Pensamentos Mais Recentes

Ela é a combinação que o tempo demorou para explicar.
Inteligente, determinada e cheia de propósito.
Compreensiva sim, mas sem abrir mão da sua personalidade, dos seus valores, das suas convicções...
Linda por dentro e por fora, ainda mais porque escolheu ser luz e não sombra.


Rara. Real. Insubstituível.

O samurai não é lembrado pela vida que levou, mas por como morreu no campo de batalha. 忠

“Aceite que errar é parte da vida; aprenda com seus erros, mas não permita que o medo de errar impeça você de viver, agir e evoluir.”

Não tenha medo de errar; tenha medo apenas de não aprender com os seus erros.

Existe vários tipos de motores na engenharia, mas na natureza o principal é o vento.

Não se faz um avião e menos ainda um foguete sem matemática e desenhos — simples constatação da engenharia.

Da paz

E eu sigo em paz...
quer dizer, então, que não vejo a guerra? Não sou ingênua.
Tenho visto o caos e pressinto o que está por vir.
O porvir... bem, o que posso fazer?
É não atacar ninguém... é não generalizar... é não disseminar ódio pelas redes sociais... já sei que tem gente demais fazendo isso.
Estão esses tão infelizes assim? É a única conclusão a que chego.
Uma pessoa que está em paz e feliz consigo mesma não quer guerra com ninguém.
E você? É da paz ou da guerra?
Estamos precisando demais de pessoas que sentem do lado em que se vê o bom da vida... se continuar nesse ritmo a condução que nos leva vai virar... e é óbvio que todos irão se quebrar.
Eu disse TODOS!

Tadinha, só ela cultivava as flores, tadinha.

Das escolhas
Sua vida é como é por sua própria escolha, né, não?
Neste exato momento você está lendo este texto. Óbvio, né?
Você realmente queria lê-lo. Não tenho dúvidas... se não quisesse, teria passado adiante depois de ler o título, não é?
Sabe aquelas pessoas que ficam o tempo todo falando que gostariam de estar em outro emprego, morando numa Ilha paradisíaca – by the way, eu moro... – que não aguentam mais estar naquele relacionamento que suga todas as suas energias, que queriam estar fazendo isso ou aquilo... mas estão presas em uma camisa de força que é a sua própria vida?
Pois é. Essas pessoas se esqueceram de que foram elas – e somente elas – que se colocaram em tal situação.
Aaaaaa mas as circunstâncias!!!!! sim, há as circunstâncias, mas no fim de tudo foi a própria pessoa que escolheu estar onde está.
As circunstâncias talvez cobrassem um preço muito alto para a não escolha de uma vida diferente... e, às vezes, isso ocorre bem inconscientemente, a pessoa vai optar por uma vida vítima das circunstâncias... inconscientemente.
E o resultado? Bom, no mínimo, o trem da própria vida estará sempre na estação errada... o timão da sua vida estará sempre na mão de outra pessoa.
Sim, Rosangela... mas
Nem 'mas'... nem 'meio mas'... você está onde está por sua livre e espontânea vontade... e pode voar pra bem longe... por sua livre e espontânea vontade.
Claro... haverá consequências.
Porque toda ação tem uma reação. E, sendo assim, suas reações podem ser quaisquer que você queira...
E, quanto às consequências da ação escolhida?
Bem....
Isso você resolve depois 😘

Chore, fingir um sorriso é pior.

