Pensamentos Mais Recentes
Para se sentir capaz, você precisa parar de se apagar para caber no orgulho ou no controle de outra pessoa. 🙌✨
O Despertar para a Autonomia
Para nos sentirmos verdadeiramente capazes, precisamos primeiro romper com os ciclos de dependência que nos anulam. Passamos tempo demais esperando a validação de quem nos domina, como se a autorização para sermos felizes estivesse nas mãos de terceiros. O dia em que decidimos parar de nos apagar para agradar o mundo é o dia em que a nossa verdadeira força desperta. Ser capaz não significa ser perfeito, significa ter a coragem de assumir a própria história, com todos os erros e acertos. Quando você resgata as rédeas da sua vida e assume o seu direito de brilhar, aqueles que te dominavam perdem o poder sobre você. A sua luz é a sua maior proteção.
Apagar o brilho do outro por medo de ser ofuscado é o reflexo de uma alma que ainda não descobriu o seu próprio valor. 🌟🌱
A Insegurança que Tenta Ofuscar o Outro
Existe um lado sombrio em nossa própria natureza humana que precisamos encarar de frente: o medo do brilho alheio. Quantas vezes, movidos por uma insegurança disfarçada, tentamos apagar ou diminuir a vitória de quem está ao nosso lado? Fazemos isso porque o sucesso do outro, de certa forma, joga luz nas nossas próprias frustrações e naquilo que deixamos de realizar. Apagar o outro porque temos medo de que ele brilhe mais do que nós é o reflexo de um espírito que ainda não entendeu o seu próprio valor. O sol nasce para todos e a luz do seu próximo não diminui a sua. Quando aprendermos a aplaudir o crescimento alheio sem nos sentirmos ameaçados, descobriremos que o mundo é grande o suficiente para que todas as estrelas brilhem juntas.
O Medo que nos Apaga
Muitas vezes, por medo da solidão ou pelo receio profundo de perder alguém que amamos, aceitamos diminuir o nosso próprio tamanho. Permitimos que o outro nos domine, silencie a nossa voz e curve os nossos ombros, acreditando na falsa ilusão de que o nosso apagamento é o preço que devemos pagar para manter aquela presença em nossa vida. Aceitar que nos apaguem para não perder quem nos domina é uma das maiores violências que podemos cometer contra a nossa própria alma. O amor verdadeiro nunca exige que você se torne invisível para que ele exista. Se para caber na vida de alguém você precisa esconder a sua luz, o preço está alto demais. Recupere o seu brilho, pois quem realmente te ama quer te ver iluminando o mundo, e não trancada na escuridão do medo
O Milagre do Movimento
Muitas vezes, mergulhados em nossas próprias dificuldades, passamos a vida esperando por um socorro extraordinário. Olhamos para o céu aguardando que o próprio Deus desça para resolver os nossos problemas, ou que o exército, um helicóptero ou um milagre grandioso caia em nosso colo. O que a nossa cegueira espiritual não nos deixa perceber é que o apoio divino já foi enviado através das pequenas oportunidades, das mãos estendidas e das ferramentas que já estão ao nosso redor. Deus coloca o barco na correnteza, mas ele não vai remar por nós. Insistir em ficar de braços cruzados esperando que o céu faça o que é da nossa responsabilidade não é ter fé, é ter passividade. O verdadeiro milagre acontece quando entendemos que a ajuda já chegou, mas a reação precisa vir de nós.
O Erro de Esperar o Resgate de Fora
Por muito tempo, eu vivi estagnada, alimentando a ilusão de que a minha vitória chegaria em um passe de mágica. Diante das tempestades da vida, eu me sentava e esperava. Esperava o barco, esperava o helicóptero, esperava o exército ou que uma ajuda milagrosa caísse do céu. O que a minha miopia espiritual não me deixava enxergar era que o maior milagre já havia sido depositado dentro de mim: a capacidade de reagir. Deus não faz por nós o que Ele nos capacitou para fazer. Todo o apoio invisível, toda a força e toda a estrutura para o recomeço eu já havia recebido em algum momento da jornada. No entanto, eu insistia no erro de esperar que o outro fizesse a minha parte. A salvação começa quando compreendemos que as ferramentas já estão em nossas mãos, mas o passo precisa ser o nosso.
“O relógio permanece, mas nenhum instante permanece nele. As ruas ficam, os edifícios resistem, as cidades se transformam; nós passamos. Talvez por isso a grande questão da existência não seja quanto tempo nos foi concedido, mas o que deixamos no mundo enquanto o tempo passava por nós.”
É fundamental aprender a lidar com as adversidades mantendo a mesma atitude positiva dos dias tranquilos.
... Kenosis ...
O que esperar de um nada?
Nada ...
Por gentileza
Não perca seu Tempo ... Espaço ...
Espere tudo DO TUDO
E de si ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...
Um remador comum entra na canoa querendo mostrar tudo que sabe. Um atleta campeão entra disposto a descobrir aquilo que ainda precisa aprender.
Incapazes de alterar os efeitos de nossos erros, só nos resta transformar a falha de hoje na melhoria de amanhã.
Às vezes erramos e, infelizmente, não podemos mudar a consequência do ato, apenas aprender e evoluir para nos tornarmos melhores.
