Pensamentos Mais Recentes
Vivemos em uma sociedade que corre demais
e sente de menos.
Aprendemos a falar alto,
mas desaprendemos a escutar.
Compartilhamos opiniões,
mas raramente carregamos empatia.
A dor do outro virou estatística,
conteúdo que se consome e se esquece.
Sorrimos em fotos,
enquanto escondemos o cansaço
por trás de filtros e frases prontas.
Talvez o maior vazio do nosso tempo
não seja a solidão,
mas a falta de humanidade
em meio a tanta gente.
Se quiser, posso deixar o texto mais poético, mais crítico, ou mais esperançoso, mesmo mantendo o tom triste.
Aprendi a conviver com a ausência
como quem aprende a respirar debaixo d’água.
No começo doeu,
os pulmões queimavam de lembrança,
mas depois o corpo se acostuma
a viver com menos ar,
com menos riso,
com menos você.
Às vezes ainda emergem memórias
como bolhas —
estouram rápido,
mas deixam o peito pesado
por horas.
Mulheres! ( Feminicídio - Brasil)
Leiam, reflitam e ATENÇÃO!!!
“Melhor que nada!”
— Não. Melhor nada.
Pensem com cuidado antes de se envolverem emocionalmente com qualquer exemplar masculino da fauna humana.
Verifiquem antecedentes, consultem registros públicos , o #JusBrasil está disponível para isso.
Informação também é forma de autoproteção,
procurem uma instituição de apoio à mulher,
uma ONG, uma delegacia da mulher, uma instituição social, o que houver...
Peçam orientação!
Não tenham medo.!
Nem vergonha.
As estatísticas mais recentes são alarmantes.
O perigo não é exceção.
É estrutural.
Todo cuidado é pouco.
E toda mulher tem o direito de permanecer viva, inteira e livre.
✍©️@MiriamDaCosta
Quando a tempestade chegar
Cuidado
15 cm na canela
E as àguas podem te arrastar
E matar
"O arco íris veio depois que a tempestade acabou, mas eu não estava lá para ver"
Quando a tempestade chegar, não tema: ela leva o que já não serve, rega o solo para novas flores e traz consigo a promessa de um arco-íris.
1722 "Para ser Justo, Valente e Estrategista não precisa Discursar ou Aplaudir e Babar por Discursos. Precisa fazer. Então, Uai, tirem o Presidente. Se o odeiam tanto, tirem-no do cargo, caramba e, de quebra, reconduzam o Tal DitoMito. Eu quero ver, mas não vejo. Por que será?"
Um demônio sanguinário, bastante temido e impiedoso para muitos, pobres miseráveis, mas por sua amada, ele era visto como um homem valente, completamente apaixonado por ela, disposto até perder a sua vida se preciso fosse para poder protegê-la de tudo e de todos, um tipo raro de romance
Para sua tristeza, os seus esforços não foram suficientes e a morte dela foi inevitável e depois de perder o seu ponto de equilíbrio, o pouco de humanidade que ainda lhe restava, foi tomado pela escuridão, vivendo com a solidão resultante da sua imortalidade, desprovido de compaixão, agindo de acordo com sua necessidade
Vampiro muito impotente que também foi conhecido como um Conde, bem educado, que fazia bom uso das palavras, muito elegante, o que muitos nem desconfiavam é ele possuía alguns requintes de brutalidade, e que agia na calada da noite, em busca do sangue fresco da jovialidade de lindas jovens
Certamente a sua maldade não deve ser admirável, entretanto, esse vampiresco pode nos trazer algumas reflexões, que ninguém deve ser subestimado, que todos temos algo desagradável que não expomos, que as aparências podem ser enganosas e grande importância daqueles que amamos.
Sinto-me um peregrino em busca do amor que me inspira, em busca da luz que me ilumina e que faz do meu coração uma imponência magistral!
Quero demonstrar tamanha admiração por sua beleza que impulsiona-me a declarar os sentimentos nascentes por ti... Ó minha tão formosa dama!
Deixe-me cortejá-la com tamanho querer, em te amar e nunca lhe perder;
Maresias das sensações
Mar das aventuras
Reinventa rotas
Extensa sua intensidade
Abraça singularidade do navegar
Mares em revoltas
Tempestade das aproximações
Pulsar envolvente, abraços e beijos em caos fascinante.
1721
"Um Ministro Que Não Se Intimida com Cara Feia, com Ameaças Internas, com Pressão Externa, com Lei Magnistky... Vai se Intimidar com 'Caminhantes do Chororô'? Poizé!
Às vezes, a melhor festa na laje é aquela em que a convidada de honra só faz barulho para lavar nosso dia.
Noutros tempos, só pensávamos em churrasco na laje, agora, só pensamos em chuva na laje.
Agora as melhores festas na laje são aquelas em que a convidada de honra não traz música alta, nem risadas forçadas, nem fumaça de churrasco.…
Ela chega silenciosa na intenção, mas barulhenta na presença: a chuva.
E faz festa não para entreter, mas para lavar — o dia, a alma, o cansaço acumulado nos cantos que a gente já não alcança.
Noutros tempos, a laje era sinônimo de encontro, carne na brasa, conversa atravessada pelo riso fácil.
Hoje, ela se tornou mirante da espera.
Espera por nuvens carregadas, por um céu que se compadeça do pó, do calor excessivo, da exaustão que já não se resolve só com celebração.
Mudamos o cardápio: trocamos o excesso pelo alívio.
A chuva na laje não exige anfitrião, nem lista de convidados.
Ela chega quando pode, fica o tempo que quer e, ao partir, deixa tudo diferente — não necessariamente resolvido, mas respirável.
É uma festa sem fotinhos, sem brindes, sem sobras…
Só o som da água lembrando que nem todo barulho é invasão; alguns são cuidados.
Talvez o tempo tenha nos ensinado isso: há dias em que não queremos comemorar, apenas lavar.
E, nesses dias, a laje continua sendo lugar de encontro — não com os outros, mas com aquilo que sabe nos escutar e ainda nos permite recomeçar.
1720
"Imagino um desses 'Caminhantes Estrategistas' explicando para o filho: 'Papai vai Caminhar, para assustar um certo Ministro e fazer com que ele liberte o Acusado de Golpe'. Não é impressionante? Poizé!"
