Pensamentos Mais Recentes

É difícil libertar os tolos das amarras que veneram, porque nem toda prisão é feita de grades; algumas são construídas por crenças, alimentadas pelo orgulho e protegidas pela ignorância.

O mais triste é que muitos não apenas aceitam as próprias correntes: defendem-nas com fervor, atacam quem tenta mostrar-lhes a saída e confundem a própria cegueira com convicção.

A verdade é que ninguém está tão preso quanto aquele que acredita ser livre enquanto defende aquilo que o aprisiona.

A ignorância pode ser vencida pelo conhecimento, mas o fanatismo transforma a ignorância em orgulho — e, quando alguém se orgulha da própria cegueira, nenhuma luz parece forte o suficiente para fazê-lo enxergar.

Porque a liberdade começa quando a mente ousa questionar aquilo que o ego insiste em defender.

Este foi o discurso que dei ontem na igreja, onde compartilhei publicamente o milagre que Deus realizou na minha vida e no meu corpo, cumprindo a promessa que fiz a Ele de testemunhar as Suas maravilhas.


"Boa noite a todos. Irei compartilhar agora com vocês algo muito real e precioso que vivi nestas últimas semanas. Não trago palavras de grande comoção, mas a pura verdade sobre o que orei e o que Deus já realizou no meu corpo.
Quero ser muito sincera com vocês: não foi por causa de um problema de saúde que resolvi buscar a Deus. Ele sempre esteve comigo, desde quando eu era apenas uma criança desamparada. Ele sempre foi o meu Pai e o meu Salvador em todas as dificuldades que já vivi e nas que ainda enfrento. Minha caminhada com Ele não começou agora.
Meu corpo carrega as marcas de quatro cirurgias anteriores. Mas, todos os dias, sou grata por respirar, abrir os olhos e saber que não estou sozinha. Deus conhece a pureza do meu coração, sem precisar de aparências ou de julgamentos externos.
Ele está comigo em cada silêncio, em cada lágrima e em cada sorriso. Como Ele mesmo nos ensinou, converso com Ele no secreto. É na madrugada e nos meus sonhos que ouço a Sua voz e encontro respostas. Ele não precisa de multidões para falar comigo, basta eu me colocar diante dEle.
Eis o meu relato...
Há cerca de um ano, eu tinha um cisto hemorrágico de 23ml, e o meu ovário esquerdo estava aumentado em seis vezes, chegando a um volume de 61ml, além de apresentar líquido na região pélvica.
No mês passado, o cirurgião já iria me encaminhar para o risco cirúrgico daquela que seria a minha quinta cirurgia. Mas eu recusei. Sabia das consequências de perder o meu último ovário.
Pedi ao médico 90 dias para repetir o exame, confiando que Deus poderia limpar o meu organismo. Ele aceitou, embora cético, já que um cisto como esse raramente some após três ciclos. E já estava com mais ou menos 1 ano, que ele estava alojado em meu ovário.
Continuei in oração, pedindo para não precisar operar, mas sempre dizendo: "Seja feita a Tua vontade".
Foram dias de preces intensas, entregando cada preocupação ao Senhor, mesmo nos momentos em que me faltavam palavras. E eu não estava sozinha. Meu esposo, meu irmão e minha cunhada, Ruth, me confidenciaram que também estavam orando por mim. Saber que somos sustentados pelo amor e pela intercessão de quem amamos traz um conforto inexplicável.
Eu pedi algo específico a Deus:
uma melhora significativa no próximo exame.
Ontem, recebi o resultado. O cisto já não existe mais, o líquido desapareceu e o volume do ovário reduziu para 24ml!
Isso é real, está documentado e é uma resposta de Deus.
Disso, não tenho dúvidas.
Jesus nos ensina que a fé cura quando diz: “A tua fé te salvou; vai em paz."
Não acho que a fé substitua os cuidados médicos, mas ela nos sustenta, e fortalece em cada passo. Deus conhece cada cicatriz e limitação do meu corpo, e me dá forças para seguir.
A obra ainda não está totalmente concluída. O volume do ovário ainda está um pouco acima do normal, no entanto bem abaixo do esperado.
Meu corpo segue se recuperando. Por isso, continuarei o acompanhamento médico com toda a responsabilidade, fazendo os retornos necessários.
Sigo orando e confiando, pois sei que Aquele que começou a boa obra, é fiel para completa-la no Seu tempo e da Sua maneira.
Talvez vocês se perguntem: "Quem é essa que pega o microfone e fala com tanta propriedade?" Vocês podem não me conhecer, mas eu sou uma filha de Deus. E por isso vim testemunhar as maravilhas que Ele fez por mim. Já que foi isso que prometi para ele.
É gratificante falar dAquele que nos sustenta, pois os desafios da vida são enormes, mas com Ele superamos cada um.
Lembrem-se de que somos seres eternos. Não precisamos ter medo da morte. O que dói, às vezes, é o processo de viver, mas com Deus as nossas dores se transformam em resiliência e fé.
Busquem a Deus dentro de vocês mesmos e O encontrarão.
Quanto a Jesus, tentem imitar os Seus passos. Em qualquer circunstância da vida, perguntem-se: "O que Jesus faria no meu lugar?". Sigam o Seu exemplo e vocês encontrarão a verdadeira paz. Assim, como já encontrei.
Amém!"


