Pensamentos Mais Recentes
"Mesmo que a noite pareça longa e o cansaço queira ficar,
lembre-se que o sol nunca esqueceu de nascer.
Cada aurora é um convite para recomeçar,
transformando as sombras de ontem em luz para caminhar."
----------------- Eliana Angel Wolf
Descartável amor.
Vivemos em um mundo
Onde tudo é descartável,
Pois, até o Amor Tonou se
coisa rara.
Voo.
Na simplicidade do voo
Descobriu se inteira.
Percebeu ali,
a grandeza que
Lhe habitava.
Foi então que olhou
Para ele, lhe sorriu e foi
Ganhar as alturas.
Disse baixinho a si mesma:
Chega de gente Rasteira..
A engrenagem mental e seus nutrientes...
Seus dentes de aço são o caminho de ilusão e a ironia trás respostas e perguntas.
Outras engrenagens surgem para ter uma ligação carmica para o qual caminhos são criados.
Para o sincronismo cultural no qual a virtude das massas se desenvolve.
E eixo primeiro tem conhecimento que é um pássaro nas ruínas da sociedade.
E a compreensão inata é apenas um Retentor intelectual que vaza suas experiências e conceitos para uma esfera politizada.
LIVRO: QUEM TEM MEDO DA OBSESSÃO.
RICHARD SIMONETTI. UMA ANÁLISE LÚCIDA DO PROCESSO OBSESSIVO À LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA.
A obra Quem tem medo da obsessão, de Richard Simonetti, apresenta-se como um compêndio didático e ao mesmo tempo profundamente reflexivo acerca de um dos fenômenos mais complexos estudados pela Espiritismo: a obsessão espiritual. Longe de qualquer inclinação ao misticismo vulgar ou às interpretações supersticiosas herdadas de tradições teológicas arcaicas, o autor conduz o leitor a uma compreensão racional, moral e psicológica do tema, alinhada aos princípios estabelecidos por Allan Kardec.
A questão central que norteia a obra não se limita a definir o que é a obsessão, mas aprofunda-se em sua etiologia espiritual e moral. Conforme elucidado na literatura kardeciana, especialmente em O Livro dos Médiuns, a obsessão configura-se como a influência persistente que um Espírito exerce sobre um encarnado, variando desde sugestões sutis até formas graves de subjugação. Simonetti, em sua abordagem acessível, preserva esse rigor conceitual, ao mesmo tempo em que o traduz em linguagem clara, sem prejuízo da densidade doutrinária.
O autor investiga com acuidade as causas do processo obsessivo, evidenciando que ele não decorre de uma arbitrariedade espiritual, mas de uma afinidade vibratória estabelecida entre obsessor e obsidiado. Tal princípio, amplamente sustentado pela lei de sintonia moral, demonstra que paixões desordenadas, hábitos viciosos e imperfeições éticas funcionam como verdadeiros canais de acesso para influências inferiores. Assim, a obsessão deixa de ser compreendida como um castigo externo e passa a ser analisada como consequência de desarmonias íntimas, conforme também exposto em O Evangelho segundo o Espiritismo, ao tratar das imperfeições morais como fontes de sofrimento.
Ao longo de breves capítulos, o autor organiza uma série de casos ilustrativos que conferem concretude ao estudo, aproximando o leitor da realidade vivencial do fenômeno. Tais narrativas são acompanhadas de comentários interpretativos que revelam não apenas os mecanismos de atuação dos Espíritos obsessores, mas também os estados psíquicos que favorecem sua instalação. Nesse contexto, manifestações como ansiedade, angústia, depressão, desequilíbrios emocionais e até quadros mais complexos, como neuroses e psicoses, são analisadas sob uma perspectiva integradora, que não exclui, mas complementa as abordagens da psicologia contemporânea.
Outro mérito substancial da obra reside em seu caráter profilático. Ao invés de fomentar o temor, Simonetti orienta o leitor quanto às medidas de prevenção da obsessão, enfatizando a reforma íntima como eixo fundamental. A vigilância moral, a disciplina dos pensamentos, a prática do bem e o cultivo de valores elevados são apresentados como instrumentos eficazes de defesa espiritual. Tal orientação encontra respaldo direto nos ensinamentos de O Livro dos Espíritos, onde se afirma que o domínio sobre as más influências depende essencialmente do esforço individual em aprimorar-se moralmente.
