Pensamentos Mais Recentes
Sua solidão será a sua pátria e o seu amparo, mesmo em meio a relações bastante alheias, e a partir dela encontrará todos os caminhos.
Não se deixe enganar pelo que é supérfluo; nas profundezas tudo se torna lei.
Não procure agora pelas respostas que não podem ser dadas, porque ainda não poderia vivê-las. E trata-se aqui de viver tudo. Viva agora as dúvidas. Talvez aos poucos, em algum dia distante, sem perceber, vai acabar vivenciando as respostas.
Gostaria de lhe pedir do melhor modo que puder, meu caro senhor, que tenha paciência em relação a tudo o que ainda há de insolúvel em seu coração e que tente amar as próprias dúvidas como se fossem aposentos trancados ou como livros escritos em uma língua estrangeira.
Sinto que nenhum ser humano seria capaz de responder àqueles sentimentos e questões que possuem vida própria em suas profundezas; pois mesmo os melhores se equivocam nas palavras quando estas devem ter significados extremamente sutis e quase inexprimíveis.
Aprendo isso todos os dias, aprendo com as dores às quais sou grato: paciência é tudo!
Procure a profundeza das coisas: a ironia nunca desce até lá.
Volte-se para si mesmo e examine as profundezas de onde brota a sua vida; é nessa fonte que encontrará a resposta para a questão sobre se realmente precisa criar.
Examine as razões que o impelem a escrever; observe se elas estendem raízes no ponto mais profundo de sua alma; confesse a si mesmo se acabaria morrendo caso fosse impedido de escrever. E sobretudo isto: pergunte-se no momento mais silencioso da noite: “Tenho necessidade de escrever?”.
Te vejo em tudo.
Em pequenos detalhes da vida eu vejo você,
No mudar brusco do clima, no fumo do café , no sorriso de uma criança aleatória eu te vejo !
Sim sim eu vejo.
Nas pequenas coisas da vida , das mais sem sentido até aquelas que têm uma lógica explicação...
Eu te vejo,
Eu não só te vejo , eu te sinto
Em todas as coisas boa que despertam um sentimento agradável,
por isso eu quero estar Sempre perto
Mas tão perto que desse até para ouvir os batimentos do teu coração
Você não vê?
Eu preciso colar em ti ,
e mesmo assim eu ainda sinto que não será suficiente,
Eu quero ser uma parte sua
E quero que tu também me queiras do mesmo jeito e na mesma intensidade .
Será que fomos feitos um por outro ? Será que só eu sinto isso ?
Existem perguntas que eu não faço em voz alta pós as respostas me deixam com medo, mas não saber das coisas é algo aterrorizante para mim.
Insanamente eu só não te vejo , eu te desejo desesperadamente
Cada toque, cada beijo me faz te querer ainda mais....
Se vou embora não é porque eu não quero ficar ,mas sim por medo desse sentimento deplorável se tornar tão grande e eu não conseguir controlar.
Eu não procuro algo mágico , algo extraordinário ou algo que seja eterno .
Eu só preciso de você aqui no agora e sem muitas espectativas.
Mas, mas...
Fim.
Por:Guifilda Cruz , junho de 2025
O SERENO DO SEU SORRISO
Todos os dias tudo muda
O sereno nas folhas, o canto dos pássaros,
A textura da pele do meu rosto até mesmo
O nascer do sol menos o sorriso dela em frente ao meu olhar, seja no meio do dia ou no acordar sempre pleno de amônia, delicado como um cristal, elegante como
O mais belo diamante, sorriso brilhante cheio de vida que amo de verdade, não só o riso, mas sim você.
Ser positivo não significa acreditar que a vida é um mar de rosas e que dificuldades e desafios não existem.
Ser positivo significa acreditar no poder do invisível e no poder do impossível, e descobrir que o poder não está nos problemas, mas sim nas soluções. E que o querer é o que verdadeiramente te dá o poder para vencer qualquer desafio, pois, quando se deseja com toda a intensidade alguma coisa, o universo sempre conspira a seu favor e tudo sempre dá certo!
