Pensamentos Mais Recentes

Aprendi com um grande gestor que não erramos, apenas nos enganamos — e sempre podemos corrigir o caminho.

Onde há excesso de lei, há déficit de confiança na marca social.

Toda sociedade legisla também contra si mesma, como quem lança campanhas de autocontrole coletivo.

O réu é muitas vezes o ponto final de uma narrativa que alguém roteirizou mal.

Mais do que controlar processos, liderar é influenciar pessoas com clareza, respeito e direção.

Nem todo dano tem autor visível, mas todo dano precisa de um responsável com branding jurídico.

A causalidade é uma ficção útil, vendida como necessidade para não descontinuar o sentido.

A sentença é o instante em que a linguagem lança sua linha de produto final.

A justiça nunca chega inteira, chega em versão editada, como uma campanha institucional.

O Direito não evita o caos, apenas o organiza em prazos promocionais de estabilidade.

“Transformar-se não é virar alguém novo — é deixar de sustentar quem você já não é.”

Como controlador de processos na empresa, percebo que as pessoas estão evoluindo seus pensamentos e busco constantemente adaptar minha comunicação a diferentes perfis.

A verdade jurídica é uma engenharia de sobrevivência, não de essência.

Não existe fato puro, apenas versões que sobreviveram ao contraditório.

Julgar é sempre reconstruir um passado que já mudou por dentro.

A culpa é uma narrativa que o Direito tenta domesticar sem jamais conseguir.

Toda responsabilidade nasce de um silêncio que poderia ter sido ação.

Se liderar fosse fácil, sua equipe já estaria performando.


A verdade é mais desconfortável.


A sua liderança depende da qualidade das suas relações com os colaboradores!


Pratique o Heteroconhecimento!

Você acha que conhece pessoas. Mas não conhece.


E isso está custando caro.


Está custando a performance da sua  equipe e os resultados da sua empresa!


A solução? Conheça as pessoas realmente!


Heteroconhecimento!

Querer não é poder. Agir é preciso!
O verdadeiro poder nasce da união entre querer, planejar e agir, transformando intenções em atitudes concretas.

