Pensamentos Mais Recentes
2888 📜 BÁBA ZEFA, a Vidente Intransigente, declara que todos aqueles que têm Duas ou Mais Contas nas Redes Sociais (e com objetivo escuso) acreditam que são Espertos... 'Mais Espertos do que a própria Esperteza', palavras de BÁBA ZEFA, a Idolatrada!
2887 📜 BÁBA ZEFA, a Vidente Consistente, anuncia que o Planeta irá experimentar, amanhã, algo novo, algo nunca antes visto até então: um novo dia, assim que amanhecer!
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Não é impressionante, essa BÁBA ZEFA? Ela acerta todas!
Quem vive tentando provar o próprio valor para o mundo acaba esquecendo de autenticar o documento mais importante: a própria alma.
Num profundo espectro visual, mares em ondas espaciais causam sensações de sóis mortos. Clamores da percepção cotidiana ecoam em nossa mente, pois o som não se propaga no espaço. Dentro das conexões orbitais, florescem seres que obliteram nossos olhares.
Na desfrute da culpa, as imagens são manipuladas para que tenhamos uma compreensão inata do cosmos. Ao mesmo tempo, vemos experimentos científicos onde o ato de observar transforma o fluxo de novas crônicas nas ideias. A abnegação entre céticos da conspiração e o negacionismo expõem as barreiras e o apodrecimento do intelecto humano. Muita pressão sobre as placas tectônicas demonstra um movimento que transcende o campo magnético da Terra, enquanto em alguns neurônios surgem os lampejos do terraplanismo. Falta o olhar crítico da filosofia na especulação científica, e da ciência na ficção científica; toda trama especulativa colide com a realidade ambígua e com o primordial da alienação conectiva.
Os buracos negros são expostos como uma forma apocalíptica e passiva na ordem massiva, dentro da continuidade em que o relativismo toma conta do universo conhecido. A ficção científica é um quintal cheio de flores e fronteiras, onde contemplamos o futuro com o glamour de tanta riqueza e beleza. Olhamos dimensões que balançam nossas mentes, fazendo-nos pensar e sonhar na utopia singular da aventura diante da adversidade — porque o homem é a simplicidade do próprio universo se observando num suposto piscar do tempo.
Ainda assim, continuamos a ser bots humanos, robôs dominados pela alienação. Como questionar a alienação da realidade quando ela se aliena diante da própria alienação intelectual?
Observar a ilusão da caverna digital exige olhar a verdadeira imagem fora dela: ver o horizonte e sentir a "floresta negra". O medo de ser limitado pelo senso comum é empolgante, pois relatos de abduzidos surgem por todo lado, embora a distância entre os planetas sugira que mundos habitáveis estejam muito, muito longe. Cones de alumínio e convenções de séries de ficção científica misturam personagens e genialidade, construindo seres críticos e criando uma atmosfera para o primeiro contato — mesmo que este pareça irrelevante, pois a distância física é quem define as regras.
A beleza hipnotizante do universo nos faz crescer em moral e ética, concedendo-nos momentos de lucidez diante das adversidades do cosmos. Afinal, são os precipícios da interação que devem conectar a humanidade dentro das vastas conexões do universo em que vivemos.
Por Celso Roberto Nadilo
Anjo
Donde passei, não resisti;
Deixei perfume de homem,
Força e conexão genuína...,
No final tudo se traduziu
na leveza de uma pluma,
e na beleza alva a planar
num horizonte distante.
Marcelo HB
Ah, deixa-me entrar nessa alma tua,
Nesse jardim de espinhos e de rosas!
Sei que choraste noites dolorosas
Sozinha, à espera de uma luz que flua.
Foste sempre a que ama e que se entrega,
A que dá tudo e fica com o nada,
Três vezes desposada, e nenhuma amada
Como o teu peito, ardente, o exigia e nega.
E se não fosse assim tão fundo o teu tormento,
Se Apeles não te houvesse ido roubar
Metade do teu ser, do teu alento,
Talvez pudesses hoje, devagar,
Trocar o Veronal por um lamento
Dito em verso, e ficar, só para amar.
Muié
Há beijos
que deveriam ser
nomeados de elixir
Existem abraços
que deveriam ser
chamados de lar
acolhedores
Há olhares
que deveriam ser
simplesmente o céu
adornado com duas
grandes estrelas cintilantes
Existem cabelos
que deveriam representar
uma floresta repleta de
rosas perfumadas dançando na brisa
Existem aspectos
que são meramente
impossíveis de traduzir
inclassificáveis
mas inesquecíveis.
Jorge B Silva
💕✨️"...no brilho do seu olhar...me perdi...me encontrei...e assim...pude perceber...estes lindos olhinhos...são pequenas estrelas...iluminando meu mundo...nosso mundo."✨️💕
O verdadeiro inferno é quando você deixa de pertencer a si mesmo. Então os líderes podem tomar seu dinheiro, controlar suas escolhas com regras intermináveis e, em situações extremas, até violar o seu próprio corpo.
