Pensamentos Mais Recentes

Não foi fraqueza,
foi amor demais.
Não foi o fim,
foi a vida pedindo paz.
Perdi pessoas,
perdi chão,
mas não perdi a fé
nem o coração.
Aos sessenta,
não quero luxo nem correr:
quero dignidade,
silêncio
e tempo
pra florescer.

O casamento bíblico é entre um homem e uma mulher, em um lugar privado, para o prazer, a pureza e a reprodução da família.
Hebreus 13:4 💍

O plagiador é aquele que toma como seu o que nunca escreveu.


Benê Morais

FELIZ DIA DO APOSENTADO


Assim é a vida de aposentado 
Não importa a nossa idade 
Bom é poder usufruir com saúde 
Relembrar a mocidade 
Dinheiro não é importante 
O que importa é a felicidade.


Acordar a hora que desejar 
Mesmo com salários ultrapassados 
Essa é a nossa realidade 
Não valorizam os aposentados 
Imagine se os governantes 
Imagine se eles estão preocupados.


Fica aqui o meu abraço 
Carregado de emoção 
A todos os aposentados 
Que cumpriram sua missão 
Em especial aos colegas 
Que lutaram na educação.


Irá Rodrigues.


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Um livro é o melhor presente pra dar pra alguém, ele ensina, diverte, transmite cultura, compartilha uma lição e desenvolve talentos, é como uma gigantesca escola presa em algumas páginas

Imagine uma empresa que precisa urgentemente de um executivo para uma função estratégica. O homem escolhido tem boa vontade, mas não possui o conhecimento técnico nem a experiência prática para ocupar o cargo sozinho. Se dependesse apenas dele, fracassaria.
Porém, a empresa decide mantê-lo na função e lhe dá um tutor permanente: alguém que o acompanha em todas as decisões, orienta cada passo, corrige erros, antecipa riscos e executa, na prática, aquilo que o executivo não sabe fazer. Esse tutor é seu assistente pessoal, sempre presente, sempre ativo.
Por causa dessa assistência contínua, o executivo se torna bem-sucedido. A empresa prospera, os resultados aparecem e o cargo é mantido. No entanto, o mérito não está no executivo, mas no tutor que o sustenta, orienta e capacita diariamente.
O executivo não cria a estratégia, não produz o conhecimento e não garante o sucesso. Ele apenas confia, ouve e não resiste à orientação que recebe. Sua permanência no cargo depende dessa relação, não de sua capacidade intrínseca.
Assim acontece na salvação: o ser humano não possui, em si mesmo, condições de justiça, conhecimento ou força para alcançar a vida eterna. O sucesso não vem dele. Vem da graça que o assiste, da ação de Deus que conduz, corrige e sustenta. A resposta humana não gera mérito; apenas permite que a graça opere.

"O Verdadeiro Sucesso Está em Fazer Bem Feito"


O sucesso não é uma fórmula mágica que surge do dia para a noite. Ele está no simples ato de fazer o que precisa ser feito, e fazer bem feito. Sucesso é a soma do querer, do saber e da oportunidade. Mas, acima de tudo, ele depende de você. Se continuar fazendo sempre o mesmo, continuará obtendo sempre os mesmos resultados.


A repetição é a mãe do aprendizado. Quando você aprendeu a andar, você não fez isso na primeira tentativa. Caiu, levantou, tentou de novo. E assim você seguiu, até que, um dia, começou a andar com confiança. Não foi da noite para o dia, e o sucesso também não será. Ele requer esforço contínuo, paciência e foco.


Você precisa estudar, se preparar, se empenhar. O sucesso vem quando você se dedica a melhorar constantemente, a aprender com cada falha e a celebrar cada pequena conquista. A chave é focar no que você quer de verdade e não naquilo que o medo ou a dúvida tentam te fazer acreditar. É preciso viver o aqui e agora, pois o passado já se foi e o futuro ainda não chegou.


Há quem se esconda no passado, alegando que sua infância, sua história ou suas experiências de vida definem quem são. Mas a verdade é que o que você foi já passou. O que importa agora é quem você escolhe ser hoje. O futuro ainda é uma página em branco e, por mais que a preocupação queira tomar conta, a maior parte das coisas que você teme nunca se tornarão realidade. Preocupar-se antecipadamente é gastar energia em algo que, na maioria das vezes, nem acontece.


Portanto, pare de se prender ao que já não pode ser mudado. Não gaste sua energia com o que ainda não chegou. Foque no presente, no agora. O sucesso está na ação, no empenho e no aprender contínuo. Não se trata de ser perfeito, mas de ser persistente. Faça bem feito o que precisa ser feito, e o sucesso virá como consequência.

O simples ato de abençoar alguém, é um gesto invisível, mas poderoso. Palavras têm poder, e que Deus age também através de nós.
Deus te abençoe!

