar papel na água: a destruição não é um acidente, é uma consequência inevitável da nossa própria escolha. Quem carrega a culpa final não é apenas o meio que dissolve, mas nós mesmos, que insistimos em expor o que sabíamos ser frágil a correntes onde nada de bom resiste inteiro.
Feche os olhos por um tempinho e sentirás as batidas do meu coração, me verá de perto te admirando,
Tente.
Deus é amor. Quem obedece a Deus, quem por amor a Deus renuncia ao seu "eu", torna-se divino.
(Byung-Chul Han)
A alegria desperta no momento em que nos entregamos ao instante, completamente sem desejo, e nos submetemos a ele com obediência.
(Byung-Chul Han)
Somente o descolamento completo do eu revela a verdadeira realidade, que não é minha realidade imaginada. Nós geramos a realidade do mundo a partir da nossa imaginação. Ela é a realidade do eu, a qual projetamos nas coisas. A verdadeira realidade, a verdadeira ordem das coisas, só pode ser experienciada mediante a completa extinção do eu.
(Byung-Chul Han)
"Respiro fundo e foco no que dá para controlar.
Tem coisas que eu não preciso mexer agora.
Abrindo meu espaço de paz!"
Haredita Angel
12.08.26
Eu queria ser amada…
Se é que eu aprendi o que é ser amada, porque as vezes quando nos amam demais achamos demasiado chato…
E quando não nos amam ficamos enlouquecidos tentando entender o que levaria alguém a não nos amar …
Mas eu queria … alguém que me defendesse da própria mãe… que enxergasse o veneno saindo do outro em forma de palavras..
Queria um amor que tivesse paciência comigo
Com meus traumas, com meus medos e rejeições…
Que não soltasse a minha mão quando fosse cumprimentar outras pessoas e me deixasse de lado …
Eu queria um amor que me defendesse das injustiças…
Mesmo que apenas sentando ao meu lado e chorando comigo ..
Eu queria um amor que na lista de sonhos dele meu nome fosse o primeiro…
E não que eu estivesse “inclusa” em alguma parte dos sonhos …
Eu queria alguém que mostrasse ao mundo que me ama …
Queria alguém que me amasse a ponto de compartilhar minhas publicações…
Queria alguém que me amasse e no meu aniversário fizesse uma postagem pra mim … dizendo em voz alta que me ama e o quanto eu sou importante
Queria alguém que me dissesse nos dias difíceis vamo ali na praia …
Alguém que me leve pra conhecer o mundo
Queria um amor que fosse como no filme
“Amor alem da vida “
Alguém que sempre quisesse tirar fotos comigo
Alguém que faça planos comigo …
Um amor que seja bom pra mim
Bruna Wotkosky
Não existe linchamento do bem. Não existe paulada com verniz acadêmico, com salvo-conduto ideológico. Quando a universidade adota a barbárie para resolver conflitos na base da força bruta, o que se destrói não é apenas a lei, é a própria razão de existir do espaço acadêmico. Se até quem estuda direitos humanos acha que violência física é o melhor argumento, a selvageria já venceu.
(Mariliz Pereira Jorge)
Deve ser maravilhoso para Deus saber que algumas
pessoas precisam ler um livro sagrado inteiro
para descobrir que não devem maltratar o vizinho...
Se a Bíblia sumisse hoje,
você continuaria sendo
uma pessoa boa?
"O jornalismo atual precisa recuperar a humildade de ouvir mais e a sabedoria de perguntar melhor, lembrando que o microfone pertence ao interesse público, e não ao ego do entrevistador ou aos interesses do meio de comunicação."
REFÚGIO NA ESCURIDÃO
Na calada da noite, seu coração está inquieto. O céu está escuro. Negras nuvens preenchem todos os espaços. Nesses momentos, os espíritos atormentados vagam com uma paz que é rara na sua essência. Tentam esconder toda a amargura que foi acumulada na sua existência pela Terra.
Os espíritos dos criminosos, suicidas, corruptos, ladrões, egoístas e, enfim, de todos aqueles que cometeram pecados graves quando em vida, tentam encontrar refúgio nessa escuridão sem fim.
Oh, pobres espíritos! Que maldades vocês fizeram? Quantas pessoas vocês deixaram a chorar e a sofrer pela Terra?
Oh, Deus eterno, tenha compaixão e piedade dessas pobres almas. Dá-lhes a luz de que tanto necessitam.
