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Depois da Escuridão
Ele não nasceu herói,
nasceu menino marcado,
com o peso do mundo nos ombros
e o silêncio do medo guardado.
Entre sirenes e lágrimas antigas,
aprendeu que a dor não escolhe endereço,
que a cidade ensina cedo demais
o valor e o preço do próprio tropeço.
Quando o erro queimou como raio na pele,
ele quase acreditou que era o fim,
mas descobriu que caráter não é queda —
é levantar mesmo quando tudo diz “sim” para desistir.
E assim virou choque no sistema,
não por força, mas por decisão:
porque não é o erro que molda o homem —
é o que ele faz depois da escuridão.
Hoje me lembrei o dia q nos se conheceu, percebi q eu ainda amava vc, mais lembro toda vez que vc me machucou, olhei para meus braços e vi as marcar que vc deixou em mim, eu ainda amo vc, mais nunca vou esquecer oq vc me fez passar, lembro da nossa música " hj foi bom te encontrar" mais nunca foi bom te encontrar, eu sinto sua saudade, mais doq adianta correr atrás sabendo o final, isso é que nem um filme de terror, eu não posso mudar o final dessa história, vc fala pra mim acreditar em vc, mais você nunca SIQUER teve a coragem de me fazer se sentir bem ou ate msm confiar em vc, e hoje percebo o quão idiota eu fui de ter sentimentos por vc um dia, vc fala "eu amo vc, nn sei pq vc não sente o msm" mais quando eu senti vc me fez de otaria, vc me trocou fez a sua escolha e hoje eu vivo com as mnhs consequências de ter um dia escolhido vc ao invés de ter escolhido quem me amava de verdade
Eu te conheci vc era a "min" não a Beatriz horrível e imatura e sem coração de hoje, agr euu aql menina q vc conheceu no começo fiquei fria, sumo quando percebo que você me machuca, essa sou eu, nunca mais vc verá meu lado bom de novo, ontem eu era uma menina inocente, hj já vejo como vc me fez madura, aprendi com a dor e sofrimento, vc nunca mais vai me ver tentando colocar você em minha rotina.
A lâmina corta fundo,
e você finge que não sente.
Cicatriza por fora,
mas por dentro continua aberto.
Você cobre, disfarça,
diz que passou,
mas à noite ainda sangra.
Ninguém percebe,
porque aprenderam a olhar só a superfície.
Mas você sabe:
algumas feridas nunca fecham.
A lâmina corta,
mas isso não é sobre lâmina.
No meu ponto de vista, cafonice nada tem a ver com gosto pessoal ou classe social.
Uma pessoa é cafona quando possui os pensamentos primitivos e a alma rudimentar.
A cafonice pode aumentar se vier acompanhada de um péssimo caráter.
Tentaram assassinar um poeta empurrando-o do desfiladeiro, em vão, pois já havia criado pontes com seus versos
KAMORRA
Eu não amo meu sobrenome por vaidade.#11;
Eu amo porque ele me cobra.
E eu decidi sustentar.
Nesse nome eu coloquei meus valores.#11; Coloquei minha fé.#11;
Coloquei minha disciplina.#11;
Coloquei as noites em silêncio que ninguém viu.#11;
Coloquei a resistência de não me vender por afeto barato.
Kamorra, para mim, não é som.#11;
É postura.
Quando eu digo meu nome, eu lembro do homem que eu preciso ser para não manchá-lo.#11;
Não é sobre ego.#11;
É sobre responsabilidade.
Existem homens que carregam um sobrenome.#11;
E existem homens que transformam o sobrenome em bandeira.
Eu escolhi transformar.
Se um dia perguntarem quem foi Kamorra,#11; eu quero que a resposta não esteja no registro civil,#11; mas no caráter.
Porque nome forte não nasce forte.#11; Ele é honrado todos os dias.
— Marcos Kamorra#11; (Filosofia Kamorrista)
Escrevo apenas sobre aquilo que não consigo superar e sobre a forma, muitas vezes destrutiva, com que lido com isso. Não escrevo para ser famoso; escrevo para escapar do caos que existe dentro de mim, para não enlouquecer por completo. A loucura e o vazio me habitam, e a escrita é minha tentativa incessante de sobreviver a eles e de resistir ao caos que insiste em me consumir.
