Pensamentos Mais Recentes

SE VEJO É POR TI, SE OUÇO É POR TI, SE SINTO É POR TI, MEU PALADAR É POR TI E NADA OU TUDO FAÇO E TENHO É POR TI...SE VIVO OU MORRO É POR TI "SENHOR MEU DEUS."

Dizem que o amor verdadeiro não aceita despedidas, mas a verdade é que às vezes amar significa saber a hora de soltar. Ver você seguir um novo caminho, enquanto o meu coração ainda bate no ritmo dos nossos dias, dói de uma forma que as palavras mal conseguem explicar. Mas amar também é generosidade, e eu respeito a sua escolha e o seu novo momento, mesmo que isso signifique assistir a tudo de longe.Se em algum momento eu errei, peço aqui minhas mil desculpas, vindas do fundo do meu coração. São desculpas puras, cheias do sentimento de alguém que só quis acertar, mas que compreende que o amor também passa por falhas e aprendizados.Por mais que a vontade de correr para os seus braços seja gigante, eu escolho o silêncio. Escolho o afastamento. Não por raiva ou rancor, mas porque preciso cuidar do que restou de mim e dar espaço para que você viva a sua vida plenamente. É preciso coragem para se retirar de cena quando tudo o que mais queremos é fazer parte da história.A verdade é que ninguém apaga um grande amor. O que fomos não se desfaz com o passar dos dias; as memórias continuam guardadas em um lugar bonito e seguro do meu peito. Só que hoje eu entendo que o tempo é o único remédio capaz de acalmar essa tempestade. Ele não vai fazer eu te esquecer, mas vai transformar essa saudade dolorosa em um carinho calmo e silencioso. O tempo vai clarear o meu coração e, quem sabe, trazer respostas para o seu também.Sigo em frente com a vida, mas guardando comigo uma esperança bonita e madura. Se o que vivemos foi tão real quanto eu sinto, e se o destino ainda tiver alguma página reservada para nós, o universo dará um jeito. Quem sabe o próprio destino, um dia lá na frente, nos faça entender o porquê de tudo isso. Deixo nas mãos do amanhã. Quem sabe, com os corações mais maduros, curados e transformados pelo tempo, os nossos caminhos não se cruzem outra vez?Até lá, eu torço pela sua felicidade, enquanto aprendo a caminhar com as minhas próprias pernas, levando você eternamente na minha história.

De tanto querer e não poder... hoje posso e não quero.
Se não pude fazer não podia agora não faço porque não quero.