OS CINCO PILARES DA CODIFICAÇÃO ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Um itinerário filosófico, científico e moral para compreender a origem, a natureza, o destino e a finalidade da existência humana
Sintetizamos, de forma didática, a estrutura da Codificação Espírita elaborada por Allan Kardec. Mais do que cinco livros independentes, essas obras constituem um único edifício doutrinário, cujas partes se complementam metodicamente. Cada uma responde a uma dimensão essencial da existência, conduzindo o estudioso por um caminho progressivo de investigação racional.
Em termos gerais, O Livro dos Espíritos apresenta os princípios fundamentais; O Livro dos Médiuns demonstra os meios pelos quais o mundo espiritual se comunica; O Evangelho segundo o Espiritismo oferece a aplicação moral desses princípios; O Céu e o Inferno examina as consequências da vida após a morte; e A Gênese integra ciência, filosofia e religião, explicando as leis divinas que regem o Universo.
Essa sequência não foi construída ao acaso. Kardec organizou a Codificação como um verdadeiro método de investigação, no qual cada obra prepara a compreensão da seguinte.
1. O LIVRO DOS ESPÍRITOS
Quem sou? De onde vim? Para onde vou?
Publicado em 18 de abril de 1857, é a pedra fundamental da Doutrina Espírita.
Nesta obra, Allan Kardec apresenta 1.019 questões respondidas pelos Espíritos Superiores, estabelecendo uma filosofia espiritual baseada na razão, na observação e na universalidade do ensino dos Espíritos.
Ela responde às perguntas fundamentais da humanidade:
O que é Deus?
O que é o Espírito?
Como surgiu o Universo?
Qual a finalidade da vida?
Existe justiça divina?
Há reencarnação?
Como ocorre o progresso da alma?
As quatro partes da obra representam uma verdadeira ascensão intelectual:
Primeira Parte — Das Causas Primárias
Explica Deus, a criação, os elementos universais e a origem de todas as coisas.
Segunda Parte — Do Mundo Espírita
Estuda a natureza do Espírito, sua individualidade, a reencarnação, a emancipação da alma e sua união ao corpo físico.
Terceira Parte — Das Leis Morais
Analisa as Leis Divinas, mostrando como elas dirigem a evolução moral do ser humano.
Quarta Parte — Das Esperanças e Consolações
Explica o futuro da alma, as penas e alegrias futuras e a verdadeira felicidade.
O Livro dos Espíritos estabelece o alicerce filosófico de toda a Codificação.
2. O LIVRO DOS MÉDIUNS
Como ocorre a comunicação entre os dois mundos?
Se O Livro dos Espíritos apresenta os princípios, O Livro dos Médiuns demonstra experimentalmente os fenômenos.
Publicado em 1861, é considerado o maior tratado já escrito sobre mediunidade.
Seu objetivo não é estimular manifestações extraordinárias, mas ensinar prudência, discernimento e método científico na observação dos fenômenos espirituais.
Entre seus principais temas estão:
natureza da mediunidade;
diferentes tipos de médiuns;
mecanismos das comunicações;
obsessão e suas modalidades;
mistificações;
identidade dos Espíritos;
critérios para distinguir comunicações sérias das falsas.
Kardec mostra que a mediunidade é uma faculdade natural, sujeita às leis divinas, exigindo educação moral e equilíbrio psicológico.
A obra demonstra que o Espiritismo não aceita qualquer manifestação sem exame, mas utiliza a análise criteriosa, a comparação e a concordância universal como critérios de autenticidade.
3. O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO
Por que sofro?
Depois de compreender quem somos e como os Espíritos se comunicam, surge a pergunta inevitável:
Por que existe o sofrimento?
Esta obra, publicada em 1864, responde sob a ótica das Leis Morais.
Kardec não comenta milagres nem dogmas.
Seleciona exclusivamente os ensinamentos morais de Jesus, mostrando-os como leis universais aplicáveis a qualquer época.
Explica profundamente:
provas e expiações;
justiça divina;
perdão;
caridade;
humildade;
resignação consciente;
amor ao próximo;
felicidade futura.
O sofrimento deixa de ser castigo e passa a ser compreendido como instrumento educativo da evolução espiritual.
A obra revela que nenhuma dor é inútil quando conduz ao aperfeiçoamento moral.
4. O CÉU E O INFERNO
Para onde vou?
Publicado em 1865, responde ao destino da alma após a morte.
Kardec compara criticamente as concepções religiosas sobre céu, inferno, demônios, penas eternas e salvação.
Depois apresenta dezenas de comunicações de Espíritos pertencentes às mais variadas condições morais.
Esses depoimentos demonstram que:
não existem penas eternas;
cada Espírito colhe naturalmente as consequências de seus próprios atos;
o arrependimento é possível;
o progresso nunca é interrompido;
a felicidade ou sofrimento decorrem do estado íntimo do Espírito.
A obra transforma a vida futura de um conceito abstrato em realidade observável, baseada em testemunhos obtidos por diferentes médiuns e comparados metodicamente.
5. A GÊNESE
Como funcionam as Leis Divinas que governam o Universo?
Publicada em 1868, representa a síntese entre ciência, filosofia e religião.
Seu propósito não é substituir a ciência, mas mostrar que as leis naturais são manifestações permanentes da inteligência divina.
Entre seus grandes temas estão:
formação dos mundos;
criação;
milagres;
fluidos espirituais;
ação magnética;
perispírito;
predições;
fenômenos extraordinários;
papel de Jesus perante as leis da Natureza.
Kardec demonstra que aquilo chamado de milagre frequentemente decorre de leis naturais ainda desconhecidas pelo homem.
A Gênese amplia a visão espírita do Universo, mostrando uma criação dinâmica, governada por leis imutáveis e acessíveis ao estudo racional.
A HARMONIA DAS CINCO OBRAS
As cinco obras formam uma sequência lógica e inseparável:
O Livro dos Espíritos revela a origem, a natureza e o destino do Espírito.
O Livro dos Médiuns explica como ocorre o intercâmbio entre os planos material e espiritual.
O Evangelho segundo o Espiritismo ensina como viver conforme as Leis Divinas.
O Céu e o Inferno demonstra as consequências morais das escolhas humanas após a morte.
A Gênese explica as leis universais que sustentam toda a Criação.
Juntas, constituem um sistema coerente em que filosofia, ciência e moral se integram sem contradição. Kardec propõe uma fé raciocinada, aberta ao progresso do conhecimento e fundamentada na observação dos fatos. Assim, a Codificação Espírita convida o ser humano a responder, com responsabilidade e liberdade, às grandes perguntas da existência: de onde viemos, quem somos, por que sofremos, como nos relacionamos com o mundo espiritual e para onde seguimos em nossa jornada evolutiva.
Fontes
Allan Kardec — O Livro dos Espíritos (1857).
Allan Kardec — O Livro dos Médiuns (1861).
Allan Kardec — O Evangelho segundo o Espiritismo (1864).
Allan Kardec — O Céu e o Inferno (1865).
Allan Kardec — A Gênese (1868).
Revista Espírita (1858–1869), Allan Kardec.
José Herculano Pires — Introdução à Filosofia Espírita.
Léon Denis — Depois da Morte.
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Um dia cansei.
Cansei da minha solitude,
cansei de dormir e acordar sozinho,
cansei da minha paz.

