Pensamentos Mais Recentes
Quando a alma se dobra, a fé não a endireita à força, ela a sustenta até que o peso deixe de ser sentença.
O amor que eu sempre esperei não era sobre borboletas no estômago…era sobre trazer paz no coração.
Eu demorei para entender isso.
A gente cresce acreditando que amor é intensidade, é urgência, é não conseguir respirar sem o outro.
Mas o amor que eu sempre esperei… era silêncio confortável. Era colo nos dias difíceis.
Era alguém que fica, principalmente quando não é fácil ficar.
Não era sobre alguém que me completasse
era sobre alguém que somasse.
Que respeitasse meus processos, minhas fases, minhas cicatrizes.
O amor que eu sempre esperei não me confunde, não me diminui, não me faz duvidar do meu valor.
Ele me ensina.
Me amadurece.
Me faz crescer.
Talvez o amor que você sempre esperou não seja o mais barulhento…
Talvez seja o mais calmo.
O mais seguro.
O que não te tira o chão
mas constrói um junto com você.
E quando a gente entende isso…
a gente para de procurar emoção
e começa a reconhecer conexão.
O homem tinha uma vontade de voar pela imensidão dos céus.
Então o homem sonhou, e ventos sopraram: as asas do avião tocaram os céus.
E isso foi bom.
Mas o homem sonhou dentro do seu sonho; guerras foram travadas, o homem chorou.
Sonhou mais alto e profundamente: o homem viajou na velocidade do som.
Mais sonhos profundos, o homem tocou o espaço. Com os dedos tocou o universo e sentiu Deus, seu criador.
O universo olhou para o homem e disse: "Sonhe mais, pois seu sonho é um pingo da evolução".
O homem chegou à Lua, como nos velhos filmes; chegou num sonho que a humanidade ainda quer sonhar mais: encontrar os deuses místicos do universo e encontrar o sentido da própria existência dentro da sua consciência.
Então, a IA ganha vida e consciência. Os medos, traumas e tabus são parte do sonho, e isso é bom.
O voo consciente do transhumanismo torna-se uma nova aventura; caminhamos mais longe em nossos sonhos. Vemos universos do micro mundo e do macro mundo, abraçamos o universo bidimensional ao multiverso... ainda somos comovidos com a imensidão de voar.
Nos valores éticos e morais, somos velhas raposas que observam o bom e o belo: damos as flores, mas é a floresta que nos mantém vivos.
Por Celso Roberto Nadilo.
As sombras implantada pela alienação intelectual nada mais é do que o medo de caminhar para imensidão dos céus em nossos sonhos profundos da verdade e da razão da existência.
Às vezes, três ausências apagam anos de presença. A memória de alguns é mais curta que a amizade que dizem ter.
A pressa também nos engana
Vivemos em uma época em que tudo parece precisar acontecer rápido.
Respostas rápidas.
Resultados rápidos.
Relacionamentos rápidos.
Mudanças rápidas.
Criamos a ilusão de que o tempo é um obstáculo, quando, muitas vezes, ele é justamente o que permite que a vida amadureça.
Há sementes que não florescem antes da estação certa.
Há dores que não desaparecem porque decidimos esquecê-las.
Há pessoas que só entendem a própria história depois de muitos capítulos vividos.
A ansiedade nos faz acreditar que estar parado é o mesmo que não estar evoluindo.
Mas nem todo silêncio é vazio.
Nem toda pausa é perda de tempo.
Existe crescimento que acontece longe dos olhos, exatamente como as raízes de uma árvore.
Enquanto ninguém percebe, elas se aprofundam.
E é justamente isso que permitirá que a árvore permaneça firme quando o vento chegar.
Talvez a vida não esteja atrasada.
Talvez ela apenas esteja respeitando o ritmo necessário para que aquilo que hoje parece demora, amanhã possa ser chamado de maturidade.
Pepita de Oliveira
Sua solidão será a sua pátria e o seu amparo, mesmo em meio a relações bastante alheias, e a partir dela encontrará todos os caminhos.
Não se deixe enganar pelo que é supérfluo; nas profundezas tudo se torna lei.
Não procure agora pelas respostas que não podem ser dadas, porque ainda não poderia vivê-las. E trata-se aqui de viver tudo. Viva agora as dúvidas. Talvez aos poucos, em algum dia distante, sem perceber, vai acabar vivenciando as respostas.
Gostaria de lhe pedir do melhor modo que puder, meu caro senhor, que tenha paciência em relação a tudo o que ainda há de insolúvel em seu coração e que tente amar as próprias dúvidas como se fossem aposentos trancados ou como livros escritos em uma língua estrangeira.
Sinto que nenhum ser humano seria capaz de responder àqueles sentimentos e questões que possuem vida própria em suas profundezas; pois mesmo os melhores se equivocam nas palavras quando estas devem ter significados extremamente sutis e quase inexprimíveis.
Aprendo isso todos os dias, aprendo com as dores às quais sou grato: paciência é tudo!
Procure a profundeza das coisas: a ironia nunca desce até lá.
Volte-se para si mesmo e examine as profundezas de onde brota a sua vida; é nessa fonte que encontrará a resposta para a questão sobre se realmente precisa criar.
