Pensamentos Mais Recentes
A Odisséia de Um Homem
"Digo mil vezes, se preciso for,
Ao vento, ao tempo, a quem quiser ouvir:
Não busco a glória, a pompa ou o louvor,
Nem pedestal quando eu partir.
Não faço jus a ritos de memória,
Nem a medalhas por heróis vencidas,
Não quero fotos contando a minha história
Em galerias de "homens honrados" e esquecidas.
O que me basta é muito mais profundo,
É rocha firme que ninguém consome:
Não devo nada aos aplausos deste mundo,
Não prendo a alma à vaidade de um nome.
Pois minha existência, inteira e consciente,
É o maior legado que eu podia ter.
Suficiente, viva e presente,
O ato sagrado e simples de ser.
O que é meu, ninguém pode furtar,
Nem o tempo, nem a terra, nem o fim.
Só o Criador, que me viu caminhar,
Sabe a riqueza que guardo em mim.
E quando a hora derradeira chegar,
Sem levar ouro, medalha ou abrigo,
Deixarei o mundo a continuar,
Mas a minha existência... levarei comigo!"
D'Ante
O QUE MAIS OS ASSUSTA
“Eles nos treinaram para baixar os olhos e guardar o pouco que sobrasse.
Foi assim que aprendi o que mais os assusta: duas pessoas dividindo quase nada e, ainda assim, recusando-se a abandonar uma à outra.”
— Vaelen
Fragmentos de THE MOEDARA PROTOCOL
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
São Paulo de Todos
São Paulo de todas as raças,
de todos os rostos,
de todos os traços,
de todos os gostos.
De todos os tons,
de todas as cores,
de todos os sexos,
de todos os amores.
De todos os cheiros,
de todos os sabores,
de todas as ruas,
de todos os rumores.
De todas as tribos,
de todas as crenças,
de todas as vozes,
de todas as diferenças.
De todos os sonhos,
de todas as lutas,
de todas as chegadas,
de todas as partidas.
De todos os sotaques,
de todas as origens,
de todas as histórias,
de todas as margens.
De todos os credos,
de todos os desejos,
de todos os abraços,
de todos os beijos.
De todas as noites,
de todas as manhãs,
de todos que chegam
e dos que aqui ficarão.
São Paulo não é de um só.
Não cabe em um nome,
não vive de uma cor,
não fala uma língua apenas,
não conhece um único amor.
São Paulo é de todas.
São Paulo é de todos.
De quem nasceu.
De quem chegou.
De quem ficou.
De quem partiu
e, mesmo distante,
nunca a deixou.
São Paulo de todas as vidas,
de todas as possibilidades,
de todos os mundos
que cabem dentro de uma só cidade.
Autor: Fernando Rinaldo Zingra
Data: 17/09/2026
O melhor lugar do mundo
(1Evaristo)
.JQuest tem plena razão
Quanto ao melhor lugar do mundo
Já superei dores das dores do coração
Até ao desânimo de muita exaustão.
Tudo o que a gente sofre
Num abraço se socorre,
Tudo que a gente não fala
Um abraço nesta hora basta.
Todas as maiores dores,
Perdas, quedas, desamores
Um abraço nos acolhe,
Estaria perdido, Senhoras e Senhores,
Mas o abraço que me acolhe
Não deixa que nada em volta piore.
feradapoesia.blogspot.com
A disciplina é o maior canal potencializador da motivação. E não o contrário. As pessoas invertem: "eu quero estar motivado para fazer". Não. Você deve ser disciplinado; é durante a execução que você se motiva quando percebe os microrresultados. É aí que a motivação vem.
Motivação é quando se tem um motivo para agir, mas nem sempre lembramos desse motivo. Não existe virtude quando é por conveniência, isso é maquiagem social. Não somos perfeitos, somos suscetíveis a erros diariamente.
Salmos 55:22
Lança o teu cuidado sobre o Senhor,
e ele te susterá;
não permitirá jamais
que o justo
seja abalado.
“Não carregue o que Jesus ordenou entregar: deposite sobre Ele, confie e continue firme!”
Na resiliência cósmica, infinitamente caótica, as evidências se desdobram em um estado primitivo, divergente da visão tridimensional. Compreender a quarta dimensão abre a perspectiva dos antigos deuses e astros míticos, tornando a imersão da mente no caos ambiental alternadamente sutil e complexa. As paredes da existência cognitiva — responsáveis por desenhar nossas reações — transformam-se em fardo; contudo, o olhar cubista compreende que o estado físico não exige forma estática ou frequência fixa, mas sim a existência em um estado de percepção inata.
