Pensamentos Mais Recentes
Antes de você morrer, converse com o Criador para saber para onde a sua alma vai passar
a eternidade.
Ingerir carboidratos bloqueia a queima de gordura abdominal. Para desbloquear, siga, por certo tempo, a dieta carnívora, cetogênica ou low carb e, depois, aprenda a fazer uma reeducação alimentar.
📝 Nota: procure um nutricionista mais perto da sua casa.
Ajude as pessoas a chegarem
a uma conclusão na vida: elas continuam existindo somente com a vontade de Deus.
Folhas Laranjas Da Centelha
Descarga de raiva.
Olhos doloridos.
Alheios impõem a Incompreensão.
Queda da sustentação.
Barreiras envenenadas de carne e sangue.
Desconexão imposta.
Alheios impõem a condenação.
Punitividade social.
Marginalização dos filhos de alma.
Doenças dos robôs de carne.
Disturbios do metal de carne consciente.
O Miasma e o poder do ostracismo.
Corrupção espiritual,
Sofrem os filhos de alma.
Espirito elevado, escudo dos cansados.
Resistência.
No abismo a morte solitária.
Na elevação, nasce a vida da árvore.
As raizes sugam a água e o sangue.
A casca vazia desmorona,
A centelha resurge,
As folhas laranjas caem como sinal.
- Ramile Godon
“A dúvida é uma dívida com a consciência; o discernimento não a quita com certeza, mas a honra com exame.”
“A ignorância desconhece sua dívida. A certeza acredita que já a pagou. A consciência descobre que continuará devendo.”
“Toda dúvida contrai uma dívida: depois de questionar, já não temos o direito intelectual de acreditar sem examinar.”
Essas noites de insônia,
não são à toa.
É a cama grande demais
pro meu corpo sozinho.
Esses dias longos,
não é o relógio.
É o tempo que não passa
quando você não tá.
Essa saudade que machuca,
não é drama meu.
É o peito sentindo
o espaço que era seu.
Essa vontade de querer sonhar,
é porque acordado
eu não te tenho mais.
Isso tudo se explica,
nem precisa de muito:
é falta de você.
Só falta de você.
(*Saul Beleza*)
A DÍVIDA IMPAGÁVEL
A dúvida é uma dívida impagável.
Não porque não existam respostas, mas porque nenhuma resposta suficientemente examinada encerra definitivamente a possibilidade de uma nova pergunta.
Duvidar é contrair uma dívida com a própria consciência.
A partir do instante em que questionamos aquilo que acreditávamos saber, já não podemos retornar honestamente ao conforto anterior. Podemos até continuar acreditando na mesma coisa, mas agora precisamos saber por que continuamos acreditando.
A dúvida divide a certeza.
E aquilo que parecia inteiro revela suas fissuras.
É justamente nessa divisão que nasce a possibilidade do discernimento.
Pensar procura respostas.
Discernir examina inclusive as respostas que o pensamento encontrou.
Essa diferença é fundamental.
Porque uma resposta pode acabar com uma pergunta sem resolver aquilo que produziu a pergunta.
Existem respostas que esclarecem.
Existem respostas que apenas anestesiam dúvidas.
Por isso, a dúvida não deve ser paga com certeza.
Deve ser paga com discernimento.
E talvez jamais seja completamente quitada.
Cada conhecimento adquirido reduz uma ignorância e, ao mesmo tempo, revela outras.
Quanto mais a consciência amplia aquilo que sabe, mais amplia também a fronteira daquilo que percebe não saber.
Eis o paradoxo:
Quanto mais pagamos a dívida da dúvida, mais conscientes ficamos daquilo que ainda devemos.
Talvez sabedoria não seja possuir respostas suficientes para deixar de duvidar.
Talvez seja possuir discernimento suficiente para não transformar respostas provisórias em certezas definitivas.
A ignorância desconhece sua dívida.
A certeza acredita que já a pagou.
A consciência descobre que continuará devendo.
Por isso:
A DÚVIDA É UMA DÍVIDA IMPAGÁVEL.
Não devemos quitá-la.
Devemos honrá-la.
Carlos Eduardo Balcarse
14 de setembro de 2026
Nossos pensamentos são produto da soma do que vemos e vivenciamos ao que nós sentimos. Sabendo disso não devemos se culpar pelos maus pensamentos, mas com certeza seremos responsabilizados pelo que dissermos ou fizermos.
“Antes de perguntar se aquilo em que você acredita é verdade, pergunte: quem me ensinou que eu não deveria perguntar?”
“A pior manipulação não é fazer você acreditar numa mentira. É fazer você acreditar que chegou sozinho àquilo que nunca chegou a questionar.”
O Templo do Silêncio e a Escolha da Paz
Viver em uma casa física marcada pelo barulho excessivo, pelos gritos, pela desorganização e pelo desassossego é abrir as portas para o desânimo de viver. Ninguém cresce e ninguém vence em um lar espiritualmente desestruturado, onde as paredes ecoam raivas, ressentimentos e discórdias cotidianas. O caos externo contamina o altar interno. No entanto, em meio a esse mundo conturbado, nós sempre temos uma escolha, uma opção sagrada. Podemos escolher silenciar a mente, fechar as portas para as energias de destruição e transformar o nosso lar — e o nosso próprio ser — em uma casa espiritual de acolhimento. O silêncio não é a ausência de som, mas a presença da paz divina. Buscar a ordem material e a harmonia espiritual é o único caminho para resgatar a nossa força e vencer as batalhas da vida. A paz do seu lar começa na escolha que você faz hoje.
