Pensamentos Mais Recentes

“A forma mais íntima de paz é atravessar o conflito sem nos tornarmos aquilo que combatemos.” - Leonardo Azevedo.

O conhecimento acessado com o estímulo da pineal pela Ayahuasca ajuda na expansão da Consciência, mas para assumir o autocontrole e o equilíbrio do ego, a cura do ego, é preciso a autêntica ação cotidiana do IMPULSO, VONTADE, INTENÇÃO e PROPÓSITO, para a transformação íntima.


Sebastian Striquer

Formalizar a Medicina da Floresta em “religião” para cumprir o que dispõe a Lei é compreensível, mas transformá-la em religião ou seita é algo que nem os Pajés e Xamãs imaginaram.


Sebastian Striquer

A monotonia externa é detectada pela monotonia interna, que precisa de exteriores diversificados para nutrir-se e evitar viver em total monotonia. Essa mesma monotonia, é a possibilidade para interiores diversificados poderem viver a festa dentro de si com calma e silêncio sem distrações.


São fases conquistadas e diferentes esferas acessíveis da vida.

Esses “todos caminhos que levam a Deus”, em Verdade são parte de um labirinto que engana e confunde; labirinto no qual a humanidade se colocou.


Sebastian Striquer

3538 🪤😁 Se acham que ele não era conhecido, já ficou, graças a essas coisas que vocês🫵 publicam. O cantor Chico Cesar já está mais famoso do que todos os Direitinhos que dele falam, juntos ou separados, HeHeHe ou HaHaHa!
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Foi aqui 👇😁 que descobri:
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O Estado laico é a forma política de reconhecer que a consciência não pode receber sentença estatal, sobretudo sobre questões que permanecem abertas à razão humana.

O Estado laico não é ateu: é juridicamente incapaz de transformar Deus em autoridade administrativa e epistemicamente prudente diante daquilo que não pode demonstrar.

A grandeza do Estado laico está em conceder os mesmos direitos ao crente, ao ateu e ao agnóstico, sem exigir de nenhum deles uma conclusão metafísica sobre Deus.

O Estado laico não escolhe uma verdade religiosa; escolhe proteger a liberdade diante de todas elas, inclusive diante da possibilidade agnóstica de que nenhuma resposta definitiva esteja ao alcance humano.

O Estado laico transforma a diferença religiosa de ameaça política em simples exercício de liberdade, permitindo que a própria existência de Deus permaneça fora da competência decisória do Estado.

Onde o Estado laico termina, a consciência individual começa a depender da crença majoritária, e a dúvida agnóstica corre o risco de ser tratada como desvio.

O Estado laico reconhece aquilo que a fé não pode exigir: o direito universal à dúvida e a legitimidade agnóstica de suspender o juízo diante do desconhecido.

O Estado laico não precisa provar a existência de Deus para garantir a liberdade de quem acredita nele, assim como não precisa provar sua inexistência para proteger quem dela duvida.

O Estado laico protege a religião justamente porque impede que qualquer religião seja transformada em instrumento de coerção, reconhecendo que a verdade última sobre o transcendente permanece epistemicamente aberta.

O Estado laico não possui teologia oficial, porque sua constituição deve pertencer a todos e porque a existência de Deus permanece uma questão que o poder público não pode resolver.

O Estado laico é a fronteira jurídica entre a liberdade de crer e a liberdade de não crer, preservando também a liberdade agnóstica de não afirmar aquilo que não pode ser demonstrado.

O Estado laico não combate a fé; impede que a fé se converta em poder estatal, justamente porque o Estado não pode transformar uma certeza metafísica em conhecimento jurídico.

O Estado laico começa onde o poder público deixa de perguntar em que Deus o cidadão acredita e reconhece, agnosticamente, que talvez não possua meios para responder se Deus existe.

O ego por sua natureza personificada tende a antropomorfizar Deus, o colocando em um trono de ouro, como um Rei de um reinado terreno, agindo como tal. É assim, porque é da natureza do ego sintetizar tudo ao seu nível de visão e de compreensão.


Sebastian Striquer

Definir Deus, o indefinível, em este ou aquele, é para dar um sentido lítero-pessoal para o ego humano terreno, para o seu entendimento limitado, para sua visão analógica no espaço/tempo.


Sebastian Striquer

Quando o conhecimento termina, a honestidade intelectual começa.

O maior triunfo da razão talvez não seja descobrir todas as respostas, mas saber quais respostas ainda não temos.

A liberdade começa com uma pergunta que nenhuma autoridade consegue proibir.

O Iluminismo não terminou quando as luzes se acenderam; continua enquanto houver autoridades exigindo que permaneçamos no escuro.