Pensamentos Mais Recentes

Acredito que os caminhos prósperos para o desenvolvimento mais abrangente de uma neurociência pedagógica inclusiva, nos casos de transtorno do espectro autista TEA, sejam mais "junguiana" e "moreniana" de Jung e de Moreno. Por uma abordagem menos direta do individuo e indo pelas bordas, pela aroma terapia, cromoterapia, arte terapia e o psicodrama, chega se mais fácil a compreensão. Afinal o caminho inicial para um entendimento neural comportamental me parece vital saber sensivelmente do que ele gosta e como ele se vê. Só depois de um conhecimento e comunicação com a auto identidade que podemos, direcionar para o que podemos sugerir, ensinar e aprender, aprender dos dois lados, um novo aprendizado do terapeuta e do paciente,

-Qual o sentido da vida! Uma hora me questionei sobre nossa existência e qual seria o sentido da vida. Banhado de lágrimas e perdido na escuridão, muitas vezes me encontrei com essa pergunta que martelava em minha mente, aprisionado por um buraco estreito sem sentido me pegava vagando sem destino, até que quando cheguei onde queria chegar, entendi que o sentido da vida é sobre tudo que somos num puro conhecimento de informações que se buscar da forma certa entenderemos que o sentido da vida é ter sentido para viver uma vida com um sentido nessa vida.

"A maioria das pessoas pratica a escuta seletiva. Elas não ouvem para entender, mas para responder
Ouvir o outro exige silêncio interno, e quase ninguém mais tem silêncio por dentro."

Homem: cansa, erra, adoece, se perde,
morre.
A Palavra não: adoece,
A Palavra não erra,
A Palavra não muda,
A Palavra não morre.
Por isso Jesus é chamado de o Verbo, a Palavra viva.


miriamleal

Uma fé madura entende isso:
Não é sobre quem prega, é sobre o que está sendo pregado.
Não é sobre quem canta, é sobre o que está sendo cantado.
Não é sobre o homem, é sobre a Palavra.


miriamleal

Quando a pessoa conhece a Palavra, ela não é manipulada, não é enganada e não idolatra ninguém.


E tem uma frase muito verdadeira: "Quem conhece pouco a Bíblia, admira homens.
Quem conhece muito a Bíblia, admira Deus."


miriamleal

O homem que é realmente de Deus nunca aceita ser colocado como ídolo. Ele sempre aponta para Cristo, nunca para si mesmo.


miriamleal

Barro nas mãos de Deus vira vaso.
O segredo não é o vaso.
O segredo é Quem segura o vaso.
miriamleal

“Cada amanhecer traz consigo uma página em branco na consciência de quem decide reescrever a própria vida.”

É com o primeiro fracasso que se constrói o segundo, e é com o segundo que se aprende a construir de verdade.

24 Prelúdios, Op. 28, de Frédéric Chopin.


Naquela noite em Valldemossa, o mundo parecia ter sido reduzido ao som da água.


O mosteiro respirava um silêncio antigo, quebrado apenas pelo insistente cair das gotas — como se o céu, cansado de sustentar seus próprios pesos, decidisse chorar sobre a pedra fria. Dentro de um quarto úmido, Frédéric Chopin não dormia. O corpo frágil repousava, mas a alma permanecia desperta, inquieta, à beira de algo que não se pode nomear.


Dizem que a chuva o atravessou.


Não por fora — mas por dentro.


Cada gota que tocava o telhado encontrava eco em seu peito, como um pulso repetido, uma lembrança que se recusa a morrer. E então, entre a febre e o silêncio, ele viu — ou sentiu — a si mesmo afundando lentamente em um lago escuro, onde o tempo não corre, apenas escorre.


Gota.


Gota.


Gota.


Não era mais o mundo que chorava.


Era ele.


Quando George Sand voltou, encontrou um homem que já não estava inteiro. Havia nele algo que tinha ficado naquela água imaginada, submerso entre sombras e sons. Mas sobre o piano, quase como um reflexo involuntário da dor, nascia uma sequência de notas que insistiam em cair — sempre a mesma, sempre igual, como se a música tivesse aprendido a imitar a chuva… ou a memória.


Ele negaria depois.


Diria que não era chuva.


Que não havia gotas.


Que a música não descreve, apenas existe.


Mas há verdades que não pertencem ao compositor — pertencem ao abismo de onde a música vem.


E naquele prelúdio, escondido entre luz e tempestade, ainda é possível ouvir:


não a chuva do céu,


mas a que cai dentro de alguém.




- Tiago Scheimann

Eu sempre penso nisso como quem toma café no fim da tarde olhando o mundo acontecer, meio silencioso, meio barulhento, aquele tipo de silêncio que conversa com a gente por dentro. Eu amo a Deus de um jeito que não cabe muito em prédio, em regra rígida, em etiqueta de quem pode ou não pode sentir. Não é rebeldia, é mais como quem percebeu que a fé não mora num endereço fixo, ela mora no peito da gente, respirando junto com a gente. E quando eu digo que Deus vive em mim, não é frase bonita para postar, é quase uma constatação prática da vida, dessas que a gente aprende apanhando um pouco do mundo e ainda assim levantando com uma certa teimosia elegante.


Eu olho para a história de Jesus e encontro ali um tipo de coragem que não depende de plateia. Ele me inspira a continuar existindo quando o caos parece aquele vento que bagunça tudo na mesa, derruba até a xícara de café imaginária que eu estava segurando agora pouco. Porque existir às vezes é isso, um ato meio filosófico e meio cotidiano, tipo escolher respirar fundo e seguir, mesmo quando o roteiro não ficou como eu esperava. E tem dias em que eu percebo que amar viver é quase um protesto silencioso contra a desesperança. Uma forma de dizer para o universo que eu ainda estou aqui, ainda acredito que algo dentro de mim conversa com algo maior.


