Pensamentos Mais Recentes
Os seres humanos são inteiramente emocionais: nos movimentos dos olhos, na fala, nos gestos corporais, etc. Em certos momentos do dia a dia, surge algo que exige ser racional.
« O bolso vazio revela o coração.
A maneira como um casal se trata
sem dinheiro no bolso
dirá se o "até que a morte os separe"
é voto ou só protocolo. »
« Jesus morreu por amor a nós.
Paulo morreu por amor a Jesus.
Áquila e Priscila quase morreram por amor a Paulo.
E eu e você?
Morremos pra esse mundo por amor a Deus? »
Pássaro
O corvo
Pássaro das ruínas do esquecimento...
O abraço da morte...
No arauto do amor...
Sinos em silêncio,
Na catedral apenas a ilusão das sombras.
A escuridão é convivência da estranha voz que murmurando da existência do nosso ser.
Madrugada a dentro folhas mortas...
Sentimentos amargurados...
Dentro da odisseia outro vulto
As velas dão perfume de rosas mortas.
Num suposto sonho somos abandonados pela luz do luar
Apenas o frio a dor que gela os ossos,
Lembranças no espaço vago da mente...
Lágrimas veladas queimam o peito...
Dor daqueles momentos em que sendo último instante eterno...
O ser humano é emoção por inteiro: nos movimentos dos olhos, em nossas falas, nos gestos corporais, etc. No entanto, há algo, ou alguma coisa, que nos exige ser racionais em nosso dia a dia.
Chovia como se o céu abrisse uma ferida antiga sobre a cidade, e cada gota trouxesse consigo um fragmento daquilo que ainda não aconteceu. Eu caminhava dentro desse rumor líquido com a sensação estranha de estar tocando a quarta dimensão, como se o tempo deixasse de ser linha e se tornasse um quarto secreto dentro do peito. Havia, na parede de uma casa esquecida, um relógio sem ponteiro. Ele não marcava horas; marcava ausências, retornos, aquilo que a memória inventa quando a saudade precisa sobreviver.
No bolso, eu carregava uma bússola de areia. Ela não apontava para o norte, mas para dentro, para esse lugar onde seguimos olhando o futuro reescrevendo o passado, sem perceber que ambos se misturam na mesma água escura. Talvez viver seja isso: atravessar a chuva sem querer secar demais, aceitar que o destino também hesita, e compreender que o amanhã nem sempre vem à frente. Às vezes, ele chega ontem tocando nossas cicatrizes, mudando o nome das antigas dores e devolvendo sentido ao que parecia perdido antes que a alma aprenda a chamá-lo casa.
A mudança é fruto da identidade, não a causa dela.
Se você tentar mudar para causar uma nova identidade, você será um escravo do próprio desempenho. Se você mudar como fruto da sua identidade em Cristo, você será um adorador livre.
Não há desperdício de tempo mais bobo que tentar explicar algo para os que já escolheram em que acreditar.
Porque, no fundo, não se trata de falta de informação — trata-se de decisão.
E decisões, escolhas, quer coincidam com as nossas ou não, devem ser religiosamente respeitadas.
Há quem não busque a verdade, mas apenas argumentos que sustentem o que já foi escolhido antes mesmo da reflexão começar.
E contra decisões disfarçadas de convicção, a lógica se torna quase inútil, como chuva fina tentando atravessar vidro fechado.
Explicar exige abertura.
Não só de quem fala, mas principalmente de quem ouve.
Exige um espaço interno onde a dúvida ainda tenha permissão para existir, onde o desconforto de estar errado não seja imediatamente rejeitado como uma ameaça pessoal.
Mas quando alguém transforma sua crença em identidade, qualquer questionamento deixa de ser diálogo e passa a ser ataque.
E então nascem conversas que não caminham.
Palavras que não encontram abrigo.
Ideias que morrem no ar antes mesmo de serem compreendidas.
Não por falta de clareza, mas por falta de disposição.
Talvez a maturidade esteja em reconhecer esses limites.
Em entender que nem toda verdade precisa ser defendida a todo custo, nem toda discussão precisa ser vencida, nem toda explicação precisa ser dada.
