Pensamentos Mais Recentes

2216 📜 "Comer 'A...Quilo' é ótimo, apesar de engraçado e apesar, também, da balança vigilante!

Quem implode a ponte do diálogo comigo, eu sempre perdoo e quero distância. Manter por perto a vida já me provou que não vale o desgaste seja no mundo real ou no mundo virtual. As pessoas são incorrigíveis.

Projetos sociais, medo, culpa e promessas de bênçãos não justificam o assédio nem a mendicância do dízimo dentro das igrejas.

2215 📜 "Sempre que passo por aquele restaurante, tenho vontade de comer A...Quilo. A comida lá também é muito boa!"

⁠A marionete ria enquanto a flor apodrece na cama. 
Enquanto a marionete era controlada pelas cordas a flor com um pingo de esperança viu que a marionete estava fazendo seu próprio nó na corda. 
Enquanto a flor não pediu pra ser plantada, a marionete se faz de vítima todo o tempo.

2214 📜 "Mais ou menos como disse Gonçalves... 'Não permita Deus que eu morra' sem antes conhecer (e namorar) a atriz daquele seriado da TV. Não permita Deus'!"

O dízimo é um preceito religioso discriminatório, desumano e perverso.

⁠A sabedoria e a experiência não transformam o homem. O tempo não transforma o homem. A única coisa que nos transforma é o amor.

Paulo Coelho
Adultério. São Paulo: Paralela, 2021.
Inserida por pensador

⁠Esquecer é a atitude errada. O correto é enfrentar.

Paulo Coelho
Adultério. São Paulo: Paralela, 2021.
Inserida por pensador

⁠Não há melhor momento que o outono para começar a esquecer as coisas que nos incomodam. Deixar que se soltem de nós como as folhas secas, pensar em voltar a dançar, aproveitar cada migalha de um sol que ainda esquenta.

Paulo Coelho
Adultério. São Paulo: Paralela, 2021.
Inserida por pensador

⁠Procure se deixar levar pela noite de vez em quando, olhar as estrelas e tentar se embriagar com a sensação de infinito. A noite, com todos os seus sortilégios, também é um caminho para a iluminação.

Paulo Coelho
Adultério. São Paulo: Paralela, 2021.
Inserida por pensador

⁠Que eu tenha sempre claro que só o Amor Verdadeiro pode competir com qualquer outro amor deste mundo. Quando entregamos tudo, não temos mais nada a perder. E então desaparecem o medo, o ciúme, o tédio e a rotina, e resta apenas a luz de um vazio que não nos assusta, mas nos aproxima um do outro. Uma luz que sempre muda, e é isso que a torna bela, cheia de surpresas – nem sempre as que esperamos, mas aquelas com as quais conseguimos conviver.

Paulo Coelho
Adultério. São Paulo: Paralela, 2021.
Inserida por pensador

⁠Se não temos medo das trevas, é porque somos parceiros da luz.

Paulo Coelho
Adultério. São Paulo: Paralela, 2021.
Inserida por pensador

2213 📜 " 'Água Mole em Pedra Dura...' O mais importante é acreditar. Acho assim!"

2212 📜 "Tenho Uma Conta Aqui. Como consigo? Para Mim é Fácil e o Correto!"

2211 📜 "Antes do Meu Aplauso e do Meu Reconhecimento, você🫵 precisa me convencer. E está difícil!"

2210 📜 "O que Cecília Meireles, Florbela Espanca e Fernando Pessoa tem em comum? Provavelmente (e por enquanto) só eu sei!"

2209 📜 "Nem Guimarães Rosa nem Mario Quintana nem Fernando Pessoa. Os maiores Criadores de Neologismos são os bebês e as crianças pequenas. Desmintam-me!"

“O Templo é o tempo do tempo que perdemos na tentativa de encontrar tempo para amar o próximo.“
Dom Veiga

⁠Eu, um estudioso nato do comportamento humano, não posso nem quero ajudar ninguém a relativizar a reação de alguém.


Toda ação ou reação tem uma história…


Antes de ser julgada como exagerada, desproporcional ou irracional, ela foi construída por experiências, memórias, dores, expectativas e limites que, muitas vezes, são invisíveis para quem observa das arquibancadas.


Vivemos em uma cultura que insiste em ensinar as pessoas a suportarem mais, sentirem menos e questionarem até a própria percepção. 


Quantas vezes alguém procura ajuda e, em vez de acolhimento, recebe argumentos para convencer-se de que “não foi bem assim”, “você está levando para o lado pessoal” ou “a outra pessoa não teve essa intenção”? 


Embora a intenção tenha seu lugar, ela nunca apaga o impacto.


E de bem-intencionados, convenhamos, o inferno está abarrotado.


Estudar o comportamento humano, mais de perto, me ensinou que compreender não é o mesmo que justificar. 


Explicar por que alguém agiu de determinada forma pode ampliar a consciência, mas jamais deve servir para invalidar a experiência emocional de quem foi afetado. 


Quando transformamos toda uma dor em um exercício de relativização, corremos o risco de silenciar quem mais precisava ser ouvido.


Não quero nem posso ensinar pessoas a duvidarem daquilo que sentiram. 


Quero ajudá-las a reconhecerem suas emoções, entenderem seus gatilhos, ampliarem seus recursos internos e responderem à vida com mais consciência — não com menos verdade.


A maturidade emocional não consiste em deixar de sentir ou em minimizar o que aconteceu. 


Ela nasce quando somos capazes de validar a própria experiência, compreender o contexto e, a partir daí, escolher como agir. 


Isso é muito diferente de fingir que nada aconteceu só para preservar o conforto de quem nos causou desconforto.


Se existe uma responsabilidade em quem estuda o comportamento humano, ela não é a de anestesiar emoções, mas a de promover discernimento. 


Acolher antes de interpretar. 


Escutar antes de explicar. 


E lembrar que, por trás de cada reação, existe uma necessidade, um valor ou um limite tentando ser comunicado.


Porque ninguém cresce sendo convencido de que sente de menos ou demais.


As pessoas crescem quando descobrem que podem sentir com honestidade e, ainda assim, agir com maturidade.

2208 📜 " 'Aparentemente muito Interessante. Mas... O Interessante mesmo (e de verdade) é que não acredito em nada do que aí está'. Foi o que eu disse para Ele, para Ela, para ambos e para quem mais chegasse!"

⁠Vai ficar muito rico o cara que inventar remédio pra matar a saudade.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠A saudade é o câncer do distante, no tempo e no espaço.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Embora às vezes se pareçam, é bom não confundir amnésia com anistia.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Quem confunde liberdade de pensamento com liberdade é porque nunca pensou em nada.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador