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Pensamentos Mais Recentes

"A vida não se eleva à grandeza pela soma dos dias que se acumulam, mas pela densidade moral que os preenche. Não é o calendário que consagra a existência, mas a profundidade das virtudes cultivadas e a autenticidade dos afetos que, silenciosamente, florescem no jardim interior da nossa alma."

“A existência não se engrandece pelo acúmulo dos dias, mas pela intensidade moral que lhes dá substância. Não é o calendário que confere nobreza à vida, e sim a profundidade das virtudes amadurecidas e a autenticidade dos afetos que desabrocham, em silêncio, no jardim interior da alma.”

Inserida por Celso970131

E na lembrança do teu sorriso que eu diluo as mágoas da tua ausência...

Ela foi ali, além do pôr do sol, em breve eu vou  encontra-la..

Ele sorriu e foi um sorriso culposo... ⁠ Ele não tinha intenção de  me despertar amor...

Protocolei a sua insatisfação com a minha escolha  na seção de achados e perdidos...

⁠A legitimidade da nossa Falibilidade não nos desobriga da Correção, fugir disso é desperdiçar a Grandiosa Oportunidade de tornarmos Mais Humanos.


Há um conforto bastante perigoso em admitir que somos falhos e, a partir daí, transformar essa constatação em salvo-conduto para permanecer no erro. 


Como se reconhecer a imperfeição fosse suficiente, como se a consciência, por si só, já nos redimisse. 


Mas definitivamente, não. 


Há uma distância essencial entre admitir a falha e se comprometer com a mudança — e é nessa travessia que a humanidade se reconstrói de fato.


Errar é inevitável, quase estrutural à nossa condição humana. 


Mas corrigir-se é escolha, é esforço, é enfrentamento do próprio ego. 


Exige encarar o desconforto de rever certezas, de admitir que aquilo que defendíamos talvez nunca tenha sido tão sólido quanto imaginávamos. 


E esse movimento, embora incômodo, é profundamente transformador.


Quando utilizamos a falibilidade como justificativa para a inércia, deixamos de evoluir. 


Tornamo-nos versões repetidas de nós mesmos, presos a ciclos de erro que já não nos ensinam mais nada. 


A falha, então, perde seu caráter pedagógico e passa a ser apenas um hábito mal resolvido.


Ser mais humano não é errar menos — é corrigir melhor. 


É assumir responsabilidade sem se esconder atrás de desculpas romantizadas e sofisticadas. 


É entender que a imperfeição não é um ponto final, mas um ponto de partida.


No fim, talvez a verdadeira desumanização não esteja no erro em si, mas na recusa em aprender e reaprender com ele.

Nada faz mais barulho em nossa mente que o silêncio das palavras que deixamos de dizer.

Não perca tempo tentando explicar algo para alguém que já decidiu o que quer entender.

Evoluir afasta pessoas, lugares e situações que não sintonizam mais a nossa frequência.

Colecionar boas memórias em vida é a melhor forma de honrar uma despedida.⁠

Lixo é lixo,
Borboletas habitam em jardins. 
Entendeu ?

Reconheça a energia das pessoas. Tem gente que anda com você, convive com você, mas não torce por você.

A sua maior batalha é contra você mesmo. Certifique-se de estar vencendo.

Sem nó


Deus mora nos detalhes; o diabo, porém, nas distrações. Por isso, o porquê é o caminho de todo aquele que busca ser sábio.


Caíste...


do alto sublime em queda,
ou fuga da irídia tenaz...
a quem sabe do outono semblante,
mártir, o fulgente capataz.


Caíste...


em terra vultosa,
destronada, quedante em dor,
tal homem, fulcror impingente,
ou serpente, sedante, à ruína, depor...