E resolvi arrumar um problema —
ou melhor, um amor;
tanto faz o nome.
Resolvi, novamente, trocar minha energia, meus fluidos,
sentir o coração bater mais forte.

Como diria o poeta: "Que seja eterno enquanto dure!"
Vou lá tirar a minha paz — ou a paz de alguém —,
ou buscaremos juntos a paz
e traremos uma nova vida para nós,
e uma nova alma,
uma nova vida para esse mundo de incertezas,
que é único e maravilhoso
e, ao mesmo tempo, o caos.

Do silêncio

Somos responsáveis pelo nosso silêncio...
Se eu der minha opinião, se eu alertar alguém, se eu persuadir alguém, se eu gritar aos quatro-ventos...
Se... tudo isso aí e unas cositas mais, serei responsável de alguma maneira.
Claro, terei me implicado na situação de forma bem clara. Serei responsável pelo que falei, pelo que fiz. Minhas palavras podem voar ao vento, mas... antes de voarem, passaram pelos ouvidos de alguém, pelos olhos de alguém.
Então, penso eu, em certas situações, o melhor a fazer é manter-me passivamente passiva. Farei do silêncio minha arma de comunicação. Assim, não poderei ser responsabilizada por me manter calada. Se alguém fizer alguma bobagem... disser alguma mentira... ah! a melhor opção, pra mim, é o silêncio mortal.
Não sou eu quem vai expor esse alguém. Não, não mesmo. Não sou conivente, sei que o que esse alguém fez não está certo. Mas... não quero ter prejuízos afetivos... ops... então, não é o outro, sou eu a minha real preocupação... é só por isso que, muitas, muitas vezes, o silêncio se instala em mim.
Claro, claro... não vou sair por aí atirando com uma metralhadora honestidade o tempo todo e em todo lugar. Há vezes em que meu silêncio se faz necessário por pura cortesia. Então, sim, me esconderei atrás da cortina da boa convivência, da gentileza. Agirei virtuosamente como se estivesse a passear pelos corredores da corte... silenciosamente.

