Pensamentos Mais Recentes
Troque suas lentes, aos poucos…
e se permita se ver no espelho sem pressa.
Existe um brilho em você
que às vezes se esconde —
não porque deixou de existir,
mas porque o medo de enxergar
fala mais alto que a coragem de sentir.
Helaine machado
A pior das armadilhas é a que não nos derruba de uma vez, mas nos acostuma, aos poucos, a viver abaixo do que poderíamos ser.
Lógica pura:
Se algo de errado existiu e continua existindo, significa dizer que estamos cometendo os erros de ontem. Exemplo: a fome global.
O melhor da vida não está no que se idealiza, mas no simples viver com a consciência de que cada momento já é vida.
O Brasil é tão atrasado cultural e politicamente que daqui a pouco teremos cotas até para o humor negro.
Homem e suas verbais
ouvi quem quer,
se fala para quem quer ouvir,
se cala para quem é simplicidade sábio.
Diante as fronteiras do conhecimento é o caos assim presente.
Uma mentira repetida mil vezes continua sendo mentira; no máximo, denuncia a inconsciência de quem a propaga.
O tempo é uma grande armadilha para aqueles que não conhecem o sentimento verdadeiro. Capaz de realizar vínculos, emoções, promessas e conexão humana.
O Bilhete Devolvido e o Acaso Misterioso do Mal
Você aceitaria uma harmonia eterna se o alicerce dela fosse o choro de uma única criança injustiçada? Para Dostoiévski, a resposta é um grito de revolta: “Eu devolvo o bilhete”. Através de Ivan Karamazov, ele recusa um paraíso que exija, como pedágio, o sangue dos inocentes.
Muitos tentam justificar a dor como o preço da nossa liberdade, mas a verdade pode ser mais sombria. E se o mal for apenas um acaso misterioso? Um erro de percurso que surgiu fora do plano divino. O mal é aquilo que nunca deveria ter existido; não é uma lição, nem um teste. É um intruso incompreensível que desafia qualquer lógica ou propósito. O mal é, de fato, injustificável. Ele está além da capacidade humana de suportar — e nem o próprio Deus o suportou no Getsêmani, quando clamou: "Pai, afasta de mim este cálice". Em seus casos extremos, o mal é esmagador, sobre-humano e desumano. É o que jamais deveria ser.
É necessário ignorar alguma Perfeição
Existem assuntos que não podem ser tratados como equações matemáticas para serem resolvidos com todo o rigor matemático e exato. Em relação à existência de Deus e ao sofrimento, alguma coisa deve ser ignorada. Um Deus onipotente, onipresente, onisciente, perfeito e amoroso em uma existência onde existe o mal faz com que uma existência exclua a outra. Mas, aí, não podemos dizer que não existe Deus, porque existe algo em vez de nada. A existência, a razão, os sentimentos, as emoções e a consciência não existem a partir do nada ou de algo impessoal.
Nesse embate entre o sagrado e o horror, uma certeza resta: alguma perfeição sempre será ignorada.
Se o mal existe como um acidente que Deus não planejou, ignoramos Sua onipotência.
Se o aceitamos como parte de um plano deliberado, ignoramos Sua bondade.
Diante do sofrimento que não faz sentido, a "perfeição" teórica é a primeira coisa que se quebra. Se o mal é um acidente não planejado, o mundo deixa de ser um tribunal e vira um hospital de campanha. As coisas são o que são, mas as coisas deveriam ser de outra forma. Creio que esta escolha é mais realista diante do absurdo do mal; é algo que não se compreende, que não se aceita, nem se suporta, nem se justifica; é algo que não deveria não existir.
O Conflito da Existência
Deus Todo-Poderoso, Onisciente, Onipotente e Onipresente exclui-Se em uma realidade onde o mal, o sofrimento e as imperfeições existem. Um exclui o outro, e vice-versa.
Tudo o que existe é uma continuidade de Deus de alguma forma; nada escapa disso, senão o próprio Deus. Por que existe algo em vez de existir nada? Tudo tem uma causa, uma origem. Só Deus não teve origem. Existem duas existências, com certeza absoluta: a eterna e a criada. A criada teve início e pode perder perfeição. A vida, a razão, a ordem, o existir, o amor, o coração... é impossível que venham do nada. Essas coisas são a continuação de Deus. Então, concluímos: Deus Todo-Poderoso existe. Mas, no nosso mundo, identificamos o mal, o sofrimento e as imperfeições — que não existem em Deus.
