Pensamentos Mais Recentes
O adulto questiona.
A criança confia.
O adulto suspeita.
A criança tem pureza.
O adulto duvida.
A criança crê no impossível.
Religiosos chamam ateus de "frustrados", mas é só porque não encontraram como criminalizar a descrença. No fundo, a frustração que eles veem nos ateus é só a frustração do próprio poder religioso sendo desafiado.
O Mundo de Petico ( Samuel)
Dentro do peito do Petico mora um passarinho bem pequenininho.
Na maioria dos dias, ele fica quietinho… dormindo no ninho.
E aí o peito do Petico fica calmo… como um lago parado.
Mas às vezes… vem um barulho.
Uma mudança. Um susto.
E o passarinho acha que é perigo.
E então…
flap, flap, flap…
Ele bate as asas rápido.
E o peito faz tum-tum-tum.
A barriga fica fria.
A respiração corre.
Não é birra.
Não é desobediência.
É um passarinho assustado… tentando fugir.
“E sabe o que muda tudo?
É quando o adulto para de mandar o passarinho calar…
e começa a acolher"
“A gente não briga com o passarinho.
A gente ensina ele a pousar.”
“Filho… parece que o passarinho acordou aí dentro.
Vamos ajudar ele a dormir?”
🍿 Pipoca na barriga → ansiedade
🧸 Alarme do ursinho → sistema de alerta sensível
“Crianças como o Petico não precisam que o mundo fique em silêncio.
Elas precisam que alguém as ajude a entender o barulho.
Porque, no fundo…
todo passarinho assustado só quer ter certeza de uma coisa:
que está seguro.”
A natureza nos faz bode.
O Sangue nos faz cordeiro.
A obediência nos faz ovelha.
Em qual fase você estacionou?
Quem é você? Diga logo que eu quero saber. Já passou o carnaval, tire a máscara social. Boi, boi, boi, boi da cara preta, tire essa menina que tem medo do capeta. Então você é isso, um rosto sem riso e se quer ser meu inimigo, junte suas armas inúteis, pois eu conheço seu calcanhar de Aquiles e não vou te polpar. Seus poemas de escarnio morrem ao virar a página e é perigoso a você achar que eu sou frágil. E se falo em solidão é porque no meu mundo não cabe seu jogo sujo, que quer me calar covardemente. Pegue seu capital cultural, e dele se desfaça, veremos que sobra uma farsa de um comediante sem graça. Eu nasci pobre e doente, mas não me tenho medo do seu ódio. Eu te amei de graça. Acertei no amor, só errei no alvo. Tire a máscara e mostre também sua fragilidade ou vai viver eternamente essa personalidade falsa, que em meio à sensibilidade deixa escapar cruel sua própria destrutividade. Você não vai me calar, nem a loucura me calou. Eu já sofri tortura. Você tem palco e aplausos, eu tenho uma pele marcada por violência. E você ainda acredita que pode me diminuir. Eu conheço a escola da rua e das grades, e nenhas não há consolo nem apoio. Apena uma instituição sem rosto. Meu sofrimento é a doença que sua soberba ignora. Não, não é serventia da casa, é um coração em brasa. Coma seus privilégios e deixe em paz meu vazio e minha solidão. Eu que te amei em vão, desconheço desilusão e tenho uma voz farta que não cabe na sua sala. Tire a máscara e fale olhando nos meus olhos, sei que vai se calar, pois quem é você sem palco? Sapo cururu na beira do rio, quando o sapo canta maninha, é porque tem frio. Gélido coração é o seu e se um dia você ganhou minha confiança, hoje perdeu minha esperança do ser que eu pensava que você era, em meu estado de primavera. Eu amo João, você ama Maria. Quadrilha. Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar. Não, não tire a máscara. Não quero ver seu rosto. Suba no palco com seu novo projeto. Eu te conheço no palco da vida. E você tem sido meu professor, me ensinando lentamente a te odiar. Mas vou simplesmente esquecer. Você passará. Mascarado passou. Meus versos continuarão se sei bem a pessoa que sou. A canou virou, quem deixou ela virar? Sou o avaro burguês que não soube remar. Tire de perto de mim a palavra amar. Eu não te odiar. Escreverei mil versos enquanto a vida for testemunha da minha existência. Eu sou resiliência calada. Essa é a serventia da casa. Meu peito, meu lar.
