Pensamentos Mais Recentes

Menina de leão


cabelos enrolados, pele morena.
O mar parece sua morada.
Coração largo, onde cabem a alegria, a generosidade,
o colo e o aconchego.
Tem abraço de mãe e força de quem sustenta sem alarde.
Faz de si abrigo, mesmo quando o mundo só oferece vento.
Não pede, oferece.
Não cobra, acolhe.
Pode chamar do que quiser,
mas, de verdade, preserve.
Gente assim não se refaz fácil
quando quebrada.

Eu posso amar você, mesmo não podendo, porque você é importante para mim; mas como é triste, e como machuca, não poder expressar o que sinto e o quanto sinto.


I can love you, even if I'm not allowed to, because you are important to me; but it is so sad, and it hurts so much, not being able to express what I feel and just how much I feel it.


Je peux t'aimer, même sans en avoir le droit, parce que tu comptes pour moi ; mas c'est si triste, et ça fait si mal, de ne pas pouvoir exprimer ce que je ressens et à quel point je le ressens.⁠

⁠sou uma homem reservado

Sou homem reservado fechado

O que você está pensando na sua cabeça?!

Eu posso amar você, mesmo não podendo; porque você é importante para mim.


I can love you, even when I can't; because you simply matter too much to me.


e peux t'aimer, même si je ne le peux pas ; parce que tu comptes pour moi.

