Pensamentos Mais Recentes
A beleza está
No olhar gentil
No sorriso delicado
Num bom dia
Com carinho
E amor
A beleza está
Em tratar
Os indivíduos
Com educação
E afeto
Os pássaros voam
Em busca de alimento
E também em explorar
O universo
Os pássaros voam
Em busca de liberdade
Com seus vôo
Livres pelo ar
E encantam os
Olhares dos
Seres humanos
Os cantos dos pássaros
São como bálsamos
Que acalenta o espírito
E suaviza e tranquila
A essência intrínseca
Da alma
A sociedade atual gasta fortunas tentando camuflar a idade no espelho. Mas a verdadeira sabedoria está em entender que a carcaça muda, enquanto a funcionalidade é o que nos mantém vivos. Lindo mesmo é ver alguém na terceira idade com disposição para brincar com os netos no chão, viajar sem precisar de guias e governar a própria rotina com total clareza. A vaidade é uma corrida que a gente sempre perde para o relógio, mas a vitalidade é um investimento que paga juros diários em forma de felicidade. Troque a busca pelo corpo perfeito pela construção de uma estrutura inabalável. Valide sua história!
A obsessão por um abdômen definido aos cinquenta anos esconde a nossa maior necessidade futura: a manutenção da nossa intimidade. O tempo vai passar para todo mundo, e quando os oitenta anos chegarem, o espelho perde o sentido. O que vai importar de verdade é a sua capacidade de fechar a porta do quarto e resolver a sua vida sozinho, preservando o seu espaço íntimo e os seus segredos. Envelhecer com vigor não é um capricho estético, é um ato de autodefesa para proteger a sua individualidade. Cuide do seu templo hoje para que ele continue sendo o seu castelo protetor até o fim da vida.
É impressionante ver a galera que odeia "imposto" defendendo que as empresas mandem 100% do lucro para Brasília, só para não deixar o dinheiro ir para o teatro da cidade deles. A Lei Rouanet faz a empresa privada escolher onde investir o imposto dela, mas o cidadão prefere repetir que a lei é comunista porque o político de estimação dele mandou. Se a arte incomoda tanto a ponto de criarem fanfic todo dia, é sinal de que ela cumpre o papel de fazer pensar. Menos zap, mais livro
Cultura não é "vagabundagem", é uma das indústrias que mais gera emprego no Brasil! Quando um projeto da Lei Rouanet acontece, ele movimenta hoteis, costureiras, eletricistas, seguranças, técnicos de som e motoristas. Dados mostram que o setor movimenta bilhões e sustenta centenas de milhares de trabalhadores. Cada real investido em cultura volta multiplicado para a economia local. Atacar o incentivo à arte é atacar o sustento de pais e mães de família que vivem nos bastidores. Apoiar a cultura é defender o trabalhador brasileiro e o crescimento do país!
Esqueça a mentira de que o governo "dá dinheiro na mão de artista". Não é assim que a Lei Rouanet funciona! O governo apenas aprova o projeto. Depois, o produtor precisa bater de porta em porta nas empresas privadas para conseguir patrocínio. O dinheiro vem de empresas que escolhem destinar uma parte do seu Imposto de Renda para a cultura, em vez de mandar tudo para Brasília. Se o artista não trabalhar e o projeto não for bom, ele não capta um centavo. É incentivo privado, fiscalização rigorosa e zero dinheiro direto do caixa público. Informação liberta! Repense o que te contaram.
A Lei Rouanet é o oxigênio da cultura brasileira, gerando empregos e descentralizando a arte, mas virou alvo de uma narrativa distorcida. É irônico ver bolsonaristas repetirem o discurso cego de que ela serve apenas para "sustentar artistas ricos", ignorando que o próprio governo anterior continuou usando o mecanismo e que grandes festivais, museus e peças pelo país dependem desse incentivo. Criticar a lei apenas porque Jair Bolsonaro disse que ela era ruim demonstra uma preocupação com o controle ideológico, e não com a eficácia técnica da política pública. A verdadeira arte incomoda o autoritarismo; por isso, atacar a Rouanet tornou-se uma cortina de fumaça para tentar silenciar a identidade e o pensamento crítico do Brasil.
Dói na oposição ver o Brasil altivo. Donald Trump tentou testar nossa soberania atacando a Amazônia e pressionando nossa economia no Brics. Agora, a história se repete: Washington cancela de forma irresponsável o visto da nossa embaixadora, numa clara tentativa de interferência. Mas o presidente Lula barrou na hora os agentes americanos que vinham descredibilizar nossas urnas. O recado é claro: nossa democracia não aceita tutela. Enquanto a oposição bate continência para a bandeira dos Estados Unidos e aceita ser quintal deles, o Lula defende o nosso país com orgulho. Isso é soberania real.
Está para
existir coisa mais Chata que pessoas que não sabem ouvir
“Não”.
Porque, convenhamos, um “Não” deveria ser uma resposta completa.
Não precisa de justificativa, de debate, de insistência ou de uma segunda rodada de argumentos.
Tem gente que parece ouvir o “Não” como quem recebe um desafio.
Em vez de respeitar, tenta convencer.
Em vez de aceitar, questiona.
Em vez de compreender, insiste.
E, quando percebe que não vai conseguir o “Sim” que queria, ainda transforma a sua recusa em um problema.
Mas talvez o que incomode não seja exatamente o “Não”.
Talvez seja a incapacidade de algumas pessoas de aceitar que o outro tem limites, vontades e escolhas que não estão sob seu controle.
Aprender a ouvir “Não” também é uma forma de maturidade, sobretudo emocional.
É entender que ninguém nos deve acesso, atenção, companhia, explicações ou disponibilidade só porque desejamos isso.
É compreender que o outro pode simplesmente não querer — e isso deveria bastar.
E existe uma diferença enorme entre insistir por Carinho e insistir por Desrespeito.
A primeira pode nascer da esperança; a segunda nasce da dificuldade de aceitar que a vontade do outro também importa.
No fim, saber ouvir um “Não” é saber respeitar pessoas.
E, talvez, uma das formas mais bonitas de demonstrar consideração por alguém seja justamente não tentar transformar o seu limite em uma negociação.
Porque “Não” não é provocação.
É limite.