Há uma luz em você que não depende de bateria, nem de elogios, nem de aceitação. É a luz da sua essência. O mundo pode tentar soprar, mas o que Deus acendeu dentro de você, ventania nenhuma apaga. Aprenda a brilhar no escuro, pois é lá que as estrelas mostram sua utilidade.
SerLucia Reflexoes
A gente passa a vida tentando esconder as cicatrizes, sem perceber que são elas que provam que somos feitos de um material que não quebra fácil. Ser real não é ser perfeito; é ser inteiro, com todas as suas marcas e remendos.
SerLucia Reflexoes
"Reflexão Crescimento" Tudo tem um tempo...
"Só a paciência ensina que tudo tem um tempo. Que tudo vem ao seu tempo
Que é preciso respeitar esse tempo.
Porque saber esperar não é perder tempo.
Afinal, o tempo não é um inimigo a ser vencido, mas o intervalo necessário para tudo o que fazemos ganhar sentido"...
@Suédnaa-Santos
A LIÇÃO DA DELICADEZA OCULTA.
Há almas que se apresentam como deserto e, no entanto, ocultam em suas profundezas um jardim ainda não cultivado. A rudeza, nesse contexto, não é essência, mas fenômeno aparente, uma couraça erigida pela experiência e consolidada pela repetição das dores. Entretanto, a lucidez exige distinguir entre a aspereza que protege e a aspereza que degrada. Eis o ponto de partida de uma ética refinada da convivência.
Na tradição da Psicologia, reconhece-se que muitos comportamentos abruptos derivam de Mecanismos de defesa, isto é, estratégias inconscientes que visam preservar o equilíbrio interno diante de ameaças emocionais. A secura no trato, o tom ríspido e a indiferença simulada podem constituir, em certos casos, tentativas mal elaboradas de autoproteção. Todavia, o fato de compreender não implica legitimar. A compreensão é instrumento de discernimento, não de submissão.
A imagem simbólica de um pequeno ser que aprende a cuidar de uma flor delicada oferece um paradigma elevado de conduta. A flor, embora bela, revela-se exigente, por vezes caprichosa, e até contraditória em suas manifestações. Ainda assim, aquele que aprende a cuidar não o faz por ingenuidade, mas por escolha consciente. Ele reconhece que o valor não está apenas na aparência da flor, mas na relação construída, no tempo investido, na atenção reiterada.
Desse arquétipo emerge uma diretriz prática.
Primeiro. Não confundir rudeza com profundidade. Nem todo silêncio é densidade, nem toda aspereza é sinal de dor oculta. A análise exige observação reiterada do comportamento ao longo do tempo, identificando se há sinais autênticos de sensibilidade que justifiquem o investimento relacional.
Segundo. Cultivar a firmeza serena. A delicadeza não é submissão. Cuidar de uma flor implica protegê-la do vento, mas também podar excessos que a prejudiquem. Assim, diante de atitudes rudes, a postura adequada não é a absorção passiva, mas a delimitação respeitosa. A verdadeira ternura educa-se pela coerência, não pela condescendência.
Terceiro. Exigir reciprocidade gradual. Toda relação que aspira à elevação deve tender ao equilíbrio. Se há ternura oculta, ela precisa, ainda que lentamente, manifestar-se. Quando isso não ocorre, a insistência transforma-se em desgaste moral e psicológico. O zelo não pode degenerar em autoabandono.