O PERISPÍRITO.
FLUIDOS E PERISPÍRITO. A ARQUITETURA OCULTA DO SER.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Desde os primórdios do pensamento humano, a inquietação acerca da constituição íntima do homem acompanha o desenvolvimento das civilizações, das religiões e das filosofias. Muito antes de qualquer sistematização científica, já se intuía que o ser humano não se reduzia ao corpo perecível, mas era estruturado por camadas sucessivas de realidade, umas visíveis, outras veladas, sustentadas por princípios sutis que escapam aos sentidos ordinários. É nesse horizonte tradicional, fiel ao passado e à sabedoria acumulada ao longo dos séculos, que se insere o estudo dos fluidos espirituais e do perispírito, elemento nuclear da antropologia espírita.
A Doutrina Espírita, ao organizar e esclarecer conceitos dispersos em tradições antigas, restitui ao perispírito a dignidade de princípio estruturante do ser. Não se trata de uma hipótese metafórica, mas de uma realidade ontológica, descrita com rigor filosófico e precisão conceitual. O perispírito é apresentado como produto direto do fluido cósmico universal, substância primordial de onde se originam todas as formas de matéria, desde as mais densas até as mais etéreas. Conforme exposto em “A Gênese”, capítulo XIV, item 7, tanto o corpo carnal quanto o corpo perispirítico procedem do mesmo elemento primitivo, diferenciando se apenas pelo grau de condensação molecular.
Essa distinção é essencial. Enquanto o corpo físico representa a matéria em estado tangível, sujeita às leis químicas e biológicas conhecidas, o perispírito conserva a imponderabilidade e as qualidades etéreas do fluido cósmico. Trata se, portanto, de matéria em outro estado, mais sutil, mais plástica, mais obediente à ação do pensamento e da vontade. Essa concepção dissolve a falsa dicotomia entre espírito e matéria, revelando uma continuidade ontológica que sustenta toda a criação, conforme reiterado em “O Livro dos Espíritos”, questão 257.
A formação do perispírito não é arbitrária nem uniforme. Cada Espírito o extrai dos fluidos ambientes do mundo em que se encontra, o que implica variações profundas conforme o planeta habitado e, sobretudo, conforme o grau de adiantamento moral do ser. Como ensina “A Gênese”, capítulo XIV, itens 8 e 9, Espíritos vinculados a mundos mais elevados possuem envoltórios perispirituais mais quintessenciados, enquanto aqueles ainda presos às faixas inferiores da evolução apresentam perispíritos mais densos e grosseiros, aproximando se da matéria bruta.
Esse ponto é expressivo e decisivo. A natureza do perispírito reflete fielmente o estado íntimo do Espírito. Não há disfarce possível. O envoltório fluídico funciona como espelho moral, registrando as conquistas e os atrasos do ser. Por essa razão, Espíritos inferiores frequentemente confundem o perispírito com o corpo carnal, permanecendo presos às ilusões da vida terrena, julgando se ainda encarnados, conforme descrito em “A Gênese”, capítulo XIV, item 9. Já os Espíritos superiores, pela leveza e luminosidade de seu envoltório, transitam entre os mundos, podendo inclusive encarnar em planos inferiores por missão, formando para si o perispírito adequado ao novo meio.
