Pensamentos Mais Recentes

Eu quero começar o dia de hoje com uma pergunta bem sincera: o que você está fazendo agora para mudar a sua vida? Pergunto isso porque, se pararmos para pensar, a maioria de nós já entrou no segundo tempo da própria jornada. E o tempo é o recurso mais persistente que existe: ele só segue em frente. Não há botão de retroceder. Então, por que insistimos em viver no automático? Do jeito que está, não dá mais. É hora de apertar o botão de play e mudar o rumo do jogo. É sobre isso que vamos falar hoje.
Se a vida fosse um jogo de futebol, em qual minuto você estaria agora? A verdade é que muitos de nós já cruzamos a linha do intervalo e estamos jogando o segundo tempo. O cronômetro não para. O tempo não aceita desculpas, não dá voltas e não aceita retornos. Se você sente que está parado, assistindo aos minutos passarem, eu vim te fazer um convite: aperte o play. Mude o ritmo.
Porque, do jeito que está, não dá mais para ficar. 😉
Bom dia, com muita Fé e alegria. ☕ 🪻☘️

Não fumar é uma escolha que protege a saúde.
Parar de fumar é uma conquista que pode transformar uma vida.

Toda vida importa. 
Toda pessoa merece ser ouvida. 
E nenhum sofrimento deve ser enfrentado sozinho.

Escreveria qualquer coisa
Balbuciaria palavras quaisquer
Pintaria o horizonte que vejo ao longe
Mas meus olhos só vêem teus olhos
Minha boca só fala de ti
Meu abraço só abraçar teu corpo


Queria poder escrever
Em cinco anos, foram muitas vezes que pensei em ti.
Minto. Foram todos os dias
Foram todas as vezes
Talvez, todos os minutos
Apenas queria,
Teu abraço voltar a abraçar
Em teu olhar, voltar a estar


Se não disse te amo
É porque te amo nunca aprendi a dizer
Te amo nunca precisei dizer
Não se fala o que os olhos dizem sem dizer
O que o coração clama ao bater
O que eu sou, só por ser
Serás sempre tu o amor meu


A incondicionalidade dos sentimentos
Não se acaba com a saudade
Não é amor, se não for para eternidade!
Não é amor, se não fores tu minha outra metade!


(Uma homenagem à Eterna Glória Menezes)

3123 📜 Meu Cunhado Fred Fanfo, o Fanfarrão, disse que se ele não fosse o que é, já teria tirado o Ministro Que Não Se Intimida! Ele disse, diz mas, está claro, ele só Discursa!

3122 📜 Pelo KkK papagaiado🦜, pelas gargalhadas falsas, pelos risos frouxos, quase tudo o que vejo dos Direitinhos, nas Redes Sociais, como inconformismo ou protesto, nem eles levam a sério!

De que forma sente que o ambiente visual e artístico ao seu redor influencia mais profundamente o seu processo criativo e emocional?

A Alquimia da Criação: Da Emoção Crua à Matéria da Arte
​Os bons e os maus momentos são o pulso da nossa existência; são eles que nos lembram, na sua nudez mais profunda, que estamos plenamente vivos. Quando o meio ao nosso redor pesa e cria amarras, a arte ergue-se não apenas como uma forma de expressão, mas como um portal de libertação.
​1. O Portal da Expressão e a Viagem Imaterial
​A Ruptura com o Aprisionamento: Desligar-se das pressões do meio através da pintura, da escrita ou de qualquer outra linguagem criativa é um ato de soberania interior.
​A Génese da Obra: Tudo começa muitas vezes numa observação atenta do mundo. Essa fagulha transforma-se em pensamento, alimenta o desejo e ganha vontade de dar forma material a uma vivência, a um cruzamento de caminhos ou à essência de pessoas que se cruzam na nossa jornada.
​O Ritual Criativo: Entrar nesse portal é transmutar o invisível em visível, dando corpo a conceitos imateriais através de texturas, cores e palavras.
​2. O Ciclo do Erro, do Acerto e da Prática
​A Experimentação Constante: Viver e criar exigem ação. É no terreno prático das experiências — tanto na vida como na tela ou no papel — que nos confrontamos com a falha e com o acerto.
​A Lapidação pelo Hábito: A assertividade não nasce perfeita; ela esculpe-se através da repetição contínua, da persistência e da coragem de experienciar as emoções na sua forma mais crua e autêntica. Cada erro é um ajuste de rumo; cada acerto é a confirmação do caminho

"Eu te odeio, mas não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar.
Te odeio, não pelo ódio em si, mas por ter me feito amar.
Odiá-la é como odiar o ar.
E dia após dia, viver sabendo que posso odiar, mas não posso parar de vivê-la, parar de lhe adorar.
Eu te odeio, pois em cada beijo, em cada abraço, até mesmo no castanho do outono, seus olhos estão lá.
Quando o Sol se põe e a noite vem me abraçar.
Você está lá.
Quando rogo para a escuridão me abandonar e a Lua vem me iluminar.
Eu te odeio, pois até mesmo no brilho dela e na pálida tez, você está lá.
Pela ida eu relevo, posso lhe desculpar, mas essa insistência na permanência, isso não posso perdoar.
Até quando me prostro e me ponho a orar.
Te odeio, e por sobre os céus, odeio ao Deus, por outra de ti, para meu eu egoísta, não criar.
Odeio ele por me fazer amar.
E eu te odeio, não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar..."

