Pensamentos Mais Recentes
Cinco coisas que a morte não terá de mim:
Minha presença,
Meus pêsames,
Minhas lágrimas,
Meu luto,
Meu adeus.
Afinal, a morte é pura ilusão.
"Testemunhas do diabo são aqueles que carregam em suas almas obscuridades, que se camuflam com as vestes puras da igreja e da sua boca proferem malícia. Usam e abusam dos instrumentos sagrados do altar e dão louvores a Jeová. Bebem do cálice sanguinário das suas tramas e comem, sem se saciar, dos prazeres mundanos, achando-se mais espertos do que o próprio Deus."
A ausência de quem amamos é pior do que a morte e frustra a esperança de maneira mais cruel do que o desespero.
Sejamos como a agua, batendo nos rochedos e desviando o percurso, arrastando a areia e a lama até que tudo se assente e se torne caminho. A agua não mede esforços para romper obstaculos, por onde passa gera vida e abrigo, tudo gira em torno dela, seu proposito é romper sem questionar ou medir as adversidades. O nosso objetivo esta no percurso, o processo só é revelado no trajeto portanto siga sem medir seus oponentes!
Se continuarmos dando palco aos que usam o nome de Deus e da Igreja para se esconder, aparecer e se promover, muito em breve seremos os culpados pelo livro mais lido e menos vivido se tornar o mais evitado no mundo.
A Bíblia nunca precisou de marketing para ser relevante.
Ela sempre precisou de pessoas dispostas a vivê-la.
O problema não está na Palavra, mas na incoerência de quem a utiliza como escudo para os próprios interesses.
Quando a fé vira espetáculo, o púlpito vira palco.
Quando o Evangelho é usado para alimentar egos, conquistar seguidores ou proteger reputações, Cristo deixa de ser o centro e passa a ser apenas um pretexto.
E cada escândalo, cada manipulação e cada demonstração de religiosidade vazia afastam pessoas que, muitas vezes, nunca rejeitaram Jesus — apenas se decepcionaram com aqueles que diziam representá-Lo.
O maior testemunho da Igreja nunca foi sua influência, seu tamanho ou seu poder, mas sua capacidade de amar, servir e viver aquilo que anuncia.
O mundo não precisa de mais discursos inflamados; precisa de vidas que reflitam o caráter de Cristo.
Talvez seja hora de pararmos de aplaudir personalidades e voltarmos a seguir o Mestre.
Deixarmos de defender homens e começarmos a defender a verdade.
De entendermos que o Reino de Deus não cresce pela fama de seus pregadores, mas pela fidelidade de seus discípulos.
Que a nossa preocupação não seja preservar imagens, mas preservar o Evangelho.
Porque a Palavra de Deus continuará sendo perfeita.
A pergunta é: quando as pessoas olharem para nós, elas terão vontade de conhecê-la ou motivos para evitá-la?
Seu mundo se resume a uma jornada onde as palavras, as canções, as paixões e as perguntas sem respostas são os fios que tecem você. Um encontro entre a terra e o fogo, onde você não se vê, mas se sente. Onde há uma riqueza de sentimentos que nos lembram a força da Mulher . Explore esse mundo interior com muita curiosidade, e se encontre em cada passo dessa jornada. Ótimo final de Semana! Alexandre Sefardi
O mundo seria diferente se os fofoqueiros parassem de falar da vida de Flávio, Maria e José, e começassem a falar de Nietzsche Freud, Marx e Foucault.
O CORPO DE JESUS À LUZ DO ESPIRITISMO:
A DISTINÇÃO ENTRE O CORPO CARNAL E O CORPO FLUÍDICO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A natureza do corpo de Jesus constitui um dos temas mais debatidos da história do Cristianismo e, igualmente, um dos mais importantes para a compreensão da Cristologia espírita. Em torno dessa questão, surgiram inúmeras interpretações que variam desde a concepção de um corpo puramente aparente até a afirmação de um organismo humano integralmente semelhante ao de qualquer homem.
