Pensamentos Mais Recentes

O Céu é o Meu Limite


Houve um divisor de águas na minha existência, um instante sagrado em que as correntes da dúvida se quebraram. Foi o dia em que eu finalmente olhei para o espelho, reconheci cada cicatriz da minha história e descobri, com toda a certeza da minha alma, que eu era uma vencedora. Ali, eu entendi que as limitações que me impuseram eram ilusões e que ninguém mais teria o poder de traçar as fronteiras dos meus sonhos. Quando a gente se apropria da própria força, o mundo se expande. Percebi que as asas que eu carregava nas costas sempre estiveram prontas para o voo, só faltava eu saltar. Hoje, não ando mais de cabeça baixa e nem peço permissão para brilhar. Minha vitória é plena, minha fé é inabalável e o céu, agora, é o meu único limite.

O dia em que descobri que era uma vencedora, entendi que o céu era o meu único limite. ✨🙌

Trabalho excessivo algures significa que alguém está sem trabalho alhures.

EU TE AMO
E ISSO NÃO É DESPERDÍCIO.


EU TE AMO
PORQUE O AMOR É LINDO.

TUDO PODE DAR EM POESIA
É SÓ VOCÊ CONTEMPLAR
A BELEZA DO DIA.

ELE ERA O POEMA 
E ELA A POESIA.
A VIDA OS VERSOS. 
QUE O MUNDO ADMIRA.

Sansão tinha tudo para morrer como homem de Deus. Morreu famoso, mas não morreu fiel.

Hoje parei diante do espelho
e, por alguns instantes, não reconheci apenas o meu rosto.
Reconheci o tempo.

Vi nas marcas da pele as páginas de uma história que só eu conheço.
Cada linha, uma lembrança.
Cada sinal, um caminho percorrido.
Cada olhar, um pouco de tudo aquilo que fui
e de tudo aquilo que ainda estou aprendendo a ser.

A vida passa…
silenciosa, ligeira, quase sem pedir licença.
E quando percebemos, alguns sonhos ficaram pelo caminho,
outros nasceram de novo,
e alguns simplesmente deixaram de fazer sentido.

Já sonhei tanto com o amanhã.
Já imaginei futuros inteiros dentro do coração.
Hoje, às vezes, olho para frente e não sei exatamente o que desejo encontrar.

E talvez isso também seja parte da vida.

Talvez nem sempre seja preciso ter um grande sonho,
um destino certo,
ou respostas para todas as perguntas.

Talvez, depois de atravessar tantas tempestades,
a gente passe a desejar apenas aquilo que o coração realmente precisa:

paz.

Paz na alma para fazer as pazes com o passado.
Paz na mente para silenciar aquilo que já não merece espaço.
Paz no coração para aceitar que algumas pessoas são passagem,
alguns sonhos são despedidas
e alguns finais são, na verdade, recomeços.

Hoje eu olho para as marcas que o tempo deixou em mim
e já não quero escondê-las.

Elas me lembram que eu vivi.
Que amei.
Que chorei.
Que perdi.
Que recomecei.
Que, mesmo quando pensei não conseguir,
continuei caminhando.

Ainda estou aqui.

Talvez essa seja a parte mais bonita da história.

O tempo levou algumas coisas,
mudou outras,
e deixou marcas que não posso apagar.

Mas também me trouxe uma compreensão que antes eu não tinha:

não quero mais uma vida perfeita.
Quero uma vida que faça sentido para a minha alma.

Quero dias tranquilos,
abraços sinceros,
risos que cheguem sem esforço,
silêncios que não doam
e um coração que finalmente possa descansar.

E quando eu me olhar novamente no espelho,
quero enxergar muito mais do que o rosto que envelheceu.

Quero enxergar a mulher que resistiu.

A mulher que ainda sente.
Ainda sonha, mesmo que de outra maneira.
Ainda acredita.
Ainda está aprendendo.

Porque talvez envelhecer não seja perder a beleza da vida.

Talvez seja finalmente descobrir
onde ela realmente mora.

E hoje, mais do que qualquer coisa,
eu só quero que ela more em mim
com serenidade,
com gratidão
e, acima de tudo,
com paz. 🌷

