Pensamentos Mais Recentes
O amor não se compra, o tempo não se vende, e o presente não paga o preço
(melhor chuteira, melhor bola, melhor game). Nada se compara ao amor e ao tempo, lhe dado. O amor é único, a ausência dos pais podem trazer um grande vazio na alma.
Tem gente que passa a vida carregando a bagagem do vazio, e pesa!
Todos os que estão no inferno escolheram a separação de Deus em vida, iludindo-se com a falsa esperança de que se arrependeriam no futuro — esquecendo-se de que, após a morte, cessa o tempo da misericórdia divina.
Vencer Golias revela o poder de Deus por meio de ti; perdoar Saul prova a presença do fruto do Espírito em teu coração.
Ontem é o hoje
Se um dia eu tivesse que escolher entre o hoje e o ontem, talvez eu não soubesse responder.
Não porque eu tenha medo de escolher, mas porque existem escolhas que o coração simplesmente não consegue fazer.
O ontem guarda coisas demais de mim.
Guarda lugares por onde passei, pessoas que abracei, palavras que disse e outras tantas que ficaram presas na garganta. Guarda risadas que ainda consigo ouvir quando fecho os olhos. Guarda lágrimas que ninguém viu. Guarda amores que chegaram devagar e outros que partiram sem sequer avisar.
O ontem guarda uma versão de mim que já não existe, mas que ainda mora em algum lugar dentro do homem que sou hoje.
E talvez seja por isso que sentimos tanta saudade.
Não sentimos saudade apenas das pessoas ou dos lugares. Às vezes, sentimos saudade de quem éramos quando aquelas pessoas estavam conosco. Sentimos falta daquele coração que acreditava de outra maneira, daquele sorriso que nascia mais facilmente, daquela inocência de imaginar que algumas coisas seriam para sempre.
Mas então existe o hoje.
E o hoje também me chama.
O presente não tem a segurança das lembranças. Ele acontece diante dos meus olhos, sem me perguntar se estou preparado. Ele chega todas as manhãs e coloca uma página em branco diante de mim, como quem diz:
Continue.
E eu continuo.
Continuo amando, errando, aprendendo, sentindo saudade. Continuo encontrando pessoas, perdendo outras, construindo histórias que talvez amanhã também se transformem em lembranças.
É estranho pensar nisso: o hoje é apenas o ontem que ainda não terminou de acontecer.
Talvez por isso eu não pudesse escolher.
Se escolhesse o ontem, escolheria tudo aquilo que me trouxe até aqui. Os abraços, os encontros, as despedidas, os amores, as dores e até os caminhos que pensei terem sido errados.
Mas, se escolhesse somente o ontem, perderia a possibilidade do amanhã.
E se escolhesse apenas o hoje, teria que abandonar todas as pegadas que fizeram de mim quem sou.
Então talvez eu tenha descoberto uma terceira resposta.
Eu não escolheria.
Carregaria o ontem comigo e continuaria vivendo o hoje.
Porque o passado não precisa ser uma casa onde voltamos para morar. Pode ser apenas uma janela que abrimos de vez em quando para lembrar de onde viemos.
E o presente não precisa apagar aquilo que passou. Pode ser a continuação de uma história que ainda está sendo escrita.
No fundo, somos feitos justamente desse encontro: daquilo que fomos com aquilo que ainda estamos aprendendo a ser.
Há pessoas que pertencem ao nosso ontem, mas continuam vivendo dentro do nosso hoje. Há amores que o tempo levou para longe, mas não conseguiu arrancar da memória. Há beijos que terminaram há muitos anos e, mesmo assim, quando lembrados, ainda parecem tocar os lábios.
Porque o coração possui um calendário diferente.
Para ele, algumas coisas nunca envelhecem.
Por isso, se um dia alguém me perguntar:
Você escolheria o ontem ou o hoje?
Talvez eu apenas sorria.
O ontem me deu histórias para contar.
O hoje está me dando histórias para viver.
E entre aquilo que vivi e aquilo que ainda estou vivendo, existe uma coisa que eu jamais gostaria de perder:
a capacidade de amar cada capítulo da minha vida, mesmo sabendo que nenhum deles foi escrito para durar para sempre.
Renunciar aos prazeres efêmeros em vista da glória eterna não é perda; é o sábio abandono do que é temporal por aquilo que permanece para sempre.
Zenitsu — O Trovão que Venceu o Medo
Autor: James Richard Ferreira Pantoja
Pseudônimo: KANGAL
Zenitsu sempre chora diante do perigo,
Mas guarda um raio dentro do seu ser;
Quando o trovão desperta em seu peito,
Sua personalidade muda sem temer,
E o medo já não pode prevalecer.
