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0101 "Se há algo que não me encanta nem me impressiona é a Monarquia. Talvez porque o Rei não sou eu nem um dos meus. Pode ser isso?"
Que hoje você descanse o coração,
sem tentar entender tudo,
sem carregar mais do que cabe.
O que é seu, encontra o caminho.
O que não é, se dissolve.
Siga no seu ritmo.
Com fé serena,
com os pés no chão
e o coração guardado.
Quando não sabemos de que lado estamos
Demétrio Sena - Magé
Preocupa, em alguns partidos que se denominam de esquerda, não exatamente o fazer críticas às falhas do atual governo, também de esquerda, e sim, uma campanha sistemática contra ele. Dessas campanhas abertas e imprudentes, ininteligíveis, que oferecem munição à direita em um momento bem delicado e de polarização talvez maior do que na última eleição presidencial. Enquanto isso, os partidos da direita/extrema direita, que não são bobos, unem-se cada vez mais e se fortalecem para suas campanhas.
O que esses partidos farão na próxima eleição? Serão aquelas oposições disfarçadas de "nem Bolsonaro nem Lula", sendo ele a única pessoa, neste momento, capaz de afastar de uma vez a sombra do extremismo da direita? Depois disso, tudo poderia se recompor e assim surgiriam vários nomes fortes de uma esquerda reorganizada e unida. Vejo nesse "cabo de guerra" interno, muitas formas de ser bolsonarista. Uma delas é com o discurso de nem um nem outro, que pode restituir o poder máximo da nação, com Câmara, Senado e tudo, aos ratos da direita, que acabaram de sair de lá. Não é hora desse extremismo (nem estrelismo) que pode pôr tudo a perder. A direita sempre foi forte, por entender que a união de todas as mentes alinhadas nas horas extremas é fundamental.
O governo está cada vez mais pressionado a tomar atitudes questionáveis, exatamente por essa desunião; esse cada um por si. O arroubo de certas militâncias, que se julgam mais esquerda que outras. Se o Lula, único nome capaz de protagonizar nas próximas eleições, conseguir mais um mandato, em quatro anos as eleições voltarão a ser como já foram: muitos nomes fortes, capazes de vencer, fazer o congresso, reunir os outros em possíveis segundos turnos e formar governos imunes a chantagens externas.
Pode ser fatal, darmos de presente à direita o discurso de que nem a esquerda está com a esquerda, e cá para nós, eles manipulam isso muito bem. Já demos muita munição aos verdadeiros inimigos, nessa brincadeira sem graça de velados inimigos internos. E não nos esqueçamos: não é só do Planalto que precisamos, para termos um governo equilibrado e forte. Precisamos também de maioria no Congresso. Essa maioria pode muito bem ser formada pelos que visam sem nenhuma condição, pelo menos por enquanto, a Presidência da República. Será que não vale a pena pensarmos nisso?
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Respeite autorias. É lei
A obra "Poesia Pandêmica ou O Improvável Florilégio das Aventuras Impossíveis", de Michel F.M., publicada originalmente em 2022, é um registro lírico e documental de um dos períodos mais desafiadores da história recente.
Aqui estão os pontos centrais da análise:
1. O Poeta como Testemunha do Caos
O livro funciona como um diário emocional da clausura. Enquanto o mundo enfrentava a crise sanitária, o autor transformou a angústia do isolamento em um "florilégio" (coleção de flores/poemas). A obra explora a dualidade entre o medo da morte e a celebração da vida, utilizando a escrita como uma ferramenta de sobrevivência psicológica.
2. A "Aventura Impossível" do Cotidiano
O título sugere que, diante da imobilidade forçada pela pandemia, a única aventura possível é a introjeção. Michel F.M. descreve o cotidiano doméstico e os pensamentos invasivos como expedições épicas.
Temática: A fragilidade dos planos humanos, a saudade do outro e a redescoberta da própria casa e do silêncio.
