Pensamentos Mais Recentes
"HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE O QUE SE DEVE FAZER E O QUE SE DEVERIA FAZER QUE AQUELE QUE DEDICA O SEU TEMPO EM QUE DEVERIA FAZER, TRABALHA PARA SUA PRÓPRIA PERDIÇÃO" Ademar de Borba
"SE VOCÊ ME PROCURARES PELO MUNDO E NÃO ME
ACHAR EM LUGAR ALGUM,
ME PROCURE NO CENTRO,
LÁ VOCÊ VAI ME ACHAR."
"NO CENTRO DA VONTADE DE DEUS."
Davi Facio
11/10/2026
(Cap. I: O Reino do Imaginário)
Era uma vez, num reino cujas terras se perdiam no horizonte, vivia um príncipe sonhador. Tinha ideias muito estranhas, buscava um tesouro. Há pessoas que vivem para seus tesouros, eram acumuladores de moedas. Porém, o tesouro que o príncipe almejava era muito diferente do brilho dos metais preciosos e inertes. O Príncipe buscava um outro tipo de felicidade.
(Cap. II: O Príncipe)
Num incerto dia, o príncipe resolve cavalgar para ver se o seu povo realmente era feliz. Percebeu que todos tinham tudo que queriam ou quase tudo. As pessoas não brigavam pelo Não Tinham. Há muito tempo brigaram pelo Não Tinham. Passaram assim... Brigaram pelo Não Tinham e pouco a pouco foram perdendo o que tinham.
(Cap. III: Eis o que dizem de Floral)
O príncipe percebeu que reinava num reino sem almas. Lembrou-se de que, num bosque, residia uma bruxa, a qual diziam ser muito poderosa e, por isso, era temida. Chamavam-na de Floral. Apesar de ninguém nunca tê-la visto, boatos diziam que ela era tão medonha que até o Bicho-Papão era mais bonito. Porém, vocês sabem como são os boatos: eles carregam a fama de serem quase sempre mentirosos.
(Cap. IV: Aparece Rubi)
O príncipe, disposto a salvar o seu povo, partiu para o bosque para pedir uma poção a Floral. Todavia, a entrada do local era protegida por Rubi, o monstro rosáceo da bruxa. Os boatos diziam que ele tinha cara de uma fera brutal; outros, porém, afirmavam que não. O príncipe seguiu seu caminho… e eu, Crianças, o autor desta história, também caminharei ao seu lado para descobrir, com vocês, o encanto deste conto de fadas.
(Cap. V: O Grimório Roseiral)
E, por falar em encanto, há um livro de páginas amareladas, feito de pétalas de rosa, no qual a bruxa Floral lia poções e segredos tão vivos e sentidos que parecia que o mundo parava por um instante de girar para ouvi-los. No entanto, segredos são para ser segredos, e o mundo prometeu a si mesmo que não os contaria a ninguém, a não ser a mim, o narrador. O que posso assegurar a vocês, amigos leitores, é que não sei onde o Grimório Roseira foi escondido. Dizem que ele está em algum lugar esperando ser encontrado, mas, nas bibliotecas vivem tantos livros perdidos que desejam o mesmo destino.
Esta história é de autoria do Prof. Cidiclei Medeiros. Para fins de comprovação de anterioridade documental, esta obra além de publicadas em plataformas de circulação, está salvaguarda sob custódia permanente no Internet Archive através do link: https://archive.org/details/Imagismo
Não
há Cuidado mais Bonito e Charmoso que cuidar de quem não está doente.
Porque existe uma Delicadeza muito extraordinária em oferecer carinho quando ninguém está sentindo dor, em perguntar se está tudo bem quando não há sinais de tristeza, em abraçar sem que exista um motivo aparente e em demonstrar preocupação sem esperar um pedido de socorro.
É que, muitas vezes, aprendemos a cuidar quando a vida nos apresenta uma urgência, quando o corpo adoece, quando a alma desaba ou quando a ausência ameaça levar embora aquilo que a presença não soube valorizar.
Mas o Cuidado mais elegante é aquele que não espera a tragédia bater à porta para se fazer presente.
