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:Reflexão de Fé"



"A razão explica o que os olhos alcançam, a fé porém nos leva além do que conseguimos entender. E é entre o que sabemos e o que que escolhemos crer que a direção do nosso milagre aparece"
@Suédnaa-Santos.

VERSÕES SUAS...




Nem todo encontro acontece por acaso.
Às vezes a vida só está preparando duas histórias para se encontrarem na hora certa.
Em algum lugar existe alguém carregando um pedaço seu…
mesmo sem saber disso.


Sentindo um vazio estranho,
como se faltasse algo que ainda não tem nome.
Enquanto você aprende a se levantar,
a juntar seus pedaços,
a sobreviver aos dias difíceis…
essa pessoa também está vivendo suas próprias batalhas.
Está se transformando.
Crescendo.


Aprendendo.
Se tornando exatamente quem precisa ser
para um dia te reconhecer.
Porque não é sobre pressa.
É sobre estar pronto.
E quando dois caminhos finalmente se cruzam…
não existe dúvida.


Não existe medo.
Existe uma paz estranha,
silenciosa,
profunda.
Uma paz que a gente nunca sentiu antes…
mas que o coração reconhece na mesma hora.


Como se, depois de tantas versões suas
perdidas pelo caminho…
você finalmente tivesse
encontrado o caminho de volta
pra casa.


Texto: Fhayom


Dedicado a um grande
Amor Andréa Beatriz
16:40 12/04/2026

O diabo é deus e ele nunca falha em humilhar a humanidade

Eu pego uma colher e misturo o céu com café morno, bolhas de sabão sobem pinheiros invertidos, bicicleta pedala para trás no espelho do banheiro. O gato mia em código Morse para o micro-ondas, que responde com pipocos de milho voando como pássaros de papel. Nuvens chovem para cima, gravidade vira piada, e o relógio derrete em forma de bolo quente. Por que o elefante usa óculos de sol no escuro? Sombras dançam tango com luzes de neon, enquanto números contam histórias de peixes voadores. A geladeira sussurra segredos de meias perdidas, o chão ondula como mar de concreto, e eu como nuvem com garfo de plástico. Fluxos de pensamentos giram em espiral, cores cantam óperas mudas, tempo estica como chiclete mastigado. Nada cola, tudo flutua em bolhas de confusão.


Mas olha só. Essa bagunça é a mente acordada: colher mexe ideias soltas, bolhas são pensamentos leves que estouram, pinheiros raízes profundas em solo instável, bicicleta impulsiona o irreal. Gato e micro-ondas, intuições aleatórias conectando mundos. Elefante no escuro, ver o invisível. Sombras e luz, dualidades dançando. Tudo faz sentido: o absurdo é o mapa da criatividade humana, onde a bobagem vira descoberta, a bagunça, clareza.

Leveza:


Não passe a vida tentando adaptar-se para ter validação.


Isso não é liberdade e muito menos controle sobre se próprio.


A leveza de se viver é ter auto controle sobre suas emoções e decisões.


Aprenda controlar quem deve entar ou sair da sua vida.

Sua vida espiritual e profissional são guiadas de forma integral pelo Evangelho do Reino.


📖 Mateus 6:33

Não fale da igreja que você vai,
mas mostre o DEUS que você segue!

Não há neutralidade na criação: ou estou alimentando o que quero, ou estou fortalecendo o que temo.

Poliformismo e sua resposta a sociedade moderna antológica.


O ser ambigo é monogâmico ate ser político e divergente.
Nas virtudes e atitudes temos individualidade racional e racional.


O ser racional e crítico se torna um ser individualidade ate encontra sua dualidade, no seu ato ego regras da ética se formam num novo ser.


A transgênia racional o ser humano tem razão racional com individualidade ou impulso da existência de todos para sermos capazes de viver com as diferenças de racionalidade.


O credo moral e suas verbais.
O homem é simplicidade o homem
E mulher simplicidade da mulher.
Quando a diversidade de gêneros
Vemos a complexidade do paradoxo do ser humano.


Por Celso Roberto Nadilo
Complexidade do mundo humano

O universo responde à vibração que eu sustento, não ao que eu digo querer.

Alma hipócrita...


