Pensamentos Mais Recentes

O farol da liberdade está queimado! E projeta sombras sobre o mundo! Ele só ilumina o caminho perigoso dos ideais americanos!

Na Seleção do BozoMaster: 22 jegues convocados, um burro no comando e uma nação de jumentos na torcida! O isotônico é Ypê!

Os EUA têm como exemplo o Rambo, mas na prática são o Recruta Zero! São tantas derrotas dos ianques patriotas!⁠

Oportunismo e golpismo!
O escândalo envolvendo Jaques Wagner explode coincidentemente no momento em que os EUA dão apoio aos Bolsonaro!

Quem tem um bolso master, possui a carteira cheia e baixa moral! Eu, como sou bolso júnior, tenho carteira vazia e uma moral alta!

Minha mãe partiu, mas deixou uma missão, Meu filho, não procure apenas ser lembrado… procure deixar valor na vida das pessoas. Hoje cada vitória minha carrega um pedaço dela.

sufocado numa cascata de idéias nunca praticadas.

Quem mente para si prejudica o indivíduo; espalhar a mentira dana o coletivo!


Política é o jogo no qual adversários se enfrentam buscando a vitória, mas o resultado não afeta só o indivíduo, e sim o coletivo!⁠

Método de consciência.


E quando o bule apita, o cheiro do bolo invade a cozinha e convida o aroma do café fresquinho para dançar, criando uma coreografia de memórias, intervalos e afetos.


Antes do primeiro gole, respiro. Percebo não apenas como passei o dia, mas o que o dia deixou em mim. Então observo aquilo que hoje cutuca o meu pensamento.


É assim que nascem novas linhas:


Há existências que acontecem longe de qualquer vitrine e, ainda assim, reorganizam nossa compreensão da vida.


Elas não pedem culto, testemunhas ou monumentos. Apenas nos recordam que a grande travessia não é parecer santo, perfeito ou extraordinário — é atravessar as camadas do ego até encontrar aquilo que somos em essência.


A existência não precisa ser hagiográfica. Precisa ser honesta.


Porque a espiritualidade mais profunda talvez comece quando deixamos de procurar no exterior aquilo que nossa consciência sempre esperou que reconhecêssemos dentro de nós.


Algumas pessoas não atravessam a vida fazendo barulho.
Atravessam-na fazendo sentido.


A santidade exibida produz seguidores.
A consciência vivida produz reencontros.

A terra seca canta por uma gota d’água

Ela canta para sentir o líquido que sacia a sede;
Ela canta para provar da umidade do tempo;
Ela canta para lembrar-se que o oásis existe;
Ela canta porque sente saudade da biodiversidade;
Ela canta com o sonho de voltar a ser fértil;
Ela canta por uma gota d’água na esperança de que venham muitas delas até que nela se crie um belo manancial.

A atmosfera clama por sua pureza.

Ela sonha em ter de volta sua perfeita presença na Terra.
A cada árvore que nasce;
A cada lixo reciclado;
A cada eliminação de gases tóxicos,
Ela vibra de alegria,
e nela renasce a esperança de continuar exercendo sua missão:
proteger-nos do calor excessivo,
equilibrar as temperaturas
e garantir o ar puro que respiramos.

O Grito

Era uma fazenda basicamente de gado. Muito gado. Vez ou outra, era necessário mudar aqueles animais de pasto. À medida que o capim ia escasseando, chegava a hora da mudança, o que exigia toda uma preparação: homens, cavalos, cachorros etc.

A labuta começava cedo, nas primeiras horas da manhã, e demandava, às vezes, o dia todo e parte da noite. Em quase todas elas, lá estava eu: eu, meu cavalo e meu cachorro, de nome Gigante.

Numa dessas mudanças de pasto, aconteceu um incidente meio misterioso. Eu sempre era convocado para ficar na frente da boiada, e eu até gostava; sentia-me importante. Meu serviço, basicamente, se resumia a ir abrindo as porteiras dos pastos.

Naquele dia, o trabalho para reunir o gado demorou mais do que o normal. Quando conseguimos colocar a boiada na estrada, já estava escurecendo, e ainda havia um bom pedaço de caminho até o outro pasto. Abri a primeira porteira e o gado foi me seguindo.

