Pensamentos Mais Recentes

O caso do Banco Master e seus entornos sinistros...


Os brasileiros precisam decidir de que lado estão: contra a corrupção (toda corrupção)
ou a favor de esconder, relativizar e proteger práticas suspeitas quando elas atingem determinados interesses e grupos.


Não é admissível essa seletividade diante de investigações, suspeitas de irregularidades, desvios ou uso indevido de recursos públicos.


Combater a corrupção não pode ser uma questão de conveniência política, ideológica 
ou de amizade.


Se há indícios, que sejam investigados.
Se há recursos públicos envolvidos, 
que sejam devidamente esclarecidos. 
Se há necessidade de quebra de sigilos, 
que ela seja determinada pelos meios legais 
e com os mesmos critérios para todos.


E, se algum juiz ou ministro diretamente envolvido na condução ou relatoria do caso estiver sob suspeita de possível conflito de interesses, impedimento ou comprometimento de sua imparcialidade, que sejam adotadas as medidas previstas em lei, inclusive seu eventual afastamento cautelar, quando juridicamente cabível, até que os fatos sejam devidamente apurados e o devido processo legal seja respeitado.


Isso não significa condenar antecipadamente ninguém. 
Significa preservar a credibilidade da investigação, a imparcialidade da Justiça 
e a confiança da sociedade nas instituições.


A régua da Justiça não pode ser elástica;
rigor para os adversários e complacência 
para os aliados.


Corrupção não muda de natureza conforme 
o partido, o sobrenome, o cargo ou a ideologia de quem esteja sob suspeita.


Ou defendemos transparência e investigação para todos, ou estamos apenas escolhendo quais corrupções queremos enxergar.
✍@MiriamDaCosta

O Silêncio Acolhedor do Reencontro Consigo Mesma


Quando um laço importante se desfaz na matéria, a vida nos convida a retornar para a nossa própria morada interior. O esvaziamento das relações que já não têm afinidade não é um abandono divino, mas um espaço sagrado que se abre para que possamos ouvir a nossa própria voz. É no silêncio que se segue às despedidas que conseguimos reorganizar nossos sentimentos, avaliar nossos aprendizados e entender quais são as nossas reais necessidades atuais. A separação, vista por esse prisma, funciona como uma poda necessária: dói no momento, mas limpa os galhos para que novos frutos possam nascer. Estar mais distante do mundo e mais próxima de si mesma é o caminho mais bonito para o verdadeiro auto reencontro.

"Sou feita de perguntas, mudanças e algumas certezas que só o tempo explica.”

O fim de um laço abre espaço para você voltar para si mesma. Não encare a solitude como solidão, mas como um momento sagrado de poda para que a sua alma possa florescer com ainda mais força.

A Ilusão das Expectativas
Muitas vezes, o que nos fere na separação não é a ausência da pessoa, mas a queda do pedestal que nós mesmos construímos para ela. Sofremos porque insistimos em cobrar uma afinidade que o outro, em seu atual estágio de evolução, simplesmente não tem mais para nos oferecer. Cada alma caminha no seu próprio ritmo e oferece apenas o que já conseguiu florescer por dentro. Quando aceitamos que o distanciamento é o reflexo da realidade e não de uma rejeição pessoal, quebramos a corrente das expectativas frustradas. Olhar para o afastamento com essa lucidez espiritual nos permite perdoar o outro por não ser quem gostaríamos, acolhendo o fim do ciclo com serenidade e respeito à verdade de cada um.

Tratar, Viver Meu Próprio Aniversário Como Mais, Um Dia Comum... Nunca Foi Falta De Entusiasmo.., Sempre Me Recusei Performar Uma Alegria Vazia, Amo Sim Cada Segundo Da Minha Vida. Sou Quem Não Depende De Data Específica Para Dar Valor a Minha Própria Existência, Descobri Em Tempos Idos, Que o Celebração Verdadeiro Acontece Em Ritmo Velado Sem Alarde a Cada Dia.

Nós sofremos quando exigimos que o outro nos dê o que ele ainda não tem para oferecer. Aceite o fim do ciclo sem cobranças. O distanciamento dói menos quando deixamos de idealizar as pessoas.

Muitas vezes, afastar-se não significa romper o afeto, mas mudar o laço de lugar. Há separações que acontecem apenas na geografia dos dias, onde cada um segue para cuidar das suas escolhas, da sua sobrevivência e da sua própria colheita. A afinidade diária pode até silenciar, mas o respeito e a amizade verdadeira permanecem intactos, guardados em um altar sagrado na memória. Entender que o outro mudou de rumo sem mudar o que fomos um para o outro nos permite torcer de longe, sem cobranças ou melancolia. A vida nos distancia nos passos, mas o amor maduro sabe que algumas almas continuam unidas pelo fio invisível da gratidão, não importa quão longe estejam.

"Você está certo.Errado sou eu, que estou te ouvindo."

O distanciamento físico não apaga uma amizade verdadeira. Cada um pode seguir sua vida, fazer suas escolhas e estar longe dos olhos, mas se o carinho for real, ele continua eterno e bem guardado no coração.

Prender-se desesperadamente a alguém — ou permitir que alguém se acorrente a nós — é uma das maiores ilusões do coração. Quando insistimos em manter por perto quem já não vibra na mesma afinidade, transformamos o amor em uma prisão invisível que impede ambos os lados de caminhar. Ninguém cresce na sombra do outro, e nenhum propósito se realiza sem liberdade. Aceitar a separação em um determinado espaço da vida não é abandono, mas sim um ato de caridade espiritual que devolve a cada um o direito sagrado de evoluir. É preciso coragem para abrir as mãos, pois só quem liberta o outro encontra o espaço necessário para reencontrar a si mesmo.