Não dependo de religião para sentir isso, e ao mesmo tempo respeito quem precisa dela para organizar a fé, porque cada pessoa encontra Deus por um caminho diferente. O meu é mais interno, mais parecido com aquela sensação de descobrir uma janela aberta dentro de mim quando eu achava que só havia parede. Às vezes eu rio sozinha pensando que o divino talvez goste desse jeito espontâneo de amar, meio humano demais, meio imperfeito, cheio de perguntas e ainda assim cheio de gratidão.


E no meio do caos do mundo, das histórias complicadas, das memórias que a vida deixa na gente como marcas de chuva na estrada de terra, eu continuo caminhando com essa certeza tranquila. Deus não está distante de mim, Ele pulsa aqui dentro, e Jesus é como aquela lembrança constante de que a vida vale a tentativa. Eu amo viver porque, no fundo, cada dia é uma conversa nova com o mistério de existir. E eu sigo, com fé, com humor, com aquela coragem discreta de quem aprendeu que acreditar também é um jeito bonito de permanecer.

... Kenosis ...
... humOUR Home ... Home humOUR ...
Garça em Terra ... Tempestade no Mar
Garça enterrada ... Alegria 
Alegria da Velha Monarquia ...
... Olhos de Ver ...
Ouvidos de Ouvir ...
Coração de Sentir ...
... Processo Libertador de Consciências ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ...

Casa onde não tem um jardim, a solidão mora.

⁠Tropeçar é um luxo reservado somente aos que se atrevem a fazer o que todos os outros protelam, medindo esforços.


Há quem veja o tropeço como uma falha, como um desvio indesejado de uma trajetória idealizada, limpa, sem marcas. 


Mas essa visão, embora confortável demais, ignora uma verdade muito incômoda: só tropeça quem está em movimento. 


E movimento, por si só, já é uma ruptura com a inércia que domina tantos caminhos adiados.


Enquanto alguns calculam demais, esperando o cenário perfeito, o momento exato, a garantia de sucesso — outros simplesmente vão. 


E ao ir, erram. 


E, ao errar, aprendem. 


O tropeço, nesse sentido, deixa de ser um acidente e passa a ser um rito silencioso de coragem. 


Não é sobre cair, mas sobre ter saído do lugar onde cair sequer seria possível.


Medir esforços, muitas vezes, é apenas uma forma elegante de mascarar o medo. 


O medo de falhar, de ser visto, de não corresponder às expectativas — próprias ou alheias. 


E assim, na tentativa de evitar o tropeço, muitos acabam evitando também a experiência. 


Permanecem intactos, sim, mas também intocados pela transformação que só o risco proporciona.


Tropeçar exige exposição. 


Exige assumir que não se sabe tudo, que não se controla tudo, que o caminho se revela enquanto se caminha. 


E isso, para muitos, é desconfortável demais. 


Preferem a segurança do planejamento eterno à vulnerabilidade da ação imperfeita.


Mas há algo profundamente humano em perder o equilíbrio por um instante. 


É nesse breve desalinho que nos reconhecemos vivos, tentantes e inacabados. 


O tropeço não diminui — ele denuncia a tentativa. 


E tentativa, no fim das contas, é o que separa quem vive de quem apenas ensaia viver.


Talvez o verdadeiro luxo não seja evitar a queda, mas poder se permitir caminhar sem a obsessão de nunca falhar. 


Porque quem nunca tropeça, talvez nunca tenha ido longe o bastante para descobrir o próprio limite.

O maior círculo é o que fecha a circunferência,
Os números significam quantidades de números.

A Síndrome de Burnout, é um estado anormal de exaustão física, emocional e mental resultante de estresse crônico no trabalho. A meu ver, sempre está ligada a uma concorrência mental comparativa de resultados, com outros trabalhadores próximos ou familiares. Na verdade, não necessariamente que estes índices de produtividade, existam fisicamente fora do individuo que concorre. Em muitos casos, estes ícones de resultados profissionais, podem ter sidos mau interpretados, projetados e mesmo inventados como alto parâmetro de eficácia. Mesmo diante a exaustão, os sintomas incluem cansaço extremo, negatividade, isolamento social e baixa produtividade, o que agravam o quadro.

Eu aprendi a sorrir como quem esconde evidências, arquivando sentimentos em lugares que nunca deveriam ser revisitados, porque algumas verdades não libertam, elas desmontam, e ainda assim, algo em mim insiste em reconstruir.

Pessoas com baixo QI inventaram o teste de QI.

Meus amigos, Deus me é necessário, porque é o único ser capaz de amar eternamente.
frases cristãs 9⁠

O dinheiro é o único critério para medir a dignidade do homem.
sfj,reflexões⁠

O sucesso suscita a maledicência.
sfj,reflexões⁠

A solidão não encontra. Se faz.
sfj,reflexões⁠

Os portadores da Síndrome de Savant que tem características de um talento acima da media, em uma o mais áreas do conhecimento, tais como memoria, arte e musica, observa se que estas três habilidades estão diretamente ligadas a matemática, sobretudo na área de calculo e a performance de resultados rápido e preciso, mas na maioria dos casos tem de alguma forma a presença do autismo. Alguns estudos científicos publicados sugerem que a mente dos portadores de Savant, não tem diferente capacidade mental dos portadores do TEA, na sua forma leve, e acredita que em ambos os casos tais super habilidades se desenvolvam pela capacidade de persistência, por meio de muitas horas de praticas e exercícios mentais prolongados, uma mente calculadora que nunca desliga.

As vitórias mais importantes da vida são aquelas que compartilhamos com outras pessoas.
frases cristãs 7⁠