Pensamentos Mais Recentes

você está tão distante,
mas tão perto.
consigo te sentir aqui do meu lado,
mas tão longe.⁠
você é meu sol,
e minha escuridão.

2802 📜 Qual a certeza de o que você mostra ser verdade? Por enquanto, tudo (sim, tudo) o que você mostra não passa de cópia de Outros, que já copiaram Outros e mais Outros e Outros mais... Há milênios!

Busco ser alguém fácil de lidar, mas me recuso a ser alguém manipulável. Há uma linha clara entre caminhar em amor e tolerar o controle.

2801 📜 Interessante o que você mostra. Mais interessante ainda é que você não tem a menor certeza sobre o que mostra!

Mentes transformadas pela verdade não são difíceis de lidar, são difíceis de manipular — há uma profunda diferença entre ambas as coisas.

Hoje celebramos 23 anos de casados.
Engana-se quem acredita que qualquer sentimento, por mais intenso que seja, é suficiente para manter duas pessoas tão diferentes caminhando juntas por tanto tempo.
O amor é muito maior do que isso.
É uma decisão diária, construída por escolhas, atitudes e renúncias em favor de um propósito comum.
O verdadeiro amor se revela na disposição de cuidar, acolher, ouvir, perdoar, dividir responsabilidades, celebrar conquistas e permanecer presente, sobretudo nos dias difíceis. 
A paixão vem, colore a superfície e vai embora. O amor é o alicerce. 
E alicerces, quando apresentam rachaduras, não são abandonados; são reparados. 
Exigem trabalho, paciência e compromisso.
Também se engana quem imagina uma vida a dois sem desafios.
Houve noites no sofá, palavras mal colocadas, julgamentos precipitados, períodos de silêncio e discussões desnecessárias.
Não seríamos humanos se fosse diferente. 
A diferença está em não permitir que os conflitos sejam maiores do que aquilo que construímos.
Quando a poeira baixa, o compromisso prevalece, o orgulho cede ao diálogo e o que nos une fala mais alto.
E quando somos tomados pelo ímpeto da raiva, da vaidade ou do orgulho, a vida nos presenteia com pequenos sinais que restauram a serenidade, reorganizam nossas perspectivas e nos lembram de que o nosso verdadeiro porto seguro sempre esteve um no outro. 
Hoje somos muito diferentes dos jovens que disseram "sim" há 23 anos.
Talvez essa seja a maior beleza do casamento: acompanhar a transformação do outro sem deixar de escolhê-lo.
Tive o privilégio de vê-la crescer, mudar e se reinventar inúmeras vezes.
E em cada uma dessas versões, encontrei novos motivos para amá-la.
Depois de 23 anos, entendo que o segredo de um casamento não está em encontrar alguém que nunca muda, mas em escolher amar a mesma pessoa em cada nova versão dela.
E em cada reencontro, fazer a mesma escolha: permanecer, construir e seguir em frente, juntos.

O evento da crucificação representa a manifestação simultânea e máxima de dois atributos divinos: a ira contra a transgressão humana e o amor redentor. A cruz é a prova definitiva de ambos os atributos em ação.

2800 📜 Não cheguei ao Meu Texto 2800 (na Internet) para ser taxado, vergonhosamente, de Usuário que tem Duas ou Mais Contas por aqui (e com objetivo de tirar proveito em relação aos demais). Sou assim! Que bom que souassim.top!

Amar e servir a todos é o nosso chamado; conformar-se aos padrões deles é o erro.

Tantos "nãos"
(Mauro A Evaristo)

O ambiente corporativo cobra atenção
Em contrapartida devolve muitos "nãos",
Não pode isso, aquilo ou aquilo outro
Chega ser milagre CLT não ficar louco.

O ambiente corporativo cobra atenção,
Mas se contrapõe com tantos "nãos",
Milagre é CLT não ficar louco,
Tantas exigências por tão pouco.

As cobranças do ambiente de trabalho
De tantas desvalorizam o salário,
Estressam muito, devem ser pra estressar,

Ao CLT cabe escolher o fardo
Que não venha com tanto pesar,
É preciso vida no meio de tanto trabalhar.

feradapoesia.blogspot.com

0100 📜 Nos finalmente, já sei... Todos fogem à Solidariedade. Por isso eu me agarro (ou agarro-me) somente a Mim... sou assim.top!