Metáforas de cores reluzentes transcendem a percepção aguda sob um ângulo corretivo.
​A percepção do azul, na velocidade magnética, atinge o ápice do ego expressivo; no espaço contínuo, essa mesma velocidade projeta o vermelho como cor de fenda, num pequeno rasgo do espaço-tempo.
​A translação do ar reflete o status do fluxo no meio ambiente. Quando o ar é quebrado pela velocidade do som, as ondas de impacto materializam a sonoridade em cor que se dissipa no exato instante do estampido.
​O ar comprimido da existência — metáfora quadriculada em estado primitivo de inércia — desperta. A energia se manifesta na primazia do branco, como o rastro da difusão de uma viagem temporal que deixa em seu rastro a pura sensação do vazio.

Da mudança


Mudar dói... mas mais do que permanecer no mesmo lugar desértico, frio e desesperançável?
Minha zona de conforto se amplia a cada dia. Estou feliz nela? Acho que não. Não... definitivamente não. Mas... Já a conheço tão bem... tudo nela é tão previsível... não há canto escuro ou obscuro pelo qual eu já não tenha passado, olhado, acariciado e colocado bem no fundo do baú. Mas dentro do meu campo de visão... bem à minha mão.
Oras, não sou boba nem nada... o conhecível me faz bem, me dá segurança... tudo bem que tenho de engolir todos os sapos que pululam ao meu redor, mas sei o chá que devo tomar pra não sofrer intoxicação mortal. E há sapos que não são tão venenosos... dá pra engolir de boa mesmo.
Então, não mudo, não sofro. Resignadamente me resigno a tudo e a todos, todos os dias. Mas na segurança do caminho conhecido, of course. Vou eu enfrentar preocupações com mudanças? Sei onde estou. Sei o que tenho. Punto e basta.
Mesmo?
Não sou boba nem nada. Conheço a frase 'melhor um pássaro na mão do que dois voando'... mas sei que isso me diz: 'fique com o menor, assegure-se, mantenha firme o pouco que você tem... deixa ir o maior... dispense o grande'.
Por que, então, conhecedora de que pode haver o melhor, o maior, o mais confortável, o sucesso, a alegria, a paz... e mil e umas outras coisinhas maravilhosas com uma mudançazinha aqui e acolá, eu fico amarrada no mesmo lugar?
Por que fico pagando um preço (talvez alto demais) por uma pseudosegurança?
Se eu agir é sempre fitty-fiffty. E mesmo que seja, como resultado, o fifty
-50%, só o fato de eu ter disposição para correr risco já me faz ganhar... e vai que o resultado seja mesmo o +50%?
Entonces... mudar dói (exige um certo esforço)... mas... se não se mudar nunca se poderá saber o resultado do passo em direção à mudança... e essa adrenalina é boa... ah!!!! se é.

Não importa o tempo, continue beijando a sua árvore.

A morte é a realidade mais concreta e dolorida que temos. Muitos dizem que 'vai passar', mas a verdade é que a dor nunca passa: ela se eterniza porque o amor era real e insubstituível

Tem que fazer valer a pena,
Viver sem medo de tentar.
Quem transforma fé em coragem
Sempre encontra um novo lugar.
Helaine machado

Hoje o desejo me habita de uma forma diferente. Latente, inquietante, vibrante. É um daqueles dias em que a vida se revela nos detalhes, em que o corpo conversa com os pensamentos e responde às emoções como se cada sentimento encontrasse nele um lugar para existir.

Sim, o corpo tem suas necessidades. Ele pede atenção. Clama por presença. Às vezes trava um verdadeiro embate com a consciência. De um lado, o corpo que deseja sentir. Do outro, a alma que se recusa a ceder ao que é passageiro. E eu permaneço entre os dois, tentando conciliar aquilo que pulsa com aquilo em que acredito.