Depois de uma hora, mais ou menos, de estrada, umas cinco ou seis porteiras abertas, já com a noite fechada, ouvi o primeiro grito. Um grito de arrepiar, estridente. Achei que fosse meu cunhado com suas brincadeiras, mas não era. Fui olhando para trás: não dava para ver quase nada, apenas as cabeças dos animais. E, para piorar, estava chovendo, com direito a trovões e quedas de raios.

Depois de um silêncio, ouvindo apenas o barulho das pisadas dos animais, veio outro grito, esse mais próximo. Quando me virei, vi, no meio dos animais, um vulto. Parecia um homem a cavalo. Chamei pelo meu cunhado. Silêncio. Apenas uma risada debochada.

Depois que chegamos ao pasto onde os animais ficariam, fiquei aguardando as brincadeiras de todos. Seria normal. Mas nada. Ninguém falou coisa alguma. Eu nunca contei essa passagem para o meu cunhado.

A evolução é como os planetas por mais que um planeta seja grande sempre haverá outro maior.

A Paz em Algum Lugar


O vento bate nas araucárias,
e a sensação é tão boa: o ar nos pulmões,
a sensação de espaço que te faz flutuar.


De repente, é ali que você quer estar.
É ali que sente que o mundo poderia cair
e você iria junto com ele, claro, em câmera lenta...


Frio e aconchegante, digo para mim mesmo:
será que alguém mais já provou
uma sensação tão igual a essa?


Como se o universo te desse autorização
para mover as montanhas com as palmas das mãos —
no sentido figurado, claro.


A paz reina em algum lugar...


Viva a vida.
A percepção de insatisfação
é o seu cérebro simplesmente te dizendo:


“Vá viver.”




_Autor: James Richard Ferreira Pantoja

Às vezes passamos por baixo de escadas, cruzamos com um gato preto e quebramos um espelho no mesmo dia. Como se os infortúnios nos perseguissem insistentemente por todos os lugares, uma vida de azar que não vai melhorar. Embora corramos por todos os lados, o reflexo no espelho é o mesmo rosto de sempre.


Aposte sua vida em um giro de moeda, acredite que será cara, mas sempre vai dar coroa. O seu trevo sempre terá três folhas. Minta para si mesmo que tudo ficará bem, mas não importa aonde vá, não importa onde se esconda, mesmo onde tenha certeza de que nunca será encontrado, ainda será você e então vai entender que o azar nunca esteve atrás de você. Era você quem o carregava.

julie.


Há uma menina que ainda não existe no mundo, mas que, de alguma forma, já existe dentro de mim.


O nome dela vai ser Julie.


Eu ainda não sei quando ela vai chegar. Não sei se será daqui a alguns anos, se a vida vai demorar para colocá-la nos meus braços ou se o destino ainda está decidindo se nossos caminhos realmente precisam se encontrar. Talvez ela nem saiba que eu já penso nela. Talvez, enquanto eu escrevo isso, ela esteja em algum lugar que eu jamais poderia imaginar, vivendo uma vida que ainda não tem nenhuma relação com a minha.


Mas eu já a amo.


E talvez essa seja uma das coisas mais bonitas sobre o amor de um pai. Ele pode começar antes mesmo de existir um rosto para olhar.


As vezes eu me pego imaginando os olhos dela. Não sei exatamente como serão, mas já consigo imaginar a maneira como eles vão me procurar quando ela estiver assustada, quando precisar de colo ou simplesmente quando quiser encontrar o pai no meio de uma multidão. Imagino o sorriso, o jeito de falar, as manias que provavelmente vão me tirar do sério e, ainda assim, fazer com que eu queira guardar cada uma delas para sempre.


Imagino seus primeiros passos pela casa.


Imagino a voz me chamando de pai.


E acho que é nesse momento que eu percebo que existe uma versão de mim que ainda não conheço.


O pai da Julie.


Talvez ela transforme completamente a minha vida sem sequer perceber. Talvez eu passe a dirigir mais devagar, a olhar o relógio com mais frequência, a pensar duas vezes antes de tomar certas decisões. Talvez minhas preocupações deixem de ser apenas sobre mim. Talvez eu descubra que existe alguém capaz de ocupar um espaço dentro de mim que eu nem sabia que estava vazio.


Eu imagino uma menina pequena segurando meu dedo com a mão inteira.


E acho que, naquele instante, eu entenderia que faria qualquer coisa por aquilo.


Não porque ela teria feito alguma coisa para merecer.


