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"Acordei para vencer; se fosse para ficar sonhando, continuaria dormindo."

⁠Com tanta má-fé se valendo do nome de Deus para se esconder, aparecer e promover, muito em breve os Religiosos e Cidadãos de bem nos cobrarão muito mais cuidado do que os Criminosos Assumidos.


Porque o criminoso assumido, ao menos, costuma carregar consigo a honestidade brutal da própria escolha. 


Não tenta se vestir de virtude enquanto negocia a dignidade alheia. 


Nem sobe em púlpitos para transformar crueldade em moralidade, nem tampouco usa discursos de fé para anestesiar consciências e justificar violências.


O problema mais perigoso da hipocrisia nunca foi apenas mentir. 


Foi transformar a mentira em instrumento de autoridade.


Quando alguém usa o nome de Deus para lucrar, manipular, perseguir, humilhar ou destruir reputações, não está apenas cometendo um erro individual. 


Está contaminando símbolos coletivos de confiança. 


Está fazendo com que pessoas honestas passem a ser recebidas com desconfiança antes mesmo de abrirem a boca. 


E esse talvez seja um dos danos mais profundos da má-fé travestida de moralidade: ela sequestra a credibilidade de quem vive sua fé de forma sincera, silenciosa e ética.


A sociedade aprendeu a identificar muitos criminosos pelos seus atos. 


O desafio contemporâneo é perceber aqueles que aprenderam a performar bondade enquanto praticam violência social, emocional, política ou até espiritual. 


Porque existe algo particularmente muito perigoso em quem faz o mal convencido — ou tentando convencer — de que está defendendo o bem.


E então nasce um paradoxo duro demais: pessoas comuns começam a baixar a guarda diante de criminosos assumidos, mas elevam suas defesas diante daqueles que se apresentam como “cidadãos de bem”. 


Não porque a Fé, a Religião ou os Valores Morais sejam problemas, mas porque parte dos que os utilizam transformou essas bandeiras em esconderijos convenientes para interesses pessoais. 


No fim, talvez a crise não seja de religião, nem de moralidade. 


Talvez seja de coerência. 


Porque o mundo nunca precisou de gente perfeita pregando superioridade. 


Precisou — e ainda precisa — de pessoas decentes o suficiente para não usar Deus como álibi para aquilo que jamais teriam coragem de assumir sem Ele.

... Kenosis ... Mateus 11:17 ...
... PianoForte ...
Che tipo di energia è questa?
Da dove viene?
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

Sabe o que mais me intriga?
A complexidade e a magnitude do céu.

Ele me abre um vazio no interior.

Não um vazio de ausência,
onde o vácuo é absoluto.

Mas um vasto lugar,
onde a imensidão cabe perfeitamente.

Ele me convida a perceber o infinito de possibilidades
e, ao mesmo tempo,
o quão pequena eu sou diante de tudo.

Se eu pudesse trazer para essas palavras
o mais lindo céu que já vi…

E se pudessem tocá-lo
como eu o toquei…

Observei camadas
e deixei que cada ponto de luz me atravessasse.

E hoje percebo
que uma parte dele reside em mim.

Afinal,
existem coisas impossíveis desver.

E é por isso que eu sempre me lembro:

as estrelas são possíveis
para quem tem o céu no coração.

Ana Caroline Marinato

⁠Talvez eu até consiga ajudá-los a Romantizar a Separação, quando eu não tiver mais que lutar para normalizar o Direito das Mulheres continuarem Vivas depois dela.


É curioso como a sociedade adora transformar dor em poesia quando ela não lhe pertence. 


Falam sobre términos como quem fala sobre crescimento pessoal, liberdade, reencontros consigo mesmo. 


Publicam frases bonitas e bem embaladas sobre recomeços, maturidade emocional e finais necessários. 


Tudo muito elegante — desde que a separação não tenha o rosto de uma mulher ameaçada, perseguida, humilhada ou morta por não aceitar permanecer onde já não existia amor, respeito ou segurança.


Romantizar a separação é um privilégio que muitas mulheres ainda não possuem…


Porque, para elas, terminar não significa apenas reorganizar a vida emocional. 


Significa calcular riscos. 


Medir palavras. 


Avisar amigas. 


Compartilhar localização em tempo real. 


Trocar fechaduras. 


Pedir medida protetiva — ou que finge ser.


Significa descobrir que o momento de maior perigo em uma relação abusiva não é durante o relacionamento, mas justamente quando ela decide partir.


E há algo profundamente cruel em uma cultura que ainda pergunta “mas o que ela fez?” antes de perguntar “por que ele acreditou ter o direito de destruir?”. 


Como se a decisão de ir embora ainda precisasse ser justificada. 


Como se a Liberdade Feminina fosse uma concessão masculina e não um direito inegociável.


