Pensamentos Mais Recentes

A derrota é um mal necessário, pois é através dela que aprendemos, amadurecemos e descobrimos o caminho para vencer.

Igualdade busca tratar todos da mesma maneira.
Equidade busca tratar cada pessoa de maneira justa.

A favela só vence o dia em que o tiro der lugar à paz, a fome virar fartura e a miséria for extinta; até lá, o sucesso de poucos é apenas sobrevivência, não vitória."

Para queimar o excesso de gordura corporal e entrar em forma com saúde, é importante priorizar alimentos que fornecem boas gorduras juntamente com proteínas, como carnes, ovos, leite, manteiga, queijos, azeites etc. 🍖🍳

Vivemos fazendo planos com o tempo, mas esquecemos que o tempo também tem seus planos, então viva o agora não deixe de viver esperando o tempo certo....

Deus daí me força e fortalece minha fé para cumprir a tua vontade Paí...

Perazza .'.

No Brasil, a população sofre muito porque existe uma justiça omissa, elitista e corrupta.

​O céu é manto azulado
Dá espetáculo ao olhar
Assim como o ipê do vizinho
Que mesmo em tempo de seca
Tem beleza pra entregar
Não compare, meu amigo,
Com o ipê do seu vizinho;
Cada árvore tem seu tempo,
Cada flor tem seu caminho.
E no meio de tanta folha,
Três flores vieram brotar.

O que tem preço a gente trabalha e compra. O que tem valor, só o coração é capaz de conquistar. !

Entre um passo e outro, deixamos pegadas de poesia pelo caminho.

Seja da minha geração, da passada ou da vindoura, todo homem que for para o inferno irá consciente de que rejeitou a Deus.

Não sei porque há tantos cometendo
Corrupção,
Se não levarão nada no caixão
Correndo o risco de perder 
A sua própria salvação.

Posso não ser remédio,
Mais tenho muito à melhorar.

"Pessoas permanecem firmes em suas convicções, e o que está em questão não é estar certo ou errado, mas perceber as lições que transcendem certeza e dúvida."

Alessandro Bous'T

A população do Brasil sofre muito porque a justiça existente é omissa, conivente e elitista.

Inserida por LazarusLong

Uma boa pergunta é como uma janela que se abre na alma. Quando sussurramos "quem sou eu?", "qual o sentido da vida?" ou "o que é real?", o coração começa a sonhar acordado. E, devagarinho, as ideias velhas que moravam presas na cabeça vão soltando as mãos e voando. Perguntar não é brigar: é dançar com o outro, é convidar para pensar junto. Então descobrimos, com um sorriso, que muitas certezas eram só roupas antigas. Falar de quem somos e do que é real é como colher estrelas: nos deixa mais leves, curiosos e cheios de amor pelo mundo. Precisamos nos ouvir...
Coisa de Gente...

GEMINIANA

Minha escrita conta histórias
Minhas, alheias, múltiplas, universais
Conta "causos" ao acaso,
Sobre vivências, sonhos, lembranças
Fala de otimismo e esperança
De projetos e planos, sonhados, vividos, adiados

Tem um quê de nostalgia
De cheiro de mato, orvalho, terra molhada
Tem areia da praia, marisia e pé no chão
Tem solidão e silêncio
Ruídos de multidão
Muito de realidade e um tantinho de ilusão

De tudo um pouco, junto e misturado
Contos, crônicas, poemas
Em cada linha, em todo verso
Recordações compartilhadas
De viagens, momentos, encontros e desencontros
E uma infinidade de outras coisas mais

Não há uma única definição
Nasce nas noites de insônia
Tece histórias de partidas, jornadas
Caminhos e chegadas
Reminiscências, epifanias, fragmentos
Na sua essência é atemporal

Escrita de geminiana
Sem rima, sem métrica,
Genuína na sua emoção
Mesclando o íntimo ao universal
Renasce a cada dia,
Com os primeiros raios de sol.

VALÉRIA LEÃO

O tempo leva, o tempo transforma. Somos como areia que o vento dispersa, mas é na humanidade que nossa essência permanece.

