Pensamentos Mais Recentes

"Julgar quem estende a mão com uma proposta de negócios é o maior erro de quem precisa crescer. O preconceito só prejudica a quem julga."

COMO PENSAR POR CONTA PRÓPRIA SEM IGNORAR OS OUTROS?

Pensar por conta própria não significa fechar os ouvidos.

Autonomia não é isolamento.

Somos atravessados por professores, família, cultura, religião, ciência, experiências, algoritmos, afetos e interesses.

A questão não é eliminar essas influências.

Isso seria impossível.

A questão é aprender a decidir quanto peso cada influência merece receber em cada situação.

Podemos ouvir sem obedecer.

Aprender sem reproduzir.

Admirar sem idolatrar.

Discordar sem deixar de compreender.

Autonomia não é ausência de influência. É autoria na administração das influências.

Talvez pensar por si mesmo comece exatamente quando percebemos que até aquilo que chamamos de “meu pensamento” possui uma história.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

"Ao debochar de quem te convida para o marketing multinível, você não afeta o trabalho de ninguém; apenas fecha uma porta de oportunidade para si mesmo."

POR QUE PESSOAS INTELIGENTES TAMBÉM ACREDITAM EM COISAS ERRADAS?

Inteligência não imuniza ninguém contra o erro.

Às vezes, inclusive, nossa capacidade de argumentar pode ser utilizada para defender com enorme sofisticação aquilo que nunca examinamos com a mesma sofisticação.

Saber argumentar não garante saber revisar.

Conhecimento não elimina vieses.

Formação não elimina interesses.

Memória não elimina distorções.

E inteligência não elimina a necessidade de discernimento.

Talvez uma das formas mais perigosas de ignorância seja aquela capaz de construir excelentes argumentos para não reconhecer a própria ignorância.

Quanto melhor pensamos, maior deveria ser nossa responsabilidade de pensar sobre como estamos pensando.

Porque a inteligência pode construir argumentos.

Mas somente a revisão permite descobrir quando os argumentos começaram a construir a inteligência que os defende.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

"O deboche não afeta quem tem clareza dos seus objetivos no marketing multinível; a verdadeira perda fica com quem prefere o preconceito à possibilidade de prosperar."

COMO QUESTIONAR O PRÓPRIO PENSAMENTO?

Questionar aquilo que pensamos não significa viver em dúvida permanente.

Significa reconhecer que o pensamento também precisa prestar contas.

Quando uma ideia surgir, experimente não perguntar imediatamente se concorda com ela.

Pergunte:

De onde veio?

Que evidência possui?

O que estou deixando de considerar?

Eu pensaria da mesma maneira se essa ideia não favorecesse aquilo que desejo?

O que poderia me fazer mudar de posição?

Existe uma diferença enorme entre ter pensamentos e examinar a autoridade que concedemos a eles.

Pensar é produzir conteúdo.

Pensar sobre o pensamento é observá-lo.

Discernir é ainda perguntar:

“Quanto poder este pensamento merece exercer sobre aquilo que decidirei?”

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

"Em vez de julgar e debochar de quem te chama para somar, olhe para a sua própria caminhada. O julgamento não te faz superior, só te afasta de novas oportunidades."

POR QUE TER MUITA INFORMAÇÃO NÃO SIGNIFICA SABER DECIDIR?

Nunca tivemos acesso a tantas respostas.

E talvez nunca tenha sido tão importante saber quais delas não merecem nossa confiança.

Informação aumenta possibilidades.

Não garante julgamento.

Podemos possuir dados e interpretar mal.

Consultar inúmeras fontes e selecionar apenas aquelas que confirmam aquilo em que já acreditávamos.

Receber uma resposta correta e atribuir a ela o peso errado.

Por isso, o problema contemporâneo talvez não seja apenas acesso ao conhecimento.

É aprender a decidir quanta autoridade cada informação merece receber.

A informação oferece respostas.

O discernimento pergunta quais respostas merecem orientar nossas decisões.

Porque estar informado não significa estar formado para julgar a informação.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

"Quem atira pedras em quem constrói pontes não impede o outro de atravessar, só continua isolado na própria margem."

COMO SABER QUANTO PESO DAR À OPINIÃO DE ALGUÉM?

Nem toda opinião merece o mesmo peso.

Mas também não deveríamos avaliar uma ideia apenas pelo prestígio de quem a pronuncia.

Especialistas podem saber mais.

Pessoas próximas podem conhecer melhor nosso contexto.

Experiências pessoais podem oferecer pistas.

E nenhuma dessas coisas transforma automaticamente uma opinião em verdade.

A pergunta madura não é simplesmente:

“Em quem devo acreditar?”

É:

“Quanto peso esta pessoa merece exercer sobre esta decisão específica e por quê?”

Autonomia não significa ignorar influências.

Significa aprender a regulá-las.

