Pensamentos Mais Recentes

"Dizem que uma vez rei, rei sempre será
Mas quem deixa o reino consegue voltar?
Hoje eu tenho escolhas, contas pra pagar
E sonhos que a vida ensinou a adiar"
— Marcos Elias Antunes

Paternidade é espelho: enquanto educamos alguém para a vida, somos confrontados pela nossa própria maneira de vivê-la.

A racionalização se manifesta na escassez

Algumas mensagens escondem o que a falta revela.

É assustador perceber que, em um dia, você é a melhor amiga do seu filho, a pessoa em quem ele confia, o colo para onde ele corre quando o mundo dói. E, no outro, você se torna a pessoa errada simplesmente porque teve a coragem de dizer aquilo que ele não queria ouvir.


A mesma mãe que chorou escondida para que ele nunca precisasse conhecer suas dores. A mesma que abriu mão de si tantas vezes para que nada lhe faltasse. A mesma que enfrentaria o mundo inteiro para protegê-lo. De repente, é vista como alguém de quem ele precisa se defender.


E sabe o que mais dói? Não é ser contrariada. Não é ouvir um não. É perceber que, na imaturidade de quem ainda está aprendendo a viver, o amor pode ser confundido com prisão, o cuidado com controle e a preocupação com uma tentativa de destruir a liberdade.


Você não quer ser dona da vida do seu filho. Você só conhece dores que ele ainda não conhece, consequências que ele ainda não consegue enxergar e caminhos que gostaria que ele não precisasse percorrer para aprender.


Mas chega um momento em que ser mãe significa aceitar uma das dores mais cruéis da maternidade: você pode passar a vida tentando ensinar seu filho a não se machucar e, ainda assim, ser culpada quando tenta impedir que ele caia.


Talvez hoje ele não reconheça seus esforços. Talvez acredite que você esteja errada. Talvez precise se afastar para descobrir, por conta própria, aquilo que você tentou explicar com todo o amor do mundo.


Mas que ele nunca confunda o seu silêncio com indiferença, nem a sua dor com falta de amor. Porque uma mãe também se cansa, também chora, também sangra por dentro. Ela também tem um coração que se quebra quando a pessoa por quem daria a própria vida passa a enxergá-la como adversária.


E um dia, quando a vida lhe apresentar dificuldades que você tentou evitar, talvez ele compreenda que nem todo conselho era uma crítica, nem todo limite era uma prisão e nem todo não era uma tentativa de lhe tirar a felicidade.


O mais triste é que, muitas vezes, os filhos só compreendem a dimensão do amor de uma mãe quando a vida os ensina, da maneira mais dura, aquilo que ela tentou ensinar com amor.


E, até lá, ela continua sendo mãe. Não porque não doa, não porque aceite tudo, mas porque, mesmo com o coração ferido, ainda deseja que ele encontre o caminho certo.


Porque, no fundo, uma mãe não sonha em ter um filho que nunca discorde dela. Sonha em ter um filho que, mesmo discordando, jamais se esqueça de que o amor que o trouxe até aqui nunca teve a intenção de mantê-lo preso, mas de vê-lo voar sem precisar destruir as próprias asas para aprender.


E talvez essa seja uma das maiores dores de ser mãe: amar alguém a ponto de querer protegê-lo de tudo, sabendo que, um dia, você poderá ser justamente a pessoa de quem ele acredita precisar se proteger. 💔

Vejo você,
sinto você,
quero você,
então, me abrace.

Podem passar mil cometas, em todos eles estarão os meus pedidos sobre você.

... 3 ... Li ...
Água com LITHI1 : Aquífero GUARANI ...
Hi - Li Li ?
13 LiNDENBAUM?
Pôr do Sol
Ouvindo :
FRAnz Schubert
Winterreise D. 911 No.5 : Der LiNDENBAUM ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

Colecionador de momentos,
ganhador de histórias,


Na existência das regras, nossa respiração ofegante e próxima é a que me trás mais saudades,


Quando os caminhos descruzam, algumas folhas ficam em branco,


Abrir mão não quer dizer que desgostei, refere-se a acreditar na volta e na permanência integral daquilo que é meu e veio pra ficar em definitivo.

