Pensamentos Mais Recentes

Quem diz ser, geralmente, não é, pois quem é não diz, demonstra no dia a dia.

As pegadas constroem caminhos, palavras firmam um propósito e as ações consolidam uma identidade.

Seja seletivo com quem divide sua mesa, remédio e veneno costumam vir no mesmo frasco.

Deus aceita o pecador arrependido, mas abomina o hipócrita mascarado.
Não existe oração que anule o mal que você faz de caso pensado.
O erro de quem engana é achar que a justiça divina se compra com palavras bonitas. Diante de Deus, o que fala por você é o seu caráter, não a sua pose.

Viver é perigoso. Sempre acaba em morte.

O ser eu composto do eu poético, e eu crítico...
O eu também temporal, espacial, transdimensional. 
Eu o ser eu também é vários paradoxos para tais o elemento que constitui ser pragmático, Mesmo na ilusão de ser eu na profundidade do ser ate os osso sou eu.

Só por uma noite


Só por uma noite
eu queria parar o tempo,
fazer o mundo esquecer
que a manhã existe,
e viver no silêncio do teu abraço
como quem encontra o lugar onde sempre pertenceu.


Só por uma noite
eu queria teus olhos nos meus,
sem pressa, sem despedidas,
sem medo do depois,
como se o universo tivesse decidido
escrever nossa história entre as estrelas.


Só por uma noite
eu queria ouvir tua voz baixinha,
contando sonhos,
segredos e coisas sem sentido,
porque até o som mais simples
vindo de você
parece música tocando dentro do peito.


Só por uma noite
eu queria que fosse eterno,
porque algumas pessoas chegam
tão de repente
que uma única noite ao lado delas
vale mais que mil dias longe. ✨

Dia 20 - Que ritual pequeno posso escolher hoje para me ancorar?


- Eu escolho um ritual que me firma pela manhã.
- O ritual torna o comum sagrado.
- O gesto diário compõe o caráter.
- O ritual alinha corpo, palavra e ação.
- O ritual traz ritmo e presença.
- Um pequeno gesto reverbera na vida inteira.
- O ritual nutre e transforma.

Dia 21 - Qual gesto diário será meu selo de hábito e transformação?


- Eu escolho um gesto que me sustenta.
- O gesto diário transforma quem eu sou.
- A repetição reescreve a vida.
- O hábito nasce quando o gesto encontra o coração.
- O selo do hábito fortalece a liberdade.
- Eu mantenho o gesto mesmo quando a pressa chama.
- O hábito cria raízes e asas.

Inserida por omagodaspalavras

Uma marca forte não nasce da liberdade total.
Nasce da consistência que o cliente aprende a confiar.

"NÃO ESQUENTA A CABEÇA OU A MASSA CEFÁLICA EVAPORA!"

Quem vive pela voz de Deus não pode parar por causa da opinião dos homens.

"Não desista, nessa vida o para vencer têm que ser forte! não espere acontecer, não dependa só da sorte!"

Temo gastar minha vida em um tema que nem sequer me posso debruçar com inteireza, dado ao limbo entre os fatos e o que se mostra verdadeiro.

“Tu és um ser profano, de apetite voraz, cuja fúria somente a morte pode aplacar.”

“A escassez faz a pessoa contar o que perdeu. A abundância faz ela enxergar o que ainda pode construir.”

