Pensamentos Mais Recentes

"O passado é um lugar de referência, não de residência. Não deixe a "edição especial" da sua mente te convencer a voltar para onde você não pertence mais."


- Vanessa Costa Lima

O passado não é melhor que o presente o passado é apenas mais familiar. E o familiar é confortável, mesmo quando é tóxico. O novo é assustador, mesmo quando é libertador.


- Vanessa Costa Lima

Superar não é esquecer que o passado teve momentos bons. É ter a honestidade intelectual de admitir que os momentos bons não foram suficientes para sustentar a estrutura. É entender que um livro não é feito apenas dos capítulos felizes, mas também daqueles que precisamos encerrar para que a história não fique estagnada.


- Vanessa Costa Lima

( Kaoma )
minha melhor amiga de rosto angelical que esconde as mágoas da vida atrás de sorrisos suaves, como quem aprendeu a suportar o peso do mundo em silêncio, mas que mesmo assim nunca me deixou nunca virou as costas, nunca soltou minha mão e permanecendo firme como abrigo nos dias difíceis, presença constante em meio ao caos, prova viva de lealdade em um mundo onde muitos partem, sendo mais que amiga sendo parte de mim, minha melhor amiga, minha certeza em forma de gente.

Você não pode se curar de uma ferida se continuar acreditando que ela foi um carinho.


- Vanessa Costa Lima

O diabo mora dentro dum buraco negro. Singularidades são uma das invenções mais absurdas já criadas pela mente humana

Passarinho que voa
sem lembrança do anterior,
sem rosto, sem voz,
sem saber de onde veio.

Ainda assim, voa.

Seu único vestígio:
O tempo é a tardança
daquilo que se espera.

Pobre criança das noites fundas,
que pensa e pensa,
e sofre por pensar.

Talvez o anterior
nem esteja mais aqui.
Talvez, para ti,
nunca tenha estado.

Então voa,
como sempre voaste,
mesmo sem ter quem te ensinasse.

Pobre criança,
não te deram o pai,
mas te deram o céu.

Calar sobre o que é injusto
mesmo não sendo
na prática o outro lado,
pode vir no futuro custar
um preço muito caro,
e por cumplicidade passiva
se tornar a real condenação.


Quando se cala o justo
se cala um aliado
para caminhar lado a lado,
quando for se deparar
com o que for tumultuado.


Vivo sob a Canela-guaicá,
não permito calar nem sobre
tudo aquilo que não gosto;
pois não existe conforto
quando se habita no injusto,
e por mais desconfortável
que seja a verdade rendo culto.


Onde há dor do povo, do meu jeito
abraço e continuo falando
para que a injustiça e a indiferença
no nosso meio não enraízem.
Deixo falar o que falarem,
mas ao aceleracionismo dou
minha jura de agulha no palheiro:
para que o êxito não alcancem,
porque não há mundo derradeiro.


Hoje sentei em silêncio e deixei as lembranças falarem mais alto. Fechei os olhos e quase pude sentir o cheiro do seu café fresco, o som da sua risada ecoando pela casa, e o calor do seu abraço, aquele que sempre foi meu lugar seguro no mundo.
Não há um dia sequer em que eu não sinta saudade. Saudades dos seus conselhos sussurrando com sabedoria, das histórias que você contava com olhos brilhando de emoção. Cada pedacinho do meu coração carrega um fragmento seu.
Vc me ensinou tanto sem precisar de muitas palavras. O jeito como cuidava de todos, como fazia da simplicidade um encanto, cm transformava dias comuns em memórias eternas... Tudo isso ficou comigo. Você segue vivo nos detalhes, no que sou, no que levo.
Obrigado, vô, por tudo que foi, por tudo que é em mim. A saudades é grande.
Com carinho da neta que nunca vai te esquecer. 🤍

Eu não sei se vc foi a pessoa certa na hora errada, mas eu nunca vou esquecer aqueles dias em que nós achávamos que o nosso amor daria certo, é triste lembrar de tudo que nós vivemos e perceber que agr serão só boas memórias.
Infelizmente agr vc é só alguém que eu conheci e eu fico pensando "pq acabou?" Talvez hoje estaríamos felizes e eu não estaria sentindo tanto sua falta, eu ainda me lembro do seus "bom dia mnh princesa", e tá mto difícil e um adeus eu te peço perdão, eu dei meu melhor mais mesmo assim não foi o suficiente pra vc.

A Intensidade que Liberta, A Serenidade que equilibra 

Do seu íntimo, transborda uma intensidade contagiante que é muito notória, tanto que é na serenidade que ela encontra a sua dose indispensável de equilíbrio: usufruindo da sua conquistada liberdade, principalmente em belos lugares paradisíacos.

