Pensamentos Mais Recentes

POESIA DE ANANINDEUA 


FOI VORAZ AQUELE BEIJO.


DEBAIXO DAQUELAS ÁRVORES.


DE UM AMOR QUE NÓS VIVEMOS POR INTEIRO.

Natureza


Em meio aos belos campos verdes de encantar;
Nessa tarde iluminada pelo sol.
Os pássaros a cantarolar;
Seguindo o sol como um girassol.


Como eu amo esse lugar;
Os animais a morar.
Onde a paz a abusar;
E o destino aqui está.

Ao entardecer;
As vacas apartar.
Esta memória vem aparecer;
Me dando gosto de amar.

Ao amanhecer;
O sol a nascer.
As plantas estão a crescer;
Os pássaros passando consigo ver.

Eis a fazenda ou campo;
Não importa como conhece.
Eis um lugar de encanto;
Onde a magia da floresta aparece.

Os animais encantam;
O céu onde o sol, a lua e suas estrelas andam.
As águas que todos, acalmam;
As plantas que nos mostram como amam.


Aqui há magia;
Aqui há beleza.
O sol e a lua que guia;
Longe de qualquer frieza.

Wczorajsze popołudnie minęło mi na testowaniu nowego slotu Megaways o zmiennej dynamice. Szybko sprawdziłem Spinbounty Casino https://spinbounty-casino.com/pl/ pod kątem RTP oraz stabilności obrotów. Wysoki zwrot dla gracza sprawił, że sesja zakończyła się solidnym zyskiem.

Mar


O mar me leva tudo,
Mas ele me traz tudo,
Ele é o meu tudo,
Que me enche com tudo.

Me mostra a beleza da natureza,
Que material nenhum me trará;
Olha que beleza!
Felicidade e amor virá.

Olha que sonho,
Queria que o mundo inteiro fosse assim;
Olha que risonho,
Tem muita coisa por vim.

Queria que todos vissem o mundo da forma que vejo:


O tamanho de amar;
A sensação de sonhar;
A vida das pessoas alegrar;
O jeito de estranhos elogiar;

Como é legal viver a vida.
Embarquei nesta viagem com passagem só de ida.
Não quero sair daqui;
Quero ficar aqui.
O mar é o única que me traz paz;
O sol é o único que é capaz;
Capaz de me guiar nesta viagem de viver sem ter tempo para a tristeza.

Cheiro de Mar


Cheiro de mar,
Neste incrível lar;
Um lugar feito pra amar,
E ótimo para sonhar.

Os ventos balançando os cabelos,
E sol raiando neste dia em que na areia ando;
As conchas e o mar são belos,
E as gaivotas que por aí estão voando;

Por essa areia estarei a andar,
E o sol iluminado estará;
Me sentarei na areia para contemplar,
Para contemplar a bela Iemanjá.

A Rainha dos Mares,
Que me vê contemplando a natureza;
Estou por esses lugares,
Quero ficar nesta leveza.

Ela me guia para o bom trajeto,
Me mostra o que será bom seguir;
E este mar inquieto,
Dele uma hora terei de me despedir.

"Torcida holandesa, mas não esperamos as tristezas. Pomar que combate doenças, cuja a irrigação demonstra as teses de defesas."

Primavera


De todas as estações do ano,
A primavera é a minha predileta;
De todas as minhas relações com o mundo,
Percebo o quanto amo um mundo repleto de flores.


O cheiro das flores,
Me faz querer o mundo contemplar;
Me faz lembrar de todos os meus amores,
E do quanto amo pelos livros me apaixonar.


Me faz pensar em todas as coisas boas,
Refletir e observar as pessoas;
Observar a natureza;
Me encantando com sua beleza;
E trazendo para minha vida uma enorme leveza.


Ah, como na primavera tudo fica encantador,
Me faz esquecer tudo que há de pior,
Me traz paz e tira a minha dor.

"Logos de uma natureza destrutiva, mas buscamos nos árches à physis de um futuro imprevisto."

A lazy afternoon led me straight to a megaways slot with high volatility settings. I loaded Pots Of Luck Casino https://potsofluck.casino/en-gb to check the stated RTP figures and spin a few reels. Three bonus drops triggered quickly and the payout cleared my balance within the hour.

"Indicaram a lêr o livro de Johannes Sobotta, só não pensavam nas mentalidades."

Fraco é o homem que sacrifica os próprios princípios e valores para satisfazer os caprichos dos outros.

