Pensamentos Mais Recentes

É uma terrível contradição erguer o Livro Santo e votar em quem promove o mal. Clame por coragem e negue o seu voto aos inimigos da verdade!

Nossa adoração perde o sentido prático quando nossas escolhas públicas contradizem a vontade de Deus. Irmão, se o seu voto apoia ideologias que destroem os valores do Evangelho, examine se sua fé não se tornou apenas um hábito religioso sem vida. Tenha a coragem de dizer não ao erro!

Um coração verdadeiramente regenerado treme diante da Palavra e busca não dar o seu voto a quem promove o que o Deus santo condena. Marcelo Rissma

Não se engane: o homem que aponta o dedo e chama de idólatra o cristão que vota pela justiça e contra o crime não serve à verdade. Ele serve a um propósito ímpio, operando ou como agente infiltrado para enganar os fiéis, ou como um idiota útil que ajuda a promover aquilo que Deus abomina.

Um academicismo fútil que necessita constantemente fazer uso de frases notórias para validar os seus próprios pensamentos.

Deus me fez do que sou.
Não para ser ao nascer, nem se fazer ao crescer...
Mas para ser revelado no seu devido tempo.
Quem revogará seu decreto?
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

"Fui na locadora de vídeos, mas encontrei as classificações em um tempo não vigente. Queria assistir "Jurassic Park", mas me fizeram lembrar de "2012" e "Armageddon". Achei estranho o lustre balançar, mas perguntei sobre os making of na sessão de terror. Pensei na hipocrisia de uma crença, onde os espíritos(as) manipulavam as máquinas, mas não quis assistir Ghost. Enquanto isso passava na TV da loja: Invasão de Privacidade, então fui ver o catálogo de novidades."

Observando o Brasil, noto algo que ninguém ousa falar, mas alguém precisa perguntar...
E se os cristãos amassem a Cristo com a mesma intensidade com que odeiam o atual governo?
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Filipenses 4:5

Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor.

"Moderação em cada atitude, serenidade em cada uma de suas ações — revela o Senhor!"

"Foram na loja de maquiagem, para se fantasiarem. Época de Halloween na cultura estrangeira, e iludiram as mentalidades. Mas acabaram encontrando as almas, nos centros espíritas de verdadeira motivação. Porém não souberam diferenciar as simpatias, cuja a igualdade gerava a mesma emoção coletiva."

O grande problema é que as coisas não são só aquilo que você consegue ver, o grande problema sempre está naquilo que você não consegue ver, por isso você deve estudar analisar antes de decidir.  Você certamente nunca viu uma flor se esconder atrás de espinhos, mas, já viu muitos espinhos se esconderem atrás das flores.

"Vivênciei um período de obsessão, mas os ateus/ateias só pensaram em seus fanatismos. Enquanto isso o tempo passava, nos interesses diversificados de outros indivíduos. Evolução dos raciocínios, onde a natureza revelou vossos instintos."

O capitalista comunista.
Este canalha defende a democracia com a ditadura dele.
O que os outros dizem só interessa se eu aprovar.

Houve um tempo em que eu acreditava que certas coisas eram absolutamente essenciais. Hoje, depois de tantas experiências, entendo que o essencial é encontrar em mim a força para transcender qualquer realidade.
Há compreensões que nascem do que vivemos em silêncio. E só nós sabemos o que foi preciso atravessar para chegarmos até aqui, a este exato momento.
E parte dessa força está em aprender a nos aceitar, compreender nossa história e nos perdoar. Honrar quem somos é nos permitir mudar.

