Pensamentos Mais Recentes

Jamais cometa o erro de confundir minha miopia proposital, com cegueira! ⁠

Longe do alcance,
absoluto no coração,
Indomável desejo
de fogo e rendição,
És a melhor pretensão, 
de viajar na sedução.

O  seu maior obstáculo para performar não é a falta de tempo, é o excesso de cobrança na sua própria cabeça.

A História do dízimo

Antes de mais, ninguém cobra dízimos! Quando muito alguém pode ensinar que o cristão, segundo a bíblia deve dar o dízimo! Dar o dízimo não está errado. Pois o velho e o novo testamento falam do dízimo.

Dizer que o velho Testamento já passou, tá errado, pois lá porque somos salvos pela Graça, não anulamos a Lei. Antes confirmamos a Lei, pela Graça de Deus. Agora não somos salvos pelas obras da Lei. Mas somos salvos, para fazer as obras da Lei, pela fé EM JESUS CRISTO. Como é evidente entre essas obras que Deus preparou para as fazermos pela fé , por meio da Graça, está a obra do dízimo. Que o cristão dará se tiver fé para Dar. O pecado não está em dar ou não dar, mas sim se dar, sem fé. Ou se não dá, sem fé. O problema nas igrejas é fazer negócio com Deus. Isso tá errado.

Dar o dízimo, para esperar que Deus dê de volta muito mais. Se damos ou não damos, deve ser com fé. Porque o que não é com fé é pecado.
Portanto se alguém dá o dízimo deve fazer isso pela fé. Se não dá deve fazer isso pela fé. Aqui é apenas algo entre Deus e a pessoa.

Mais uma coisa na igreja ninguém obriga o crente a dar o dizimo. O crente dá de vontade própria! Ou não dá de vontade própria!

🌅 O Desafio dos 7 Dias para a Prosperidade

Como fazer: Todos os dias, antes de realizar qualquer outra atividade no seu dia, ajoelhe-se ao lado da sua cama e declare as duas frases abaixo.

🛐 As Duas Declarações Diárias:

1. Primeira: "Senhor Todo-Poderoso, eu te agradeço por mais esse dia de vida que me deu. Peço que a tua presença nunca se afaste de mim e que o Senhor caminhe na minha frente hoje, abrindo as portas que eu não consigo abrir."

2. Segunda: "Senhor, eu declaro quebradas todas as amarras do inimigo e quebradas as correntes da escassez. Que onde eu tocar seja abençoado. De joelhos eu peço e te agradeço. No santo nome de JESUS, Amém."

John Rabello de Carvalho

@j.rabello.c_888oficial

#jrabellodecarvalho

*O FOGUETE QUE FICOU NO QUINTAL*


O sábado amanheceu com aquele sol que parece ter preferência pelos sábados.


Durante a semana ele se esconde atrás de nuvens, prédios, compromissos e caras fechadas. No sábado, resolve aparecer. Como se também tivesse direito a descansar.


Eu estava na varanda quando ouvi o primeiro grito.


Depois outro.


Depois uma discussão sobre quem tinha pegado o brinquedo de quem.


As crianças tinham chegado.


Meus filhos, meus netos, suas vozes, suas provocações e aquela capacidade irritante de transformar qualquer cinco minutos de silêncio em uma guerra civil de pequenas proporções.


A casa ficou diferente.


O gato também percebeu.


Era talvez sua primeira experiência com crianças. No começo ficou parado, olhando para aqueles pequenos seres correndo pela sala como quem observa uma espécie desconhecida. Depois descobriram o gato.


Em menos de dez minutos ele já estava sendo disputado.


Um queria pegar.


Outro queria fazer carinho.


Outro dizia que era dele.


O gato olhava para mim com uma expressão que parecia perguntar por que eu tinha permitido aquela invasão.


Não fiz nada.


Algumas coisas precisam ser vividas até o fim.


