Pensamentos Mais Recentes

A vida se resume numa 
sensação de tédio, criação de um desejo, satisfação da necessidade ou ilusão, tédio....

"Na Virada do Ano, uma certa canção ficou se repetindo na Minha Mente. É aquela que diz assim: 'Dói em mim sentir que a luz que guia o meu dia / não te guia, não'. E diz mais: 'A Vida é Bela / Só nos Resta Viver'. Quanto talento daquela cantora-compositora, com voz também sensacional: Angela Ro Ro!"


TextoMeu 1257
🎇🎼📻

Quando não houver necessidades
 e ilusões, então nos tornaremos conscientes da absoluta futilidade e vacuidade da existência.

Existe um vazio no coração
 do homem que só pode ser preenchido na comunhão com Deus.

Quanto mais ocupada uma pessoa é, menor a probabilidade de ser afetada pelo vazio existencial.

"'Todo pobre deveria ter acesso a lagostas grelhadas'. Essa Beleza de Frase não é minha. É atribuída àquele que tinha muito talento também na Música, como cantor, compositor e instrumentista: Tim Maia!"


TextoMeu 1278
🦞😁

Um dia... Não muito distante do presente, mas sempre perto do futuro.

Silence Kills

Not loudly.
Not all at once.
It kills the way things die when everyone is watching and no one moves.

Most people know.
That is the part no one likes to admit.
They know something is wrong long before it becomes unbearable.
They feel it.
They hesitate.
And then they adjust.

Silence is not confusion.
It is often very clear-headed.
It is the moment when you understand the cost of speaking
and quietly decide it is better if someone else pays it.

Society does not drift into injustice by accident.
It arrives there through a series of small retreats.
A look away.
A delayed response.
A sentence swallowed.

Nothing dramatic.
Nothing worth “making a scene” over.

That is how silence survives.
By presenting itself as restraint.
As maturity.
As knowing when to keep quiet.

But it is none of that.
It is fear with good manners.
It is self-protection dressed up as wisdom.

Silence is not empty.
It is full of choices not taken.
It is knowing what you saw and deciding not to carry it further.

Those who stay silent are rarely cruel.
They are careful.
They want to remain intact.
They want to sleep at night.
They want to believe they are still good people.

And so the harm continues.
Not because it is unstoppable,
but because it is allowed to remain manageable.

No unjust system needs everyone to agree.
It only needs enough people to decide
that this is not the moment,
not their role,
not worth the trouble.

The hardest truth is not that people do evil.
It is that they step aside while it happens,
telling themselves they would act
if it were worse,
if it were clearer,
if it were someone else.

Silence feels harmless when you are not the one absorbing the damage.
It feels reasonable when the consequences land elsewhere.

And everyone who reads this knows there was a moment
when speaking felt possible
and silence felt easier.

This is not written in accusation.
It is written from recognition.

Because silence does not disappear when you justify it.
It stays.
It settles.
And it teaches the world what it can get away with.

That is how silence kills.

O silêncio mata

Não porque seja barulhento.
Não porque seja violento à primeira vista.
Mas porque é limpo demais para incomodar quem prefere se sentir correto.

O silêncio é o álibi dos que sabem.
É o abrigo moral de quem entende exatamente o que está acontecendo, mas escolhe não tocar no assunto.
Não por dúvida.
Por conveniência.

A sociedade não falha por falta de discurso.
Ela falha por excesso de encenação.
Defende valores em público e os abandona no primeiro instante em que eles exigem atitude.

Todo mundo reconhece a injustiça quando ela acontece com os outros.
O problema começa quando reconhecê-la exige posicionamento.
Quando exige perda.
Quando exige coragem.

É nesse momento que o silêncio aparece travestido de maturidade, de equilíbrio, de bom senso.
Mas não é nada disso.
É medo.
É cálculo.
É autopreservação.

