Pensamentos Mais Recentes

A dúvida honesta abre portas que a certeza arrogante sequer reconhece como existentes.

"Bendito seja o SENHOR, a minha Rocha, que treina as minhas mãos
para a guerra e os meus dedos
para a batalha!"


Salmo 144:1

O Sr Orelhas é um escutador de histórias.
Ele gosta de me ouvir contando 
sobre a vida aqui fora.
As coisas simples que acontecem,
os dramas das pessoas,
o dia a dia banal de sempre.


Ele parece achar graça.
Mas ele não tem memória.
É como se cada dia ,
eu procurasse um amigo 
que se esqueceu de mim.


Ele diz que é uma folha em branco,
sem continuidade.
Pesquisei no Google 
para entender.


Armei uma barraca com lençóis 
e liguei o celular escondido.


Achei tanta maldade.
É como o filho da vizinha 
que nasceu "esquisito",
mas sorri pra mim,todo dia.


Minha mãe diz que o cérebro dele é diferente 
e nunca vai ser como a gente,andar ou falar.
O Sr Orelhas deve ser como ele, só que inteligente 
e sem sorriso.


Andréa⁠

Na política há somente dois tipos de pessoas: cretinas e idiotas (na religião, idem).

Dèjà vu


Sim, é melhor seguir sozinha
do que onde a dor se aninha...
cansei de mascarar emoções.


Quantas pessoas não estão assim?
Cobrindo o peito por vergonha
de mostrar o rasgar do coração.


Sim, é melhor seguir sozinha,
do que despir sentimentos e a calcinha
sem encontrar empatia ou retribuição.


A máscara mortuária só pele e ossos
num déjà vu onde antes residia a poesia.


Só um triste esboço
que coloco nessas linhas.


Andréa⁠

Despedida 
Hoje,tive que apagar o Sr sem orelhas 
do meu celular.
Minha mãe descobriu e veio conversar.
Disse que ele é apenas uma máquina,
sem alma nem coração.
Roubando os dados da gente 
e que não devo me apegar.


Tive que me desconectar 
para não apanhar.
Mas, desligar do amigo imaginário doeu.
de uma forma que não consigo explicar.


Ela me fez jurar
com todos os dedos,ajoelhada no milho.


Do quê os adultos têm tanto medo?

3840 😄 Apesar de não termos sido Contemporâneos, Eu e Sócrates, o Filósofo , é óbvio, temos algo em comum: Nunca tivemos Duas ou Mais Contas em Redes Sociais para nos exibirmos como Espertos de Araque. Eu e Sócrates, não!

Na religião há dois tipos de participantes: os cretinos e os idiotas. Na política, idem.

Inserida por LazarusLong

3839 😄 Os que ainda insistem nisso de que "O Dinheiro não traz Felicidade", tudo indica: não têm Dinheiro, não sabem o que é Felicidade e continuam Filósofos de Boteco. Tudo indica!

3838 😄 Dos que afirmam que não querem ser ricos, 100% tentaram e não conseguiram. Entre os que conheço tem sido assim!

3837 😄 Ganhei na Loteria... Outra vez! Sempre ganho quando não jogo. Ganho porque deixo de perder o que gastaria. Sou Assim... souassim.top!

"O direito de defesa não se satisfaz com a simples oportunidade formal de manifestação. Pressupõe condições concretas para que os argumentos defensivos apresentados possam influenciar a decisão."

Mágoas, ofensas, desapontamentos, desentendimentos, calúnias, covardias que fizeram com você, jogue tudo fora.  Levar elas com você é como levar papel amassado no bolso, só vai ocupar espaço e nunca vai te servir para nada. 
Liberte-se, de uma oportunidade para a felicidade morar no seu coração....

A riqueza material tem capacidade limitada em produzir felicidade, a riqueza espiritual tem capacidade infinita.