Inclusive a paciência de um gato.


Na cozinha, as crianças descobriram a torta.


Uma delas desapareceu.


Depois outra parte.


Quando percebi, havia apenas algumas migalhas e uma espécie de silêncio constrangido entre os pratos.


Teria que encomendar mais duas.


Talvez três.


Na sala, atacaram a estante.


Mexeram nos livros.


Puxaram alguns.


Empilharam outros.


Os livros que ainda estavam nas caixas abertas foram parar no chão.


Fizeram castelos.


Muralhas.


Fortalezas.


Durante alguns minutos, aquela pilha de livros que eu passei anos tentando conservar em ordem parecia ter encontrado uma função muito mais honesta.


Servia para brincar.


No pátio, havia três balanços presos às duas árvores.


Nunca tinham parecido um playground.


Naquele sábado, pareciam.


Havia caixas de madeira, pedaços de tábua, coisas esquecidas na garagem.


Então meu neto olhou para um tambor velho e decidiu que aquilo era um foguete.


Um foguete.


Fiquei olhando para ele.


Ele não precisava de tecnologia.


Não precisava de combustível.


Não precisava de autorização da NASA.


Precisava apenas de um tambor velho, algumas tábuas e uma noite estrelada.


E então me lembrei de uma coisa que eu havia esquecido.


Eu também já quis ir para o espaço.


Houve um tempo em que eu acreditava que pisaria num foguete.


Não porque entendesse de ciência.


Porque toda criança precisa inventar um céu onde a vida pareça valer a pena.


O foguete nunca foi um veículo.


Era uma mentira bonita.


Daquelas que a gente conta para si mesmo antes de descobrir que o mundo costuma distribuir mais boletos do que milagres.


Depois vieram os quarenta.


A idade em que o espelho deixa de fazer gentilezas.


Foi quando percebi que nenhum foguete pisou no quintal daquela casa.


O que chegou foram contas.


Responsabilidades.


Cansaço.


Algumas mulheres que passaram como chuva de verão.


Amigos que aprenderam a sorrir para fotografias enquanto enterravam silenciosamente a própria fome de existir.


Eu ainda procurava alguma coisa.


Não sabia exatamente o quê.


Chamava de sentido porque qualquer palavra menor pareceria covardia.


Aos quarenta ainda existe uma certa arrogância.


A gente acredita que está atrasado, mas que ainda dá tempo.


Aos sessenta e dois, a conta fica diferente.


Não dói apenas o corpo.


Doem também as expectativas que sobreviveram tempo demais.


Os dias começam a parecer copos vazios esperando uma bebida que ninguém serve.


Não é exatamente tristeza.


É um cansaço antigo.


Uma coisa que dorme no peito e acorda antes da gente.


Às vezes olho para uma folha caindo de uma árvore e tenho vontade de colocá-la de volta no galho.


É um impulso ridículo.


Mas compreensível.


Porque a gente passa boa parte da vida tentando devolver as coisas ao lugar.


Um casamento ao começo.


Uma amizade ao primeiro abraço.


Um pai à juventude.


Um amor ao instante anterior à despedida.


Só existe um problema.


Folhas não voltam.


Pessoas também não.


E o tempo é o sujeito mais mal-educado que conheço.


Ele não pede licença.


Não negocia.


Não aceita pagamento parcelado.


Enquanto isso, o mundo continua vendendo a mesma velha mentira.


Todo mundo merece um dia melhor.


É bonito dizer isso.


O problema é que ninguém ensina o caminho.


Ensinaram-me a trabalhar.


A competir.


A produzir.


A acumular.


A parecer bem.


Ninguém ensinou a existir.


Talvez por isso tanta gente tenha aprendido a construir uma vida que parece ótima por fora e não serve para morar por dentro.


Basta abrir qualquer tela.


Casas perfeitas.


Viagens perfeitas.


Corpos perfeitos.


