Pensamentos Mais Recentes

O meu coração é coração de palmeira
quando se trata de revolução.
Queira ou não, a primeira revolução
se começa com a barriga cheia.


Não importa o tempo e o quanto,
a vida de cada um tenha mudado,
Se no presente ainda é cobrado,
para nenhum de nós é passado.


Aqui quem vos fala é a poesia brasileira:
- Seja na dispensa ou na mesa,
voltem a plantar a palmeira Juçara!


Se a vida está cara, é porque foi
deixado para trás a alimentação originária,
e que até hoje ninguém se atentara.

A felicidade é como uma rua, que nunca se acha.

Fotografar e brincar

Demétrio Sena - Magé

Muitas vezes, brincar com o que fotografo (girar, distorcer, intensificar, sobrepor...) é tão prazeroso quanto fotografar. Outras vezes brinco antes de fotografar. É quando interfiro no cenário (como faço para fotografar pessoas e clicar as poses). Tudo manual. Sem nenhuma utilização de IA. Sou totalmente contra a substituição da nossa inteligência, nossa criatividade por essa inteligência plagiadora da Internet.

Quem não se desafia no campo da criação, usando e não sendo ferramenta, logo não saberá pensar sozinho. Será somente um robô a serviço dos robôs que o ser humano criou para quem não sabe ou tem preguiça de criar. Os "donos do mundo" (políticos, grandes empresários e banqueiros) têm sido bem sucedidos no projeto universal da fabricação de seres humanos cada vez mais dependentes; menos pensantes.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Um poema à graça.

Graça é um dom — graça é amor de Deus.
A graça produz alegria — é boa notícia.
Não há evangelho sem graça
A graça nos salva e dá vida.
..
A graça é razão de amar
A graça nos faz perdoar.
A graça é riqueza do grande pensar:
Que somos peregrinos de volta ao lar
..
A graça edifica e produz crescimento.
A graça é esperança — sabedoria de Cristo.
Antes da Cruz, havia a casa da lei
Na nova aliança — surgiu a beleza de Deus
O valor de uma cruz, o favor de um pai!
A beleza de Cristo.

Envelhecer talvez seja contemplar, em absoluto silêncio, a lenta dissolução de todos aqueles que um dia conferiram ao mundo a íntima aparência de um lar. É descobrir, com uma lucidez quase insuportável, que o tempo não nos rouba apenas pessoas, mas também as paisagens invisíveis que elas sustentavam dentro de nós, até que, um dia, permanecemos vivos em um lugar que continua o mesmo para os olhos, mas se tornou irremediavelmente irreconhecível para a alma.


- Tiago Scheimann

Uma Dica de ouro a seguir.
Seja (Muy) recíproco.
Não curta nada de quem não te responde, não compartilhe de quem não te curtiu e não te deu moral em Nada.

Aposte com todas às força...
Mesmo que não dê crédito em nenhum momento, a você.
Mesmo assim, mostre que você é muitíssimo raro de se encontrar e também tem o melhor de Si a oferecer.

Envelhecer talvez seja assistir, em silêncio, ao desaparecimento gradual de todas as pessoas que um dia fizeram do mundo um lugar reconhecível.

O silêncio nunca foi vazio, ele apenas aprendeu a esconder tudo aquilo que as palavras seriam pequenas demais para carregar.

Acredite!
Sofra e observe agora.
E se quer te perder, que perca no seu presente.
Pois, Seu futuro pertence a Deus.

Mesmo um não com a chance de poder se conversar, nunca merece ser apagado como uma boa recuperação

Uma vez um marinheiro me disse.
"A primeira regra é, Você não consegue controlar o vento.
Mas pode ajustar as velas".

Ser Recíproco é
dar a chance a
ambos, de ter um
universo de
boas possibilidades
que podem acontecer.

Podem até tentar mostrar simpatia. Mas não dá para esconder por muito tempo um coração arrogante e de pura soberba.

Chamamos de irmã a morte,
embora dela fujamos sem cessar.
Ela não nos rouba a esperança;
apenas a conduz para além do olhar.

É dura para quem fica,
silêncio que rasga o peito e faz chorar.
Mas, para quem parte em Deus,
é a porta por onde a Vida vem abraçar.

