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Maturidade e Sabedoria


Quando eu era menino, agia como menino, pensava como menino e fazia coisas próprias da infância.
Mas o tempo passou. Cresci. E agora, ao olhar para o homem que me tornei, percebo que a maturidade exige mais do que o simples passar dos anos. Preciso agir com a responsabilidade de um homem, e não mais com as imaturidades de um garoto.
Ser homem é, antes de tudo, assumir a responsabilidade pelos meus compromissos, pela minha palavra e pelos meus atos.
É entender que a verdadeira força está em honrar os princípios que cultivamos e em viver de acordo com eles, mesmo quando a vida nos desafia. Preciso ser como Jó: íntegro, reto, temente a Deus, reconhecendo que a fé não se limita aos momentos de facilidade, mas se revela nas provas da vida.
Agir como homem é abandonar as picuinhas, as brigas pequenas e as intrigas que só nos afastam do que realmente importa.
É deixar para trás as minúcias que nos distraem e nos desvirtuam daquilo que Deus espera de nós. No lugar disso, precisamos cultivar o respeito, a paciência, e o perdão – pilares que fortalecem nossa caminhada espiritual e humana.
Ser homem é também ser alguém que se dedica à família com carinho e respeito.
É ser bom filho, bom irmão, bom pai, e, acima de tudo, um cidadão comprometido com o bem comum e com a justiça. A verdadeira masculinidade é aquela que se constrói no serviço ao próximo, que se revela nas pequenas atitudes diárias de cuidado e generosidade.
Agir como homem é agir com a razão, mas sem perder a capacidade de se emocionar diante do sofrimento e das dificuldades alheias.
É buscar o equilíbrio entre a lógica e o amor, entre a mente e o coração. E, talvez, o maior desafio seja não perder a sensibilidade, a capacidade de dividir o pão com quem tem fome, de estender a mão para quem precisa, de ser luz na vida do outro.
Por fim, ser homem é manter viva a inocência de criança, mas com a sabedoria que a experiência e os erros nos ensinam.
É saber que o amadurecimento não significa perder a capacidade de sonhar, de ver o mundo com olhos puros e esperançosos. Mas também é reconhecer que, para ser verdadeiramente inteiro, precisamos aprender com os nossos erros e com a vida, sem jamais abrir mão da compaixão e do amor.

Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar. 
A escolher quem eu quero do meu Lado. 
A me distanciar de quem não me faz bem.
A separar o que é verdadeiro do que é apenas interesse. 
A viver de forma digna mesmo tendo pouco.
A nunca querer muito para ser feliz.
A encontrar prazer nas pequenas coisas e acontecimentos. 
A valorizar somente aqueles que também me dão valor.
A nunca simular afeição por ninguém. 
A viver é proceder conforme minha consciência. 
A nunca prejudicar ou fazer mal a quem quer que seja. 
A confiar em Deus e nunca duvidar do poder da fé.

A obra "Doce Prazer da Queda Livre", de Michel F.M. (Bruno Michel Ferraz Margoni), compõe a instigante "Trilogia Ensaio sobre a Distração". Nela, o autor utiliza a metáfora da "queda" não como um fracasso, mas como um estado de entrega existencial e liberdade intelectual.

Aqui estão os pontos centrais para análise:

1. A Redefinição da "Queda"

Enquanto o senso comum associa a queda ao erro ou à derrota, Michel F.M. a ressignifica como o prazer da impermanência. O livro é dedicado ao "fadigado sopro existencial", sugerindo que aceitar a falta de controle sobre a vida (a queda livre) é o que permite a verdadeira experiência estética e filosófica.

2. Entre a Poesia e a Filosofia

A obra transita por gêneros híbridos, característica marcante do autor, que é também historiador e comunicólogo. A análise destaca:

A Desautomatização: Assim como em seus outros títulos no Clube de Autores, o texto busca romper com a rotina automática através da "distração" consciente.

O Voo Vertical: A queda livre aqui funciona como um voo para dentro de si, onde o indivíduo se despoja de amarras sociais e produtivas para se encontrar no movimento puro.

3. Conexão com o "Acumulador de Feitos Invisíveis"

Se no livro anterior o foco era a contabilidade do imperceptível, em "Doce Prazer da Queda Livre", o autor parece focar na sensação do trajeto. Não importa o impacto final (o chão), mas sim a intensidade e a beleza do "durante", o que ele descreve como uma "beleza concentrada a níveis inimagináveis".

4. Perfil do Autor e Estilo

Michel F.M. escreve a partir de uma perspectiva multifacetada — de acadêmico imortal da AISLA a praticante de slackline. Essa bagagem física e intelectual reflete-se na obra através de um ritmo que simula o equilíbrio e a vertigem.

A gentileza, o respeito e as boas maneiras
nascem onde a alma aprendeu 
a ser elegante.
Não se impõem, revelam-se.
O mundo, exausto de ruídos e atropelos,
carece dessa elegância silenciosa
que não humilha, não grita, não fere.


Essas prerrogativas 
são luxos raros
de almas que recusaram 
a brutalidade cotidiana.
O mundo, rude e vaidoso,
confunde grosseria com força,
arrogância com poder,
e dessangra-se lentamente 
por absoluta falta de elegância.
✍©️@MiriamDaCosta

"Domingo, dia de paz e amor,
Descanso e carinho, um refúgio no calor.
Ao lado da pessoa amada, o tempo para,
Momentos únicos, eternos no coração.


