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Pensamentos Mais Recentes

"As agressões físicas e verbais deseducam!"

"Se bater educasse, todos os ringues seriam sala de aula."

Se para acessar o mundo espiritual, você precisa de drogas. Conclusão: os deuses são drogados ou alucinações. Qual a opção mais provável?

Negue para o mundo,
mas quando seus olhos encontram os meus… não negue nada.


Guarde segredos para as ruas,
para os nomes que você esquece nas esquinas,
para as bocas que provaram de você
sem entender o perigo do seu gosto.


Mas para mim…
deixe cair as máscaras,
como roupa esquecida no chão de um quarto silencioso.


Ainda sinto você
no limite da memória dos meus lábios,
um gosto doce demais para ser inocente,
um gosto que começa como vinho jovem
e termina profundo, quase amargo,
daqueles que a gente bebe devagar
só para prolongar o erro.


Maldito seja seu sobrenome
que encaixa tão bem no meu.
Maldito seja o jeito
que sua boca aprende a minha
como se já soubesse o caminho.


Há algo em nós que não pede licença
Não pede promessa
Não pede futuro


Só pede mais um instante


Mais um toque lento,
mais um segredo sussurrado
como quem acende um fósforo
sabendo que pode incendiar tudo.


Somos assim 
um vício servido em taça cheia,
corpo envelhecendo em desejo,
cada encontro mais denso,
mais perigoso,
mais impossível de negar.


E mesmo sabendo
que outros sabores virão…

Se não puder ser sábio, seja prudente, pois o invejoso inventa história, o fofoqueiro espalha, o idiota acredita, mas o sábio só fala depois de ouvir os dois lados.

Um dia me disseram que o luto era passageiro. E, de fato, ele é: num dia qualquer, ele senta no banco do carona e te acompanha pelo resto da vida, para onde quer que você vá.

⁠As palavras são importantes, mas o que vale é o exemplo.
aforismos vol.2

... Deus não fecha O Livro *06*04*2013
Sem abrir A Biblioteca *15*02*2002 ...

Então é o seguinte: olhe para o lado,
para ver, para ver quem está ao seu lado.
Verdadeiros amigos se entendem,
não há um que se afaste por qualquer contenda.

E os que voltam e desabrocham como uma flor,
a contenda nem sempre é uma flor,
companheirismo e trabalho junto como o das abelhas.

Mas, se ter uma amizade é algo realmente verdadeiro,
nenhum laço de irmandade desata o nó
após todo o mal que foi deixado, imposto e colocado,
cair pelo chão.

⁠Somos 
quase todos 
Juízes Seletivos: 
só condenamos pecados que diferem dos nossos.


Talvez haja algo de profundamente humano — e perigosamente confortável — em apontar o dedo para aquilo que não nos espelha. 


Condenamos com muita firmeza o erro alheio, desde que ele não dialogue com as nossas próprias falhas. 


É uma justiça que não nasce do compromisso com o certo, mas da necessidade de preservar a própria imagem.


Quando o erro do outro é distante do nosso, ele nos parece mais grave, mais imperdoável, mais digno de punição. 


Mas quando nos reconhecemos na falha — ou na pessoa detrás dela —, ainda que parcialmente, nossa régua muda: relativizamos, contextualizamos, buscamos compreender. 


Não há Passação de Pano gratuita: ela nasce da identificação, do pertencimento.


A mesma ação pode ser vista como crime ou deslize, dependendo de quem a comete — ou de quem julga.


Essa seletividade não é apenas hipocrisia; é também um mecanismo de defesa. 


Admitir que o erro do outro se parece com o nosso exige muita coragem. 


Exige desmontar a ilusão de superioridade moral que sustenta muitos dos nossos julgamentos. 


É mais fácil condenar do que refletir, mais simples punir do que reconhecer.


O problema é que essa lógica distorce totalmente a nossa percepção de justiça. 


Passamos a viver em um tribunal invisível, onde cada um absolve a si mesmo enquanto endurece a sentença do outro. 


E, nesse processo, a empatia se enfraquece, o diálogo se rompe e a compreensão dá lugar ao rótulo.


Talvez o verdadeiro exercício moral não esteja em julgar menos, mas em julgar melhor — com a consciência de que somos, todos, imperfeitos. 