💕✨️"...vou levar...o brilho do seu olhar...junto ao coração...enquanto viver...lá vai ficar...e juntos brilharemos...eternamente...em cada estrela...no céu à iluminar."✨️💕
2886 📜 Certas notícias me deixam na dúvida se os 'Noticiadores', apenas noticiam ou se estão torcendo pela desgraça dos noticiados.
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Isso tem acontecido, 'regularmente' com quem não tolera aqueles que são grandes, os que vencem e quem é destaque, seja no Mundo dos Negócios, seja em qualquer 'Outro Mundo'. Poizé!
A geografia tem suas artes naturais e, junto à astrologia, faz uma exposição magnífica.
Tu fazes parte deste roteiro sendo criação do Criador e, deste show, um hospedeiro.
Eu admiro cada composição tua, pois há uma assinatura individual em um traço particular da suprema idealização celestial.
Nesta construção em terceira dimensão, deu-se em ti um expressionismo bendito para se unir a esta composição.
E, com um reflexo angelical, dos teus olhos saltam estrelas que remetem a uma constelação intergaláctica.
Desprezando toda a poesia, diante dos meus olhos tu serias a alegoria onde faço meu Carnaval e desfilo em fantasias.
Teu corpo é uma composição em carne viva!
Desfazendo-me, assim, da minha humanidade, faço de ti o meu universo diabólico em um puro ato de sabotagem.
A nossa vida uma festa pagã seria quando os nossos corpos vibrassem nos embalos das baterias das escolas de samba.
Nossos corações seriam puros tambores sinalizando toda aquela combustão.
E, quando as nossas respirações pedissem trégua, saberíamos que já teríamos fechado os portões do inferno.
Tudo isso porque tu és a minha desordem terraplanária e atmosférica.
Sem romantizações!
Eu vou e volto por este espectro vitral emocional.
São as paranoias absolutas dos contrastes entre a razão e o coração.
Eu ando submersa e boiando no teu oceano intercontinental.
Eu me fiz navegadora diante dos teus territórios desconhecidos.
No teu corpo, eu faria uma nova grande navegação na minha exploração marítima.
O meu fim seria apenas no Triângulo das Bermudas.
E, entre idas e vindas, nós faríamos, nesse caos, uma permuta.
Morreríamos ali ou descobriríamos um novo portal multidimensional.
Viveríamos ali e testemunharíamos a plena conjunção visceral.
Algum caminho trilharíamos em direção ao horizonte, mesmo que o sol poente ficasse no além-mar adiante.
A aposta vale alto e o risco vale muito, mas eu ainda tenho ousadia na cotação e intenção no teu produto interno bruto.
Que audacioso, esse trajeto envolvente!
Pelo bem ou pelo mal que fosse, nessa viagem maresiada, terra firme em ti eu encontraria.
Você já não seria o mar que me embalaria, meu bem.
Você seria a terra que me desabrocharia.
Estou sem ideias...
O seu excesso me deixa em branco no espaço aéreo, respirando no vácuo.
Eu rio ao mesmo tempo que me encanto.
Me deixa sem palavras...
Me deixa no silêncio pontiagudo.
É um absurdo!
Eu ouso me esquivar pelas palavras perdidas e te encontrar nesse resto de ar rarefeito até uma frase se completar.
A minha indigestão é forte demais nesta prontidão que me deixa desperta entre loucuras e lacunas da nossa paixão.
Eu não tenho condições de ser delicada enquanto a intensidade me provoca alvoroço e em mim faz morada.
Cada trecho é um veneno que reflete o teu olhar, que me fez o todo repensar.
Eu não sei onde começam e terminam a ilusão e a exatidão deste conto sem título, início definido ou fim concluído.
É o rascunho de uma dissertação descrevendo a minha terrível contemplação do teu Ser.
A história é de extrema doçura e obsessão.
Eu, em você, sou a tua contramão.
Você, em mim, é vias de fato.
Ah, meu bem, estou sem saber como me perder destas ideias errôneas, ásperas, severas e infectas que tenho toda vez que meu instinto chama por você.
Eu preciso me curar deste mau caminho adorável de lhe querer e desejá-lo.
É um sentir caloroso e saboroso.
Mas é bem desgarrado e desgraçado.
Eu vi o universo...
Tão lindamente expresso.
Eu vi a doçura pintada na tua face da forma mais suave
E se era para ser o efeito oposto, eu me quebrei de novo!
Você é a minha via láctea.
Eu pude apreciar a paisagem mais bela.
E que vislumbre, meu amado amante, perder, assim, a força da gravidade.