Não porque ela precisaria me devolver alguma coisa.


Mas simplesmente porque seria minha filha.


Esse é o amor que ainda não conheço, mas que já consigo sentir chegando de longe. Um amor que não pede reciprocidade, que não depende de respostas, que não precisa ser escolhido todos os dias porque já nasceu decidido. Um amor que provavelmente vai me ensinar que existem pessoas pelas quais você não pensa duas vezes antes de colocar o mundo inteiro nas costas.


Eu penso na Julie crescendo.


Na primeira vez que ela cair e olhar para mim esperando que eu diga que está tudo bem.


Na primeira vez que ela chegar em casa chorando porque alguém machucou seu coração.


Na primeira vez que ela quiser sair sozinha e eu precisar aprender que protegê-la também significa deixá-la ir.


Talvez eu seja aquele pai meio bobo que vai querer saber onde ela está, com quem está, se chegou bem. Talvez eu seja exageradamente protetor. Talvez eu precise aprender, todos os dias, que ela não nasceu para viver dentro das minhas mãos, mas para construir a própria vida.


E mesmo assim, em algum lugar dentro de mim, sempre vai existir aquele homem olhando para uma menina pequena e pensando:


"Como pode alguém tão pequena significar tanto?"


Eu não sei como serão os olhos dela.


Não sei se ela vai gostar de música, de livros, de filmes, de desenhar ou de qualquer coisa que eu imagine hoje.


Não sei se ela vai parecer comigo.


Não sei se vai torcer para o Palmeiras(mas deveria)


Não sei se vai herdar meu jeito, minhas manias ou se vai ser completamente diferente de mim.


E talvez seja justamente isso que torne tudo tão bonito.


Porque eu não amo uma pessoa que conheço.


Eu amo a possibilidade dela.


A possibilidade de um dia abrir uma porta e encontrar uma menina correndo na minha direção.


A possibilidade de ouvir uma voz dizendo "papai".


A possibilidade de segurar alguém nos braços e perceber que, depois daquele momento, minha vida nunca mais vai ser somente minha.


Julie ainda não sabe se vem.


Eu também não sei quando.


Mas, se um dia ela vier, espero que encontre em mim um lugar seguro para voltar.


Espero que ela saiba que pode errar sem deixar de ser amada, cair sem ter vergonha de pedir ajuda, crescer sem medo de me perder.


Espero que, quando ela for grande o suficiente para entender essas coisas, saiba que antes mesmo de existir para o mundo, já existia em meus pensamentos.


Que antes de eu conhecer seu rosto, eu já imaginava seus olhos.


Antes de ouvir sua voz, eu já imaginava como seria escutar "papai".


E antes de poder segurá-la no colo, eu já sabia que, se a vida me desse a oportunidade de ser o pai dela, eu faria tudo o que estivesse ao meu alcance para que ela nunca duvidasse do quanto é amada.


Talvez esse seja o maior sonho que eu ainda não vivi.


Uma menina chamada Julie.


A menina do papai.


Uma pequena pessoa que ainda não chegou, mas que já ocupa um pedaço enorme de um coração que nem sabia que estava esperandp por ela.


E quando ela finalmente chegar, se chegar, talvez eu olhe para aqueles olhos que passei tantos anos imaginando e perceba que eu estava errado sobre uma coisa.


Porque talvez eu tenha passado a vida inteira tentando imaginar como seria amar minha filha.


Quando na verdade, bastaria conhecê-la

Humm, doce quase tão doce quanto a vida.

É nos pequenos detalhes que mora o amor. 
Van Escher

Na prosódia do amor, a propaganda engana, o offside separa, ustedes observam, e Dionísia ensina que até o coração, quando ama, aprende a dançar com o infinito.

A ignorância cria nomes e rótulos para tudo aquilo que desconhece.

Você não precisa ser excepcional em suas atividades, nem mesmo destacado, mas ao realizar suas tarefas com carinho e esforço, pode ter a certeza de que alcançará um resultado admirável.

⁠Bem, acontece que li alguns contos do capitão Hastings e pensei em tentar escrever também alguma coisa semelhante.
sfj,Christie,a,citações

Ser noite e dia: 
céu de poesia.

E se um dia teu toque me matasse
Então eu amarei você
mesmo assim, pois eu quero procuro em você não é só físico


— Patrick Wallace