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"lutem e lutem novamente, até cordeiros virarem leões" 
(Do Filme Robin Hood versão 2010)

Você já se olhou,
se abraçou
e se declarou
pra você hoje?
então se olhe no espelho
e faça isso agora!

Não somos nada do que juntamos, senão um pouquinho de tudo que consumimos e espalhamos.

Passamos boa parte da vida acumulando coisas: dinheiro, objetos, títulos, fotografias, propriedades, conquistas e até certezas.

Como se, ao juntar mais, pudéssemos construir uma versão mais sólida de nós mesmos.

Mas chega um momento em que percebemos que quase tudo aquilo que chamamos de patrimônio é apenas matéria esperando pelo tempo.

No fim, não somos a casa que construímos, mas as histórias que nela vivemos.

Não somos o veículo que conduzimos, mas os caminhos que percorremos.

Não somos os livros que compramos, mas aquilo que eles transformaram dentro de nós.

Não somos sequer aquilo que conseguimos guardar, mas aquilo que, de alguma maneira, fomos capazes de oferecer.

Somos um pouco de tudo que consumimos — das palavras que ouvimos, dos livros que lemos, das músicas que nos atravessaram, das conversas que nos fizeram pensar, das dores que nos ensinaram, dos afetos que nos deram abrigo.

Somos também um pouco das pessoas que encontramos pelo caminho, porque ninguém passa pela nossa vida sem deixar alguma coisa, ainda que seja uma ausência.

E somos, sobretudo, aquilo que espalhamos.

Um gesto de gentileza pode sobreviver à memória de quem o praticou.

Uma palavra pode acompanhar alguém durante muitos anos.

Um ensinamento pode continuar sendo repetido por quem um dia o recebeu de nós.

Até mesmo uma ferida pode ser uma herança quando não aprendemos a interromper o ciclo e continuamos espalhando aquilo que um dia nos machucou.

Talvez a verdadeira riqueza não esteja naquilo que conseguimos acumular, mas naquilo que conseguimos multiplicar.

Porque as coisas que guardamos terminam ficando para trás.

As coisas que compartilhamos continuam circulando.

O dinheiro pode mudar de mãos, os objetos podem mudar de dono, os títulos podem perder o brilho.

Mas aquilo que despertamos nas pessoas — um pensamento, uma coragem, um sorriso, uma esperança — pode continuar existindo muito depois de nossa passagem.

No final das contas, talvez viver seja exatamente isso: consumir o mundo com mais consciência e devolvê-lo um pouco melhor do que o encontramos.

Somos feitos do que recebemos, mas também do que devolvemos.

E, quando tudo o que juntamos deixar de nos pertencer, talvez reste apenas aquilo que fomos capazes de espalhar.

Você me lê,
mas finge que não leu,
mesmo assim estou aqui, 
esperando você curtir,
não eu, mas a vida,
com muita saúde!

A chuva é uma bênção, 
te atrapalha fazer um monte de coisas,
causando assim, 
livramentos de DEUS,
na sua vida!

⁠Feliz aquele que ensina o que sabe é aprende o que ensina.
sfj,C.Coralina,citações

Situações difíceis, sem paz, em questionar a vida. Situações fáceis Situações difíceis, sem paz, em questionar a vida. Situações fáceis nos dão apoio. Não tenho amor e não quero ter. Quero ficar isolado. Quero me matar e me jogar da ponte. Não, é mentira. Eu quero cantar todas as poesias e se sentar, esperar à beira e a sufocante imortalidade ver se me toca.

Diante de um problema que precisa de uma resposta urgente, confiar numa mente fraca do outro é transformar a falta de resposta numa nova emergência. Furucuto, 2026

⁠Ninguém é sábio em todas as coisas.
sfj,aprend. com os provérbios 4

⁠Hoje não é o amanhã e nunca será. Hoje é tarde. beirando a noite, esperando o inverno, mesmo no cano que não sufocar de amor

Às vezes, somos a obra do que não queríamos ser.


Feitos de escolhas que não planejamos,
de feridas que não pedimos,
de perdas que nos mudaram
e de versões nossas que nasceram apenas para sobreviver.


Nem toda transformação é bonita enquanto acontece.
Algumas deixam marcas.
Outras mudam nossa forma de amar, de confiar, de permanecer.


E, ainda assim, seguimos.


Talvez amadurecer também seja olhar para essa obra inacabada que nos tornamos e entender que, mesmo sem ter escolhido o processo, ainda podemos escolher o que fazer com aquilo que restou.

A árvore e o homem.


