Pensamentos Mais Recentes
Pessoas altamente espirituais não envelhecem porque estão conectadas com sua criança interior (alma), devido ao seu grande magnetismo. Quando você passa a vida correndo atrás de bens materiais, dinheiro, validação e afins, isso rouba sua energia vital, pois você fica preso ao tempo. Os Escolhidos não correm atrás de NADA, porque se tornam o catalisador vibracional que atrai tudo o que merecem. Não busque estímulos, torne-se a vibração.
O sucesso está próximo, eu consigo senti-lo em minha vida. A intuição não mente e as oportunidades andam comigo.
ECO DO SILÊNCIO
(Quando as almas se tocam sem precisar de voz)
Abro a porta do quarto e observo meu filho autista, que adormece no auge de sua juventude — de puro vigor, exuberância e beleza, tanto externa quanto na pureza de sua alma perdida, avulsa e flutuante. Digo em pensamento: "Obrigada, meu Deus, estou me esforçando..."
E aí, ele dá um suspiro profundo, como quem diz: "Eu sei, mãe!"
E seu corpo estremece...
Lu Lena / 2026
O amor é um sentimento que dura e cura
Da sentido ao tempo.
Espanta a mentira de se esconder em uma fantasia.
Nos torna belos como o sol que, de dia e de noite, inspira.
Que triste a vida de quem no vazio espia. Há aqueles que perseguem o amor sem nunca conseguir sentir nenhum sinal de vida original. Fique alerta, se previna.
O peso da espada favorece o justo.
Fazer o certo é a nascente do amor que cura, a garantia de surfar no pulso da vida.
Não te desalinha. Não te aprontes para ser aprovado, se vista para apreciar a vista.
Se eu recomendando o certo...
já fazem o errado... começarei a recomendar o que não aprovam... para acertarem... mesmo com raiva de mim...
O amor é um sentimento que dura e cura
Da sentido ao tempo.
Espanta a mentira de se esconder em uma fantasia.
Escolhas feitas por metas e não por consciência, também tem consequências.
As bombas não explodem na casa do general, explodem no campo.
Ode à Lua Cheia ❤🌕
Óh Lua Cheia!
Guardiã ancestral das marés
e dos segredos e versos
que a noite, em silêncio,
costura, remenda e borda
nos tecidos da alma.
Teus raios prateados
não invadem,
acariciam.
Escorrem mansos
sobre telhados adormecidos
e nas trilhas notâmbulas
de pensamentos e inspirações
das almas poéticas insônes.
Óh! Lua Cheia!
Há algo de misterioso em ti
que convoca o íntimo,
como se cada raio teu
abrisse uma fenda secreta
dentro da alma.
Sob tua presença redonda e plena
os lobos solitários
uivam,
os poetas sonhadores
despertam,
os amantes sedentos
se embriagam
nas juras de amor e paixão
que brilham no crepúsculo.
Óh! Lua Cheia!
Espelho branco do mistério,
quantas confidências humanas
já repousaram no teu silêncio?...
És bússola das águas,
farol dos navegantes,
cúmplice das inquietações
de quem olha o céu
procurando respostas
que só o silêncio sabe ofertar.
Óh! Lua Cheia!
Tão inteira,
tão calma,
tão distante
e ainda assim...
tão próxima
do âmago humano.
✍©️@MiriamDaCosta
planeta Terra
Mundo orbitado
No tempo e espaço
Parece azul ,vazio
Inabitado.
No entanto, há um traço
É um canteiro de obra
Pura ação de manobra
De rotação e translação
Estância de vida e gravitação.
Força energética de renovação.
Arte,
É a força propulsora
que os indivíduos
se utilizam
para dizer algo
.Celebre à vida,
use a arte!
Ela é a expressão
conhecidacomo
mais refinada
e complexa.
Por ela ,
o ser humano
se capacita para
expressar e
registrar seus
Sentido de vida,
suas emoções e
muito mais ...
[Habitantes do Ventrículo Esquerdo e o Manjar Diminuto em Banquete Gelado]
Como poeta era um ótimo filósofo
E como filósofo um ótimo poeta.
Isso significa dizer que nunca foi bom
Em nenhuma das duas coisas.
Mas a questão nunca foi ser bom
Em alguma coisa, a única questão
Que realmente importava, era ser.
Somente um rimante inescrupuloso
Pode especular estrofes
Sem receio de cair em prosa;
Um artífice premeditado da palavra,
Ou pós-ditado, aquele que diz,
Eis o ditador, um versenário,
Vil a cada oração;
Um expoeta que despétala, em camuflagem
Sorrateira, até ser lido e desferir o bote, certeiro,
Inflamado, fatal, injetando antídoto;
Um mero ente, alterado,
Que em algum súbito relance, havia tido o todo.
