Pensamentos Mais Recentes

Se me pedisse um conselho, te diria: “Não importa quanto tempo você esteja vivendo ou tenha vivido com alguém… cuidado com a verdadeira face dessa pessoa.”

Você diz
"ainda não".
O tempo escuta
"nunca"
@Suedson_Corey

“Não é falta de oportunidade.
É medo de perder a desculpa.”
@Suedson_Corey

Liberdade de expressão existe (dentro da cabeça de uma pessoa idiota).

O livre arbítrio é um dom inerente de todo aquele que está fadado a morrer.

Não é intuição.
É só você querendo ter razão de novo.
@Suedson_Corey

O plano existe, com ou sem você. Mas a escolha é sua de participar ou assistir.

“Você não está perdido.
Só está confortável demais pra admitir que precisa mudar.”
@Suedson_Corey

Decida pela sabedoria antes que a tolice o entregue aos sábios.

“Superioridade não impressiona ninguém; humildade sim.”

“Seja esperto. Perceba tudo, mas aja como se não soubesse de nada.”

“O para sempre é sobre MEMÓRIAS, não pessoas.”

A criança se reconhece, se vê possível, bonita e digna de afeto, sem precisar negar sua identidade.
Toda criança precisa encontrar referencias, na primeira infância, uma referência de cabelo igual ao seu é fundamental para a construção de sua autoestima. Principalmente quando, no contexto em que vive, está inserida, quase nada fala sobre ela, sobre sua beleza, preta, sua identidade ou sua valorização.
Ela precisa compreender, desde cedo, que não precisa se tornar parecida com quem não é igual a ela para ser aceita. Ela também é bonita. Ela também merece existir plenamente, com suas características de menina preta.
Por isso, apresentar referências que a representem, brinquedos parecidos com ela, pessoas parecidas com ela, histórias que dialoguem com sua identidade, é uma forma de afirmar sua existência, sem negá-la.
Mesmo quando o mundo ao redor insiste em invisibilizá-la, reconhecer sua imagem, seu cabelo, seus traços e sua cultura, é um ato de cuidado, pertencimento e resistência.
Modificar essa criança para adequá-la a um padrão imposto por uma estrutura racista , preconceituosa é ensinar, silenciosamente, que quem ela é, não basta. E isso também é uma forma de violência, preconceito vivido desde cedo.
Crianças negras precisam ser amadas como são. Aceitas como são. Porque quando tudo ao redor diz que elas não podem ser quem são, crescem acreditando que precisam se fragmentar para serem acolhidas.
E uma criança que aprende a negar a si mesma dificilmente consegue crescer inteira.

Hoje não é apenas mais um dia no calendário.
Hoje pode ser o ponto exato onde tua história começa a mudar.


A maioria das pessoas vive no automático, repetindo padrões, adiando decisões, alimentando medos e permitindo que o inconsciente governe silenciosamente seus passos.
E quando percebem… os dias passaram, os sonhos ficaram para depois e a vida continuou igual.


Mas existe um instante em que tudo pode se transformar:
o momento em que decides despertar.


Não amanhã.
Não quando tudo estiver perfeito.
Não quando o medo desaparecer.


Hoje.


Cada escolha feita agora constrói teu futuro.
Cada atitude consciente rompe correntes invisíveis criadas pela procrastinação, pela dúvida e pelos velhos hábitos.


Não deixe teu inconsciente continuar decidindo por ti.
Assuma o controle da tua mente, das tuas ações e da direção da tua vida.


O amanhã é uma promessa incerta.
O hoje é o único poder real que tens nas mãos.


Então faz acontecer.
Dá o primeiro passo.
Porque a transformação começa no instante em que paras de adiar tua própria evolução.

Seja você sempre. Deixe suas digitais por onde passar.
No fim, não é sobre perfeição — é sobre as marcas que só você pode deixar.

"Ninguém pode vencer a
Mulher,que é obcecada
pelos seus Sonhos."
(Hevelyn Villani)

Nunca perca alegria de viver, mesmo que o mundo te odeie ⁠

Gente inteligente que é arrogante é feio, mas gente burra e arrogante só é baixaria mesmo kk

Ave, Stella matutina, peccatorum medicina, mundi princeps et Regina.
Virgo sola digna dici, contra tela inimici clypeum pone salutis tuae titulum virtutis.
Tu es enim virga Jesse, in qua Deus fecit esse Aaron amygdalum, mundi tollens scandalum.
Tu es area compluta, caelesti rore imbuta, sicco tamen vellere.
Tu nos in hoc carcere solare propitia, Dei plena gratia.
O Sponsa Dei electa, esto nobis via recta ad aeterna gaudia.
Ubi pax est et gloria. Tu nos semper aure pia, dulcis, exaudi, Maria.

