Pensamentos Mais Recentes
“A vida me ensinou a nunca desistir
Nem ganhar, nem perder, mas procurar evoluir”
Charlie Brown - Dias de luta, Dias de glória
Deuses miticos da polinização da democracia atentam a soberania.
Roem os paises bebem o petróleo e a riquezas de um povo.
Fazem suas leis roem as almas e os espíritos cujo o ideal de liberdade é um jogo de futebol.
"Porque eu bem sei os planos que tenho para vós, diz o Senhor; planos de paz e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança." Jeremias 29:11.
Um hipopótamo falante.
Era uma vez, um hipopótamo falante. Eu estava passeando pela selva, numa caminhada alucinante, em busca de aventura, quando tive a necessidade de atravessar um grande rio cheio de jacarés. Era tarde do dia, e sentei-me a beira do rio para meditar em como atravessar esse rio cheio de predadores. Tive a ideia de criar uma canoa, mas estava sem materiais para isso, e resolvi atravessar nadando quando todos os jacarés dormissem. Os jacarés dormem geralmente, ao iniciar a noite, e assim sucedeu, no entanto, eu teria que ir sorrateiramente, sem fazer nenhum barulho para não acordá-los e assim o fiz. Ao entrar no rio, passei a nadar, silenciosamente, no entanto, entrei numa correnteza, e tive de nadar com mais força, quando de repente, acordaram todos os jacarés ali presentes, cerca de uns cinco jacarés que vieram em minha direção, famintos de carnes. Eu nadei mais depressa o possível para atravessar seguro, mas esses répteis gigantes, eram muito mais rápidos que eu, e se aproximaram com muita velocidade, quando observei uma boca gigantesca vindo em minha direção, pronto para devorar-me, fechei os olhos e esperei a bocada. Enquanto esperava, algo surpreendente aconteceu, um hipopótamo apareceu e tomou a frente do ataque e afastou os jacarés com grande desempenho e força. E lutou com todos eles, mostrando quem era mais forte. Após tê-los afastados, o hipopótamo aproximou-se de mim, e num impulso colocou-me em cima dele e levou-me para o outro lado do rio, para onde eu pretendia ir. Eu estava espantado, mas muito feliz por ter sido salvo, e não sabia como agradecer ao hipopótamo, que me deixou na beira do rio e com um olhar profundo, soou um grito semelhante aos humanos. Eu observei esse grunhido e percebi uma semelhança com os humanos, no entanto, não acreditava que eu entendia o que o animal expressava, e muito menos que ele falava como nós, humanos. Foi então, que novamente fitando-me, eu ouvir o hipopótamo dizer claramente, “tome cuidado nessa selva, bom amigo humano”, então caiu sobre mim, mais um espanto, conheci um hipopótamo falante, que simplesmente deixou-me ali na beira do rio e foi-se vagarosamente para onde estavam seus familiares. Eu não acreditei no que me havia ocorrido, um hipopótamo falante! Como pode tal proeza? Nada mais espantoso, o fato de ter sido salvo por um animal, até aí tudo bem, mas ouvir do bicho falar-me para tomar cuidado? Isso com certeza, foi além da normalidade. Por fim, enquanto ele se ia, indaguei em tom de espanto, “amigo hipopótamo, você entende o que eu falo?”, e o hipopótamo disse, “sim amigo humano, eu posso me comunicar com você, qual o espanto?”. Eu não sabia o que dizer, estarrecido, pedi para que ele permanecesse mais tempo comigo, para conhecermo-nos sobremaneira, e questionei o seu nome. “Você tem um nome hipopótamo?”, ao que me respondeu, “Hipopo” e em seguida, perguntou-me o meu nome, então eu lhe disse, “Human”. A partir daí, passamos a conversar. Perguntei-lhe se era o único animal falante e disse que sim. Perguntei como me salvou e ele disse que desde quando eu estava na beira do rio, estava observando-me e sabia do perigo que eu corria, e assim que entrei no rio, veio para salvar-me. Eu finalmente pude agradecê-lo como se fosse um ser humano, por que podíamos comunicarmos. “Obrigado Hipopo, por ter me salvado”, E ele disse, “não há do quê, nossos amigos jacarés, são mui famintos e qualquer presa eles devoram”. Perguntei-lhe, se já havia falado com outro ser humano como eu e ele disse que não. Perguntei-lhe como sabia que eu podia comunicar-me com ele, ele disse que não sabia, mas quando eu estava no rio, eu grunhia igual os hipopótamos, por isso, ele entendeu e ficamos felizes por isso. Então ele me convidou a passear pela selva, e conhecer um pouco mais a vida