19 de outubro de 2026

"O grande avanço do constitucionalismo não foi descobrir que os governantes podem cometer arbitrariedades. Isso a história sempre demonstrou. Seu avanço consistiu em reconhecer que a proteção contra essas arbitrariedades não pode depender exclusivamente da virtude dos governantes nem da coragem ocasional daqueles que têm a missão institucional de enfrentá-las."

Meu, o que é de verdade, é a vida por ser responsabilidade. Só ela transcende ao portal, tudo o mais é consequência...
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Era bem mais fácil conversar com minha ignorância..... o saber não maquia a inocência.
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Olhei para o lado e vi o meu início,
O meu meio, o meu fim, meu porto seguro:
O esposo incrível com quem fiz meu futuro.
O susto do sonho foi só um aviso,
Para me devolver o meu melhor sorriso.
Percebi que o passado é poeira no chão,
E aquele rapaz só existe na imaginação.
Aquele amor antigo não foi desperdiçado,
Não ficou esquecido, nem foi arrancado;
Ele foi reciclado, lapidado na dor,
E hoje alimenta o meu maior amor.
Eu não perdi nada no tempo que correu,
Abençoo o caminho que me acolheu.
Eu vivi, eu sonhei, tenho o que mereço:
Pela minha história real, eu agradeço.

Até aqui, a verdade moldou a memória,
Mas o sono, à noite, inventou outra história.
No palco do sonho, vi o jipe militar,
E um homem ranzinza na porta a acenar.
Sem dentes, careca, tão rude e obeso,
O doce rapaz parecia indefeso
Diante de um tempo que o transformou,
E o carisma de outrora o vento levou.

Lá estava ele, o menino do violão,
Com o dom de prender minha inteira atenção.
Os pés levantados, na ponta, a apoiar,
O charme do coque, os ombros a emoldurar.
Cantava uma letra que eu nem escutei,
Pois no brilho dos olhos dele me perdi e me achei.
O sinal no seu rosto, bem perto do olhar,
O sorriso perfeito que me via admirar.
Sem pressa ou cobrança, sem plano ou porquê, em um dia, há muitos anos atrás, ele me fez viver, 
os melhores dias que eu nunca irei esquecer

Homens que não sabem valorizar e tratar bem suas mulheres naturalmente se sentirão confrontados quando elas tiverem ao lado uma mulher como eu. Porque uma mulher que conhece o próprio valor também ensina, pelo exemplo, que nenhuma mulher nasceu para aceitar menos do que merece.

Dar educação aos pobres é fabricar antídoto anticorrupção.
   
    "Nunca na história desse país", foi tão peneso pro PT levar voto de pobre na caçamba de qualquer fake news...
Talvez: a internet tenha trago clareza 
à cabeça do pobre e freios às mãos ligeiras dos corruptos —; custa ler
o ditado: não se chuta cachorro morto,
se a cena é — esfregar na cara do pobre que ele é — pobre e não cidadão! Com uma sede que não é desse mundo por energia vital! É porque esse pobre já começou a soletrar o que ver... e pensar no que lhe querem acreditando.


(Leonardo Mesquita)

Texto 3850 😄 Hoje recebi para o Café ☕ da Manhã, a Dona Esperança. Ela veio acompanhada do Senhor Entusiasmo. Bom que eles estavam (e sempre estejam) juntos. Muito bom!