Saulo Nascimentto

Amo escrever sobre amor
Um poeta que escreve, nunca poderá sê-lo
Escrevo sobre o amor, porque sou incapaz de amar
E sinto-me triste, porque de amor não hei de morrer
Morro hoje, pela falta do mesmo
Morro pela falta de amor
Se é pela minha falta de amor ou da falta do amor de alguém
Eu ainda terei que descobri
Não sou poeta, nem planejo ser
Sou eu, ou é o que eu digo para mim mesmo
Sou alguém que sente muito
E para os que muito sentem, escrever se torna, em sua máxima, sua única esperança
Então escrevo, não por amor, ou por mim
Mas para sentir, sentir que não estou morto

No fim das contas, todo mundo só quer alguém que fique sem precisar ser convencido.

O Pintor de Sua Própria Dor

Um olhar triste carrega uma alma machucada.
Por mais que os lábios se exponham, os olhos não acompanham.

É triste olhar pela janela e ver uma paisagem igualmente triste.
Como proteger os quadros que vejo? Como servir de ombro ao pintor que encanta, mas em quem a felicidade não habita?

Os sinais de pânico explodem, e meu coração dói.
Não consigo conter o rio que escorre.

A ferida é grande e talvez não venha a sarar.
Por isso, é fácil a tristeza se instalar; difícil é consolar.

Compartilhar a dor também faz parte e, mais importante, é saber que não se está só.

Para ter paz e viver a minha verdade, não me importo de ser o vilão da história.

⁠Sempre se deve ver um livro antes de começá-lo a escrever.
sfj,a arte de escrever

"Um homem não pode fazer o certo numa área da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado em outra. A vida é um todo indivisível. Mahatma Gandhi" É DIFÍCIL TAL FATO NÃO OCORRER, SER TRANSPARENTE É UMA GRANDE VIRTUDE E CORROBORA COM A ATITUDE CRISTÃ" Ademar de Borba

A obra "Coleção de Gravetos" faz parte da produção literária e musical de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), um artista multifacetado que transita entre a poesia, a filosofia e a música. [1, 2, 3]


Contexto e Estrutura


O livro está inserido na chamada "Trilogia Flores do Pântano" (prevista para o biênio 2025-2026), que agrupa obras marcadas por uma exploração densa de temas existenciais e poéticos. Assim como outros trabalhos do autor, "Coleção de Gravetos" frequentemente dialoga com experimentações sonoras e spoken word presentes em sua discografia. [1, 2]


Análise Temática


Com base no perfil do autor e no título da obra, a análise pode ser dividida em três pilares principais:


A Estética do Fragmento: O título sugere a reunião de "pequenos pedaços" — ideias, memórias ou observações cotidianas que, embora pareçam frágeis isoladamente (como gravetos), formam uma estrutura sólida quando coletados. Isso reflete a formação de Michel em Neuroeducação e Filosofia, unindo a análise do pensamento ao sentimento poético.


Existencialismo e Cotidiano: Como o autor se define como um "perito em contradições", a obra tende a explorar o conflito entre o trivial e o profundo. Há um foco no respeito à natureza e na observação atenta do mundo, utilizando uma linguagem que busca ser leve, mas carregada de camadas interpretativas.


Multilinguagem: A "Coleção de Gravetos" não deve ser vista apenas como um texto isolado, mas como parte de uma experiência artística maior. Michel F.M. utiliza a escrita para processar o pensamento ("uma escrita que se faz enquanto se pensa"), muitas vezes conectando a estética ao político e ao social. [1, 2, 3, 4]


Onde encontrar


A obra está disponível em plataformas digitais como o Google Play Livros e no acervo de publicações independentes do Clube de Autores. [1, 2]

Um corpo biológio precisa de uma consciência para existir, porém uma consciência não precisa de um corpo biológico para existir, a consciência está acima do plano material, ela não é constituída por elementos perecíveis ao tempo e espaço.

⁠Gênio é longevidade.
sábios do Mundo vol. 2

Junto ao Poço


Uma mulher, junto ao poço, estava
Em plena luz do meio-dia
Lá, ela encontrou um rio
E dele águas vivas fluíam


Essas águas invadiram seu ser
Mostraram suas impurezas
E levaram todas as suas dúvidas
Tudo o que restou foi gratidão


Agora, inundada de amor,
Ela correu e fluiu como um rio
E cada pessoa que encontrou
Foi alcançada por essa água
E recebeu uma vida nova!