Pensamentos Mais Recentes
Deepfakes.
A inércia da ignorância faz crescer a inteligência artificial.
Somos reféns?
dos novos atos insanos das fakes news.
Nos transforma em seres animados com fantasias...
Somos manioulados?
Somos rotulado?
A diferença que contornos dos áudios e gravações e engano cometido.
Ate amanhã será tarde?
Sombras da liberdade ou uma prisão de interesses.
A neocolonialismo e a neopolitica nos corrompe roendo pouco a pouco, cada um de nós.. *sendo america forte e livre*.
As linhas que conduz a chamada direita coloca fogo na constituição.
Atravessar fronteira ate Atravessar a adversidade da mente e o espírito daqueles que ousam pensar.
Nem toda queda é ruptura ,
algumas são sementes
sendo empurradas para dentro da terra.
O que parece fim
pode ser só o começo invisível.
Há decisões que não nascem da lógica
nascem de um chamado.
E a ousadia é reconhecer
que a alma já chegou
antes mesmo do corpo partir.
Coragem é esse fogo silencioso
que continua aceso
mesmo quando o vento sopra contra.
Não é ausência de medo ,
é permanência.
A fé não encurta o caminho ,
ela sustenta os pés quando o chão desaparece.
E, quando Deus respira sobre o impossível,
até o oceano aprende a se abrir.
Existe uma diferença entre lutar por algo e lutar contra algo. E permanecer em certas situações é exatamente isso: lutar contra o que já não encaixa mais.
A ausência de resposta imediata também te ensina a não depender de confirmação o tempo todo. Porque, se toda decisão precisasse de um sinal claro, você nunca desenvolveria discernimento. Em algum momento, você precisa caminhar com o que já sabe, com o que já entendeu, mesmo que não tenha uma nova validação.
A pior carência não é a de amor, mas a de Deus. É um abismo que cega e consome. A ironia é que, enquanto buscamos essa cura, esbarramos em religiões que se preocupam mais com o julgamento do que com o acolhimento. A verdadeira carência é espiritual, mas as estruturas religiosas frequentemente vendem ilusões que nos mantêm no fundo do poço, distantes da essência. Sem essa luz autêntica, a alma segue perdida, buscando no mundo um preenchimento que nenhum sistema humano pode dar.
Somos clandestinos no nosso próprio país.
Viveremos numa democracia ou numa caverna escuro aonde somos manipulados por sombras.
A degradação político e desequilíbrio da fakes news.
Somos bonecos com cordas onde pre candidatos puxam as cordas.
O céu vestido de aquarela
do Médio Vale do Itajaí,
O Pico do Montanhão
com todo o amor beija,
Com poesia o coração
tamanha beleza corteja.
Profundo resistir
Na fronteiras de segredos a obsessão e o teor que se dispersa na profundidade dos sentimentos.
Tão puro o cranio vazio em outras vidas foste a vida que morreu...
Dentro do retrocesso da desavenças sois o amargo temor da morte.
Deste mundo para viver no último suspiro se deu por vencido aceitou o destino.
Tão vivo seu sentimento morto e tão vivo em meus pensamentos...
Fragmentos fragis da lembrança da sua face...
Atos insanos medonhos serão frutos das almas perdida em pensamentos.
Por Celso Roberto Nadilo
Flores de inverno
A FÉ QUE SE HUMILHA E VENCE O SILÊNCIO DIVINO.
Evangelho de Mateus 15:21-28.
( Jesus dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom.
²² E eis que uma mulher cananeia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada.
²³ Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando a ele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós.
²⁴ E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
²⁵ Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!
²⁶ Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos.
²⁷ E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores.
²⁸ Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã.
Mateus 15:21-28. )
A narrativa da mulher cananeia constitui um dos mais densos episódios pedagógicos do Evangelho, no qual se entrelaçam dimensões históricas, psicológicas e espirituais com rigor singular. Não se trata apenas de uma cura, mas de uma demonstração metódica da dinâmica da fé viva, daquela que não se curva à aparência do abandono nem se dissolve diante da resistência.
