Pensamentos Mais Recentes
. SAL
Sal que conversa com alimento
Sal que dá sabor de festa por segmento.
Sal que protege o filho com Amor!
Pois sal sem Amor é apenas calor.
É dor que dói e arde ...
Cedo ou tarde!
O que sempre me trouxe um estranho conforto em todos os fins de dias tristes era saber que quando parasse eu mergulharia em um mar morno, cinza e espesso de melancolia. A vida sempre foi triste, mesmo que nem sempre dependesse de mim.
Uma revolução de estratégia
que veio para ajudar na transição energética. - oSal.
Vai substituir um outro - o lítio,
Esse que é um dos minerais
das chamadas "terras raras."
Sódio é mais fácil de ser extraído
É fácil de ser encontrado ..
Do nordeste ao sudeste do litoral do Brasil.,
o cloreto:de sódio é demais!!
Os carros elétricos terão vantagens
Com o preço menor na bateria
gera um gol na economia .
Tudo por conta da têmpera do sal.
Não se destrói uma nação que ora com armas. Se destrói com distrações e pornografia. O diabo sabe disso. Por isso o Brasil sangra._Ef 6:12_
"Se a desumanização do outro não me doer,
serei eu o desumano:
pobre de alma, morto de espírito,
condenado aos confins do inferno
de minha própria mente, eternamente."
-B.M.
S.AL (cloreto de Sódio)
Sal - o mar Morto foi a grandefonte desse mineral.
Chegou a ser reconhecido como moeda de troca.
Pagava_se divida com o sal .,isso se denota!
Por causa dele que surgiu a palavra "salário".
Jesus, comparou o homem com do Sal,foi notório!
"Tu és o sal da Terra."_... Que ideal
Ser referência de um Mineral
que dá sabor muda no tempero.
O Sal
Cloreto de sódio,
mineral indispensável à vida.
Na antiga tradição,
era costume de
aspergir e esfregar
o sal ,
nos recém -nascido
"Algumas conexões não chegam para serem conquistadas, mas para nos ensinarem que o verdadeiro valor está em saber cuidar, respeitar limites e preservar aquilo que foi construído com sinceridade."
... Atualidade: O Crânio Do Jovem De Escol ...
Trevas ... canhões ... apaga-se o milênio
A construção dos séculos desaba
Ressurge O Crânio Do Morubixaba
Na cultura da bomba de hidrogênio
Novo Sol banha O Pélago profundo
É Jesus ... através da tempestade
Traz ao Berço da Nova Humanidade
A Consciência Cósmica do Mundo ... A Anjos ... GTC ...
Noites de verão
sob a Via Láctea,
nos aproximarão.
As ondas do mar
os pés acariciarão,
e as palmeiras
nos reverenciarão.
Nas tuas mãos
macias e solares,
estarei nos teus
paradisíacos lugares,
e você nos meus,
nós em encaixes.
Com água de coco
e nossos beijos:
as sedes cessarão.
O amor e a paixão
as apostas dobrarão.
O maior triunfo dos falsos profetas foi convencer o rebanho de que expor o lobo atrai a fúria do criador, quando na verdade só ameaça o bolso do pastor.
O povo não é ignorante por falta de acesso à verdade; é mantido refém por um mecanismo que transforma a dúvida em pecado e a obediência cega em passaporte para o céu.
Curioso é que sabemos tão pouco dos outros e, ainda assim, falamos deles com uma certeza que nem mesmo temos sobre nós.
O milagre moderno não opera mais na saúde ou na economia; opera na capacidade de líderes religiosos cometerem crimes em um dia e serem ovacionados no domingo seguinte como ungidos perseguidos.
A ignorância do rebanho não é falta de inteligência, é excesso de conveniência: preferem santificar o lobo no altar a admitir que foram enganados pelo pastor.
A brasa acesa consome a noite fria, enquanto o teu silêncio me devora por inteiro. O amor que ontem nos aquecia hoje é apenas fumaça no cinzeiro.
Resta o filtro marcado pelo teu beijo, o gosto amargo que ficou na minha boca. Sufoco em tragos o que ainda desejo, nesta moldura de solidão tão louca.
A fumaça desenha o teu contorno no ar, mas se desfaz antes que eu possa tocar. És o vício que insiste em me queimar, a ferida aberta que não quer fechar.
Viro a cinza da nossa história no chão, enlatado no peito um adeus que não consolo. Apago o cigarro com a palma da mão, e no escuro do quarto, sozinho, desabo.