Nossa mente projeta fantasias dentro de uma realidade simulada para alcançar entendimento: do fogo ao foguete, carregamos as marcas e as consequências de nossas próprias criações. Aceitar o que somos, para além do que podemos ser, confronta a estrutura cognitiva que guia nossa evolução. Para muitos, basta o conforto da percepção bidimensional, na qual a consciência permanece confinada a padrões previsíveis de perguntas e respostas.
Quando ocorre a fuga dessa zona de conforto e os sentidos se transmutam, surge o movimento em direção à loucura: o gênio isolado por ideias fractais, inerentes à ampliação cognitiva. Este fenômeno paradoxal abre a realidade em um mosaico de possibilidades, concedendo a solitude dos versos divinos em um universo onde os pigmentos do real são pintados para dar sentido ao todo.
Dissolver-se no caos absoluto revela a beleza hipnotizante do tornado. Compreender a tempestade e a calmaria em seu centro é reconhecer que tudo segue uma ordem rígida, conectando o microcosmo ao macrocosmo. Essa configuração transdimensional oscila entre probabilidades no tecido do espaço-tempo, tornando a visão cubista a leitura pragmática de dimensões sobrepostas em camadas.
Enquanto a geometria simples exige dois pontos para definir uma linha, a cognição ampliada enxerga três pontos ancorados. No centro do olhar, um horizonte de eventos engole as variáveis na função da singularidade. Vivemos entre páginas sobrepostas de uma realidade alternativa e ambígua; observar o próprio pensamento no âmago da mente é dar funcionalidade ao tempo e ao espaço, transcendendo a própria existência em sua magnitude.
Às vezes, você não está esperando muito; só está esperando da pessoa errada.
Quando você entende isso, tudo muda: sua paz começa onde a expectativa termina.
Meu nome é Hilário.
Sou tão alegre que me chamam de hilário.
— Que hilário! Que engraçado!
Tem momentos em que eu sou hilário.
há eu fui bom pensamento
No dia frio que a carência bateu mais forte do abstinência
Que era um corpo com temperatura 39 grau
Pra dizer que me aquecer era melhor do que parece contido
Pra não parecer faminto
Pra que dizer …
Se vc some toda vez
Que sinto
A presença que exalar
Testosterona
Que arrepia pele
Pq encontrou seu lugar
O arrepio fácil
Modo atrapalhado
Por não saber agir
De forma sútil
Fica parado
Esperando a ação
Inesperada do impulso
De uma leoa
Que sabe pq veio fazer
Atacando a pressa fácil
Com cheiro de medo
De si perder denovo
E não saber volta
O Girassol que Floresce mesmo na Ausência do Sol
Você é o Girassol que aprendeu a florescer também à noite, depois que compreendeu que nem sempre o sol vai aparecer — quando a sua delicadeza se mostrou forte.
Pois tem a resiliência de uma mulher incrível, cuja determinação é enorme, além de um charme naturalmente expressivo entre outros detalhes, sensações e instintos.
A sua intensidade e a sua elegância têm uma relação bastante aprazível, como admirar o brilho das estrelas e a presença cativante de uma linda flor de pétalas amarelas.
Pru quê tu chora? Pru quê? Hem?
Pru quê teu peito saluça
E o coração se debruça nos abismos do sofrê?
Tu pode me arrespondê?
Pru que tua arma suzinha
Pela estrada caminha sem alegria mais tê?
Pru quê teus óio num vê
E o coração não iscuita
No sacrifício da luta esse convite a vive?
Eu te pregunto, pru quê?
Pru quê que os pé já sangrando
Continua caminhando pela estrada do sofrê?
Pru quê tua boca só fala
As coisa triste da vida
Que muitas vez esquecida dentro do peito se cala?
Quando o amô prefume exala
Pru quê tu mata a semente
Dessa alegria inocente que no seu sono se embala?
Pru quê que teu coração
É como um baú trancado
E dentro dele guardado só desespero e aflição?
Pru quê num faz, meu irmão
Uma limpeza lá dentro
Varrendo com pensamento os espinho da mardição?
Pru quê tu veve agarrado
Nas asas desse caixão
Que carrega assombração desse defunto passado?
Hem? Se tu já veve cansado
Enterra todo o tormento
Na cova do esquecimento pra nunca mais se lembrá?
Dispois disso vem mais eu
Vem ouvi pelas estrada
O canto da passarada que em seu peito emudeceu
Escuita a voz das cascata
Cheira o prefume das mata
Olha os campo, tudo é teu
Aprende com os passarinho
Que só tem voz pra cantá
Com o sór que nasce cedinho e vem teu frio esquentá
Óia as estrela, o luá
Mas antes de tu querê isso tudo arrecebê
Aprende primeiro a dá
A criança encontra alegria nas pequenas coisas, transforma objetos simples em descobertas e não precisa de grandes explicações para se encantar com o mundo. Para ela, viver é experimentar, imaginar, brincar e descobrir.
