Pensamentos Mais Recentes
Me afoguei no mar…
mas fui eu quem escolheu descer.
Quis sentir cada correnteza
rasgando o que eu fingia ser.
Nas águas me perdi — sim,
mas não foi fraqueza, foi decisão,
porque mulher que se enfrenta
não teme a própria imensidão.
Meu corpo não pede licença,
minha alma não sabe recuar,
sou fogo que aprende no toque
o próprio jeito de queimar.
Minhas curvas não imploram,
elas sabem o que são,
carregam força e desejo
como um grito em combustão.
Helaine machado
Doce de Imbu vou fazer,
Só para te receber
de um jeito que você
não vai esquecer,
Por mim você vai
inteiro se derreter,
De outro sabor que
não for o meu bem
brasileiro você não
nem pensar mais querer.
De Cabo Verde e São Tomé
nascido para comer,
Inhame divino Inhame,
a herança ancestral
só tenho a agradecer,
Se você ainda não provou,
comigo irá comer,
com o meu tempero bem
brasileiro e o bem querer.
Não é só no peito, é em mim inteira,
um peso que chega e nunca beira.
Feito de tudo que eu não soltei,
de tudo que senti e nunca falei.
Dias parados, querendo voltar,
coisas em mim sem saber onde ficar.
Eu sigo firme, mesmo cansada,
carrego o mundo sem dizer nada.
E no silêncio onde ninguém vê,
eu luto comigo pra não me perder.
O Despertar da Luz
Senhor, neste amanhecer que se desenha em cores,
Venho diante da Tua luz, entregar os meus temores.
O céu se abre num abraço de esperança e paz,
E a Tua proteção é a força que me satisfaz.
Guia meus passos nesta trilha que vou seguir,
Dá-me a sabedoria para saber o que escolher e decidir.
Protege o meu lar, meus filhos e meus ancestrais,
Que a Tua mão firme me livre de todos os males.
Sou guerreira, sim, mas na Tua presença sou flor,
Transformo a batalha em prece, o cansaço em amor.
Que o meu riso seja o reflexo da Tua bondade,
E que o meu caminhar espalhe luz pela cidade.
Que o dia de hoje seja um livro de vitórias,
Escrito com fé, dedicação e belas histórias.
Abençoa este início, este sopro de vida,
Senhor, que a Tua bênção seja a minha
medida.
-------- Eliana Angel Wolf
O Despertar da Guerreira
O sol rompe o véu da madrugada,
Acorda o mundo com sua luz vibrante,
E hoje, a vida, nesta nova jornada,
Te convida a ser a tua melhor variante.
Veste a tua garra, essa força tamanha,
Que não conhece o medo ou o recuar,
Pois quem busca o topo da montanha,
Já traz o destino pronto para alcançar.
Que cada objetivo, cada pequeno passo,
Seja um tijolo no castelo do teu querer,
Transforma o sonho em sólido abraço,
E faz da tua meta o teu florescer.
Não é só sobre o destino, é sobre o caminho,
Sobre a beleza de nunca desistir,
Vai lá, guerreira, segue o teu ninho,
Que hoje o sucesso veio te aplaudir.
Bom dia de vitórias e realizações!
--------Eliana Angel Wolf
Fanfarrice
o que
tem-se
em mente
e em mãos;
Tá ficando bravo
o fato de
se resumir
sem empobrecer,
mas amigo
não vem ao caso
sendo o jugo
suave
e o fardo leve.
" Aquele que ordena a própria consciência segundo o bem descobre que Deus nunca esteve distante, apenas aguardava ser reconhecido na retidão silenciosa do próprio espírito."
DEUS E VOCÊ.
— A ALIANÇA SILENCIOSA QUE SUSTENTA A EXISTÊNCIA.