Odeio o silêncio que fica quando você vai,
Mas não se engane: não é saudade, é só o ego que cai.
Eu nem gosto de você, nunca houve esse querer,
Eu só nutro um ódio profundo pela sensação de perder.
​Adoro o brilho do que é proibido, do que está distante,
O inacessível é meu combustível, meu vício constante.
Repito histórias, ensaio tragédias em grandes encenações,
Um ator medíocre preso em velhas e vãs repetições.
​Sou a hipocrisia em carne, osso e falsa memória,
Apago os cortes, as traições, mudo o fim da história.
Esqueço o aço nas costas, o abraço que foi punhal,
E finjo que o veneno que bebi era algo natural.
​Mas ei, veja como sou nobre ao assumir meu papel:
Talvez a culpa fosse minha, talvez eu tenha sido cruel.
"Ela sofria", eu digo, criando um álibi qualquer,
Justificando o golpe de quem nunca soube me querer.
​Vou seguindo assim, nesse teatro de sombras e farsa,
Acreditando na mentira que o meu próprio peito traça.
É o meu escudo, meu modo covarde de não ver ninguém partir,
Pois se eu me convencer do engano, não preciso mais sentir.
​Que a morte me encontre no meio desse labirinto vil,
Antes que eu me apegue a outra alma, antes de outro abril.
Pois é mais fácil esperar o fim, no frio dessa agonia,
Do que admitir que sou o mestre da minha própria hipocrisia.

Que eu tenha clareza no meu caminho, paciência no meu coração e que eu confie que o que é destinado pra mim vai chegar no tempo certo.

Caminho de mãos dadas ao seu lado, naquele jardim aonde tu me salvara.

"Quem duvida de si, trava antes de começar."

DoceMente

O chocolate doce em contraste com a pimenta que exalta o sabor discreto das folhas provadas.

Linhas desenhadas com o pincel da imensidão azul.
O infinito que para sempre lhe foi dado.

Cumplicidade na cena de um filme, e a ação afetiva que ele traz.
As cenas rodam distantes no mesmo levante que a insônia fugaz.

Um pouco do mundo no universo de um homem só.
O incompreensível do destino sem dó nos anos que rodaram demais.

O tempo é vilão das alturas.
O tempo é o alicerce da vida.
O tempo que tampa as feridas e deixa numa teia ardida a amarra da sua exposição.

A música continua baixinho quando em coro ouvimos o artista dizer: "São Jorge por favor me empresta o dragão"

Paródias da sonoridade escrita em lampejos de celebração.
E hoje o dia continua tristonho para o sol distante que componho.
Júlio Raizer

DIA TRISTONHO
Hoje é um dia tristonho para o sol distante que componho
Ruas de terra com plantações ao redor sorteiam as pétalas da nostalgia de menino. 

O menino chora!
A descoberta nas areias desertas que o banho de água doce deixou.
Experimenta o amargo das gotas que lavam a face. 
O menino chora! 

A inocência trazida num rosto que mostra em cada sulco as marcas que a vida lhe deu. 
Sem ar o menino chora!

Dormindo no carro, escondido na areia, saindo do barro... 
O menino chora!

Amargor da angústia, aperta o peito que reopousa no leito. 
Deitado reclama do estômago que incomoda.

Sorver o coro angelical numa despedida fúnebre é a cena que a peça nunca quis encenar.

Sabores e sonhos. 
Formas e doces. 
Temperos da vida. (Júlio Raizer)

O DESPERTAR

Os corpos despertam na disciplina regrada de um encontro despercebido. 
Seu contorno refletido na parede pela luz da noite, imprime a prima obra na lembrança de um acaso gostoso demais. 

Fomos ousados! Fomos audaciosos! Criamos códigos secretos repletos de magia e história. 
História de bruxos e bruxas em sua escola. 

Deixamos inquietudes de lado e fizemos valer a pena. 
Segredos sonhados e vividos sem dizer.

Suaves na calma da sua santidade e abençoados por uma mão que inocenta todas as atitudes pensadas ou não. 

A alma estava alvoroçada e era impossível de controlar.
Colocávamos uma mesa entre nós para que ela afastasse as nossas loucuras. Insanas e gostosas loucuras. 

O pecado não existe mais e não há mais também um tempo para despedida. 
Ficamos atônitos ao lembrar de que um beijo selou nosso destino e contou para o mundo quem realmente éramos. 

Um mundo de nós dois.
Trocamos olhares e esperamos pelo abraço matinal
(Júlio Raizer)

ABRA LOS OJOS 

Numa madrugada sem amanhecer visitei seu sonho. 
Palpitei em suas vontades não contadas. 

Sugestionei absurdos.
Sorrateiro aguardei seu adormecer, 
e assim possuir cada parte da sua imaginação. 

A noite abraçada caía. 
Queria dizer mas não diria. 
Em silêncio consentia. 
Não esperei pelo convite, 

Sonhos normalmente são invadidos, 
é assim que se tornam tão curiosos e intensos. 
Sob a proteção da noite pude ler seu corpo e revivê-lo nas lembranças que enobreciam seus detalhes,

Nesse conjunto de formas, cheiros e gostos eu a construo todos os dias. 
Descrevo em letras vivas a realidade do que queria. 