O silêncio não é ausência de opinião.
É a decisão consciente de não agir.
É a escolha de proteger a própria imagem enquanto alguém suporta o peso inteiro da violência.

Quem se cala não está fora do problema.
Está dentro dele.
Sustentando.
Normalizando.
Permitindo.

Nenhuma estrutura injusta sobrevive apenas pela força de quem oprime.
Ela sobrevive porque encontra terreno fértil em quem observa e não interfere.
Em quem percebe, mas não confronta.
Em quem prefere não se comprometer.

A verdade desconfortável é esta:
muita gente não se cala porque não sabe o que fazer.
Cala porque sabe exatamente o que deveria fazer
e decide não fazer.

O silêncio é a forma mais educada de traição moral.
Não deixa marcas visíveis.
Não compromete discursos.
Mas cobra um preço alto de quem sofre e um preço invisível de quem se omite.

Uma sociedade que se orgulha do próprio silêncio não é pacífica.
É treinada para evitar responsabilidade.

E todo mundo que lê isso sabe, no fundo,
em que momento escolheu calar.
Em que situação desviou o olhar.
Em que instante preferiu não se envolver.

Não é acusação.
É espelho.

Porque quando o silêncio é confortável demais,
é sinal de que alguém está pagando o custo no lugar de quem se cala.

E isso, cedo ou tarde, exige reflexão.

Se escolher é se priorizar!

Leveza é soltar o que pesa.

Pode rodar o mundo inteiro… casa sempre será o melhor destino.

Minhas palavras nascem do nada
e ao nada retornam.
No intervalo entre um silêncio e outro,
você lê os meus versos,
esse espaço nu,
onde, sem defesas,
tudo o que sou se revela.


Minhas palavras rasgam o nada
e sangram até o nada.
No meio do corte,
você lê meus versos,
sangue, suor, 
lágrimas, vísceras, 
âmago e silêncios 
que eu não soube calar.


Ali estou,
eu inteira,
sem pele,
sem metáfora de defesa,
descrita não pelo que digo,
mas pelo que já não consigo esconder.


Minhas palavras não começam,
explodem do nada.
Não terminam,
implodem no nada.


Entre uma explosão e outra,
você lê meus versos
como quem abre um corpo vivo
sem anestesia.


Ali estão meus nervos expostos,
minha carne em estado de verdade,
meus silêncios suplicando forma.


Nada foi poupado,
nada foi simbólico.
Tudo sou eu,
visceral,
em hemorragia 
de linguagem.
✍©️@MiriamDaCosta

Se você não se mexe, é porque, de alguma forma distorcida, essa dor se tornou familiar. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

O único fracasso irreversível é permitir que o medo do passado sequestre o seu futuro. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

Não tema a cicatriz. Tema a paralisia. O trauma faz parte da biografia de qualquer vencedor. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

O problema não é o trauma. O trauma é o imposto que pagamos por estar vivos. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

Por isso, quando meus olhos veem uma coisa e meu estômago sente outra, eu parei de discutir. Eu sigo o estômago. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

A razão pode ser enganada por um discurso eloquente, mas o instinto é cru e honesto. Ele sente a intenção antes da ação. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

A desconfiança não é amargura, é o meu cinto de segurança. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

Vivemos em um tempo onde palavras são
moedas sem lastro; qualquer um conta uma história bonita, qualquer um inventa uma informação convincente. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

Afinal, a taça erguida no brinde brilha sempre mais do que o vinho que ela contém. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões)

Talvez o segredo não seja parar de almejar, pois o desejo é o motor da vida, mas sim aprender a amar a travessia mais do que o destino. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões).

O cume da montanha, tão dourado visto
lá de baixo, é apenas pedra fria e vento quando chegamos ao topo. (Livro Sangue no Tanque de Tubarões).

A poesia é a arte pintada em versos produzindo ecos tão profícuos que alcançam a alma adormecida que desperta!

Dayane Cunha

Inserida por Dayanecunha