Pensamentos Mais Recentes
Aos olhos do universo, somos apenas poeira cósmica em um ponto azul, contudo, nossa existência ganha sentido quando colidimos no espaço-tempo, brindando à vida ao lado de quem transforma o caos do infinito em nosso porto seguro.
Aos olhos dos homens, sua jornada terminou em um sopro de silêncio, contudo, eles agora repousam no santuário do Invisível, um lugar onde a dor é estrangeira e a paz é a língua nativa.
Dentro dessa paredes eu grito soa paredes para me ouvir.
Dentro diálogo com as alegorias da caverna.
Não compreendo as sombras do meu ser intelectual pois gritar nos faz únicos eu mundo complexo de seres digitais.
Nas funcionalidades da rochas transcende os parâmetros das grades da gaiola.
No final da jornada, os ônibus param e os navios ancoram, mas o impacto das vidas que curamos e das conexões que geramos torna-se um legado imune ao tempo.
Escrever para a posteridade é como lançar uma garrafa ao mar do tempo, com a certeza de que ela chegará à praia de quem mais precisa dela.
"Cada um tem sua história
E o tempo é agora, agora
Nesse mundo quem quer pode tudo
Cada um tem sua história
É só fazer história
Tantas estradas pra explorar
E todas vão me levar
Pro melhor momento, iê
Ver que lá dentro, bem lá no centro
Há um tesouro e não há nada igual
É o caminho pra se libertar [...]"
( Música Fazer História, da Any Gabrielly)
"Bonjour, mes amis! Tous les chemins sont bleus pour vous et pour Dieu aussi...!"
Entenda o que eu quero dizer:
"Bom dia, meus amigos! Todos os caminhos são azuis para você e para Deus também...!"
Otávio ABernardes
Goiânia, 29 de maio de 2026.
Para não ser sincero,
Firmamos no passado um pacto de subterfúgio e vontades,
Fingimos que o silêncio era a paz da promessa quebrada,
Enquanto a vida, sarcástica, escreve no presente a verdade que ninguém empunha,
Mentiremos ao futuro diante das provas rasgadas pela realidade,
E o tribunal da mente ditará a nossa
sentença,
Nos ecos de uma tardia vaidade,
É, a vida é um adversária peso pesado que atingida com força não cai e apenas pode ser vencida por pontos no último round.
Usar preto roupas do estilo que monda sua consciência de pensar fora da caixa de pandora.
Somos vistos, julgados e rotulados, embora ser o que somos ainda somos mesmo conteúdo.
Crescer e evoluir dentro da própria subcultura como gótica não ser rotulado ou seguir uma seita,
Seguir num estilo visual e musical...
Embora sofrer com descriminação e o racismo, o preconceito de ser criticado por não igual.
Ser de outra religião pagãos ou seguir próprio nariz não quer dizer pertence ao seu mundo de ser.
Vivemos história verdadeira caçada se é pensador poeta sera taxado pela bruxaria que carrega, então sou bruxa bruxo mago o que for incrédulo ate que ciência prove ao contrário, pois sem debate sem criticar e compreender o sistema o somos criaturas da natureza sem alma apenas devastação do meio ambiente , depois comemorar com churrasco e futebol, self-service a IA agradece a preferência, volte sempre suas notificações serão entregues.
Como homem, aprendi a enxergar além das aparências do mundo para contemplar a verdade: toda mulher tem a sua própria beleza, esculpida na força de ser exatamente quem é.
Nas sombras do infinito e avante.
Somos objeto diante da imensidão da ignorância.
Portanto todo ser pujante floresce num deserto avança sobre as areias do infinito.
Mesmo nos vãos da existência alienada passamos entre frestas de pensamentos,
E entre vulgo das chamas somos bruxas em praça publica...
Somos objeto para ser julgado e condenado...
Suba na vassoura se voar sera declrado bruxa as leis da inquisição te condena a afogamento por questionar o sistema da nova apologia. Gregos Somos Roma no início e no fim, neros negócio de família...
_Quando a falta de oração, de Palavra e de lágrimas não dói mais,
é porque o coração não só esfriou… morreu.__
A fé contemporânea não naufragou no mar da dúvida; ela foi sufocada no balcão de negócios de deuses terceirizados, onde o dízimo virou investimento, o púlpito virou palanque e o crime virou segredo institucional.
“Se Metraton tivesse atendido ao meu pedido e transferido a reunião da UGC 2885 para M87, eu estaria ao lado de Deus, participando do surgimento da vida na Terra.
Mas, naquele momento, eu atravessava o Buraco Negro PG 0912 e, por isso, não pude participar da criação deste planeta, hoje à beira de assistir ao desaparecimento de seus humanos, um caminho que poderá levá-lo à destruição.”
O Farol Deserto
Sou o mar que bate na rocha,
Insistindo em te moldar.
Você é a chama que apaga a tocha,
Se recusando a me queimar.
Rego a planta de plástico frio,
Esperando a flor brotar.
Sou o leito de um grande rio,
Que o teu deserto quer secar.
Grito forte em sala vazia,
Onde o eco é o meu rival.
Sua presença é moldura fria,
De um quadro sem final.
O nada e um algo
Eu não tenho nada
Pois o nada posso ter
Se o vazio me inunda
Com a ausência do seu ser
O meu peito vira um muro
Que afasta o teu olhar
E no eco desse escuro
Não consigo te tocar
Guardo a farsa na memória
Com o medo de perder
O final da nossa história
Se a verdade amanhecer
Fata morgana
Felicidade não existe, há apenas momentos...
ilusões transitórias que nos levam a caminhar,
o alívio do cetácio quando emerge a respirar,
sobrevivência mediante a espairecimentos!
A vida é festa a fantasia! Ode a fingimentos!
Se não usares máscara não há como aguentar,
caracol sem concha logo alguém vem esmagar,
rigidos protocolos tem seus procedimentos!
Tudo muda sob a luz de um ponto de vista,
não há roteiro certo nem verdade absoluta...
O que para uns é banal pra outros é conquista...
Satisfação, realização, uma crença impoluta!
Ansiamos por um opio, poção de alquimista...
Do contrário realidade crua, tudo vira luta.
O Chão Oculto
O vazio não tem pressa,
muda de forma no escuro.
Caminho por uma promessa,
pisando em vidro inseguro.
Olho nos olhos que amo,
com o peito em sobressalto.
Sinto o peso do que chamo
de silêncio que grita alto.
A verdade é uma sombra
que ameaça me tocar.
O vazio me assombra,
pois o chão pode quebrar.
"É melhor ficar quieto com suas conquistas do que falar e atrair olho gordo"
Ricardo Alexandre (meu pai)
Calejamento da alma
Um dia todos fomos, criança enganada...
Brincando víamos tudo com olhar inocente,
crescemos, e tudo tornou-se diferente...
Do que vivíamos restou quase nada.
Obrigações de uma vida assalariada,
boletos a atormentar de modo frequente,
fome de tudo, couro cansado, dor de dente...
Linhas de expressão, a próxima cilada.
Tempos distantes, aqueles de paz...
Sonho interrompido pelo despertador;
corre! senão o ônibus lhe deixa para trás...
A frieza cotidiana não lhe concede favor...
Fones de ouvido, cafeína, olhar sagaz...
O feitiço do tempo lapidando sua dor.