O Acaso Misterioso e a Liberdade
Deus não cria outro Deus. Deus cria coisas que são perfeitas, mas Deus cria seres com vontade própria e livre-arbítrio. Deus sempre criou seres com vontade própria e livre-arbítrio perfeitos. Temos que encarar o problema com ousadia e não com ideias prontas e fixas.
Não acredito que Deus criou o mal para termos liberdade; não é necessário criar o mal para que haja liberdade. Existe a liberdade para o bem: eu posso fazer um bem ou outro bem. Não acredito que Deus criou o mal porque Deus, sendo bondoso, amoroso e fazendo o bem, não criaria por deliberação o contrário à Sua essência, porque um exclui o outro.
Deus não tem propósito nenhum em criar seres imperfeitos que gerem o mal, o sofrimento e a injustiça. Mas, por um acaso misterioso — que acredito que Deus nunca entenderá — essa criatura imperfeita foi criada. Deus criou Lúcifer e o ser humano para adorá-Lo, para ser a razão de ser de toda criatura. Mas, por algum acaso misterioso, essa criatura imperfeita foi criada, e Deus está trabalhando para restaurar Sua criação. E tudo voltará a ser como antes: a criatura sendo o reflexo do Criador. Creio que Deus não iria criar seres para gerar mal, sofrimento e injustiça — e isso será um eterno acaso misterioso. Mas Deus é bom, é amor, Deus é a verdade, e tudo será perfeito como antes, em Jesus.
O Mal como Ausência de Ordem
A minha definição de mal é esta: o mal é a falta da ordem estabelecida e da presença de Deus. Quando as coisas, as criaturas e a criação se afastam de Deus e não obedecem a Deus e à Sua ordem, sempre ocorrerá o mal.
O mal entre os seres humanos existe porque não se obedecem os mandamentos de Deus.
Terremotos, tornados e vírus existem porque a Terra está distante.
Todos os desastres e males da natureza ocorrem porque a natureza não está obedecendo a Deus; ela está distante de Deus, e perdeu-se o que foi estabelecido por Ele. Deus estabeleceu estabilidade na Terra, mas essa estabilidade foi perdida porque a Terra está distante de Deus — e tudo o que está distante de Deus perde a perfeição. Tanto nas tradições antigas quanto no cristianismo, o mal é fruto dessa desobediência original.
Se o ser humano obedecesse à palavra que Jesus Cristo disse em Mateus 22:37-39: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, não existiria mais o mal entre os seres humanos, e creio que toda a criação não teria mais o mal. Em Apocalipse, Jesus Cristo virá e, em Sua coxa, estará escrito: "Rei dos Reis, Senhor dos Senhores". Ele estabelecerá Sua presença e ordem, e o mal acabará.
Quem nada fez não deveria se queixar do caos; a ordem que desejava pronta custou o esforço que não quis empregar.
Silêncios Pesados
Sentir intenso
Letalidade da tua falta
Ecos da saudade
Caos de instantes distantes
Parte de nós se faz em atos de silêncios
Destruição das sensações inquietantes.
Com tanto Bandido escondido sob a Segunda Pele do braço armado do Estado, ele está prestes a virar mais um Poder Paralelo.
É uma constatação que incomoda — e talvez deva mesmo incomodar.
Não por generalizar, mas por expor uma fissura perigosa: quando aqueles incumbidos de garantir a lei e a ordem passam a negociar com o caos, o pacto social começa a apodrecer por dentro.
O problema não é apenas a existência de desvios individuais, mas a repetição deles até que deixem de soar como exceção e passem a insinuar um padrão.
A autoridade, quando perde sua integridade, não se transforma apenas em ausência de ordem — ela se converte em uma força concorrente.
E isso é ainda muito mais grave.
Um criminoso comum age à margem; um agente corrompido atua com as ferramentas do próprio sistema.
Ele conhece os caminhos, os atalhos e os silêncios institucionais.
Sabe onde a vigilância falha e onde a confiança é cega.
Sua atuação não é só ilegal — é estratégica.
O resultado disso não é apenas o aumento da violência, mas a erosão da credibilidade.
E sem confiança, nenhuma instituição se sustenta por muito tempo.
A população, já quase cansada de promessas e operações midiáticas, começa a olhar para o uniforme não mais como símbolo de proteção, mas como uma incógnita.
E esse é o ponto de ruptura: quando o cidadão teme quem deveria protegê-lo, o Estado perde sua face legítima.
Mas é preciso cuidado com a tentação do julgamento absoluto.