GEMINIANA


Minha escrita conta histórias
Minhas, alheias, múltiplas, universais
Conta "causos" ao acaso,
Sobre vivências, sonhos, lembranças
Fala de otimismo e esperança
De projetos e planos, sonhados, vividos, adiados


Tem um quê de nostalgia
De cheiro de mato, orvalho, terra molhada
Tem areia da praia, marisia e pé no chão
Tem solidão e silêncio
Ruídos de multidão
Muito de realidade e um tantinho de ilusão


De tudo um pouco, junto e misturado
Contos, crônicas, poemas
Em cada linha, em todo verso
Recordações compartilhadas
De viagens, momentos, encontros e desencontros
E uma infinidade de outras coisas mais


Não há uma única definição
Nasce nas noites de insônia
Tece histórias de partidas, jornadas
Caminhos e chegadas
Reminiscências, epifanias, fragmentos
Na sua essência é atemporal


Escrita de geminiana
Sem rima, sem métrica,
Genuína na sua emoção
Mesclando o íntimo ao universal
Renasce a cada dia,
Com os primeiros raios de sol.


VALÉRIA LEÃOGEMINIANA


Minha escrita conta histórias
Minhas, alheias, múltiplas, universais
Conta "causos" ao acaso,
Sobre vivências, sonhos, lembranças
Fala de otimismo e esperança
De projetos e planos, sonhados, vividos, adiados


Tem um quê de nostalgia
De cheiro de mato, orvalho, terra molhada
Tem areia da praia, marisia e pé no chão
Tem solidão e silêncio
Ruídos de multidão
Muito de realidade e um tantinho de ilusão


De tudo um pouco, junto e misturado
Contos, crônicas, poemas
Em cada linha, em todo verso
Recordações compartilhadas
De viagens, momentos, encontros e desencontros
E uma infinidade de outras coisas mais


Não há uma única definição
Nasce nas noites de insônia
Tece histórias de partidas, jornadas
Caminhos e chegadas
Reminiscências, epifanias, fragmentos
Na sua essência é atemporal


Escrita de geminiana
Sem rima, sem métrica,
Genuína na sua emoção
Mesclando o íntimo ao universal
Renasce a cada dia,
Com os primeiros raios de sol.


VALÉRIA LEÃO⁠

Inserida por valeriafarialeao

MECANISMO DE EMAGRECIMENTO


⬇️ MENOS CARBOIDRATOS


⬆️ MAIS GORDURAS BOAS


🥩 PROTEÍNAS SUFICIENTES


NOTA: INFORMATIVO PESSOAL.


⚠️ ATENÇÃO: PROCURE UM NUTRICIONISTA.

A realidade raramente destrói alguém de uma única vez; prefere a paciência das pequenas erosões.

Apesar do medo. Supere o medo, e vai, vai sim. Você planta o que colhe todos os dias e não a semana que vem.!
Lembre se.




Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Pietisa do cerrado

O verdadeiro sonhador é aquele que sonha o impossível.
sfj,frases célebres vol.4

⁠Às vezes, coisas boas desmoronam para coisas melhores acontecerem.
sfj,frases célebres 4

LUCIDEZ ESPÍRITA: O MOBILIÁRIO DE ALÉM-TÚMULO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Exegese do artigo da Revista Espírita - Agosto de 1859.

Prolegômenos - A Razão como Claridade.

Kardec abre este artigo com uma profissão de método que é a própria definição de lucidez espírita: o Espiritismo é ciência de observação, mas é, sobretudo, ciência de raciocínio. Não basta ver mesas girantes. É preciso compreender o porquê e o como. A crença cega já não está nos costumes deste século.

O estudo nasce de uma carta da Sra. R..., do Jura, correspondente da Sociedade Parisiense.

Dois fatos paradigmáticos:

1. O fumante invisível: Uma criança de 8 anos vê, durante toda a noite, um homem sentado à cabeceira da mãe, fumando um grande cachimbo, enchendo o quarto de fumaça e sacudindo as cortinas. Só a criança, em estado de maior sensibilidade mediúnica, o percebe.