Um universo sem consciência não faria sentido. Do que adiantaria ter nebulosas, estrelas e galáxias, se não houvesse ninguém para contemplá-las?
Tiago Valentim
A verdade sobre nós não está nos olhos dos outros, nem nos nossos próprios, mas nos olhos d'Aquele que nos criou.
Todo homem é, ao mesmo tempo, três pessoas:
a que vê a si mesma,
a que os outros enxergam,
e a que realmente é.
Boa coisa seria se as pessoas me vissem como sou,
e se, ao olhar para o espelho, eu fosse capaz de enxergar o homem que Deus planejou que eu fosse.
Talvez então não houvesse dúvidas sobre mim.
Nem sobre quem sou.
Nem mesmo sobre aquilo que de mim pensam.
Pois grande parte das inquietações nasce justamente da distância entre quem acreditamos ser, quem aparentamos ser e quem, de fato, somos.
Não sou mais, nem menos.
Não me vejo superior, tampouco inferior a quem quer que seja.
Não olho para ninguém de cima, mas também não permito que me coloquem em um pedestal. Basta-me a consciência de quem sou e, sobretudo, a quem pertenço.
Não sou arrogante, mas isso, por si só, não me torna humilde.
Não sou fraco, embora nem sempre isso signifique ser forte.
Sou apenas alguém em constante construção, aprendendo a caminhar entre limites e virtudes, sem esquecer minhas raízes, meus valores e minha essência.
A Construção do Presente como Território de Paz
Alinny de Mello
Agradeço imensamente a cada um de vocês por acompanharem esta jornada de exposição e libertação. Antes de darmos os passos finais nesta reflexão, convido todos a visitarem a minha página no Pinterest. Lá, eu organizo os meus e-books e centralizo os temas que debatemos, criando um espaço de troca e clareza. Não se esqueçam de acompanhar os lançamentos semanalmente, pois cada obra é pensada para estimular a nossa autonomia diante das amarras da vida.
Existe um momento em que a sobrevivência deixa de ser o objetivo principal e dá lugar, finalmente, ao direito de existir. Depois de atravessar décadas sob o peso de um ambiente Hostil, eu e meus irmãos compreendemos que a maior resposta que podemos dar ao passado não é o rancor, mas a nossa insistência em sermos felizes no agora. Tudo o que queremos e exigimos da vida a partir deste momento é o presente cheio de paz, o silêncio de uma noite tranquila e o sossego de saber que as portas estão trancadas contra o absurdo.
A nossa emancipação definitiva se traduz na oportunidade de experimentar, tardiamente, a leveza que nos foi roubada na infância e na adolescência. Estamos em um processo de resgate. Viver o que não tivemos oportunidade de viver significa rir sem o medo da punição imediata, conversar sem a obrigação de vigiar o tom de voz e andar pela casa sem o pavor de arrastar os chinelos no chão. Significa usar o perfume que quisermos, vestir a roupa que nos agrada e usufruir da liberdade de escolher quem entra e quem sai dos nossos dias. Cada pequena escolha cotidiana, que para as pessoas comuns parece irrelevante, para nós é uma celebração de independência.
Não se trata de tentar apagar o tempo perdido, porque o relógio não retrocede, mas de ressignificar o tempo que nos resta. A nossa maturidade foi construída na marra, mas a nossa leveza está sendo conquistada por escolha consciente. Olhamos para o futuro não com a ansiedade de quem espera um novo golpe, mas com a curiosidade de quem finalmente é o único autor da própria história. Nós nos tornamos os pais que nunca tivemos, protegendo a nossa criança interna e garantindo que ela possa, finalmente, brincar em paz.
A paz que desfrutamos hoje não é um presente do destino, é um território conquistado com muita coragem e cortes profundos na carne da conivência. Se o mundo lá fora continua orbitando em torno de aparências e julgamentos rasos, nós escolhemos a profundidade do nosso próprio bem-estar. O sossego é o nosso maior luxo e a nossa melhor vingança contra a destruição que tentaram nos impor. Conseguimos. Estamos aqui, inteiros, respirando o ar limpo de uma vida que pertence exclusivamente a nós.
Como podemos medir a grandeza de reconquistar a própria infância na vida adulta? Será que a verdadeira paz só é plenamente compreendida por aqueles que conheceram de perto o peso do inferno?