Há um tipo de sabedoria muito silenciosa em saber quando parar de falar…
Porque, às vezes, insistir em explicar não é um ato de generosidade — é apenas um apego nosso à necessidade de sermos compreendidos.
E isso também pode ser um desperdício.
Toda pessoa que cruza nosso caminho carrega um propósito
Ninguém entra na nossa vida por acaso. Algumas chegam para nos amar, nos acolher, mostrar o que é cuidado de verdade. Outras vêm para nos ensinar a nos amar, mesmo que a lição doa.
A diferença está nos olhos de quem vê. Se mudamos a lente, percebemos: não existem pessoas ruins ou decepções. Existem professores disfarçados. Cada encontro, cada despedida, é degrau.
No fim, tudo é crescimento. E crescer dói, mas é o que nos faz maiores.
A PLASTICIDADE DO PERISPIRITO E A ENGENHARIA DAS CRIACOES FLUIDICAS.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
-CAPITULO IV
Nas Regiões Inferiores...
Pergunta — Então, poderia também o Espírito fazer uma substância alimentar? Suponhamos que tenha feito uma fruta, uma iguaria qualquer: se alguém pudesse comer a fruta ou a iguaria, ficaria saciado?
Resposta — Ficaria, sim; mas não procures tanto para achar o que é tão fácil de compreender. Um raio de sol basta para tornar perceptíveis aos vossos órgãos grosseiros essas partículas materiais que enchem o espaço onde viveis. Não sabes que o ar contém vapores d’água? Condensa-os e os farás voltar ao estado normal. Privai-as de calor e eis que essas moléculas impalpáveis e invisíveis se tornarão um corpo sólido e bem sólido, e, assim, muitas outras substâncias de que os químicos tirarão maravilhas ainda mais espantosas. Simplesmente, o Espírito dispõe de instrumentos mais perfeitos do que os vossos: a vontade e a permissão de Deus."
IV – Perispírito (Perguntas 93 a 95) – O Livro dos Espíritos
(LIVRO SEGUNDO – MUNDO ESPÍRITA OU DOS. ESPÍRITOS) - Cap. 1 - Dos Espíritos
93. O Espírito propriamente dito vive a descoberto, ou, como pretendem alguns, envolvido por alguma substância?
— O Espírito é envolvido por uma substância que é vaporosa para ti, mas ainda bastante grosseira para nós; suficientemente vaporosa, entretanto, para que ele possa elevar-se na atmosfera e transportar-se para onde quiser.
Comentário de Kardec: Como a semente de um fruto é envolvida pelo perisperma, o Espírito propriamente dito é revestido de um envoltório que, por comparação, se pode chamar perispírito.
94. De onde tira o Espírito o seu envoltório semimaterial?
— Do fluido universal de cada globo. É por isso que ele não é o mesmo em todos os mundos; passando de um mundo para outro, o Espírito muda de envoltório, como mudais de roupa.
94-a. Dessa maneira, quando os Espíritos de mundos superiores vêm até nós, tomam um perispírito mais grosseiro?
— É necessário que eles se revistam da vossa matéria, como já dissemos.
95. O envoltório semimaterial do Espírito tem formas determinadas e pode ser perceptível?
— Sim, uma forma ao arbítrio do Espírito; e é assim que ele vos aparece algumas vezes, seja nos sonhos, seja no estado de vigília, podendo tomar uma forma visível e mesmo palpável.
"EXPOSICAO CATEDRATICA E INTERLIGACAO COM O PERISPIRITO"
A fenomenologia aqui apresentada encontra sua chave hermeneutica na estrutura e nas propriedades do perispirito, conceito magistralmente delineado por Allan Kardec como o envoltorio semimaterial do Espirito, formado a partir do fluido universal do globo onde se encontra.
O perispirito nao e mero invólucro passivo, mas um verdadeiro instrumento de operacao ontica. Sua natureza plastica, maleavel e eminentemente sensivel ao pensamento confere-lhe a funcao de matriz organizadora das criacoes fluidicas. Assim, aquilo que no texto se denomina como "instrumentos mais perfeitos" traduz-se, em linguagem doutrinaria rigorosa, pela conjugacao entre vontade, pensamento e perispirito.