A FILOSOFIA DE EMANUEL BRUNO ANDRADE
Novo Humanismo — A Arte de Saborear o Viver
A filosofia de Emanuel Bruno Andrade parte de uma pergunta essencial:
O que fazemos com aquilo que vivemos?
O ser humano recebe a vida através da matéria, percebe-a através da sensibilidade, experimenta-a através da existência e procura compreendê-la através da consciência. É neste percurso que nasce o Novo Humanismo.
O Novo Humanismo não procura criar um ser humano perfeito. Procura criar um ser humano mais consciente daquilo que é, daquilo que sente, daquilo que faz e daquilo que transmite aos outros.
I — A Fórmula da Experiência
A primeira expressão filosófica é:
F = (M × S × E) / (N − k)
onde:
M representa a matéria e os elementos concretos da realidade;
S representa a sensibilidade, a perceção e a dimensão estética;
E representa a experiência e o significado vivido;
N representa o nível de consciência, conhecimento e compreensão;
k representa os fatores de resistência, bloqueio, medo, preconceito ou distorção.
Esta fórmula não pretende medir matematicamente o ser humano. É uma metáfora conceptual para pensar a experiência.
A matéria, sozinha, é apenas matéria.
A sensibilidade permite senti-la.
A experiência permite vivê-la.
A consciência permite compreendê-la.
E os bloqueios podem impedir que aquilo que vivemos se transforme em conhecimento.
Assim, a experiência humana não está apenas naquilo que acontece, mas naquilo que conseguimos fazer acontecer dentro de nós depois que acontece.
II — A Fórmula da Comparação
A segunda expressão é:
C = [(M₁ + S₁ + E₁) − (M₂ + S₂ + E₂)] / (N − k)
Esta fórmula introduz o outro.
Já não existe apenas uma experiência. Existem duas realidades que se encontram.
Duas pessoas.
Duas obras.
Duas culturas.
Duas ideias.
Duas experiências.
Comparar, neste sentido, não significa estabelecer imediatamente quem é superior.
Significa descobrir:
o que aproxima, o que diferencia, o que falta, o que acrescenta e aquilo que podemos aprender com cada realidade.
Por isso, no Novo Humanismo:
«Comparar é reconhecer diferenças sem destruir a ligação entre as coisas.»
A verdadeira comparação não diminui o outro.
Amplia a nossa compreensão.
III — A Consciência como ponte
Nas duas fórmulas existe uma variável fundamental:
N — Consciência, conhecimento e compreensão.
É ela que transforma a experiência em aprendizagem.
Sem consciência, podemos repetir indefinidamente os mesmos erros.
Sem conhecimento, podemos confundir opinião com verdade.
Sem compreensão, podemos transformar a diferença em conflito.
A consciência é, portanto, uma ponte entre aquilo que somos e aquilo que podemos tornar-nos.
Quanto mais compreendemos, menos necessidade temos de destruir aquilo que é diferente.
IV — O papel do bloqueio
O elemento k representa aquilo que impede a compreensão.
Pode ser o medo.
Pode ser o preconceito.
Pode ser o ego.
Pode ser a ignorância.
Pode ser a intolerância.
Pode ser a dor não compreendida.
Pode ser também a dependência da aprovação dos outros.
O Novo Humanismo não pretende negar esses obstáculos.
Pretende reconhecê-los.
Porque aquilo que não reconhecemos dentro de nós pode acabar por controlar-nos.
Conhecer o bloqueio é começar a libertar-se dele.
V — A Arte como transformação
Para Emanuel Bruno Andrade, a arte é uma das formas mais profundas de realizar este processo.
O artista recebe o mundo.
Observa.
Sente.
Experimenta.
Transforma.
E devolve ao mundo uma nova realidade.
Uma mancha pode tornar-se linguagem.
Uma cor pode tornar-se emoção.
Uma ferida pode tornar-se obra.
Um erro pode tornar-se descoberta.
Um vazio pode tornar-se espaço.
O artista não copia simplesmente aquilo que vê.
Transforma aquilo que vive.
Por isso, a arte é uma forma de consciência.
E a consciência, quando encontra a criatividade, pode transformar a experiência em significado.
VI — O Joio e o Trigo
A filosofia do Novo Humanismo também procura separar o joio do trigo.
Mas não se trata de separar pessoas.
Trata-se de distinguir aquilo que, dentro da experiência humana, faz crescer daquilo que sufoca o crescimento.