Peço desculpas por romper o silêncio e te procurar mais uma vez, mas há madrugadas em que a ausência se torna um fardo pesado demais para se carregar sozinho. Senti que precisava libertar o que queima no meu peito e deixar o coração falar, nem que seja pela última vez.
Com o tempo, essa dor me ensinou que amar de verdade não é posse, nem uma luta inglória contra o destino que resolveu redesenhar o nosso "para sempre". Amar é a forma mais pura de generosidade: é permitir que a sua felicidade floresça, ainda que o perfume dela só chegue a mim de longe, em um caminho oposto ao meu. O amor verdadeiro é uma chama silenciosa e resiliente; ele não sucumbe à distância, nem se apaga com o sopro dos anos. Ele se transmuta em abrigo, tornando-se o refúgio onde minha alma descansa nos dias mais cinzentos. A verdade é que ninguém esquece um grande amor; a gente apenas aprende a sobreviver à falta, como quem tenta respirar em uma altitude onde o ar é rarefeito e tudo dói.
Às vezes, o passado me invade como um flash devastador. Fecho os olhos e ainda ouço a melodia da sua voz; ainda vejo aquela única foto que tiramos — você sabe bem onde, o lugar está cravado em mim. Naquele instante, seu sorriso era o mundo e seus olhos brilhavam mais que todas as estrelas daquela noite mágica. A imagem física se perdeu na baixa resolução do tempo, mas a nitidez do que eu senti... essa permanece intacta, pulsando sob a minha pele.
E ainda existe aquela música... a nossa música. Basta o primeiro acorde para que o resto do mundo emudece. Por alguns segundos eternos, o tempo para e eu só enxergo nós dois. A letra se tornou o espelho da minha alma solitária:
'O tempo passou, só que nada mudou / O mesmo vazio de antes / Sua voz eu ouvi, nosso mundo eu senti / E a mente vem recordar...'
Passei anos tentando me esconder de você, com medo de tocar em cicatrizes que nunca se fecharam. Escolhi o isolamento acreditando que o silêncio seria a minha cura, mas ele foi o veneno que me corroeu por dentro. Repito o que sempre te disse: você é, e sempre será, o grande e único amor da minha vida. Se um dia me perguntarem sobre o que eu mudaria no meu destino, meus pensamentos voariam direto para aquela viagem a Petrolina. Eu não deveria ter ido; aquele foi o marco de uma partida que meu coração nunca aceitou assinar. O tempo é um rio impiedoso que não corre para trás, mas saio deste silêncio com uma certeza inabalável: o mundo pode duvidar de tudo, menos do quanto eu te amei.
Se esse amor não fosse uma força da natureza, eu não teria ligado para aquela casa, desesperado, buscando uma última chance que o orgulho não permitiu acontecer. Eu falei besteiras, eu me perdi, mas você nunca saberá o quanto meu coração ficou em pedaços, destruído em mil fragmentos. Busquei seu rosto no Facebook um milhão de vezes, como quem busca água no deserto, até que o destino me mostrou o seu perfil. Naquele momento, o mundo escureceu ao ver sua foto; a beleza do que perdi me tirou o chão, e o medo, esse velho carrasco, me calou mais uma vez.
Lutei contra cada lembrança sua como se lutasse pela minha própria vida, mas descobri que a única forma de te apagar seria perdendo a memória ou fazendo um "reset de fábrica" na minha própria alma. Como não posso renascer de mim mesmo, aceito que você foi o meu sonho mais mágico — uma primavera eterna que deixou um perfume incurável no meu peito.
Você é luz, o brilho que ainda guia meus pensamentos, e é como uma pedra preciosa: rara demais para ser encontrada duas vezes, mas impossível de deixar de amar.
Sigo agora o meu caminho, guardando em um altar o que foi bom e tentando enterrar o que ainda dói. Desejo, com toda a força que me resta, que a vida te retribua toda a beleza que você trouxe para os meus dias.