A relação entre o ser humano e Deus não se estabelece por imposições exteriores, nem por ritos vazios repetidos mecanicamente ao longo dos séculos. Trata-se de um vínculo íntimo, anterior a qualquer cultura, anterior à própria linguagem, inscrito na consciência como lei viva e atuante. Desde as civilizações mais antigas, a humanidade buscou compreender essa presença invisível que orienta, corrige e consola, reconhecendo, ainda que de forma imperfeita, que há uma inteligência suprema governando todas as coisas.
Na perspectiva da filosofia espiritualista, especialmente sob a ótica espírita sistematizada por Allan Kardec, Deus não é uma abstração distante, mas a causa primária de tudo o que existe, conforme exposto em "O Livro dos Espíritos", questão 1, publicada em 18 de abril de 1857. Essa definição não apenas inaugura um pensamento racional sobre o divino, mas desloca o homem da passividade para a responsabilidade moral. Se Deus é a causa primeira, o homem é o agente consciente de suas próprias escolhas dentro dessa criação.
Essa compreensão implica uma consequência profunda. Deus não se impõe ao indivíduo, mas se revela por meio das leis naturais, especialmente a lei moral, inscrita na consciência. Cada ato, cada intenção, cada pensamento estabelece uma sintonia com essa ordem universal. Não há favoritismo, não há privilégios, apenas a perfeita correspondência entre causa e efeito, princípio esse que rege a evolução espiritual ao longo do tempo.
Sob o olhar da psicologia espiritual, essa relação pode ser compreendida como um diálogo constante entre o eu profundo e a ordem divina. Quando o indivíduo se afasta dos princípios do bem, experimenta o desequilíbrio, a inquietação e o sofrimento. Quando se alinha com a justiça, a caridade e a verdade, encontra paz e lucidez. Não se trata de recompensa externa, mas de um estado íntimo que decorre da harmonia com as leis universais.
A antropologia das religiões demonstra que, em todas as épocas, o homem buscou Deus fora de si, em templos, símbolos e sistemas. Contudo, o avanço do pensamento filosófico e espiritual indica um movimento inverso. Deus não está distante. Ele se manifesta na consciência, na razão e no sentimento elevado. Essa interiorização do divino representa uma maturidade espiritual, na qual o indivíduo deixa de temer Deus para compreendê-lo.
A tradição evangélica reforça essa ideia ao apresentar o Reino de Deus como realidade interior, acessível a todos que se transformam moralmente. Não é um lugar geográfico, mas um estado de consciência. Assim, Deus e você não estão separados por distância, mas apenas pelo grau de percepção e entendimento.
Portanto, a relação com Deus não exige espetáculos, nem provas exteriores. Exige coerência, disciplina moral e vigilância interior. É no silêncio das decisões cotidianas que essa ligação se fortalece ou se enfraquece. É na escolha entre o egoísmo e a caridade, entre a vaidade e a humildade, que o homem define sua proximidade com o divino.
A grande questão não é onde está Deus, mas em que estado você se encontra para percebê-lo.
"Frase " Aquele que ordena a própria consciência segundo o bem descobre que Deus nunca esteve distante, apenas aguardava ser reconhecido na retidão silenciosa do próprio espírito.
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Com toda
a calma possível
me convenço
que não sou
um cara fácil
e é minha
a barganha
de querer
me aproximar
sem deixar-se seduzir
pelo universo
que nos cerca.
A PRESENÇA DIVINA NA CONSCIÊNCIA HUMANA.
A relação entre o ser humano e Deus não se estabelece na superfície da vida exterior, mas no recolhimento silencioso da consciência, onde o pensamento ganha força de ação e o sentimento se converte em diretriz íntima. Não se trata de uma distância a ser vencida, mas de uma realidade a ser reconhecida. Deus não se encontra como figura distante, mas manifesta-se no interior da própria existência.
Segundo a tradição espiritualista, conforme sistematizada por Allan Kardec, Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Esta afirmação não se limita ao campo da teoria, pois impõe ao indivíduo uma responsabilidade profunda. Se Deus é a causa, o ser humano é resultado consciente em processo de aperfeiçoamento, portador de leis inscritas em sua própria consciência.
