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Se o seu Sonho e alto . pois Corra atrás , é poste nele que a frase e certa você pode Realiza seu Sonho

Que Oxum cure seu coração

Carta aos Romanos 3:12


«Todos se extraviaram, todos se corromperam. Não há quem faça o bem, não há
um sequer.»


Pai,
Estas palavras foram escritas na Bíblia há muito tempo sobre os judeus e os
gregos. Quererá o Pai dizer, nesta situação, que haverá um novo início?

Pai,
Que esse início seja breve, que o seu mundo venha, que os seus filhos se
arrependam, que a sua atitude nos ensine.

Pai,
Não nos olhe com desprezo, não nos olhe com desdém, pois só o Pai pode
ensinar-nos segundo a Palavra. Só o Pai pode transmitir-nos afeto, mesmo
enquanto pecadores.

Pai,
Que o Pai exulte sobre as almas, sobre o nosso ser, melhore as nossas atitudes e
torça pelas nossas melhores decisões.

Pai,
A nossa atitude é errada, mas o Pai está lá sempre para corrigir, para que
possamos ter momentos de reflexão e comungar consigo, pois necessitamos da
sua Palavra.

Pai,
Por fim, peço-lhe que olheis por aqueles que mais precisam, para que cresçam na
fé, no respeito, no exemplo e no ser para com os outros irmãos. Pois só assim
alcançaremos a paz de coração e viveremos em plena união enquanto irmãos em
Cristo.

Amém

1613
"Há quem se irrita e se ofende, por exemplo, com Ateus. Mas nunca se acham irritantes nem ofensores quando vêm a público abrir a boca (ou o teclado) para afirmar que Deus disse isso ou aquilo. Mas que Desfaçatez é essa? Oh, Raios!"

Remediar é melhor do que prevenir; mas se acontecesse mal, defende as suas relações e práticas.

1612
"Por que há quem não aceite os que não se sensibilizam com o Manual das Justificativas? Que tipo de reação é exatamente essa? Só não me digam que isso é Autêntico Comportamento Cristão, pois não é... E nunca será!"

1611
"O bom de tudo é que Deus tudo vê, tudo ouve, tudo sabe. Então, se nós não acreditamos na Conversa de Fanáticos Maniqueístas, imaginem Deus! Para os que não acreditam em Deus funciona do mesmíssimo jeito. Tem sido assim!"

1610
"O Fanatismo de Fé de Alguns é tão obvio e tão notorio mas, mesmo assim tentam negar o inegável. Se assumirem, tudo fica esclarecido e facilitado, Uai!"

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.
CAPÍTULO 17 – SEDE PERFEITOS - INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS – I – O DEVER – item 7.
O dever.
7. O dever é a obrigação moral da criatura para consigo mesma, primeiro, e, em seguida, para com os outros. O dever é a lei da vida. Com ele deparamos nas mais ínfimas particularidades, como nos atos mais elevados. Quero aqui falar apenas do dever moral e não do dever que as profissões impõem.

Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de cumprir-se, por se achar em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Não têm testemunhas as suas vitórias e não estão sujeitas à repressão suas derrotas. O dever íntimo do homem fica entregue ao seu livre-arbítrio. O aguilhão da consciência, guardião da probidade interior, o adverte e sustenta; mas, muitas vezes, mostra-se impotente diante dos sofismas da paixão. Fielmente observado, o dever do coração eleva o homem; como determiná-lo, porém, com exatidão? Onde começa ele? onde termina? O dever principia, para cada um de vós, exatamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranquilidade do vosso próximo; acaba no limite que não desejais ninguém transponha com relação a vós.

Deus criou todos os homens iguais para a dor. Pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, sofrem todos pelas mesmas causas, a fim de que cada um julgue em sã consciência o mal que pode fazer. Com relação ao bem, infinitamente vário nas suas expressões, não é o mesmo o critério. A igualdade em face da dor é uma sublime providência de Deus, que quer que todos os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não pratiquem o mal, alegando ignorância de seus efeitos.

