Pensamentos Mais Recentes

As pessoas não fazem viagens. As viagens fazem as pessoas.O cabelo fica mais claro. A pele fica mais escura. A água fica mais quente. A bebida fica mais gelada. A música fica mais alta. O dia fica mais longo. A vida fica melhor. Que bom sempre ter mais água salgada molhando os pés do que escorrendo pelos olhos.Quando o coração é de sol, toda estação é verão.Se o pensamento é positivo, a maré sempre é boa...
Sentido da Vida,
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi

Se me apaixonei pelos teus olhos, foi porque eles me permitiram decifrar o mistério mais bonito de todos. Eu não me encantei pelo que o mundo vê em ti.


​*Eu me apaixonei pela tua alma.⁠*

É imprescindível lembrar que também preciso de Deus quando tudo vai bem… Ser grata é uma forma de honrar a minha fé e contemplar os cuidados de Deus na minha vida!

(Aline M. Abdalah)

Nossas casas estão edificadas, nossos vinhedos estão plantados em redor do sopé de um vulcão. Hoje podem ser belas e florescentes; mas amanhã cinzas é tudo quanto poderá restar. Portanto, abri bem as mãos, enquanto elas tiverem bênçãos a propiciar; pois, daquilo que derdes, jamais podereis ser privados"
Edward Payson, citado por Russell Norman Champlin, Novo Testamento Interpretado, volume 5, pág. 356

É muito fácil ser um cientista ou um religioso do que ser um filósofo ou um espiritual!

Não fique parado agora, no sofisticado ou no feijão com arroz, quem sabe faz na hora, não deixa pra depois.

É dito que, levado por excesso elevado de orgulho por sua extraordinária posição, e sendo testado pelo Todo-Poderoso, Lúcifer, recusara-se a ser como que uma espécie de "servidor" da espécie humana. Para ele, seria tão tolo quanto patético, "curvar-se" a caprichos tão mesquinhos e inferiores. Mas tudo não passava de um grande teste, para saber até que ponto iria sua capacidade de obediência, a Ele! Ao GRANDE TRONO!!!
Volta e meia, também, a elevados espíritos, ocorre a tentação de não querer ter de se submeter ao serviço de uma humanidade que, em sua esmagadora maioria, não passa de indivíduos patéticos. Com ideais patéticos. Projetos patéticos e uma existência mais patética ainda. No fundo, o indivíduo de elevado espírito, diz: "mas para que serve mesmo a humanidade"? E este ou aquele indivíduo? Qual a finalidade primeira e última mesmo, da existência humana, para que eu dê atenção? Então, o homem de espírito se sente tentando a se rebelar contra isso. A ter, tipo, o sentimento Luciferiano. A odiar, destruir e arruinar projetos já "ARRUINADOS". Mas, por ser esse indivíduo de elevado espírito, ele reflete e diz que, servir a patética humanidade, não é outra coisa senão servir ao PROPÓSITO de Deus. Porque se Deus dá valor ao que o homem elevado acha, por vezes, que não tem nenhum, o que é o pensamento deste homem, diante do pensamento de Deus? Então ele resiste a essa tentação e prossegue em sua missão ou em seu serviço em prol da Humanidade.




Às 15:50 in 10.07.2026

"Antes de criticar quem está no palco, lembre-se de que você está na plateia."

O maior obstáculo para a ignorância não é a falta de luz, é a recusa absoluta em abrir os olhos.

As vaias e os aplausos definem as melhores e as piores escolhas que fiz em relação aos meus personagens.

Vou querer um ditado de palavras sobre isso de sentir saudade…

"Quem planta o mal, com o próprio mal se paga"

Eu queria não sentir mais nada por ele. Não porque quero apagar a história que vivi, mas porque quero voltar a sentir paz.


Hoje eu sei que sou melhor sem ele. Talvez, por enquanto, eu seja melhor até sem ninguém. Preciso me reencontrar, descobrir novamente quem eu sou e reconstruir a mulher que ficou perdida no meio de tanta dor.


Não quero mais implorar por carinho, respeito ou atenção. Não quero mais viver um amor em que apenas um luta para dar certo.