Quando Amar se Torna Dependência

Penso o quanto deve ser difícil encarar a realidade de estar com alguém que não se ama e, na perversidade de si mesmo, encontrar tantos motivos para permanecer, menos a coragem de reconhecer a própria dependência emocional.

Penso o quanto essa dependência dificulta amar a si próprio, porque talvez você tenha aprendido a vida inteira a buscar amor, mas não a se dar amor. Aprendeu a procurar no outro aquilo que nunca conseguiu oferecer a si mesmo.

Penso na dificuldade de estabelecer relações, porque muitas delas acabam sendo construídas na lógica da troca: eu me dou, eu me entrego, eu ofereço, eu espero. E quando não recebo, sinto que perdi. Quando, talvez, já estivesse me perdendo antes mesmo de perceber.

Penso, e logo existo.( René Descartes 1596–1650)

Mas talvez você precise pensar para além do outro. Precise desistir de desistir de si. Desistir daquilo que disseram que você deveria ser. Desistir da necessidade de ser amado para se sentir alguém.

Talvez seja necessário voltar para dentro.

Perguntar a si mesmo: quem sou eu quando não estou tentando ser suficiente para alguém? O que desejo quando ninguém está desejando por mim? O que existe em mim quando retiro todas as expectativas do outro?

Talvez encontrar quem você é seja a maior possibilidade de cura.

Porque, no fim, amar alguém não deveria exigir que você desaparecesse de si mesmo.

E talvez amar a si seja justamente isso: voltar para casa depois de passar tanto tempo procurando morada no outro.

"Amaldiçoar o maldito.
Amar-te, daqui ao infinito.
Eu grito, eu xingo.
Eu finjo.
Eu minto.
Largado na rua, eu rosno, ladro à Lua coisas sem sentido.
Sou o crime, a lei, sou o bandido.
Sou o que rouba o coração, por ter o meu ferido.
É mais fácil te odiar do que admitir: ainda te amo, ainda te preciso.
Difícil admitir que também errei, queria poder fazer voltar tudo o que fora cuspido e dizer o que deveria ter sido dito.
Tudo aquilo.
Que consome, que dentro mata, externalizado, faz vivo.
Cansei de esperar o cupido.
Ser sem alma? Sou; eter, espírito.
Sou a razão e a loucura em uma frase sem sentido.
Será a vida um sonho? Delírio?
Se sim, invejo-os por viver em sonho onde o meu eu sobrevive em um pesadelo infinito.
Sou a linha tortuosa em que Deus ousou ter escrito.
Cansei de olhar-me no espelho e amaldiçoar o maldito..."

"Eu nunca te dei flor, dei amor.
Será que aquela rosa, uma pétala, foi o que faltou?
Eu nunca te dei flor, mas dei amor.
Não lhe recitei, por não ser escritor.
Não lhe cantei, pois não sou cantor.
Fiz-lhe serenata em meus braços, o brilho em meus olhos ao lhe vislumbrar era o trovador.
Cada lágrima, que escorrera quando você se foi, caíram como as pétalas daquela rosa, que jamais lhe encontrou.
O beijo que lhe desnudou a tez foi uma arte abstrata que lhe pintou.
Todo aquele que lhe recita bodas e na noite lhe da flor.
Sinto em dizer-lhe, amor, mas é um enganador.
Sei que Deus me castiga por ser pecador.
Mas o castigo da sua ausência é demais pra alguém que demais amou.
Mas sei o que ao inferno da solidão me condenou.
Por ser extremamente apaixonado por ti, eu falhei, pois lhe dei amor.
Mas nunca te dei flor..."

