Pensamentos Mais Recentes
“Eu me acostumei a seguir em frente, mas confesso: há partes de mim que ainda estão paradas naquele instante em que tudo mudou sem pedir permissão.”
— Anderson Del Duque
“Eu continuo andando, mas carrego dentro de mim um lugar onde o tempo não passa… e é lá que moram todas as coisas que eu nunca consegui deixar para trás.”
— Anderson Del Duque
“Tem dias em que eu me perco de mim mesmo, não por fraqueza, mas porque algumas lembranças me puxam de volta para lugares onde eu ainda não aprendi a me despedir.”
— Anderson Del Duque
“Eu descobri que crescer não é esquecer o que doeu, mas aprender a sorrir mesmo carregando dentro de si tudo aquilo que ainda insiste em machucar em silêncio.”
— Anderson Del Duque
Entre o só e a mente
Só.
Somente só.
Incrivelmente só.
Só.
Só mente — incrível.
Mente só.
Só.
Não se enxerga o sonho de ninguém, mas, ao acordar, todos têm os seus.
Os seres humanos precisam respeitar uns aos outros.
Ninguém me ensinou a viver,
não veio guia, nem roteiro,
nem um mapa dizendo
onde eu deveria pisar.
Helaine Machado
Mestre dos Pretextos é uma obra de 2020 do autor brasileiro Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), que se apresenta como uma trilogia explorando o cruzamento entre filosofia, poesia e realismo fantástico. [1, 2, 3]
Estrutura da Obra
O livro é composto por três volumes que formam uma unidade temática e reflexiva: [1]
Delírio Absoluto da Multidão Atônita: Foca na percepção coletiva e nas reações humanas diante do inesperado ou do caótico.
Pacífico em Brasas: Sugere uma exploração de contrastes internos e conflitos existenciais.
Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas: Envereda por temas metafísicos e espaciais como guia para a incerteza. [1, 2]
Análise Temática
A obra destaca-se pela densidade lírica e por uma abordagem multifacetada do indivíduo na sociedade contemporânea: [1, 2]
Existencialismo e Metafísica: Michel F.M. utiliza sua formação em filosofia e história para questionar a condição humana, frequentemente recorrendo a metáforas sobre "pretextos" — as justificativas ou fachadas que as pessoas criam para navegar na realidade.
Dualidade Humana: Assim como em outros poemas do autor (como "Um homem tão bom quanto qualquer outro"), há uma análise da "bondade" medíocre e da fachada social que esconde instintos brutos.
Realismo Fantástico: O autor desafia os limites da imaginação, convidando o leitor a uma "autoformação" por meio de cenários oníricos e reflexões profundas sobre o "ser". [1, 2, 3, 4]
Sobre o Autor
Michel F.M. é um artista multifacetado de Salto (SP), atuando como poeta, compositor e filósofo. Membro de academias de literatura como a AISLA, ele é conhecido por uma produção prolífica que transita entre a comunicação social e a psicologia aplicada. [1, 2, 3, 4, 5]
A obra pode ser encontrada em plataformas como o Clube de Autores e a Estante Virtual. [1, 2]
O ego masculino não grita…
ele se esconde atrás de certezas,
de palavras duras
e silêncios que ferem mais que gritos.
Helaine machado
Viver…
é como um trapézio no ar:
tem seu auge,
tem sua queda,
e, entre um e outro,
o medo de não alcançar o próximo impulso.
Helaine machado
A realidade não se entrega pronta; deve ser buscada com meticuloso discernimento. Muito do que ouvimos são opiniões, e muito do que vemos são aparências. A prospecção do real exige esforço e lucidez.
Às vezes a gente esquece o quanto já caminhou, mas eu estou aqui para te lembrar. Somos mais forte do que vcs imaginam e merecemos cada coisa boa que está chegando. Nosso orgulho e de cada pequena vitória
DeBrunoParaCarla
Minhas lágrimas molham o papel,
e a caneta faz curvas incertas,
como se desenhasse
um grito que ninguém ouviu —
mas que alguém, um dia,
talvez consiga ver.
Helaine machado
A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.
Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.
A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.
Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.
O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.
Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.
Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.
Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.
Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.
Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.
Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.
Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.
Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.
Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.
No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.
É sobre não se perder de si mesmo no processo.
A obra Áspera Seda, do escritor brasileiro Michel F.M., é frequentemente apontada como o ponto alto de sua produção literária, sendo classificada por parte da crítica como um marco da poesia contemporânea brasileira. [1]
Abaixo, os principais pontos para análise desta obra:
1. Dualidade e Temática
O título "Áspera Seda" já carrega a contradição central da obra. O autor explora o contraste entre o delicado e o brutal, o sublime e o decadente.
Condição Humana: O texto mergulha em uma discussão poético-filosófica sobre as misérias e magnitudes do ser humano, questionando o que nos "sentencia" à existência.
Julgamento e Absolvição: Um dos versos mais conhecidos da obra — "Áspera Seda, Me absolve, me condena" — sintetiza o tom de julgamento interno e a busca por redenção que permeia os poemas. [1, 2]
2. Estilo e Linguagem
A escrita de Michel F.M. transita entre o rigor formal e a liberdade da prosa poética.
Prosa Poética: Antes de Áspera Seda, o autor já explorava esse formato em obras como (Des) rimando, o que conferiu ao livro uma fluidez narrativa dentro da lírica.
Tom Filosófico: A obra não se limita ao sentimento puro, mas busca fundamentação em dilemas existenciais, aproximando a poesia do ensaio filosófico. [1, 2]
3. Impacto e Edições
Recepção Crítica: É considerada por alguns críticos como um dos melhores exemplos da poesia brasileira atual por sua densidade temática.
Disponibilidade: Devido ao sucesso inicial, a obra foi republicada em antologias e formatos de "Volume Único" (1ª e 2ª edições), reunindo o corpo principal de sua produção poética daquele período. [1, 2]
Ser sincero é a melhor coisa na vida de um homem, porque, dessa forma, a única coisa que pode destruí-lo é a própria mente.
Fé não é ausência de medo, mas sim a convicção que existe uma força maior operando a favor de quem crê no impossível de Deus.
PROTEÇÃO DIVINA
Às vezes, o que nos mantém de pé não é o que as mãos alcançam ou o que os olhos veem. É a força silenciosa que nos acolhe quando o chão parece faltar.
Segurança não é sobre ter todas as respostas, mas sobre saber Quem nos segura em cada detalhe. No vazio das certezas, o sustento e a fé é real.
Lu Lena / 2026
AS VEZES É NECESSÁRIO
SER O CAMPEÃO,
MAS TAMBÉM MOSTRAR
PORQUE VOCÊ FOI CAMPEÃO,
SEM GAGUEJOS OU COISA PARECIDA,
SENÃO SERÁS APEDREJADO
COMO NOS VELHOS TEMPOS
JÁ ERA!!!
Os sonhos morrem quando se deixa de acreditar no Poder da realização e se começa a acreditar naqueles que dizem que, não vale a pena acreditar naquilo que se deseja e que os seus sonhos nunca vão dar certo... mas isso tem muito mais a ver com as desilusões, decepções e frustrações de quem fala do que com as possibilidades de realização dos seus sonhos propriamente dita!