O dever é o resumo prático de todas as especulações morais; é uma bravura da alma que enfrenta as angústias da luta; é austero e brando; pronto a dobrar-se às mais diversas complicações, conserva-se inflexível diante das suas tentações. O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesmo. É a um tempo juiz e escravo em causa própria.

O dever é o mais belo laurel da razão; descende desta como de sua mãe o filho. O homem tem de amar o dever, não porque preserve de males a vida, males aos quais a humanidade não pode subtrair-se, mas porque confere à alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento.

O dever cresce e irradia sob mais elevada forma, em cada um dos estágios superiores da humanidade. Jamais cessa a obrigação moral da criatura para com Deus. Tem esta de refletir as virtudes do Eterno, que não aceita esboços imperfeitos, porque quer que a beleza da sua obra resplandeça a seus próprios olhos.

Lázaro.
Paris, 1863.

DEVER E AMOR REAL. A DISCIPLINA DO CORAÇÃO E A GRANDEZA MORAL.
O texto apresentado em O Evangelho Segundo O Espiritismo, estabelece uma das formulações mais rigorosas e elevadas da ética espírita ao tratar do dever como eixo da vida moral e como critério objetivo do verdadeiro amor. Não se trata de um dever exterior, social ou profissional, mas do dever íntimo, silencioso e intransferível, aquele que se exerce na solidão da consciência e cuja única testemunha é o próprio espírito diante da lei divina. Essa concepção resgata uma visão clássica da moral, na qual o valor do ato não depende do aplauso, mas da retidão interior.
O dever, conforme exposto, nasce exatamente no ponto em que a liberdade individual ameaça a paz do outro. Essa definição é de extrema precisão ética. Ela afasta qualquer moral abstrata ou sentimental e estabelece um limite concreto para a ação humana. O dever termina onde começa a violação da dignidade alheia, do mesmo modo que ninguém deseja ter sua própria tranquilidade violada. Aqui se encontra um princípio de justiça moral que atravessa a tradição filosófica clássica e que, no Espiritismo, ganha fundamento espiritual e educativo.
É nesse ponto que se revela a distinção essencial entre amor real e amor aparente. O amor real não se confunde com atração, impulso afetivo ou satisfação do coração. Ele é disciplinado pelo dever. Amar verdadeiramente é não causar dano, é renunciar quando a própria vontade ameaça ferir, é conter-se quando o desejo ultrapassa o limite moral. O texto é explícito ao afirmar que o dever se encontra em antagonismo com as atrações do interesse e do coração. Essa tensão não nega o amor, mas o purifica. O amor que ignora o dever é apenas paixão. O amor que se submete ao dever torna-se virtude.
A igualdade em face da dor, apresentada como providência divina, aprofunda ainda mais essa compreensão. Todos sofrem para que ninguém alegue ignorância do mal que causa. A experiência da dor educa a consciência e torna o dever inteligível não como imposição externa, mas como consequência natural da vida moral. Assim, o amor real não é ingênuo nem permissivo. Ele nasce da compreensão profunda do sofrimento e da responsabilidade que cada espírito tem diante do outro.
Quando o texto afirma que o homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais do que as criaturas e ama as criaturas mais do que a si mesmo, estabelece-se uma hierarquia moral clássica e profundamente cristã. O amor real é vertical e horizontal ao mesmo tempo. Ele se eleva a Deus pela obediência à lei e se manifesta no próximo pela renúncia do ego. Não há amor autêntico sem sacrifício interior, sem essa bravura da alma que enfrenta as angústias da luta moral.
O dever, descrito como laurel da razão e vigor da alma, não tem por finalidade proteger o homem das dores do mundo, pois estas são inerentes à condição humana. Sua finalidade é fortalecer o espírito, preparando-o para estágios mais elevados de consciência. Cada avanço moral amplia a responsabilidade, pois a obrigação da criatura para com Deus jamais cessa. Amar, nesse contexto, é refletir as virtudes divinas com fidelidade crescente, sem contentar-se com esboços imperfeitos.
À luz de O Evangelho Segundo o Espiritismo, essa reflexão conduz a uma conclusão inequívoca. O amor real não é o que promete felicidade imediata, mas o que preserva a dignidade, sustenta a consciência e respeita o limite sagrado do outro. O dever não sufoca o amor. Ele o salva da ilusão, da violência emocional e da injustiça disfarçada de afeto. Assim, quando o dever governa o coração, o amor deixa de ser impulso e torna-se obra moral consciente, erguendo o espírito acima de si mesmo e alinhando-o, com firmeza e humildade, à ordem eterna da vida.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

Oh! Outono!
Volta para os meus braços.
Já não suporto o calor excessivo do verão.
Vem, refresca os meus dias
e embala as minhas noites com frescor.


