Pensamentos Mais Recentes
Gelado
A neve,
Um urso,
Muitos pinheiros,
Alguns salmões no balde a beira do rio,
Eu x medo,
E muita história de pescador pra contar.
O mundo é mau, a injustiça reina, o sofrimento é inevitável.
(Luiz Felipe Pondé)
Toda grande conquista traz um gosto de tragédia.
No fim, o Direito é a pergunta permanente sobre quanto poder podemos exercer sem perder nossa humanidade.
Toda ordem jurídica nasce de um conflito entre liberdade, poder e necessidade de convivência.
O Direito é a tentativa civilizatória de substituir a vingança pela responsabilidade.
Uma sociedade revela sua concepção de justiça pelo modo como trata aqueles que possuem menos poder.
O Estado começa quando a força deixa de pertencer ao indivíduo e passa a ser submetida a regras.
Toda autoridade precisa de poder para existir, mas precisa de legitimidade para durar.
A história do Direito é, em grande parte, a história dos limites impostos ao poder.
Quando uma máquina aprende com a sociedade, ela também pode aprender os preconceitos da sociedade.
O código executa regras; o Direito pergunta se essas regras são legítimas.
A tecnologia transforma possibilidades em realidade; o Direito transforma consequências em responsabilidade.
Quanto mais invisível se torna o algoritmo, mais importante se torna o direito de compreender a decisão.
A inteligência artificial pode automatizar decisões, mas não pode automatizar a responsabilidade.
Um algoritmo pode tomar uma decisão; somente uma sociedade pode decidir quem deve responder por ela.
sou uma pessoa possitiva.
Os sintomas que permeiam a necessidade são análogos aos da bonança.
A ciência amplia o poder humano; o Direito precisa decidir os limites desse poder.
Quando o conhecimento avança mais rápido que a ética, o Direito recebe o futuro como problema.
Toda descoberta científica cria possibilidades; algumas delas inevitavelmente criarão problemas jurídicos.
A ciência procura explicar o mundo; o Direito precisa decidir como devemos viver nele.
O Direito é a filosofia da convivência quando a convivência deixa de ser espontânea.
A maior força de uma lei não está em punir sua violação, mas em convencer uma sociedade de sua legitimidade.
Quando uma sociedade muda sua ideia de justiça, cedo ou tarde suas leis começam a envelhecer.