A maturidade de viver em paz
Com o tempo, a gente aprende que estar em paz é muito melhor do que ter razão. A maturidade nos ensina a fluir com a vida, sem tanta resistência, sem a necessidade de controlar tudo e sem transformar cada desacordo em uma batalha.

Descobrimos que a verdadeira felicidade não está em fazer tudo acontecer como desejamos, mas em desenvolver a sabedoria de aceitar aquilo que não podemos mudar, a coragem de transformar o que está ao nosso alcance e a serenidade para compreender a diferença entre as duas coisas.

O que não pode ser mudado não merece roubar a nossa paz. Há situações que precisam ser enfrentadas, outras que precisam ser compreendidas e algumas que simplesmente precisam ser deixadas para trás.

Então, aprendemos a viver um dia de cada vez, às vezes errando, às vezes acertando, caindo, levantando e recomeçando quantas vezes forem necessárias. Porque amadurecer não significa deixar de errar, mas aprender com os erros sem perder a vontade de ser alguém melhor.

No fim, percebemos que a vida não exige perfeição, mas presença; não exige que tenhamos todas as respostas, mas que saibamos acolher as perguntas; não exige que agrademos a todos, mas que não percamos a nossa essência tentando fazê-lo.

Porque, quando tudo passa, quando as certezas se desfazem e o tempo leva aquilo que julgávamos indispensável, descobrimos que o verdadeiro legado de uma vida não está nas batalhas que vencemos, nas razões que defendemos ou nas coisas que acumulamos, mas no amor que deixamos pelo caminho — inclusive naquele que aprendemos, finalmente, a oferecer a nós mesmos.

No fim das contas, vencer na vida é conseguir deitar a cabeça no travesseiro com a consciência tranquila, o coração em paz e a certeza de que, apesar de tudo, não deixamos de ser humanos.

UM SONHO QUE TIVE EM 18/10/2026...


O Roteiro de uma Vida Inteira!!


Tive um sonho que parecia o roteiro completo de um filme. Eu era a protagonista e, ao meu lado, orbitavam dois coadjuvantes essenciais para a trama da minha juventude.


A cena começa com o tempo presente. Eu caminhava por aquela mesma rua após muitos anos, muitas décadas. Parei em frente àquela casa. Em toda a minha vida, entrei ali no máximo três vezes, mas lembro de cada detalhe com uma nitidez cirúrgica.


A primeira vez foi há mais de vinte anos. Eu estava acompanhada de um grande amigo alguém com quem, hoje em dia, ainda troco cumprimentos cordiais quando nos cruzamos. Naquela época, ele me convidou para entrar, e eu fui. Lá dentro, nos reunimos os três. E foi então que ele surgiu: o garoto do violão.


Ele tinha o sorriso mais lindo e arrebatador que já conheci. Lembro do seu jeito gentil, dos pés levemente levantados nas pontinhas, apoiados atrás das pernas da cadeira onde se sentava. Ele arranhava algumas notas no violão e cantava uma música qualquer. Eu não conseguia prestar atenção na letra; estava perdida em tudo o que ele significava naquele instante. Fiquei apenas admirando seu rosto, seus olhos, e aquela pequena marca no lado direito, logo abaixo do olho. Seus lábios não eram carnosos, mas ganhavam vida em um sorriso perfeito que encontrava o meu olhar enquanto cantava. Eu me perdia naquele encanto, contemplando-o sem nenhuma expectativa, sem projetar o futuro, embora alguns beijos casuais já tivessem acontecido entre nós no passado.


A surpresa veio na hora de ir embora. Eu estava com nosso amigo em comum que na narrativa real chamarei de TJ, ou Thomas. Confesso que eu e TJ tínhamos uma amizade colorida. Era o tipo de cumplicidade que nos fazia trocar abraços apertados e beijos escondidos em alguma esquina escura, sempre depois das onze da noite, quando voltávamos da casa de umas amigas. Nós nos curtíamos, mas sem cobranças ou rótulos; tínhamos uma química leve. Eu não sabia se ele alimentava sentimentos mais profundos por mim, mas a verdade é que meu coração já pertencia àquele menino do violão. Não era um sentimento recente, eu apenas não conseguia enxergar como ou quando ficaríamos juntos. Deixei que o tempo respondesse.