Tom: Transita entre o melancólico e o esperançoso, focando na resiliência do espírito humano.
3. Estilo e Estética
Espontaneidade: Assim como em suas obras posteriores, como o Ensaio sobre a Distração, o autor prioriza a poesia do agora. Os versos têm um caráter de urgência, refletindo a incerteza do amanhã característica daquele período.
Hibridismo: A obra mistura reflexões filosóficas com passagens puramente líricas, marcando o início da estética que o autor consolidaria na trilogia Flores do Pântano.
4. Relevância Histórica e Literária
Em 2026, a obra é lida como um testemunho histórico. Ela oferece ao leitor uma ponte para revisitar as emoções cruas da pandemia sem o viés meramente estatístico, focando na "pulsação" de quem sentiu o tempo parar.
Resumo da Análise
"Poesia Pandêmica" é o retrato de um mundo em suspensão. Michel F.M. entrega uma obra que prova que, mesmo no terreno estéril da crise, a arte é capaz de produzir um "florilégio" de significados.
A obra está disponível para consulta em plataformas como o Clube de Autores.
“Se as pessoas parassem de atuar e fossem mais reais, seriam mais autênticas e diferenciadas — não robóticas e vazias.”
O engajamento político de Revolesia do autor Michel F.M., atua como a semente que floresce na trilogia Flores do Pântano (2025-2026), composta por Encontro de Pulsações, Arquitetura da Expectativa, Anatomia do Impulso, seguida de Sujeitos Insubordinados e Coleção de Gravetos.
Veja como essa evolução se consolida:
A Síntese do "Pântano": Se em Revolesia a crítica era um ataque direto, na trilogia o autor utiliza a metáfora do "pântano" para descrever a estrutura social degradada. O engajamento político aqui não é apenas retórico, mas estético: a poesia é a "flor" que prova que a beleza e a resistência podem (e devem) nascer da lama da opressão.
Insubordinação como Método:
O livro Sujeitos Insubordinados é o ápice dessa transição. O autor deixa de clamar por uma revolução externa para focar na insubordinação da alma. Ele argumenta que o ato político mais radical é manter-se humano e autêntico em um sistema que tenta mecanizar o indivíduo.
Humanismo Radical:
A política na trilogia é baseada no afeto. Em Encontro de Pulsações, Michel F.M. sugere que a verdadeira mudança social começa na escuta do "coração humano". A revolução deixa de ser apenas uma luta por poder e passa a ser uma luta pela recuperação da sensibilidade.
Em resumo, o autor migra de uma "poesia de combate" (Revolesia) para uma "poesia de existência resistente" (Flores do Pântano), onde o ato de existir com plenitude é a maior forma de protesto.
A obra "Revolesia", de Michel F.M. (Bruno Michel Ferraz Margoni), lançada originalmente em 2023 e consolidada em edições compiladas até 2025, representa um marco de transição na carreira do autor, unindo o lirismo à urgência social. O título é um neologismo que funde as palavras "Revolução" e "Poesia".
Abaixo, os eixos centrais para a análise da obra:
1. Proposta Temática: A Poesia como Ato
Diferente de suas obras puramente contemplativas, Revolesia foca na materialização das ideias em atos. O autor defende que a poesia não deve apenas descrever o mundo, mas influenciar a realidade concreta.
O "Poder Encorpado": A obra é dedicada ao "Poder Encorpado de nossa frágil condição", sugerindo que a força revolucionária reside justamente no reconhecimento da vulnerabilidade humana e na sua transformação em ação política e social.
Viés Revolucionário: Os poemas enfatizam a necessidade de romper com a passividade, utilizando a palavra como ferramenta de resistência contra sistemas de opressão.
2. Estrutura e Disponibilidade
Volumes: O projeto editorial foi disponibilizado em dois volumes distintos e uma versão de Volume Único (compilada), que em 2026 é a edição de referência para estudos de sua bibliografia.