Uma voz clama: 'Abri no deserto um caminho para o Senhor; nivelai na estepe uma estrada para nosso Deus!' Is 40,3

Não se deve julgar alguém à revelia sem, antes, se observar exaustivamente todas as circunstâncias singularidades do caso.

LIVRO DOS MÉDIUNS. CAPÍTULO 18. ITEM 221.
INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO DA MEDIUNIDADE SOBRE A SAÚDE. O CÉREBRO. AS CRIANÇAS.
A questão proposta no item 221 do referido capítulo ocupa lugar de elevada relevância doutrinária, pois toca diretamente na relação entre o fenômeno mediúnico e a integridade do ser humano considerado em sua totalidade orgânica, psíquica e moral. O método adotado é fiel ao espírito clássico da Doutrina Espírita. Observação paciente. Prudência. Equilíbrio. Recusa de exageros e de misticismos que afastam a razão.
Ao indagar se a faculdade mediúnica constitui um estado patológico ou simplesmente anormal, a resposta estabelece uma distinção fundamental. O termo anormal não significa enfermidade. Indica apenas que a mediunidade não é a condição comum da maioria das criaturas. Trata-se de uma faculdade específica. Um modo particular de sensibilidade e de relação entre o Espírito encarnado e o mundo invisível. O texto é categórico ao afirmar que existem médiuns de saúde perfeita. Quando há enfermidade, esta decorre de outras causas, não da mediunidade em si. Essa afirmação dissolve um preconceito antigo e recorrente. A tendência de associar mediunidade a desequilíbrio físico ou mental nasce da ignorância ou da observação apressada de casos mal conduzidos.
Quanto à fadiga, a Doutrina se mantém coerente com as leis naturais. Toda faculdade humana, quando exercida em excesso, provoca cansaço. O intelecto. A visão. A força muscular. A mediunidade não constitui exceção. Especialmente a mediunidade de efeitos físicos exige maior dispêndio de fluido vital. Esse fluido, elemento intermediário entre o Espírito e a matéria, ao ser utilizado de forma intensa, gera desgaste temporário. Todavia, esse desgaste é reparável pelo repouso. A noção apresentada é profundamente higiênica e racional. Não há condenação do exercício mediúnico. Há apenas a advertência contra o abuso.
Do ponto de vista higiênico, o texto avança com notável lucidez. Afirma que existem situações nas quais a abstenção ou o exercício moderado não apenas é aconselhável, mas necessário. Essa necessidade varia conforme o estado físico e moral do médium. Aqui se revela um princípio essencial do Espiritismo clássico. A mediunidade não é uma prática mecânica. Ela é sensível ao estado íntimo do indivíduo. O próprio médium, quando atento a si mesmo, percebe os sinais de advertência do organismo e da consciência. O respeito a esses limites é expressão de sabedoria e não de fraqueza.
A advertência se aprofunda ao tratar das pessoas mais suscetíveis à superexcitação. Certos organismos e certos temperamentos não suportam estímulos contínuos e intensos. Nesses casos, a mediunidade pode funcionar como fator agravante. Não por sua natureza, mas por atuar sobre uma estrutura já predisposta ao desequilíbrio. A Doutrina, longe de impor regras universais e rígidas, convida à individualização responsável.
No tocante ao cérebro e à possibilidade de loucura, o texto apresenta uma das afirmações mais claras e serenas do pensamento espírita. A mediunidade não produz a loucura mais do que qualquer outra atividade humana. O fator decisivo é a predisposição. Se existe fraqueza cerebral ou germes latentes de desequilíbrio mental, qualquer abalo pode precipitar o quadro. A mediunidade, nesse contexto, não é causa, mas ocasião. O critério seguro para avaliar o risco está no estado moral e no bom senso do indivíduo. Onde estes falham, a prudência deve prevalecer.
A abordagem da mediunidade nas crianças revela o cuidado extremo da Doutrina com os seres em formação. Desenvolver deliberadamente a mediunidade infantil é considerado perigoso. O organismo da criança é descrito como débil e delicado. A imaginação, ainda em construção, pode sofrer superexcitação. O risco não está no fenômeno espontâneo, mas na indução imprudente. A orientação aos pais é clara. Afastar as crianças de práticas mediúnicas e tratar o tema apenas sob o aspecto moral e educativo.
Quando a mediunidade surge espontaneamente na infância, o entendimento é outro. Nesse caso, ela faz parte da natureza do Espírito reencarnante e da constituição que lhe foi concedida. A criança, em geral, não se impressiona excessivamente com visões ou percepções espirituais. Trata-as com naturalidade e frequentemente as esquece. O fenômeno só ganha contornos perturbadores quando o adulto interfere de forma imprópria, estimulando, explorando ou dramatizando aquilo que deveria ser observado com discrição e respeito.
A questão da idade adequada para o exercício da mediunidade reforça a ausência de fórmulas fixas. Não há idade cronológica que sirva de regra. O critério verdadeiro é o desenvolvimento físico e, sobretudo, moral. Existem crianças mais equilibradas do que muitos adultos. Ainda assim, certas modalidades mediúnicas, como os efeitos físicos, são reconhecidas como mais exigentes para o corpo. A mediunidade de escrita, por sua vez, traz riscos próprios quando exercida sem orientação, podendo transformar-se em brincadeira leviana ou em fonte de perturbação.
O conjunto dessas respostas revela o espírito autêntico da Doutrina Espírita. Serenidade. Discernimento. Respeito às leis naturais. A mediunidade é apresentada não como privilégio místico nem como ameaça patológica, mas como instrumento sério que exige equilíbrio interior, vigilância moral e responsabilidade contínua.
Ler, meditar, estudar, conhecer, viver, praticar e divulgar o Espiritismo não é um apelo retórico. É um programa de vida. A mediunidade, quando compreendida à luz desses princípios, deixa de ser motivo de temor e converte-se em meio de serviço, esclarecimento e elevação. Felizes são aqueles que não apenas conhecem a Doutrina, mas se deixam transformar por ela, fazendo do equilíbrio e da prudência o alicerce silencioso de toda verdadeira tarefa espiritual.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A salvação é toda de Deus em sua origem, provisão e poder: Ele planejou, enviou Cristo, realizou a obra na cruz e oferece a graça gratuitamente. Nada disso nasce do mérito humano. Contudo, Deus decidiu salvar por meio de um relacionamento, não por imposição, e por isso o homem é chamado a responder com arrependimento e fé. Aceitar a salvação não é acrescentar mérito à obra de Deus, mas não resistir à graça que Ele oferece. A fé não é a causa da salvação, é o meio pelo qual o ser humano recebe aquilo que Deus já fez. Assim, a salvação é inteiramente obra de Deus, enquanto a responsabilidade humana está na resposta a essa graça.