TJ era meu confidente. Conversávamos sobre tudo. Ficamos algumas vezes, até que aquele garoto loiro  que um dia, numa fila de escola, havia marcado meu coração reapareceu na cidade. E ali estávamos nós na casa dele. Ele na minha frente, com o cabelo loiro na altura dos ombros preso em um pequeno coque que o deixava incrivelmente charmoso. Ele transbordava carisma, era popular na cidade e todas as meninas o queriam. Eu sentia que nem tinha como competir.


Ao longo daquela época, visitei o quarto de TJ apenas três vezes. Lembro do computador instalado na parede ao lado da porta, da cama de solteiro encostada e da cadeira de escritório. Na primeira vez em que ficamos completamente sozinhos ali, sentei-me tímida, envergonhada pela presença dos pais dele na casa. TJ deitou-se na cama e eu permaneci de pé ao lado. Foi quando ele soltou no ar: "Já pensou, Aline... e se um dia a gente se casasse?". Eu, que guardava meu amor pelo garoto do violão, desconversei imediatamente: "Eu, hein? Tá doido?", e saí dali rindo.


Em uma segunda visita, fui acompanhada de uma colega, a Alice. Ela resolveu o que precisava e foi embora, mas eu acabei ficando para conversar. Naquele dia, porém, eu já não tinha intenção alguma de beijá-lo. Olhei para a tela do computador ligado e vi dezenas de coleções de fotos de uma amiga nossa. TJ estava completamente apaixonado por ela, mas o sentimento não era recíproco; ela o achava feio, algo que, por óbvio, guardei para mim. Aquela foi a última vez que entrei no território dele. Nunca contei à nossa amiga o que vi naquele monitor. Mantive silêncio absoluto, e nossos beijos de esquina cessaram para sempre. Passamos a ser apenas conversas jogadas fora em um grupo de amigos que se reunia, ironicamente, bem em frente à casa da garota que ele amava. Sabendo que ele não teria chance com ela, decidi intervir e perguntei à irmã dela se gostaria de ficar com TJ. Ela aceitou, e o romance deles aconteceu. Pouco depois, comecei a me afastar do grupo por conta de uma mudança de cidade, deixando para trás a saudade de todos eles.


Mas voltando à cena daquela tarde com o garoto do violão: quando eu e Thomas nos despedíamos dele para ir embora, veio a reviravolta. Ele olhou para Thomas e disse, com firmeza, que ele poderia ir sozinho, pois ele mesmo faria questão de me levar até o meu destino. Um sorriso involuntário brotou em meu rosto. Pude notar um lampejo de tristeza nos olhos de Thomas por ter que retornar solteiro, mas eu não perderia aquela oportunidade. Aceitei. Ele ligou a moto e partimos juntos rumo ao desconhecido. Não me lembro para onde fomos, mas aquele foi o início de uma jornada que eu não sabia onde daria.
Até aqui, cada linha desta história foi a mais pura realidade. Mas agora preciso contar o que o sonho fez com o roteiro.
No universo do sonho, muitos anos haviam se passado desde a última vez que nos vimos. Ao caminhar em frente à casa dos pais dele, notei um veículo do Exército estacionado, um jipe conversível verde-oliva. Cheguei a memorizar a placa para pesquisar mais tarde. De repente, a porta da varanda se abriu e ele surgiu.


Mas não era o mesmo rapaz. Não havia um único traço do jovem carismático de outrora. Fiquei em choque, me perguntando se aquele homem era realmente ele. A instituição militar parecia ter destruído tudo o que ele tinha de melhor. A doçura e a gentileza haviam evaporado. Em seu lugar, vi um homem obeso, careca, sem os dentes da frente e com um comportamento hostil. Passamos a tarde inteira conversando, e percebi que ele havia se transformado em um homem arrogante e rude. Um completo babaca.


Passado o impacto daquela tarde incômoda, o sonho encontrou o seu desfecho. Eu acordei e estava de volta à realidade, ao lado do meu esposo.
No sonho não aconteceu absolutamente nada físico; fomos apenas duas pessoas conversando. Mas a experiência serviu como uma poderosa metáfora do subconsciente. O tempo transforma tudo: altera aparências, molda personalidades e reconstrói as nossas perspectivas sobre quem um dia amamos. Aquela idealização da juventude já não existe mais, e se nos cruzássemos hoje na rua, seríamos completos estranhos.


