Pensamentos Mais Recentes
A mentira é uma arma de grosso calibre e tem enorme poder de fogo. A verdade, aparentemente inofensiva, às vezes, faz um estrago muito maior quando usada na hora errada e de forma irresponsável por pessoas cujo o único objetivo é matar.
Na alienação dos nossos pensamentos..
Caverna de Platão nunca foi tão real,
Abriu se mundo da nova carvena,
A carvena era um buraco na parede com uma fogueira algumas pessoas em volta alguém alimenta o fogo e outro conta histórias.
E outros caçam comida que era pouco e também levam alguns peixes e cascas de arvore e raízes. Esta comida seria suficiente? A uma pirâmide de sobrevivência? Alienação de sair da fogueira será obstáculo intelectual? Para liberdade moral?
Hoje em dia Caverna está cabeça de cada um de nós celulares e computadores são as verbais visuais histórias contadas pelo xamã o que somos diante da pirâmide ancestral.
A escravidão daqueles dias continuam os escravocratas são mesmos donos da sua vida ate que seja substituido...
Ainda gela meu peito a lembrança do seu aroma delicado, embora eu tivesse pouca habilidade para entender os motivos que a fizeram se afastar de mim naquele momento — o que me fez tão pequeno, mas não menor do que minha capacidade de compreender que nem todas as coisas nas quais nos empenhamos dão certo.
Somente a razão tem capacidade para colocar em ordem a bagunça que, às vezes, a emoção deixa em nós.
O Eco da Linhagem:O orgulho de pai se traduz no que escrevosobre o filho amado que na mente levo.Victor Saraiva, um homem de bem,cuja inteligência vai muito além.Guerreiro de passos firmes e fortes,um lutador que desafia os nortes.Mas quando a distância impõe o seu véu,sinto a tua falta sob este meu céu.A saudade aperta, mas traz união,pois você habita no meu coração.Deixo o afeto e a saudade rimada,neste manuscrito que encerra a jornada.AnjoPoeta
Olhar para dentro de si é tratar-se com mais leveza, sem cobranças.
Se for para transbordar, que seja de amor...
Deixe a vida conduzir você, porque a vida é uma dádiva divina.
Em nosso coração existem duas sementes: o joio e o trigo. Você é quem decide qual delas irrigar.
O Último Acorde O tempo e a distância nos mantiveram distantes,mas os laços do sangue são sempre gigantes.Só te vi quando os teus dezessete chegaram,e hoje, aos vinte e três, nossos rumos se acharam.Tua chegada trouxe uma luz mais serena,Ana Gabriela Saraiva, minha caçula morena.Teus olhos negros guardam a noite profunda,completando a herança que o meu peito inunda.A ti, minha filha, dedico o que escrevo,com todo o orgulho que na alma levo.A nossa história venceu o tempo passado,neste manuscrito que fica assinado.AnjoPoeta
É verão de dezembro. O sol foi tão gentil enquanto eu buscava as palavras de alguns versos. Versos estes que mexiam com a minha inquietude — aquela que não doma esse mundo selvagem lá fora, mas que é suficiente para me fazer vagante.
No alvorecer da tecnologia somos primórdios dos deuses... calamidade nos mesmo....
Algozes do próprio destino...
No frenético dilemas das construções para onde subiu corpos frios sem sentimentos.
O tempo encontra respostas diante do destino.
Nos braços dos deuses somos pequenos dinossauros ate formigas tem mais profundo sentido da fisolofia...
Ja disse que ser humano é formiga no paradoxo alinha na própria alienação.
Que mepotismo da geopolítica transforma a cidadão e desalinha a sociedade moderna sendo horizonte.
Caminho ao meu esse fluxo e compreensão desse desatino todo entre tantos cenários de incerteza e desafios que pergunto sobre atanto a tanto?
No ser humano ambíguo e intelectual o que cabe a compreensão de tantos conflitos sociais a ganância a cobiça.
Tudo bem busca de falsa moralidade.
A melhor faxineira que existe é o tempo: varre toda a sujeira, tira pó, limpa tudo, organiza gavetas, o que não serve mais joga fora e deixa a casa toda arrumada.
Para encontrar a vulgaridade, basta atravessar a rua. Para encontrar a autêntica beleza, às vezes é necessário atravessar um continente.
