Pensamentos Mais Recentes

A inteligência artificial não cria verdades, apenas probabilidades convincentes.

O perigo não está na máquina que pensa, mas na sociedade que deixa de refletir.

Inteligência artificial é memória sem experiência.

O futuro não será dominado pela IA, mas negociado com ela.

A IA não substitui o humano; ela expõe o que nele era automatizável.

Criamos máquinas que respondem rápido porque desaprendemos a pensar devagar.

Inteligência artificial não pensa como nós; ela reorganiza o que já deixamos para trás.

O Poemário Rodeense 
é feito do pôr e do nascer 
de muitas e todas luas,
Das doces manias tuas
que se encontram com 
as minhas manias de poesia
no Médio Vale do Itajaí.


Jaci que é bem-vinda,
e vista no céu de Rodeio
brincando como trapezista
na corda do Universo,
e eu pensando qual
será o caminho certo
para ser o que pacífica.


Adorada Jaci adorada,
que guia e orienta 
e faz a rota protegida 
nesta Santa Catarina,
que todo o dia tem uma
flor tem arrancada do jardim 
da primavera da vida.


Jaci que me é tão querida,
que me deu o aceno de despedida,
e teve o lugar tomado 
pela garoa mansa e tão fria,
sei que não a deixo, 
e ela não me deixa, 
assim cultivo a minh'alma feminina.

"Cada detalhe em você é único, e o mundo é muito mais imensurável porque você existe. Nunca subestime o impacto que você tem na vida das pessoas quem te cercam. Você é simplesmente incrível!"

O injuriador, em sua pobreza de espírito, lança mão do desprezo e do escárnio; o sábio, porém, revela a grandeza de sua maturidade na nobre eloquência do silêncio

Quando tudo parecer deserto, lembre-se: Deus transforma o deserto em jardim, a provação em testemunho e te conduz até a nascente do rio, onde a vida floresce em abundância.

FREDERICO FIGNER E RAQUEL. A PROVA DA SOBREVIVÊNCIA DA ALMA.
A narrativa envolvendo Frederico Figner e sua filha Raquel Figner constitui um dos episódios mais comoventes e doutrinariamente significativos da história do Espiritismo no Brasil. Não se trata de um relato isolado ou de cunho meramente emocional, mas de um testemunho que se insere dentro dos critérios de observação, continuidade e coerência moral estabelecidos pela Codificação Espírita.
1. CONTEXTO HISTÓRICO E HUMANO.
Frederico Figner, conhecido por sua atuação empresarial e por introduzir a indústria fonográfica no Brasil, era também um homem profundamente comprometido com os princípios espíritas. Sua vivência doutrinária não se limitava ao estudo teórico, mas se expressava na prática moral e na confiança nos postulados da sobrevivência da alma.
A desencarnação de sua filha Raquel representou, no plano humano, uma dor intensa e legítima. Contudo, é precisamente nesse cenário de dor que se evidencia a força consoladora do Espiritismo.
2. A COMUNICAÇÃO ESPIRITUAL.
Após a morte de Raquel, Figner passa a receber comunicações atribuídas à filha por meio de reuniões mediúnicas sérias. Essas comunicações apresentam características fundamentais que Kardec estabelece como critérios de autenticidade:
Coerência de linguagem
Continuidade de pensamento
Identidade moral
Ausência de contradições
Raquel não se manifesta de forma teatral ou sensacionalista. Ao contrário, suas mensagens são serenas, lúcidas e impregnadas de elevação moral, demonstrando:
Consciência de sua condição espiritual
Adaptação progressiva ao plano espiritual
Preocupação com o consolo dos familiares
3. O CONTEÚDO DAS MENSAGENS.
As comunicações de Raquel trazem elementos profundamente alinhados com a literatura espírita clássica:
A vida continua após a morte
O Espírito mantém sua individualidade
O afeto não se extingue com a separação física
O sofrimento pode ser atenuado pela compreensão espiritual
Ela descreve seu estado não como um fim, mas como uma transição, confirmando o princípio kardeciano de que a morte é apenas uma mudança de estado.
Em diversos momentos, observa-se que Raquel busca consolar o pai, invertendo a lógica puramente materialista da perda. Há, portanto, um deslocamento da dor para a compreensão.
4. A TRANSFORMAÇÃO DE FIGNER.
O impacto dessas comunicações em Frederico Figner não foi de deslumbramento, mas de aprofundamento moral.
Ele não se torna um homem crédulo, mas um homem mais consciente.
Não busca fenômenos, mas sentido.
Não se apega ao extraordinário, mas à lei moral.
Essa postura está em perfeita consonância com o ensino de Allan Kardec, que sempre advertiu contra o fascínio pelos fenômenos em detrimento da transformação interior.
5. OBJETIVO DOUTRINÁRIO DO EPISÓDIO.
O caso Figner Raquel não tem como finalidade provar pela emoção, mas demonstrar pela razão e pela experiência controlada que:
A morte não interrompe a vida
A comunicação entre planos é possível sob condições sérias
O amor subsiste além da matéria
A dor pode ser educada pela compreensão espiritual
Trata-se de um exemplo pedagógico, que ilustra, em nível concreto, aquilo que obras como "O Céu e o Inferno" já haviam apresentado por meio de depoimentos espirituais.
6. LUCIDEZ E CRITÉRIO.
É importante destacar que o Espiritismo não se fundamenta em casos isolados, mas na universalidade dos fatos. O episódio de Figner reforça um conjunto muito mais amplo de evidências.
Como enfatizado por José Herculano Pires, o valor desses relatos está na sua convergência com os princípios gerais da doutrina e não em seu caráter emocional.
CONCLUSÃO.
A experiência de Frederico Figner com sua filha Raquel não é apenas um relato de saudade, mas uma demonstração viva de que a existência transcende a matéria e se prolonga na continuidade da consciência.
Ali, onde o mundo vê ausência, o Espiritismo revela presença.
Onde há silêncio, descobre-se diálogo.
Onde há fim, compreende-se transformação.
E nesse delicado intercâmbio entre dois planos da vida, o ser humano aprende que amar não é possuir, mas reconhecer que os laços verdadeiros não se desfazem sequer diante do túmulo.
Fontes fidedignas
"O Livro dos Médiuns", 1861
"O Céu e o Inferno", 1865
Estudos históricos do movimento espírita brasileiro sobre Frederico Figner
Registros de comunicações mediúnicas em ambientes controlados
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Talvez só você compreenda a tristeza nos meus olhos.
Te ver, talvez fosse um alento, para quem há muito já perdeu o rumo.