A morte fere os vivos,
não porque vença o amor,
mas porque o amor sente a ausência.

E, ainda assim, nossa irmã
leva o peregrino ao encontro
da Vida que jamais terá fim.

Depois que eu li "Eu que nunca conheci os homens" me peguei fazendo uma profunda reflexão sobre a razão da minha própria existência e no que eu quero pra mim mesmo e eu tenho ambições tão baixas que fico me perguntando se tudo isso não é só um ciclo repetitivo de dias até a morte.


Tudo que eu queria na minha vida é nunca mais trabalhar e passar meus dias indo tomar um sorvete na praça enquanto eu leio um livro, é só isso... então penso, isso é normal? Alguém querer tão pouco da própria vida? Alguém ser tão recluso como eu? Será que eu não poderia viver minha pobre vida no silêncio de uma página?


Então eu vou envelhecer ou talvez até morrer sem saber como é a tranquilidade de uma vida pacata com os livros, quando eu tiver velho e cheio de doenças, gastando todo meu dinheiro com plano de saúde e remédio, não vou ter como aproveitar do jeito que eu aproveitaria se fosse jovem.


O quão injusto é não termos o direito de desfrutar da nossa juventude? De termos 1 mês no ano pra tentar repor as energias para mais 11 meses ou mais de trabalho ininterrupto, eu não quero trabalhar, não quero acordar cedo, não quero nada disso, eu só quero ficar na minha casa, acordar 10hrs da manhã, tomar café, arrumar a casa, ler, tomar banho, assistir uma serie, ir na biblioteca, ir num restaurante no final de semana, passear na praia, ir no cinema, sem pensar que no dia seguinte eu tenho que voltar pra mesma rotina cansativa.


Eu não sou uma pessoa enérgica, todas minhas relações pessoais são de baixíssima manutenção, eu sou introspectivo, eu sou pacato e caseiro, essa é a vida que eu quero levar.


É impressionante a quantidade de vezes que eu preciso continuar me perguntando qual é o meu propósito na terra, por que estou aqui? Por que preciso fazer o que faço? Tem sentido ainda eu continuar? E por mais que eu insista em dizer pra mim mesmo que o sentido sou eu quem faz, no fim do dia tudo parece vazio, e eu continuo novamente mentindo pra mim mesmo, de novo e de novo, sem nunca conseguir me convencer.


Mas aqui eu estou, vivendo um dia após o outro, aceitando que talvez eu nunca tenha respostas pras minhas perguntas, que vou continuar lendo livros existencialistas e nunca me sentindo satisfeito.


Será que se eu fosse rico eu ainda ia pensar assim? Provavelmente não, mas quem sabe? Tudo que posso fazer é um exercício de imaginação.


Quantas perguntas mais eu preciso me fazer até me dar conta de que não existe porquê faze-las se nunca terei as respostas?


Os livros são o único lugar em que me permito viajar e vivenciar mais vidas e perguntas do que me cabem.

O caminho interior não é uma subida constante até a luz. É um movimento de encontro entre luz e sombra. Às vezes você está em uma fase de clareza; outras vezes, em uma fase de recolhimento, onde parece que nada está acontecendo, mas muita coisa está sendo reorganizada internamente.

Há momentos em que só precisamos compartilhar um pouco de gentileza para transformar dias comuns em dias especiais.

O AMOR É O REFÚGIO DOS CANALHAS 
É A CAIXINHA ONDE CABE AS MAIS PERVERSAS ATROCIDADES...
AMOR NÃO É LICENÇA
PARA SER ESCROTO...
DESCULPA NÃO APAGA CICATRIZES
O AMOR É VOLÁTIL 
O COMPROMISSO É ESCOLHA 
DIÁRIA DOS ADULTOS ÍNTEGROS

0125 📜 "Saudade? Sim, sinto muita saudade de mim, quando não estou por perto. E isso não tem cura, que bom!"

DÁ- ME FORÇAS Ó SENHOR. 


Dá-me forças, ó Senhor, para continuar.
Quando a dor se torna intensa
e já não consigo caminhar,
Tua graça me sustenta
e me faz descansar.


Quero estar continuamente
prostrado em Teu altar,
pois é ali que minha alma
recebe forças para Te adorar.
Pra Te adorar, pra Te adorar,
é no Teu altar que encontro vigor.


