Pensamentos Mais Recentes

Homens ínfimos, que desejavam o regresso de raças superiores, territórios conquistados, religiões perfeitas. A guerra era moda? Não! ERA O RETROCESSO ABSOLUTO DA HUMANIDADE!

Mãe 
Ela é pão na mesa e o teto no temporal. Há quem chame de cansaço, ela chama de entrega.
Sua armadura é feita de preces e paciência.
Mãe: é um exército de um só coração.

Não tente forçar os cegos a verem a realidade nem os surdos a ouvirem a verdade. Mas seja íntegro com quem te valoriza: não minta para quem te escuta e jamais decepcione os olhos de quem te admira.

Unidos ao Cristo, nossa dívida foi paga e a condenação anulada, pois a Lei não pode punir quem já foi resgatado pelo sacrifício substitutivo de Jesus Cristo.

Havia um homem chamado Tomás que vivia em um reino governado por uma Lei Perfeita. O rei desse lugar era justo e santo; ele nunca deixava um crime sem punição.


Tomás, porém, era um homem falho. Ele tinha um "Livro de Registros" onde cada erro, cada pensamento ruim e cada negligência sua eram anotados. Pela lei daquele reino, o acúmulo daquelas falhas tinha uma sentença única e definitiva: a prisão perpétua (a Condenação).


Tomás vivia angustiado. Ele tentava fazer coisas boas para "apagar" as páginas, mas logo percebia que, enquanto tentava ser bom, acabava cometendo novos erros. Ele se sentia como Paulo no capítulo 7 de Romanos: "O bem que prefiro fazer não faço, mas o mal que não quero, esse faço".


Certo dia, o Príncipe do Reino, que era o filho do Rei e o único que nunca havia errado, chamou Tomás ao tribunal. O Príncipe fez algo inacreditável:


A Substituição: O Príncipe pegou o Livro de Dívidas de Tomás e escreveu o seu próprio nome na capa.
A Sentença: O Príncipe foi para o tribunal e pagou a pena de Tomás, sofrendo o castigo que o livro exigia.
A União: O Príncipe disse a Tomás: "De agora em diante, você e eu somos um só perante meu Pai. O que é meu é seu, e o que era seu foi pago por mim".


No dia seguinte, o carrasco do reino (a Lei) bateu à porta de Tomás. Ele trazia um papel de condenação. Mas, antes que Tomás pudesse tremer de medo, o Príncipe apareceu e mostrou o Livro. Onde antes estava o nome de Tomás, agora estava o selo: "PAGO".


O Príncipe olhou para o carrasco e disse: "Não há mais nenhuma condenação".
O carrasco teve que ir embora. Ele não podia prender Tomás, não porque Tomás fosse perfeito, mas porque a lei não pode punir duas vezes o mesmo crime. Como o Príncipe já havia sido punido, Tomás estava legalmente livre.

Pela graça que superabunda ao pecado, o amor de Cristo e o Espírito Santo transformam corações rebeldes, assim como fizeram a Saulo.

Assim como Saulo, nós podemos ser alcançado pela graça que superabunda onde o pecado abundou, podendo revelar a transformação do coração rebelde, e a obra do amor de Cristo e do poder convincente do Espírito Santo.

Elias era um homem que construiu sua identidade sobre a negação. Para ele, a fé era uma muleta e o nome de Cristo, um insulto à razão. Ele não apenas não acreditava; ele combatia. Em rodas de amigos, ridicularizava as Escrituras; em sua vida privada, mergulhava em um egoísmo que desprezava qualquer rastro de bondade. Ele vivia conforme o seu próprio coração, esquecendo-se de que "o coração é enganoso acima de todas as coisas e desesperadamente corrupto" (Jeremias 17:9). Elias acreditava que, se Deus existisse, já teria desistido dele — pois ele mesmo já havia desistido de si.


O que Elias não compreendia era que sua rebeldia não era nova. Séculos antes, um homem chamado Saulo de Tarso agia com uma fúria ainda maior. Saulo não apenas negava a Cristo; ele perseguia, prendia e consentia na morte daqueles que seguiam o Caminho. Ele achava que estava servindo a Deus ao destruir o nome de Jesus, mas estava apenas lutando contra o próprio Criador.


Contudo, a obra de Cristo é perfeita porque Ele nos ama primeiro, independentemente de nossos méritos. Como diz a Escritura: "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 João 4:19). No caminho para Damasco, uma luz mais brilhante que o sol cercou Saulo. Ele caiu ao chão, perdendo sua postura de orgulho e sua visão física para que pudesse, finalmente, enxergar a verdade. Ao ouvir a voz do Mestre dizendo: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" (Atos 9:4), ele entendeu que, enquanto odiava, era amado; enquanto perseguia, era buscado. Saulo tornou-se Paulo, transformado por uma graça que ele nunca mereceu, provando que "onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Romanos 5:20).