Hoje, ao avaliar minha trajetória, percebo que me sinto muito mais satisfeita com aquilo que entreguei ao mundo do que com aquilo que recebi nas relações interpessoais. Talvez porque tenha aprendido que o valor da minha caminhada não se mede pelo reconhecimento que recebi, pela reciprocidade que encontrei ou pelas expectativas que se cumpriram, mas pela coerência entre quem sou, aquilo em que acredito e o que sou capaz de construir.
Tenho orgulho do que entreguei, porque cada entrega carrega um pouco da minha essência. E, se nem sempre recebi na mesma medida, isso não diminui a grandeza do que ofereci. Apenas me ensina que posso continuar sendo quem sou sem deixar de reconhecer o que mereço receber.

⁠um "eu te amo" dito da boca para fora nunca será capaz de substituir o eu te amo do amar em silêncio,do amar e proteger e do amar e demonstrar.

Un dimanche calme s'est transformé en longue session sur une machine megaways. J'ai préféré lancer LiraSpin https://liraspin.casino/fr/ pour analyser la volatilité et le taux de redistribution. Les multiplicateurs sont tombés rapidement et mes gains ont été validés en quelques minutes.

Odpoledne uteklo jako voda u noveho megaways slotu s vysokou volatilitou. Dnes me zaujalo Stavki Bet https://stavkibet.casino a jeho stabilni RTP hodnoty. Konecne prisla slusna vyhra po dlouhych tocich bez bonusu.

POESIA DE ANANINDEUA 


O MEU CORAÇÃO FOI PULANDO SALTITANDO BRINCANDO GESTICULANDO SORRINDO CHORANDO ATÉ PARAR EM FRENTE DELA.
QUE PODERIA ATÉ PENSAR QUE ERA UMA BOLA DE BORRACHA.

⁠Precisamos aprender — com muita urgência — a parar de ir para o debate com quem já decidiu em que acreditar.


Há uma diferença fundamental entre conversar para compreender e discutir para vencer. 


Embora ambas as atitudes possam se manifestar por meio das mesmas palavras, elas nascem de disposições completamente distintas. 


Quem conversa para compreender admite a possibilidade de ser transformado pelo encontro com o outro. 


Quem discute apenas para vencer, por sua vez, não procura a verdade: procura argumentos que protejam aquilo que já decidiu considerar verdadeiro.


Eis um dos grandes impasses da sociedade contemporânea: transformamos o debate em uma disputa de identidades, na qual rever uma opinião passou a ser interpretado como sinal de fraqueza, reconhecer um erro tornou-se motivo de constrangimento e admitir a razão do outro parece significar uma derrota pessoal.


Sociologicamente, esse fenômeno não pode ser compreendido apenas como uma falha individual de raciocínio. 


Nossas convicções são construídas dentro de contextos históricos, culturais, econômicos e políticos. 


Pertencemos a grupos, compartilhamos valores, assimilamos discursos e desenvolvemos vínculos afetivos com determinadas visões de mundo. 


Muitas vezes, aquilo que defendemos não é apenas uma ideia, mas o nosso lugar no mundo, a nossa comunidade de pertencimento e a imagem que construímos de nós mesmos.


Por isso, quando alguém questiona nossas crenças, nem sempre reagimos como pessoas examinando um argumento. 


Frequentemente, reagimos como indivíduos que sentem sua própria identidade ameaçada. 


O debate deixa de ser intelectual e passa a ser emocional. 


Já não escutamos para avaliar o que foi dito; escutamos para encontrar a falha, a contradição ou a palavra que nos permita atacar de volta.


A psicologia social ajuda a compreender esse mecanismo: tendemos a selecionar informações que confirmam nossas crenças e a desconfiar daquelas que as contradizem. 


Não raro, quanto mais profundamente uma convicção se encontra ligada à nossa identidade, mais difícil se torna submetê-la a um exame honesto. 


A razão, que poderia funcionar como instrumento de investigação, transforma-se em advogada das nossas certezas fabricadas.


É nesse ponto que o pensamento filosófico se torna indispensável.


Sócrates fez da pergunta um instrumento de investigação e da consciência da própria ignorância uma condição para o conhecimento. 


Sua postura nos lembra que pensar não significa apenas acumular respostas, mas desenvolver a capacidade de questioná-las. 


Afinal, quem acredita já possuir todas as respostas dificilmente encontrará motivos para continuar aprendendo.


O problema não está em ter convicções. 


Uma sociedade sem convicções seria incapaz de sustentar princípios, reivindicar direitos ou lutar por transformações. 


O problema começa quando deixamos de distinguir convicção de dogmatismo, quando confundimos firmeza com inflexibilidade e quando passamos a acreditar que a intensidade com que defendemos uma ideia constitui, por si só, uma prova de sua validade.


