Pensamentos Mais Recentes

Difícil é ter que ir embora sem querer. É entender que o movimento que se segue não serão conduzidos para o bem, frutíferos.

Se o autoconhecimento foi uma grande conquista da humanidade, o heteroconhecimento pode ser o próximo passo da nossa evolução relacional!

Nós não nascemos profissionais. 
Nós nascemos pessoas!


Antes de cada profissional existe um ser humano que deseja ser ouvido, reconhecido e desenvolvido!

A morte virá sorrateira, trair o melhor amigo, pela conversa maledicente de sua mulher.

AS IRMÃS BAUDIN E RIVAIL/ ALLAN KARDEC.
AS IRMÃS BAUDIN E O CONTEXTO HISTÓRICO DA PRIMEIRA CODIFICAÇÃO ESPÍRITA.
"1. Contexto inicial das reuniões mediúnicas"
O texto examina a identidade histórica das chamadas irmãs Baudin, jovens médiuns que participaram das primeiras experiências que culminaram na elaboração de "O livro dos espíritos", publicado em 18 de abril de 1857.
Segundo o relato, as reuniões mediúnicas ocorriam inicialmente na Rua Rochechouart, em Paris, no ano de 1855. Posteriormente, em 1856, as sessões foram transferidas para a Rua Lamartine. Nessas reuniões estavam presentes diversos observadores interessados nos fenômenos das mesas girantes e nas comunicações espirituais que então se tornavam objeto de estudo metódico.
O próprio codificador não registrou os números dos prédios nem forneceu detalhes biográficos completos das jovens médiuns. Sabe-se apenas que uma delas se chamava Caroline Baudin. Ao final de 1857 ambas se casaram, cessando assim as reuniões mediúnicas naquele ambiente familiar.
Fonte documental citada no texto
"Revue Spirite", novembro de 1858.
"2. Identificação genealógica da família Baudin"
Pesquisas posteriores permitiram reconstruir parte da genealogia da família.
O pai das médiuns chamava-se François Alphonse Baudin. Ele nasceu no município de Gray, na região administrativa de Franche Comté, na França. Exercia atividade comercial semelhante à de seu próprio pai, sendo descrito em registros civis também como inventor e negociante industrial.
Em 1851 ele residia na Rua Rochechouart número 90, conforme registros ligados a uma disputa comercial envolvendo carvão vegetal.
Fonte documental citada
"Gazette des Tribunaux", 15 de julho de 1857.
"3. A primeira médium identificada. Catherine Caroline Baudin"
A investigação documental identificou com precisão a primeira das médiuns.
Nome completo
Catherine Caroline Baudin.
Nascimento
13 de janeiro de 1827, em Gray.
Idade durante as reuniões mediúnicas
28 anos em 1855.
30 anos em 1857.
Casamento
13 de agosto de 1857.
Falecimento
Noite entre 29 e 30 de novembro de 1883, na comuna de Puteaux, próxima de Paris.
Descendência
Teve duas filhas.
Hélène Chailan de Noire
Alice Chailan de Noire.
Esse casamento explica o encerramento das reuniões mediúnicas na residência da família Baudin.
Fonte documental citada
Registros civis da cidade de Gray e arquivos municipais de Paris.
"4. A segunda médium. Identificação correta"
Durante muito tempo acreditou-se que a segunda médium se chamava Julie Baudin. Entretanto, pesquisas históricas demonstram que essa identificação não era correta.
A segunda irmã chamava-se na verdade
Pélagie Baudin.
Dados biográficos
Nascimento
3 de outubro de 1829, em Gray.
Idade durante as sessões mediúnicas
26 anos em 1855.
28 anos em 1857.
Casamento
Também realizado em 13 de agosto de 1857, no mesmo dia da irmã Caroline.
Falecimento
22 de agosto de 1887, em Neuilly sur Seine.
Filho
Michel Alfred Nourrisson, conhecido posteriormente como Michel Nour.
Assim, conclui-se que a segunda médium não era Julie Baudin, como se repetiu em diversas obras, mas sim Pélagie Baudin.
"5. Residência e ambiente das sessões"
Os documentos confirmam que as irmãs viveram em dois endereços ligados às experiências mediúnicas.
Primeiro endereço
Rua Rochechouart, Paris, em 1855.
Segundo endereço
Rua Lamartine, em 1856.
Essa rua era anteriormente chamada Rua Coquenard.
A fotografia apresentada no texto mostra a Rua Lamartine entre 1865 e 1868, preservando o ambiente urbano semelhante ao da época das reuniões.
Fonte iconográfica
Museu Carnavalet.
"6. Papel das irmãs Baudin na elaboração de O livro dos espíritos"
As comunicações obtidas através das médiuns constituíram parte significativa do material inicial que originou a primeira edição de "O livro dos espíritos", publicada em 1857.
Entretanto, o trabalho não se limitou a essas sessões. Posteriormente o material foi revisto e ampliado, sendo o processo continuado com a colaboração de outras médiuns, até a edição definitiva de 1860.
Esse método demonstra o caráter progressivo e comparativo adotado na investigação mediúnica.
Fonte doutrinária
"O livro dos espíritos", Introdução e Prolegômenos.
"7. Conclusão histórica"
A análise documental permite estabelecer com maior precisão os seguintes pontos históricos.
As médiuns da família Baudin eram duas irmãs adultas, nascidas na cidade de Gray.
Seus nomes eram Catherine Caroline Baudin e Pélagie Baudin.
Participaram das primeiras sessões mediúnicas entre 1855 e 1857 em Paris.
Casaram-se no mesmo dia, 13 de agosto de 1857, o que encerrou as reuniões na residência familiar.
As comunicações recebidas por meio delas contribuíram para a elaboração inicial da obra fundamental do Espiritismo.
Essa reconstrução histórica demonstra como a pesquisa documental contemporânea permite esclarecer detalhes biográficos das primeiras médiuns da Codificação, preservando a fidelidade histórica do movimento espírita.
Fontes documentais citadas no texto analisado
Arquivos civis de Paris.
Registros civis de Gray, França.
Gazette des Tribunaux, 15 de julho de 1857.
Museu Carnavalet.
Revista Espírita, novembro de 1858.
Informações do livrou: Espíritos Sob Investigação.
Autor: Carlos Seth Bastos.