Elias, ao ler sobre Paulo e ao ver o reflexo desse mesmo amor na vida de cristãos pacientes que o cercavam, sentiu o mesmo impacto. Ele percebeu que Cristo nunca foi seu inimigo, mas seu perseguidor amoroso. O fato de que "Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8) o constrangeu. Não foi o medo que o mudou, mas a Graça. O amor do Criador quebrou seu coração de pedra, e o rapaz que antes renegava tudo o que era sagrado, passou a andar com Cristo, maravilhado por ter sido alcançado.


Essa transformação nos lembra que somos chamados a ser mensageiros de Cristo. Devemos anunciar o Evangelho com nossas palavras, pregando a verdade com ousadia, mas também com as nossas vidas, sendo testemunhas vivas desse amor.
Entretanto, devemos ter humildade e descanso: o papel de convencer o homem do seu pecado, da justiça e do juízo é do Espírito Santo, conforme prometido por Jesus: "Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). A nós, cabe o privilégio de levar a semente e ser o reflexo da mensagem. Somos os instrumentos, mas a melodia da conversão é tocada por Deus. Se você deseja estudar receber esse amor de Cristo, ore nesse momento e clame por ele, pois, Ele te ouvirá e de seus olhos enxugará todas as suas lágrimas.

O julgamento dito no livro de Sofonias se torna restauração na Cruz, onde o amor de Cristo nos resgata do pecado para nos envolver em Sua misericórdia.

A severidade do julgamento de Sofonias encontra seu cumprimento na Cruz, onde a justiça de Deus cede lugar à Graça que nos resgata do pecado e nos restaura pelo amor sacrificial de Cristo

O livro de Sofonias nos apresenta a face de um Deus que não tolera a injustiça, mas que, acima de tudo, anseia pela restauração de Seus filhos. Quando olhamos para a severidade das profecias de Sofonias através das lentes dos Evangelhos, compreendemos que o "Dia do Senhor" não é apenas sobre julgamento, mas sobre o alcance incomensurável da Graça de Deus. O profeta nos chama à santidade, mas a mensagem de Jesus nos recorda de uma verdade humilhante e, ao mesmo tempo, libertadora: embora sejamos chamados a abandonar o pecado, todos falhamos e somos, por natureza, pecadores.


É aqui que o amor de Deus brilha com maior intensidade. Sabendo que jamais conseguiríamos alcançar a perfeição exigida pela lei por nossas próprias forças, Deus não nos abandonou à nossa própria sorte ou à estagnação de nossas falhas. Em um ato de entrega absoluta, Ele deu o Seu Filho único por nós. Jesus Cristo veio para ser a ponte onde o homem pecador encontra o Deus Santo. A justiça que Sofonias anunciava foi satisfeita na Cruz, não pelo nosso sacrifício, mas pelo sacrifício dAquele que nos amou primeiro.


Essa reflexão nos ensina que a vida cristã não é sobre ser impecável para ser aceito, mas sobre ser aceito pela Graça para, então, desejar a santidade. O Deus que Sofonias descreve como alguém que "se deleita em ti com alegria" (Sf 3:17) é o mesmo Pai da parábola do Filho Pródigo, que corre ao encontro do pecador arrependido.


Precisamos de Cristo desesperadamente porque só nEle a nossa natureza caída é redimida. O amor de Deus é tão vasto que Ele não ignora o nosso pecado, mas decide carregá-lo sobre Si mesmo, oferecendo-nos em troca uma veste de justiça que nunca poderíamos costurar sozinhos.


Portanto, ao meditarmos em Sofonias sob a luz do Novo Testamento, somos movidos por uma gratidão profunda.


Deixamos de pecar não por medo do castigo, mas por estarmos constrangidos por um amor que nos perdoa setenta vezes sete. A Graça é o socorro presente que nos transforma, lembrando-nos que, mesmo sendo pecadores, somos profundamente amados e convidados a viver uma nova história sob a misericórdia que se renova a cada manhã.

Pelo Espírito, jovens veem e velhos sonham, pois o sentido da vida é a resposta corajosa ao chamado de Deus.

Inspirados pelo espírito que faz jovens verem e velhos sonharem, somos chamados a assumir a responsabilidade de dar sentido à vida, respondendo ao chamado de Deus com a coragem de quem vive por um propósito eterno.

O sentido da vida não é algo a ser encontrado, mas uma responsabilidade a ser assumida através da visão, do amor e da coragem de dar um propósito à própria existência.

Afinal, o que nos mantém de pé quando tudo parece perder a cor? A resposta não está no conforto, mas no sentido.


O Chamado de Deus para os Jovens que Vêem, Velhos que Sonham.