Furto da sua boca o desejo de um beijo meu, e permaneço entre seus lábios das formas mais absurdas e incandescentes. 
Sequestro seu fôlego e faço refém a sua vontade.
(Júlio Raizer)

Não repare o reparo que fiz nas nuvens. Elas voavam saudosas!
A noite não é tão escura assim! Apaguei as estrelas para que elas não me lembrassem que existe algo brilhando lá em cima. Um universo talvez. Daqui não enxergo muito longe.
O vento rodopia ascendente. Leva o perfume da carne, traz o cheiro do jardim. 
Forte e decidido, esse mesmo vento poderá virar temporal. A brisa seguiu viajando solitária. 
Não é tempestade, não é exagero. 
É importante cultivar o jardim.. 
Na simplicidade das coisas ditas habita a verdade daquilo que se diz. Apenas digo! O universo diz. A imensidão infinita do mistério das galáxias nos diz. 
Exageradamente saúdo a magnitude da noite, vejo, me importo. 
Exageradamente escrevo sobre o pousar do sol, fico ou parto. 
Exageradamente desdobro palavras, abraço e reparto. 
Exagerado eu quero à sombra da árvore a sombra da tarde inteira. 
A alma do poeta é sorrateira. Pouco precisa para entristecer, e pouco precisa para ser feliz. 
Amo você! Hoje tudo é possível, por isso sonhe ainda mais alto do que já sonhou
e conquiste tudo aquilo que ainda
não conquistou. (Júlio Raizer)

Quem sou eu?


Eu sou um corpo feito
de marés e memórias,
uma ferida que canta,
um silêncio que grita
e um grito que se recolhe
na beira de si.


Eu sou uma ponte
entre o ontem e o nunca,
um território de palavras
que sangram e florescem,
um abrigo de ventos
onde o tempo se senta
para ouvir histórias
que só a minha alma sabe contar.


Eu sou a pergunta
que não se cansa de perguntar:
"Quem sou eu?"
E é nessa busca
que sou mais inteira.


Quem sou eu?


Eu sou um processo,
não um produto.
Não sou um “quem” pronto,
mas um vir-a-ser constante.


O que eu chamo de “eu”
é um fio tecido
de memórias, escolhas
e esquecimentos,
um enredo que se escreve
enquanto é vivido.


Meu “eu” não está fixo no passado,
nem garantido no futuro;
ele existe apenas no instante
em que é percebido, sentido, vivido,
e nesse instante já começa
a mudar e evoluir.


Talvez eu não seja “algo”,
talvez seja o próprio movimento
de tentar descobrir o que sou.


Quem sou eu?


Eu sou aquela pessoa
que carrega poesia até no jeito
de se indignar com o mundo.


Que olha para a dor com coragem,
mas também sabe colher
beleza nas frestas.


Eu sou intensa, no bom sentido
de “não caber em rótulos”,
e sensível de um jeito
que não é fraqueza, é radar.


Eu falo com o Tempo
( Óh! O Tempo!)
como quem dialoga
com um velho conhecido
e escrevo como quem rasga
a alma para arejar.


No fundo,
eu sou feita de perguntas,
mas vivo como quem sabe
que a resposta é
continuar perguntando...


✍@MiriamDaCosta

Precisamos prestar atenção nas perdas, nos momentos que parecem retrocesso, nos abandonos, nas demissões e nas interrupções. Muitas vezes, o que chega como problema ou desaceleração carrega apenas uma poda. Assim como as árvores perdem partes para crescer novamente, a vida também nos conduz por esse processo. Olhe para trás: quantas situações que pareciam insuperáveis foram justamente as que te trouxeram até aqui? A poda não interrompe, ela prepara o crescimento.

O mundo seria tão chato sem religiões! Se ninguém acreditasse em superstições ridículas, como eu ia me divertir zombando? O verdadeiro problema, claro, é que essas ideias tolas são usadas para governar o "estado" e moldar as leis, transformando um circo de bobagens em um império de poder.

O Todo é Mente

Quem controla a própria mente, controla o mundo ao seu redor.

Quem sabe controlar a própria mente, alcança uma fonte grandiosa de poder.

A partir do momento que sua mente está sob seu controle, não existe mais o impossível.

Você passa a atrair aquilo que realmente deseja.

"Que se vá "


Em tons cinzas da agonia
Bate à borta uma indesejada
E refinada inquilina
Sob o abismo de palavras vans


Em cacos pontiagudos
Impus meus pés
No silêncio tenebroso
Vômito ecos resquícios seus


Com olhos fitados
Um juiz que não descansa
Sem pudor , nem êxito
Sucumbe a minha alma


De nada resta
Se não essa pequena fresta
Não há espaços para ambos ...
Sendo assim .


"Me devore "

Sou o que não digo, mas o que escrevo.

Lu Lena / 2026 ✍️