Nesse sentido, a consciência não é apenas um fenômeno da mente, mas um tribunal moral constante. Cada pensamento cultivado, cada intenção sustentada, estabelece uma afinidade que aproxima ou afasta o espírito da harmonia divina. A lei de Deus não se impõe de fora para dentro, mas revela-se internamente como verdade reconhecida pelo próprio ser.
Léon Denis amplia essa compreensão ao ensinar que Deus se revela por meio das leis naturais, acessíveis à razão e ao aprimoramento moral. Não há arbitrariedade no divino, mas ordem. Não há privilégios, mas justiça. A dor, muitas vezes interpretada como castigo, revela-se como instrumento educativo, mecanismo de reajuste e despertar da consciência.
Sob o olhar da psicologia, a ideia de Deus relaciona-se diretamente com o sentido da existência. A ausência de transcendência conduz ao vazio interior, enquanto a percepção de uma ordem superior reorganiza a vida psíquica, oferecendo direção, significado e estabilidade. A espiritualidade, portanto, não representa fuga, mas aprofundamento da própria realidade.
No ensinamento evangélico, a expressão "o Reino de Deus está dentro de vós" sintetiza essa verdade com clareza. Deus não é encontrado como algo externo, mas reconhecido à medida que o indivíduo se transforma. A renovação íntima não é um ato isolado, mas um processo contínuo de elevação moral.
A história das civilizações demonstra que a ideia de Deus sempre acompanhou a humanidade na busca por compreender sua origem e destino. Com o amadurecimento do pensamento, essa compreensão evolui, deixando de lado o temor cego para dar lugar a uma percepção mais elevada, onde Deus é entendido como princípio presente e ativo na vida.
Assim, a relação entre você e Deus não se mede por palavras ou rituais, mas pela retidão dos pensamentos, pela dignidade das ações e pela sinceridade das intenções. Deus não exige aparência. Exige verdade.
E no silêncio onde não há testemunhas, onde nenhuma aparência se sustenta, é ali que essa relação se manifesta em sua forma mais autêntica e inquestionável.
"Quem se transforma descobre que jamais esteve distante da Fonte, apenas se afastou da própria consciência."
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Um dia tu irá olhar pro alto do céu e se admirar com o brilho das estrelas,
e com toda certeza, tu vais lembrar de mim.
E como um pássaro nunca se perde em sua viagem, tu irá saber o caminho de volta pra casa, por que em algum canto destes ventos por aí, existe um lugar que o coração aprendeu a pousar.
No mais tardar
das horas:
Este peito
ainda ignora,
sem ato,
sem fato,
afeto; Mas então
já vou-me embora
essa caixa torácica
no fim das contas
nem tanta
importância tem.
O tempo
é feroz
mal ouço
tua voz
e esses tiques
a sorrirem
do meu lado,
encontram-se comigo
beirando o abismo
sem andar
na contramão;
Mas podem
a qualquer hora
pular,
então o que passou,
passou
e o que virá,
virá!
" Aquele que transforma o sofrimento em disciplina moral deixa de ser prisioneiro da dor e torna-se artífice da própria ascensão. "
O IMPÉRIO INTERIOR DO DEVER E A TERAPÊUTICA DA ALMA AFLITA.
A mensagem atribuída ao Espírito de Verdade, datada de 1863, inscreve-se no âmago da pedagogia moral espírita como um compêndio sintético de elevação ética e restauração psíquica. Não se trata de mero consolo retórico, mas de uma arquitetura espiritual que articula dever, sofrimento e superação sob leis universais que regem a consciência.
