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5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

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Doeu tanto, mas passou. Tudo nessa vida passa. Nada é para sempre, nem o amor, nem o ódio. Tudo acaba e tem seu final.

O maior defeito humano,, de fato, até então, e ser ingrato a quem te deu a mão.

O que você deseja encontrar? Eu!

Uma organização é uma forma de energia coletiva que atrai e projeta aquilo que vibra dentro de si.

Eu descobri sem querer que sou uma espécie de fazendeira clandestina de mamão. Não dessas de chapéu de palha e cerca branca, mas daquelas que um dia simplesmente olham pro quintal e pensam “e se eu só… jogar isso aqui e ver no que dá?”. Foi assim, sem planejamento estratégico, sem planilha, sem tutorial de internet. Só eu, um mamão comprado no mercado e uma teimosia silenciosa que mora dentro de mim.


Joguei as sementes como quem joga um segredo no vento. Sem cerimônia. Sem promessa. E fui viver a vida, como se nada tivesse acontecido. Seis meses depois, o quintal virou uma espécie de floresta tropical em miniatura, um congresso internacional de mamoeiros, cada um erguido com aquela dignidade de quem nasceu pra dar fruto. E deram. E continuam dando. Como se tivessem combinado entre si: “vamos alimentar essa mulher até ela não aguentar mais olhar pra mamão”.


E eu colho. E cada mamão colhido não é só um fruto, é um ciclo completo, é quase uma filosofia embalada numa casca amarela. Porque dentro dele vêm novas sementes, novas possibilidades, novos começos. Eu abro o mamão e é como abrir um cofre cheio de futuros quintais. E lá vou eu de novo, jogando sementes, espalhando vida, como se fosse a coisa mais natural do mundo. E talvez seja.


Hoje eu tenho mamões infinitos. E não é exagero de quem gosta de dramatizar a própria rotina. É infinito mesmo, no sentido mais simples e mais bonito da palavra. Sempre tem mais vindo. Sempre tem mais crescendo. Sempre tem mais surgindo onde antes era só chão.


E aí eu fico pensando nesse hábito estranho que a gente tem de jogar sementes fora, como se fossem lixo, como se não carregassem dentro delas um potencial absurdo de alimentar alguém, de virar sombra, de virar sustento. É quase uma ingratidão silenciosa, um desperdício disfarçado de normalidade.


Se não tiver quintal, tudo bem. O mundo não acaba no muro de casa. Tem canteiro na rua, tem beira de rio, tem terreno esquecido que só precisa de uma chance. A cidade inteira pode ser um grande quintal disfarçado, esperando alguém com coragem suficiente pra sair plantando sem pedir permissão pra ninguém.


No fim das contas, plantar virou mais do que um hábito. Virou uma resposta. Uma resposta simples pra um mundo complicado demais. Enquanto tem gente discutindo o futuro, eu tô ali, jogando sementes no chão e confiando que alguma coisa vai nascer. E nasce. Sempre nasce.


Agora me diz, quantas florestas você já jogou no lixo hoje sem perceber?


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Que o amor seja visto, e a paz prevaleça.

Ser 
tem um valor elevadíssimo
e cobra um preço 
que não se parcela,
não se negocia,
não se adia.


Ser exige sangue, suor,
pele, carne, coragem,
determinação, resiliência 
e a renúncia dolorosa
de todas as máscaras confortáveis.


E a maioria dos “eus” 
que transitam
nesse mundo apressado e raso
prefere o disfarce, a superfície,
o aplauso fácil e estantâneo 
do não-ser.


Porque não possuem crédito,
nem lastro,
nem a ousadia necessária
para sustentar o peso
de existir em verdade.


Então vivem…
mas não são.
✍@MiriamDaCosta

Existe uma esperança que não salva, ela não acende luz alguma. Não guia, não aquece, fica ali, mínima, quase ausente, como a fresta estreita por onde o ar insiste em entrar quando tudo já deveria ter sufocado. É estranha, silenciosa, não promete futuro, nem redenção, apenas suspende o fim. Há dias em que ela pesa mais que o próprio desespero, porque continuar, mesmo sem horizonte, exige um tipo de coragem que ninguém celebra, um tipo de fé que não se nomeia. Ainda assim, ela permanece, como um resto de pulso sob a pele fria, como um corpo que não sabe mais viver, mas também não aprende a desaparecer, não é luz, mas também não deixa escurecer.


- Tiago Scheimann

Eu não fui salvo, fui atravessado pela ruína até que algo em mim deixasse de ceder, não intacto, não ileso… mas irrepetível na queda e, por isso, cada vez mais difícil de ser destruído.

