Pensamentos Mais Recentes

Por mais que a máxima é amplamente difundida entre os pesquisadores, psicanalistas e psiquiatras contemporâneos que " ser autista não significa necessariamente ser savant ", ainda acho muito cedo para nos guiarmos por tal afirmação. Assim como teoricamente, o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM-5, rotulando o espectro em três níveis de intensidade, um, dois e três. Não significa que não existam mais, assim como a síndrome do sábio "savant", que é considerado um distúrbio psíquico com o qual a pessoa possui uma grande habilidade intelectual aliada a um déficit de inteligência, comumente encontrada na sua grande maioria em meninos e autistas, também deve ter vários níveis.

Em terra de lobos cordeiro não sobrevive.

Enquanto houver ambição entre os homens não haverá paz.

Enquanto o mundo faz barulhos para compensar os vazios, a alma repleta vai no vazio em silêncio sentir as recompensas.

Tentar não se apaixonar por um corpo quente é uma penitencia imoral.

⁠Veja um raio de luz na escuridão.
Existe esperança quando tudo parece perdido.
Siga em frente. Caminhe com fé.
A luz de Cristo irá guiar você.

lucaspaqueta ídolo

Lembre-se do passado
sem carregar o peso,
Ninguém esteve ao seu 
lado quando o fogo 
atravessava a existência,
Manter a memória acesa 
é questão de inteligência. 


Quem não te apoiou ontem
mesmo que tu hoje conceda 
o seu apoio heroico --
pouco garante ou mantém 
a fidelidade do outro intocada,
O vício alheio por domínio 
é algo que não permite-se 
esquecer por causa deste
veneno quase o ter sucumbido.


Caso irá apoiá-lo não se esqueça 
de quem trai uma única vez,
o trairá milhões de vezes -'
Apoie desde que ele retribua 
de imediato os seus interesses,


O Deus Doador de Fé, Protetor,
Poderoso, Irresistível e Majestoso 
que te sustentou e sustenta
agora na paz te sustentará; 
na sua paz com direito aos oásis 
e o seu celeste caravançará.


Por tua escolha ou onde quer 
que fique ou pela vida passe, 
será cercado por serenidade
tulipas vermelhas e pinheiros 
em floração sempre na direção 
do teu tranquilo e verdadeiro amor.

AINDA NÃO É O FIM.


Como o servo suspira por água,
a minha alma suspira por Ti.


Minhas lágrimas me sustentam, Senhor;
és o meu alimento,
pra não desistir.


Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?


Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.


Lembro-me
de quem Tu és.


A minha alma, mesmo abatida,
sustenta a fé.


Direi ao Senhor:
Tu és a minha rocha,
e é esta rocha
que firma o meu pé.


Por que estás abatida,
ó minha alma,
dentro de mim?


Espera em Deus,
o socorro virá;
ainda não é o fim.

Se o que buscas vem de um alinhamento interno, qualquer resultado será bem-sucedido.