Quarto. Refinar a própria sensibilidade. Muitas vezes, o desejo de encontrar ternura onde há dureza nasce de uma inclinação interna à idealização. O espírito lúcido aprende a ver com nitidez, sem projetar no outro aquilo que deseja encontrar. A educação do olhar é, nesse sentido, uma disciplina interior.
Quinto. Compreender o tempo. Há flores que desabrocham sob cuidado paciente. Outras, contudo, não florescem no solo em que se encontram. A sabedoria consiste em discernir quando perseverar e quando retirar-se com dignidade. Permanecer onde não há possibilidade de reciprocidade é abdicar da própria integridade.
A síntese dessa pedagogia reside na responsabilidade afetiva. Cuidar não é suportar tudo, nem abandonar ao primeiro espinho. É, antes, estabelecer uma relação na qual a atenção e o limite coexistem em harmonia.
Assim, diante da rudeza que sugere uma ternura oculta, a conduta mais elevada não é a rendição cega, mas o cultivo consciente. Pois aquele que aprende a cuidar sem perder-se transforma não apenas o outro, mas, sobretudo, eleva a si mesmo a uma forma mais nobre de existência.
Deus não habita no estrondo do trovão, mas na delicadeza da brisa que acalma o peito. Ele é o detalhe que a gente só enxerga quando decide olhar com os olhos da gratidão.
SerLucia Reflexoes
Sem uma reta uma casa cai.
Sem base, nada se constrói.
Sonho de todos
é uma escola em PaZ.
É o sonho do mundo
e também dos Pais.
Nascemos em um grito e morremos em um suspiro. O que você faz no intervalo é o que define sua eternidade.
SerLucia Reflexoes
O verdadeiro "inferno" não é o destino de quem pregou a verdade, mas o estado de espírito de quem prefere enxergar sombras na Luz para não ter que encarar a própria escuridão. Rasgar a humanidade é fácil; difícil é ter a humildade de costurá-la com o perdão que Ele nos ensinou na cruz.
SerLucia Reflexoes
Colocar o amor a Deus acima de tudo não é desprezar os laços de sangue; é entender que, sem a conexão com a Fonte Suprema, o nosso amor humano será sempre limitado e possessivo. Só quem mergulha no Amor Infinito consegue amar o próximo com total liberdade.
SerLucia Reflexoes
Engraçado como a letra fria pode cegar quem não busca o sentido do Ser. Quando Jesus fala em "espada", Ele não fala de metal que fere o corpo, mas da verdade que corta a ilusão. A "divisão" que Ele propõe não é o ódio, mas a coragem de não ser conivente com a hipocrisia, mesmo que ela habite o nosso próprio lar.
SerLucia Reflexoes
As cores do mundo
refletem a pura arte.
A vida ,rabisca e desenha
as linhas ; curva e reta
por toda a parte!
Na tela como no papel,
Usando o lápis,a tinta ,
a guaxe e o pincel .
E faz sair obra de arte
_Educação.
O primeiro a queimar no próprio inferno foi quem disse que não traria paz, mas espada. Exigiu amor acima de pai, mãe, filho ou filha. Quem rasga a humanidade em lados opostos é um demônio supremo. Nome? Jesus Cristo.
HERCULANO PIRES E A MEDIUNIDADE À LUZ DO CRITÉRIO KARDECISTA.
A análise da mediunidade, quando tratada sob o prisma rigoroso da Doutrina Espírita, exige um retorno constante às suas bases epistemológicas, evitando-se os desvios que, ao longo do tempo, obscureceram sua natureza essencial. Nesse sentido, destaca-se a figura de José Herculano Pires, cuja lucidez interpretativa foi reconhecida como medida segura da fidelidade ao pensamento de Allan Kardec. Sua contribuição não consiste em inovação arbitrária, mas em depuração metodológica, restituindo à prática mediúnica sua dignidade científica, filosófica e moral.