Há dores que não pedem cura, pedem espaço. Porque, quando negadas, não desaparecem… apodrecem em silêncio e, inevitavelmente, destroem tudo ao redor.

Conexão é,
De coração pra coração.
Não,
Tripas pra coração.

Feliz é quem dança na tempestade,
E reconhece a felicidade num copo d'água.

Acordar cedo não é um hábito, é quase um pacto silencioso que eu fiz com a vida. Enquanto o mundo ainda está naquele estágio meio zumbi, meio travesseiro, eu já estou de olhos abertos, tentando entender se sou corajosa ou só teimosa mesmo. Cinco e meia da manhã, às vezes cinco em ponto, e lá estou eu… firme, porém bocejando com elegância, porque dignidade é tudo, até na luta contra o sono.


Mas aí vem o motivo. O som. Ah, o som da natureza… aquilo não é barulho, é um tipo de conversa que não exige resposta, só presença. Os passarinhos começam como se estivessem fofocando da vida alheia, cada um com sua versão da história, e eu ali, ouvindo tudo, sem julgar ninguém, porque claramente não fui convidada para opinar. O vento passa devagar, como quem sabe que ainda é cedo demais para pressa. As folhas respondem, e de repente tudo parece uma orquestra que ensaiou a madrugada inteira só para aquele momento.


E eu fico ali, parada, meio acordando, meio existindo. Porque não é só ouvir, é sentir. É perceber que enquanto eu me preocupo com boleto, com futuro, com o que deu errado ontem, a natureza simplesmente… continua. Sem drama, sem reunião, sem crise existencial. O sol nasce todos os dias sem postar indireta, sem precisar de validação, sem perguntar se está bonito o suficiente. E está. Sempre está.


Tem uma paz meio debochada nisso tudo. Porque a vida lá fora acontece de um jeito tão simples, enquanto a gente complica tudo aqui dentro. Eu olho ao redor e penso que talvez eu esteja fazendo muita coisa errada… ou talvez só esteja fazendo demais. A natureza não tenta ser mais do que ela é. E eu, às vezes, acordo querendo ser tudo ao mesmo tempo, e acabo não sendo nada com calma.


Então, nesses momentos, eu respiro. Fundo. Como se pudesse puxar um pouco daquela tranquilidade pra dentro de mim. Como se desse pra armazenar paz igual a gente armazena foto na galeria. Spoiler: não dá. Mas a tentativa já melhora o humor, o que convenhamos, às cinco da manhã, é praticamente um milagre.


E assim eu começo meu dia. Sem pressa, sem plateia, só eu e esse espetáculo gratuito que ninguém valoriza o suficiente. Porque enquanto muita gente está brigando com o despertador, eu estou ali… fazendo amizade com o silêncio, que de silencioso não tem nada.


Agora me conta… você também já parou pra ouvir o mundo antes dele começar a gritar?


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Dor clandestina.
No desatinos de outras horas eras atravessaram.
Bem querer momentos bons no infinito.
Espalho a semântica no desconhecido...
Atroz requisição da inquisição.
Aplausos de telespectadores na espera de desfeixo emblemático.
O pedido de mais profundo atos insanos.

Tranquilize seu coração. Um amigo me contou uma vez: Não tenha receio das dificuldades, no momento oportuno sua natureza boa e forte surgirá do nada e te levará a uma situação muito mais favorável, basta esperar o momento certo, e de fato isso se desenrolou comigo e vai acontecer com você!

O Apocalipse não é o fim do mundo.
É o fim de uma forma de ver.
A palavra “apocalipse” significa revelação.
É quando aquilo que estava oculto vem à luz.
Por isso ele parece destruição.
Mas o que está sendo destruído não é a vida
são as ilusões que sustentavam uma consciência fragmentada.
É o colapso das máscaras.
Das crenças.
Das identidades que criamos para não olhar.
É quando a mente que divide
que acusa
que distorce
já não consegue mais se sustentar.
E tudo aquilo que foi evitado começa a emergir.
Por isso é intenso.
Por isso é desconfortável.
Porque não é sobre perder o controle do mundo
é sobre perder o controle da ilusão.
O Apocalipse é interno.
É o momento em que a sombra vem à consciência
e não pode mais ser negada.
É quando o “diabo”
a mente que separa
é visto com clareza.
E ao ser visto
começa a perder força.
O que parece caos
é, na verdade, revelação.
O que parece fim
é reorganização.
Porque quando a divisão cai
o que sobra não é vazio
é inteireza.