Seu maior poder é, mesmo com medo, avançar,
Quando tantos outros poderiam tremer;
Talvez por isso, ao antigo Hashira do Trovão,
Uma certeza tenha feito compreender:
“Zenitsu — você é o orgulho da minha vida.”
Sob o silêncio, sua lâmina cintila,
E o céu parece inteiro estremecer;
A primeira forma rasga a noite escura,
Um clarão faz a própria treva ceder,
E até seus medos aprendem a calar.
Não foi a força que o fez verdadeiro,
Nem a coragem que nunca possuiu;
Foi levantar-se, mesmo com receio,
Persistir quando tudo ao redor caiu,
E transformar o próprio medo em poder.
Agora a Sétima Forma corta a escuridão,
E Zenitsu avança sem jamais recuar;
Finalmente orgulha o homem que não desistiu,
Seu ímpeto faz o próprio trovão despertar,
E, como um deus do trovão, ele aprende a lutar.
© 2026 James Richard Ferreira Pantoja — Todos os direitos autorais reservados.
Como sintoma de amor
e de paixão, contando
com a sombra da Caoba,
o meu coração canta
canções de Merengue
como o Rio Yaque del Norte
canta ao encontrar o mar.
É bem deste jeito intenso
que vamos nos enveredar.
Meu é todo o seu amor,
e assim sou o teu amor;
e é assim que, enamorados,
nós vamos nos encontrar.
Não há nada que distraia
quando há vontade de amar,
seja na República Dominicana
ou em qualquer outro lugar.
No teu ouvido tu haverá
de ouvir o meu chamado
de amor baixinho até vir
me encontrar e para mim se dar;
E deliciosamente vou retribuir,
e de nós orgulho vamos esbanjar.
Kokushibo
Autor: James Richard Ferreira Pantoja
Pseudônimo: KANGAL
Seis olhos alcançam a noite sem piedade,
Um samurai perdido entre honra e ambição;
Carrega séculos gravados na própria lâmina,
Enquanto a lua testemunha sua maldição,
E o medo se curva diante de sua presença.
Abandonou a luz para vencer o próprio destino,
Trocou a mortalidade por um poder sem fim;
Mas, quanto mais buscava superar o impossível,
Mais distante ficava do homem que existia dentro de si,
Pois nenhuma vitória silencia o vazio de uma decisão errada.
Kokushibo caminha onde a esperança perece,
Sua espada dança como a Respiração da Lua em um eclipse sombrio;
É força, orgulho, tragédia e eternidade,
Um guerreiro que venceu a morte, mas perdeu a paz,
Condenado a lutar contra aquilo que um dia foi,
Condenado a enfrentar aquilo que um dia mais odiou...
© 2026 James Richard Ferreira Pantoja. Todos os direitos autorais reservados.
3007 📜 Falei bem assim para Meus Cunhados 🦜Every e 🦜Body: 'Vocês precisam ter caráter muito rasteiro para querer a Invasão do próprio País, pela 'Grande Potência'. Vocês são a Vergonha de Vocês Próprios!
“Não sinta-se mal por às vezes ter que chorar, se cansar ou precisar de um dia para si mesmo. Você não precisa ser forte o tempo todo. Às vezes, também é um ato de coragem fazer uma pausa, respirar fundo e tentar novamente."
—By Coelhinha
Isolou-se
Isolou-se...
como uma ilha no meio do oceano
isolada...
isolado...
nada em todos os lados...
Por todos os lados...
De todos os lados... desgarrado.
Decepção, dor...
dormência total,
torpor.
Dorme seu coração
só, sem ninguém,
sem nada no meio do nada.
Decepção, dor...
dormência total,
torpor que embala a alma,
silêncio que pesa no ar.
Dorme seu coração,
só, sem ninguém,
despido de esperança,
mudo em meio ao vento.
No vazio do nada,
ecoam memórias apagadas,
lágrimas que não caem,
feridas que se fecham em vão.
E nesse sono profundo,
onde o tempo parece quebrar,
o peito sente a ausência,
o frio de um mundo sem calor.
É isso que faz uma vida sem amor.
des...
faz...
se...
Roleta russa
Forte você é...
Percebo você tremendo,
vacilando,
titubeando...
no caminho da vida se equilibrando.
Corda bamba...
Campo de guerra, barreiras fortemente armadas por sacos de areias sociais,
o frio da lápide... dias desnorteados, completamente imorais.
Não amedronta, e precoces lançam-se ao fim, à morte... pronta está desde agora sua lápide.
Roleta russa, desatino, jogam dardos envenenados em suas mãos frágeis
O ferro, o berro, o sangue...
o homem ainda menino
Vejo você sofrendo...
lutando...
se adaptando.
Roleta russa...
Cada dia uma agonia.
vida perdida, triste e vazia.
