Pensamentos Mais Recentes
Não é questão de intuição,
dividir ou contribuir através
da divisão e da confusão
é uma estratégia que
faz perder as rédeas da rota
e é de curta duração.
"Sabe porque você não deve perdoa uma traição?
Porque alguém precisa te ver como inimigo para te apunhalar pelas costas."
Não é o hijab ou a vestimenta islâmica que oprime, mas as pessoas preconceituosas e intolerantes, estas são a personificação de satã.
Aceitar.
Chega um momento em que insistir na amizade deixa de ser uma tentativa de preservá-la e passa a ser uma recusa em aceitar que ela mudou.
Aceitar o fim de uma amizade não significa negar o que ela foi. Significa compreender que o passado não tem obrigação de continuar sendo presente.
Algumas pessoas foram importantes em determinado momento de nossa vida, e isso não se torna menos verdadeiro porque deixaram de estar presentes. O valor de uma relação não depende necessariamente de sua duração.
Por isso, talvez seja possível lamentar sem ressentimento. Sentir falta sem exigir retorno. Reconhecer a importância sem continuar implorando pela presença.
E, sobretudo, aceitar que uma amizade precisa de duas pessoas dispostas a permanecer.
Não lamento ter tentado preservar o que um dia foi importante. Lamento apenas ter descoberto que, em algum momento, a tentativa deixou de ser compartilhada.
A Descoberta.
Talvez a dor de perder uma amizade não esteja propriamente em perdê-la, mas em descobrir que você já a havia perdido enquanto ainda tentava preservá-la.
Há relações que continuam existindo apenas porque alguém se recusa a admitir que já terminaram. Continuamos procurando, mandando mensagens, tentando conversar, criando oportunidades para reencontrar aquilo que existia antes.
Até que percebemos que a relação já não está sendo construída no presente, mas apenas lembrada.
E talvez essa seja a parte mais dolorosa: descobrir que aquilo que você imaginava ser uma história compartilhada pode ter se transformado em uma história que apenas você ainda estava tentando escrever.
O mais triste não é perceber que alguém se afastou. É perceber que você foi o único tentando diminuir a distância.
O Tempo.
O tempo é escasso para todos. Todos temos obrigações, responsabilidades, cansaço e uma vida que frequentemente nos impede de estar onde gostaríamos.
Por isso, nem toda ausência significa desinteresse. Às vezes, realmente não há tempo.
Mas existe uma diferença entre não ter tempo e nunca encontrar tempo. Porque, embora o tempo seja uma realidade que nos limita, as nossas escolhas revelam aquilo que ainda consideramos importante.
Talvez seja por isso que “não tive tempo” possa explicar uma ausência, mas dificilmente explique uma ausência permanente.
O problema não está em alguém não conseguir estar sempre presente. O problema começa quando nunca há uma tentativa de estar presente.
E então surge uma pergunta desconfortável: será que faltou tempo ou simplesmente deixou de existir vontade suficiente para encontrar algum?
Quando somente um tenta.
Uma amizade pode sobreviver à distância; dificilmente sobrevive à falta de reciprocidade. Quando apenas uma pessoa procura, pergunta, insiste e tenta preservar o vínculo, aquilo que deveria ser encontro começa a se transformar em insistência.
É estranho lutar sozinho por uma relação que deveria ser construída por dois. Mais estranho ainda é perceber que, enquanto uma pessoa procura maneiras de aproximar-se, a outra parece encontrar cada vez mais razões para permanecer distante.
Talvez seja esse o momento em que precisamos reconhecer uma verdade incômoda: não se pode sustentar indefinidamente uma amizade com a vontade de apenas uma das partes.
E, quando isso acontece, a pergunta deixa de ser “como recuperar essa amizade?” e passa a ser “por que somente eu ainda estou tentando recuperá-la?”.
Quando uma amizade deixa de acontecer.
Algumas amizades não terminam; apenas deixam de acontecer. Primeiro diminuem as conversas, depois diminuem as perguntas, até que chega um momento em que já não existe nada a perguntar. O silêncio se prolonga e, de maneira quase imperceptível, transforma-se em resposta.
