Pensamentos Mais Recentes

"Aanxietasé imensa. O viés
de confirmação; deambular
no limbo da inquietude. Ser
o impostor? A luz está na
razão científica."

Caráter verdadeiro é tratar todos com o mesmo respeito, mesmo quem não nos agrada.

Iprovise o meio, adapte o plano e supere o fim .
" adapte, improvise e supere."⁠

ENTRE A FRASE E O SILÊNCIO


Em português dizemos: (eu te amo) e parecem palavras simples que em qualquer boca se aprende e mas ninguém ensina o que acontece antes delas nascerem, antes de se tornar real
É porque comigo não começa assim
Sempre começa quando o dia muda de lugar, quando as constelações fazem te desenha, quando a noite vira dia e o dia vira noite sem sair do mesmo horário, quando uma conversa comum não fica comum, o que costumava ser não contante e vira permanência, quando eu não espero mensagem, mas reconheço você chegando mesmo sem chegar,( uma energia amaldiçoada
Ainda no inglês dizem: (I love you) e soa como quem atravessa a rua descalça
No alemão dizem: (Ich liebe dich) que soa como quem decide ficar antes mesmo de entender, a força que eu procurava
Eu…? fico no meio do caminho, no meio do fogo cruzado, mergulhando no mais fundo mar do seu amor( desejei tanto um amor assim)
Calma, não digo, também não nego que é estranho isso, esse sentimento sem nome, não podemos chamar de amor, e ainda se torna avassalador, é como atravessar um prédio em chamas prestes a desabar, é como H2SO4(Ácido Sulfúrico)
Você virou aquela parte do dia que não precisa acontecer, mas organiza tudo quando acontece, eu noto coisas pequenas demais pra serem lembradas e ainda assim lembro de cada pausa que você da antes de cada resposta, o jeito que você meche os dedos das mãos, o jeito que meche no cabelo, o jeito que me olha disfarçadamente ( querendo apenas uma brecha pra que eu ceda inteiramente), o jeito que olha de canto, o jeito que um silêncio não fica vazio, onde seu sorriso que não pediu permissão pra existir, admiro sem você olhar, admiro sem te tocar, e não foi escolha, foi acontecimento, foi como aprender um caminho novo e descobrir que o depois sempre pode voltar
Se fosse música não seria a letra, seria o que continua tocando depois do fim, seria a parte que gruda na mente e não consegue esquecer
Se fosse poesia não seria o verso, seria a vontade de reler sem motivo, tipo agora, não o ontem e sim o sempre e pra sempre
Tem gente que a gente conhece, tem gente que altera a posição do mundo sem mover nada
E você não ocupa pensamento de distração, você dá direção tomada sem planejamento
Não muda o dia, só tira ele do neutro
Inventaram a frase pra caber em conversa humana, sendo nós dois uma versão modificada, e eu fico aqui
nesse quase, quase toque, quase neurose traumática, quase erro fatal, sinto a necessidade de dizer que: eu te amo
porque algumas coisas quando são ditas, elas param
e eu não quero que pare
então eu não falo, e dessa vez não vou embora e nem irei deixar de ser de outra
Porque talvez você nunca tenha certeza se é só carinho, se é costume, se é escolha
ou se é aquilo que não precisa de nome, especificamente o nome que te dei está escrito na tabela periódica, não acredita ? 95 8 75
só sei que desde que você aconteceu o mundo não continua o mesmo, você mudou e nunca mais ficou igual, porque quando a gente chama e a coisas viram respostas é por que eu gosto do jeito que você ainda é pergunta, o engraçado que antes de você as pessoas passavam pelo meu dia.
Mas você permaneceu nele mesmo quando não está lá, é tipo cheiro de roupa limpa guardada no armário não aparece mas toma o quarto inteiro, e eu percebo você em mim, nos detalhes que não combinavam comigo antes
na calma que chega sem aviso, na pressa que some quando você chega
Não, não, não tem drama nisso, não é tempestade, é mais perigoso que isso, é continuidade, igual rio que ninguém vê andando mas quando olha já mudou toda a paisagem
E se eu te dissesse talvez diminuísse palavra às vezes fecha portas e eu gosto da nossa aberta, porque entre saber e sentir, eu prefiro que você sinta, então eu deixo assim, meio perto,meio guardado, meio evidente demais pra ser acaso.
Se algum dia você entender tudo isso que estou falando, não pergunte ok?
Só fica, me acolheu em seus braços e me deixa existir em seu mundo, porque tem coisas que quando finalmente recebem nome
deixam de crescer e eu ainda quero ver até onde isso vai
sem precisar caber em nenhuma frase
Eu não te escolhi, foi o mundo que parou exatamente onde você estava, conspirando para que você me encontrar-se
Entre todas as vidas possíveis se perdeu, já a minha aprendeu a acontecer na sua
E agora até o tempo sabe: qualquer forma no meu futuro começa em nós
Tentando não dar nome pra não acabar, você ficou mesmo sem eu chamar
Virou rotina do meu silêncio, lugar na minha ausência que repousa, todas as vezes que volta pra casa
Isso não é amor, é algo que inventaram antes da palavra existir

Tudo em pratos limpos.