Ter convicções é reconhecer que existem ideias pelas quais vale a pena lutar. 


Ser dogmático é acreditar que nenhuma experiência, nenhum argumento e nenhuma evidência poderão nos convencer de que estamos equivocados.


E existe uma diferença ainda mais sutil, porém decisiva, entre respeitar o direito de alguém pensar diferente e considerar que todas as ideias possuem o mesmo valor. 


O diálogo não exige relativizar os fatos, abandonar princípios ou conceder legitimidade a qualquer argumento. 


Exige, antes, que estejamos dispostos a examinar as razões que sustentam nossas próprias posições com o mesmo rigor que aplicamos às posições alheias.


Entretanto, vivemos em uma época na qual a exposição pública de opiniões frequentemente importa mais do que a disposição para revê-las. 


As redes sociais transformaram muitas discussões em espetáculos de afirmação pessoal. 


Não basta ter razão; é preciso parecer vitorioso. 


Não basta apresentar um argumento; é preciso constranger o adversário. 


Não basta discordar; é necessário desqualificar quem discorda.


Nesse ambiente medonho, o outro deixa de ser alguém com quem podemos construir conhecimento e passa a ser alguém que precisamos derrotar. 


A complexidade dos problemas sociais é reduzida a slogans, as contradições da realidade são substituídas por explicações simplistas e a divergência, que poderia ampliar nossa compreensão de mundo, converte-se em justificativa para o desprezo.


Mas talvez a Maturidade Intelectual comece justamente quando compreendemos que nem toda discordância precisa se transformar em confronto e que nem todo confronto merece a nossa energia.


Isso não significa abandonar o Debate Público, renunciar à crítica ou silenciar diante das injustiças. 


Significa desenvolver discernimento para reconhecer quando existe, do outro lado, uma disposição genuína para o diálogo e quando existe apenas o desejo de reafirmar uma posição previamente estabelecida.


Há pessoas que entram em uma conversa dispostas a pensar. 


Outras entram apenas para defender o que pensam. 


E há aquelas que sequer estão interessadas no conteúdo da discussão: querem apenas preservar a superioridade moral que atribuem a si mesmas diante daqueles que consideram inferiores, ignorantes ou inimigos.


Nesses casos, insistir indefinidamente no debate pode ser menos um exercício de paciência democrática do que uma forma de desperdiçar a própria lucidez.


Precisamos compreender que o diálogo é uma construção compartilhada. 


Nenhuma conversa produz conhecimento quando apenas um dos lados está disposto a questionar suas certezas. 


Não existe troca real quando alguém exige abertura intelectual do interlocutor, mas se concede o privilégio de permanecer impermeável a qualquer argumento.


A disposição para ouvir não obriga ninguém a concordar. 


A disposição para argumentar não obriga ninguém a convencer. 


E o compromisso com a verdade exige reconhecer que, em determinadas circunstâncias, a melhor resposta não é um argumento mais elaborado, mas a decisão consciente de não continuar uma discussão que perdeu sua finalidade.


Talvez seja urgente e necessário recuperar uma virtude pouco valorizada em nossa época: a capacidade de reconhecer os limites da persuasão.


Não somos responsáveis por desconstruir todas as certezas que encontramos, nem precisamos transformar cada divergência em uma missão pedagógica. 


Há batalhas intelectuais que não travamos não porque nos faltam argumentos, mas porque compreendemos que argumentos, por si sós, não garantem a disposição de alguém para rever aquilo em que acredita.


Afinal, o conhecimento não depende apenas da existência de boas razões, mas também da disposição humana para considerá-las.


Por isso, precisamos urgentemente aprender a escolher melhor nossas conversas, nossos confrontos e nossas batalhas. 


Não para viver entre iguais, cercados por pessoas que confirmam nossas opiniões, mas para preservar a possibilidade de diálogos que efetivamente nos desafiem e nos façam pensar.


Que não confundamos silêncio com covardia, afastamento com ignorância ou desistência de uma discussão com incapacidade de argumentar. 


Às vezes, retirar-se é reconhecer que a conversa deixou de ser um caminho para a compreensão e se tornou apenas um mecanismo de reprodução das mesmas certezas.


No fundo, a questão não é deixar de debater com quem pensa diferente. 


Uma sociedade democrática precisa justamente da convivência com as diferenças, da crítica às ideias preestabelecidas e da possibilidade permanente de revisão dos nossos julgamentos.


A questão é aprender a distinguir quem pensa diferente de nós de quem se recusa, de antemão, a considerar qualquer possibilidade diferente da sua.