Há distâncias que não se medem em quilômetros, mas na frequência com que alguém decide não estar. E talvez essa seja uma das formas mais silenciosas de perder alguém: não por uma ruptura, não por uma discussão, mas pela sucessão de pequenas ausências que, juntas, acabam formando uma distância que já não sabemos como atravessar.
É curioso como algumas relações terminam muito antes de receberem o nome de fim.
É lamentável descobrir que uma amizade que julgávamos ser uma história compartilhada pode, no fim, ter sido apenas uma história que um de nós ainda estava tentando escrever.
Meu Pai só permitiu a Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido os Lenços de Misericórdia.
Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.
A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.
Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.
Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.
Ainda que muitos que se acham infalivelmente fortes considerem fraqueza.
Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.
É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.
E Ele sabe disso.
Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.
Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.
Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.
Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.
Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.
Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.
Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.
São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.
Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.
Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.
Romance Lunatic o
O Sol guardava a Lua debaixo da língua.
Por isso, ao anoitecer,
sua voz se tornava prata.
Ela lhe escrevia nas costas dos pássaros,
mas as cartas chegavam cheias de inverno.
Um dia, a saudade quebrou os relógios.
O Sol atravessou a noite descalço,
a Lua abriu uma porta em pleno fogo,
e os dois se abraçaram tão devagar
que ainda hoje
o horizonte não conseguiu fechar os olhos.
Descrição:
Este poema transforma o amor entre o Sol e a Lua numa experiência em que a saudade consegue alterar as leis do universo. Os dois representam aqueles que se amam, mas encontram na distância ou no tempo uma dificuldade para viver esse sentimento.
Quando “o Sol guardava a Lua debaixo da língua”, a imagem sugere um amor íntimo, mantido no lugar onde nascem as palavras, como um nome que se deseja pronunciar. Sua voz se tornar prata mostra que a presença da pessoa amada transforma até a maneira de se expressar: o Sol passa a carregar algo da Lua dentro de si.
As cartas escritas “nas costas dos pássaros” representam a tentativa de atravessar a distância. Elas chegarem “cheias de inverno” sugere a demora, a ausência do abraço e a tristeza que acompanha uma mensagem quando ela não pode trazer consigo quem a escreveu.
A mudança acontece quando “a saudade quebrou os relógios”. Nesse instante, o desejo de encontro ganha força para romper o tempo que os separava. O Sol atravessa a noite descalço, numa imagem de entrega e vulnerabilidade; a Lua abre uma porta no fogo, criando uma passagem onde parecia impossível entrar.
O abraço final se prolonga além de qualquer medida. Ao dizer que “o horizonte não conseguiu fechar os olhos”, o poema transforma a paisagem numa testemunha encantada. O encontro permanece suspenso, como se o universo quisesse continuar olhando. É essa a liberdade surrealista do texto: dar corpo à saudade e permitir que um amor, antes separado pelas horas, invente o próprio instante de existir.
Dizer que não há tempo pode ser uma justificativa legítima uma vez.. quando se torna a resposta habitual, talvez já não estejamos falando de falta de tempo, mas de falta de prioridade.
Quando a lealdade se despede, você se torna o primeiro inimigo da outra pessoa. Na mente dela, você passa a ser o único obstáculo entre ela e o que ela deseja. É exatamente por isso que as pessoas mudam tanto, antes e depois de agir.
É interesse perceber que muitas relações podem morrer sem que ninguém declare sua morte. Basta que um pare de procurar e o outro se acostume a não ser procurado.
Onde o amor me encontra inteiro
Eu tinha medo de amar.
Guardava o coração num copo d’água,
ao lado da cama,
para que a sede de alguém
não o levasse embora.
Mas você chegou
e os peixes do meu sono
aprenderam a voar.
A noite desceu da parede,
sentou-se aos nossos pés
e ficou ouvindo tua voz.
Quis te entregar tudo:
a infância dobrada na gaveta,
os domingos que ainda não vivi,
a pequena estrela manca
que ilumina minhas tristezas.
Já ia tirar meu nome do peito
para abrir mais espaço ao teu,
quando tua mão deteve a minha.
Você beijou cada letra
e deixou meu nome onde estava.
Foi tão delicado
que os espelhos da casa
fecharam os olhos.