MIGALHAS DA GRANDE MESA.
CAPÍTULO IX
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
VIRTUDES COM MODÉSTIA.
“Mais vale pouca virtude com modéstia do que muita com orgulho.”
Uma tragédia silenciosa que atravessa os séculos humanos. Ela não nasce somente da violência, das guerras ou da miséria material. Surge também no interior das consciências que aprenderam a aparentar bondade sem verdade moral. O capítulo “Sede Perfeitos”, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, especialmente no item “A Virtude”, penetra precisamente nessa enfermidade da alma. Não se trata apenas de ensinar boas ações. Trata-se de revelar a diferença abissal entre parecer virtuoso e ser verdadeiramente virtuoso.
A Doutrina Espírita nunca glorificou máscaras religiosas. Desde O Livro dos Espíritos, quando os Espíritos Superiores afirmam que o verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, amor e caridade na sua maior pureza possível, percebe-se que a virtude não é espetáculo social. Ela é estado íntimo. É conquista lenta. É lapidação dolorosa da consciência.
O texto de François Nicolas Madeleine, em Paris, no ano de 1863, apresenta uma observação profundamente psicológica e espiritual. O orgulho consegue infiltrar-se até mesmo dentro das obras aparentemente nobres. Um homem pode alimentar famintos e ainda assim desejar secretamente a veneração pública. Pode discursar sobre humildade enquanto cultiva silenciosamente a necessidade de superioridade moral. Pode servir aos pobres enquanto interiormente exige admiração. Eis o ponto central do ensino espírita. O mal nem sempre aparece sob formas monstruosas. Muitas vezes ele veste roupas de virtude.
Essa análise encontra profunda consonância com as reflexões de Léon Denis em O Problema do Ser, do Destino e da Dor. Denis explica que o orgulho é uma das últimas sombras a desaparecer do Espírito. O homem vence certos vícios grosseiros, mas continua desejando aplausos, domínio psicológico e exaltação pessoal. A criatura abandona paixões materiais e passa a alimentar paixões morais mais sutis. Nesse estado, a alma não caiu totalmente na luz. Apenas refinou suas ilusões.
A verdadeira virtude quase sempre é discreta. Ela foge do palco. Não necessita anunciar-se. O próprio Cristo ensinou isso quando advertiu sobre aqueles que oravam nas praças para serem vistos pelos homens. O Evangelho não condena a prática do bem. Condena a vaidade que deseja transformar o bem em instrumento de autoexaltação.
No pensamento espírita, essa questão possui profundidade ainda maior porque o orgulho não produz apenas consequências sociais. Ele interfere diretamente na evolução do perispírito e da consciência. Em A Gênese, compreende-se que o Espírito modela continuamente suas estruturas sutis através do pensamento e das disposições morais. Assim, o indivíduo que pratica caridade apenas para alimentar reconhecimento exterior cria para si mesmo ilusões perigosas. Exteriormente parece luminoso. Interiormente permanece preso à necessidade de aprovação.
Por isso Kardec insiste tanto na figura do “homem de bem”. Não basta o gesto exterior. O Espiritismo analisa a intenção. Analisa o móvel oculto. Analisa o coração. A moral espírita não é teatral. É consciencial.
Quando o texto afirma que “a virtude verdadeiramente digna desse nome não gosta de estadear-se”, existe aí uma das maiores lições para o século moderno. A humanidade contemporânea desenvolveu extraordinária necessidade de exibição moral. Muitos desejam parecer bondosos antes mesmo de aprenderem a ser bondosos. Publicam virtudes. Fotografam caridade. Transformam sofrimento humano em vitrine emocional. Buscam aprovação coletiva sob aparência de benevolência.
O ensinamento espírita desmonta essa construção psicológica. A caridade real não humilha. Não se autopromove. Não faz do necessitado um instrumento de engrandecimento pessoal.
Em O Céu e o Inferno, observa-se repetidamente que Espíritos sofredores carregam após a morte exatamente os estados morais cultivados na Terra. Muitos conservaram orgulho intelectual, vaidade religiosa e ilusões de superioridade mesmo fora do corpo físico. Isso demonstra que a virtude aparente não transforma profundamente o Espírito. Apenas a renovação sincera possui força libertadora.
O exemplo citado de São Vicente de Paulo possui valor extraordinário. Homens assim raramente se percebiam virtuosos. Quanto mais elevados espiritualmente, mais consciência tinham de suas próprias imperfeições. Esse fenômeno também é analisado por Léon Denis. O Espírito realmente iluminado torna-se humilde porque compreende a vastidão do infinito e a pequenez relativa de suas conquistas. O ignorante acredita ter alcançado tudo. O sábio percebe o quanto ainda lhe falta.
Existe nisso uma dimensão profundamente filosófica. O orgulho produz endurecimento psicológico. A humildade produz expansão interior. O orgulhoso vive defendendo a própria imagem. O humilde preocupa-se em transformar a própria essência.
“Migalhas da Grande Mesa” encontra nesse trecho um de seus mais profundos símbolos. A grande mesa do Cristo não é composta pelos que exibem santidade. Ela acolhe aqueles que reconhecem sua própria insuficiência moral e ainda assim lutam diariamente contra si mesmos. As migalhas espirituais recebidas por uma alma sincera possuem mais valor que os banquetes da vaidade religiosa.
O homem virtuoso não se sente superior. Ele apenas compreende que toda criatura sofre. Por isso desenvolve compaixão. O orgulho separa. A virtude aproxima. O orgulho julga. A virtude compreende. O orgulho deseja tronos. A virtude prefere servir silenciosamente.
Em diversas mensagens da Revista Espírita, percebe-se que os Espíritos Superiores sempre associaram progresso espiritual à humildade. Não existe grandeza moral verdadeira sem renúncia ao personalismo. Quanto maior o apego à própria importância, menor a capacidade de amar.
Essa reflexão torna-se ainda mais necessária quando observamos quantas dores humanas nascem da necessidade de reconhecimento. Muitos fazem o bem esperando retorno emocional. Quando não recebem gratidão, adoecem moralmente. Isso ocorre porque ainda não compreenderam o princípio evangélico do desinteresse absoluto. O Cristo jamais condicionou o amor ao aplauso.
No Espiritismo, a virtude não é perfeição instantânea. É combate íntimo contínuo. É vigilância contra as infiltrações do egoísmo. É esforço silencioso contra a vaidade. É aprender a fazer o bem mesmo quando ninguém observa. É conservar dignidade mesmo na obscuridade. É manter pureza moral sem necessidade de testemunhas.
Léon Denis afirmava que a alma cresce lentamente “na dor, no dever e no sacrifício”. Essa construção não acontece nos palcos humanos. Ela acontece nas regiões invisíveis da consciência, onde somente Deus contempla integralmente as intenções.
Por isso a frase final do texto possui força profética admirável. “Pelo orgulho é que as humanidades sucessivamente se hão perdido. Pela humildade é que um dia elas se hão de redimir.”
Toda decadência moral das civilizações começou quando os homens passaram a amar mais a própria grandeza do que a verdade. Roma caiu moralmente antes de ruir politicamente. Religiões degeneraram quando trocaram humildade por poder. Famílias desmoronaram quando o orgulho venceu o perdão. Espíritos adoecem quando passam a idolatrar a própria imagem.
A humildade, porém, reconstrói aquilo que o orgulho destrói. Ela permite ouvir. Permite aprender. Permite corrigir-se. Permite amar sem dominar.
A verdadeira virtude não faz ruído. Ela atravessa a existência como luz discreta. Quase invisível aos homens. Absolutamente visível a Deus.
Obras consultadas
O Evangelho Segundo o Espiritismo
O Livro dos Espíritos
O Céu e o Inferno
A Gênese
Revista Espírita
O Problema do Ser, do Destino e da Dor
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“O pecado mais perigoso não é desconhecer a verdade, mas conhecê-la e ainda assim escolher ignorá-la.”

