Pensamentos Mais Recentes

Uma economia pode medir crescimento sem perceber que está contabilizando a destruição do próprio futuro.

O dinheiro é uma excelente ferramenta até o momento em que se transforma em finalidade.

A desigualdade torna-se mais perigosa quando os ricos deixam de imaginar a vida dos pobres e os pobres deixam de imaginar outra vida.

O mercado descobre preços com eficiência, mas nunca decide sozinho o que merece valor.

A pobreza material limita escolhas; a pobreza imaginativa impede até de percebê-las.

Quando tudo possui preço, aquilo que não pode ser comprado começa a parecer inútil.

O preço mede a escassez de uma coisa; não mede sua importância.

Uma sociedade pode enriquecer enquanto seus indivíduos empobrecem em tempo, confiança e sentido.

A riqueza compra muitas coisas, mas uma das mais caras é a capacidade de não precisar delas.

Cesso as palavras ...
Que falem seus Espaços
De Vazios nada têm ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...
... Oceano Atlântico febril 11 Agosto 2026 ...

infelizes
aqueles que esquecem
suas raizes

Em um relacionamento, reciprocidade também é aceitar para si o mesmo peso das cobranças que se coloca sobre o outro. Quem exige compreensão, transparência e respeito precisa estar disposto a oferecê-los na mesma medida.

... um insuspeito
espírito revolucionário não consiste
em lutar por nossa felicidade como um
bônus futuro — mas em vivenciá-la , a cada
instante, como um fator dominante
do nosso impermutável
agora!

Ao olhar para o céu da América Latina 
pude ler de Lindolf Bell claramente 
"O Poema das Crianças Traídas",
Isso diz tudo sobre muita gente 
que sequer ainda acordou para a realidade...

2966 📜 Soube que Sua Alteza, o Imperador Dom Pedro Segundo, esteve em viagem ao Egito, com mais 14 pessoas e que trouxe de lá, além de documentos, também múmias humanas inteiras e sarcófagos, tudo perdido no incêndio no Museu Histórico.
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Interessante que Eu, Euzinho, também me interessei pelo Egito, mas nunca pude viajar pra lá, Eu sozinho, e por falta de dinheiro.
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Como Sua Alteza conseguiu? E viajar com mais 14 pessoas? Como ele conseguiu? Quem pagou? Ah, a Monarquia!
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Fontes:
1) https://www.monitordooriente.com/20240907-o-ultimo-imperador-do-brasil-e-sua-visita-ao-egito/
2) https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45452478
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... o direito
de um homem deve ser
o direito de todos. O mesmo vale
para os seus deveres consigo e com
o próximo — do contrário, qualquer
direito se torna um privilégio, e
qualquer dever sem critério,
uma infundada
imposição!

Ser uma grande mulher ou um grande homem pressupõe sustentar o próprio caráter até que não exista mais plateia, aplauso ou reconhecimento. Porque a verdadeira grandeza está em permanecer fiel aos seus princípios, mesmo quando não há recompensa alguma por isso.

A Cartografia do Instante


Perguntaram-me qual seria a jornada mais incrível;
eu, que ando pelos caminhos da insciência absoluta,
recusei os mapas grandiosos e os destinos barulhentos.
A verdadeira aventura não desafia os abismos do mundo;
ela reside no milagre de desarmar o tempo,
ao lado da companhia que escolhi para dividir o silêncio.


Caminhar sem rumo por um solo belo e desconhecido,
onde os relógios não têm poder sobre os nossos passos;
viver sem a pressa que adoece o espírito,
sem o peso das expectativas que inventam miragens.
Apenas a vivência pura, o instante que se faz carne,
seja no sabor de um prato simples,
seja no contorno manso de uma paisagem que se descobre.


Há uma melancolia mansa em saber que tudo passa;
as lembranças que construímos são a nossa única âncora.
Mas quando cada gesto é desenhado pela verdade,
e cada olhar carrega a pureza da sinceridade,
o mundo imenso e ruidoso deixa de importar.
O horizonte inteiro se resume àquele espaço calmo...
onde a vida acontece sem precisar de explicação.

Sempre é melhor ter alguma
direção do que nenhuma,
mesmo que peça tempo.
Assim sempre tem sido na vida,
e quando o assunto é sentimento.


A tempestade quando toca
na Palma-real jamais
diminui a beleza da memória.
O Rio Cauto canta
para não apagar a história
de Cuba, a minha e a tua.


Pátria ou morte até a última
consequência, assim ensinou
José Martí a resiliência.
No toque de Son cubano,
somos a famosa resistência.


Seguindo no ritmo que deu
origem à Salsa e a outros ritmos,
enquanto quem roeu a corda
nem nunca houve,
vamos criando à consciência,
porque quem quer viver
em liberdade precisa de paciência.

⁠ parabéns mãe muitos anos de vida que Deus te abençoe e que a senhora continue sendo essa mulher que a senhora é

Quando te interpretarem mal, interprete-os precisamente; assim, o lapso de julgamento alheio se revela por si só.

Inserida por GoisDelValle

O MEDO — E A CORAGEM DE RECOMEÇAR

Medo de quê?

Já reparou que vivemos em um mundo que, silenciosamente, tenta nos roubar a paz, a felicidade e até mesmo a capacidade de amar? Um mundo que transforma sentimentos naturais em motivos de insegurança e faz com que tenhamos medo de encarar aquilo que, no mais profundo de nós mesmos, sabemos ser verdade.