selvagem. Perguntou-me a razão de estar ali, cheio de perigos e mistérios, disse que vivia na cidade e conhecia bem, mas que preferia viver na selva longe de muito barulho. Ele compreendeu, fomos caminhar. Então ele ensinou-me muitas coisas sobre a selva, os animais mais fortes, os mais fracos, como viviam e como faziam para viver. Reclamou que uns comiam uns aos outros, uma verdadeira comilança para sobreviver, a vida na selva. Eu perguntei-lhe do que alimentavam-se os hipopotamos, e ele disse que das grandes arvores, e dos seus frutos, mas haviam muitos animais que devoram outros animais, como o leão, as hienas, jacarés etc. Estava muito triste quanto a isso e me disse para tomar muito cuidado. O Hipopótamo, a pesar dos demais animais, inclusive o leão, a águia, era o mais sábio da selva, pois tinha o poder de comunicar-se com um humano e esse humano era eu, que podia comunicar-me com ele, sendo eu, também o mais sábio dos humanos. E agora, aprenderíamos um com o outro sobre as duas formas de vida, a dos animais e a dos humanos. Eu contei para ele, das guerras, das coisas boas e ruins dos humanos, e ele me disse que além dos animais comerem uns ao outros, os humanos vinham e os capturavam e os matavam e que não gostava de humanos maus, que feriam a selva, mas que comigo, viu um bom humano. Então eu disse para ele que seria o protetor do mundo animal, juntamente com ele, por eu ter a capacidade de me comunicar com os humanos, e ele por sabe se comunicar com os animais, me protegeria na selva. Ambas a selvas precisavam de seres bons.
O homem de verdade mede sua força pela capacidade de respeitar e cultivar um único amor, pois construir um império com várias mulheres é apenas o disfarce de quem não tem estrutura para sustentar o coração de nenhuma.
Era uma vez, um jovem escritor, que decidiu trilhar um mundo de imaginação, para iluminar seus leitores.
O menino e o sonho de ir a marte.
Era uma vez, Artur e seu sonho de ir a marte. Artur vivia no interior de uma cidade chamada, Céu azul, e tinha apenas 8 anos, quando viu um documentário a respeito da constelação na tv, que despertou o seu interesse em viajar para outro planeta, a fim de viver longe de tudo e de todos. Bom, o nosso querido Arturzinho, com apenas 8 anos, enquanto assistia tv, viu muitas coisas ruins em seu planeta, e não sabia como fazer todas aquelas coisas ruins acabarem. Ele já sabia que o homem conseguiu ir a lua, e que lá, não tem vida e não era possível os seres humanos viverem, mas, que em outros plantes isso ainda não acontecera. Arturzinho, imaginou que seria possível e à Marte e estudou bastante uma maneira de viajar para lá, e depois de muitos estudos, aflito, descobriu que seria impossível ir a marte e a outros planetas, com exceção da lua, diga se de passagem, pisada pelo homem. Arturzinho, embora muito crente das possibilidades, chegara a duvidar de tal acontecimento, devido informações desencontradas na história, mas ainda tinha esperança de pôde fazê-lo indo a Marte. Sabendo que o homem foi a lua por meio de uma espaçonave, e tendo apenas 8 anos, estudou quais equipamentos e ferramentas poderia ajudá-lo a criar sua máquina para viajar. Certa noite, muito cansado, Arturzinho foi para cama descansar. Enquanto ele dormia, um ser, cuja imaginação do homem não podia imaginar, um ser afantasiado, apareceu na casa de Arturzinho e entrou pela janela, a qual Artur, sempre via por telescópio, o espaço e a Via-Láctea. Este ser inimaginável, deixou dois recipientes na mesa de Arturzinho, um de cor vermelha e outro de cor azul e saiu pela janela deixando Arturzinho dormindo. No dia seguinte, pela manhã, Artur levantou-se da cama e como num dia normal, sem ver os recipientes, foi tomar seu café, juntamente com seus pais, que logo saíram para trabalhar deixando Arturzinho na escola. Após sair da escola, Arturzinho voltou para sua casa, e fez a lição de casa na sala de estar, rapidamente para começar explorar o conhecimento humano a respeito dos mundos e planetas existentes e em como descobrir uma forma de viajar para Marte. Arturzinho deixou de ver TV em certos horários por causa das más notícias que surgiam e afligia-o demasiadamente, optando apenas pelo canal de assuntos cientifico. Arturzinho não considerava-se um cientista, apenas uma criança que entendia um pouco as coisas