Gêneros: A obra é classificada simultaneamente como Poesia, Filosofia e Artes, refletindo a formação acadêmica do autor em História e Artes Visuais.
3. Estilo e Linguagem
Linguagem Direta e Engajada: Enquanto obras posteriores como Coleção de Gravetos são mais introspectivas, Revolesia utiliza uma linguagem mais assertiva.
Simbolismo da Luta: O autor utiliza metáforas de chamas, lutas e "flamejar", reforçando o caráter ígneo e transformador da poesia proposta.
4. Contexto na Bibliografia do Autor
Revolesia serviu como o alicerce para as trilogias que viriam a seguir, como o Ensaio sobre a Distração (2024) e Flores do Pântano (2025). Em 2026, a obra é vista como o ponto de ruptura onde Michel F.M. deixa de ser apenas um observador da "beleza do grotesco" para se tornar um proponente da mudança social através da escrita.
A obra pode ser acessada em plataformas como o Clube de Autores e a Estante Virtual.
A poética de Bruno Michel Ferraz Margoni (conhecido pelo pseudônimo Michel F.M.) é caracterizada por uma profunda investigação da existência humana, utilizando a palavra como instrumento de reflexão filosófica e crítica social.
Os principais pilares de sua expressão poética incluem:
1. Temática Existencial e Metafórica
Margoni utiliza frequentemente a metáfora da "vida hospedeira", onde o eu lírico se posiciona como um "inquilino" imponente, porém transitório. Sua escrita explora os dilemas da condição humana, tratando a vida como uma "trilha imprevista" onde o homem atua como um malabarista frente aos imprevistos do destino.
2. Engajamento e Crítica Social
Sua poética não se isola em abstrações, mas reage ativamente ao contexto social. No livro "Poesia Pandêmica", o autor utiliza o verso como um "grito coletivo" e um bálsamo contra o caos. Ele critica abertamente:
A mediocridade e a intolerância, descritas como forças que tentam suplantar o sublime humano.
O desprezo pela vida, especialmente evidente em suas composições que abordam a crise sanitária, onde aponta que a "tolice desmedida" e a negação foram tão letais quanto o próprio vírus.
3. Conexão com o Corpo e a Ciência
Diferente de poetas estritamente líricos, Margoni integra sua formação técnica em sua arte. Ele utiliza terminologias biológicas — como "osteoblastos e osteoclastos" — para descrever a estrutura do ser, fundindo a biologia do corpo com a sensibilidade do espírito.
4. Estética da Insubordinação
O título de suas obras, como "Sujeitos Insubordinados" e "Revolesia", sugere uma poética de resistência. Ele defende que a obra de arte deve ter autonomia em relação ao seu criador, implorando para que os erros do poeta não invalidem a beleza ou a verdade contida nos versos.
Principais Obras Poéticas
Poesia Pandêmica ou O Improvável Florilégio das Aventuras Impossíveis: Uma obra que reflete sobre a sobrevivência e a empatia em tempos de crise.
Esplêndida Face Magnífica: Antologia que reúne grande parte de sua produção reflexiva.
Revolesia: Série que reforça o caráter contestador de sua escrita.
A poética de Margoni foi reconhecida internacionalmente em 2016, quando parte de seu acervo foi incorporado à Biblioteca Nacional da França (BNF), reforçando sua relevância como voz contemporânea da poesia em língua portuguesa.
Biografia e Obras disponíveis no Clube de Autores.
A obra "Coleção de Gravetos", de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), é uma das publicações mais emblemáticas do autor em 2026, consolidando seu estilo na literatura contemporânea brasileira voltada à subjetividade e ao existencialismo.