Casamentos perfeitos.


Famílias sorrindo diante de uma paisagem que provavelmente alguém levou vinte minutos para escolher.


A vida virou vitrine.


E ninguém quer aparecer com a mercadoria quebrada.


Eu olho para antigos amigos.


Alguns parecem ter vencido.


Casas maiores.


Carros melhores.


Viagens.


Fotografias.


Sorrisos impecáveis.


Mas já não acredito muito nessa luz.


Existe um sol artificial iluminando a terra da normalização.


É uma luz forte.


Só não aquece.


Ali, o verbo ser foi lentamente assassinado pelo verbo ter.


As pessoas compram identidades em prestações.


Vendem a própria autenticidade em troca de aprovação.


Sorriem como quem cumpre expediente.


Abraçam como quem assina contrato.


A empatia virou artigo de luxo.


A delicadeza passou a parecer fraqueza.


A verdade tornou-se inconveniente.


E talvez seja por isso que eu viva dentro de uma espécie de bolha.


De um lado, o mundo do faz de conta.


Do outro, o mundo real que quase ninguém parece querer habitar.


Eu ainda acredito em coisas que parecem ter ficado velhas.


Palavra.


Lealdade.


Silêncio.


Afeto.


Presença.


Acredito que uma pessoa pode sentar ao lado da outra sem precisar fotografar o momento.


Acredito que carinho não precisa de testemunhas.


Acredito que uma amizade não deveria depender de utilidade.


Talvez eu esteja errado.


Aos sessenta e dois, já aprendi que estar errado é uma das poucas coisas que ainda podemos fazer de graça.


Durante muitos anos procurei minha rainha da beleza.


Não a mulher das revistas.


Essa desaparece quando a maquiagem encontra a primeira lágrima.


Eu procurava outra coisa.


Uma beleza sentimental.


Uma mulher cuja inteligência soubesse abraçar sem tocar.


Que pudesse permanecer em silêncio sem transformar o silêncio em distância.


Alguém cuja alma não estivesse à venda por curtidas, status ou conveniências.


Ainda procuro.


Talvez ela também esteja perdida em algum balcão de bar.


Talvez esteja cansada.


Talvez tenha desistido.


Talvez tenha encontrado alguém.


A vida não costuma prestar contas.


Naquela tarde, porém, havia outras coisas acontecendo.


Meu neto continuava construindo o foguete.


Pegou uma caixa.


Depois uma tábua.


Depois o tambor.


Pediu ajuda para amarrar uma coisa na outra.


Disse que precisava ficar pronto antes da noite.


Queria olhar as estrelas de dentro dele.


Eu ajudei.


Não porque acreditasse que aquilo fosse realmente um foguete.


Mas porque, naquele momento, percebi que talvez eu tivesse passado tempo demais tentando provar que os foguetes não existiam.


Talvez essa seja uma das doenças da idade.


A gente descobre como o mundo funciona e começa a desprezar quem ainda acredita que ele pode funcionar de outra maneira.


Olhei para aquelas crianças correndo pelo pátio.


O gato fugindo de um lado para outro.


Os livros espalhados.


As migalhas da torta.


As caixas.


As tábuas.


O tambor.


A casa completamente fora do lugar.


E, pela primeira vez em muito tempo, aquilo não me incomodou.


Talvez porque o caos deles tivesse alguma coisa que o meu mundo organizado perdeu.


Vida.


Não a vida vendida nas fotografias.


A outra.


A que grita.


Que suja.


Que derruba.


Que quebra.


Que pergunta.


Que inventa foguetes com um tambor velho.


Fiquei pensando que talvez envelhecer seja descobrir que o mundo nunca prometeu salvação.


O foguete não veio.


Aos quarenta, eu descobri.


Aos sessenta e dois, aceitei.


Mas naquele sábado alguma coisa mudou.


Porque o foguete não precisava mais ser meu.


Ele estava ali.


