Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Pensamentos Mais Recentes

As grandes obras de arte foram sempre um milagre.
sfj,reflexões⁠

O destino do homem é este: ir andando, disse a Poeta.
sfj,reflexões⁠

Os homens estão sempre sedentos em busca de glória.
sfj,reflexões⁠

A verdade é Deus. Amar a Deus e amar a verdade é a mesma coisa.
frases cristãs 4⁠

O amor ao próximo vale mais do que todos os sacrifícios.
frases cristãs vol.4⁠

1° Soneto: A Voz Interna


Visão Embaçada


Oh não... Estou caindo.
Gritando até rasgar o peito.
A minha visão sumindo,
Revela-me que não há outro jeito.


Tudo o que tenho feito
Não terá nenhum sentido.
Sei que só tenho vivido
Acreditando ser imperfeito.


Agora não há mais
Como voltar atrás 
E escolher outro caminho
O meu futuro está longe demais
O meu presente, agora, tanto faz.
Estou me afogando sozinho.


Tsharllez Foucallt.

Muitos são os planos do homem, mas o que prevalece é o propósito de Deus. frases cristãs 7⁠

⁠O precioso segredo de uma vida santa: estarmos mortos para o pecado; vivos para Deus.
frases cristãs 7

"Quando Deus te abre uma porta, ELE espera que você entre"

Só ele é minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei abalado.
sfj,reflexões bíblicas ⁠

⁠Eu costumava achar que meu coração era feito de aço.
Agora entendo a verdade: algumas dores não cicatrizam.

BTS

Nota: Trecho da música NORMAL.

Inserida por pensador

⁠Pesada é a cabeça quando se busca a verdade.

BTS

Nota: Trecho da música NORMAL.

Inserida por pensador

⁠Se você quer ser um animal,
Amor, nós podemos ser animais

BTS

Nota: Trecho da música Like Animals.

Inserida por pensador

⁠Preciso que o estádio inteiro pule!
Larguem os celulares, vamos nos divertir!

BTS

Nota: Trecho da música Body to Body.

Inserida por pensador

⁠Você é o único lugar onde eu quero estar.

BTS

Nota: Trecho da música SWIN.

Inserida por pensador

Ser competitivo é esforçar-se para se superar a cada desafio e manter a serenidade tanto nas vitórias quanto nas derrotas, reconhecendo que cada derrota traz valiosos aprendizados.

⁠Mundo ruim
Fui embora e ainda assim eu acordo nesse mundo louco

BTS

Nota: Trecho da música SWIN.

Inserida por pensador

"Deus não faz tudo por nós, para não nos tirar o livre arbítrio e a parte da glória que nos cabe" Maquiavel, há 500 anos atrás. Por isso, observar este princípio é um procedimento inteligente" Ademar de Borba

Outrora, locais encantadores inspiraram-me versos.
aforismos vol.2⁠

⁠Os Frequentadores Assíduos da Agridoce Escola da Solitude dificilmente se contentam com meia companhia.


Há algo que a solidão ensina, e não é apenas o silêncio — é a escuta. 


Quem se demora nesse espaço aprende a reconhecer o próprio ruído interno, a distinguir carência de presença e distração de encontro. 


E, depois disso, já não dá para aceitar qualquer preenchimento como se fosse conexão.


A solitude, quando atravessada com coragem e disciplina, deixa de ser ausência e se torna critério. 


Ela afina o olhar. 


Mostra que companhia não é sinônimo de proximidade, nem conversa é garantia de vínculo. 


E, sobretudo, revela que estar com alguém pela metade cobra um preço inteiro.


Por isso, quem já se formou — ainda que provisoriamente — nessa escola agridoce, passa a estranhar o raso. 


Não por arrogância, mas por memória. 


Memória de quando estar só era muito mais honesto do que estar mal acompanhado. 


Memória de quando o vazio, ao menos, não fingia ser plenitude.


Meia companhia cansa porque exige que a gente finja completude onde só há fragmento. 


E quem já fez as pazes com a própria inteireza, mesmo imperfeita, começa a preferir o desconforto da ausência à ilusão da presença incompleta.


No fundo, não se trata de rejeitar o outro — mas de recusar o que não chega inteiro. 


