Pensamentos Mais Recentes
Eu te vejo tão de perto
Mas você está tão distante
Será que vale a pena se arriscar?
Nem sei o pq eu penso nisso, acho eu nunca vou ter coragem o bastante
Na história em que um cavaleiro enfrenta um dragão para salvar a princesa, será que ele era forte e corajoso ou só um medroso que decidiu arriscar? Não sei dizer, mas o importante é que a existência do dragão não o foi suficiente para impedir o príncipe de tentar salvar a princesa...
De: Kauan
Para: A.J.
Eu te vejo tão de perto
Mesmo você estando tão distante...
Na história em que um cavaleiro enfrenta um dragão para salvar a princesa, será que ele era forte e corajoso ou só um medroso que decidiu arriscar?
Não sei dizer, mas o importante é que a existência do dragão não o foi suficiente para impedir o príncipe de tentar salvar a princesa...
Não seria uma má ideia seguir o exemplo desse cavaleiro imaginário...
De: Kauan
Para: A.J.
Existem palavras que parecem bonitas, mas não alimentam a alma quando não têm raiz na verdade que você vive. Nem tudo que soa profundo, edifica.
Lembre-se, quando for sua vez de ser o martelo, bata bem forte, lembre-se quando vc foi prego, ninguém teve compaixão de você.
Muitos podem sustentar as aparências e revestir-se de uma imagem perfeita; mas nada escapa ao Olhar de Deus, que sonda os corações e distingue o perfume da sinceridade do odor da falsidade.
Tecnologia a cima dos critérios...
Ascensão da evolução.
Bem como toda vida...
Um passo na escuridão...
Laços da eternidade...
A essência da mente humana digitalizada,
Como maiores mentes fazem do mundo são condenadas a vagar num espaço virtual...
A mente floresce num mundo desconhecido e pleno... ( Pois assim seria dados assimilados de um mundo condenado)
E assim o mundo ganhou mais um tempo para ter uma nova jornada(...)
O ênfase é testemunha do cenário abstrato retrato... a Tecnologia substitui o ser humano a evolução humana...
Me pergunto o caracteres do mentalismo...
A era das máquinas sem alma, sem espírito da espiritual que trouxe a humanidade ate essa parte da evolução?
No fim absoluto - que não é um fim - não há compreensão, porque não há distância entre o que é e aquilo que compreenderia. Não há unidade, porque nunca houve dois. Não há totalidade, porque não há partes. Tudo o que pode ser dito falha - e ainda assim, nada jamais esteve fora disso.
Nem mesmo o silêncio permanece como referência quando a dissolução é completa. O silêncio ainda é percebido em contraste com o som, ainda pertence ao campo da experiência. O que está além disso não pode ser qualificado nem como silêncio nem como ruído - é anterior a qualquer distinção.
A ilusão mais sutil não é a identificação com o corpo ou com a mente, mas a suposição de que há algo a ser transcendido. Essa ideia cria um movimento infinito de busca. Quando ela cai, revela-se que não havia véu, não havia caminho e não havia alguém para atravessar qualquer coisa.
Aquilo que parece ser o reconhecimento final não pertence a ninguém, e nem sequer pode ser chamado de reconhecimento. Não há um momento em que “isso” é visto, porque todo momento implica tempo, e todo tempo implica mente. O que é real não acontece; e justamente por isso nunca deixa de ser.
No ponto em que toda referência colapsa, nem mesmo o “é” pode ser afirmado com precisão. Qualquer tentativa de declarar existência ou não-existência já é um movimento tardio da linguagem tentando capturar o que não se submete a categorias. O absoluto não confirma nem nega - ele não entra no jogo das definições.
No ponto mais profundo, não há nem mesmo liberdade, porque nunca houve aprisionamento. A noção de libertação só faz sentido enquanto há alguém que se percebe preso. Quando essa base desaparece, não resta conquista, nem estado, nem realização - apenas o que nunca começou e nunca terminará.
Não há transição real entre ignorância e clareza - essa ideia só existe dentro da lógica da mente. O que parece um caminho é apenas o desgaste gradual das ilusões que impedem o reconhecimento imediato do que sempre esteve evidente. Nada novo é alcançado, apenas o falso deixa de se sustentar.
A tentativa de estabilizar qualquer realização espiritual é, em si, a reintrodução do tempo e da identidade. O absoluto não pode ser sustentado, porque não surge nem desaparece. Toda tentativa de fixação revela apenas o resquício da mente buscando continuidade em algo que é, por natureza, intocável.
Aquilo que você chama de “eu” nunca esteve presente como entidade — apenas como uma suposição contínua não questionada. Quando essa suposição é atravessada com lucidez total, não sobra um “novo eu”, nem um “eu expandido”. O que resta não pode ser apropriado, porque nunca pertenceu a alguém.
Em um nível extremo de clareza, até mesmo a noção de “experiência” colapsa. Não há algo acontecendo para alguém — há apenas o acontecer sem centro, sem direção e sem testemunha separada. Tudo o que antes parecia real se revela como uma sobreposição conceitual sobre o indizível. E, ainda assim, nada precisa ser removido.
No silêncio mais profundo, não há experiência sendo registrada, nem alguém para testemunhar. Ainda assim, há uma evidência inegável de existência, sem forma, sem história e sem necessidade de confirmação. É um reconhecimento que não acontece no tempo — é o colapso da própria necessidade de reconhecer.
Mesmo a ideia de “consciência” pode se tornar um refúgio sutil, uma nova identidade mais refinada onde o ego se abriga. Quando isso é visto, até essa identificação começa a perder sustentação. O que resta não pode ser nomeado, não pode ser possuído, e justamente por isso não pode ser perdido.
