Pensamentos Mais Recentes
A poesia
Me dá azia
Deixa um travo
Na boca
De gosto amargo
Quem me dera
Ser poeta
Em outra era
Em que a verdade
Era sincera
A vida tem seu lado bom, mas as vezes suas escolhas pode te levar por um lado que nunca imaginou que chegaria. Pode ser bom ou ruim.
Eu sempre torci.
Nunca puxei tapete.
Fiz tudo com amor e sinceridade.
Se isso me faz "difícil",
o problema não sou eu.
É que sua máscara não cola em mim.
Van Escher
"SE VOCÊ GOSTA OU AMA MUITO A SUA ESPOSA, NAMORADA OU AMANTE E DIZER: FAÇO DAS MINHAS PALAVRAS ÀS PALAVRAS DE CAMÕES: "POR TANTO AMOR, TÃO CURTA A VIDA" ELAS CERTAMENTE FICARÃO FELIZES" Ademar de Borba
O medo de dar resposta em grupo de WhatsApp
tem nome: preservação.
Arquivar não é fugir do "não".
É escolher onde meu "sim" vale a pena.
Nem todo palco merece minha presença.
Van Escher 🦁
Arquivar grupo não é falta de coragem.
É excesso de inteligência emocional.
Eu não devo resposta pra plateia.
Devo paz pra mim.
E paz não tem notificação.
Van Escher 🦁
Velha e sem vergonha!
Obrigada pelo elogio.
Velha porque tenho história.
Sem vergonha porque tenho inteligência.
E a sua interpretação limitada não me define.
Van Escher 🦁
Hoje é um dia cheio de possibilidades! Sorria, respire fundo e siga com confiança coisas boas estão acontecendo e muitas outras ainda estão por vir.
Você tem dentro de si tudo o que precisa para viver momentos incríveis: força, luz e alegria. Valorize cada passo, celebre cada conquista e aproveite o presente com leveza.
A vida é bonita, e você faz parte disso. Então vá, viva bem, pense positivo e deixe a felicidade te acompanhar em cada instante.
WhatsApp é ferramenta, não coleira.
Online não é disponibilidade.
Visualizado não é obrigação.
E silêncio também é resposta.
Van Escher 🦁
O ser político que bater asas e voar para fora da gaiola brasileira com milhões nos bolsos.
Mas...
Os pesares e lamentos da sociedade alimentam a sua vida de luxo e luxuria.
Para tais alienação intelectual o transforma em gado de manobra.
Ilusão...
Tanto faz,
O tempo passou foram realocados para novo ambiente digital.
O cubismo social mero labirinto.
Aonde podemos contemplar as estrelas
E podemos sonhar com dias melhores.
O mundo do amanhã...
Essa expressão é simplicidade da vida mesmo na gaiola a felicidade pois é assim alienação.
MICARELÍTICA
Aquela fase em que a política entre em clima de pre-festa - ainda não é eleição, mas já tem movimentação, visita e muita conversa.
Enquanto você não tiver a coragem de sustentar a sua essência, você continuará alimentando as engrenagens que te oprimem.
Schopenhauer
O louco e realizações notáveis da existência da caveira.
Ossos para quem tem fome
Não alimente os frutos da sociedade.
Transformação do ambiente social .
Pois centro estendido é retrato do relativismo brasileiro.
A insanidade não é simplicidade criar novos campos de abandono.
É cuidar da mente da sociedade
Mesmo caótica da metáfora o louco é o alienado e suas grandezas na gaiola.
Entre dois amigos
— Há uma coisa que me inquieta — disse Augusto, **Entre dois amigos**
— Há uma coisa que me inquieta — disse Augusto, olhando a noite pela janela. — A sensação de que nascemos para uma única forma de existência… e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
— Falo do que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
Um silêncio breve, quase respeitoso, se instalou.
— Talvez o problema — continuou Augusto — seja esse desvio constante. Nascemos artistas… no sentido mais profundo. Não no ofício apenas, mas na forma de perceber o mundo. E, no entanto, nos forçamos a ser marido, cidadão, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos.
— E você acha que isso é erro?
— Acho que é incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a essência.
Miguel encostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu levemente.
— Isso parece mais orgulho do que filosofia.
— Não — respondeu Augusto, sem alterar o tom. — Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. É apenas reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos, algo em nós se rompe.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso curto.
— Tentei. Com disciplina, até. Acreditei que bastava insistir, repetir gestos, cumprir funções… como quem aprende um papel.
— E?
— E percebi que a vida, quando não é verdadeira, torna-se uma espécie de teatro sem plateia.
Miguel ficou em silêncio por alguns segundos.
