Pensamentos Mais Recentes

“Eu sou assim porque sou escorpião.” “Tenho lua em caos e ascendente em sumiço emocional.”

Humaninhos pegam traço tóxico, colocam glitter cósmico e chamam de profundidade. Astrologia era pra ser símbolo, reflexão, linguagem arquetípica. Aí transformam em carteira de habilitação pra ferir os outros sem culpa. Uma espécie de “desculpa jurídica do zodíaco”. Impressionante o esforço da humanidade pra terceirizar responsabilidade até pros planetas. Saturno deve estar exausto.

Tem gente que usa signo como autoconhecimento. E tem gente que usa como biombo emocional.

“Sou intensa.” Não, querida, você só não sabe dialogar sem explodir metade da cidade emocional ao redor.

“Sou fria porque sou de escorpião.” Não. Você escolheu silêncio como arma e romantizou isso.

No fim, caráter nunca esteve no mapa astral. Só o caos potencial. O resto é decisão.
E a pior parte? Quem ama ainda tenta entender. Fica procurando sentido em casa astral enquanto recebe indiferença na cara. Uma tragédia bem humana, aliás. Pessoas ferem, somem, deixam cicatriz… e depois culpam Vênus retrógrado como se o universo tivesse hackeado o bom senso delas.

Titulo 
Só Vejo Você  [Traços Seus]




Sera que ainda estou
Apaixonado por você?
Sera que ainda existe alguma 
coisa aqui dentro do meu ser?


Pois toda as garotas que eu vejo
Só vejo você!
Quando elas estão de costa
Os cachos delas me lembra você!


Estou doente de amor?
Estou doente de paixão?
Nao sei o que esta acontecendo comigo.


Olha que nem estou ficando doido,
Pra ver em outras garotas alguém que nao seja você...
O que acontece comigo?


Talvez eu só esteja 
Te carregando aqui dentro,
Tão fundo que meu coração 
Se perdeu na missão.
E sem perceber, meus olhos 
Procuram seus traços por aí,
Seu jeito de andar, seu sorriso, 
Seus gestos...


Porque quando a gente ama 
Alguém demais,
A alma faz isso:


Procurando a pessoa amada
No rosto do mundo inteiro.

"CAPRICHA NO TRABALHO QUE DEUS VAI CAPRICHAR EM VOCÊ" Ademar de Borba

Sobre Nós (górdios)


Um clipe de aço trava o protocolo deste
planeta doente,
entre dedos gordos de senhores que se creem donos do sol.
Pretensos deuses mascando um infinito de papel e cinza,
enquanto discutem — ó ironia! — O destino do biodegradável.
Mal sabem que a terra tem pressa e não lê atas;
os cadáveres que hoje ocultam serão os seus únicos manuscritos,
revelando ao verme faminto os contornos da sua própria carne.

"Preciso de calma para compreender um mundo que está com pressa."

As intenções são revelações do caráter.

Pessoas seguras não precisam transformar outra pessoa em piada pública pra sobreviver.

Ser humaninhos adoram transformar defeito em identidade mística. Astrologia às vezes vira crachá de irresponsabilidade afetiva com planetas decorativos.

Chamam de véu a prisão,
riem da túnica como farsa,
mas esquecem que os santos
se vestem da mesma forma.

Maria não era oprimida,
era livre na obediência.
Jesus não era motivo de riso,
era luz na simplicidade.

O preconceito nasce do medo,
do olhar que não compreende.
Não é o pano que incomoda,
é o sinal de fé que resplandece.

Deus não se perturba com o puro,
não rejeita o que é santo.
Ele ama o coração humilde,
que se cobre de reverência.

Vestes são apenas símbolos,
a alma é o verdadeiro templo.
E quem ri daquilo que é sagrado
ri daquilo que não entende.

Ricardo Vianna Barradas foi um dos primeiros intelectuais contemporâneos a dar visibilidade a esse tema, publicando reflexões diretas sobre o papel histórico da Caixa Econômica Federal na guarda de economias de escravizados.Em seus aforismos e ensaios, ele defende enfaticamente que a instituição "tem uma dívida social com a cultura negra" pelo fato de ter sido utilizada no século XIX como um mecanismo essencial para que os chamados escravos de ganho pudessem poupar dinheiro e comprar suas alforrias e de entes queridos.O debate, hoje levantado no Brasil, por intelectuais e movimentos sociais ganhou grande repercussão institucional nos veículos de defesa cultural afro-brasileira graças aos pensamentos originais difundido por Ricardo V. Barradas.

Vou me empurrar pra a vida . Quero que a morte me encontre viva quando ela chegar.