Temos medo das mudanças. Medo do desconhecido. Medo de perder. Medo de recomeçar.

E, muitas vezes, parece mais fácil permanecer infeliz em um lugar conhecido do que atravessar o abismo necessário para construir uma nova história.

Assim, pouco a pouco, tornamo-nos prisioneiros de um mundo que nos impõe regras que nem sempre escolhemos. Somos cercados por discursos, expectativas, comparações e ameaças. Somos manipulados pelo medo — e, quando o medo governa, a liberdade começa a morrer dentro de nós.

Todos os dias somos bombardeados por notícias de guerras, fome, violência, desastres, crises e tragédias. Até mesmo o tempo, que deveria ser apenas parte do ciclo natural da existência, muitas vezes nos é apresentado como uma ameaça permanente.

Quanta sobrecarga pode suportar uma alma?

E quando o homem já está cansado, chegam as redes sociais, oferecendo vitrines de felicidades cuidadosamente fabricadas. Vidas aparentemente perfeitas. Corpos perfeitos. Famílias perfeitas. Amores perfeitos. Sucessos constantes.

E então comparamos o nosso bastidor com o palco cuidadosamente iluminado dos outros.

Pouco a pouco, muitos vão se paralisando.

Alguns deixam de sonhar.
Outros deixam de lutar.
Alguns abandonam a esperança.
E existem aqueles que, de tanto sofrer, começam a desistir de si mesmos.

Mas onde está a fé?

Onde está a esperança?

Onde está o amor?

Até mesmo aqueles que deveriam anunciar o bem, a verdade e a liberdade, algumas vezes transformam a fé em instrumento de poder. Criam regras segundo seus próprios interesses, distorcem a Palavra para justificar comportamentos, constroem sistemas em benefício do ego, do dinheiro ou da influência.

E o homem, que buscava Deus, acaba encontrando apenas homens falando em nome de Deus.

É preciso despertar.

Porque existem medos que não nascem dentro de nós. São alimentados todos os dias. Repetidos até se tornarem pensamentos. Pensamentos repetidos tornam-se crenças. Crenças transformam-se em prisões.

E uma mente aprisionada pelo medo pode começar a acreditar que não existe saída.

É nesse momento que o medo deixa de ser apenas uma emoção e passa a ser uma força destrutiva.

Há algo de profundamente maligno em uma realidade que convence o ser humano de que ele não vale nada, de que não existe amanhã, de que sua história terminou, de que sua dor será eterna.

Não aceite essa sentença.

A vida não pode ser reduzida às circunstâncias que hoje nos ferem.

O homem não é apenas aquilo que lhe aconteceu.

Ele também é aquilo que decide fazer com aquilo que lhe aconteceu.

Talvez a verdadeira liberdade comece quando deixamos de perguntar “o que o mundo espera de mim?” e começamos a perguntar:

“Quem eu sou quando não estou sendo governado pelo medo?”

É preciso voltar ao centro.

Voltar àquilo que é essencial.

Voltar à fé, não como instrumento de controle, mas como encontro com o divino. Voltar à esperança, não como ingenuidade, mas como resistência. Voltar ao amor, não como fraqueza, mas como a mais profunda forma de coragem.

A comunhão com o divino não elimina todas as dores da existência, mas muda a maneira como atravessamos cada uma delas.

Porque quem reencontra o sentido não deixa de sofrer — apenas deixa de ser destruído pelo sofrimento.

Então, homem, volte.

Volte a ser aquele que um dia acreditou que poderia vencer.

Volte a olhar para dentro de si.

Afaste-se daquilo que continuamente adoece sua alma. Não permita que pessoas manipuladoras definam o seu valor. Não permita que uma sociedade dominada pelo medo determine o tamanho dos seus sonhos. Não permita que a vida dos outros seja usada como régua para medir a sua própria existência.

Crie seus próprios caminhos.

Escolha conscientemente aquilo que merece ocupar sua mente.

Aprenda a dizer não.

Aprenda a partir.

Aprenda a recomeçar.

E, acima de tudo, aprenda a confiar.

Porque talvez a grande vitória não seja viver em um mundo sem medo.

Talvez seja viver em um mundo cheio de razões para ter medo e, ainda assim, escolher não se tornar escravo dele.

Você não controla todas as circunstâncias.

Não pode impedir todas as perdas.

Não pode silenciar todas as vozes.

Não pode mudar tudo aquilo que acontece ao seu redor.

Mas pode escolher quem será diante de tudo isso.

O medo pode escrever capítulos da sua história, mas não precisa ser o autor dela.

Transforme suas feridas em sabedoria.

Suas perdas em maturidade.

Sua dor em força.

Seu passado em aprendizado.

E seus medos em história.

Porque existe dentro de você algo que o medo não consegue destruir:

a capacidade de recomeçar.

E talvez seja justamente aí que começa a verdadeira liberdade.

Não quando o mundo deixa de ser assustador.

Mas quando você finalmente compreende que, apesar de tudo, não nasceu para viver de joelhos diante do medo.

Nasceu para caminhar.

Para amar.

Para crer.

Para resistir.

E, sempre que necessário,

para recomeçar.

Baixo eclipse solar, 
amor de humano:
sem nenhum engano.

Sol e Lua
no infinito:
destino escrito.

O lucro é a vaidade, o caixa é a realidade. Capital de giro é o oxigênio da sua empresa. Você sabe quantos meses seu negócio sobrevive sem vendas? 💰