Desde o primeiro movimento da cena, percebe-se uma tensão espiritual profunda. A mulher, estrangeira, oriunda de um contexto politeísta, aproxima-se daquele que representa a síntese do monoteísmo moral elevado. Há aqui um choque de estruturas culturais e religiosas. Contudo, o que a distingue não é a origem, mas a disposição interior. Sua invocação não é meramente formal. Ao dizer “Senhor, Filho de Davi”, ela reconhece uma autoridade espiritual que ultrapassa as barreiras étnicas e teológicas. Psicologicamente, este é o primeiro marco da fé autêntica. Reconhecer antes de compreender plenamente.
O silêncio inicial de Jesus não deve ser interpretado como indiferença, mas como estratégia pedagógica. O silêncio, neste contexto, opera como instrumento de revelação. Ele expõe a natureza da súplica. Quantos, diante da ausência de resposta imediata, desistem. Aqui, revela-se um princípio psicológico fundamental. A fé superficial depende de confirmação. A fé profunda persiste mesmo sem retorno sensível.
Os discípulos, ao sugerirem que a mulher fosse afastada, representam a mentalidade coletiva ainda condicionada pelo exclusivismo e pelo orgulho. Este ponto é crucial. O episódio não educa apenas a mulher, mas também os que cercam o Mestre. A pedagogia espiritual não é linear. Ela atinge múltiplos níveis simultaneamente.
Quando Jesus afirma ter sido enviado às ovelhas perdidas de Israel, estabelece uma ordem de prioridade histórica, não uma limitação ontológica da mensagem. Trata-se de um princípio organizacional da revelação. Primeiro semeia-se onde o terreno possui alguma preparação. Depois, expande-se universalmente. Sob a ótica da filosofia espírita, isso se harmoniza com a ideia de progressividade da verdade, conforme o grau de maturidade moral das coletividades.
O momento mais emblemático surge na metáfora do pão e dos “cachorrinhos”. À primeira vista, a expressão parece dura. Contudo, sua análise exige compreensão do contexto linguístico e simbólico. Não se trata de desprezo, mas de uma representação da diferença de estágio espiritual entre os grupos. Ainda assim, a resposta da mulher transcende qualquer leitura literal. Sua réplica não é de revolta, mas de inteligência moral aliada à humildade. Ela não contesta a ordem estabelecida. Ela se insere nela. E é exatamente nesse ponto que se dá a inflexão decisiva.
Psicologicamente, a mulher demonstra o domínio de si mesma diante da adversidade simbólica. Não há ego ferido, não há ressentimento. Há lucidez e adaptação. Ela compreende que mesmo uma fração da graça divina é suficiente para operar transformação. Este é um dos mais elevados níveis de consciência espiritual. A valorização do mínimo como expressão do infinito.
O desfecho, quando Jesus declara “grande é a tua fé”, não é um elogio casual. É uma validação de um processo interior completo. A cura da filha ocorre como consequência natural dessa elevação vibracional. Sob a perspectiva espírita, pode-se compreender a enfermidade como um estado de influência espiritual desarmônica, cuja dissolução exige não apenas intervenção externa, mas ressonância interior adequada. A fé da mãe atua como força intercessória real.
A questão 354 de “O Consolador” aprofunda esse entendimento ao afirmar que a fé deve operar continuamente, ampliando-se através da dor, do dever e da responsabilidade. Não é um estado estático. É um movimento. E a mulher cananeia encarna exatamente essa dinâmica. Sua dor não a paralisa. Ela a impulsiona.
Outro aspecto de alta relevância reside na dimensão moral do episódio. A humildade aqui não é submissão passiva, mas consciência da própria posição diante da verdade. Ela não diminui o ser. Ela o ajusta. E ao ajustar-se, o ser torna-se apto a receber.
Há ainda uma leitura sociológica implícita. A mulher representa os gentios, ou seja, toda a humanidade fora do núcleo inicial da revelação. Sua vitória antecipa a universalização do Evangelho. Posteriormente, figuras como Paulo de Tarso desempenhariam esse papel de expansão, levando a mensagem além das fronteiras israelitas.
Do ponto de vista introspectivo, este episódio convida a uma análise rigorosa da própria fé. Ela resiste ao silêncio. Ela persevera diante da recusa. Ela se adapta sem perder a essência. Ou ela depende de circunstâncias favoráveis para existir.
