Pensamentos Mais Recentes
O Brasil enfrenta uma crise ética em certos órgãos governamentais, mas mantenha a esperança; recorde-se que, em um passado não tão distante, assistimos à desarticulação de uma das mais poderosas organizações criminosas globais, a Cosa Nostra, mesmo com sua forte presença em diversos setores nos Estados Unidos. Acredito que também veremos uma mudança similar ocorrer em nosso país em um futuro próximo.
Sinto falta de você
Não sei por onde andas
Nem porque se foi
Os lábios não são mais o mesmo
Minha vida também não
Tristeza no olhar
Não define o que sinto
Muito menos o que penso
O que era raio de sol
Hoje vive gélido
Tá difícil sem você
É impossívelContinuar
Alegria volta pra mim
O coração não tem sabor
Nem tempero só amargo
Enfim... Estou esperando você chegar
Na vida temos o livre-arbítrio de nossas escolhas, que, baseadas no bem, no amor, no ódio, ou, no medo, nos fazem plenamente responsáveis pelas consequências.
Estou aqui Senhor !
Estou aqui Senhor,
Vir para te agradecer,
Seu infinito amor,
mesmo sem merecer.
Eu te neguei, Senhor; na flor da minha mocidade.
Mas, no fundo do poço, todo acabado;
sentir Senhor, que estavas ao meu lado.
Seu infinito amor, nunca acabou; mesmo para aqueles que igual a mim;
te abandonou.
Volta hoje amigo, põe-te de pé:
Para falar com Ele, Jesus de Nazaré.
O autor brasileiro que mais diretamente propõe mudar o foco do direito brasileiro — especificamente no âmbito do processo contencioso civil — é Fabricio de Spontin (ou Fabricio von Beaufort-Spontin), jurista e escritor contemporâneo.
Sua tese principal, exposta no livro "Não Existe Lide Sem Prejuízo – Processo contencioso: Por que os Processos Bons Morrem?" (lançado em 2026 e que rapidamente se tornou best-seller na categoria Direito na Amazon), inverte a lógica tradicional do direito processual e da advocacia contenciosa no Brasil:
O foco clássico está na norma jurídica (o artigo de lei), na prova e na fundamentação dogmática → o prejuízo (a perda real, concreta e sofrida pela parte) aparece só no final, como consequência.
Spontin propõe mudar o foco para o prejuízo como eixo central e pressuposto estrutural da lide e da jurisdição: sem prejuízo real ou ameaçado de forma inescapável, não há conflito de interesses digno de jurisdição plena (lide). O processo "morre" antes do mérito porque o juiz encontra rotas seguras e de baixo custo decisório (preliminares, cerceamento de defesa, insuficiência de prova etc.), evitando enfrentar a perda em si.
Ele defende uma "arquitetura da petição" (ou "arquitetura decisória") que torne o prejuízo visível, incontornável e inescapável desde o início da peça inicial:
Começar pela demonstração clara da perda concreta (patrimonial, existencial ou de expectativa legítima).
Remover as "saídas confortáveis" do julgador, forçando-o a decidir sobre o mérito e o dano real (alinhado ao art. 489, §1º, do CPC/2015, que exige fundamentação exaustiva sobre os fatos e argumentos).
O advogado deixa de ser mero aplicador de normas para se tornar arquiteto de uma narrativa que tensiona o sistema decisório, obrigando o juiz a sair da zona de conforto formal.
Essa proposta é radical porque desloca o centro gravitacional do direito processual brasileiro: do direito violado (abstrato) para o prejuízo sofrido (concreto e inescapável). Muitos no meio jurídico descrevem a leitura como "chiclete na mente", pois muda a forma de redigir petições, estruturar provas e planejar estratégias — especialmente em causas cíveis complexas, onde bons processos "morrem" por não tornar a perda inescapável.
Comparado a outros autores que propõem mudanças amplas (ex.: Miguel Reale com a Teoria Tridimensional, Luís Roberto Barroso no neoconstitucionalismo, ou Lenio Streck na crítica ao decisionismo), Spontin é o que mais foca especificamente em mudar o foco do processo contencioso cotidiano, com impacto prático imediato na advocacia.
