Pensamentos Mais Recentes

Desde criança adoro a cor amarela que desabrocham nas plantas e nas flores, parece mesmo que me fortalecem a esperança. A cor que mais me acalma a mente e o meu espirito, é o azul. O azul do céu de brigadeiro e do mar sereno em dias ensolarados. Acho que o azul me reporta a feliz e conformada finitude. Entre as atitudes mas sem qualquer garantia de edificar.

Quem domina a competência compreende a dedicação — e é aí que começa a excelência.

... enquanto
não dedicarmos ao bem
o mesmo vigor e a mesma audácia 
devotados ao mal, este permanecerá
cada vez mais violento e
devastador!

Não tem coisa pior quando se perde as esperanças

Inserida por claudia_da_silva

O mundo não testemunha suas guerras internas nem responde às suas dores. Por isso, faça de si o próprio motivo: lute, atravesse o caos e vença sem precisar ser visto.

Talvez o pior não seja errar,
mas apontar no outro aquilo
que ainda não tivemos coragem
de encarar em nós.

Julgamos para não sentir,
acusamos para aliviar o peso,
transferimos a culpa
na tentativa de nos absolver.

Mas o que é empurrado para fora
continua morando dentro.
E enquanto o erro tiver rosto alheio,
a mudança seguirá adiada.

Há um julgamento acontecendo o tempo todo.
Não na praça, nem nos tribunais,
mas dentro.


Apontamos o dedo para o mundo
e, quando ninguém vê,
erguemos o martelo contra nós mesmos.
Condenamos erros, falhas, atrasos, silêncios,
como se fôssemos obrigados a acertar sempre.


Mas que sociedade se constrói
quando cada um aprende a ser
o próprio algoz?
Que mudança é possível
se a primeira relação consigo,
já nasce em guerra?


Talvez transformar o mundo
comece por um gesto quase invisível:
diminuir a dureza do julgamento interno,
reconhecer a humanidade no outro
porque ela foi, antes, reconhecida em si.


Mudar a si não é se absolver de tudo.
É aprender a julgar com consciência
e viver com mais responsabilidade
e menos crueldade.

Sou dura comigo.
Antes que o mundo me toque,
eu já me feri.


Invento culpas,
dou nomes graves ao que é só cansaço,
e chamo de falha
o que talvez seja apenas existir.


Dentro de mim há um tribunal
que nunca encerra a sessão.
E eu, cansada,
continuo sendo ré
e juíza.

Sou juíza de mim,
sentença antes do erro,
castigo antes do descanso.
Aponto em mim o que tolero no mundo
e me nego a graça
antes mesmo do pedido.

Devocional



Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.


Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.


Sou eu.


Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?


Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.


Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.


Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.


Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.


13 de Janeiro 2026

Que tenhas:


:: clareza diante do caos,


:: firmeza diante da dificuldade,


:: e tranquilidade diante do inevitável.

Não basta conhecer o caminho — é preciso andar por ele, todos os dias.

Sê tu a benção, mesmo que ao teu redor seja de maldição, lembre você é a diferença a tua ausência manterá o lugar comum sem bênção, sem luz, sem sabor pense nisso.
CJR
@claudioribcjr

Há tanta paz num abraço, pode ter certeza.
É conforto num momento de tristeza, e regozijo ante um banquete posto à mesa.
Mas terrível de verdade, é o abraço forçado de quem dissimula amizade.

Cada vez mais, pessoas perturbam os ambientes que frequentam, seja no trabalho, nas redes sociais ou na internet. As redes, em especial, dão a alguns a liberdade de invadir a vida alheia, criando conflitos políticos, religiosos e sendo agressivos.
Muitos misturam questões pessoais com debates coletivos, tratando problemas emocionais como se fossem filosóficos, sem base sólida. Culpam o mundo por questões que deveriam resolver com profissionais. Também distorcem falas alheias para criar rótulos, fugindo do contexto real.

Só haverá mudanças de mentalidade e atitudes corretas quando reconhecer que é culpado se auto responsabilizar, pois enquanto transferir culpas a outrem e ainda encontrar tolos apoiando não acontecerá mudanças continuando e ampliando as mesmas entre outras tolices.
CJR

Temos sempre que ter fé em Deus e estar preparado para situações adversas em nossas vidas.

Pergunta-te hoje: estou agindo com justiça, coragem, sabedoria e temperança? Se sim, o dia foi bem vivido, independentemente do resultado.

Cada obstáculo é um exercício preparado para o teu crescimento. O fogo não destrói o aço — ele o fortalece.

O julgamento alheio fala mais sobre quem julga do que sobre quem é julgado. Mantém-te fiel ao teu caráter, não à aprovação.

Não te zangues com quem te cobra:
Responsabilidade, Compromisso e Pontualidade, pois te cobrando e tu assimilando colocando em prática não terás uma vida dependente de ajuda, mas manterá tua vida independente.
CJR
@claudioribcjr

Vive hoje com sobriedade e intenção. O tempo não espera que estejas pronto — ele apenas passa.

Não permitas que qualquer pensamento se torne um hóspede permanente. Examina-o. Se não te torna mais virtuoso, deixa-o partir.

Aceitar o que acontece não é desistir, mas agir sem lutar contra a realidade. A resistência inútil cansa; a aceitação sábia fortalece.

Hoje, lembra-te: poucas coisas estão sob o teu controle — teus pensamentos, escolhas e ações. Investe tua energia apenas nelas. Todo o resto é ruído.