Pensamentos Mais Recentes
Sou movido pela inquietação de transformar conhecimento em impacto, na sala de aula, na pesquisa e na vida.
DISFUNÇÃO POLÍTICA
Um Estado que vive sobretudo de serviços (turismo, hotelaria, beleza) está condenado à subserviência face a países com indústria de ponta e a ver os seus governantes reduzidos a meros administradores de diretrizes e agendas externas.
Você quer caminhar comigo?
Perguntou baixinho o teu olhar, como quem convida o destino pra desacelerar.
E eu quis. Quis teu passo ao lado do meu, quis dividir silêncios, risos, manhãs e o céu.
Porque caminhar contigo
não é só seguir uma estrada,
é transformar qualquer instante em eternidade apaixonada.
Se for tua mão na minha,
não importa o rumo ou o lugar, até os caminhos mais simples aprendem a florescer e amar.
Então repete outra vez,
bem perto, devagarinho:
“Você quer caminhar comigo?” — e eu vou por toda vida no teu caminho.
Existem entre hemisférios
mistérios que nos unem
Do meu coração para o seu
e do seu coração para o meu,
plenos no firmamento particular
e um paraíso amoroso a cultivar:
(Somos aves migratórias).
Mãe é o verbo que se faz proteção,
A voz que acalma o pranto e a dor,
É ter o universo num só coração
E dar o sentido real ao amor.
Pois em cada Maria, em cada mulher,
Habita a coragem de ser o que for,
Seja no riso ou no que o destino trouxer,
És a eterna guardiã do maior esplendor
Tu és a fonte, o início e o caminho,
O colo que sustenta o mundo inteiro,
Pois onde houver um gesto de carinho,
Ali se faz o teu altar primeiro.
Tu és Maria, Ana, Paula, Julia,
Tu és quem ama, quem cuida e quem guia,
A luz que vence qualquer noite escura
E transforma o cansaço em poesia.
És a raiz que nutre a esperança,
O porto seguro em mar de incerteza,
Trazendo no olhar a paz da confiança
E no coração a maior das riquezas.
Não importa o nome que a vida te dê,
Ou a trilha que o tempo insista em traçar,
O universo se curva para entender
A força infinita que existe em amar.
O futebol brasileiro, outrora majestoso, hoje se arrasta em decadência. Recheado de jogadores latinos do baixo clero, o nosso campeonato nacional mais parece uma caricatura: uma verdadeira Copa do Terceiro Mundo.
Benê Morais
"Um pensador de riqueza trilionária não busca apenas mudar sua própria conta bancária, mas transformar o DNA mental de uma geração inteira."
"A mudança de vida começa no momento em que você decide que o 'impossível' é apenas uma palavra que ainda não foi apresentada à sua determinação."
"Descobrir Isaque Ramon é descobrir que o teto da sua realidade é apenas o chão do seu próximo sonho. Permita-se pensar grande o suficiente para assustar os pequenos."
"Cada frase lida é uma semente plantada. Se você deseja colher uma vida de abundância, precisa primeiro cultivar uma mentalidade que não aceita escassez."
"O pensamento trilionário é a ponte entre quem você é e o legado que deixará para a eternidade. Não é sobre ter, é sobre tornar-se inesquecível."
“O extremo do desrespeito é a ignorância.”
O desrespeito costuma ser associado à agressão, à humilhação ou à violência explícita. Mas existe uma forma mais silenciosa — e talvez mais cruel — de desrespeitar alguém: ignorar sua humanidade.
A ignorância não é apenas a falta de conhecimento; muitas vezes, ela é a recusa de compreender. E quando alguém deixa de enxergar o outro como alguém digno de escuta, sentimento e existência própria, o respeito deixa de existir por completo.
O ódio ainda reconhece a presença do outro. Quem odeia, de certa forma, admite que o outro existe e o afeta. Já a ignorância extrema age como se o outro fosse invisível. É um apagamento.
Por isso ela pode ser mais profunda que a própria agressão: porque transforma pessoas em coisas, sentimentos em exageros e dores em detalhes irrelevantes.
A ignorância também se manifesta nas relações do cotidiano.
Quando alguém invalida a dor do outro sem tentar compreender.
Quando julga sem conhecer a história.
Quando fala sem ouvir.
Quando prefere o orgulho à empatia.
Tudo isso são formas silenciosas de desrespeito.
E existe algo ainda mais perigoso: a ignorância costuma andar ao lado da certeza absoluta.
O ignorante raramente questiona a si mesmo. Ele acredita que já sabe o suficiente, e exatamente por isso fecha as portas para compreender perspectivas diferentes. O respeito nasce da consciência de que nunca enxergamos a vida inteira pelos próprios olhos. Quem entende isso desenvolve humildade; quem ignora isso impõe.