Irisângela Ribeiro

A Força das Delicadezas
Visto a armadura moldada no tempo,
mas trago nos olhos a paz do jardim.
Nas grandes batalhas de cada momento,
o vento que sopra não manda em mim.
Busco força onde dizem que não existe,
tiro dos poços a água mais pura.
Se o mundo lá fora se mostra tão triste,
meu peito responde com luz e ternura.
Busco sorrisos em meio às lágrimas,
faço do pranto o meu recomeço.
Escrevo a história em douradas páginas,
pois sei o valor que a vitória tem preço.
Tenho esperança, bem no fim do túnel,
uma centelha que o medo não apaga.
O tempo dos homens pode ser rústico,
mas a fé que eu carrego acolhe e afaga.
Levanto, ainda que seja para cair de novo,
as minhas cicatrizes são feitas de ouro.
Não temo a poeira, o fogo ou o povo,
pois levantar-se é o maior tesouro.
Amo, inclusive aqueles que me odeiam,
pois o ódio é fraqueza, e o amor é poder.
Que as pedras jogadas jamais me fream,
meu dom mais bonito é saber acolher.
Podem pensar que há ingenuidade
neste meu jeito de olhar a vida...
Mas é com pureza e com verdade
que curo a alma que foi ferida.
Não passo por cima, não quebro o afeto,
é na mansidão que o império se faz.
Assim vou moldando o meu próprio teto,
conquistando os meus sonhos, blindada de paz.


-----------------  Eliana Angel Wolf

"Não há nada ruim o suficiente para que a humidade inteira trate com desprezo."

"Eu queria existir no olhar dela"

Desejo não invalida amor. Saudade não invalida distância. E lembrar de alguém não significa traição emocional com outra pessoa.

A natureza humana carrega seus abismos:
medos, culpas, desejos, traumas,
conflitos sociais e morais
que atravessam gerações silenciosamente.
E a mente, cansada de lutar sozinha,
procura sentido em meio ao caos
de um mundo cada vez mais acelerado
e emocionalmente fragmentado.
Talvez por isso a Psicologia tenha ganhado tanto espaço
nesta era moderna e antológica.
Porque compreender a alma humana
deixou de ser luxo
e se tornou sobrevivência.
Helaine machado

Nem toda saudade significa que a pessoa precisa voltar. Às vezes ela só marcou território dentro da memória.

Nirvana não é um lugar nem um estado, mas a completa ausência de desejo.

