Pensamentos Mais Recentes
Nem sempre o que as pessoas chamam de depressão é, de fato, depressão.
Às vezes, é uma mulher exausta por carregar responsabilidades que nunca foram divididas. É uma mãe que cuida de todos e se esqueceu de si mesma.
Às vezes, é alguém que entregou lealdade e recebeu ingratidão. Que confiou e foi traída. Que estendeu a mão, acolheu, permaneceu… mas, quando precisou, encontrou o vazio.
Há pessoas que não perderam a esperança. Apenas foram feridas tantas vezes que aprenderam a silenciar a própria dor.
Antes de julgar, ouça. Antes de rotular, acolha. Antes de tirar conclusões, lembre-se de que cada pessoa enfrenta batalhas que nem sempre são visíveis.
Há dores que remédio nenhum cura. Elas precisam de presença, respeito e amor.
Atos 20:24
Mas de nada faço questão, nem tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus.
O verdadeiro sucesso não é preservar a vida, mas terminar a carreira que Jesus nos entregou.
1650 📜 "Pelo menos dois não estão incomodados muito menos impressionados com Ateus e com o que Ateus pregam. Esses dois somos Eu (com certeza ) e o proprio Deus (acredito)!"
O maior escândalo
O que estou vendo é o maior
Escândalo da Existência.
O que estou vendo é o
Maior absurdo da Existência.
Todo o terror
Pavor
Perplexidade
E horror.
Estou vendo e não acredito.
Não tem explicação — inefável.
O reflexo da vida,
Do Criador,
Está sem vida!!!
Imagine agora o
Criador sem vida...
Mas isto aconteceu —
Na história.
Sinto toda a dor
Insuportável
Por essa pessoa que
Conheço e também
Não conheço,
Sinto pelos animais,
Sinto pela humanidade inteira,
E por Deus.
Eu sofro
Você sofre
Nós sofremos!
Deus sofre
Creio que esse sofrimento
Terá fim ,
Na vinda de Jesus,
O último inimigo
Pra sempre vencido.
O dogma é uma prisão clandestina, onde o livre pensar deseja celebrar o raiar do ideal ao arrebol da esperança.
Método P.A.S.S.O.
Por Eduardo Volpato
Durante anos ouvi a mesma frase antes de decisões importantes:
“Vou colocar isso em oração.”
Mas uma pergunta sempre permaneceu em meu coração:
Como, na prática, colocamos uma decisão em oração?
A Bíblia apresenta princípios claros para discernir a vontade de Deus, mas eles normalmente são ensinados de forma isolada. A partir desse entendimento nasceu o Método P.A.S.S.O., uma metodologia que organiza esses princípios em um processo simples, bíblico e aplicável para decisões da vida, da liderança, dos negócios e do ministério.
O P.A.S.S.O. não substitui a oração.
A oração não é uma das letras do método porque ela é o ambiente onde todas as etapas acontecem.
A metodologia é composta por cinco perguntas:
P — Palavra
Esta decisão está de acordo com a Bíblia?
A — Alinhamento
Esta decisão está alinhada com o propósito de Deus para minha vida?
S — Sabedoria
Pessoas espiritualmente maduras confirmariam este caminho?
S — Shalom
Existe paz produzida por Deus ou apenas ansiedade para decidir?
O — Obediência
Estou disposto a obedecer ao que Deus revelou, mesmo que essa não seja a resposta que eu esperava?
O P.A.S.S.O. parte de uma convicção simples:
Deus normalmente forma nossas decisões antes de revelar suas respostas.
Por isso, a vontade de Deus raramente é descoberta em um único momento. Ela costuma ser confirmada quando a Palavra, o Alinhamento, a Sabedoria, o Shalom e a Obediência caminham juntos, sempre dentro de uma vida de oração.
O Método P.A.S.S.O. é uma sistematização desses princípios bíblicos para auxiliar pessoas a discernirem decisões com mais clareza, maturidade espiritual e fidelidade a Deus.
“Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça-o em todos os seus caminhos, e Ele endireitará as suas veredas.”
Provérbios 3:5–6
1613 📜 "Há quem se irrita e se ofende, por exemplo, com Ateus. Mas não se acham irritantes nem ofensores quando abrem a boca (ou o teclado) para afirmar que Deus disse isso ou aquilo!"
A qualidade de um livro não é definida pela quantidade de páginas que possui. Um bom livro não se mede pelo seu volume, mas pela sua capacidade de cativar o leitor, prender a sua imaginação e fazê-lo reviver, em cada página, as palavras que nele estão escritas.
(FURUCUTO, P. D., 2026).
"Amo-te devagar.
Mas quero-te depressa"
Obedes Lobadias, no livro "Labiríntimos Ou Poemas Mal Escritos".
"Você chegou como quem diz: eu sou promotora de eventos, permita-me organizar o festival da sua felicidade!"
Obedes Lobadias
"Eu só queria alguém a quem dizer olá; e você chegou e perguntou se estava tudo bem."
Obedes Lobadias
O arrebatamento não desfaz a gravidade do corpo, mas o peso da ausência; não é o instante em que deixamos a Terra, mas o momento em que a eternidade percebe que já não cabemos nela.
Reno Fioraso
1593 📜 "Sou Medroso, admito! Mas sou Medroso Diferente. Não tenho Medo de Divindades nem do Diale. Não tenho Medo de Ateus, de Atoas nem de Fariseus! Meu Medo não é de Escuro, de Claro nem de Mais ou Menos.
