Pensamentos Mais Recentes

"Eu sou o alívio do meu próprio caos.

⁠Depois que a Lei Maria da Penha entrou em vigor no Brasil, os crimes de feminicidios aumentaram. Pergunto: isso é culpa da lei? Respondo: lógico que não. Vamos colocar a culpa nos verdadeiros culpados. Quem são esses culpados? Os verdadeiros culpados são os vagabundos, os sem futuro dos machistas, que eu me recuso de chamá-los de homens. É inadmissível um vagabundo matar uma mulher e, às vezes, sair pela porta da frente de uma delegacia. Teremos que endurecer as lei deste país, gente!
Mas, os culpados das leis do nosso país serem brandas é nossa, nós que elegemos os nossos legisladores.
MENSAGEM PARA TODOS OS PAIS, SEM EXCEÇÃO!
País que têm seus filhos homens, eduque-os, e uma dessas educação é ensiná-los a respeitarem as mulheres. Acabem com a "célebre" frase machista e imbecil que diz assim: "se ela não é minha não será de ninguém."
LEMBRANDO! Que essa mensagem serve para todos os tipos de casais e não só para os casais heterossexuais.
Fortaleza/Ce., 21/04/2026

Há momentos em que alianças se rompem, pessoas mudam e decepções chegam.
Mas quem anda com Deus não para no meio da dor.

As verdades dizem-se sem adornos e sustentam-se por si; as mentiras dependem de disfarce.

A gente sofre, mas não perde a ironia diante das pancadas da vida.

A vida é só uma florzinha, viva.

A Água Morta


O barco rompe a corda desgastada,
Deixando o cais de espelho raso e frio,
Onde a maré mascara o seu vazio,
E a superfície brilha, imaculada.


Que importa a onda plácida e dourada,
Se não há poço, abismo ou desafio?
O mastro forte exige o mar bravio,
E foge à poça rasa e disfarçada.


É triste, sim, romper a corda gasta,
E ver o cais sumir no nevoeiro,
Sentindo o golpe seco que recorta;


Mas muito mais cruel, e que devasta,
É definhar no fútil estaleiro,
Ancoradouro raso de água morta.

Se você não consegue dominar seu olhar, não dominará seus desejos, se não dominar seus desejos, não dominará seu corpo, se não dominar seu corpo, não terá domínio sobre nada.

Nem sempre o que penso, falo ou escrevo quer dizer, realmente, que estou correto, porém, é o que acho que é certo, aceito quem descordar de mim, pois sou democrático, mas, vale ressaltar, eu também não sou obrigado a concordar com ninguém, mas tenho obrigação de respeitar as opiniões contrárias.
Fortaleza/Ce., 21/04/2026.

"No século XVIII, o Brasil foi apelidado de 'quinto dos infernos' devido à alta cobrança de impostos. Qual apelido daríamos hoje?"

O Peso do Silêncio

Amo escrever.
Escrevo conforme a minha alegria ou a minha dor, e quanto mais vozes eu ouço, mais forte eu fico.

E não me subestime. Tema o meu silêncio, pois é nesse momento que estratégias e planejamentos estão sendo traçados — para abraçar ou ignorar, refletir ou questionar.

Eu sou o meu time.
Eu sou a minha prioridade.

Sim, não são apenas histórias.
Se temes, não me teste, pois a verdade mascarada que te envolveu agora recorre a mim — e eu nem mesmo a planejei.
Porque, no silêncio, até as verdades aprendem a falar.

Vamos acender as luzes da esperança, para podermos ascender para a vida.
Fortaleza/Ce., 21/04/2026

Vamos ratificar só coisas boas, para não precisarmos retificar coisas ruins.

Falar da cor dos temporais
como quem nomeia o que não se deixa tocar.
Inventar tons para o que passa rápido demais,
para o que rasga o céu e não pede pra ficar.


Falar de coisas que ninguém viu,
nem os olhos mais atentos, nem a memória mais antiga.
Coisas que só existem no sentir,
no intervalo entre o que dói e o que ainda abriga.


Falar das flores de abril,
mesmo quando o chão insiste em silêncio.
Porque há sempre um brotar escondido,
um gesto de vida acima de qualquer sofrimento.


E então, dizer de tudo aquilo
que escapa do certo e do errado,
do que não cabe em medida, nem em julgamento
apenas existe… vasto, indomável, sentido.

Arrancar o curativo da ilusão dói, mas a lucidez que fica por baixo não deixa de ser uma forma libertadora de enxergar a vida.

Quando aceitamos a indiferença do mundo, a dor da expectativa diminui, passamos a enxergar as coisas exatamente pelo que elas são, e não pelo que gostaríamos que fossem.

Vigio as feras que me compõem para que nenhuma se perca em mata densa. Dominar a matilha é saber exatamente qual lobo alimentar quando a noite se torna longa demais.

Ame alguma coisa na vida, se não for outra pessoa, ame a natureza ou ame ambas e mais alguma coisa, porém, ame primeiramente a si próprio.

Os fatos, as palavras da história da minha vida, são apenas repetições sem sentido quando percebidos isoladamente. O tempo é uma narração, uma sequência, que só pode ser apreciada no seu conjunto. A montagem desta consciência é falha porque eu fui aprendendo a construí-la enquanto a fazia. As repetições são ilusórias, e eu posso, com elas, a aprender a não me enganar.

Há uma matilha de em mim correndo sob minha pele. Conheço a face de cada uma no centro dessa vastidão, meu centro permanece imóvel, regendo a força que outros chamariam de medo.

Chore quando não pode mudar a situação; mas, se alegre quando houver uma marcante transformação.

Cada lágrima e fúria têm o nome de um lobo que já tentei expulsar. Hoje, convido-os à mesa do meu interior e sento a mesa com a mão firme de quem aprendeu a ler o rastro da própria alma.

Apontamentos de psicologia unitária


O Uno se dividiu para existir e criou os opostos. A sua consciência vaga entre um e outro numa tentativa de restaurar a união.
O OPOSTO
O oposto é concreto, é fixo, é material. Usa as palavras e a lógica. Apoia-se nas experiências e se orienta pela dor e pelo prazer.
O OPOSTO
O oposto é volátil, é atraído pelas ideias, pelas relações, pelo que é imaterial, pelos sentimentos, pela indiferença.

Há dias complicados, mas, há também anos abençoados.

Pare e reflita!
O que é melhor, viver sem sossego mentalmente ou com sua consciência tranquila? Para mim, viver com a consciência tranquila é excelente. Fica a dica!