Cuidar de quem está bem é uma forma bastante silenciosa de dizer: “Eu não preciso que você sofra para reconhecer o quanto você é importante para mim.”
É perceber que o amor não deve ser apenas um alento para as dores, mas também um ingrediente para os dias comuns.
Afinal, ninguém deveria precisar adoecer para receber atenção, entristecer para ganhar colo ou se afastar para despertar saudade.
Há quem só ofereça flores diante de um leito de hospital, como se a fragilidade fosse a única ocasião capaz de despertar ternura.
Mas existem pessoas que preferem regar o jardim enquanto as flores ainda estão vivas, porque compreenderam que a beleza também precisa de manutenção, e que o afeto, quando chega antes da necessidade, tem um valor imensurável.
Talvez seja essa uma das formas mais Bonitas e Charmosas de amar: não transformar o cuidado em obrigação, nem a atenção em resposta a uma emergência.
É fazer do Carinho uma presença cotidiana, da Gentileza um hábito e da Preocupação uma demonstração espontânea de Afeto.
Porque quem cuida antes da dor não está apenas tentando aliviar um sofrimento; está ajudando a construir uma vida na qual o sofrimento não precisa ser a única razão para alguém se sentir amado.
No fim das contas, o cuidado mais Bonito não é aquele que chega para salvar alguém do pior, mas aquele que se faz presente para que a vida, mesmo nos seus dias mais comuns, continue valendo a pena.
E convenhamos: há algo profundamente charmoso em ser lembrado quando não se precisa de nada, acolhido quando se está bem e amado sem precisar apresentar feridas para merecer carinho.
Isso não é excesso de zelo.
É maturidade afetiva.
É entender que o amor não deve ser apenas um pronto-socorro para corações feridos, mas também um lugar de paz para corações que, simplesmente, querem continuar florescendo.
Que todas as Pessoas deste Planeta tenham o Saber necessário para existirem com Alegria, Serenidade e Propósito do Bem-Estar para Todos!
"O mal se multiplica disseminado
entre fracos e indigentes morais,
ignorantes, oportunistas complexados, inePTos intelectuais, covardes
fracassados sem escrúpulos."
O seu olhar de desprezo chegou até o fundo da minha alma,
mas você não sabe o que eu escondo, não sabe a minha história.
Do sul, o pesar da rejeição, como se eu me importasse
com tamanha arrogância e podridão.
Talvez eu devesse revidar, mas não seria o correto.
É só fazer meus olhos te evitar,
assim meu amor por ti acabará.
Ó doce donzela, tu me subestima
na capacidade de esquecer.
Mas, ao olhar para o campo,
vejas outras flores florescer.
"VOCÊ NÃO TEM CERTEZA DO RESULTADO QUE OBTERÁ DE SUA AÇÃO, MAS SE NÃO AGIR NÃO TERÁ RESULTADO NENHUM".Ademar de Borba
O número representa a possibilidade de converter multiplicidade aparentemente caótica em estrutura inteligível.
O acaso frequentemente representa apenas o limite provisório do conhecimento humano acerca das relações causais.
A natureza fornece disposições; a educação transforma essas disposições em hábitos, competências e responsabilidades.
Quem procura exclusivamente fora de si aquilo que depende de sua própria ordenação interior transfere ao mundo uma competência que pertence à própria consciência.
A felicidade pode ser compreendida como uma forma de estabilidade interior diante da instabilidade exterior.
A educação não apenas informa o indivíduo: ela modifica sua estrutura decisória e, com isso, altera sua capacidade de produzir consequências morais e sociais.
O prazer juridicamente legítimo pela razão é aquele cuja satisfação não produz posteriormente uma cadeia desproporcional de sofrimento.
Aquele que pratica deliberadamente a injustiça corrompe sua própria ordem interior, podendo tornar-se mais miserável do que aquele que sofreu o dano.
A insuficiência econômica não explica sozinha a pobreza existencial; frequentemente é o desejo ilimitado que transforma abundância em carência.
Aquele que governa seus desejos exerce sobre si mesmo autoridade superior àquele que conquista territórios sem conseguir governar a própria vontade.
A verdadeira coragem não consiste apenas em submeter adversários, mas em impedir que os próprios impulsos adquiram poder despótico sobre a razão.