Minha querida ,eu não conseguia dormir a noite passada porque sei que está tudo acabado entre nós. Eu não sou amargo mais, porque eu sei que o que tínhamos era real. E se em algum lugar distante no futuro nos vermos em nossas novas vidas, eu vou sorrir para você com alegria e lembrar como passamos o verão sob as árvores, aprendendo um com o outro e crescendo no amor. O melhor amor é o tipo que desperta a alma e nos faz atingir mais, que planta um fogo em nossos corações e traz paz às nossas mentes, e isso é o que você me deu. Isso é o que eu espero dar a você para sempre. Eu te amo

Infância cabocla 2


Nas várzeas do Amazonas fui criado,
Numa comunidade ribeirinha.
Lá minha família criava gado
E no tempo que a enchente vinha,
Pra terra firme até gente ia morar,
Até a água começar a baixar.


Desde cedo aprendi a nadar,
Segurando no casco, a bater o pé.
E o rio sempre a me ensinar,
Que eu sou da várzea, cria do igarapé.
Brincando de manja a gente nadava
E o medo das águas logo acabava.


Fazia cavalo com palha de bacabeira
Jogava pião no terreiro de chão
Bolinha de gude, a mira certeira
Futebol no campinho era só emoção.
Subia na goiabeira pra comer fruta madura
E apedrava nas mangueiras pra colher muita fartura.


Mas nem tudo era só brincadeiras,
O trabalho começava cedo
Meus irmãos tiravam leite das vacas leiteiras
E andavam a cavalo sem medo.
À tarde no curral prendíamos o gado
Plantávamos milho, jerimum e melancia no roçado.


Ah, minha doce infância cabocla!
Que o tempo levou, mas na lembrança ficou
Um gosto de infância que não sai da boca,
Tesouro tão raro que o peito guardou.
Ah, que saudade das brincadeiras!
Da vida singela, porém verdadeira.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias

Homenagem aos professores de Parintins.


Nas salas onde o saber floresce,
Brota a luz de quem ensina e guia,
É no olhar do professor que acontece
O milagre da vida e da poesia.
De Parintins, terra de encantos mil,
Erguem-se professores, orgulhos do Brasil.


Com voz serena e alma paciente,
Plantam futuros em cada lição,
Transformam sonhos na mente da gente,
Com fé, coragem e dedicação.
Cada palavra é semente lançada,
No chão da esperança, bem cultivada.


No chão da escola, o saber é canção,
Que ecoa forte e vem do coração,
E cada gesto dessa nobre missão,
Revela o dom mais puro e comum:
Ensinar é servir, é fazer brotar
O bem que o tempo não vai apagar.


Neste dia, a população lhe agradece,
Com reverência, carinho e emoção,
A quem ensina e também enriquece
A alma viva da educação.
Professores são como um farol,
Que acende o futuro com luz e sol!


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Parintins, Flor do Amazonas – 173 Anos


Às margens do rio que encanta,
Nasceu tua história formosa.
Teu povo ora e canta,
No chão, canção gloriosa.
Ó Parintins, por Deus abençoada,
Pelos caboclos, pra sempre amada.


