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A arte e a música brasileira produzidas a partir da década de 1980, especialmente o rock e o metal, carregavam consigo marcas profundas da resistência e da indignação contra os anos de repressão impostos pela ditadura. A fúria presente nas letras, nos instrumentos e nas atitudes não era apenas estética: representava a necessidade de uma geração de recuperar a liberdade de expressão e confrontar uma sociedade que havia sido silenciada.
O rock e o metal tornaram-se, portanto, manifestações de inconformismo social e político. Eram vozes que transformavam revolta em arte, questionando autoridades, costumes e estruturas sociais. Mais do que simples entretenimento, aquela produção artística refletia o desejo coletivo de romper com o medo e recuperar o direito de pensar, criticar e existir livremente.
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Nenhuma solidão é tão brutal quanto a de quem vê as próprias ilusões apodrecerem por dentro e, sem ter para onde fugir, é condenado a habitar o cadáver daquilo que um dia o manteve vivo.
Não vendo o meu dom,
amo o que sei fazer,
carro quase todo mundo têm,
dinheiro eu fico sem,
mas poetizar me faz viver!
📌 "Não existe liberdade e não existe determinismo. Isso foi criado pela humanidade. Existe a pura realidade — uns têm recursos, outros não. Devemos viver a realidade como ela é, sem criar dogmas. E a partir dela, cada um cria o seu próprio conceito de realidade."
"A reserva humana não é o que sobra quando a máquina avança, mas o espaço intransferível que a tecnologia jamais poderá habitar."
Quando a emoção toma conta, a razão se cala. No auge da raiva, do desespero, da dor — pare. Respire. Não decida nada enquanto o coração estiver gritando mais alto que a mente. A calma não é fraqueza: é o espaço que damos a nós mesmos para enxergar com clareza, para agir com sabedoria, para não deixar que o momento destrua o que o tempo construiu. Espere a tempestade passar dentro de você. Só então tome sua atitude. Porque a decisão tomada com emoção pode trazer arrependimento para sempre; a decisão tomada com calma, essa, te serve para a vida toda. 💙
Poeta é aventureiro,
não quer nem saber de dinheiro,
vive igual os animais,
tanto fez e tanto faz,
só quer viver em paz!
Passar meus valores obrigatoriamente como se fossem universais é, no mínimo, contra a intelectualidade.
A beleza externa deslumbra, mas favorece somente quem a tem.
A beleza interna encanta e claramente motiva outrem.
28/08/26
LINHA DO TEMPO E TRAJETÓRIA DO AUTOR E ESCRITOR:
MARCELO CAETANO MONTEIRO.
A trajetória do autor tem elementos importantes: infância, início precoce na escrita, produção bibliográfica, atuação cultural, participação comunitária, premiações e projetos sociais. registros públicos mencionam sua produção de dezenas de livros, atuação cultural e o Berçário Dr. Orbino Werner, além de reportagens e perfis de autor.
Marcelo Caetano Monteiro nasceu em Manhumirim, Minas Gerais, onde construiu uma trajetória marcada pela literatura, pela pesquisa, pela reflexão filosófica e pelo compromisso com a cultura. Desde a juventude revelou uma profunda inclinação para as letras, iniciando sua caminhada como escritor ainda muito jovem. Seu primeiro romance, “Duas Raças”, foi concebido aos 13 anos de idade, demonstrando uma vocação precoce para a criação literária.
Autodidata, escritor, poeta, romancista, filósofo, historiador, pesquisador e musicista, Marcelo Caetano Monteiro desenvolveu uma produção independente que percorre diversos gêneros literários: romances, poesias, contos, ensaios filosóficos, reflexões psicológicas, estudos históricos e obras voltadas à espiritualidade.
Ao longo de sua trajetória, reuniu uma extensa bibliografia. Registros públicos de sua carreira literária apontam dezenas de obras escritas, chegando a aproximadamente 60 livros produzidos em diferentes períodos de sua vida, abrangendo variados campos do pensamento humano. Entre suas obras encontram-se títulos como “Primavera de Solidão”, “Poemas do Universo”, “Réquiem Poético”, “Nas Sandálias do Nazareno”, “O Sorriso dos Espíritas”, “A Bíblia, Heréges e Outros Personagens Relevantes”, “O Homem Material”, “De Dentro de Nós”, “Florais do Evangelho”, “Não Há Arco-Íris no Meu Porão”, “Desejo de Sumir” e “Migalhas da Grande Mesa”.