O Vesúvio despertará em uma última dança de fogo, fazendo o homem finalmente compreender que o Apocalipse não se escreve com palavras, mas sim com o silêncio eterno da cinza que nos devolve à terra.
Reno Fioraso
INTROITUS - CAMILLE MONFORT.
Sob a Cúpula do Requiem.
Camille Marie Monfort caminhava sozinha pelo claustro deserto,enquanto as paredes, frias como um silêncio secular,devolviam-lhe ecos invisíveis. Lá fora, a noite era de um azul quase negro, mas, dentro dela, o abismo tinha um tom ainda mais profundo.
No ar, o Introitus erguia-se como um cortejo que não pertencia a este mundo. As primeiras notas vinham lentas, como passos de sombras que ainda hesitam entre o mundo dos vivos e a promessa do esquecimento. Cada acorde era um peso depositado sobre seu peito um peso que não esmagava, mas moldava, como se o sofrimento esculpisse sua forma mais pura.
O violino parecia falar-lhe na língua que só os fantasmas compreendem. Era um idioma sem palavras, feito de curvas sonoras que contornavam suas lembranças as que queria perder e as que temia perder. A cada compasso, Camille sentia que a música não apenas narrava a sua história: ela a descrevia aos olhos de Deus, como um inventário de dores e esperanças não ditas.
Então, no sopro do tempo, a transição: o Lacrimosa.
Ah, ali não havia hesitação; havia queda. As cordas e vozes se erguiam como se o céu estivesse se partindo para deixá-la ver o lado de dentro. A gravidade das vozes corais não era um lamento pela morte, mas um chamado para o reconhecimento de que todo amor carrega consigo a semente do adeus.
Camille fechou os olhos. Sentiu-se ao centro de um universo que respirava no ritmo do Requiem. Era como se cada acorde fosse o batimento cardíaco de um Deus melancólico. O coro, em sua repetição quase ritual, não a enterrava; antes, a preparava para uma revelação silenciosa: a de que toda lágrima, cedo ou tarde, é apenas uma nota que volta para o silêncio de onde veio.
Quando a última ressonância se dissolveu, Camille permaneceu imóvel. Não havia plateia, não havia maestro, não havia corpo físico que pudesse explicar aquele instante. Apenas ela e a música e a certeza de que, naquele encontro, havia tocado o lado intocado da própria eternidade.
Capítulo XIX
ONDE NADA FICARÁ, EXCETO O QUE NÃO FOI TOCADO.
Livro: Não Há Arco-iris No Meu Porão.
Autor:
* Escritor:Marcelo Caetano Monteiro
* Joseph bevouir - Escritor.
“Entre mim e Camille, não há distância. Há reverência.”
— Joseph Bevoiur, pensamento não pronunciado, jamais escrito.
Não haverá eco.
Não haverá papel amarelado,
nem vestígio deixado entre tábuas podres ou livros ressequidos.
Nada restará ao mundo
daquilo que entre nós jamais foi dado,
e por isso permanece.
O que houve se é que se pode chamar de haver não se dobra em datas,não cabe em epitáfios,
não tolera testemunhas.
Foi um amor tão absoluto
que não ousou acontecer.
E é por isso que resiste.
Pois tudo o que se consuma,
morre.
Camille Marie Monfort existe em mim como um cântico que jamais foi entoado,mas que ressoa em cada vértebra da minha alma.
Não se toca Camille.
Ela não habita o passado, nem o futuro.
Ela está no centro exato da ausência.
Cada vez que tentei nomeá-la,ela me escapou.
Cada vez que a desejei,
ela me silenciou.
E por isso a amo.
E por isso não a tenho.
E por isso — ainda assim sou inteiro com ela.
(Este capítulo não será encontrado. Ele apenas acontece quando alguém o sentir e depois, se dissolve. Assim como ela.)
ESMERALDAS DE SOMBRAS.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Ah… teus olhos.
Teus olhos esmeraldinos — não simples gemas, mas abismos translúcidos onde a razão vacila e o verbo morre. Como desejaria eu colhê-los, não com a volúpia do desejo vulgar, mas com a devoção de um monge alquebrado que recolhe as relíquias de sua santa. Tê-los… não em meu peito, mas suspensos num relicário de silêncios, entre as páginas que ainda choram por ti.
Mas tu sabes…
Sabes que eu te amo — e em mim esse amor é um espólio de lâminas cravadas por deuses mudos. Ser atravessado por mil espadas seria um refrigério frente ao que sinto ao ouvir teu nome no mármore frio do esquecimento. O teu nome, Camille, dilacera-me com a precisão de uma nota errada no adágio final de um maestro enlouquecido.
É mister, sim, dormir — dormir não para esquecer, mas para habitar os interstícios oníricos onde tu ainda existes sem dor. Nessas infinitas noites de ti e em ti, faço do teu perfume um incenso que queima devagar nos altares escurecidos da minha alma.
Porque tu sabes —
Sabes que meus olhos só foram feitos para contemplar o teu universo pairante, esse cosmos que se verte do teu semblante com a serenidade trágica de uma musa condenada a existir apenas nas entrelinhas. Viver, criar e pairar sobre mim — pobre poeta das sombras, órfão de sol e exilado da tua claridade.
E eu permaneço — espectro lírico e infecundo, sobrevivente do teu último olhar, compondo com palavras rarefeitas a sinfonia muda da tua ausência.
Joseph Bevoiur.
