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É VEROSÍMIL O LIXO 
Autor: Góis Del Valle 

É verossímil o lixo
quando repousa onde o deixaram,
sem pedir licença,
sem explicar de onde veio.

Há lixo que chega limpo,
quase intacto,
com aparência de coisa nova.
Mas basta o tempo
para revelar o que guarda.

É verossímil o lixo
que escolhe a sombra dos cantos,
que se acumula longe dos olhos,
onde ninguém costuma procurar.

Há restos que mudam de lugar,
empurrados para debaixo,
para trás,
para dentro de alguma fresta.
Para debaixo do tapete.

Não desaparecem.
Apenas deixam de ser vistos.

O lixo também conhece o momento
de permanecer quieto.
Aprende onde não incomoda,
quando não exala,
quando não chama atenção.

Mas a chuva espalha.
O vento revela.
A maré devolve.

E aquilo que parecia distante
volta para a superfície.

É verossímil o lixo
quando ninguém está olhando.
É ali que ele ocupa espaço,
ali que se acumula,
ali que deixa sua verdadeira marca.

No fim,
não importa o valor da embalagem,
nem o lugar onde foi encontrado ou vendido.

Todo lixo revela,
cedo ou tarde,
aquilo que realmente é.

Você apareceu na minha vida sem avisar e, quando percebi, já tinha ocupado um espaço que ninguém mais poderia preencher. O que começou de repente se transformou no sentimento mais bonito que carrego no coração. Hoje, você não é apenas parte da minha vida… você é meu amor, meu porto seguro e meu tudo.

LIVRO: VAMPIRISMO.
DE - J. HERCULANO PIRES:
UMA LEITURA SOBRE A INFLUÊNCIA ESPIRITUAL E A RESPONSABILIDADE MORAL.

Obs. Divulgamos o livro, não recebemos nada a não ser a satisfação de auxiliar aos leitores livros indispensáveis à maturidade espírita.
Marcelo Caetano Monteiro.

Há temas dentro do Espiritismo que exigem mais do que curiosidade: exigem discernimento.

Entre eles está o vampirismo.

Ao abordar esse assunto, J. Herculano Pires nos conduz para além da imagem superficial e quase folclórica do “vampiro”. No campo espírita, a questão é muito mais profunda: trata-se da possibilidade de influências espirituais que se estabelecem por meio de vínculos, afinidades, desequilíbrios e sintonia entre Espíritos encarnados e desencarnados.

O ponto essencial, entretanto, não está em alimentar o medo.

Está em compreender.

A Doutrina Espírita não nos convida a enxergar o mundo espiritual como um território povoado por forças misteriosas das quais precisamos fugir permanentemente. Ela nos chama, sobretudo, à compreensão das leis morais que regem nossas relações e à percepção de que nossos pensamentos, sentimentos e atitudes participam da construção daquilo que atraímos para nossa experiência.

É nesse ponto que o tema do vampirismo ganha uma dimensão profundamente psicológica.

Existem dependências afetivas, paixões descontroladas, ressentimentos prolongados, desejos de domínio, sentimentos de culpa, pensamentos obsessivos e hábitos mentais que podem criar vínculos de sofrimento. Quando essas disposições encontram correspondência em outras consciências, encarnadas ou desencarnadas, estabelecem-se relações de influência que podem prolongar o desequilíbrio.

Por isso, estudar o vampirismo não deveria nos levar imediatamente a perguntar:

“Quem está me prejudicando?”

A pergunta espírita mais fecunda talvez seja:

“Que tipo de sintonia estou estabelecendo?”

Essa mudança de perspectiva é fundamental.

Porque, se transformarmos todo sofrimento em consequência da ação de um Espírito obsessor, corremos o risco de abandonar justamente aquilo que o Espiritismo procura desenvolver em nós: a responsabilidade sobre a própria vida.

Herculano Pires tratou os fenômenos espirituais com seriedade e procurou afastá-los tanto da incredulidade sistemática quanto da credulidade sem exame. Seu pensamento permanece particularmente importante porque nos recorda que compreender a realidade espiritual não significa abandonar a razão.

O verdadeiro estudo espírita não alimenta o pânico.

Ilumina.

E quanto mais lúcida é a compreensão, menor é a necessidade de criar monstros para explicar nossas próprias sombras.

O chamado “vampirismo espiritual”, quando compreendido dentro da perspectiva espírita, também nos coloca diante de uma questão essencial: somos igualmente responsáveis pela qualidade das relações que estabelecemos.

Onde existe ódio cultivado, há uma porta para o ódio.

Onde existe dependência sem vigilância, pode nascer uma relação de aprisionamento.

Onde existe desequilíbrio persistente, a sintonia pode encontrar terreno fértil.

Mas onde existe renovação íntima, pensamento disciplinado, oração sincera, caridade e esforço moral, modifica-se igualmente o campo de influência.

É por isso que uma leitura séria de Herculano Pires não deveria produzir medo do mundo espiritual, mas maior vigilância sobre o mundo interior.

O problema não é simplesmente perguntar se existem influências espirituais.

A questão mais profunda é compreender por que determinadas influências encontram espaço em nós.

Essa reflexão torna Vampirismo uma obra de interesse não apenas para quem estuda mediunidade e obsessão, mas para todos aqueles que desejam compreender melhor as relações entre pensamento, sentimento, vontade e influência espiritual.