Sua obra literária apresenta como eixo central a investigação da alma humana. O autor procura compreender os conflitos interiores do indivíduo, suas dores silenciosas, suas buscas existenciais e os caminhos possíveis para a transformação moral. Em “Migalhas da Grande Mesa”, desenvolve reflexões sobre Jesus, consciência, orgulho, humildade, virtudes e evolução espiritual, conduzindo o leitor a uma análise profunda dos mecanismos psicológicos e morais do ser humano.
Além da literatura, Marcelo Caetano Monteiro possui uma história de participação cultural e social em sua comunidade. Foi membro fundador da Associação dos Artistas e Livres Pensadores (AALP), participou de movimentos culturais, atuou junto a instituições ligadas à cultura e esteve envolvido em iniciativas assistenciais.
Entre suas atuações sociais, destaca-se sua participação como um dos membros fundadores do Berçário Dr. Orbino Werner, em Manhumirim (MG), iniciativa ligada ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Fígner, voltada ao atendimento infantil e à assistência às famílias da comunidade.
Sua trajetória também registra reconhecimento em concursos literários e homenagens por seus trabalhos, incluindo premiações e menções de mérito no campo das letras. Obras como “Brasil, Sangue de 500 Anos”, “Retalhos da Paz” e “Réquiem Poético” são citadas entre produções que receberam destaque em eventos literários.
Com presença de seus livros em bibliotecas, municípios brasileiros e leitores de outros países, como Estados Unidos, França e Portugal, Marcelo Caetano Monteiro consolidou uma carreira independente, marcada pela perseverança de quem transformou a escrita em instrumento de reflexão, memória e busca pela compreensão da existência humana.
Sua literatura permanece como testemunho de uma vida dedicada às perguntas fundamentais do ser humano:
Quem somos?
Qual o sentido da existência?
E para onde caminha a consciência diante do infinito?
Para Marcelo Caetano Monteiro, escrever é mais do que registrar palavras: é oferecer ao mundo fragmentos de pensamento, pequenas porções de luz, reunidas na grande mesa da experiência humana.
A trajetória de Marcelo Caetano Monteiro também é marcada pela participação ativa em movimentos de estudo, cultura e espiritualidade, sempre valorizando o trabalho coletivo, a formação de grupos e a transmissão do conhecimento.
Em 18 de abril de 1997, participou como um dos fundadores da Mocidade Espírita Chico Xavier, tendo como presidente da instituição, naquele período, Paulo Rogério Gomes, e Marcelo Caetano Monteiro atuando como monitor. A iniciativa representou um importante espaço de estudo, reflexão e aproximação dos jovens com os princípios do Evangelho de Jesus e da Doutrina Espírita.
Ao longo de sua caminhada junto ao Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner e ao Centro Espírita Manoel Soares, em Manhumirim, Minas Gerais, Marcelo Caetano Monteiro manteve uma postura voltada ao serviço, ao estudo e à colaboração.
Embora tenha participado ativamente de atividades doutrinárias e administrativas, jamais buscou ocupar a presidência de qualquer departamento das referidas instituições. Sua escolha pessoal sempre esteve direcionada ao papel de colaborador, monitor e dirigente de grupos de estudo, valorizando a construção coletiva, o aprendizado compartilhado e a responsabilidade espiritual acima de posições hierárquicas.
Para Marcelo Caetano Monteiro, a verdadeira liderança não está necessariamente nos cargos ocupados, mas na capacidade de servir, orientar, incentivar o estudo e contribuir para o crescimento intelectual e moral das pessoas.
Essa postura acompanha sua própria concepção de literatura: a palavra como instrumento de esclarecimento, fraternidade e transformação interior. Tanto em seus livros quanto em sua atuação comunitária, permanece o propósito de oferecer reflexões que auxiliem o ser humano na busca pelo conhecimento, pela ética e pela compreensão mais profunda da existência.
Que tipo de monstro criaria um universo como o nosso só pra ver as pessoas sendo dilaceradas pela vida e pelas próprias emoções?