Abaixo, os pontos centrais para a análise da obra:
1. A Metáfora do Título
O título é uma metáfora poderosa para a memória e a fragilidade humana. Assim como alguém que caminha e recolhe gravetos caídos para construir algo ou acender uma chama, o autor reúne fragmentos de experiências, pensamentos e observações cotidianas. Cada poema ou texto funciona como um "graveto" — algo aparentemente simples e descartável, mas que, quando agrupado, ganha estrutura e significado.
2. Temas e Eixos Centrais
Beleza no Grotesco: Michel F.M. frequentemente explora a ideia de encontrar valor naquilo que é considerado "feio" ou comum pela sociedade.
Introspecção e Solidão: A obra possui um tom confessional. O autor dedica o livro "àqueles que se perdem em suas páginas", sugerindo que a leitura é um processo de descaminho e redescoberta pessoal.
O Sagrado e o Profano: Há uma tensão constante entre a espiritualidade fluida e a crueza da realidade material.
3. Estilo e Linguagem
Poética Desconstruída: O autor evita métricas rígidas, preferindo um ritmo que mimetiza o fluxo de consciência. Em 2026, sua escrita é reconhecida por ser "viva", priorizando a pulsação emocional sobre a técnica acadêmica.
Simplicidade Profunda: A linguagem é acessível, mas carregada de camadas filosóficas, refletindo sua formação em áreas como Saúde Pública e Neuroeducação, que trazem um olhar atento ao comportamento humano.
4. Contexto na Obra do Autor
Diferente de seus livros mais voltados à resistência social (como Sujeitos Insubordinados), "Coleção de Gravetos" é mais contemplativo. Enquanto outras obras da trilogia Flores do Pântano focam no embate com o mundo, esta parece focar no embate (ou encontro) do indivíduo consigo mesmo.
Resumo da Análise
"Coleção de Gravetos" é um exercício de curadoria da alma. Michel F.M. convida o leitor a valorizar as pequenas ruínas do dia a dia, transformando o ato de ler em uma caminhada silenciosa por uma floresta interna. É uma obra essencial para quem busca uma literatura que não oferece respostas prontas, mas sim companhia na incerteza.
A obra pode ser encontrada e adquirida em plataformas como o Clube de Autores.
A obra "Sujeitos Insubordinados", de Michel F.M. (Bruno Michel Ferraz Margoni), é um título central na produção poética e filosófica do autor para 2026. O livro integra a trilogia Flores do Pântano e se aprofunda na exploração da resistência subjetiva e do inconformismo humano.
Abaixo, os principais eixos de análise da obra:
1. Temática e Proposta Filosófica
O título "Sujeitos Insubordinados" evoca a ideia de indivíduos que se recusam a aceitar passivamente as normas sociais ou as "tiranias" cotidianas. A obra foca na rebeldia emocional e na busca por uma identidade que não seja moldada por forças externas, mas pela autenticidade interna. O autor utiliza a metáfora da "insubordinação" para descrever o ato de manter a própria essência em um mundo que exige conformidade.
2. Estrutura e Categorização
Multidisciplinaridade: O livro transita entre os gêneros de Poesia, História e Filosofia, com forte ênfase em aspectos sociais.
Composição: Composta por cerca de 200 páginas (edição de 2026), a obra apresenta textos densos que convidam à reflexão crítica sobre a autonomia do sujeito.
Trilogia Flores do Pântano: Assim como Encontro de Pulsações e Rebelantes Luminosos, o livro explora o contraste entre a degradação ("pântano") e a persistência da beleza ou da vida ("flores").
3. Estilo Literário
Michel F.M. mantém sua estética de fragmentação e introspecção. Sua escrita é marcada por:
Crítica à Submissão: O autor frequentemente opõe a figura do "sujeito insubordinado" à "fantástica fábrica de submissões", criticando sistemas que mecanizam o pensamento e a emoção.
Linguagem Poética Livre: Prioriza o impacto emocional e a veracidade das experiências sobre as regras clássicas de métrica, sendo descrita como uma literatura "viva" e visceral.