A METAMORFOSE IDEOLÓGICA QUE NINGUÉM QUER VER 

A minha reflexão aponta para uma transformação importante: a substituição da igualdade prometida pela obediência exigida, independentemente da ideologia que legitima o poder. Eu dou mais força ao texto distinguindo a ideologia daquilo em que os regimes autoritários se transformaram.
O comunismo de outros tempos prometia a igualdade, mas, nos seus regimes autoritários, concentrou o poder num partido único, sob a autoridade de um líder, subordinando o indivíduo aos interesses do Estado.
Hoje, assistimos à possibilidade de uma nova metamorfose: um sistema que combina o poder económico do capitalismo com mecanismos de controlo político e social que podem assumir características autoritárias.
No fim, os extremos podem encontrar-se num ponto comum: a concentração do poder, a submissão do indivíduo e a intolerância perante a divergência.
Muda-se o discurso, mudam-se os símbolos, mudam-se os métodos, mas o resultado pode ser semelhante: pessoas transformadas em seguidores obedientes, com cada vez menos espaço para a diversidade, a liberdade de criar e o direito de pensar pela própria cabeça.
Quando a opinião contrária passa a ser tratada como uma ameaça, quando a discordância conduz à exclusão social e quando o pensamento independente é silenciado, a liberdade deixa de ser um direito e passa a ser uma concessão de quem manda.
E quando o poder decide o que podemos pensar, dizer ou ser, já não estamos apenas perante uma disputa ideológica. Estamos perante uma ameaça à própria liberdade humana.
Porque o verdadeiro perigo não está apenas na ideologia que governa, mas na ausência de limites ao poder que ela exerce.
A ideia central merece ser sublinhada: um regime não se torna livre por mudar de ideologia, nem se torna justo por prometer igualdade. A liberdade exige pluralismo, oposição política, direitos individuais e limites efetivos ao poder.
Há, contudo, uma distinção importante: o comunismo e o capitalismo não são, por definição, regimes de partido único ou de líder único. Existem diferentes modelos de ambos. O que a minha crítica identifica é algo transversal: a possibilidade de qualquer sistema económico ou ideológico ser instrumentalizado para concentrar o poder e exigir obediência.
É precisamente essa distinção que torna a minha reflexão mais forte: não se trata apenas de denunciar uma ideologia, mas de questionar qualquer poder que pretenda substituir a consciência individual pela obediência coletiva.

Quando tudo ficar sem sentido, apenas confie em Deus!

O HOMEM, А BANDEIRA E А TOLERÂNCIA DEMOCRÁTICA
Havia um homem que teve a coragem de levar uma bandeira de Israel para junto de defensores da Palestina. Talvez acreditasse que, numa sociedade que tanto proclama a tolerância, a liberdade de expressão e a democracia, fosse possível empunhar um símbolo controverso sem ser tratado como inimigo.
Mas bastou a bandeira aparecer para que a tolerância desse lugar
à fúria.
Aqueles que tanto falam de paz, respeito e direitos humanos atacaram-no como cães raivosos, como se a sua simples presença constituísse um crime imperdoável.
O homem, coitado, até terá agradecido aos céus por ter sido um abençoado com tão calorosa recepção. Afinal, quando a moralidade se transforma em agressividade e a tolerância se manifesta à pancada, sobreviver já parece uma bênção divina.
As pancadas, essas, só ele sabe a dor que lhe deixaram.
E fica a pergunta: de que serve proclamar a liberdade, se não somos capazes de respeitar a liberdade de quem pensa de maneira diferente?
Porque a verdadeira tolerância não se prova quando estamos rodeados por aqueles que concordam connosco. Prova-se quando temos diante de nós alguém que discorda de nós — e, ainda assim, reconhecemos o seu direito de existir, falar e empunhar a sua bandeira.
A democracia não se mede pelos slogans que gritamos, mas pela violência que somos capazes de recusar.

[Verso 1]
Pintei a parede que ontem era cinza
Abri a janela pro sol clarear
Gastei três fitas colando as caixas
Deixando espaço pra vida entrar
O que passou foi escola, foi lindo
Mas o horizonte me chama pra andar

[Pré-Refrão]
Dá um frio na barriga mudar de calçada
Trocar o sotaque, a rua, o jardim
Mas a alma sussurra na curva da estrada:
O melhor pedaço ainda tá por vir!

[Refrão]
Eu vou de mala leve e coração aberto!
Se o vento soprar, eu sei que tô perto
De um novo sorriso, de um novo luar
O mundo é gigante e eu quero voar
Deixar o que pesa, levar o que quer
Viver o futuro que o dia trouxer!
Lá, ra, ia... o amanhã tá disposto!
Lá, ra, ia... com o sol no meu rosto!