Venci no Silencio
No escuro eu aprendi A sorrir sem me vender O mundo fez de conta, eu fiz foi sobreviver me chamaram de fraco, eu deixei falar enquanto riam da queda, eu voltava a andar tanta porta fechada me ensinando o chão, mas o chão foi escola pra minha reação. Me venderam promessas, eu comprei, foi pão. Me deram tapete, eu preferi o porão. Se a vida veio torta, eu entrei no compasso. Quis da dor meu mapa e do medo cansaço E se queriam ver eu pedi, me viram, foi levantar Com a boca cheia de cinza eu aprendi a cantar No meio do vendaval ninguém me viu quebrar eu fui juntando os cacos pra depois mostrar vem-se no silêncio eu nasci do aperto e voltei mais forte Vem-se no silêncio Quem me quis no escuro agora vê meu norte. Eu ri por dentro quando disseram acabou. Eu estava só guardando o trovão que ficou. Venci no silêncio. Meu nome não caiu. Meu nome se ergueu. Teve noite sem teto e dia sem chão. Teve amigo virado solto na mão. Teve língua de praga e olhar de doutor Dizendo com pena que eu já me perdi, senhor Mas eu sou do tipo que a maré na folga Quanto mais me empurram, mais a coluna dobra Não foi sorte de jogo, nem milagre na mesa Foi calo, foi passo, foi fé na dureza No meu rosto ironia, fez casa e morada Eu dizia tá bom com a alada Enquanto eles falavam, eu fazia raiz Quem cava o mundo também ia ser feliz Se queriam Eu pedi, me viram, foi levantar Com a boca cheia de cinza Eu aprendi a cantar Não me viu quebrar Eu fui juntando os cacos Pra depois mostrar Vem-se no silêncio Eu nasci do apê Mais forte Vem-se no silêncio Quem me quis no escuro Agora vê meu nó Quando disseram acabou, eu tava só guardando o trovão que ficou em sino silêncio Meu nome não caiu, meu nome se ergueu Você falou que eu não ia, eu ouvi e deixei rolar. Teu veneno era pequeno, não deu nem pra me parar. Eu andei no fio da navalha sem fazer alarde. Cada queda foi impulso, cada atraso foi metade. Eu aprendi no aperto que sorriso nem sempre é paz. Tem vitória de fachada e vitória que não se desfaz. A minha veio suja, veio dura, veio crua. Com as mãos cheias de barro e a cara limpa na rua. Se a vida me fechou, eu fiz chave com ferro. Se me chamaram de perdido, eu virei mapa do inferno. Não precisei de aplauso pra ver quem eu sou. Quem vence em silêncio quando o par venceu. Olha de perto o que ficou de pé. Não é pose nem milagre, é cicatriz e fé. O que me deram como fim virou começo na minha mão. E a risada de deboche virou poeira no vão. Venci no... Eu nasci... o mundo fez de conta eu fiz foi sobreviver me chamaram de frago, eu deixei falar. Enquanto riam da queda, eu voltava a andar. Tanta porta fechada, me ensinando o chão. Mas o chão foi escola pra minha reação. Me venderam promessas, eu cumpri, foi pão. Me deram tapete, eu prefiro porão. Se a vida veio torta, eu entrei no compasso. Fiz da dor meu mar. Vem se no silêncio, vem se no silêncio eu nasci do aperto e voltei mais forte vem se no silêncio quem me quis no escuro agora vê meu norte. Eu fui por dentro quando disseram acabou. Eu tô aguardando o trovão que ficou. No silêncio meu nome não caiu, meu nome se ergueu. Teve noite sem teto, dia sem chão, teve amigo virado, solto na mão. Teve língua de paga e olhar de doutor dizendo com pena que eu... Já me perdi, senhor. Mas eu sou do tipo que a maré na folga. Quanto mais me empurram, mais a coluna dobra. Não foi sorte de jogo, nem milagre na mesa. Foi calo, foi passo, foi pé na dureza. No meu rosto a ironia, pescado e moral. Deus dizia, tá bom com a alma. Uma blindada, enquanto eles falavam, eu fazia a raiz. Quem cava no fundo também aprende a ser feliz. E se queriam ver, eu pedi. Me viram, fui levantar. Com a boca cheia de cinza, eu aprendi a cantar. No meio do vendaval, ninguém me viu quebrar. Eu fui juntando os cacos pra ter mais foco. O trovão... Meu nome não caiu, meu nome se ergueu. Você falou que eu não ia ouvir, deixei rolar. Seu veneno era pequeno, não deu nem pra me parar. Eu andei no pio da navalha, sem fazer alarde. Cada queda foi impulso, cada atraso foi metade. Eu aprendi no aperto de sorriso, o mim sempre é paz. Tem vitória de fachada e vitória que não se desfaz. A meu veio cru, já veio dura, veio crua. Com as mãos cheias de barro e a cara limpa na rua. Se a vida me fechou, eu fiz chave com ferro. Se me chamaram de perdido, eu virei mapa do inferno. Não precisei de aplaca, já vem... Era de perto que ficou de pé. Nem pose, nem milagre, cicatriz e fé. O que me deram como fim, virou começo na minha mão. E a risada de deboche, virou poeira no vão. Vem se... Eu nasci mais forte. Vem se...

O recuo nem sempre é fraqueza
Ao contrário!
Revela a cautela daquele que
Querendo avançar
Opta por recolher suas forças
E reuni-las para quando chegar um momento mais adequado
Ou mesmo usá-las em outras batalhas

"Propósito não é saber até onde aguentar, mas reconhecer até onde seguir sem se perder de si."

Ninguém foge de si mesmo, sentenciam 
os 'deuses da razão', uma vez que não haverá qualquer melhoria ou acréscimo de valores 
à nossa interioridade como espíritos que
dispense ou supere nosso 
protagonismo!

A Justiça talvez seja a forma mais elevada de gratidão: fazer pelo outro aquilo que um dia alguém fez por nós sem nos conhecer.

Todo jurista é, em alguma medida, uma nota de rodapé escrita pela luta daqueles que o antecederam.

A lei mais nobre talvez seja aquela que transforma a gratidão pelo passado em dever para com quem ainda não nasceu.

Quando o Direito agradece à sociedade, deixa de parecer uma técnica de poder e revela-se como uma forma de responsabilidade.

Gratidão não é dívida de submissão; é reconhecimento sem renúncia à liberdade.

O jurista verdadeiramente livre não se ajoelha diante do poder; inclina a cabeça diante daqueles que sofreram para que a liberdade fosse possível.

Há uma espécie de injustiça que nenhum tribunal julga: receber uma liberdade e esquecer quem pagou seu preço.

O Direito deve proteger os vivos, mas também deve sua consciência aos mortos que morreram esperando por ele.

A gratidão é a ética da continuidade: lembra ao jurista que ele é herdeiro antes de ser autor.

Nenhum direito fundamental nasceu de um gesto de benevolência: quase todos carregam a cicatriz de uma resistência.

A ingratidão jurídica começa quando o vencedor apaga da história aqueles que lutaram antes de sua vitória.

Ser grato à Justiça do passado é assumir responsabilidade pela Justiça do futuro.

O Direito sem memória produz leis; o Direito com memória produz civilização.