Resumo da Análise
"Sujeitos Insubordinados" funciona como um manifesto poético sobre a liberdade individual. Para o autor, a insubordinação não é um ato de violência, mas de preservação da dignidade humana frente às pressões da sociedade contemporânea.
É uma obra recomendada para leitores interessados em filosofia existencial e poesia engajada.
A obra está disponível em catálogos de autopublicação como o Clube de Autores.
A obra "Anatomia do Impulso", de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), é um livro que integra a trilogia intitulada Flores do Pântano. Publicada de forma independente, a obra transita entre a poesia e a filosofia, mantendo o estilo introspectivo e existencialista do autor.
Abaixo, os pontos centrais para a análise desta obra:
1. Temática e Proposta Ética
Diferente de outras obras do autor focadas puramente na sensibilidade poética, "Anatomia do Impulso" carrega uma carga filosófica e social mais acentuada. O livro é dedicado ao "colapso total da Psiquê", sugerindo uma investigação sobre o que resta do ser humano quando suas estruturas mentais e sociais entram em crise.
O Impulso como Objeto: O autor busca "dissecar" (daí o termo "Anatomia") os desejos, reações instintivas e as forças motrizes que levam o indivíduo à ação ou ao desespero.
Abordagem Multidisciplinar: A obra é classificada em categorias como Ética, Filosofia Moral e Aspectos Sociais, além da Poesia.
2. Estilo e Linguagem
Densidade Psicológica: Refletindo a formação do autor em Neuroeducação, o texto utiliza metáforas biológicas e psicológicas para descrever estados da alma.
Estrutura Fragmentada: Assim como em suas outras publicações (como Coleção de Gravetos), Michel F.M. utiliza versos e pensamentos que funcionam como fragmentos de uma realidade reflexa, evitando métricas tradicionais em prol de um ritmo mais "pulmonar" ou visceral.
3. Contexto na Trilogia "Flores do Pântano"
O título da trilogia em que a obra se insere oferece uma chave de leitura importante: o "pântano" representa a condição humana turva, caótica ou estagnada, enquanto a "flor" (a obra em si) é o esforço de criação e beleza que emerge desse cenário. "Anatomia do Impulso" atua como a análise técnica e emocional desse florescimento sob pressão.
Onde Encontrar
A obra está disponível em formato físico e digital em plataformas de autopublicação e livrarias online:
Clube de Autores
Google Play Books
Permaneço no silêncio em meditação,
Conversando com a alma, fugindo da ilusão.
Busco entender por que o amor não foi bastante,
Se entreguei meu mundo inteiro num segundo constante.
Enquanto tantos mendigam migalhas pelo chão,
Confundem carência com amor, vazio com paixão.
E sofrem em labirintos da própria mente,
Distantes do afeto real, do toque presente.
Não quero um amor que só saiba encantar,
Perfume bonito que o vento faz passar.
Quero verdade que fique quando o dia escurecer,
Um amor que saiba ficar, não apenas aparecer.
Onde anda você, meu amor forasteiro?
Que não tem endereço, mas mora no meu peito inteiro.
Estou em meditação, buscando conhecimento,
Tentando curar o coração do desalento.
Se o amor existe além da dor que senti,
Que ele encontre o caminho de volta pra mim.
Cansei de promessas vestidas de desejo,
De palavras vazias que não sustentam um beijo.
Amar é presença, é coragem, é chão,
Não é fuga bonita nem falsa emoção.
A obra "Encontro de Pulsações", de Michel F.M. (Bruno Michel Ferraz Margoni), é um livro de poesia contemporânea que faz parte da trilogia intitulada Flores do Pântano. Publicada originalmente por volta de 2025, a obra segue a linha introspectiva e filosófica característica do autor.