Porque o verdadeiro diálogo não começa quando duas pessoas apresentam suas opiniões, mas quando ambas admitem que podem sair daquela conversa pensando de maneira diferente.


E talvez a pergunta mais importante que possamos fazer antes de qualquer debate não seja: será que tenho argumentos suficientes para convencer essa pessoa?


Talvez seja esta: existe, do outro lado, alguém disposto a correr o risco de mudar de ideia?


Se a resposta for não, precisamos ter maturidade para compreender que nem toda discussão merece continuidade.


Afinal, pensar criticamente não é apenas aprender a questionar as certezas dos outros. 


É, sobretudo, desenvolver a coragem de submeter as nossas próprias certezas ao mesmo questionamento.


E uma sociedade que perde essa capacidade não deixa de pensar porque lhe faltam opiniões. 


Deixa de pensar porque passa a confundir aquilo em que acredita com aquilo que não pode ser questionado.

POESIA DE ANANINDEUA 


EU VOU SENTAR DEBAIXO DA ÁRVORE E PENSAR EM POESIA

Há amores que não sobrevivem como relacionamento, mas conquistam uma segunda existência, mais duradoura e mais perigosa: a de nunca terminarem dentro de quem os transforma em palavras.

"Confusão na disseminação de uma ideia, e a Revolução Francesa não tem tela. Horas prestando atenção nos detalhes, para tentarem entender a humanidade."

PENSAMENTO LIVRE


EU VOU SENTAR DEBAIXO DA ÁRVORE E PENSAR EM POESIA

O verão não reconhece os vencidos


Bebelle, há guerras que terminam muito antes de o último inimigo desaparecer. A nossa talvez tenha terminado no instante em que o futuro abriu suas portas e um de nós reconheceu nelas uma promessa, enquanto o outro enxergou uma ameaça.


Nunca soube se você temia o reino ou aquilo que se tornaria ao governá-lo. Há renúncias que se disfarçam de liberdade, assim como certas fugas preservam, sob a aparência da prudência, o segredo de uma derrota que jamais será confessada.


O trono permaneceu vazio por algum tempo. Depois, deixou de esperar.


As estações cumpriram seu ofício, os aliados aprenderam o silêncio e os antigos juramentos perderam a capacidade de convocar os mortos. De tudo o que fomos, restou uma fronteira sem nome, atravessada apenas pela memória de duas pessoas que talvez tenham vencido guerras diferentes e, por isso mesmo, perdido a única que importava.


Não a procurei entre os escombros. Existem ausências que precisam conservar sua própria arquitetura. E existem perguntas cuja resposta destruiria a última beleza daquilo que já não pode ser recuperado.


Você poderia ter sido a rainha de um mundo que nunca chegou a existir. Eu poderia ter sido o homem que você não precisaria temer. Mas o futuro, esse território que jamais pertenceu a ninguém, exigia de nós uma coragem que talvez só um dos dois estivesse disposto a confundir com destino.


Agora, dizem que o verão passou.


Como se as estações soubessem alguma coisa sobre os nossos abismos. Como se o calendário pudesse explicar por que certas pessoas abandonam o eterno quando ele finalmente adquire uma forma humana.


Não há mais guerra, Bebelle. Ou talvez tenhamos alcançado aquela forma superior de combate em que ninguém dispara, ninguém sangra diante das testemunhas e cada sobrevivente precisa fingir que escolheu exatamente o lugar onde terminou.


O reino continua. O tempo também.


E eu jamais saberei se você foi a mulher que não pôde permanecer ou a única que, permanecendo, teria mudado tudo.

"Revolta na década de 40, mas os livros são da década de 70. Biblioteca falante, onde as informações não são descritas."

Bebelle, o verão passou e o trono já não espera. Há coroas que pesam menos sobre a cabeça do que sobre a consciência, e futuros que morrem antes de nascer porque alguém confundiu a porta do destino com a entrada de uma prisão. Não sei se você fugiu de mim ou do que seríamos juntos. Sei apenas que, quando finalmente aprendi a governar as ruínas, já não havia ninguém a quem oferecer o reino.

Ó Afrodite, meus sentimentos é também o segundo lugar, pois a beleza dela a minha primeira escolha será.
De corpo e alma ela me cativou, a cumplicidade que nunca senti, ela criou. Ela brilha como lua nova, como sol no verão, e também brilha assim no meu coração. Sobre sua beleza mais uma vez escreverei desculpe, ainda não me acostumei. Bobagem estou a falar, pois de tal beleza nunca irei me acostumar; as palavras fogem quando sobre você tento expressar.
Mas de uma sempre vou me lembrar, porque você a disse ao prometer-me amar.