O que pensar diante do desprezo aparente...
Morte para aqueles que mesmo letrados são ignorantes.
Pois a letra te dá a mudança do destino.
Mesmo assim persistência e arrogância são expostos por tolos...
Num trono de isolamento se busca a quietude de elevar seus pensamentos.
Empada na fogueira para o calor te nutre e mante o  calor na noite fria.


imaginaria que a fogueira é parte do conhecimento que tem num estado de energia vital?

Cada vez mais, jovens, tanto homens quanto mulheres, estão utilizando anabolizantes na busca por um corpo ideal, muitas vezes sem supervisão médica. Isso pode prejudicar a saúde cardiovascular, elevar os níveis de colesterol ruim e provocar diversos outros efeitos adversos. A pergunta que fica é: qual será o resultado disso no futuro?.

O diabo não é um ser.
É um estado da mente.
“Satanás” e “diabo” não são exatamente a mesma palavra
mas apontam para o mesmo movimento.
“Satanás” é o adversário.
O acusador interno.
A mente que julga, que aponta, que coloca contra.
“Diabolos” é aquilo que divide.
A voz que separa, distorce, cria conflito.
Não são entidades fora.
São movimentos dentro.
São formas da consciência fragmentada se manifestar.
Quando não há integração, surge a divisão.
Surge a acusação.
Surge o conflito.
E é isso que chamaram de diabo e satanás.
Lúcifer, o portador da luz, não é o mal em si.
É a luz que despertou… mas se perdeu em si mesma.
É a consciência que percebe o próprio poder
e, ao invés de integrar, se identifica.
Se exalta.
Se separa.
É quando a luz vira ego.
Quando o saber vira superioridade.
Quando a consciência esquece a totalidade.
Lúcifer é a luz sem integração.
E Cristo é o caminho completo.
Cristo representa a consciência integrada.
A luz que não nega a sombra.
Não luta contra ela.
Não foge.
Atravessa.
Inclui.
Integra.
Se Lúcifer é o despertar da luz sem consciência
Cristo é a luz que despertou, atravessou e se tornou inteira.
Aqui não existe divisão.
Não existe acusação.
Não existe ego no comando.
Existe presença.
Inteireza.
Consciência.
Cristo não vence Lúcifer.
Cristo resolve Lúcifer.
Porque aquilo que estava fragmentado
se torna inteiro.
O que chamaram de “queda”
é só a luz esquecendo de integrar.
E o que chamaram de “salvação”
é a luz lembrando quem é.

O diabo existe?
O diabo não existe como um ser.Ele vive como voz.
É a mente que acusa, que manipula, que distorce.É a parte que julga, que projeta, que se esconde na sombra.
Chamaram de diabo aquilo que não souberam integrar.
Porque é mais fácil apontar para fora do que sustentar o que existe dentro.
Mas a sombra não veio para ser negada.Ela pede consciência.
Quando você olha, reconhece e integra, algo muda.O conflito deixa de comandar.A escuridão deixa de dominar.
E o que sobra não é metade luz, metade sombra.O que sobra é lucidez.
É presença.É inteireza.
É a consciência que já não é governada pelo medo, nem pela culpa, nem pela divisão.
É isso que chamam de luz crística. Não como algo distante.Mas como um estado de ser.
Quando o “mal” deixa de ser inimigo e se torna parte a luz não precisa lutar para existir.
Ela simplesmente é.

Mar remanescente que sois outra hora o manso alvorecer diante do destino.⁠

Eu descobri que cultivar plantas no quintal é uma forma sofisticada de enlouquecer com elegância. Porque veja bem, enquanto tem gente colecionando problemas, eu coleciono folhas, raízes, frutos e uma esperança diária de que a vida, pelo menos ali, obedeça algum tipo de lógica. E obedece. Planta não mente. Ou ela cresce, ou ela morre. Simples, direto, quase ofensivo de tão honesto.


No meu quintal tem de quase tudo, e eu falo isso com o peito estufado de quem virou praticamente uma fazendeira de um metro quadrado. Tem fruta que eu mesma já nem lembro quem plantou, se fui eu num surto de motivação ou se foi o vento sendo mais competente que muita gente. Tem erva pra chá, e a minha querida cidreira que, diferente de certas pessoas, me acalma de verdade. Basta eu chegar perto, amassar uma folhinha e pronto, já sinto como se o mundo tivesse pedido desculpa por existir.