DA ESCRITA COMO DESTINO DA CONSCIÊNCIA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Não nascemos prontos.
Somos rascunho.
Somos folha ainda em branco
à espera da coragem de ser escrita.
O mundo não nos entrega sentido acabado.
Entrega-nos silêncio.
E diante desse silêncio
erguemos a palavra.
Não a palavra leve.
Mas a palavra que pesa.
A que nasce do conflito interior.
A que atravessa a noite da dúvida
e ainda assim decide existir.
O escritor não sobe a um palco.
Desce ao abismo.
Ali onde a consciência se fragmenta.
Ali onde as perguntas não têm resposta imediata.
Ali onde o ser confronta sua própria nudez.
Escrever é expor-se sem plateia.
É enfrentar a si mesmo
antes de enfrentar o mundo.
Cada frase é um ato de responsabilidade.
Cada parágrafo é escolha moral.
"Depois que eu partir."
A frase não é melancolia.
É exame de consciência.
Que restará de mim quando o corpo cessar.
Que ideia permanecerá.
Que inquietação continuará a arder.
A tinta seca.
O papel envelhece.
Mas o pensamento, se verdadeiro,
migra para outras mentes.
O escritor não busca aplauso.
Busca coerência interior.
Busca traduzir o indizível
e dar forma ao que inquieta o espírito humano desde sempre.
Escrever é organizar o caos.
É impor estrutura à angústia.
É transformar dor em conceito.
É converter amor em reflexão.
Não se trata de ornamentar a realidade.
Trata-se de iluminá-la.
Mesmo quando essa luz revela fissuras.
Há coragem em quem escreve com lucidez.
Porque escrever com lucidez
é admitir a própria finitude
e ainda assim escolher deixar vestígio.
O texto é mais que linguagem.
É presença prolongada.
É consciência que atravessa o tempo
e dialoga com quem ainda não nasceu.
Eu sou o que escrevo.
Sou a soma das ideias que sustento.
Sou a responsabilidade de cada palavra que lanço ao mundo.
O corpo findará.
O silêncio retornará.
Mas aquilo que foi pensado com verdade
continuará a provocar,
a inquietar,
a despertar.
Porque a escrita não é som que se dispersa.
É pensamento que se fixa.
É chama intelectual que passa de mente em mente
e se recusa a apagar-se.
E no confronto inevitável com o tempo,
descobrimos que viver
é redigir a própria consciência
com a dignidade de quem sabe
que cada linha escrita
é uma escolha eterna diante da própria alma.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Estou acreditando e desacreditado ao mesmo tempo.

O PÊNDULO DA SAUDADE
De: Carlos Silva

Eu sinto o cheiro da saudade permear-me o juízo, sinto o toque da vontade pulsante em meu coração, mendigando um segundo do teu olhar, feito faíscas elevadas das brasas que estalam e aquecem o ar.
Lanço-me nas covas solitárias dos escombros mais remotos, para fugir do tanto que em te penso. Meu pensamento vaga feito pendulo de relógio de parede cuja função é ir e vir, ir e vir em ritmado e preguiçoso compasso que só serve para avançar o tempo que não mais terá tempo de voltar.
Preso estou na ampulheta do passado, escorregando para outro espaço até que possa completar o ciclo e ser retornado à posição repetitiva do marcar um precioso tempo. Passo e compasso, espera que se confunde com a demora e isso só aumenta a saudade imposta pelo sentir que pulsa do coração como se fosse o pêndulo do relógio que insiste em bater no ritmado de um saudoso coração.

Estou dividido entre acreditar e desacreditar.

Sim, existe um autor brasileiro que escreve especificamente sobre a "arquitetura da petição" com o objetivo de pressionar ("tensionar") o juízo, focando na lógica real da decisão judicial e não apenas na dogmática jurídica tradicional. Trata-se de Fabricio von Beaufort-Spontin, autor do livro "Não Existe Lide sem Prejuízo – Processo contencioso" (p. 1).
O Conceito de Arquitetura da Petição
A obra de Fabricio von Beaufort-Spontin aborda como estruturar o caso para que o prejuízo da parte seja inegável e visível, removendo as saídas confortáveis para o julgador, o que ele chama de "arquitetura decisória" (p. 6).
Tese Central: O prejuízo (a perda concreta sofrida) é o pressuposto da jurisdição, não uma mera consequência do direito. Se o prejuízo não é tornado visível, o processo oferece ao juiz a rota segura e de menor custo decisório: decidir pela forma, pela insuficiência de provas ou pelo silêncio, sem enfrentar o mérito e a perda real (pp. 6-7, 43).
Tensionar o Juízo: A estratégia não é tentar "convencer" o juiz com retórica, mas sim "fechar saídas confortáveis" (pp. 26, 40). Torna-se custoso (caro) para o juiz decidir contra o autor, pois ele será obrigado a assumir explicitamente quem perdeu o quê e por que essa perda é juridicamente aceitável, o que gera risco recursal e retrabalho institucional (pp. 39, 42).
Método: O autor propõe um método (Mètodo Despontin) onde o advogado deve estruturar a petição de modo que o juiz — ou antes, seu assessor, que faz a primeira leitura e busca a solução mais barata — não encontre uma saída fácil ou "barata" (decisões que fecham o caso sem enfrentar o dano) (pp. 35-36).
O livro ensina que o processo funciona exatamente como foi conduzido; se o advogado não estrutura o processo para exigir enfrentamento do prejuízo, o juiz decidirá confortavelmente sem fazê-lo (pp. 1, 43).


