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Para aquele que sofre
O que me atrai em você é a parte minha que vejo, parte essa já enterrada, pois não busco mais compreender o maior causador das minhas dores inexplicáveis. Eu já passei daí…
Me atraio, pois entendo sua dor, entendo seu vazio, sua introspecção. Sei que está no fundo do poço, e eu já me banhei em lama…
O fundo tão fundo em que está é raso, mas não consigo te provar.
Seus olhos perdidos, que me olham sem nenhum destino, já com pouco brilho, sem tanto entusiasmo com a existência, já estiveram em minha face.
E então me atraio pela sua dor, não porque quero senti-la, mas porque sei a cura!
Eu não suporto saber que sente as dores que senti. Eu me compadeço, pois te entendo tão profundamente, que seria capaz de entrar no fundo do poço contigo só para te mostrar a saída e, depois, banhar contigo, tirar toda a lama que a existência nos cobriu, pois somos sensíveis demais para esse mundo; pois o que nos fere não sara, primeiro inflama.
Da nossa cabeça, o purgatório em vida. Mas que tristeza é essa?
Inexplicável dor física, daquilo que não sabemos como explicar. Do coração apertado, como se alguém o segurasse e o impedisse de bater; da respiração que, muitas vezes, não faz nenhum sentido; e do vazio no peito e na mente que nos faz querer implodir em uma explosão melancólica, do grito mais desesperador que não conseguimos externar, do desespero apavorante que nos consome e some com nossa essência, com nossos sonhos, com a nossa vida.
Mas por que tudo precisa ser tão triste?
Sem respostas.
Sem esclarecimento algum, perseveramos na busca do propósito da nossa própria existência, pois precisamos de um motivo que justifique essa passagem na Terra, que, por agora, não tem sentido algum. E então colapsamos pela falta do porquê.
E, enquanto a mente não encontra nenhuma resposta, tampouco qualquer mísero sentido, vivemos tal qual um morto-vivo. Poderíamos estar mortos, mas continuamos agindo.
Quem diz ter fé, mas se esquece de que tem uma alma, permite que ela vague na ilusão e se torna cúmplice da sua própria queda.
Marcelo Castilho Assis
MIGALHAS DA GRANDE MESA.
CAPÍTULO IV
DA ORAÇÃO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Determinadas verdades espirituais possuem a delicadeza das coisas eternas. Não chegam pela violência das imposições humanas, nem pela exuberância dos discursos religiosos. Aproximam-se lentamente da alma semelhante à luz silenciosa que atravessa uma janela ao amanhecer. A oração pertence a essas realidades invisíveis que sustentam profundamente a existência humana sem necessitarem de espetáculo.
Quando a Espiritualidade afirma, através da questão 658 de O Livro dos Espíritos, que “a oração é agradável a Deus quando ditada pelo coração”, somos conduzidos a uma compreensão muito superior da religiosidade. O homem terrestre habituou-se a valorizar a aparência das coisas. Admira vozes eloquentes, fórmulas refinadas, cerimônias grandiosas e exterioridades litúrgicas. Contudo, diante das Leis Divinas, o que realmente possui valor é a intenção moral escondida atrás de cada pensamento.
Deus vê aquilo que o mundo não vê.
Enquanto os homens escutam palavras, o Alto percebe vibrações íntimas. Enquanto a sociedade observa gestos exteriores, a Espiritualidade contempla a verdade silenciosa da consciência.
Por isso a oração que nasce do coração possui tamanho valor espiritual.
Ela não é artificial.
Não é teatral.
Não é construída para alimentar reconhecimento humano.
É a alma falando sem máscaras.
Existe uma diferença profunda entre recitar e orar. Muitos recitam. Poucos verdadeiramente oram. A recitação movimenta os lábios. A oração movimenta o espírito. A recitação pode ser automática, fria e distante. A oração legítima nasce semelhante a uma força viva que ascende das profundezas da criatura.
Uma prece sincera pode surgir inclusive sem palavras.
Um olhar de arrependimento.
Uma lágrima silenciosa.
Um pensamento de gratidão.
Um pedido íntimo de socorro moral.
Porque o idioma de Deus não pertence às línguas humanas. O Criador compreende sobretudo a vibração interior do espírito.
