Pensamentos Mais Recentes
O MENINO DA SUA MÃE
No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas traspassado
— Duas, de lado a lado —,
Jaz morto, e arrefece.
Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
Tão jovem! que jovem era!
(Agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino da sua mãe».
Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lha a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço... Deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Lá longe, em casa, há a prece:
«Que volte cedo, e bem!»
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto, e apodrece,
O menino da sua mãe.
O que é realmente ter sucesso na vida? Para mim é estar satisfeito, grato pela vida e ser fiel aos seus princípios e valores morais todos os dias. Seja mais satisfeito e grato.
O MENINO DA SUA MÃE
No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas traspassado
— Duas, de lado a lado —,
Jaz morto, e arrefece.
Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
Tão jovem! que jovem era!
(Agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino da sua mãe».
Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lha a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço... Deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Lá longe, em casa, há a prece:
«Que volte cedo, e bem!»
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto, e apodrece,
O menino da sua mãe.O MENINO DA SUA MÃE
No plaino abandonado
Que a morna brisa aquece,
De balas traspassado
— Duas, de lado a lado —,
Jaz morto, e arrefece.
Raia-lhe a farda o sangue.
De braços estendidos,
Alvo, louro, exangue,
Fita com olhar langue
E cego os céus perdidos.
Tão jovem! que jovem era!
(Agora que idade tem?)
Filho único, a mãe lhe dera
Um nome e o mantivera:
«O menino da sua mãe».
Caiu-lhe da algibeira
A cigarreira breve.
Dera-lha a mãe. Está inteira
E boa a cigarreira.
Ele é que já não serve.
De outra algibeira, alada
Ponta a roçar o solo,
A brancura embainhada
De um lenço... Deu-lho a criada
Velha que o trouxe ao colo.
Lá longe, em casa, há a prece:
«Que volte cedo, e bem!»
(Malhas que o Império tece!)
Jaz morto, e apodrece,
O menino da sua mãe.
Os ruídos não me chamam a atenção. Estou prisioneira da saudade que balança apenas o lenço de papel. Em renúncia, permeio as horas de infância, buscando sorvete com pipoca colorida e bolinha de ilusão.
Debbie Villela
Por que os pais sempre se perguntam por que a filha ou o filho é tão agressivo?
Eles realmente acham que o casamento deles é saudável?
Acham que a criança fechava os olhos quando eles gritavam um com o outro?
Por que, no futuro, a culpa sempre cai sobre aquela criança que observou tudo, mas não tinha escolha e muito menos culpa?
Uma criança não deveria ter que carregar o peso dos problemas que nunca foram responsabilidade dela.
Cartas aos Céus | Orações Escritas
O Deus que me sustenta
Senhor, hoje eu não venho Te pedir que o dia tenha sido diferente.
Venho Te agradecer porque, mesmo sendo tão difícil, Tu me sustentaste dentro dele.
Meu corpo cansou, minha mente se encheu, meu coração se apertou. Houve dores, aborrecimentos e desconfortos que só Tu conheces por inteiro. E ainda assim, eu permaneci.
Não pela minha própria força.
Foi a fé que me fez continuar quando eu já não queria mais pensar, resolver ou suportar. Foi a Tua presença me lembrando, silenciosamente, que eu não estava sozinha.
Por isso, hoje, eu Te enalteço.
Porque quando minhas forças diminuem, Tu permaneces forte.
Quando eu não sei como continuar, Tu me sustentas.
E quando tudo em mim se cala, a fé ainda encontra um jeito de dizer:
Tu és Deus, e eu continuo de pé porque Tu me sustentaste.
Obrigada, Senhor.
Por hoje.
Por tudo.
E, sobretudo, por não teres me deixado caminhar sozinha.
30 de setembro de 2026
O ser humano carrega em si a natureza de um predador; por isso, esperar bondade de todos é ignorar aquilo que também existe dentro da própria humanidade.
3613 🤕 Perdedores perdem! Fracassados fracassam! Frustrados frustram-se! Meu Cunhado FANFO é exatamente assim e só ele não percebe nem aceita a vergonha que é, Poizé!
Porque no nosso país os corruptos que roubam milhões não vão para prisão?
No máximo ficam com tornozeleiras eletrônicas, pagas com nosso dinheiro, num triplex de 800 metros quadrados, mas quem é pobre, fica mofando na cadeia até seus últimos dias.
A pausa para a cognição ampliada compreender mistérios se dá quando a equivalência da inércia torna-se um dique contra a ilusão, e a iluminação — ainda instável — é assimilada por uma percepção aguda.
No horizonte oriundo das profundezas da mente, a metacognição observa atenta o movimento que transcende o próprio pensamento. O calor desperta um terceiro sentido no instante em que avançamos: um olhar para outro pensamento, outro caminho que deságua em outro caminho, contemplando todas as possibilidades e percebendo que todo final é apenas o início de uma nova jornada. Seguimos por realidades paralelas — pois na mente tudo é possível no campo das probabilidades —, contemplando o estado unificado de uma consciência refletida em espelhos multiculturais e dimensionais.
