Pensamentos Mais Recentes

Dor e prazer são fatos.
Sofrimento e vícios são significados.


Sorte é mito.
Estresse é esforço.
Prosperidade é responsabilidade.
Resultado é dedicação

Quem dorme sem sonhos acorda adormecido.
A alienação é infectada para os não vacinados em propósitos definidos

A situação é a mesma, porém:


O ingrato se sente humilhado
O grato se sente repreendido


O soberbo sente inveja
O humilde sente admiração


O ignorante julga
O sábio compreende


Quem semeia ódio se torna parasita da realidade
Quem semeia amor se torna fonte de prosperidade

Uma instituição pode parecer racional e ainda assim esconder relações irracionais de poder.

Ideias governam sociedades muito depois de seus autores desaparecerem.

O processo judicial pode ser uma saída da caverna quando substitui impressões por provas.

Toda sociedade possui uma “caverna”: são as aparências que seus membros confundem com realidade.

Platão imaginou a justiça como harmonia; o Direito contemporâneo tenta transformar essa harmonia em instituições.

A inteligência jurídica não está em saber todas as respostas, mas em identificar quais perguntas realmente importam.

Quem pergunta antes de julgar frequentemente encontra razões que o julgamento apressado não permitia enxergar.

A verdade jurídica não deveria ser filha da autoridade, mas da melhor argumentação disponível.

O jurista que não questiona seus próprios pressupostos corre o risco de transformar preconceitos em doutrina.

O conhecimento não aumenta apenas aquilo que sabemos; aumenta também a dimensão daquilo que descobrimos não saber.

A crise do STF é basilar.

Uma lei injusta pode ser válida formalmente e, ainda assim, permanecer moralmente inquietante.

A ignorância inocente pode ser corrigida; a ignorância orgulhosa costuma produzir jurisprudência.

Perguntar “por quê?” diante de uma norma é o primeiro passo para descobrir que toda regra possui uma história.

O verdadeiro conhecimento jurídico começa quando o intérprete desconfia da primeira resposta.

Sócrates ensinou que reconhecer a própria ignorância pode ser mais sábio do que possuir uma certeza emprestada.

Toda sentença é também uma pergunta silenciosa: que sociedade estamos autorizando a existir?

O argumento mais perigoso é aquele que dispensa provas porque parece moralmente irresistível.

Justiça sem humanidade vira mecanismo; humanidade sem justiça pode virar privilégio.

O homem cria instituições para controlar o poder e, depois, precisa criar instituições para controlar as próprias instituições.

A lei é uma tentativa coletiva de transformar conflitos privados em critérios públicos.

“Já não me importo em sair bem nas fotos, desde que eu saia bem nas radiografias.”