“Migalhas Da Grande Mesa” encontra precisamente aqui uma de suas percepções mais sublimes. Existem almas famintas de transcendência que procuram banquetes espirituais extraordinários, mas desprezam as pequenas migalhas sagradas espalhadas discretamente no cotidiano. A oração é uma dessas migalhas divinas. Simples aos olhos do materialismo. Gigantesca diante da Eternidade.
Quantos homens possuem templos magníficos, mas não conseguem ajoelhar-se honestamente dentro de si mesmos.
Quantos pronunciam frases religiosas enquanto conservam o orgulho intacto.
Quantos pedem luz sem abandonarem deliberadamente as próprias sombras.
A Espiritualidade Superior esclarece ainda que a oração agradável a Deus deve ser realizada “com fé, fervor e sinceridade”. Essas três forças constituem a arquitetura invisível da verdadeira prece.
A fé representa confiança profunda nas Leis Divinas. Não uma crença cega e fanática, mas a compreensão íntima de que existe inteligência moral governando a existência. Quem ora com fé não conversa com o vazio. Aproxima-se consciencialmente da Fonte Superior da Vida.
O fervor é o calor espiritual do sentimento. A oração mecânica raramente ultrapassa a superfície mental. Contudo, quando o coração participa verdadeiramente, a alma emite forças sutis capazes de modificar profundamente seu estado interior.
Já a sinceridade talvez seja o aspecto mais difícil da experiência religiosa humana.
Porque ser sincero diante de Deus exige abandonar personagens psicológicas cuidadosamente construídas pelo ego. O homem frequentemente deseja parecer virtuoso antes mesmo de tornar-se virtuoso. Contudo, diante da oração verdadeira, todas as máscaras começam lentamente a cair.
É exatamente por isso que os Espíritos afirmam que a oração do homem “vano, orgulhoso e egoísta” não sensibiliza o Alto, salvo quando nasce de legítimo arrependimento e verdadeira humildade.
Essa observação possui profundidade psicológica imensa.
O orgulho fecha as portas da alma.
A humildade abre-as.
Enquanto o homem acredita bastar-se, raramente busca Deus com autenticidade. Muitas criaturas somente começam a orar verdadeiramente quando a dor destrói as ilusões de autossuficiência. A enfermidade, a perda, a culpa, a solidão, o fracasso ou o vazio existencial frequentemente realizam aquilo que anos de prosperidade não conseguiram produzir.
O despertar da consciência.
E talvez seja exatamente nesse instante que a oração se torna mais bela.
Quando já não existem discursos sofisticados.
Quando desaparecem as aparências sociais.
Quando o espírito, esmagado pelas consequências de si mesmo, apenas consegue murmurar.
“Senhor, ajuda-me.”
Essa simplicidade possui uma grandeza invisível.
Porque naquele momento a alma finalmente comparece diante de Deus como realmente é.
Sem adornos.
Sem títulos.
Sem personagens.
Somente consciência.
A questão 659 amplia ainda mais essa compreensão ao perguntar qual é o caráter geral da oração. Os Espíritos respondem.
“A oração é um ato de adoração.”
Essa definição dissolve a visão utilitarista da religiosidade. Orar não significa apenas pedir benefícios materiais ou livramentos imediatos. A verdadeira prece constitui aproximação espiritual do Criador. Rogar a Deus é pensar n’Ele, aproximar-se d’Ele, elevar a mente acima das inquietações inferiores e estabelecer comunhão íntima com Sua grandeza.
Orar é também agradecer.
E poucos homens sabem agradecer.
A humanidade recorda-se facilmente de Deus nas horas de sofrimento, mas esquece-Se frequentemente nas épocas de estabilidade. Entretanto, a oração completa não é apenas súplica. É igualmente reconhecimento pelas misericórdias invisíveis que sustentam diariamente a existência.
A serenidade após uma crise.
O amparo inesperado.
A oportunidade de recomeçar.
A lucidez recuperada.
O afeto recebido.
A consciência despertando lentamente para o bem.
“Migalhas Da Grande Mesa” contempla essas delicadezas espirituais que passam despercebidas aos homens apressados. O espírito amadurecido aprende que Deus raramente manifesta Sua presença através do espetáculo exterior. Frequentemente Ele revela-Se nas regiões silenciosas da consciência.
