Pensamentos Mais Recentes

Fui à sorveteria
   para só ver-te

Quem não muda, desconfia de quem mudou.
pessoas usam o passado dos outros como lente rápida porque dá menos trabalho do que reconhecer a mudança real... Quem te conheceu antes tende a congelar sua imagem, mas isso não te define em nada, segue em frente. Quem não quer enxergar quem você é agora, não merece ter essa sua versão, não faz parte da sua caminhada!

Às vezes, o medo de caminhar em busca de seus sonhos faz com que você perca de ver as rosas enquanto observa os espinhos.

“O sábio não disputa volume, disputa significado.”

Incrível como tem gente só que aceita "servir" se for no púlpito, mas quando chama pra limpeza, ajuda em cantina, trabalho ocultos que não engrandece o próprio nome, tem desculpas pra dar e vender. Deus está vendo o tipo de "servo" que você é, viu? Tenha Diligência!

“Quem realmente entende, seleciona quando falar — e, principalmente, quando não.”

“A profundidade do conhecimento se revela mais no silêncio do que no discurso.”

“Saber muito é, muitas vezes, escolher calar diante do que pouco acrescenta.”

“A inteligência tranquila não grita — ela observa, absorve e segue.”

“Quem enxerga além das palavras raramente levanta a voz.”

“Quanto maior o entendimento, menor a necessidade de confronto.”

“Mentes elevadas preferem compreender em silêncio do que vencer discussões vazias.”

“A verdadeira sabedoria fala baixo, porque não precisa provar nada a ninguém.”

“Quem domina o próprio pensamento não precisa disputar espaço no barulho dos outros.”

02/05/2026

Eu amo o quentinho do café em minhas mãos, quando abraço o copo com os meus dedos.

Amo ver pessoas passarem, com seus sonhos, suas histórias e pensamentos.

Perceber que existem muitos mundos nesse mundo e que cada um tem o seu particular.

Quando eu era pequena, pedia pra Deus para pensar sobre o pensamento e a visão de outras pessoas.
Hoje, entendo que Deus nunca me permitiu viver isso do jeito que eu queria. Afinal, como seria dar uma espiadinha em algo tão particular?

Como uma criança pode ter esse tipo de pensamento?

Bom, até hoje não descobri…

Recentemente, decidi não questionar tantas coisas sobre mim. O nível de cobrança tem diminuído um pouco e, com isso, tenho me permitido viver…

E isso tem me feito um bem danado, porque eu tenho percebido coisas sobre mim que antes eu não sabia.
Esse momento também tem me permitido abraçar a Ana que eu já conhecia. E não só a Ana…

A Carol também, aquela que tinha pensamentos peculiares e deveras questionadores para uma criança de 8 anos.

Tem sido interessante esse processo de integração e descobertas.

Ana Caroline Marinato

Talvez o meu medo já existisse,
porque ainda dói saber
que fui apenas uma segunda opção.


E tenho medo…
medo de te esquecer,
medo de me desapegar,
medo de te deixar ir.


Mas talvez o maior medo de todos
seja que, um dia, nos tornemos apenas “estranhos”.


Spoiler: tornámo-nos

POR TRÁS DA NUVEM DE TESTEMUNHAS.

Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

Do Livro: Desejo De Sumir.

ASPECTOS DA OBSERVAÇÃO.
- Obsessão Simples
- Obsessão Fascinadora
- Obsessão Subijugadora

POR TRÁS DA NUVEM DE TESTEMUNHAS.

