Pensamentos Mais Recentes

2211 📜 "Antes do Meu Aplauso e do Meu Reconhecimento, você🫵 precisa me convencer. E está difícil!"

2210 📜 "O que Cecília Meireles, Florbela Espanca e Fernando Pessoa tem em comum? Provavelmente (e por enquanto) só eu sei!"

2209 📜 "Nem Guimarães Rosa nem Mario Quintana nem Fernando Pessoa. Os maiores Criadores de Neologismos são os bebês e as crianças pequenas. Desmintam-me!"

“O Templo é o tempo do tempo que perdemos na tentativa de encontrar tempo para amar o próximo.“
Dom Veiga

⁠Eu, um estudioso nato do comportamento humano, não posso nem quero ajudar ninguém a relativizar a reação de alguém.


Toda ação ou reação tem uma história…


Antes de ser julgada como exagerada, desproporcional ou irracional, ela foi construída por experiências, memórias, dores, expectativas e limites que, muitas vezes, são invisíveis para quem observa das arquibancadas.


Vivemos em uma cultura que insiste em ensinar as pessoas a suportarem mais, sentirem menos e questionarem até a própria percepção. 


Quantas vezes alguém procura ajuda e, em vez de acolhimento, recebe argumentos para convencer-se de que “não foi bem assim”, “você está levando para o lado pessoal” ou “a outra pessoa não teve essa intenção”? 


Embora a intenção tenha seu lugar, ela nunca apaga o impacto.


E de bem-intencionados, convenhamos, o inferno está abarrotado.


Estudar o comportamento humano, mais de perto, me ensinou que compreender não é o mesmo que justificar. 


Explicar por que alguém agiu de determinada forma pode ampliar a consciência, mas jamais deve servir para invalidar a experiência emocional de quem foi afetado. 


Quando transformamos toda uma dor em um exercício de relativização, corremos o risco de silenciar quem mais precisava ser ouvido.


Não quero nem posso ensinar pessoas a duvidarem daquilo que sentiram. 


Quero ajudá-las a reconhecerem suas emoções, entenderem seus gatilhos, ampliarem seus recursos internos e responderem à vida com mais consciência — não com menos verdade.


A maturidade emocional não consiste em deixar de sentir ou em minimizar o que aconteceu. 


Ela nasce quando somos capazes de validar a própria experiência, compreender o contexto e, a partir daí, escolher como agir. 


Isso é muito diferente de fingir que nada aconteceu só para preservar o conforto de quem nos causou desconforto.


Se existe uma responsabilidade em quem estuda o comportamento humano, ela não é a de anestesiar emoções, mas a de promover discernimento. 


Acolher antes de interpretar. 


Escutar antes de explicar. 


E lembrar que, por trás de cada reação, existe uma necessidade, um valor ou um limite tentando ser comunicado.


Porque ninguém cresce sendo convencido de que sente de menos ou demais.


As pessoas crescem quando descobrem que podem sentir com honestidade e, ainda assim, agir com maturidade.

2208 📜 " 'Aparentemente muito Interessante. Mas... O Interessante mesmo (e de verdade) é que não acredito em nada do que aí está'. Foi o que eu disse para Ele, para Ela, para ambos e para quem mais chegasse!"

⁠Vai ficar muito rico o cara que inventar remédio pra matar a saudade.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠A saudade é o câncer do distante, no tempo e no espaço.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Embora às vezes se pareçam, é bom não confundir amnésia com anistia.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Quem confunde liberdade de pensamento com liberdade é porque nunca pensou em nada.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Só jornais mentirosos, escandalosos, corruptos e caluniadores nos dão a medida exata da liberdade de imprensa.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Ser brasileiro me deixa muito subdesenvolvido.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Minha especialidade e meu orgulho; sou o maior leigo do país.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠No princípio do século o mundo estava sempre à beira da guerra. No fim do século não está nem à beira da paz.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠É como você notou:
O tempo não passa.
Já passou.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠A mim sempre doeu, o tempo. Não são ponteiros, são espadas. Cada vez há mais mortos do que vivos. A ampulheta engole toda a areia do mar.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠O primeiro encontro nunca se repete. E a gente passa a vida querendo repetir o primeiro encontro.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠O mundo se divide entre os que acham e os que não sabem onde botaram.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Confessemos, somos todos idiotas, incapazes de realmente compreender qualquer coisa que se passa em volta. Mas quem reconhece isso deixa de ser idiota e passa a ser filósofo. Uma outra espécie da mesma coisa.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Um mal necessário não é necessariamente um mal. E muito menos – necessário.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Não há nada mais idiota que um idiota querendo bancar que não é.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠O Brasil é o país mais maravilhoso do mundo. Mas o mundo não sabe.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

⁠Ignorância é o que todo mundo tem na mesma proporção, só que em outra coisa.

Millôr Fernandes
Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM, 2011.
Inserida por pensador

Bom dia!
Quando as luzes se apagam é porque o espetáculo terminou, mas no palco da vida ainda que esteja escuro o espetáculo continua em busca do sucesso desejado. Boa semna feliz segunda-feira ☺️ 👏👏
Ery santanna

Bom dia!
Acordar e ver um novo dia é são as bênçãos de deus a nós guiar, fazer o sinal da cruz para nós proteger é colocar deus a nossa frente para nós guiar.❤️❤️
Ery santanna