Pensamentos Mais Recentes
Quando Moisés estava exausto, disse:
“Se assim me tratas, mata-me de uma vez, eu te peço, se tenho achado favor aos teus olhos; e não me deixes ver a minha miséria.”
(Números 11:15 ARA)
Jeremias com profundo cansaço emocional exclamou:
“E, no entanto, amaldiçoo o dia em que nasci; ninguém celebre o dia em que minha mãe me deu à luz.”
(Jeremias 20:14 NVT)
Elias super desanimado expressou:
“Depois, foi sozinho para o deserto, caminhando o dia todo. Sentou-se debaixo de um pé de giesta e orou, pedindo para morrer. “Já basta, Senhor”, disse ele. “Tira minha vida, pois não sou melhor que meus antepassados que já morreram.””
(1 Reis 19:4 NVT)
Jó sentindo um sofrimento insuportável indagou:
““Por que eu não nasci morto? Por que não morri ao sair do ventre?””
(Jó 3:11 NVT)
A Bíblia não relata histórias de heróis que permaneceram fortes o tempo todo. São livros que detalhadamente narram pessoas quebradas, cansadas, testadas, injustiçadas... Mas pessoas estas que Deus não abandonou! Pessoas estas que em seus piores e mais provadores momentos não perderam a fé!
O cuidado de Deus acontece somente no momento definido por Ele! Precisamos passar por percalços, para que lá na frente estes sejam os nossos testemunhos de fé! Deus está presente! Deus não nos abandona! Ele sabe exatamente até onde vai o nosso limite, e sabe como, onde e quando deve nos amparar! Muitas vezes, como diz um poema antigo, não conseguimos ver as pegadas do Nosso Senhor enquanto ele nos ampara, porque é exatamente nos piores momentos que ele nos carrega no colo.
Para quem confia, cada acontecimento faz parte dos planos de Deus! Então, não se assuste com a vida, dê uma chance para Deus te revelar o propósito de tudo! 🙏🏻
Se hoje você está cansado, confuso, desmotivado a continuar... Lembre-se dos homens supracitados. Foi quando já parecia impossível e insustentável, que Deus levantou cada um deles e mostrou seu imenso poder!
Você não está atrasado. Você não está perdido. Se você está vivendo sendo temente a Deus, sua vida não está pausada, ela está acontecendo exatamente na velocidade que Deus determinou para a sua história!
Deus escreveu capítulos tão incríveis que você nem conseguiria imaginar! 🙏🏻📖✍🏻💙✨
(Aline Abdalah)
Aquietar-me
Há mar;
Finito...
suas ondas, sem parar.
São meus pensamentos
que só se aquietam
quando adormeço.
Em nível intermediário da nossa gramática nós temos um texto, que se inicia num prétexto, que segue para um contexto, depois vai para um intertexto, logo vem um teletexto, que em breve pula para um paratexto, chegando até um póstexto.
Sou
Sou loira,
mas sempre quis ser morena.
Dizem que sou linda,
mas no espelho ainda aprendo a me enxergar.
Sou luz,
e mesmo com sombras, continuo acesa.
Tenho fé,
mesmo depois de ter me afastado do espiritual.
Havia um brilho em mim,
e ele não se perdeu — só descansou.
Inventam histórias sobre mim,
aumentam mentiras,
me julgam por um passado que não foi justo.
Não sou os rótulos que me deram,
sou a verdade que resiste.
Tenho um amor puro para oferecer.
Eu o amo,
e estou aprendendo a demonstrar.
Não sou uma má filha,
nem inútil na minha própria casa.
Sou insegura, às vezes medrosa,
mas já não finjo tanto quem não sou.
Tento ser confiante,
e mesmo quando falho, continuo tentando.
Quero amigos,
e talvez eu não saiba ficar ainda,
mas estou aprendendo a chegar.
E quando me pergunto qual é o meu problema,
respondo com mais calma:
talvez eu só esteja em construção.
Se eu fosse eu
Se eu fosse eu, diria: te vivo,
sem medo da palavra, sem ensaio.
Se eu fosse eu, me amaria mais,
com menos culpa e menos atraso.