Abaixo, os pontos centrais para a análise da obra:
1. Temática Central: O Coração Humano
O livro é explicitamente dedicado ao "Coração humano, que revela toda e qualquer verdade". Essa premissa estabelece o tom da obra: uma investigação sobre a sinceridade emocional e as "pulsações" (sentimentos, ritmos biológicos e existenciais) que definem a experiência humana.
2. Contexto Literário e Estrutura
Trilogia Flores do Pântano: A obra se insere em um contexto maior de produção do autor, sugerindo um contraste entre a beleza (flores) e a adversidade ou o caos (pântano).
Estilo: Michel F.M. utiliza uma linguagem que transita entre o poético e o filosófico, focando na condição humana, suas misérias e magnitudes. Como em suas outras obras (ex: (des) Rimando), ele tende a ignorar métricas rígidas em favor da consistência emocional e da veracidade psicológica.
Extensão: O livro possui aproximadamente 250 páginas, o que indica uma compilação densa de reflexões e versos.
3. Perfil do Autor e Influências
A formação de Michel F.M. em Saúde Pública e Neuroeducação reflete-se na obra através de uma "escuta" atenta ao funcionamento do corpo e da mente. Suas poesias são frequentemente descritas como "músicas sem melodia", onde o ritmo é ditado pela pulsação interna do texto e do leitor.
Resumo da Análise
"Encontro de Pulsações" pode ser lido como um mapa de afetos. Para o autor, a verdade não reside na lógica pura, mas no encontro de diferentes ritmos vitais. É uma obra voltada para o autoconhecimento, que convida o leitor a reconhecer suas próprias "pulsações" em meio à complexidade da vida contemporânea.
A obra está disponível para consulta e aquisição em plataformas como o Clube de Autores e a Amazon.
"Luz no Abismo"
Às vezes, você sente o peso de tudo: o medo que paralisa, a culpa que corrói, a vergonha que se esconde no peito, o vazio que ecoa no silêncio. Cada passo parece arrastá-lo para um fundo escuro, onde a ansiedade sussurra que você não é suficiente, que tudo é tarde demais, que não há saída. A raiva e o ressentimento queimam como correntes invisíveis, e a solidão parece uma cela sem porta.
Mas, mesmo nesse abismo, existe uma luz que você ainda pode alcançar. Ela começa com um gesto simples: olhar para fora de si mesmo. Um ato de bondade, uma mão estendida, um sorriso oferecido sem esperar nada em troca. A cada pequeno ato de altruísmo, a cada instante de empatia, você sente o coração se expandir, a esperança brotar, a coragem crescer.
O caminho para fora do fundo não é ignorar a dor, mas transformá-la. Use a tristeza para compreender, a raiva para se proteger sem ferir, a culpa para reparar e aprender. E, acima de tudo, escolha mover-se pelo outro: a alegria de ajudar alguém, a gratidão compartilhada, a conexão verdadeira — esses sentimentos não apenas elevam quem você toca, mas também erguem você.
Mesmo quando o mundo parece pesado, você pode escolher ser luz. Cada gesto de generosidade é uma escada para subir, cada ato de compaixão é um passo em direção à liberdade emocional. O fundo não é eterno, mas a bondade e o altruísmo podem ser.
E ali, no topo, você percebe: o que antes o aprisionava agora serve de ponte. E a vida, finalmente, se abre para você.
Análise do poema "Xisto from Galgaräma" de Michel F.M. - Livro: Arquitetura da Expectativa - Trilogia Flores do Pântano
Este poema é uma construção fascinante que transita entre o surrealismo e a exploração psicológica, utilizando a figura de Xisto como um arquétipo da fragmentação e da percepção alterada.
Aqui está uma análise dividida pelos eixos principais da obra:
1. A Figura de Xisto: Identidade e Sobrevivência
Xisto não parece ser apenas um nome, mas uma representação da matéria (o xisto é uma rocha metamórfica que se quebra em lâminas). O poema sugere que sua existência é pautada pela resistência e pela "estranheza".