que aconteciam no mundo e almejava sair dessa Terra onde haviam muitas coisas ruins. Quando concluiu a sua lição de casa, subira para o quarto, e deparou-se com os dois recipientes. Estranhou os recipientes ali, questionando-se quem deixara para ele, se seus pais nada falaram a respeito. Analisando os recipientes, notou que havia uma mensagem numa folha estranha que não havia na terra. E havia nesse folheto, uma mensagem feita de imagem. Havia uma bola vermelha e seres cuja mente humana não conseguia criar, e um deles tomava algo que dizia a imagem, era o liquido que havia no recipiente vermelho e depois o recipiente azul. Arturzinho anestesiado, entendeu a mensagem e logo pegou o recipiente vermelho e bebeu. Ele ficou parado olhando pela janela, quando de repente, veio-lhe uma forte tontura e ele desabou no chão desmaiado. Aos poucos, algo começou acontecer com o corpo de Arturzinho, seu corpo tremia como de epilepsia enquanto ele gemia e espumava saliva vermelha e branca. Ele começou a tomar uma forma estranha dos seres na imagem do folheto, e que eram invisíveis aos olhos humanos, somente Arturzinho podia ver-se no espelho e os seres inimagináveis podiam vê-lo. Arturzinho, aos poucos foi despertando e quando abriu os olhos, notou que sua visão ampliara numa resolução que podia ver marte e os outros planetas, como se estivesse pisando nesses planetas. Arturzinho ficou espantado e feliz ao mesmo tempo, pois notara que havia algo de estranho acontecendo com ele. Perguntava-se, será poderes especiais? Então, Arturzinho começou a observar Marte mais de perto, com seus olhos super biônicos e ficou muito feliz, pois conseguia ver vida em Marte. Esses seres inimagináveis, eram vistos por Arturzinho, que alegrou-se muito com seu novo poder. No entanto, Arturzinho olhou novamente para o folheto que recebera do estranho, e fez o que indicara a imagem, tomou também, o líquido do recipiente azul. Após tomar o líquido do recipiente azul, novamente Arturzinho caiu desmaiado e passou-se a tarde inteira adormecido, quando despertara e logo seus pais chegaram em casa e foram falar com Arturzinho, jantaram normalmente e Arturzinho voltou para o quarto. Após trancar-se no quarto, Arturzinho começou a ouvir muitas vozes, como se estivessem milhões de pessoas falando ao mesmo tempo, e ele não entendia muito bem o que as vozes diziam, porque eram muitas ao mesmo tempo. Além de ter aguçado sua visão, os líquidos dos recipientes, também aumentaram a sua capacidade de ouvir as pessoas humanas falando a milhões de distância e ouvir também as vozes dos seres de Marte, falando em seu ouvido com uma espécie de língua diferente da humana. Ele entendia o que os seres de Marte diziam e só Arturzinho ouvia. Não bastando, outra coisa estranha acontecera a Arturzinho, nasceram algo nas pernas de Arturzinho que fazia-o voar, e uma camada de casca bem grossa envolvia-o, e ele ficou muito forte e estranho como os seres de Marte. Apenas Arturzinho, quando olhava-se no espelho e os seres de Marte, viam-o assim. Arturzinho não entendia o que estava acontecendo, espantado e feliz por suas habilidades estranhas, sentou-se na cama e tentou entender o que diziam os seres de marte à ele. Ele entendia todas as coisas faladas e começou a ficar mais tranquilo, pois passou a ouvir apenas uma voz, era do mesmo ser que deixara os recipientes no seu quarto, que dizia, - Arturzinho, somos seus amigos, ficamos sabendo que você quer vir a Marte para sair de seu mundo malvado, e decidimos ajudar-te. Mas antes, precisamos de ajuda e você pode ajudar-nos. Arturzinho atento, confirmou que ajudaria, mas queria saber no que precisavam de ajuda. Então, o ser estranho que falava com Arturzinho, disse – Arturzinho, meu nome é Benício e nós vamos te ajudar, você ainda não sabe, mas consegue voar, venha até nosso planeta e vamos mostrar-lhe no que precisamos de sua ajuda. Então Arturzinho espantado e feliz, deu um impulso e voou pela janela de seu quarto para Marte. Chegando lá, disse Benício para Arturzinho – nós te ajudamos a vir para marte, agora ajude-nos. E Arturzinho feliz, disse – Sim, obrigado, vou ajudá-los. Então Benício contou-lhe o que estava acontecendo em marte e mostrou todo o planeta para Arturzinho, que ficou espantado, porque descobriu que lá em Marte, também haviam coisas ruins acontecendo