As propriedades do perispírito confirmam sua complexidade e sua centralidade na economia do ser. Ele é plástico, isto é, moldável pela mente, conforme ensina Emmanuel em “Roteiro”, capítulo 6. Essa plasticidade explica as transformações morfológicas observadas em Espíritos perturbados ou sublimados. É denso ou sutil segundo o padrão vibratório do Espírito, como exposto em “O Livro dos Médiuns”, capítulo IV, item 74. É ponderável, possuindo peso específico determinado pela condição mental e moral, o que define o habitat espiritual correspondente, conforme esclarecido em “Entre a Terra e o Céu”, capítulo XX.
A luminosidade perispiritual, tratada em “O Céu e o Inferno”, capítulo IV, revela a pureza ou a opacidade moral do Espírito. Cada ser é seu próprio farol. A luz que emite define sua percepção e sua posição no mundo espiritual. A penetrabilidade demonstra que nenhuma barreira material impede a ação do perispírito, conforme “Obras Póstumas”, item 16. A visibilidade e a tangibilidade explicam os fenômenos de aparição e materialização, amplamente documentados em “O Livro dos Médiuns”, capítulo I, item 57. A sensibilidade perispiritual evidencia que as sensações não dependem de órgãos físicos, sendo percebidas pelo envoltório fluídico em sua totalidade, conforme “Perispírito”, capítulo II.
A expansibilidade permite a exteriorização dos fluidos nos fenômenos mediúnicos e anímicos, como exposto em “Obras Póstumas”, item 11. A unicidade garante que não existem dois perispíritos iguais, pois cada um carrega a história moral do Espírito. A mutabilidade confirma que o perispírito se depura e se enobrece ao longo das encarnações, acompanhando a ascensão da alma, conforme “Depois da Morte”, capítulo XXI.
Quanto às funções, o perispírito atua como intermediário absoluto entre o Espírito e o corpo. Durante a encarnação, o Espírito conserva seu perispírito, sendo o corpo físico apenas um segundo envoltório mais grosseiro, como ensina “Obras Póstumas”, item 9. Ele transmite as sensações do corpo ao Espírito e as determinações do Espírito ao corpo, funcionando como verdadeiro órgão de ligação. Exerce função instrumental, individualizadora, organizadora e sustentadora, conforme detalhado em “Perispírito”, capítulo III, e confirmado por Emmanuel em “Pensamento e Vida”, capítulo 11.
Além disso, o perispírito desempenha papel decisivo nos fenômenos psicológicos, fisiológicos e patológicos. Kardec afirma, em “Obras Póstumas”, item 12, que o dia em que a ciência reconhecer o elemento espiritual na constituição humana, novos horizontes se abrirão, e as causas profundas de muitas enfermidades serão compreendidas. O estado psíquico, portanto, não é fruto do acaso, mas obra direta do próprio Espírito, como ensina Léon Denis em “No Invisível”.
Dessa forma, o perispírito não é um conceito acessório, mas o eixo silencioso que articula corpo, alma e destino. Ele registra, conserva e manifesta a lei de causa e efeito, tornando visível no além a obra íntima de cada ser, conforme exposto em “No Invisível”, páginas 51 a 52. É nele que se inscrevem as conquistas morais e as sombras não superadas, revelando com justiça e clareza o verdadeiro valor do Espírito.
Frase final.
Compreender o perispírito é compreender a si mesmo, pois nesse envoltório fluídico repousa, sem engano possível, a memória viva de tudo o que fomos, somos e estamos chamados a ser.