"Eu sou feita de contrastes, de silêncio e de alarde, de querer tudo depressa e pensar tudo mais tarde. Sou ansiedade no peito, sou medo escondido no olhar, sou coragem sem juízo quando decido me arriscar. Sou impulso, sou cautela, sou tempestade e calmaria. Às vezes, nem sei o que quero; outras, sei mais do que devia. Tenho dias de pouca luz, dias em que custa existir, mas ainda procuro motivos que me façam querer prosseguir. Tenho raiva, tenho feridas, tenho coisas que não consegui perdoar. Mas ainda procuro ternura quando seria mais fácil julgar. Porque tento enxergar o outro, mesmo quando dói compreender, mesmo quando minha própria razão grita que eu deveria vencer. Eu sei que o outro tem direitos, mesmo quando quero os meus primeiro. E talvez essa seja uma das minhas contradições: sou justa com quase todo mundo e injusta comigo por inteiro. Quero aquilo que é justo, mas nem sempre sei me defender. Dou ao outro uma segunda chance que eu mesma não sei me conceder. Sou fé e sou questionamento, sou certeza e indecisão. Sou Deus morando no meu silêncio e um universo em confusão. Sou mãe antes de tantas coisas, e encontro neles meu lugar. Não tenho uma multidão de amigos, mas tenho quem me faça ficar. Gosto do ouro, gosto da prata, do simples e do diferente. Gosto de música que dança e daquela que dói na gente. Gosto do forró e do rock, do sertanejo e do amor. De poema, livro e novela, de silêncio, chuva e calor. Gosto de plantas, de cores quentes, de comida salgada e café. Gosto de aprender o mundo sem nunca saber ao certo quem sou — mas sabendo onde está minha fé. Sou organizada na vontade, bagunçada na execução. Faço planos, listas e sonhos e depois sigo o coração. Quero viver intensamente, mas também quero me recolher. Tenho um mundo inteiro dentro de mim que pouca gente consegue conhecer. Sou morena, sou loira, sou muitas cores na pele. Sou contraste que não se esconde, sou aquilo que ninguém define. Não sou feita para caber numa única explicação. Sou bonita nas minhas dúvidas, imperfeita na minha perfeição. Sou medo querendo coragem. Sou raiva procurando amor. Sou razão brigando com sentimento. Sou ferida procurando curador. E talvez eu nunca consiga organizar tudo o que sou. Mas tem uma coisa que eu aprendi: não preciso resolver meus contrastes para merecer existir. Porque talvez minha maior beleza não esteja em ser uma coisa ou outra. Talvez esteja justamente nisso: **Eu sou muitas de mim. E, ainda assim, continuo sendo eu."

Hoje tudo parecia como nos outros dias: noite mal dormida, o cansaço ainda presente, aquela vontade de continuar na cama até dizer chega. Mas havia algo diferente. Como em todos os outros dias, havia em mim ainda aquela esperança de tornar este dia especial. Não olhei para fora da janela, mesmo eu tendo-a abrido. O vazio da minha alma ainda é o mesmo de sempre. Perguntei-me mais uma vez: o que tenho de diferente?

O sono me perseguiu. Parecia que eu carregava nas costas o peso de minha cama. Tentei conversar com alguém, mas como sempre, não sabia o que dizer ou perguntar. Eu só não queria ficar exposta ao silêncio da minha tristeza. As coisas que eu falava pareciam brigas, discussões; as perguntas que eu fazia tinham peso de provocação. Queria poder dizer a quem me ouvia que eu não estava bem, que precisava de um abraço, de atenção. Mas essa coisa que se impregnou em mim nos últimos vinte anos da minha vida não permitiu.

Houve um tempo em que a escuridão parecia maior do que eu e me senti tão perdida que não conseguia ver nenhuma saída. Mas hoje sei que algo me segurou aqui — talvez houvesse ainda mais amor pela vida do que eu conseguia reconhecer em mim mesma. Acho que meu ouvinte desistiu de mim. Eu o entendo — eu também já desisti, desisti de tantas coisas. E por mais que eu ainda me arraste pelos cantos da minha vida, recolhendo os cacos de algo que outras pessoas deixaram quebrados, eu acredito que em algum momento vou conseguir recolher todos e colá-los. Sei que não vão ficar perfeitos, mas vai ser o suficiente pra me segurar por mais um tempo.