e chegou à conclusão de que o povo de Marte podia ajudar a Terra e Arturzinho podia ajudar a Marte. O que estava acontecendo em Marte, era um ser monstruoso que oprimia e tratava todos os seres viventes de lá como escravos, e maltratados, e só Arturzinho podia transformar essa realidade numa coisa boa. Isso, porque Arturzinho tinha dentro de si, um coração puro e cheio de amor, e aquele ser malvado, só poderia parar de ser malvado, se Arturzinho tocasse nele, especificamente na parte que parecia ser um dedo mindinho, onde ficava o coração do monstro malvado, porque, como eu disse anteriormente, era um ser inimaginável, e ao tocá-lo, sairia dele uma mancha verde escura, gosmenta que transformara-o de ser bom, em ser malvado. Então, naquela noite, Arturzinho foi ter com o ser que estava inclinado para o fazer mal. Nenhum dos seres de Marte, conseguia chegar perto do monstro malvado, mas Arturzinho, era invisível aos olhos do malvado. Apenas os seres bons que viam o Arturzinho, de modo que, Arturzinho foi tranquilamente aproximando-se do monstro malvado e sem problema nenhum, tocou no coração do malvado, que era no dedo mindinho. Arturzinho tocou-lhe no coração e o monstro malvado caiu de joelhos na terra de Marte e essa gosma verde escura, saiu dele e sumiu no espaço para sempre, assim, esse ser que era mau, ficou bom e pôde ver Arturzinho e ficou feliz por ser liberto. Quando isso aconteceu, todos os seres bons de Marte, alegraram-se e festejaram e sabiam que nenhum mal voltaria a assombrar a Marte. O Benício aproximou-se de Arturzinho e todos agradeceram o seu bom coração puro, por salvar a Marte. Arturzinho muito feliz pelo feito, lembrou-se da vida na Terra e perguntou ao Benício porque ele não poderia salvar a Terra, como fez em Marte. Então Benício contou-lhe que sim, que ele poderá salvar a Terra das coisas ruins que lá existem. Dessa forma, Arturzinho perguntou-lhe como e Benício disse-lhe – Ao tocar no monstro malvado, e transformá-lo em do bem, Arturzinho adquiriu mais um poder, o poder de expulsar o mal das pessoas na Terra, apenas passando por elas. Arturzinho ficou muito feliz e impressionado porque um bem que se faz, gerar mais bem ainda. Todos estavam felizes em Marte e disseram para Arturzinho que ele é sempre bem-vindo e que pode ficar em Marte sempre que quiser, pois agora, é também a sua casa. Arturzinho despediu-se dos seres de Marte e voou para a Terra de volta, a fim de salvá-la. Chegando na Terra, entrou pela janela do seu quarto, e já eram 6 horas da manhã, quando sua mãe veio ao seu quarto, para despertá-lo para ir à escola. Ele estava semelhante aos seres de Marte, mas os humanos não conseguiam ver, apenas Artur, pelo espelho e os seres de Marte. Assim que sua mãe entrou no quarto, algo acontecera-lha, como todos os seres da Terra, com exceção de Arturzinho, e outras crianças e algumas poucas pessoas, embora não fossem completamente maus, tinham dentro de si, outra espécie de mancha, que não era tão forte em algumas pessoas, e em outras, era muito, muito forte, por isso que a Terra estava ruim, a ponto de fazer Arturzinho quere ir para outro planeta. Como Arturzinho tinha um novo poder, não precisava fazer nada, apenas passar perto das pessoas, e essa mancha estranha, saía das pessoas pra sempre. Outra coisa boa, era que a cada pessoa que Arturzinho passava perto, era transformada e purificada da mancha e assim, quem passava perto das pessoas purificadas, iam sendo purificadas também, purificando todas as outras pessoas na Terra. Por conseguinte, a mãe e o pai de Arturzinho foram purificados, e dessa maneira, conseguiram ver o bom coração de Arturzinho, que agora estava no dedo mindinho e a sua forma estranha e inimaginável dos seres de Marte. Eles se assustaram, mas depois que Arturzinho explicou, eles ficaram felizes, e também foram transformados como os seres de Marte. Arturzinho foi para a escola e transformou todos que passavam por ele e todos na escola, purificando a quem precisava e todos ficaram iguais aos seres de Marte. E os pais de Arturzinho, também foram para o trabalho e no caminho todas as pessoas transformaram-se iguaizinhos aos seres de Marte. E todos quantos purificados foram, uns pelos outros, purificados ficaram todos da Terra, semelhantes a todos os seres de Marte e viveram felizes para sempre.