Aproveitando cada momento com uma mistura interessante de doçura, responsabilidade e atrevimento, exibindo a sua desenvoltura graciosa, sendo uma venustidade de curvas e de profundidade, que está longe de cair no esquecimento.

E poeticamente, chego ao senso de que a sua personalidade intensa e a sua linda estrutura fazem referência às águas de um mar abundante, provido de beleza e vitalidade; dessa maneira, faz com que olhar apenas a superfície não seja o bastante.

Não deixa esse sentimento morrer dentro de você, um sábado perfeito para nós curtimos juntos, deixa essa timidez e essa insegurança de lado e vamos curtir?👫📌⁠

Mas fogo quando é de verdade não aprende a obedecer.

ENTRE A LUZ E A SUPERSTIÇÃO: A VERDADE ESSENCIAL SOBRE O QUE O ESPIRITISMO É E O QUE ELE JAMAIS FOI.

O VAZIO DAS FORMAS E A PUREZA DA IDEIA ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Há um desvio silencioso que, pouco a pouco, infiltra-se nas consciências menos vigilantes: a substituição do estudo pela aparência, da essência pelo símbolo, da verdade pela ornamentação ilusória. No campo do Espiritismo, tal desvio revela-se particularmente grave, porque atinge o núcleo de uma Doutrina que se fundamenta na razão, na moral e na simplicidade.
O Espiritismo não se edifica sobre formas exteriores. Não necessita de sinais, talismãs, objetos, vestimentas especiais, consagrados ou fórmulas ritualísticas. Toda tentativa de materializar o invisível por meio de instrumentos simbólicos constitui regressão às práticas supersticiosas que a própria Doutrina veio dissipar. A relação entre o mundo corporal e o mundo espiritual não se estabelece por meios mecânicos, mas por afinidade moral, elevação de pensamento e sinceridade de intenção.
A crença em objetos dotados de poder espiritual é expressão inequívoca de desconhecimento das leis que regem a comunicação entre os Espíritos e os homens. A matéria, por si mesma, não exerce ação sobre os Espíritos. Atribuir-lhe tal capacidade é reduzir o princípio inteligente a uma submissão que ele não possui. Espíritos não se atraem por amuletos, nem se afastam por símbolos. Aproximam-se ou se distanciam conforme a qualidade moral daqueles que os evocam.
Essa verdade, embora simples, exige disciplina intelectual para ser assimilada. E é justamente essa disciplina que muitos evitam. Preferem o caminho breve das crendices ao esforço contínuo do estudo. Onde falta investigação séria, proliferam invenções. Onde escasseia o compromisso doutrinário, surgem práticas híbridas, destituídas de fundamento, mas revestidas de aparente espiritualidade.
O resultado é uma adulteração da Doutrina. Introduzem-se elementos estranhos, mesclam-se conceitos inconciliáveis, e o Espiritismo, que é ciência de observação e filosofia moral, passa a ser confundido com um sistema de crenças arbitrárias. Essa deformação não apenas compromete a compreensão individual, mas também obscurece o caráter da Doutrina perante aqueles que a observam de fora.
É preciso afirmar com clareza: O Espiritismo repele toda forma de superstição. Não há dias propícios, objetos sagrados, palavras mágicas ou rituais secretos. Há, sim, consciência, responsabilidade e elevação moral. A mediunidade, quando existe, manifesta-se de modo natural, sem aparato, sem teatralidade, sem necessidade de qualquer suporte material.
O estudo sério constitui, portanto, o único antídoto contra tais desvios. Estudar não é acumular informações superficiais, mas compreender princípios, analisar consequências e aplicar ensinamentos à própria vida. Sem esse esforço, o indivíduo permanece na periferia da Doutrina, vulnerável a interpretações equivocadas e inclinado a preencher o vazio do desconhecimento com construções imaginárias.
Não se trata apenas de erro intelectual, mas de responsabilidade moral. Ao deturpar o Espiritismo, o indivíduo não compromete apenas a si mesmo, mas contribui para a disseminação de ideias falsas que afastam outros da verdade. A ignorância, quando assumida com humildade, pode ser corrigida. Mas quando se reveste de convicção infundada, torna-se obstáculo mais difícil de remover.
A simplicidade é, pois, o critério seguro. Onde há excesso de formas, desconfie-se da ausência de conteúdo. Onde há necessidade de símbolos, suspeite-se da fragilidade da compreensão. O Espiritismo é despojado porque é profundo. Não precisa de adornos porque se sustenta na coerência de suas leis e na elevação de seus propósitos.
Preservar sua pureza é tarefa de todos os que o estudam com seriedade. E essa preservação começa no íntimo, na recusa consciente de tudo aquilo que não encontra respaldo na razão, na moral e na observação.
Porque, em matéria espiritual, não é o que se inventa que ilumina, mas o que se compreende que transforma.

