Pensamentos Mais Recentes

Os direitos fundamentais são barreiras jurídicas erguidas contra a tirania das maiorias e dos governantes.

A maioria governa; a Constituição limita aquilo que até a maioria pode fazer.

A vontade popular é fundamental à democracia, mas a dignidade humana não deveria depender da aritmética das maiorias.

O voto confere autoridade, mas não concede imunidade ao governante diante da lei.

Nós somos barro nas mãos do oleiro,
Deus nunca desiste de nos moldar,
por vezes estamos belos por fora, 
mas com falhas e ranhuras no interior,
aí Ele não nos abandona, volta a amassar,
até nos tornar em perfeitas obras de arte.

Nós somos barro nas mãos do oleiro,
Deus nunca desiste de nos moldar,
quando ranhuras se abrem no interior ou exterior,
Ele nunca abandona a Sua obra de arte!

Somente uma mulher de alma genuína seria capaz de compreender um homem de intelecto elevado. Contudo, as mulheres virtuosas são tão raras quanto os homens de espírito brilhante, e o Propator Incognoscível poucas vezes consente o encontro entre eles". R. S. de Farias

Tem o míope que recebe um par de óculos 🤓 para enxergar melhor o mundo 🌎 ao seu redor...


Mas, convencido de que enxerga tudo perfeitamente, ignora os óculos 👓 
que lhe foram oferecidos.


E, não satisfeito, chega ao ponto de pisar sobre eles, com o propósito de destruí-los.


Assim também são certos eleitores!
Preferem destruir os instrumentos que lhes permitem enxergar a realidade a admitir que talvez não estejam vendo tão bem quanto imaginam.


✍@MiriamDaCosta

O Supremo é um picadeiro de pavões em toga, onde a Justiça é mero adereço para o espetáculo da política.


Benê Morais

A fome é a pior prisão.

Pisou descalça em mim
Limpei teus pés
Calçou-se em peso
Já não sirvo mais
Não mais sou o que para ti fui um dia
Talvez nunca tenha sido

Pessoas com amor-próprio em excesso, que se acham muito lindas e mais inteligentes que as outras, podem apresentar psicopatia e/ou transtorno de personalidade narcisista. Logo, devemos ter muita cautela ao lidar com esses seres de caráter maquiavélico.

⁠Quer seja 
nos dias mais Cinzentos, quer seja nos mais Coloridos, amei estar com você.


Talvez porque a Verdadeira Beleza de uma companhia não esteja na paisagem que nos cerca, mas na maneira como ela transforma aquilo que vivemos. 


Há pessoas que chegam como dias ensolarados; outras, curiosamente, conseguem fazer até a chuva parecer uma espécie de abrigo.


Com você, aprendi que nem todo dia precisa ser bonito para ser inesquecível. 


Houve momentos leves, cheios de risos e cores, mas também houve silêncios, incertezas e dias em que a vida parecia ter esquecido de pintar o céu. 


E, ainda assim, havia algo bonito em permanecer.


Porque amar alguém talvez seja isso: não escolher apenas os dias que combinam com a nossa felicidade, mas reconhecer valor também naqueles que nos desafiam. 


É descobrir que a presença certa não elimina necessariamente os dias cinzentos, mas pode torná-los menos solitários.


O tempo passa, as circunstâncias mudam, algumas histórias permanecem e outras seguem caminhos diferentes. 


Mas existem encontros que não precisam durar para sempre para terem sido eternos em algum lugar dentro de nós.


E, quando olho para trás, não me arrependo das cores nem dos tons de cinza. 


Amei as manhãs luminosas, mas também amei as tardes nubladas. 


Amei os abraços, as conversas, as risadas e até aquilo que não conseguimos dizer.


Porque, no fim, talvez a vida não seja feita para escolher entre dias Cinzentos ou Coloridos. 