No quintal.


Construído pelas mãos pequenas de quem ainda não sabia que o mundo cobra caro pelos sonhos.


E talvez seja isso que eu queira para eles.


Que demorem muito para descobrir.


Que tenham coragem de olhar para as estrelas sem perguntar quanto custa.


Que não confundam sucesso com felicidade.


Que não entreguem a própria autenticidade em troca de aplausos.


Que saibam amar sem transformar o amor em vitrine.


Que tenham amigos capazes de permanecer quando não houver fotografia.


Que aprendam a sentir a dor sem fazer dela uma identidade.


Que não tenham vergonha da delicadeza.


Que não deixem ninguém convencer que possuir é mais importante do que ser.


E, principalmente, que vivam.


De verdade.


Porque talvez a grande tragédia não seja envelhecer.


Talvez seja chegar aos sessenta e dois, olhar para trás e perceber que passamos a vida inteira tentando parecer vivos.


Naquela noite, meu neto entrou no tambor.


Olhou para o céu.


Perguntou se eu achava que dava para chegar até as estrelas.


Eu olhei para ele.


Depois olhei para o foguete improvisado.


E disse que sim. Olhe bem para o infinito, feche os olhos e demore um pouco. Abra, feche e demore. Isso irá fotografar o céu. Depois, ligue a inguinação e voe.


Ele sorriu.


Foi um sorriso verdadeiro.


Sem câmera.


Sem postagem.


Sem filtro.


E foi provavelmente a coisa mais verdadeira que vi naquele sábado.


Fiquei na varanda enquanto as crianças brincavam.


O sol já tinha ido embora.


As estrelas começaram a aparecer.


E, por alguns minutos, eu não pensei nos quarenta.


Nem nos sessenta e dois.


Nem nas coisas que não voltam.


Nem nos amigos que se perderam.


Nem nas mulheres que foram embora.


Nem nos boletos.


Nem nesse mundo que aprendeu a vender felicidade em prestações.


Fiquei apenas ali.


Ouvindo meus netos.


E percebi uma coisa que talvez eu tenha levado sessenta e dois anos para entender:


alguns foguetes não foram feitos para sair do chão.


Foram feitos para nos lembrar de olhar para cima.


E talvez seja isso que importa.


Não chegar às estrelas.


Mas não perder a capacidade de procurá-las.

O historiador é a mola propulsora da compreensão do tempo e o vetor principal para interpretar tudo o que acontece no mundo.

VENDO 
        
as estrelas cadentes passar
        descubro que algumas 
        não caem: escolhem pousar
        no meu peito.

me matar seria muito melhor.

PARA ALGUNS,
DEUS DIZ NESTA MANHÃ:
“PROFETIZE!”


PARA OUTROS,
ELE DIZ:
“CALE A BOCA
E DEIXE-ME TRABALHAR.”


Quando Deus manda falar, FALE.
Quando Deus manda calar,
NÃO ATRAPALHE.


chateada, por que minha amg nao sabe pensar antes de falar.


brincadeiras sem graças machucam.
mesmo a pessoas sabendo que errou ela continua

E talvez seja essa a maior ironia dos relacionamentos actuais: conta-se a existência de apenas um parceiro oficial, para justificar, quando necessário, a existência de muitos!

0018 📜 Não me conhece ou não foi com a minha Linda Cara? Eu sei a razão... É porque somos Antônimos. Também por isso agradeço!

Assim que penso: Creio em Deus. Sei que existe milagres, mas são raros. Por isso estando doente vou ao médico, porque defendo o conhecimento científico, tomo os remédios receitados com fé e ainda faço orações. 
F. Meirinho

0019 📜 A melhor distância entre dois pontos? É a Linha Certa, Uai! Eu já tinha dito, há décadas!

