Pensamentos Mais Recentes

Deus, conceda-me sabedoria e discernimento. Se houver algo que eu precise compreender, permita que eu o compreenda de maneira compatível com a verdade e com a tua vontade. Guarda minha mente durante o sono e não permita que eu confunda meus desejos, medos ou imaginação com tua orientação. Amém.

A solução de alguns grandes problemas estão bem próximo da gente, mas não conseguimos enxerga-los, pois estamos procurando bem longe do nosso alcance.

"Para entrar em minha vida 
há de ser muito forte para permanecer!"
Haredita Angel
13.02.13
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Fisolofia especulação mental e o pujante da cognição autônoma

"A contaminação dos aquíferos e a degradação dos rios revelam uma miopia profunda na trajetória humana. Agindo como predadores insaciáveis, tornamos doente o leito do próprio ecossistema que nos sustenta, esquecendo que o planeta não nos pertence.
​Diante do avanço tecnológico, a dependência do indivíduo em relação às máquinas torna-se cada vez mais evidente. Sacrificamos o futuro das próximas gerações em troca de distrações superficiais e imediatas. Em meio a esse cenário, a capacidade de reflexão crítica foi substituída por uma alienação intelectual reluzente, enquanto o planeta e a vida clamam por socorro imediato."

​"A relação entre luz e gravidade nos desperta perguntas notáveis: teria a gravidade uma espécie de DNA, enquanto a luz transmite informação através de suas diferentes estruturas?
​Nas ondas gravitacionais, distorções sutis revelam grandezas ocultas sob uma linguagem única, semelhantes a emissões de rádio se propagando pelo vácuo profundo do espaço. Fótons que viajam por milhões de anos-luz até serem capturados, trazendo dados de estrelas e civilizações extintas há muito tempo."

Sou um Deus, não tenho o porquê me desenvolver como os serviçais deste universo. Eu também tenho meus planos. 
Ou as crio.

Reconhecer a própria imperfeição não diminui a razão; ao contrário, transforma a consciência de seus limites no primeiro instrumento para procurar a verdade.

Podemos desconfiar dos sentidos, questionar as aparências e suspender nossas crenças; aquilo que não podemos eliminar sem pensar é o próprio ato de pensar.

Uma ideia não se torna verdadeira porque parece convincente; sua força intelectual depende da clareza com que pode ser compreendida e da distinção com que pode ser examinada.

A matemática fascina a razão porque demonstra que, quando os princípios são claros e o método é rigoroso, a conclusão não depende da autoridade de quem a pronuncia.

Onde existe uma realidade, a razão procura também compreender por que ela existe; conhecer o fato sem investigar sua razão é interromper a investigação antes de seu fundamento.

O erro não nasce apenas da ignorância, mas também da vontade que transforma uma compreensão incompleta em uma certeza definitiva.

A vontade frequentemente ultrapassa aquilo que o entendimento consegue justificar; grande parte do erro humano nasce quando desejamos afirmar mais do que realmente compreendemos.

A certeza sobre o que existe além de nós exige mais do que percepção: exige fundamentos capazes de resistir ao interrogatório da razão.

Mesmo quando a realidade parece sonho, a consciência do pensamento permanece como testemunho de que alguma coisa está acontecendo dentro daquele que pensa.

Posso duvidar do mundo, dos sentidos e das aparências; enquanto duvido, porém, permanece uma certeza: há pensamento onde existe dúvida.

Não basta possuir inteligência; é necessário aprender a governá-la, porque uma mente poderosa sem método pode produzir erros mais sofisticados.

O bom senso pode ser comum a todos, mas sua aplicação exige aquilo que nenhuma igualdade natural garante: disciplina intelectual.

A razão é distribuída entre os homens; o que frequentemente os diferencia é a disposição de submetê-la ao método antes de submetê-la às próprias convicções.

A dúvida não é a ausência de pensamento; quando disciplinada pela razão, ela é o instrumento pelo qual o pensamento se protege contra o erro.

A inteligência rigorosa não confia apenas na primeira conclusão; revisa o caminho percorrido para descobrir aquilo que a própria confiança pode ter ocultado.

Quando o pensamento encontra um problema complexo, a razão deve procurar primeiro aquilo que é simples, evidente e intelectualmente verificável.

Nenhuma afirmação merece o estatuto de verdade apenas porque foi repetida, ensinada ou aceita; antes da certeza deve existir o exame da razão.

Toda dificuldade intelectual se torna mais compreensível quando deixamos de enfrentá-la como um bloco e aprendemos a submetê-la à análise de suas partes.