Pensamentos Mais Recentes
Pois são nos dias mais dificeis que me dou conta de que sempre vale a pena sorrir, são as noites estreladas que me consolam, elas, as estrelas, que a muito tempo brilham e por muito ainda ão de brilhar, que me dão a esperença e a certeza de que sempre haverá um novo amanha!
Segui na mesma frequência,
Te abracei sem medo, sem enxergar,
Se o fim do mundo fosse hoje eu sei que estaria seguro, pois fiz de você o meu abrigo.
Na Política-Espetáculo, fingir preocupação
é a Arte que o Estado domina com muita maestria;
o intrigante é o povo acreditar.
Há algo de profundamente teatral na forma como o poder se apresenta.
Discursos carregados de urgência, promessas anunciadas como salvação e gestos calculados só para as câmeras.
O problema é raramente a ausência de palavras — estas nunca faltam —, mas a distância silenciosa entre o que se diz e o que se faz.
No palco da política contemporânea, a indignação tornou-se figurino e a empatia, um roteiro ensaiado.
Tragédias sociais são tratadas como episódios de uma série que precisa continuar alimentando a Economia da Atenção.
Anuncia-se uma comissão, cria-se um grupo de trabalho, promete-se um plano.
A sensação de movimento substitui o próprio movimento.
E, enquanto o espetáculo se desenrola, o público aprende a confundir encenação com ação.
A cada novo ato, a cada nova coletiva, a esperança é novamente convocada para assistir, acreditar e aguardar o próximo capítulo.
Talvez o elemento mais fascinante dessa dinâmica não seja a habilidade do Estado em representar — instituições sempre dominaram a arte da narrativa —, mas a persistência com que a plateia insiste em ignorar o cenário.
Não por ingenuidade pura, mas, porque admitir a encenação exigiria algo mais desconfortável: assumir que a transformação não virá do palco.
O espetáculo funciona porque oferece catarse sem mudança, emoção sem responsabilidade e crítica sem consequência.
Ele permite que todos participem da Indignação Coletiva enquanto a estrutura permanece cuidadosamente intacta.
No fim, a Política do Espetáculo não se sustenta apenas pela habilidade dos atores principais — os políticos-influencers —, mas pela cumplicidade silenciosa de quem continua comprando ingressos.
Afinal, questionar o teatro é fácil; mais difícil é aceitar que, fora dele, a realidade exige Protagonistas — não Espectadores.
Com a evolução fica claro que não devemos comparar os macacos com os homens pela sua inabilidade em jogar xadrez, mas sim pela sua simplicidade em apenas descascar bananas.
DUAS BOCAS QUE SE COLAM,
DOIS PÁSSAROS COM DESEJO DE VOAR,
DUAS PESSOAS QUE SE OLHAM,
DOIS CORPOS SEDENTOS DE AMAR.
TENHO AS MÃOS TRÊMULAS,
MESMO ASSIM SOU FELIZ,
POIS SOU ESPELHO DE MEU PAI,
E DE MINHA MÃE SOU A RAIZ.
Que as nossas
loucuras
se encontrem
com as certezas.
E que disso
nasça tudo
que faz a vida
valer a pena.
SAUDADE EU TENHO...,
TENHO SAUDADE DE SEU OLHAR,
SAUDADE TENHO DE SEUS CARINHOS,
SAUDADE DE SEU JEITO DE AMAR.
Guerreiro do Amanhã
Nasci sob o peso dos sonhos e das batalhas,
com o destino marcado pela coragem no olhar.
Enquanto o mundo tentava erguer muralhas,
minha alma já sabia que precisava lutar.
Carrego nas mãos as marcas da estrada,
cicatrizes de lutas que não foram em vão.
Cada queda me fez levantar mais forte,
cada noite escura acendeu um novo clarão.
Não temo a tempestade que vem do horizonte,
nem as pedras que surgem no meu caminhar.
Pois dentro do peito carrego um destino:
lutar, resistir, e jamais recuar.
Meu olhar busca um amanhã mais digno,
um futuro que ainda vou conquistar.
Porque quem nasce com alma de guerreiro
aprende cedo a nunca se entregar.
E quando o mundo duvidar da nossa força,
quando tentarem nos fazer ceder,
erguemos a voz com o peito em chamas:
Somos capazes, jamais iremos esmorecer.
Nascemos para lutar e viveremos para vencer!
