Pensamentos Mais Recentes

Cada linha e cada pausa têm
sido a continuidade e rendição
ao ritmo inabalável que levo
pelos anos com amor e paixão;
e que o seu olhar tem lido
inabalável com o seu coração.


Dois mundos que se tocam,
e ainda não se encontraram.
Separados pela silenciação
da elegância da permanência,
cultuam, sem desistir, ao passo
da melancolia da distância,
e firmes ambos continuam.


A cada nova florada da quina
tem nascido uma confissão sutil,
com algo de cordilheira andina,
que, embalado pelas confluências 
imparáveis dos rios Apurímac, Ene,
Tambo e o Ucayali, que, unidos
ao Marañón, formam o Rio Amazonas,
revelando que é amor e os sintomas.


Todos reunidos ao magnetismo
da imensidão dos dias e das noites
para inauguração da revelação
que, desde o primeiro dia, sabemos:
chegou o tempo de não pactuar
mais adiamentos, porque nós nos queremos.

Validar uma pessoa é reconhecer, aceitar e dar legitimidade aos sentimentos, pensamentos e experiências dela; demonstrando empatia sem fazer julgamentos, mesmo quando você não concorda com a atitude dela. P.G

As pessoas não precisam ser do jeito que a gente quer. E a gente também não precisa ser do jeito que elas querem.
A gente precisa se sentir bem sozinho. Quando escolhemos estar com alguém, tem que ser porque gostamos da companhia, porque queremos e porque nos faz bem. Nunca por obrigação ou carência.
As pessoas não se precisam uma da outra. Elas se completam, mas não como duas metades. E sim como duas pessoas inteiras que resolvem dividir sonhos, alegrias e a vida juntas.

2516 📜 "O que sei é que depois do que dizem que disse Sir George Martin sobre aquele baterista, alguns passaram a referir-se a ele como Pete Worst e não Pete Best. Eu não era vivo na época nem à época, ohquei?"

Maar ou Mar?
A diferença não está apenas 
na sua grafia.
Maar é fenômeno natural
Estudado pelas Geociências
  na Geologia e  Geomorfologia
Maar é acidente geológico
 assim  que ele se fez!
De explosão de lava vulcânica
 apenas uma vez.

2515 📜 "Sim, devemos incentivar as pessoas, mas... Por que Sir George Martin disse ao Paul para eles desistirem daquele baterista? Por quê? Pelo menos 'assim se conta essa história'!"

A vida às vezes rasteja a gente no asfalto. A gente quebra, remenda os cacos com o que tem à mão e segue o baile cambaleando mesmo. Cicatriz não é medalha de guerra bonita; é lembrete físico de onde a bota apertou. O segredo não é fingir que a dor não existe, é aceitar que o estrago aconteceu, aprender a andar mancando, e parar de ter medo da próxima rasteira.

2514 📜 "O professor escreveu na Redação do aluno: 'Até ficou bonito, mas ABIOGÊNESE não é exatamente aquela Geração livre e independente, que havia na sua juventude'."
-
"Isso é o que dá ficar garimpando palavras diferentes ou difíceis, no Dicionário!"

Resiliência não é a capacidade de não cair. É a coragem de se levantar sabendo que pode cair novamente. E seguir em frente assim mesmo — não apesar das cicatrizes, mas porque delas você aprendeu a caminhar diferente.

Liberdade como máscara: o psicopata social.


A liberdade que muitos celebram às vezes é só um disfarce. Há quem use autonomia como licença para moldar-se ao gosto alheio, manipulando sorrisos e histórias para escapar de responsabilidades. Esse é o “psicopata social”: não o monstro das manchetes, mas a pessoa que vê relações como tabuleiro, onde empatia é peça descartável. Sua liberdade parece arrojada — viver sem amarras, seguir só o próprio desejo — mas é uma liberdade vazia, construída sobre a negação do outro.
Ao transformar escolhas em espetáculo, confunde-se autonomia com impunidade. Quem observa sente o perigo: a confiança se rompe, e a comunidade perde terreno. A verdadeira liberdade não é ato solitário; é contrato silencioso de cuidado. Reivindicar espaço não autoriza ferir; ser livre implica reconhecer que minha liberdade encontra limite no corpo e na alma do outro. Só assim a autonomia deixa de ser máscara e vira compromisso: viver plenamente sem destruir, criar sem manipular, respeitar sem desculpas.

BABILÔNIA DIGITAL


Sensualidade. Pornografia. Distração.


A arma continua a mesma:
ORAÇÃO.


Não se curve ao sistema.
Vença de joelhos como Daniel.

O recorde é individual, mas o processo é coletivo.

A distinção entre um líder e um superior hierárquico é que o líder se posiciona na vanguarda, atuando com lógica, enquanto o chefe apenas transfere comandos recebidos.

