Pensamentos Mais Recentes

"Prefiro ser odiada pela minha transparência do que amada por um personagem que não me pertence. Gente de vidro não deveria brincar de atirar pedras no telhado da honra alheia. A minha paz vem de saber que o que eu mostro no sol é exatamente o que eu cultivo no meu silêncio. Se a minha luz te cega, o problema não é o meu brilho, é a sua escuridão. ✨🚫


@SerLuciaReflexoes

"A transparência assusta quem vive de sombras e incomoda quem se alimenta de aparências. Não adianta perfumar o discurso se a intenção está podre na raiz. O tempo é um solvente natural: ele derrete as máscaras e deixa o caráter exposto, sem filtro e sem retoques. Quem não suporta a claridade da verdade, que procure o escuro da própria mentira."


@SerLuciaReflexoes

Cantata daquilo que não se toca

Queria que minha imaginação ganhasse vida
não como quem pede,
mas como quem arde.

Que tivesse carne.
Que tivesse pulso.
E que você,
essa ideia com olhos,
respirasse diante de mim
Que sentisse seu corpo pulsar
E o suor escorrer delicadamente pelo seu rosto
Enquanto a minha mão segura a sua e eu fico ali, a milímetros de sua boca…

Há um rosto que me habita.
Um sorriso que não falha.
Olhos que me reconhecem
antes mesmo de existirem
Uma conexão que não é explicada
Mas sentida.

E é estranho…
porque quem lê também procura alguém agora,
como se o vazio chamasse nomes
que nunca foram ditos.

Mas tenho medo.

Medo de que, mesmo se te encontrasse no mundo,
te perderia no tempo.

Porque tudo corre.
Tudo troca.
Tudo esquece.

Somos uma geração de encontros breves,
de afetos rasos,
de mãos que se soltam antes de sentir.

E eu…
eu sinto até o que não toquei.
Reconheço até o que nunca veio.

É estranho desejar o indestrutível
num mundo que apodrece tudo.

Como disse Charles Bukowski:
“Até os vermes tocarão sua carne, meu bem…”

E ainda assim
eu quero o que nem o tempo ousa desfazer.
Quero o invisível aos olhos,
aquilo que ninguém pode corromper.

O que sinto por você é limpo…
tão limpo
que às vezes me sinto sujo
por não saber caber nisso.

Porque o mundo ensina pressa,
e eu insisto em profundidade.
O mundo ensina troca,
e eu insisto em permanência.

Eu quis
ah, como quis
que nossos olhos se encontrassem
como quem finalmente entende.

Mas, na vida…
mesmo quando há encontro,
há descarte.
Mesmo quando há verdade,
há substituição.

E o que nasce puro…
se corrompe no contato com o real.

Eu gostei de muitas.
Mas amar…

Amar foi uma só vez.

E dói admitir:
não saiu da imaginação.

Mas era tão real
que eu sentia presença.

E eu queria…
que fosse.

Amar com o corpo inteiro no tempo,
com o futuro aberto,
com o presente inteiro,
com o passado silenciado
ainda que sangrando em cicatrizes.

E você…
você ficou.

Não no mundo,
mas no lugar onde o mundo não alcança.

Intocável.
Indiscutível.
Inalcançável.

Sei que não foi real.
Não sei se existiu fora de mim
ou se um dia existirá.

Mas sei…
com a única certeza que me resta…
que, por um instante,

você me ensinou
o que é ser feliz.

Mesmo que só na minha mente.

Vivemos tudo
e ao mesmo tempo, nada.

Uma vida inteira em minutos.

E hoje…
morro um pouco
toda vez que saio desse lugar.

Como amar alguém que não existe?

Como viver em uma realidade
na qual você sabe
que não se encaixa?

Eu amei.

Mas hoje…
tento aprender a tocar o real
mesmo carregando a dúvida

de que o único amor que conheci
nunca esteve no mundo

Inserida por flavio_kedson

Eu prefiro o soco da verdade do que o beijo da mentira. A transparência assusta quem vive de sombras, mas liberta quem caminha na luz. Se o que você mostra por fora não é o que você carrega por dentro, você não tem uma vida, você tem um disfarce. O meu valor é ser transparente; quem não aguenta a claridade, que use óculos escuros ou se retire do meu caminho. ✨🚪


@SerLuciaReflexoes

"Transparência não é falar tudo o que se pensa, é ser exatamente o que se diz. No banquete das aparências, eu prefiro a fome da verdade do que o banquete da hipocrisia. Não me venha com sorrisos ensaiados se o seu olhar entrega o abismo da sua alma. Quem vive de personagem, morre de solidão quando as luzes do palco se apagam e a cortina da realidade desce. 🎭⚖️"
@SerLuciaReflexoes

O sucesso de amanhã, depende do esforço que faço hoje.