Amor não fere, nem a mente nem a pele. Não maltrata. Tampouco mata. Onde há manipulação, vimpera a ilusão, fazendo você cair numa rotina de comercial de margarina. Uma má escolha traz consequência.Disso tudo, tenha consciência: Não se culpe, nem deixe que ninguém a insulte. Não seja um passatempo. Não deixe sequer levantar a voz. Desate-se desses nós enquanto ainda há tempo
Clara conheceu Roberto numa terça-feira qualquer, dessas que o Rio inventa para lembrar que a cidade pode ser bonita mesmo quando a vida não está.
Foi num bar pequeno em Botafogo. A televisão estava ligada num jogo qualquer, o ventilador fazia mais barulho que o necessário e alguém discutia sobre política na mesa ao lado. Do lado de fora, os carros passavam pela rua molhada, carregando gente que provavelmente também estava tentando chegar a algum lugar.
Roberto bebia cerveja sozinho.
Clara entrou porque começou a chover.
Ela tinha os cabelos molhados e aquele jeito de quem parecia estar sempre pensando em alguma coisa que não contaria a ninguém.
— Posso sentar aqui?
Roberto olhou para a cadeira.
— Se você não se importar com a minha cara de poucos amigos.
Ela sorriu.
— Eu também não estou com uma cara muito boa.
E foi assim.
Sem música bonita. Sem coincidência extraordinária. Sem o universo conspirando.
Só duas pessoas cansadas dividindo uma mesa porque começou a chover.
Depois vieram outras noites.
Copacabana depois das dez. Lapa numa sexta-feira. Caminhadas sem destino pela orla. Café barato. Cigarros que Roberto prometia parar de fumar. Conversas sobre dinheiro, medo, infância, fracassos e todas aquelas coisas que as pessoas escondem quando ainda estão tentando parecer interessantes.
Clara gostava do mar.
Roberto dizia que não gostava de praia.
Mas sempre acabava sentado ao lado dela olhando para o mesmo mar.
Talvez fosse amor.
Talvez fosse apenas solidão encontrando outra solidão e decidindo ficar por algum tempo.
O problema é que o amor, quando chega, não avisa quanto tempo pretende permanecer.
Um dia Clara disse:
— Você nunca fala sobre o futuro.
Roberto acendeu um cigarro.
— Porque o futuro nunca falou comigo.
Ela ficou em silêncio.
Depois olhou para o calçadão, para as pessoas correndo, para os prédios iluminados e para o Pão de Açúcar aparecendo ao longe entre as luzes da cidade.
— Eu queria uma vida mais simples.
Roberto riu.
— Todo mundo quer uma vida mais simples. Até descobrir que precisa trabalhar para pagar por ela.
Clara não achou graça.
Naquela noite, eles discutiram.
Não foi uma grande discussão. Ninguém quebrou nada. Ninguém saiu gritando.
Foi pior.
Foram aquelas discussões silenciosas em que duas pessoas percebem que estão querendo coisas diferentes e nenhuma delas sabe como dizer isso sem machucar a outra.
Clara queria construir alguma coisa.
Roberto ainda estava tentando descobrir como reconstruir a si mesmo.
E talvez isso fosse incompatível.
Ela foi embora numa manhã de domingo.
Roberto ficou sozinho no apartamento, ouvindo os ônibus passarem lá embaixo.
Encontrou uma presilha de cabelo dela no banheiro.
Ficou olhando para aquilo durante alguns minutos.
Depois colocou sobre a mesa.
Não jogou fora.
Também não guardou.
Algumas coisas ficam exatamente onde foram deixadas, porque a gente não sabe se está pronto para perder ou se ainda espera que voltem.
Meses depois, Roberto viu Clara na rua.
Foi na Glória.
Ela estava acompanhada.
Parecia feliz.
Ou pelo menos parecia ter aprendido a parecer feliz.
Eles se olharam por alguns segundos.
Ela sorriu.
Ele também.
Não conversaram.
Talvez porque certas histórias terminem antes que as pessoas tenham coragem de admitir que terminaram.
Roberto continuou andando.
O Rio estava quente.
Um vendedor gritava alguma coisa na calçada. Um ônibus passava cheio. O céu tinha aquela cor suja de fim de tarde.
Ele pensou em Clara.
Pensou no bar em Botafogo.
Pensou nas noites em Copacabana.
Pensou que talvez tivesse amado aquela mulher da única maneira que sabia: mal, tarde demais e com medo.
Depois acendeu um cigarro.
E continuou andando.
Porque a cidade não para para ninguém.
Nem para os apaixonados.
Nem para os arrependidos.
Nem para aqueles que ainda esperam alguém voltar.
No Rio, até a saudade precisa atravessar a rua com o sinal aberto.
Os policias têm problemas de policia. Os bombeiros têm problemas de bombeiros. Médicos têm problemas de médicos. E advogados têm os problemas de todos.
3498 📜 Pelos fatos até o momento, parece que também na Mais Alta Corte, 'Os Tiros estão saindo pela Culatra'. Não parece? Li e, só então, Escrevi.
"O manipulador se acha esperto ao enganar os outros, mas é o único que sai verdadeiramente derrotado ao destruir a própria essência."
"A falsa virtude pode impressionar a plateia por um tempo, mas a verdade sempre encontra um jeito de acender a luz no palco."
"A pessoa que se passa por boa para enganar acredita que está ganhando algo, mas não percebe que já perdeu o mais valioso: a própria dignidade."
