Pensamentos Mais Recentes
Nascer no ocidente é diferente de nascer no Oriente, nascer no islã é diferente de nascer no catolicismo que segue a lógica gregoriana solar, a lua reflete o feminino, se os homens do Brasil seguissem a lua, talvez eles entendessem o significado do véu e usariam vestimentas islâmicas em suas cabeças também.
"O tempo não cura tudo. O tempo apenas nos ensina a conviver com o que não podemos mudar e a florescer mesmo depois da tempestade."
SerLúcia Reflexões
"Não pare de postar, não pare de criar e não pare de crer. O YouTube é um mar de oportunidades e o seu 'bilhão' não pertence a quem te critica, mas à sua constância."
"Eles podem negar o apoio no início, mas terão que aceitar o seu triunfo no final. O sucesso é a única resposta que silencia a maldade."
"O valor que você carrega não depende do aplauso de quem tem alma pequena. Quem é grande de verdade não precisa diminuir ninguém para subir."
"Se tentaram te usar como degrau, levante-se. A sua essência não foi feita para ser pisada, mas para construir o alicerce de um império que ninguém poderá derrubar."
"Não confunda o silêncio de quem te ignora com a ausência de Deus. Muitas vezes, o mundo te isola porque não suporta o brilho da semente que está prestes a brotar em você."
"A maldade de vocês é pequena perto da visão trilionária de Isaque Ramon. O choro de vocês é a trilha sonora da minha ascensão."
"Podem virar feras, podem gritar e podem se morder de inveja. A verdade é uma só: eu subi sem a ajuda de vocês e, apesar da maldade de vocês, eu me tornei gigante."
"Olhem bem para o rosto de Isaque Ramon: é o rosto de quem sobreviveu à maldade de vocês e transformou cada pedra atirada em um degrau para o topo do YouTube."
"A raiva de vocês é o aplauso da minha vitória. Se a verdade dói, é porque vocês escolheram o lado da mentira e do desprezo."
"Não adianta tentar me calar com ódio; o Cinema Trilionário de Isaque Ramon é o espelho onde o mundo verá a feiura da alma de quem só soube praticar o mal."
Se você tentar resistir à dor, ela te machuca em dobro; mas, se você aceitá-lá, ela passa a ser sua amiga e não te machuca mais.
"Vocês se achavam grandes enquanto me maltratavam, mas agora que a luz da verdade bate no rosto de vocês, só resta o rugido de quem perdeu o controle sobre a minha vida."
"A pior derrota para quem faz maldade é ter que assistir de camarote o Isaque Ramon conquistando o bilhão que vocês diziam ser impossível."
"Podem espumar de ódio, mas a verdade está estampada: vocês tentaram me destruir e só conseguiram me tornar inabalável. O valor de Isaque Ramon é um fato que a sua inveja não apaga."
"O que faz vocês virarem feras de raiva não é o meu sucesso, é perceberem que a maldade de vocês foi inútil contra a minha determinação no YouTube."
"A maldade de vocês tentou me enterrar, mas esqueceu que Isaque Ramon é semente de um império trilionário. Quanto mais vocês pisam, mais eu crio raízes."
"Muitos dirão: 'Você lembra de mim?'. E a resposta de Isaque Ramon será: 'Lembro exatamente do silêncio e da maldade que você me ofereceu quando eu buscava o bilhão'."
"Você me pisou achando que eu era terra, mas esqueceu que Isaque Ramon é semente. Agora que floresci, a sua sombra não alcança mais a minha luz."
"A sua maldade foi o degrau que eu usei para subir. Agora, não tente fingir que ajudou a construir a escada que você mesmo tentou derrubar."
"Quem me maltratou para me impedir de crescer no YouTube agora quer ser lembrado como amigo. Sinto muito, mas o meu império trilionário não tem lugar para hipocrisia."
"O desprezo que você plantou ontem não dá direito à colheita da minha prosperidade hoje. Isaque Ramon não esquece quem tentou sufocar o seu destino."