Então ele constata:
Um milhão e meio de razões para ir
Talvez uma ou meia motivações pra ficar.
Só tenho uma coisa a perder, a inspiração.
E se eu permanecer, ela se vai. Portanto,
Me vou, para que ela fique.
Espero um dia conseguir suportar a mim
E quem sabe muito esperançoso,
Conviver comigo mesmo.
Não precisa ser Esplêndido, mas às vezes é.
Não precisa ser Formidável e Magnífico, às vezes é.
Nossa ecolocalização capta
Os cardumes fartos em espiral
E o esquadrãovagalume
Inda pulsa estridente.
Ela era do tipo persistente insistente,
Não deixaria que nada a deixasse esfriar,
Ela era tipo encrenqueira valente,
Ficaria com tudo ou nada iria bastar.
(Michel F.M. - Pacífico em Brasas - Trilogia Mestre dos Pretextos - 2017)
Somos todos feitos de ausências que se materializam em nós na forma de suspiros, vazios que ocupam espaço e pesam mais do que qualquer presença física. Aprender a conviver com esses buracos é o que nos diferencia dos que apenas existem sem profundidade.
"A escola não deve servir apenas
para INFORMAÇÃO, mas
também para FORMAÇÃO e
TRANSFORMAÇÃO do ser humano."
Há duas coisas que afetam o espírito do homem e uma que afasta o homem do Espírito de Deus: a mentira, a música ímpia e a lascívia.
Eu fiz tanto.
Fiz muito.
Me doei até doer, e depois doei mais um pouco, só pra ver se o mundo parava de te esmagar.
Eu segurei tua mão no momento mais difícil da tua vida.
Eu fiquei.
Eu fui presença quando era mais fácil ser desculpa.
Eu fui constância quando você me empurrava para fora da tua vida como quem empurra uma cadeira que tá ocupando espaço demais.
E eu aceitei.
Porque eu te amava daquele jeito perigoso: o amor que acha que paciência resolve tudo, que carinho convence, que cuidado abre portas.
Avisa quando chegar.
Eu repeti isso mil vezes, como quem tenta manter alguém inteiro por telepatia.
Não era só “me avisa”.
Era “não some”.
Era “não morre”.
Era “não me deixa do lado de fora sem nem saber se você ainda existe”.
E aí eu fico com essa pergunta suja, que ninguém gosta de dizer em voz alta porque parece cobrança, mas não é:
eu merecia respeito.
Merecia uma conversa final.
Uma conversa de verdade.
Cara a cara, sem a covardia confortável de uma tela.
Sem eu ter que ler o fim como quem lê notificação de banco.
Eu merecia mais do que uma mensagem.
Porque eu não fui pouco.
Eu não fui distração.
Eu não fui “qualquer um”.
Eu fui o cara que ficou quando era feio, quando era pesado, quando era madrugada, quando era silêncio, quando era cansaço por dentro.
Eu fui o que você teve coragem de usar como abrigo.
E depois, quando o tempo virou, eu virei excesso. Virei incômodo. Virei algo que você precisava remover.
Avisa quando chegar.
Eu também engoli o outro tipo de dor, aquela que não dá pra explicar sem parecer pequeno:
você nunca me assumiu.
Nunca postou que estava comigo.
Nunca colocou meu nome com orgulho em lugar nenhum.
Eu era presença no teu dia, mas não existia no teu mundo.
E isso é um tipo de abandono que começa cedo.
Começa enquanto ainda tem beijo, ainda tem rotina, ainda tem “boa noite”.
Só que o amor vai ficando clandestino.
Vai ficando escondido.
Vai ficando com cara de coisa que você não tem certeza se quer.
E quando você não assume, você deixa a outra pessoa sempre pronta para ser descartável.
Porque descartável é quem não aparece.
Eu olhava e faltava foto.
Faltava “nós”.
Faltava o básico que não é vaidade, é lugar.
E eu fiquei tentando ser lugar com gesto.
Com cuidado.
Com música.
Com texto.
Com ritual.
Com presença.
Como se eu pudesse compensar o que você não tinha coragem de afirmar.
Avisa quando chegar.
Eu te dei mão, e você me devolveu parede.
Eu te dei paciência, e você me devolveu dúvida.
Eu te dei o melhor que eu tinha, e você me devolveu silêncio.