Nós partimos para sempre, mas presente nós estamos

0020 📜 Não sei se já disse: Sou biógrafo da Minha Pessoa, além de Biógrafo de 'Uns-e-Outros'. Tudo para não fofocarem que eu falo só da vida alheia!

Seja competente e gentil, é só isso!


Seja autêntico, original, comprometido.
Não há ninguém que tenha se dado mal por ser assim.


Dê sempre o seu melhor (por você)!
Se o homem não te compensar, o universo te recompensa!


Não perca tempo, com trabalho inútil, relacionamentos fracassados, conversas imbecis e gente tóxica.


Seja competente!
Seja comprometido, em ser feliz, em fazer feliz!

Orações escritas


Deus, não me desampare.


O medo surgiu, e minha fragilidade já não cabe dentro do peito. Está exposta, diante de tudo e de todos. E tudo à minha volta parece ter sido afetado, atravessando-me, ferindo-me justamente onde eu já estava mais sensível.


Senhor, como, onde e quando eu vou conseguir mudar essa situação?


Eu não tenho todas as respostas.
Não sei por onde começar.
Só sei que preciso de Ti.


Cuida do meu filho, Senhor.
Faz por ele aquilo que, muitas vezes, eu não consigo fazer. Protege seus passos, guarda seu coração, livra-o daquilo que eu não posso enxergar e alcança-o onde meus braços não conseguem chegar.


Cuida da minha mãe.
Dá a ela tudo aquilo que, por minhas próprias forças, eu já não sou capaz de oferecer. Sê presença onde me falta presença, força onde me falta força, cuidado onde minhas mãos já não alcançam.


E cuida deste lar, Senhor.


Entra onde existe dor.
Toca o que está ferido.
Acalma o que está inquieto.
Restaura o que foi quebrado.
E traz a cura para tudo aquilo que nós não conseguimos curar sozinhos.


Eu entrego a Ti o que não consigo carregar.


Em nome de Jesus,
traz a cura para este lar,
a paz para este coração
e a força para continuar.
Amém.




Cartas aos Céus 19 de Agosto de 2026

Orações escritas




Deus, não me desampare.


O mundo se abre aos meus pés,
e eu ainda não sei
se é caminho ou abismo.


Há portas que se abrem
sem que eu tenha pedido,
estradas que surgem
onde antes havia apenas silêncio.


Se for preciso caminhar,
dá-me coragem.
Se for preciso esperar,
dá-me serenidade.
E se eu estiver diante
de algo que não compreendo,
não permita que o medo
seja maior que a minha fé.


Porque, se o mundo se abre aos meus pés,
eu só peço uma coisa:


que a Tua mão continue sobre a minha.




Cartas aos Céus 19 de Agosto de 2026

Não quero competir com ninguém, não quero ser igual a ninguém, muito menos almejar ou invejar suas conquistas, quero apenas dançar, tomar alguns vinhos, dar boas risadas e gastar o resto de tempo que ainda resta em minha carteira.

Seja competente, é só isso!


Façamos as coisas com propósitos, sejamos autênticos, originais. Não conheço ninguém que tenha se dado mal por ser assim.
Tem um custo eu sei, mas dormir tranquilo é a melhor paga!

Sobre o dinheiro, seja competente, dê seu melhor (por você) e saiba que é consequência.

Se o homem não te compensar, Deus te recompensa!
Não perca tempo, com trabalho inútil, relacionamentos fracassados, conversas imbecis e gente tóxica.


Seja competente!
Seja comprometido, em ser feliz, em fazer feliz!

"O tempo é água que flui, enquanto a ponte simboliza a coragem de continuar. Viver não é deter o curso das coisas, mas erguer as travessias que justificam a passagem."

3090 📜 Tenho 'apenas' uma Conta aqui. Não tenho Duas ou Mais, para tirar proveito. Eu MostroFATOS. Sim, MostroFATOS.top

Os corvardes sempre vivem em silêncio, e aproveitando das oportunidades


Aldemi Escobar de Matos