Pensamentos Mais Recentes
Existem algumas mulheres de traços finos, uma certa textura no cabelo, uma curva nas orelhas que lembra o interior de uma concha. Essas mulheres têm nos dedos da mão a mesma sensibilidade das pernas: a ponta dos seus dedos é tão sensível quanto os pés. E, quando tocadas nas juntas, é como se sentissem uma carícia nos joelhos. Quando se passa a mão naquela parte macia e carnuda dos dedos, é como acariciar suas coxas. E, finalmente, toda mulher é um mistério a ser desvendado. Ela também não esconde nada de um amante verdadeiro.O toque em sua pele, nos dias como hoje, procede com delicadeza. Seu corpo é como um buquê de rosas rosa-pálido, sempre tendo que ser convencido a abrir suas pétalas com o calor de um sol. Sua pele linda e maravilhosa é uma luxúria que pede uma onda que arrebenta na praia, para que possa trazer à tona as espumas do prazer do amor.Apesar de não existir uma metáfora que descreva com fidelidade o que é fazer amor de verdade, a melhor comparação é tocar um instrumento musical raro. Então, eu pergunto: será que um violino Stradivarius sente o mesmo arrebatamento que um violinista, quando este arranca um som único e perfeito do seu coração?
CBS1982
A vitalidade notória que exibe é provocante, à semelhança de uma arte realista, sublime e exuberante, que deixa pupilas dilatadas com um ar lúdico renascentista diante da sua beleza e da sua integridade. Emana o fogo da sua alma, que se destaca dentro de uma paisagem praiana — uma inspiração que se propaga.
Como se, de alguma forma, ela estivesse conectada ao mar, o que justificaria as belas ondas do seu corpo: abundantes e chamativas. A vida emocionante que aparenta existir no seu coração, uma sensação contagiante de renascimento entre as águas salgadas e os raios de sol, que torna único cada momento.
Nas tardes ensolaradas, o deslumbramento mais forte já é previsível; seduz com naturalidade mesmo sem nenhuma intenção, apenas desfrutando da sua liberdade. Ela é o elemento principal de uma composição farta de muitos detalhes, como uma pintura em movimento: uma venustidade intensa em um lindo cenário, transmitindo vida e sentimentos.
A vida é como uma longa viagem em um universo imenso… às vezes bonito, às vezes confuso, mas sempre cheio de caminhos desconhecidos. Crescer é inevitável. A gente se distancia, descobre o mundo, enfrenta medos, comete erros. Há momentos em que parece que estamos longe demais — longe de quem fomos, longe de quem amamos, até longe de nós mesmos.
Pai Deus, protege o meu coração de toda inveja e malícia. Ensina-me a não me concentrar nas riquezas e confortos de pessoas ruins. Volta a minha atenção para as riquezas do Teu reino, para que eu possa me concentrar naquilo que vém do céu. Faz-me lembrar o quão abençoado sou por conhecer a Ti. Em nome de Jesus, amém.
À margem do tempo, eu paro e respiro,
e tudo que pesa, aos poucos, retiro.
O que não controlo, deixo fluir,
como pedra na água que aprende a cair.
Entrego ao silêncio o que não sei levar,
e em Deus
descanso, sem mais questionar.
Pois na Sua vontade, encontro abrigo:
o que solto nas mãos, Ele guarda comigo.
À Shanti De Corte, Milou Verhoof e Noelia Castillo Ramos
Com a razão, o coração e as flores
da coerência e da eternidade em mãos,
ergo os meus tijolos de lamentos
pela absurda série de sofrimentos.
A Europa já não está sentada
no touro branco com guirlanda de flores —
e sequer foi notada.
Os sinos dobram por vós, herdeiras,
que não fostes protegidas nem cuidadas.
Há tempos a Europa foi sequestrada.
Não há sinal de vida dela, nem do touro.
Tudo indica que pelos algozes,
foi por suicídio assistido ou eutanasiada,
e o touro, torturado e sacrificado.
Não vai demorar muito para que vós, herdeiras,
sejais esquecidas pela elite depravada,
porque a direção da Europa
há muito já não se entende a si mesma.
Os princípios, a moralidade e os valores
foram enterrados na mesma cova rasa,
sob a indiferença coletiva e televisionada.
Da minha parte não existe desculpa
que me satisfaça da parte de quem vos abandonou nos braços da morte,
abertamente, na beira da estrada.
Sob a luz do dia que a Europa foi executada,
e a indiferença no território está acampada.
Depois disso, não será preciso
absolutamente ninguém dizer mais nada.