PERISPÍRITO. ARQUITETURA SUTIL DA EXISTÊNCIA ESPIRITUAL.
O perispírito constitui-se como uma das noções mais elevadas e, ao mesmo tempo, mais mal compreendidas da tradição espírita. Trata-se do envoltório fluídico do Espírito, organismo semimaterial que o acompanha desde as fases mais rudimentares da inteligência até os patamares superiores da consciência moral. Não é acessório, nem simples intermediário mecânico. É estrutura ontológica indispensável à experiência do ser no universo criado.
Enquanto o corpo físico pertence ao domínio da matéria densa e perecível, e o Espírito é o princípio inteligente imortal, o perispírito estabelece-se como o laço de união entre ambos. Ele não apenas conecta. Ele traduz. Ele interpreta. Ele ajusta o Espírito às condições do mundo em que se manifesta, tornando possível a encarnação e a ação consciente no plano material.
ENVOLTÓRIO FLUÍDICO E CORPO ESPIRITUAL.
O perispírito é definido como envoltório fluídico porque sua substância não é material no sentido ordinário, mas também não é puramente espiritual. Sua natureza semimaterial decorre de sua constituição a partir de uma substância extremamente sutil, inapreensível aos sentidos físicos comuns, mas ainda pertencente ao domínio da criação material em sua forma mais rarefeita.
Essa condição confere ao perispírito propriedades singulares. Ele possui forma. Possui plasticidade. Possui organização funcional. É um corpo espiritual no sentido rigoroso do termo. Corpo não como massa, mas como estrutura. Corpo não como peso, mas como função. É nele que o Espírito se individualiza no espaço, se reconhece como ser distinto e se expressa como consciência atuante.
LIAME ENTRE ORGANISMO E ALMA.
No estado de encarnação, o perispírito exerce a função de liame vital entre o corpo físico e a alma. Ele é o intermediário obrigatório entre a consciência espiritual e os tecidos orgânicos. Nenhuma sensação alcança o Espírito sem atravessar o perispírito. Nenhum impulso da vontade espiritual se manifesta no corpo sem que o perispírito o conduza.
É por essa razão que se afirma ser ele o verdadeiro órgão sensitivo do Espírito. A dor não nasce na carne. A alegria não se origina no cérebro. Ambas são registradas no perispírito, que recebe os estímulos físicos, os converte em impressões psíquicas e os entrega à consciência. Do mesmo modo, os comandos motores partem do Espírito, atravessam o perispírito e se expressam nos movimentos corporais.
AGENTE TRANSMISSOR DA VONTADE ESPIRITUAL.
O perispírito é o agente transmissor da vontade. Ele funciona como campo de interface entre pensamento e ação. Toda determinação moral ou intelectual do Espírito imprime-se primeiramente no perispírito, moldando-lhe as vibrações, os estados e as disposições energéticas, para somente depois repercutir no organismo físico.
Essa função explica fenômenos profundos da psicossomática espiritual. Desequilíbrios morais persistentes alteram a harmonia perispiritual. Tais alterações, quando prolongadas, repercutem no corpo físico sob a forma de enfermidades, limitações ou predisposições orgânicas. A saúde integral, portanto, não se sustenta apenas em fatores biológicos, mas na sintonia ética e mental do Espírito consigo mesmo.
NATUREZA SEMIMATERIAL E FENÔMENOS FÍSICOS.
A natureza semimaterial do perispírito permite ao Espírito desencarnado produzir fenômenos físicos e manifestar-se no plano terreno. Essa propriedade explica aparições, materializações, efeitos físicos e demais manifestações mediúnicas que, sem o perispírito, permaneceriam absolutamente inexplicáveis.
É nesse sentido que o perispírito foi definido como a chave para a solução de muitos mistérios antigos. Ele esclarece relatos históricos, tradições religiosas, fenômenos espirituais e experiências humanas que, durante séculos, foram interpretados como sobrenaturais ou milagrosos, quando na verdade obedecem a leis naturais ainda pouco conhecidas.
COMPOSIÇÃO A PARTIR DO FLUIDO CÓSMICO UNIVERSAL.
A substância do perispírito origina-se do fluido cósmico universal, princípio elementar da matéria em todos os seus estados. Esse fluido, ao se combinar com elementos próprios do mundo em que o Espírito evolui, dá origem a um perispírito ajustado às condições vibratórias daquele orbe.
Por essa razão, o perispírito não é idêntico em todos os mundos. Sua sutileza, agilidade e expansividade variam conforme o estágio evolutivo do Espírito e conforme o grau de materialidade do planeta ao qual se vincula. Espíritos mais elevados possuem perispíritos mais etéreos, mais luminosos e menos sujeitos às impressões grosseiras da matéria.
PROCESSO DE DEPURAÇÃO EVOLUTIVA.
À medida que o Espírito progride intelectual e moralmente, o perispírito passa por um processo contínuo de depuração. Essa purificação não é simbólica. É real. Trata-se de uma transformação gradual da substância perispiritual, que se torna mais sutil, mais harmônica e mais obediente à vontade consciente.
Esse processo explica por que Espíritos moralmente elevados não conservam marcas de paixões inferiores, enquanto Espíritos ainda presos a vícios e egoísmos carregam no perispírito as impressões densas de seus estados interiores. O perispírito é, assim, o espelho fiel da vida moral do Espírito.
NOMENCLATURAS E CONCEPÇÕES ESPIRITUALISTAS.
Diversas tradições espiritualistas atribuíram nomes distintos ao perispírito. Corpo astral. Corpo etéreo. Psicossoma. Embora as terminologias variem, o princípio fundamental permanece. Trata-se sempre de um organismo intermediário entre espírito e matéria, dotado de funções sensoriais, energéticas e estruturais.
Algumas correntes defendem a existência de múltiplas camadas corporais, chegando a enumerar até sete corpos distintos. Outras concepções, especialmente no espiritualismo oriental, descrevem o perispírito como portador de centros de forças, responsáveis pela distribuição e captação de energias sutis. Embora o Espiritismo adote uma visão mais sintética, reconhece a complexidade funcional do perispírito e a legitimidade de diferentes modelos explicativos, desde que não contrariem os princípios racionais da observação e da lógica.
CONSIDERAÇÃO FINAL.
O perispírito não é apenas um conceito doutrinário. É uma chave filosófica para compreender a unidade do ser, a continuidade da consciência e a responsabilidade moral que atravessa as existências. Conhecê-lo é compreender que nada no Espírito se perde. Tudo se grava. Tudo se transforma. Tudo caminha, lentamente, em direção à harmonia superior que governa o destino das almas.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Egito: Da Sua Criação Nas Areias,E Dos Seus Outros Mistérios.