Helena prosseguia em sua luta invisível. Aquilo que antes se limitava ao seu íntimo agora repercutia no seio familiar com intensidade crescente. Seus pais, embora moralmente corretos, jamais haviam cultivado vigilância constante no campo do espírito. Havia bondade, mas faltava disciplina contínua da alma. E foi justamente nesse intervalo que o processo obsessivo encontrou terreno para enraizar-se não apenas nela, mas em todos que, por laços pretéritos, estavam comprometidos naquele drama silencioso.
Os benfeitores espirituais, contudo, jamais se ausentaram.
Ainda que invisíveis aos olhos carnais, operavam com precisão e paciência. O mentor espiritual de Helena, cuja presença ela ignorava conscientemente, velava por ela desde muito antes do agravamento do quadro. Inspirava pensamentos de serenidade, sugeria leituras edificantes, impulsionava encontros providenciais. Entretanto, como ensina a doutrina, o auxílio superior jamais violenta o livre arbítrio. Ele sugere, ampara, sustenta, mas não impõe.
Enquanto isso, os espíritos obsessores, ligados àquela família por vínculos do passado, intensificavam sua atuação. Não eram estranhos. Eram consciências entrelaçadas por antigas desarmonias. Aproximavam-se não apenas de Helena, mas de todos os familiares, insuflando ideias de desânimo, desconfiança e, sobretudo, afastamento dos recursos espirituais que poderiam conduzir à libertação.
Surgiram pensamentos recorrentes. "Isso não adianta." "Esse lugar não resolve nada." "Vocês estão sendo enganados." Eram sugestões sutis, porém insistentes, tentando romper o elo que começava a se formar entre a família e o amparo espiritual.
Foi então que, por inspiração superior, um dos familiares sugeriu a busca de auxílio em um centro espírita.
Ali, encontraram não promessas de solução imediata, mas algo muito mais profundo. Disciplina. Estudo. Prece. Trabalho no bem. E, sobretudo, o tratamento espiritual através do passe.
O passe, aplicado com seriedade e responsabilidade, passou a integrar a rotina de Helena e de seus familiares. Não como ritual mecânico, mas como transfusão de energias salutares, conforme ensinam as obras doutrinárias. A cada aplicação, havia alívio. Por vezes discreto, por vezes mais evidente. Contudo, nunca instantâneo. Nunca mágico.
Porque o centro espírita não opera sob a lógica da ilusão, mas sob a lei do esforço contínuo.
O tempo tornou-se elemento essencial. As semanas converteram-se em meses. A família perseverava. Frequentava as reuniões, participava das preces, buscava modificar hábitos. E, acima de tudo, mantinha a confiança inabalável de que Deus age com sabedoria, não com imposição.
Recordavam, com reverência, o ensinamento consolador atribuído a Chico Xavier, segundo o qual Deus utiliza o tempo como instrumento de misericórdia, jamais a força como mecanismo de transformação.
Enquanto isso, no plano invisível, algo extraordinário começava a ocorrer.
Os obsessores, ao acompanharem Helena e sua família até o ambiente do centro espírita, eram também expostos, ainda que involuntariamente, às vibrações elevadas daquele recinto. Ouviam as preces. Sentiam a atmosfera de paz. Presenciavam o esforço sincero daqueles que antes consideravam adversários.
Sem perceberem, começavam a ser tocados.
A resistência não desapareceu de imediato. Houve revolta, ironia, tentativas renovadas de afastamento. Contudo, a persistência da família, aliada à assistência dos benfeitores espirituais, foi gradualmente desarticulando os laços de ódio.
O perdão, ainda que silencioso, começou a agir como força balsamizante.
Helena, agora mais lúcida, passou a compreender que sua libertação não se dava isoladamente. Ao reformar-se, ao vigiar seus pensamentos, ao orar com sinceridade, ela contribuía também para a transformação daqueles que a perseguiam.
E assim, lentamente, os grilhões que prendiam não apenas um indivíduo, mas todo um grupo espiritual, começaram a dissolver-se.
Os antigos algozes, ao perceberem que não eram mais combatidos com hostilidade, mas acolhidos com compreensão e prece, começaram a ceder. Alguns se afastaram. Outros foram recolhidos pelos benfeitores. Outros, ainda, permaneceram por mais tempo, em processo de esclarecimento.
Mas todos, sem exceção, foram alcançados pela luz que emergia daquele lar transformado.
A casa que antes era campo de tensão tornou-se núcleo de oração. O ambiente, antes denso, agora irradiava serenidade. Não porque os problemas haviam cessado, mas porque a postura espiritual havia se elevado.
E Helena, outrora subjugada, agora caminhava com firmeza.
Não como alguém livre de provas, mas como alguém consciente de seus deveres.
O futuro, antes obscurecido, abria-se como campo de renovação.
E, como advertência permanente, ecoava em sua consciência o ensinamento de Jesus Cristo:
"Vigiai e orai."
"Vai e não peques mais, para que não te suceda algo pior." João 5:14.
Porque a verdadeira libertação não reside apenas em romper correntes, mas em não mais forjá-las.
E, sob a silenciosa presença da nuvem de testemunhas que acompanha cada passo da jornada humana, aquela família compreendeu, enfim, que a redenção não é um instante. É um caminho.
Um caminho que se constrói na vigilância, se sustenta na fé e se consagra na perseverança.
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02/05/2026

Como é bom ter ciência de tudo que você é e da potência do que pode ser.
Do oceano enorme de possibilidades que existe dentro de você.

Do quão grandiosa e infinita é a maré de descobertas que emerge quando você se permite aceitar todas as partes do todo.

Quem imaginaria que algo assim poderia acontecer…

Quando achamos que temos todas as respostas do mundo, percebemos que a vida não tem a ver com controle.

Tem a ver com viver e a forma que você vive.