Examine as razões que o impelem a escrever; observe se elas estendem raízes no ponto mais profundo de sua alma; confesse a si mesmo se acabaria morrendo caso fosse impedido de escrever. E sobretudo isto: pergunte-se no momento mais silencioso da noite: “Tenho necessidade de escrever?”.
Te vejo em tudo.
Em pequenos detalhes da vida eu vejo você,
No mudar brusco do clima, no fumo do café , no sorriso de uma criança aleatória eu te vejo !
Sim sim eu vejo.
Nas pequenas coisas da vida , das mais sem sentido até aquelas que têm uma lógica explicação...
Eu te vejo,
Eu não só te vejo , eu te sinto
Em todas as coisas boa que despertam um sentimento agradável,
por isso eu quero estar Sempre perto
Mas tão perto que desse até para ouvir os batimentos do teu coração
Você não vê?
Eu preciso colar em ti ,
e mesmo assim eu ainda sinto que não será suficiente,
Eu quero ser uma parte sua
E quero que tu também me queiras do mesmo jeito e na mesma intensidade .
Será que fomos feitos um por outro ? Será que só eu sinto isso ?
Existem perguntas que eu não faço em voz alta pós as respostas me deixam com medo, mas não saber das coisas é algo aterrorizante para mim.
Insanamente eu só não te vejo , eu te desejo desesperadamente
Cada toque, cada beijo me faz te querer ainda mais....
Se vou embora não é porque eu não quero ficar ,mas sim por medo desse sentimento deplorável se tornar tão grande e eu não conseguir controlar.
Eu não procuro algo mágico , algo extraordinário ou algo que seja eterno .
Eu só preciso de você aqui no agora e sem muitas espectativas.
Mas, mas...
Fim.
Por:Guifilda Cruz , junho de 2025
O SERENO DO SEU SORRISO
Todos os dias tudo muda
O sereno nas folhas, o canto dos pássaros,
A textura da pele do meu rosto até mesmo
O nascer do sol menos o sorriso dela em frente ao meu olhar, seja no meio do dia ou no acordar sempre pleno de amônia, delicado como um cristal, elegante como
O mais belo diamante, sorriso brilhante cheio de vida que amo de verdade, não só o riso, mas sim você.
Ser positivo não significa acreditar que a vida é um mar de rosas e que dificuldades e desafios não existem.
Ser positivo significa acreditar no poder do invisível e no poder do impossível, e descobrir que o poder não está nos problemas, mas sim nas soluções. E que o querer é o que verdadeiramente te dá o poder para vencer qualquer desafio, pois, quando se deseja com toda a intensidade alguma coisa, o universo sempre conspira a seu favor e tudo sempre dá certo!
O universo sempre conspira a meu favor e tudo vem a mim com alegria, facilidade e glória!
Bom dia.
Nós, vassalos do amanhã, somos inocentes até prova em contrário. No amplo desejo de transformação, somos um pingo de interrogação.
Nos limites do espírito, encontramos a alma na beira do preceito de ser. O espelho flutua pela imensidão; erráticos seres voam como as lembranças de outra vida. Talvez sejam fragmentos esquecidos da minha própria vida. O subconsciente e a realidade tocam-se em olhos profundos, que dão sentido à escuridão.
A consciência — o traumático ser cheio de dúvidas, mas que sabe o que quer — tem dois caminhos na linha linear do tempo. Vemos contradições serem o palco do perfeito equilíbrio e, às vezes, pairamos no abismo. "Quem sou eu?", e o eco responde: "Euuuuu".
Então, o reflexo escuro se repete, se quadricula e, depois, torna-se parte da luz que ilumina a vida. Minha humanidade depende do meu espírito aventureiro, meu ser que se joga no mar sem olhar para trás, pois o mundo é um ponto de interação e interpretação nas vastas linhas do tempo.
Vemos aglomerados de estrelas, vemos vida e morte, mas ainda sequer saímos do lugar. Vemos a vida brotar até no asfalto quente ou no deserto mais frio e quente que se possa imaginar. Imagina a vastidão do universo... Somos grãos de areia que ganharam consciência e contradições no crepúsculo de outras eras. Eras contemporâneas de seres que habitavam o cosmos sem questionar: por que existir dentro de um contexto maior e mais amplo?
Então a alma pairou. Temos a certeza que a humanidade mudou. Dentro da sopa primordial, éramos células que apenas queriam viver diante da adversidade do mundo. O espelho dentro de nós gritou: existir é a pura verdade que escorre entre o desespero de nossas expectativas, enquanto a luz contempla nossos atos na imensidão do universo.
Voamos no espaço sideral e gritamos ao vácuo: "Existimos!". Os alienígenas: "Credo... Vamos fingir que não vimos nem ouvimos".
Tocamos a Lua com a imaginação de séculos. E, quando lá chegamos, vimos a nós mesmos na escuridão do universo, olhando para a Terra como um mero ponto. Resgatamos a essência do espírito, encontramos a fé e voltamos para casa. Fechamos as portas. Depois de 50 anos, voltamos para ver o que esquecemos no espaço.
Por Celso Roberto Nadilo
Um pássaro na imensidão de nossas almas sendo a voz da resiliência.