Quem ama de verdade não aprisiona. Se o laço virou nó e não deixa nenhum dos dois crescer, o maior ato de amor é soltar. Dar espaço para o outro caminhar é também libertar a sua própria vida.

O Sofrimento e a Dor do Desapego 


O sofrimento que nasce da separação quase nunca é culpa do outro, mas sim da nossa resistência em aceitar que os ciclos terminam. Sentir dor quando um laço se afrouxa é humano, mas prolongar esse sofrimento é travar a nossa própria engrenagem de evolução. O afastamento dói porque rasga a rotina e nos obriga a olhar para o vazio da ausência. No entanto, é exatamente nessa ferida que o crescimento espiritual encontra espaço para brotar. Compreender que a dor da despedida é, na verdade, o parto de uma nova versão de nós mesmos nos dá a lucidez necessária para chorar o fim do ciclo sem nos tornarmos reféns do amargor.

A dor do afastamento não é um castigo; é o convite da vida para o seu próprio crescimento. Não segure quem precisa ir. Às vezes, o desapego é o remédio amargo que cura a alma.

"Na arte, faço do cenário a civilização e da civilização o cenário!"

O Silêncio da Afinidade
O distanciamento entre as pessoas funciona como um movimento natural da jornada, que muitas vezes independe de brigas ou conflitos. Almas se atraem pelo que precisam aprender juntas, mas também se afastam quando os ciclos de aprendizado mútuo se completam. Quando a afinidade silencia, o esforço para manter o laço passa a ser um peso desnecessário para ambos os lados. Não há culpados no afastamento; há apenas caminhos que tomaram rumos diferentes em busca de sobrevivência emocional e auto reencontro. Compreender essa dinâmica nos dá a vigilância espiritual necessária para aceitar as despedidas sem o amargor da rejeição, entendendo que abençoar quem parte é o maior gesto de maturidade e respeito pela evolução do outro.

Nem todo afastamento é por briga; às vezes é apenas o ciclo da vida se cumprindo. Quando a afinidade termina, deixar ir em paz e sem mágoas é um ato de profundo respeito pelo crescimento de cada alma.

"Quando o instante vira história, a história vira caminho."

3413 📜 Comento assim, sempre quando vejo Novas ou Antigas Tentativas Frouxas sobre um dos Candidatos na Eleição Presidencial. Comento bem assim: '𝙍𝙀𝙎𝙏𝘼 𝙎𝘼𝘽𝙀𝙍 𝙎𝙀 𝙑𝘼𝙄 𝘼𝘿𝙄𝘼𝙉𝙏𝘼𝙍, 𝙎𝙀 𝙑𝘼𝙄 𝙁𝙐𝙉𝘾𝙄𝙊𝙉𝘼𝙍! Mais uma Tentativa do Folhetim 𝙏𝙚𝙣𝙩𝙖𝙢 𝙏𝙐𝘿𝙊, 𝘾𝙤𝙣𝙨𝙚𝙜𝙪𝙚𝙢 𝙉𝘼𝘿𝘼. Será que vai? 🫣
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Um dos Exemplos está em:
https://k.kwai.com/p/VBjXC2bI

“Pela força conquistamos territórios, e a história comprova essa premissa; mas é pelo respeito que conquistamos consciências. Os primeiros podem ser retomados; as últimas permanecem.”

É fácil se perder na vaidade, na correria, nas cobranças e nas distrações da vida. 
Aos poucos, podemos nos afastar dos valores, princípios e convicções que antes orientavam nossas escolhas.
Muitas vezes, é uma decepção, uma perda ou um momento de dor que nos faz perceber esse desvio.
Voltar ao caminho exige humildade para reconhecer os erros, coragem para mudar e disciplina para reconstruir o que foi deixado de lado.
Não é um processo rápido nem confortável, mas é justamente nele que recuperamos nossa força, nossa identidade e nosso propósito.
A vida exige coerência entre aquilo que acreditamos e a forma como vivemos. Não controlamos tudo o que acontece, mas podemos escolher, todos os dias, a direção que queremos seguir.
Por isso, reencontrar a si mesmo é mais importante do que simplesmente chegar a algum lugar. Quando voltamos a viver de acordo com nossos valores, cada renúncia, cada esforço e cada passo passam a fazer sentido.
O caminho de volta é árduo, mas o destino faz valer a pena. Viver em paz com a própria consciência e saber que estamos, finalmente, no lugar onde deveríamos estar.

Parede de Vidro


Fico aqui imaginando uma vida sem você...
Uma realidade onde posso ser feliz,
sem precisar contar contigo...


Deixar de estar atrás dessa parede de vidro,
onde te vejo, mas não posso te tocar...


E te sentir é o que mais preciso...
Mas vou ficar bem...
Em um universo onde você não existe...


Fingindo que o meu coração
não estar acelerado...
Que a minha alma não está quebrada.....


Que o que mais queria
é voltar para a parede de vidro.


Porque eu sei quem você é...
Você é um estranho que me completa...


Que quero ter você sempre comigo,
mesmo que seja pela parede de vidro...


Porque chamam de doença,
dizem que é ansiedade...
Se o que eu sinto
é apenas um amor de verdade.


Faltou palavras para dizer -
O que sinto por você...


Faltou palavras agora eu sei...


É tarde demais...

Quem cala a voz alheia com o código na mão revela que o seu único argumento legítimo é a algema.

A censura jurídica é a tentativa vã de congelar o rio da história com as regras do inverno.

Cortar a língua do dissidente não purifica o discurso público, apenas assassina a pluralidade da lei.