Se eu fosse eu, não seria loira,
nem moldaria o cabelo ao olhar alheio.
Se eu fosse eu, não odiaria o ouro,
nem carregaria rótulos que não são meus.
Se eu fosse eu, não teria fama,
nem nomes que não escolhi vestir.
Se eu fosse eu, talvez fosse melhor pra você,
ou apenas verdadeira o bastante pra existir.
Se eu fosse eu, choraria tudo
o que aprendi cedo demais a calar.
Se eu fosse eu, talvez meus pais
me enxergassem além do que é fácil notar.
Mas eu sou.
Só escondo o que pulsa no coração.
Você teria interesse em saber?
Em quebrar meu medo de dizer?
Se eu fosse eu, não perguntaria.
Se eu pudesse ser eu…
o que eu faria?
Pedido por gentileza
Queria me desculpar.
Não com você,
mas comigo.
Pelas vezes em que me cobrei demais,
em que fui dura com meus próprios passos,
em que agi sem me ouvir.
Me desculpar por ter carregado culpas
que não eram minhas,
por ter me olhado com severidade,
por ter esquecido de me tratar com carinho.
Me desculpar pelos julgamentos silenciosos,
até quando me afastei da fé,
como se eu precisasse ser inteira
para continuar sendo amada.
Há coisas que ainda pesam,
mesmo sem nome,
mas aos poucos
aprendo a soltá-las.
E também peço desculpas
pelas dores que causei,
pelos sentimentos que endureci,
pelo ego, pelo rancor
que falaram mais alto que o cuidado.
No fim,
talvez tudo isso seja apenas
um pedido simples:
aprender a me amar
com mais gentileza.
Historia, não drama
Minha ansiedade me acompanha
como um ruído constante,
um alerta que nunca desliga,
e junto dela
o medo de exagerar,
de sentir demais,
de parecer dramática
por simplesmente sentir.
Ela nasceu cedo.
Entre olhares atentos demais,
expectativas grandes demais,
e a sensação de que sentir
era sempre exagero.
Cresci ouvindo
que tinha tudo.
Casa, cuidado, conforto,
um berço chamado de ouro
— como se isso anulasse
qualquer vazio que coubesse em mim.
Quando doía,
não era dor:
era drama.
Quando eu reclamava,
era vitimismo.
Aprendi cedo
a engolir sentimentos
antes que alguém dissesse
que eu estava exagerando.
Meus irmãos gritavam mais alto,
quebravam mais coisas,
ocupavam mais espaço.
O do meio, o mais difícil,
recebeu colo em excesso,
atenção dobrada,
como se o amor fosse um prêmio
para quem dá mais trabalho.
E eu?
Fiquei quieta.
Aprendi a merecer afeto
sendo fácil.
Sendo compreensível.
Sendo grata.
Mesmo quando algo em mim
pedia socorro —
em silêncio.
Hoje, no amor,
minha ansiedade aparece
com cuidado demais,
palavras medidas,
e o medo constante
de ser intensa demais.
Não é ciúme,
é receio.
Não é cobrança,
é medo de perder.
Carrego um receio silencioso
de depender,
porque no fundo
ainda busco validação
como quem pede permissão
para existir
sem pedir desculpas.
Já disse a ele
sobre meu medo de abandono.
Não nasceu agora.
Veio de casa.
Veio das vezes em que fui ouvida
só quando não incomodava.
Tenho amor,
mas também tenho feridas.
Tenho entrega,
mas carrego alertas.
Não sei sempre explicar
nem organizar o que sinto,
e ainda assim
sinto —
mesmo com medo
de parecer dramática.
Não quero amar por carência.
Não quero ficar por medo.
Quero escolher.
Inteira.
Mesmo ainda aprendendo
a confiar
que meus sentimentos
não são exagero,
são história.
"A grandeza de Deus não se mede pela distância que Ele guarda de nós, mas pela profundidade de Sua descida até Belém."