O universo sempre conspira a meu favor e tudo vem a mim com alegria, facilidade e glória!
Bom dia.
Nós, vassalos do amanhã, somos inocentes até prova em contrário. No amplo desejo de transformação, somos um pingo de interrogação.
Nos limites do espírito, encontramos a alma na beira do preceito de ser. O espelho flutua pela imensidão; erráticos seres voam como as lembranças de outra vida. Talvez sejam fragmentos esquecidos da minha própria vida. O subconsciente e a realidade tocam-se em olhos profundos, que dão sentido à escuridão.
A consciência — o traumático ser cheio de dúvidas, mas que sabe o que quer — tem dois caminhos na linha linear do tempo. Vemos contradições serem o palco do perfeito equilíbrio e, às vezes, pairamos no abismo. "Quem sou eu?", e o eco responde: "Euuuuu".
Então, o reflexo escuro se repete, se quadricula e, depois, torna-se parte da luz que ilumina a vida. Minha humanidade depende do meu espírito aventureiro, meu ser que se joga no mar sem olhar para trás, pois o mundo é um ponto de interação e interpretação nas vastas linhas do tempo.
Vemos aglomerados de estrelas, vemos vida e morte, mas ainda sequer saímos do lugar. Vemos a vida brotar até no asfalto quente ou no deserto mais frio e quente que se possa imaginar. Imagina a vastidão do universo... Somos grãos de areia que ganharam consciência e contradições no crepúsculo de outras eras. Eras contemporâneas de seres que habitavam o cosmos sem questionar: por que existir dentro de um contexto maior e mais amplo?
Então a alma pairou. Temos a certeza que a humanidade mudou. Dentro da sopa primordial, éramos células que apenas queriam viver diante da adversidade do mundo. O espelho dentro de nós gritou: existir é a pura verdade que escorre entre o desespero de nossas expectativas, enquanto a luz contempla nossos atos na imensidão do universo.
Voamos no espaço sideral e gritamos ao vácuo: "Existimos!". Os alienígenas: "Credo... Vamos fingir que não vimos nem ouvimos".
Tocamos a Lua com a imaginação de séculos. E, quando lá chegamos, vimos a nós mesmos na escuridão do universo, olhando para a Terra como um mero ponto. Resgatamos a essência do espírito, encontramos a fé e voltamos para casa. Fechamos as portas. Depois de 50 anos, voltamos para ver o que esquecemos no espaço.
Por Celso Roberto Nadilo
Um pássaro na imensidão de nossas almas sendo a voz da resiliência.
O Azul da sua Serenidade
Aparente serenidade que aparece no momento certo; que floresce poeticamente em um tom amável de azul, como se fossem as flores azuis desabrochadas nas suas vestes.
Leveza elegante da sua rara simplicidade; emoção da sua presença atraente; certamente, um fragmento notável da sua verdade, do seu coração resiliente.
Trata-se de um presente divino de muita integridade. A preciosidade de um olhar que não mente; que reflete a intensidade que se faz presente em cada detalhe.
Aquele convite pra um café,
ainda está de pé.
Mas deixo claro,
Eu também aprendi devolver ausências.
Você me deixou lembranças lindas e que estão tão nítidas na minha cabeça, que nem parece que já se passaram tantos anos.
Essa semana, pude retornar a lugares que marcaram a nossa história. Pude rever também pessoas que fizeram parte da sua vida. Todos nós tinhamos coisas maravilhosas para falar e lembrar de você. Você sempre se fez presente em nossos caminhos, até mesmo após a sua partida.
Que a sua vida seja celebrada e relembrada por mim e por todos que amaram você. Sentimos a sua falta!
Aquele que você chama de envergonhado, tímido e que o mundo o enxerga como incapaz, a neurociências chama de capacidade de processar melhor e, geralmente, são os que resolvem a parada. Não confunda introvertido com invisível.