No grande Reino da Utopia, havia uma árvore que nascera no meio de um deserto e que, apesar de todas as adversidades, crescera até se tornar, magicamente, falante e sábia. A árvore atraía a admiração de muitas pessoas, e várias delas iam ouvi-la em busca de conselhos.
A árvore tornou-se um fenômeno: era cultuada, protegida, consultada e admirada. Amada por todos os cidadãos do Reino da Utopia, exceto por um. Havia um homem que não suportava mais ouvir falar dela e que, em seus pensamentos mais sombrios, desejava vê-la destruída. Afinal, considerava-se superior à árvore; para ele, era inadmissível que um vegetal compreendesse as questões humanas. Contudo, como ela era extremamente protegida, entendeu que a única forma de acabar com a sua fama seria destruindo as suas ideias. Como não adiantaria jogar palavras ao vento, pois ninguém lhe daria ouvidos, resolveu marcar uma audiência com a árvore para, enfim, debater com ela.
O homem preparou-se para o debate. Leu, pesquisou e instruiu-se de todas as formas. Em seu íntimo, já se julgava possuidor de todo o conhecimento necessário para superar a árvore. Então, o encontro aconteceu.
Diante dela, o homem pôde finalmente contemplá-la ao vivo. Era frondosa, com raízes firmes e folhagens de uma coloração tão viva que se destacavam naquela paisagem árida. Pássaros faziam ninhos em seus galhos, e animais, por vezes, descansavam à sua sombra.
Embora tivesse ficado admirado, o homem não permitiu que a contemplação lhe tirasse o foco: destruir as ideias daquela árvore.
De modo educado, com uma voz que parecia um assovio passando por entre as folhas, a árvore cumprimentou o homem.
- Bom dia!
- Não tão bom, mas espero que melhore até o entardecer! — respondeu o homem.
- Mas o dia já está bom — replicou a árvore.
Fez-se um breve silêncio. Então, o homem encheu o peito de coragem e perguntou:
Como você pode afirmar que o dia já está bom, se, em todas as partes do reino, há pessoas sofrendo as piores dores e existem mazelas por toda parte? Essa afirmação de que o dia já está bom não seria desumana para com aqueles que sofrem?
A árvore ouviu o comentário do homem e, após alguns segundos, respondeu:
Homem! O dia sempre está, e sempre estará, bom. Todos os dias, este universo produz, dentro de sua maravilhosa engenharia, o dia e a noite, presenteando-nos com ambos. Esse é o bem maior. As mazelas e os sofrimentos pelos quais afirmas que os homens passam são apenas condições humanas que, surgidas no presente ou no passado, refletem-se e, quiçá, ecoarão no futuro. Independentemente de as mazelas serem causa ou consequência, evitáveis ou inevitáveis, contraídas ou desenvolvidas, aos olhos do universo o dia e a noite permanecerão impassíveis. O homem pode, apesar das suas dores, sorrir e agradecer, assim como pode sofrer e maldizer; mas o dia continuará sendo dia, e a noite continuará sendo noite. Diante da grandiosidade com que o universo se apresenta aos nossos olhos, as demais situações, sejam de fortuna ou de infortúnio, tornam-se pequenas. É por isso, e por tudo que está além disso, que devemos ser gratos.
O homem pensou e respondeu:
Você misturou a engenharia universal à engenharia humana e usou a grandiosidade da criação para fazer o homem se prostrar. Colocou-nos como seres que devem ser gratos pelas ingratidões recebidas, e não como parte desse universo. Apresentou-nos como meros “abrigados” que precisam agradecer pelo teto sobre a cabeça, e não como seres criados pelo próprio universo, capazes de desfrutar de toda a criação. Mas você é apenas uma árvore. Como pode conhecer os sentimentos humanos? Como pode, ao mesmo tempo, equiparar e diminuir a criação universal?
Homem! As respostas às tuas indagações estão nas tuas próprias afirmações. Pensa. Dizes que somos criados pelo mesmo universo e que fazemos parte da mesma criação, e não estás errado. Mas, ao dizer que somos parte de um todo, reconheces que uma parcela desse universo está em nós; não podes, porém, afirmar que o possuímos por completo. O universo nos contém e, em parte, também está contido em nós. Somos parte dessa matéria universal que dá forma e vida a tudo. Assim, embora nossas formações sejam classificadas de maneiras diferentes — afinal, tu pertences ao reino animal, e eu, ao vegetal —, ao final, nossa matéria será absorvida por este planeta, que também está contido no universo.
Quanto aos sentimentos que colocas em discussão, seria pequeno dizer que, assim como não posso compreender plenamente os sentimentos humanos, tu também não serias capaz de compreender o sentimento de uma árvore. Para que minha resposta não seja pequena nem vulgar, afirmo-te que os sentimentos pertencem aos animais e, de modo semelhante, a todas as coisas vivas. São formas diferentes de sentir, mas ainda assim existentes. Se o humano precisa sentir-se vivo para perceber e desenvolver sentimentos, entenda que todas as coisas vivas passam por algum processo semelhante. As formas, os resultados e as expressões são diferentes, mas o processo permanece. Posso não compreender nem decifrar a complexidade dos sentimentos humanos, mas garanto que também não consegues decifrar a simplicidade dos meus.
O homem refletiu e disse:
Então afirmas que os seres humanos são superiores em sentimentos e, consequentemente, mais complexos do que um vegetal? Se assim afirmas, hás de concordar que somos superiores. E, se somos superiores, não precisamos nos curvar diante de qualquer ser menos evoluído. Se discordares da minha visão, irás contra tua própria afirmação, pois disseste que, embora sejamos parte deste universo, nós, os seres animais, somos mais desenvolvidos e complexos.
Homem! Há verdade no que dizes, dentro da tua própria verdade. Os homens possuem verdades que ultrapassam a própria razão. Suas vontades e crenças, seus desejos e paixões, sacrificam qualquer lógica que possa ser adotada em favor das próprias convicções. A verdade nem sempre importa ao homem; o que importa é estar certo. E essa é uma das correntes que aprisionam um homem ao outro. Afinal, o homem é senhor do homem.
Sentindo-se ofendido, o homem elevou a voz:
Árvore! Afirmas que o homem é escravo do homem? Dizes que não temos liberdade nem livre-arbítrio? E tu, enraizada, não podes contemplar a beleza deste mundo; presa ao solo, viverás nessa condição até o fim. Quando chegares ao teu fim, quem sabe serás transformada em um móvel ou até em lenha para a fogueira! Quem és tu, limitada como és, para nos julgar?
A árvore permaneceu em silêncio, e o silêncio incomodou o homem. Passados alguns minutos, ela respondeu em tom quase melancólico:
Tu disseste mal aquilo que interpretaste bem. Sim, em minha condição de árvore, estou presa a este solo, mas essa é minha condição natural, e eu a aceito. Desenvolvi raízes profundas e firmei-me nesta terra, de onde retiro os nutrientes necessários à sobrevivência. Essa é minha condição como vegetal; outra condição não seria natural. Contudo, condição e imposição não se confundem. É minha condição ser árvore, mas pode ser-me imposto tornar-me móvel ou lenha para a fogueira, como disseste. Ainda assim, não deixarei de ser a árvore que sou; será algo imposto a mim. Serei, quem sabe, um belo móvel que um dia foi árvore, mas nunca o contrário.
No entanto, observo que tu, homem, como indivíduo, crês ser livre, mas vives em uma sociedade de rótulos e regras, na qual predomina um superficialismo barato, sustentando uma estrutura frágil como um castelo de cartas. Vives sob regras impostas desde o nascimento e ainda dizes ser livre. Foste doutrinado e ensinado sobre o que comer, beber, vestir, falar e acreditar, enquanto afirmas aos quatro ventos que és dono de ti mesmo.
És livre para fazer tuas escolhas, mas escravo das próprias escolhas que te fazem livre. Tuas raízes são diferentes das minhas e talvez sejam ainda mais profundas. Se o homem é livre dentro de uma liberdade determinada por outro homem, então escravo és. És escravo da própria vida. Em minha condição de árvore, só posso ver até onde meus olhos alcançam; o homem, embora consiga enxergar além das estrelas, muitas vezes não consegue ver sequer os próprios semelhantes. Humanos classificando humanos, humanos rotulando humanos. Pergunto: isso é humanidade? Se me disseres que não, onde se encontram os homens que não agem assim? Eu estou presa ao solo, e o homem, preso aos próprios conceitos. O solo é o meu carcereiro. E qual é o carcereiro do homem?
Naquele momento, o homem silenciou.


