Pensamentos Mais Recentes

ADC E EADC: QUANTO PESO VOCÊ DÁ ÀQUILO QUE PENSA?

Uma mensagem chega. A emoção cresce. O dedo compartilha. A reflexão chega depois.

Às vezes, depois do estrago.

Ler uma informação não significa compreender suas implicações. Compreender uma ideia não obriga a concordar com ela. E sentir que alguma coisa é verdade não basta para torná-la verdadeira.

É dessa preocupação que parte a Alfabetização do Discernimento Consciente (ADC), proposta que desenvolvo em minhas pesquisas: aprender a examinar as informações e as influências que participam das nossas decisões.

Pense numa notícia que provoca indignação. Antes de repassá-la, cabem algumas perguntas: quem publicou? Existem evidências? O conteúdo está completo? É atual? Por que acredito tão rapidamente nisso? Eu teria o mesmo critério se a notícia contrariasse minha opinião?

O discernimento também começa quando a pergunta deixa de ser apenas “quem está me influenciando?” e passa a incluir “por que essa influência encontra tão pouca resistência em mim?”.

“O senso comum comumente mente.”

Mas discordar do senso comum também não garante razão. Precisamos de critérios para concordar, discordar e reconhecer quando ainda não sabemos.

Nesse programa de pesquisa, proponho a EADC — Escala de Alfabetização do Discernimento Consciente — como uma forma experimental de investigar essas habilidades, combinando o que a pessoa relata sobre si com suas respostas a situações-problema.

A diferença é simples: a ADC diz respeito à aprendizagem do discernimento; a EADC é uma proposta para avaliá-lo. A escala ainda depende de validação empírica e não constitui diagnóstico de saúde mental.

Discernir é aprender a dar às informações um peso proporcional ao que as sustenta — e rever esse peso quando surgem razões para isso.

Porque pensar por si mesmo também exige examinar aquilo que aprendemos a pensar.

Carlos Eduardo Balcarse
Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse
02 de novembro de 2026

Artigo científico: “Alfabetização do Discernimento Consciente: arquitetura teórico-operacional, calibração discernitiva e programa de pesquisa da EADC”.
Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 2026.
https://doi.org/10.55892/jrg.v9i21.3795

ORCID:
https://orcid.org/0009-0005-3484-6914

#CarlosEduardoBalcarse #AlfabetizacaoDoDiscernimentoConsciente #ADC #EADC #Discernimento #PensamentoCritico

Quem prefere o sono toma até remédio para dormir

Tenho a impressão que o imprevisto vai ser extinto muito antes das abelhas... o imprevisto será uma palavra em um dicionário e as abelhas... história.

Quando uma pessoa amada vai embora não é preciso deixar a nossa própria alma ir junto.

Se a felicidade se perdeu em algum período da vida, então é preciso entrar no módulo de volta para o passado para resgatar tudo aquilo que  fazia bem e trazer para os dias atuais.

Um pouco de cada vez se torna muito lá na frente.

Disposição e autoestima são os combustíveis que melhoram nosso cotidiano, ambas favorecem nossa rotina e nos proporciona uma vivência adequada para cada momento com mais entusiasmo e determinação.

"O diabo sabe o que está fazendo; ele não aceita a verdade, para que você perca seu tempo tentando convencê-lo."

Pare, olhe e escute. Espere o trem passar. O trilho não é o obstáculo...

# O fardo de existir

No decorrer do intervalo entre o nascimento e a morte — esse breve instante ao qual chamamos de vida — carrego comigo o fardo de existir.

À medida que Cronos segue seu curso inexorável, percebo que muitos atravessam a existência sem jamais confrontar o peso de sua própria consciência. Essa percepção toca meu âmago, pois há uma inquietação que permanece: a de compreender o significado de simplesmente ser.

Haverá alguém que compartilhe comigo tamanha penumbra em meio aos dias atuais, ou estarei sozinho no vasto cosmos dos meus próprios pensamentos?

Quanto mais conhecimento adquiro, mais percebo a profundidade e o peso da existência. A capacidade de refletir, embora seja uma das maiores virtudes humanas, por vezes se apresenta como uma espécie de condenação para aquele que ousa enxergar além das aparências.

Existir não significa apenas ocupar um espaço no mundo, mas experimentar a totalidade das sensações que nos atravessam. Não somente aquelas que nos trazem conforto, mas também as que revelam a dor, a dúvida e a fragilidade da condição humana.