Desde o início, Herculano enfatiza um ponto capital. A mediunidade não é fenômeno sobrenatural. Trata-se de uma faculdade natural, inerente à constituição psíquica do ser humano, cuja manifestação se insere nas leis universais que regem as relações entre o mundo material e o espiritual. Essa concepção encontra respaldo direto em Kardec, que afirma que a mediunidade é uma função orgânica, sujeita a variações e desenvolvimento conforme a disposição moral e psíquica do indivíduo.
Essa compreensão elimina, de imediato, comportamentos inadequados que se tornaram recorrentes no movimento espírita. Entre eles, destaca-se a tendência ao misticismo exagerado, à ritualização improdutiva e à construção de sistemas autoritários de condução mediúnica. Tais práticas, segundo Herculano, não apenas distorcem a doutrina, mas também comprometem a eficácia do trabalho espiritual.
Um dos pontos mais expressivos de sua análise reside na crítica ao formalismo excessivo nas sessões mediúnicas. Kardec já havia estabelecido que não existem fórmulas rígidas para a manifestação dos Espíritos. O que se exige é ordem, disciplina moral e finalidade elevada. Herculano aprofunda esse entendimento ao demonstrar que a imposição de regras mecânicas, como a limitação artificial das comunicações ou o controle absoluto por parte do dirigente, revela mais a insegurança humana do que uma necessidade doutrinária.
Nas reuniões conduzidas por Kardec, havia liberdade controlada, permitindo comunicações simultâneas quando o ambiente espiritual assim o autorizava. Esse dado histórico é fundamental, pois evidencia que o modelo dinâmico de atendimento não é inovação moderna, mas continuidade legítima da prática original. A intervenção do dirigente, portanto, não é de imposição, mas de equilíbrio. Ele atua como mediador da harmonia, não como autoridade absoluta.
Outro aspecto de grande relevância refere-se à natureza das sessões de doutrinação. Herculano redefine essas reuniões como verdadeiros atos de caridade espiritual. Não se trata de eliminar influências perturbadoras por conveniência pessoal, mas de socorrer consciências em sofrimento. Essa inversão de perspectiva possui implicações éticas profundas. Ela desloca o foco do egoísmo defensivo para a fraternidade ativa.
Nesse contexto, comportamentos inadequados tornam-se evidentes. Entre eles, podem ser citados:
A busca por efeitos espetaculares, que transforma a mediunidade em espetáculo emocional, desviando-a de sua finalidade educativa.
A imposição de cursos prolongados como condição para participação, o que contraria o princípio de socorro imediato às consciências em perturbação.
A adoção de posturas artificiais de santidade, nas quais o indivíduo simula virtudes exteriores sem correspondente transformação interior.
O autoritarismo de dirigentes que centralizam o poder, criando estruturas hierárquicas incompatíveis com o espírito de cooperação da doutrina.
O uso de práticas materiais ou ritualísticas, como objetos, gestos ou fórmulas, que não possuem eficácia real no processo de desobsessão.
Esses desvios são criticados tanto por Herculano quanto por Kardec, que afirmava com clareza que o Espiritismo é uma questão de essência, não de forma. A autoridade sobre os Espíritos não se estabelece por imposições externas, mas pela superioridade moral. Esse princípio constitui um dos pilares mais sólidos da doutrina.
No campo específico da desobsessão, a análise torna-se ainda mais profunda. Kardec classificou as obsessões em três graus, simples, fascinação e subjugação, estabelecendo um critério técnico para sua compreensão. Herculano, por sua vez, amplia essa abordagem ao enfatizar o papel ativo da mente do obsidiado. Ele demonstra que o processo obsessivo não é unilateral, mas relacional. Há uma reciprocidade psíquica sustentada por hábitos, ideias e emoções.
Dessa forma, a libertação não depende apenas da intervenção externa, mas da transformação interior do indivíduo. A vontade torna-se elemento decisivo. Sem ela, qualquer esforço mediúnico torna-se paliativo. Essa visão revela notável consonância com a psicologia contemporânea, que reconhece a importância da autonomia psíquica e da reestruturação cognitiva nos processos de superação de estados patológicos.