Quando eu estiver pronta para amar outra vez, quero um amor leve. Quero amar e ser amada. Cuidar e ser cuidada. Respeitar e ser respeitada. Quero alguém que escolha ficar, que me faça sentir segura e que nunca use minhas fragilidades para me machucar.


Hoje, antes de procurar alguém, eu escolho procurar a mim mesma. Porque sei que mereço muito mais do que tudo o que vivi. Mereço paz. Mereço reciprocidade. Mereço um amor que não me faça duvidar do meu valor.

Inserida por beatriz_ferreira_9

Em plena florada invernal 
do camboim-da-serra
nesta bela terra austral,
que o frio não encerra 
o calor do meu coração. 


Mesmo muito de longe
os teus sinais reconheço,
Nunca será pedir demais
que além da companhia,
desejo a sua presença
com absoluta energia;
Amar é o topo da crença
que fortalece e enargeia. 


O domínio e o talento
sobre o que há de mais
selvagem e inato dentro,
que no tempo e o vento
não podem fazer doma. 


Somados à plena sincronia
envolvente e terra tenente
entre o tangível, o intangível,
a dopamina e a adrenalina,
não somos nenhuma fantasia.


A presença e o pensamento
perceptíveis ao meu redor,
Tu mantém com todo o fulgor
forte e vivo a chama do amor
para não perder o encantamento.

Servir a outros, gastar e ser gasto por eles, esse é o ideal que devemos apresentar perante a humanidade; e na proporção ideal em que esse ideal for atingido, cessarão as tremendas desigualdades entre classe e classe, entre homem e homem. Essa é uma lição que precisa de muito ensino e de muito aprendizado. Entrementes, parece coisa terrível deixar gerações inteiras a sofrer abandono, tal como era coisa terrível deixar gerações inteiras a gemerem na escravidão"
Alfred Plummer - citado por Russell Norman Champlin, Novo Testamento Interpretado, volume 5, pág. 344

A melhor versão de mim mesmo é aquela que veio da IA (Inteligência do Altíssimo).

Capítulo — Quando a porta se fechou

A chegada da minha filha mais nova deveria ter inaugurado um dos períodos mais felizes da nossa família. Mas, quase ao mesmo tempo em que ela nasceu, o mundo inteiro fechou as portas. A pandemia nos trancou dentro de casa, silenciou as ruas, modificou rotinas e obrigou milhões de pessoas a reaprenderem a viver.

Eu acreditava que estávamos enfrentando apenas mais uma fase difícil.

Não estávamos.

Enquanto o mundo parava, meu casamento também parava — só que de uma forma muito mais silenciosa.

Meu marido já não era mais meu marido.

Ele vinha para casa apenas para jantar e dormir. Nos fins de semana, trabalhava. As conversas desapareceram. Não existiam mais planos, risadas, confidências ou discussões sobre o futuro. Falávamos apenas do que faltava comprar, das contas da casa ou de alguma necessidade imediata das crianças.

Nem sobre os filhos ele perguntava.

É claro que eu percebia que alguma coisa havia mudado. Mas tentei justificar tudo.

Pensei que fosse a pandemia. Pensei que fosse o peso de um bebê recém-nascido. Pensei nas dificuldades financeiras. Pensei na minha própria dor, porque eu ainda não havia aprendido a sobreviver à morte da minha mãe. Havia dias em que a saudade voltava inteira, sem pedir licença, e eu mal conseguia respirar.

Talvez, eu dizia para mim mesma, fosse apenas uma fase.

Talvez estivéssemos todos emocionalmente cansados.

Passei um ano inteiro acreditando nisso.

Mas o amor, quando vai embora, deixa pistas por todos os cantos da casa.

Ele já não pegava nossa filha caçula no colo. Não brincava com ela. Não perguntava como ela estava. Saía cedo, sem sequer dizer bom-dia, e voltava apenas para cumprir uma rotina mecânica de comer e dormir.

O que mais me machucava, porém, era vê-lo perder a paciência com nosso filho do meio. Qualquer motivo era suficiente para uma explosão, e eu sempre precisava me colocar entre os dois para protegê-lo.