Flutuar como uma pluma sem, sequer, o chão pisar.
Eu voei no espaço aéreo desse mar de constelação.
Ah, o teu olhar...
Obra-prima da primavera eterna!
A mais bela composição da natureza sem área, ângulos, retas e arestas.
Não se pode calcular a imensidão que abrange o teu olhar.
Sem letras escritas, sem palavras ditas, no silêncio supremo, és poesia.
É lindo de ver, é lindo de testemunhar, é lindo de comprovar como é perfeito cada traço do teu DNA.
Só para me confrontar, a tua areia movediça eu não canso de enfrentar!
E, quanto mais eu quero sair, mais me afundo.
Ah, meu bendito oceano galáxial, desse teu veneno eu já quis me curar em terra, céu e mar.
E para me desconectar dessa atmosfera, o meu ar, o teu sorriso foi capaz de roubar.
Cada detalhe teu me traz uma sentença de refém.
E, se eu digo que não te quero, eu minto.
Para não ser uma refém declarada, eu omito.
E para não morrer de coisas de coração, eu me levo a outra dimensão.
Você é a minha melhor confusão na minha confissão de paixão e contradição de amor.
Eu quero tanto que, de tanto querer, eu tenho medo de me deixar prender e, nunca mais, querer me soltar.
Ah, meu bem, como é gostoso me render a esse meu jeito diferente de amar você...
Os quatros Ventos.
Toda palavra falada, ficará viva, será lançada pelos quatro ventos em direção ao espaço, aos Céus, para as supostas linhas limítrofes do infinito.
William Teix
Meu coração saiu do peito...
E de repente toda aquela inquietação fez sentido.
Eu fechei os olhos para não enxergar o que eu sentia.
Mas não adianta colocar a venda.
Sentimento não pede permissão para a visão.
Ignorância minha.
A gente apenas sente e é sem querer, às vezes!
E o redemoinho, por mais contido que seja, em ventos fortes faz um estrago.
Meu coração saiu do peito desajeitado.
Bateu forte e ritmicamente acelerado.
É que a paixão que disperta a alma tem maior poder do que um amor que adormece os sentidos.
É mais potente, é mais agressivo.
Agonizou o amor, então, em sua antecedência de morte...
Meu coração saiu do peito livre e leve como a brisa.
Me trouxe as poesias mais lindas pelas mãos da força motora da paixão que me mantém vivida.
E então eu me dei ao luxo de admirar o caos à minha volta.
Meu coração reascendeu ao receber a ventania.
Foi o brilho dos olhos teus que me deixou em harmonia.
E fez meu coração sair do peito...!
Então eu peguei o meu inferno e fiz de minha morada.
Eu me joguei no abismo dessa paixão negligenciada.
Eu me deixei pegar fogo, queimar, vira cinzas e fumaça.
Eu peguei o meu bem querer e transmutei em silêncio pelo vácuo do espaço-tempo.
Eis que meu coração saiu do peito endiabrado!
Me faz flutuar do ceus aos infernos do modo mais vasto.
Minha paixão tem a força de um tornado.
Fez meu coração sair, pulsar, brilhar fora do peito...!
O elo perdido mora entre nosso desejo e nosso juízo.
E é nessa brincadeira ousada que a gente se ama sem querer e se esquiva se querendo.
A nossa paixão aquece os nossos corpos ao mesmo tempo que nos congela.
A nossa vontade exala pelos poros e paira pelo ar toda vez que a gente se esbarra.
É notório o quanto os nossos corpos se falam.
Não adianta querer calar a voz da reação corpórea.
Nós somos fruto de um querer inevitável.
E a gente sabe o quanto, um no outro, planejamos e executamos nossos pensamentos vulgares.
São as cenas mais saborosas carregadas com aquele gosto meio amargo de desgosto.
E na suprema insensatez das nossas almas impuras, nos vemos, nos colocamos e estamos jogados aos atos pecaminosos em meio à gestos explícitos.
Não adianta fugir dessa vontade que vibra à rugir.
Eu vou pensar em você e você vai pensar em mim.
Eu sei e você sabe a força dessa paixão que nos acomete e nos invade.
Mas confesso que desejar você, pensar em você, lembrar de você, querer você para meu mero prazer, é uma delícia...!
Meu mar de rosas é uma paixão visceral...
Tu és a perversidade da expressividade do meu querer imoral.
É tão bendito esse quadro ambíguo da potência do teu ser fazendo morada na ausência de ti ter.
A minha vontade é insana e me provoca um calafrio.
O nosso amor exala forte junto aos perfumes das rosas.
Mas o único perfume que eu quero é o teu cheiro de pele ardente.
Teu cheiro é de paixão vivida e por isso não abafa a luxúria impregnada em minha alma.
Essa causa já é sentenciada no nome do livro da vida.