Reconhecer isso não nos torna coniventes com o erro, mas nos torna mais honestos diante dele. 


Afinal, a justiça que ignora a própria fragilidade corre o risco de se tornar apenas vaidade disfarçada de virtude.

A Imposição desgasta O Conselho

Aconselhar pode ser uma forma de demonstrar consideração, amor e respeito, já que um conselho pode ser a chave essencial para um ou mais livramentos; mas não deve ser confundido com o ato de impor. Tal confusão é um grande erro. 

Portanto, respeite de fato: não escolha tomar uma decisão que não é sua, não seja chato, não queira obrigar que tenham o mesmo comportamento que você teria diante de um acontecimento determinado, ainda que o seu aparente ser o mais correto. 

Além do que, o que você aconselha pode ser muito inviável para o outro, a depender do contexto, da necessidade, do psicológico e das dificuldades. O aconselhamento não deve virar uma imposição — o desgaste por não aceitar um “não” como resposta ou por querer ser o dono da razão.

Tantas noites a insônia tem me pego
Mas hj foi incrível
Sonhei acordada então
Com o momento que naquela estação vc descia me abraçava e beijava calorosamente
Onde vínhamos pra casa e éramos um só no beijo no carinho no amor na cama nos sonhos e projetos
E aí acordei lágrimas desciam pelo meu rosto e eu perguntava será um sonho ?
Onde ela deixou de me amar assim ?
Onde eu não merecia mais ?
Como o amor pode ter sufocado alguém assim a ponto de fazer de tudo pra me perder?
E fiquei no lupin das boas lembranças e no despertar
Por favor não me acorde pois estarei sonhando com nossa vida feliz ,com nossa casa exatamente como projetamos
Com nossos filmes juntos
Onde não era necessário levantar muralhas pra se defender
Onde eu não precisava ter medo de te dar meu amor sem te sufocar .
Por favor não me acorde
Eu estou sonhando com um amor que um dia eu vivi e na verdade acho que era tudo sonho mesmo

Essa noite estou sentindo a brisa da minha janela tocando meu rosto
E perfeitamente posso sentir que foi você meu anjo que me enviou seu carinho
Seu toque macio
Teu beijo suave nos meus lábios
Ahh noite incrível e fria noite
Onde sinto a vontade queimar dentro de mim
O desejo quase que palpável
Mais um pouco ouço a melodia que é seu coração pulsando
Ahh que noite incrivelmente fria mas com dois corações quentes ,desejando um pelo outro .
Onde dois corpos se encontram em pensamentos profundos de amor
Beijos longos e intensos
Toques fortes e marcantes
Ahhh brisa da minha janela traz esse anjo pra mim

Você nunca será alguém que não seja você!

A distância mais segura de um inimigo é aquela onde você consegue observar cada um de seus movimentos.

Era uma vez um cristão que chegou ao paraíso. Bastaram cinco minutos admirando a beleza do lugar para ter um pensamento impuro e ser expulso. Moral da história: o paraíso é bonito demais para ser habitado.

Se um pensamento impuro já é pecado, então todo cristão é expulso do paraíso antes mesmo de abrir a boca. Parabéns, sistema perfeito.

Siga o padrão que a sociedade impõe e você nunca poderá conhecer a si mesmo.

"Duvido de pessoas, duvido de fatos,
duvido até de mim mesmo.
Mas sou incapaz de duvidar quando meus olhos encontram o dela.
É nos olhos dela que eu tenho certeza

Você reprime seus pensamentos por medo de ser expulso do céu. Eu aceito meus pensamentos porque não acredito que um pensamento seja pecado. Quem está mais saudável?

A teoria da pessoa que não ocupa espaços (by: franckles Werivan)


Existe um tipo de pessoa que atravessa o mundo como quem pisa em chão alheio: leve demais para deixar marcas, silenciosa demais para ser lembrada. Ela existe — respira, trabalha, observa — mas não faz questão de existir na vida de ninguém. Não ocupa espaços. Não constrói presença. Não deixa rastros.


É como se tivesse aprendido, em algum momento, que ser percebida é um risco.


Essa pessoa evita laços afetivos como quem evita um incêndio. Não por falta de desejo — talvez até exista, escondido, um desejo profundo de pertencimento — mas por medo das consequências. Ela não sabe dialogar porque, possivelmente, nunca se sentiu realmente ouvida. Não é recíproca porque talvez nunca tenha recebido o suficiente para aprender o que é troca. Então ela se fecha, se economiza, se retira.