Sob a ótica espírita, a oração possui também profundo mecanismo vibratório. Pensar é emitir forças mentais. Orar é direcionar essas forças para planos superiores da Vida. A prece sincera modifica o campo psíquico da criatura, atraindo influências espirituais compatíveis com seu estado moral.
Não porque Deus altere arbitrariamente Suas leis.
Mas porque a oração transforma aquele que ora.
Ela reorganiza emoções.
Acalma impulsos destrutivos.
Fortalece a lucidez interior.
Ameniza perturbações psíquicas.
Auxilia o espírito a vencer lentamente as tendências inferiores que o aprisionam.
A verdadeira resposta divina à oração muitas vezes não está na imediata mudança das circunstâncias externas, mas na transformação silenciosa da alma que sofre.
Porque existem dores necessárias ao crescimento espiritual.
Entretanto, nenhuma dor permanece estéril quando atravessada pela sinceridade da prece.
A oração torna-se então semelhante a uma ponte invisível entre a fragilidade humana e a misericórdia infinita de Deus.
E talvez a maior grandeza da alma não esteja em jamais cair, mas em aprender a erguer-se espiritualmente através da humildade de orar.
Que tudo que você planejou… não passe de ilusão.”
“Que tudo que você planejou… um dia vire realidade.”
“Que tudo que você planejou… não destrua quem tá do seu lado.”
“Que tudo que você planejou… não te afaste do que é de verdade.
Quando a borboleta se faz azul no dourado de sua asas, ancestrais antigos fazem suas casas, em tijolos de terra batido e a primavera ganha novo sentido. Cores no jardim evidenciam que flores desabrocham como a vida em estado de permanente transformação. Um antigo cão se faz fiel ao roer o osso e gatos andam sorrateiros em cima do telhado. Tudo é arado na calma estação de pessoas que viveram e hoje são transmutação. Também vivemos a calma de nossos dias, e se faz em paz todos os pequenos afazeres. A centopeia caminha seus múltiplos pés e a formiga inequívoca carrega imponente uma folha maior que seu corpo. Na vasta plantação o lavrador cava a terra e povoa a colheita de seu sustento, o farto alimento que sustenta o tempo presente do fruto que já foi semente. E cada um a seu jeito olha o horizonte e há fome de futuro, pois tudo acontece no agora e as horas demoram na casa que não tem relógio. No mar a maré baixa deixa transparecer suas conchas e os barcos seguem além e pescadores antigos armam suas redes e abundam colheita de peixes e muito mais satisfeitos voltam para casa. Na feira os peixes são vendidos como entidades fruto do trabalho justo e todos se alimentam. E a comida é mais que alimento, é um ritual da vida em movimento. Na cidade também os carros sustentam suas rodas e levam de um lugar ao outro anônimos trabalhadores, que honestamente caminham nos prédios altos que acolhe muitos cidadãos e eis que nada é em vão se os olhos estão claros e se é chão o mesmo de toda população. E o amor se faz em silêncio quando cada pessoa carrega seu passo manso a fazer da cidade um organismo vivo, muitas vezes apressados nos caminhos diários. Somos todos passageiros de nosso itinerário. Na estação de trem há muitas mãos para despedidas, mas cada um sabe da vida nas voltas da terra em rotação e mais bate um coração que se integra no ambiente e povoa mares de presença sem questionar ambivalência, pois a vida simples se faz sem complicação, pois passa veloz o veraneio de nossos pés na terra e por isso impera uma sede de viver, sem se derar em questionamento. O café se faz quase sozinho de tanto cotidiano e se esvai o ano nas teias de aranha, que silenciosamente tecem cada linha e eis que é uma armalho. Meu olhar e vasto como um campo de girassol. Olho para frente para o lado e tudo tem seu tempo exato. E todas as pessoas se bastam ao piscar os olhos em movimentos involuntários. Segue a vida em longa contemplação e a calma presente não parte de repente, pois são das retinas o longo observar ao ver o tempo passar. E não há grandes sobressaltos. Apenas uma vista que passa e se mostra vasta e tranquila quando o verso não aniquila a paz do cotidiano. E a vida vale a pena em seus vastos oceanos.