"Hoje eu vi o diabo e não fiquei surpreso.
Ele me lembrou o quanto roguei ao Deus por seu abraço, seu aconchego.
Recordou-me, também, que ofereci minh'alma para simplesmente olvidar seu cheiro.
Chamou-me tolo por pensar que o inferno é um lago fervente, com enxofre e feio.
Disse me ele: 'O inferno é a memória, a lembrança; o inferno é viver no paraíso do sorriso e no doce do beijo.
O inferno é o veludo da tez, o fervor e o baile dos corpos, a maciez do seio.
O inferno é ter um anjo dos céus nos seus braços e ter de esquecê-lo.
Após isso somente sobreviver, pois sua vida, quando com ele, era vivê-lo.
E eu que sou mau? Indagou-me ele. Foi o seu Deus que criou o sentimento que te mata por dentro.
Sou somente, da vontade d'Ele, um instrumento.'.
E no fim da conversa ele me disse que eu sabia onde encontrá-lo, fitou-me com desprezo.
Sei onde encontrá-lo, e, por bem saber, desfiz-me do espelho..."

"As palavras já chegaram, e o sentimento não veio.
Talvez amá-la seja apenas um sonho de verão, um devaneio.
O que sei? Meu amor não é de veraneio.
Meu joelho ainda se recorda de cada prece, cada oração; minha boca ainda roga por um beijo.
A madrugada ainda me açoita a alma, o vento frio ainda tem seu cheiro.
Vejo sua foto; na memória ainda fantasio-nos um futuro, meu algoz ainda me açoita o peito.
Minhas mãos almejam o aveludar da tez e do sedoso cabelo.
Vultuoso e negro.
Volúpia, meu eu em ti, desejo.
Anseio.
Aconchego.
No taciturno seio.
Se n'outro plano, eu vejo.
Meu reflexo em seus olhos, como em espelho.
A memória me trai, mas de ti não me esqueço.
Recordo-me das juras, das promessas, de cada letra a ti escrita, cada texto.
As palavras já chegaram, e o sentimento não veio.
Talvez amá-la seja apenas um sonho de verão, minha cela, em devaneio..."

"Certa vez, ela me indagou se tudo que escrevo é sobre ela.
Respondi que não, mas tudo tem um pouco dela.
Escrevo sobre as dores, decepções, dos amores, as mazelas.
E sempre reflito; não existiriam amarguras em meus escritos, se ela fosse minha e eu dela.
O que escrevo são gotas, para narrar um oceano, o que sinto é todo um universo, o que pode ser expressado, quirela.
Se a amo, eu a escrevo, e por isso tudo tem um pouco dela.
E é 'Tutto Per Ella'.
Ela transita livremente por meus escritos, enquanto me pego escondido, no amor que sinto, minha eterna cela.
Palavras para umas e outras, paixão a algumas poucas, fé ao Cristo, amor e devoção somente a ela.
Se meus escritos são o céu, o azul é ela.
Se meus escritos são os mares, cada gota é ela.
Se escrevo o Sol, cada raio é ela.
Se escrevo a praia, cada grão de areia é ela.
Se escrevo sobre as árvores, pomares, as flores; é ela, toda folha e cada pétala.
Quando escrevo sobre a morte, percebo: a minha vida é ela.
Certa vez, ela me indagou se tudo que escrevo é sobre ela.
Respondi que não, mas tudo tem um pouco, mas bem pouco, acerca dela..."

"She looked me deep into the eyes.
And lied.
All the words, the promises, lies.
Her kisses, that i believed, were a lie.
Her love, that i loved so much, was a lie.
Everything was a lie.
Her eyes? A lie.
Even every tear, when she said 'I'm sorry' and i said 'Goodbye'.
Her body, the sweat, the whispers, lies.
And in her words, where i dug my grave, my heart lies.
And now i look in the mirror, say to myself 'i can live without her', i know, i lied..."

"Hoje houve mais um daqueles fins de tarde do céu roxo e alaranjado.
Mais um fim de tarde, onde os tons de azul davam tela ao início de um céu estrelado.
Um fim de tarde quase perfeito, amor, se não fosse a ausência de ti ao meu lado.
Tenho certeza que senti seu cheiro, seu toque, até seu abraço.
Maldição minha, jamais ser capaz de sentir teu lábio.
Sei que essa noite não dormirei, pois quando sua ausência recai sobre mim, devaneio por toda madrugada, acordado.
Pena de mim, da falta, amaldiçoado.
De causar pena do próprio Deus, ao diabo.
O tempo passa, as coisas mudam, mas o peito continua apaixonado.
Eu só queria uma única mudança, sei que não poderei tê-la, já é fato consumado.
Então que Deus não me faça lembrá-la nos fins de tarde de céu roxo e alaranjado..."

