Pensamentos Mais Recentes
"O único momento em que o passado importa mais do que o futuro, será sempre o presente em que me lembro o quanto lhe amei.”
a.d.
#bysissym
Mar de Amar
Mar em mim.
Mar comigo.
Mar sempre.
Mar que chama.
Mar que rasga.
Mar que sobe pela pele.
Mar de amar.
E eu, na estrutura do instante,
aprendo a ser horizonte.
Esta é a floresta primitiva, seus plangentes pinheiros, com verdes paramentos de folhagem, de musgo e formas indecisas. Parecem no crepúsculo os antigos, com tristes poetas, ou harpistas, cujas barbas brancas e longas sobre o peito descem. De seus rochedos fala nas cavernas, com voz alta e profunda o mar vizinho, e respondem em tom desolado os lúgubres lamentos do passado. Esta é a floresta primitiva, dos corações que palpitavam à sombra dela, como a pantera que a voz ouviu do caçador, onde os tetos estão da aldeia desses homens, cujas vidas corriam como os rios que as florestas regam pelas sombras da terra escurecidos, sem que deixem de refletir do céu uma imagem dos seus donos, dispersos como as folhas que de outubro os vendavais a um lugar distante arrojam. Só resta a tradição. Quem acredita em ascensões que esperam e resignadas sofrem, pois que existem mulheres de devoções firmes e belas, a lutuosa tradição escute, que ainda os pinheiros cantam de amor história passada, onde um povo feliz seus lábios teve. Nessa floresta primitiva construímos nosso ninho, de esbeltos passarinhos, marinheiros da selva no verde cristalino do mar clandestino, como seus peixes dourados a se espraiar na areia como oferendas, na frondosa amizade de todos os ares. E cantamos um hino à natureza, com tom grave e melodiosas vozes. E podemos dizer que somos o presente que o passado guardou com paciência e no ninho de tantos pássaros abundam sementes que nossos dedos escrevem. E somos para sempre parte desse expectro e plantamos árvores que se encontram no horizonte. E eu diria que esse poema é um ipê rosa, suave como nosso amor habitante da floresta primitiva, de nossos mais impetuosos desejos, que pulsam na natureza humana. E esse poema voa céus e te encontra sereno a pensar em seus caminhos.
Vozes do Eco da Mente
Vozes do eco da mente.
Vertigens, pois o café da manhã parece ser o desejo mais secreto.
No vale das almas, vejo espíritos nas suas covas e tumbas:
O sarcófago de outros pensadores.
Desvendam o abraço profundo, o sentido da humanidade.
Viver nas suas cavernas — antes de rochas e pedras,
Agora alegorias na mente, figuradas por fones, telas de celulares ou computadores.
O frio só exalta o ar-condicionado para climatizar o clima.
A entrega rápida da sinfonia da fome.
O filme numa tela de LED da existência alienada completa.
A família se reúne.
Não mais para passar o final de semana, mas por obrigação moral.
Em vez de conversar sobre algo, cliques nos celulares, olhares fixos na televisão.
Parece bem interessante a interação familiar.
A comida, cada um se serve.
Continuam ligados a cada instante do feed, na rodagem dos vídeos.
Uma voz rouca ao fundo:
"São 20 horas, é hora de tomar os suplementos alimentares."
Às nove horas devem ir embora...
Pois o enterro está terminado.
Por Celso Roberto Nadilo
A visita rápida posso voltar daqui a seis meses fiquei bem talvez volte ano que vem te amo... fique bem.
"A coisa julgada não serve para eternizar o erro, mas para estabilizar a justiça. Se a realidade demonstra que a proteção integral da criança foi comprometida por um julgado anterior, a rescisão da sentença não é uma afronta à segurança jurídica, mas sua mais elevada expressão. Afinal, a estabilidade das formas jurídicas não pode sobrepujar a verdade que resguarda a infância."
Quando o medo toma conta da mente, algumas pessoas agem, enquanto outras procuram se refugiar na depressão.
