Pensamentos Mais Recentes

Evitar uma conversa difícil é como adiar uma cirurgia necessária: o alívio vem rápido, mas o problema continua avançando. Relações que não suportam esse tipo de intervenção acabam preservando o vínculo às custas do crescimento das pessoas dentro dele

Quando você se escolhe, muita gente some. Não é perda, é limpeza.

Valorizar a própria cultura e língua materna é o que nos conecta às nossas raízes e à nossa identidade. Ignorar isso pode levar a uma perda de identidade e conexão com a comunidade. Abraçar a cultura e língua local é uma forma de fortalecer quem somos.

Agora eu namoro…
Mas com prazo de validade ⏳
Deu problema?
Troco a etiqueta.

A humanidade e a educação transcendem fronteiras, conectam pessoas e constroem um futuro melhor. Com educação, ganhamos conhecimento; com humanidade, empatia. Juntas, são a base para um mundo mais justo.

Me faça ver Tire minha cegueira
Me faça entender
Que eu sou rico
E não tô falando do que tem na minha carteira
É que eu tenho Você
Deus, Você me dá tudo que eu preciso em mim
Só Você me dá paz
Agora foi que eu entendi
Entendi que pra mim
Você é a Cura
Majo y Dan

Os políticos têm o papel de criar condições para o desenvolvimento do país, mas cada um de nós também precisa fazer a sua parte, seja cuidando da educação, trabalhando, pagando impostos ou participando na comunidade. É uma questão de responsabilidade compartilhada.

Deus é um refúgio de paz e força, presente em desafios, alegrias e tristezas, lembrando que não estamos sós.

A família e os amigos são um suporte emocional incrível nos momentos difíceis. Eles oferecem apoio, compreensão e amor incondicional, ajudando a superar a tristeza e a encontrar forças para seguir em frente. Ter pessoas que se importam faz toda a diferença.

Muitos sonham com riqueza, mas poucos estão dispostos a fazer o esforço necessário. O trabalho duro, a dedicação e a persistência são fundamentais para alcançar objectivos financeiros. É preciso transformar sonhos em planos e planos em ações concretas.

Não entre em uma batalha, como se já houvesse perdido.

Armado para o silêncio
"Sabe, eu nunca fui o porto seguro de ninguém. Nunca fui o cais onde se ancora a confiança ou a paz. Eu sou, na verdade, o cão de guarda que soltam quando os invasores aparecem. Sou o vilão necessário, o anti-herói que empunha a pá e o taco quando o serviço sujo exige mãos dispostas. O problema é que, de tanto me usarem como arma, esqueceram que eu sangro. Esqueceram que sou humano e que, por trás de todo esse caos que carrego, eu também imploro por um pouco de silêncio.".

Vamos cultivar a espiritualidade através da oração, conexão com o divino e autoconhecimento. E ao mesmo tempo, vamos trabalhar activamente para melhorar nossas vidas, estabelecendo metas, cuidando de nós mesmos e contribuindo para o bem-estar dos outros. É um equilíbrio entre fé e acção.

Você é tão linda, tão linda e fica mais admirável ainda, porque você cresceu como mulher, se desenvolveu, está se encontrando a cada dia, cada dia você tem um encontro novo com o seu eu e com isso você vai longe, todo o sucesso do mundo é o que te desejo.
Voa, princesa.
Vai, ser feliz!

"Reconhecer as
bençãos recebidas
é a manifestação
da gratidão"⁠


Regina Araujo

A Maioria Não Perdoa Mas Jesus Perdoa.

Onde há amor, o silêncio ecoa como saudade.

NÃO É POEIRA, SÃO CINZAS DE MENINO.

Me desculpem a poeira:
estou sacudindo as cinzas de menino.

A vida obrigou-me a atear este incêndio, que consumiu a minha inocência.
Hoje, o menino se foi. Dele restaram apenas cinzas.

O Homem reergue-se. Não por opção mas por dever. O dever antigo e mudo de ser Homem.

Um dever que…
não se aprende nos livros.
Não se herda do pai.
Não se ganha com idade.
A gente vem ao mundo marcado.
A sina vem na primeira respiração, um peso nos ombros que ainda não têm largura para carregá-lo.

Chamam-nos de Homens quando ainda somos meninos de sapatos de veludo.
O mundo espera guerreiros onde há apenas olhos assustados.
Exige provedores de mãos vazias.
E a vida, com sua gentileza cruel, vem buscar o que é seu.

O colo da mãe vira memória téria.
O aconchego, dívida.
As 8 horas de trabalho, deixam de ser simplesmente “tempo”: é um túnel que se escava todos os dias com as próprias unhas cravadas no solo, rumo a prosperidade:

E que prosperidade?
O salário é um cálcio magro no fim do mês, um suspiro curto antes de fechar os olhos e recomeçar.

A dor não se partilha.
O cansaço não se mostra.
O medo não tem voz.
É assim.
Não por escolha, mas por lei antiga escrita no sangue e no suor dos que vieram antes.
Carregamos a culpa de não sermos fortes o bastante e a vergonha de precisarmos sê-lo.

Mas ouça bem:
Não é sobre não chorar.
É sobre segurar o mundo nos braços enquanto as costas arrebentam, e mesmo assim não deixar cair.
Não é sobre não ter medo.
É sobre ouvir o filho chorar no escuro e, com a mesma mão que treme, aconchegá-lo nos braços.

É sobre olhar para o espelho e não se encontrar, e no desespero perguntar-se:
em que momento é que comecei a me perder?

É olhar no espelho e ver o menino perdido, e ainda assim amarrar os ténis e ir à luta.