Porque pensar por si mesmo não é pensar sozinho.

É impedir que alguém pense definitivamente em nosso lugar.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

"Criticar quem te faz um convite para empreender é rejeitar uma mão estendida. Quem zomba não tira a determinação de quem trabalha, só garante a própria estagnação."

COMO NÃO DEIXAR UMA EMOÇÃO DECIDIR POR MIM?

Não precisamos expulsar uma emoção para impedir que ela governe uma decisão.

Podemos sentir medo e avançar.

Sentir raiva e não agredir.

Sentir desejo e não obedecer.

Sentir ansiedade e não transformar antecipação em realidade.

Isso acontece porque presença não é autoridade.

Algo pode estar intensamente presente em nossa consciência sem precisar possuir a mesma intensidade de poder sobre nosso comportamento.

Talvez a pergunta não seja:

“Como faço para parar de sentir isso?”

Talvez seja:

“Quanto poder sobre aquilo que farei estou concedendo ao que estou sentindo?”

Regular uma emoção não é necessariamente silenciá-la.

Às vezes é apenas retirar dela o direito de decidir sozinha.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

POR QUE ACREDITAMOS EM NOSSOS PRÓPRIOS PENSAMENTOS?
Pensar alguma coisa não torna essa coisa verdadeira.

Mas existe uma armadilha silenciosa: como o pensamento acontece dentro de nós, frequentemente tratamos sua origem interna como certificado de confiabilidade.

A mente produz.

O discernimento avalia.

Entre uma coisa e outra deveria existir uma pergunta:

Por que este pensamento merece ser acreditado?

Pensamentos podem nascer do medo, da memória, do hábito, da expectativa, do preconceito, da informação correta ou do erro.

Por isso, pensar por si mesmo exige algo aparentemente paradoxal:

Aprender a desconfiar de si mesmo sem deixar de confiar em si.

Autonomia não é acreditar em tudo o que pensamos.

É aprender a decidir quanto do que pensamos merece continuar pensando por nós.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

"O preconceito com o marketing multinível só prejudica quem o carrega. O profissional segue em frente, enquanto o julgador perde a chance de mudar de vida."

"Erra quem julga o mensageiro sem antes entender a mensagem. Quem te chama para crescer junto só quer te ver vencer; quem prefere rir, escolhe continuar no mesmo lugar."

COMO SABER SE ESTOU CONFUNDINDO CERTEZA COM VERDADE?

Ter certeza não é ter razão.

A certeza descreve o quanto estamos convencidos.

A verdade não depende da intensidade da nossa convicção.

Podemos acreditar pouco em algo verdadeiro e acreditar profundamente em algo falso.

Por isso, quanto maior a certeza, talvez maior devesse ser nossa disposição para perguntar de onde ela veio.

Quais evidências sustentam aquilo que penso?

O que poderia demonstrar que estou errado?

Estou defendendo uma conclusão ou protegendo minha identidade?

A certeza pode encerrar uma pergunta.

O discernimento a reabre quando necessário.

Não basta perguntar se tenho certeza. É preciso perguntar se minha certeza merece a autoridade que estou concedendo a ela.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

"Quando alguém zomba de quem convida os outros para empreender, não está prejudicando quem trabalha, está apenas limitando o próprio futuro."

⁠O poder mais seguro é aquele que sabe impor moderação às suas forças.
sfj,reflexões

COMO SABER SE ESTOU TOMANDO UMA DECISÃO PELA EMOÇÃO?

Sentir não é decidir.

Uma emoção pode ser legítima, intensa e até necessária sem que, por isso, deva determinar aquilo que faremos.

O problema começa quando confundimos a força com que sentimos com a autoridade que aquilo que sentimos merece possuir sobre nossas decisões.

Entre sentir e agir existe um espaço.

É nesse espaço que podemos perguntar: o que estou sentindo merece ser ouvido, mas merece ser obedecido?

Nem toda emoção precisa desaparecer para perder o comando.

Às vezes, amadurecer emocionalmente não significa sentir menos.

Significa sentir intensamente sem autorizar intensamente.

Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador

"O deboche contra o marketing de rede não atinge quem continua trabalhando e construindo o seu negócio; ele só mantém o crítico preso à mesma rotina de sempre."

"Julgar quem te convida para prosperar é um erro grave; a pessoa estendeu a mão para te ver crescer, e a única prejudicada pelo preconceito é você."

"Quem zomba de uma oportunidade de crescimento no marketing multinível não está atrasando o trabalho do outro, está apenas fechandos as portas para a própria evolução."

⁠Disse o Sábio: Só temos conhecimento do bem, quando conhecemos o maus.
sfj,reflexões

"Continue trabalhando e convidando quem quer somar. A resposta para o riso dos críticos vem com o tempo e com os resultados."

"Quem realmente quer ver o bem dos outros puxa para cima; quem vive de deboche só quer companhia na estagnação."