Pensamentos Mais Recentes
O amor que deixa marca não é aquele que termina, mas aquele que se transforma em uma parte permanente de quem somos. É como uma tatuagem na alma: invisível para os outros, mas sentida em cada batida do coração.
No presente, carregamos as marcas do passado e sentimos a ausência daquilo que havia de bom nele. E é quando percebemos que o futuro é, na verdade, uma incógnita disfarçada de ponto final. Nesse instante, mais frágeis e conscientes, nos tornamos profundamente humanos.
O amor nunca morre de morte natural. Ele sobrevive em silêncio, esperando um detalhe bobo para despertar de novo.
O que é circunstancial vale no momento eterno. O que é óbvio depende do momento em que se apresenta. É preciso atenção para os limites: o momento em que os movimentos se entrecruzam.
A memória não se refere ao passado, pois esse não existe, é uma ilusão. Só podemos nos fiar no momento e na nossa pequena bagagem.
Mesmo nas noites mais longas, o amor serve como bússola e a esperança como o primeiro raio de sol. Não desista; o que é feito com o coração, o destino se encarrega de honrar.
A salvação é obra graciosa de Deus, planejada pelo Pai e realizada em Cristo, oferecida a todos por sua iniciativa soberana e amorosa (Ef 1:4; Jo 3:16). O ser humano, espiritualmente incapaz de salvar-se por si mesmo por causa do pecado, é chamado ao arrependimento e à fé mediante a ação preveniente do Espírito Santo, que convence do pecado e torna possível a resposta ao evangelho (Jo 16:8; Ef 2:8–9; Tt 2:11). Em Cristo, Deus elege um povo de forma corporativa, de modo que todo aquele que crê é unido a Ele e passa a participar dessa eleição salvadora (Ef 1:4–5; Gl 3:26–29). Estar em Cristo não é algo que a pessoa conquista. O ser humano não fez nada para ser salvo e não é o autor da salvação. Receber e permanecer em Cristo não é merecer, mas depender totalmente da graça de Deus que salva e sustenta. Pela fé, o pecador é justificado diante de Deus, regenerado pelo Espírito e reconciliado com o Pai (Rm 5:1; Tt 3:5; 2Co 5:18). Essa nova vida se expressa em um processo contínuo de santificação, no qual o crente coopera responsavelmente com a graça divina, perseverando na fé viva e obediente (Fp 2:12–13; Hb 3:14). A salvação se consuma na glorificação final, quando os que permanecem em Cristo participarão plenamente da vida eterna e da redenção completa (Rm 8:30; Ap 21:3–5).