A mulher cananeia ensina que a verdadeira fé não exige privilégios, não reivindica posições, não se ofende com provas. Ela compreende, espera, insiste e, sobretudo, transforma-se no processo.
Em termos motivacionais, a lição é direta. Nenhuma condição externa define o acesso ao auxílio divino. O que determina é a qualidade da disposição interior. A dor pode ser o ponto de partida, mas a perseverança é o caminho, e a humildade é a chave.
A síntese moral do episódio converge com o princípio apresentado em “O Livro dos Espíritos”, questão 888-a. “Amai-vos uns aos outros”. A fé, quando autêntica, não se isola da lei do amor. Ela a manifesta.
Assim, a mulher cananeia não é apenas uma personagem histórica. Ela é um arquétipo da alma que, mesmo à margem, encontra no próprio íntimo a força para acessar o divino.
E é nesse movimento silencioso, insistente e lúcido que se revela a mais alta verdade. A fé que não recua diante da prova é aquela que, inevitavelmente, alcança aquilo que busca
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
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Meu espírito animal
Tão livre no livre-arbítrio...
Ossos da imensidão...
Tanto glorifico as aspirais espirituais...
No arco das almas o caminho sempre dourado ate por do sol...
Brilho dos trovões no apse dos ventos.
Arde anil desejo que brota no vasto vazio...
Antro de sentimentos observamos o mundo abraçamos o silêncio.
O grito da morte em lábios frios no glamour de outras autoras reluzente transcende nossos sonhos.
A saúde é uma orquestra que equilibra de forma holística o nosso bem-estar físico e mental. Este é um ato sagrado que requer disciplina diária. 🤝🏻🕊
Tem tantos peixes bons por aí, assim como existem também milhares de pescadores maus.
Então, quando fores lançar uma vara de pesca ao rio ou ao mar, esteja ciente do tipo de peixe que queres apanhar.
Há peixes bonitos que sabem muito mal, mas são óptimos para manter no aquário. Há outros, entretanto, feios, mas que sabem tão bem, ainda mais com caril de amendoim.
Temos também os peixes muito inteligentes: são os mais interessantes, bastante complexos, difíceis de apanhar, um verdadeiro tormento para pescadores inexperientes e sem propósito.
Marcelo Ossumane
A FÉ QUE TRANSCENDE FRONTEIRAS E DESVELA A CONSCIÊNCIA HUMANA.
A narrativa da mulher cananeia, preservada no Evangelho segundo Evangelho de Mateus capítulo 15 versículos 21 a 28, constitui um dos episódios mais densos sob o prisma histórico, antropológico e moral da tradição cristã primitiva. Não se trata de um simples relato de cura, mas de uma cena pedagógica de extraordinária profundidade, na qual se entrelaçam tensões culturais, estruturas sociais e arquétipos psicológicos que ainda reverberam na consciência contemporânea.
Do ponto de vista histórico, o episódio ocorre nas regiões de Tiro e Sidom, territórios pertencentes à antiga Fenícia, fora do eixo religioso judaico. Ali habitavam povos de tradição politeísta, com forte vocação comercial e marcada heterogeneidade cultural. Em contraste, Israel sustentava uma identidade monoteísta rigorosa, consolidada pela Lei mosaica, que não apenas organizava a vida religiosa, mas também delimitava fronteiras sociais e simbólicas. O estrangeiro, sobretudo o cananeu, era visto como pertencente a uma alteridade inferiorizada, frequentemente associada à impureza e à idolatria.
Sob a lente antropológica, essa distinção revela um mecanismo clássico de construção identitária. O povo hebreu, ao afirmar sua eleição divina, estruturava-se mediante a exclusão do outro. A mulher cananeia, portanto, não é apenas uma personagem, mas a encarnação do estrangeiro marginalizado, daquele que, embora fora da tradição oficial, busca integrar-se ao sagrado. Sua aproximação de Jesus rompe com as convenções sociais de pureza e pertencimento, evidenciando uma transgressão simbólica de grande magnitude.