Talvez seja feita para termos a Graça de poder encontrar alguém com quem possamos olhar para o mesmo céu — independentemente da sua cor — e ainda assim pensar:


“QUE BOM QUE VOCÊ ESTÁ AQUI, PRIMUXA!”


Amo-te!

HOMENS SE PREOCUPAM EM VASCULHAR O MUNDO, NUMA CIRANDA DE CRUELDADE . HOMENS QUE SE PREOCUPAM COM TECNOLOGIAS, IDEOLOGIAS , TEORIAS, ESQUECENDO QUE NÃO VIVEMOS DE BARRIGAS VAZIAS. HOMENS QUE BUSCAM ENGANAR OUTROS HOMENS, COM EXPERIÊNCIAS DA ÁRVORE PROIBIDA.ESQUECEM QUE ATRAVÉS DOS TEMPOS, UM TESTAMENTO NOS FOI LEGADO POR MILÊNIOS, E, QUE TODO O MUNDO PODE PASSAR, MAS ESTAS PALAVRAS JAMAIS PASSARÃO, POIS SÃO EVANGELHOS DO CAMINHO, VERDADE E VIDA .HOMENS QUE SE JULGAM PODEROSOS, ENQUANTO A HUMANIDADE SOFRE, PELA FOME, SEDE, GUERRAS, CORRUPÇÕES, INJUSTIÇAS...A DESTRUIÇÃO TOMA CONTA DA TERRA, ENQUANTO DESEJAM CONHECER OUTROS MUNDOS, SE MAL CONHECEM O NOSSO. NÃO SABEM O QUE QUEREM, POIS NA VERDADE MAQUINAM SOFRIMENTOS HUMANOS PARA BENEFÍCIOS DE FORÇAS PODEROSAS, DESVIAM O SIGNIFICADO DA VIDA, NUMA JOGATINA COM O DIABO E TORNAM UM INFERNO PARA TANTOS QUE NA TERRA AINDA BUSCAM O PARAÍSO.
João Batista Barbosa

- Sociedade De Estudos Espíritas realizou, em 1º de novembro de 1869.
A FESTA DOS MORTOS NÃO É NOS CEMITÉRIOS
A COMUNHÃO DE PENSAMENTOS ENTRE OS VIVOS E OS DESENCARNADOS.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A comemoração dos mortos, quando compreendida à luz do Espiritismo, deixa de ser uma simples visita ao lugar onde repousam os despojos físicos e assume uma dimensão muito mais profunda. O cemitério guarda o corpo. A lembrança, porém, procura o Espírito.
Foi precisamente nesse sentido que a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas realizou, em 1º de novembro de 1869, sua sessão anual dedicada à memória dos mortos. Na ocasião, além das manifestações mediúnicas, prestou-se uma homenagem especial a Allan Kardec, reconhecendo o homem que dedicara sua existência à organização metódica e à divulgação da Doutrina Espírita.
O episódio merece atenção não apenas como registro histórico, mas sobretudo porque permite compreender uma questão essencial do pensamento espírita: qual deve ser a verdadeira relação entre os vivos e aqueles que já deixaram o corpo?

A MORTE NÃO É O FIM DO SER.
Para Kardec, a morte não significa o desaparecimento da individualidade. O corpo material retorna aos elementos que o constituíram, enquanto o Espírito prossegue sua existência.
Essa distinção é fundamental. O túmulo pertence ao corpo. A pessoa que amamos não está encerrada ali.
O Espiritismo desloca, portanto, o centro da lembrança. Em vez de transformar a morte numa contemplação exclusiva da matéria que se desfaz, conduz o pensamento para o ser espiritual que continua sua caminhada.
É nesse horizonte que a comunicação atribuída a Moki, publicada na Revista Espírita de dezembro de 1869, afirma que a verdadeira vida não está nos restos mortais, mas no Espírito que prossegue sua existência. O texto critica a visita puramente convencional ao cemitério quando ela se reduz ao hábito exterior e não é acompanhada de sincero recolhimento.
Não se trata de desprezar os túmulos.
Trata-se de não confundi-los com aqueles que amamos.