Você cria seu futuro agindo no presente, a cada inação você mata seu "Eu" do futuro lá na frente.

Serdes obedientes para colherem resultados.


A Prosperidade é consequência da obediência:
No livro de Levítico capítulo 19 versículo 25, Deus promete:
“Assim aumentareis a vossa colheita”
Ou seja, respeitar os processos traz crescimento sustentável.

"Restos de afetos"


Vi pessoas sendo descartadas como sacos plásticos, depois de chegar em casa;
Como peso morto, desnecessárias; Como cascas de cebola, após o uso do que é útil;
Como guarda-chuvas, depois do inverno;
Como bonecas, depois da infância; Como diários, da adolescência.
Pessoas deveriam ser eternas na vida da gente: aquelas que nos ensinam a ser melhores, principalmente as que nos trazem sofrimento.

Não prejudiquem os outros usando medidas falsas. Usem balanças certas. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Eu os tirei do Egito.
Levítico 19, 35.

Poder das palavras 


As palavras têm seu poder.
Como sementes, agem construindo,
Influenciando na vida pra vencer, 
E também, como ferramenta destruindo 
Vidas, emoções e realidades pra valer.


As boas palavras curam
Quando ditas como bênção.
Palavras ruins amaldiçoam 
Geram resultados de maldição.


Palavras também definem destinos,
Criam realidade futura como profecia.
Isso é a fé no que é divino,
Não é nada de fantasia.


As Palavras também encorajam,
Onde lhe falta perspectiva,
Trazem forças onde não há,
Revigoram prazer e alegria.


Nos momentos de perda, 
Palavras são o silêncio.
Não precisam ser ditas.
Apenas um olhar imenso.


Por fim, as palavras agem como um leme,
Direcionam a vida, de forma essencial.
Um guardião da própria boca que teme,
E cultiva resultados positivos. Isso é especial.




Raimundo Nonato Ferreira 
Março/2026

Quando julgar alguma causa, não seja injusto, não favoreça os humildes, nem procure agradar os poderosos. Julgue todas as causas com justiça. 
Levítico 19,15.

Não guarde ódio no coração contra outro, em vez disso corrija-o com franqueza para que você não acabe cometendo um pecado por causa dele. Não se vingue, nem guarde ódio de alguém, mas ame os outros como você ama a você mesmo. Eu sou o Senhor. 
Levítico 19, 17.

O rato sempre cai na ratoeira porque duvida que está em risco. A autoconfiança excessiva pode leva-lo a ser atraído pelo perigo.

A maldição da traição é vida estagnada, Sem prosperidade financeira alguma por décadas.

" Na filosofia espírita, a comunicação entre o mundo espiritual e o mundo material ocorre essencialmente por intermédio do ser humano dotado de mediunidade. O espírito desencarnado atua sobre o pensamento do médium e este, por sua vez, traduz a ideia recebida por palavras, escrita ou outras formas de expressão. "

Pensar é um risco contínuo, porque cada conclusão abre espaço para novas dúvidas, e não existe ponto final nesse processo, apenas pausas temporárias antes de recomeçar.

Quem segue, não se perde.
Cada passo carrega futuro.

Não espere alguém te aplaudir, vai.

Tarda em criticar, apressa-te em elogiar.

" Amigo é uma porta aberta às estruturas reais de quem o tem.

A consagração do Perdão perante a Deus:
Todo dia 10 de Julho não comei nada e não trabalheis este dia inteiro. Entrega seus pecados ao Senhor, ele te concederá o perdão.
Levítico 16, 29 - 34.

O vazio não é ausência, é presença sem significado, é estar cercado de tudo e ainda assim não encontrar sentido, e talvez seja isso que mais desgasta, não a dor em si, mas a falta de razão para ela existir.

Há uma diferença entre estar vivo e estar consciente da vida, e eu já não consigo mais separar os dois, porque cada instante carrega uma análise implícita, e, nesse excesso de lucidez, a simplicidade se tornou inacessível.

Existir não é um presente é uma condição, e talvez o erro esteja em esperar conforto disso, porque a consciência não foi feita para ser leve, ela foi feita para perceber,
e perceber quase sempre dói.

O mundo é desigual para aqueles que são iguais a todo mundo.