Pensamentos Mais Recentes
Se quiserem me chamar do que quiserem, que chamem.
Só eu conheço o preço da mulher que me tornei.
E foi nesse caminho
— firme, imperfeito e verdadeiro
— que aprendi a amar sem me perder, e a encontrar felicidade
sem precisar me diminuir por ninguém.
Às vezes me perguntam por que meu amor anda em silêncio, mas ninguém viu quando abri o peito sem armadura, quando ofereci meu melhor gesto e o mundo respondeu com descuido.
Foi ali que aprendi que amar também sangra, e que nem todo toque sabe cuidar.
"Reflexão de vida:
"Na vida você precisa ter propósito pra chegar, motivação pra continuar,
e disciplina pra não desistir.
-@Suedna_Santos
A soberania consiste em amar sem se perder, e em decidir o momento certo de olhar nos olhos do passado sem comprometer o brilho do futuro.
Enlaçado
Hipnotizado pelo encanto da lua, o sol insiste em não nascer,
Enquanto eu me embriago com as tuas historias aos pés da fogueira a madrugada vêm decidida a ser fria e impiedosa,
Em cada olhar teu eu encontrei respostas e me coloquei como solução,
Depois de duas horas e meia de conversa percebi que havia caído perdidamente em teu abraço mortal da sedução,
Logo, vi que tinhas enlaçado o meu cavalo e desmontado a minha sela, ali foi o ponto máximo do nosso sim.
"Reflexão de vida:
"A reciprocidade nem sempre será uma via
de mão dupla; por isso, não espera do outro o que só você está disposto a oferecer."
PENSE NISSO FICA A DICA!
@Suednaa_Santos
CLADISSA.
CAPÍTULO V
O VALOR QUE NÃO SE PESA EM TERRA.
A Úmbria do século XI permanecia sob as tensões que reverberavam desde Roma. A controvérsia das investiduras não era apenas querela entre trono e altar, mas reorganização profunda das hierarquias sociais. Desde o confronto entre Henrique IV e Gregório VII, a cristandade latina experimentava vigilância moral crescente e redefinição de vínculos entre laicato e clero.
Nesse contexto, o mosteiro onde Cladissa vivia não era simples refúgio espiritual. Era centro de irradiação simbólica. Sua biblioteca, ainda que modesta, preservava códices da Vulgata consolidada por Jerônimo, além de comentários patrísticos que sustentavam a ortodoxia local. O scriptorium tornara se espaço estratégico. Copiar textos era manter a unidade doutrinária em tempos de fragmentação política.
Foi precisamente nesse cenário que as investidas contra Cladissa adquiriram contornos mais nítidos. Não eram meros impulsos sentimentais. Eram movimentos inscritos na lógica feudal.
Primeiro fator. O capital simbólico. A alfabetização em latim, rara entre mulheres e mesmo entre muitos homens, conferia lhe estatuto singular. Ela não possuía terras, mas possuía letramento. Em uma sociedade onde contratos, cartas de concessão e registros eclesiásticos exigiam precisão textual, uma mente disciplinada era ativo valioso. Pequenos senhores locais, pressionados por tributos imperiais e obrigações eclesiásticas, necessitavam de organização. Uma esposa instruída elevava a casa não apenas socialmente, mas funcionalmente.
Segundo fator. A política de alianças. Após 1077, quando Canossa tornara se símbolo da tensão entre Império e Papado, cada vínculo com instituições religiosas ganhava peso estratégico. O mosteiro representava legitimidade espiritual. Aproximar se de Cladissa significava, ainda que indiretamente, aproximar se da autoridade moral do claustro. Em tempos de suspeita sobre simonia e corrupção clerical, a associação com uma figura reconhecida por disciplina e pureza tornava se capital político.
Terceiro fator. A projeção moral e estética. A espiritualidade medieval valorizava compostura, recato e austeridade. Cladissa incorporava esses atributos com naturalidade. Sua postura serena, o domínio do silêncio, a sobriedade no vestir, tudo isso correspondia ao ideal feminino cultivado pela ética monástica. A virtude, naquele século, era reputação tangível.
Quarto fator. A vulnerabilidade jurídica. Órfã e sem dote expressivo, ela carecia de proteção familiar robusta. No sistema feudal, tutela e casamento eram instrumentos de incorporação patrimonial. Mesmo sem bens materiais, a própria pessoa constituía valor. Integrar Cladissa a uma casa significava absorver seu potencial simbólico e sua ligação institucional.
Esses elementos convergiam silenciosamente. Enquanto ela copiava passagens do Evangelho segundo João, refletindo sobre o Verbo que se fez carne, outros avaliavam sua presença como possibilidade concreta de ascensão ou consolidação.
Certa tarde, o prior foi procurado por um representante de pequena linhagem rural que solicitava audiência. O argumento era prudente. Falava se em proteção, em estabilidade, em honra. O discurso revestia se de cortesia, mas a intenção era inequívoca.
O prior, homem atento às reformas em curso, compreendia a delicadeza da situação. O mosteiro não podia converter se em mercado matrimonial, sob pena de comprometer sua integridade. Ao mesmo tempo, não ignorava que a permanência de Cladissa ali exigia justificativa sólida diante de pressões externas.
Cladissa percebeu a mudança de atmosfera. O silêncio tornara se denso. Já não era apenas o silêncio da oração, mas o da expectativa.
