Pensamentos Mais Recentes

Maresias das sensações 


Mar das aventuras 
Reinventa rotas 
Extensa sua intensidade 
Abraça singularidade do navegar
Mares em revoltas
Tempestade das aproximações 
Pulsar envolvente, abraços e beijos em caos fascinante.

1721
"Um Ministro Que Não Se Intimida com Cara Feia, com Ameaças Internas, com Pressão Externa, com Lei Magnistky... Vai se Intimidar com 'Caminhantes do Chororô'? Poizé!

⁠Às vezes, a melhor festa na laje é aquela em que a convidada de honra só faz barulho para lavar nosso dia.


Noutros tempos, só pensávamos em churrasco na laje, agora, só pensamos em chuva na laje.


Agora as melhores festas na laje são aquelas em que a convidada de honra não traz música alta, nem risadas forçadas, nem fumaça de churrasco.…


Ela chega silenciosa na intenção, mas barulhenta na presença: a chuva. 


E faz festa não para entreter, mas para lavar — o dia, a alma, o cansaço acumulado nos cantos que a gente já não alcança.


Noutros tempos, a laje era sinônimo de encontro, carne na brasa, conversa atravessada pelo riso fácil. 


Hoje, ela se tornou mirante da espera. 


Espera por nuvens carregadas, por um céu que se compadeça do pó, do calor excessivo, da exaustão que já não se resolve só com celebração. 


Mudamos o cardápio: trocamos o excesso pelo alívio.


A chuva na laje não exige anfitrião, nem lista de convidados. 


Ela chega quando pode, fica o tempo que quer e, ao partir, deixa tudo diferente — não necessariamente resolvido, mas respirável. 


É uma festa sem fotinhos, sem brindes, sem sobras…


Só o som da água lembrando que nem todo barulho é invasão; alguns são cuidados.


Talvez o tempo tenha nos ensinado isso: há dias em que não queremos comemorar, apenas lavar. 


E, nesses dias, a laje continua sendo lugar de encontro — não com os outros, mas com aquilo que sabe nos escutar e ainda nos permite recomeçar.

Aumento de taxas e impostos não afeta o rico, afeta o pobre, logo, o governo não é para os pobres.

Quem governa pelo controle não gosta de gente livre.

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1720
"Imagino um desses 'Caminhantes Estrategistas' explicando para o filho: 'Papai vai Caminhar, para assustar um certo Ministro e fazer com que ele liberte o Acusado de Golpe'. Não é impressionante? Poizé!"

Não é curto o tempo que temos, mas o que desperdiçamos.

Não é livre quem depende do acaso.

Vive mal quem vive esperando.

O sábio não sofre dano, apenas mudança.

Paixões são juízos falsos da alma.

Quero nem saber quem morreu, quero nem chorar!

Não reclames do destino; compreende-o.

O que não depende de ti não merece inquietação.

Governa o juízo, e nada te dominará.

Ordem e progresso ou administração da pobreza?



Há, de fato, algum candidato genuinamente preocupado com a situação estrutural do Brasil?
O debate político nacional tornou-se raso e emocional. Em vez de analisar propostas, dados e consequências, grande parte da população passa a idolatrar ou odiar figuras políticas, escolhendo lados como se estivesse torcendo por pessoas, e não avaliando projetos de país. Políticos deveriam ser instrumentos de desenvolvimento, não objetos de devoção ou repulsa.


A discussão central deveria ser outra: quais são os problemas reais da sociedade brasileira?
O Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e bate recordes constantes de arrecadação. Ainda assim, o retorno desses impostos é incoerente e ineficiente. O Estado adota políticas públicas essencialmente amenizadoras, que aliviam sintomas momentâneos, mas ignoram a raiz do problema. Reduzir o “gelo visível” não impede que o iceberg, muito maior e submerso, continue crescendo.