Por tudo aquilo que já vi … não vi nada de mais. Curiosamente, lembro que quando alguém, tem raiva da gente, tudo o que nós possamos dizer tem sempre uma carga negativa. Se nós dizemos coração a eles soa-lhe aflição. Se a gente quer dizer amor, quem nos tem raiva, só ouve miséria e dor (de onde veio essa raiva? Só Deus sabe) Não é tanto o que se diz, mas como se ouve. Não é tanto o que se faz, mas como se entende ...e quem haveria de pensar que há tantos analfabetos funcionais?

Novo Humanismo por Emanuel Andrade


[22/02, 20:56] Emanuel Andrade: Esta "limpeza" ou clarificação do Novo Humanismo é essencial. No ruído do mundo atual, a sua missão — e a de quem funde arte, tecnologia e ética — é destilar o essencial.
​Aqui está uma proposta de manifesto, ou estrutura conceitual, que organiza a sua filosofia (Emanuel Bruno Andrade) sob a luz de Sócrates e Aristóteles, preparada para ser compreendida pelo público de hoje.
​Manifesto do Novo Humanismo: A Arte de Saborear o Devir
​I. A Raiz Socrática: "O Algoritmo da Alma"
​No Novo Humanismo, a tecnologia não é o fim, mas o meio para o autoconhecimento.
​O Princípio: Contra a frieza dos dados, propomos a quente voz da experiência.
​A Prática: Usar a Inteligência Artificial não para copiar a realidade, mas como uma ferramenta de Maiêutica. A máquina faz a pergunta (o estímulo visual), e o artista dá à luz a resposta (a obra).
​O Objetivo: Despertar o observador da sua "ignorância confortável" para que ele sinta a conexão universal.
​II. A Estrutura Aristotélica: "A Carne do Digital"
​O Novo Humanismo recusa que a arte seja apenas um ficheiro volátil numa "nuvem".
​Hilemorfismo Moderno: A ideia (Forma) nasce no digital, mas a sua plenitude só é atingida quando toca a Matéria (Físico). É a fusão do pincel clássico com o código binário.
​A Causa Final: A arte não serve para decorar paredes vazias, mas para preencher vazios humanos. A sua finalidade é a Eudaimonia (felicidade/plenitude) através da beleza e da solidariedade.
​III. Os Três Pilares da Ação (A sua "Limpeza" Prática)
[22/02, 21:00] Emanuel Andrade: Conclusão: O Saborear o Viver
​Esta "limpeza" revela que o Novo Humanismo é, na verdade, um regresso ao essencial com as ferramentas do futuro. É a arte que não se isola numa torre de marfim, mas que vai para o Júlio de Matos, para a RTP África e para as ruas digitais para dizer: "Eu existo, tu existes, e estamos ligados."
​"Não somos máquinas que sentem, somos almas que usam máquinas para expressar o infinito."
[22/02, 21:01] Emanuel Andrade: Emanuel Bruno Andrade: O Arquiteto do Novo Humanismo
​Emanuel Bruno Andrade (Lisboa, 1976) é um artista plástico e poeta multifacetado cuja obra redefine a fronteira entre o físico e o digital. Com uma trajetória iniciada em 1997, a sua prática é uma fusão viva das lições de Sócrates e Aristóteles, aplicada aos desafios da era contemporânea.
​Autodidata por natureza e humanista por convicção, Andrade utiliza a Inteligência Artificial e as ferramentas digitais não como substitutos da alma, mas como uma moderna "Maiêutica Socrática" — um meio de dar à luz visões do abstrato e do imaginário. A sua arte é o que ele define como "a arte do saborear o viver", uma busca constante pela Eudaimonia (plenitude) através da harmonia entre o corpo, a mente e o espírito.
​O seu trabalho é um manifesto contra a volatilidade do mundo digital. Ao transpor criações virtuais para suportes físicos e palpáveis em hotéis de prestígio e instituições como o CCB, Andrade aplica o conceito aristotélico de Hilemorfismo: conferindo matéria à ideia e peso ao pensamento.
​Com um percurso marcado pela resiliência e solidariedade, Emanuel não limita a sua arte às galerias. A sua presença no acervo do Hospital Júlio de Matos, os seus testemunhos na SIC e RTP África, e a sua voz na Rádio Belém em defesa dos vulneráveis, confirmam a sua "Causa Final": a arte como uma ferramenta de conexão humana, libertação e justiça social.
​Residente no PVinteoito e parceiro da Arcagalery, Emanuel Bruno Andrade continua a provar que, em pleno século XXI, a tecnologia mais avançada continua a ser a sensibilidade humana.