Mesmo quando tudo der errado e parecer que você só tem a si mesmo, lembre-se:
Adonai caminha sempre ao seu lado.

Mar 






a parede de ventos que me impede,
mirei as aves.
aprendi a usar os ventos,
dar descanso às minhas asas.

​Na verdade profunda, só a verdade esmagadora se torna absoluta dentro desta compreensão inata. O homem engana, corrompe e destrói, mas ainda assim é homem. Mesmo devorando o lixo da própria existência, o homem permanece homem dentro de sua natureza. Devasta o mundo e ainda é o político corrupto, mentiroso e manipulador. Faz-se de bom, engana e mata — e é eleito pelo mesmo povo que chora de fome.
​A Constituição será resgatada como quem desenterra um tesouro, com ênfase no fato de que os direitos humanos e trabalhistas são o mínimo inegociável para todos. A elite atua de forma apocalíptica e passiva — desde a nova política pangeia de tempos remotos até a ditadura militar, pela qual tantos pagaram com a vida para que a Constituição fosse as asas da liberdade.
​No campo das ideias, ainda sangramos. As pessoas não compreendem o preço da liberdade até que ela lhes seja arrancada, lançando-as na escuridão medieval de uma servidão sem direitos humanos, verbais ou existenciais, na qual portarias ambientais e sociais relativizam a própria democracia.
​O governo autoritário, negligente e negacionista formula uma ideologia implantada pela extrema-direita: o empobrecimento cultural e estrutural do povo, transformando a vida em fruto do colonialismo. Trazem a polarização e engajam no centralismo da política de cabresto, sustentando um novo sistema aplicável apenas à elite. A geopolítica reconfigura o cidadão, transformando-o em um agente da subversão ou em um objeto de servidão voluntária — novos senhores feudais em uma nova era.
​Sem direitos, restam-nos apenas deveres. Tornamo-nos capachos da elite, esperando que do topo caiam algumas migalhas. Quer médico? Procure o curandeiro ou o xamã. Mas não há mais floresta para medicar, restando apenas a cultura dos quintais. As políticas antipoluição foram abolidas e as escolas, fechadas, pois os últimos instruídos foram mortos ou vivem no exílio.

Mesmo que o amor mude tudo e faça a nossa asa quebrar, ele sempre encontra um jeito de nos fazer voltar a voar e um novo recomeço encontrar.

Aquilo que está acontecendo na minha vida é exatamente o que eu preciso para a minha evolução, e eu escolho nutrir essa crença. Se acredito que eu estou onde deveria estar para evoluir, eu me pergunto: o que tenho para aprender aqui? O que posso fazer de melhor com isso? E se é algo que eu não gostaria de estar vivendo, como posso lidar com isso e aprender, para me colocar em outra situação na qual eu realmente queira estar.


Jane Silva


12/10/2026

A vida é assim , um vai e vêm constante, uma verdadeira preparação diária . Quem abre as portas para a evolução todos os dias , valoriza a reflexão , a bondade e a paz e o amor , e com certeza encontra resposta nos momentos de inquietude.
Quem entende a profundidade de se conhecer e se conectar com Deus em oração , encontra um manancial de graça , de paz e de felicidade , satisfação e conforto . A gratuidade passa a caminhar junto , e o amor se desenvolve com naturalidade pois houve aproximação com a excelência .
Bênçãos de Deus a humanidade .
Simone Vercosa .

Alguns problemas são bobos o suficiente para ignorar e se distrair com outra coisa que você goste, outros são intolerantes o suficiente para você encarar.

ON THE CONTINUED EXISTENCE OF THE SELF OR SOUL?!