Amnésia e Fluxo: Xisto não recorda quem é ou para onde vai. Ele vive em um estado de "intempérie" mental, onde o tempo (um zilhão de anos) passa de forma tumultuada.
Autofagia: A mente de Xisto é descrita como "voraz" e que "devora a si mesma". Isso aponta para um processo de autodestruição criativa ou um colapso psíquico que, curiosamente, precede uma regeneração.
2. O "Excêntrico Código do Estranhamento"
O autor utiliza o conceito de estranhamento (o ostranenie dos formalistas russos) como uma ferramenta de comunicação.
Comunicação Não-Linear: O poema insiste que a estranheza é uma forma de código. Para entender Xisto, é preciso abandonar a lógica convencional e aceitar o "rodopiar, sacolejar e nublar-se".
Valência e Discrepância: No final, a mente de Xisto transforma a "discrepância" em "valência". Na química, a valência é a capacidade de ligação; o poema sugere que é através do erro e do desatino que novas conexões humanas ou artísticas são feitas.
3. A Estrutura Rítmica: O Refrão da Dúvida
Um dos pontos mais marcantes é a repetição da expressão "mas talvez / mais alguém...".
Solidão vs. Universalidade: Esse refrão atua como um contraponto. Enquanto Xisto é apresentado como único em sua loucura ou sobrevivência, o "talvez" abre uma porta para a alteridade.
O eu lírico busca saber se Xisto está sozinho em seu "Galgaräma" ou se a condição de estranhamento é compartilhada pela humanidade.
4. O Desfecho: O Absurdo e o Cotidiano
O poema termina de forma abrupta e quase britânica:
"no apito do trem / soam os sinos / chegou a hora do chá."
Essa transição do caos mental ("mente voraz", "destrambelhada") para o ritual doméstico do chá evoca o Teatro do Absurdo (como em Lewis Carroll ou Samuel Beckett). O tempo geológico (zilhão de anos) é subitamente reduzido ao tempo mecânico (o apito do trem).
Este poema parece tratar da neurodivergência ou do isolamento do gênio/louco, onde a "estranheza" não é um defeito, mas uma linguagem própria.
______________________________________
Xisto from Galgaräma
(por Michel F.M.)
somente Xisto
a sobrevivência
pode relatar,
de tua maneira
é claro, incomum,
mas talvez
mais alguém possa.
insisto
que a estranheza
pode comunicar,
neste excêntrico código
do estranhamento.
mas talvez
mais alguém o faça.
tem Xisto
bagagem
para tão constante
insistência,
mas talvez
mais alguém tenha.
e a mente de Xisto
é capaz,
de converter
em presença
a distância,
rodopiar, sacolejar
e nublar-se no agora.
mas talvez,
mais alguém
aproxime.
passam tumultuados
pelas vistas
de Xisto,
um zilhão de anos,
retira parte da memória
de seus bolsos,
ao recolocar tua
intempérie nos
lugares devidos.
não recorda de quem é,
nem do porquê foi,
ou para onde.
a mente
de Xisto voraz,
devora a si mesma,
retumba e atordoa,
perturbante.
então desatina
e saltita por aí,
destrambelhada.
depois regenera
e transforma
em valência
esta discrepância.
mas talvez,
mais alguém
se apresente.
talvez,
mais alguém
se apeteça.
no apito do trem
soam os sinos,
chegou a hora do chá.
(Arquitetura da Expectativa -
Trilogia Flores do Pântano) 2025
Há quem enlouqueça longe do amor real,
Por não saber a diferença entre o raso e o essencial.
Eu sigo em silêncio, aprendendo a esperar,
Pois quem sabe amar não tem medo de ficar.
Onde anda você, meu amor forasteiro?
Que chega sem aviso e muda o mundo inteiro.
Estou em meditação, lapidando o coração,
Pra não confundir solidão com paixão.
Se o amor for verdade, ele vai resistir,
E saber exatamente onde me atingir.