Porque, depois de aprender a estar consigo e gostar disso, qualquer companhia que não soma, diminui.

Existe uma linha silenciosa entre sentir e se perder. Entre ouvir o mundo e permitir que ele te defina.
Durante muito tempo, você pode até acreditar que ser afetada é apenas sensibilidade — e, de fato, é. Mas há um ponto em que o que vem de fora deixa de tocar e começa a ocupar. E quando uma crítica tem o poder de te desmontar, ou um elogio te leva a um lugar que nem você sustenta sozinha, algo dentro de você já não te pertence por inteiro.
É sutil. Quase imperceptível. Mas perigoso.
Porque, aos poucos, você começa a se moldar pelo olhar alheio, a medir o próprio valor pela reação dos outros, a se reconhecer mais no reflexo do que na essência. E então, sem perceber, entrega a própria mente nas mãos de quem nem sempre entende o peso das palavras que carrega.
Sentir é humano, mas se perder não pode ser rotina. Nem toda crítica é verdade, nem todo elogio é medida. O que vem de fora pode atravessar, mas não pode permanecer sem que você permita.
Existe uma força silenciosa em se pertencer. Em saber quem você é, mesmo quando o mundo te aplaude ou te questiona. Em não se inflar com o reconhecimento, nem se despedaçar com a rejeição.
Porque, no fim, liberdade é isso: não se tornar refém de vozes passageiras. É voltar para si, todas as vezes, e ainda assim, permanecer inteira.

Fazer um detox mental diariamente, te liberta das sombras e vos coloca nos caminhos de Luz.

Bom dia, pra você que está lendo está mensagem! Nunca perca sua fé em Jeová, é através do seu filho amado, Jesus Cristo que as nossas orações chega ao Pai. Não pensa que Deus tenha esquecido de você, é porque tudo é no tempo de Deus, o homem é falho, mas benção de Deus é para sempre.

O Apito, a Matemática e o Óbvio


Em Natividade, vive-se um tempo curioso: discute-se muito, posta-se muito, argumenta-se muito — mas o trânsito continua falando a língua bruta da imprudência.
Em tempos de abusos no volante, não é o grito que organiza.
Não é a live que corrige.
Não é o discurso inflamado que reduz colisões.
As armas mais poderosas continuam sendo as mais simples:
o apito e a vigilância institucional.
O apito não é autoritarismo — é sinal.
A vigilância não é perseguição — é presença do Estado.
A matemática é elementar, quase primária:
Ausência de fiscalização + sensação de impunidade = abuso.
Presença constante + regra aplicada = redução do excesso.
Não requer hermenêutica. Não exige tese de doutorado. Não depende de narrativa ideológica.
É conta de soma.
Quando não há quem observe, alguns avançam o sinal.
Quando não há quem registre, alguns estacionam sobre a faixa.
Quando não há consequência, multiplica-se o descuido.
E a cidade paga em risco o preço da omissão.
Enquanto isso, ali perto, em Porciúncula, formam-se agentes, treinam-se procedimentos, aguarda-se homologação. Pode parecer burocrático. Mas é método. E método é a base da ordem.
Em Natividade, o debate muitas vezes se perde entre versões e justificativas. Porém, a rua não entende versões — entende presença. A rua não interpreta intenções — reage a ações.
O apito não é barulho.
É lembrança de limite.
A vigilância institucional não é espetáculo.
É aviso silencioso de que alguém está cuidando.
E quando o poder público hesita em assumir esse papel, a equação se resolve sozinha — e nunca a favor da coletividade.
No fim, a matemática do trânsito é cruelmente simples:
Onde o Estado não ocupa, o abuso ocupa.
Onde a regra não se impõe, o improviso reina.
Não é questão de opinião.
É questão de soma.

A lua se esconde entre as nuvens na noite escura. Pensamentos caminham entre as músicas do antes que tocam no hoje. Cheia, ela me lembra daqueles olhos, assim como o começo do que nunca terminou. Entre vidas, caminho sem rumo, buscando chegar na direção do que sempre quis, mesmo antes de saber. Do que sempre esteve lá, muito antes de poder sentir. Da promessa feita mesmo antes de nascer.
- Marcela Lobato