- Marcela Lobato
Sempre achei que a lei do nosso amor
vigorava sem nunca ter um veto
Mas se amor não acaba por decreto
é por falta de zelo e de calor
Não precisa um juiz ou promotor
decretar que o amor chegou ao fim
Eu aceito que tudo seja assim
e não vou reclamar nada em juízo
Seu orgulho tem dado prejuízo
muito mais a você do que a mim!
Talvez meu maior defeito seja essa necessidade imparável de expressar o que sinto pela arte. Eu não sei fazer uma música "do nada". Não sei ver um filme e criar inspirada em uma história fictícia ou longe da minha realidade. Se não escrevo ou canto, sufoco. E não basta criar, preciso mostrar ao mundo.
As vezes seguro coisas que faço por medo de consequências. Por medo que alguém entenda errado, ou que aquilo machuque alguém que me importa, mas me machucou e gerou aquilo em algum momento. O problema é que sinto que sufoco a cada segundo que seguro algo que precisa ser dito, e não sei o quanto ainda posso resistir segurando tudo isso.
E se quem gerou o que me fez compor ou escrever nunca tivesse acesso ao que fiz, sinto que seria como guardar tudo só pra mim. Não quero atingir, apenas falar. Por muitos anos calei todas as minhas dores. Na infância, sempre fingia estar bem, mesmo quando todos os dias era humilhada em ambientes escolares extremamente hostis. Talvez isso tenha me feito ser assim hoje, e talvez o que chamo de "grande trauma primordial" tenha tido tanta força por isso, me afetando até hoje, em 2026, mesmo que tenha acontecido quase em outra vida, em 2011.
Quando eu escrevo, é porque já não tenho opção. Quando escrevo é porque é isso ou desaparecer. É porque é a única forma de suportar e sobreviver a mim mesma. É porque ou grito, ou deixo o que calei continuar me corroendo por dentro. Eu queria poder ser sincera, e explicar as coisas para quem precisa saber, mas na maior parte do tempo isso não é uma opção, e muitas vezes, tentando me explicar, parece que só consigo estragar tudo de vez.
- Marcela Lobato
. O Encontro de Duas Vulnerabilidades
"Abrir a porta exige uma dose imensa de fé de ambos os lados, pois o encontro humano é um espelho de nossas próprias fragilidades. Quem bate, traz nos ombros o peso de uma dor que já não cabe em si e busca, desesperadamente, um sopro de abrigo. Quem abre, por sua vez, muitas vezes também habita o seu próprio silêncio, curando feridas escondidas que ninguém vê. Girar a maçaneta, portanto, é um ato de coragem mútua. É escolher acreditar, mesmo com as mãos trêmulas, que o remédio para a nossa alma está na capacidade de acolher o outro. Nesse instante sagrado, duas histórias se cruzam não para somar dores, mas para multiplicar o consolo e a esperança."
A vida é feita de momentos. Estejamos apegados a eles ou não, eles sempre vão passar, porque tudo passa. Por isso, aproveite cada instante bom para viver plenamente!
TODO TIRANO TEM UMA PALAVRA BONITA PARA CHAMAR SUAS CORRENTES
“Chamam de liberdade o direito de escolher. Eu já vi o que os homens fazem quando podem escolher. Se preciso retirar deles uma parte da liberdade para impedir que destruam tudo outra vez, então que me odeiem. Prefiro carregar o ódio de um mundo vivo a receber o perdão de suas ruínas.”
— Malak-Asur, personagem de Ender: Genesis Protocol
Obra: Ender: Genesis Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
ALGUMAS PESSOAS NÃO CAMINHAM POR NÓS — ELAS NOS ENSINAM A NÃO PARAR
“Peter nunca me disse qual caminho eu deveria seguir. Ele só caminhou ao meu lado por tempo suficiente para que eu descobrisse que também conseguia continuar sozinho.”
— Ender, personagem de Ender: Genesis Protocol
Obra: Ender: Genesis Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
ÀS VEZES, ADMIRAMOS ALGUÉM PELO QUE ELE DESPERTA EM NÓS
“Jack nunca precisou ser o mais forte para que eu o procurasse com os olhos. Quando ele chegava, alguma coisa em mim simplesmente acreditava que tudo ficaria bem. Talvez ele nunca tenha percebido isso… talvez eu tenha passado tempo demais esperando que percebesse.”
— Mag, personagem de Ender: Genesis Protocol
Obra: Ender: Genesis Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
