Pensamentos Mais Recentes
Viver o Ministério cristão exige uma compreensão dolorosa e sagrada: o óleo que Deus usa para curar e restaurar costuma ser extraído das feridas mais profundas de quem serve. Oferecer ao próximo exatamente aquilo que mais custou a nós é, muitas vezes, a essência do chamado.
O ser humano corrompido nas fases do sistema.
Somos vítimas da verdade... As palavras escorrem pela mente...
O ar fica tenso e a moralidade foge do ambiente.
Dados sao interposto para que haja novas conexões.
Novos programas são escritos.
E algoritmos são estrelas num cosmo vazio...
Brincam com vida digital ela da a resposta na onde novas convicções são criadas dentro da Internet.
Sendo facções digitais o sentido do absurdo.
INÚTIL EXPLICAÇÃO.
“Rasgarei minha inspiração e sairei a respirar.”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há frases que não parecem despedidas da arte, mas um pedido de socorro da própria alma. Como se o espírito, cansado de carregar tempestades silenciosas, precisasse abandonar os papéis, os versos e as metáforas para voltar a sentir o vento simples da existência.
Porque há um instante em que o homem compreende que nem toda profundidade salva. Algumas sensibilidades tornam-se abismos ornamentados. E o poeta, exausto de transformar dor em beleza, deseja apenas respirar sem precisar converter cada lágrima em linguagem.
Rasgar a inspiração não é destruir o dom. É impedir que ele devore quem o possui.
Existe uma melancolia perigosamente bela naqueles que escrevem demais sobre a própria ruína. Aos poucos, confundem sofrimento com identidade. Passam a acreditar que deixar de sofrer seria deixar de criar. Entretanto, a verdadeira grandeza criadora não nasce apenas da dor. Nasce também do retorno. Do reencontro com a luz comum das manhãs silenciosas. Do café esquecido sobre a mesa. Das árvores que continuam existindo sem precisar serem descritas.
Talvez respirar seja o poema que faltava.
E talvez o maior gesto de profundidade não seja afundar-se mais. Seja voltar à superfície sem perder a dignidade do que se viveu.
FREDERICO FIGNER.
Trouxe para o Brasil o fonógrafo, o gramofone e o disco. Criou a primeira gravadora de música nacional, a Odeon.
A ação industrial de Frederico Figner, carinhosamente chamado de Fred, em um período no qual o rádio ainda não existia, possui o valor de um verdadeiro apostolado patriótico. Sua visão transcendia o comércio e alcançava a preservação cultural de uma nação em formação. Com admirável idealismo, preocupou-se em registrar, conservar e distribuir por todo o território brasileiro o patrimônio artístico genuinamente nacional, permitindo que vozes, ritmos e tradições atravessassem o tempo e alcançassem incontáveis gerações.
Seu legado não pertence apenas à história da tecnologia sonora, mas também à memória espiritual e cultural do Brasil. Enquanto muitos enxergavam apenas máquinas, Figner compreendia a força afetiva da música e a necessidade de perpetuar a identidade de um povo através do som.
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Aprender sem refletir é inútil, refletir sem aprender é perigoso; com isso, é importante. Logo, são destinos do convívio social.
Frederico Figner foi um homem de biografia singular e incomum. Dotado de espírito empreendedor, venceu com dignidade a escorregadiça e perigosa prova da riqueza, sem perder a candura do crente nem a fé que transporta montanhas, mantendo-se distante de qualquer fanatismo religioso. Instruído em letras e línguas, jamais abandonou a humildade e a simplicidade no trato humano. Cultivava elevadas relações sociais ao mesmo tempo em que dedicava convivência amorosa aos infelizes e sofredores. Sua contribuição histórica ao Brasil foi notável, trazendo ao país o fonógrafo, o gramofone e o disco, tornando-se um dos grandes pioneiros da difusão sonora e cultural brasileira.
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“O Rito Português é o Rito da Nova Era.
Nesse sentido adapta-se ao mundo moderno
sem jamais perder a sua essência,
porque as verdades intemporais que encerra
não pertencem ao tempo — são permanentes,
universais e imutáveis.
Se algo é bom, justo e verdadeiro,
pode ter sido escrito ontem e ter tanto valor
como algo criado há séculos, desde que haja
critérios para avaliar se conduz o Homem
à plenitude da condição humana.”
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
ritoportugues.pt
FREDERICO FIGNER.
Deixou sua casa aos 13 anos em busca de seus ideais e percorreu diversos países até estabelecer-se no Rio de Janeiro, em 1892. Ali fundou a célebre Casa Edison e contribuiu decisivamente para a difusão da máquina de escrever no Brasil. Após seu desencarne, recebeu numerosas homenagens, sendo lembrado pelo jornal “A Noite Ilustrada” como “o mais brasileiro de todos os estrangeiros”, além de filantropo dedicado e protetor dos necessitados.