E assim, vai vivendo uma vida paralela: está presente, mas ausente. Participa, mas não se envolve. Sente, mas não demonstra.


Mas por quê?


Do ponto de vista psicológico, podemos pensar em traumas silenciosos. Relações quebradas cedo demais. Afetos que não foram correspondidos. Ambientes onde falar era inútil ou perigoso. Aos poucos, a pessoa aprende que se expor dói — e então cria uma espécie de casca. Não é frieza: é defesa. Não é indiferença: é sobrevivência.


Já numa perspectiva mais espiritual, talvez seja uma alma que se desacostumou ao vínculo. Ou que carrega feridas de outras experiências, outras histórias, outros ciclos. Uma alma que teme se conectar porque sabe, de alguma forma, o peso que as conexões têm quando se rompem.


Mas existe um custo.


Porque viver sem ocupar espaços é, no fundo, aceitar uma existência sem testemunhas. É passar pela vida sem ser profundamente conhecido. Sem ser verdadeiramente amado. Sem deixar ecos.


E há uma tristeza nisso.


Uma tristeza quieta, quase invisível, mas constante. A tristeza de não ser esperado por ninguém. De não fazer falta. De não ser lembrado em detalhes, em histórias, em saudades. É como se a vida acontecesse, mas não se entrelaçasse com outras vidas.


E a gente precisa se perguntar: isso é escolha… ou é medo disfarçado?


Quantas vezes a ausência de alguém não é frieza, mas insegurança? Quantas vezes o silêncio não é desinteresse, mas incapacidade de se expressar? Quantas vezes o distanciamento não é falta de amor, mas medo de perdê-lo?


Talvez essa pessoa não ocupe espaços porque, no fundo, acredita que não merece ocupar.


E essa é a parte mais dolorosa.


Porque ocupar espaços não é invadir — é existir com coragem. É permitir-se ser visto, conhecido, tocado. É correr o risco de se conectar, mesmo sabendo que conexões podem falhar.


No fim das contas, a vida ganha sentido justamente nisso: no encontro. No olhar que reconhece. Na conversa que atravessa. No vínculo que, por mais breve que seja, transforma.


Tocar outra alma é uma das experiências mais bonitas que existem.


E agora, vale a pergunta — não sobre o outro, mas sobre você:


Será que, em algum nível, você também tem evitado ocupar espaços?
Será que tem se diminuído, se escondido, se poupado… por medo, por traumas, por insegurança?


Porque existir de verdade exige presença.


E talvez esteja na hora de deixar de apenas passar pela vida…
e começar, aos poucos, a fazer parte dela.

O Entusiasmo da Observação que faz Criar

A sensação é entusiasmante e não demora para chegar, com um tom apaixonante de poeticidade, ao simplesmente observar uma natureza que esbanja emoção: vida, veemência e suavidade. É emocionante o suficiente como se fosse um entusiasmo constante do verão — capaz de aquecer expressivamente, mesmo estando cercado pelo frio do inverno.

Elementos e uma peculiaridade de uma criação primorosa: de lindos cabelos, lábios suaves, um charme que vem de dentro ao ponto de refletir nos seus olhos, fazendo jus à espontaneidade. A qual faz toda diferença, revela a sua seletividade, que se trata de bênção divina que não é para todos; assim, são indispensáveis a conquista e a devida reciprocidade.

Deleite transitório, marcante e rico em intensidade, semelhante à contemplação de um fenômeno natural, que instiga uma curiosidade profunda durante uma breve ocasião, que não permite nada banal. Dessarte, perdura na mente esse efeito tão agradável e significativo. Agora, o motivo daquela observação pertence a minha poesia, considerando que estes versos estão vivos até nas entrelinhas.

Por trás de uma postura extremamente seletiva, escondem-se traumas ou uma abundância de escolhas. De qualquer forma, o comportamento é o espelho de sua realidade interna.🤔🪞

Se você não entendeu nada dos textos abaixo e não sabe como praticar, volta para igreja e volte a ser religioso(a) novamente, reze, ore, faça jejum tudo de novo.

Existem dores que não aparecem, não viralizam, não são discutidas… mas moldam vidas inteiras.