Pensamentos Mais Recentes
1515
"O hábito de manter correspondencia entre pessoas parece que morreu. Vou tentar retomá-lo, mas sei que contarei comigo e só comigo mesmo!"
1514
"Disseram-me que aquela Escritora manteve correspondencia com dois colegas Escritores, de Minas Gerais. Com um deles, parece que houve Paixão (da parte dela). Com o Outro a Paixão foi dele! É o que me disseram!"
1513
"Não é porque nunca vi que digo que acredito. Acredito em tudo: Anjos, Santos, Unicornios, Boitatá, Saci Pererê, Alma do Outro Mundo e até Alienígenas!"
1512
"Avaliar alguém pelo que alguém lê ou leu já foi conduta de muitos. Hoje isso não parece mais relevante!"
1511
"Soube que uma parenta minha acabou o namoro com aquele rapaz porque ele nunca tinha lido determinada Escritora. 'Pensano' bem... Faz sentido!"
1510
"Na Escrita, pegar alguém 'numa vírgula' é usar exatidão para mostrar onde tudo começou. Aquela Escritora, nascida Chaya Pinkhasovna, já tinha usado isso!"
Sentimos o que pensamos...
Pensamos negativo, sentimos negativo;
Pensamos positivo, sentimos positivo.
“Sua pele, branca como flocos de neve consagrados pelo céu, desperta em mim algo sagrado; seus cabelos negros como o ébano guardam mistérios antigos. Seus olhos de águia, castanhos escuros e profundos como mosteiros em silêncio, atravessam minha alma, reconhecendo-a como se já nos conhecêssemos antes do tempo. Cada detalhe seu é uma obra divina — e ao te contemplar, meu espírito se curva, pois em você eu me perco e, ao mesmo tempo, me encontro.”
Não deixe de fazer o que sente vontade apenas por medo do que vão pensar, pois mesmo se você não fizer, vão pensar do mesmo jeito; o pensamento é dos outros, não seu.
2ª Versão: O dinheiro cai na pobreza e sai da riqueza, se resgatar mais e pedir menos; juntos recaem as oportunidades da vida e também consumo do hábito econômico.
1ª Versão: O dinheiro cai na pobreza e sai da riqueza, se adquirir mais e pedir menos, juntos recaem um hábito do consumo econômico.
O “eu” faz o bem; o mal costuma se esconder no “nós”. Não faça nada duvidoso usando o coletivo como desculpa.
Às vezes, o que mais dói ao estar numa guerra é não poder gastar energia noutras guerras.
Porque o que mais dói ao estar numa guerra não é apenas o confronto em si, mas a renúncia silenciosa que ela nos impõe.
Toda guerra consome foco, tempo, fôlego e até alma.
E, enquanto lutamos para sobreviver a uma, somos forçados a abandonar outras batalhas que também nos chamam…
Afrontas ignoradas ou engolidas, goela abaixo, sonhos adiados, causas esquecidas ou abandonadas, afetos que entram para a fila de espera…
Há dores que não nascem do ataque do inimigo, mas da consciência de que nossa energia é finita.
Escolher lutar uma guerra é, inevitavelmente, desistir de muitas outras.
Não por covardia, mas por limite.
O corpo cansa, a mente sangra, e o coração aprende, a duras penas, que não dá para estar inteiro em todos os fronts.
Talvez a maturidade não esteja em vencer todas as guerras, mas em reconhecer qual delas precisa, agora, da nossa presença de corpo e de alma.
As demais não deixam de importar; apenas aguardam um tempo mais habitável, quando lutar não seja apenas resistir, mas também voltar a viver.
Que possamos e saibamos escolher nossas guerras.
Onde um político pode votar o próprio salário, a democracia revela sua corrupção; somente a lei que garante proteção ao indivíduo é soberana e igual para todos.
Se houver sentença, que seja de recomeço.
Que me conceda o direito de renascer, mesmo depois do cansaço.
Porque fiz da dor aprendizado...
E da espera, uma forma de resistência.
Quando o amor fala através do olhar, palavras pra quê? Basta um gesto, um sorriso leve, e o coração entende. É conexão que dispensa explicação, é sentir-se em casa mesmo longe de tudo. Amor que mora no silêncio.
Muitas vezes eu comparo a vida a um download.
Às vezes tudo está indo muito bem mas no último segundo a uma falha.
Quem só concorda não o fortalece; quem discorda afia sua mente. O inimigo quer você cego, mas o apego ao grupo faz você chamar de inimigo quem apenas mostra outro caminho.