Oh, Outono,
retorna ao abrigo do meu colo.
O verão me exaure 
com seu fogo insistente.
Vem com teus ventos mansos,
refresca esses dias febris
e derrama silêncio fresco
sobre minhas noites.


Oh! Outono…
volta para os meus braços sedentos.
O verão arde demais em minha pele e na alma.
Preciso do teu sopro âmbar,
das folhas que caem como suspiros,
do frio suave que acalma o corpo
e adormece os pensamentos.
Vem…
refresca meus dias abafados 
e devolve às minhas noites
o direito de respirar.


✍©️@MiriamDaCosta

Alimentam ressentimentos, fabricam pertencimentos, governam sentimentos.

1609
"Minhas Tias das Igrejas vieram aqui discursar (como sempre fazem), falando o de sempre sobre 'Deus, Céu, Pecado e Salvação'. A mesma conversa de sempre, sem qualquer constrangimento. Elas perguntaram o que achei da falação delas. Eu disse: 'Conversa Fiada' e Vocês Não se Mancam'. Foi assim que aconteceu!"

Gente livre não se curva, não se captura; ressentidos se deixam domesticar.

"Porque dele e por ele são todas as coisas. A ele toda honra e toda Glória..."🎵🎶

Há quem não queira libertar; usa ressentidos para formar partidos.

Quem lidera pelo ressentimento não liberta: aprisiona, alinha, captura.

Liberdade produz sujeitos; ressentimento produz rebanhos.

O ressentimento é o cimento do pertencimento político.

1608
"Acham que convencem com essa conversa de que Seguem Deus e que são pessoas muito boazinhas e corretas? Convencem quem, quando consideram que todos os Outros (que não vocês) são Pecadores? Hein? Convencem quem?"

É tão bom ver o outro feliz com pequenas coisas que você faz. Não importa o retorno ou se este o valorizará, o importante é fazer o que te agrada, o que te deixa feliz.

Fico calado porque explicar cansa.
O barulho por dentro não aceita plateia.
Meus dias viraram caos sem canção,
não há melodia quando a vida aperta o pescoço —
apenas silêncio e resistência.

Já mendiguei migalhas passageiras,
não por fraqueza, mas por sobrevivência.
Aprendi que o orgulho também se dobra
quando a realidade pesa mais que o peito.

Ainda assim, não o joguei fora:
recolhi cada pedaço espalhado
dessa alma sofrida que insiste em ficar de pé.

Não revelo o caos que vivo agora
porque nem todo abismo precisa de testemunha.

Algumas guerras são travadas calado,
com dentes cerrados e passos firmes.
Quem me vê quieto não vê rendição —

1607
"Viver no Fanatismo por Deus e no Fanatismo pela Religião que você segue pode ser tarefa fácil, mas não é ação de autênticos seguidores de Deus!"

1606
"O trabalho de Evangelização deve considerar e respeitar que nem todos pensam igual, que nem todos têm que aceitar o que Outros desejam e que cada um tem seu modo de ver, de amar e de seguir Deus. Evangelizar sem considerar isso é o quê?"

O tempo não apenas ensina; se não houver vigilância, ele pode moldar você naquilo que um dia repudiou por falta de experiência.

Falando calado, enxergando sem ver, ouvindo o silêncio, caminhando parado acompanhado estando sozinho, sem sentir a dor no vazio que ecoa, angústia não voa aporta no ser, não foi sem querer não pago pra ver, pensando quietinho bem no meu cantinho isolado sozinho não vou aguentar ninguém a falar vou me calar.
CJR
@claudioribcjr