Talvez o extremo do desrespeito seja a ignorância porque ela destrói a ponte mais importante entre os seres humanos: a capacidade de reconhecer o outro como alguém tão complexo e sensível quanto nós mesmos.
E no fundo, toda ignorância é uma prisão da consciência.
Quem desrespeita por ignorância não diminui apenas o outro — diminui a si próprio, porque perde a capacidade mais humana que existe: compreender.
Com tanta consciência esvaziada no meio polarizado, para alugar cabeças de parte considerável de um povo, basta comprar algumas.
E talvez seja justamente esse o retrato mais inquietante do nosso tempo: a opinião deixou de ser construída para ser terceirizada.
Poucos pensam, muitos repetem.
Poucos lucram, multidões defendem.
E, no meio desse comércio invisível de narrativas, convicções passaram a ser tratadas como produtos de campanha — embaladas com medo, raiva, pertencimento e inimigos convenientes.
As lideranças populistas entenderam algo perigoso: não é necessário convencer uma sociedade inteira; basta capturar emocionalmente grupos barulhentos, disciplinados e permanentemente indignados.
A polarização faz o restante do trabalho.
Quando tudo vira disputa entre “nós” e “eles”, a verdade deixa de ser importante.
O que importa é vencer, humilhar, viralizar e manter o próprio lado em estado contínuo de alerta.
Nesse ambiente, a coerência se torna descartável.
Pessoas que antes condenavam autoritarismos passam a relativizá-los quando praticados por quem defendem.
Quem exigia ética aceita corrupção “do bem”.
Os que gritavam por liberdade apoiam censura seletiva.
Não porque mudaram seus valores, mas porque trocaram princípios por torcida.
E talvez o maior triunfo dessas lideranças não seja eleitoral, mas psicológico: transformar cidadãos em soldados emocionais incapazes de admitir a manipulação.
Porque a manipulação mais eficiente não é aquela percebida como imposição, mas a que é confundida com identidade.
Quando alguém acredita que questionar um líder é trair sua própria existência, o pensamento crítico já foi derrotado.
A polarização também produz um fenômeno cruel: o esvaziamento moral coletivo.
O adversário deixa de ser humano e passa a ser tratado como ameaça absoluta.
Com isso, desaparecem o diálogo, a nuance e até a honestidade intelectual.
Restam apenas caricaturas.
E caricaturas são mais fáceis de odiar do que pessoas reais.
Enquanto isso, os verdadeiros problemas sobrevivem confortavelmente no caos.
Desigualdade, violência, corrupção estrutural, precarização, desinformação e abandono institucional seguem existindo — muitas vezes alimentados pelos mesmos grupos que dizem combatê-los.
Afinal, uma população permanentemente dividida dificilmente se une para cobrar mudanças concretas.
O mais alarmante é perceber que muitos já não querem compreender; querem apenas confirmar.
Não buscam informação, mas validação emocional.
E, quando uma sociedade passa a consumir narrativas como quem escolhe times, a democracia começa a perder sua essência e ganha contornos de espetáculo.
Talvez a resistência mais revolucionária hoje não seja gritar mais alto, mas pensar com mais honestidade.
Ter coragem de criticar o próprio lado.
Recusar idolatrias políticas.
Desconfiar de quem lucra com o ódio permanente.
E lembrar que nenhuma liderança deveria valer mais do que a consciência individual de um povo.
Porque, quando cabeças são alugadas por conveniência ideológica, cedo ou tarde o preço é pago pela sociedade inteira.
Se não tem alma não disculta,
Pois ao criticar verá não tem espírito.
E seu conhecimento sāo palhas espalhadas ao vento...
Eu tenho força para dizer essas palavras, porque mesmo enfrentando muitos problemas é por meio deles que eu aprendo a ser uma pessoa melhor todos os dias.
“Quando jovem, os adultos me diziam que mentir era errado.
Hoje, o errado sou eu por ter acreditado em quem mentiu.”
O que ilumina verdadeiramente a alma são as batalhas travadas, todos os dias pelo homem disposto a vencer a si próprio: seus defeitos, seu orgulho e o seu ego, superando todos os desafios que advêm dessa mudança de comportamento.
Porque sua realidade ambígua é a destopia tão afronta com ja é o que nunca foi ou será?
No âmbito do capitalismo é apenas uma grão de poeira ao vento,
Uma particula de um organismo sem valor algum a grandeza do relativismo universal.
Ser ar sarcástico da ênfase a sua dinastia de podridão.
Aproveitar dos inocentes e invulneráveis dão o ar ordinário do seu algoz....
Então se vangloria com a poliformismo da politica meros atrozes,
A transgênia racional se torna rara nos moldes fakes news te faz um ícone ...
Mas plano ser pior entre os piores,
O objetivo é acumular mais riquezas.