The Self-as-Center (Joaquim de Sousa Teixeira, 2005) or the Observing Self (Steven C. Hayes, 2022)—which performs the function of manager within the Human Organism (Amâncio M. X. Rêgo, 2025)—continues to exist after the death of its Body (Pim van Lommel, 2013).

A eficácia do
evangelho consiste
na transformação
do caráter. Não há como
dizer ser nova criatura
praticando velhos hábitos.

De todos os estados do Brasil, o que mais exige urgência é o estado de pobreza.

Uns não evoluíram e culparam o meio em que vivem. Culparam as pessoas com quem andam e aquelas com quem um dia caminharam.


Outros não evoluíram e culparam os próprios familiares, esquecendo-se de que nem sempre podemos escolher de onde viemos, mas podemos decidir para onde queremos ir.


Uns perderam-se pelo caminho e culparam a falta de oportunidades, como se o amanhã não fosse também construído pelas decisões de hoje.


Outros caíram e culparam a ausência dos «nãos» que nunca tiveram coragem de dizer, habituados a dizer «sim» até mesmo àquilo que os destruía.


Uns ficaram perdidos no tempo, culpando as distrações que, outrora, eram o auge dos seus prazeres e a fonte da sua felicidade.


Há ainda aqueles que continuam à procura de si mesmos, enquanto vivem uma vida repleta de milagres que não conseguem reconhecer.


E existem outros que permanecem de braços cruzados, confiantes nas oportunidades que o amanhã poderá oferecer, esquecendo-se de que o futuro não se constrói apenas com esperança, mas também com atitude, coragem e acção.

Quando a presença transforma quem somos, a paternidade deixa de ser papel e se torna evolução.

GILBERTO FREYRE É PERNAMBUCANIDADE


No Recife nasceu um mestre,
De pensamento profundo,
Que levou Pernambuco
Para conversar com o mundo;
Gilberto Freyre escreveu
Sobre o Brasil e seu mundo.


Foi homem de muitas letras,
De pesquisa e tradição,
Estudou nossa cultura,
Nossa gente e formação;
E enxergou Pernambuco
Com os olhos do coração.


Foi dele uma palavra
Que ganhou força e verdade:
“Pernambucanidade”,
Nome de uma identidade;
Um jeito de ser da terra,
Memória e brasilidade.


O próprio Freyre afirmou
Com segurança e clareza:
“Essa palavra fui eu
Quem criou”, com firmeza;
E disse que a empregara
Antes de outra autoria expressa.


Não marcou o ano exato
Da primeira utilização,
Mas deixou uma importante
Pista para a investigação:
Já usava “pernambucanidade”
Antes de quarenta e três, então.


Em Salvador, no quarenta e três,
Numa conferência realizada,
Usou o termo “baianidade”,
Expressão então registrada;
E em Belo Horizonte, depois,
“Mineiridade” foi lançada.


Assim, Freyre relacionava
Os nomes à identidade:
Baianidade na Bahia,
Mineiridade na cidade;
E em sua terra querida,
A força da pernambucanidade.


Depois o tempo confirmou
Que a palavra ganhou lugar;
Na imprensa e nos estudos
Começou a circular;
E Pernambuco passou
A nela se reconhecer e falar.


Até que em setenta anos,
No primeiro de fevereiro,
No Diario de Pernambuco,
Escreveu o seu roteiro:
“Pernambucanidade: o que é?”
E explicou seu pensamento inteiro.


“Está em foco entre nós”
— assim começa a reflexão —
A palavra pernambucana
Que provoca discussão;
E Freyre assume sua história
E também sua criação.


Não queria uma identidade
De intolerância ou prisão;
Não era fechar Pernambuco
Dentro de uma separação;
Era reconhecer sua história,
Sua cultura e formação.