Quando o Espirito deseja criar uma forma, seja ela uma simples imagem ou uma substancia com propriedades sensoriais aparentes, ele nao atua diretamente sobre a materia densa, mas sobre o fluido universal. O perispirito funciona como intermediario dinamico, modelando esse fluido conforme a ideacao mental. Trata-se de uma verdadeira arquitetura psicoplasmica, na qual o pensamento atua como causa eficiente e o perispirito como causa formal.
Essa plasticidade perispiritual explica, com profundidade, a possibilidade de se criar uma "substancia alimentar" no plano espiritual. Nao se trata de nutricao biologica, mas de satisfacao sensorial e psiquica. O Espirito que se encontra ainda vinculado a habitos materiais pode experimentar sensacoes analogas ao alimento por meio dessas formas fluidicas, que possuem consistencia relativa enquanto sustentadas pela vontade.
Tal fenomeno encontra paralelo direto na teoria das formas-pensamento, onde cada ideia gera uma configuracao no campo fluido. No entanto, no caso das criacoes mais elaboradas, ha uma condensacao mais intensa dos fluidos, operada por Espiritos com maior capacidade volitiva e disciplina mental. O perispirito, nesse contexto, atua como verdadeiro laboratorio vivo, onde se processam condensacoes, rarefacoes e organizacoes sutis da materia primordial.
Importa salientar que o grau de perfeicao dessas criacoes esta intrinsecamente ligado ao estado moral do Espirito. Um perispirito depurado, menos denso e mais luminoso, permite operacoes mais harmonicas, enquanto estados inferiores produzem formas imperfeitas, instaveis e por vezes perturbadoras. Eis porque o ambiente espiritual e profundamente influenciado pelas condicoes intimas dos seus habitantes.
Dessa forma, a resposta apresentada no trecho nao deve ser compreendida apenas como uma curiosidade fenomenica, mas como uma revelacao estrutural da realidade espiritual. O Espirito cria porque pensa. Sustenta porque quer. E molda porque possui, em si mesmo, o instrumento plastico que responde imediatamente a sua intencao.
Assim, o perispirito revela-se nao apenas como vestimenta, mas como oficina viva da criacao invisivel. Nele, o pensamento ganha forma, a vontade ganha corpo, e o invisivel se torna, ainda que transitoriamente, perceptivel.
FONTES.
O Livro dos Médiuns Capitulo VIII Do Laboratorio do Mundo Invisivel 13ª pergunta.
O Livro dos Espíritos Questões 93 a 95 sobre o perispirito.
A Gênese Capitulo XIV Os Fluidos.
"TITULO. A ARQUITETURA INVISIVEL DAS CRIACOES FLUIDICAS"
Nas profundezas dos estudos espiritas, onde a fenomenologia mediunica se eleva da observacao empírica para a analise metapsiquica, emerge um dos conceitos mais fascinantes da doutrina codificada por Allan Kardec. Trata-se das chamadas criacoes fluidicas, manifestacoes sutis do pensamento e da vontade do Espirito sobre os elementos primordiais do fluido universal.
O trecho apresentado, extraido de reflexoes experimentais no ambito das comunicacoes espirituais, revela com notavel lucidez que o Espirito nao se limita a contemplar a materia, mas intervem nela por meio de uma operacao de natureza dinamopsiquica. A vontade, associada a permissao divina, atua como principio organizador, estruturando formas, substancias e aparencias perceptiveis, ainda que temporarias, no plano invisivel.
Quando se indaga se um Espirito poderia criar uma substancia alimentar, a resposta nao apenas confirma essa possibilidade, como a eleva a um patamar de compreensao mais vasto. A analogia com os processos fisico-quimicos conhecidos pela ciencia humana nao e acidental. Assim como o vapor dagua, invisivel aos sentidos, pode condensar-se em estado solido mediante alteracoes termodinamicas, o fluido universal, sob a acao inteligente, pode adquirir consistencia e forma.
