Pensamentos Mais Recentes

Falar é fácil, quero ver na teoria...

Não nasci para performar santidade, fingir sobrenome ou vestir a carcaça que o seu padrão exige; se a minha falta de religião, de luxo ou de vaidade te incomoda, o problema é do seu ego, não da minha existência.

No intervalo entre o golpe e a resposta,
a alma revela domínio sobre si
ou se confessa escrava do impulso.

Não procure a dor;
ela conhece o caminho e, quando chegar, não dispense sua lição.

O mundo está cheio de gente rica de aparências e miserável de alma, que idolatra o preço do que veste, mas não vale o chão que pisa. Vivem uma comédia de luxo e santidade encenada para esconder o vazio de quem só é alguém se tiver um rótulo colado na testa.

Quem escreve dor e a narra como destino tenta apagar a imprudência da própria autoria.

“Julgar quem permaneceu é fácil; difícil é compreender a mente quando ela aprende a sobreviver dentro do medo.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Quem necessita de palco apenas encena virtudes;
o verdadeiro espetáculo da virtude é a paz, o silêncio e o propósito.

“O vínculo traumático nasce quando a esperança se agarra às migalhas de ternura para suportar o peso da violência.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando o mínimo cuidado vem de quem também ameaça, a alma pode chamar de amor aquilo que era apenas alívio.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Vocês passam a vida inteira julgando o pecado alheio e comprando ilusões caras para mascarar a própria podridão, esquecendo que o caixão não tem bolso e que o tempo vai engolir a sua beleza arrogante da mesma forma que engole a carne de quem você rejeitou.

“A vítima não defende o agressor porque a dor é pequena, mas porque o medo muitas vezes reorganiza a percepção da realidade.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Reagir sem entendimento é beber fervura;
quem antes compreende amorna a alma e respira sabedoria.

“Há prisões que não têm grades, porque foram construídas com culpa, dependência, promessa de mudança e medo de partir.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

A caminho do mar...
Vento sopra a vela 
do barco ,
 indo para o mar ..
E desenha 
ondas flutuantes
 a beira do mar.
Como um pincel 
na mão do artista
ele  traça e rabisca.
Cores vibrantes..
Luzes,Sol, Sal e Sabores.

“Ninguém nasce para amar o próprio cárcere; aprende a confundir medo com afeto quando a sobrevivência depende de quem fere.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Querer controlar tudo é perder o governo de si;
de que vale conter a força de um rio,
quando se pode beber água fresca na nascente?

A vida revela o caminho prontamente aos atentos;
aos vaidosos, só o mostra entre barulho e espinhos.

Pausar não é recuar;
é firmar o passo no chão da paz interior.

Tomé queria acreditar. Mas a dor e a dúvida fizeram ele precisar enxergar tudo com os próprios olhos. Porque algumas feridas nos tornam desconfiados até da esperança. E às vezes somos nós. Tentando encontrar certezas absolutas...porque temos medo de nos decepcionar outra vez.

Às vezes, quem a gente mais ama acaba caindo em um poço profundo.
E quando isso acontece, fazemos de tudo para ajudar: jogamos cordas, colocamos escadas, estendemos as mãos, descemos até o fundo tentando mostrar cada degrau do caminho de volta.
Mas existe uma dor difícil de aceitar: nem sempre podemos subir pela pessoa.
Há momentos em que ela escolhe permanecer no fundo, mesmo tendo ajuda. E, nesse instante, precisamos lembrar que também temos nossa própria escada para subir. Não significa abandonar quem amamos, nem retirar a escada do poço. Significa entender que a subida precisa partir dela.
Porque amor também é perceber o limite entre ajudar alguém… e se perder tentando salvá-la.

Não chame de bênção aquilo que você precisou pecar para ter. Deus nunca entrega em paz o que o pecado trouxe em silêncio.

Sofrer não é essencial;
transformar a dor em crescimento é providencial.

... Kenosis ... Conexão ...
Humor com Amor
O que há na Cabeça
Daquele que vive
Em 2 Mundos ... Moradas ... Tempos: ...
Futuro ... Presente?
Worm ... wormHome ... worm ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

Tem saudades que não cabem no peito…
elas transbordam pelos olhos mesmo. 😔
Mas existe algo bonito nisso:
quem sente assim, sentiu algo verdadeiro.
Só pergunta “já comeu?”, “dormiu bem?”
É quem ama com cuidado, com carinho, com presença.
Às vezes o amor continua existindo
mesmo quando só resta o silêncio respondendo.
E o tempo, quem pouco a pouco vai separando quem um dia já foi amante, já foi feliz com sorriso radiante.
E só restará as dolorosas lembranças de quem um dia soube como é amar.