2. O desdobramento e a tabaqueira: A própria Sra. R..., enferma e em vigília prolongada, vê às dez horas da noite um amigo de família velando-lhe o sono. Ele gira entre os dedos a sua tabaqueira habitual e toma rapé. Depois, constata-se que seu corpo físico dormia tranquilamente em sua casa. O Espírito se desdobrara. A tabaqueira vista era idêntica à real, que ficara em casa.

I. O Fundamento - A Teoria das Aparições.

Antes de resolver o acessório, Kardec relembra o principal.

O Espírito não é abstração. Possui, além do invólucro grosseiro, o perispírito, corpo semimaterial, etéreo, de natureza quintessenciada, invisível em estado normal.

A morte é a desagregação do primeiro corpo, não do segundo. No estado errante, o perispírito persiste.

A visibilidade se explica por uma analogia física precisa: o vapor d'água. Rarefeito, é invisível. Levemente condensado, torna-se névoa. Mais condensado, liquefaz-se. Mais ainda, solidifica-se. De modo análogo, por ato volitivo, o Espírito opera uma transmutação molecular em seu perispírito, tornando-o visível e, em certo grau, tangível. Não é condensação no sentido vulgar, mas modificação íntima de sua contextura fluídica, por vezes com assimilação de fluidos ambientes.

Até aqui, nenhuma dificuldade para a personalidade.

II. O Problema Ontológico - De onde vêm as roupas e os objetos?

Aqui reside o nó filosófico. Se o Espírito conserva a forma humana, compreende-se. Mas por que aparece vestido? Por que com cachimbo, tabaqueira, joias?

Teriam os objetos inertes um duplo etéreo no mundo invisível? Haveria um desdobramento da matéria inerte? A matéria teria uma parte quintessenciada que nos escapa?

Kardec formula a hipótese e a submete ao Espírito São Luís, em 24 de junho de 1859. A resposta destrói o fetichismo e funda o conceito que mais tarde chamaremos ideoplastia.

III. A Hermenêutica de São Luís - A Tabaqueira como Paradigma.

1. Sobre a natureza da fumaça e da tabaqueira - Questões 1 a 4.
A fumaça e a tabaqueira são aparência. Mas aparência, adverte Kardec em nota, não deve ser tomada como ilusão de ótica pura, como reflexo em espelho sem substrato.

A observação do Sr. Sanson é crucial: a imagem no espelho impressiona a chapa daguerreotipiana, logo possui um princípio material. São Luís confirma:
Certamente. É com o auxílio desse princípio material que o perispírito toma a aparência de vestimenta.
Aparência significa aqui imagem, reprodução ideoplástica. A tabaqueira real não foi transportada. Foi confeccionada ali, no momento, com a matéria elementar.

2. Sobre o mecanismo criador - Questões 5 a 7.
Não há duplo etéreo dos objetos. O que há é o Fluido Cósmico Universal, matéria primitiva elementar disseminada no espaço. O Espírito exerce sobre ele um poder que estamos longe de suspeitar. Por sua vontade, concentra esses elementos e lhes dá forma aparente, adequada ao seu projeto.

Ele não encontra a tabaqueira pronta. Ele a forma e depois a desfaz. O mesmo se dá com vestes, joias e todo o mobiliário de além-túmulo.

3. Sobre a tangibilidade e as propriedades adventícias - Questões 8 a 11.
Este é o ponto de maior lucidez. Pergunta Kardec: essa tabaqueira, tão visível que iludiu a vidente, poderia tornar-se tangível? Sim. Poderia ser tomada nas mãos como autêntica? Sim. Se aberta, teria rapé? Sim. Se aspirado, faria espirrar? Sim.

Logo, o Espírito não confere apenas forma, mas propriedades específicas, organolépticas e químicas, à matéria por ele agregada. É a demonstração cabal de seu império sobre a matéria.

