Pensamentos Mais Recentes

A técnica condiciona a cibercultura e amplia as possibilidades de interações sociais, embora nem todas sejam aproveitadas.


(Zuin; Redin, 2026, p. 5)

A Ater Digital deve ser um mecanismo de apoio que diminua a fome e a pobreza nos territórios rurais, proporcionando sistemas produtivos socialmente justos e ambientalmente sustentáveis.


(Zuin; Redin, 2026, p. 8)

Nenhuma tecnologia, seja autônoma ou não, em sua completude, será capaz de atuar sem a intervenção do trabalho do extensionista no campo.


(Zuin; Redin, 2026, p. 69)

O extensionista, nesse momento, possui o papel de curadoria, validação e contextualização das informações [...].


(Zuin; Redin, 2026, p. 121)

O extensionista, nesse novo contexto, é um mediador crítico que auxilia as famílias rurais a interpretar as informações e considerar aptas ou não para a realidade dos territórios que vivem.


(Zuin; Redin, 2026, p. 119)

O barco


 O barco segue lentamente em mar calmo apoiado apenas pela iluminação das estrelas,
Os ventos começam a soprar mais forte, a lua ascende, a maré empurra,
O mar reflete o céu iluminado, e a sensação neste momento é de estar dentro de uma galáxia aonde possa ser permitido tocar as estrelas,
Onda após onda, o barco foi navegando no decorrer da madrugada, até que sofreu um impacto, pois havia batido em um possível barranco, talvez numa ilha no meio do oceano ou quem sabe não seja um continente, pela manhã a resposta será precisa.

É necessário avaliar criticamente toda experiência compartilhada em ambiente digital, como o conteúdo de um vídeo técnico publicado em rede social. Esse é o novo papel do extensionista rural no enfoque da Ater Digital.


(Zuin; Redin, 2026, p. 61-62)

Na Ater Digital, o extensionista assume o seu papel como educador nas atividades de transferência e compartilhamento de novas tecnologias em territórios rurais.


(Zuin; Redin, 2026, p. 92)

Neste novo contexto comunicacional das TDIC, o extensionista rural não é mais a principal fonte de informação sobre tecnologias para os seus sistemas produtivos.


(Zuin; Redin, 2026, p. 16)

Nesses encontros, pesquisadores e extensionistas ensinarão e também aprenderão.


(Zuin; Redin, 2026, p. 4)

Noite de domingo


Era noite de domingo,
no meio do jardim,
vi seus lábios sorrindo
e seus olhos olhando pra mim...


Tentei sair,
lutei pra fugir,
confesso que evitei,
mas me apaixonei...


Agora te observo em nossa cama,
feito um anjo dormindo,
me vem na lembrança,
aquela noite de domingo!

A primeira premissa é que todo técnico que atua nas atividades de assistência técnica e extensão rural é um educador.


(Zuin; Redin, 2026, p. 4)

Seu patrão não vota por você.
Seu político não paga suas contas.
É você quem sente as consequências!

Se você encontra o amor ideal e tenta transformá-lo no único juiz do que há de bom e de mau em você, transformá-lo em medida de suas realizações, você se torna simplesmente o reflexo da outra pessoa.


(Ernest Becker)

O homem não pode viver fechado em si mesmo e para si mesmo. Deve projetar para fora o significado e a razão de sua vida, e até mesmo a culpa por ela. Nós não criamos a nós mesmos, mas temos de aguentar viver conosco.


(Ernest Becker)

O sádico não cria o masoquista; já o encontra pronto.


(Ernest Becker)

Futebol e política são territórios com mais semelhanças do que se possa imaginar. São paixões que mobilizam multidões, disputam glória e poder e que envolvem narrativas de comunidade e pertença. E tanto o futebol como a política vivem de figuras marcantes e de lideranças.


(Mafalda Anjos)

“A irresponsabilidade afetiva é a covardia de quem desperta sentimentos que não pretende cuidar, cria promessas que não pretende cumprir e abandona destroços emocionais como se nunca tivesse participado do naufrágio.”

“O ressentimento é uma prisão sem grades, onde o passado é o carcereiro, a memória é a sentença e aquele que nos feriu continua livre, enquanto nós permanecemos condenados à dor.”

“Existem dores que não arrancam lágrimas, mas enterram versões de nós que jamais voltarão a existir.”

“A dor tem o poder de destruir personagens, revelar verdades e nos apresentar a quem realmente somos quando ninguém está olhando.”

