Pensamentos Mais Recentes
Às vezes, as pessoas tentam reduzir aquilo que não conhecem: sua história, suas dores silenciosas, as noites em que você quase desistiu e mesmo assim continuou. Quem olha de fora vê apenas o resultado, mas ignora o caminho cheio de esforço que te trouxe até aqui. Não permita que opiniões rasas tenham mais peso do que a sua própria trajetória.
Ser diminuído ou humilhado não define quem você é — define apenas a limitação de quem não consegue reconhecer a luta do outro. Valorize cada passo que você deu, principalmente aqueles que ninguém aplaudiu. O seu caminho tem valor porque foi você quem o construiu, com coragem, quedas e recomeços.
Respeite sua própria história. Quem conhece o próprio esforço não se curva ao desprezo alheio; segue em frente, com a dignidade de quem sabe exatamente o quanto custou chegar onde está.
Reflexão de vida: Discernimento
O evangelho não é cardápio nas mãos de garçons de púlpito.
@Suednaa_Santos
A gratidão não é uma moeda de troca com o divino, onde você paga com obrigado para receber um favor. Ela é o próprio favor.
É a clareza de enxergar que a vida não é algo que acontece com você, mas algo que acontece para você.
No fim, a oração que nada pede é a única que não corre o risco de não ser atendida. Ela já nasce vitoriosa, pois encontra o sagrado no agora, transformando o pão comum em banquete e o teto simples em santuário.
Suedson_Corey
QUEM É MÃE ATÍPICA VAI ENTENDER...
(Onde o cansaço encontra o silêncio, e o cuidado vira oásis)
Ando tão anestesiada do autismo que, quando passa a crise, eu me pergunto:
— Já passou? Posso voltar para a sala de recuperação?
Aí, num delírio da memória, saio da "matéria" e vejo outras mães atípicas: sentadas e extremamente exaustas, enquanto seus filhos enxugam suas testas dessa fuga em silêncio...
Onde descansar por um segundo é como encontrar um oásis no meio do deserto.
Lu Lena / 2026
Reflexão de vida: Discernimento.
"Questões mal resolvidas não desaparecem com o tempo. Pelo contrário.
O que você ignora hoje pode causar problemas maiores amanhã.
É por isso que há feridas que não pioram porque são grandes; elas pioram porque foram ignoradas ainda pequenas.
E é exatamente aí que mora o perigo: quando ignoramos o que dói e tentamos resolver com silêncio aquilo que precisa ser encarado.Não dá para deixar por conta do tempo o que precisa ser falado na mesa.
Nada se torna leve quando é apenas empurrado para depois; o que tratamos sara, o que ignoramos, muitas vezes se complica.
@Suednaa_Santos
Quem escolhe a maldade perde o carisma; quem escolhe o respeito constrói riqueza trilionária na alma e na vida.
... É! ... Se! ...
Deus é A Ópera
A Vida é Ópera
Logo ...
O que se leva Da Ópera
É A Ópera que se leva ...
A praia deserta é sacrário
onde me encontro inteira,
sou silêncio, sou relicário,
sou onda e sou beira.
✍©️@MiriamDaCosta
Enquanto para uns, o que dói é a finitude da vida, para outros, o que alivia é a finitude das dores.
Para uns, a morte é a grande inimiga — a interrupção brusca dos planos, dos afetos, dos sonhos ainda inacabados — para outros, ela surge como um descanso prometido, quase um silêncio misericordioso depois de longos e exaustivos gritos.
Há quem tema a finitude da vida porque ama intensamente o que tem, o que construiu, o que viveu e o que ainda espera viver.
Para esses, cada despedida é um rasgo, cada adeus é uma mutilação do possível.
A morte representa a perda de tudo: das mãos que se tocam, das conversas inacabadas, dos abraços que ainda poderiam ser dados.
É o fim das oportunidades de amar mais uma vez.
Mas há também quem, exausto de carregar dores que não cessam, encontre na ideia da finitude um alívio secreto.
Não porque despreze a vida, mas porque já não suporta a forma como ela se apresenta.
Para esses, a morte não é vista como roubo, mas como cessação.
Não é a perda de tudo — é o fim de tudo o que dói.
É o apagar de uma chama que já não aquece, apenas queima.
E aí reside o grande paradoxo da existência: a mesma morte que para uns é tragédia absoluta, para outros é libertação imaginada.
Ela é, simultaneamente, ausência e descanso; ruptura e cessação; perda e alívio.
Talvez isso revele menos sobre a morte e mais sobre a forma como estamos vivendo.
Porque, quando a vida é experiência de sentido, a finitude assusta.
Mas quando a vida se torna apenas resistência, a finitude seduz.
No fundo, não é a morte que muda de significado — é o peso que carregamos enquanto respiramos que redefine o que ela representa.
E talvez a tarefa mais urgente e necessária não seja discutir a morte, mas aprender a tornar a vida menos insuportável para quem já não a reconhece como lar.
Antes da palavra
Hoje eu pensei que te amo.
Ao apenas pressentir,
meu corpo inteiro se arrepiou.
Descobri: esse amor em mim habita.
Um turbilhão de sensações se revelou.
Ainda não te disse,
ficou guardado no silêncio da boca.
Mas o corpo sabe.
Te amo.
"Sim, por você te dou a minha vida.
Por você te dou o que me mandam guardar, por você minha alma brada!
Por te amar te entrego o meu coração. "
(trecho de " Quando penso em você " )