Pensa. Reflete!
Paz e bem!
Graça, graça, graça!


Massako

Entregar qualidade numa crítica é ter profundidade num assunto, observância das regras que orientam a liberdade de expressão e ter a sabedoria para falar o que é para ser falado sem insultos e sem ódio. 


A minha palavra para hoje e amanhã é: respire fundo e prudência.

Eles são cães que copulam onde há púlpitos ou palanques. Não tem como um país com a maioria dos políticos CRENTES não fazer outras coisas.

As máscaras não caem, a pessoa arranca, sem remorso, sem dor, puro medo de gente sem sentimento.

Eu estou vivendo o absoluto caos, e ele tem nome e sobrenome.

Caros amigos, me despeço sem beijos, me despeço sem abraços e sem ter tido tempo de dizer o quanto os amo, assinado: morte.

Viver é uma dádiva, mas saber mandar tomar no c#, é uma libertação.

Parece um anjo, só que never.

Pessoas que machucam pessoas boas, são demônios implantadas na Terra.

Meu filho, foi gerado no meu coração, ele está dentro e fora de mim, eu não sabia se um dia, eu iria escutar alguém me chamando de mãe, obrigada meu filho, você é o meu coração andando por aí.

Eu nem sempre estou certo, mas odeio escutar de gente, que tem menos capacidade cerebral do que eu.

Preciso respirar urgentemente um ar que não tenha nenhum resquício seu.

O narcisista está em toda parte, de quem ele feriu.

Nem a chuva ganha das minhas lágrimas