Pensamentos Mais Recentes
Não podemos ter medo de buscar a verdade. Às vezes, a gente não quer enxergá-la por convicção, para não ferir o próprio orgulho ou para não se decepcionar. É aí que nasce e se enraíza a burrice.
Na décima despedida, não chorei mais como na primeira. A dor não diminuiu. Eu é que aprendi a carregá-la.
A menina do Pátio
Eu era apenas um menino pequeno,
Com um sentimento
que não sabia explicar,
Ela passava e, sem dizer nada,
Fazia meu coração disparar.
Até que um dia, entre risos e brinquedos,
Meu amigo disse:
“Olha quem vem lá”,
E naquele instante,
sem pensar no medo,
Meu coração decidiu se declarar.
Fiquei na ponta dos pés, tão baixinho,
E roubei um beijo antes de pensar,
Depois corri, levando meu amigo,
Como quem tinha medo de se apaixonar.
Fui brincar,
esperando vê-la novamente,
Mas ela não apareceu para me encontrar,
E quando a vida nos colocou frente a frente, Aquele pequeno amor voltou a despertar.
" A HISTÓRIA DA UVA E DA RAPOSA: ELA PODE ILUSTRAR UMA SITUAÇÃO QUE VOCÊ ESTEJA SOFRENDO E PARA CESSAR É NECESSÁRIO RESCINDIR; PODE SER NO.CASAMENTO, NAMORO, NO TRABALHO ETC.
" A RAPOSA BICHO MUITO ESPERTO, PASSANDO EMBAIXO DE UMA PARREIRA DE UVA, OLHOU PARA CIMA E AVISTOU MUITOS CACHOS DE UVAS AO PONTO DE DEGUSTA-LAS ( A FRUTA QUE ELA MAIS GOSTA), DEU O 1° PULO PARA APANHAR E NÃO CONSEGUIU, 2°, 3°, 4°, NO 10° JÁ CANSADA OLHOU PRA CIMA E DISSE: NÃO VALE A PENA ESTÃO VERDES. DISSISTIU E SEGUIU O SEU CAMINHO".
MUITAS VEZES TEMOS QUE INVENTAR UMA DESCULPA E IR EMBORA (LARGAR O SOFRIMENTO). Ademar de Borba
QUEM CAMINHA NA TEMPESTADE NÃO TEM MEDO DE CHUVA
Não preciso de uma multidão ao meu lado, apenas de quem soma de verdade.
As batalhas mais difíceis da vida eu enfrentei em silêncio e sozinho. Foi ali que percebi: a opinião dos outros não define quem eu sou.
Parar nunca foi uma opção para mim. Quanto mais forte o vento sopra contra, mais firme eu fico de pé. O destino até tenta me testar, mas ele esquece que quem aprendeu a caminhar na tempestade não se assusta com pouca chuva.
Quem está comigo tem meu respeito. Quem se foi, virou aprendizado. A minha força vem de dentro, e enquanto a minha consciência estiver em paz, o barulho do mundo lá fora não me afeta.
Não faço a mais vaga ideia de onde surgiu a romantização da Desculpa e do Perdão.
E, sim, nessa ordem!
Na Bíblia, não foi!?!
Lá não se romantiza absolutamente quase nada, embora haja — aos borbotões — os que insistem em fazê-lo.
Desculpa e Perdão, embora tão caprichosamente confundidos, diferem um do outro pela razoabilidade e profundidade.
O primeiro, muitas vezes, tenta se legitimar na justificativa, enquanto o segundo se alicerça no reconhecimento da culpa e no arrependimento.
O primeiro alimenta a falsa ideia da amenização dos conflitos; o segundo requer o real desprendimento da podridão do lixo da alma.
Ambos coexistem e muito caprichosamente se confundem!
Nem todos que pedem desculpa pedem perdão, e nem todos que desculpam, de fato, perdoam.
Quer seja por opção ou conveniência, a moda do momento é ofender, já com o pedido de desculpas ao alcance das mãos.
É um olho no pecado e o outro no perdão!
Num dia, fala-se um monte de asneiras; noutro, diz-se mal interpretado…
Num dia, agride; noutro, pede desculpas.
Tomara que dois tapas na cara e um soco no estômago não virem moda.
O POETA APAIXONADO
O POETA ESTAVA APAIXONADO
E A POESIA DELE
REFLETIA ISSO.
E DIZIA
TE AMO.
POR TODOS
OS MEUS CAMINHOS.
Certamente
o Papa Leão XIV não é o que todos queriam, mas pode ser o que a Igreja precisava.
Uma parcela assustadora de pessoas que se rotulam cristãs, em vez de se adequarem à igreja, insiste em querer adequá-la a elas.
São os seletivos defensores da liberdade de expressão e religiosa, pois só defendem a liberdade dos que pensam, endossam ou replicam o que eles pensam.
Querem um Papa, mas que atenda aos seus caprichos, não ao propósito da igreja.
Se rotulam conservadores, quando, na verdade, não passam de intolerantes.
Já era esperado que o produto mais extremista da polarização assim reagisse…
Não à toa rascunharam e ensaiaram narrativas e teorias conspiratórias.
Na primeira oportunidade, acusarão a igreja de racismo por não escolher o tão desejado e favorito cardeal conservador negro…
Depois tumultuarão o Vaticano…
Tentarão desacreditar a chaminé da Capela Sistina…
Irão para as portas das paróquias, santuários e basílicas pedir revisão da fumaça, código-fonte e voto impresso…
Vão orar para castiçais…
Depois vão depredar a Basílica de São Pedro.
Sem se esquecerem de passar batom no Sacrário…
Feito isso, criarão narrativas para pedir indulgências plenárias para os supostos inocentes, a pretexto velado de salvarem a própria pele.