ATUALIZANDO SOBRE A MINHA SAÚDE E/OU FALTA DELA... 11:32 04/07/2026
VAMOS VIVER... EU TIVE SEPTICEMIA EM 2024! APÓS UMA DOR MUITO FORTE, CAUSADA POR UMA INFECÇÃO CRÔNICA NO CORPO TODO. MEUS ÓRGÃOS PARARAM! FIZ CIRURGIA DE EMERGÊNCIA DE HISTERECTOMIA, ESTAVA COM UMA INFLAMAÇÃO SEVERA NO ÚTERO, E 3 CISTOS HEMORRÁGICOS. AGORA ACABEI DE ME OPERAR EM MARÇO DE 2026, DE 3 HÉRNIAS. A DOR QUE ME CAUSOU A SEPTICEMIA AINDA EXISTE, DE TANTO TOMAR CHÁ DE GENGIBRE ACABEI ADQUIRINDO UMA DOR CRÔNICA NO ESTÔMAGO. QUANDO COMO GORDURA, GLÚTEN OU MUITO CARBOIDRATO, SINTO SUFOCAR MEU LADO DIREITO, PASSA PARA AS COSTAS. FIZ TOMOGRAFIA NÃO DEU NADA. EU NÃO TENHO DINHEIRO PARA ME CUIDAR, NA HISTERECTOMIA ME DEU GRANULOMA E UMA INFECÇÃO QUE QUASE ME LEVOU A ÓBITO. TIVE QUE INVADIR O CONSULTÓRIO MÉDICO PARA SER ATENDIDA PELA GINECOLOGISTA. DEPOIS QUE ELA REMOVEU, EU MELHOREI. PORÉM, FORAM 3 MESES DE HUMILHAÇÃO, SÓ DIZIAM QUE EU ESTAVA COM ANSIEDADE. AS BACTÉRIAS SÓ AUMENTANDO... GRAÇAS A DEUS, EU CONSEGUI COM CORAGEM, PEDIR SOCORRO PARA A GINECOLOGISTA DA QUAL NÃO QUISERAM MARCAR PARA MIM. MESMO EU TENDO PASSADO POR UMA CIRURGIA SÉRIA. DEPENDER DE SAÚDE PÚBLICA, É UM DESCASO. EU ESTOU COM INFLAMAÇÃO NA VESÍCULA, SEM PEDRAS. A TAL COLECISTITE ALITIASICA. SINTO DORES EM TODA A MINHA CAIXA TORÁCICA, QUE ESPALHA PARA AS COSTAS. TENHO ANEMIA SEVERA! EU SOFRO DIARIAMENTE COM DOR. MAS, NÃO TENHO DINHEIRO PARA PAGAR ESPECIALISTAS! NÃO SEI SE É DIGESTIVO, SE É ALGO MAIS GRAVE... TENHO TRAUMA DE IR ATRÁS NOVAMENTE, SOFRI MUITO. AINDA ESTOU ME RECUPERANDO DA CIRURGIA DE HÉRNIAS! MEU COCÔ DESDE A HISTERECTOMIA SAI AMARELO CLARO, QUASE BRANCO, ÀS VEZES COM MUCO. OUTRAS VEZES SAI FININHO E QUEBRADIÇO, TENHO MUITA DIARRÉIA CONSTANTEMENTE, E HOJE 04/07/2026 PELA PRIMEIRA VEZ, SAIU EM FORMA DE FITA, BEM ACHATADO DOS LADOS, AO INVÉS DE REDONDO, SAIU QUADRADO DOS LADOS E MUITO FINO ACHATADÍSSIMO. PODE SER POR CAUSA DAS CIRURGIAS QUE ESTREITOU O INTESTINO OU QUEM SABE ALGO MAIS GRAVE. MAS, EU AQUI EM BARRA DO CORDA MARANHÃO, NÃO ESTOU Á FIM DE SER HUMILHADA NOVAMENTE! VOU CONTINUAR FAZENDO MEUS TRATAMENTOS CASEIROS, ATÉ O DIA QUE DEUS PERMITIR EU EXISTIR. ESTOU EM PAZ, APESAR DAS DORES DIÁRIAS, MAS ISSO É SOMENTE UMA LIÇÃO DE QUE AQUI NESSE MUNDO, ATÉ OS MAIS FORTES TAMBÉM MORREM. ESTOU BEM. ESTOU RESILIENTE. UM DIA DE CADA VEZ, QUANDO EU TIVER OPORTUNIDADE DE IR ATRÁS DE TRATAMENTO PAGANDO DO MEU PRÓPRIO BOLSO SE HOUVER TEMPO, EU IREI! ENTREGO AO UNIVERSO MEUS PROBLEMAS, SEM RECLAMAÇÕES. APENAS RESILIÊNCIA ENQUANTO EU EXISTIR.
O Eco do Vale
Nas ruas vazias em ruínas, o frio traduz o sentimento que ganha forma e contorno.
