Pensamentos Mais Recentes
Existe o amor que não se rende.
Ele apanha da vida, sangra em silêncio, mas não recua.
É teimoso, firme, não por orgulho,
mas porque acredita que sentir vale mais que desistir.
Esse amor permanece quando tudo diz “chega”,
e resiste não por fraqueza,
mas por coragem.
Há também o amor que busca respostas.
Ele questiona, observa, sente dúvidas.
Não se contenta com migalhas nem com palavras vazias.
Quer entender gestos, silêncios e distâncias.
É um amor inquieto, porque sabe
que amar sem verdade é se perder de si mesmo.
E existe o amor indeciso na caminhada.
Caminha com o coração em conflito,
dando passos curtos, olhando para trás.
Não sabe se fica, se vai, se espera.
Não é falta de sentimento,
é medo de errar o caminho
e se machucar outra vez.
Amor que se diz amor
busca ser verdadeiro.
Não se esconde, não engana,
não vive de meio termo.
Amor de verdade pode até falhar,
mas nunca trai aquilo que sente.
... o que tiveres que fazer, faze-o agora.
Jamais esperes por um melhor momento,
visto que eles, via de regra, devido à dúvida ou ao receio, costumam ser
desfavoráveis!
Um dos grandes Segredos da Existência, é conquistar a independência, dos vícios que escravizam, de pessoas que manipulam, de associações que exploram. Sendo livre, seu medo morre, sua vontade se conecta com o Livre Arbítrio e seu SER mais profundo encontra o ABRIGO SEGURO, que procura para SER
em ESSÊNCIA.
F. Meirinho
Desde que nasci, eu nunca saí de dentro de mim; porque me iludir então, vivendo para o mundo longe de mim?
O mau caráter, o egoísta, aquele que engana, não segue as regras, as leis, acha que vai ser feliz assim, puro engano, todos que conheci durante minha vida, tiveram uma vida vazia, sem amigos, odiado por todos a sua volta!!!
Não é o erro ortográfico que fere.
Ele é humano, revisável, transitório.
As vezes,
eu escrevo com dúvidas,
com falhas,
com lapsos de gramática
e excesso de urgência na alma.
Escrevo para dizer o que pulsa,
não para performar perfeição.
O erro verdadeiro
não tropeça em letras,
ele tropeça na ética.
Ele aparece
quando quem educa,
comunica e governa
falha não somente na língua,
mas no compromisso
com o pensamento crítico,
com a democracia
e com a história.
Nada é mais contraditório,
mais absurdo e mais perigoso
do que uma democracia
que militariza suas escolas públicas.
Ali, onde deveria florescer
o questionamento,
se ensina a obediência.
Onde deveria nascer
o pensamento crítico,
se impõe a ordem.
Esse é o início silencioso,
porém oficial,
da formação de uma
mentalidade dócil,
hierarquizada,
pronta para a fascistização.
Aí está o verdadeiro erro
e o maior clamor.
✍©️@MiriamDaCosta
... Spica ... Explica ...
O Farol em mar revolto
É sempre A Estrela Solitária ...
Gratidão pela Luz ...
Meu amor, um dia gostei demais que doeu. Sentia muito carinho e admiração e agora toda essa consideração tem que ser esquecida. A vida tem dessas, de amar errado... é doloroso e agoniante, pois estes sentimentos intensos e confusos te deixam vulnerável e ansioso, mexe demais com o coração. Mas ou escolho sofrer ao lado deste que traz estes sentimentos ou escolho ser feliz e saudável sozinha. ( que foi o que fiz, ser
"Amada"
Sou assim, meio poeta, meio trovador, meio sonhador...
quando partistes pus-me a chorar...
Se retornas alegro-me repentinamente e ponho-me a cantar.
Minhas quimeras são realidades,
no seu rosto angelical...
o teu corpo deslumbrante, não existe outro igual.
O teu cheiro está em mim
em mim habita o teu amor
Amada nunca se esqueça: eu te amo com todo o fervor
hoje é bem sabido que o tempo passou, e agora já nos separou... mas ainda sinto em meus lábios o sabor do teu amor.
Te amo hoje, agora e sempre; por toda vida... te quero, te espero, assim... sem pressa, pois o amor ainda existe, ainda resiste o amor que habita em mim.
(Emerson Edeberg)
"Tudo que fiz foi pela preservação da beleza da rosa, e não em função de uma única pétala".