A casa já não era um lar.

Era apenas um endereço onde quatro pessoas dividiam o mesmo teto.

Até que chegou um sábado de novembro.

Ele entrou com um lanche nas mãos. Entregou às crianças. Sentou-se. Comeu em silêncio.

Então olhou para mim e disse, sem alterar a voz:

— Vou embora. Não aguento mais.

Foi como ouvir uma sentença.

Perguntei por quê.

Disse que podíamos conversar. Que poderíamos tentar. Afinal, eram treze anos de casamento. Treze anos de histórias, sonhos, dificuldades e conquistas.

Mas ele já havia partido antes mesmo de sair pela porta.

Disse apenas que estava com depressão e que precisava se afastar.

Naquele momento, eu acreditei.

Por mais que meu coração estivesse sendo despedaçado, minha maior preocupação deixou de ser o fim do casamento.

Passei a acreditar que o homem que eu amava estava doente.

E pessoas doentes precisam de cuidado, não de abandono.

Depois que ele saiu, tentei ligar todos os dias.

Mandava mensagens.

Perguntava se estava bem.

Perguntava quando veria as crianças.

Não havia respostas.

Nenhuma.

Nem para saber dos próprios filhos.

Naquela época eu também enfrentava outro medo.

Eu estava desempregada.

Precisava alimentar duas crianças pequenas e reconstruir uma vida inteira.

Foi então que decidi transformar um pequeno espaço da casa numa sala de reforço escolar.

Comecei com apenas dois alunos.

Era pouco.

Mas era um começo.

Em dezembro já atendia quatro crianças. Ainda não resolvia todos os problemas financeiros, mas me devolvia algo que eu havia perdido havia muito tempo: a sensação de que eu podia construir alguma coisa com as minhas próprias mãos.

Foi também em dezembro que ele voltou.

Não porque sentisse saudades.

Nem porque quisesse conversar.

Eu havia mandado uma mensagem dizendo que, se ele não buscasse seus pertences, eu colocaria tudo no lixo.

Ele apareceu.

Entrou em casa como quem nunca tivesse ido embora.

Deu bom-dia.

Sorriu para as crianças.

Brincou com elas.

Riu.

Como se nada tivesse acontecido.

Depois devolveu a chave da casa, pegou suas coisas e foi embora.

Simples assim.

Sem lágrimas.

Sem conversa.

Sem despedida.

Sem qualquer demonstração de emoção.

Parecia alguém visitando parentes distantes durante uma viagem: entra, cumprimenta, pega o que veio buscar e segue seu caminho.

Naquele momento, eu ainda alimentava uma pequena esperança.

O Natal estava chegando.

Treze anos juntos.

Dois filhos.

Talvez ele aparecesse.

Talvez quisesse reconstruir alguma coisa.

As crianças pediram para falar com o pai.

Liguei.

Ele atendeu.

Havia música ao fundo.

Estava arrumado.

Desejou feliz Natal.

Mas disse que não viria.

Naquele instante, algo dentro de mim finalmente acordou.

Ele não estava tentando se curar.

Não estava vivendo um tempo de afastamento.

Ele já estava vivendo outra vida.

E, pela primeira vez desde que tudo começou, compreendi que eu precisava parar de esperar.

Naquela noite, entendi uma verdade dolorosa.

Os filhos eram meus.

A responsabilidade era minha.

A força teria que nascer de mim.

Não porque eu tivesse escolhido isso.

Mas porque a vida havia escolhido por mim.

E, embora eu ainda não soubesse, foi exatamente naquele momento — quando todas as portas pareciam fechadas — que comecei, silenciosamente, a reconstruir a mulher que eu seria dali em diante.

Se os mitos que vivem na mente humana fossem eliminados, a humanidade sofreria um colapso total, nunca visto e jamais imaginado.
F. Meirinho

Estou dando uma Pausa.


Por um tempo, escolho o silêncio.


Longe dos holofotes. Longe da correria. Longe de tudo aquilo que, aos poucos, foi consumindo minhas forças sem que eu percebesse.


Não é desistência. Não é fuga. Não é falta de amor pelo que faço.