Começamos Utilizando:
De 1500 a 1942 os Réis,
De 1942 a 1967 os Cruzeiros,
De 1967 a 1970 os Cruzados Novos,
De 1970 a 1986 os Cruzeiros,
De 1986 a 1989 os Cruzados,
De 1989 a 1990 os Cruzados Novos,
De 1990 a 1993 os Cruzeiros,
De 1993 a 1994 os Cruzeiros Reais,
De 1994 a 2026 os Reais,
Estamos Assim Até Este Instante...
"A esperança não é uma espera passiva pelo futuro, é a invasão do amanhã dentro das sombras do hoje."
"Existem momentos na história que são janelas: o que vemos através delas não é apenas o amanhã, mas o fim de todas as coisas."
A obra "Mestre dos Pretextos", de Michel F.M., é uma incursão provocativa do autor no campo da Filosofia e Crítica Social, afastando-se um pouco do lirismo puro para focar na desconstrução da retórica humana.
Aqui estão os pontos fundamentais da análise:
1. A Anatomia da Desculpa
O título ironiza a capacidade humana de criar justificativas para a inércia e para a manutenção do status quo. O "Mestre dos Pretextos" é uma personificação da sociedade contemporânea que, segundo o autor, utiliza o intelecto e a linguagem não para revelar a verdade, mas para encobrir a falta de ação ou a submissão.
2. Temática e Tom
Crítica à Alienação: O autor explora como os "pretextos" são usados como escudos contra a realidade. É um diálogo direto com o tema da alienação presente em Revolesia, mas focado na mentira individual.
O Ego e a Máscara: A obra analisa as máscaras sociais e os discursos prontos. Michel F.M. utiliza sua base em Neuroeducação para dissecar os processos mentais que nos levam a aceitar falsas narrativas em troca de conforto psicológico.
3. Estilo Literário
Prosa Aforística: Diferente de suas trilogias poéticas, esta obra tende a frases curtas, secas e impactantes, que funcionam como "golpes" de consciência.
Desconstrução: O autor busca "desmascarar" o leitor, convidando-o a reconhecer seus próprios pretextos. É uma leitura desconfortável, porém necessária, que visa a autenticidade.
4. Contexto na Obra do Autor
Publicada em um período de transição, a obra serve como o alicerce intelectual para a trilogia Flores do Pântano. Ela limpa o terreno da "hipocrisia social" para que o autor possa, mais tarde, propor a insubordinação em Sujeitos Insubordinados.
Em resumo, "Mestre dos Pretextos" é um espelho crítico. Michel F.M. nos mostra que, enquanto formos mestres em justificar por que não mudamos, seremos eternos escravos de nossas próprias limitações.
A obra está disponível para consulta no Clube de Autores.
A obra "Delírio Absoluto da Multidão Atônita", de autoria de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), é o primeiro volume da trilogia intitulada Mestre dos Pretextos.
Abaixo, uma breve análise dos elementos centrais da obra:
Contexto e Temática
O livro é uma compilação que transita entre a poesia, a filosofia e a crônica social. A obra parece ter sido gestada ou influenciada por momentos de alta tensão social e política, incluindo reflexões sobre liberdade de expressão e dilemas éticos.
Estilo Literário
Experimentalismo: O autor utiliza uma linguagem que muitas vezes ignora normas literárias tradicionais ou modelos clássicos, priorizando a expressão bruta de sentimentos e ideias.
Abstração e Filosofia: Como filósofo de formação, Michel F.M. impregna seus versos com questionamentos existenciais, tratando a "multidão" não apenas como um grupo de pessoas, mas como uma entidade em estado de choque (atônita) diante da realidade.
Lirismo Caótico: O título sugere uma visão da sociedade contemporânea como um organismo coletivo delirante, onde o caos é o fio condutor da narrativa poética.
Estrutura
Publicada de forma independente pelo Clube de Autores, a obra é descrita como uma peça fundamental para entender a "trilogia do pretexto", onde o autor explora as justificativas humanas para suas ações e omissões.
A alma
não vibra com
qualquer
pessoa.
Tem que ter
aquela energia
boa, que raramente
acontece com
qualquer um.
Vi no ato um rato com um gato junto com um pato que estavam usando um par de sapato que pertencia a um novato de fato.
