Pensamentos Mais Recentes

“Se a gente soubesse quando seria o último adeus, daríamos abraços demorados, cheios de afetos, e, aproveitaríamos mais a companhia ao 
   lado de quem amamos.”                                                
Trecho do livro-Cecília D'Avilla

Quando criança, vivia buscando maneiras de brincar, jogar, me divertir. Não importava com quem estava, o importante era buscar o novo.


Quando adolescente, vivia buscando maneiras de me provar, maneiras novas de sentir as coisas. Era uma constante busca pelo novo e feliz.
Mas nessa época me dei conta das primeiras dores da minha infância, e as buscas começaram a ser para escapar disso.


Quando adulto. Busco interminavelmente maneiras de fugir do passado, busco efêmeras meios de fugir do presente. Mãos trêmulas, coração disparado, mente tormentada... Cada vez mais tenho medo do futuro, não por medo da morte, e sim medo de continuar sendo quem sou.

"A vida não para pra ouvir você chorar."

A vida é como uma forte chuva, sempre haverá tempestades.

Há um empate metafísico quanto à realidade do passado. Assumir sua realidade é uma convenção prática inevitável, não um conhecimento. Qualquer tentativa de elevar essa convenção a verdade epistêmica é ilegítima.

Existe um lugar no deserto
onde a rosa brilha mais perto
Deixa o corpo vermelho dourado
refletindo o amor verdadeiro
Existe um lugar no deserto
onde o amor será descoberto
Se banhando nas águas do lago
me chamando de seu namorado

Eu vou caminhar o deserto
quero sentir esse amor de perto
E os meus pés se afundando na areia
Quente e bela é a minha sereia

O sol queima os meus pensamentos
Minha boca está ressecada
Esqueci de por nos suprimentos
Uma garrafa grande de água

Mas eu vou caminhar o deserto
procurando minha namorada
A paixão que me guia é mais forte
E não me desanima por nada

E quando eu tiver encontrado
se banhando nas águas do lago
quero provar seu abraço apertado

me chamando de seu namorado
me senti protegido e amado
ao saber que existe aqui dentro
no calor desses meus pensamentos
uma linda Rosa do Deserto
se banhando nas águas do lago

⁠Aqui é assim: ou você me respeita por bem,
ou vai ser por mal.
Eu não bato de frente.
Eu passo por cima
Não gostou?
Vaza!

Às vezes, a vida corrida te pede uma corrida.

O sentido da vida está em tudo aquilo que fazemos por amor.

A repetição constante de um conhecimento reforça o conhecimento.

Sempre substituímos medos por outros medos.

Os sonhos revelam o que o futuro reserva.

A FELICIDADE E A DOR ANTE A INDIFERENÇA SOCIAL.
A indiferença social é uma das formas mais silenciosas de violência moral. Ela não grita, não fere com lâminas visíveis, mas corrói lentamente a percepção de pertencimento e dignidade. Diante dela, a felicidade parece um escândalo e a dor, um incômodo que ninguém deseja ouvir. O que fazer, então, quando o mundo se mostra frio, apático e distraído diante da existência alheia?
Primeiro, é necessário compreender que a indiferença não é, na maioria das vezes, um juízo consciente sobre o valor do outro, mas o sintoma de uma sociedade exausta, utilitária e progressivamente dessensibilizada. O homem moderno foi educado para produzir, consumir e competir, não para contemplar, escutar ou cuidar. Assim, a dor alheia torna-se ruído, e a felicidade do outro, irrelevante.
Diante disso, a felicidade não deve ser buscada como aprovação social, mas como coerência interior. Quando se tenta ser feliz para ser visto, a indiferença fere como rejeição. Quando se é feliz por fidelidade à própria consciência, a indiferença perde parte de seu poder corrosivo. A felicidade, nesse sentido, é um ato silencioso de resistência ética. Ela não depende do aplauso, mas da retidão do sentir e do agir.
Quanto à dor, negá-la ou silenciá-la para não incomodar é adoecer a alma. A dor precisa ser reconhecida, elaborada e dignificada. Quando a sociedade se mostra indiferente, cabe ao indivíduo buscar comunidades menores, vínculos reais, espaços de escuta e profundidade. A história humana sempre avançou assim. Grandes transformações nasceram em círculos pequenos, discretos e perseverantes, jamais na massa indiferente. Eis exemplos históricos claros e verificáveis que sustentam a afirmação apresentada. Em todos eles observa-se que a transformação nasce em núcleos restritos, coesos e perseverantes, jamais na multidão indiferente.
O cristianismo primitivo.
Nos séculos 1 e 2 o cristianismo desenvolveu-se em pequenas comunidades domésticas, reunidas em casas e catacumbas, longe da aceitação social e sob constante perseguição do Império Romano. Não foi a massa que sustentou sua expansão, mas círculos reduzidos, unidos por vínculos reais, escuta mútua e compromisso ético profundo. Esses grupos preservaram textos, práticas e valores que mais tarde moldariam a civilização ocidental. Fonte. Atos dos Apóstolos capítulos 2 e 4. História Eclesiástica livro 2.
As academias filosóficas da Grécia Antiga.
A filosofia que estruturou o pensamento ocidental não surgiu em assembleias populares, mas em círculos diminutos de discípulos reunidos em torno de mestres. A Academia e o Liceu eram espaços de convivência intelectual contínua, diálogo rigoroso e formação moral. A sociedade ateniense em geral mostrava-se indiferente ou hostil a tais reflexões. Ainda assim esses pequenos núcleos definiram os fundamentos da ética, da lógica e da metafísica. Fonte. República livro 7. Metafísica livro 1.
O movimento abolicionista.
A abolição da escravidão não nasceu de um consenso social amplo. Durante décadas foi sustentada por grupos minoritários, associações discretas, salões privados e jornais de circulação restrita. Eram espaços de escuta e elaboração moral em uma sociedade majoritariamente acomodada. A perseverança desses núcleos conduziu a mudanças jurídicas e culturais profundas. Fonte. História da Abolição da Escravatura no Brasil capítulos 3 e 5. Discursos parlamentares do século 19.
Os círculos espíritas iniciais.
A Doutrina Espírita organizou-se a partir de pequenos grupos de estudo e observação, reunidos com método, disciplina e constância. Não buscavam adesão de massas, mas compreensão profunda e coerência moral. Esses grupos sustentaram a codificação doutrinária e sua expansão ética e filosófica. Fonte. O Livro dos Médiuns introdução. Revista Espírita anos 1858 a 1869.
Conclusão fundamentada.
A história confirma que quando a sociedade se mostra indiferente, a preservação do sentido, da ética e da transformação cabe ao indivíduo que busca comunidades menores e vínculos autênticos. É nesses espaços silenciosos e perseverantes que o humano se refaz, prepara o futuro e mantém viva a chama da consciência quando a multidão prefere o conforto da apatia.
Há ainda uma tarefa mais elevada, embora mais árdua. Transformar a própria dor em compreensão. Não em ressentimento, mas em lucidez. Aquele que sofreu a indiferença e não se tornou indiferente já venceu moralmente o mundo. Ele passa a olhar o outro com misericórdia intelectual e ética, pois compreende o quanto a ausência de sensibilidade empobrece o espírito.
Por fim, o que fazer é não permitir que a indiferença social determine a forma de existir. Nem a felicidade deve ser exibida para ser validada, nem a dor deve ser escondida para ser tolerada. Vive-se com sobriedade interior, firmeza moral e fidelidade àquilo que, mesmo ignorado pelo mundo, permanece verdadeiro e digno, pois é assim que o ser humano atravessa o deserto da indiferença sem perder a própria alma.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

