Pensamentos Mais Recentes
PENSO, LOGO EXISTO!
Diz um bolsonarista! Essa afirmação rende um debate por séculos entre pensadores e filósofos! Paradoxal...
Os EUA se tornaram uma chacota mundial! Vão tomar o Irã! Vão tomar Cuba! Vão tomar... é no estreito!
Melhor ser porta-voz do Lula do que porta-aviões do Trump! O Titanic está afundando e o Gigante está emergindo!
ESSA TERRA TEM DONO!
Disse o verdadeiro herói gaúcho!
Sepé Tiaraju!
Entre mitos e lendas, vive a verdade!
O SENADO BRASILEIRO é podre e corrupto! As fundações estão rotas e desmanchando! VERGONHA! Povo nas ruas é a única saída!
De Tua infinita misericórdia, Senhor, recebi incontáveis manifestações de amor. Peço-Te agora esta dádiva essencial: concede-me um coração que saiba transbordar gratidão.
Esquizoide, débilóide, infantilóide e mesmo humanóide, mas não abandonem o racional, não me acusem de bozolóide!
LOUCURA!
Se até Lou tem cura! Tudo é possível! O impossível se torna possível quando se busca a verdade!
O oportunismo do Congresso é vergonhoso. Os fascistas, corruptos e corruptores atentam mais uma vez contra os interesses da nação!
Anistiar ou diminuir as penas dos condenados de 8/01 é GOLPE! O Congresso só legisla em causa própria! CORRUPTOS e CORRUPTORES!
Seria prudente Trump ter cuidado com os Vikings, pois podem depenar a águia americana e, no final, ainda receber como castigo uma águia de sangue!
A Faixa de Gaza se tornou um cemitério e restou aos sobreviventes faixas e gazes! Agora o Líbano é a nova vítima dos tiranos!
Israel está destruindo o Líbano! Não bastou acabar com a Faixa de Gaza! Um dia Netanyahu será coberto de faixas e gazes!
A marca do regenerado não é a impecabilidade terrena, mas a militância resoluta contra o pecado e o cultivo contínuo da santidade interior.
O regenerado pode tropeçar diante do pecado em momentos de fraqueza, mas já não vive sob o domínio dele; a graça o capacita a uma luta diária e incessante pela santidade.
Não há o que se desculpar
por sentir ou querer demais.
Recebo o seu coração em paz,
e, se for do destino, sei o que
fazer conosco e muito mais.
Não haveremos mesmo de ser
ravinas ou riachos sazonais.
Temos os mesmos gostos
compartilhados e musicais,
e daremos passos fundamentais.
Somos unidos pelo coração,
temos algo de Flamboyant
na beirinha do Rio Wingfield;
e algo de Saint Kitts e Nevis
acompanhado a String Band.
Presa pelo seu pensamento,
e você, preso ao encantamento,
muito longe de sermos reféns:
estamos preparando a festa
em que um para o outro já é alguém.
A regeneração não elimina imediatamente a presença do pecado, mas quebra o seu domínio e destrói qualquer trégua com ele.
Era uma vez?... Não, foram várias vezes!
Depois que larguei meu cunhado sozinho com os dois bois, eu tinha certeza de que ele iria aprontar alguma comigo. Só não sabia como nem quando.
Num sábado de manhã, eu estava atendendo no balcão da mercearia quando chegou um homem me procurando. Fui até ele achando que queria alguma informação. Não. Não era nada disso. A coisa era mais séria, muito mais séria.
Ele se apresentou como irmão da Margarete.
Bem, a Margarete era uma moça que trabalhava no bar que ficava em frente à mercearia. Era garçonete e atendia os jogadores de sinuca, servindo bebidas e salgados. Meu cunhado costumava jogar lá todas as noites e eu, como sempre, ia junto.
Acho que ele me viu olhando para a Margarete. Coisas de adolescente. Naquela época eu tinha uns quatorze anos e ela devia ter uns vinte. Mas, na cabeça dele, já existia um romance, e ele certamente encontraria um jeito de tirar proveito daquilo.
O sujeito, que dizia ser irmão da Margarete, contou que tinha vindo de outra cidade para resolver um problema muito sério.
— Minha irmã está grávida e disse que você é o pai. Já falei com o Juizado de Menores. Quero resolver esse assunto rápido.
Na sequência, me chamaram ao telefone.
Era do Juizado de Menores.
Eu conhecia a pessoa que estava na linha. Não era o juiz, mas o comissário de menores. Quando atendi, ele começou a me questionar:
— É verdade? O filho é seu mesmo?
Meu Deus!
Larguei o telefone e saí correndo atrás do meu cunhado. Mas ele havia saído.
Fui então procurar minha irmã. Ela estava em casa.
Contei a história e ela nem me deixou terminar. Agarrou-me pelo braço e me arrastou até o bar onde a Margarete trabalhava.
A coitada nem teve tempo de entender o que estava acontecendo.
Minha irmã começou a falar um monte de coisas. Disse que eu era apenas uma criança e que a Margarete já era uma moça feita. Que jamais permitiria aquilo. E ainda falou algumas palavras nada publicáveis.
Depois me puxou de volta para casa.
Pegou uma mala, jogou algumas roupas dentro e decretou:
— Vou te mandar para Santa Mariana.
— Vamos! Se arrume. Só volte depois que as coisas se acalmarem. Melhor ainda: eu mesma vou te buscar.
Ela não me deixava explicar nada.
— Vá se despedir do Ney — disse ela, referindo-se ao meu cunhado. — E não conte nada. Depois eu explico para ele.
Saí procurando o Ney.
Logo o encontrei.
Ele estava com mais quatro pessoas, bebendo e dando risada. Olhavam para mim e riam ainda mais.
Foi então que percebi quem eram os outros.
Um era o sujeito que havia se apresentado como irmão da Margarete.
Outro era o Macaé, o comissário de menores.
O terceiro era irmão do meu cunhado.
E todos estavam se divertindo às minhas custas.
Voltei correndo para casa, contei tudo para minha irmã e lá fomos nós novamente conversar com a Margarete.
Depois de muitas explicações, pedidos de desculpas e alguns constrangimentos, ficamos esperando o verdadeiro responsável por toda aquela confusão.
Minha irmã era bem pequena perto dele, mas naquele dia parecia um gigante.
Deu a maior dura no meu cunhado.
Passado algum tempo, voltamos à rotina.
Eu estava novamente no bar, vendo meu cunhado jogar sinuca.
Só que agora eu observava a Margarete com uns olhares bem mais lânguidos.
E ela, depois de toda aquela história, me retribuía com uns sorrisos muito gostosos...