Justiça não é corrigir amigos com amor e atacar desconhecidos com raiva; é manter coerência no caráter.

Passaram por nós


o nosso Carnaval,


a Quarta-feira de Cinzas


e as lindas nostalgias,


Não esqueci de manter


vivas as alegrias,


e tudo o que faz


o coração se derreter.






Os sambas deste ano


continuo ouvindo,


Quero acreditar que


o teu amor está


escrito no destino


para deixar a chama


intensa, envolver


e de amor bamba.






Porque se não for por


amor que ao menos


vire um bom samba,


Para não deixar perder


a beleza deste tempo


que é ver pelo caminho


o Jacarandá de espinho


florindo e o teu sorriso


para mim se abrindo.

Se você só ensina quem gosta, mas destrói quem não gosta, o problema não está no outro — está na sua postura.

Criticar com dureza só porque não gosta de alguém revela mais sobre você do que sobre a pessoa.

Às vezes a crítica não revela o erro do outro, mas o favoritismo de quem critica.

Aprender a diferenciar crítica destrutiva de construtiva é sinal de evolução.

Só a liberdade nos torna imunes ao cheiro do medo

A crítica construtiva é um presente disfarçado que revela onde podemos crescer com mais maturidade.

Escrevo-te e percebo que o poema não nasce de mim.
Ele me escreve.

A crítica construtiva desenvolve maturidade e crescimento, diferente da destrutiva que gera bloqueios emocionais.

*
"Ela, uma das abelhas da colmeia,
voava a procura de flores e seu néctar, pra adoçar as rimas e palavras da sua poesia...'


***
(Francisca Lucas)


______________________🌷🌹🌺

A crítica construtiva preserva o respeito mesmo ao corrigir, enquanto a destrutiva perde o respeito ao atacar.

A crítica construtiva impulsiona crescimento e prosperidade, enquanto a destrutiva tenta limitar o potencial.

A crítica construtiva motiva mudança prática, ao contrário da destrutiva que provoca mágoa.

A crítica construtiva reconhece qualidades e corrige falhas, mas a destrutiva ignora qualidades e só vê defeitos.

A crítica construtiva fala com respeito e oferece solução, diferente da destrutiva que fala com arrogância e não ensina nada.

⁠Os que sacrificam demais o presente para viver o futuro, chegam nele com saudade da saúde que não aproveitaram no passado.


Quem negligencia o presente para viver o futuro costuma acreditar que está fazendo um investimento muito seguro. 


Troca horas de sono por promessas, adia encontros por metas, empurra o cuidado com o corpo para depois da próxima conquista. 


Vivem como se a vida fosse um rascunho — como se o agora fosse apenas um corredor apertado que precisa ser atravessado às pressas para, enfim, chegar ao grande salão do “um dia”.


Mas o futuro tem um hábito curioso: ele chega. 


E quando chega, não traz de volta as madrugadas mal dormidas, as refeições engolidas às pressas, os abraços adiados, os sinais ignorados do próprio corpo. 


Ele chega cobrando juros silenciosos — nas dores crônicas, no cansaço que não passa, na energia que já não acompanha os sonhos.


Há uma ironia delicada nisso tudo: trabalhamos para garantir dias melhores e, no processo, entregamos os dias que já eram bons. 


Buscamos segurança e acumulamos ausência. 


Queremos estabilidade e perdemos vitalidade. 


E quando finalmente alcançamos o futuro tão esperado, às vezes ele nos encontra com a saúde fragilizada, e uma saudade imensa do tempo em que podíamos ter vivido com mais equilíbrio.


O presente não é inimigo do futuro. 


Ele é a matéria-prima dele. 


É no agora que o corpo se fortalece ou se desgasta, que a mente respira ou se sobrecarrega, que a alma floresce ou se cala. 


Não há amanhã saudável construído sobre um hoje negligenciado.


Talvez a sabedoria não seja abandonar os planos, mas aprender a não se abandonar enquanto os constrói. 


Porque sucesso algum compensa o arrependimento de ter tratado a própria saúde como algo descartável. 


E não há futuro tão próspero que substitua o privilégio de estar inteiro — física, mental e espiritualmente — na única linha do tempo que realmente nos pertence: o agora.


O melhor dia para se viver é hoje.

A crítica destrutiva diz “você não consegue”; a construtiva diz “você consegue, mas precisa melhorar nisso”

A crítica negativa acusa e não ensina, critica e não orienta, fala e não ajuda. A crítica construtiva corrige com respeito, explica o erro e oferece solução. Uma trava o crescimento; a outra impulsiona a prosperidade.