Pensamentos Mais Recentes
Antidepressivo não cura a angústia; ele apenas a disfarça, a controla, a anestesia momentaneamente.
A cura da angústia é ter a consciência de que leva uma vida angustiante, deprimente, triste.
E ter consciência é mudar a vida ruim que leva.
Mudar a vida angustiante que leva é se analisar, buscar o autoconhecimento, é questionar, olhar para dentro de si mesmo, é reconhecer os verdadeiros valores da vida, é mudar: mudar as crenças, os hábitos, as atitudes, as ideias, os pensamentos. Mudar o jeito que vive, é mudar de vida!
A solidão às vezes vem com voz de amigo. Sento-me com ela à mesa e aprendo a ouvir. Ela me conta segredos que o mundo esqueceu de me dizer. Quando me despeço, sinto que cresci um centímetro por dentro. É estranho, mas a solidão tem lições que a alegria não ensina.
Ninguém está longe de você; estamos todos no mesmo universo, no mesmo planeta, na mesma vida, no mesmo coração.
"Existem pessoas que preferem te enterrar em uma narrativa falsa do que admitir que foram elas que seguraram a pá."
"O silêncio deles não é orgulho; é o medo de que, ao te perdoar, eles sejam forçados a se confessar."
A gente nunca sabe quando pode ser a última vez. Todo e qualquer instante pode ser o último. O que você tem feito pela última vez?
Essa pergunta não pede resposta — pede presença.
Talvez a “última vez” não esteja nos grandes gestos,
mas no abraço que foi apressado,
na palavra que ficou guardada,
no silêncio que escolhemos por cansaço.
O que temos feito pela última vez, muitas vezes, é adiar.
Adiar o perdão.
Adiar o encontro.
Adiar o dizer “eu amo”, “me perdoa”, “fica mais um pouco”.
Viver é caminhar sem aviso prévio.
Por isso, talvez a pergunta mais honesta seja:
se hoje fosse a última vez, eu estaria inteira no agora?
Porque o tempo não avisa quando fecha a porta.
E só o presente tem certeza de existir.
6 de Janeiro de 2026
Os dias me ensinaram a carregar o mínimo necessário. Até o excesso de lembrança vira carga insuportável. Por isso guardo poucos objetos e muitas memórias escolhidas. Elas me aquecem como um fogo que não reclama. E me permitem caminhar sem tropeçar nas coisas velhas.
"Eles te odeiam pela cicatriz que eles mesmos causaram, porque olhar para você é lembrar do monstro que tentam esconder."
Existe uma música que só tocamos na cabeça. Ela passa notas de perda e refrões de resistência. Se alguém escutar, talvez entenda por que sorrimos devagar. A vida é uma partitura mal escrita que insistimos em interpretar. E há beleza em quem desafina com propósito.
"O perdão deles é impossível, pois você é a prova viva do erro que eles não têm coragem de admitir."
As lembranças desfilam como cartas nunca enviadas. Cada envelope carrega um peso que cansa o peito. Algumas palavras queimam quando as leio de novo. Outras, surpreendentemente, consolam como um cobertor velho. E então percebo que cuidar de si é aprender a costurar as próprias roupas rasgadas.
O que fica por dizer
A cidade acordou sem notar
qualquer mudança.
O rio manteve sua largura exata,
as pontes não rangiam mais que o costume,
e os sinos tocaram
no mesmo tom de sempre.
Havia, no entanto,
uma leve alteração no ar,
como se o mundo tivesse esquecido
uma palavra importante
e decidido continuar mesmo assim.
Nada faltava.
Nada sobrava.
O dia cumpriu suas horas,
a noite fez seu trabalho,
e o tempo seguiu
como se tudo estivesse exatamente no lugar, e ainda assim,
alguma coisa pairava
no silêncio.
Quem domina suas paixões
Refreia a sua cólera.
Orgulho e a vaidade
Incomoda menos a sua alma
Fortalece o seu entendimento
Surge a desvaidade
O elexir da calma !
Bençãos espirituais da alma.
Quando evoluímos nossa personalidade e nosso lado intelectual, alguém do nosso ciclo começa a se incomodar. É como se nos tornassemos uma "ameaça" para o ego frágil deles. Então esta pessoa acaba indo contra nós, apontando como se fossemos o problema. Narcisistas tem muito disto: não querem perder sua posição, seja ela qual for.
Raízes invisíveis
Aprendi a caminhar
com um céu nublado por dentro,
sem pedir que o sol explicasse
por que não ficava.
Há encontros que não acontecem,
mas ensinam o corpo
a reconhecer profundidades.
Guardei o que não pôde ser dito
no mesmo lugar onde o vento guarda
o nome das coisas que toca
e nunca possui.
Não carrego ausência,
carrego espaço.
E nele crescem forças silenciosas,
raízes invisíveis
que me mantêm em pé
mesmo quando tudo parece distante.
Sigo.
Não porque esqueci,
mas porque viver
também é uma forma de amor.
Não deixe que as situações ao seu redor desviem seus objetivos, pois os ventos passam, mas os pilares firmes continuam de pé!
Os indivíduos, estão mudando a ética a genética e a estética, buscando encontrar o que nunca acharão.