"Não confunda minha mesa posta com convite para a sua folga. Minha educação te cumprimenta, mas meu discernimento não te abraça. Tem gente que entra na nossa vida como visita e quer sair como dono da chave. Aprenda: quem muito te elogia sem te conhecer, é o mesmo que vai te apedrejar sem te entender. ⚖️🚫"

@SerLuciaReflexoes

"Minha educação te dá as boas-vindas, mas é o meu discernimento que decide onde você deve se sentar.
Tem gente que pergunta 'quem é você' só para tentar medir o tamanho do respeito que deve te dar. Mal sabem eles que o meu valor não depende da vista de quem é cego de alma. Sou filha da verdade e protegida pelo tempo. ✨🕊️"
@SerLuciaReflexoes

"O tempo tem uma forma silenciosa de colocar cada máscara no chão e cada verdade no trono. Não se vingue, não se apresse e não se perca. Apenas continue plantando o que é bom. O destino é justo: ele entrega flores para quem cultiva jardins e espinhos para quem só sabe destruir cercas. 🌸🌾"
@SerLuciaReflexoes

Quando a cota da paciência expira, 
até o reset vem com erro.

A vida é mais doce sem açúcar!

Sou feliz aonde não estou’ é um paradoxo que revela a vagueza existencial do homem. Há, nessa frase, a tendência humana de imaginar a felicidade sempre deslocada: em outro lugar, em outro tempo, em outra condição, como se o presente jamais bastasse. Muitas vezes, esse movimento não expressa apenas desejo, mas fuga — uma tentativa de escapar da insatisfação, da ansiedade e do vazio que acompanham a consciência humana. O homem se move, projeta, sonha e parte, acreditando que o próximo cenário lhe trará repouso; mas a turbulência apenas muda de lugar, e o desamparo continua. O ‘aonde’, portanto, não é apenas geográfico. É o símbolo de uma busca incessante por uma completude que talvez o homem não encontre em parte alguma, porque carrega consigo a sua própria incompletude.

Um homem é seu trabalho, seu caráter e seu estudo. Jamais te envergonhes, tu serás um grande homem! 


(Antônio Português de Traz dos Montes)

a vida


já era cheia


e eu
não via

Tudo que tenho na vida é o hoje
Isso pra mim basta
Osmar

As pessoas que admiramos e gostamos nem sempre são boas e confiáveis.

Eu nasci pra ser uma princesa
Mais mundo me tornou uma
Guerreira amor

Decisão emocional compra franquia.
Decisão estratégica constrói negócio.


Ou, se quiser mais direto ainda:


A franquia não quebra seu dinheiro — sua pressa quebra.

Nós somos um pé-de-feijão! Ao menos assim me pareceu quando as mãos daquela criança seguravam o broto como se cuidassem de um bebê. Seus olhos eram estrelas brilhando. Ele me revelou que deveria regá-lo, como atividade escolar. Dessa forma, eu lhe disse: 
 "Esse broto que você está criando, você precisa ter fé de que ele vai crescer um dia. Também, por essa fé, cuidar dele, nutri-lo e regá-lo sempre. E saiba que, se por alguma razão este pé-de-feijão murchar, você estará sempre livre para poder plantar outro. Tenha certeza de que, no momento oportuno, vai crescer algum."
 E ele, com o cenho confuso, assentiu com a cabeça. Assentiu, de fato, como todos nós, que, mesmo sem certezas, continuamos regando a vida - nós, que esperançamos.

"Ter pena de quem está iludido é entender que a queda será proporcional ao tamanho da mentira que resolveram acreditar. Deus não precisa de pressa para fazer justiça; Ele só precisa de tempo para colocar cada um no seu devido lugar. A verdade liberta, mas a ilusão escraviza. 🕯️"
@SerLuciaReflexoes

​"Muitos chamam de feitiço o que, na verdade, é falta de caráter. Mas o tempo é o senhor da razão e a justiça de Deus não dorme. Sinto pena de quem troca uma história real por uma ilusão passageira, pois a colheita de quem planta dor é sempre amarga. A conta chega, e ela não aceita desculpas. ⚖️"
@SerLuciaReflexoes

Minha personalidade incomoda quem
não tem coragem de ser quem é.

Não’ é ‘não’. Isso é libertador e necessário.

Eu sou intensidade em forma de 
amor...e quem entra na minha vida 
sente isso.

Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.

Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.

E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.

Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.

Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.

Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.


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