Tu és o meu silêncio caótico na sudirna do desejo.
Tú és o meu grito sem voz no meu jeito imperfeito.
E eu sou uma delinquente amorosa e refém sentimental do teu corpo sendo a fonte precária da realização do meu pecado carnal.
É extremo o poder que pode haver nessa paixão inconsistente que permeia a falta de juízo na força bruta desse ato de querer de fato a quem se quer.
Nossos olhos se invadem e nossos corpos se entregam à força dessa paixão.
Em contrapartida, essa paixão tem o gosto de maldição.
Ela se camufla nessa contradição entre a força do querer e a razão.
Tu tens cheiro de rosas e exala o aroma do desejo.
Eu sou a rosa selvagem que ti saboreia por inteiro.
Ah, se eu fosse carnívora...!
Você pode ser uma falta de razão ou uma incompreensão do coração.
Nas minhas artes incrédulas eu ti deixo expresso.
E é a representação arbitrária da vontade insaciável e do desejo contido.
E eu adoro seu jeito de ser: firme, potente, não se curva e não se dobra.
É excitavél demais!
Você me tira do tédio nessa nossa brincadeira absurda e sem fim no meio dessa disputa cerrada.
É para você, eu até ousaria dizer, se perante ti eu me ponhasse ajoelhada.
Você veria e sentiria o meu querer por você com os seus próprios olhos além do que dizem as palavras.
Quem vai se entregar primeiro nessa briga forjada?
Enquanto isso, eu me permito na ilusão do gosto da tua boca, do toque das tuas mãos e da sensação de me deixar pertencer ao teu corpo em um ato explícito de prazer nessa obsessão carnal.
Ti provocar é viciante só porque você tem esse autocontrole...
É fascinante e instigante!
A sua recusa à minha provocação é mais atrativa do que a realização.
Afrodisíaco...
Ter você, assim, entregue de bandeja, poderia ser bom mas não teria graça.
É nesse jogo de luxúria que eu ti saboreio através da imoralidade de certas palavras.
Ah, meu bem, com você eu provo o sabor da desonra...
Nos teus olhos eu vejo a imensidão...
É quando eu posso apreciar o brilho do teu olhar que eu reconheço a luminosidade das estrelas.
É nesse instante que eu reconheço, em ti, a gota do universo que me faz transbordar.
Tu és, para mim, o acúmulo em desordem da supremacia elementar e nesse acidente cósmico eu me vejo a vagar.
Tu és um desfavor enquanto inquilino dos meus maiores desejos aflitos na saborosidade da tua boca e no teu aroma na minha mente empregnado.
Tu és o gosto agridoce que eu me proponho a degustar na minha face mais ousada e insana.
Deveras tu és uma inquietação absurda!
Tu desajusta o meu coração e embaralha todas as minhas certezas.
No momento em que ti vejo só desperta o meu desejo.
E eu não posso conter o poder dessa atmosfera.
E sempre que eu vejo você, é difícil até descrever o quanto que o meu corpo por ti exclama.
Tão certo como eu preciso do ar que estou a respirar é o solo fértil que foi plantada essa paixão que está sempre a germinar.
Eu não resisto e me deixo, na fogueira do teu corpo, mergulhar, enquanto faço, em ti, as minhas loucuras preferidas e minhas cenas explicitas e ilusórias prediletas.
A imensidão do teu olhar me queima como o fogo e me molha como a água.
Seria abusivo, se não fosse consensual...!
" A pedra que tu pisaste era a maior de todas as riquezas dessa vida. pedra de cristal joia com valia, adeus a todas riquezas dessa vida. "
Não reprima o teu bicho...
Eu não faço a mínima questão de domar a tua fera...
Eu só quero possuir o teu instinto mais primitivo com consciência e de peito e portas abertas.
Eu quero ti dar o prazer de conduzir o teu animal perante a minha pureza singela.
Eu tenho o desejo de ti usufruir pelo teu lado mais sombrio e oculto.
Se não for para lhe ter por inteiro, eu não ouso só a parte que me cabe.
Eu não lhe quero se, tão somente, angelical.
Eu quero iluminar a tua parte obscura.
Então se dispa para mim na sua essência mais pura.
Então ouse em abusar de todo o seu canibalismo.
Seja voraz, seja feroz, seja canino.
Nós faremos a farra de dois anjos caídos e nossos corpos selarão a nossa existência perante o univeso.
Eu serei, então, a chama da vida incendiando o teu corpo selvagem pelo querer, pelo desejo e pela vontade.
Não tenha modos, não tenha conduta, não tenha moral, não tenha pudor, não tenha juízo.
Nossa paixão só pode se manifestar assim...
Desse teu lado eu faço questão e eu preciso!
Não se reprima!
Eu ti quero humano e eu ti quero bicho.