Uma Reflexão sobre a Vida
A vida é como uma longa viagem em um universo imenso… às vezes bonito, às vezes confuso, mas sempre cheio de caminhos desconhecidos. Crescer é inevitável. A gente se distancia, descobre o mundo, enfrenta medos, comete erros. Há momentos em que parece que estamos longe demais — longe de quem fomos, longe de quem amamos, até longe de nós mesmos.
Mas existe algo que nunca muda. Existe um lugar invisível, silencioso e constante… um lar. Não feito apenas de paredes, mas de abraços, memórias e amor. Um lugar onde não precisamos fingir, onde podemos simplesmente ser.
A vida nos convida a ir — a tentar, a cair, a aprender. Mas também nos lembra, com delicadeza: você sempre pode voltar.
E talvez essa seja a maior beleza de tudo…Saber que, mesmo a milhões de distâncias de quem fomos um dia, ainda existe um caminho de volta para quem realmente somos.
Porque no fim, não importa o quão longe a gente vá…O amor sempre sabe onde nos encontrar.
Chico Uchoa
Na vida, precisamos ser como uma águia: determinados, focados na sobrevivência e dispostos a enfrentar riscos sem nos distrair. É preciso lutar todos os dias para que o amanhã seja melhor que hoje.
Haverá dias em que a vontade de parar será grande — mas é nesses momentos que a força precisa falar mais alto.
Às vezes, também é necessário fazer como a águia: voltar ao ponto onde tudo começou. Revisitar o território de origem, não por fraqueza, mas para observar, recalcular e traçar um novo caminho.
Deixar de lado a ganância, focar no essencial e lutar pela própria sobrevivência. Recomeçar um novo ciclo. Ter coragem de abandonar lugares que muitos consideram sonhos, mas que não trazem propósito verdadeiro.
Seguir o instinto.
Porque talvez seja justamente nesse novo ciclo que você encontre estabilidade… um lugar onde possa “voar alto”, se sustentar com independência e iniciar uma nova fase — com mais paz, alegria e sabedoria.
Dica: Às vezes, recomeçar não é perder… é evoluir.
A ALEGRIA DO SENHOR
A alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor é nossa, a alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor.
A alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor é nossa, a alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor.
Eu não temo o perigo, tenho paz no coração.
Andando com Jesus, enfrento um batalhão.
Com Ele, a vitória não é pouca, a alegria do Senhor é a nossa força.
A alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor é nossa, a alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor.
A alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor é nossa, a alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor.
Se você está sofrendo, sem paz no coração,
Aceite a Jesus Cristo, Ele é a salvação.
Com Ele, a vitória não é pouca, a alegria do Senhor é a nossa força.
A alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor é nossa, a alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor.
A alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor é nossa, a alegria do Senhor é a nossa força, a alegria do Senhor.
Cícero Marcos
O crime, de forma geral, jamais subsistiria sem a ajuda de parte da sociedade e de parte do Estado e seu braço armado.
É uma ferida aberta, dolorosa, incômoda — daquelas que muitos preferem cobrir com discursos prontos a encará-las com honestidade.
Mas ela está ali, latejando, lembrando que nenhuma estrutura criminosa se sustenta sozinha.
Há sempre uma teia invisível de conveniências, silêncios e conivências que a mantém de pé.
Isso não é muito diferente de outras lutas sociais que, à primeira vista, parecem ter um inimigo bem definido.
O combate ao machismo, por exemplo, torna-se ainda muito mais árduo quando se percebe que ele também é reproduzido por mulheres.
Não por essência, mas por condicionamento, por cultura, por sobrevivência em um sistema que ensina, desde cedo, a normalizar o absurdo.
Da mesma forma, enfrentar o corporativismo e a leniência entre pares dentro do Estado é uma tarefa extremamente espinhosa.
Durante décadas, construiu-se — e vendeu-se — uma imagem quase intocável de idoneidade, especialmente no que diz respeito às forças de segurança.
Questionar isso, para muitos, soa como heresia.
E é exatamente aí que mora o problema.
Porque, além das defesas técnicas e estratégicas entre os próprios agentes, existe ainda uma camada mais difícil de atravessar: a defesa cega, emocional, quase devocional de uma parcela da sociedade que se recusa a pensar por conta própria.
Que transforma crítica em ataque, e cobrança em traição.
Nesse cenário, abusos deixam de ser exceção para se tornarem relativizações.
Agressões viram “excessos compreensíveis”.
Autoridade se confunde com autoritarismo — e tudo isso vai sendo absorvido, digerido e, pior, justificado.
A indignação seletiva, nesse contexto, não é apenas um detalhe — é parte do problema.
