Pensamentos Mais Recentes
Veja um raio de luz na escuridão.
Existe esperança quando tudo parece perdido.
Siga em frente. Caminhe com fé.
A luz de Cristo irá guiar você.
Lembre-se do passado
sem carregar o peso,
Ninguém esteve ao seu
lado quando o fogo
atravessava a existência,
Manter a memória acesa
é questão de inteligência.
Quem não te apoiou ontem
mesmo que tu hoje conceda
o seu apoio heroico --
pouco garante ou mantém
a fidelidade do outro intocada,
O vício alheio por domínio
é algo que não permite-se
esquecer por causa deste
veneno quase o ter sucumbido.
Caso irá apoiá-lo não se esqueça
de quem trai uma única vez,
o trairá milhões de vezes -'
Apoie desde que ele retribua
de imediato os seus interesses,
O Deus Doador de Fé, Protetor,
Poderoso, Irresistível e Majestoso
que te sustentou e sustenta
agora na paz te sustentará;
na sua paz com direito aos oásis
e o seu celeste caravançará.
Por tua escolha ou onde quer
que fique ou pela vida passe,
será cercado por serenidade
tulipas vermelhas e pinheiros
em floração sempre na direção
do teu tranquilo e verdadeiro amor.
AINDA NÃO É O FIM.
Como o servo suspira por água,
a minha alma suspira por Ti.
Minhas lágrimas me sustentam, Senhor;
és o meu alimento,
pra não desistir.
Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?
Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.
Lembro-me
de quem Tu és.
A minha alma, mesmo abatida,
sustenta a fé.
Direi ao Senhor:
Tu és a minha rocha,
e é esta rocha
que firma o meu pé.
Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?
Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.
DA ESCRITA COMO DESTINO DA CONSCIÊNCIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Não nascemos prontos.
Somos rascunho.
Somos folha ainda em branco
à espera da coragem de ser escrita.
O mundo não nos entrega sentido acabado.
Entrega-nos silêncio.
E diante desse silêncio
erguemos a palavra.
Não a palavra leve.
Mas a palavra que pesa.
A que nasce do conflito interior.
A que atravessa a noite da dúvida
e ainda assim decide existir.
O escritor não sobe a um palco.
Desce ao abismo.
Ali onde a consciência se fragmenta.
Ali onde as perguntas não têm resposta imediata.
Ali onde o ser confronta sua própria nudez.
Escrever é expor-se sem plateia.
É enfrentar a si mesmo
antes de enfrentar o mundo.
Cada frase é um ato de responsabilidade.
Cada parágrafo é escolha moral.
"Depois que eu partir."
A frase não é melancolia.
É exame de consciência.
Que restará de mim quando o corpo cessar.
Que ideia permanecerá.
Que inquietação continuará a arder.
A tinta seca.
O papel envelhece.
Mas o pensamento, se verdadeiro,
migra para outras mentes.
O escritor não busca aplauso.
Busca coerência interior.
Busca traduzir o indizível
e dar forma ao que inquieta o espírito humano desde sempre.
Escrever é organizar o caos.
É impor estrutura à angústia.
É transformar dor em conceito.
É converter amor em reflexão.
Não se trata de ornamentar a realidade.
Trata-se de iluminá-la.
Mesmo quando essa luz revela fissuras.
Há coragem em quem escreve com lucidez.
Porque escrever com lucidez
é admitir a própria finitude
e ainda assim escolher deixar vestígio.
O texto é mais que linguagem.
É presença prolongada.
É consciência que atravessa o tempo
e dialoga com quem ainda não nasceu.
Eu sou o que escrevo.
Sou a soma das ideias que sustento.
Sou a responsabilidade de cada palavra que lanço ao mundo.
O corpo findará.
O silêncio retornará.
Mas aquilo que foi pensado com verdade
continuará a provocar,
a inquietar,
a despertar.
Porque a escrita não é som que se dispersa.
É pensamento que se fixa.
É chama intelectual que passa de mente em mente
e se recusa a apagar-se.