Desde então, quando a saudade
põe seus vestidos de tempestade,
abro a janela.
Deixo que chova um pouco
sobre as flores,
sem permitir que a água
carregue a casa.
Ainda há noites
em que meu medo fabrica despedidas.
Você dorme,
e eu ouço trens partindo
de estações que não existem.
Então volto devagar ao quarto,
recolho meu corpo dessas viagens
e encontro tua mão sobre o lençol:
aberta,
sem exigir que eu fique,
tão bonita
que me dá vontade de ficar.
Quero te amar assim,
com meus passos ainda meus,
mesmo quando dançarem contigo.
Quero tua boca perto
e meus sonhos respirando.
E, quando a manhã vier
buscar o céu em nossa cama,
que nos encontre abraçados,
com espaço entre os braços
para o mundo florescer.
Descrição:
“Onde o amor me encontra inteiro” fala sobre aprender a amar sem abandonar a própria identidade. O poema acompanha alguém que deseja uma relação profunda, mas teme que a entrega lhe custe aquilo que é. Ao longo dos versos, essa pessoa descobre uma intimidade em que pode oferecer carinho, revelar suas fragilidades e permanecer livre. O título expressa esse encontro: ser amado com a própria história, os próprios sonhos e até os medos que ainda não desapareceram.
Logo no início, o coração guardado num copo d’água traduz uma tentativa delicada e impossível de proteção. Ele está fora do peito, num lugar aparentemente controlável, mas continua exposto e frágil. O receio de que “a sede de alguém” o leve embora sugere o medo de encontrar uma pessoa cuja necessidade de afeto consuma tudo o que o eu poético tem para oferecer. Há nessa imagem uma pergunta silenciosa: como permitir que alguém se aproxime sem ser levado por inteiro?
A chegada da pessoa amada transforma esse universo. Quando “os peixes do meu sono aprenderam a voar”, algo que parecia limitado ao seu ambiente descobre outra possibilidade de existência. É uma imagem de liberdade despertada pela presença do outro. A noite que desce da parede e se senta aos pés do casal torna o escuro uma presença tranquila: aquilo que poderia abrigar solidão e receio agora consegue repousar e ouvir.
O desejo de entregar “a infância dobrada na gaveta” representa a vontade de compartilhar as memórias mais íntimas, inclusive aquelas guardadas há muito tempo. Os “domingos que ainda não vivi” estendem essa entrega ao futuro: o eu poético já imagina oferecer dias que nem chegaram. A “pequena estrela manca” sugere uma esperança imperfeita, ferida, mas ainda capaz de iluminar a tristeza. Ele deseja ser conhecido também nesses lugares frágeis.
O momento central acontece quando tenta retirar o próprio nome do peito para abrir espaço ao nome da pessoa amada. Esse gesto revela como a vontade de amar pode se aproximar do apagamento de si. A mão que o detém interrompe esse movimento com ternura. Ao beijar cada letra e deixar o nome onde estava, a pessoa amada demonstra que deseja sua presença inteira. O nome representa sua identidade, seu passado e seu direito de continuar sendo alguém com vida própria.
Os espelhos que fecham os olhos ampliam a delicadeza da cena. Podemos lê-los como uma suspensão do julgamento: por um instante, não é preciso conferir a própria imagem, procurar defeitos ou observar como se é visto. O gesto de carinho permite simplesmente existir e recebê-lo.
Depois desse encontro, a saudade ainda veste suas tempestades. O poema reconhece que uma relação amorosa não elimina a vulnerabilidade. Abrir a janela e deixar a chuva alcançar as flores significa aceitar a emoção e permitir que ela tenha lugar. Preservar a casa significa manter algum amparo interior. A sensibilidade pode nutrir a vida sem arrastar tudo o que a sustenta.
Essa aprendizagem continua nas noites em que o medo “fabrica despedidas”. Os trens partindo de estações inexistentes dão forma à antecipação de uma perda que ainda não aconteceu. Enquanto a pessoa amada dorme, o eu poético percorre abandonos imaginários. “Recolho meu corpo dessas viagens” descreve o esforço de voltar ao presente, saindo das cenas criadas pelo receio para reconhecer aquilo que está de fato diante dele.