E aqueles grãos de um deserto se uniam para a criação de algo que teria um simbolismo como aquelas montanhas de areias já tinham.
Com o Sol,a Lua e as estrelas como um grandioso elo.
O tempo e o seu percurso viu mais grãos de areias vindos distantes. 
E sem se esquecer de um rio que seguia o seu destino nas areias. 
Sob duas luzes,uma que acendiam o dia e uma outra que acendia a noite o deserto escutou dos ventos o que estava acontecendo. 
Com o tempo e as areias no seus movimentos perceptíveis. 
Das suas areias e com grãos de um outra cor aos poucos algo estava sendo criado.
Sobre certas areias que não se moviam e que seriam o seu lugar.
Até lá o Sol estava.
A Lua brilhava.
E através dos ventos um rio vinha para ver.
Lindos dias se passaram como as lindas noites no céu. 
E quando o deserto acordou mais uma vez,viu uma torre em algum lugar nas suas areias. 
Indicando as quatro direções sem sair do lugar. 
Mais uma vez os grãos de areia e os ventos fizeram algo impressionante no seu percurso contado e demorado. 
E o deserto outra vez se sentiu encantado.
Mesmo distante sentiu algo dentro de si que o guiava,mas não era o Sol e nem a Lua.
Era uma torre alta com um fogo que não se esvaia,mesmo com os ventos que a rodeavam.
Uma torre com pontas das areias e de uma outra cor.
Que estavam no alto dessa torre e que indicava para as ondas de um mar que ia e voltava perto da sua aparência sólida com grãos das areias de um deserto. 
Uma torre com um fogo que dançava com os ventos do deserto e outros que vinham desse mar.
Um mar azul e vistoso.
Nas suas ondas,o Sol vinha.
Nos seus pensamentos,a Lua voltava. 
Que é mais próxima dos seus sonhos desde outros tempos. 
Nas suas ondas uma torre parecia mergulhada.
Uma torre das areias e do tempo. 
Dos ventos e de outros mistérios.
Apontava com um fogo as direções daquele mar e até do céu. 
Como se os tivesse guiando de algum jeito. 
Uma torre das areias de um deserto que indica o seu lugar perto desse mar azul e exuberante. 
Na luz da Lua esse fogo se acalma.
Na luz do Sol esse fogo é ofuscado por uma luz que traz momentos de felicidade. 
Para essa torre com um fogo que não se esvaiu e que ainda guia as ondas de um mar e as areias de um deserto. 
Nas manhãs e noites que ainda estão na sua indicação. 
Em algum lugar em que essa torre das areias e com uma outra cor ainda era vista dos grãos de um deserto.
No seu jeito de ser o tempo viu novamente as areias e os ventos começarem a fazerem algo.
Que de alguma forma estava sendo guiado por aquela torre e o seu fogo.
Algo estava sendo feito com grãos de um deserto e pelos ventos,tendo o tempo bem tranquilo apenas contando e olhando. 
E outras vezes entre as manhãs e as noites bonitas algo foi terminado. 
Aos grãos de um deserto estava fascinante assim como aquelas três montanhas de areias e aquela torre com pontas e um fogo.
Como uma silhueta que ali só ela tinha e com outras formas que definiam os seus costumes. 
Dos grãos de um deserto e de outros detalhes antigos que vieram para terminá-la. 
Na sua silhueta as marcas de um deserto e as correntes de um rio estavam.
Iluminada pelo Sol,pela Lua e as estrelas. 
Como aquela torre que também a iluminava com o seu fogo.
De um deserto com os ventos surgiam palavras que escreviam outras.
O Sol e a Lua viu essas palavras indo na direção daquela silhueta.
De grão em grão mais palavras eram escritas. 
Palavras e outras palavras. 
Que eram escritas com os grãos das areias e dos ventos. 
Sendo deixadas dentro daquela silhueta antiga e impressionante. 
Até do mar se escutava as suas lendas.
E os ventos que vinham dele iam para dentro daquele lugar.
E o tempo também contou os seus motivos para aquela silhueta. 
E viu mais palavras que vinham com os ventos. 
Que escreviam sobre o Sol e a Lua.
Sobre o céu,aquele rio e um deserto. 
Sobre aquelas três montanhas de areias e aquela torre e o seu fogo corajoso.
Sobre aquele lugar feito das areias do tempo. 
Dos ventos de um deserto. 
Palavras que escreviam sobre as constelações e sobre os dias do ano.
Nos grãos de areias que também escreviam sobre os animais,das árvores,de outras estrelas e mais coisas naturais. 
Palavras que ainda estão guardadas naquela silhueta. 
E que ainda são ditas e escritas pelos grãos desse deserto e pelos seus ventos. 
Muitos grãos e o tempo estão naquele lugar.
Como se estivessem relendo cada palavra que escreveu outras.
Em cada linha feita das areias de um deserto e de um rio. 
Aquela silhueta permanece no tempo. 
Que ainda se lembra de como ela é. 
Assim como uma torre com um fogo que insiste em guiá-lo através do mar. 
Nas três montanhas de areias o seu percurso também está. 
E depois de tantos ventos sobre aquele deserto o tempo ainda quer continuar. 
Assim como o Sol,a Lua e um rio.
Um deserto vive entre os mistérios do seu passado que voltam com o tempo até o sentido presente nos grãos mais profundos de sua vida para relembrá-lo do que ele ainda é.