"Um dia você vai perceber que não foi feliz porque não deu chance a felicidade, tudo não vida precisa de oportunidade, e você não deu a sua felicidade a oportunidade de ser feliz".
Aqueles que afirmam ter fé, mas se esquecem de que possuem uma alma, permitem que ela vagueie na ilusão, tornando-se cúmplices de sua própria ruína.
O homem prudente é desprezado por guardar discrição; mas o indisciplinado é bem quisto, pois sua boca alardeia e alimenta os ouvidos segundo os desejos dos homens.
Acautela-te, pois, diante dele.
Hoje vi meu amor, com seu novo amor.
Isso mexe num lugar muito profundo, ainda mais quando a pessoa não foi “qualquer pessoa” pra você. Às vezes a gente acha que já aprendeu a conviver com a ausência… até a vida colocar a cena na nossa frente. E aí volta tudo de uma vez: lembrança, saudade, comparação, vazio, perguntas que nem fazem sentido mais.
O pior é que não existe uma lógica exata pro tempo nessas coisas. Você mesmo falou: “já faz alguns anos”. E mesmo assim doeu. Porque amor verdadeiro não some igual fumaça, ele vai mudando de lugar dentro da gente. Tem dias que parece cicatriz. Em outros, parece ferida aberta de novo.
Mas tem uma coisa importante no que você escreveu: mesmo sentindo tudo isso, você falou “temos que seguir o baile” e “quero só ficar bem”. Isso mostra que, no fundo, você não quer se prender à dor. Você só está cansado dela.
E sinceramente? Essa noite ruim não significa que você voltou pra estaca zero. Significa só que você é humano, e que aquilo teve importância real na sua vida.
Hoje talvez o coração esteja pesado, a cabeça acelerada, o sono destruído. Mas isso passa. Não de um jeito mágico, nem rápido como a gente gostaria… mas passa. Principalmente quando a gente para de lutar contra o sentimento e entende: “ok, doeu”. Só isso. Sem se diminuir por sentir.
Você não precisa deixar de amar o que viveu pra continuar vivendo.
E um dia essa lembrança vai parar de te atravessar desse jeito.
Por enquanto, tenta só sobreviver ao hoje. Dormir melhor amanhã. Respirar um pouco mais leve na próxima semana. Às vezes a cura vem assim, silenciosa.
Torah ou Jesus Cristo
Se por acaso eu descobrisse que era de origem judia, porque sou português! Eu simplesmente não voltaria para o judaísmo. Eu continuaria cristão, porque creio em Jesus Cristo como o Messias. Vamos supor que sou judeu! Mas de modo algum voltaria a circuncisão, porque não lhe dou valor nenhum! Nem voltaria aos sábados, pois agora eu não guardo só o sábado, mas guardo todos os dias como cristão. Em relação a guardar outros dias e festas, eu também não os guardaria, porque também não os guardo. Em relação a Lei, como guardaria a lei? Não obra por obra, mas guardaria tudo pela fé em Jesus Cristo! Tudo isto com uma consciência tranquila! Não! A lei não passou! Não mesmo! Mas agora tudo é feito, pela fé e pela graça de Deus! 1492 são expulsos de Espanha e vêm para Portugal! Se se têm convertido ao Cristianismo de verdade, não seriam mortos pela inquisição. Em 1497 (expulsos de Portugal). Longe de mim que aprovo a ação da inquisição. Longe de mim!
Mas o que aprovo é não uma prática religiosa, mas a prática da verdade! E o que é a verdade! É precisamente Jesus Cristo. Como o Apóstolo Paulo, eu deixaria seja qualquer que fosse a minha religião, para estar na verdade...
Praticar as obras de Deus pela fé em Jesus Cristo! Porque esta é verdadeira religião e não outra. Antes de Jesus Cristo vir, tínhamos a lei ou a Torah. Agora a Torah é o próprio Jesus Cristo!
A vida é perfeita e foi dada gratuitamente ao ser humano. Nosso dever é proteger. O privilégio de respeitar é poder admirar cada detalhe ao redor.
Aprecie a natureza!
#bysissym
Aquele que apenas por si e pelos seus se levanta em ira colherá silêncio à mesa;
pois o coração que não se compadece do próximo caminha para a destruição.
Estou no Meio do Nada e o Nada é Tudo
Autor: Juvenil Gonçalves
Estou no meio do nada.
