Pensamentos Mais Recentes

Você passa a maior parte do tempo
Na sua mente
Faça dela um lugar agradável de se viver.

O amor é poesia que
anestesia
a alma, alivia a mente 
e fortalece o coração.

Ser poeta não precisa 
escrever tudo o que sente,
mas, por coerência, precisa 
sentir tudo que escreve.

O poder de abençoar. Faça isso diariamente. Espalhe sorrisos, palavras encorajadoras e gestos de bondade. E verá como sua vida se transforma quando você escolhe ser luz. Afinal, o bem que espalhamos sempre encontra um caminho de volta.

No silêncio do campo, a brisa e o canto dos pássaros convidam à reflexão profunda, onde cada plantio e irrigação moldam a história que culminará em frutos maduros e na poesia da vida.

RELATO DE FÉ...


Tempo sombrio,
passei pelo vale e
atravessei o deserto.


Foram tantas emoções vividas!
Obstáculos, provações, dúvidas
e tristezas, mas ouve a tua mão
e tua proteção em todos os 
momentos. 


Nesse percurso, não 
vivi somente incertezas, obtive
 inúmeros livramentos, venci 
grandes batalhas e alcancei 
conquistas inimagináveis.


 Entendi na necessidade o quão
 importante é ser resiliente e
 perseverante na tua palavra.
Aprendi o que é ter Fé e confiar
verdadeiramente no Senhor.


Viana Filho

Devemos estar em alerta para que nosso coração esteja em Jesus e não na maneira de servi-lo. A religiosidade transforma o serviço ao Reino em formalidade.

Não espere muito tempo para ser feliz, faça o que te deixa bem.

"Esquecimento...


Não foi fácil... e nem é a caminhada 
É menos sofrida se não estamos Só
Ao contrário, chega a ser divertida 
E nessa passada, jamais esquecida


Esquecimento... ah, quanto é comum
Reli minha trajetória, visitei momentos 
Cada um deles, me dei conta 
Que alegrias demitiam incertezas


Um amigo aqui, outro acolá 
Uma música brotava como flor 
Uma poesia nascia, quase sempre 
De um oceano profundo de dor


Fiei ter amigos... muitos amigos 
Ou pelo menos acreditava tê-los
Alguns, presentes numa estrada 
Que se nem contava a extensão 


Outros, num desequilíbrio imenso
Nunca me ative a tal "detalhe"
Afinal, poucos se interessaram
A saber, em verdade, quem sou 


E quem sou? 
Um homem que toma decisões 
Certas, equivocadas, voláteis
Mas, que favorecem o bem 


Muitos deles de bom coração 
Outros, desconhecem tal sentimento 
Mas, nada disso importa... não mais!
Pois já não vigora reciprocidade e gratidão

[Pre-Chorus]
Cansei de ler entrelinhas
De esperar sua notificação
Hoje eu viro a página
E desligo a conexão

[Chorus]
Vou deixar você em modo avião
Dar um descanso pro meu coração
Chega de espera, chega de iludir
Vou deixar você em modo avião
Bloqueio as saudades e a tensão
Chega de novela, chega de mentir

A Janela da Alma e a Porta Tecnológica


Aos poucos, a janela da alma tem sido corrompida pela porta tecnológica.


Os homens, sem espaço de armazenamento interno, transferem o pouco de humanidade que ainda lhes resta para o organismo eletrônico, deixando a própria organela humana sem função. Depositam nas máquinas aquilo que antes guardavam na memória; entregam aos dispositivos aquilo que um dia aprenderam a sentir, pensar e recordar.


As mentes, demasiadamente cheias de inutilidades, caminham silenciosamente para o mundo da facilidade. Já não procuram compreender quando podem simplesmente consultar; já não procuram lembrar quando podem armazenar; já não procuram sentir quando podem registrar.


E, nessa busca incessante pela praticidade, não percebem que estão pagando com aquilo que possuem de mais precioso: a capacidade de serem humanos.


A tecnologia não roubou nossa humanidade de uma só vez. Ela apenas nos ensinou, pouco a pouco, a deixá-la de lado.


E talvez o mais assustador seja perceber que, quando finalmente sentirmos falta dela, já não saberemos onde a deixamos.


P. H. AMANCIO

"A Vida Que Rima....


Gonzaguinha, desceu o São Carlos
Zé Keti, saiu por ae
O coração de Kleiton é navegador
Vander Lee, virou Estrela
João Boa Morte, deixou o ninho
João Bosco, tem coração tropical
Toquinho, virou caderno
Chico Buarque, virou herói
Na poesia, somos quem ou que desejamos
Criamos teias com letras 
Tecemos palavras que se unem
E aos poucos viram frases 
Estrofes e ao final, muitos versos 
Versos que em sempre rimam 
Porém, teem o hábito de emocionar
Mas a poesia não tem compromisso
Nem com a tristeza, nem com a alegria
A poesia respira, é vida que conta e canta
E não há quem discorde 
As palavras nos espiam entre as linhas
Traduzem sentidos e sentimentos
Fazem de um momento um lugar especial
Um paraíso onde brincam os poetas
Onde emocionam os que sabem sorrir 
E fazem chorar os talhados em paixão

"Voluntários...


