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Bom dia!
O bom é encarar a vida com sabedoria, sem aborrecimentos, com mais tranquilidade ter compromisso de felicidade é não permitir trocar sua paz pessoal por tolices passageiras. Feliz terça-feira e bem vindo Setembro 🌻🌹🌧🌞
O ferro molda a resistência do corpo, a leitura afia o discernimento da mente, e o autocontrole governa o destino de ambos.
Biografia: JOSÉ María FERNANDEZ COLAVIDA.
Por sua meritória atuação é conhecido como o "Kardec" espanhol.
PIONEIRO DO ESPIRITISMO ESPANHOL.
Nasceu em Tortosa, província de Tarragona, em 19 de março de 1819. Lutou nas guerras carlistas, nome que se deu a três guerras civis que tiveram lugar na Espanha, entre 1833 e 1876, e nas quais distinguiu-se por sua valentia e humanitarismo, alcançando a patente de Coronel. Em conseqüência de tais conflitos, emigrou para a França, onde estudou e aprendeu, com perfeição, o idioma desse país.
Ao regressar a Barcelona, contrai núpcias com Ana Campos, jovem dotada de surpreendentes faculdades mediúnicas. Conhece a Doutrina Espírita em 1860, lendo em sua versão original francesa, Le Livre des Esprits que lhe ofertou o capitão da marinha mercante, Ramón Lagier y Pomares.
Previamente havia conhecido e praticado o magnetismo, guiando-se pelos ensinamentos de Du Potet e outros magnetizadores franceses. A impressão que lhe causou a leitura de O Livro dos Espíritos, do Mestre Allan Kardec, peça fundamental do pensamento espírita, foi muito grande e, de imediato, começou sua tradução para o espanhol, que viria à luz pública em 1861. Assim, então, tem Colavida a honra e o mérito de ser o primeiro tradutor das obras de Kardec em idioma espanhol.
Em 1869 fundou a Revista de Estudos Psicológicos, da qual foi seu diretor e redator durante 20 anos. Criou a "Sociedade Barcelonesa propagadora del Espiritismo" e estabeleceu na capital de Cataluña, a primeira Livraria Espírita. Dirigiu o Grupo Espírita "La Paz" .
Foi designado Presidente de Honra do "Primeiro Congresso Internacional Espírita", celebrado em Barcelona, em setembro de 1888.
Têm sido altamente reconhecidos e valorizados seus estudos e práticas nos campos de hipnotismo e magnetismo. Realizou experimentos com a regressão mental, apresentando uma metodologia rigorosamente científica, de grande utilidade com evidência favorável à reencarnação, antecedendo os conhecidos trabalhos de Albert de Rochas,na França.
Por sua meritória atuação conhecem-no como o "Kardec" espanhol. Desencarnou em Barcelona, em 11 de dezembro de 1888.
Os Espíritas da Espanha e América custearam seu mausoléu no Cemitério de Montjuic, colocando, ali, uma significativa lápide de 1,80m de altura por 0,80m de largura, na qual se lê a seguinte inscrição:
*Nascer, morrer, voltar a nascer
e progredir sempre
tal é a lei.
Allan Kardec.
* Obs. NOSSA: Aguardamos a confirmação sobre o verdadeiro autor dessa sublime frase,pois que em várias obras biográficas sobre Allan Kardec variam sobre o autor, exemplo: A Trio Bibliografia elaborada muito bem à sua época por Zêus Wantuil e Francisco Thiensen.
Nem a existência, nem o trabalho,
nem a dor, concluem onde começa um sepulcro.
Marietta.
Aqui jaz o envoltório corporal de um homem honrado que em sua última encarnação terrena foi JOSE MARÍA FERNANDEZ COLAVIDA.
1819 - 1888.
Primeiro tradutor e editor das obras de Kardec e fundador da Revista de
Estudios Psicológicos de Barcelona, e a cuja memória os Espíritas da Espanha e América dedicam este testemunho de
apreço e gratidão.
OUTRAS OBRAS.
_RUMO A DEUS PELO AMOR E CIÊNCIA.
_Imortalidade da alma.
_Comunicação espiritual.
_Progresso indefinido
_Pluralidade de mundos habitados.
_Em Espírito sua Obra do ano 1870.
*O INFERNO ou A BARQUEIRA DO JÚCAR.
Médium: Áquino.
Primorosa novela mediúnica,recebida em Barcelona, Espanha. ''A barqueira do Júcar'' é uma jovem que, mantendo a pureza de sua alma, entre inimigos conluiados para perdê-la, serve de instrumento à ação do Espírito do próprio pai, empenhado em defender e subtraí-la, às garras da mais abjeta materialidade de criaturas inclinadas ao mal. Urdindo um enredo de intensa dramaticidade, os episódios se entrelaçam de forma tão surpreendente que o leitor não pode imaginar qual será o desfecho. Revela-se notável obra de educação moral e projeta luzes esclarecedoras sobre as consequências espirituais de nossas ações na Terra.
Paralelo à liberdade
(Mauro 1Evaristo)
É muito mais fácil odiar que amar,
Amor é criança pedir a camisa do Neymar
Ódio é multidão irascível insana
Sujando a história democrática corintiana.
Ódio não existe ou permite razão
Daí todo o que odeia ser sem noção,
O amor é paralelo à liberdade
Só ama quem tem responsabilidade.
Ódio é doentio, divide qualquer nação,
Quem odeia perde o rumo e razão
Ignora causa, fato e efeito,
Quem odeia despreza ter coração,
Mas o Amor engrandece qualquer sujeito,
Quem odeia só vê o reflexo no espelho.
feradapoesia.blogspot.com
Uma bem-posta solidão
liberta nosso flanco mais introspectivo
e verdadeiro — em outras palavras:
nos reencontramos!
Umas pessoas te levam para mostrar o horizonte, outras para te empurrar no precipício. A vista pode ser a mesma, mas o caráter não.
Setembro-me
Setembro‑me
dentro do teu peito,
e o ar muda de temperatura
como se reconhecesse a tua sede.
Há um lume que se ergue devagar, na pele e no espaço entre nós, onde cada gesto teu
se torna uma força que me puxa
sem nunca me tocar.
Aproximo‑me desse centro quente,
dessa sombra que respira,
e sinto o teu silêncio a abrir‑se
como uma porta que só cede
quando alguém a deseja com verdade.
E é aí, nesse quase‑instante,
que tudo se intensifica:
a luz fica mais densa,
o ar mais vivo,
o mundo mais pequeno.
Fico suspenso no teu peito
não como quem entra,
mas como quem
se dissolve na luz que te percorre
e aprende a respirar
dentro da tua boca.
