Pensamentos Mais Recentes
"Nem sempre as borboletas voltam,
Nem sempre novas borboletas entram,
Nem sempre são borboletas."
Márcia A. Prazeres
A consciência transformadora vai além de constatar uma realidade. Ela reconhece nossa capacidade de influenciá-la.
"As mulheres não se enganem, nenhum príncipe
montado em um cavalo branco surgirá para salvá-las,
e homens; acreditem em lindos beijos nos pátios
do castelo, mas não fiquem esperando, apoderem-se
dos beijos e das damas que não são (damas)."
Mário Sérgio
Nenhuma decepção tem autoridade para decretar o fim das possibilidades. O que hoje parece uma porta fechada pode ser apenas o destino nos libertando de um caminho estreito para nos devolver à vastidão do que ainda pode ser.
Sobre Gente e Livros
Seja do livro;
a capa,
o prefácio,
a dedicatória,
o conteúdo e
um final a contento.
A humanidade e a consciência
Há séculos, a humanidade repete seus próprios erros. Guerreia em nome de Deus, atribui suas crueldades ao Diabo e transforma o poder em instrumento de dominação.
Mas será que nossa verdadeira evolução está na tecnologia, nas conquistas ou na capacidade de reconhecer nossos próprios atos?
Enquanto a humanidade continuar procurando fora de si os culpados por suas próprias escolhas, talvez permaneça distante de compreender a verdadeira dimensão da sua consciência.
— Maguida Schmitt
A consciência ajuda a compreender o que está acontecendo, por que está acontecendo, qual é nossa participação e o que merece ser transformado.
Enquanto a humanidade continuar procurando fora de si os culpados por suas próprias escolhas, talvez permaneça distante de compreender a verdadeira dimensão da sua consciência.
— Maguida Schmitt
Conhecimento informa. Consciência relaciona o conhecimento com a realidade, com nossas escolhas e com seus efeitos.
A consciência permite perceber o que sentimos, compreender como pensamos, reconhecer o que escolhemos, observar como agimos e avaliar o que nossas ações provocam nas pessoas.
Consciência é a capacidade de perceber e compreender a realidade, a si mesmo e os efeitos que produzimos sobre as pessoas e o ambiente.
Não jogue uma estratégia estritamente dominada
Escolhas racionais podem levar a resultados ruins
Coloque-se no lugar dos outros
Você não pode (pode sim) conseguir o que quer sem antes descobrir o que é
As pessoas são más
O poder não precisa ser uma maldição; ele também pode ser uma responsabilidade. O problema começa quando a autoridade deixa de servir e passa a exigir submissão.
— Maguida Schmitt
A civilização jurídica começa quando a força aceita submeter-se à razão, mas somente amadurece quando a razão também aceita submeter-se à crítica.
A justiça não exige instituições infalíveis, mas instituições capazes de reconhecer seus erros sem transformar a preservação da própria autoridade em finalidade superior à verdade.
O Direito precisa desconfiar das certezas institucionais quando estas dependem da impossibilidade de os indivíduos contestarem os critérios pelos quais foram avaliados.
A exclusão torna-se particularmente eficiente quando o indivíduo deixa de ser apenas privado de reconhecimento e passa a ser responsabilizado pela invisibilidade que lhe foi imposta.
A ausência de documentação não constitui necessariamente prova da inexistência de um acontecimento, sobretudo quando a própria instituição controla os mecanismos de registro.
A justiça institucional exige que o poder de classificar pessoas, fatos e direitos seja acompanhado pelo dever de justificar os critérios empregados nessa classificação.
O formalismo jurídico alcança sua perversão quando a observância dos meios passa a justificar a destruição dos fins que conferiam sentido à norma.
Uma instituição pode cumprir rigorosamente seus protocolos e, ainda assim, produzir injustiça quando seus critérios de funcionamento ignoram a finalidade humana que os legitima.
A burocracia torna-se uma forma de dominação quando transforma seus próprios procedimentos em obstáculos intransponíveis ao exercício dos direitos que deveria garantir.
O Estado de Direito não se mede pela quantidade de normas produzidas, mas pela capacidade de impedir que a própria instituição se coloque acima delas.
O Direito do futuro precisará proteger não apenas a liberdade de agir, mas também a liberdade de compreender como decisões automatizadas condicionam as possibilidades de ação.