Me recordo que era uma data especial
Celebrava-se, valioso e timidamente 
O Dia do Voluntariado
Passei com alegria aquele meu dia 


Sempre fui voluntário em causas sãs
Minimamente observadas por muitos
Abrangentemente alardada por outros
Mais, jamais pela sede de nomeada


28 de Agosto: Poderia dar certo a intenção
Dos desafortunados receberem ajuda
De um abraço fraterno a um cobertor
Ou um pouco de alimento que aplacasse a dor


Do cadeirante em situação de abandono 
Ao tetraplégico, nada lhes faltavam 
Mesmo que absortos em desilusões
Cada ser era a alegria de um universo de ações


E é disso que os voluntários são "construídos"
Desejos de bem, compreensões e entregas
Querubins sem asas, ferramentas de amor 
Anônimos a colorirem vidas desbotadas... sem cor

A memória possui uma fidelidade seletiva: esquece os dias comuns e eterniza exatamente aqueles dos quais gostaríamos de escapar.

Nascida Ávida...


Chegara em companhia da aurora 
Vestido branco 
Cor de pérolas raras 
Em leve sorriso franco
Cabelos ao balanço da brisapppp⁰pp passante
Um mistério que a tornava diferente 


Passara sem reclames 
Por dias de abandonos e milagres 
Conhecendo contos e verdades 
Se apaixonando por bravos heróis 
Derramando versos sem alardes


Vinha ela, quiçá de um céu 
Que não a via, mas havia 
Cobrindo lua e mar em calmaria 
Vagando desertos que não conhecia
Destinada a enfeitar o jardim de minha poesia

Vitoriosos do bem viver
(Mauro 1Evaristo)

Já que você tem conhecimento do mal
Por que não compartilha o que é bom e legal?
Por que ao invés de pessoas brigando
Você não ri com as crianças brincando?

Já que você sabe que político honesto é raro
Por que não comemora quem faz bom trabalho?
Já que você vê tanta maldade na terra
Por que você não vibra para a melhora dela?

Já que você só vê as flores com espinhos
Por que você não as poda com carinho?
Já que tudo é ruim de se conviver

Por que você não opta pelos caminhos
Nos quais vitoriosos do bem viver
Repetem que tudo dá certo ao agradecer?

feradapoesia.blogspot.com

Hoje eu te digo para ter calma e confiança, pois as dificuldades passam e a força se renova a cada amanhecer.

"Somos capazes de dominar a imensidão do espaço e a vastidão dos mares, mas ainda não aprendemos a conviver em paz com os nossos semelhantes nem a sentir empatia por seus sofrimentos.”

Às vezes, entender apenas o suficiente para reconhecer “esse tipo de pessoa não combina com o que eu quero” já é suficiente.

Jardim de Luz...


Meu jardim, apaixonado jardim 
Chegou em minha casa 
Vindo de trem de algum lugar 
De um rincão ou de uma ribeira sem fim


Dele, brotavam versos 
Construindo silenciosas poesias  
Como embarcá-lo de volta 
Se nem sei onde nasceu e floresceu 


Sem cor, sem flor, sábio das coisas do amor 
Se admirava com si e as estrelas
Que flutuavam no negro que foi azul


Quantas vozes ouviu em cada morada
Quantas vezes se apaixonou 
Se deleitando no arrepio do vento vindo do sul 
Nada era longe, nem roça nem céu 


Não conhecia geleiras ou fogueiras 
Não temia o que sabia e nem o que desconhecia
Era jardim de alma alva 
Dessas que floresce luz em sua raiz

Segredos de Cais... 


O tempo é um bom conselheiro 
Cuida de ser um companheiro fiel
Não bane boas lembranças 
Suprime, sem temor, gostos de fel


Cura e cicatriza férreas feridas 
Nem se manifesta ante o pranto 
Que requer rolar, mesmo que incessante
Pois as lágrimas, mesmo mudas, amadurecem 


O tempo não faz sumir cicatrizes 
Restadas de batalhas insanas 
Nas noites de razões que resgata
Fiando em falas de amores febris


O tempo, converteu minutos em dias 
Rasgando brisas e temporais 
Num ciclo de encontro e despedida 
Desses que silentes, guardam segredos de cais desmedida 


Cego e poderoso como um raio 
O tempo riscou minha vida 
Ascendendo no céu de minha paixão 
Uma estrela de ensinar a dizer não

Segredos da Alma...