No campo sociológico, o diálogo entre Jesus e a mulher expõe uma pedagogia deliberada. A aparente recusa inicial, ao afirmar que fora enviado às ovelhas perdidas de Israel, não deve ser interpretada como exclusão definitiva, mas como um reflexo da ordem histórica da revelação. O Evangelho, inicialmente circunscrito ao povo judeu, destinava-se, em seu desdobramento, à universalidade humana. A resposta incisiva sobre o pão dos filhos e os cachorrinhos reproduz, de forma didática, o preconceito vigente, trazendo-o à superfície para ser desmantelado pela própria força da fé da mulher.
Psicologicamente, o episódio revela um arquétipo de perseverança que transcende a humilhação. A mulher não se rebela, não se vitimiza, não se retrai. Ela elabora uma resposta que transforma a metáfora depreciativa em argumento de acesso. Ao afirmar que até os cachorrinhos comem das migalhas, ela demonstra uma inteligência emocional elevada, aliada a uma fé inquebrantável. Trata-se de uma consciência que, mesmo submetida à rejeição aparente, não abdica de sua confiança no bem.
Nesse ponto, emerge um dos ensinamentos mais profundos da tradição espiritual: a fé não como crença passiva, mas como força ativa de transformação. Conforme exposto em O Consolador questão 354, a fé autêntica não estagna, antes se expande pelo esforço, pela dor e pelo dever. A mulher cananeia personifica essa dinâmica, elevando-se acima das barreiras culturais e psicológicas que poderiam detê-la.
As consequências morais desse episódio atravessaram os séculos. No contexto antigo, ele já anunciava a superação do exclusivismo religioso e a abertura universal do ensinamento de Jesus. Nos dias atuais, sua relevância se manifesta na crítica às formas contemporâneas de segregação, sejam elas culturais, sociais ou ideológicas. A lição permanece inequívoca: o valor espiritual não se mede pela origem, mas pela qualidade íntima do ser.
À luz da O Evangelho Segundo o Espiritismo capítulo XIX, compreende-se que a fé raciocinada é aquela que enfrenta a razão face a face e a vence. A mulher cananeia não apenas crê, ela compreende intuitivamente a justiça divina e se posiciona diante dela com humildade ativa. Em O Livro dos Espíritos questão 888-a, afirma-se que a caridade é a lei suprema. E é precisamente essa lei que se revela no desfecho do episódio, quando a cura ocorre como consequência natural da sintonia moral estabelecida.
Diante da figura de Jesus, o que nos cabe fazer não é apenas admirar, mas assimilar. A postura exigida não é a da contemplação estéril, mas a da transformação interior. Cabe-nos superar o orgulho que separa, cultivar a humildade que aproxima, e desenvolver uma fé que não se abala diante das negativas aparentes da vida. Cada dificuldade, cada silêncio, cada espera, pode ser compreendido como um convite à maturidade espiritual.
A mulher cananeia permanece como símbolo perene da alma humana que, mesmo situada à margem, ousa aproximar-se da luz. E é precisamente nessa ousadia reverente que se inaugura o verdadeiro caminho de elevação moral, onde não há fronteiras que resistam à força serena de uma consciência desperta.
"Referências"
Evangelho segundo Mateus capítulo 15 versículos 21 a 28.
O Evangelho Segundo o Espiritismo capítulo XIX item 2.
O Livro dos Espíritos questão 888-a.
O Consolador questão 354.
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Dizem que sou fechada, mas a verdade é que sou um livro escrito em uma língua que só quem tem alma atenta consegue ler. Conhecer a si mesmo é ganhar o mundo, mesmo que você escolha ficar em silêncio no seu próprio canto.
SerLucia Reflexoes
Poetisa do Médio Vale do Itajaí
Na mente o segredo da existência
sem excusa e com emergência
de escrever o cotidiano com versos
e cores do Médio Vale do Itajaí,
Que continuam inabaláveis
desde o primeiro dia que vi
com os olhos do meu coração.
O espelhamento é incontestável,
qualquer pretexto vira assunto,
e acaba virando poema no curso
do Rio Itajaí-Açu e os afluentes,
E sobretudo para falar das belezas
e de tudo o que move as gentes.
Para tentar a sorte de tocar-te
do jeito mais profundo e amável,
para quem sabe os teus olhos
se voltarem da maneira mais admirável,
E comigo se encontrar noite e dia,
entre as auroras e o Hemisfério Austral
com direito do melhor da minha poesia.