— Talvez todos estejam representando — disse. — Uns com mais consciência, outros com menos.
— A diferença — respondeu Augusto — é que alguns sabem que não podem sair do palco.
— E você?
Augusto desviou o olhar para a rua vazia.
— Eu sei que não posso viver fora daquilo que me constitui. Posso até tentar. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas cobra tudo.
Miguel assentiu lentamente.
— E não há conciliação?
— Há tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, mais denso agora.
— Curioso — disse Miguel. — O mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que há uma que nos define.
— Não insisto — respondeu Augusto. — Apenas reconheço.
— E quem não reconhece?
— Vive melhor, talvez.
— E você prefere?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo.
— Nesse caso… não somos artistas.
Augusto voltou-se para ele, com um olhar mais claro.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez na conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.
olhando a noite pela janela. — A sensação de que nascemos para uma única forma de existência… e passamos a vida inteira tentando negá-la.
Miguel não respondeu de imediato. Girava o copo entre os dedos, como quem mede o peso de uma ideia antes de pronunciá-la.
— Você fala da arte — disse, por fim.
— Falo do que somos quando não estamos tentando ser outra coisa.
Um silêncio breve, quase respeitoso, se instalou.
— Talvez o problema — continuou Augusto — seja esse desvio constante. Nascemos artistas… no sentido mais profundo. Não no ofício apenas, mas na forma de perceber o mundo. E, no entanto, nos forçamos a ser marido, cidadão, homem comum, figura socialmente aceitável.
Miguel ergueu os olhos.
— E você acha que isso é erro?
— Acho que é incompatibilidade.
— Incompatibilidade com o quê?
— Com a essência.
Miguel encostou-se na cadeira.
— Mas ninguém vive fora do mundo, Augusto.
— Vive, sim. Apenas paga o preço.
— Que preço?
— A inadequação.
Miguel sorriu levemente.
— Isso parece mais orgulho do que filosofia.
— Não — respondeu Augusto, sem alterar o tom. — Orgulho seria acreditar que somos superiores. Não é isso. É apenas reconhecer que não nos encaixamos. E que, quando tentamos, algo em nós se rompe.
— E você nunca tentou viver como os outros?
Augusto soltou um riso curto.
— Tentei. Com disciplina, até. Acreditei que bastava insistir, repetir gestos, cumprir funções… como quem aprende um papel.
— E?
— E percebi que a vida, quando não é verdadeira, torna-se uma espécie de teatro sem plateia.
Miguel ficou em silêncio por alguns segundos.
— Talvez todos estejam representando — disse. — Uns com mais consciência, outros com menos.
— A diferença — respondeu Augusto — é que alguns sabem que não podem sair do palco.
— E você?
Augusto desviou o olhar para a rua vazia.
— Eu sei que não posso viver fora daquilo que me constitui. Posso até tentar. Posso assumir compromissos, ocupar funções, simular normalidade… mas, em algum momento, tudo perde sentido.
— Então a arte é uma prisão?
— Não. É a única forma de liberdade que conheço. Mas cobra tudo.
Miguel assentiu lentamente.
— E não há conciliação?
— Há tentativas.
— E fracassos?
— Quase sempre.
O silêncio voltou, mais denso agora.
— Curioso — disse Miguel. — O mundo espera que sejamos muitas coisas. E talvez sejamos, de fato. Mas você insiste que há uma que nos define.
— Não insisto — respondeu Augusto. — Apenas reconheço.
— E quem não reconhece?
— Vive melhor, talvez.
— E você prefere?
Augusto demorou a responder.
— Prefiro a verdade, mesmo que ela me exclua.
Miguel pousou o copo.
— Então não se trata de escolha.
— Nunca se tratou.
— Trata-se de condição?
— Exatamente.
Miguel respirou fundo.
— Nesse caso… não somos artistas.
Augusto voltou-se para ele, com um olhar mais claro.
— Somos aquilo que não conseguimos deixar de ser.
E, pela primeira vez na conversa, nenhum dos dois sentiu necessidade de acrescentar mais nada.
"A MENTE QUE SE ABRE A UMA NOVA IDÉIA, JAMAIS VOLTA AO VALOR ORIGINAL" Albert Einstein. Ótimo; é difícil deixar-nos convencer por uma ideia nova, por isso, o nosso progresso é limitado. Ademar de Borba
Pensamos nos caminhos,
desenhamos cada passo
como se o amanhã obedecesse
à lógica das nossas mãos.
Mas Deus…
Ele escreve fora das margens,
age no invisível,
muda rotas sem aviso.
Não importa o jeito,
nem o tempo,
nem o cenário que criamos —
os planos d’Ele ultrapassam os nossos.
Helaine machado