O Uber, o Azulejista e o Perigo de Esquecer o Despertador
Era mais um dia normal de trabalho para o motorista peregrino. Pelo menos era o que ele imaginava quando, por volta das seis e vinte da manhã, recebeu um chamado da senhora Luana para levá-la até uma marmoraria localizada na Vila Brasília, na zona norte de São Carlos, próxima à Rodovia Washington Luís e ao campus da UFSCar. Para o motorista, uma corrida com mais de oito quilômetros naquele horário, antes das sete da manhã, normalmente significava que alguma coisa havia acontecido. Afinal, passageiro que precisa percorrer uma distância dessas logo cedo geralmente não está simplesmente passeando. Ou perdeu o ônibus, ou perdeu a hora, ou perdeu a paciência. Às vezes, perde os três de uma só vez.
Dito e feito! Ao chegar ao ponto de partida e confirmar o nome da passageira, o motorista desejou-lhe um ótimo dia e, logo em seguida, perguntou: “A senhora está atrasada para o trabalho? O ônibus não passou? Ou será que o relógio não despertou?”. Luana, uma mulher de estatura acima da média, olhou para o motorista e respondeu, com a maior tranquilidade: “E se eu lhe disser que aconteceram as três coisas que o senhor falou e ainda mais duas?”. Naquele momento, o motorista peregrino percebeu que aquela não seria uma corrida como as outras. O problema agora era descobrir quais seriam as duas coisas que faltavam naquela história.
O motorista ficou todo embananado, tentando imaginar o que poderia ter acontecido com Luana. Por alguns segundos, pensou que talvez fosse melhor não perguntar. Afinal, existem passageiros que entram no carro querendo apenas chegar ao destino, e existem aqueles que parecem carregar uma novela inteira dentro da mochila. Como o peregrino adora conversar com os passageiros e, principalmente, colher histórias para o seu próximo livro, resolveu arriscar: “Então me conte o que mais aconteceu. Quem sabe isso não vira uma história engraçada para o meu livro?”. Luana imediatamente perguntou: “O senhor escreve?”. O motorista respondeu que sim. Ela então completou: “Bem que eu imaginei. Pela sua aparência, o senhor deve fazer coisas muito interessantes”. O motorista sorriu e respondeu: “Olhe, senhora, eu faço tantas coisas que, às vezes, até eu mesmo ponho em dúvida a minha sanidade mental”.
Luana caiu na risada e quis saber: “Mas que coisas o senhor faz para se achar um homem assim?”. O motorista, percebendo que a conversa estava ficando cada vez melhor, respondeu: “Primeiro a senhora me conta quais foram essas duas coisas que aconteceram e que a obrigaram a pegar um Uber. Depois eu conto as minhas”. Luana respirou fundo e começou: “Então está bem. O meu marido, na noite anterior, bateu o carro porque tinha bebido um pouco a mais. Ainda bem que foi bem perto da nossa casa. Aliás, ele chegou a tentar entrar na casa do vizinho. Imagine o estado do meu marido!”. O motorista ficou surpreso e perguntou: “Sim, mas, se isso aconteceu na noite anterior, por que a senhora perdeu o horário do trabalho hoje?”.
“Quer saber mesmo?”, perguntou Luana, já segurando o riso. “O meu marido é azulejista. Ele é um ótimo profissional, mas é muito chato quando não bebe. Eu até deixei de trabalhar com ele por causa das chatices. Quando está sóbrio, parece que o mundo inteiro está assentando azulejo errado.” O motorista começou a rir, mas lembrou que ainda faltava uma parte importante da história: “Sim, mas não me enrole, porque já estamos quase chegando ao destino da corrida”. Luana continuou: “O meu marido, quando bebe, é uma pessoa maravilhosa, muito carinhoso. Então, naquela noite, como eu estava a fim de receber uns carinhos, convidei-o para tomar umas cervejas comigo”.
A história estava começando a fazer sentido. Luana prosseguiu: “Lá pelas tantas da noite, eu o peguei pelo braço e o levei para o quarto. Quando chegamos lá, falei para ele: ‘Sobe aí na cama, agora! Se você dormir, eu te taco no chão!’”. O motorista peregrino já não sabia se deveria rir, fazer outra pergunta ou simplesmente continuar dirigindo e agradecer por ter escolhido aquela profissão. Luana, então, encerrou a explicação: “Para resumir, tivemos uma noite maravilhosa. Eu sequer me lembrei de colocar o relógio para despertar”.
Faltava pouco menos de um quilômetro para chegarem ao destino quando Luana, como quem havia acabado de descobrir a moral da própria história, disse ao motorista: “O meu destino é casar-me com gente que gosta de um mé, de cachaça, de cerveja... Sei lá, de tudo o que tem álcool. O meu primeiro marido bebia bastante, mas era violento. Agora este bebe, mas é carinhoso. Então eu estou num dilema: se ele não bebe, ele nem se lembra que eu existo; agora, se ele bebe, sou eu que não me lembro do trabalho”.

Os dois caíram na gargalhada, enquanto o motorista pensava que, definitivamente, aquela não tinha sido apenas mais uma corrida. Tinha sido uma daquelas histórias que aparecem de repente, entram no carro sem avisar e, quando chegam ao destino, deixam uma lembrança que vale mais do que o próprio valor da corrida.
E talvez seja justamente isso que o peregrino aprendeu nas estradas e também atrás do volante: **há pessoas que entram em nossa vida por alguns minutos e acabam deixando histórias que permanecem por muitos anos**. Algumas nos ensinam, outras nos emocionam, algumas nos fazem pensar e outras simplesmente nos fazem rir. E, para quem gosta de caminhar pela vida com os olhos e os ouvidos abertos, até uma corrida de Uber pode se transformar em uma página de livro.
Peregrino Nino Carneiro

"Entre uma infelicidade e outra, percebemos que o mais importante a se pedir a Deus, além de saúde, é sabedoria, pois apenas inteligência não basta."

Se Deus existe e não consegue proteger suas crianças de serem abusadas sexualmente em seu próprio lugar de adoração, então quem ele é?

Um filho, um pai, uma mesada. Dois filhos, dois pais, duas mesadas. E no final, chamam de coincidência!

