Pensamentos Mais Recentes
" O relógio corre, mas quando imagino teus gestos, o tempo curva-se como se pedisse licença para existir. "
Você é a chuva caindo no meu rosto e deslizando em meus lábios não tenho coragem de passar minha mão quero sentir vc por inteira sentir a plenitude de sua alma
"Algumas quedas que sofri não me lançaram ao fundo, conduziram-me ao início da consciência de que és o abismo que escolhi contemplar."
"Há caminhos que só aparecem quando decido caminhar em tua direção, mesmo que o mapa seja feito de medo e de desejo contido."
" O mundo pode pensar diferente de mim, mas quando teus olhos me atravessam, toda divergência se converte em reverência."
A essência do primeiro amor.
Nos abismos do meu ser,
Onde as sombras gritam com a dor,
Você é a luz que me resgata,
E me faz renascer das cinzas da minha própria destruição.
Teus olhos, dois vórtices de escuridão,
Que me puxam para o coração do universo,
Teu toque, a faísca que acende,
A chama que me consome, que me faz arder em vida.
As noites são um vazio que me engufa,
Quando você não está ao meu lado,
As estrelas são lágrimas de deuses que choram,
E o amor é a nossa única redenção.
Eu te amo, não apenas com o coração,
Mas com cada átomo, com cada molécula,
Te amo, não apenas com a alma,
Mas com cada suspiro, com cada grito, com cada silêncio.
Você é o meu oxigênio, meu sangue,
Meu amor, minha vida, meu único destino,
Com você, eu sou eterno,
E o amor é a nossa eternidade, a nossa lura, a nossa perdição.
"COMO AMAR MAIS O QUE TU ÉS"
Às vezes, amar-te é aceitar que o teu silêncio pesa mais que todas as palavras que ouso dizer.
O FILHO DIFÍCIL É A MISSÃO MAIS ALTA DO CORAÇÃO.
No horizonte doutrinário do O Evangelho segundo o Espiritismo, especialmente no capítulo XIV, encontra-se uma das mais belas a e sublimes advertências acerca da maternidade e da paternidade. Ali se afirma que os laços de família não são fruto do acaso biológico, mas dispositivos pedagógicos da Lei Divina, destinados à reparação, ao aperfeiçoamento e à reconciliação das almas.
O chamado “filho difícil” não constitui um erro da Providência. Constitui, antes, um compromisso espiritual.
Segundo a doutrina Espírita , os Espíritos renascem no seio das famílias por afinidade ou por necessidade de reajuste. No item 9 do referido capítulo, lê-se que muitas vezes os filhos são Espíritos simpáticos, atraídos pela harmonia moral. Porém, em outras circunstâncias, são Espíritos que necessitam de disciplina, de amor firme e de direção segura para vencer inclinações inferiores oriundas de existências pretéritas.
A dificuldade, portanto, não é castigo. É oportunidade educativa.
O filho que desafia, que contradiz, que fere pela ingratidão ou pela rebeldia, pode ser justamente aquele cuja alma foi confiada à autoridade moral dos pais para que estes o auxiliem na reconstrução de si mesmo. A pedagogia espírita não é permissiva. É moral. Educar é amar com lucidez. Amar não é ceder à fraqueza, mas sustentar princípios.
Quando o texto evangélico afirma que “um de nós dois é culpado”, não está lançando condenação, mas convocando à responsabilidade. Se o filho erra, cabe aos pais examinar se faltou orientação, exemplo, vigilância ou coerência. Se o filho persevera no erro apesar de todos os esforços, resta a consciência tranquila de quem cumpriu o dever.
A psicologia moral da doutrina ensina que tendências negativas não surgem do nada. São reminiscências do passado espiritual. Contudo, essas inclinações não são fatais. A educação, entendida como formação do caráter e disciplina do sentimento, é instrumento de transformação. A família é oficina de almas.
Conquistar o filho difícil significa estabelecer autoridade sem violência, diálogo sem permissividade e amor sem complacência com o erro. Significa compreender que o afeto verdadeiro não é sentimentalismo frágil, mas força orientadora.
Aquele que mais exige de nós é, muitas vezes, aquele que mais necessita de nós.
Sob a ótica espírita, a missão dos pais é cooperar com a Lei de Progresso. A rebeldia do filho pode ser prova para os pais. A firmeza dos pais pode ser salvação para o filho. Ambos crescem no embate moral.
Não se trata de dominar uma personalidade, mas de auxiliar uma consciência.
Assim, quando surge o filho difícil, não se deve perguntar “por que comigo”, mas “para que comigo”. Essa mudança de perspectiva desloca a dor para o campo do sentido.
Na visão espírita, a família é santuário e escola. Ali se resolvem débitos do passado e se semeiam virtudes para o futuro. O filho que parece obstáculo pode ser a mais elevada convocação à maturidade espiritual dos pais.
Conquistar esse filho é conquistar a si mesmo.
E na fidelidade ao dever, mesmo quando o coração sangra, encontra-se a verdadeira vitória moral da alma.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
O capítulo de hoje: Um mergulho no espelho!