A afirmação inaugural de que Deus consola os humildes e fortalece os aflitos que Lhe suplicam não deve ser interpretada como uma concessão arbitrária da divindade, mas como uma consequência direta da sintonia vibratória entre a criatura e as leis superiores. A humildade, nesse contexto, não é subserviência, mas lucidez ontológica acerca da própria condição espiritual. O aflito que ora não altera a vontade divina, mas ajusta-se a ela, criando em si mesmo os canais receptivos para o amparo que já o circunda.
O texto avança ao propor uma imagem de rara densidade simbólica. Cada lágrima humana possui ao seu lado um bálsamo. Esta concepção revela uma lei de compensação moral e energética. A dor não é um evento isolado, mas um processo acompanhado de recursos invisíveis que operam no perispírito e na mente. Quando a criatura se entrega à revolta, ela fecha os centros de recepção desse bálsamo. Quando se entrega ao entendimento, ainda que progressivo, ela permite que esse elemento restaurador atue em profundidade.
Sob o prisma antropológico, essa mensagem reflete uma transição histórica do pensamento religioso. Sai-se de uma visão punitiva da dor para uma leitura educativa e funcional do sofrimento. A dor deixa de ser castigo e passa a ser instrumento de reorganização interior. Essa mudança é fundamental para compreender a espiritualidade moderna e sua relação com a psicologia da consciência.
A síntese moral apresentada nas palavras devotamento e abnegação constitui o núcleo da proposta. O devotamento implica direcionamento ativo da vontade em favor do outro, enquanto a abnegação representa a renúncia consciente das tendências egoísticas. Não se trata de anulação do eu, mas de sua lapidação. A sabedoria humana, conforme afirmado, reside nessa dupla disposição, pois ambas operam como forças reconfiguradoras do psiquismo.
Do ponto de vista psicológico, o sentimento do dever cumprido atua como um regulador emocional de alta eficácia. Ele produz coerência interna, reduz conflitos psíquicos e estabiliza o campo mental. A resignação, frequentemente mal compreendida, não é passividade, mas aceitação lúcida das circunstâncias que não podem ser imediatamente transformadas. Essa aceitação reduz a resistência interna, diminuindo o sofrimento secundário gerado pela revolta.
A interdependência entre espírito e corpo é explicitada com precisão. O corpo sofre mais intensamente quando o espírito encontra-se desarmonizado. Essa afirmação encontra ressonância nas investigações contemporâneas sobre doenças psicossomáticas, nas quais estados mentais prolongados influenciam diretamente a fisiologia. O ensinamento, portanto, antecipa concepções modernas ao afirmar que a dor física pode ser amplificada por estados emocionais desordenados.
Nas entrelinhas, há um chamado à responsabilidade individual. O sofrimento não é negado, mas é reinterpretado como campo de ação moral. A criatura não é vítima passiva, mas agente em processo de educação. A transformação não ocorre pela eliminação imediata da dor, mas pela mudança de atitude diante dela.
Historicamente, essa mensagem surge em um século marcado por intensas transformações sociais e científicas. Em meio ao avanço do materialismo, ela propõe uma síntese entre razão e espiritualidade, oferecendo um modelo de compreensão do sofrimento que não se limita ao plano biológico nem se perde em abstrações místicas. Trata-se de uma ética aplicada à existência concreta.
Assim, o texto não apenas consola, mas instrui. Não apenas suaviza, mas orienta. Ele desloca o foco da dor para a postura diante da dor, revelando que a verdadeira libertação não está na ausência de provas, mas na capacidade de atravessá-las com consciência, disciplina e elevação moral.
"Fras:" Aquele que transforma o sofrimento em disciplina moral deixa de ser prisioneiro da dor e torna-se artífice da própria ascensão.
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Um pássaro no fio pousou, com seu coração repleto de dor.
Suas asas que já não eram mais suas,
foram frutos de ameaça,
Que agora vive em sua gaiola, uma linda e bela pássara.
Solitária, tadinha, não tinha nenhuma ave pra fazer companhia.
