Pensamentos Mais Recentes
Deus é bom o tempo todo… até quando a noite parece longa, Ele continua sendo fiel, cuidando de tudo que a gente não consegue ver.”
ENTRE ONTEM E AGORA.
O tempo escorre entre os dedos, em vão, levando contigo o que havia de chão.
Ficou no silêncio um traço de nós, eco de beijos guardado na voz.
Tua ausência é brisa que insiste em tocar, lembranças que vem sem nunca avisar.
O amor não partiu, só mudou de lugar, vive no tempo que insiste em passar.
- Iani Melo >•<
Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.
A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.
Para conquistar o que deseja, duas coisas são fundamentais: fazer sua parte com excelência e contar sempre com Deus.
Persiga seus sonhos discretamente e compartilhe suas conquistas sem alarde. Barulho em excesso causa distração e irritação.🕊
Em uma mesa de bar, um católico devoto debatia política com um amigo evangélico, enquanto uma senhora espírita ouvia atenta, ao lado de um praticante de religiões africanas, que exaltava a força de seus ancestrais. Um jovem budista tentava acalmar os ânimos, falando sobre desapego, e um senhor judeu, conhecido da vizinhança, comentava sobre a situação no Oriente Médio com um velho muçulmano. A discussão acirrou quando um empresário, assumidamente de direita, defendeu reformas econômicas, sendo imediatamente contestado por uma professora universitária, de esquerda ferrenha, que pedia mais investimentos sociais. No fim, todos concordaram que, enquanto religião e política costumam ser assuntos proibidos em mesas educadas para evitar brigas, o futebol e a cerveja são justamente o contrário: são o combustível para a torcida, a comemoração e, claro, a "saideira" depois do apito final.
Se eu passar pela Grande Tribulação, eu não tenho receio! Pois o Deus que me livra hoje das calamidades, que aconteceram , neste mês em Portugal! Esse é o meu Deus, que me livra da Grande Tribulação. MAS SE não livrar, não faz mal. Bendito seja o Deus todo Poderoso!
O ENIGMA DA RECONSTRUÇÃO
Entre fases e eclipses, as sementes germinam no escuro.
Coleciono silêncios macerados em cascas retorcidas no caminho.
Nesta reconstrução, que transmuta uma densidade veloz a alma meio atônita,
Observa da dimensão os meteoros dos planetas distantes que não ferem,
mas iluminam o que não tem fim.
Intuições sussurram notas musicais e raras em minha mente confusa e abstrata
até que o enigma se decifre em versos flutuantes
que buscam uma aterrissagem plana
nesse campo estelar do infinito que tento encontrar dentro de mim.
Carrego com mão trêmula a lanterna da luz do tempo
que me faz renascer a cada suspiro.
VIGÍLIA DO SONO
Escrevi letras no céu.
As pálpebras teimam em fechar,
a mente tenta buscar fragmentos para compor
mais um verso.
A imagem vem do sol, em retrocesso,
que piscou e sorriu para a lua.
Foi aí que o sono veio:
a alma se despiu da matéria,
ficando nua.
Caindo como um véu,
cobriu meus olhos e adormeci.
Amanhã o sol me desperta na janela e me diz:
— Continue a escrever seus sonhos de papel.
Lu Lena / 2026
O ALICERCE DO INVISÍVEL
O Arquiteto que nos deu o sopro da vida trabalha em silêncio. Enquanto o mundo se deslumbra com muros e fachadas, Ele cava o solo do que não se vê.
Silencie: a planta baixa da sua alma pode ser apagada; Ele pode redesenhar todo o projeto do seu ser.
Deixe que Ele molde o seu íntimo.
Sustente o que é eterno.
Seja um alicerce inquebrável.
Lu Lena / 2026
Hoje, notei que não sou nada. Acreditei ser muita coisa por muito tempo, diria eu, um pernóstico, mas notei que não sei nada. Não quero mais saber nada. E, principalmente, suspeito não ter mais ambição de tornar-me nada.
Carnaval e às Máscaras
Máscaras, suas mil e uma utilidades, suas diferentes finalidades.
Alguns as usam para esconder o próprio eu perverso; outros, para revelar a própria humanidade.
No Carnaval, temos o privilégio de usá-las, na maioria das vezes, não para ocultar, mas para expressar a alegria que habita a alma brasileira.
[Lábio a Lábio]
desregrada,
descolada do óbvio,
ecoando berros silenciosos,
neste emputecimento coletivo.
Lá vem Ela,
diluída,
marinada em revolta,
Ela vem (des)gostosa.
espremeu mazelas,
tirou delas o caldo
de tua força motriz,
vistosa.
Gladiadora dos Afagos,
fez geleia do real,
realeza do pântano,
viscosa.
Incrível
a constatação,
o mundo não vale Ela.
quando mergulho de encontro
neste todo desconfigurado,
a conexão desagradável
é precisamente o que nos conecta.
Persisto,
só pra sentir o cheiro dela,
teu odor sério, sincero
severo adocicado,
saborear teu gosto,
lábio a lábio.
é incrível,
como diante de uma paixão,
nosso mundo brilhante, se esmigalha.
Somos fruto do pouco provável,
Nós descendemos do imprevisível,
então, não se comova,
Você está condenada,
a ser irresistível.
Ela vem Lá,
desconstruída,
embebida em revolta,
Lá vem Ela.
(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)
A Quarta-Feira de Cinzas é, portanto, uma celebração ritual que sintetiza a memória cultural, a simbolização religiosa e a consciência antropológica da mortalidade humana, funcionando como um ponto de inflexão entre a festa popular e a reflexão espiritual, entre o corpo e o espírito. Ela nos lembra que qualquer jornada de sentido exige reconhecimento de nossas limitações e, ao mesmo tempo, uma busca consciente de transformação.
O seu futuro depende de você. Vai sair da zona de conforto e ir à luta ou vai continuar parado, apenas pensando?
Que a semana seja coberta pela graça de Deus. Que Ele te proteja, te fortaleça e te surpreenda com boas notícias. Que a luz divina ilumine seus caminhos hoje e sempre.
"Liderança sólida exige três disciplinas: palavras corretas, foco no objetivo e passos firmes no caminho certo."
inspirado em Provérbios 4:24-27