Outro ponto de elevada densidade conceitual é a distinção entre moral exógena e moral endógena. Herculano afirma que a verdadeira moral não se origina das convenções sociais, mas da consciência. Esse princípio retoma a ideia kardecista da lei moral inscrita na alma, conforme exposto em "O Livro dos Espíritos". A prática mediúnica, portanto, deve refletir essa moral interior, e não reproduzir padrões exteriores de comportamento.
A crítica ao farisaísmo espiritual é particularmente contundente. Herculano denuncia a tendência humana de encobrir imperfeições com aparências de virtude. Essa atitude, além de ineficaz, torna-se prejudicial, pois cria uma dissonância entre o ser e o parecer. Os Espíritos, conforme enfatiza, percebem a realidade íntima do indivíduo, não se deixando enganar por gestos ou palavras.
Assim, a autenticidade emerge como valor central. A mediunidade exige naturalidade, sinceridade e coerência. Não há espaço para teatralidade ou impostação. A verdadeira elevação espiritual manifesta-se na simplicidade das atitudes e na pureza das intenções.
Em síntese, a leitura de Herculano Pires, em perfeita harmonia com Allan Kardec, estabelece um paradigma claro para a prática mediúnica. Esse paradigma fundamenta-se em cinco eixos principais.
Racionalidade, que afasta o misticismo e fundamenta a prática no entendimento das leis naturais.
Moralidade, que substitui o formalismo pela transformação interior.
Caridade, que orienta a mediunidade como instrumento de auxílio ao próximo.
Liberdade disciplinada, que permite a ação espiritual sem rigidez autoritária.
Autenticidade, que rejeita o fingimento e valoriza a verdade íntima do ser.
Essa síntese não apenas orienta o trabalho mediúnico, mas também redefine o papel do indivíduo diante da própria evolução espiritual. A mediunidade deixa de ser privilégio ou espetáculo e se torna responsabilidade ética, campo de serviço e instrumento de elevação.
No silêncio das consciências despertas, permanece a lição mais profunda. Não é a forma que salva, nem o rito que transforma, mas a verdade vivida no íntimo do ser, onde a consciência, em diálogo com o infinito, constrói sua própria redenção.
Fontes.
Kardec, Allan. O Livro dos Médiuns.
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos.
Pires, José Herculano. Mediunidade.
Pires, José Herculano. O Espírito e o Tempo.
Denis, Léon. No Invisível.
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O Tempo da Raiz - Te amo Paizinho - Te amo Maezinha
Houve um tempo em que vocês eram a sombra,
A raiz profunda que me mantinha de pé.
Onde o medo não entrava, onde a paz se escondia,
Sob a proteção firme de quem tem amor e fé.
O tempo passou, como o vento na folha,
E trouxe a serenidade nos fios de prata.
Hoje, o ciclo se fecha em uma nova escolha:
Cuidar da raiz que me deu vida e me resgata.
Não é um peso, é a honra mais sagrada,
Inverter o papel, ser o braço e o amparo.
Pois quem me ensinou a trilhar a estrada,
Hoje merece o meu carinho mais raro.
Cuidar de vocês é regar minha própria história,
É retribuir cada prece e cada abraço antigo.
Guardarei cada momento em minha memória,
Pois ter vocês por perto é meu maior abrigo.
---------- Eliana Angel Wolf
Meus amados Pais
Vocês me deram o chão para pisar,
Mas também o céu inteiro para eu descobrir.
Com as mãos que me ensinaram a caminhar,
Moldaram a coragem que me faz seguir.
Pai, sua força é o meu guia constante,
Um porto seguro em qualquer tempestade.
Mãe, seu amor é o brilho radiante,
Que ensina que o bem é a maior verdade.
A vocês, que são minha base e meu norte,
Dedico cada passo e cada conquista minha.
Ter vocês como pais é a minha maior sorte,
A luz mais bonita que a vida me tinha.
---------- Eliana Angel Wolf