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Ser Maçom é uma enormíssima responsabilidade, assumida no dia da Iniciação.”
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
O agir ético é uma consequência inevitável do ser místico.O agir deve ser o efluxo do ser ! A vivência ética deve ser o fruto espontâneo da consciência mística !
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
A mística divina atuará em forma de ética humana. Por isso o auto-conhecimento é a raiz de toda a auto-realização. Onde falta a raiz vertical não podem expandir-se os ramos horizontais.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
Ser Espiritual no Sec 21, é trazer a Espiritualidade para a Materialidade. É ser um Homem de Ação.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
AS FLORES NASCEM MESMO SOBRE OS SEPULCROS.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Há dores que chegam silenciosamente.
Não quebram portas.
Não anunciam despedidas.
Apenas entram.
Sentam-se dentro do peito.
E começam a transformar a alma em um inverno sem aurora.
Foi assim com certas perdas.
Primeiro veio o vazio.
Depois o eco das lembranças.
Depois aquela sensação insuportável de caminhar entre pessoas enquanto uma parte inteira do espírito permanecia enterrada em algum ontem inalcançável.
Existem lágrimas que nunca descem pelos olhos.
Elas descem pela existência.
Transformam o modo de olhar o céu.
O modo de ouvir músicas.
O modo de tocar objetos antigos.
O modo de suportar a própria noite.
E durante muito tempo pensamos que jamais iremos sobreviver à ausência.
Porque há pessoas que se tornam estruturas internas.
Elas não ocupam somente espaço em nossa vida.
Elas sustentam partes inteiras de nossa sensibilidade.
Quando partem, o mundo perde equilíbrio.
As manhãs tornam-se pálidas.
As madrugadas parecem corredores infinitos.
E o coração passa a respirar como uma casa abandonada coberta de poeira e memórias.
Mas existe algo que a própria dor ensina lentamente.
Nenhum amor verdadeiro desaparece completamente.
Ele muda de forma.
Aquilo que antes era abraço torna-se lembrança.
Aquilo que antes era voz torna-se presença invisível.
Aquilo que antes era convivência transforma-se em permanência espiritual dentro da consciência.
E então compreendemos algo profundamente humano.
As pessoas que amamos não vivem apenas ao nosso lado.
Vivem dentro daquilo que nos tornamos depois delas.
Há uma espécie de eternidade escondida no afeto sincero.
Por isso algumas lembranças doem tanto.
Porque ainda possuem vida.
Contudo, até os jardins devastados pela tempestade conhecem novamente a primavera.
Mesmo depois do luto.
Mesmo depois das noites insones.
Mesmo depois das despedidas que pareciam destruir completamente a alma.
A esperança retorna devagar.
Não como euforia.
Não como esquecimento.
Mas como uma pequena luz humilde atravessando as frestas da escuridão.
E um dia percebemos que já conseguimos olhar o céu sem chorar imediatamente.
Conseguimos ouvir aquela música sem desmoronar por inteiro.
Conseguimos recordar sem morrer junto da lembrança.
A cicatriz permanece.
Mas já não sangra da mesma maneira.
Porque o tempo não apaga o amor.
Ele apenas ensina o coração a carregar a saudade sem transformar-se em sepultura.
E talvez seja esta a maior dignidade da alma humana.
Continuar amando.
Mesmo depois da dor.
Continuar acreditando.
Mesmo depois da ruína.
Continuar florescendo.
Mesmo tendo conhecido profundamente o inverno.
Porque algumas flores mais belas da existência nascem exatamente sobre os sepulcros que imaginávamos eternos.
Estamos numa fase de mudança e de diferenciação de energia, onde o Mal é mais Mal e o Bem mais Bem, porque é nas noites mais escuras que as estrelas brilham mais.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
“Use da Palavra, apenas quando tiver algo de relevante a dizer. Devido á velocidade da luz ser superior á velocidade do som, muitas pessoas parecem inteligentes até as ouvirmos.”
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
Ao deixarmos os metais fora do templo, no silêncio e na respiração profunda, os corações alinham-se numa mesma cadência e nasce a sintonia entre irmãos.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
Volta o teu rosto sempre na direção da Luz. As sombras ficarão para trás”
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
Não aspiremos a eternos Aprendizes, mas sim Mestres eternamente a aprender, pois só assim a sabedoria cresce ao ser partilhada.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
“Nunca te esqueças que o GADU nunca nos dará uma tarefa que não consigamos cumprir. Ele escondeu o inferno no meio do paraíso, para que nós nunca nos esqueçamos de que ele existe.’’
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
“ O poder possui uma luz especial que revela a essência do teu ser.
Se és bom tornas-te magnânimo. Se és mau, tornas-te cruel.”
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
Não podemos ser Maçons só de 15 em 15 dias, quando estamos presentes nas sessões.
João Pestana Dias
RITO PORTUGUÊS