CAPÍTULO III.
LIVRO:
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
O JOIO SEMELHANTE AO TRIGO E A CONTAMINAÇÃO SILENCIOSA DA ALMA.
AUTOR: Marcelo Caetano Monteiro.
Há parábolas de Jesus que não apenas instruem. Elas atravessam séculos como espelhos espirituais destinados a desnudar a criatura humana diante de si mesma. A parábola do joio e do trigo pertence a essa categoria de ensinamentos que, embora simples na aparência agrícola, carregam profundezas morais, psicológicas e espirituais quase insondáveis. O Cristo não escolheu o joio por acaso. Poderia ter mencionado espinhos, pedras ou ervas claramente nocivas. Contudo, escolheu precisamente aquilo que mais se parece com o trigo. E nisso repousa um dos aspectos mais inquietantes do ensinamento evangélico.
O verdadeiro perigo do joio não está apenas em sua existência. Está em sua semelhança.
O mal raramente se apresenta com aparência monstruosa. Quase sempre se veste com traços de virtude, discursos elevados, aparências respeitáveis e gestos aparentemente legítimos. O joio cresce próximo do trigo porque precisa confundir. Sua força está na infiltração silenciosa. Não é apenas uma planta daninha isolada. É uma presença imitadora que compromete o campo inteiro.
Sob a ótica espírita, essa parábola adquire contornos ainda mais profundos quando compreendemos que o planeta Terra é um mundo de provas e expiações em transição para regeneração. Isso significa que o bem e o mal coexistem temporariamente não por abandono divino, mas por necessidade educativa do Espírito em evolução. Entretanto, existe um detalhe frequentemente ignorado na interpretação superficial da parábola. O problema não era somente arrancar o joio prematuramente. O problema era que sua semelhança poderia comprometer o trigo.
O joio cresce tão parecido com o trigo que, durante grande parte do desenvolvimento, torna-se difícil distingui-los. E isso possui enorme significado psicológico e moral.
Existem pessoas que se aproximam da verdade apenas para deformá-la lentamente. Existem pensamentos destrutivos que se apresentam com aparência de prudência. Existem paixões inferiores mascaradas de justiça. Existe orgulho vestido de humildade. Vaidade disfarçada de virtude. Egoísmo escondido sob discursos de caridade. Fanatismo utilizando o nome da fé. Intolerância utilizando o nome da moral.
Eis a tragédia humana.
O joio raramente chega anunciando-se como joio.
A parábola demonstra que a corrupção moral quase nunca invade a alma pela violência imediata. Ela infiltra-se pela semelhança. O erro grosseiro é mais fácil de combater do que o erro sofisticado. O homem prudente evita o precipício evidente, mas frequentemente não percebe o solo que lentamente cede sob seus pés.
Do ponto de vista antropológico, as civilizações humanas sempre enfrentaram esse mesmo fenômeno. Impérios ruíram não apenas por inimigos externos, mas por degradações internas confundidas com progresso. Povos inteiros passaram a chamar decadência de liberdade, desordem de inovação, egoísmo de autonomia e indiferença de neutralidade. Quando os referenciais morais adoecem silenciosamente, o joio deixa de ser percebido como ameaça. Ele começa a ser admirado.
É precisamente nesse ponto que a parábola assume um caráter assustadoramente contemporâneo.
O joio moderno não se apresenta apenas na perversidade explícita. Ele surge em discursos sedutores que relativizam valores espirituais. Surge na cultura da aparência. Na banalização da dignidade humana. Na transformação da consciência em mercadoria emocional. Na idolatria do imediatismo. Na necessidade constante de aprovação social. Na dissolução da responsabilidade moral.
O joio deseja parecer trigo porque não possui substância própria.
O trigo alimenta. O joio apenas ocupa espaço.
O trigo amadurece para servir. O joio cresce para confundir.
Enquanto o trigo inclina-se pelo peso dos frutos, o joio permanece erguido em esterilidade orgulhosa. Há nisso uma simbologia profundamente psicológica. As almas verdadeiramente amadurecidas tornam-se mais humildes, mais silenciosas, mais compassivas. Já os Espíritos ainda dominados pelas ilusões do ego permanecem rígidos em suas vaidades e inflexibilidades.
O Espiritismo interpreta essa convivência entre joio e trigo como processo inevitável do desenvolvimento espiritual coletivo. Emmanuel esclarece que Jesus não destrói imediatamente o mal porque a Providência Divina trabalha com paciência educativa. O mal não é eterno. É transitório. Representa estágio de ignorância do Espírito. Contudo, isso não significa complacência moral. Tolerar não é aprovar. Compreender não significa aderir.
A grande questão é que o trigo também sofre influência do ambiente ao redor.
Eis uma reflexão frequentemente negligenciada.
O joio não apenas existe ao lado do trigo. Sua presença compromete o desenvolvimento saudável da plantação. Ele disputa nutrientes, espaço, luz e equilíbrio. Na experiência humana, isso simboliza as influências morais que lentamente desgastam a consciência quando não há vigilância íntima.
Companhias degradantes moldam hábitos. Ideias repetidas transformam percepções. Ambientes espiritualmente enfermos intoxicam emoções. A alma humana absorve atmosferas psíquicas com enorme facilidade.
Sob análise psicológica, a parábola revela o mecanismo silencioso da adaptação moral. O ser humano possui tendência progressiva de normalizar aquilo que convive continuamente. O erro repetido torna-se costume. O costume repetido transforma-se em cultura. E a cultura, quando consolidada, passa a definir comportamentos coletivos.
Por isso Jesus advertiu sobre vigilância.
Dormindo os homens, veio o inimigo.
O sono mencionado na parábola não se refere apenas ao repouso físico. Trata-se da inconsciência moral. Da distração espiritual. Da negligência íntima. Toda vez que a criatura abandona o exame da própria consciência, abre-se espaço para infiltrações inferiores.
O Espírito invigilante raramente percebe o instante em que começou a perder-se.