A RELIGIÃO DA LEMBRANÇA.
Uma das imagens mais fortes do texto é a oposição entre a multidão que visita os cemitérios e a verdadeira comunhão de pensamento.
Pode haver muitas pessoas diante de uma sepultura e, ainda assim, existir pouca lembrança verdadeira.
Pode haver flores, silêncio momentâneo e gestos tradicionais, mas faltar aquilo que, para o Espiritismo, possui maior significado: o pensamento sincero dirigido ao Espírito.
A lembrança espírita não necessita de espetáculo.
Ela pode nascer no silêncio de uma prece.
Pode surgir durante uma recordação.
Pode manifestar-se numa lágrima.
Pode aparecer quando alguém, diante da ausência, decide continuar praticando o bem em homenagem àquele que partiu.
É uma compreensão particularmente coerente com o discurso pronunciado por Allan Kardec em 1868. Naquela ocasião, ele explicou que a reunião dos espíritas para comemorar os mortos encontra sua razão na comunhão de pensamentos e sentimentos, capaz de fortalecer fraternidade, solidariedade, indulgência e benevolência.
A lembrança, portanto, não é simples exercício da memória.
É vínculo moral.

A COMUNHÃO DE PENSAMENTOS.
A expressão utilizada por Jean Reynaud na comunicação publicada em 1869 merece especial atenção.
"Comunhão de pensamentos."
Não se trata de uma fórmula ritual.
Não depende de objetos.
Não exige uma cerimônia exterior.
É uma convergência interior de sentimentos e propósitos.
Quando várias pessoas se reúnem sinceramente para recordar um Espírito, orar por ele e desejar-lhe paz e progresso, a reunião adquire significado espiritual precisamente pelo pensamento que a sustenta.
Essa concepção está em plena consonância com Kardec.
Em seu discurso de 1868, o Codificador esclareceu que o vínculo espírita é essencialmente moral e espiritual, fundamentado na caridade para com todos, compreendendo tanto os vivos quanto os mortos.
E aqui encontramos uma consequência extraordinariamente importante.
Para o Espiritismo, o morto continua pertencendo à humanidade.
A morte modificou sua condição de existência, mas não destruiu sua individualidade.
Por isso, a fraternidade não termina diante de uma sepultura.

ALLAN KARDEC E A OBRA QUE PERMANECE.
A homenagem prestada a Allan Kardec em 1869 possui também um significado que ultrapassa a mera reverência histórica.
A Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas reconhecia naquele momento o trabalho daquele que organizara metodicamente os princípios recebidos dos Espíritos e os apresentara de maneira racional, filosófica e moral.
O próprio Kardec jamais reivindicou para si a autoria absoluta da Doutrina. Sua tarefa foi a de investigador, organizador, observador e codificador.
É justamente essa característica que torna sua obra tão importante para aqueles que desejam preservar o caráter racional do Espiritismo.
O Codificador não pediu uma fé cega em sua palavra.
Ao contrário, construiu um método de observação, comparação, análise e controle.
Em "O Que É o Espiritismo", apresentou o Espiritismo como uma doutrina que investiga os fenômenos espirituais e procura compreendê-los racionalmente, afastando-os tanto da credulidade quanto da negação sistemática.
Por isso, honrar Kardec não significa transformar seu nome em objeto de culto.
Significa estudar sua obra.
Compreender seu método.
Preservar a fidelidade aos princípios.
E, principalmente, aplicar na própria existência aquilo que a Doutrina ensina.