Sei que na vida real ele não se tornou aquele homem do sonho, e honestamente desejo que ele seja tão realizado, e feliz quanto eu sou. Mas a maior revelação desse roteiro noturno aconteceu quando despertei e olhei para o homem lindo e incrível com quem sou casada hoje.
Percebi que todo aquele amor que cultivei no passado não foi perdido; ele foi reciclado, amadurecido e hoje pertence, por inteiro, ao meu amor do presente. Eu construí uma história real e sólida. O passado só precisou visitar o meu sonho para me provar que não deixei nada para trás. Eu vivi, eu sonhei e, acima de tudo, eu agradeço.

Não somos vampiros,
mas nossa espécie tem sede de sangue.

O sentido da vida é nos libertarmos da escravidão e prisões e termos uma vida de liberdade, amadurecimento e sapiência, para aproveitarmos a vida.


Enes Camargo

Texto 3849 🤔 Hoje será um daqueles dias... Um daqueles dias rotineiros, em que só os previsíveis acontecerão! Como sei? Ora, BÁBA ZÉFA, a Vidente Eloquente, acaba de me dizer (e também isso é um dos previsíveis de hoje, HeHeHe ou HaHaHa).

Texto 3848 🫡 Acordei... Que bom! Acordei ainda tendo apenas Uma e não Duas ou Mais Contas aqui, e sem passar pela vergonha de me destacar sem legitimidade... Que ótimo que comigo é assim! É e sempre foi!

Texto 3847 🗳️ Seis (6) Dias! Sim, a 6 (Seis) Dias da Eleição Presidencial e também seu voto vale muito!

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Lombo e chicote

Demétrio Sena - Magé

O que todos nós vimos em uma das manifestações pró-Flávio deste domingo, 18 de outubro, em fotografias publicadas por quase todas as mídias do país, foi apenas mais uma prova do que é o bolsonarismo. Apoiadores levaram um inflável gigante em forma de míssil, com uma mensagem em inglês, pedindo que o presidente dos Estados Unidos lance bombas nucleares contra o Brasil.

Essa é a representação exata do bolsonarismo. De todo o bolsonarismo, desde os políticos de atuação e mandatos, os correligionários e apoiadores, ao eleitorado: a violência, o caos, o antipatriotismo e, sobretudo, a burrice. Não há mente saudável no bolsonarismo. As mentes que pensam estão nas altas cúpulas, porém são perversas e gananciosas. Essas mentes dominam os não pensantes, que são a massa bolsonarista, sempre disposta a tudo por seus líderes e sub-líderes (estes, políticos de púlpitos religiosos).

Eleger a extrema-direita, trincheira do bolsonarismo, é optar pelo retorno da pior ditadura que pode haver: a ditadura escolhida pelo direito democrático ao voto. Não faz tanto tempo que o brasileiro conquistou com luta, um país democrático, para hoje correr o risco de voltar aos anos de chumbo. Graças (ou desgraças) a uma multidão que representa o lombo que vota no chicote.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

O fanatismo é a cegueira da razão: transforma convicções em verdades absolutas, líderes em ídolos e faz do absurdo uma virtude, desde que praticado por quem se idolatra.

Quem escreve como eu, escreve cartas sem endereço no mapa, mas sempre chega ao destinatário final. O conselho sussurrado ao vento sempre chega ao ouvido certo... 
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

QUANTAS COISAS VOCÊ DEIXOU DE VIVER POR MEDO DE UM "E SE?" QUE NUNCA ACONTECEU?


ÀS VEZES, A VIDA COMEÇA


A MUDAR QUANDO PARAMOS DE TEMER O QUE PODE


DAR ERRADO E COMEÇAMOS A VIVER O QUE PODE DAR CERTO

Os grupos da META me ensinaram a ser.... cego de ouvir , e surdo de ver.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

Enquanto eu ouvia o que a ignorância me dizia,
eu era feliz... e não sabia.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

Você é a soma de todos os seus medos e coragens, sucessos e fracassos, construídos ao longo dos anos de batalhas pessoais, moldado pelos seus erros e acertos.

A sua história é única, valorize-a!!