E o mais curioso é que cuidar dessas plantas me ensinou mais sobre a vida do que muita conversa profunda por aí. Planta não cresce no grito, não responde à pressa, não floresce porque você está ansiosa. Ela cresce no tempo dela, no silêncio dela, na teimosia dela. E eu ali, regando, observando, aprendendo a esperar, coisa que a gente detesta, mas precisa.


Tem dias que eu converso com elas, confesso. Não por achar que vão responder, mas porque, de certa forma, já respondem. Quando brota uma folha nova, quando dá fruto, quando resiste a um sol de rachar ou a uma chuva sem aviso, é como se elas dissessem bem baixinho: continua. E eu continuo.


No meio desse mundo barulhento, onde todo mundo quer tudo pra ontem e ninguém sabe direito o que está fazendo, eu vou lá pro meu quintal, sujo a mão de terra e lembro que a vida de verdade não acontece na pressa. Ela acontece ali, quietinha, crescendo sem alarde.


E no fim das contas, talvez eu nem esteja cultivando só plantas. Talvez eu esteja cultivando paciência, presença, e um tipo de felicidade que não faz barulho, mas preenche tudo.


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Bom dia!
Deus mostra a você todos os dias novas coisas e novas possibilidades, mas é preciso ter o coração aberto pra enxergar. Boa sexta-feira e um abençoado final de semana ✨️ 🌻
Ery santanna

Eu tenho uma espécie de vício silencioso que ninguém diagnostica, mas eu sinto todos os dias: olhar pro céu. Não é nem olhar, é encarar mesmo, como quem procura resposta num lugar que nunca prometeu nada. E ainda assim, entrega tudo. É curioso isso… o céu não cobra, não julga, não pede senha, não trava acesso. Ele só está ali, aberto, escancarado, como se dissesse: “se vira aí com o que você sente”.


E eu me viro.


Tem dia que eu olho e penso que a vida podia ser mais simples, tipo o vento passando entre as árvores, sem reunião, sem boleto, sem gente complicada. O ar entra no pulmão como se fosse um abraço invisível, desses que ninguém vê, mas muda tudo por dentro. E eu fico ali, respirando como se estivesse reaprendendo a existir. Porque no fundo, viver mesmo é isso: perceber que você está viva enquanto o mundo continua sem precisar de você.


A natureza tem esse talento meio debochado de continuar linda mesmo quando a gente tá um caos. A árvore não entra em crise existencial porque perdeu uma folha. O rio não faz drama porque tem pedra no caminho. E eu? Eu já quis surtar porque o Wi-Fi caiu. É humilhante.


Mas aí eu sento, olho pro céu de novo, e lembro que tem coisas que simplesmente seguem. O vento não pede licença pra tocar meu rosto, o sol não pergunta se pode nascer, e os pássaros… ah, os pássaros não fazem planejamento estratégico pra voar. Eles só vão.


E talvez seja isso que me prende tanto nesse ritual de observar tudo: a natureza não tenta ser nada além do que é. E eu, no meio disso tudo, tentando entender quem eu sou, acabo encontrando pequenos pedaços de resposta no barulho das folhas, no cheiro da terra, no silêncio entre um pensamento e outro.


No final das contas, eu acho que não é só sobre gostar do céu. É sobre precisar dele. Como quem precisa lembrar que existe algo maior, mais leve, mais livre… e que talvez eu também possa ser assim, pelo menos um pouquinho.


Agora me conta… você também para pra sentir isso tudo ou tá só sobrevivendo no automático?


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Aquele que tem a oportunidade de agir bem e não o faz por uma resistência interna não falha apenas externamente — ele peca, antes de tudo, contra si mesmo.


A consciência, mesmo que calada, guarda o conhecimento pleno da verdade.
Não existe mecanismo psicológico que consiga abafar essa evidência interna por tempo indeterminado.
Todo desvio tem um limite.
Após dez anos de resistência, está a chegar ao fim.
Passam-se quinze anos, mas não se torna definitivo — apenas se aproxima de sua revelação.
A verdade não precisa de autorização para vir à tona; ela se afirma por sua própria coerência.
Assim, a postergação não é uma tática — é apenas uma ampliação do que é inevitável.
Portanto, a ação deve ser rápida.
Se você encontrar alguma discrepância, por favor, ajuste-a agora.
Se for preciso confrontar, faça isso agora.
Se houver ocultação, irregularidade, relação imprópria ou qualquer arranjo mantido por dissimulação — interrompa isso imediatamente.
Torne a comunicação mais formal.
Realize a conexão.
Decida sem postergar.
Porque o tempo não corrige desvios — apenas os revela a um custo maior.