''Você me fez sorrir, voce me fez sonhar, hoje estou aqui sozinho sem teu olhar, um dia quem me fez sorrir hoje me faz chorar"

3765 🫣 "Em toda casa de pobre tem sempre uma Panela sem Tampa e uma Tampa sem Panela"! Não sou o Autor, apenas li Alhures e achei Hilário.

Dia 11 de outubro de 2026.


Estava deitado, rolando feed. 
Como um dia comum
Inconformado


Será da vida
Apenas isso?


Posso ser mais, 
Mais o que?


E se eu escrever?
Falar o que penso,
Trabalhar um lado 
Mais artístico, 
Por que não?
Porque não tentar, 


E assim, 
Estou aqui
Escrevendo...


Sei o que estou fazendo?
Não. 


Não prestei atenção nas aulas 
De português...

⁠Talvez não haja Atrevimento mais Bonito e Charmoso do que se aventurar na arte de Brincar com as Palavras.


Há, nesse gesto, uma espécie de sedução bastante silenciosa, um convite à imaginação, uma ousadia que dispensa o toque porque sabe alcançar a alma. 


Afinal, brincar com as palavras é descobrir que elas não nasceram apenas para dizer, mas também para insinuar, provocar, acariciar e, às vezes, desarrumar delicadamente tudo aquilo que julgávamos estar em seu devido lugar.


É preciso ter um quê de coragem e consciência para se arriscar nesse território. 


Às vezes são as Palavras que se juntam para Brincar conosco.


Mas é preciso saber que uma palavra pode ser janela ou abismo, abraço ou despedida, veneno ou antídoto. 


Que uma vírgula pode prolongar um suspiro, que uma pausa pode dizer muito mais do que uma declaração inteira e que certas reticências guardam, entre um ponto e outro, os mais indecentes segredos da imaginação.


Os que Brincam com as palavras, quando o fazem com inteligência e sensibilidade, não escrevem apenas frases: criam atmosferas. 


Transformam o óbvio em mistério, o cotidiano em poesia e o silêncio em uma espécie de música que só os mais atentos conseguem ouvir. 


São artesãos do sentido, contrabandistas das emoções, gente que sabe esconder uma provocação dentro de um elogio e disfarçar uma confissão sob a aparente inocência de uma metáfora.


E talvez resida justamente aí o encanto: na capacidade de dizer sem entregar tudo, de revelar sem esgotar o mistério, de despertar no outro a vontade de ler novamente, não porque faltou compreensão, mas porque sobrou significado.


Brincar com as palavras é, de certa maneira, brincar com a própria vida. 


É perceber que nem tudo precisa ser literal, que há verdades que só a poesia alcança e sentimentos que, quando pronunciados diretamente, perdem parte da sua magia. 


Há coisas que precisam ser sugeridas, bordadas nas entrelinhas, deixadas à mercê da inteligência e da sensibilidade de quem lê.


E que delícia é encontrar alguém capaz de compreender esse jogo! 


Alguém que não tropeça nas ambiguidades, mas dança com elas; que não exige explicações para cada metáfora, mas se permite sentir antes de decifrar. 


Alguém que devolve a provocação com outra provocação, que transforma uma conversa banal em duelo de sutilezas e faz do diálogo uma espécie de dança na qual ninguém deseja anunciar o fim da música.


Porque há encontros que começam no olhar, outros no toque, mas existem aqueles que principiam numa frase bem colocada. 


E, quando duas inteligências se reconhecem nesse território lúdico, até mesmo a sedução ganha outra dimensão: menos apressada, mais inventiva; menos óbvia e infinitamente mais interessante.


No fim das contas, talvez o verdadeiro atrevimento não esteja em dominar as palavras, mas em ter a delicadeza de Brincar com elas sem aprisionar seus sentidos. 


Em compreender que a linguagem também pode ser um lugar de liberdade, onde a inteligência flerta com a sensibilidade, o humor se insinua para a elegância e a imaginação encontra espaço para respirar.


E se há beleza em quem sabe falar, há um charme quase irresistível em quem sabe jogar com aquilo que diz.


Afinal, algumas pessoas conquistam pela presença, algumas pela beleza e outras tantas pela gentileza. 


Mas existem aquelas que, sem sequer perceber, nos desarmam com uma frase, nos instigam com uma pergunta e nos deixam pensando muito depois que a conversa termina.


Essas conhecem um segredo que nem todos aprenderam: as Palavras mais sedutoras não são necessariamente as que dizem mais, mas as que despertam em nós a vontade irresistível de imaginar o que ainda não foi dito.