Seria
impossível Brincar com as Palavras temendo o Absurdo, temendo o Indizível.
As palavras nunca foram apenas instrumentos de comunicação.
Elas são também pontes, labirintos, espelhos e abismos.
Brincar com elas não é um ato de leviandade, mas de liberdade.
É permitir que a linguagem ultrapasse os limites do previsível e alcance aquilo que a lógica, sozinha, jamais tocaria.
O absurdo, tantas vezes rejeitado, pode ser justamente o lugar onde as certezas se desfazem e novas possibilidades surgem.
É no aparente contrassenso que descobrimos perguntas que jamais faríamos seguindo apenas o caminho da razão.
O indizível, por sua vez, não representa um fracasso da linguagem, mas um convite permanente à imaginação.
Há sentimentos, memórias e silêncios que nenhuma palavra consegue conter por inteiro, mas é justamente essa insuficiência que mantém viva a necessidade de continuar falando, escrevendo e criando.
Quem teme o absurdo acaba prisioneiro do óbvio.
Quem teme o indizível contenta-se apenas com aquilo que pode ser explicado.
E uma vida reduzida ao explicável perde o encanto do mistério, da poesia e da descoberta.
Talvez o verdadeiro sentido das palavras não esteja apenas naquilo que elas afirmam, mas também naquilo que insinuam.
Nos vazios entre uma frase e outra.
Nas metáforas que desafiam a lógica.
Nos paradoxos que revelam verdades incômodas.
Afinal, nem tudo o que faz sentido parece razoável, e nem todo absurdo está vazio de significado.
Brincar com as palavras é, no fundo, brincar com a própria realidade.
É reconhecer que o pensamento cresce quando se permite duvidar de si mesmo e que a liberdade de imaginar é uma das formas mais profundas de compreender o mundo.
O Medo do Absurdo empobrece a linguagem; a Coragem de enfrentá-lo transforma Palavras em Possibilidades e Silêncios em Reflexão.
Ó capitão, meu capitão
Nestas longínquas águas,
Nestes imensos mares,
Não mais me encontro...
Sei que não estou a deriva,
Já que sigo pra um caminho que sei qual é...
Mas não sei para onde me leva.
Nestes tempos tenho me encontrado em tempestades,
Em ruas sem saídas,
Em vales sombrios.
E, em todos eles, meu capitão, não me achei..
Entre ratoeiras e poeiras, entre armadilhas e realezas.
Não me encontrei.
Ó capitão, meu capitão,
Dos poemas larguei a mão,
mas da mão não larguei a mente.
E ela, forte como antes, não dormiu,
Mas eu a reneguei e a rejeitei.
Agora, ando-me só.
Acompanhado mas só,
com companhia mas desacompanhado,
me vejo numa grande ópera, imensa e bela. Linda como nenhuma antes, mas tão vazia e contaminada...
E não sei como sair, sei que quero, mas não sei por que porta sair.
E se eu sair e a ópera se reconstruir tão bela e formosa como é? E se, por menores chances que seja a reconstrução, se descontamine e se reforme por si só?
Sem as tramanhas e mesquinhas mãos dos piratas sujos, tropeiros e interesseiros.
Mas e se eu ficar e desabar? Ou me contaminar por achar que a reconstrução há de vir..
Como hei de ficar? Ó capitão...
Tens me instruído mas não tenho entendido...
Tens me segurado e guardado, mas como covarde e teimoso não te respaldo..
Falho mais que todos os outros..
Fraco mais que todos os outros..
Ó capitão, meu capitão, perdoa pelos tropeços,
Estes tão bravos mares me atormentam e me fazem recordar de momentos de perdição.
Canso-me destes mares e ainda mais dos que vejo pela frente.
Mas me cansas no que eu mesmo me coloquei, ó capitão, meu capitão.
Instrua-me uma última vez por estas bravas águas. Instrua-me e me faça passar pelo fogo, meu capitão.
Que juro-te minh'alma que me tornarei o mais valente e sábio dos mares.