Naquela noite, ao recolher se, compreendeu que sua pobreza material era apenas aparência. O século avaliava valores invisíveis. Educação, vínculo sagrado, reputação moral.
E foi então que amadureceu nela uma decisão interior. Se era vista como moeda, precisaria afirmar se como consciência. Se era objeto de cálculo, precisaria tornar se sujeito de escolha.
O século XI mediu quase tudo em terra, tributo e fidelidade. Contudo, no interior daquela jovem formada entre pergaminhos e pedras frias, começava a erguer se algo que não podia ser pesado em balanças feudais. Uma vontade lúcida, consciente de seu tempo, mas não submissa a ele.
" O amor de Jesus é pedagógico, corrige sem humilhar, exorta sem condenar, orienta sem violentar consciências. "
" Em Evangelho segundo Mateus 5:44, quando ensina "Amai os vossos inimigos", Jesus eleva o amor à condição de disciplina moral, não mero afeto instintivo. "
SEMPRE DESSE JEITO
Mal chego a minha terra, eu me abandono
ao prazer de viver cada emoção
até a hora de entregar-me ao sono
numa rede macia de algodão.
E quando de manhã escuto o sino
da Matriz, a saudade me balança
e me desperta dentro do menino
que carrego comigo na lembrança.
Tomo banho nas águas do seu rio
e, a brincar e correr, me demasio
por suas ruas planas e ladeiras
de chão sem calçamento (do passado),
na sensação de estar sendo levado
à infância que, feliz, tive em Pedreiras!
" O amor de Jesus não se impõe pela força, mas convida pela mansidão, revelando que a verdadeira autoridade nasce do serviço e da renúncia. "
⋆.ꫂ❁"Mais uma princesa para o nosso clã! Que alegria ver a nossa família crescendo e ganhando novas cores. Que essa pequena chegue com muita luz para iluminar ainda mais os nossos dias. Vovó já ama muito ᰔᩚ🍼₊˚⊹ ᰔ𓏲ּ𝄢𖤐
ﮩ٨ـﮩﮩ٨ـ♡ﮩ٨ـﮩﮩ٨ـ❀𓏲ּ𝄢⋆.𓍯𓂃𓏧♡
❀𓏲ּ𝄢
🍼₊˚⊹ ᰔSuzanne ⋆。‧˚ʚ🧸ɞ˚‧。⋆
Viver deliberadamente
Mesmo estando em outro bairro a tua voz ultrapassa a linha da razão e eu consigo ouvi-la como se fosse uma música na mais bela sintonia,
Ao deitar imagino que você não saiba o impacto que causa no meu coração, como se estivesse massageando ele quando os meus pensamentos fluem na tua direção,
Eu gosto de você indo e vindo, tenho você no som da minha respiração, te sinto nos nossos carinhos quando estamos juntos e eles se elevam em sentimentos inexplicáveis,
A uma diferença muito grande entre sobreviver ao que nos é dado e viver deliberadamente aquilo que é o extraordinário.
A QUE ME LEVA O QUE OUÇO E VEJO
Já não suporto, não aguento mais
ouvir e ver tudo a que estou sujeito,
como expressões de ódio e preconceito,
na TV e nas redes sociais.
Promovem verdadeiros festivais
de ignorância e falta de respeito,
para mostrar errado o que é direito,
com base em julgamentos pessoais.
Quanto mais falam, mais fica evidente
seu despreparo ... E o linguajar rasteiro
só me conduz a desenhar na mente
quadros com eles numa estribaria
soltando pela boca tanta asneira
- que espanto aos próprios asnos causaria.
"Reflexão de vida:
"Não faça da perda um problema insuperável. A vida não é sósobre ganhar,
mas também sobre aprender a perder.
PENSE NISSO FICA A DICA!
Siga@Suednaa_santos
"Reflexão de vida:
"A visão que temos de Deus nos sustenta;
porém, a intimidade com Ele nos confronta"
PENSE NISSO FICA A DICA!
"Reflexão de vida:
Não dê acesso a quem não te dá
destino. Quem diz caminhar com você, mas não te faz chegar a lugar algum, é atraso vestido de companhia.Logo, quem não está disposto a caminhar contigo, só te atrasa. Por isso quem não soma na sua caminhada não te oferece nada.
Portanto, não dê acesso a quem não te dá
direção; companhia sem propósito vira
distração. Quem não caminha junto só subtrai e não soma.
PENSE NISSO FICA A DICA!
Nem toda ausência é desistência; às vezes é a forma mais madura de se preservar.
Há silêncios que não nascem da indiferença, mas do cansaço de tentar ser ouvido onde nunca houve espaço para escuta. Há distâncias que não são fuga, mas limite.
A gente aprende, com o tempo, que permanecer onde a alma se encolhe é uma violência silenciosa contra si mesma. E então escolhe ir — não por falta de amor, mas por excesso de amor-próprio.
Porque preservar-se também é um gesto de coragem. É entender que algumas portas não se fecham por fracasso, mas por proteção. É confiar que sair de um lugar onde não florescemos é, na verdade, abrir espaço para respirar de novo.
Nem toda ausência é abandono. Às vezes, é apenas a forma mais digna de continuar inteiro.
"Reflexão de vida:
"A vida nos dá apenas duas opções:
ser vítima do que nos acontece ou exemplo do que superamos."
PENSE NISSO FICA A DICA!
