Pensamentos Mais Recentes
"Não há maior cegueira do que apoiar um sistema que promete nivelar a sociedade por cima, mas historicamente entrega apenas a miséria para todos."
"A cega busca por um paraíso ideológico frequentemente pavimenta o caminho para a escassez, a pobreza e a perda de dignidade de todo um povo."
"Ao trocar a liberdade individual pelo controle estatal, a sociedade não alcança a igualdade na riqueza, mas a democratização da fome."
"O fanatismo ideológico anestesia a consciência, fazendo com que pessoas comuns apoiem a destruição da própria sociedade sem perceber o mal que causam."
"A maior ironia da utopia é convencer o indivíduo a abraçar a própria miséria acreditando estar construindo o bem comum."
“Sou fruto de uma infância em que aprendíamos cedo a enfrentar dificuldades, conviver com frustrações e encontrar nossas próprias soluções. Não significa que aquele modelo de criação fosse o melhor. Significa apenas que muitas das dificuldades que a vida não retirou do meu caminho acabaram me ensinando a percorrê-lo.”
A maior covardia de quem pratica o mal é diminuir o sofrimento da vítima para continuar acreditando na própria falsa inocência.
A crueldade nasce da necessidade mesquinha de ter poder e controle sobre aquilo que não se consegue compreender ou respeitar.
Pessoas feridas e vazias por dentro costumam usar a maldade como escudo para fingir uma força que nunca tiveram.
Quem faz o mal e nega a dor do outro busca apenas proteger o próprio ego e fugir da culpa que não tem coragem de carregar.
Pessoas cruéis praticam a maldade porque são incapazes de sentir a dor alheia; o egoísmo delas é cego para qualquer vida que não seja a própria.
O Desejo de uma Última Dança e a Esperança de um Reencontro
No recanto de mais um devaneio poético, inspirado profundamente em uma história de amor, eu o vejo no céu lá no alto, observando atenciosamente a sua amada que ficou; certamente, sempre que ele a observa, pensa:
“Se eu pudesse ter pelo menos mais um momento ao teu lado, dançaríamos uma última dança; estaríamos sorridentes, os nossos corações bateriam sincronizados, nossos olhares brilhariam alegres e o tempo passaria ignorado — um privilégio que não teria nenhum desperdício. Um sonho realizado”
“Infelizmente, isso está fora do meu alcance; o que me resta é continuar te observando, até que possas um dia estar aqui comigo, pois o nosso amor continua vivo e o nosso laço será eterno; ainda desfrutaremos de um profundo regozijo, nossos corpos serão renovados e estaremos novamente reunidos.”
Quando a poesia se junta com o imaginário, o impossível passa a ser realidade, mesmo que seja apenas na minha mente, em tons de saudades, de uma imaginação impaciente, de sentimentos e verdades, todos coexistentes.
Descredibilizar a dor de alguém não apaga a culpa de quem a provocou; só torna a covardia ainda mais evidente.
A dor é de quem sente, mas a culpa é de quem nega a realidade para continuar dormindo sem peso na consciência.
Quem fere tem a memória curta e a consciência leve, porque prefere acusar a vítima a admitir a própria crueldade.
Chamar a dor do outro de invenção é o disfarce perfeito de quem não quer assumir o peso do mal que faz.