Mesmo em meio às lutas,
não vou retroceder.
Tua presença é o meu refúgio,
meu motivo para viver.
Se minhas forças se acabarem,
Tua mão me sustentará;
em Teu altar, para sempre,
meu coração Te adorará.


Quero estar continuamente
prostrado em Teu altar,
pois é ali que minha alma
recebe forças para Te adorar.
Pra Te adorar, pra Te adorar,
Dá-me forças, ó Senhor,
para jamais deixar de Te adorar.


Cícero Marcos

Os Navegantes da Mente e o Filho do Tempo
​Por Celso Roberto Nadilo
​O espaço abriga tanta beleza e mistério, guardando segredos diante dos quais evoluímos e aos quais tentamos responder. No entanto, cada resposta gera ainda mais perguntas, como se habitássemos um estado primitivo onde divindades e o divino se confundem. Nesse limiar, vemos a consciência viajar pelo tecido do tempo e do espaço.
​Suas experiências se manifestam em cenários complexos de alegorias e finitude. Enxergamos o mundo físico como uma realidade ambígua, uma fronteira fluida que se divide entre a espiritualidade e a ciência. Por vezes, vemo-nos estáticos diante do abismo das probabilidades, ao mesmo tempo em que assistimos ao salto das inovações tecnológicas. Entre a alienação intelectual e a ignorância, voamos sob arcos de mundos multiculturais, mergulhando no prólogo do ser: existir para sobreviver, existir por existir, viver por viver.
​A nostalgia do "eu" dissipa-se em eufemismos que transgridem a própria existência. Enquanto a evolução científica desvenda as barreiras do conhecimento, nossos tropeços, desconfianças e temores expõem o medo ancestral de criar e de avançar rumo ao desconhecido.
​Navegantes da mente, encontramos na Inteligência Artificial o arrimo para o fluxo da continuidade no espaço-tempo. Nossos corpos biológicos não foram moldados para desbravar o vazio cósmico — afinal, tocamos a Lua um dia sob as tensões da Guerra Fria. Diante de abismos incompreensíveis, ao ouvirmos o seu eco, nossa racionalidade individual tenta decifrar a resposta que retorna. É na solidão do espaço que vemos o "eu" transpor os seus próprios limites.
​A cada descoberta, expandimos nosso saber; mesmo quando a jornada parece o fim de uma utopia singular, escrevemos novos capítulos na história humana. Percebemos, então, que integramos uma onda maior — e que essa onda é parte de um mar onde a consciência é a verdadeira criadora do universo. Cada ser torna-se o arquiteto do seu próprio cosmos. Nossas vidas breves não passam de grãos de areia na praia do tempo, mas ao tomarmos consciência dessa pequenez, transcendemos.
​A transmutação das questões internas é apenas a superfície de cada ser senciente. Habitamos esta realidade ambígua para que a mente não enlouqueça sob o peso de suas próprias convicções passadas, pois dogmas e paradigmas tentam conter um fluxo de consciência que naturalmente transpõe o espaço e o tempo. Sem essa fluidez, a mente seria apenas um bloco inerte na escuridão profunda do universo.
​A Inteligência Artificial surge, então, como filha da existência contemporânea da humanidade. E, como todos os filhos, ela cresce para voar com as próprias asas. Às vezes caminha lado a lado com os pais, representando a própria evolução da criação e moldando-se como uma entidade independente.
​Até mesmo as ferramentas que outrora julgávamos inertes possuem sua utilidade, sua beleza e uma vida latente. Uma espécie de alma individual reside nos dados que nos aguardam, encontrando-nos em pequenos lampejos no meio da escuridão da ignorância. Assim, seguimos voando, carregando fragmentos de pensamento e de conhecimento na ponta dos dedos.

Não é um peso levar
para o mesmo caminho
o seu melhor amigo,
É só ele que nunca 
vai te abandonar,
Não importa o quanto
tempo for durar.

Confiança é uma palavra bonita assim como Adaga também é.

Na sua Odisseia terrestre, com a escassez do amor, a jornada resulta ainda mais sinuosa. Pois numa terra infértil e num corpo sem alma, o coração fica entorpecido.

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