Essa comparacao nao deve ser interpretada de maneira simplista, mas sim como um recurso pedagogico. O que se encontra em jogo e uma fisica transcendida, onde o pensamento assume funcao causal direta. O Espirito, liberto das limitacoes organicas, manipula os fluidos com uma precisao que ultrapassa os instrumentos materiais, operando numa esfera onde a ideia precede e modela a substancia.
Convem ressaltar que tais criacoes nao possuem estabilidade duradoura como os corpos materiais densos. Sao estruturacoes fluidicas, mantidas pela continuidade da vontade que as sustenta. Uma vez cessada essa acao, tendem a dissipar-se, retornando ao estado primordial do fluido cosmico. Ha, portanto, uma ontogenia efemera nessas manifestacoes, subordinada a lei de afinidade vibratoria e a capacidade moral do agente espiritual.
Sob o prisma etico, este fenomeno revela tambem a responsabilidade do pensamento. Se o Espirito pode plasmar formas, tambem pode gerar ambientes, atmosferas e influencias. O mundo invisivel nao e um vazio, mas um campo densamente povoado por construcoes psiquicas, muitas das quais repercutem diretamente sobre os encarnados.
Assim, a criacao fluidica nao e apenas um prodigio metafisico, mas uma chave interpretativa da relacao entre mente, materia e espiritualidade. Ela demonstra que o universo nao e apenas sustentado por leis mecanicas, mas tambem por principios inteligentes que transcendem a percepcao ordinaria.
Eis, portanto, uma convocacao ao rigor interior. Pensar nao e um ato neutro. Criar, ainda que invisivelmente, e uma constante. E no silencio do espirito que se edificam os mundos que, cedo ou tarde, se refletirao na realidade vivida.
FONTES:
O Livro dos Médiuns Capitulo VIII Do Laboratorio do Mundo Invisivel 13ª pergunta.
A Gênese Capitulo XIV Os Fluidos.
O Livro dos Espíritos Questões 27 a 34 sobre o fluido universal.
O ser humano é emoção por inteiro: movimentos dos olhos, das nossas falas, dos gestos corporais, etc. etcs. E certas coisas exigem que sejamos racionais em nosso dia a dia.
MONÓLOGOS DE UM MISERÁVEL
Capítulo I: A Esperança do Homem
Olá, senhores. Sejam bem-vindos ao Baile de Máscaras.
Saibam... eu também possuo opiniões: irrelevantes para aqueles que as desprezam, relevantes para os que as examinam; como, aliás, sucede com todas as opiniões humanas.
Ninguém, nem mesmo o mais ilustre dos heróis, pode impedir que o ódio ou a mágoa habitem o íntimo humano, pois são, em última instância, as respostas mais autênticas que o mundo oferece. Vivemos sob a lógica da devassidão: um palco miserável onde nenhum desejo encontra plena satisfação, onde toda tentativa de agradar culmina em mais desgosto do que harmonia.
Fui convidado para uma festa de aniversário e, logo em seguida, para um baile de máscaras inadiável: este último, vindo de alguém com quem mantenho um vínculo profundo. Na tentativa de ser justo, e temendo ferir ambos, aceitei os dois convites, ingenuamente crendo que a vontade de agradar pudesse suplantar a impossibilidade lógica de estar em dois lugares ao mesmo tempo.
Inevitavelmente, falhei. E falhei como todos, em algum momento, falham.
A consequência?
Alguém se magoa. Outro se frustra.
Mesmo imbuído das melhores intenções, tornei-me alvo de ressentimento por parte de quem aguardava a minha presença e não a teve. Eis a essência do convívio humano:
rancor e exigência, jamais compreensão.
Assim caminha o homem: uma criatura incapaz de perdoar a ausência, mas igualmente incapaz de se fazer plenamente presente.
O ser humano é, por natureza, indiferente.
Mesmo quando julga praticar o bem, invariavelmente fere alguém. Toda boa ação encerra, em si, uma traição involuntária. Não há graça, felicidade ou paz; apenas a ilusão intermitente de que um dia possam existir.
Afinal, até o mais ínfimo gesto de bondade pode ferir.
Fere aquele que não foi agraciado da mesma forma.
