Pensamentos Mais Recentes
"O político honesto que vocês querem, está dentro de vocês, não está dentro de mim".
Assinado: Luiz Inácio Lula da Silva.
O amor em forma de poema.
Este cabe onde a alma transborda e a palavra não consegue mais ser simples explicação — vira sentimento.
Cabe no silêncio que fala mais alto do que qualquer explicação.
No olhar que demora um segundo a mais, como se quisesse guardar o outro dentro de si.
No peito que aperta, mas ainda assim insiste em sentir.
O amor em forma de poema cabe na saudade que não tem endereço,
no orgulho que briga com a vontade de voltar,
na coragem de ficar, e também na coragem de ir embora.
Cabe na mulher que ama demais e ainda assim aprende a se escolher.
Na dor que vira verso.
Na ausência que vira metáfora.
E no fim…
o amor em forma de poema cabe exatamente aqui:
onde alguém não consegue mais dizer “eu te amo” de forma comum —
e transforma tudo em poesia para não se perder do que sente
Amor Leonino
Eu amo com fogo, com verdade, com tudo que tenho.
Eu não sei amar pela metade — quando eu amo, eu me entrego inteira, eu defendo, eu cuido, eu acredito.
Mas também não me perco de mim.
Fui mandada embora… e doeu, sim.
Porque eu não entro na vida de ninguém de leve.
Eu fico, eu marco, eu sinto.
Só que existe uma coisa em mim que ninguém apaga: meu orgulho e meu amor próprio.
Eu não imploro permanência.
Eu não corro atrás de quem me coloca pra fora.
Eu não me diminuo pra caber onde não me quiseram inteira.
Eu sou intensa, mas não sou substituível.
Sou amor, mas também sou força.
E se me perderam…
não foi porque eu amei pouco.
Foi porque não souberam sustentar o tamanho do meu amor.
Agora eu me recolho em mim.
Me abraço.
E sigo.
Porque leonina não implora amor…
leonina se escolhe
"Disseram-me uma vez: 'Nunca vais conseguir'. Na altura, pareceu uma crítica desanimadora, mas hoje olho para trás e vejo que foi o maior elogio e incentivo que recebi. Aprendi que o 'não' dos outros é apenas o início do meu 'sim'."
Alguém chega para uma mulher aventureira e pergunta: "Quer dizer que os teus filhos vão crescer sem saber da origem biológica deles?"
___Sim_
Autor-marcélio Oliveira
😆😅
Quem espera não vive, apenas espera.
Quem espera pelos outros, se perde de si mesmo.
Quem espera pelo tempo, perde o tempo que tem.
Quem espera pelos finais de semana, perde os dias que vêm antes.
Quem espera pelas férias, perde o ano inteiro.
Quem espera se aposentar, perde a vida enquanto ela acontece.
E quem perde a vida assim, acaba morrendo arrependido… ainda esperando a morte.
Tudo é amor. No entanto, cada um tem um jeito de amor dentro de si. Esse jeito de amor é quem eu sou de verdade. É esse amor que busco aceitar na vida, pois busco me aceitar. Aceitar quem eu sou de fato. Esse amor vive aqui dentro.
Em um mundo programado pela "ordem", "o pode" desbloqueia. Então...
Pode pensar.
Pode questionar.
Pode perguntar.
Pode entender.
Pode escolher.
Pode experimentar.
Pode olhar.
Pode ouvir.
Pode sentir.
Pode respirar.
Pode imaginar.
Pode sair por aí.
Pode andar sem rumo.
Pode conhecer.
Pode conversar.
Pode desabafar.
Pode falar com quem quiser.
Pode falar com todo mundo.
Pode sentar em qualquer lugar.
Pode descansar em todo lugar.
Pode admirar tudo que vê.
Pode conhecer novos horizontes.
Pode sentir cheiros.
Pode sentir os pés no chão.
Pode viajar o mundo.
Pode curtir.
Pode cantar.
Pode ser livre.
Pode amar.
Pode viver.
Ninguém manda em mim.
Porque eu posso viver o que eu quiser.
Sorrisos Roubados
”No dia em que meu corpo se encontra cansado e minha alma abalada, tento manter minha mente sã. Não me permito, em momento algum, entrar em devaneios fugazes, pois devo seguir firme nas minhas obstinações em prol de promessas a mim mesmo feitas.
Seguirei neste caminho conturbado que decidi trilhar, buscando sempre aquilo que há muito me foi tirado, restando em mim esse triste vazio de sorrisos roubados."
"A prevenção é o melhor caminho para uma vida longa. Adotar hábitos saudáveis evita o surgimento de doenças e reduz a necessidade de intervenções médicas."
___Sim_
Do Álbum: Uma adúltera disfarçada de boa mãe
Sim
🤣😂
O diabo é um gênio: provoca o incêndio e se fantasia de bombeiro, só para manter o aluguel das cabeças dos asseclas.
Talvez uma das mais antigas e descaradas estratégias de manipulação seja criar o problema para depois vender a solução.
O artifício é simples, mas extremamente eficaz: primeiro semeia-se o medo, a divisão, a insegurança ou o caos; depois, apresenta-se como alguém disposto a “resolver” a situação.
E, nesse ínterim, muitos já não conseguem distinguir quem acendeu o fósforo de quem finge carregar o extintor.
O mais curioso é que essa dinâmica muito raramente se sustenta pela força.
Ela depende de algo muito mais valioso: a renúncia voluntária ao pensamento crítico.
Quando uma pessoa entrega suas convicções, sua capacidade de questionar e seu discernimento a terceiros, passa a habitar uma realidade construída por narrativas alheias.
É como se alugasse a própria mente.
Nessa condição, os fatos tornam-se secundários.
O importante deixa de ser a verdade e passa a ser a fidelidade ao personagem que vende o papel de herói.
Se ele cria a crise, a culpa será atribuída a outro.
Se ele falha, a responsabilidade será transferida.
E se ele se contradiz, a contradição será reinterpretada como virtude.
Afinal, quem depende emocionalmente de um salvador dificilmente consegue admitir que ele possa ser o vilão.
A história está repleta de exemplos dessa lógica.
Líderes, grupos e instituições descobriram, ao longo dos séculos, que controlar percepções é absurda e frequentemente mais poderoso do que controlar territórios.
Quem domina a narrativa consegue transformar vítimas em culpados, culpados em vítimas e oportunistas em benfeitores.
Por isso, a liberdade não se resume à ausência de correntes visíveis.
Ela exige vigilância permanente sobre aquilo que aceitamos como verdade.
Exige a coragem de fazer perguntas incômodas, especialmente quando todos ao redor parecem satisfeitos com as respostas à pronta entrega.
Talvez o maior triunfo dos que provocam incêndios não seja o fogo que espalham, mas a capacidade de convencer multidões de que as chamas vieram de outro lugar.
E talvez o primeiro passo para romper esse ciclo vicioso seja recuperar aquilo que jamais poderia ou deveria ser alugado: a própria consciência.
Que os nossos dias sejam sempre regados por essa certeza absoluta de pertencimento, onde o "eu" se funde ao "você" para criar um "nós" indestrutível. Que possamos continuar escrevendo nossa história com a calma de quem não tem pressa, mas com a intensidade de quem reconheceu no outro a sua própria alma.
_Enzo Ruchell_