E o nada, imenso, me circunda
como um deus sem rosto
respirando dentro das coisas.
Nenhuma torre rasga o horizonte,
nenhuma máquina catequiza o silêncio;
há somente o campo —
essa gramática antiga da eternidade.
O vento passa
com sua túnica invisível de monge,
e as árvores, imóveis sacerdotisas,
celebram liturgias de sombra e seiva.
Aqui o tempo desaprendeu os relógios.
As horas não marcham:
germinam.
O barro conhece meu nome
com uma intimidade mineral;
a água do poço me olha
com olhos anteriores ao homem.
Estou sozinho,
mas a solidão é uma multidão de presenças:
o inseto que cintila na relva,
o pássaro que costura o crepúsculo,
a rã que filosofa no brejo
com sua metafísica de água escura.
Tudo parece pobre
aos olhos da cidade —
e contudo há uma opulência secreta
na ferrugem do arado,
na fumaça subindo do fogão,
na lentidão sagrada dos animais.
Porque o nada
não é ausência.
O nada é o ventre original
onde o mundo repousa
antes de virar ruído.
E eu, perdido no ermo,
descubro enfim
que os homens morrem de excesso,
mas a alma floresce
quando aprende a caber
dentro do infinito vazio.
Estou no meio do nada.
E pela primeira vez
tudo existe.
You are the reason
For my existence
My reason… my meaning…
You won me over completely
Not just for how you look
More than beauty… it’s essence…
It is your character
That won my heart
Strong character… true worth…
You are different
Among so many in the world
Unique… special…
Softer, more melodic
You are faithful, you are fair
A man of your word and of action
You help, you care
All the best that is in you
Is what I carry with me
Faithful… fair… true…
Slightly steadier pace
When you walk by
Your eyes see only me
My gaze alone… my heart alone…
It’s not only what I see
It’s everything you do
Actions… that matter most…
A man of principles
Who never changes with time
Constant… reliable…
You are my example
Of how to live and how to love
My example… my inspiration…
You are faithful, you are fair
A man of your word and of action
You help, you care
All the best that is in you
Is what I carry with me
Forever… until the end…
Very slow, soft and gentle voice
You are my life
My most beautiful dream
Even when apart
You are always with me
My love… my everything…
Você é a razão
Da minha existência
Minha razão… meu sentido…
Me conquistou por inteiro
Não só pela aparência
Mais que beleza… é essência…
É o seu caráter
Que ganhou meu coração
Caráter forte… valor verdadeiro…
Você é diferente
Entre tantos no mundo
Único… especial…
Mais melódico, mais suave
Você é fiel, você é justo
Homem de palavra e de atitude
Você ajuda, você cuida
Tudo o que há de melhor em você
É o que eu carrego comigo
Fiel… justo… verdadeiro…
Ritmo um pouco mais firme
Quando você passa
Seus olhos só veem a mim
Olhar só meu… sentimento só meu…
Não é só o que eu vejo
É tudo o que você faz
Atitudes… que valem mais…
Homem de princípios
Que não muda com o tempo
Constante… seguro…
Você é o meu exemplo
De como viver e amar
Meu exemplo… minha inspiração…
Você é fiel, você é justo
Homem de palavra e de atitude
Você ajuda, você cuida
Tudo o que há de melhor em você
É o que eu carrego comigo
Para sempre… até o fim…
Muito devagar, voz baixa e doce
Você é a minha vida
O meu sonho mais bonito
Mesmo distante
Você está sempre comigo
Meu amor… meu tudo…
Quem diz ter fé, mas se esquece de zelar por sua alma, permite que ela vague na ilusão — tornando-se cúmplice da sua própria queda.
Dia - 17: Onde posso encontrar meu lugar de pertencimento hoje?
- Eu pertenço ao mundo com minha voz e pele.
- Eu pertenço onde meu gesto encontra reciprocidade.
- A pertença dá abrigo e lança futuro.
- A pertença firma no solo da vida.
- A pertença nutre e enraíza.
- A pertença torna responsável pelo cuidado.
- A pertença permite crescer com outros.
Quem diz ter fé, mas se esquece de zelar por sua alma, ela acaba vagando à deriva, negando a sua própria essência.
