Pensamentos Mais Recentes

⁠O que pensam ou dizem sobre mim, não traduz quem eu sou.

" Nem tudo que se quer, é o melhor que se pode ter ".

Aprender a desaprender é o primeiro passo para aprender de verdade.

Aprender a desaprender é abrir espaço para um novo aprender.

O maior aprendizado começa quando aprendemos a desaprender.

Aprender a desaprender nos liberta daquilo que impede novos aprendizados.

Aprender a desaprender é permitir que a verdade ocupe o lugar das certezas.

“Só aprendemos plenamente quando aprendemos a desaprender.”

A desaprendizagem não é o oposto da aprendizagem; é a sua forma mais elevada.

Há conhecimentos que nos fazem crescer. Outros, apenas quando os desaprendemos.

A mais difícil das aprendizagens é a desaprendizagem.

Desaprender também é aprender. Às vezes, a maior aprendizagem consiste em abandonar aquilo que já não nos permite evoluir.

O chiqueiro é o melhor lugar do mundo, perceba que o porco não procura outro lugar.
O pasto é o melhor lugar do mundo, perceba que o burro não procura outro lugar. 
Ambos com dinheiro vão melhorar os ambientes e não mudá-los. 
Há quem passe a vida inteira sem reconhecer a capacidade mental, financeira e social.

“o desAPRENDIZADO é um grande APRENDIZADO”

O processo que machuca, traz o propósito que cura.

“Aprender a desaprender é tão ou mais importante do que aprender.”

“O conhecimento amplia a mente. O desaprender a renova.”

“Nem todo aprendizado nos faz crescer. Às vezes, é o desaprender que nos faz evoluir.”

“O maior obstáculo para aprender nem sempre é a ignorância, mas aquilo que acreditamos já saber.”

“Quem aprende acumula conhecimento. Quem desaprende conquista liberdade.”

“Ao pensar naquilo que pensamos, pensamos de fato.”

O tempo não vai esperar você dizer, fazer ou mesmo tentar. Ele vai seguir e nesse caminho que ele percorre muito se perde enquanto você o espera.

“Pense bem. Não. Pense no que você pensa.”

“O talento chama atenção. A disciplina constrói autoridade. Mas é o propósito que transforma uma pessoa em referência.”

⁠O Tinhoso é um Gênio: arregimentou as almas inocentes para salvar o país e nunca mais parou de tentar rifá-lo 
para se salvar.


Talvez essa seja uma das mais antigas ironias da história. 


O mal raramente se apresenta como tal. 


Quase sempre veste a roupa da virtude, empunha a bandeira da esperança e promete um futuro grandioso. 


Não seduz pelo medo, mas pela convicção de que existe uma causa tão nobre que justifica qualquer excesso.


Quando pessoas deixam de pensar por conta própria para acreditar cegamente em quem se diz dono da verdade, deixam de defender princípios e passam a defender pessoas. 


Nesse instante, a pátria deixa de ser um bem comum para se tornar propriedade de um projeto, de uma ideologia ou de um líder.


É aí que a armadilha se fecha. 


Em nome de “salvar o país”, toleram-se abusos. 


Em nome da “causa maior”, relativizam-se injustiças. 


Pelo “bem”, aceita-se o mal como um mal necessário. 


E, sem perceber, aqueles que acreditavam lutar pela liberdade acabam ajudando a construir as correntes que um dia também os prenderão.


O mais inquietante é que essa lógica não pertence a uma época nem a uma ideologia específica. 


Ela se repete sempre que a paixão substitui a razão e a idolatria ocupa o lugar da consciência. 


O fanático nunca percebe quando deixa de servir à verdade para servir ao próprio ego de quem conduz a multidão.


O Tinhoso não precisa convencer a todos. 


Basta convencer os mais fervorosos. 


Eles fazem o restante do trabalho, transformando dúvidas em heresias, críticas em traição e adversários em inimigos absolutos. 


Assim, a divisão cresce, a confiança desaparece e o país, que deveria ser protegido, torna-se apenas moeda de troca para a sobrevivência de grupos que juram representá-lo.


No fim, a maior vitória do mal talvez não seja destruir uma nação, mas convencer pessoas honestas de que qualquer sacrifício vale a pena, desde que seja feito em nome da salvação. 


Porque, quando os princípios são abandonados para preservar líderes, já não se está salvando o país. 


Está-se apenas tentando salvar aqueles que aprenderam a usá-lo.