Como refletia Espinosa, somos manifestações de uma mesma Natureza infinita, partes de uma realidade maior que nos transcende. Talvez nossa busca não seja encontrar um lugar sem sofrimento, mas compreender os encontros e experiências que aumentam nossa potência de existir.

Contemplo um passado marcado por amarguras e tempestades. Carrego comigo lembranças que transcendem o tempo e permanecem gravadas na memória; contudo, muitas delas deixaram cicatrizes onde antes eu buscava respostas.

Apesar dos desfechos que a vida me apresentou, ainda encontro forças para acreditar. Permaneço na esperança de que um dia conhecerei a felicidade não como um instante passageiro, mas como um estado de alma; uma serenidade construída entre capítulos de luz e períodos de profunda escuridão.

Em meu íntimo, sinto que os filósofos que mais influenciaram minha visão da existência compreenderam algo semelhante: cada ser humano encontra, ao seu modo, um último capítulo e uma forma singular de concluir sua própria história.

E talvez o verdadeiro sentido não esteja em escapar do fardo de existir, mas em aprender a carregá-lo com dignidade.
Eliabe luciano Bacca

Se o psicólogo, pela ciência atesta o aval do hipócrita, quem é o louco? Hipocrisia ou psicologia... onde está a muleta?

Eu só acredito vendo.... só não me contrarie me mostrando justo aquilo que não faço questão de ver...

A verdadeira política e feito em prol de todos principalmente em prol dos mais necessitados.
Para se fazer a verdadeira política não pode em nenhuma hipótese ter como regra o interesse pessoal em primeiro lugar.
“O verdadeiro valor da palavra política. É a preocupação a serviço do bem comum de todos e não a política de interesses pessoais”.

CORAGEM!

Assim como a lagarta precisa fazer esforço para construir seu casulo, a borboleta também precisa lutar para romper suas paredes. Afinal, não basta passar pela transformação; é preciso ter força para vencer o que ainda a prende e, finalmente, abrir as asas e voar.

Porque toda transformação exige esforço, e todo voo exige coragem. 🦋

Nós humanos fazemos política no dia a dia.
A política não é só feita por políticos nem faz parte do nosso cotidiano apenas em tempos de eleição. A vida é uma política.

As notícias falsas representam um risco crônico para a paz social e o bem comum. A eleição de representantes por meio de ferramentas imorais e discursos discriminatórios enfraquece a legitimidade do parlamento e das esferas executivas, plantando a semente da instabilidade institucional.

Quando o debate público é rebaixado ao nível das mentiras orquestradas, quem perde é o cidadão, que fica privado de discernir quais projetos são verdadeiramente viáveis para o seu futuro.

A verdadeira política aquela que transforma realidades é um exercício de paciência, construção e verdade.

Em tempos de ruídos digitais, imediatismo e narrativas distorcidas, precisamos resgatar o valor do peso da história, do debate fundamentado e da sabedoria que só o tempo e a vivência proporcionam.

Engula o palavrão e louve. Resisti ao diabo e ele fugirá de vós.

Em tempos de ruídos digitais, imediatismo e narrativas distorcidas, precisamos resgatar o valor do peso da história, do debate fundamentado e da sabedoria que só o tempo e a vivência proporcionam.

A verdadeira política aquela que transforma realidades é um exercício de paciência, construção e verdade.

Para entender o presente e planejar o futuro com a maturidade de que precisamos, é fundamental olhar para o passado.

Nenhuma árvore cresce forte sem raízes sólidas, e nenhuma sociedade prospera se esquecer as bases sobre as quais foi erguida.

"Uma sociedade começa a perder o sentido dos valores democráticos quando as divergências políticas deixam de estimular o debate e passam a justificar a intolerância. O perigo não está em pensar à esquerda ou à direita, mas em acreditar que somente um dos lados possui o monopólio da verdade.”

O eleitor consciente que busca a verdade com o mesmo rigor com que escolhe uma boa leitura rejeita o oportunismo e valoriza quem apresenta trajetórias coerentes, respeito às instituições e propostas baseadas na realidade.

A política verdadeira não se sustenta no palco efêmero das ilusões digitais, mas na solidez da experiência e no legado daqueles que moldaram o nosso chão.