Ariel
Meus olhos brilham
não de luz, mas de naufrágio.
Ao te ver, tudo em mim afunda como os móveis pesados no fundo da minha memória.
As lembranças afogam-me com mãos familiares,
Elas sabem exatamente
onde apertam.
Ainda te amo depois de tudo,
Depois do seu silêncio,
Depois do corte seco do tempo entre nós.
Ariel,
Seu nome é um relâmpago preso
na minha língua.
Eu o digo e sangro.
Eu o calo e morro um pouco.
O amor não me salvou ele me deixou mais vivo
do que eu suportava.
Amar-te foi um excesso,
Uma febre que recusou cura, um corpo pedindo fim não por ódio à vida, mas por ter sentido demais.
Sinto tua falta
como quem sente falta de um órgão vital.
Respiro,
mas é um ensaio malfeito.
Se morrer fosse apenas dormir dentro de ti, eu já teria fechado os olhos
Há muito tempo.
Eu nunca fui realmente insano,
apenas atormentado
pela minha própria mente.
Consumido pelos extremos,
rendido ao esquecimento.
Perdoei quase tudo
exceto as raras vezes
em que meu coração foi tocado
com mãos que não sabiam cuidar.
Trago comigo uma estranha devoção:
a morte não como fim,
mas como pensamento constante,
sombra fiel que nunca me abandona
Cômodo do silêncio
A noite entorta tudo como a minha vida.
A casa respira em desordem, revirada por dentro, como a mente que não encontra repouso.
Os móveis se inclinam, cansados, guardam o peso de pensamentos que ninguém sentiu para escutar.
As xícaras, sujas de um chá frio, ainda guardam bocas que passaram e não se despediram.
Há restos de calor no fundo da louça, um abandono doméstico, como se o dia tivesse desistido de se organizar em mim.
Caminho entre os cacos com cuidado demais qualquer passo em falso pode acordar para dormir.
E a noite observa, imóvel,
Sabendo que a bagunça não é da casa, Sou eu espalhado pelos cômodos.
O Banquete de Argila
À noite, as xícaras são sentinelas brancas sobre a mesa,
Rígidas como o gesso do meu parto, aquele erro, Aquele nó indesejado que o sangue não soube desfazer.
Você parou no umbral,
O hall transformado em abismo,
Partindo antes mesmo de habitar o próprio rastro.
Agora você retorna,
espectro de louça e mágoa,
Bebe o chá amargo nas minhas xícaras de ossos.
Enquanto o ódio flutua na superfície, como nata.
E papai aquele gigante de botas e fúria ruidosa
Me expulsa do mundo com um gesto de ferro,
Me tranco do lado de fora de mim mesmo.
"DEUS é necessario como pão
Leve como as borboletas
Rapidido como o vento
Profundo como o mar"
Frei Clemente
“O amor fraternal é o laço que o tempo não desfaz, porque nasce da alma e aprende a permanecer.”
Elizabeth Presotto
Velho é o preconceito. Eu sou Vintage. E, como todo bom clássico, meu valor só aumenta enquanto o resto vira ruído.
O romance não morreu, ele só ficou mais seletivo. Hoje em dia, saber apreciar uma letra bem escrita é quase um ato de rebeldia. Continue sendo esse rebelde com causa!
Muitos ouvem o que é novo, poucos sentem o que é eterno. Se as músicas de hoje não me tocam, é porque meu coração só aceita o que é autêntico.
O amor amadurece como as boas canções: com o tempo, elas ganham mais sentido. Enquanto eles curtem o momento, eu celebro a eternidade de um sentimento bem cantado.
Ser 'quadrado' em um mundo de amores descartáveis é um elogio. Prefiro a nostalgia de uma música internacional que faz chorar do que a pressa de um funk que não me faz sentir nada.
Não é que eu estou ficando velho, é que eu vivi a melhor época da música. Quem conhece o poder de uma canção romântica sabe que o amor de verdade não precisa de batidão, precisa de alma.
Ter bom gosto não tem data de validade. Se o mundo hoje prefere o barulho, eu prefiro a poesia que atravessa gerações. Sou um clássico, e o que é clássico nunca sai de moda.