Não olhe com malícia para o que é dito ou feito; olhe com a bondade de quem busca a solução.


Do not look with evil eyes at what is said or done; look with the eyes of good that seek a solution.


Ne pose pas un regard sombre sur les actes et les paroles ; cherche plutôt la lumière d'une solution.

Rejeite o diabo e ame o seu irmão, porque há esperança para quem vive segundo a justiça que procede do coração paterno de Deus.

Por inúmeras vezes quis te ler, mas você escondeu as páginas, fechou o livro.

Alguns desprezam pela etnia, outros pela maneira de falar e outros pela posição social; contudo, somente nos Céus cada um será avaliado quando o coração expuser suas intenções diante de Deus.

Gostar da política tem que ser um cretino ou um ladrão.

Só quero ter alguém pra quem eu volte, tranquila, desejosa, inteira.


Quero voltar.

Meu nível intelectual vai além da leitura, posso ver e sentir aquilo que outros não entenderiam.

Ao ser chamado à justiça como testemunha, lembre-se de que há dois juízes: o que julga suas palavras na terra e o que sonda as intenções do seu coração nos Céus.

Só quero alguém que me chame de meu amor e que faça isso ser verdade.

Seja a arte preferida de alguém que verdadeiramente pague o maior valor para te-la.

Algo se perde quando se escolhe
Escolher é perder, sempre!

Amava aquela casinha, lá eu me sentia um poeta, um poeta!

"A liberdade de expressão, agrada quando criticamos, mas é insensata quando somos criticado."

Quando te amei...
Amava ver a forma que me via em você 
Amava ver que havia um pouco de mim em você
Amava sentir orgulho de quem seríamos juntos
Meu amor era genuíno 
Era doce
Queria te dar o céu 
A lua
Mostrar como eram lindas as cores das estrelas
Mas...
Descobri no seu lado sombrio que eu não me via mais ali
Descobri nas mentiras que não havia nada de mim ali
Descobri que não seria bom nosso futuro baseado em um amor unilateral.
Quero seu gosto, seu cheiro, mas não posso mais ser sua.
Meu corpo te pede, mas minha alma grita por socorro
Meu coração sente falta, mas minha mente me guia.


Um dia te amei
Mas te deixo ir
Parei de ver meu reflexo em você.

O sábio experiente prova sua autoridade não pelas palavras, mas pelas ações que sustentam o que ensina publicamente aos seus leigos ouvintes.

Pensei hoje nos meus três filhos e me deu vontade de escrever um livro sobre eles. Chorei ao lembrar desse meu desejo, os três filhos. Esses que nunca tive, esses que meu marido nunca quis me dar. Com exceção de um que já se foi. E dos dois que não nasceram. Pelo menos não nasceram de mim. Isso doeu porque hoje eu os teria comigo e a falta do André não seria tão difícil. sinto saudade dos meus três filhos.

Odeio amar você
Odeio olhar e imaginar tudo com você 
Odeio te sentir em cada gesto que faço 
Odeio saber que você também sente o mesmo 
Odeio que te quero, mas preciso me posicionar
Odeio saber que não me escolheu para vivermos nossa intensidade
Odeio ter esse sentimento que te ama e te mata todos os dias
Odeio olhar para as fotos e ter saudade do que não vivemos
Odeio saber que ia ser bom ter você 
Odeio ficar imaginando você na minha casa, ou eu na sua é isso nunca ter acontecido
Odeio saber que queria ter filhos com você 
Odeio ter que apagar da memória nossa vida no sítio de paz
Odeio ter prazer em você, pensando em te odiar, amando.