Auxílios sociais, da forma como são estruturados hoje, não resolvem o problema e, em muitos casos, agravam-no. Programas de acesso fácil, sem incentivo real ao trabalho, à capacitação ou à autonomia, tornam a conta insustentável. Os dados são claros: a projeção é de piora, não de melhora.


Enquanto isso, a população pouco se preocupa com seu próprio desenvolvimento de longo prazo. Não há revolta porque o Estado entrega um benefício imediato, um “pirulito”. Porém, alguém sempre paga por ele. O problema é que o custo é coletivo, enquanto o retorno não é proporcional nem estruturante.
Centenas de milhões de reais são direcionados a uma parcela da população sem critérios que estimulem evolução pessoal ou produtividade. Ganhos que deveriam estar associados a mérito, capacitação ou transição para autonomia acabam se tornando permanentes. Isso não gera desenvolvimento, apenas dependência.
A pergunta central é: as pessoas não enxergam esse problema ou não querem enxergar?
A lógica política ajuda a explicar. São milhões de eleitores, e nenhum político, em sã consciência eleitoral, quer perder apoio ao enfrentar o problema de forma responsável. O medo de ser criticado ou rejeitado pesa mais do que o compromisso com soluções reais.
Nesse cenário, até os chamados “direitos constitucionais” perdem efetividade prática. Vive-se uma espécie de distopia institucional, em que a frase “Ordem e Progresso”, estampada na bandeira, está cada vez mais distante da realidade. O que resta à população produtiva é pagar mais impostos e sustentar outra parcela do país. A conta simplesmente não fecha.


Esse modelo desestimula empresários, desvaloriza quem produz e transmite a mensagem de que trabalhar e gerar riqueza é penalizado, enquanto a inatividade é recompensada. Isso não é igualdade. Quem recebe não se desenvolve; quem paga é limitado. Onde está a racionalidade desse sistema? Que rumo estamos tomando?
O problema não é a existência de ajuda social, mas para onde e como ela é direcionada.
A prioridade deveria ser o jovem que quer estudar, ingressar em uma faculdade, se qualificar e construir algo, mas não consegue porque precisa sustentar a própria casa, pagar mensalidades, ajudar a família. Muitos abandonam os estudos não por falta de vontade, mas por falta de oportunidade real.
Esse jovem, paradoxalmente, não é visto como prioridade pelo poder público, justamente porque trabalha. Já quem possui renda mínima extremamente baixa recebe auxílio sem qualquer ponte concreta para sair dessa condição.


Essa crítica não é direcionada a um candidato específico. É uma crítica a toda a máquina política, ao modelo estrutural que se perpetua há décadas sem mudanças significativas.
Enquanto isso não for enfrentado com seriedade, o Brasil continuará administrando pobreza em vez de combatê-la, distribuindo recursos sem gerar progresso e adiando, eleição após eleição, as decisões que realmente importam.

Sua identidade externa ja foi criada, independentemente da pessoa que vc foi, está sendo ou a que será, nada vai mudar a forma como as pessoas te exergam, esquece e só segue.

Hipocrisia é a moral dos Imorais

Foque em se fortalecer e os desafios da vida se tornarão progressivamente mais fáceis com o tempo.

Sim. Eu já furtei troco do pão para jogar fliperama.

Bom, bem, é método de expressar severamente as nossas dificuldades não aparentes; na verdade, para que estejamos bem realmente, são necessárias outras coisas que são da própria existência, como, por exemplo, uma alma gêmea que nos faça sentir amados e respeitados. Estou quase lá, mas, devido aos precalços do destino, pode ser que demore dias ou até meses, mas chegarei, tenho fé. Estou amando e muito feliz com um novo amor preparado por Deus.

1719
"Da Caminhada para Acampar à Porta dos Quartéis vai ser um pulo e outro fiasco. Que haja, também, choro, reza e pneu como Altar. Precisamos rir ainda mais dessa gente!"

"Mais importante que saber quem sou eu é saber quem Eu Sou"