Hoje mergulho em águas profundas,
e, cada vez que aprofundo mais,
são novas camadas de calma e descobertas.
Nesse mergulho, o ar não falta;
o ar retorna, preenche.
O peito expande, o coração aquece.
É um momento de respirar de novo,
com mais consciência, com conexão.
Eu me volto em minha morada,
um lugar de onde um dia me perdi —
um retorno para casa,
na essência do meu ser.
Sob o manto de veludo que a noite estendeu,
Procuro entre as estrelas o brilho que é seu.
O mundo silencia para você descansar,
E até o tempo se aquieta só para te ver sonhar.
Que o seu travesseiro guarde os pensamentos mais doces,
Como se cada estrela um desejo de paz te trouxesse.
Fecha os olhos tranquila, no balanço da calma,
Leva meu boa noite guardado na alma.
Dorme bem, com a certeza de que o dia foi mais bonito só porque você esteve nele.
A ausência de pertencimento não gera rebeldia.
Gera silêncio.
E o silêncio coletivo é um indicador sistêmico de que a escuta falhou.
Tathiane Pereira
Pesquisadora Independente em Comportamento Humano
Autora da TECT | Fundadora do Voz da Sala
Instituições não perdem talentos por falta de oportunidade.
Perdem quando deixam de oferecer significado percebido.
Pertencer é sentir que sua presença altera o todo, não apenas ocupa espaço.
Tathiane Pereira
Pesquisadora Independente em Comportamento Humano
Autora da TECT | Fundadora do Voz da Sala
Pertencimento não é acolhimento superficial.
É a experiência de ser cognitivamente reconhecido dentro de um sistema que escuta de forma organizada.
É nesse ponto que a Teoria da Escuta Coletiva Transformacional (TECT) atua: onde há escuta estruturada, há reorganização de vínculos.
Tathiane Pereira
Pesquisadora Independente em Comportamento Humano
Autora da TECT | Fundadora do Voz da Sala
Tranquilidade não é ausência de problemas, é escolha de voo e saber
para onde se navega. É saúde mental: reconhecer limites, ajustar rotas e
seguir inteiro.
Não foi fraqueza.
Foi entrega.
A gente não erra por amar.
Erra por aceitar pouco quando está oferecendo tudo.
Muita gente se apaixona por versões.
Pela pessoa que existe na madrugada,
na conversa intensa,
na promessa sussurrada,
no “talvez um dia”.
Mas caráter não aparece só no que alguém diz no privado.
Aparece no que assume no público.
Quem te esconde, já está escolhendo.
Quem te mantém em espera, já decidiu.
Quem vive de versões, nunca oferece verdade inteira.
O problema nunca é sentir demais.
É sentir sozinho.
E quando a incoerência vira rotina...
Mentira descoberta,
decepção engolida,
esperança renovada...
Não é amor que sustenta.
É apego.
Dói perceber que se foi opção enquanto acreditava ser escolha.
Dói entender que intensidade não transforma quem não quer mudar.
Mas há uma virada silenciosa nisso tudo:
Não é fracasso amar forte.
Fracasso é permanecer onde não há respeito.
Quem não te assume na luz
não merece teu amor no escuro.
E um dia a dor vira lucidez.
E a lucidez vira limite.
E o limite vira dignidade.
E a partir dali,
ninguém mais te mantém...
Ou te escolhe
ou te perde.
Pertencimento não é emoção passageira.
É arquitetura relacional construída por escuta estruturada - princípio central da TECT.
Tathiane Pereira
Pesquisadora Independente em Comportamento Humano
Autora da Teoria da Escuta Coletiva Transformacional (TECT), Fundadora do Voz da Sala.
Se aproximam da Bacia do Rio Tapajós
Sirius, Canopus, Achernar, Rigel e Betelgeuse,
do jeito que o olhar alcança e as endeuse;
O rio é a orquestra a tocar,
Procyon, Capella, Alpha Centauri e Acrux
chegaram fascinantes para ficar.
Mimosa, Gacrux, Alnitak, Alnilam e Mintaka,
também vieram para acompanhar,
A Via Láctea com toda a potência
não irá nesta travessia os deixar,
porque resistência não deve pedir
licença por ser dignidade de existência.
O Angelim-vermelho, a Sumaúma
e toda a floresta pressente
que a noite escura querem impôr;
Não há nada nesse mundo
que irá deter a caminhada
porque existe o amor além do amor.
Tenho um pouco de todo o mundo
e de cada parte e do que há de mais
profundo e da maravilha do Tapajós,
Querem deixar todos os que têm
raízes ali sem sementes e em nós.
Cada parte de mim não ficará a sós,
sou Borari, Arapiun, Tupinambá,
Tupaiú, Tapajó, Arara, Jaraqui,
Maytapu, Munduruku, Cumaru,
Tapuia, Apiaká e Sateré-Mawé,
e sou todo o povo do Rio Tapajós
feito da liberdade que não se prende,
e nem se costura nem com retrós.
