Pensamentos Mais Recentes
"Quando a corrupção acabar na terra, a espécie humana sofrerá uma mutação e transformar-se- a em uma nova espécie".
Sinto uma leveza, o perfume das rosas.
Sinta o vento que alivia o calor;
se tiveres frio, eu te abraço agora.
Quero estudar o amor.
Sinto leveza nas palavras que nascem.
Me inscrevo em grupos de confissões:
estou estudando o amor,
os riscos de vida dessas situações,
o não poupar de si em busca do prazer,
a disposição para o dar e o receber.
No meio do não pensar, apenas ser —
ser o que tem de ser,
segundo a disciplina que segue a cartilha do amor.
Descubro que a vida só é boa
quando se conhece o amor:
gratuito, insensato, ponderado.
Estou estudando as ciências naturais
que emanam das leis, das leis do amor.
Reprimir emoções em favor da razão não é ausência de sentimentos, mas domínio deles para decidir com lucidez. 👁️
ME SENTINDO UM INVISÍVEL
A vida renasce aos poucos, em ciclos que volto a redescobrir: corpo, mente e trabalho se revelam de novo. Vejo o primeiro, o segundo e o terceiro ano da existência.
Chegam o esforço, os problemas e as preocupações. As fases mudam o ritmo e tudo se torna mais complexo. Sempre há um motivo; em tudo surgem dúvidas e insatisfações. O tempo avança, e continuo me enganando ao pensar que sei de tudo. Meu ciclo gira em sua rota natural. Partem minhas forças, meus medos e também minhas conquistas.
A velhice surge, trazendo enfermidades do corpo, da alma e da mente. Sei que já não posso tudo; lutei, venci e criei meus filhos. E então vem o Todo Soberano... Ninguém é e ninguém será eterno. A lei da vida é ditada pelo Pai da vida.
Notes
Ajustei construções como "em ciclos que eu volto a descobrir" para "em ciclos que volto a redescobrir" para tornar a frase mais natural e fluida.
Substituí "se revelam novamente" por "se revelam de novo" para evitar repetição e simplificar o tom.
Troquei "eu ainda me engano pensando" por "continuo me enganando ao pensar" para melhorar a cadência e a clareza.
Reescrevi "meu ciclo segue sua rotação natural" para "meu ciclo gira em sua rota natural" para dar ritmo mais direto ao texto.
Mantive todas as ideias, nomes e termos originais, preservando o sentido, fatos e tom reflexivo do texto.
1865 📜 "Para por na Agenda: Por Mim, o Vencedor da próxima Eleição Presidencial pode ser indicado do JáEraMITO ou do Seu Lula... Basta ganhar nos Votos e não no Golpe, como o JáEraMITO tentou e fracassou, ainda bem e Amém!"
Solidariedade: ar de respeito,
miséria, poluição com jeito.
Caridade presume distribuição
e não apenas teoria de religião.
Guerra é crime, horror, sofrimento...
sacrifica inocente, provoca lamento.
A viagem é linda e tão passageira.
Seja paz na vida e na morte certeira
Aos conhecidos, entregamos o que eles querem ouvir; aos amigos, o que eles precisam saber. Se para uns o ego basta, para os outros a sinceridade é o que sustenta o laço.
O frio que passou permanece na memória,
tardinha que se instala suave no sul silencioso.
As galinhas, quietas, empoleiradas no terreiro,
guardam o segredo do silêncio profundo.
Ao longe, as rodinhas de chimarrão desenham círculos de histórias,
enrolado até o pescoço, me perco em lembranças que sussurram.
Saudade dos tempos de ciranda, de pique-esconde,
onde o mundo era feito de risos e sonhos simples.
Na distância do tempo, só o doce permanece,
o sabor da esperança que ainda repousa no peito.
Vejo, nas crianças, a alegria que não se apaga,
juntas, cantando, rodando, tecendo futuros invisíveis.
Uma floresta conservada,
produção legal, harmonizada.
Sorri o pássaro, canta o nativo,
Prolifera-se vida, muda-se destino.
A felicidade de alguém,
eleva na prática do bem.
Generosidade é concessão,
necessita-se de comunhão.
Nosso ciclo se desenrola entre sombras e suspiros. O nascimento, um lampejo de alegria efêmera, contrasta com a partida — um adeus silencioso que dilacera a alma, um momento sombrio que nos prende ao medo e ao sofrimento.
Vivemos à mercê dessa hora cruel, atormentados pela dúvida que corrói o peito: como será o último suspiro? O mistério da saída nos envolve em névoas densas, onde perguntas ecoam no vazio e respostas se escondem na escuridão.
O medo, companheiro inevitável, nos sussurra verdades dolorosas. A vida, tão bela e luminosa, é também um prelúdio para a ausência. Sabemos que a morte virá, silenciosa, para levar tudo embora — sonhos, risos, amores.
Resta apenas o consolo amargo de que, após ela, cessarão as dores, os lamentos e o vazio; um silêncio eterno onde nada mais existirá.
A poesia desce em cascata para o âmago da alma,
um sussurro divino que acalma e incendia o espírito.
É uma salada de letras,
tempestade suave,
banhada na essência pura da flor que desabrocha no silêncio do jardim,
no abraço etéreo da brisa que dança sobre o mar,
na luz solitária e prateada do luar que vigia os sonhos esquecidos.
Ela acaricia a mente como um toque celestial,
pintando com tintas invisíveis as paredes secretas do ser,
onde o infinito se revela em cada suspiro.
Pensei hoje nos meus três filhos. Chorei ao lembrar do desejo, os três filhos. Esses que nunca tive. Com exceção de um que já se foi. E dos dois que não nasceram. Doeu não tê-los tido. Sinto saudade dos meus três filhos.
O login da felicidade
Quando os braços abraçam o corpo do ser amado, apertado, é como se quisessem se conectar ao seu coração, alcançar sua alma.
Às vezes, penso que a alma, em sua própria língua, adverte o coração; e ele, então, dispara em um ritmo descontrolado. O corpo reage, e a boca, quase automaticamente, pede beijos, como se fossem o login da felicidade.
"O amor nunca precisou de tempo, para ser real, o único efeito do tempo é torná-lo maior ou o diminui-lo."