A obra também cumpre um papel relevante ao desmistificar concepções equivocadas acerca da existência de seres demoníacos. Em consonância com a doutrina espírita, rejeita-se a ideia de entidades criadas para o mal absoluto, substituindo-a pela compreensão de Espíritos imperfeitos, ainda em processo evolutivo, cujas ações refletem ignorância e atraso moral. Essa perspectiva restaura a responsabilidade humana, afastando o medo irracional e promovendo uma visão mais justa e educativa da vida espiritual.
Inserido como parte final da trilogia “Quem tem medo”, o livro consolida-se como leitura indispensável para aqueles que desejam compreender, com sobriedade e profundidade, os mecanismos da obsessão espiritual. Sua linguagem leve não compromete o conteúdo, antes o torna mais acessível, permitindo que tanto iniciantes quanto estudiosos encontrem nele valioso material de reflexão.
Em última análise, a obra convida o leitor a uma mudança de paradigma: compreender que o verdadeiro campo de batalha da obsessão não está fora, mas no interior do ser. É na disciplina do pensamento, na elevação dos sentimentos e na retificação das condutas que se erguem as mais sólidas defesas contra as influências perturbadoras, revelando que a libertação espiritual é, antes de tudo, um labor consciente de autotransformação, cuja grandeza reside na íntima e intransferível responsabilidade de cada consciência.
O homem vive dentro de uma gaiola.
Essa gaiola sua mente,
Entre dilúvio de dúvidas suas ideias são crentes no conluio dos dogmas religiosos a mente doutrina,
O homem busca viver entre alienação do cotidiano.
Acerto momento o irônico é insanidade...
Por tanto o homem é envolto nos seus dilemas para os quais somos servos de uma conjuntura... de viver para morrer...
A apologia do ser falante para ser pensante...
No fardo unilateral temos o abismo de ideias...
A fisolofia da racionalidade da inovação para um mundo complexo.
As dimensões infinitamente politicamente correto somos jugados e condenados.
Pois ignora e o alimento da insensatez.
A raiz da derradeira voz da existência e consciência da verdade e da moralidade.
Com cuidado,
Você tocou a parte mais profunda em mim, meu coração.
Que aliás eu já tinha esquecido que existia,
Como quem rega uma flor
Mesmo sem saber se ela ainda vive.
O papel de todo artista é trazer inspiração as pessoas, transformando o inimaginável em beleza, dando vida as cores, voz as palavras, alma aos personagens.
Arte nos lembra que existe algo mais.
Que se expressar sempre será um ato
De revolução......
PauloRockCesar
HOSPITAL ESPERANÇA NO ORBE ESPIRITUAL
UM TRATADO DE RESPONSABILIDADE MORAL E TERAPÊUTICA DA ALMA.
O Espírito Manoel Philomeno de Miranda, pela psicografia de Divaldo Pereira Franco, na obra Tormentos da Obsessão, oferece-nos um painel de rara densidade doutrinária acerca das instituições socorristas existentes no plano extrafísico, dentre as quais sobressai o denominado Hospital Esperança, verdadeiro núcleo de reabilitação perispiritual destinado às consciências em desarmonia.
Conforme descreve a obra, trata-se de uma edificação erigida sob os auspícios do insigne Eurípedes Barsanulfo, cuja ação benemérita, situada entre as décadas de 1930 e 1940, estruturou um sanatório espiritual consagrado ao amparo dos que sucumbiram às próprias invigilâncias morais. A instituição não se limita a um espaço de acolhimento, mas configura-se como um laboratório vivo de análise das alienações espirituais, onde se estudam, com rigor quase clínico, as patologias da alma decorrentes do desrespeito às leis divinas.
Nas palavras do comunicante espiritual:
"Erguido, graças aos esforços e sacrifícios do eminente Espírito Eurípedes Barsanulfo, na década de 1930 a 1940, aquele Sanatório passou a recolher desde então as vítimas da própria incúria, tornando-se um laboratório vivo e pulsante para a análise profunda das alienações espirituais."
Tal assertiva encontra ressonância nos princípios estabelecidos por Allan Kardec em O Livro dos Espíritos, especialmente quando este assevera que o sofrimento após a morte decorre diretamente das imperfeições morais cultivadas durante a existência corpórea, não havendo punições arbitrárias, mas consequências naturais dos atos praticados.