(Cleo Bernardo)
Gestos humanos
Quando eu fechei a porta e saí à rua, percebi que considerava o que aconteceria como algo que já havia acontecido, o que era familiar, era um pé no futuro. Era como se tudo existisse de forma imutável: o passado seria o futuro. Daí veio uma nova consciência que derreteu o que era sólido: a visão de um fluxo eterno no qual nada estava fixado. A percepção do movimento da minha mente agora, em que não há repetições. Tudo era novo, era o olhar de um recém-nascido.
Eu comecei a caminhar pela calçada e vi que todos os meus gestos, a forma de caminhar, as expressões do meu rosto, eram apenas um teatro inconsciente. As minhas ideias, a minha forma de enxergar e de ouvir, a minha noção do tempo, eram apenas um formato, um figurino. Tudo para me manter dentro de um padrão reconhecível, assim os outros saberiam o que esperar de mim. Conseguia, então, suprir duas carências: confirmar os costumes e ter uma ilusão da minha identidade. Assim, os outros dizem quem eu sou. Isso é o máximo que temos para responder à pergunta. Claro que o que pensam sou eu que penso, portanto, eu sou os outros. Isso me deixou em dúvida, pois as pessoas fazem parte do fluxo interminável dos movimentos e como eu poderia saber o que pensam, se duvido da percepção? O tempo é a consciência desses movimentos e da sua constante dialética. O que é horizontal vira vertical e vice-versa. Na verdade, não existe uma mente. O que há é um pensamento que engloba este momento, a realidade.
Gotinhas de Amor:
Oceanos da Diversidade
A Aventura Tátil da Lu
Brasil,2026
Lu era uma menina curiosa e criativa.
Ela não enxergava como os outros colegas, mas isso
nunca impediu seu sorriso de brilhar.
Com as mãos, Lu descobria o mundo: sentia as formas,
as texturas, os caminhos… e com os ouvidos,
guardava sons como pequenos tesouros.
Na escola, porém, nem tudo era fácil. Algumas brincadeiras dependiam muito dos olhos, e Lu, às vezes,
ficava sem saber como
participar. Enquanto os colegas corriam ou
apontavam coisas, ela esperava, imaginando como poderia brincar junto.
A professora percebeu isso com carinho.
Então, junto com as crianças, decidiu mudar algumas coisas.
— Vamos brincar de um jeito que todo mundo
possa participar! — disse ela.
Os amigos começaram a descrever as brincadeiras para Lu, usando palavras cheias de cuidado.
Criaram jogos com objetos de diferentes
texturas, sons e cheiros.
Também inventaram os passeios sensoriais,
onde Lu explorava a sala tocando, ouvindo e
sentindo cada cantinho. Lu se sentiu acolhida.
Fez amigos, riu alto e descobriu que aprender podia ser uma aventura incrível — do jeitinho dela.
Um dia, a professora teve uma ideia especial:
— Que tal uma caça ao tesouro pela escola?
Os olhos das crianças brilharam.
Mas logo alguém perguntou:
— E a Lu? Como ela vai brincar?
Os amigos não pensaram duas vezes.
Adaptaram o jogo com amor.
Em vez de procurar pistas com os olhos, Lu usaria o tato e a audição. As pistas seriam
objetos com texturas diferentes,
sininhos, caixinhas que faziam barulho. Enquanto
caminhavam, os amigos
descreviam cada passo, cada curva do caminho.
Lu levava uma caneta de cheiro e marcava o
percurso, rindo a cada nova descoberta.
— Está quente… agora macio… escuta esse som! — diziam eles.
No final do caminho, encontraram o tesouro:
um saco cheio de
brinquedos sensoriais — bolas texturizadas,
chocalhos, tecidos e objetos curiosos.
Lu ficou tão feliz que teve outra ideia.
— Agora é minha vez! — disse ela, animada. — Vou criar uma
caça ao tesouro tátil para vocês!
E assim, naquele dia, os amigos aprenderam que existem muitas formas de explorar o mundo.
Algumas com os olhos, outras com as mãos, os ouvidos…
E todas cheias de descobertas.
Porque quando a escola acolhe, todo mundo aprende junto.
Fim
Ser bom é escolher ajudar com consciência; ser idiota é deixar que confundam sua bondade com fraqueza.
Bondade é agir com consciência e firmeza; idiotice é deixar que confundam sua generosidade com fraqueza.
Estou em uma fase em que as lembranças perderam o brilho e a inspiração se escondeu, mas há esperança de que, com pequenos gestos imaginativos, elas voltem a dançar e iluminar os pensamentos. No momento me dou o direito de plagiar plágio de alguém...
Ser bom é ajudar com consciência e limites; ser idiota é permitir que os outros tirem proveito da sua bondade como se fosse fraqueza.