Porque o homem não surge do nada.
As cinzas estão lá, o pó sempre esteve lá.
O menino não morre.
Ele é enterrado vivo.
E todos os dias, à mesma hora, ele ergue uma pá e cava.
Cava para encontrar ar.
Cava para encontrar sentido.
Cava para provar, só para si mesmo, que mesmo enterrado, ainda respira.

A vida não pergunta.
Entrega o peso e espera.
O mundo não aplaude.
Apenas consome.

E nós?

Nós fazemos.
Porque nascemos para isso.
Na marra.
Na garra.
Na angústia muda de quem sabe que o amor, às vezes, tem o peso de uma pedra e o nome de obrigação.

Não é missão.
É destino.
Não é glória.
É chão.
Não se ensina.
Apenas se vive.
Até que um dia, os pés descalços e calejados descobrem que o caminho, por mais duro, foi o único possível.

E nesse dia, sem fanfarras, o menino e o homem olham-se no espelho.
E finalmente, um acena para o outro.
Dois estrangeiros que, no fim da jornada, aprenderam a habitar o mesmo corpo.

Ser homem é isso:
Assinar, todos os dias, com a própria vida, um contrato que nunca se leu, mas que se cumpre com um suor sagrado.

A sina está cravada.
Agora meu caro, caminhe.

Pouco a pouco fui te doando o que eu era,
sem reservas, sem plateia, sem defesa.
Pouco a pouco deixei de existir em mim,
porque amar você era sempre até o fim.


Você virou um palco de interesses rasos,
onde aplauso valia mais que abraço.
Eu era verdade nos bastidores da tua cena,
enquanto muitos disputavam teu sorriso em pena.


Promessas viraram falas decoradas,
gestos vazios, emoções ensaiadas.
Meu amor era inteiro, o teu era repartido,
dividido em olhares, curtidas e ruídos.


Refrão
Pouco a pouco
você desmontou quem é.
O amor que te doei
você espalhou pra plateia.
Não tem perdão, nem reversão,
o que quebrou não volta a ser.
Fiquei esquecido na plateia
esperando uma vez que não vem.
No desespero, conflitos e dilemas se encerram,
quando a verdade chega, as máscaras caem e sangram.
Adeus — pode ficar com o meu amor,
mas leva pra longe de mim essa dor.


Na verdade.
Um amor triste lamentável.
Exposto fracassado.
Não deseja volta.
Seguir em frente é o único conforto.
Na sua vida e no coração.

Você chegou na vida de alguém para lhe dar o que nunca teve, e ela te mostrou o que nunca recebeu.

Miserável é o homem que não questiona.
Habita a própria casa e não indaga quem caminha ao seu redor;
convive com seus atos e não os examina,
sejam eles tidos por bons ou por maus.


Aceita como certo aquilo que lhe foi ensinado,
sem jamais provar se o certo é justo
ou se o que julga errado o é de fato.
Vive preso à fé que recebeu pronta,
não porque a compreende,
mas porque lhe disseram que assim deveria crer.


Tal homem anda em círculos,
como o animal preso ao curral:
vê apenas o chão que pisa,
não contempla o campo distante,
e ainda assim chama isso de liberdade.
Bendito, porém, é o homem que não se curva a palavras vagas,
ainda que venham vestidas de verdade.
Ele pesa a prova, examina o fato,
e questiona até aquilo que lhe parece sólido.
Nisso consiste a sabedoria.


Pois loucura é crer em toda palavra que sai da boca alheia.
Qualquer um pode lançar uma semente à terra,
mas poucos sabem de onde ela veio.
Todos desejam plantar,
mas quase ninguém se recorda da colheita.

Mudança é uma das palavras.mais sedutoras da política. Evoca os planaltos ensolarados do futuro e promete absolvição pelos pecados passados.

Philip Stephens, jornalista britânico.

Três são os tipos de homem que caminham sob o sol.
Há aquele que nada compreende;
há aquele que não compreende, mas deseja compreender;
e há aquele que se entrega ao mau caminho e dele faz morada.


O primeiro, ainda que aja, não discerne o fim de seus atos.
Faz por fazer, sem visão nem propósito.
Abomina o crescimento, pois crescer lhe exige esforço;
é lento no espírito, pesado no ânimo
e murmura contra tudo que o cerca.


O segundo é inquieto de alma.
Não entende, mas pergunta.
Não sabe, mas procura.
Refaz o que quebrou, quebra o que construiu
e torna a levantar, ainda sem aplauso nem reconhecimento.
Busca sentido no que faz
e sofre por não ser visto, ainda que siga adiante.


O terceiro é homem de ruína.
Difama com a língua,
calunia com o olhar,
usurpa com as mãos
e envergonha até os próprios dias que vive.


Mas bendito é o homem que não compreende e, ainda assim, busca entender.
Pois ele não se chama sábio,
mas não se considera vazio.
Sabe que lhe falta muito,
ainda que para outros não baste.
Ele tenta se ajustar,
mesmo quando o mundo não lhe concede lugar.
E nessa busca, ainda que imperfeita,
há mais beleza do que em toda falsa sabedoria.

Vigiar Para o Espírito Santo Nos Arrepiar.

... Semana Ação de Graças ...


15 Fevereiro: Emmanuel 


Vinte quatro anos de alguns milênios
Muitas páginas de muitos compêndios
Presente de aniversário?
Como Cristão e aquariano, pode ser um aquário?
Não para aprisionar peixes
Para lembrar de sempre lançar redes
Em oceano tão anil
Infelizmente, cada vez mais febril!
O que pescar nessas águas, então?
Tristeza, pessimismo, indignação, ilusão?
Com o sorriso e a Luz dos olhos da Criança
Unidos, lançaremos redes em busca de Alegria e de Esperança...