Pensamentos Mais Recentes

Quem vive agarrado ao ódio do passado e estressado com o futuro não tem tempo para viver; viva o presente, o hoje e agora.
-Aldemi Escobar de Matos

Vinte e Quatro Horas: A Ficção da Idade e a Realidade do Amor

Vinte e quatro horas: a reflexão do tempo de vida. A cada milésimo de segundo a vida se esvai a caminho da incerteza do infinito. Pais e filhos, ascendentes e descendentes passam por nossa vida como gotas de água na imensidão do oceano de afetos e desilusões; as feridas cicatrizadas e as flores perfumadas das relações humanas ficam registradas no átomo Crístico que aflora do amor ágape, tão bem materializado por Jesus Cristo.
Agora são doze horas e chegamos à metade do dia. Mas, e da vida? Cinquenta anos? Ou a idade é pura ficção?
Não importa a quantidade das horas, e sim das frações de segundos que podemos transformar em momentos especiais e eternos. Focar nos fatos tristes consome nossos sentimentos, porém os momentos felizes nos alimentam a alma. Um abraço forte com um aperto de mão sincero eterniza os instantes, nos levando a não mais focar nos segundos, e sim nas horas. O relógio mecânico pode quebrar quando nós partimos, mas o amor verdadeiro é o relojoeiro supremo que ajusta todas as engrenagens das nossas relações. Afinal de contas, não somos proprietários uns dos outros, mas apenas companheiros de jornadas. O "eu te amo" da boca para fora é vazio, mas o "te amo" do fundo do coração é eterno: mesmo com o relógio quebrado, ele continua marcando aqueles minutos de refrão, relembrando o quão importante foi aquele aperto de mãos.
Agora já passa das vinte e três horas. O dia está se findando, e os poucos minutos para o encerramento nos fazem refletir na passagem desse ciclo, onde ficam as dores e as delícias das vinte e quatro horas passadas. Resta a reflexão para, ao nos recolhermos à nossa intimidade — onde só você e Deus sabem —, pensarmos não só no dia que se esvai, mas em todas as situações vivenciadas. Que elas sirvam de aprendizado para transformar o amanhã não em apenas mais um dia, mas em pegadas de amor deixadas nos corações que cruzarem as nossas vidas. #asantos👽

A vida é o tempo

Não é que a vida seja curta; é o tempo que passa rápido demais, conduzindo-nos por caminhos de contrastes, onde bondades e perversidades coexistem em toda a sua extensão.

Afinal, a vida é curta mesmo ou é o tempo que passa rápido demais?

Quem dorme de favor, não estica as pernas.






Carlos Leandro Colicigno.

Eu queria tanto ser, que agora que sou me pergunto se valeu a pena.... a frase é minha, o questionamento de muitos. Eu ainda não sou... estacionei no prós e contras...
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Falar em defesa do anarcocapitalismo é querer brincar com as vidas das pessoas.

A justiça não se realiza pela simples existência de tribunais, mas pela possibilidade concreta de impedir que o poder transforme a desigualdade em destino.

A igualdade política pode converter-se em instrumento de opressão quando a liberdade deixa de oferecer resistência à vontade da maioria.

O Direito é a memória normativa de uma sociedade, mas também o campo em que suas contradições históricas procuram uma forma de resolução.

A existência do Direito é um fato institucional; sua justiça é uma questão que nenhuma formalidade normativa consegue resolver por si mesma.

A lei não adquire legitimidade simplesmente por emanar do poder; sua autoridade depende dos limites que impõe à própria força que a instituiu.

O silêncio imposto a uma opinião não elimina sua verdade possível; elimina a possibilidade coletiva de descobri-la.

A liberdade individual encontra seu limite legítimo na igual liberdade dos demais, não na conveniência daqueles que governam.

A existência de um direito não garante sua realização; entre a norma e sua efetividade existe o território permanente do conflito humano.

O Direito não é uma ideia abstrata suspensa sobre a realidade, mas uma força histórica que somente existe quando se manifesta na vida.

O fim do Direito é a paz; seu instrumento histórico é a luta permanente contra a injustiça.

Natureza, arte e cultura

No Brasil, o debate sobre os limites da atuação do Estado na educação e a autonomia das escolas ganhou novos contornos com as decisões do Supremo Tribunal Federal envolvendo legislações sobre gênero e diversidade. Sob o ponto de vista do pacto federativo, o erro inicial dessas normas foi a usurpação de competência, uma vez que cabe exclusivamente à União criar as diretrizes da educação nacional, sob o risco de fragmentarmos a segurança jurídica e a própria Constituição Federal de 1988. 

No entanto, para além das discussões jurídicas, o problema real e mais profundo reside na conduta de defensores de causas gays que querem impor regras no ambiente escolar. A introdução dessas agendas nas salas de aula gera um preocupante efeito manada, influenciando e induzindo indivíduos em pleno desenvolvimento a seguirem suas condutas. Crianças são psicologicamente vulneráveis, e a exposição deliberada a esses temas, muitas vezes conduzida por malícia, ultrapassa os limites pedagógicos aceitáveis. 

Esse cenário de abuso de autoridade pedagógica não se restringe a uma única pauta. O mesmo erro grave acontece com o professor ateu que utiliza seu espaço para satirizar Deus, ou com o docente evangélico que tenta catequizar os alunos e impor seus dogmas religiosos. Em todos os casos, o erro está exatamente na conduta do profissional que desrespeita a ética de seu cargo. 

A sala de aula deve ser um espaço de neutralidade técnica, científica e plural. A formação moral, religiosa e as escolhas íntimas pertencem estritamente à esfera privada e ao livre arbítrio familiar. O funcionário público, seja qual for a sua crença ou orientação pessoal, deve se abster de usar sua posição para doutrinar ou moldar mentes infantis. Defender a neutralidade nas escolas é, acima de tudo, proteger a vulnerabilidade da infância e preservar o direito soberano da família de guiar os valores de seus filhos. #asantos👽

Não tente ser uma pessoa que os outros precisam alcançar. Seja uma pessoa com quem os outros queiram caminhar.

Deus fez o universo e pôs mundos dentro, e dentro do mundo pôs o homem para pôr o universo dentro da sua cabeça... a sua mente...
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Os vivos, por vezes, procuram nos outros o tormento que já carregam em si.

Que a força suprema potencialize essa capacidade extraordinária, fazendo de cada ideia uma explosão viva de significado e transformação.

O alcance de um pensamento focado no infinito é absoluto, capaz de transformar qualquer realidade com a precisão de um marco histórico.

A força que pulsa em um projeto dessa magnitude é vasta como o cosmos, exigindo uma manifestação à altura da sua genialidade.

Quando a energia ilimitada de uma mente grandiosa encontra o impulso supremo, a história é reescrita através de um impacto sem precedentes.