Há milhares de profissionais que honram diariamente suas funções, muitas vezes em condições precárias e sob riscos reais.
Ignorar isso seria injusto — e até contraproducente.
No entanto, reconhecer os bons não pode servir como escudo para relativizar os maus.
Pelo contrário: quanto mais digna for a maioria, mais urgente é separar, expor e responsabilizar a minoria que contamina o todo.
O verdadeiro risco não está apenas no policial que se corrompe, mas na estrutura que tolera, protege ou relativiza essa corrupção.
Quando mecanismos de controle falham, quando denúncias são abafadas, quando a punição não chega — ou chega seletivamente —, o sistema envia uma mensagem muito silenciosa, porém poderosa: há espaços onde a lei não alcança.
E é justamente nesses espaços que nascem os medonhos Poderes Paralelos.
A reflexão que se impõe, portanto, não pode ser simplista.
Não se trata de atacar instituições, mas de exigir delas aquilo que as legitima: transparência, responsabilidade e compromisso com o interesse público.
Porque um Estado que não vigia seus próprios vigilantes corre o risco de se tornar refém deles.
E, quando isso acontece, já não é apenas a segurança que está em jogo — é a própria ideia de justiça.
*Passando para deixar esse bilhetinho: se a carga estiver pesada, solte um pouco.
Agradeça pela sua capacidade de se reinventar e respire fundo. 🔋
Quem mais está precisando de um respiro hoje? 🙋♂️🙋♀️
#RespireInspireENãoPire-ˋˏ✄┈┈┈┈*
As pessoas não são perfeitas — e eu também não sou.
No mundo, sempre existirão vozes prontas para caluniar, difamar, denegrir e julgar.
Mas, entre tudo isso, eu fiz a minha escolha:
retribuir com gentileza.
Martha.Sil
A vida é movimento. Não basta estar; é preciso realizar. Só assim nos sentimos verdadeiramente vivos.
Às vezes, a maior força está em saber parar e soltar o ar.
Esvaziar a mente é o primeiro passo para se reencher de energia.
Inspire, expire e recomece.
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#PazMental #Resiliência
Que as verdades que surgem em nossas vidas disfarçadas,
se despeçam antes mesmo de me encontrar.
_Van Escher _ 🪐
Lembrete do dia:
Quando o peso for muito, esvazie-se. Inspire, agradeça pela sua força e abra espaço para o novo.
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Respire,Inspire e Não Pire (🌘‿🌘)
... revisitar,
vez ou outra, tuas convicções,
é 'redestilar' certas impressões que, em
tuas observações de mundo, apostavas
serem tão sólidas quanto imutáveis...
Na verdade, todas as convicções
são suspeitas até prova
em contrário!
A existência frequentemente nos exige uma tensão que confundimos com estresse. No entanto, o arco só é capaz de projetar a flecha para o futuro porque suporta a pressão da corda sendo puxada para trás. Ser elegante hoje é entender que as demandas que o "esticam" são, na verdade, os preparativos para o seu maior salto. Não se trata de pressa, mas de precisão; não de força bruta, mas de postura. O mestre arqueiro não olha para o alvo com ansiedade; ele habita o momento da mira com tamanha retidão que o acerto se torna uma consequência inevitável da sua integridade.
A vida não é um caminho reto e pavimentado, mas uma teia vasta e intrincada que exige mais do que força bruta; exige a agilidade do tecelão. Ser mestre da própria jornada é entender que cada desafio é um fio que, isolado, parece frágil, mas quando conectado com propósito, sustenta o peso de mundos inteiros. Não se ganha a batalha contra o destino apenas batendo de frente com os muros, mas desenhando padrões de saída onde outros enxergam apenas o fim da linha. A sua inteligência é a sua seda: fina e discreta, mas capaz de capturar as oportunidades mais velozes se você souber onde e como lançar a sua rede.
A mente humana é como o mercúrio: se você tentar apertá-la com os punhos cerrados da ansiedade, ela escapará por entre os seus dedos, fragmentando-se em mil direções. A verdadeira autoridade sobre os seus desafios não nasce do controle rígido, mas da capacidade de ser o recipiente que dá forma ao fluxo. O mundo despejará sobre você uma torrente de informações, demandas e ruídos, mas você não é a torrente; você é o leito do rio que decide para onde a energia deve correr. Ser elegante é possuir essa soberania líquida: adaptar-se ao terreno mutável sem jamais perder a densidade e o brilho da sua própria essência.