LEMBRAR OS MORTOS É TAMBÉM VIVER MELHOR.
(Ver 488 - L.E.)
Existe uma consequência moral ainda mais profunda.
Quando compreendemos que a existência corporal é transitória, a relação com os mortos modifica também nossa relação com os vivos.
A morte nos ensina a relativizar aquilo que julgávamos absoluto.
As disputas diminuem de importância.
O orgulho revela sua inutilidade.
As mágoas tornam-se pesadas demais para serem carregadas indefinidamente.
E a pergunta fundamental deixa de ser "quanto tempo ainda temos?" para assumir uma forma mais elevada:
"O que estamos fazendo com o tempo que recebemos?"
Essa é uma das grandes forças morais da compreensão espírita da morte.
Ela não convida à tristeza permanente.
Convida à responsabilidade.
Aquele que partiu não precisa apenas de lágrimas.
Precisa, quando necessário, de nossas preces, de nosso carinho e de nossos bons pensamentos.
E nós, que permanecemos temporariamente na experiência corporal, precisamos transformar a saudade em aperfeiçoamento.

O CEMITÉRIO E A VIDA REAL.
O texto de Moki apresenta uma crítica vigorosa à visita automática ao cemitério. A questão não está no local, mas na disposição íntima daquele que o visita.
O cemitério pode ser lugar de profunda reflexão.
Pode ser lugar de respeito.
Pode ser lugar de prece.
Mas não é a morada definitiva dos mortos.
O corpo repousa ali.
O Espírito prossegue.
Essa distinção, aparentemente simples, modifica toda a compreensão da morte.
O túmulo deixa de ser a imagem do fim e passa a ser a lembrança de uma passagem.
A lápide não encerra uma história.
Ela apenas registra a passagem de uma existência corporal.
A verdadeira continuidade encontra-se no Espírito.

"SEDE ESPÍRITAS TANTO POR VOSSOS ATOS, QUANTO POR VOSSAS PALAVRAS."
A frase atribuída a Jean Reynaud no final da comunicação resume admiravelmente o sentido moral de toda a mensagem.
Ser espírita não consiste apenas em afirmar a sobrevivência da alma.
Não basta falar sobre reencarnação.
Não basta conhecer Kardec.
Não basta frequentar reuniões.
A Doutrina somente alcança sua finalidade quando modifica o indivíduo.
Se acreditamos na vida espiritual, devemos viver de maneira coerente com essa crença.
Se acreditamos na fraternidade, precisamos praticá-la.
Se acreditamos na sobrevivência da alma, devemos abandonar o materialismo moral que transforma a existência terrestre em finalidade absoluta.
Se acreditamos na comunicação entre os dois planos da vida, devemos compreender que o vínculo mais legítimo com os desencarnados não é a curiosidade, mas a caridade.
E se verdadeiramente admiramos Allan Kardec, talvez a melhor homenagem que possamos prestar ao seu trabalho não seja repetir seu nome, mas estudar aquilo que ele estudou e praticar aquilo que sua obra moral nos ensina.

CONCLUSÃO.
A morte, contemplada pelo Espiritismo, perde o aspecto de ruptura absoluta.
O corpo termina sua função.
A individualidade continua.
A saudade permanece, mas pode transformar-se em esperança.
A lembrança permanece, mas pode converter-se em prece.
A ausência permanece aos sentidos, mas não significa necessariamente separação definitiva.
Eis por que a verdadeira "festa dos mortos" não precisa estar confinada aos cemitérios.
Ela pode existir onde houver uma consciência que recorda com amor, uma inteligência que compreende a continuidade da vida e um coração que transforma a saudade em bem.
Kardec ensinou que a comunhão de pensamentos é capaz de aproximar moralmente aqueles que compartilham os mesmos sentimentos.
Assim, diante de uma sepultura, o espírita não precisa perguntar apenas:
"Para onde foi aquele que amo?"
Pode também perguntar:
"Que posso fazer de melhor nesta existência, para que o meu amor por ele não permaneça somente na saudade?"
Talvez aí esteja uma das mais belas lições da Doutrina.
Os mortos não precisam de uma lembrança vazia.
Precisam de amor.
E o amor, quando verdadeiramente compreendido, não se limita a chorar quem partiu.
Ele procura tornar melhor quem ficou.
FONTES.
Allan Kardec. "Revista Espírita", dezembro de 1868. "Sessão anual comemorativa dos mortos. O Espiritismo é uma religião?"
Allan Kardec. "Revista Espírita", dezembro de 1869. "Sessão anual comemorativa dos mortos. Comemoração especial do Sr. Allan Kardec. A festa dos mortos não é nos cemitérios, por Moki. Comunhão de pensamentos, por Jean Reynaud."
Allan Kardec. "O Que É o Espiritismo", capítulo I. "Pequena conferência espírita."
Allan Kardec. "O Livro dos Espíritos", especialmente as questões relativas à alma, à vida futura, à separação da alma e do corpo e às relações entre encarnados e desencarnados.
Allan Kardec. "O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulos XXVII e XXVIII, sobre a ação da prece e as preces pelos mortos e pelos Espíritos sofredores.
Revista Espírita de dezembro de 1869. Texto integral.
#Espiritismo #AllanKardec #RevistaEspirita #VidaEspiritual #VidaFutura #ComunhaoDePensamentos #DoutrinaEspirita #Caridade