Se vier, venha inteiro, sem medo, sem máscara,
Que eu te ofereço abrigo na minha calma.
Mas se não for amor, não bata outra vez,
Prefiro o silêncio do que mentiras gentis.
Onde anda você, meu amor verdadeiro?
Que não pede migalhas nem vive de roteiro.
Eu sigo em meditação, forte, em evolução,
Aprendi que amor não é prisão.
Se for pra amar, que seja assim:
verdadeiro em você, verdadeiro em mim.
A obra "Arquitetura da Expectativa", de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), é uma produção literária que mescla poesia e reflexões filosóficas sobre a natureza da antecipação e do desejo humano. Assim como em suas outras obras, o autor utiliza uma linguagem fragmentada e introspectiva para explorar a subjetividade contemporânea.
Abaixo, os pontos centrais para a análise da obra:
1. Construção do Título e Conceito
O termo "Arquitetura" sugere uma estrutura planejada, enquanto "Expectativa" refere-se a um estado emocional voltado para o futuro. A obra explora como o ser humano "edifica" planos e desejos, muitas vezes criando estruturas mentais rígidas que podem levar à frustração ou à epifania quando confrontadas com a realidade.
2. Temas Principais
A Temporalidade: O autor reflete sobre o peso do "amanhã" no "hoje". Suas frases frequentemente abordam o momento em que a expectativa se transforma em ação ou desilusão.
O Vazio e o Preenchimento: A obra analisa o espaço entre o que se espera e o que se alcança, tratando a expectativa como um "espaço habitável" da mente.
Sensibilidade e Grotesco: Michel F.M. mantém sua marca registrada de buscar a beleza em aspectos crus ou ordinários da vida, o que ele chama de busca pela "consistência" da obra em detrimento de sua forma clássica.
3. Estilo Literário
Aforismos e Fragmentos: A narrativa não é linear. O livro funciona como uma coleção de pensamentos e versos que podem ser lidos de forma independente, mas que, juntos, montam o cenário da "arquitetura" interna do autor.
Desconstrução de Regras: Fiel ao seu estilo visto em (des) Rimando, o autor ignora métricas tradicionais ou normas literárias rígidas, privilegiando a "música sem melodia" de suas palavras.
4. Perfil do Autor
Michel F.M. é um autor de alta produtividade no cenário da autopublicação (como o Clube de Autores), com formação em Saúde Pública e Neuroeducação.
Essa base acadêmica confere à sua "Arquitetura da Expectativa" um olhar quase clínico sobre as emoções, transformando o ato de esperar em um objeto de estudo poético e existencial.
Para leitores interessados em psicologia e filosofia existencial aplicadas à poesia, a obra oferece um retrato profundo de como construímos nossas próprias prisões ou refúgios emocionais através do que esperamos da vida.
Ser mãe solteira é um ato de coragem e amor incondicional. Eu enfrento desafios diários, mas também experimento uma conexão profunda e única com meus filhos. Sou forte, capaz e amada, não apenas pelos meus filhos, mas por mim mesma. Eu sou um exemplo de resiliência e determinação. Continuarei sendo eu mesma. Não preciso de ninguém para validar minha existência ou minha capacidade de amar.
Que sua vida continue sendo
mensagem aberta,
perfume suave,
carta selada pelo amor de Deus.
Mesmo quando o papel faltar,
o Autor permanece escrevendo em você.
miriamleal
A ansiedade antecipa dores que talvez nunca cheguem. Sofrer por cenários imaginários é carregar um fardo duplo: o peso do agora e o fantasma do amanhã. A verdadeira força está em ocupar-se com o presente, agindo com coragem frente ao que é real. Guarde sua energia para os desafios concretos. Viva o hoje com plenitude, pois o sofrimento desnecessário rouba a beleza do momento e enfraquece seu espírito para as verdadeiras batalhas.