No Antigo Testamento, o profeta Joel (2:28) fez uma promessa ousada: chegaria o dia em que "os jovens teriam visões e os velhos teriam sonhos". Em Atos (2:17), esse texto é resgatado para mostrar que a vida ganha um novo fôlego quando o "espírito" nos incendeia.


Mas entenda a provocação: ter uma "visão" é olhar para o futuro e ver uma tarefa. Ter um "sonho" é olhar para a vida e ver um significado que não envelhece. Sem isso, o jovem se arrasta e o velho se amarga. A pergunta é: você está apenas ocupado ou está realmente indo em direção a algo?


O psiquiatra Viktor Frankl aprendeu o sentido da vida da forma mais dura: sobrevivendo a campos de concentração. Em seu livro Em Busca de Sentido, ele destrói a nossa passividade ao dizer: "Nós não deveríamos perguntar qual o sentido da vida; nós somos os questionados pela vida. Viver significa assumir a responsabilidade de encontrar a resposta certa."


Frankl nos provoca a entender que o sentido não é algo que "cai do céu". Ele é construído em três frentes:


* No que você faz: O trabalho ou obra que você deixa para o mundo.


* No que você ama: A dedicação a alguém ou a uma causa maior que você.


* No que você sofre: A coragem de mudar a si mesmo quando não pode mudar a situação.


Se alguém como Frankl encontrou um motivo para viver no meio do inferno, o que te impede de encontrar o seu no meio da sua rotina? A Bíblia diz que os jovens profetizam e os velhos sonham porque o sentido da vida não tem data de validade. O sentido é o "porquê" que nos faz aguentar qualquer "como". Pare de esperar que a vida te dê um propósito. Dê você um propósito à vida. O que você vai fazer hoje com a liberdade de ser quem você é? O seu tempo está correndo. Responda à vida com coragem.

Os conservadores são uma força negativa no mundo, eles desejam ardentemente mudar o mundo, mas para pior!

Há quem chame de preservação o que, na verdade, é o empenho incansável em piorar o amanhã.

A Arte de Conviver


Deus, em Sua sabedoria, nos criou com dons e limitações. Essas limitações não são um fardo, mas uma necessidade, para que possamos respeitar a individualidade do outro e manter a justiça nas relações, seja familiares, amorosas ou sociais.


Somos todos diferentes, com histórias e sentimentos únicos, mas buscamos algo em comum: a conexão genuína. Na correria da vida, esquecemos de olhar para quem está ao nosso lado, mas a verdadeira convivência começa no respeito e na aceitação da individualidade.


Respeitar o outro é oferecer o maior presente: permitir que cada um seja quem é, sem pressões ou expectativas. Empatia é compreender, sem tentar dominar, e escutar é um gesto de carinho genuíno. Estar presente é mais do que físico; é emocional, é dar atenção plena.


Cuidar sem querer mudar é aceitar o tempo e o caminho do outro. As diferenças não nos separam, mas nos ensinam a crescer juntos, com respeito. A autenticidade fortalece as relações, pois não há máscaras, mas sinceridade.


Nos momentos de vulnerabilidade, o apoio não é tentar consertar, mas simplesmente estar lá, oferecendo presença. Crescer juntos é entender que, apesar de nossos tempos e caminhos distintos, podemos compartilhar a jornada com respeito e harmonia.

Mulheres que florescem na presença de Deus não competem entre si... apenas perfumam o caminho umas das outras.💐

Falar é fácil. Ser, nem todo mundo aguenta.


Hoje em dia, todo mundo tem um texto pronto na ponta da língua. Promessas bonitas, discursos ensaiados, frases de efeito. Mas na hora de mostrar com atitude, cadê? Sumiu.


Não me impressiono com palavras. Já vi muita gente falar de lealdade e agir com falsidade. Gente que prega respeito, mas vive julgando. Que diz “tamo junto”, mas torce contra. Quer minha distância? É simples: seja hipócrita. Porque pra mim, falar sem viver é só barulho vazio.


Atitudee é o que separa quem é de verdade de quem só representa, E eu escolho estar perto de quem vive o que diz e não de quem só sabe escrever bonito.


By Evans Araújo ✍️

É uma autêntica maldição sentir demais. Pensar demais. É talvez uma benção saber sentir. É talvez uma benção saber pensar! Mas chega sempre o momento em que já não basta pensar. Nem somente escutar.

"Ao longo da vida é difícil pensar que tudo que proporcionamos era apenas para saciar as pessoas ,e nunca à nós mesmos !"

A gratidão não melhora o mundo, mas o torna habitável. O pouco passa a bastar quando é visto com presença.


– Jess.

Uma alma de encadeamento e mutabilidade como o caleidoscópio encantatório, trazido pelo pai, de uma das muitas partes do mundo. Seria a minha alma, uma alma-caleidoscópio? Assim me pareceu!

Conservadores não buscam a ordem, buscam o retrocesso. Querem reformar o futuro com as ruínas de um passado que nunca funcionou.