O Hospital Esperança acolhe, de modo particular, Espíritos que, tendo recebido esclarecimento e responsabilidade acrescida no campo da Doutrina Espírita, fracassaram no cumprimento de seus deveres. O texto descreve com precisão tipológica esses enfermos da consciência:
"médiums levianos que desrespeitaram o mandato mediúnico; divulgadores inconsequentes; servidores que malograram nas tarefas da beneficência; escritores que, detendo instrumentos culturais, desviaram-se para contendas estéreis; corações que traíram a fé abraçada; mercenários da caridade; e agentes da simonia no Cristianismo restaurado."
Tal classificação não deve ser interpretada sob o prisma punitivo, mas educativo, pois, como elucida Léon Denis em O Problema do Ser, do Destino e da Dor, a dor é instrumento de reajuste e de elevação, conduzindo o Espírito à reconquista da própria dignidade.
O missionário sacramentano, sensibilizado pelo elevado número de consciências que regressavam à erraticidade em estado de profundo desequilíbrio, mobilizou equipes especializadas em terapêutica espiritual, particularmente no campo da psiquiatria transcendente. Sua ação revela o caráter profundamente científico do Espiritismo, conforme definido por Allan Kardec em O Que é o Espiritismo, ao classificá-lo como ciência de observação e doutrina filosófica de consequências morais.
Os pacientes ali recolhidos são, em muitos casos, Espíritos que naufragaram na experiência terrestre, não por ausência de recursos, mas por incapacidade de sustentar o compromisso assumido diante das leis superiores. Tornaram-se, assim, vulneráveis às investidas de entidades vingadoras, com as quais possuíam débitos pretéritos, falhando no imperativo evangélico da reconciliação.
Esse quadro remete diretamente ao ensino moral do Cristo, conforme registrado no Evangelho, quando adverte sobre a necessidade de reconciliar-se com o adversário enquanto se está a caminho, princípio amplamente desenvolvido na literatura espírita como mecanismo de libertação cármica.
O Hospital Esperança, portanto, não é apenas um refúgio, mas uma escola de reeducação espiritual. Ali, o sofrimento é transmutado em aprendizado, e a dor, longe de ser estéril, converte-se em elemento catalisador da renovação íntima. Trata-se de um brado silencioso, porém contundente, dirigido aos encarnados que, investidos de tarefas nobres, ainda negligenciam a vigilância e a disciplina moral.
A obra em análise converge com os postulados de Joanna de Ângelis, especialmente em O Homem Integral, ao destacar que o desequilíbrio espiritual é, em essência, reflexo de desarmonias psíquicas profundas, exigindo não apenas socorro, mas transformação consciente.
Conclui-se, com gravidade reflexiva, que o Hospital Esperança simboliza a inexorável pedagogia divina, onde cada consciência é chamada a confrontar-se consigo mesma, não para ser condenada, mas para ser restaurada, pois a lei maior não é a da punição, mas a da regeneração que se impõe como destino inevitável de todos os seres.
Que cada batida do peito seja um lembrete:
Você é o milagre que a vida insiste em narrar.
E que a voz do anjo, em seu doce banquete,
Te ensine que o segredo é, simplesmente, amar.
--------- Eliana Angel Wolf
"A máscara da educação muitas vezes esconde um manipulador, enquanto a fala sofrida de um homem sincero é vista como ameaça. O mundo está invertido."
O conforto é a mão que não julga o cansaço,
Que aceita as feridas como marcas de guerra.
A poesia da vida se escreve no passo,
No rastro de luz que a gente deixa na terra.
------- eliana Angel Wolf
"A sociedade aceita a mentira silenciosa, mas condena a verdade dita com dor. Quem sofre não quer ser vilão, quer apenas que a realidade pare de sufocar."
"Muitos veem o espinho na fala, mas poucos têm a coragem de enxergar a ferida aberta no peito de quem está apenas tentando dizer a verdade."
Pois ser humano é ser esse vidro e esse aço,
Um mistério profundo que a vida nos deu.
E no abraço de um verso, nesse imenso espaço,
A gente descobre que o céu nunca se esqueceu.
------- Eliana Angel Wolf
"Não confunda a rispidez de quem sofre com a maldade de quem engana. A dor não tem tempo para escolher palavras polidas quando a alma está gritando por justiça."
"A verdade dita com dor pode parecer um ataque, mas para quem fala, é apenas um pedido de socorro que o mundo insiste em ignorar."
"Não confunda a armadura de quem sofre com a maldade de quem fere. Às vezes, a gente fala com espinhos só para proteger a flor que ainda resta lá dentro."