O amor se encontra em cada olhar,
Em pensamentos, sempre a te buscar.
Você faz parte, é a razão,
Meu amor por você, sem fim, sem estação."

Não despreze ninguém porque é pobre, o futuro é incerto. A humildade e o respeito são essenciais. A verdadeira riqueza vem do coração e das nossas acções.

Quando as pessoas nascem, elas verdadeiramente não são iguais. E isso não é sobre ter no que aparentar para ser, mas que os nossos arredores podem ser completamente diferente do que o próximo costuma a vivenciar. A desigualdade é a única coisa que todos recebem por igual.

Não Existem Problemas, Só desafios é a tua disciplina que faz acontecer!

A obra "Acumulador de Feitos Invisíveis", de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), é uma exploração lírica e reflexiva que integra a chamada "Trilogia Ensaio sobre a Distração".


Aqui está uma análise dos principais pilares dessa obra:


1. A Filosofia da Invisibilidade


O título sugere uma valorização do que é imperceptível aos olhos da produtividade moderna. Enquanto o mundo foca em sucessos tangíveis, Michel F.M. propõe uma "contabilidade" do que ocorre no interior: pensamentos, silêncios e pequenos atos de resistência subjetiva. É um convite a reconhecer a grandeza no que não é publicado ou aplaudido.

2. Estética da Distração


Como parte de sua trilogia sobre a distração, o autor parece investigar a perda de foco não como um defeito, mas como um refúgio. Em um cenário de hiperestimulação, o "acumulador" de feitos invisíveis é aquele que se permite derivar e encontrar sentido fora das estruturas rígidas de tempo e utilidade.


3. Linguagem e Forma


As composições de Michel F.M. frequentemente transitam entre a poesia e a letra de música, utilizando um estilo livre que ignora normas literárias tradicionais para priorizar a pulsação emocional e a crítica social. Sua escrita é marcada por:


Dualismo: O contraste entre o romântico e o crítico.


Efemeridade: A celebração de momentos que desaparecem assim que ocorrem, típicos de quem coleciona o "invisível".


4. Contexto do Autor


Michel F.M. é um autor prolífico com dezenas de títulos publicados via Clube de Autores, frequentemente explorando temas como o tédio, o impulso e a insubordinação do sujeito. Sua obra reflete a bagagem de um filósofo e historiador que busca na poesia uma forma de "arquitetura da expectativa".

Não corro atrás de dinheiro, construo valor — o dinheiro vem depois.

Toda grande fortuna começou com alguém acreditando sozinho.

Trilhando com fé, trabalho e visão, o impossível fica pequeno.

O futuro pertence a quem não desiste de evoluir.

Um dia de foco pode mudar uma vida inteira.

A riqueza verdadeira começa no caráter e se multiplica com disciplina.

Quem persiste quando ninguém vê, vence quando todos olham.

Grandes conquistas nascem de sonhos que ninguém entende no começo.

Não sou trilionário ainda, mas minhas decisões já são.

O sucesso começa invisível, dentro da mente.

Quem pensa grande hoje constrói o impossível amanhã.

Prefiro demonstrar empatia até mesmo para aqueles que dizem que me detestam; Estou farto de amaldiçoar os outros com palavras que abominam o próximo.

Máscaras
Lembranças falsas lançam suas máscaras no vazio.
Graças a Deus, somos todos falhos, errantes e pecadores.
Por isso, por gentileza, não fale de mim,
até porque já não me lembro de você.

A desigualdade social no nosso país não é tão somente problemas  estruturais.
É  algo mais sério e nefasto,
Quase que incorrigível. 
É  que a grande maioria do povo
E nossos políticos são iguais.

Quem uma vez conheceu o amor não tolera o peso da solidão;
e quem longamente habitou a solidão já não alcança o sentido do amor.


O amor afasta o homem da solidão,
mas a solidão, quando profunda, obscurece o entendimento do amor.

"Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas" é o terceiro volume da trilogia "Mestre dos Pretextos", escrita pelo autor e filósofo brasileiro Michel F.M. e publicada originalmente em 2020.


A obra transita entre a filosofia, a poesia e o realismo fantástico, apresentando uma densa carga metafísica e ética.


Abaixo, os pontos centrais para análise:


1. Temática e Fio Condutor


O livro é guiado pela máxima "O destino do poder é a ruína". A narrativa explora a decadência das estruturas de autoridade e a fragilidade das ambições humanas diante da imensidão do cosmos e do tempo.
Michel F.M. utiliza a metáfora do "atlas" não como um mapa geográfico, mas como um guia existencial para enfrentar as "noites nebulosas" da incerteza e do sofrimento.


2. Estrutura e Estilo


Hibridismo: A obra não se prende a um gênero único, misturando passagens reflexivas com prosa poética e elementos de ficção especulativa.


Trilogia: Como encerramento da série (precedido por Delírio Absoluto da Multidão Atônita e Pacífico em Brasas), o livro busca sintetizar as tensões entre o indivíduo e o coletivo exploradas anteriormente.


Extensão: Possui aproximadamente 113 páginas, focadas em uma linguagem concisa e aforística.


3. Perspectiva Crítica


O autor foca na crítica social e moral, frequentemente abordando a submissão e a ignorância humana perante forças maiores. A obra é recomendada para leitores interessados em filosofia contemporânea e literatura independente que desafia convenções narrativas tradicionais.