Pensamentos Mais Recentes
O narcisista vive em uma realidade paralela e nunca vai entender o que você fala. Por isso, de se justificar, de argumentar e se explicar.
Não confunda qualquer pessoa que frequenta a igreja com pessoas de Deus.
Pessoas de Deus, você identifica pelas suas ações e a forma de viver.
Tem pessoas que usam a igreja para se esconder.
RUÍNAS
Caminho entre os restos do que um dia fui.
Não há mapa para quem precisa reaprender a existir.
O silêncio pesa, como se o mundo inteiro tivesse sido deixado sobre o meu peito.
Mesmo assim, algo pequeno insiste. Uma luz quase tímida entre as rachaduras da alma.
Ela não grita, não exige... Apenas lembra, paciente, que até as ruínas guardam espaço para um novo começo.
>•< IANI MELO
Faz o que te faz feliz e deixa que os outros sejam felizes falando que você não devia ter feito isso, porque se você não fizer vão falar do mesmo jeito.
Casamento deveria ter bula, igual remédio: informar os benefícios, os riscos e os cuidados para funcionar bem.
Quando o pecado for extravagante
e te deixa uma pessoa estouvado, então não avizinhe a mão com o nariz no inferno.
Sial
Combinação
de sílica
e de alumina.
E constitui
a crosta Terrestre
É a capa de matéria
solidificada
que
Cobre
o Magma
O Espírito Santo habita em você.
mas também habita fora.
Por isso, não despreze a casa de Deus.
#1Co6_19 #1Co3_16
Sima
É a zona
da Terra
que fica
abaixo do Sial.
É formada
em grande parte
de Silicatos.
Predominando
o magnésio
e o ferro.
E o Sima
emerge_se
nos fundos
oceânicos
"A natureza não tem pressa, mas nada fica inacabado; ela não pede licença para crescer e rasga a calçada para mostrar quem governa o chão."
Por opção, renunciou ao palco e foi para a platéia; virou espectador. No início, ficou na primeira fila, mas com o passar dos anos, na última. Como sempre foi coadjuvante, administrou o anonimato numa boa. Esquecimento dos fãs foi natural, mas o dos colegas e amigos, doeu. Não reclama; era o contexto esperado pela sua opção, e o mundo é feito de opções, exceto ficar órfão do amor. Vive como os passarinhos vivem. Seu cotidiano: contemplar o universo pela janela. E o que restou do último ato: ainda sorri.
O que vem do mal é belo, mas o que faz é feio. Apresenta-se como os desejos mais profundos e secretos. Conquista e seduz. O envolvimento parece perfeito, mas é sujo. Cuidado, não se espante e seja corajoso; aprenda! Não chegue perto e, se o escutar, não dê ouvidos. Agarre-se à fé e à Palavra. Seja forte em Deus. Permaneça no caminho e não se desvie, pois, se foi escolhido por Deus, aí está a sua nobreza.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre. 🙏🏾
Tenhamos fé!
Capítulo XI. A Voz que Não se Curva.
Madre Agnès permaneceu alguns instantes em silêncio. O crepitar tênue da lamparina era o único som que preenchia a estreita cela de pedra. Diante dela encontrava-se aquela jovem de aspecto delicado e, ao mesmo tempo, revestida de uma firmeza pouco comum entre as noviças.
"Tu és tão jovem, minha menina. Que fizeste para encolerizar os homens deste monastério?"
Cladissa ergueu lentamente o rosto. Seus olhos, embora marcados pelo cansaço do cárcere, possuíam a serenidade daqueles que já atravessaram as grandes tormentas da alma.
"Nada fiz contra Deus, Madre. Apenas recusei-me a silenciar diante dos homens."
A religiosa aproximou-se.
"Conta-me."
Cladissa pousou as mãos sobre o hábito desgastado.
"Nasci nas colinas da Úmbria, entre camponeses simples. Fui entregue ainda criança ao convento para ser educada nas Escrituras e no labor. Cresci copiando manuscritos, cuidando dos enfermos e distribuindo pão aos necessitados. Durante anos ninguém pronunciou meu nome além destes muros."
Ela interrompeu-se por um instante.
"Então vieram os tempos sombrios."
A chama da lamparina oscilou.
"Senhores feudais disputavam terras, reis exigiam tributos impossíveis, e o povo sofria. Vi homens regressarem mutilados das guerras. Vi mães venderem os poucos bens para alimentar os filhos. Vi sacerdotes piedosos chorarem em segredo, incapazes de aliviar tanta miséria."