O trigo representa a dignidade, o amor, a liberdade, o conhecimento, a responsabilidade, a criatividade, a partilha e a capacidade de recomeçar.
O joio representa aquilo que destrói a ligação humana: o egoísmo, a manipulação, a intolerância, a violência, a indiferença e tudo aquilo que transforma o outro em objeto.
Mas existe uma dimensão ainda mais profunda:
o joio também pode existir dentro de nós.
Por isso, antes de perguntar quem é o joio, devemos perguntar:
«Que existe em mim que está a impedir o trigo de crescer?»
VII — O ser humano perante a tecnologia
O Novo Humanismo não rejeita a tecnologia.
Também não a coloca acima do ser humano.
A tecnologia deve ser uma extensão da inteligência humana, não uma substituição da dignidade humana.
A inteligência artificial, as ferramentas digitais e as novas tecnologias podem ampliar a capacidade de criar, comunicar, investigar e colaborar.
Mas existe uma pergunta que nenhuma máquina pode responder por nós:
Para que queremos utilizar aquilo que conseguimos criar?
A questão fundamental do progresso não é apenas:
“O que conseguimos fazer?”
É:
“O que devemos fazer?”
VIII — A ética da reciprocidade
O ser humano não existe isoladamente.
Aquilo que fazemos influencia os outros.
Aquilo que os outros fazem influencia-nos.
Por isso, o Novo Humanismo coloca a reciprocidade no centro da vida social.
Receber implica reconhecer.
Conhecer implica partilhar.
Ter implica responsabilidade.
Ser livre implica respeitar a liberdade do outro.
A verdadeira riqueza humana não está apenas naquilo que acumulamos, mas também naquilo que conseguimos partilhar sem perder.
IX — A Arte de Saborear o Viver
Saborear o viver significa estar presente na própria existência.
Não significa ignorar a dor.
Não significa viver sem dificuldades.
Significa aprender a encontrar significado mesmo dentro da imperfeição.
A vida pode ser amarga e doce.
Pode ser perda e encontro.
Pode ser queda e recomeço.
Pode ser silêncio e expressão.
O Novo Humanismo procura transformar essa experiência numa consciência mais profunda:
«Não vivemos apenas para passar pela vida. Vivemos para compreender, criar, amar, partilhar e transformar aquilo que recebemos.»
X — A síntese filosófica
As duas fórmulas podem finalmente encontrar-se num único percurso:
EXPERIÊNCIA → CONSCIÊNCIA → COMPARAÇÃO → COMPREENSÃO → TRANSFORMAÇÃO → PARTILHA
A primeira fórmula pergunta:
«“O que acontece quando matéria, sensibilidade e experiência encontram a consciência?”»
A segunda pergunta:
«“O que podemos compreender quando colocamos duas realidades em relação?”»
E o Novo Humanismo responde:
«“A experiência transforma-se em conhecimento quando a consciência consegue compreender aquilo que vive; e a diferença transforma-se em conhecimento quando conseguimos comparar sem destruir a ligação.”»
Assim nasce a filosofia de Emanuel Bruno Andrade:
«“A matéria dá-nos o mundo, a sensibilidade permite senti-lo, a experiência permite vivê-lo, a consciência permite compreendê-lo, a comparação permite reconhecer o outro e a partilha permite transformar a compreensão individual em humanidade.”»
XI — O princípio fundamental
A filosofia pode ser finalmente condensada numa frase:
«“Viver é experimentar; compreender é tomar consciência; comparar é reconhecer; transformar é criar; partilhar é humanizar.”»
E o propósito maior:
«“A Arte de Saborear o Viver é transformar a experiência em consciência, a diferença em compreensão e a consciência em humanidade.”»
Este é o caminho do Novo Humanismo de Emanuel Bruno Andrade.
"A grande ironia da nossa democracia: a imprensa usa a sua liberdade para escolher a qual senhor vai servir. Uma mídia livre deveria dar voz à igualdade, mas quando se torna porta-voz de interesses privados, ela se escraviza pelo poder. O resultado? O eleitor fica cego e o debate vira um teatro. Liberdade sem ética é apenas uma coleira invisível."
Não é a solidão que nos arruína, mas o medo dela. Desse medo nascem os enganos mais fatais: tomar escuridão por luz e algemas por abraços. Quem teme a própria companhia é engolido pela carência; senta-se à mesa com a serpente e toma do seu veneno em taça de vinho.
Uma prática em que o calvinismo é muito hábil é a de se apropriar e revisar aquilo que não lhe pertence. Eles estão fazendo essa apropriação e revisão indevida dos fatos históricos, dos personagens cristãos, da doutrina bíblica e da Ortodoxia há muito tempo. O calvinismo é o grande revisionista do cristianismo.
Dizer que ler a Bíblia gera ateísmo revela mais o preconceito e a disposição do leitor do que uma deficiência do texto, pois a interpretação das Escrituras depende da inclinação pessoal e da abertura ao Espírito Santo.
✨️💕"...quantos já nasceram...quantos já morreram...quantos riram pela vida...quantos choraram pela morte...e assim...do amor se fez a dor...e da dor...se fez saudade...tudo na vida leva tempo...e o tempo leva tudo...só não leva...o brilho de um amanhecer...e a escuridão do anoitecer...enquanto eu viver."💕✨️
A ideia de que ler a Bíblia gera ateísmo revela o preconceito do leitor, e não uma deficiência do texto. O fato de mentes brilhantes chegarem a conclusões opostas evidencia que o resultado da leitura é influenciado pela inclinação do leitor e, fundamentalmente, por sua abertura ou resistência à iluminação do Espírito Santo.
A vida e o acaso sempre marcham juntos, mas a diferença maior está, primeiro, em Deus, que é o nosso criador, e, em segundo lugar, nas forças ocultas espirituais que se digladiam para o nosso bem ou para o nosso mal.
A instituição do casamento e os vínculos humanos não começaram a se enfraquecer com o surgimento das redes sociais, mas acredito que elas aceleraram profundamente esse processo. Antes mesmo do Orkut, criado em 2004, a internet já oferecia espaços de interação. As salas de bate-papo da UOL, lançadas em 1996, permitiam que pessoas de diferentes lugares conversassem em tempo real, assim como outros serviços de mensagens e comunidades virtuais que surgiram posteriormente. Entretanto, havia uma diferença importante. A comunicação pela internet ainda não ocupava todos os momentos da vida. Com a popularização das redes sociais, principalmente a partir dos anos 2000, o relacionamento virtual deixou de ser apenas uma novidade e passou a fazer parte da rotina. O Orkut aproximou pessoas, reencontrou amigos e criou novas formas de convivência, mas também abriu caminho para uma transformação silenciosa na maneira como nos relacionamos. Depois vieram Facebook, Instagram, WhatsApp, TikTok e tantas outras plataformas, tornando possível acompanhar constantemente a vida de centenas ou milhares de pessoas. Passamos a ter acesso permanente a antigos amores, novas amizades, desconhecidos, possibilidades e comparações. O problema não está simplesmente na tecnologia, mas na maneira como permitimos que ela ocupe o espaço que antes pertencia à presença, ao diálogo e à convivência. O casamento, que depende de confiança, compromisso, intimidade e construção diária, passou a enfrentar um mundo no qual a distração está sempre ao alcance das mãos. Pessoas que estão sentadas lado a lado podem estar emocionalmente distantes, enquanto conversam com alguém que está a quilômetros de distância. A facilidade de conhecer outras pessoas também criou a sensação de que sempre existe alguém melhor esperando do outro lado da tela. Com isso, alguns passaram a abandonar relações reais diante das primeiras dificuldades, buscando no ambiente virtual a ilusão de uma vida sem conflitos. Acredito, portanto, que as redes sociais não foram as únicas responsáveis pelo afastamento entre as pessoas, mas se tornaram um dos grandes instrumentos desse processo. Elas não destruíram sozinhas os vínculos humanos, porém modificaram profundamente a forma como buscamos atenção, afeto, reconhecimento e companhia. Talvez o maior paradoxo do nosso tempo seja este: nunca tivemos tantos meios para estar conectados e, ao mesmo tempo, nunca foi tão fácil estar emocionalmente distante de quem está ao nosso lado. Antes, a tecnologia servia para aproximar quem estava longe. Hoje, muitas vezes, ela acaba afastando quem está perto. E talvez seja justamente aí que esteja uma das maiores contradições da era digital.
Nesse mundo somos todos iguais, feitos de carne e osso. O nosso sangue tem a mesma cor. Um dia todos nós teremos o mesmo destino nessa vida: a morte. Portanto, que diferença fará se somos de cor branca, parda ou negra?