Sem hesitar cantou a sabiá
que atraiu outros pássaros para lhe admirar.
Esforca-te
até o teu limite,
não basta tentar,
sei que tu
és forte
e ainda estás
por atingir
o ímpeto vital;
Depois...
Bem, depois
continue sendo você,
siga avante
com calma
de guerreiro
e coração
de gigante.
Nossos olhos se encontram em meio multidão.
Subimos a escada rolante o encontro no sobe e desce...
O coração bate mais forte num instante eterno nossa almas se tocam.
Luzes dô telão dão contraste em meio as pessoas escutamos nossos corações baterem no mesmo ritmo.
E seguimos em mais um encontro eterno e maravilhoso...
Meus amigos…
O homem moderno atravessou séculos acumulando tecnologia, máquinas, estruturas, poder econômico, influência política — mas permanece dramaticamente atrasado naquilo que deveria constituir a base da civilização: a compreensão da própria condição humana.
Porque se o indivíduo ainda não percebeu que o sofrimento do outro nunca é um fato isolado — mas parte de uma degradação coletiva que alcança toda a sociedade — então ele ainda não compreendeu absolutamente nada da existência.
Nada.
Há homens que acumulam fortunas, cargos, títulos, prestígio social… e imaginam haver alcançado superioridade.
Ledo engano.
Muitos apenas sofisticaram a própria miséria moral.
Porque toda estrutura construída sobre humilhação humana inevitavelmente apodrece.
Toda ascensão fundamentada na destruição dos semelhantes já nasce carregando dentro de si o germe da própria queda.
Eis o erro central da civilização contemporânea:
confundir sucesso com grandeza.
Confundir vantagem com inteligência.
Confundir domínio com evolução.
Mas a História é impiedosa.
A Filosofia demonstra.
As Escrituras confirmam.
O homem que cresce esmagando outros não se eleva — apenas expõe publicamente a falência do próprio espírito.
Porque existe uma lei silenciosa governando a realidade humana:
toda ação produz consequência.
Toda violência retorna.
Toda corrupção interior cobra seu preço.
Mais cedo ou mais tarde.
E não se trata apenas de religião.
Trata-se da própria estrutura moral da existência.
As Escrituras apenas verbalizaram aquilo que a experiência humana comprova há milênios:
‘Pois todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.’
Mas a espada não é apenas metal.
A espada pode ser a palavra usada para destruir reputações.
Pode ser a arrogância travestida de inteligência.
A manipulação psicológica.
A humilhação pública.
O desprezo frio.
A crueldade cotidiana transformada em normalidade social.
Há indivíduos que matam lentamente sem jamais tocar numa arma.
Destroem sonhos.
Aniquilam dignidades.
Corrompem consciências.
Ferem esperanças.
E depois perguntam por que o mundo se tornou insensível.
Ora…
Como poderia surgir uma sociedade saudável quando a competição substituiu a compaixão?
Quando o ego substituiu a consciência?
Quando o homem passou a admirar mais a esperteza do que o caráter?
O verdadeiro desenvolvimento humano não consiste em conquistar o mundo exterior enquanto o interior permanece bárbaro.
Porque existir biologicamente é automático.
Mas viver em sentido elevado exige consciência moral.
Exige responsabilidade.
Exige compreender que cada ser humano carrega dores invisíveis, batalhas silenciosas e limites que muitas vezes escapam ao olhar superficial.
A verdadeira inteligência não é dominar pessoas.
É compreender pessoas.
O verdadeiro poder não está em oprimir.
Está em preservar.
E o verdadeiro avanço civilizacional não ocorre quando o homem cria máquinas mais rápidas —
mas quando aprende a agir com menos crueldade.
Porque quem atravessa a Terra deixando apenas destruição talvez ocupe espaço na História…
mas jamais terá compreendido a essência da existência humana.
E ao final…
Tudo aquilo que foi construído sem humanidade inevitavelmente desmorona.