Madre Agnès escutava atentamente.
"Certa noite, durante minhas orações, compreendi que a fé não fora dada apenas para consolar os aflitos, mas também para recordar aos poderosos seus deveres diante do Altíssimo."
"Que fizeste então?"
"Falei."
Cladissa pronunciou a palavra sem hesitação.
"Percorri aldeias próximas ao mosteiro. Exortei os camponeses a não perderem a esperança. Disse-lhes que Deus não abandonara os humildes. Repreendi soldados que saqueavam celeiros. Admoestei clérigos que transformavam o sagrado em instrumento de ambição."
A anciã empalideceu.
"Filha, compreendes o perigo de tais palavras?"
"Compreendo agora."
Cladissa fitou a pequena janela gradeada.
"Logo começaram os rumores. Diziam que uma jovem religiosa falava com excessiva autoridade. Alguns afirmavam que eu perturbava a ordem estabelecida. Outros acusavam-me de insuflar os pobres contra seus senhores."
"Foi então que foste presa?"
"Não imediatamente. Primeiro fui interrogada. Exigiram que negasse tudo o que ensinara. Ordenaram que confessasse ter sido enganada por ilusões e que me submetesse sem questionamentos."
Ela voltou-se para Madre Agnès.
"Perguntaram-me repetidas vezes se eu me arrependia de ter dito que nenhuma coroa terrestre está acima da justiça divina."
"Que respondeste?"
Cladissa permaneceu ereta, apesar das correntes.
"Respondi que, se tivesse de recomeçar minha vida, pronunciaria as mesmas palavras."
Madre Agnès sentiu um estremecimento percorrer-lhe o corpo.
"Então decidiram apagar teu nome."
"Sim. Retiraram-me dos registros do convento. Confiscaram meus escritos. Fui trazida para esta prisão para que o silêncio realizasse aquilo que os tribunais nem sempre conseguem."
Por alguns momentos, nenhuma das duas falou.
Por fim, Cladissa acrescentou em voz baixa.
"Os homens acreditam que podem aprisionar uma consciência entre pedras. Ignoram que a verdade, uma vez despertada no coração humano, torna-se semelhante ao fogo. Pode ser ocultada sob cinzas durante algum tempo, mas jamais deixa de arder."
E naquela cela esquecida, cercada por muros frios e sombras antigas, a jovem da Úmbria permanecia inabalável, como uma chama solitária desafiando a noite.
A droga ainda gritava como um motor enferrujado. Cada esquina trazia convite e memória. O corpo implorava. A mente sabotava.
“Só mais uma vez.”
Havia algo de estrada infinita naquela vida , não a estrada romântica dos sonhos paulistanos, mas uma rodovia quebrada feita de concreto, medo ,dor e vicio,na cracolândia e um mundo a parte por isso a cidade nunca
dorme porque tem culpa.
Acredito que a minha criatividade nasça da combinação de diferentes elementos, misturados pela minha essência. É por meio deles que transformo meus sonhos em realidade. Talvez, um dia, consigam enxergar o que há de mais humano em mim, antes que a eternidade guarde meu coração em algum lugar do tempo.
"A inveja dos outros é o barulho de quem assiste; eu não vou rasgar o roteiro do meu propósito só porque a plateia não aguenta o peso do meu brilho. Minha resposta é o silêncio e a retomada."
A primavera nos ensina que nada é definitivo, mas tudo tem seu tempo. Ela chega com cores, perfumes e vida renovada, provando que a natureza sabe recomeçar: o que parecia morto sob o inverno desperta outra vez, forte e bonito.
E quando pensamos também na morte, não é para ver o fim como apenas uma ruptura triste, mas como a outra parte da mesma lei da existência. Assim como as flores desabrocham e depois murcham, caem e se transformam em adubo para nova vida, a nossa passagem faz parte desse ciclo eterno.
Não há primavera sem ter havido semente entregue à terra. Não há renascimento sem que algo antes se complete. A beleza da estação nova não nega a morte, ela nos mostra que a finitude não é fracasso: é o preço da própria beleza, da intensidade de viver e de amar.
Viver com consciência disso é ganhar sabedoria: aproveitamos melhor cada dia, cada encontro, cada momento de luz, sabendo que tudo é passageiro e, por isso mesmo, se torna mais precioso. A primavera nos lembra: enquanto houver vida, há renovação; e quando chegar a hora da partida, seremos também parte do caminho que segue adiante.