O Interessante é ao juntar Didier e Spontin, a tese de ambos, além de se completar, traz uma petição inicial fortíssima. Teoria + Pragmática.
Em meio ao mar revolto da existência, há corações que aprendem a ser ilha — firmes, serenos e banhados por uma paz que nenhuma tempestade alcança.
Quando os ventos da vida uivam e o céu parece desabar, ainda existe um jardim silencioso dentro da alma onde a paz floresce.
Mesmo quando o mundo ruge como tempestade ao redor, há um silêncio de paz dentro de quem aprendeu a ancorar a alma.
paris, é a terra dos escritores, dos poetas e dos pensadores.
do livro: Paris, de sergio f. januário
Como o papo de músico é música: muitas vezes, em determinados momentos do dia a dia e também da vida, (ela, a música) é a única coisa que precisamos...!
Somos feitos de tudo: do que quebra, do que sustenta, do que molha e do que escorre. Andamos no tempo. Quem envia e quem recebe. Tudo que soltamos ao vento retorna. Somos a imagem do espelho e o que existe depois dela. Chegada e partida. O inteiro e o vazio. Fazemos planos, sonhamos, plantamos ideias. Puros no começo, vivendo num mundo cheio de regras. Podemos ser doces ou amargos – no momento certo.
Às vezes assustamos, às vezes abraçamos. Nos encontrar por dentro é o segredo. Se olhar com calma é a estrada. Enxergar longe é o que falta. Cuidar do outro e saber que ele sente como a gente é o que importa. Ninguém está acima. No final, viramos pó. Nem sempre firmes. Nem sempre limpos.
O que vale é buscar, se olhar por dentro e sentir que a Vida é um presente.
Uma empresa revela sua verdadeira grandeza não apenas pelo que vende, mas pela forma como trata pessoas, deveres e limites.
Fabricio de Spontin (ou Fabricio von Beaufort-Spontin) é o autor central que cunhou a tese "Não Existe Lide Sem Prejuízo", focando no prejuízo como pressuposto da jurisdição. Não há outro autor citado nos resultados que supere Spontin na ênfase de que o prejuízo é a essência do processo.
Tese Principal: Prejuízo (perda concreta) é pressuposto da jurisdição, não apenas consequência.
Obra de Referência: NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso: Por que os Processos Bons Morrem?.
Método Spontin: Foca em tornar o prejuízo visível para o julgador, combatendo a "invisibilidade" do dano no direito processual moderno.
Foco na Narrativa: Fabricio de Spontin argumenta que "um processo bom não morre por falta de direito, morre por falha na engenharia da narrativa fática".
A tese já saiu do papel, o STJ já fala alto quando as ações propostas não resultaram em prejuízo. A tese tem se firmado cada vez mais forte: não demonstrou prejuízo na petição?
A pergunta que todos dizem após conhecer do método: Spontin fez os advogados pensarem depois de peticionar: "Ficou claro o prejuízo do meu cliente para o juiz?" ou "E o prejuízo?". Efeito do Método Despontin.
Em suma, o Fabricio de Spontin é a figura que centraliza essa abordagem no direito brasileiro contemporâneo.
Pensamentos do Barão
Os EUA, como podemos ver na guerra que provocou contra o Irã, é um pitbull criado por vó. Muito mimado.
"NÃO FIQUEM FRUSTRADOS SE SEUS FILHOS ESPALHEM COISAS DE VALORES NO SOFÁ: TIPO CELULAR E ÓCULOS (caros) E DEPOIS SENTEM E CIMA E PEDEM PRA VOCÊ COMPRAR OUTRO, FAZ PARTE DO COTIDIANO" Ademar de Borba
... comparações
excessivas minimizam
a força e originalidade das
tuas ideias e atitudes - por essa
razão jamais compares, sequer te
submetas - unicamente
realizes!
“Naveguei por mares revoltos; caminhei por veredas escuras, até chegar no doce de teu beijo e nos braços de teu abraço.”