Há equívocos persistentes que atravessam os séculos, nutridos pela ignorância, pela má interpretação dos textos sagrados e pela tendência humana de associar o desconhecido ao temível. O Espiritismo, desde o seu surgimento no século XIX, tem sido frequentemente confundido com práticas mágicas, supersticiosas ou mesmo proibidas pelas Escrituras. Contudo, uma análise rigorosa, à luz da razão, da moral e da própria revelação espiritual progressiva, revela uma distinção profunda, essencial e intransponível entre a Doutrina Espírita e tudo aquilo que ela mesma condena.
O primeiro ponto que se impõe com clareza é o contexto histórico da proibição mosaica. Ao se referir ao trecho de Deuteronômio, capítulo 18, versículos 10 a 12, é imprescindível compreender que Moisés legislava para um povo rude, recém-saído da escravidão egípcia, profundamente inclinado às práticas idólatras e supersticiosas. As evocações, naquele tempo, não possuíam caráter moral, instrutivo ou elevado. Eram, ao contrário, instrumentos de adivinhação, comércio e manipulação, frequentemente associados a práticas degradantes, inclusive sacrifícios humanos.
Dessa forma, a proibição não recaía sobre a comunicação espiritual em si, mas sobre o uso indevido, interesseiro e supersticioso dessa faculdade. Tal distinção é capital. Confundir a interdição de abusos com a negação de um princípio natural é um erro de interpretação que não resiste a um exame sério.
A própria lógica bíblica reforça essa compreensão. Se Moisés proibiu a evocação dos mortos, é porque tal fenômeno era possível. Uma proibição de algo inexistente careceria de sentido. Logo, admite-se implicitamente a realidade da comunicação espiritual, ainda que mal utilizada à época.
Avançando na revelação espiritual, encontramos no Evangelho e nos escritos apostólicos indicações ainda mais claras. Em Atos dos Apóstolos, capítulo 2, versículos 17 e 18, lê-se que o Espírito seria derramado sobre toda carne, resultando em profecias, visões e sonhos. Já na primeira epístola de João, capítulo 4, versículo 1, há uma orientação precisa: "não creiais em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus". Tal recomendação não apenas admite a comunicação espiritual, como estabelece o critério moral para sua validação.
Assim, a revelação cristã não apenas não proíbe a manifestação espiritual, mas a reconhece e a regula pelo discernimento e pela elevação moral.
O Espiritismo, ao surgir, não introduz um fenômeno novo, mas explica, organiza e moraliza uma realidade que sempre existiu. Ele retira o véu do mistério e do temor, substituindo-o pela compreensão racional e pelo propósito ético. Não há nele qualquer elemento de magia, feitiçaria ou milagre no sentido vulgar. Tudo se insere no campo das leis naturais, ainda que desconhecidas em épocas anteriores.
A Doutrina Espírita afirma, de maneira categórica, que os Espíritos são as almas dos homens que viveram na Terra. Não são entidades sobrenaturais, tampouco seres demoníacos. São consciências que prosseguem sua jornada após a morte do corpo físico, conservando suas qualidades morais, seus conhecimentos e suas imperfeições.
A comunicação com esses Espíritos, quando realizada sob princípios sérios, possui finalidades elevadas. Entre elas destacam-se o consolo aos aflitos, o esclarecimento dos encarnados, o auxílio aos Espíritos sofredores e o aperfeiçoamento moral de todos os envolvidos. Não há espaço para curiosidade fútil, interesses materiais ou pretensões de domínio sobre o invisível.
É igualmente fundamental destacar que o Espiritismo rejeita, de forma absoluta, qualquer prática supersticiosa. Não há talismãs, fórmulas, rituais secretos, horários especiais ou lugares privilegiados para a comunicação espiritual. A matéria não exerce influência direta sobre os Espíritos. O que determina a qualidade da comunicação é o estado moral e mental daquele que a busca.
A evocação, quando legítima, é simples, natural e desprovida de aparato. Realiza-se pelo pensamento elevado, pela prece sincera e pelo recolhimento interior. O Espírito não é constrangido a vir. Ele comparece, ou não, conforme sua vontade e conforme a permissão divina. Tal princípio preserva a dignidade do mundo espiritual e impede qualquer tentativa de subjugação.
Outro aspecto de grande relevância é a impossibilidade de utilização da comunicação espiritual para fins egoístas. O futuro, por exemplo, não é revelado livremente. Isso ocorre porque o desconhecimento do porvir é condição necessária para o exercício do livre-arbítrio. A revelação antecipada dos acontecimentos comprometeria a responsabilidade moral do indivíduo.
Do mesmo modo, os Espíritos não substituem o esforço humano no campo da ciência, da indústria ou do progresso intelectual. A evolução do conhecimento é fruto do trabalho, da inteligência e da perseverança. A intervenção espiritual ocorre apenas como inspiração, jamais como substituição do mérito humano.
A crítica que associa o Espiritismo à magia decorre, portanto, de uma confusão entre essência e desvio. Há, sem dúvida, práticas desviadas, exploradas por charlatães e indivíduos de má-fé. Contudo, tais abusos não pertencem à Doutrina, assim como a hipocrisia não define a religião verdadeira.
O Espiritismo, ao contrário, expõe esses desvios, denuncia-os e os combate. Ele não se oculta ao exame. Seus princípios são públicos, racionais e passíveis de verificação. Não exige fé cega, mas propõe uma fé raciocinada, que se harmoniza com a ciência e com a moral universal.
Há ainda um ponto de profunda significação filosófica. Ao explicar a natureza dos Espíritos e suas relações com o mundo material, o Espiritismo oferece uma chave interpretativa para inúmeros fenômenos que outrora eram considerados prodígios. Ao compreender as leis que regem esses fenômenos, desaparece o maravilhoso, e tudo se insere na ordem natural das coisas.
Dessa forma, o Espiritismo não destrói a religião, mas a purifica. Não nega a revelação, mas a amplia. Não combate a fé, mas a esclarece.
Ele se apresenta, enfim, como o Consolador Prometido, não no sentido de substituir os ensinamentos do Cristo, mas de explicá-los em sua profundidade, retirando-os das sombras da alegoria e conduzindo-os à luz da compreensão.
E ao fazê-lo, revela ao homem não apenas a continuidade da vida, mas o sentido do sofrimento, a justiça das provas e a finalidade educativa da existência.
Porque compreender é libertar-se. E libertar-se é, enfim, aprender a caminhar com lucidez diante da eternidade que nos observa em silêncio.