E no confronto inevitável com o tempo,
descobrimos que viver
é redigir a própria consciência
com a dignidade de quem sabe
que cada linha escrita
é uma escolha eterna diante da própria alma.
O PÊNDULO DA SAUDADE
De: Carlos Silva
Eu sinto o cheiro da saudade permear-me o juízo, sinto o toque da vontade pulsante em meu coração, mendigando um segundo do teu olhar, feito faíscas elevadas das brasas que estalam e aquecem o ar.
Lanço-me nas covas solitárias dos escombros mais remotos, para fugir do tanto que em te penso. Meu pensamento vaga feito pendulo de relógio de parede cuja função é ir e vir, ir e vir em ritmado e preguiçoso compasso que só serve para avançar o tempo que não mais terá tempo de voltar.
Preso estou na ampulheta do passado, escorregando para outro espaço até que possa completar o ciclo e ser retornado à posição repetitiva do marcar um precioso tempo. Passo e compasso, espera que se confunde com a demora e isso só aumenta a saudade imposta pelo sentir que pulsa do coração como se fosse o pêndulo do relógio que insiste em bater no ritmado de um saudoso coração.
Sim, existe um autor brasileiro que escreve especificamente sobre a "arquitetura da petição" com o objetivo de pressionar ("tensionar") o juízo, focando na lógica real da decisão judicial e não apenas na dogmática jurídica tradicional. Trata-se de Fabricio von Beaufort-Spontin, autor do livro "Não Existe Lide sem Prejuízo – Processo contencioso" (p. 1).
O Conceito de Arquitetura da Petição
A obra de Fabricio von Beaufort-Spontin aborda como estruturar o caso para que o prejuízo da parte seja inegável e visível, removendo as saídas confortáveis para o julgador, o que ele chama de "arquitetura decisória" (p. 6).
Tese Central: O prejuízo (a perda concreta sofrida) é o pressuposto da jurisdição, não uma mera consequência do direito. Se o prejuízo não é tornado visível, o processo oferece ao juiz a rota segura e de menor custo decisório: decidir pela forma, pela insuficiência de provas ou pelo silêncio, sem enfrentar o mérito e a perda real (pp. 6-7, 43).
Tensionar o Juízo: A estratégia não é tentar "convencer" o juiz com retórica, mas sim "fechar saídas confortáveis" (pp. 26, 40). Torna-se custoso (caro) para o juiz decidir contra o autor, pois ele será obrigado a assumir explicitamente quem perdeu o quê e por que essa perda é juridicamente aceitável, o que gera risco recursal e retrabalho institucional (pp. 39, 42).
Método: O autor propõe um método (Mètodo Despontin) onde o advogado deve estruturar a petição de modo que o juiz — ou antes, seu assessor, que faz a primeira leitura e busca a solução mais barata — não encontre uma saída fácil ou "barata" (decisões que fecham o caso sem enfrentar o dano) (pp. 35-36).
O livro ensina que o processo funciona exatamente como foi conduzido; se o advogado não estrutura o processo para exigir enfrentamento do prejuízo, o juiz decidirá confortavelmente sem fazê-lo (pp. 1, 43).
O livro encontra-se disponível na Amazon, pelo link:
https://www.amazon.com.br/dp/B0GN9QRRG2?ref=cm_sw_r_ffobk_cso_wa_mwn_dp_04M1ZY1M8GFZC2BGRVKC&ref_=cm_sw_r_ffobk_cso_wa_mwn_dp_04M1ZY1M8GFZC2BGRVKC&social_share=cm_sw_r_ffobk_cso_wa_mwn_dp_04M1ZY1M8GFZC2BGRVKC&bestFormat=true
A utilização do prejuízo como verdadeiro pressuposto do processo é o núcleo da obra, e é inovador pela estrutura que nunca apresentou-se.
A estrutura petitória deixa de ser formalidade e passa a ser arquitetura estratégica: cada elemento é construído para tornar o dano visível, concreto e incontornável.