Dona dos olhos que emanam luz
Tez clara, jeito sóbrio e sereno
De mulher sempre bem vinda 
Onde chega e razão dos lamentos ao sair


Mulher que trás no peito materno
Um coração que derrama temporais de bem
Voz que cativa, não pelo tom, mas pela fala
Que sempre surpreende e me abala


Dona de meus sentimentos libertos
Que não conhecem amarras nem silêncios 
Somente entregas e quereres 
Que silentes, a ti pertencem 


Senhora do tempo passante 
Décadas de ferrenha distância 
Que impediu voltarmos 
Naquela esquina onde anoitecendo


Eu, inda vagando pela adolescência 
Sem noção, leigo de valores 
Flexado pelo arruinante ciúme 
Não me dei conta de dar-lhe flores


E a vida seguiu seu rumo 
O tempo foi o carrasco das memórias 
E a consciência vilã de meus enganos 
Impôs a minh'alma, incuráveis danos

O Tempo e a Realidade...




O tempo não me foi um bom conselheiro 
Sequer companheiro fiel
Não baniu lembranças de dores 
Não suprimiu gostos de fel


Não curou férreas feridas 
Nem estancou saneamento 
Teimosos e incessantes
Que emudeceram minh'alma


O tempo não fez sumir cicatrizes 
Restadas das batalhas insanas 
Nas noites de razões equivocadas 
Fiadas em falas de um frágil amor


O tempo, converteu minutos em dias 
Que trouxeram brisas e temporais 
Num ciclo de encontro e despedida 
Nos segredos de flor desmedida 


Cego e poderoso como um raio 
O tempo riscou minha vida 
Ascendendo no céu de minha paixão 
Uma estrela de ensinar a dizer não

Limites são reais?

Até onde alguém consegue ser feliz? E quão profundo pode chegar o poço da tristeza? Qual medida usamos para determinar o tamanho de uma alegria ou a profundidade de um sofrimento?

Talvez os limites sejam menos reais do que fomos ensinados a acreditar.

Criamos medidas para quase tudo: tempo, distância, peso, velocidade. Mas, quando tentamos medir aquilo que acontece dentro de nós, a régua parece perder o sentido. Não existe uma unidade universal capaz de determinar quanto alguém deve amar, quanto pode desejar, quanto deve sentir prazer ou até onde pode mergulhar em sua própria tristeza.

Sentimentos não foram feitos para serem medidos. Foram feitos para serem vividos.

A experiência humana não precisa pedir autorização para existir. A alegria não precisa ser moderada para ser legítima, assim como a dor não precisa ser pequena para ser verdadeira. Há profundidades da existência que somente podem ser conhecidas quando nos permitimos mergulhar nelas.

O prazer também pertence à natureza humana. É corporal, material e espiritual. Não é, por si só, algo que precise ser condenado ou diminuído simplesmente porque alguém, de fora, decidiu que existe uma quantidade aceitável de prazer para um ser humano experimentar.

Entregar o corpo a si mesmo é permitir que ele conheça suas próprias possibilidades. É deixar de enxergar a existência exclusivamente através da ótica daqueles que estabelecem regras para experiências que não vivem. É reconhecer que o corpo possui sua própria linguagem, seus desejos, suas descobertas e seus limites — limites que, muitas vezes, só podem ser conhecidos pela própria experiência.

Isso não significa negar as consequências dos nossos atos. Significa compreender que viver não é transformar a existência em uma prisão de medidas, culpas e proibições.

Talvez uma das maiores violências contra a vida seja ensinar alguém a ter medo da própria experiência.

Vivemos uma única existência que conhecemos diretamente. E talvez um dos sentidos dessa existência seja justamente experimentar: sentir profundamente, desejar, descobrir, cair, levantar, amar, sofrer, rir, chorar, tocar, contemplar, entregar-se e conhecer a si mesmo através daquilo que se vive.

Não somos máquinas programadas para sentir na medida determinada por outros.

Somos experiência.

E talvez viver seja exatamente isso:

entregar-se à existência sem transformar a própria vida em uma tentativa permanente de fugir dela.

P. H. Amancio

A Alegria Por Um Fio... 
(Múcio Bruck)



Era eu um entusiasta da vida 
Com meus segredos, planos e aspirações  
Meio perdido: um adolescente "virando" adulto 
Sem domínio das explosões incontidas 


Meus planos de vida eram poucos 
Mas os que me haviam eram riquíssimos 
Estudar, trabalhar, ter um emprego 
Amar... Ah, como me era caro o amor 


Era único, era real, era-me necessário 
E, o temor e em plena imaturidade 
Descobri nos arroubos que me vinham 
"Amar nada se relaciona com saber amar" 


Naqueles idos, tinha prá mim 
Que seu valor era maior que o meu próprio eu 
Que você, em minha natureza 
Merecia entregas e meu mundo particular 


Eis o meu engano, erro maior de mim 
Ter-me suprimido e a vendo maior
Maior que eu ou de tudo o que eu era 
Me peguei pequeno ante de sua grandeza 


Como um relação assim poderia vingar?
Você, "madura", a tudo via e nada dizia
Parecia gostar, mas, sem se importar 
Fosse com minha entrega 


Fosse com a prioridade de um diálogo 
Assumo, o negro ciúme feria-me
Hoje, sei que tudo se deu por seu desamor 
Minha ilusão era sua satisfação