O Dízimo é a décima parte do teu salário e tem que ser separado antes de gastar 0,01 centavos, só que os Apóstolos não falavam de Dízimo, mas sim de ofertas e coletas que eram o que a pessoa poderia dar. O Dízimo é uma oferta à Deus e isso você pode escolher onde.
"Deus me tirou totalmente a audição, mais em troca me agraciou com o dom maravilhoso de enxergar as cores para criar, realçar, transformar e estabelecer o ambiente da pintura."
Militão dos Santos.
"O debatedor procura convencer. O polemista procura refutar. O teólogo procura compreender, organizar e ensinar a verdade com fidelidade. Quando a busca por vencer se torna maior do que a busca pela verdade, a teologia perde sua razão de existir."
"Há uma diferença entre o apologista, o debatedor e o teólogo. Embora suas funções possam se cruzar, seus propósitos nem sempre são os mesmos. O debatedor busca convencer. O polemista busca refutar. O teólogo busca compreender, organizar, ensinar e transmitir a verdade da forma mais fiel possível."
"A falsidade dos outros não diminui o meu passo, apenas calibra o meu filtro; o teatro dos fracos desaba sozinho quando percebe que a minha verdade é pesada demais para quem só sabe carregar aparências."
Errar é humano, mas devemos aprender com nossos erros e evitar repeti-los. Não podemos nos dar ao luxo de cometer os mesmos erros repetidamente.
Não tinha nada pra fazer e me peguei pensando em nós
Buscando na memória o eco da sua voz
Lembrei do primeiro dia em que eu te vi
E de tudo o que vivemos pra chegar até aqui.
Eu juro, nunca imaginei que a gente ia tão longe assim
Que o tempo ia passar e você ainda estaria em mim
Mas olha só pra nós dois, contra o mundo e o que for
Construindo a nossa história, degrau por degrau, no amor.
Eu sei que a gente nunca vai ser perfeito
Que o caminho tem espinhos e o mundo tem seu jeito
Teremos dias difíceis, obstáculos pra superar
Mas se eu tiver a sua mão, eu sei onde caminhar.
Não busco a perfeição que os outros costumam ver
Pois o que me basta nessa vida eu já tenho em você.
Eu amo aquelas suas birras e o dengo que você faz
Até o seu silêncio, que às vezes me tira a paz
Mas quando olho nos seus olhos, vejo a magia brilhar
O capricho em cada gesto, o dom de me acalmar.
Seu sorriso me desarma, seu abraço é meu abrigo
Tudo em você me desafia a querer ser melhor contigo
Não pra alcançar o impossível ou um ideal qualquer
Mas pra te ver feliz no dia a dia, sendo quem você é.
Eu sei que a gente nunca vai ser perfeito
Que o caminho tem espinhos e o mundo tem seu jeito
Teremos dias difíceis, obstáculos pra superar
Mas se eu tiver a sua mão, eu sei onde caminhar.
Não busco a perfeição que os outros costumam ver
Pois o que me basta nessa vida eu já tenho em você.
Cada detalhe seu me transforma e me guia
Nessa nossa doce e real rotina.
Obrigado, meu amor, por me escolher
Obrigado por fazer parte da minha vida e me fazer crescer.
Olha nós dois aqui...
Exatamente onde a gente deveria estar.
Errar é humano, porém devemos aprender com esses erros e não repeti-los e não devemos nos dar ao luxo de errar com esses mesmos erros.
Quem alcança a inteligência percebe que toda manipulação precisa de uma coisa para sobreviver: pessoas que não fazem perguntas.
"Justiça é garantir que todos recebam o que é necessário. E a única maneira de ter o que é necessário é você mesmo fazer acontecer" livro: A PIRÂMIDE VERMELHA, pagina 136, paragrafo 3.
Gratidão Maio
pelos encantos, parabenizações reencontros, inícios, fins, estratégias, simuladores, orientações, invenções, imaginações, ações, acréscimos...
Nem tudo é perda
sempre há aprendizados!
"As lágrimas são como a chuva sobre a terra cansada: depois delas, algo invisível começa a florescer."