A sociedade ensina homens a lidar com a conquista, mas raramente os ensina a lidar com a rejeição. 


Ensina posse disfarçada de amor. 


Controle disfarçado de cuidado. 


Ciúme tratado como intensidade emocional. 


E depois se surpreende quando alguns transformam frustração em violência.


Enquanto isso, mulheres seguem aprendendo estratégias de sobrevivência para exercer um direito básico: o de mudar de ideia, partir, recomeçar.


Talvez um dia seja possível falar sobre separação apenas como um rito humano — triste às vezes, libertador em outras, mas natural. 


Talvez um dia os textos sobre términos possam ser apenas sobre cura, autoconhecimento e novos caminhos.


Mas, até lá, ainda existe uma urgência muito maior que a poesia: garantir que Mulheres sobrevivam ao simples ato de dizer “não quero mais”.

Sinto que já vivi tudo que pude viver
Não tenho mais dores para sentir
E não tenho mais esperanças para crer


Tenho memórias para esquecer
Mas elas sempre voltam
Ao anoitecer


Não tenho motivos para ficar aqui
Mesmo que eu procure
Não tem nada aqui que eu possa possuir.

O que mais dói: ser transformado num inseto e rejeitado pelo mundo dos vivos ainda enquanto respira, ou carregar o peso de saber que você só é aceito enquanto tem algo a oferecer?
A utilidade é a moeda mais cruel do afeto. É fácil ser querido e celebrado quando suas engrenagens giram sem ruído. É um choque perceber que o brilho nos olhos de quem você mais ama se apaga na mesma proporção em que sua produtividade diminui.
Ser amado pelo que você faz é um mero contrato. Ser amado por quem você é, porém, é um milagre.
Se hoje você se sentir estranho, exausto ou incapaz de performar e entregar o que esperam de você, lembre-se: o problema não é a sua metamorfose. O problema é quem só consegue enxergar o seu dever, a sua utilidade, a sua função — e não a sua alma.
Quem ficaria ao seu lado se, de repente, você não tivesse mais nada a dispor, apenas pelo valor da sua presença?
Será que existe, neste mundo, afinidade e identificação instantâneas? Será que até o amor genuíno tem prazo de validade?

O vazio que ficou na casa parece o reflexo de dentro do peito. Mesmo igual, tudo mudou: até a densidade do ar da casa mudou e ficou mais pesada e sufocante. O mesmo chão que antes era sólido, às vezes parece movediço. Todos os nossos sonhos e risos deram lugar a um silêncio que antes acalmava e era apreciado, mas que agora virou ensurdecedor e confuso.
Quando o "nós" deu lugar ao "eu", o mundo – tanto interno quanto externo – mudou de forma. Parece que ficou mais difícil se entender e viver a partir de agora. O ambiente ficou mais amedrontador e traiçoeiro. Será que tudo que a gente viveu não era real?
Esse fim gentil parece pior e mais difícil de suportar, pois eu não tenho nenhum sentimento ruim para me apegar. Eu não consigo desejar o mal, não guardo nenhum rancor, apenas ressentimento. Como se segue a partir disso, sem nada? Como se supera ou se convive com essa loucura? Juro, eu achava que fosse mais fácil...
A estrutura do espaço, dos planos, a forma de se enxergar: sem a presença dela, perderam a cor, o sabor, o cheiro. O que antes era lar virou um espelho. E ficar cara a cara só contigo mesmo, com as lembranças, com o que poderia ter sido, é muito doloroso.
Será que nomear o sentimento reduzirá um dia o poder que ele tem sobre mim? Será que criar novos rituais me ajudará a reencontrar o "nós"? Ou, mesmo vivo, ele foi embora para nunca mais voltar? Como achar a saída desse labirinto? Existe alguma lente para me localizar no eco da ausência?

Quando criança, eu sempre gostei de subir nas árvores, mesmo com medo de altura.
Eu gostava de escalar a mais alta para ter a vista mais longínqua e bonita. Hoje, percebo o perigo, o abismo: de como a queda é mais forte e o choque é imenso, a ponto de me desligar da realidade e ser obrigado a mudar de identidade. Me curar e reerguer está sendo difícil.
O mundo pleno que um dia tanto admirava se desfez. Um pedaço importante de mim se partiu junto com ela. Fui embora de mim. É uma tristeza misturada com um vazio tão profundo, difícil de suportar. Agora, até conseguir tomar um simples banho, me alimentar, dar um sorriso ou caminhar até a esquina é árduo.
Deus me perdoe! Por que fui ter coragem de amar? Esse luto que me assalta a alma é um preço muito alto.

