Pensamentos Mais Recentes

A pureza do amor




O principal idioma no amor é a reciprocidade,


Dominar os desejos aventureiros é uma arte,


Entender o silêncio é uma grandeza,


Quem tem amor tem poder, quem tem poder tem o privilégio de viver diariamente o milagre.

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E quando meus olhos se encontraram nos seus, senti um reencontro. Como se nossas almas já tivessem se escolhido antes do tempo, e agora apenas confirmassem, em silêncio, o que o coração sempre soube.

Quando descobriu, enfim, como fazer combustão na água, logo na primeira experiência deu ruim: teve o próprio corpo incendiado.

Inserida por ITOPEDRAGRANDE

Um “bom dia” pode ser abrigo.

Mude as narrativas




Nos lugares aonde já sofri, resolve voltar e plantar um sentimento novo,


A cada amanhecer o livro está pronto para ser escrito de incontáveis formas diferentes,


Depois que eu aprendi a falar a língua dos sonhos, os pesadelos entraram no módulo avião e é nessa frequência que tenho tido todo o sucesso,


Mudar as narrativas pode transformar o choro  que doeu em lágrimas de alegria.

É santificado pela Palavra de Deus e pela oração. 🙏📖
✝️ 1 Timóteo 4:5

O amor acalma, acalma de verdade, e põe fim àquela fome sem fim do corpo que sonhamos ter.
O amor é a última resposta, vai além do que vemos e até da morte. Ele é a maneira como aceitamos e celebramos o corpo de verdade, o corpo que temos aqui e agora. Talvez seja a única resposta que temos de fato.

“Amar alguém é encontrar descanso onde antes havia pressa.”

“Não me perdi, apenas parei de caber onde me queriam pequeno.”

“Algumas pessoas chamam de frieza aquilo que nunca conseguiram controlar.”

“A gente amadurece quando para de pedir e começa a escolher.”

“O amor não pede pressa, pede presença.”

“Feliz é quem se perde na imensidão do seu sorriso e se encontra a salvo em seus braços.”

MULHERES! (Que vivem sozinhas)


Dicas para quando receberem algum prestador de serviços em casa sozinha:


* Receba-o descascando uma laranja 🍊 ou batatas 🥔🥔🥔com uma faca 🔪 visivelmente grande e bem afiada...


** Uma chaleira ou caneco com água fervendo no fogo 🔥 para preparar um café ☕...


*** Uma frigideira 🍳 com óleo bem quente no fogão 🔥 para fritar bolinhos de chuva para comer com o café ☕ ...


**** Tirar a chave 🔑 da porta🚪 para impedir que seja trancada.


***** Desligarem das tomadas TVs 📺, rádios 📻 e qualquer aparelho que possam confundir o som.


****** Nunca trancar o portão! Deixá-lo semi aberto... encostado.


******* Ficar com o celular pronto para uma chamada de emergência 190 ( polícia militar).


******** Avisar alguém( parente/amigo/vizinho) com antecedência o dia e horário da chegada do prestador de serviços. 


********** Deixar vários frascos sprays ( desodorante/laquê ou pimenta) espalhados pelos cômodos da casa.


*********** Deixar janelas e portas abertas, caso necessite gritar e pedir ajuda , fica mais fácil de alguém escutar.


✍©️@MiriamDaCosta

Quero mais...




Aquele dia foi mágico, ao caminhar me lembrei muito dele,


Quando meus instintos gritam, os sentidos ficam aguçados,


Não foi atoa que o teu cheiro foi reconhecido entre as rosas, duvidei quando notei o teu jeito de caminhar mesmo estando a distância, 


Achou que eu não ia ouvir os latidos do teu filho peludo?


Lindos sorrisos deixastes na beira do rio aquele dia e hoje me recordo com muito carinho, espero que goste da filmagem e fica como um lembrete de um novo de quero mais.

⁠“Tem gente que chega sem prometer nada e acaba ficando em tudo.”