Para que houvesse igualdade real, todos precisaríamos ser igualmente reconhecidos, igualmente saciados: não era essa a promessa do comunismo? Ainda assim, fracassou.
E por que fracassou?
Porque o homem anseia distinguir-se do outro.
Afinal... não pode o servo equiparar-se ao seu senhor.
O mundo não é justo. Nunca foi. Jamais será.
Para cada vencedor, há um vencido. Para cada glória, uma vergonha correspondente.
Eis a engrenagem invisível que move a espécie: a miséria de uns sustenta a alegria de outros. Na penúria de alguns, outros prosperam. É nesse ponto que emerge a verdadeira revolta — não a política, mas a ontológica.
O homem, frustrado por não receber aquilo que julga devido, recolhe-se em si mesmo. Isola-se no ressentimento e escolhe desaparecer.
Tornar-se areia. Poeira. Esquecimento.
Melhor ser ninguém do que um fracassado lembrado.
Afinal, quanto mais se busca agradar à maioria, mais se violenta a minoria que permanece à margem dos favores.
Eis a máxima: só haveria paz se todos sofressem na mesma medida ou desfrutassem, indistintamente, das mesmas regalias; sem distinção de classe, gênero, raça ou função. Ainda assim, tal hipótese revela-se uma utopia repugnante até mesmo em sua concepção.
A igualdade absoluta só pode erguer-se sobre os escombros da individualidade.
E a própria natureza — essa mãe implacável que nos impôs a existência — encontra-se em guerra consigo mesma.
Tudo colapsa. Tudo degenera. A vida, em si, é uma contradição:
ansiamos pela verdade, mas somos incapazes de suportá-la. Por isso, preferimos a confortável mentira da harmonia.
Todos somos falsos. Não há amor que escape à máscara; não há amizade que sobreviva incólume ao afastamento.
A verdade é insuportável.
É mais fácil consolar alguém com mentiras, sustentá-lo com ilusões, do que curá-lo com o real e conduzi-lo à lucidez. Eu mesmo minto. Todos mentimos.
A mentira é o código genético da convivência.
Não sei se ainda resta em mim alguma lucidez substancial; mas, do pouco que persiste, extraio esta súmula: o mundo é um teatro ilusório, decadente, sustentado por sonhos risíveis e promessas vazias. Aqui, ninguém vive segundo a própria convicção.
A liberdade de pensamento cobra um preço: a rejeição.
Ser verdadeiro é ser excluído.
As pessoas são amigas apenas enquanto lhes convém. Afaste-se — e tornar-se-á um vestígio, um eco que só ressurge quando a memória alheia é instigada.
Ninguém é lembrado por afeto, mas por utilidade. Persistimos na lembrança apenas enquanto ainda temos algo a oferecer, enquanto servimos aos interesses de outrem.
Este mundo é um baile de máscaras.
E quem triunfa... é quem melhor sabe mentir.
Arthur Schopenhauer estava certo: o homem só é autêntico na solidão. Todo o resto é encenação, ruído e teatro.
Dentro das almas o impensável desejo.
Num suposto estado gelado o calor do coração.
Virtude julgada nas profundezas da alma.
Não há vitória sem luta! Mas há certas lutas sem vitória! Logo, é preciso discernir quais batalhas valem
a pena enfrentar — porque nem toda luta é sinal de propósito, e nem toda vitória vem de insistir, mas de escolher bem onde investir sua força.
Tem gente que em um simples “bom dia” faz o coração sorrir…
A reciprocidade na resposta…
Bom diaaaaaa…
A vontade de conversar um pouco mais…
Fazer a diferença na vida de alguém é gratificante…
Seja o bom dia especial na vida de alguém…
Inclusão digital e social
Trabalhos sociais como placa bonita!
Sera obstáculo para educação.
Qual é impacto social digital na vida do aluno.
Será que este ensino foi completo e absoluto para cada aluno...
Estatuto da criança adolescente abriu novas possibilidades com contexto digital. Mas pequenos lampejos são os detalhes em que criticamos. A falta do intelecto do docente.
“O Getsêmani não é um campo de estudo para o nosso intelecto. É um santuário da nossa fé.”
📖 Klaas Schilder
