Pensamentos Mais Recentes

O Direito ambiental não protege apenas árvores, rios e oceanos; protege a possibilidade de haver alguém amanhã para exercer direitos.

A crise climática revelou uma verdade antiga: a natureza não é propriedade da humanidade, é a condição material de sua existência.

“O verdadeiro patrimônio da humanidade não está no que acumulamos, mas no que impedimos que desapareça.”

A justiça climática começa quando compreendemos que quem menos contribuiu para o aquecimento pode ser quem mais paga por suas consequências.”

Há danos que uma sentença pode reconhecer, mas nenhuma sentença pode desfazer.

O princípio da precaução é a prudência transformada em dever jurídico.

A emergência climática é também uma emergência jurídica: quando o tempo da ciência acelera, a lentidão da lei torna-se uma forma de risco.

Toda geração recebe a Terra como herança e a devolve como testemunho.

O Direito que protege apenas o presente transforma o futuro em parte ausente.

A natureza não comparece aos tribunais, mas todas as futuras gerações comparecerão para julgar nossas decisões.

Não existe desenvolvimento sustentável quando o lucro é privado e o risco climático é socializado.

A Constituição protege o futuro quando impede o presente de destruí-lo.

O dano ambiental é a forma mais lenta de injustiça e, muitas vezes, a mais difícil de reparar.

A liberdade de hoje termina onde começa a irreversibilidade climática de amanhã.

O planeta não precisa de direitos escritos contra a natureza, mas de leis que compreendam que a natureza é condição de todos os direitos.

A maior prova de que uma geração compreendeu o Direito será aquilo que ela deixou habitável para a seguinte.

Quando o Direito ignora o clima, a natureza transforma a omissão jurídica em consequência histórica.

O clima não conhece fronteiras; por isso, a justiça climática também não pode conhecê-las.

A paz não tem preço, mas exige coragem. Coragem para deixar para trás tudo o que pesa, limita, confunde e rouba a nossa serenidade. Quando escolhemos preservar a paz, abrimos espaço para uma vida mais leve, mais consciente e mais verdadeira.

Eu me perco e me encontro nos teus detalhes. Aquelas três pintinhas alinhadas na tua barriga são a minha constelação particular, as minhas Três Marias na Terra. Olhar para o teu corpo é como ler o céu em uma noite limpa, onde cada sinal seu é uma estrela que me guia e me mostra exatamente para onde eu devo voltar. Você é o meu universo inteiro, Carla.


DeBrunoParaCarla

Doces venenos
(1Evaristo)

Ontem eu vi o Homem-Aranha
Pintando as paredes de um edifício
No Brasil o político honesto (?) só ganha
Em cima de milhões de sacrifícios.

As palavras são doces venenos
Na boca de qualquer vulgar,
A justiça humana pesa no pequeno
Porque ao grande demora muito tocar.

Poemas são códigos sutis
(Mais poderosos que fuzis)
Levando gerações ao raciocinar

Que neste vasto incógnito país
A porta da prosperidade se abrirá,
Mas precisam muito estudar.

feradapoesia.blogspot.com

"As ciências exatas interrogam a realidade em busca de regularidades que possam ser medidas e demonstradas, enquanto as ciências humanas procuram compreender a complexidade da existência, cujas escolhas, valores e circunstâncias não cabem inteiramente em fórmulas. Ambas buscam a verdade, mas percorrem caminhos distintos para alcançá-la.”

“Há silêncios que dizem mais que palavras, porque neles a alma conversa diretamente com o infinito.”

“Cada sofrimento suportado com fé é uma página dourada no livro eterno da evolução espiritual.”

“O perdão é a chave que abre portas enferrujadas pelo tempo e devolve ao coração a liberdade perdida.”