Às vezes, o silêncio é o jeito mais honesto que a alma encontra de continuar.

- tela + vida = menos ansiedade

ANTUSA MARTINS- A MÉDIUM SURDA.
“O TAPETE VERDE”
Estava em Uberaba. As dores que assolavam o corpo de Jerônimo eram lancinantes, quase insuportáveis. Ainda enxergava, mas a vitalidade lhe escapava lentamente. Um amigo, comovido diante de tanto padecimento, disse-lhe que iria buscar uma médium curadora de reconhecida dedicação.
Quando ela entrou, Jerônimo a viu. Pequena em estatura, simples na presença, imediatamente sentiu-se cativado por aquela figura singular. Era Antusa Martins. Surda, expressava-se por sinais e por palavras balbuciadas, pois não era muda. Seu primeiro gesto foi retirar um tapete vermelho que lhe cobria os pés. Em seguida, com sinais firmes e voz difícil, exprimiu-se. “Prefiro o verde”.
Aquela afirmação atingiu Jerônimo como uma revelação íntima. Ali não havia tapete verde algum. O tapete verde, seu predileto, ficara em Ituiutaba. Aquilo foi, para ele, uma prova irrefutável de sua mediunidade.
Antusa, por meio de gestos e de um linguajar singular, contou-lhe que já o conhecia. Disse que, todas as tardes, desdobrava-se espiritualmente e ia até sua casa, em Ituiutaba, acompanhada de Bezerra de Menezes, para aplicar-lhe passes. Nessas visitas, vira o tapete verde, que lhe ficara gravado na memória espiritual.
A partir desse encontro, Jerônimo nunca mais se afastou de Antusa. Costumava dizer que ela e Chico Xavier eram a sua força, o seu sustentáculo moral e espiritual. Referia-se a ela com ternura profunda, chamando-a de “um anjo em forma de mulher”.
Sempre que ia a Uberaba, fazia questão de visitá-la. O carinho de Antusa por ele era imenso, constante, silencioso e fiel. Ela afirmava que, havia muitos séculos, ela e Chico Xavier, juntos, tentavam socorrê-lo. A oportunidade, enfim, se concretizara por meio da dor, instrumento severo e, ao mesmo tempo, redentor.
Porque, quando a dor abre as portas da alma, a misericórdia encontra passagem e transforma sofrimento em caminho de elevação.

