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POESIA DE ANANINDEUA 


A VASTA VISÃO DE UM AMOR À DISTÂNCIA FEITO UMA  ÁGUIA.
ENCONTRAR VOCÊ SEM MÁGOA.

O zonista reconhece na morte o fim dos tormentos da existência.

A morte não é inimiga; o tormento é.

“Elaborar inclui reconhecer o que ainda não pode ser abordado e construir condições para fazê-lo, quando isso for necessário.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 138.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“O direito à história também inclui o direito de preservar partes dela.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 123.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“Às vezes, a ilusão nasce da necessidade de dar sentido àquilo que ainda não conseguimos compreender.”
— Os`Cálmi

“O desejo de ser admirado não torna alguém culpado por ser enganado.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 115.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“A ficção permite reconhecer afetos que a vida em comum exige transformar, limitar ou encaminhar de outras maneiras.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 106.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há desejos que precisam de oportunidade; outros, de reformulação; alguns exigem que se recuse o contrato pelo qual nos foram impostos.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 96.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“A gratidão por um auxílio não transforma toda cobrança em obrigação legítima.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 91.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“O direito de não ser humilhado não depende de uma transformação futura.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 86.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“A fantasia de um despertar total pode ocultar a dificuldade de sustentar transformações pequenas e incompletas.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 75.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“A diferença torna-se habitável quando deixa de exigir a eliminação de alguém para que outra pessoa tenha lugar.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 68.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“O próprio valor pode existir sem testemunha, mas determinadas oportunidades dependem de alguém ou de alguma instituição que o reconheça.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 59.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“A memória pode sustentar uma passagem e também revelar o quanto uma ausência continua presente.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 57.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“Na narrativa e fora dela, a proteção precisa continuar disponível depois que algo deu errado.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 46.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“A palavra pode fixar uma identidade ou ser contestada por uma ação posterior.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 33.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“O conto permanece disponível, mas o leitor mudou.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 27.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“O saber teórico torna-se fecundo quando melhora a qualidade das perguntas.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 20.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“Uma história pode continuar trabalhando em nós depois que suas últimas palavras foram lidas.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 14.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“Crescer emocionalmente não se resume a aprender os sentimentos que a sociedade considera agradáveis.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 13.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

“Há histórias que aprendemos antes de saber explicar por que precisamos delas.”

Do livro: Psicanálise dos personagens e inconscientes no divã, p. 3.
Da autora: Nina Lee Magalhães de Sá.

Como profissional gestor de pessoas, posso dizer que a política virou politicagens, um quer empurrar o seu mundo na cabeça do outro, viralizam fake news ou bobagens, cada um pintando seu candidato de santo e demonizando o outro, muita gente ficando doente no psicossocial.
Eu não envio nem compartilho este tipo de conteúdo, mas todo dia enchem o meu ZAP e caixa mensagens.

Afinal, a vida continua, então não se rendam. Sou um exemplo vivo do sofrimento: passei dois anos sobrevivendo à beira do lago, um lugar que não é nada atraente. Chega a se sentir até o odor do enxofre. São mais de 730 dias e noites em claro, praticamente horas sem dormir, e, mesmo lá na beira do lago, a sede parece interminável. Portanto, valorizem. E uma das reflexões que mais me fez ponderar e merece nosso questionamento é: mas e então, a vida é única!? E SIM, a vida é única, não temos ou teremos uma segunda oportunidade. Assim, o que fica é o legado: morreremos como covardes ou lutaremos para sobreviver como grandes combatentes? E eu retornei, da mesma forma que voltou um CATEANO do BOPE-RJ, CATEANO 41 [Leandro Bezerra]. Um exemplo de resistência e superação. Enfim, a batalha ainda não terminou...

[A ALQUIMIA DA TRANSMUTAÇÃO]


"Há dois portais pelos quais a alma precisa passar
ao enfrentar as tormentas da existência.


O primeiro exige reverência:
respeitar a força do vento e o tamanho do abismo,
pois só quem reconhece a imensidão do mundo
refina a própria virtude.


O segundo exige coragem cirúrgica:
despir a própria derrota até os ossos.
Não para carregar a culpa,
mas para decifrar a mecânica do erro,
expondo onde faltou estrutura e onde sobrou ilusão.


Superar a vida é, antes de tudo,
aprender a caminhar sobre os próprios escombros.


*


Desse caminhar, nascem duas lições
para acolher antes e depois dos invernos da vida:


[Primeira]: Reverencie o peso dos seus dias.
[Segunda]: Disseque a anatomia das suas quedas.


A reverência ao que nos desafia lapida o que já temos de luminoso.
O aprendizado com o tombo não é sobre resignação;
é sobre descarnar os métodos do próprio destino,
mapeando onde fomos frágeis e onde fomos rocha.


Ambas as posturas são o cinzel que nos esculpe,
preparando a alma para amanhecer inteira
no próximo confronto com a existência."


Luz do Elixir