A Força da Linhagem: O destino moldou uma história mais firme e bonita quando vi crescer a minha Bruna, filha querida.Teu porte alto e tua presença morena e marcante trazem ao meu mundo uma nobreza constante,revelando a virtude que em tua alma habita.Tua inteligência brilha com passos seguros,um farol de lucidez para os dias futuros.Companheira fiel nas jornadas de cada estrada,tua mão junto à minha deixa a alma acalmada,construindo pontes sobre os tempos mais duros.No silêncio cúmplice do nosso caminhar,vejo a maturidade de quem sabe escutar.Você compreende o silêncio deste pai escritor,traduzindo em lealdade a matéria do amor,no laço mais nobre que a vida pôde me dar.O mundo lá fora desaba em pressa e ruído,mas ao teu lado o tempo ganha novo sentido.A ti, Bruna, dedico esta herança que escrevo,com o orgulho e o respeito que no peito levo,neste manuscrito que deixo hoje impresso e selado.AnjoPoeta
Que homem nunca sentiu o perfume da mulher amada nas ocasiões mais improváveis? Que homem nunca ficou embriagado de paixão?
Ecos da alma, capazes de nos levar para tão longe, mas também de nos trazer para mais perto quando nos permitimos compreendê-los.
A Primeira Luz: O tempo inaugurou uma nova e terna estrada quando vi nascer minha Andrea, a primogênita amada.Teus cabelos loirinhos trazem a própria cor do sol,revestindo os meus dias com o brilho do arrebol,nesta clareza doce que em meu peito fez morada.A tua risada gostosa ganha asas pelo vento,um som puro que cura qualquer dor ou tormento.É a melodia mais viva que a casa aprendeu a ouvir,o motivo mais sincero que me ensina a sorrir,guardado com orgulho no altar do meu pensamento.Ser o primeiro milagre que meus braços acolheram é o laço mais profundo que os anos me deram.Você abriu o horizonte do meu mundo de escritor,revelando a essência exata de um imenso amor,onde as minhas palavras inteiras se renderam.O mundo lá fora corre em seu rumo apressado,mas o teu riso dourado mantém o tempo parado.A ti, Andrea, ofereço cada linha que escrevo,com a força e o afeto que no coração levo,neste manuscrito eterno que fica agora selado.
Como as águas escuras do Rio Negro, cheias de mistérios, assim eu te imagino.
Me desconcerto com teus encantos; beleza estonteante que me torna simples, e eu me deixo levar.
Pode até me chamar de Solimões — serei apenas o curso do seu prazer.
O Inventário do Tempo
Trinta e sete anos é o tempo exato que a memória leva
para transformar o luto em monumento. As décadas passaram
como forças erosivas, mas falharam em desgastar o essencial:
o incêndio absoluto dos teus cabelos ruivos e a lucidez
cortante dos teus olhos verdes que desafiam o esquecimento.
Para quem vive da arquitetura das palavras, a tua ausência
não é um vazio abstrato, mas uma presença muito concreta,
uma matéria densa que molda o contorno de tudo o que escrevo.
O tempo limpou o excesso e o sentimentalismo ruidoso do peito,
deixando apenas a estrutura firme daquilo que nunca morre.
O que resta hoje é uma sobriedade clássica e definitiva,
a crônica de uma partida que fixou a tua imagem na eternidade.
Tuas cores vivas não desbotaram com o avanço dos invernos;
permanecem salvas da decadência dos anos pelo registro exato,
gravadas para sempre na folha em branco através da narrativa.
O mundo seguiu o seu curso perecível, confuso e esquecido.
Aqui, contudo, a tua existência permanece totalmente intacta,
guardada com zelo no ponto mais alto e frio da minha história.
Testemunha do tempo e também o guardião dessa eterna memória,
deixo registrado o fato que o destino jamais apagará.
AnjoPoeta
Nota sobre ela
Nas noites de insônia ela tem o hábito de perambular por suas vielas, becos, por seus cantos, recantos e esconderijos secretos acompanhada apenas por seus pensamentos minguantes. Atravessa pontes que levam a lugar nenhum; sobe e desce os degraus sombrios do seu interior; visita os porões do medo, enfrenta seus fantasmas obscuros, briga com o sono que não vem mas, de manhã ressurge nova, certa de que mesmo à margem de seus abismos jamais deixará de ser inteira, íntegra e verdadeira.