Ela é tão medonha quanto a própria barbárie que diz combater.
Porque não se trata apenas de condenar o erro, mas de escolher quando e contra quem ele importa.
E talvez o retrato mais cruel disso seja imaginar: se a vítima em questão não fosse também uma policial, quantos dos juízes de plantão — esses togados da verdade das redes sociais — estariam, neste exato momento, invertendo papéis, buscando justificativas, insinuando culpas?
Quando a justiça depende de quem sofre, ela já deixou de ser justiça há muito tempo.
Caminho entre as flores buscando uma direção. Buscando achar onde se cruzam os caminhos para o nosso encontro. Será que sonhos podem se realizar? Para onde vão aqueles que se perdem na vastidão do universo, sem nunca deixar de ferir? Como me redimir dos meus erros e viver o que mais quero? Como explicar a importância do que não se descreve?
- Marcela Lobato
Justiça: Verdade e Misericórdia
A justiça não é apenas dar a cada um o que merece, nem se resume a punição ou regras frias. A verdadeira justiça começa onde o ego termina e exige consciência, empatia e verdade.
Ela se sustenta em dois pilares:
Verdade, para não distorcer os fatos
Misericórdia, para não destruir pessoas
Sem verdade, vira manipulação. Sem misericórdia, vira crueldade.
No cotidiano, justiça aparece nas pequenas escolhas: reconhecer erros, não prejudicar quando se pode, tratar todos com dignidade. Mas também existe a justiça interior, que é ser honesto consigo mesmo, equilibrando autocobrança e autocompaixão.
A justiça perfeita é rara, pois somos limitados e julgamos com emoções. Ainda assim, buscar justiça é um exercício constante de humildade: ouvir antes de julgar, pensar antes de agir, compreender antes de condenar.
No fim, justiça não é apenas um conceito, mas um caminho: fazer o bem da forma mais correta possível, com verdade na mente e compaixão no coração — mesmo quando isso é difícil.
Chico Uchoa
Maridos que não se
importam com as amizades
masculinas de suas esposas
geralmente se tornam pais
de crianças que não foram
geradas por eles.
______Sim__
🤗
"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? As crônicas do Guardian e o reino de Kamelot fariam do nosso brinde um pacto imortal!"
"Se o Calabouço fosse uma Taberna Medieval? O Blind Guardian abriria o portal e o Kamelot assumiria o trono do Metal!"
Afaste-se de quem se faz vítima dos problemas que ele mesmo criou. Quem não aceita sua desimportância é um perigo em qualquer lugar, disposto a tudo para se sentir relevante.
Você não é culpada por tudo, mas é responsável pelo o que faz com a sua dor daqui pra frente.
Uma coisa é gostar da própria companhia e outra é se habituar com a solidão crônica. Tenha cuidado com situações em que você prefere estar sozinha; fazer sozinha; andar sozinha; procure refletir se o "sozinha" é algo genuíno do seu próprio ser, onde você se sente plena e conectada com tudo, ou um modo de bloquear e tentar evitar decepções. Às vezes queremos estar sós, mas nem sempre por gostar ou por apreciar a nós mesmos. O seu cérebro tem o costume de criar mecanismos dos quais vão te proteger, no entanto, nem tudo que reluz é ouro e muito do que somos e passaremos a fazer, se torna um costume inconsciente de evitarmos certas emoções e, consequentemente, uma tentativa de não cairmos mais em frustrações. Talvez você indague: mas evitar esse tipo de coisa não é algo bom? Eu diria: sim e não. Porque dependendo de como as coisas aconteçam, não se trata apenas de evitar tal possibilidade, mas de desfrutar a vida, de viver relações e entender que a frustração também faz parte do processo de crescimento e de desenvolvimento pessoal e profissional. Evitar contextos pelo simples fato do medo de chorar, pode ter um preço mais alto do que lavar o rosto com suas lágrimas.
O que quero dizer com isso? O nosso cérebro sempre vai agir como um escudo, mas toda proteção que venha a surgir de modo habitual e inconsciente, deve ser repensada e bem avaliada se, de fato, devo ou não continuar dessa forma. Situações das quais mencionei e que nos levam ao desejo exagerado e às práticas aparentemente comuns de sempre sermos "sozinhos", deve nos alertar para um possível perigo.