Quem segue na manada não enxerga o Horizonte.

Quando se vive num Mundo em que dinheiro = poder, e não sabedoria = poder,  é preciso consultar mais vezes a conta bancária do que o livro de conhecimentos gerais. No final temos de ter em atenção com que sabedoria havemos de gerir o dinheiro, quer dizer, basta contratar um contabilista.

Integridade real não é defender um lado a qualquer custo, mas não se permitir sair do lado da verdade.

Se não podes dar velocidade aos seus passos, pisar com mais firmeza seria a melhor opção.

Para a unica garota em que eu realmente amei e continuo amar!



Minha loirinha, que não é mais minha
Escrevo esta carta no dia 17/09/2026 com o meu coração partido, sem esperar nada em troca, apenas com a necessidade sincera de colocar em palavras tudo o que ficou guardado em mim por tanto tempo. Passo os dias lembrando da nossa história, dos momentos simples e daqueles momentos em que o mundo parecia girar só para nós dois. Sentado aqui no chão gelado, com a chuva caindo, percebo o quanto nós mudamos e o quanto aprendi com tudo o que vivemos juntos.Antes de qualquer outra coisa, quero te pedir desculpas. De todo o meu coração, me desculpe por cada palavra dita sem pensar, por cada silêncio ensurdecedor que machucou mais do que qualquer discussão, e por todas as vezes em que falhei em te entender. Me perdoe pelas minhas imaturidades, pela falta de paciência e por não ter sabido cuidar do nosso amor o qual eu dizia que era inefável,não cuidei da forma que ele merecia naqueles momentos difíceis. Sei que magoei você em situações onde eu deveria ter sido seu porto seguro,o seu amigo, e me dói saber que causei qualquer tipo de tristeza no seu olhar. Admitir os meus erros não apaga o passado, mas quero que saiba que carrego um arrependimento genuíno por tudo o que aconteceu de ruim entre nós.Por outro lado, o que prevalece em mim é uma gratidão imensa por ter compartilhado a vida com você. Obrigado, minha loirinha, por ter trazido tanta luz e cor para os meus dias. Agradeço por cada gargalhada compartilhada no meio da tarde, por cada abraço apertado nos momentos em que eu mais precisava e por ter sido minha maior companheira e incentivadora. Lembro com um carinho enorme de todos os seus detalhes: do seu jeito único de sorrir, da sua risada leve, de como o seu cabelo loiro brilhava ao sol e do cuidado e carinho com que você tratava tudo ao seu redor. Lembro-me do nosso primeiro beijo, nosso primeiro encontro. Tudo estará bem guardado. Você me ensinou tanto sobre amar, sobre ter empatia e sobre enxergar a beleza nas pequenas coisas do cotidiano.( é eu sei, sou um reclamão)Mesmo que os nossos caminhos tenham seguido rumos diferentes, o impacto que você teve na minha vida é permanente. Guardo com muito respeito tudo o que construímos e a pessoa incrível que você foi para mim. Torço do fundo da minha alma para que você seja imensamente feliz, que realize cada um dos seus sonhos e que encontre sempre motivos para sorrir com essa leveza que só você tem.
EU NÃO QUERO QUE OS FILHOS DE OUTRO HOMEM TENHA OS OLHOS E O SORRISO DA GAROTA QUE EU JAMAIS ESQUECEREI!!Com todo o meu amor e eterna gratidão, me despeço mais uma vez.