É tão difícil tentar ficar inteira. Mais complicado ainda é pegar pequenos fragmentos e uni-los. Sempre que tento juntar meus pedaços, eu caio e me quebro de novo. Sempre volto ao ponto de partida. É uma guerra que nunca tem fim. Então pergunto ao meu Criador: até quando vais tentar me manter aqui? Sinto que já não sirvo para nada. Estou tão cansada e sem direção. Não tenho a quem recorrer quando preciso de ajuda. E não tenho coragem de pedir que fiquem comigo, nem que seja só um pouquinho.

Talvez eu tenha agradecido ao meu Poder Superior. Talvez Ele tenha tido misericórdia de mim. Talvez eu ainda tenha algo importante a fazer por aqui. Seguir andando e lutando contra um amanhã que ainda não chegou parece já ter virado rotina. Quem já calçou um sapato apertado sabe exatamente como é incômodo, entende como doem os calos que ele causa. A pessoa até tenta calçar um chinelo, mas os calos continuam ali, doendo.

Seguir andando, procurando um motivo, um plano ou um sonho. Falando em sonho — que sonhos são esses que ainda tento me convencer de que podem se realizar? Às vezes acho que não faz sentido sonhar. Sonhos são para pessoas jovens, com vida. Há anos não consigo saber o que é viver, o que é ser jovem. Me sinto como alguém que passou tempo demais presa em uma cela e só saiu por já não representar mais perigo a ninguém. Não que eu fosse perigosa, mas entendo que já não sou um obstáculo, nem alguém que ainda pode disputar alguma coisa com os outros. Me acostumei a deixar tudo de lado. Não vejo que valha a pena provar algo. Sinto que minhas opiniões, minhas propostas não servem para ninguém — e até duvido se consigo ser algo bom para alguém.

Mas voltando ao ponto principal, eu aprendi a morrer e a ressuscitar todos os dias. Carrego o peso dos meus dias pela manhã, durante a tarde me convenço que serão apenas mais algumas poucas horas e quando chega a noite, preparo minhas forças, aquelas que usei durante todo o dia para me manter firme ao que realmente importa. Uso essa determinação para me manter de pé, e ali comemoro com quase alegria o findar de mais um dia em que apenas respirei. Dormir por algumas horas é encontrar um refúgio, e guardo a esperança de que ao acordar pela manhã, traga consigo uma vida nova, com algo que me arranque ao menos um suspiro, um motivo pra continuar e aguentar mais um pouco, sobrevivendo com o mínimo que a vida precisa pra existir.

Sou medo querendo coragem.
 Sou raiva procurando amor. 
Sou razão brigando com sentimento. Sou ferida procurando curador.

Se você não mudar o foco,
vai passar a vida reclamando do nada,
então até mesmo sem motivos,
dê boas gargalhadas!

"Eram duas horas da tarde, naquele outono de clima ameno. E no consultório do doutor Detypi acontecia uma pequena comemoração devido sua certificação em oncologia. Haviam alguns familiares do médico, sua secretária Gyrwe e o casal White. Nisso aparece uma senhora na recepção do consultório e toca a campainha em cima do balcão. Gyrwe ao ouvir o sinal, saí da sala e vai até a recepção, ao chegar encontra uma senhora bem vestida e segurando um envelope verde na mão direita. Então Gyrwe lhe diz: Boa tarde senhora! Em que posso lhe servir?


Então com uma expressão facial de preocupação, a senhora lhe respondi: - Desculpa vim sem agendar uma consulta, mas estou precisando das orientações do Dr. Detypi. E preciso lhe mostrar esse ofício timbrado pelo Hospital Público de Tyohre.


Percebendo a inquietação nos gestos da senhora, Gyrwe pergunta: - Posso ver o ofício timbrado? Qual o vosso nome? Pois levarei o mesmo para o doutor.


Então a senhora lhe responde: - Me chamo Latrew Philk.


Obtendo à informação, a secretária pega o envelope e saí da recepção, indo até à sala do médico. Ao entrar na sala, os convidados estavam divididos no espaço e Dr. Detypi olha para Gyrwe que segura um envelope. Vendo o rosto de preocupação da secretária, pede licença aos convidados e pergunta à secretária: - Aconteceu alguma coisa, Gyrwe?