"Olhos não podem brilhar
A menos que haja algo queimando por trás
Desde que você foi embora, não há mais nada nos meus."
Música Infinity de One Direction

A CONQUISTA E A DERROTA


Coisas impessoais,
o homem que nesta vida,
entre lobos, terríveis feras,
em melindrosos disfarces cordiais,
não se julga também uma delas,
inevitavelmente vira alimento,
servido sangrando vivo,
morto sem nenhuma ferida.

Presto atenção nos hipócritas,
são gente felizes,
pois vivem o que tem de mais na vida,
essa vida foi feita,
lapidada, a quem tem o dom,
de saber não ser bom.

Em meu rascunho de vida,
vejo o melhor de tudo,
pois quando ainda,
havia alguma esperança,
e nenhuma certeza,
ho0je tenho terríveis e abomináveis certezas,
e a esperança evapora
a cada amanhecer, e entardecer.

O meio do caminho que é bom,
a busca, a luta,
a conquista e a derrota,
depois de algum tempo tem o mesmo efeito,
o efeito vazio,
um vazio gerado pela falta de um tudo,
um fruto,
verde a madurar,
pois depois de maduro,
o que se espera se opera é a podridão.

A poesia é o grito do inominável
é o urro do imprevisto 
a poesia e o inicio 
é o fim e do poeta o vício

Sinceramente
O mundo é o que eu vejo
Quando abro a janela
O horizonte a fugir de meus olhos
O chão que me convida a andar
A solidão é o que eu não posso tocar
Com o coração
Mesmo abraçando com as mãos
Meu corpo é só um porto no mundo
Onde eu descanso
Ou morro de solidão
Sinceramente
Meu corpo é um mundo vasto
Que minha alma não cansa de explorar

Sobre nós


A gente não é só corpo e alma
É passado
É presente
É futuro


A gente não só vive
A gente finge
Inventa
Aguenta
Viver é só uma forma de continuar


A gente não morre de repente
Vai se desmanchando aos poucos
Esvaindo-se em saudades
Enchendo-se de tristezas
Entulhado de dores
No fundo,
Bem no fundo
A gente se esforça pra não ficar louco

PREMÍCIAS DE UMA DOCE- AMARGA VIDA EM POESIA






Na espreita a luz se acende


Alma pura em impura transcende


E viva-morta ninguém sente


A dor e o prazer de ser gente




Nesses caminhos que a inspiração leva-nos


Os poetas dormem acordados


Fogem da ilusão real


E mergulham na ireal ilusão


Dos pobres apaixonados




A história conta por si so


O eterno conto das palavras


E amargas emoções doces sabores


Deixam na garganta um nó




Que se abre em flor de meio-dia


Doce amarga poesia


Que o sol nascente some


E em versos , sentimentos se consome




Doce amarga poesia


Persistir é imoral


Quando a falta nos e fatal


Aos olhos alheios


Poetar é coisa pra imortal


E nessas primicias que les


Ves um sonho real


Miha singela


Doce amarga poesia


Brotando a cada dia




Flor mais bela do jardim da fantazia


Te sigo e te vejo sorrir


As lágrimas que choro


MINHA DOCE


MINHA AMARGA


POESIA

Não crie suas expectativas em cima de min por favor..