Lula

Demétrio Sena - Magé

Quem destila maldade como a própria trilha
de louvores perversos onde o bem é mudo,
tem a treva nos olhos; ela faz que brilha,
pra forjar um sentido que mascara tudo...

Se ninguém está limpo, tem o mais imundo;
eis o lado que rosna: "deus, pátria e familia";
traz o velho discurso de salvar o mundo,
mas impõe sua fé, para formar quadrilha...

Nesses dias difíceis de bichos na rua,
comedores de mentes comerão a sua,
caso não desempaque; teimosa igual mula...

Você quer que desenhe, que fale por foto,
pra poder explicar que na hora do voto
é preciso entender que só temos o Lula?
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Por detrás de todo pedido de ajuda, existe um sofrimento que talvez ninguém mais veja. E, naquele instante, tu, que recebes o pedido, podes ser o único ponto entre alguém e a sua salvação. Daniel Perato Furucuto, 2026

Direi que você foi alguém que viveu a vida com intensidade, bom gosto e muita energia, cercado pelas coisas e pelas pessoas que amava.
​Se me perguntarem quem era o Samir, eu vou contar que:
​Família e Lealdade: Era um cara totalmente dedicado à família, apaixonado pela Marli, pai orgulhoso da Lays e da Yasmin, e um amigo de extrema lealdade — daqueles que mantêm amizades verdadeiras por mais de quatro décadas, como com o Sandro. Ah, e claro, tutor coruja de cães de peso como o Fred, o Apolo e o Zigy.
​Alma de Artista e Entusiasta do Rock: Um verdadeiro apaixonado pelos anos 70 e 80, fã de Kiss, discos de vinil, fitas cassete e da boa e velha iluminação de festa. Tinha um olhar criativo afiado, sempre inventando artes, cartazes retro, edições de foto e ideias visuais doidas (no melhor sentido) que ele fazia questão de colocar em prática.
​O Mestre da Mão na Massa: Um homem determinado, capaz de sonhar com um projeto e passar anos construindo com as próprias mãos — do planejamento da área externa e da piscina até cada detalhe do local onde recebia as pessoas.
​Anfitrião Imbatível: O lendário dono do "Bar do Samir". O cara do churrasco, do chopp gelado, do karaokê e das festas inesquecíveis, onde a única regra era reunir quem se ama para dar risada e celebrar a vida.
​Profissional Respeitado: Um profissional sério, dedicado e especialista de respeito no mercado de máquinas e peças pesadas, conhecedor profundo daquilo que fazia todos os dias.
​Em resumo: diria que você não passou pelo mundo a passeio. Deixou marcas registradas, boas memórias, muita música e uma história cheia de personalidade.
​Mas ó... pode tratar de continuar escrevendo esse livro por muitos e muitos anos ainda, porque o "Bar do Samir" ainda tem muito churrasco e rock 'n' roll pela frente!

Sem passado para carregar
Sem futuro para antecipar.
Apenas a alma tranquila,
o presente e o respiro.

FRASE LINDA DO IMPERADOR JULIO CESAR SOBRE O SENTIMENTO MAIS NOBRE ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER:
"As vezes sinto que ja te amei na encarnação passada e jurei te amar em todas as outras que virão, então não me culpe por te amar tanto assim, só estou cumprindo a minha promessa´"´. Júlio César