Pensamentos Mais Recentes
"As duas cartas de amor mais difíceis de escrever são a primeira e a última". Francesco Petrarca
Grande Poeta Italiano, de sentimento refinado. Ademar de Borba
3366 📜 E a Argentina, hein? Querendo, de novo as Malvinas (Falklands) e, parece, fazendo ameaças. Vi, alhures e comentei bem assim: 'Depois querem culpar os EUA pelas Bombas lançadas no Japão, quando a (i)responsabilidade foi só daquele Almirante Yamamoto. O caso da Argentina, se é verdade essa nova inestida, é exatamente o mesmo. Tudo indica vão, novamente, passar vergonha com essa nova tentativa!'
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A vida é incerta. A qualquer momento podemos passar da riqueza para a pobreza, da saúde para a doença e da vida para a morte.Sendo assim, mantenha sempre a humildade e jamais humilhe alguém.
A palavra nasce do silêncio, mas não lhe pertence por inteiro. Ela carrega a matéria do mundo: o peso da pedra, a aspereza da terra, o calor da pele, o rumor das águas. Quando nomeamos, tocamos. Quando escrevemos, deixamos marcas no corpo do tempo.
A memória é uma casa sem paredes. Guarda vozes, gestos, cheiros, caminhos. Às vezes, permanece em uma cicatriz; outras, no espaço vazio de quem partiu. O corpo sabe o que a boca esquece. Cada osso traz um território. Cada passo redesenha a distância entre o medo e a coragem.
Resistir é permanecer sem ficar imóvel. É lançar raízes em solo ferido e, ainda assim, procurar a luz. É transformar a dor em presença, a ausência em lembrança, o silêncio em testemunho. Há palavras que quebram muros. Há silêncios que recusam a mentira.
Somos feitos de matéria e passagem, de ruína e recomeço. O território que habitamos também nos habita: entra pelos olhos, permanece nos músculos, reaparece nos sonhos. Nada desaparece completamente. A terra conserva pegadas. A palavra conserva o grito. O corpo conserva a história.
E quando tudo parece se desfazer, resta a insistência de existir: uma voz baixa, uma mão aberta, um nome dito contra o esquecimento. Permanecer é isso: continuar sendo presença onde quiseram deixar apenas silêncio.
3365 📜 Algo fora do comum? Não sabem do que se trata e não sabem explicar? Digam que são Alienígenas, caso as hipóteses de 'Fantasmas' ou 'Está na Bíblia' não tenham funcionado. Dizer que é coisa de Alienígenas' sempre funciona (entre os Incautos).
A desculpa
Se você é alguém que tem oportunidades nas mãos, que possui capacidade, inteligência e força para seguir em frente, mas ainda assim abaixa a cabeça e diz: “Eu não posso. Eu não consigo”, então pare por um instante e se enxergue de verdade.
Você pode muito mais do que imagina.
Não permita que o medo, a insegurança ou o comodismo decidam o tamanho da sua vida. Muitas vezes, não é a falta de capacidade que nos impede de vencer, mas a quantidade de desculpas que inventamos para justificar por que não tentamos.
A desculpa é o analgésico que alivia, por alguns instantes, a dor de quem desistiu de lutar. Ela faz o fracasso parecer aceitável, porque é mais fácil dizer “eu não consegui” do que admitir “eu nem tentei de verdade”.
Errar faz parte. Cair faz parte. Recomeçar faz parte. O que não pode fazer parte da sua história é desistir de si mesmo antes mesmo de descobrir até onde você poderia chegar.
Então, quando a sua mente disser “eu não consigo”, responda: “Eu ainda não consegui. Mas vou tentar.”
Porque talvez você não precise de mais sorte, mais dinheiro ou mais oportunidades.
Talvez precise apenas acreditar um pouco mais na pessoa que existe dentro de você.
"É muito bom ouvir: 'Te amo, te tenho como filho', mas gostoso mesmo é viver isso no dia a dia."
José de Arimatéia Silva Uchôa
“Nunca tente encontrar uma boa casa fora do teu lar.”
José de Arimatéia Silva Uchôa
“Não temos como levar a mesma vida a vida toda.”
José de Arimatéia Silva Uchôa
“Quando você não está no colo de sua mãe ou pai, lembre-se: seu riso ou choro pode incomodar muita gente.”
José de Arimatéia Silva Uchôa
“Quando disserem que a casa é sua, olhe se está na casa de seus pais ou se está na sua própria casa, pois só assim realmente a casa é sua.”
José de Arimatéia Silva Uchôa
“Os mesmos que dizem: ‘Fique, a casa é sua', são os que possivelmente dirão: ‘Vá embora, não queremos você aqui'.”
José de Arimatéia Silva Uchôa
... DEUS NÃO FECHA O LIVRO:
Universo Caminho Forma Manifestação/
Forma Manifestação Mente Lar/
Forma Manifestação Natureza Mãe ...
SEM ABRIR A BIBLIOTECA:
Deus Pai Imortalidade Vida/
Forma Manifestação Natureza Mãe/
Forma Manifestação Natureza Mãe ...
quem muito corre,
nada alcança,
quem muito quer,
nada têm,
quem muito conquista,
muito se endivida,
sem esperança
e problemas na vida...
Hoje compreendi que o amor-próprio não é colocar-se acima dos outros, mas finalmente reconhecer que também existimos para além das expectativas que depositam sobre nós.