4. Sobre os limites ético-providenciais - Questões 12 a 14.
Poderia fabricar veneno e envenenar? Poderia, mas não o faria, porque não teria permissão. Poderia fabricar substância salutar e curar? Sim, muitas vezes. Poderia fabricar alimento e saciar? Sim.

Kardec acrescenta nota de profunda prudência: a substância produz sensação de saciedade por ação sobre a economia orgânica, mas não a saciedade nutritiva permanente. São fenômenos raros, excepcionais, jamais subordinados ao capricho humano, sob pena de concorrência desleal com farmacêuticos e padeiros. É a lei da utilidade que rege a permissão.

5. Sobre a permanência e o valor - Questões 15 e 16
Poderia fabricar moedas? Pela mesma razão, sim. Mas poderiam ter caráter de permanência? Poderiam, mas isto não se faz. Está fora das leis. Toda criação fluídica é por essência temporária e subordinada. Sua estabilidade prolongada violaria a harmonia das leis naturais.

6. Sobre a hierarquia e a inconsciência do poder - Questões 17 a 22
Nem todos os Espíritos possuem esse poder em igual grau. Quanto mais elevado, mais facilmente o obtém, embora por vezes Espíritos inferiores também o obtenham por concessão providencial quando útil.

Mais notável: essa faculdade pode ser exercida à revelia da consciência, por automatismo instintivo, como o peixe-elétrico irradia eletricidade sem compreender seu mecanismo. Daí o caso de Espíritos inferiores que se iludem a si mesmos, julgando-se ainda cobertos de diamantes e paramentos terrenos, como a rainha de Oude evocada em março de 1858. O Espírito superior sabe que criou a roupa. O inferior crê que a possui.

IV. Corolário Supremo - A Pneumatografia.

A questão final de Kardec revela o objetivo do artigo:
Se pode tirar do elemento universal os materiais para fazer todas essas coisas, também pode tirar o necessário para escrever.
São Luís responde: Finalmente o compreendeis.

Se o Espírito pode condensar matéria para fazer uma tabaqueira tangível, pode condensá-la para fazer traços grafitados. A diferença é de finalidade: objetos volumosos são desfeitos após o uso; sinais gráficos são conservados, porque convém que o sejam. Eis a chave da escrita direta, o mais extraordinário fenômeno do Espiritismo experimental.

Síntese Doutrinária.

A teoria pode ser resumida no axioma final de Kardec, de rigorosa precisão metafísica:

Há formação, mas não criação, visto que o Espírito nada pode tirar do nada.

Não existe mobiliário de além-túmulo no sentido literal. Não há guarda-roupas e tabaqueiras eternas no mundo dos Espíritos. Há o pensamento do Espírito atuando como buril sobre a matéria cósmica primitiva, plasmando formas transitórias para se fazer reconhecível, para impressionar, para atestar sua presença.

O cachimbo, a fumaça e a tabaqueira não eram, portanto, objetos. Eram atos de vontade coagulados em matéria.

Parecer, não é ser. 


Muitas vezes uma pessoa pode parece irritada,
Mas só está cansada
Muitas vezes pode parecer falar muito,
Mas é por que na maioria das vezes se sente sozinha
Muitas vezes pode parece muito quieta, 
Mas é por que sua cabeça é agitada
Muitas vezes a pessoa parece indiferente a tudo
Mas se importa mais do que qualquer um
Muitas vezes uma pessoa pode rir demais 
E na verdade, estar triste. 
Pode parecer distante, 
Mas só precisa de alguém
Pode parecer se esforçar muito para ser perfeita,
Mas é só por que quer agradar a alguém
Ou a todos
Muitas vezes pode parecer esquisita, mas é só por não saber se espressar de outra forma
Muita vezes pode parece ocupada, 
Mas é só por que quer manter sua cabeça longe de pensamentos. 
Muitas vezes julgamos antes de conhecer, Julgamos antes de saber, 
Muitas vezes fingimos nos colocar no lugar do outro, 
Mas tudo o que você sabe sobre essa pessoa é o presente,
É os poucos minutos que passou com ela,
Mas não sabe pelo que essa pessoa passou.