A mão aberta sobre o lençol é uma das imagens mais importantes do texto. Ela oferece companhia e deixa a escolha existir. Justamente por não exigir permanência, desperta a vontade de ficar. Há uma beleza profunda nessa passagem: o vínculo se fortalece porque a liberdade encontra acolhimento.
Nos versos finais, os passos continuam pertencendo a quem dança, mesmo quando acompanham os de outra pessoa. A proximidade da boca convive com o espaço necessário para os sonhos respirarem. O abraço desejado comporta duas vidas e também o mundo: projetos, descobertas e experiências que podem florescer ao redor da relação.
A força do poema está nessa transformação gradual. O medo permanece em alguns momentos, mas já não decide tudo. O eu poético aprende que pode amar intensamente e conservar o próprio nome; pode escolher ficar e continuar dono de seus passos. Ser encontrado inteiro é receber um amor diante do qual não precisa diminuir nenhuma parte de si.
O fim de uma boa amizade nem sempre é uma ruptura dramática, às vezes ela acontece como uma erosão silenciosa. Quando o vínculo deixa de ser recíproco, as justificativas passam a ocupar o lugar da presença, e aquilo que antes era amizade passa a existir apenas como memória.
UM DESABAFO TRISTE, PARA FICAR REGISTRADO...
O marido da minha cunhada já colocou até chumbinho para matar o gato castrado dela. Um dia, ele viajou e ela foi alimentar os meus dois gatinhos do quintal que eu criava desde bebês, e adivinha? O maluco havia colocado chumbinho dentro da ração pro gato dela, exatamente a ração que ela estava dando para meus bichinhos. Ele é um louco psicopata. Os dois morreram de hemorragia por chumbinho. Sofro até hoje! Só não denunciei por causa que eu não quis prejudicar ela. Ela só tem culpa por ainda estar com um psicopata desses. Ontem mesmo, vi ele jogando pedra no gato castrado dela, ele não tinha me visto, dei um grito e falei um monte com ele!! Ela nem sabe que ele fez, e faz isso sempre, espanca o coitado para caramba!! O gato nem em casa fica. Dorme na rua o tempo todo. E, nunca se aproxima quando ele está lá. Quanto a ele, ela também não quer separar. Complicado...Eu ainda moro no fundo do quintal, o mesmo terreno desse maluco!! Ele quase aleija meu gato laranjinha que tanto amo, um dia desses... tenho certeza que foi ele quem jogou pedra na perna do meu gato!! Passou dias com ela machucada, achei até que havia quebrado. É FODA, ISSO...
Poema sem nome
Teu nome cai no meu sono
e os peixes aprendem a arder.
Quando me olhas, a lua
se despe sem perceber.
Beijo tua boca e o tempo
esquece de envelhecer.
Descrição:
O poema apresenta um amor que transforma a realidade em sonho. Quando “teu nome cai no meu sono”, a pessoa amada entra no espaço mais íntimo de quem ama, chegando até onde a consciência descansa. Os “peixes aprendem a arder” trazem uma imagem surrealista: criaturas da água experimentam o fogo, como se o desejo pudesse tornar possível aquilo que a natureza proíbe. A lua que “se despe sem perceber” sugere uma entrega delicada e espontânea, como se o próprio universo participasse dessa intimidade. Por fim, o beijo faz o tempo esquecer de envelhecer: expressa aquele instante em que estar com alguém é tão intenso que deixamos de sentir as horas passando. O romantismo está nessa vontade de permanecer no encontro; o surrealismo, nas imagens impossíveis que dão corpo à força desse sentimento.
HOJE, 16 DE OUTUBRO DE 2026, EU BAIXEI "OS MISERÁVEIS" EM PDF PARA LER PELA TERCEIRA VEZ DIGITALMENTE. EU TINHA O LIVRO FÍSICO. E, ESSA, É QUASE A MINHA HISTÓRIA. EU SOU COMO O JEAN VALJEAN. ME IDENTIFICO TANTO...
Aquela pessoa a quem pediste o currículo apenas para confirmares se continuava desempregada ou descobrires onde já tinha trabalhado, neste momento, acredita que finalmente surgiu uma oportunidade de emprego. Enquanto tu procuravas assunto para a próxima fofoca, ela criou expectativas, alimentou esperanças e começou a imaginar um futuro diferente!