Quando uma escola empurra seus problemas com a barriga, a aparente tranquilidade é apenas a desorganização escondida nos bastidores. Sem planejamento, responsabilidade e compromisso, aquilo que hoje parece estar dando certo poderá ser a causa do fracasso de amanhã.

A perfeição que define o sucesso é a mesma que oculta limitações.

O que zōdion significa 
perto das noventa e nove
virtudes do Senhor  
que criou a Via Láctea 
e outras constelações?


Dançamos nas elevações
com feras em sublevações. 


O mundo e as paixões 
jamais nos cabem, 
enquanto selvagens
é indissociável parte
enxergar no escuro,
mergulhar no profundo
e romper com o medo. 


Viscerais contra o degredo,
ninguém muda o enredo.


Dominamos a arte 
do arco e flecha 
Na terra tu és a haste,
e eu a fome com 
os dois pratos da balança.


Transcendentais em aliança,
sem temer mestrança, temos possança.


Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski

De tanto vestir máscaras para o mundo, há quem termine estrangeiro de si mesmo.

Verdades relativas transformadas em meias-verdades nos diálogos dirigidos ao público.
​Para compreender a engrenagem da narrativa, percebe-se como se lida com as hordas: utilizando informações fanáticas ou números bizarros acompanhados de projeções. Moldam-se discursos divergentes, pois a capacidade de compreensão da massa pode ser perturbada em uma proporção de dez para um. A mensagem, assim, opera por sublimação, tornando-se uma linguagem única.
​O retrato dessas informações é meticulosamente esclarecido por mentes brilhantes e inteligências artificiais de primeira linha.
​E o disco da realidade permanece como um vulto itinerante — oscilando entre o que é e o que virá a ser.
​— Celso Roberto Nadilo

A educação não apenas rompe as correntes da ignorância; ela entrelaça nossas raízes, desperta nossa consciência e faz da sabedoria uma ponte entre quem fomos e quem ainda podemos ser.

Você não precisa parar de ajudar os outros; só não pode se esquecer de você enquanto ajuda.

Ostentação


Local seguro,
Lugar arborizado, sem poluição,
Manter a auto estima elevada,
Comer bem,
Ter conexões de valor,
Olhar para o céu noturno buscando profundidade,
Enfim, viver em paz, esse é o meu maior luxo.

Em política há oportunidades para todos aqueles que desejam construir um país melhor; mas, precisamos de homens sábios que eduquem
um povo com honestidade, transpatencia, dignidade e sabedoria.

O desespero sussurra: “É o fim”.
A angústia diz: “Para que continuar?”.
O inimigo acusa: “Você não é capaz”.


Mas DEUS declara:


“SEJA FORTE E CORAJOSO!
Não temas, pois Eu te ajudarei.”


#Fé

"Meu sonho era casar, ter dois filhos, a face e o book, e passar o resto da vida conectados. Mas meu parceiro me trocou pela IA, e o meu planejamento tão bonito desabou... '
(Minha vingança com o Wi-Fi será maligna!)
Haredita Angel
01.09.26

Inserida por HareditaAngel

Que a política seja voltada para o social e sem malemolência.

Cheguei a um ponto da vida em que comecei a questionar a própria utilidade da cultura. Não porque o conhecimento tenha perdido seu valor, mas porque percebi que saber mais nem sempre significa viver melhor. A cultura amplia a consciência, mas também revela a dimensão da ignorância, da hipocrisia e das contradições humanas. Talvez o verdadeiro desencanto esteja justamente nisso: quanto mais compreendemos o mundo, menos ilusões nos restam sobre ele.


Se curtiu o conteúdo e quiser apoiar via Pix: julianorossi787@gmail.com

A vida é uma estrada repleta de obstáculos e tropeços; não para desistirmos da caminhada, mas mostrar que somos mais capazes do que imaginamos.

O maior desafio do homem sonhador é encontrar uma mulher que, em vez de criticar o seu mundo, decida construir um foguete para viajar ao lado dele rumo às estrelas.

A oração fervorosa do justo move a mão que move o mundo.


Sermons on Several Occasions, Sermão XII, p. 215.

A dispensação do Espírito é o pleno dia do Evangelho, do qual os tempos proféticos eram apenas a aurora.


Three Essays on the Spiritual Manifestation of the Son of God, Essay II, Works, Vol. 4, p. 112.

⁠no meu quarto,
Em meio a solidão
A lua lamenta
Por não conseguir pedir perdão
Ao anjo caído
Sem coração