Pensamentos Mais Recentes
O não-ser não pode ser conhecido como objeto, porque conhecê-lo já exigiria conceder-lhe algum modo de existência.
Posso ter conhecido pessoas nesta vida toda, mas por mais simples e ao mesmo tempo incrível que seja, você foi a pessoa mais linda que já conheci.
Pensamento e ser não são estranhos entre si: toda pretensão de conhecer pressupõe alguma relação entre consciência e realidade.
O ser é uno, contínuo e indivisível: sua fragmentação pertence ao domínio das aparências, não à estrutura última da realidade.
Olha gostei de falar com você e sei que posso te dar minha confiança! Pois, você foi bem sincera comigo, Posso te me decepcionado com muitas pessoas, mas sua energia e carisma é diferente, Você é uma pessoa maravilhosa que parece que conheço já a bastante tempo.
Não há fundamento ontológico fora do ser, assim como não pode haver norma cuja validade dependa daquilo que absolutamente não existe.
O ser não depende de nascimento ou extinção, porque aquilo que verdadeiramente é não pode surgir absolutamente do nada nem retornar absolutamente a ele.
Aquilo que pode ser pensado e aquilo cuja existência torna possível o pensamento encontram-se vinculados por uma relação ontológica que nenhuma retórica pode dissolver.
É necessário pensar o ser como condição de possibilidade de todo discurso que pretenda afirmar alguma coisa sobre a realidade.
Hoje te mandei uma flor pra você se sentir importante, isso é! saber que, apesar da flor ser linda você consegue superar a perfeição e o perfume dela.
O ser é; o não-ser não é. Toda construção jurídica, filosófica ou científica que pretenda atribuir existência ao inexistente incorre em contradição ontológica.
Sem a experiência da injustiça, a própria consciência humana teria dificuldade para delimitar o conceito pelo qual distingue o justo do injusto.
O fogo simboliza a realidade enquanto processo: aquilo que parece permanecer é, em última análise, transformação juridicamente contínua de estados anteriores.
A sabedoria consiste em harmonizar pensamento, ação e natureza, evitando que a vontade individual se proclame soberana diante da estrutura objetiva da realidade.
O caráter constitui uma espécie de legislação íntima: aquilo que reiteradamente se escolhe acaba adquirindo força normativa sobre o próprio destino.
Pensar é faculdade comum, mas seu exercício juridicamente responsável exige submissão da opinião ao exame da razão.
Os despertos compartilham uma ordem comum; os adormecidos vivem sob constituições particulares elaboradas pela própria consciência.
O sol renova-se diariamente, recordando que a continuidade da existência não equivale à identidade absoluta de suas manifestações.
Os contrários não anulam necessariamente sua legitimidade recíproca; muitas vezes é justamente sua tensão que produz a unidade do sistema.
A harmonia mais decisiva da realidade frequentemente permanece invisível, porque nem toda ordem verdadeira se manifesta sob a forma de consenso aparente.
Oi, sei que estes dias não estão sendo fáceis pra você, mas lembre-se, você é que faz a diferença em tudo, logo, acredite em você mesma e faça seu melhor! Eu conheci uma mulher maravilhosa, simples e humilde! Mas, ela se tornou perfeita, forte e com o ego forte! Será que isso foi ruim ? Não! Pois, em meio as circunstâncias você se fez uma nova versão! Porém, não se esqueça você pode ter se melhorado, no entanto ainda há a mulher com grande coração amoroso lá no fundo! Pois, foi exatamente essa mulher que eu aprendi amar, os gestos, os momentos, as loucuras e se tornou a minha felicidade. Saudades de você minha sereia
Os sentidos constituem testemunhas imperfeitas quando a consciência permanece incapaz de interpretar juridicamente aquilo que testemunha.
O Logos é comum a todos, mas a maior parte dos homens legisla interiormente como se sua opinião privada possuísse força normativa universal.
A natureza oculta suas razões, como um ordenamento cuja interpretação exige mais do que a leitura literal de seus dispositivos visíveis.
O caminho ascendente e o descendente são juridicamente distintos apenas na aparência: pertencem à mesma estrutura dialética do movimento.