Pernambuco sempre recebeu
Quem chegou de outra terra:
Gente que aqui fez história,
Plantou trabalho e encerra
Sua vida junto ao povo
Que esta terra abraça e encerra.


A pernambucanidade,
Para Freyre, não seria
Um muro contra outros povos,
Nem orgulho que excluiria;
Mas uma forma de ser
Que a própria história construía.


E Nilo Pereira depois
Deu ao tema dimensão;
Escreveu Pernambucanidade:
Alguns aspectos históricos,
Obra publicada em oitenta e três,
Dando à palavra investigação.


Nilo olhou nossa história,
Nosso povo e tradição;
E fez da pernambucanidade
Objeto de reflexão;
Mostrando que essa palavra
Já possuía outra dimensão.


Gilberto Freyre e Nilo
Entram nessa caminhada:
Um reivindica a palavra,
Outro amplia sua estrada;
E Pernambuco vai fazendo
Da memória uma morada.


Tem o Recife e seus rios,
Tem o frevo e o maracatu,
Tem o engenho e tem a Zona
Da Mata verde e azul;
Tem o sertão resistente
Sob o céu de Norte a Sul.


Tem Capiba e tem Gonzaga,
Tem Nabuco e Frei Caneca,
Tem Cabral e Bandeira,
Tem a cultura que não seca;
Tem o povo que transforma
Toda dor em vida e festa.


Tem Palmares na memória,
Tem Guararapes na história,
Tem 1817
Na lembrança e na glória;
Tem um povo que carrega
Suas lutas na memória.


Mas se a palavra é recente,
A história é muito mais:
Pernambuco vem de longe
Com seus sonhos e seus ideais;
A palavra apenas nomeia
Sentimentos ancestrais.


Por isso digo no verso,
Sem medo de exagerar:


Gilberto Freyre é
Pernambucanidade,
Porque deu nome à expressão
De uma antiga identidade;
E ajudou Pernambuco
A pensar sua própria verdade.


Não é somente uma palavra,
Nem somente um escritor;
É memória, é resistência,
É cultura, é povo, é valor;
É Pernambuco contando
A história de seu amor.


E se alguém perguntar
O que é pernambucanidade,
Responda com nossa história,
Com cultura e liberdade:
É ser filho dessa terra
Sem esquecer a humanidade.


Gilberto Freyre deixou
Uma palavra para a gente;
Nilo Pereira deu-lhe história,
Tornando o estudo presente;
E o povo de Pernambuco
Segue escrevendo o repente.


Pernambucanidade!
Palavra de identidade!
Gilberto Freyre lhe deu nome,
Pernambuco lhe deu verdade;
E o povo segue escrevendo
Sua própria eternidade.

O POETA E A SANTA NATUREZA 


Ser poeta é nobreza,
É dom de raro valor,
Seja matuto da roça,
Seja doutor ou escritor,
Pois a poesia floresce
No peito de quem tem amor.


O matuto sem leitura
Traz no peito inspiração,
Faz da vida poesia,
Tira versos do sertão,
Pois a voz da natureza
Também fala ao coração.


O doutor das belas letras
Pode versos compor,
Mas diploma não dá alma,
Nem fabrica o trovador.
A poesia nasce livre,
Como nasce livre a flor.


Foi a Mãe Natureza
Quem deu ao verso o fulgor,
Fez da palavra uma fonte,
Fez do silêncio um clamor.
E deu ao poeta a chama
De transformar dor em flor.


Não importa o pergaminho,
Nem o grau de formação,
Vale o dom que vem da alma,
Vale a pura emoção.
Ser poeta é ter no peito
A mais nobre distinção.

"O SER INTELIGENTE 
é Humilde e Flexível, 
jamais interesseiro ou
 conivente, pois sua razão 
se alicerça no sólido, 
justo e ético argumento."

"O homem ético e nobre de
firme caráter realiza com fé
independente da crença ou
apoio alheio se mantendo
no caminho honesto do bem.."