Pensamentos Mais Recentes

A dor também é uma escola.

Algumas perdas são livramentos.

A força vem dos pensamentos.

Sópó épé sopomepente vopocepe.

Eu sou um eremonopsicofilosofante e eu sou o Pauleremonopsicofilosofante.

Quando você sente dor de cabeça ou de barriga, ninguém mais sente.

Aprenda a ouvir aquela sua voz da cabeça

"O problema de querer ser o capitão, o marujo e o próprio navio é que, quando a tempestade chega, não sobra mão livre para segurar o bote salva-vidas."

O tempo não anula a capacidade de agir. Há inúmeros exemplos de pessoas que começaram tarde e ainda assim causaram impacto.

“Politicamente incorreto?
Então olha de frente:
no Brasil, quem nasce sem nada
aprende cedo a baixar a cabeça.
Não por escolha —
mas porque o sistema já escolheu antes.
O pobre não herda liberdade,
herda dívida, silêncio e sobrevivência.
E chamam isso de mérito
quando ele consegue respirar.”
Helaine machado

Liberdade não é o direito de ir e vir.
Liberdade é poder escolher onde, Quando e com quem, ir e vir!
Liberdade é muito mais que um direito; liberdade é poder!

Pensar é livre, ferir com o pensamento é escolha; e a maioria escolhe ferir: não por verdade, mas por fraqueza. 


O pensamento não ilumina; ele expõe. E o que expõe no homem é podre. 


Refletem sobre a vida, mas não a compreendem; discutem a sociedade, mas são a sua doença.


Interpretam fenómenos, mas continuam cegos.


A mente humana não busca verdade; busca domínio. Cada ideia é uma lâmina.


Cada opinião… uma tentativa de impor-se sobre o outro; não pensam para construir, pensam para destruir.


E chamam isso de liberdade.


No fim, não há diálogo; há confronto. 


Não há razão; há ego. Pensar nunca foi o problema. O problema… sempre foi o homem.

A resiliência de quem aguenta um ambiente tóxico raramente é escolha; quase sempre é o silêncio imposto pela necessidade de pôr comida na mesa. Onde a fome aperta, o orgulho não tem vez; suportar o insuportável vira o preço que se paga pelo sustento. Poder escolher onde trabalhar é um privilégio; para muitos, o crachá é a única barreira entre a dignidade da família e o desespero da falta. Ninguém aceita o peso de um ambiente ruim por vontade, mas pelo medo de ver o prato vazio."

Mergulho


Algumas palavras intentam e no caminho esmaecem, mas saltam dos dedos sem preencher, a alma e os seus desencontros, desencantos, que ousa voar e salteando o impensado, traça alguns pousos, e hesita.






Um calar sentido, também cura, o silêncio, esse aliado fiel, que sem profundidade enche-se de fantasias que não preenche um vazio. É necessário seguir sem nada indagar ao indiferente tempo, e com ele à revelia… Seguir.






Assim acalentando sonhos que não desapontam… dar ênfase às decepções, ou compreender? Não importa a trajetória, mas mergulhar sem interpretações… Fugir, e fugir do seu poço profundo, busca a simplicidade que acalma, emergir.

"Casulo "


Tão severo 
Quanto o ar que respiro 
Incontáveis vezes me desfiz 
Assombrada pela inércia 


Cacos que gritam me impuseram 
Como destilar pelo fio invisível 
a minha alma ? 
Como mastigar os fantasma que me aplaudem?


Em tais falácias eu pairo 
Como a brisa
Que é densa dimais para ignorar 
E leve dimais para toca-la .


Me queime ...

O que eu vivo não é para muitos; é para poucos. Sou a parte do universo que não se encontra em nenhum outro lugar, até que eu reprograme o jogo.


Não falo de luxo, falo de uma paz que poucos alcançam. Sou o fragmento único do universo que se recusa a ser apenas parte do jogo.

Viver é equilibrar-se no fio da navalha entre a memória que nos prende e a esperança que nos puxa, tentando não cortar os pés enquanto caminhamos em direção a um futuro que nunca promete nada, mas que nos seduz com a possibilidade de um novo amanhecer.

Não tenho dificuldades
para ler o seu silêncio 
feito de Oceano Atlântico,
Sei que reserva para mim
o seu coração romântico,
o seu nadir e o seu zênite. 


O poético vocabulário 
feito de asas do Condor 
toca como flauta andina 
a Via Láctea com poesia,
Tudo meu cresce em ti
de maneira inequívoca.


Não há como negar 
que sou o inevitável 
construindo uma fortaleza 
imensa e imparável,
Cada palavra de beleza 
e o que a sabedoria aplica.


Tu me ama nas alturas,
sem distância e com coragens,
A palavra entre nos afina,
cada astro no rumo se alinha,
e a vida cada dia aproxima,
pelas linhas certas e tortas
pelas travessias quixotescas
através de Deus que sinaliza:
 
 “A pluma é língua da alma”.

Não é autêntico quem trai a si mesmo só para se encaixar no aplauso alheio.

Enquanto você não entende o jogo, você é parte dele; e não pode ganhar, moldar, transformar e nem se encontrar.

O que é, o que é?

Demétrio Sena - Magé

Há um povo esquisito querendo opressão;
grita mil contrassensos, por uma pirraça,
pois quer ser a colônia de qualquer nação
que lhe ponha cabresto, aguilhão e mordaça...

Uma gente que sobra do tempo que passa,
ninguém sabe onde foi que perdeu a razão;
sonha ter caçadores, porque ser a caça
é a honra suprema pra sua ilusão...

Esse povo esquisito escolheu suas lendas:
os que furam seus olhos ou colocam vendas;
enferrujam seus passos, pondo ferradura...

Essa gente que a gente não sabe se gente,
não aceita verdades; endeusa quem mente;
tem país democrático e quer ditadura...
... ... ...

Respeite autorias. É lei

Eu manifesto minha dor pois a conheço para não verter meu interior.

Viver dói — sempre doeu. Quem tenta escapar da dor termina por esquivar-se da própria vida: contorna riscos, suaviza experiências, recusa o impacto que forma e transforma. Ao poupar-se do que fere, priva-se também do que expande. A existência exige exposição; não há plenitude sem atravessamento. E, no fim, descobre-se que o maior sofrimento não foi a dor sentida, mas a vida que deixou de ser vivida.

A limitação é um inimigo invisível arquitetado por quem melhor nos conhece: nós mesmos.⁠

Manchado


Ele sempre foi um farsante,
porque, quando não teve o que queria, perdeu o encanto.


Ele só queria um corpo, não sentimentos
ou essência — me embrulhou.


E, sendo meu tipo, me embriagou.
Sendo leitor, me cegou, mas não vi sua verdadeira forma.


Um lobo sem escrúpulos,
numa pele de cordeiro,
que manchou toda a minha ingenuidade.


Fingi não ver,
corri para o lobo,
mas parei a dois passos —
e ele desistiu, fugiu.


E quem ficou com fome de afeto fui eu…
mas hoje eu sei:
não era amor que ele oferecia,
então não era amor que eu perdi