O propósito do estudo teológico não é apenas ampliar nosso entendimento, mas conduzir-nos a um relacionamento vivo com Deus. A revelação foi concedida não para satisfazer nossa curiosidade intelectual, mas para transformar o nosso coração, levando-nos a conhecer, amar e confiar no Deus que se deu a conhecer.

Toda teologia é incompleta se não se traduzir em um encontro real com Deus.

A Obra "Poesia de Combate" analisada é de autoria de Michel F.M. (pseudônimo do poeta, escritor e compositor paulista Bruno Michel Ferraz Margoni). Nascido na cidade de Salto, interior de São Paulo, o autor é conhecido por uma vasta produção independente que transita entre a literatura, a filosofia, o jornalismo e o rock alternativo. [1, 2]


Sua assinatura artística se consolida exatamente nessa fusão entre a palavra escrita e o espírito contracultural. [1]


O Estilo do Autor refletido na Obra


O viés combativo visto no poema reflete as principais marcas da trajetória de Michel F.M.: [, 2]


Projetos Editoriais de Combate: O autor assina antologias e projetos independentes como o "Revolesia" e obras de forte cunho crítico e social, como o "Poesia Pandêmica" — textos marcados pelo tom cáustico e pela reação direta aos períodos de negacionismo, opressão política e alienação social. []


O Pseudônimo e a Insubordinação: Autodefinido em suas plataformas como um "sujeito insubordinado e perito em contradições", a escolha de usar siglas (F.M.) evoca um tom quase clandestino ou militarizado, dialogando intimamente com a proposta de "guerrilha urbana" e invisibilidade tática descritas nos versos analisados. [1]


A Palavra como Ação Material: Na visão artística de Michel F.M., o texto não existe para o mero deleite estético; ele enfatiza "a relevância da materialização de nossas ideias em atos". O poema da caneta/arma exemplifica com exatidão essa filosofia: o poema escrito é bom, mas o gesto concreto de parar o opressor é o seu desfecho lógico e necessário.
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A lírica de Michel F.M. em seu livro Poesia Pandêmica ou O Improvável Florilégio das Aventuras Impossíveis (2021) opera exatamente no limite entre o confinamento físico e a asfixia social. Longe de ser um mero diário de isolamento, a obra funciona como um relato cáustico, brutal e claustrofóbico de um mundo fraturado pela crise sanitária e pela degradação política. [1]


O tom "ácido" da obra se manifesta na recusa do autor em romantizar a dor ou o recolhimento, canalizando sua escrita para um ataque frontal contra o negacionismo, a apatia e a desumanização. [1]


1. O Esfacelamento das Estruturas e a Crueza Verbal


A claustrofobia de Michel F.M. não decorre apenas das paredes de uma casa fechada, mas do aprisionamento em uma realidade governada pela ignorância coletiva. O autor recorre à repetição obsessiva de termos que indicam destruição, criando um efeito rítmico sufocante:
"Teu sorriso esfacelou,
Tua esperança esfacelou,
Teu sonho esfacelou,
Ela não vai voltar."


O verbo "esfacelou" (que remete a carne podre, destruição de tecidos e desmoronamento estrutural) dita o tom da obra. Não há espaço para o luto poético tradicional; a perda é tratada com violência biológica e irreversível. [1]


2. O Vírus Político e o Desprezo pela Vida


A acidez do autor atinge seu ápice quando ele remove o foco da tragédia do vírus puramente biológico e o transfere para a responsabilidade humana e governamental. Para Michel F.M., o verdadeiro agente patogênico é de ordem moral: [1]
"Não foi o vírus que a matou,
Foi o desprezo pela vida,
De quem nem mesmo a conheceu." [1]


"[...] Foi a tolice desmedida,
De quem negava o inegável." [1]


O confinamento, portanto, torna-se claustrofóbico porque o eu lírico se vê preso a um ecossistema social gerido pela ignorância. O poema assume um papel de denúncia jurídica de um crime humanitário cotidiano. [1]


3. A Inexistência de Vacina para a Estupidez


O ponto central da atmosfera corrosiva da obra reside no diagnóstico de que a ciência pode curar o corpo, mas não possui recursos contra a falência ética da sociedade: [1]
"Quem a matou não se deu conta,
Que a negligência contamina,
Não há vacina, pra estupidez."