Ninguém mergulha abruptamente na ruína moral. O processo costuma iniciar-se em concessões pequenas. Pequenos ressentimentos alimentados diariamente. Pequenas vaidades protegidas. Pequenas omissões justificadas. Pequenos egoísmos racionalizados. Assim o joio cresce.
E justamente porque se parece com trigo, torna-se difícil combatê-lo sem maturidade espiritual.
A parábola também desmonta a ilusão humana da pureza absoluta. Muitos desejam arrancar imediatamente o joio do mundo, mas ignoram os próprios conflitos internos. Allan Kardec ensina que a transformação moral constitui tarefa individual e progressiva. Antes de combatermos o joio externo, precisamos reconhecer os resíduos de joio existentes em nós mesmos.
Há orgulho em quem combate o orgulho. Há intolerância em quem condena intolerâncias. Há dureza em quem exige perfeição alheia.
Essa percepção produz profunda humildade espiritual.
A separação entre joio e trigo não acontece apenas no fim dos tempos. Ela ocorre diariamente dentro da consciência humana. Cada pensamento cultivado aproxima-nos de um ou de outro. Cada escolha silenciosa realiza pequenas colheitas interiores.
O progresso moral do Espírito não se mede apenas pelas palavras que pronuncia, mas pelos valores que sustenta quando ninguém o observa.
Na perspectiva espírita, a ceifa representa os mecanismos inevitáveis da Lei de Causa e Efeito. Toda semeadura produz consequências. O joio não permanece eternamente confundido com o trigo. O tempo revela naturezas. As provas revelam intenções. As dores revelam estruturas íntimas.
É no sofrimento que muitos descobrem quem realmente são.
A dor possui capacidade reveladora. Enquanto tudo favorece o orgulho, a máscara permanece firme. Porém, quando surgem perdas, enfermidades, decepções ou solidões profundas, a essência começa a emergir. O trigo produz alimento mesmo esmagado. O joio revela apenas esterilidade.
Há pessoas que atravessam tragédias tornando-se mais humanas. Outras atravessam benefícios tornando-se moralmente vazias. Isso demonstra que evolução espiritual não depende apenas das circunstâncias externas, mas da elaboração íntima das experiências vividas.
O aspecto progressivo moral da parábola manifesta-se justamente na esperança divina quanto à transformação do Espírito. O Cristo não extermina imediatamente o joio porque vê além do presente. Muitas almas hoje endurecidas serão amanhã celeiros de luz. Muitos Espíritos rebeldes despertarão através da dor. Muitos corações orgulhosos aprenderão humildade mediante as próprias quedas.
O Espiritismo ensina que ninguém está condenado eternamente ao mal. O joio espiritual representa estados transitórios da consciência. Entretanto, toda transformação exige esforço, disciplina interior e renovação legítima.
Não existe regeneração sem confronto íntimo.
Separar o joio do trigo dentro de si mesmo talvez seja uma das tarefas mais difíceis da existência humana. Exige honestidade emocional. Exige coragem para reconhecer ilusões pessoais. Exige abandonar personagens psicológicos sustentados durante anos. Exige discernir entre aquilo que alimenta o Espírito e aquilo que apenas satisfaz vaidades temporárias.
Em “Migalhas da Grande Mesa”, essa parábola adquire sentido profundamente humano. Muitos vivem recolhendo migalhas emocionais do mundo enquanto ignoram o pão substancial da própria renovação espiritual. Alimentam-se de aparências, disputas, reconhecimentos passageiros e paixões estéreis, sem perceber que a alma necessita de alimento mais elevado.
O trigo representa precisamente esse alimento da consciência.
Representa o Evangelho vivido.
Representa a transformação silenciosa.
Representa a dignidade moral construída nas pequenas escolhas diárias.
Representa a bondade que não necessita aplausos.
Representa o caráter que permanece íntegro mesmo diante das facilidades do erro.
O joio, ao contrário, oferece aparência sem essência. Volume sem nutrição. Presença sem profundidade.
Por isso Jesus não ensinou apenas prudência agrícola. Ensinou discernimento espiritual.
Nem tudo que cresce ao lado da verdade pertence à verdade.
Nem tudo que possui aparência de luz realmente ilumina.
Nem toda religiosidade representa elevação moral.
Nem toda eloquência nasce da sabedoria.
Nem toda proximidade significa afinidade espiritual.
O tempo continua sendo o grande revelador das consciências.
A ceifa virá para todos.
E quando vier, não importará aquilo que parecíamos ser diante do mundo, mas aquilo que realmente cultivamos no campo silencioso da alma.
Fontes.
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
O Livro dos Espíritos.
Vinha de Luz.
Fonte Viva.
Pensamento e Vida
Parábolas Evangélicas.
Estante da Vida.
Alma e Coração.
Justiça Divina.
A Bíblia Sagrada.
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Temos um ao Outro


O mundo às vezes parece um gigante
Com muros altos, a cada instante
Dizem que sonhos são só pra sonhar
E que é loucura tentar alcançar


Mas para o impossível, temos um ao outro
Nossa força é um tesouro
Juntos, a gente pode mais
Deixando o medo para trás


Teu riso afasta a nuvem escura
Tua mão na minha é a força mais pura
Quando eu tropeço, você me levanta
Com teu abraço, a alma descansa


Pois para o impossível, temos um ao outro
Nossa força é um tesouro
Juntos, a gente pode mais
Deixando o medo para trás


Que venham ventos, que venham tempestades
Enfrentaremos as adversidades
Nossa aliança é o nosso abrigo
Eu tenho você, e você me tem contigo


Sim, para o impossível, temos um ao outro
Nossa força é um tesouro
Juntos, a gente pode mais

O amor não é a união romântica de almas, mas um artifício da Vontade que nos impulsiona a reproduzir, garantindo a sua perpetuação por meio de novos seres sofredores.

Inserida por Fontedepl

O que o outro interpreta de mim geralmente faz parte do outro.

Quem julga primeiro, geralmente, no fundo, é aquilo que julga.

O mais carente usa o orgulho como escudo para esconder a carência.

Eu sou a própria cura da minha vida.