Há quem peça o teu currículo para saber onde trabalhaste ou confirmar se continuas desempregado. Mas o que não percebe é que, enquanto procura assunto para a próxima conversa, alguém começa a imaginar uma oportunidade para mudar de vida!
Eu não seguro a mão de mulher que busca oprimir outras mulheres, não é feminismo seletivo, é sobrevivência!
“A saudade é a maneira silenciosa que o coração encontra de preservar aquilo que o tempo levou, a distância separou ou as circunstâncias impediram de realizar.”
"Zoológico que recebe um público variado, onde as atrações sobrevivem com ajuda. Análises comportamentais durante o dia, e percebemos as semelhanças com nossas rotinas. Mas os ativistas apresentam vossas críticas construtivistas, só pensando em prisões não contemplativas.
Manifestações pelas liberdades dos animais, mas não estão mais em vossos territórios de origem. E a natureza muda, nos mostrando as ações do tempo relativo. Ciclo da vida de interesse do biologista Gregor Mendel, mas chamam a medicina veterinária para intervir nas falácias. Nisso encontram doenças, cuja à cura se encontra na própria natureza.
Saudamos uma visitação ilustre, na qual os interesses são corroboristas. Mas os críticos manifestam seus lados emotivos, gerando discursos indesejáveis. No entanto geram imagens, espalhando boatos de verdadeira incompatibilidade.
Parte do público fica surpreso com as atitudes da ilustríssima Jane Goodall, que se oferece a dar uma palestra. Contentamento dos funcionários e os(as) médicos(as) se interessam pelas esplanações, e és que aparece um Etologista chamado Konrad Lorenz e se junta a Jane Goodall.
Sistemas sensoriais atentos e começa uma brilhante explanação, até os conceitos de evolucionismo. Nisso parte da plateia fica indignada e se manifestam de forma inadequada. Com isso Konrad Lorenz intervém, tentando demonstrar as reações instintivas com o auxílio de Spike (um dos animais do zoológico), mas parte do público continuam indignados e outros se comovem com os comportamentos de Spike.
Críticas surgem no outro lado do parque, chegando aos ouvidos de Charles Darwin. Inconformado com os dizeres escutados, ele pega suas pesquisas e parte para o local da apresentação. Assim acontece um dos maiores encontros da humanidade, chamando atenção dos ativistas no parque.
Então Charles Darwin pede que os eufóricos se acalmem e tentem ficar concentrados em seu discurso sobre as espécies, nisso parte da agitação cessa e o público na plateia fica em silêncio. Com o auxílio de Konrad Lorenz, ele chama Spike e um voluntário da platéia, fazendo com que ambos interajam.
Entretanto, Mark, o voluntário da platéia apresenta uma reação diferente da euforia prévia, demonstrando um pouco de medo do Spike. Mas o cuidador de Spike dá uma voz de comando para ele abraçar Mark, e Spike o faz conforme informações recebidas.
O público percebendo as intenções de tal cena, passam a se questionar. Nisso Jane Goodall vendo o público em silêncio mas com expressões de admiração, pede para Konrad Lorez continuar suas esplanações.
Porém Charles Darwin pede à Konrad Lorenz que aguarde mais alguns minutos, nisso ele pega seu material de pesquisa e mostra parte da teoria sobre as "Origens da Espécie" e relata que levou 20 anos para ter coragem e pública-la.
O público ainda desnorteado, percebem uma sensação diferente no ambiente, enquanto Charles Darwin esplana sobre a "Seleção Natural das Espécies". Vendo o público admirado e com aparências oscilativas, um dos funcionários resolve chamar o nutricionista do parque.
Recebendo o convite oral, Carl Trent se sente inspirado e vai até a horta do parque. Nisso o funcionário retorna até o local das palestras e chama Konrad Lorenz para acompanha-lo, enquanto Charles Darwin continua sua aula.
Chegando na cozinha do parque Konrad Lorenz visualiza algumas bandejas com vegetais e o funcionário lhe apresenta o nutricionista Carl Trent. Admirados, o funcionário repara em uma semelhança entre o etologo e nutricionista..."