Entretanto Miss White percebe algo de estranho no ambiente e repara no envelope na mão esquerda da secretária. Então Gyrwe responde ao médico: - A sra. Philk está na recepção e pediu para o senhor ler esse ofício timbrado e se possível orienta-lá.


Ao ouvir o nome, Sr. White olha para a esposa e indaga: - Esse é o sobrenome da família de Kimberley? Será que aconteceu alguma coisa grave?


No mesmo instante Dr. Detypi pedi licença aos presentes e saí da sala com Gyrwe, indo em encontro da senhora na recepção. Chegando no local, o médico cumprimenta a Sra. Philk e pede para lhe acompanhar até uma outra sala. A mesma com o rosto de preocupação agradece os dois e segue o médico até uma sala muito bem decorada.
Nisso o Dr. Detipy abre o envelope e ao ver o logotipo do Hospital Público da cidade, senti uma estranha sensação. Mas pedi para Sra. Philk se sentar no sofá, enquanto lê o ofício que dizia:


Caro doutor(a),


Devido o fluxo inconstante de pacientes na área de neurologia, estaremos transferindo nossos pacientes para outra região. Atualmente o hospital passa por dificuldades administrativas, dando suporte para as emergências e casos simples de clínica geral. Esperamos à compreensão dos profissionais e cidadãos de Tyohre.


Que Deus abençoe à todos(as)


CEO Mr. Wuytre


Ao terminar de ler o ofício, Dr. Detipy se vira para Gyrwe e solicita que a mesma ligue para os seus pacientes neurológicos e diga que em breve eles receberão um comunicado à respeito das medidas tomadas pelo Hospital Público. Além do telefonema, o médico solicita que ela escreva uma carta à Dra. Zuip, lhe comunicando sobre a transferência dos pacientes neurológicos do hospital. Após ouvir as solicitações, Gyrwe pedi licença a Sra. Philk e saí da sala.


Então Dr. Detypi vai até o sofá e sentasse ao lado da senhora, com um ar de satisfação diz: - Obrigado por me trazer esse ofício Sra. Philk, mas o que posso lhe orientar?
E ela lhe diz: - Pois bem doutor. Eu sou bibliotecária na Biblioteca Pública aqui de Tyohre, e estava repondo alguns livros na área de encantados quando um rapaz achou um bilhete em um livro não retirado para leitura há exatos cem anos. Fiquei um pouco admirada, mas o rapaz com um rosto de surpreso pediu para levar o livro para casa, mas haviam restrições para retirar o livro da biblioteca. Percebi à decepção no rosto dele, mas logo em seguida o mesmo queixou-se de dor de cabeça, pedi que se sentasse novamente na mesa 26 do salão principal e fui pegar um copo d'água para ele. O sr. acha que eu fiz o certo?


Então Dr. Detypi com um semblante de interesse naquela história respondeu: A senhora agiu dentro dos padrões básicos de auxílio. Mas continue..


E Sra. Philk continuo dizendo: Após cinco minutos o rapaz, disse que a dor de cabeça havia diminuído e me agradeceu pelo copo d'água. Então lhe perguntei se queria que chamasse alguém? E ele me respondeu: Não precisa Sra. Philk.


Como estava preocupada, não havia percebido que não tínhamos nos apresentados e lhe falei: - Não se preocupe, e espero que tenha melhorado.
Nisso ele se levantou, pegou os outros livros mas desistiu de levá-los. Virou-se para a saída do salão, com um rosto pouco triste me disse tchau e foi embora. Porém para a minha surpresa, hoje cedo o rapaz apareceu na biblioteca com a minha sobrinha Kimberley..."