ANTUSA FERREIRA MARTINS
A MEDIUNIDADE QUE VIA ALÉM DA MATÉRIA.
Antusa Ferreira Martins figura entre as personalidades mediúnicas mais singulares do Espiritismo brasileiro. Sua existência foi marcada por uma abnegação silenciosa, por faculdades extraordinárias e por uma fidelidade absoluta à caridade, razão pela qual foi consagrada pela tradição popular como o “Chico de Saias” de Uberaba, não por comparação superficial, mas pela similitude moral, pelo serviço incessante e pela renúncia integral de si mesma em favor do próximo.
A TRAJETÓRIA DE ANTUSA FERREIRA MARTINS
INFÂNCIA. O SILÊNCIO E A VISÃO.
Nascida em 9 de setembro de 1902, em uma fazenda nos arredores de Uberaba, Minas Gerais, Antusa teve a infância abruptamente transformada por um episódio decisivo. Aos 4 anos, foi acometida por meningite, enfermidade que lhe suprimiu definitivamente a audição. Em decorrência dessa condição, não desenvolveu a fala, passando a viver em um mundo de silêncio absoluto.
Criada em ambiente católico tradicional, causava assombro e inquietação aos familiares ao relatar, por meio de gestos próprios e de uma linguagem intuitiva, que via pessoas desencarnadas circulando pela casa. Para Antusa, desde muito cedo, o mundo espiritual apresentava-se com a mesma concretude do mundo material, sem fronteiras perceptíveis entre ambos.
ADOLESCÊNCIA E O ENCONTRO COM EURÍPEDES.
Aos 15 anos, em 1917, sua família mudou-se para Sacramento, Minas Gerais. À época, a cidade destacava-se como um dos grandes polos do Espiritismo no Brasil, sob a orientação moral e intelectual de Eurípedes Barsanulfo.
Ao conhecer a jovem Antusa, Eurípedes reconheceu de imediato a natureza de suas faculdades e a missão que lhe estava confiada. Sob sua orientação direta, Antusa passou a trabalhar na Farmácia Homeopática, auxiliando na preparação de medicamentos e no atendimento aos necessitados. Esse período representou verdadeiro aprendizado espiritual, no qual suas faculdades foram educadas, disciplinadas e harmonizadas à luz da caridade e da humildade.
VIDA ADULTA. TRABALHO E CARIDADE.
Após o desencarne de Eurípedes Barsanulfo, Antusa retornou a Uberaba. Sua vida manteve-se austera e despojada. Sustentava-se por meio da confecção e venda de tapetes de crochê, atividade que realizava ao lado da irmã, Nice, sem jamais converter a mediunidade em meio de benefício pessoal.
Dedicou décadas ao atendimento fraterno de enfermos e aflitos, inicialmente na Comunhão Espírita Cristã, ao lado de Chico Xavier, e posteriormente em um galpão simples construído nos fundos de sua própria residência. Ali, sem aparato, sem publicidade e sem conforto material, exercia uma das mais impressionantes formas de assistência espiritual já registradas no movimento espírita nacional.
UMA MEDIUNIDADE QUE ATRAVESSAVA A MATÉRIA.
A mediunidade de Antusa manifestava-se de maneira ampla e profundamente impactante.
Clarividência orgânica. Possuía a rara capacidade de perceber o interior do corpo humano, descrevendo órgãos enfermos, tumores, inflamações e alterações orgânicas com precisão que frequentemente surpreendia médicos e pesquisadores. Tal faculdade manifestava-se sem qualquer conhecimento acadêmico de anatomia, evidenciando sua origem extrafísica.
Audição espiritual. Embora absolutamente surda no plano físico, Antusa mantinha comunicação clara e constante com os Espíritos benfeitores. Recebia orientações de seu protetor espiritual, identificado como Santo Agostinho, bem como de outros servidores do bem, entre eles Vicente de Paulo, demonstrando que a percepção espiritual independe dos sentidos corporais.
Cura espiritual e desdobramento. Realizava tratamentos intensos por meio da imposição de mãos e da manipulação fluídica. Há numerosos relatos de que, durante o sono, trabalhava em desdobramento, visitando hospitais e lares, prestando socorro espiritual e participando de intervenções terapêuticas no plano invisível.
Fenômenos de efeitos físicos. Detinha faculdades relacionadas à movimentação e ao transporte de objetos, bem como à condensação de fluidos para curas imediatas, sempre sob rigorosa disciplina moral e finalidade exclusivamente caritativa.
O OLHAR QUE TRANSPUNHA A MATÉRIA.
Imagine-se uma mulher de pequena estatura, vivendo em um universo onde o som jamais existiu. Para Antusa Ferreira Martins, o ruído do mundo físico era inexistente, mas o plano espiritual manifestava-se diante de seus olhos com intensidade, cores e formas incontornáveis.
Enquanto a medicina de seu tempo buscava compreender os mistérios do corpo humano por meios ainda incipientes, bastava-lhe um olhar para que a carne e os ossos se tornassem translúcidos como cristal. Não necessitava de instrumentos, diagnósticos laboratoriais ou imagens técnicas. Com naturalidade serena, indicava o ponto exato onde a dor se ocultava, como quem descreve uma paisagem familiar.
No silêncio de seu galpão modesto, entre ervas, preces e gestos compassivos, Antusa demonstrou que a limitação física pode converter-se em instrumento de elevação espiritual. Sua vida testemunhou que, para ouvir a alma humana, muitas vezes é preciso calar os sentidos do mundo, pois a visão mais profunda não nasce dos olhos do corpo, mas da lucidez do espírito fiel ao bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O estudo bíblico deve ser sistemático; porém, a aplicação é o conjunto das doutrinas. 📚

Se milagres não acontecem na vida real, a existência divina não faz diferença. Um criador que não mexe um dedo para mudar a realidade é, na prática, o mesmo que um deus que não existe!