Passarinho, me perdoe se, em algum momento, eu não consegui te oferecer tudo o que sonhei para nós. Nada disso foi por falta de amor ou de vontade. Me perdoe por não ter conseguido manter nossa família unida. Nada disso foi de propósito, nem o que planejei. Nunca quis te dar menos do que merecia. Flor, que o mundo não transforme em ausência e frieza definitiva o amor que um dia brotou de verdade entre a gente. Rezo todo dia para que a vida não apague de vez o carinho e o afeto que cultivamos e que floresceram tão bonito entre nós, e que o tempo respeite com delicadeza o que compartilhamos.

Cuidado com o que diz…
Nas suas palavras “contém você!”

O problema dos respingos emocionais é que quase sempre atingem quem não causou a tempestade.

Humanos, não forças ocultas abstratas, moldam nossos piores abismos.

Flor, tudo bem se você precisou ir. Tudo bem se não tinha como ficar. Guardo na memória e no coração as lembranças de todos os nossos momentos lindos que você me ofereceu, das lições que a vida nos trouxe juntos e as que você veio me ensinar.
Queria que, pelo menos por um instante, você pudesse se ver através dos meus olhos, para entender a beleza que sempre vi em você — um fascínio que jamais vou esquecer e sempre vou admirar.
Desejo que você se recorde com carinho de todo o amor que lhe dei, da atenção, da proteção, do cuidado e do dengo que me esforcei para nunca te faltar. Desejo que você entenda agora o seu valor, o que merece e não aceite menos do que alguém quiser lhe entregar. Que se afaste daqueles que te cobiçarem apenas pela beleza física e pelo prazer que possa proporcionar. Você merece muito mais que isso e, com menos, não deve mais se conformar.
Você merece ser amada, apreciada, cuidada e protegida profundamente por alguém que tenha disposição, paciência e zelo para te esperar e te amar até você aprender a amar.
Me desculpe se não consegui, se precisei desistir para me salvar. Fica bem! Beijo.

Mais um dia amanhece...
E Deus, com a delicadeza de sempre, abre a janela do céu e derrama sobre nós uma nova chance.
Se ontem pesou, deixe que a manhã leve embora o que o coração não precisa guardar.
Respire fundo. Agradeça. Recomece.
Há uma beleza silenciosa em continuar confiando que Deus ainda está escrevendo coisas bonitas para a sua vida.


Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna

"A gente muda, o mundo gira, mas o papel de mãe é o que nos mantém firmes. É na doação diária que a gente se encontra e se renova. Um brinde às pequenas alegrias e aos grandes desafios que só a gente entende. Feliz Dia das Mães!
------  Eliana Angel Wolf⁠

"Ser mãe é ser raiz e asa ao mesmo tempo. É honrar o passado enquanto a gente constrói o futuro com as próprias mãos. Hoje o meu coração transborda por tudo o que vivemos e por tudo o que ainda vamos criar. Feliz dia para todas nós que transformamos amor em força todos os dias!
--------  Eliana Angel Wolf⁠

Só existe uma Força capaz de levantar um homem dos mortos.
Nós a chamamos de fé.

"Mãe, um nome tão pequeno..., mas um Amor tão grande!" Otávio Abadio Bernardes. Itumbiara, 8 de maio de 2026.

Inserida por otavio_bernardes

⁠Quem sou eu para julgar o teu pecado?
Se nem o Maior dos Santos fez Julgamentos.

⁠Quem conhece a dor, tem compaixão do seu próximo.

⁠Aqueles que foram quebrados e torturados são os mais evoluídos.

Na sombra fria do entardecer,
Ouço o silêncio da noite crescer,
As estrelas escondem seu brilho no ar,
E o vento parece querer me avisar.


Carrego em segredo um doce temor,
Mistura estranha de sonho e amor,
Enquanto meu peito insiste em bater
Por alguém que talvez nunca vá perceber.


Caminho entre dúvidas pelo luar ausente,
Tentando sorrir, fingir ser valente,
Mas o futuro dança como névoa no chão,
Confundindo esperança e solidão.


E se o destino mudar meu caminho?
E se a dor for meu único carinho?
Mesmo assim guardo essa chama acesa,
Frágil, inquieta, cheia de incerteza.


Porque amar também é se perder,
É cair no escuro sem saber
Se ao final da noite haverá amanhecer
Ou apenas saudade para sobreviver.


Ainda assim, em silêncio, eu espero,
Mesmo com medo, mesmo sem saber ao certo,
Que um dia duas almas possam se encontrar
E juntas, enfim, aprendam a sonhar.

O que liberta
não é esquecer quem feriu,
mas parar de insistir
em carregar alguém
que nunca teve medo
de ver você afundar.

Tem gente que chama caos de amor
porque nunca aprendeu a oferecer paz.
E quem tenta salvar tempestades humanas
quase sempre termina afundando junto.