E o silêncio, no começo, eu romantizei.
Eu achei bonito.
Achei maduro.
Achei que era “teu jeito”.
Mas depois eu entendi: tem silêncio que é só falta de escolha.
Tem silêncio que é a pessoa deixando você se acostumar com a ausência antes de ir embora de vez.
Tem silêncio que é treino para o fim.
E o fim veio do jeito mais injusto para quem se doou:
sem cerimônia.
Sem conversa.
Sem aquela dignidade mínima de olhar no olho e dizer “acabou” como gente adulta.
E aí entra a parte que você falou, e eu não vou fingir que não existe:
pra mim, isso pareceu punição.
Não porque eu tenho certeza do que você quis.
Mas porque foi assim que bateu no meu corpo: como castigo.
Como se todo meu esforço tivesse virado um erro.
Como se eu ter ficado tivesse sido um exagero vergonhoso.
Como se eu ter sido leal merecesse ser cortado rápido, pra não dar tempo de eu falar nada, de eu perguntar nada, de eu existir por mais cinco minutos.
Avisa quando chegar.
Eu lembro do começo, eu lembro do meu jeito de tentar fazer dar certo:
eu oferecendo encontro, oferecendo conversa, oferecendo rua, oferecendo tempo.
“Quer que eu vá aí?”
Eu queria resolver com presença, porque eu sou desse tipo: eu apareço.
Eu não sumo.
E é exatamente por isso que me destrói:
eu fiquei, e você saiu por mensagem.
Eu não estou pedindo eternidade.
Eu não estou pedindo que você volte.
Eu não estou pedindo que você mude o que sente.
Eu estou dizendo o básico, o mais básico:
eu merecia ser encerrado com respeito.
Porque tem uma diferença enorme entre “terminar” e “descartar”.
E eu tô com a sensação de descarte atravessada na garganta.
Eu fui cuidado.
Eu fui mão.
Eu fui constância.
E eu não virei memória bonita.
Eu virei algo que você removeu.
Avisa quando chegar.
Hoje, quando o celular acende, dá raiva.
Porque eu sinto o impulso do hábito e lembro que não tem mais “cheguei”.
Tem só eu, com essa frase sobrando, repetindo ela como quem tenta chamar de volta a humanidade de alguém.
E o pior é isso:
eu ainda me importo.
Mesmo zangado.
Mesmo humilhado.
Mesmo cansado.
Mesmo com vontade de arrancar de mim tudo que eu te dei.
Eu ainda me importo.
E isso me dá nojo e saudade ao mesmo tempo.
Então eu vou te dizer a última coisa que eu sei dizer sem me diminuir, porque essa frase foi minha casa e agora é meu corte:
Avisa quando chegar.
"Quem acredita em papagaios piratas passará a vida inteira acreditando que vai encontrar um tesouro."
"Meu silêncio não é falta de amor,
meu silêncio é apenas um tempo,
um tempo que eu preciso ter
para poder acalmar o meu coração."
"Se um homem não consegue enfrentar um dragão para lhe libertar do calabouço, ele não é seu príncipe."
Dividimos a estrada,
mas não os silêncios.
Cruzamos olhares,
mas não as tempestades.
E ainda assim, seguimos
caminheiros de horizonte, mas
estranhos na travessia.
Ela tinha uma luz especial,
Um brilho sem igual.
Tal qual a lua no céu estrelado,
E o sol que renasce num dia nublado,
A verdade é que ela não é só o céu brilhante,
Mas sim o chão, estável, seguro e constante,
O céu se admira... o chão se contempla.
Consciência
Espera, espera só um momento, você não consegue perceber esse movimento?
Vamos lá puxa pela tua memória, tua intuição, aquilo já aconteceu e não tem muito tempo não...
A profundidade foi percebida, e a pessoa se sentiu atraída, mas com medo, de que não mantivesse em segredo aquele possível envolvimento foi desfeito.
Não arriscou, eles não se viram, estava tendo muito barulho, no chão, no coração na intuição que gritava, reclamava, para presta atenção não arrisca, não arrisque tudo aquilo em vão!!!
Então respirou, e naquele momento meio que tudo se encaixou, o segredo não seria a solução, mas olhar mais para dentro de si então, se não teus desejos teriam sido apenas o vilão.
Perceber que para você tudo aquilo poderia ter sido passageiro, deixo aqui então meu desejo, se encaixe no teu jeito, e pare de arranjar pretexto, olhe para o seu contexto...
Ouça teus sentimentos, ou será que você tentou calar, mas não teve jeito?