"A luz que desce do Alto não conhece barreiras.
Ela penetra os corações sinceros e transforma a escuridão em clareza. Quem se entrega ao chamado divino encontra paz além das palavras."

"A palavra revelada é como água pura que sacia a alma sedenta. Quem bebe dela jamais se perde,  pois encontra o caminho reto que conduz à verdade."

⁠Oração para os filhos: Libertação e Proteção


Deus Todo Poderoso! Grande "Eu Sou".
Sei que nada passa despercebido em tua visão, tudo o Senhor vê, houve, tudo o sabes.
Entrego a vida dos meu filhos em tuas mãos, Pai amável. Senhor,
Se tiver algum mal que os impeça de crescer e seguir adiante, quebra! Para que possam cumprir com o propósito do Senhor em suas vidas. Envie anjos em seu favor, para dar-lhes a proteção necessária em meio as ciladas do maligno; livra-os de toda espécie de mal que há sobre os céus, e debaixo do sol, até os confins da terra. E
Corrija-me, segundo à sua vontade para que possa eu permanecer sendo uma fiel serva do Senhor e também boa mãe para os mesmos. Dá-me, Senhor meu! as condições necessárias para que eu possa ampará-los conforme suas necessidades terrenas e espirituais, pois creio na tua proteção, no teu cuidado e no teu amor, para com nosotros, vermezinhos de Jacó, povozinhos de Israel. Em nome de Jesus! Amém. Graças te dou.

"O vento que sopra no deserto lembra ao crente que tudo é efêmero, exceto o Eterno.
Aquele que se curva diante do Único encontra força para se erguer diante de todas as provações."

"Cada estrela no céu é um sinal da grandeza do Criador. 
O coração que contempla com humildade se torna espelho da misericórdia infinita."

Em todo processo de mudança, há coisas que dizemos acreditar, mas que nossos comportamentos desmentem.

"O amor é ponte que une almas, reflexo da misericórdia divina.
Quem ama com sinceridade, se torna espelho da luz do Alto."

"A gratidão é perfume que sobe ao céu, mais forte que qualquer palavra.
Quem agradece ao Criador, transforma cada instante em bênção."

"A esperança é como o sol que renasce, mesmo após a noite mais longa.
Ela aquece o coração cansado, e anuncia que o amanhã pertence ao Eterno."

"A sabedoria é rio que corre sereno, não se prende às pedras do orgulho. 
Quem bebe dela aprende a ouvir, 
e encontra no silêncio o segredo da verdade."

"A coragem nasce no silêncio da oração, quando o coração se entrega ao Criador.
Não temo muralhas nem tempestades, 
pois a luz divina me veste como armadura."

"Kairós é o tempo da alma, não vem quando o chamamos, mas quando estamos prestes a esquecer quem somos.