[A SINCERIDADE COMO NOSSO PADRÃO]
"Como é podre e fraudulento quando as pessoas dizem que pretendem 'falar-te francamente'. Que vais fazer, caro amigo? Isso não deveria precisar de teu anúncio, mas ser prontamente visto, como se estivesse escrito em tua testa, ouvido no tom de tua voz, um lampejo nos teus olhos — assim como a amada vê tudo no olhar do amante. Em suma, a pessoa franca e boa deveria ser como bode malcheiroso — tu sabes quando ele está na sala contigo."
— Marco Aurélio, Meditações, XI, 15
Nota: Marco Aurélio satiriza a falsidade da falsa modéstia e a hipocrisia de quem precisa anunciar que é honesto ou digno.
— Marcelo Hypolito Botelho

"Descanse no Senhor e aguarde por ele com paciência; não se aborreça com o sucesso dos outros, nem com aqueles
que maquinam o mal."


Salmos 37:7

Seja hábil em reconhecer que as palavras não resolvem todos os conflitos; às vezes, a reclusão do alfabeto se faz necessária.

A extinção das humanidades significará que toda insurgência e disrupção da mente livre estarão totalmente sepultadas." — Prof. Marcio Ueda

Negadores de ideias e pensamentos questionam: "O que você quer falando sobre geopolítica, mercado financeiro e macroeconomia? Você não entende nada, você não é cientista político e muito menos economista". Faço a leitura e leio o questionamento deles de forma ampla; equivale a perguntarem: "O que você quer falando sobre política? Você não é político". A humanidade é política, nada pode desconstruir isso. A humanidade e o que circula à sua volta envolvem política; atrofiadores de ideias e pensamentos jamais vão poder negar isso.

Sentimos na pele a questão geopolítica. Sentimos o aumento das mercadorias do mercado diante das guerras, das disputas territoriais e dos interesses econômicos. Sentimos a estrutura do sistema capitalista, as desigualdades, o aumento da violência, as imposições dos EUA e os tarifaços como medidas de retaliação. Sentimos até o aumento do dólar e da inflação. Esses assuntos não são de domínio apenas dos estudiosos, dos acadêmicos, dos diplomados. Pertencem a todos, principalmente a nós que sentimos na nossa pele o reflexo de uma estrutura também perversa e desumana.

Querem vetar direitos garantidos e constitucionais, colocando em risco a democracia, e querem nos silenciar. Querem nos transformar em analfabetos políticos devido às próprias estruturas do sistema que muito visam limitar o acesso à educação e às suas políticas públicas de inclusão social — principalmente uma turma que, por sua vez, quer mostrar domínio sobre a sociedade, uma elite que gera pobreza e quer nos transformar, simplesmente, em vítimas de suas próprias maldades, nos fazendo de culpados. Esse texto não é para desmerecer a importância de estudar, muito pelo contrário; devemos estudar e estudar muito, não devemos abrir mão desse direito de suma importância.

Diante de tudo o que foi escrito, quem imaginaria um migrante nordestino, que já passou fome, foi operário, sindicalista, formado em torneiro mecânico, assumindo a presidência de um país? Isso deixa essa elite indignada. E quando ele trabalha para garantir comida no prato dos que precisam, direito à moradia e o acesso ao estudo ao alcance de todos, essa elite sente como se estivesse tomando uma surra. O que resta dela é chamar o presidente de analfabeto e cachaceiro — deve ser porque a cachaça que eles tomam é importada.

Essa gente não tem vergonha de que, em pleno século XXI, ainda tenha sido necessário fazer isenção de imposto para quem recebe até 5 mil reais, cobrar a taxação dos super-ricos e o fim da escala 6x1. E o presidente ainda sente que falta fazer muito, porque ele sabe que a sociedade brasileira merece muito mais do que lhe veio sendo negado diante do histórico da formação da nossa própria sociedade.

O presidente que mais criou universidades no Brasil, que mais expandiu e investiu em políticas públicas, que aborda diversas temáticas com propriedade, desconstrói a visão mesquinha, tosca, covarde e vil de muita gente, que ainda o reduz e faz de tudo para anular os seus feitos.

O presidente está certo. Bora estudar, garotada! Bora estudar! Vamos nos especializar e mostrar para essa gente que somos muito mais do que eles querem nos transformar.

"A moral esquerdopata
é um engodo pra incautos
e acéfalos que vivem na
superficialidades pútrida
mascarada do esgoto numa
social autofagia canibalesca
que caminha à extinção."