À luz da Codificação Espírita, J. Herculano Pires retoma o método de Allan Kardec e oferece uma interpretação que preserva simultaneamente a racionalidade, a lógica doutrinária e a grandeza espiritual do Cristo. Sua análise afasta especulações místicas incompatíveis com o método kardequiano e procura compreender os fatos evangélicos segundo as leis naturais que regem a relação entre Espírito e matéria.
JESUS NASCEU COMO QUALQUER SER HUMANO.
Segundo Herculano Pires, a teoria espírita conduz a uma conclusão bastante clara: Jesus nasceu mediante os processos naturais da encarnação. Seu corpo possuía matéria orgânica semelhante à de todos os homens.
Essa compreensão está em perfeita consonância com o princípio fundamental estabelecido por Allan Kardec: a encarnação é uma lei universal para os Espíritos destinados a viverem na Terra. O Espiritismo não admite privilégios que contrariem as leis divinas, pois Deus governa o Universo através de leis imutáveis e universais.
Entretanto, afirmar que Jesus possuía um corpo humano não significa reduzi-lo espiritualmente. Ao contrário, sua superioridade residia precisamente no Espírito que animava esse organismo.
Seu corpo refletia o equilíbrio de um Espírito absolutamente puro. Se apresentava maior harmonia fisiológica, maior delicadeza ou excepcional domínio das funções orgânicas, isso decorria da supremacia espiritual exercida sobre a matéria.
Enquanto nós frequentemente nos deixamos dominar pelos impulsos do corpo, em Jesus ocorria o inverso: o Espírito governava plenamente o organismo físico.
Essa observação possui profundo alcance psicológico e filosófico. O corpo não era um obstáculo para Jesus, mas um instrumento perfeitamente subordinado à inteligência e à vontade moral.
A RESSURREIÇÃO E A TRANSFORMAÇÃO DO CORPO.
É precisamente após a crucificação que ocorre uma mudança essencial.
Herculano Pires observa que os próprios relatos evangélicos revelam uma realidade diferente daquela vivida antes da morte.
Maria Madalena inicialmente não o reconhece junto ao sepulcro.
Os discípulos de Emaús caminham longamente ao seu lado sem perceber quem era.
Nas aparições aos apóstolos, Jesus surge repentinamente em ambientes fechados e desaparece da mesma forma.
Esses acontecimentos indicam que já não se tratava do corpo carnal utilizado durante a vida terrestre.
Segundo a explicação espírita, após o desligamento definitivo do organismo físico, Jesus manifesta-se através de um corpo fluídico — formado pelos elementos do perispírito — capaz de assumir diferentes aparências e tornar-se visível ou invisível conforme as circunstâncias.
Assim, a ressurreição não representa o retorno do cadáver à vida, mas a manifestação consciente do Espírito mediante seu envoltório perispiritual.
Essa interpretação elimina dificuldades que, durante séculos, alimentaram debates teológicos acerca da natureza do corpo ressuscitado.
O MÉTODO KARDEQUIANO E A LUCIDEZ DOUTRINÁRIA.
Uma característica marcante da análise de Herculano Pires é sua absoluta fidelidade ao método estabelecido por Allan Kardec.
Não se recorre ao sobrenatural para explicar os acontecimentos.
Não se anulam as leis naturais.
Não se criam exceções incompatíveis com a justiça e a sabedoria divinas.
Ao contrário, compreende-se que as manifestações do Cristo ressuscitado pertencem ao campo das propriedades do perispírito, amplamente estudadas na Codificação Espírita.
Essa perspectiva preserva tanto a grandeza espiritual de Jesus quanto a coerência científica da Doutrina Espírita.
A SUPERIORIDADE DE JESUS NÃO ESTAVA NA MATÉRIA.