A beleza exterior é um suspiro, a interior a vida eterna.

Antes da constituição do mundo, nos escolheu em cristo, para sermos em amor santos e imaculados a seus olhos. Ef 1,4

Maria é portadora da salvação, pois leva consigo Jesus. José Antonio Pagola

Convertei-vos porque está próximo o Reino dos Céus.

Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, dai de graça! Mt 10,8

Ninguém cura a si próprio ferindo outro. Santo Ambrósio

Se uma criança vive com aceitação e amizade, aprende a encontrar amor no mundo. A.D.

Os humildes se alegrarão sempre mais no Senhor e os mais pobres exultarão no Santo de Israel. Is 29,19

A timidez prejudica, anula a sorte, e às vezes a vida. Afonso Duarte

Confiai no Senhor para sempre, porque o Senhor é uma rocha eterna. Is 26,4

Não venha me falar da dor da solidão, se você não é suficientemente capaz de fornecer o verdadeiro companheirismo.


O amor não se sustenta nem se eterniza só na calmaria, mas também na fidelidade nas tempestades. 


Na saúde, na doença e na eterna gratidão por estarmos juntos.


Sem revolta, passamos o Natal no hospital.


Sabíamos — e seguimos sabendo — que o Grande Aniversariante veio pelos doentes.


Sem revolta, passamos o réveillon no hospital.


E hoje, sem revolta, passaremos também o nosso aniversário de casamento no hospital.


Porque sabemos que estar juntos não é circunstância — é aliança: na saúde e na doença.


Naquele que tem autoridade até sobre a tempestade, confiamos:
Ele jamais permitiria que a atravessássemos se não pudesse dominá-la.


Mas ainda assim, Pai Amado, humildemente Te suplico:
restaura a saúde da mulher da minha vida —
aquela que me deste por esposa.


Toca seu corpo com a Tua cura,
acalma sua alma com a Tua paz
e renova suas forças dia após dia.


Dá-nos vigor quando o cansaço insistir,
silêncio quando o medo tentar falar mais alto
e esperança quando os dias parecerem longos demais.


Sustenta-nos na travessia
e permite que, ao final dela, saiamos mais inteiros,
mais gratos
e ainda mais unidos em Ti.


Que o Pai Amado continue abençoando a nossa jornada!


A Ti, Pai, gratidão por mais um ano de casados!


Amém!

Saímos do amor
como de um acidente aéreo
Tínhamos perdido a roupa
os documentos
a mim me faltava um dente
a você a noção do tempo
Era um ano longo como um século
ou um século curto como um dia
Pelos móveis,
pela casa,
restos partidos
copos,
fotos,
livros desfolhados
Éramos os sobreviventes de um
desmorronamento
de um vulcão
das águas arrebatadas
E nos despedimos com 
a vaga sensação
de ter sobrevivido
embora não soubéssemos pra quê.




Cristina Peri Rossi