Uma biblioteca espírita não deve ser constituída apenas de livros que confortam.

Também precisa acolher aqueles que nos interrogam.

E há perguntas que, quando verdadeiramente compreendidas, transformam nossa maneira de viver.

Vampirismo, de J. Herculano Pires, é uma dessas leituras.

Livro impresso:
"Editora Paideia — Vampirismo" (https://reference-url-citation.invalid/0)

E-book:
"Amazon Brasil — Vampirismo" (https://reference-url-citation.invalid/1)

Estudar o mundo espiritual é, antes de tudo, aprender a olhar para dentro de nós mesmos com mais lucidez.

Porque nem toda sombra vem de fora.

E, muitas vezes, a verdadeira libertação começa quando compreendemos aquilo que, dentro de nós, ainda necessita de luz.
#JHerculanoPires #Vampirismo #Espiritismo #DoutrinaEspírita #AllanKardec #Mediunidade #Obsessão #EstudoEspírita #LiteraturaEspírita #ReformaÍntima

3402 📜 Já disse que tenho uma parenta que se acha (e espalha) ser 'Zen' e 'Especialista' em Coisas do 'Sobrenatural'? Eu já disse isso? Pois tenho e hoje ela vem me visitar. Sim, eu autorizei a vinda dela. Aguardemos!

A partir do momento em que conseguimos olhar para trás e dizer "eu me lembro disso", o véu da inocência absoluta já se rompeu.

"A consciência é o fiscal da mente "

3401 📜 Vi, li e ouvi que a Decisão Anterior, de afastar o Diretor Geral da PF e mais um Delegado, foi revertida. Se é isso mesmo, o Outro, o que Iniciou, passa, no Meu Entender, por Vexame 'Terrivelmente' Imprevisto. Oxalá seja isso mesmo! E que venha mais, em nome da Ordem e da Lei, sempre!
-
Foi em:
https://k.kwai.com/p/zxRCqFjL

Saber usar o conhecimento é a forma mais simples de sabedoria.

Um repolho piquei,
com água cozinhei, 
após ferver,
sal integral,
cúrcuma e uma pitada 
de pimenta do reino coloquei,
tirei, ao liquidificador levei,
em segundo eu bati,
numa pequena bacia funda me servi
e finalmente eu comi...
Não estou louco,
esse é o poema do repolho,
que depois que provei,
jamais esquecerei!

A inocência se perde na primeira lembrança que temos de nossa infância.

Se eu não tivesse seu amor
Meu Pai
Eu não seria capaz de viver
Sem seu amor
Por favor, Pai, me dê
Um pouco de amor
Porque eu sei que
Você tem muito amor para dar
Você é quem fez o amor
Com suas mãos sagradas
Também é o amor que cura
Meu coração partido
Que está em dor
Eu já tomei muitos analgésicos
E nada funcionou
Sim, eu overdosei em analgésicos
Isso é algo muito
Perigoso de se fazer
Mas eu também estava ficando desesperado
Sim, Pai, muitas pessoas quebraram
Meu coração novamente
Também eu não sei mais o que
Fazer
Porque eu odeio ficar sozinho
Sem amigos

Se o seu voto valesse alguma coisa, não haveria tantos ladrões na política.

Questionar a sabedoria do criador só mostra o quanto somos inferiores a ele.

hoje eu me vejo lutando contra a depressão, e vencendo aos poucos

O espelho não devolve apenas feições. Devolve escolhas. Cansaços. Contradições. Devolve a distância entre quem acreditávamos ser e quem estamos nos tornando enquanto ninguém está olhando.

Nem toda mudança começa quando a vida muda. Às vezes, ela começa quando finalmente paramos de insistir em caber onde a nossa verdade já não respira.

Existe um luto que quase ninguém nomeia: o de deixar de ser quem aprendemos a ser para abrir espaço para quem já estamos nos tornando.

Passamos tempo demais tentando salvar versões de nós que já cumpriram seu papel. Continuamos repetindo gestos, sustentando personagens e defendendo identidades que um dia nos protegeram, mas que hoje apenas nos apertam por dentro.

Tenho a impressão de que os olhos também colecionam memórias. Cada paisagem bonita amplia o repertório da alma. Depois de contemplar certos reflexos, certas luzes e certos horizontes, voltamos diferentes, não porque o mundo mudou, mas porque carregamos dentro de nós mais maneiras de enxergá-lo.

Existe uma beleza que só acontece quando saímos do caminho habitual. O mundo continua sendo o mesmo, mas alguma coisa em nós ganha outra janela.

Conhecer novas paisagens nunca foi apenas mudar de horizonte. É permitir que os olhos aprendam um vocabulário que ainda não conheciam.

Há lugares que não aparecem nos mapas, conversas que desmontam certezas e experiências que a imaginação nunca ensaiou. Só as encontra quem atravessa o desconhecido sem pedir garantias e recusa o hábito preguiçoso de julgar o livro pela capa.

Algumas coisas precisam de tempo porque ainda estão encontrando a forma possível de existir. E você não precisa se machucar para provar que está avançando.

Existe uma violência em se obrigar a chegar antes de estar pronto.

Nem toda demora é atraso.