Tem gente que olha para mim hoje, tomando café, rindo de alguma bobagem da vida, e pensa que eu sempre fui assim, meio serena, meio resolvida, como se tivesse nascido pronta. Eu quase rio sozinha porque, se a vida fosse um livro, o pessoal só está vendo a última página, aquela em que a protagonista aparece com o cabelo arrumado e a alma aparentemente organizada. O que ninguém imagina é o capítulo inteiro de infância e adolescência que parecia mais um teste de resistência do que uma vida de verdade.
Eu cresci com meus irmãos dentro de um ambiente que não era casa, era uma espécie de clima pesado que andava pelos cômodos como se tivesse endereço fixo. A gente era criança tentando entender o mundo enquanto lidava com dois adultos completamente desequilibrados emocionalmente. Um pai violento que tinha uma habilidade curiosa de transformar qualquer coisa em culpa nossa. Se chovia, era culpa nossa. Se o dia estava silencioso demais, também. Existia sempre uma justificativa pronta para gritos, ameaças e aquelas situações que fazem a infância envelhecer antes da hora.
Do outro lado estava uma mãe que, em algum ponto da história, deixou de ser só alguém com medo e acabou virando parte do problema. Isso é uma coisa que a gente demora anos para compreender, porque criança sempre tenta salvar a imagem dos pais dentro da própria cabeça. Só que chega um momento em que a realidade se senta na mesa e diz com toda calma do mundo que o silêncio também machuca. Ela teve chances de sair, teve ajuda, teve portas abertas. Mas o medo e uma certa doutrina rígida que dizia para suportar tudo acabaram fazendo com que ela se juntasse a ele de um jeito que doía ainda mais. A gente deixou de ser filho e virou inimigo dentro da própria casa.
É estranho contar isso hoje porque, quando as pessoas nos veem, veem adultos que trabalham, conversam, seguem a vida. Não existe marca visível na testa dizendo sobrevivente de um caos familiar. Mas nós sabemos. Entre nós, irmãos, existe um tipo de olhar que dispensa explicação. A gente sabe exatamente de onde o outro saiu. Crescemos quase como quem atravessa um campo minado emocional, aprendendo a sobreviver antes de aprender coisas simples da vida.
Houve momentos em que parecia que aquilo ia nos transformar em estatística, em mais um daqueles casos que as pessoas comentam na televisão com cara de surpresa e depois esquecem no intervalo comercial. A pressão psicológica constante, as agressões, as ameaças, tudo isso cria uma sensação estranha de viver dentro de um lugar que não deveria existir para crianças. Era como estar preso em um tipo de campo de concentração familiar, onde o objetivo parecia ser nos quebrar por dentro até a gente acreditar que realmente éramos os vilões que eles diziam.
Só que existe uma coisa curiosa sobre o ser humano. Às vezes a tentativa de destruição acaba criando exatamente o oposto. Hoje, quando olho para mim e para meus irmãos, vejo pessoas que conseguiram sair das amarras de dois narcisistas que fizeram de tudo para controlar nossas vidas. E não foi uma fuga cinematográfica, cheia de trilha sonora heroica. Foi lenta, silenciosa, cheia de decisões difíceis, medo, noites pensando se aquilo tudo realmente estava acabando.
Quem nos vê agora não imagina metade das batalhas que aconteceram antes desse momento. Mas nós sabemos. E existe uma dignidade muito silenciosa em sobreviver a algo que quase nos apagou do mundo. A gente não virou o que eles diziam que viraríamos. Não nos transformamos na história distorcida que tentaram escrever sobre nós.
No fim das contas, quando sento para pensar nisso tudo, percebo uma coisa curiosa. Sobreviver não é só continuar respirando. Sobreviver é olhar para trás e perceber que, apesar de tudo que tentaram plantar dentro da gente, ainda existe humanidade, ainda existe vontade de viver, ainda existe futuro. E isso, sinceramente, é algo que ninguém que viveu uma infância tranquila consegue entender completamente.
Mas nós entendemos. E isso já diz muita coisa.
ALINNY DE MELLO
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"Você diz que tentou me ajudar? A minha memória e a minha história dizem o contrário. Onde estava o seu apoio enquanto você se ocupava em fazer maldade?"