O frio cedo, quase rarefeito com neblina, rebobina o sono quase preguiçoso.
Nos desejos, apenas o cansaço da noite, como a ressaca do sono.
O chuveiro resolve qualquer problema, mas o frio contrasta com a feira de rua:
Pessoas passam com pressa em suas prisões mentais.
O barulho do vento contrasta com o desejo de ver o pôr do sol,
Mas a fome parece sair de uma ficção científica.
A luz tímida do tempo nublado mistura-se ao frio cortante.
Cachorros latem e dão eco no vale, como na planície em outras horas no passado.
Vejo notícias e vejo também modinhas, que se traduzem como algo insípido...
Pois quem entende o que os humanos fazem?
Deepfakes mostram um novo aliado: o ar de beleza exposta em um cenário caótico.
Política dentro do final de semana parece cerveja quente sem álcool...
E ainda com sabor de frutas.
O cheiro de churrasco definha meus pensamentos.
Ao longe, barulhentos rumores de chuva; a música barata tira o silêncio.
Até os pássaros têm frio.
Por Celso Roberto Nadilo
O rio sujo ar pesado fumaça das fábricas é simplicidade o final de semana.
Tudo o que você exagera é algo que te limita, e tudo o que te limita te domina, e tudo o que te domina te faz escravo disso. Será que você realmente é livre?
"A ingenuidade foi o ralo da minha própria fundação, dando a luz do meu núcleo pra quem só traz escuridão.
A vida exige um tributo de quem ousa ser criador, se a obra custa o meu sangue, o alquimista é o cobrador.
O que toma o meu limite não me devolve a metade: encerrei os meus favores. Instalei a gravidade."
_Guardar ou reter?
Guardar coisa demais, pode ser carência.
Medo de perder ou precisar pela ausência .
Isso tem nome. é sintoma de carência.!
Guardar em excesso é acumular é sufocar.
É prender,reter o que não faz sentido..
É não saber dividir,nem multiplicar
mas subtrair o melhor que a vida lhe quer doar.
Então,abra espaço deixa o excesso ir....
Ele vai e outro virá lhe suprir.
"Na noite passada, você disse que era para sempre
e hoje sua indiferença que me vem na mente.
Quando você saiu, eu não pedi pra ficar
mas fiquei triste por você nunca mais voltar."
Um Poeta solitário
Um aventureiro
Busca maresias e sua amplitude
Palavras são como a vastidão dos ventos
Esse pulsar voraz por um norte
Singularidade de um sentir desolado.
"Andei pelas ruas tentando não pensar em você
Estava tudo vazio, num domingo, e eu queria tanto te ver
e os minutos nunca passavam das horas.
O tempo parou com sua face soprando na minha alma a sua memória."
Não sei nada, nem se quer leio livros, não conheço nenhum autor, so sei que a busca por um objetivo traz todo esse aprendizado! e eu vou conseguir! porque busco, e como crente cristã, o meu Senhor diz : Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Mateus 7:7-11..
Guardar ou reter?
Guardar algo demais é acumular!
Medo de perder ou vir a precisar.
Guardar o tudo em excesso é sufocar.
Prender,reter e não dividir,nem multiplicar,
é subtrair o melhor que a vida lhe traz para usufruir.
Então, deixe o excesso ir...
Ele vai e outro virá para lhe suprir!
"O silêncio é o som mais alto que você pode ouvir. E quem tem medo da verdade nunca vai querer sentir."
Indo Até As Estrelas.
Em um simpático deserto na América do Sul em um dia bonito do ano de 1998 um impressionante telescópio havia sido deixado.
Nesse deserto que se estende pelo continente sul-americano esse telescópio deixado ao carinho desse lugar em algum momento poderia alcançar as estrelas.
Nos grãos de areia desse deserto com as suas dunas,os seus pássaros e outros traços do seu passado.
Dentro do que esse telescópio revelaria e podendo ver mais do que as estrelas nesse deserto quente. Sob a luz do Sol ele ainda esperaria mais uma noite.
Com os ventos noturnos que retornariam com a Lua esse deserto adormeceria.
Enquanto nesses mesmos ventos esse telescópio veria as estrelas no céu.
As que já estavam lá e as que ainda nasceriam.
As estrelas de uma galáxia com um nome leitoso atravessando o céu noturno,a Lua e um deserto.
Nesse deserto as noites seguiam até uma outra manhã.
Até que no ano de 1999 esse telescópio olharia pela primeira vez o céu noturno com gotas de orvalho no seu espelho.
