Pensamentos Mais Recentes
Salmos 100:5
Porque o Senhor é bom,
a sua misericórdia dura para sempre,
e, de geração em geração, a sua fidelidade.
" A infidelidade humana não anula a eterna fidelidade de Deus"
E se os seres humanos não fossem apenas uma criação de Deus, mas partes literais dele?
E se, ao criar os primeiros humanos, Deus tivesse dividido uma parte da sua própria essência para dar origem a seres verdadeiramente conscientes e independentes? Talvez quisesse testar a sua criação, observar o universo através de outras perspetivas, ter companhia ou simplesmente deixar de existir sozinho. Mas e se não tivesse previsto completamente as consequências dessa decisão?
E se cada novo ser humano precisasse de receber uma pequena parte dessa essência divina? Quanto mais a humanidade crescesse, mais fragmentada ficaria a força de Deus. O seu poder continuaria a existir, mas estaria distribuído por milhares de milhões de pessoas incapazes de agir como uma só consciência. Deus não teria desaparecido, mas estaria progressivamente mais fraco enquanto entidade individual.
E se os animais tivessem sido uma experiência anterior, criada com fragmentos menores ou sem a mesma liberdade e consciência? E se os dinossauros tivessem sido uma das primeiras criações a crescer para além do equilíbrio esperado? Talvez Deus tenha permitido que dominassem o planeta durante milhões de anos, até perceber que já não conseguia controlar a sua expansão e teve de recorrer a uma solução extrema para recomeçar.
E se os humanos fossem a tentativa seguinte? Seres fisicamente mais pequenos, frágeis e com vidas mais curtas, que aparentemente seriam mais fáceis de controlar. No entanto, Deus teria subestimado a inteligência, a capacidade de adaptação e a velocidade de reprodução da humanidade. Com a agricultura, a medicina e a tecnologia, os humanos começaram a ultrapassar quase todos os limites naturais, tal como os dinossauros tinham feito, mas de uma forma muito mais rápida e difícil de travar.
Nesse caso, e se aquilo a que chamamos “mal”, como doenças, catástrofes, epidemias e outros acontecimentos destrutivos, não fosse apenas castigo ou crueldade? E se fossem tentativas cada vez mais imperfeitas de abrandar o crescimento humano e recuperar parte da força divina? Ou, pelo contrário, e se essas tragédias fossem consequências involuntárias do enfraquecimento de Deus, que já não teria poder suficiente para manter o mundo completamente estável?
E se Deus já não conseguisse controlar com precisão aquilo que criou? Talvez apenas fosse capaz de influenciar forças naturais, originando acontecimentos demasiado grandes e indiscriminados. Isso explicaria por que motivo as catástrofes não atingem apenas pessoas consideradas más e também destroem vidas inocentes. Não seriam julgamentos perfeitos, mas ações desesperadas de uma entidade que está a perder o controlo.
Mas o que acontece à parte divina de uma pessoa quando ela morre? Regressa a Deus, fortalecendo-o novamente, ou permanece separada para sempre? Se regressar, talvez a vida e a morte façam parte de um ciclo de distribuição e recuperação de energia. Se não regressar, então cada nascimento aproximaria Deus de uma fragmentação definitiva.
E se Deus não puder simplesmente eliminar a humanidade porque isso significaria destruir partes de si próprio? Talvez tente apenas limitar o nosso crescimento, esperando que encontremos equilíbrio antes que a sua consciência original desapareça por completo.
E se a razão pela qual Deus parece silencioso não for a sua ausência, mas o facto de já não estar concentrado num único lugar? Talvez Deus esteja presente em cada consciência humana, observando o mundo através dos nossos olhos, sentindo através das nossas emoções e agindo através das nossas escolhas, mas sem conseguir reunir todas essas experiências numa única vontade.
E se os nossos impulsos para criar, proteger, amar, conquistar e destruir forem manifestações diferentes dessa mesma entidade fragmentada? Talvez o conflito humano seja, literalmente, Deus em conflito consigo próprio.
Nesse cenário, será que a humanidade está lentamente a destruir Deus, ou está a transformar-se numa nova forma dele? E se o verdadeiro objetivo não for obedecer a uma entidade exterior, mas aprender a unir as partes distribuídas por todos nós? Talvez Deus esteja cada vez mais fraco enquanto ser individual, mas possa tornar-se novamente poderoso se a humanidade algum dia conseguir agir como uma consciência coletiva.
E se Deus nos criou para ter companhia, mas acabou dividido entre todos nós? E se agora estiver à espera que as suas próprias partes percebam aquilo que são e encontrem uma forma de voltar a unir-se?
Conjugar a tua vida apenas no pretérito perfeito ou imperfeito é condená-la a nunca encontrar um presente nem um futuro perfeito.
Daniel Perato Furucuto, 2026
Quando Agente Quer Muito Algo, A
Gente Sempre Dá Um Jeitinho E Faz.
Então Mesmo Que Aquela Pessoa
Tem Uma Vida Correria, Se Ela Te
Quiser, Vai Arrumar Um Jeito Pra
Está Contigo. É Sobre Isso...
Vamos chocar a maioria da sociedade comigo?
É só uma mulher falar que quer se casar, ter mais de um filho e que filhos são uma bênção, e que o lugar que ela gosta de ficar é em casa e quer apenas dividir sua vida com uma pessoa, que muitas vão te dizer: “Nossa, isso não é liberdade”. Mas afinal, a liberdade não é exatamente o que você quer fazer, e não o que o outro acha que você deve fazer.
O que eu posto depende
do meu estado de espírito.
Tem dias que quero salvar o mundo;
em outros, sou calmaria e silêncio.
Aprendi que a beleza está justamente
em acolher todas as minhas estações.
No espelho desses olhos que guiam,
encontrei o abrigo e a direção.
Em tuas linhas calmas que também sorriam,
deixei que desenhasses meu coração.
Se o mundo assiste a tudo em silêncio,
nosso compasso não conhece o fim.
No doce amor que agora vivencio,
trago o jardim que floresce em mim.
A vida ganhou cor, ganhou poesia,
em cada rima que o peito cantar.
Se a tua voz cura minha agonia,
meu verso mais bonito é te eternizar.
Um gesto coerente, uma palavra serena ou um exemplo verdadeiro podem provocar reflexões profundas e abrir caminhos que discursos inflamados jamais conseguiriam construir.
Suba os céus, e desça ao presidente imaginário. Para que houve o que aconteça no momento, que pelo menos o presidente, não deixe esses personagens da Rede Cultura Web sofrer por muito tempo.
"AS CRITICAS PROCEDENTES SÃO MELHORES QUE OS ELOGIOS SÓ PARA AGRADAR, AS PRIMEIRAS PERMITEM A NOSSA CORREÇÃO, OS SEGUNDOS NADA ACRESCENTAM". Ademar de Borba
Eu tenho amor,
tenho carinho,
tenho ternura,
tenho romantismo e paixão.
Tenho tudo isso guardado,
sobrando no peito,
transbordando nas mãos.
Só não tenho
pra quem doar.
Saul Beleza