O livro demonstra que processo não nasce da lei — nasce da perda.
E vai além.
Num mundo em que, inevitavelmente, predominará a Inteligência Artificial, o Método Despontin propõe algo estruturalmente superior:
não é apenas técnica de petição, é um modelo de diálogo entre máquinas e a verdade fática que antecede o pedido, nascendo a arquitetura para tornar visível o dano/prejuízo.
A utilização do prejuízo como verdadeiro pressuposto do processo é o núcleo da obra.
A estrutura petitória deixa de ser formalidade e passa a ser arquitetura estratégica: cada elemento é construído para tornar o dano visível, concreto e incontornável.
... jamais desdenhes
do teu estimado destino
em razão da aspereza e recorrentes
dificuldades que ele te impõe, seja no
plantio ou na colheita. Em vez disso,
agradece pela robustez das sementes
a ti destinadas como um
indispensável desafio ao
teu espírito!
"Não ache que não tenho paciência, só penso que a maioria das coisas desse mundo, não vale apena perder tempo esperando."
Borboleta só pousa onde tem paz. Aprende com ela: teu espírito só deve morar onde teu coração se sente em casa.
Quem fica, Quem vai embora.
A felicidade é
Como um feixe de luz que passa por entre
As árvores.
Ela passa, vai embora
Desaparece.
A tristeza não.
Ela fica.
E é isso que me torna resignada,
Pois sei ao que, eventualmente,
Estarei fadada.
Em nossas vidas, a tristeza é
Companheira –
Não é atoa que já nascemos
Com os olhos embotados de
Lágrimas.
É ela quem, desde cedo,
Senta-se ao nosso lado.
Ficando conosco
Até no dia mais solitário.
Ela quem aparece, quando
Me olho no espelho,
E só vejo vidro quebrado.
Mas não se enganem –
Não sou quem à quer.
Ela quem me deseja.
E é por ela, que
Não vivo mais em paz.
Tudo me sufoca.
O passado,
O presente –
Até mesmo o futuro.
Meu coração aperta,
E minha garganta se fecha –
Por coisas que
Nem sequer
Cheguei a viver.
Sinto falta de momentos que
Não existiram,
Sinto a dor
dos que nunca vão
Existir.
E isso foi a tristeza
Que me ensinou.
E é por isso que hoje,
Quando a felicidade passa,
Já não me preocupo
Em estender a mão.
Pois lá no fundo desse meu imenso coração,
Eu já aprendi que a tristeza
É a única que fica.
Bom dia, pra você que está lendo está mensagem! Sabe àquilo que você pediu a Deus, no secreto, ele não esqueceu, já está chegando o tempo certo para receber a sua benção. Só confie e se mantenha firme na fé. Jesus está trabalhando por você ao lado do Pai.
O Sol brilha para todos.
A chuva cai e beneficia a todos.
O ar que respiramos é de graça.
A vida é emprestada. Estamos só de passagem.
Devemos ser gentis com quem encontrar pelo caminho.
Otário com seu comportamento narcisista em busca de validação, estética do perfil ou uma tentativa de projetar uma imagem de "exclusividade" e sucesso. Deixar de seguir amigos no Instagram para fazer a conta parecer mais "importante" ou "profissional" envolve várias nuances psicológicas e estratégias digitais: A "Métrica da Vaidade" (Razão/Seguindo): Perfis que seguem menos pessoas do que são seguidas são percebidos por alguns como mais importantes, relevantes ou influentes. Deixar de seguir amigos de longa data ou conhecidos ajuda a manter essa proporção alta, criando uma falsa sensação de "autoridade" ou de que o dono do perfil é "seleto". Isso é ser seleto? Para aparecerem famosos descartam amigos de longa data. O mundo maluco!
Mesmo sendo discreto, tentei esconder
O amor que sentia, quis manter em segredo
Mas não consegui te amar secretamente
E agora o que resta é esse amor, tão exposto e verdadeiro.
(Saul Beleza)