E por aí vai…
E viva o “conservadorismo”!
Orar pode ser, paradoxalmente, a maior demonstração de falta de fé! Se os planos divinos são perfeitos, pedir que deus os altere é admitir que não confiamos neles.
Que você sempre tenha essa certeza, que eu pertenço a um único lugar e esse lugar é no seu coração.
_ Enzo Ruchell _
REVISTA ESPÍRITA
— Jornal de Estudos Psicológicos, MAIO DE 1859.
Marcelo Caetano Monteiro.
“MÚSICA DE ALÉM-TÚMULO.
EVOCAÇÃO DE:
— Mozart; Chopin”.
MOZART.
1. ─ Sabeis, sem dúvida, o motivo por que vos chamamos.
─ Vosso chamado me é agradável.
2. ─ Reconheceis como ditado por vós o trecho que acabamos de ouvir?
─ Sim. Muito bem. Eu o reconheço perfeitamente. O médium que me serviu de intérprete é um amigo que não me traiu.
3. ─ Qual dos dois trechos preferis?
─ O segundo, sem termo de comparação.
4. ─ Por quê?
─ A doçura e o encanto são nele mais vivos e mais ternos.
5. ─ A música do mundo que habitais pode comparar-se à nossa?
─ Teríeis dificuldades de compreender. Temos sentidos que ainda não possuís.
6. ─ Disseram-nos que no vosso mundo há uma harmonia natural, universal, que não conhecemos aqui em baixo.
─ É verdade. Aí na Terra fazeis a música; aqui, toda a Natureza emite sons melodiosos.
7. ─ Poderíeis tocar piano?
─ Sem dúvida que sim. Mas não o quero. Seria inútil.
8. ─ Seria, entretanto, poderoso motivo de convicção.
─ Não estais convencidos?
9. ─ Que pensais da recente publicação de vossas cartas?
─ Avivaram muito a minha lembrança.
10. ─ Vossa lembrança está na memória de todos. Poderíeis precisar o efeito que essas cartas produziram na opinião pública?
─ Sim. Elas me fizeram mais amado e as criaturas se apegaram muito mais a mim, como homem, do que antes.
11. ─ Desejamos interrogar Chopin. Será possível?
─ Sim. Ele é mais triste e mais sombrio do que eu.
CHOPIN.
12. (Após a evocação.) ─ Poderíeis dizer-nos em que situação estais como Espírito?
─ Ainda errante.
13. ─ Lamentais a vida terrena?
─ Eu não sou infeliz.
14. ─ Sois mais feliz do que antes?
─ Sim, um pouco.
15. ─ Dizeis um pouco, o que quer dizer que não há grande diferença. Que é o que vos falta para o serdes mais?
─ Eu digo um pouco em relação àquilo que eu poderia ter sido, porque com a minha inteligência eu poderia ter avançado mais do que avancei.
16. ─ Esperais alcançar um dia a felicidade que vos falta atualmente?
─ Certamente que ela virá, mas serão necessárias novas provas.
17. ─ Mozart disse que sois sombrio e triste. Por que isto?
─ Mozart disse a verdade. Entristeço-me porque não cumpri a contento um compromisso assumido e não tenho coragem de recomeçar.
18. ─ Como considerais as vossas obras musicais?
─ Eu as prezo muito. Mas entre nós fazemo-las melhores, sobretudo as executamos melhor. Dispomos de mais recursos.
19. ─ Quem são, pois, os vossos executantes?
─ Temos às nossas ordens legiões de executantes, que tocam as nossas composições com mil vezes mais arte do que qualquer um dos vossos. São músicos completos. O instrumento de que se servem é a própria garganta, por assim dizer, e são auxiliados por instrumentos semelhantes a órgãos, de uma precisão e de uma sonoridade que acredito não possais compreender.
20. ─ Sois de fato errante?
─ Sim. Isto é, não pertenço a nenhum planeta exclusivamente.
21. ─ E os vossos executantes? São, também, errantes?
─ Errantes como eu.
22. (A Mozart) Teríeis a bondade de explicar o que acaba de dizer Chopin? Não compreendemos essa execução por Espíritos errantes.
─ Compreendo o vosso espanto. Entretanto, já vos dissemos que há mundos particularmente destinados aos seres errantes, mundos que eles podem habitar temporariamente, espécies de bivaques, de campos de repouso para esses Espíritos fatigados por uma longa erraticidade, estado que é sempre um pouco penoso.
23. (A Chopin) Reconheceis aqui um de vossos alunos?
─ Sim. Parece.
24. ─ Teríeis a bondade de assistir à execução de um trecho de vossa composição?
─ Isto me daria muito prazer, sobretudo quando executado por uma pessoa que guardou de mim uma grata recordação. Que ela receba os meus agradecimentos.
25. ─ Quereis dar a vossa opinião sobre a música de Mozart?
─ Gosto muito. Considero Mozart meu mestre.
26. ─ Partilhais de sua opinião sobre a música de hoje?
─ Mozart disse que a música era melhor compreendida em seu tempo do que hoje. Isto é verdade. Objetarei, entretanto, que ainda existem verdadeiros artistas.
Fonte primária.
ALLAN KARDEC. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos, maio de 1859. “Música de além-túmulo — Mozart; Chopin”. O índice da edição de maio de 1859 registra separadamente as duas evocações, “Mozart” e “Chopin”.
Esse documento é particularmente importante para o nosso estudo porque Kardec faz uma ponte direta entre a situação de Chopin como Espírito errante e a existência dos “mundos particularmente destinados aos seres errantes”, assunto que ele desenvolve imediatamente depois em “Mundos intermediários ou transitórios”.
“Escolha seu Mestre do Reiki com sabedoria: seus exemplos e suas atitudes também influenciam sua caminhada.”