A "estupidez" e a "negligência" são tratadas como vírus invisíveis, transmitidos pelas "inofensivas idas e vindas" daqueles que minimizavam a letalidade do período. A claustrofobia nasce do pânico de saber que o perigo não está apenas no ar infectado, mas no comportamento banal do outro na esfera pública. [1]


4. Estética do Confinamento: O Labirinto Mental


Ao longo da antologia, o confinamento força o eu lírico a voltar-se para dentro, transformando o cérebro em um campo de batalha neurobiológico de resistência. É uma poesia escrita por quem experimentou os breves relances de lucidez em meio ao delírio da massa. [1, 2]


Linguagem Despida: Evita-se o preciosismo métrico para focar no soco verbal. [1]
O Antifascismo Clínico: Assim como no poema do "dispositivo pontiagudo", a ciência e os termos lógicos são usados para desarmar a barbárie. [1]
A Recusa ao Consenso: Há uma necessidade explícita de discordar do falso otimismo, preferindo o gosto "amargo" que salva à ilusão que aliena. [, 2]


Poesia Pandêmica consolida a escrita de Michel F.M. não como um refúgio lírico para escapar do isolamento, mas como um manifesto de confinamento, onde a palavra ácida atua como o único respirador artificial possível contra a asfixia civilizatória. [1]

A razão que não tem coragem de matar um amor doente, é mãe da loucura.

Nem toda presença é permanência; acolha cada encontro conforme o propósito de Deus. O coração não precisa fechar as portas, apenas discernir, pela graça, quem deve habitar nele.

Acolha sem ingenuidade, discernindo o lugar que cada um ocupa na sua vida. Discernir também é amar. Faça morada para quem faz de você prioridade; aos demais, ofereça sempre a graça, guardando o seu coração.

O declínio da autoridade intelectual cedeu lugar à ditadura da ignorância ideológica. Diante dessa inversão de valores, o indivíduo enfrenta um dilema cruel: ou sabota a própria inteligência para se adequar ao coletivismo idiotizado marxista, ou é silenciado e destruído pela engrenagem do cancelamento virtual.

Só podemos transbordar o que Deus coloca em nosso coração. Encontre o seu verdadeiro valor no Senhor e viva de modo digno da sua vocação.

Você não é azarado, apenas faz escolhas erradas.

No passado, o conhecimento técnico e a sabedoria de especialistas serviam de guia para a sociedade; Hoje, militantes alienados e a massa desinformada ditam o pensamento geral. É a inversão completa da hierarquia natural das coisas, uma coisa absolutamente monstruosa: ou o sujeito se rebaixa ao nível do imbecil coletivo e aceita a destruição da sua própria inteligência, ou a máquina da burrice organizada o destrói, o marginaliza e o risca do mapa.

Isaías 40:26

Levantai ao alto os vossos olhos,
e vede quem criou estas coisas;
foi aquele
que faz sair o exército delas segundo o seu número;
ele as chama a todas pelos seus nomes;
por causa da grandeza
das suas forças,
e porquanto é forte em poder,
nenhuma delas
faltará.

O Deus que chama cada estrela pelo nome também conhece você pelo nome.
Se Ele governa o céu, nenhuma tempestade da sua vida é grande demais para o Seu poder!

Os padres dizem para “buscar Deus todos os dias”. Porém, quem realmente encontra Ele, não precisa mais ficar buscando todos os dias.

Inserida por LazarusLong

Quem adota conceitos como a dupla predestinação, a eleição incondicional, a vontade secreta, o chamado eficaz e o monergismo rígido se desviou da ortodoxia bíblica e perdeu a essência do Evangelho da Graça, do sentido e valor da vida, e do amor de Deus.

2799 📜 LETRAS DE COMPOSIÇÕES. Não Nego, Não Minto, Confesso! 'Meu Amor está tão longe de mim / Meu bem não seja tão ruim / Escreva uma carta meu amor / E diga alguma coisa por favor'.
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Foi com essa simplicidade de letra, da composição que tocava dia e noite, que conquistei a mais disputada menina do baile. Agradeço aos Autores Pilombeta e Tito Silva e reconheço que 'estou ficando velho', HeHeHe!