O controle não está em suas mãos e, quanto mais cedo percebemos isso, ajustamos o que é possível, tangível e verdadeiro.

Percebemos o magnífico que sempre esteve diante dos nossos olhos, tão perto… E, às vezes, por ignorância ou por se permitir viver no automático, perdemos o essencial.

Nunca é tarde para um recomeço, para perceber o que antes não se via.

Ana Caroline Marinato

Dormir é treinar pra morrer.

Deformação da entidade pelas deepfakes e fluxo de dados manipulado.


Origem dos dados assimilados pela ganância,


As sentenças de manipulação são parte da filosofia..O sistema usa vies da filosofia para dominar ser humano.


O ser politico por de trás do sistema de manipulação...
Perguntas que desenvolve sentença do senso crítico.

Sempre ouvi dizer que a distância é o teste mais difícil para o coração, mas só agora entendo que ela não é apenas um espaço entre nós — é um lembrete constante do quanto você me faz falta. Escrevo estas palavras porque, às vezes, o silêncio da casa ou o vazio do meu lado na cama gritam o seu nome mais alto do que eu consigo suportar.
Queria que você soubesse que, mesmo daqui, meus olhos buscam você em cada detalhe. Cada plano que faço para o futuro tem o seu sorriso como ponto de chegada. Sinto falta do calor do seu abraço, do jeito que o mundo parece fazer sentido quando você está por perto e até daquelas pequenas bobagens do dia a dia que só nós entendemos.
Não vou mentir: há dias em que o aperto no peito é forte e o medo de estar longe me faz querer largar tudo só para te ver por cinco minutos. Mas é justamente esse sentimento que me dá a certeza de que você é a mulher da minha vida. Você é insubstituível, e nenhum quilômetro no mapa é capaz de diminuir o que construímos.
Estou aqui, contando os dias, as horas e os minutos. Mas, enquanto o momento do nosso reencontro não chega, saiba que meu coração está aí com você, cuidando de você e te amando em cada pensamento.
Eu te amo, hoje e em todos os tempos que virão.

⁠Todo bom Político-influencer já sabe que a moeda de troca mais forte na Economia da Atenção é o ruído, 
só faltam os apaixonados pela Política do Espetáculo assimilarem isso.


O ruído não precisa ser verdadeiro, nem consistente — basta ser alto, constante e emocionalmente carregado. 


Ele ocupa espaço, desloca debates mais complexos e cria a sensação de urgência permanente. 


Nesse ambiente, a reflexão perde terreno para a reação, e o pensamento crítico cede lugar ao impulso. 


O que se consome não são exatamente informações, mas estímulos.


Há uma lógica quase industrial por trás disso: quanto mais simples a mensagem, maior sua capacidade de circulação; quanto mais polarizadora, maior seu alcance; quanto mais indignação provoca, mais engajamento gera. 


O resultado é um ciclo perverso que se retroalimenta — o público reage, o algoritmo amplifica, o emissor intensifica… 


E assim, pouco a pouco, o conteúdo vai sendo moldado não pelo que é relevante, mas pelo que reverbera.


O problema não está apenas em quem produz esse ruído, mas também em quem o consome. 


Existe um conforto deveras estranho nas certezas rápidas e inquestionáveis, nas respostas prontas e bem empacotadas, nas narrativas que dispensam nuances. 


A complexidade exige muito esforço; o ruído, nenhum. 


Ele oferece pertencimento imediato, ainda que superficial, e transforma a discordância em espetáculo.


Nesse cenário, a política deixa de ser um espaço de construção coletiva e passa a operar como palco. 


Personagens substituem propostas, frases de efeito ocupam o lugar de argumentos, e a performance se torna mais importante que o conteúdo. 


A atenção, disputada a cada segundo, já não premia a consistência, mas a capacidade de capturar olhares — ainda que por meio da distorção e encenação.


Talvez o desafio maior esteja em reaprender a escutar o silêncio entre os ruídos. 


Em desacelerar o consumo, questionar a forma antes de aceitar o conteúdo — e resistir à tentação de reagir imediatamente a tudo. 


Porque, no fim, o ruído só se sustenta enquanto encontra eco dos asseclas ou rivais igualmente apaixonados.

Crianças amam alguém pela maneira em que é tratada. Então todos temos uma criança interna.

Inserida por ana_11

"Aprendizado"
“O que nos valida não é o quanto somos capazes, mas o fato de continuar tentando apesar das nossas limitações.”
@Suédnaa-Santos

A economia não começa no gabinete do planejador; começa na decisão concreta de alguém que trabalha, poupa, arrisca, empreende e responde pelas consequências de suas escolhas.