O livro encontra-se disponível na Amazon, pelo link:
https://www.amazon.com.br/dp/B0GN9QRRG2?ref=cm_sw_r_ffobk_cso_wa_mwn_dp_04M1ZY1M8GFZC2BGRVKC&ref_=cm_sw_r_ffobk_cso_wa_mwn_dp_04M1ZY1M8GFZC2BGRVKC&social_share=cm_sw_r_ffobk_cso_wa_mwn_dp_04M1ZY1M8GFZC2BGRVKC&bestFormat=true


A utilização do prejuízo como verdadeiro pressuposto do processo é o núcleo da obra, e é inovador pela estrutura que nunca apresentou-se.
A estrutura petitória deixa de ser formalidade e passa a ser arquitetura estratégica: cada elemento é construído para tornar o dano visível, concreto e incontornável.


O livro demonstra que processo não nasce da lei — nasce da perda.


E vai além.


Num mundo em que, inevitavelmente, predominará a Inteligência Artificial, o Método Despontin propõe algo estruturalmente superior:
não é apenas técnica de petição, é um modelo de diálogo entre máquinas e a verdade fática que antecede o pedido, nascendo a arquitetura para tornar visível o dano/prejuízo.


A utilização do prejuízo como verdadeiro pressuposto do processo é o núcleo da obra.
A estrutura petitória deixa de ser formalidade e passa a ser arquitetura estratégica: cada elemento é construído para tornar o dano visível, concreto e incontornável.

É no silêncio do pensamento 


Que encontramos um Amor barulhento

... jamais desdenhes
do teu estimado destino 
em razão da aspereza e recorrentes
dificuldades que ele te impõe, seja no 
plantio ou na colheita. Em vez disso,
agradece pela robustez das sementes
a ti destinadas como um 
indispensável desafio ao 
teu espírito!

"Não ache que não tenho paciência, só penso que a maioria das coisas desse mundo, não vale apena perder tempo esperando."

Bom dia, muito bom dia! Um presente do Criador com a vida para um novo dia.

A vida ensina a todos momentos.

Iludes? ...
Les Préludes ...


... Estamos chegando ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ...

O amor é a essência da existência 
e não deturpa a consciência

Borboleta só pousa onde tem paz. Aprende com ela: teu espírito só deve morar onde teu coração se sente em casa.

Quem fica, Quem vai embora.

A felicidade é
Como um feixe de luz que passa por entre
As árvores.

Ela passa, vai embora
Desaparece.

A tristeza não.
Ela fica.
E é isso que me torna resignada,
Pois sei ao que, eventualmente,
Estarei fadada.

Em nossas vidas, a tristeza é
Companheira –
Não é atoa que já nascemos
Com os olhos embotados de
Lágrimas.

É ela quem, desde cedo,
Senta-se ao nosso lado.
Ficando conosco
Até no dia mais solitário.
Ela quem aparece, quando
Me olho no espelho,
E só vejo vidro quebrado.

Mas não se enganem –
Não sou quem à quer.
Ela quem me deseja.

E é por ela, que
Não vivo mais em paz.
Tudo me sufoca.
O passado,
O presente –
Até mesmo o futuro.

Meu coração aperta,
E minha garganta se fecha –
Por coisas que
Nem sequer
Cheguei a viver.

Sinto falta de momentos que
Não existiram,
Sinto a dor
dos que nunca vão
Existir.

E isso foi a tristeza
Que me ensinou.

E é por isso que hoje,
Quando a felicidade passa,
Já não me preocupo
Em estender a mão.

Pois lá no fundo desse meu imenso coração,
Eu já aprendi que a tristeza
É a única que fica.

Nunca desista:
De ser feliz.
De ser do bem.
De ser verdadeiro.