Desejo, sim. E desejo intensamente. Mas não qualquer toque. Não qualquer abraço. Não qualquer corpo.

Depois de tantos anos me guardando, percebo que a espera não enfraqueceu meus desejos. Fez exatamente o contrário. Refinou-os. Tornou-os mais conscientes, mais profundos, mais exigentes. Meu corpo já não anseia apenas por ser tocado. Ele anseia por reconhecer quem o toca.

Talvez seja por isso que você ocupe tanto os meus pensamentos.

Há algo em você que desperta tudo aquilo que permanecera em silêncio. Como se meu corpo soubesse, antes mesmo de mim, que toda essa espera sempre caminhou na direção de um único encontro.

E então imagino nós dois. Não por impulso, mas pela intensidade de tudo o que foi contido. Como se anos de espera, desejo e ausência se encontrassem no mesmo instante, fundindo-se num eclipse de sensações únicas, onde corpo, alma e coração deixassem, finalmente, de caminhar em direções diferentes.

Confesso que há dias em que essa espera pesa. Hoje é um deles. Meu corpo parece sussurrar que já esperou o suficiente. Que deseja repousar, enfim, nos braços do homem que há tanto tempo habita meus pensamentos.

Talvez esse seja o maior paradoxo do celibato: ele não mata o desejo. Apenas o ensina a esperar pela pessoa certa.

E depois de tanto tempo me guardando... depois de tanto tempo te aguardando... já não desejo apenas esperar.

Desejo você.

A Razão do Amor

Não tem fórmula, nem explicação exata,
não se mede em lógica, nem se conta em valor —
é a resposta que o coração desata,
a própria essência do que é viver com amor.

Está no olhar que compreende sem falar,
na mão que ampara quando o caminho é incerto,
é a força que ensina a perdoar,
o refúgio do mundo mais aberto.

Sua razão é simples e profunda:
faz de dois um só, sem perder o próprio ser,
transforma a dor em calma fecunda,
e ensina a alma o jeito certo de crescer.

Não vem de fora, brota do interior,
é a verdade mais pura que existe —
a razão do amor é o próprio amor,
que faz a vida ser mais bela e mais forte. 💛

⁠Se cuidar fosse gritar com alguém
Por que será que em vez de afeto é exigido em relacionamentos em vez de gritos?


Pense bem, pois algum dia sua alma, ou seja lá o que tens, poderá ficar rouca.

​"O estado não analógico do fluxo temporal, apenas envolto no voo da pipa no céu, relembra os olhos abertos nas nuvens carregadas ou em céus sem nuvens de ar seco. Em uma flor estática, a luz compila o ar de uma atmosfera desgastada; nas fronteiras de cada camada, revela-se o arco do frio rarefeito.
​O vento ganha desenho e paira sobre as camadas da atmosfera. Através do ar e do passar das horas, sofremos a alienação dos estados do tempo, que flui pelas heranças de um dia inflamado."
— Celso Roberto Nadilo

Exercícios físicos corrida .

"O tempo é o efeito da reação do que foi para o que é. Assim como o cheiro fica gravado na mente, a luz e a cor também podem ter aroma, pois a manifestação do som pode ser entropia. Do que foi para o que é, resta o amarelo das lembranças e dos dados envelhecidos.
​A falha no componente da matriz da cor com o cheiro gera uma defasagem, onde a ferrugem se mistura, resultando na ausência das experiências passadas. Uma voz ao longe e as limitações dos outros fótons de luz no fluxo do caleidoscópio fazem o universo bidimensional desatar-se em um astro cubista.
​Muitas vezes, cenários iluminados provocam a difusão do escuro, e pingos de luz revelam-se como frutos do conhecimento e de suas expectativas. No fato intrínseco do ar, na percepção do passado e do futuro, construímos imagens em cubos; mas, no amanhã, nem o som poderá ser visto como o é no presente e no passado. As ações compilam cada fase com o contraste da ação lógica de espaço e tempo relativos."
— Celso Roberto Nadilo

Para salvar quem eu amo, eu me entregaria ao inferno em troca de que aquela alma beijasse o céu. Mas jamais entregaria um único fio de cabelo da minha amada às brasas para que minha alma fosse salva.