Pensamentos Mais Recentes
Às vezes sinto
que vejo o mundo
como uma enorme lixeira
transbordando...
um aterro de consciências,
onde se empilham
mentiras em decomposição
e vaidades com cheiro de podre.
Um lugar onde
se descartam princípios
como embalagens vazias,
onde a ética
é jogada no fundo do saco
junto com restos de conveniência.
O ar
anda pesado de hipocrisia,
e os urubus da esperteza
sobrevoam satisfeitos
esse banquete de decadência.
E eu,
com o estômago da alma embrulhado,
reviro os escombros humanos
procurando,
entre latas amassadas de caráter
e plásticos rasgados de moral,
algum vestígio ainda vivo
de moralidade e de humanidade.
O mundo é um enorme lixão
que transborda sujeira e fedor
por todos os lados,
até no espaço extraterrestre!
✍@MiriamDaCosta
“A Trindade não é um enigma para ser resolvido, é um mistério para ser vivido — porque quanto mais tentamos explicar Deus, mais percebemos que fomos feitos para conhecê-Lo, não para reduzi-Lo.”
O vento é bem-vindo em qualquer lugar, mas no campo ele é especial. Ali, o silêncio nos permite ouvir não apenas o seu sopro, mas também o coro dos pássaros diante de uma vista sem fim.
Nas mãos, as marcas do passado.
Vida construída, uma paisagem recria.
Cicatrizes envoltas por letras solenes.
Alívio? Não há dor para remediar.
Não tenho mais tempo.. e também não aproveitei o que tive. Poeta que não aprendeu a amar como seu poema pedia. Um poeta sem palavras nem parábolas.
A natureza revela as verdades mais cristalinas. O artificial tenta reproduzi-las; a arte, porém, só ganha autonomia quando faz da beleza e da simplicidade algo inseparável de si.
A dias minha mente estava em silêncio... na verdade eu que me ensurdeci pra ela, gora ela grita e esta impossível de ignorar seus devaneios...
O Prazo do Eterno
Não te esqueci e não mereci,
porque tu não és grande como o Sol,
nem tão brilhante como a Lua.
Eu sou Tupã e você Guarani;
era doente e eu não queria,
mas conheci.
To be or not to be.
Eu te admirei um dia,
achei que era profundo,
mas no fundo não era nada.
Vazio como um eco,
raso como a cova que te enterrei.
Eu sei que errei,
mas quem não erra?
Era pra ser certo,
claro como o dia.
Era pra ser sincero e honesto,
era pra ser bonito,
era pra ser eterno.
Era real.
Era uma vez.
Era amor.
Mas o eterno aqui tem prazo:
sete horas entre o beijo e o epitáfio.
Somos estatística vestida de seda,
um país que conta corpos
enquanto o café esfria.
Não quer se entregar a dor da alma, mas o sabor é agradável e alimenta. Não quer ouvir a voz da solidão, mas ela é tão suave que encanta. A mente é cheia de não mais sim o que destrói aos poucos se não souber onde achar o talvez... E se Talvez eu me desvencilhar desse cadeado que me prende ao meu eu de antes?
Nós sabemos que não é tão fácil amarmos um ao outro
E que alguns dias são mais desafiadores
Mas é que no fundo, apesar de tudo
A vida é mais leve e feliz quando estamos juntos.
Mesmo quando a verdade parece prejudicá-lo, não renuncie à honestidade. O que os enganadores lucram nunca iguala a dignidade dos íntegros.
A excelência nasce como valor, desperta como consciência, se fortalece como cultura e se perpetua como sistema.
Amor pela Excelência é Gestão com Alma
As amarras da expectativa do viver
Soltar... Soltar... Soltar...
Saber que nada é seu
Aceitar que nada é seu
Nem nada, nem pessoas, nem
a próxima respiração...
Nada...Nada...Nada é seu
É só empréstimo...
Liberte-se da ilusão
Seja são...
Deixe fluir...ir...ir
Distraídos com a paisagem, as escolhas não parecem importantes; mas, quando o abismo chega, o desvio pode já ter ficado para trás.
A excelência começa como um valor, amadurece como consciência, se consolida como cultura e se sustenta como sistema.
Amor pela Excelência é Gestão com Alma.
Nenhuma pessoa é ou se transforma em algo que não pode ser substituído, porém, com um alto nível de compromisso, ela pode se tornar essencial.
Em sua caminhada, ele chega a uma bifurcação. Para decidir, não reflete muito; apenas olha ao redor. Como a paisagem lhe parece a mesma, conclui que qualquer rota serviria e segue adiante sem fazer o desvio.
Mais à frente, encontra um transeunte e pergunta:
— Aonde me leva este caminho?
O homem responde:
— Este caminho leva a um abismo profundo. E o desvio já ficou para trás.
Assim é a vida: muitas escolhas parecem irrelevantes porque, no início, a paisagem quase não muda. Mas é justamente nelas que o destino se inclina.
Uns criam bolhas mentais; outros passam a viver dentro delas. Uma bolha pode até oferecer conforto momentâneo, mas a paz está em assumir a própria vida com as próprias forças.
