Pensamentos Mais Recentes
Muitos homens têm o ego inflado e querem crescer profissionalmente. Mas alguns ficam ofendidos com o crescimento profissional de suas mulheres e passam a se comportar de forma grosseira e violenta, estremecendo o laços afetivos com suas parceiras.
Ao perceberes que, independentemente de teus feitos, sempre haverá quem te queira bem e quem te queira mal, descobrirás que muitas das críticas e dos desestímulos que tentam abalar-te são, na verdade, inveja disfarçada, atestando tua ascensão a lugares cobiçados por muitos. Não te iludas: a hostilidade alheia é, muitas vezes, a prova mais contundente do teu sucesso.
Metamorfose
O tempo voa e nada fica. Doei o que não me servia e fiz do resto adubo. Sou feita de fases, luzes e lutas atípicas que só Deus sabe. No Carnaval, não uso máscara. Vou me virar do avesso.
Lu Lena
0465 "Há 'Historiadores' que não se mancam pelo que acham, sem exatamente apurarem. Um desses viveu insistindo que a 'Fuga de Dom João VI das tropas de Napoleão foi ato heróico, de grande estadista!' Como pode algo assim?"
0464 "Quem não tem Herói proprio costuma se apropriar dos Heróis dos Outros. Comunistas, por exemplo, têm a desfaçatez de dizer que Jesus era Comunista, coitados!"
Refrão
A maquiagem não é a beleza da vida.
Aprenda a conviver, querida.
É você — inteira, real —
a imagem que eu gosto de ver.
0463 "Sou um daqueles que escreve por prazer, não por dinheiro. Mas... Se quiserem pagar, fiquem à vontade!"
Existem conexões que o coração explica, mas a minha com você só a alma entende. Te quero por inteiro, hoje e sempre.
Muitas vezes, o respeito se sustenta na ignorância; a intimidade permite comparações, ativa projeções e transforma diferenças em defeitos.
Te querer com a alma significa que, mesmo que o mundo mude, o que sinto por você permanece intocável e eterno.
Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.
A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.
Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.
A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.
Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.
Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.
Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?
A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.
Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.
No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.
A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.
Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.
Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.
A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta
Metamorfose da Alma
O tempo voa. Tudo passa e nada é pra sempre. Doe o que não precisa mais de você. Crer que é capaz é o despertar. Domine a situação, não a deixe dominar. Cada ser tem sua luz e caminho. Na luta atípica, Deus nos levanta. Agora, sou de fases, colhendo o adubo. No Carnaval? Vou me virar do avesso.
Lu Lena
0462 "A Admiradora ficou tão feliz com minha Apresentação que disse que eu merecia Programa na TV. 'Outro programa na TV?' Indaguei, gentilmente!"