Dentro da mente, o tempo não existe; é apenas manipulado pela imensidão da metacognição, que observa desde a fração mais sutil da matéria escura até o macromundo e as dimensões espirituais por meio de projeções astrais.
Instáveis até serem assimiladas, as interfaces neurológicas transmitem feixes de luz com informações processadas pelo córtex pré-frontal. Os neurônios recebem lampejos dessas conexões, enquanto a colonização inteira da realidade é retratada como uma densa ideia moldada no cérebro.
Como compreender algo que nunca se viu, tocou ou de que jamais se ouviu falar?
Projeções mentais reconfiguram infinitamente a realidade sobreposta, concertando as informações obtidas anteriormente em dados assimilados, ainda que a lógica racional permaneça instável.
Na singularidade, testemunhamos o que nem os números conseguem traduzir: a curiosidade converte-se em evidência diante do aparente vazio refletido infinitamente no caos da compreensão relativa humana. O equilíbrio gravitacional, tomado em seu sentido literário, torna-se o próprio testemunho do nosso fascínio coletivo.
Noções psicológicas básicas aprimoram-se a cada cataclismo vibracional de uma nota no caótico universo das cordas.
O fascínio guarda uma simplicidade translúcida, até sermos capazes de transcender o próprio pensamento racional — aquele mesmo que nos fez evoluir diante de tantas adversidades no contínuo espaço-tempo.
Por Celso Roberto Nadilo
O medo mantém a ordem
“O medo é uma ferramenta imperfeita.
Ele mantém portas fechadas, mas deixa a revolta acordada do lado de dentro.
O controle só se torna completo quando obedecer deixa de parecer uma imposição — e passa a ser confundido com alívio.”
— A GRANDE EMINÊNCIA
Personagem de THE MOEDARA PROTOCOL
Fragmentos de THE MOEDARA PROTOCOL
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
“Alfabetização do Discernimento Consciente”
Nunca tivemos tanta informação disponível. Isso não significa que aprendemos a lidar melhor com ela.
Informação recebida não precisa ser informação absorvida. Compreender não é concordar. Reconhecer autoridade não significa conceder a ela peso irrestrito. Duvidar não é negar. E mudar de opinião nem sempre significa aprender.
É nesse espaço que proponho a Alfabetização do Discernimento Consciente (ADC): uma aprendizagem progressiva para avaliar informações e regular o peso que elas terão sobre aquilo que pensamos, acreditamos e decidimos.
Discernir exige aprender a localizar a origem de uma informação, examinar suas evidências, compreender seu contexto, identificar interesses e mediações, perceber a própria participação no julgamento e, finalmente, calibrar a resposta.
Em outras palavras: não basta prestar atenção. É preciso prestar atenção na atenção que estamos prestando.
O artigo apresenta também a EADC — Escala de Alfabetização do Discernimento Consciente, concebida como arquitetura experimental multimétodo, e o Perfil de Calibração Discernitiva (PCD). São propostas científicas abertas à validação, à revisão e, se as evidências assim exigirem, à reformulação ou ao abandono.
Porque uma teoria sobre discernimento que não aceite ser discernida pelos próprios critérios já começaria contradizendo aquilo que pretende ensinar.
Artigo: Alfabetização do Discernimento Consciente: arquitetura teórico-operacional, calibração discernitiva e programa de pesquisa da EADC
Autor: Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse — Carlos Eduardo Balcarse
Revista JRG de Estudos Acadêmicos, v. 9, n. 21, 2026.
DOI: 10.55892/jrg.v9i21.3795
ARK: 57118/JRG.v9i21.3795
Carlos Eduardo Balcarse
Psicanalista, Educador, Escritor e Pesquisador
"A mente que pensa demais não está buscando
a verdade, ela está evitando a ação."
Friedrich Nietzsche
(Atribuição apócrifa)
O recomeço é a semente da superação,
Um passo firme em direção ao que há de vir.
Pois errar e recomeçar faz parte da lição,
que molda a estrada para conquistar o sucesso
Apaixone-se pelo caráter, porque a aparência muda, o corpo envelhece e o dinheiro acaba, mas o caráter permanece.
Mude a sua postura diante das barreiras: pare de perguntar "por que comigo?" e começa a entender o que a vida quer te ensinar. 🙌✨
A Benção Disfarçada de Barreira
Existe uma sabedoria espiritual oculta em cada porta que se fecha e em cada barreira que surge no nosso horizonte. Quando a nossa visão humana e limitada enxerga apenas o atraso e a frustração, o plano espiritual está trabalhando o nosso fortalecimento. A vida só melhora quando mudamos a nossa frequência interna e paramos de brigar com os processos do caminho. Aceitar o papel do obstáculo é compreender que o ouro precisa passar pelo fogo para ser purificado. Se a caminhada está pesada e cheia de desafios, mude a sua postura diante deles. Em vez de perguntar "por que comigo?", mude para "o que eu preciso aprender com isso?". É no silêncio da superação de uma barreira que a nossa alma amadurece e o céu se abre.