Na psicanálise, aprendemos que nem todo sofrimento que o outro sente nos pertence e que não somos responsáveis por preencher todas as faltas alheias. Existe uma diferença profunda entre cuidar de alguém e tornar-se responsável pelaquilo que essa pessoa espera de nós. Muitas vezes, aquilo que chamamos de culpa nasce justamente quando começamos a estabelecer limites.
Há pessoas que só conseguem lembrar do momento em que você não esteve presente para elas, mas raramente perguntam o que estava acontecendo dentro de você naquele instante. É mais fácil transformar o outro em culpado do que confrontar a própria falta, a própria fragilidade e aquilo que não se pode exigir de ninguém.
A filosofia também nos ensina que não controlamos a interpretação que os outros fazem de nossas escolhas. Podemos agir com consciência, respeito e honestidade, mas jamais teremos domínio sobre a narrativa que alguém construirá a nosso respeito.
Talvez amadurecer seja justamente compreender isso: nem todo abandono foi abandono; às vezes foi limite. Nem todo afastamento foi falta de amor; às vezes foi uma tentativa de preservar aquilo que ainda restava de nós.
Existe um momento em que precisamos deixar de viver tentando provar que somos bons para aqueles que já decidiram nos interpretar como culpados.
Amar o outro não deveria exigir o abandono de si.
E talvez o verdadeiro amor-próprio comece quando conseguimos dizer, sem ódio e sem necessidade de vingança:
**“Eu reconheço a sua dor, mas ela não me torna responsável por tudo aquilo que você sente. E também tenho o direito de cuidar de mim.”**
“Independência ou morte: preservar a própria essência também é um ato de liberdade.” - Leonardo Azevedo.
Nem mesmo Jesus, fazendo somente o Bem, escapou de críticas e condenações: o que mostra que agradar a todos é impossível. P.G
Os julgamentos refletem mais as falhas e limitações de quem julga do que a realidade de quem é julgado.
*Nem adianta tentar te derrubar,*
*quem te sustenta é Deus.*
Mão humana nenhuma te coloca no chão,
porque quem te levanta é o céu.
Podem até tentar te ver cair,
inventar, falar, perseguir...
Mas tu és escolhida do Senhor,
e o teu brilho ninguém vai conseguir extinguir.
És blindada, guardada e protegida,
pelo sangue de Jesus,
quem tenta apagar a tua luz,
esquece que quem te acende é a própria Luz! ✨🙏
*Quem Me Sustenta É Deus 🙏
Nem adianta tentar me derrubar,
Quem me sustenta é Deus.
Mão humana nenhuma me coloca no chão,
Porque quem me levanta é o céu.
Pode vir vento, pode vir luta,
Podem tentar me ver cair,
Mas eu sou filha do Altíssimo,
E Ele não vai me deixar mentir.
Blindada, guardada e protegida,
Pelo sangue de Jesus,
Quem tenta apagar minha luz,
Esquece que quem me acende é a Luz!
✨👑
Na Quitanda da Vida
Na quitanda da vida,
o produto mais precioso é o viver.
E o quilombo sabe disso.
Aqui, cada experiência tem sabor,
cada memória tem raiz,
cada pessoa carrega consigo
um pedaço da história de quem veio antes.
Na banca da ancestralidade,
encontramos a sabedoria dos mais velhos,
a palavra que atravessa gerações,
o canto que guarda memórias,
o tambor que anuncia presença,
a dança que movimenta a história,
o alimento que reúne a comunidade
e a terra que sustenta nossos passos.
Aqui, nada é apenas mercadoria.
A cultura não está à venda.
A memória não está à venda.
O território não está à venda.
A identidade quilombola não está à venda.
São heranças.
São direitos.
São fundamentos de uma existência
que se recusa a desaparecer.
Na quitanda da vida,
cada geração recebe uma cesta
cheia de saberes ancestrais.
Recebe o dever de cuidar,
de preservar,
de ensinar
e também de transformar.
Porque ser quilombola
é reconhecer de onde viemos
sem perder de vista
para onde queremos caminhar.
É fazer do território
mais que um pedaço de chão:
é reconhecê-lo como casa,
memória, alimento, pertencimento
e futuro.
É olhar para nossas crianças
e dizer:
vocês são continuidade.
Vocês são presença.
Vocês são memória viva.
Vocês são o amanhã que já começa hoje.
Nossa resistência não vive somente nas grandes lutas.
Ela está na roça cultivada,
na comida compartilhada,
na roda de conversa,
na reza,
no canto,
no artesanato,
na festa,
na escola,
na juventude que permanece,
na mulher que sustenta saberes,
no mais velho que ensina
e em cada quilombola que afirma:
“Nós estamos aqui.”
Estamos aqui porque existimos.
Existimos porque resistimos.
Resistimos porque temos história.
E temos história porque nossos ancestrais
não permitiram que suas raízes fossem arrancadas.
Na quitanda da vida,
provamos as dores que herdamos,
mas também degustamos
a força que nos foi deixada.
E seguimos plantando.
Plantamos memória.
Plantamos dignidade.
Plantamos cultura.
Plantamos autonomia.
Plantamos pertencimento.
Para que aqueles que vierem depois
encontrem não apenas os frutos,
mas também a terra,
as sementes
e o direito de continuar plantando.
Porque, na quitanda da vida,
viver é o produto,
aprender é a degustação,
ancestralidade é a raiz,
território é o chão,
e a presença quilombola
é a afirmação de que nossa história
continua viva.
