Pensamentos Mais Recentes
Nenhum homem deveria ser elogiado pela quantidade de horas que passa em oração, mas sim pela maneira como cuida de seus filhos e esposa.
Não sei exatamente onde você está agora, mas sei exatamente onde você permanece: em cada nota de música que toca no rádio e em cada pensamento que invade o meu silêncio.
Engraçado como a gente se acha esperto quando está no controle, né? Eu duvidei, eu fui atrás apenas do que eu queria enxergar, ignorando o que realmente importava. E agora o "longe" virou tempo demais. da sua ausência é barulhento, e por mais que ouvir sua voz me traga uma paz absurda, ela também me lembra do que eu não tenho mais por perto.
Tudo ficou incerto aqui fora. O mundo continua girando, mas parece que eu estou preso naquele momento em que te perdi. Se eu pudesse, voltaria cada um daqueles dias. Faria tudo diferente só para não ter que aprender, da maneira mais difícil, como é vazio o lugar que você ocupava.
Se você pudesse me ver agora, de onde quer que esteja, veria um homem que não consegue mais fugir do que sente. Se eu fecho os olhos e não te encontro no meu coração por um segundo que seja, logo abro e te vejo em qualquer outro lugar.
Só eu sei o que eu faria para te ver mais uma vez. Se o nosso amor ainda tiver um sopro de vida, se ele puder sobreviver a essa distância, saiba que eu ainda estou aqui. Pensando em você. Em cada lugar, em cada canção. Eu estarei aqui Pensando em você.
"Luzes e aplausos não são para quem chega, mas para quem entrega. O palco pertence ao talento, nunca ao ego. É a obra que fica, enquanto o indivíduo é apenas o instrumento."
— Ginho Peralta
"O palco não aceita títulos, ele exige entrega. Ele nunca pertenceu ao indivíduo, mas sim ao talento que ele cultiva. Se você quer os holofotes, não mostre quem você é, mostre o que você é capaz de realizar com excelência."
— Ginho Peralta
Sempre que as dificuldades pesam e a vontade de desistir aparece, fecho os olhos e repito até acreditar: se fosse um sonho fácil, não teria graça nenhuma! São os obstáculos que dão valor à caminhada, e cada desafio superado é um pedaço da vitória que se constrói. O cansaço passa, mas a realização de ter enfrentado tudo com coragem fica. Porque o que realmente importa não é só conquistar, mas lembrar de cada esforço que tornou o sonho possível. E é isso que faz a jornada valer a pena.
... Passarinho a régua ...
Kenosis ...
Pra você o que
Há de mais importante
Na vida do Jovem Arcanjo?
Seus dons? Extraordinários fenômenos? ...
Vou acompanhar a Mãezinha:
O Importante é que Ele
Sinta-se em Paz ... Bem ... Feliz! ...
... Chegou a Conta! ... ka ... ka
Ka ... Lembrei de Alguém! ... Ka ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ...
... Oceano Atlântico 15/02/2002
Com tantas Guerras descaradamente ignoradas no “nosso” país, não deveria nos sobrar tanto tempo nem disposição
para palpitarmos nas guerras dos outros.
Quem vê a assustadora parte de um povo escolhendo lado em outras guerras, pode até acreditar que não temos tantos conflitos internos para lutar.
Mas temos.
E não são poucos.
São guerras sem sirenes internacionais, sem transmissões ao vivo em alta definição, sem mapas coloridos nos telejornais.
São guerras silenciosas, travadas nas periferias esquecidas, nas filas dos hospitais, nas salas de aula sucateadas, nos lares onde a dignidade perdeu território para a sobrevivência.
Há uma guerra diária contra a desigualdade que normalizamos.
Uma guerra contra a corrupção que denunciamos em ano eleitoral e relativizamos no resto do tempo.
É guerra contra a ignorância cultivada, contra a desinformação compartilhada com convicção e preguiça de checar.
Contra o desalento que transforma cidadãos em espectadores.
Ainda assim, muitos preferem empunhar bandeiras internacionais com a mesma facilidade com que ignoram as trincheiras da própria rua.
Opinar sobre conflitos distantes exige apenas conexão à internet.
Enfrentar os conflitos internos exige caráter, constância e compromisso — três virtudes que não rendem tantos aplausos nas redes.
Não se trata de indiferença ao sofrimento alheio.
Solidariedade é uma grande virtude.
O problema é quando a comoção seletiva vira espetáculo e a indignação terceirizada serve apenas para aliviar a consciência enquanto as mazelas domésticas seguem intactas.
É curioso: somos rápidos para apontar injustiças além-mar, mas lentos para reconhecer que também somos parte — ativa ou omissa — das injustiças daqui.
Escolher um lado em guerras estrangeiras pode até dar a sensação de lucidez moral.
Mas escolher enfrentar as próprias contradições exige maturidade cívica.
Talvez o que nos falte não seja opinião, mas prioridade.
Não seja engajamento digital, mas responsabilidade real.
Porque enquanto gastamos energia demais disputando narrativas globais, há batalhas locais esperando por gente disposta a lutar menos com o teclado e mais com atitudes.
E, no fim, a pergunta que fica é bastante desconfortável: estamos escolhendo lados por consciência… ou por conveniência?
Sou um peixe a se estranhar
Sou de letra, não de água
Não sou de rio, mas de página
Navego o mar das palavras,
Onde existir é viajar.
Os celulares e fones de ouvido viraram uma extensão do corpo humano. Jovens e adultos não conseguem ficat mais sem ouvir música ou mandar men- sagens pelo WhatsApp. As crianças podem até ter medo do escuro, mas os jo- vens passaram a ter medo do silêncio. Agora entendo o velho ditado que dizia "não paro, pois se parar eu penso e se pensar eu choro". Para muitos, fugir da realidade tornou-se o melhor remé- dio contra a dor existencial
Se não dá para esconder, então por que tentar evitar? No seu dia a dia, eu sempre vou estar; na letra de uma música, no cheiro de um perfume, você vai se lembrar! E, se nada disso acontecer, alguém vai te falar de mim.
Quando o amor chega, não marca hora, dia e nem lugar. É um sentimento que te domina, difícil de evitar.
"Muitas vezes, a mesa estará posta e o silêncio será a única companhia. Mas lembre-se: é no silêncio que as maiores decisões são tomadas. Se o café ainda está quente, há vida, há tempo e há uma nova história esperando para ser escrita por você."
— Ginho Peralta
Que a esperança nos convença a sermos melhores e leve paz a tudo ao nosso redor e além, pois a humanidade merece mais do que o abismo.
Não sei se mereço o paraíso... com certeza, não.
Mas a Misericórdia de Deus disse que não nos abandonaria, o que quer dizer que cabe a nós fecharmos os portões do inferno.