O PÃO QUE ILUMINOU A ETERNIDADE DA CONSCIÊNCIA.
O episódio intitulado “História de um Pão”, psicografado por Francisco Cândido Xavier e atribuído ao espírito Humberto de Campos, insere-se na obra O Espírito da Verdade, constituindo uma das mais eloquentes parábolas morais da literatura espírita moderna.
A narrativa apresenta Barsabás, figura simbólica do poder corrompido, cuja trajetória terrestre foi marcada pela usura, pela indiferença moral e pela exploração dos vulneráveis. Após a morte, sua consciência desperta para a realidade espiritual sob o peso das próprias ações. Aqui se confirma, com rigor doutrinário, o princípio estabelecido por Allan Kardec em O Céu e o Inferno, onde se assevera que o estado da alma após o desencarne é consequência direta de sua conduta moral.
A dissolução de seus bens materiais e o esquecimento de seu nome representam, sob análise sociológica e espiritual, a falência de todos os valores meramente exteriores. O patrimônio, outrora idolatrado, revela-se incapaz de sustentar qualquer permanência no campo da memória afetiva. Tal concepção encontra ressonância na máxima evangélica registrada em Evangelho segundo Mateus, capítulo 6, versículo 19:
“Não ajunteis tesouros na Terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem.”
A erraticidade de Barsabás é marcada por densidade psíquica, simbolizada pelas trevas e pelas vozes acusadoras. Trata-se de um quadro típico de perturbação espiritual, conforme descrito em O Livro dos Espíritos, questão 165, onde se esclarece que o Espírito experimenta confusão proporcional ao seu grau de apego e ignorância moral.
Entretanto, a inflexão decisiva da narrativa ocorre quando o personagem aprende a orar. A oração, longe de ser mero ritual, assume função de orientação vibratória, atuando como eixo de realinhamento da consciência. Esse conceito é desenvolvido com profundidade em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 27, onde se define a prece como “um ato de adoração” e um meio de aproximação efetiva com o plano superior.
Ao alcançar a chamada “Casa das Preces de Louvor”, Barsabás depara-se com uma realidade de notável simbolismo: cada luz corresponde a uma oração de gratidão oriunda da Terra. Este ponto é crucial sob o prisma da lei de causa e efeito. Não são os grandes feitos ostensivos que determinam a redenção imediata, mas a qualidade moral do ato.
E então surge o núcleo filosófico da narrativa.
Entre todas as suas faltas, apenas um gesto resplandece: a doação de um pão a uma criança abandonada. Um ato singelo, quase esquecido pela própria memória do benfeitor, mas eternizado pela gratidão daquele que o recebeu. A prece da criança converte-se em luz, em crédito espiritual, em vetor de reabilitação.
Aqui se manifesta, com clareza cristalina, a lei de justiça divina interpretada pelo Espiritismo: nenhum bem se perde. Mesmo o menor gesto de amor, quando autêntico, possui repercussão imensurável.
A identificação entre Barsabás e Jonakim transcende o simbolismo narrativo e adentra o campo das leis reencarnatórias. Ao vincular-se magneticamente ao beneficiado, o Espírito encontra oportunidade de retorno à existência corporal, não como punição arbitrária, mas como mecanismo pedagógico de reparação e crescimento.
Tal princípio é corroborado em O Livro dos Espíritos, questão 132:
“A encarnação tem por fim fazer o Espírito chegar à perfeição.”
A carpintaria humilde onde Barsabás reencontra Jonakim não é mero cenário. Trata-se de um ambiente arquetípico de trabalho digno, simplicidade e reconstrução interior. A imagem final, na qual o Espírito conquista a bênção de renascer, sintetiza o triunfo da misericórdia divina sobre a justiça punitiva.
MORAL DO CASO.
A narrativa demonstra, com precisão doutrinária e profundidade psicológica, que a redenção espiritual não depende de grandiosidade aparente, mas da autenticidade moral dos gestos. Um único ato de amor verdadeiro, ainda que isolado em uma vida de equívocos, pode converter-se em semente de luz capaz de orientar a consciência através das sombras mais densas.
Não é a quantidade de obras que eleva o Espírito, mas a qualidade ética que as sustenta.
CONCLUSÃO.
O pão oferecido por Barsabás, gesto aparentemente ínfimo, revela-se como monumento invisível erguido na eternidade da consciência. Assim, compreende-se que cada ato humano, por menor que pareça, inscreve-se nas leis universais com consequências que ultrapassam o tempo e a matéria, convidando o Espírito a reerguer-se, passo a passo, rumo à própria reabilitação moral.

Meus dias sem você e um sofrimento. 
O Amor que sinto é tão forte, de tão verdadeiro, que já não consigo ser eu mesmo. 
A tristeza me corrói por dentro,por fora me faz sentir culpa por ama-la,
ama-la tanto assim. 
Meu Amor de tão verdadeiro, se tornou um desespero, desespero de viver assim.

A vida sem você é mais triste.
Meus dias tornaram-se noites,
As noites em dias.
Fui real, verdadeiro me abri demais,
E te perdi,perdi quando deveria te encontrar.
Agora vivo a sonhar, sonhar contigo estar,
Por Lisboa a caminhar e em fotos posar,
Mais com você gostaria de estar,
Só mais uma vez, ao invés de deixar,
O tempo passar e minha Vida levar,
Para algum lugar não sei, só sei que com,
Você gostei de cada minuto que te fez 
Sorrir nas fotos que tirei, 
para você levar e guarda para sempre  
Onde eu queria estar.

Poema VII
"E tu quem é?"


Talvez alguém vá me perguntar:
— Por que tanta variedade?
Digo: — Visitei muitas cidades,
cada um com seu jeito de falar.
Cada músico no seu jeito de tocar,
revela em si sua cultura.
Nada tem a ver com a altura!
A riqueza habita no diferente.
Sangue do sangue, gente da gente...
O sábio se veste de loucura.


E quem lhe disse? Eu digo Ele.
E Ele quem? Eu digo o Pai.
O Pai de quem? Digo de tu.
E tu é quem? E eu insisto:
filho da luz da cruz
que morreu a Jesus Cristo.

E vejo o meu olhar 
assim...
perdidamente inspirado
nesse encontro poético
do meu ser 
com a paisagem outoniça
da Serra da Tiririca.
E vou caminhando
entre a Serra 
e os meu versos ...
🖋@MiriamDaCosta