Forte você é...
a luz a cortar o escuro da janela...
na vida você está pro que der e vier...
pra tudo o que se esperar dela.
Talvez, se eu não tivesse cerrado meus ouvidos para as Arquibancadas, a Arena tivesse me Sucumbido.
Há momentos em que sobreviver exige uma espécie de surdez voluntária.
Não porque toda voz externa seja inútil, mas porque, quando estamos no centro da arena, há sempre quem torça pela nossa queda, quem exija espetáculo, quem confunda coragem com imprudência e quem, protegido pela distância, tenha certeza de como deveríamos lutar.
Às vezes, as arquibancadas são muito barulhentas.
Julgam sem carregar o peso da espada, aconselham sem sentir o golpe e comemoram tanto a vitória quanto a derrota — desde que o espetáculo continue.
Aprendi, então, que nem toda voz merece chegar até nós.
Algumas palavras esclarecem; outras apenas confundem.
Algumas críticas nos aperfeiçoam; outras pretendem apenas nos diminuir.
E há aquelas que parecem preocupação, mas são somente a expectativa de assistir ao nosso fracasso de um lugar confortável.
Cerrar os ouvidos, nesse sentido, não foi covardia.
Foi preservar dentro de mim um espaço onde ainda fosse possível ouvir a própria consciência.
Porque a arena não destrói apenas quem perde.
Às vezes, ela sucumbe quem passa tempo demais tentando corresponder aos gritos das arquibancadas.
No fim, talvez maturidade seja justamente isso: saber quando escutar, saber quando responder e, sobretudo, saber quando permanecer em silêncio — não por falta de argumentos, mas porque algumas batalhas terminam no instante em que deixamos de lutar para convencer quem já decidiu o que quer enxergar.
E talvez eu só tenha conseguido atravessar a arena porque, em algum momento, compreendi que o que gira em torno da minha vida não precisava ser um espetáculo para ninguém.
Talvez ser livre não seja viver sem crenças, mas impedir que nossas crenças escolham por nós sem que percebamos.
O Vendedor de Sonhos
Há sonhos que se perdem no calor da madrugada,
Enquanto a sociedade corre sem olhar para trás;
Surge um homem, de alma cansada,
Vendendo esperança onde ninguém encontra paz,
E lembrando aos esquecidos que sonhar ainda é capaz.
Ele não vende ouro, riqueza ou poder,
Vende coragem para quem deseja recomeçar;
Cobra com juros de quem quer aprender
Que até uma lágrima pode ensinar
E que nunca é tarde demais para tentar.
Caminha entre fantasmas, perdidos e esquecidos,
Recolhendo histórias marcadas pela dor;
Costura sonhos em corações feridos,
Com palavras que devolvem ao silêncio o seu valor,
E despertam, em cada alma, a coragem de sentir amor.
O Vendedor de Sonhos não promete ilusão,
Oferece perguntas para a mente despertar;
Mostra que a liberdade nasce no coração,
Quando o medo deixa de nos dominar
E escolhemos, mesmo feridos, continuar.
Assim, cada sonho encontra uma nova estrada,
E o fracasso deixa de ser uma sentença;
A vida, antes vazia, torna-se renovada,
Pois quem aprende a sonhar encontra esperança,
E descobre que viver também exige confiança.
Mas não se esqueça:
Quando a noite parecer não ter fim,
É a esperança que acende a luz dentro de nós.
Porque sonhos não morrem quando caímos —
Morrem quando desistimos de levantá-los.
Autor: James Richard Ferreira Pantoja
Pseudônimo: KANGAL
© 2026 James Richard Ferreira Pantoja (KANGAL) — Todos os direitos reservados.
Estava aqui refletindo sobre o quanto, muitas vezes, deixamos de ser nós mesmos por medo.
Medo de errar, de perder, de ouvir um não,
de não agradar, de tentar e não conseguir.
A vida passa igual foguete,
deixa o rastro, mas não volta para trás.
Por isso, viva.
Viver é a coisa mais cara que temos nesta vida.
E, mesmo assim, tantas vezes nos apegamos a coisas supérfluas,
como se pudéssemos levar tudo conosco.
Mas, no fim, não levaremos nada.
Nem bens, nem dinheiro, nem aquilo que passamos a vida tentando possuir.
O que fica é o que fomos,
o que fizemos,
o amor que deixamos
e as marcas que plantamos na vida de alguém.
Que a gente aprenda a viver mais,
a amar mais,
a sonhar mais
e a aproveitar o presente enquanto ele ainda é nosso.
Porque a vida passa, o tempo corre
e o relógio não sabe voltar.
E, quando o nosso tempo acabar,
possamos olhar para trás e ter a certeza
de que deixamos o melhor de nós pelo caminho.
Porque, no fim, tudo passa.
E o tempo não espera por nós.
"O tempo não volta".