Um grande espelho que nas noites estreladas teria grãos de areia dos ventos nos seus espelhos.
Brilhante na luz da Lua sendo guiado até por ela.
Em um deserto harmonioso à sua presença e que escutaria sobre as estrelas que ele ainda não poderia ver.
Nesse mesmo ano mais três telescópios foram deixados perto do primeiro.
Cada um com três grandes espelhos e não tão separados desse deserto.
Com a luz do orvalho em cada um e nos seus movimentos lentos e elegantes.
Em cada noite enluarada e com mais uma estrela.
Quatros telescópios que olhariam para diferentes estrelas.
Ou como se estivessem o mesmo espelho repleto de orvalho olhariam apenas para uma estrela dentre aquelas milhares.
Que brilharia mais forte nos seus quatro espelhos finos e sensíveis.
Deixados sobre a vida de um deserto que os acolhe enquanto os observa sob aquelas estrelas que o fazem lembrar dos seus grãos de areia.
Na sua vida com outros milhares de pontos luminosos e aquecidos por uma estrela mais ao nascer do seu horizonte.
No nascer de cada dia um pouco antes desses quatro telescópios,esse deserto já tinha no Sol o seu maior brilho.
E seguindo outros grãos,mais ventos aquecidos contornavam a sua vida.
Como outras asas,o tempo e até raízes.
Até que em um belo dia do ano de 1998 um telescópio foi trazido para os caminhos ardentes e adoráveis da sua vida.
Tão naturais e meigos.
Entre dias e noites que se transformavam com o tempo mais três telescópios foram trazidos.
Quatro telescópios com uma cor prateada que ao Sol queriam chegar.
Em um deserto à uma distância da luz de mais uma manhã.
Nas manhãs os seus quatro espelhos ficavam retraídos.
Esperando a noite retornar.
Ainda na luz bondosa do Sol sobre esse simpático deserto esses quatro telescópios também adormeciam.
Nos ventos e no tempo que esse deserto entendia para cada telescópio foi concedido um nome.
O primeiro telescópio foi chamado de "Antu" que significa "Sol".
O segundo telescópio teve o nome de "Kueyen" que significa "Lua.
Ao terceiro telescópio foi dado o nome de "Melipal" que significa "Cruzeiro do Sul".
O quatro telescópio foi chamado de "Yepun", que significa "Vênus ".
Aos quatro telescópios e aos seus nomes simbólicos e
verdadeiros tantas coisas do universo poderiam ser traduzidas.
Enquanto os quatro telescópios e os seus bons nomes olhavam as estrelas o tempo passava.
Até que entre o ano de 2004 e 2007 nesse deserto entre as manhãs que nasciam e as noites que já esperavam,mais quatro telescópios foram deixados aos seus grãos aquecidos por uma mesma estrela.
Quatro telescópios com a mesma cor branca que resplandecia sobre a sua vida desértica e maravilhosa.
Pois quando os outros quatros telescópios maiores estivessem procurando algo no céu sem ser uma querida estrela,os outros quatros telescópios esbranquiçados também poderiam ver as milhares de estrelas,uma galáxia leitosa e as fases da Lua e até planetas.
De um mesmo lugar os oito telescópios e os seus oito espelhos com orvalhos poderiam ver ainda além.
Em algum ponto no céu noturno procurando mais um brilho,uma nova indicação.
Nos oito espelhos uma galáxia atravessava deixando nos seus movimentos em passado,presente e futuro a luz das suas estrelas.
Na sensibilidade de cada espelho o universo profundo estava.
Daquele deserto até as distâncias que o tempo consegue contar,mostrando para cada espelho o significado daquela profundeza escura e eterna.
As milhares de estrelas ao longe e as suas constelações com as suas cores e tamanhos.
Mais perto da Lua,Sol e de um deserto o tempo estava.
Contando uma outra fase,mais uma órbita,mais um grão.
Como nos oito espelhos daqueles telescópios destinados à viverem em um deserto.
Com uma aceitação de cada um até que mais noites se transformem sobre aqueles grãos.
Ainda nas manhãs o Sol refletirá sobre os oito espelhos cheios de orvalhos e sobre um deserto caridoso entre o seu nascer e até a próxima noite serena e perfeita.
Stonehenge: guardado sob as cinzas do tempo, o círculo de pedra vigia o silêncio — uma engrenagem de gigantes esquecida pelo céu, onde o sol se encaixa apenas para contar os séculos que faltam.
Reno Fioraso