FONTES CONSULTADAS.
"O Livro dos Espíritos", 1857.
"O Livro dos Médiuns", 1861.
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", 1864.
"O Céu e o Inferno", 1865.
"Bíblia Sagrada", Deuteronômio 18:10 a 12.
"Bíblia Sagrada", Atos dos Apóstolos 2:17 e 18.
"Bíblia Sagrada", 1 João 4:1.
"Bíblia Sagrada", Isaías 8:19 e 19:3.
Traduções e estudos doutrinários segundo José Herculano Pires.

Vamos brincar de natureza e liberdade
Vamos brincar de floresta e ancestrais
Vamos viver como povos da terra, com respeito
Vamos brincar de conexão com a natureza
Vamos imaginar a vida em harmonia com a floresta
Vamos brincar de tribo, com respeito às raízes


“Vamos brincar de floresta,
não de estereótipos.
Descalços na terra,
com respeito aos que vieram antes,
aprendendo com o vento,
sem ferir a memória de ninguém.”
Helaine machado

Fique longe de pessoas que agem como vítimas em problemas que elas mesmas criaram, que no final, a vítima será você.

“Deus não destrói um lar para construir outro; Ele transforma corações, restaura caminhos e edifica onde há fé.”

prega uma coisa e faz outra Ela critica nos outros os erros que ela mesma comete escondido.


Ser Lucia Reflexões

Por que geralmente só o homem demonstra interesse, enquanto a mulher sente vergonha ou insegurança para fazer o mesmo?
🤔🙄

Já fiz minha parte, agora aguardo o convite de alguém especial que adora se fazer de difícil.😉😊

Haicai: Livro


Imaginação 
Escrita e leitura 
Pura conexão


17/04/26

Tudo me inspira hoje; só não expira amanhã aquilo que falam do meu passado, porque a inveja nunca morre.

A mulher foi feita com muitas qualidades e se encontrar algum defeito de fábrica é culpa do homem que não providenciou a peça de reposição.

Vivi muito tempo tentando me adaptar a essa fluidez, 
acreditando que era preciso correr, 
produzir, seguir sem apego.
Com o passar dos dias, fui entendendo
que alguns sonhos pedem espera, 
outros se desfazem,  e há aqueles que só surgem
quando o cansaço já ensinou demais.
Não era perda, era mudança de direção,
o rastro natural das escolhas feitas
em outros tempos de mim.

A mulher foi feita