"É o que faço, amor, eu escrevo.
Para cada sentimento, um verso, e para cada verso, um enlevo.
Sorte sua foi ter me conquistado, não existe trevo.
É o que faço, amor, eu bebo.
Para cada verso, um gole, e a cada gole eu te vejo.
Eu sou ninguém, e quando sou alguém, sou de um todo seu amor, aos céus, agradeço.
Por ser capaz de amar, mesmo ferido, amargurado, ébrio, em devaneio.
Agradeço.
Obrigado, Pai, pela tal dádiva do amor, obrigado pela não correspondência, o rancor, a indiferença, o anseio.
É o que faço, amor, eu escrevo.
Pois quando tu fores de mim, serão minha companhia a solidão, a pena e o tinteiro.
Penso em você o dia inteiro.
Eu queria tanto um abraço, o doce do beijo.
Caso não, que seja somente do abraço o aconchego.
Sem ar eu voo, e mesmo sem mar, em ti, meu amor, eu velejo.
E quando as lágrimas, que afogam minha existência, me permitem enxergar, nem que seja um pouco, amor, acerca de ti, eu escrevo..."

3121 📜 'Quem mandou matar Kennedy?' 'Quem mandou construir as Pirâmides?' Por que e Pra que Alguns têm Duas ou Mais Contas em Redes Sociais? Certas respostas nunca chegam!

"'Amor, estou morrendo de saudades.'
Ah, meu bem, saudade foi feita pra ser sentida.
O engano foi feito para aperfeiçoar a vida.
Ledo engano deste que há muito lhe ama, achei que você fosse feita pra ser minha.
Infelizmente, meu amor, o seu beijo, seu abraço, a nudez do seu corpo serão incapazes de curar as minhas feridas.
Mas sou grato pela tentativa.
Mas é o seu 'morrer' que me drena a vida.
Sei que não tem inocência, és um todo de malícia.
Lascívia.
Pronta para novamente destruir a minha vida.
Agora vens e me dizes algo que há muito eu queria.
'Amor, estou morrendo de saudades.'
Quisera eu ser capaz de novamente afogar-me em seu poço de leviandades e resolver a minha vida.
Eu sei, você sabe, perdão não cura ferida.
E a saudade, amor, foi feita para ser sentida..."

A FOLHA 
DE PAPEL EM BRANCO.


QUEM 
TE ESCREVERIA EU TE AMO ?

"Talvez eu já tenha sentido falta, mas nunca saudade.
Sentir falta é ausência, saudade é um futuro não realizado, com nossa metade.
Eu amo tanto aquela mulher, que até evito pensá-la, pois ao fazê-lo, meu peito arde.
Eu achava que só sentiria falta de você no fim de tarde.
Mas olha eu aqui, pela madrugada, lembrando você, minha beldade.
Já disse que te amo, já disse te quero, já disse que almejo você como mãe dos meus filhos, me chame de tolo a sábio, mas nunca covarde.
Dizem que incomensurável é o amor, então por que o meu para ti nada vale?
Meu coração pertence a ti, o desavergonhado, sarnento, algoz deste que lhe escreve, não bate.
Ele ladra, late.
Jogado na rua, tentando apagar toda memória sua, umas e outras rogando-me pragas, “cafajeste”, “traste”.
Deus, que fase!
É uma miríade de sensações, sinto seu cheiro ao vento, o apertar do abraço, te vejo em cada penumbra que envolve meu eu no fim de tarde.
Te sinto em todo perfume, te vejo em todo rosto, que parecem-me ser um todo de sua face.
Sinto você no frio da chuva, e no Sol do meio-dia, que me assola a fronte, também esta la você, minha beldade.
Eu sinto tanto ao lhe sentir, descrever-lhe, escrever-te, que chega a faltar-me ao âmago serenidade.
Amada minha, sinto tanto sua falta, indago-me: Será saudade?"

"É verdade que cicatrizes na vida de um homem vêm e vão.
Uma ferida, um corte, profundo arranhão.
Faz do homem que as obtém mais sábio e, quando criança, mais perto do amadurecimento, da consolidação.
Mas, mesmo quando provectos, não entendemos as cicatrizes do coração e pensamos que fora tudo em vão.
Eu trocaria qualquer ferida em meu corpo por aquela paixão.
Preferiria um corte, um rasgo em minha face, que ter lhe entregue sequer uma única batida de meu coração.
Tolo é o homem feito, a criança é somente ingênua e a esta lhe cabe perdão.
Amaldiçoo cada lembrança que recai sobre mim como chuva do Sul, monção.
Ao nome dela não farei menção.
Ela não merece, mas ela sabe que me tem, o castanho dos olhos de um quase negro, de morena tez, minha perdição.
Queria que viesse e jamais fosse, mas sei que cicatrizes na vida de um homem vêm e vão..."

A ALMA DELA
ERA TÃO BOA
COMO O CORPO.
QUE BOM GOSTO.

3120 📜 Vez por outra surgem 'Novas Versões' de Fatos Já Consagrados e/ou até Comprovados. Em muitos casos não citam fonte, referência nem testemunhos de vivos ou de mortos, mas acham que estão fazendo História ou Jornalismo!

A LITERATURA
É DESSAS CAVERNAS
QUE PROPAGAM ECOS.