Nas tardes mansas, o sol te abençoa,
Pintando de ouro a correnteza.
O boto salta, a arara entoa,
E o povo brinda tua beleza.
Teu nome é verso que o tempo ensina,
Tua alma é pura, tua voz divina.


Teus rios falam com voz de criança,
Teus ventos trazem antigas canções,
Das mãos caboclas, cheias de esperança,
E do benzeiro que embala os corações.
Ó Parintins, terra de lenda e fé,
Teu nome é luz que aplaudo de pé.


Hoje a cidade inteira festeja
Teus 173 anos de alegria.
Paz é o bem que teu povo deseja,
Felicidade, amor e harmonia.
Hoje é teu dia, Tupinambarana,
Ilha do amor, eterna e soberana.


Parintins, meiga flor do Amazonas,
Tua bandeira é meu coração!
Teu povo canta tua história,
Com orgulho, amor e gratidão.
Parintins, pátria das águas,
Brilhe pra sempre na imensidão!


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Navegar é preciso


O rio desliza, soberano e forte,
Comanda a vida, a dor, a sorte.
Nas águas que cantam
Um canto sem fim,
A selva responde
Sorrindo pra mim.


Das margens barrentas,
Um barco se ergue,
Na correnteza que o tempo não segue.
O homem, pequeno,
Se faz e se refaz,
Nas ondas que escrevem histórias a mais.


O rio é senhor do velho e do menino,
Na veia do mundo, num eterno caminho.
A lua se banha no espelho das águas,
E a noite murmura segredos e mágoas.
O peixe, o canoeiro, o jacaré,
todos seguem em frente, pois, a vida não dá ré.


Navegar é preciso, quem para, não vive,
a correnteza é brava, mas os fortes a desbravam.
O rio é um verso que o tempo descreve,
Nas águas que levam, que criam, que lavam.
O barco é um sonho de quilhas rasantes,
Leva os destemidos, os loucos e os amantes.

Navegar é preciso mesmo à deriva,
Pois só no movimento a alma se vive.
O rio comanda a vida, e a todos cativa,
Deus fez seu leito, talhou sua margem.
E as águas cantam, em Sua homenagem:
Ecoando mistérios, em toda paragem!


Navegar é preciso na obra sagrada,
Nas veias do mundo, por Deus desenhadas.
O rio é senhor, mas Deus é a fonte,
De onde brota a vida, além do horizonte.
O rio comanda a vida, mas quem comanda o rio?
Só Aquele que fez o tempo, o vento e o próprio rio.


Autor: Silvano Pontes
Amazonas em poesias.

Desperte o TDAH que há em você

O meio mais fácil de se oprimir a democracia não é pelo medo, é impossibilitando o transporte.

Professor Canoeiro


Nas águas da vida, meu rumo é traçado,
No berço da várzea, onde o saber germina,
Num barco de sonhos, singrando o banzeiro alado,
Sou mestre e discípulo da escola que ensina.


A canoa desliza num véu de oração,
Com olhos atentos ao tempo e ao vento,
Pois sei que o bravo rio, requer atenção,
Pede respeito, fé e discernimento.


De manhã, parto cedo rumo à cidade,
Levo o caderno, o livro e a família
Que na viagem são minha companhia,
E quando retorno, de manhã ou à tardinha
Trago a saudade
De quem carrega a luz da pedagogia.


Ensino a leitura, a conta e a razão,
Mas aprendo a escutar o rumor do rio,
A linguagem da mata, a voz do trovão,
E o silêncio que molda o desafio.


O remo e o rabeta são meus lápis, a água, meu papel,
Onde escrevo a lição a ser alcançada,
Enquanto Deus vigia do alto céu
Meu trajeto, minha fé sempre firmada.


O rio é estrada, é livro em movimento,
Onde flui a vida com sua lição primeira:
Só caminha quem vence o impedimento,
E só aprende quem crê na travessia inteira.


A canoa é mais que madeira e estrutura,
É extensão da esperança que não se cansa,
Leva saber, mas também leva ternura,
No vai e vem de quem luta e de quem alcança.


E quando a correnteza vem mais feroz,
Dobro os joelhos, oro com confiança:
“Senhor nos protege das águas, e ouça a nossa voz,
Pois cada remada é também esperança.”


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

''Corta sua cabeça Goliat.''

Talvez seja hora de te dizer, ou não deveria dizer nada. Talvez seja hora de me dizer pra seguir em outra estrada. O velho plano, o caminho seguro, longe da dor, atravessando a incerteza mais certa, pode ser a única escolha verdadeira.
- Marcela Lobato

Nessa imensidão do universo, há de ter um lugar onde os amores que não se consumaram se encontre ao menos uma vez de novo, porque senão, como se sustentará a eternidade do amor?

"Sua maturidade não apenas revela quem você é, mas atua como um filtro para quem caminhará ao seu lado. Entenda: o seu desenvolvimento pessoal é o único motor capaz de impulsionar o seu sucesso ao próximo nível."