*É cuidado*


É o reconhecimento de que existe algo mais importante do que continuar correndo: Cuidar da alma.


Passei anos vivendo para tantas responsabilidades, carregando pesos, enfrentando batalhas e tentando permanecer forte. *Sorri quando estava quebrado. Caminhei quando estava ferido. Permaneci de pé quando tudo dentro de mim queria desabar*


Travei guerras silenciosas que quase ninguém viu. E algumas delas ainda estou lutando.


Mas até os guerreiros se cansam.


Até os mais fortes precisam parar para respirar, se curar e se reencontrar.


A caminhada deixou marcas. Algumas profundas. Mas, pela graça de Deus, continuo de pé.


Não sustentado pela minha força.Não pela minha capacidade. Mas pela graça que me alcançou quando eu já não tinha forças para continuar.


Por isso, escolho parar.👇


Parar para orar mais. Parar para jejuar mais. Parar para ouvir mais a voz de Deus. Parar para voltar ao lugar onde tudo faz sentido: A Sua presença.


Porque ministério sem intimidade vira ativismo. Serviço sem descanso vira exaustão. E uma alma vazia não pode oferecer aquilo que ela mesma não possui.


Jesus também se retirava para lugares solitários e orava. Se o Mestre precisou parar, quem sou eu para achar que não preciso?


Então, esta não é uma despedida.


É apenas uma pausa de tudo o que me fez cansar em minha jornada. Agora, inicia-se um novo tempo. Quero ser usado e cheio da graça para apresentar Cristo ao mundo. Agora é tempo de ter mais intimidade com Ele, porque foi Deus quem me chamou e tem me cobrado sobre isso!


Uma pausa para reabastecer.Uma pausa para restaurar.Uma pausa para voltar mais forte, mais inteiro e mais perto de Cristo.


Às vezes, a maior demonstração de fé não é continuar correndo.
É ter coragem de parar nas mãos de Deus.


"Ele, porém, se retirava para lugares solitários e orava." — Lucas 5:16

Vivemos em uma geração distante.

Distante da oração. Distante da Palavra. Distante da presença de Deus. Distante dos cultos. Distante da fé. Distante da comunhão.

Estamos cercados por oportunidades de nos aproximar de Deus, mas, ainda assim, permanecemos longe d'Ele. Somos, na verdade, pródigos dentro da própria casa. Não precisamos sair para um país distante; basta que o nosso coração se afaste.

Muitos de nós nos tornamos apenas religiosos. Frequentamos o templo da mesma forma que alguém cumpre um compromisso semanal: entramos, participamos e voltamos para casa como se nada tivesse acontecido. Tudo o que ouvimos, cantamos e vivemos permanece dentro das quatro paredes da igreja, sem transformar nossa maneira de viver.

Deus não nos chamou para uma religião de aparência, mas para um relacionamento que transforma. O culto não é o destino da nossa fé; é o ponto de partida para uma vida de intimidade, obediência e comunhão com Cristo.

A verdadeira adoração continua quando as portas do templo se fecham e começa a ser refletida em nossas atitudes, escolhas e testemunho.

Oremos pelo nossa geração!

Descobri que o lugar mais alto da vida é, na verdade, aos pés da cruz. É ali que o orgulho morre e a graça nos alcança.

Chame de 'pamonha' aqueles que ficam se amarelando diante das responsabilidades ou de 'irresponsáveis' sem conhecer suas funções.

Uma sabedoria indiana diz: "Nunca expresse coisas negativas a seu respeito. Diga que está se curando, melhorando, evoluindo e crescendo. Pois as palavras têm poder."
Lembre-se de que o cérebro aprende por repetição e, embora palavras não sejam Mágicas, palavras têm poder: use a seu favor para que cada dia você se torne a melhor versão de si mesmo e Atraia somente coisas boas para a sua vida!
As palavras têm poder o poder das palavras incide sobre quem as profere!

Pior do que não conseguir ser pai, é ser pai ausente!

Vivem muito menos os transgressores da Lei Divina, visto que suas más intenções desafiam a Sua autoridade ou morrem infelizes destituídos de Sua graça.