[Verso 2]
Vou conhecer o vizinho da frente
Saber onde vende o melhor café
Descobrir caminhos que eu nunca fiz antes
Andando descalço ou pisando a pé
A vida é bonita pra quem se arrisca
A ser uma nova versão de quem é

[Ponte]
Não é sobre perder o que ficou pra trás
É sobre crescer e querer muito mais
Mudar a moldura pra ver o desenho
Cuidar com carinho de tudo o que tenho

[Refrão]
Eu vou de mala leve e coração aberto!
Se o vento soprar, eu sei que tô perto
De um novo sorriso, de um novo luar
O mundo é gigante e eu quero voar
Deixar o que pesa, levar o que quer
Viver o futuro que o dia trouxer!

[Final]
Novos passos, novas cores, nova estação...
Mudei de endereço, mas não de paixão!
(Lá, ra, ia... a vida é movimento!)
(Lá, ra, ia... e o vento tá a favor!)

[Verso 1]
Botei um som no carro, joguei tudo lá atrás
Menos é mais, o que ficou não volta mais
Olhei no retrovisor, dei tchau pra velha rotina
Tem um horizonte lindo me esperando na esquina
A vida é curta e o mundo é um quintal grande demais

[Pré-Refrão]
E quem me viu chorando ontem na despedida
Vai me ver sorrindo na próxima subida
Eu troquei a bússola pelo meu coração
E acelerei o passo na direção do sim, chega de não!

[Refrão]
Eu tô mudando de CEP, mudando de ar
Deixando a maré me levar pro meu lugar
A mala tá cheia de sonho e de fé
O vento soprando e eu sei como é que é
Se a vida é um livro, eu mudei de capítulo hoje
Uh, uh! O meu destino é o sol!
Uh, uh! O amanhã tá bem melhor!

[Verso 2]
Rua nova, outra gente, um novo amanhecer
Tanta coisa bonita que eu ainda vou aprender
A chave tá na mão, o cadeado abriu
A energia boa que o meu peito sentiu
Não tem preço que pague ver a vida florescer

[Ponte]
E o medo que dava sumiu na fumaça
A vida é bonita pra quem não disfarça
A vontade de ser feliz e voar
Se a casa ficou pequena, é hora de saltar!

[Refrão]
Eu tô mudando de CEP, mudando de ar
Deixando a maré me levar pro meu lugar
A mala tá cheia de sonho e de fé
O vento soprando e eu sei como é que é
Se a vida é um livro, eu mudei de capítulo hoje!

[Verso 1]
Vem vindo o sol por entre as frestas do portão
Um chão vazio que espera a minha direção
Vou pendurar quadros de cores mais vivas
E esquecer as memórias que eram antigas
O espaço é novo, mas a alma é quem dita o tom

[Pré-Refrão]
Mudar é dar um nó na linha do tempo
E costurar a vida com o vento
É ver que o mundo cabe numa sacola
Quando a gente decide ir embora

[Refrão]
E vai ser bonito ver tudo começar!
O cheiro de tinta, o café a passar
A planta crescendo ali na varanda
A gente descobre que a vida caminha
Pra onde o sorriso mandar
Casa nova, vida nova, mesmo caminhar!

[Verso 2]
Vou descobrir o som que a noite faz aqui
Se a Lua brilha mais quando eu for dormir
Eu trouxe os meus livros, a minha coragem
E a certeza de que a vida é viagem
E o melhor ponto de partida é sorrir

[Ponte]
Nenhum recomeço é do zero absoluto
A gente carrega o que foi construído
Mudar é colher do passado o fruto
E dar ao presente um novo sentido

[Refrão]
E vai ser bonito ver tudo começar!
O cheiro de tinta, o café a passar
A planta crescendo ali na varanda
A gente descobre que a vida caminha
Pra onde o sorriso mandar
Casa nova, vida nova, mesmo caminhar!

"A cura não é a ausência de dor, é a presença do amor-próprio quando a dor aparece."


—By Coelhinha

No casamento, todos olharam para a princesa. Ninguém percebeu o bobo se despedindo do amor da sua vida.

As 
guerras só e inicia

Minha rivalidade é com a pobreza, não pessoas

Deixar o outro sofrer é praticar, pela passividade, um homicídio silencioso.