A vida é uma torta, e eu sou uma tonta tentando me manter equilibrada. Se a corda bamba arrebentar, eu mesma não me levanto, eu fico e descanso. Foda-se o mundo! Não sou fantoche ou marionete ou equilibrista para ficar tentando chegar ao fim de uma linha de novelo de lã mal enrolado que parece não ter fim!

O céu da alma


Nuvens carregadas cruzam o céu da alma,
pesadas de dor, tecem véus de tristeza.
No horizonte, o deserto sussurra em silêncio,
sedento e vazio, busca a esperança perdida.
Poeira, pó... fino manto cobre o que restou,
enterra sonhos sob o peso do desamparo.
Cada grão, um suspiro de abandono,
cada vento, um lamento perdido no espaço.
Mas mesmo na sombra densa do sofrimento,
há um brilho tênue, escondido nas fissuras.
Pois até as nuvens mais negras se desfazem,
e a vida insiste — renascendo na ternura.

Se a rua for uma lixeira, então eu sou uma praga.

Esvoaçante


Na janela, uma cortina esvoaçante balança insinuante.
A brisa suave traz o cheiro de maresia misturado com esperança.
Um mundo colorido se revela na luz...
Nuvens fugidias pelo céu a mão de Deus conduz.
Desce ele pela ladeira dos sonhos perdidos,
cada passo ressoa em ecos sentidos.
As cores palpitam, vibrantes no ar...
Um espetáculo vivo a nos encantar.
O sol sorri alegre, brinca com as sombras,
cochicha segredos que da alma assomam.
As flores, em festa, se inclinam para ouvir
as histórias do vento, contentes a sorrir.
E assim, nesta dança de vida e cor,
Janelas e portas se abrem, convidando ao renascer do amor.

O silêncio denso poluído ganha contorno e realizações notáveis pois verdade escorrem entre muitos rios antes existiram o ser humano.

2513 📜 "Não entendi lhufas nem bulhufas mas... Prometo que, da próxima vez (se houver), eu irei me empenhar ainda mais... ohquei?"

O relógio é incansável,
as pessoas não param,
nos detalhes estão os reais valores das moedas,
É perceptível o vazio de algumas almas, eu sinto a fotossíntese de muitas outras,
As folhas caem no outono e formam um tapete de flores sem vida, 
No inverno o tapete muda é coberto por um manto de cor branca,
Na primavera o cenário muda e tudo fica colorido, novo e perfumado, a beleza no ar, é o começo de um ciclo para uns, é o recomeço de uma vida para outros.

Se o mundo é uma palhaçada, eu sou uma piada mal planejada.

Por um período pensei em morar na cidade escondida de Atlântida para que os meus gritos fossem submersos e as minhas lágrimas se perdessem no oceano,


Mas, fiquei temeroso de abrir a caixa de pandora lá embaixo, assim todos os segredos e mistérios desse lugar seriam descobertos apenas por um orgulho pessoal e intransponível.

2512 📜 "Nem na Água nem no Ar. Onde gosto de ficar é em Terra Firme, de preferência a, 'no máximo', zero metro 'acima' do Nível do Mar, ohquei?!"

⁠teste....testando

Conheço meu potencial e tudo o que posso entregar, mas eu me pergunto: você é digna?

Tem que ter disposição. Prometa-me a sua alma e eu a faço arder como chamas meteóricas. O meu afeto não cabe em medidas humanas. Quis compará-lo a um astro, pensei em Netuno. Netuno, não. Netuno ainda é um lugar, ainda conhece fronteiras. O que eu ofereço não orbita, invade. Alimentaria você para além do espaço e do tempo, até que confundisse a minha presença com a gravidade que mantém os corpos de pé.

E então, no dia em que eu diminuísse a intensidade por um único instante, você chamaria isso de ausência. Não porque eu tivesse ido embora, mas porque acostumar-se ao excesso transforma qualquer sobra em abandono. É assim que nascem os dependentes: primeiro recebem o infinito, depois aprendem que o infinito também cansa.

Eu sei o que causo. Em mim, antes de qualquer outro. Toda luz exagerada cobra seu preço de quem a acende. Não existe estrela que queime sem consumir a própria matéria.

Mereço passar por isso? Claro que sim. O karma que carrego eu mesmo financiei. Assinei cada parcela sorrindo, como quem acredita que algumas dívidas nunca vencem. Hoje pago tudo com juros compostos de memória.

E eu já sabia. Sabia quando prometi mais do que um coração consegue sustentar. Sabia quando fiz do afeto um espetáculo, como se amar fosse incendiar tudo ao redor para provar que havia calor. No fundo, sempre soube que quem transforma o próprio peito em sol acaba condenado a viver cercado de planetas frios.

Talvez o meu maior castigo nunca tenha sido perder alguém. Foi ensinar as pessoas a sentirem falta de uma versão minha que nem eu consigo habitar para sempre.