Um dos maiores ensinamentos dessa interpretação consiste em distinguir a perfeição espiritual da constituição material.
Jesus não era superior porque possuía um corpo milagroso.
Era superior porque seu Espírito alcançara a máxima elevação moral conhecida pela humanidade terrestre.
Seu organismo apenas refletia essa condição.
A verdadeira grandeza nunca pertence à matéria, mas ao Espírito que a dirige.
Essa distinção impede tanto o materialismo quanto o misticismo exagerado, conduzindo a uma compreensão equilibrada da missão do Cristo.
CONSIDERAÇÕES.
A análise apresentada por J. Herculano Pires demonstra que a Doutrina Espírita não diminui a figura de Jesus; ao contrário, engrandece-a por meio da razão.
O Cristo viveu plenamente a experiência humana durante sua existência terrena, submetendo-se às mesmas leis biológicas que regem toda encarnação. Após a desencarnação, porém, manifesta-se por intermédio do corpo fluídico, fenômeno compatível com as leis espirituais estudadas por Allan Kardec.
Essa interpretação harmoniza os relatos evangélicos com a lógica, preserva a universalidade das leis divinas e reafirma que o maior milagre realizado por Jesus não foi possuir um corpo diferente, mas revelar, por sua perfeição moral, o destino sublime reservado ao Espírito humano.
Fontes:
KARDEC, Allan. A Gênese, capítulo XV ("Os Milagres do Evangelho").
KARDEC, Allan. O Livro dos Médiuns, Segunda Parte, capítulos XIV e XV.
KARDEC, Allan. Revista Espírita (1858–1869), estudos sobre aparições e manifestações tangíveis.
PIRES, J. Herculano; ABREU FILHO, Júlio. O Verbo e a Carne.
A Escolha de Continuar
Nem sempre seguir em frente acontece porque estamos fortes. Às vezes, acontece justamente porque chegamos ao limite e, ainda assim, encontramos dentro de nós um motivo para dar mais um passo.
Existem fases em que a vida muda o rumo das coisas, tira algumas certezas do lugar e nos faz questionar se conseguiremos atravessar aquilo que está diante de nós.
Mas continuar não significa fingir que nada aconteceu. Significa olhar para a própria história, aceitar o que foi vivido e escolher não permanecer preso ao que tentou nos parar.
Cada pessoa carrega batalhas que não aparecem para os outros. Existem dias difíceis, decisões pesadas e momentos em que apenas permanecer de pé já representa uma grande conquista.
Superar é entender que o passado faz parte da nossa história, mas não precisa ser o dono do nosso futuro.
Porque, no fim, algumas vitórias não chegam com grandes mudanças externas. Elas acontecem quando percebemos que, apesar de tudo que enfrentamos, ainda somos capazes de seguir criando novos caminhos.
Continuar também é uma escolha.
E algumas escolhas mudam tudo.
Qualquer homem que comece a treinar, trabalhar duro, estudar profundamente e agir com maturidade e responsabilidade é sábio.
Carro tem corpo borboleta, mas não voa.
Tem válvula, mas não tem coração.
Tem cabeçote, mas não tem alma.
Boa viagem Sr. motorista.
_____
2503 📜 "O risco daqueles que estão fixamente interessados em Contato com Alienígenas é vir a tornarem-se Alienados. Já pensaram nisso?"
O que ficou entre nós
Há pessoas
que não vão embora de uma vez.
Primeiro levam a voz,
depois o costume,
mais tarde os planos.
Por último, deixam um silêncio
que aprende a morar na casa.
Foi assim.
Não houve tempestade suficiente
para explicar a calmaria que ficou.
Houve apenas palavras
que chegaram tarde
e outras que nunca encontraram coragem.
Eu esperei.
Não por insistência,
mas porque certos afetos
demoram a entender
que a porta já foi fechada.
Pettrulho Pedro Soares Ribeiro