TENSÃO MORAL DA VERDADE E HUMILDADE NO CENTRO ESPÍRITA SEGUNDO J. HERCULANO PIRES.
As reflexões apresentadas nas passagens exibidas têm autoria inequívoca de J. Herculano Pires, pensador espírita de rigor filosófico e fidelidade doutrinária reconhecida, especialmente na obra O Centro Espírita. O Centro e a Comunidade. Nelas se manifesta uma compreensão severa, porém profundamente evangélica, do papel moral do Espiritismo e da responsabilidade ética daqueles que o representam.
Ao afirmar que quem não defende a Verdade traída não é digno dela, J. Herculano Pires reafirma um princípio central do Cristianismo primitivo. A Verdade não admite neutralidade. A omissão diante da mentira não preserva a paz. Apenas a corrompe silenciosamente. Quando o Cristo enfrenta publicamente os mentirosos no Templo, conforme o Evangelho de João, Ele não inaugura a agressividade. Revela a incompatibilidade entre a Verdade viva e a falsidade institucionalizada. A reação violenta dos ouvintes confirma que a mentira, quando desmascarada, tende a recorrer à força, jamais ao argumento.
No âmbito do Centro Espírita, J. Herculano Pires é categórico ao recusar qualquer forma de autoritarismo disfarçado de função administrativa ou doutrinária. Um presidente de Centro não é governante político. Um doutrinador não é sábio por título. Ambos são aprendizes em processo, espíritos necessitados de vigilância moral constante. O serviço espírita exige renúncia à vaidade, ao desejo de mando e à tentação de humilhar em público sob o pretexto de disciplina.
Outro ponto central destacado por J. Herculano Pires é a naturalidade do Espiritismo. A Doutrina não se harmoniza com maneirismos, vozes impostadas, teatralizações afetivas ou gentilezas artificiais. Tais comportamentos não refinam o espírito. Apenas mascaram fragilidades morais e favorecem a hipocrisia. O verdadeiro trato fraterno é simples, direto e honesto. Onde há encenação, perde-se a autenticidade evangélica.
A advertência mais grave, contudo, recai sobre a ausência de humildade. Para J. Herculano Pires, Espiritismo sem humildade é comparável a água poluída. Torna-se campo fértil para a pretensão, o orgulho e a vaidade intelectual, atraindo influências espirituais inferiores. A humildade, entretanto, não dispensa o estudo. Sem estudo sério, a humildade degenera em ignorância passiva. Sem humildade, o estudo converte-se em instrumento de exibição pessoal.
Por fim, o autor reafirma que o Espiritismo não é proselitista. Não disputa adeptos nem se impõe como verdade absoluta por meios emocionais. Seu dever é esclarecer, orientar e acolher com lucidez, coerência moral e fidelidade doutrinária. O exemplo vivido vale mais do que qualquer discurso.
Assim, segundo J. Herculano Pires, o Centro Espírita somente cumpre sua missão quando se ancora na Verdade sem concessões, na humildade sem fingimento, no estudo sem vaidade e na caridade sem teatralidade. Fora disso, resta apenas a forma vazia. Dentro disso, edifica-se silenciosamente a consciência moral capaz de transformar o indivíduo e, por consequência, a sociedade.

Quer tirar lágrimas nos olhos de alguém, elogia-a.

Aceitar a dor para sentir o amor.

No fundo de uma angústia, vive uma profunda paz.