Flos Carmeli, vitis florigera, splendor caeli, Virgo puerpera, singularis.
Mater mitis, sed viri nescia, carmelitis, esto propitia, Stella Maris.
Radix Jesse, germinans flosculum, nos adesse tecum in saeculum patiaris.
Inter spinas quae crescis lilium, serva puras, mentes fragilium tutelaris!
Armatura fortis pugnantium furunt bella, tende praesidium scapularis.
Per incerta prudens consilium, per adversa juge solatium largiaris.
Mater dulcis, Carmeli Domina, plebem tuam reple laetitia qua bearis.
Paradisi clavis et janua, fac nos duci quo, Mater, gloria coronaris. Amen.

Que nenhum raso consiga ferir você a fundo.
(Vanessa Brunt)

Merci. De novo me encontro aqui. Tenho novas ideias sobressaltos solenes que se apresenta à plateia. São esquivas todas as confissões, mas eis que não tenho adversários, se o verso cresce e não nomeio quem já se sabe nomeado. E cumpro a promessa, se mil poemas escrevo e muito mais será plantado, se minha alma lijongeira tem dois olhos encantados. Fartam-me assuntos se espreito a grandeza do mundo. E muito bem falo de você se escrevo diários que fazem do passado um presente encarnado. E me apraz mais a poesia do que a realidade, pois que o dia a dia tem sempre aquela velha mania de perguntar o horário. Aqui minhas rimas demoram e sou prolixa se me farto de vida e muito mais o poema convida. Você conhece bem meu vocabulário e não te espanta se não sou santa e vivo a noite como quem come o calendário, e se faz repetitivo se toda vez eu digo do sol, da noite, e do amor idealizado, pois que sou filha do tempo anacrônico e derramo romantismo quando já raiou o pós modernismo. E me encontro em todos os movimentos literários, se carrego em meu itinerário há tantos escritores passados e lhes dou vida quando a mente convida em frondosas terras já vividas. Descortino a língua portuguesa quando procuro novas certezas, a quebrar a lógica que não se encontra em qualquer loja, pois que arde o insensato na comida que se põe no prato. E me saceio se por um acaso eu falo e você me escuta, pois que são muitos os ouvintes e um só destinatário. Mas não se assuste se tudo se passa em um mundo imaginário e não ouso sair da poltrona e mexer no tabuleiro que ensina o mundo inteiro em minha compulsão de ser flor no chão. Como palavras se sou apenas uma pacata cidadã calada, que atravessa o céu e a madrugada para te falar inebriada. E leio a Bíblia como se nela acreditasse. Pois confesso ser uma farsa se me quero religiosa e tenho as mais duras perguntas que tortura o livro sagrado. E se digo que não acredito é porque acredito mais do é admissível. E não acreditar me seria impossível. Mas a teologia das línguas não se encontram e eu bem sei disso se apenas no verso fantasio. Colho esse tempo interessante, em que eu escrevo, e você escreve mais adiante, pois que temos fome de linguagem que nunca se farta. Cada um ao seu jeito leva o poema adiante e vale muito mais que diamante se a semente que se lança satisfaz a missão de nunca deixar endurecer o coração. Somos intensidade e muito mais nos fala a cidade se olhos penetrantes observam a engrenagem, e fazemos pouco, que é muito mais do não fazer nada. Me vejo compenetrada nas palavras ciladas que muito mais declara aquilo que cala. Se seus olhos não fossem tão doces, mais eis que me vejo enfeitiçada e acrescento rimas à sala. Uma longa jornada, e muito valerá se um dia olhar para e sentir que cumpriu sua missão em paz. Até mais, já que eu voltarei, pois a palavra é minha estrada e comigo divide a casa.

COLONOSCOPIA
Qual o filtro de teu interior
Que uma brutal limpeza exigia
Filósofos com muito fervor
Não pensaram: colonoscopia!
(Alfredo Bochi Brum)

Vou te encontrar
Pra gente se acertar
Tomar um tererê
E dar aquele rolê

E depois do tererê
A gente vai se amar ai, ai, ai
E depois do tererê
A gente vai se amar em humaitá