Será que é totalmente normal sempre querer fazer, sentir tudo sozinho e evitar certos momentos compartilhados com alguém, ou com um grupo de amigos, por uma simples ideia de independência? Será mesmo que isso deve ser visto sempre de modo totalmente comum ou deveríamos desconfiar e investigar que alí há uma possibilidade de que meu cérebro esteja desenvolvendo meios dos quais sejam inconscientes e, consequentemente, isso pode agravar um quadro de depressão, de aumento da pressão arterial, de profunda angústia, do aumento do cortisol, do vício, dentre outros problemas que, com o passar do tempo, torna-se algo profundamente difícil de combater, afinal, o cérebro já formou uma armadura da qual pessoas mais próximas serão vistas como inimigas.
Deixa eu tentar concluir o meu pensamento... Talvez você seja aquela pessoa que passou a suportar um cargo pesado de vida desde os 6 anos de idade, ou quem sabe foi na adolescência, ou quando você passou a ser mãe aos 14 anos de idade. Responsabilidade da qual não foi preparada para agarrar e nem tampouco para dar conta. É possível que você tenha sempre ajudado todos a tua volta, de inúmeros modos e em quase todos os momentos. Você se doou tão profundamente que esqueceu-se de si, não conseguiu olhar-se no espelho e ver o quanto fostes guerreira a vida toda e grata por tudo que já tens passado, todavia, as consequências da ausência de enxergarmos a realidade e a necessidade biológica de estarmos juntos, em sociedade, em convivência e união, te faz hoje sofrer calada e cega diante da tua realidade. Você foi tão show com os outros que hoje parece que ninguém te enxerga como pessoa, parece até o indivíduo com o qual sempre vão poder contar, e isso não é nenhuma mentira, mas não conseguem identificar que ali é um ser humano que precisa e merece ter os devidos cuidados. Sua sadia existência não depende unicamente de si, mais também de ser vista, de ser notada e de encontrar-se com o verdadeiro EU e conectar-se a outros.
Há um grande grupo de pessoas que passaram e ainda sentem o que pra você foi imperceptível durante anos e que agora o teu corpo reage às consequências disso tudo, como, por exemplo, a insônia, o cansaço mental, o estresse, a ausência de paciência, a sensação de pânico, o prazer de estar só, mesmo sabendo que isso tem os seus riscos e que muitas das vezes é o estopim para muitas pessoas saírem desse plano do qual conhecemos por vida. Pessoas que passaram a vida toda sendo mais do que muletas para as outras, foram, na verdade, bases e colunas de toda uma estrutura familiar, fraternal e conjugal, porém, nunca foram reparadas, reconhecidas e cuidadas com a mesma intensidade que aqueles à sua volta. E isso traz enormes consequências, ao ponto da mente criar caminhos de defesa e, simultaneamente, tentar falar algo que você não consegue dizer com uma simples palavra. Isso explica tais problemas que foram citados acima.
O ponto chave da questão é que em algum momento da sua vida você foi a melhor mãe, a melhor esposa, a melhor filha, a melhor amiga e a melhor no teu trabalho, ao ponto do mundo te perceber e querer beber de você, querer algo de você e da sua proximidade. Foi quando você começou a ceder, se doou e nunca exigiu nada em troca, porque foi de coração, foi como uma missão, um propósito, um fim. Todavia, isso te afastou, aos poucos, da sua essência e do que realmente importa para sua felicidade, ao ponto de imaginar que ser feliz é fazer os outros sorrir e contribuir com o bem estar alheio, mas quando você precisou de algum auxílio, de um carinho, de um ombro amigo e uma audição da qual pudesse te escutar, te deram as costas e o desprezo. Diante disso, você achou melhor não precisar de ninguém pra nada, onde o teu cérebro criou situações e te convenceu de que é melhor tudo sozinha. Andar sozinha, comemorar sozinha, sorrir sozinha, chorar sozinha, sentir sozinha e viver a vida sozinha, mesmo rodeada por pessoas. Então, quero dizer com isso que o isolamento nunca foi um sinal de sobrevivência, é o inverso, o ser humano sempre evoluiu e não desapareceu porque viveu em comunidade. O que na verdade aconteceu com tais decisões em sua vida não foi a ideia de autossuficiência e independência, mas o medo de se machucar mais uma vez, de ser desamparada novamente e não conseguir encarar essa situação. Essa falsa ideia foi criada pelo seu cérebro, porque ele age dessa forma mesmo, procurando meios de proteção, mas nem sempre esses caminhos vão te proteger, porque não está no seu DNA ter que isolar-se dos outros e achar que tudo deve ser sozinha e que a vida boa é estar sozinha.
Talvez você esteja pensando o porquê de eu ainda não ter falado de Deus ou de algum exemplo cristão. E não vou falar, não é que não tenha sentido, mas porque não chegou o momento específico. Talvez eu esteja falando muita bobagem no seu modo de pensar; talvez eu esteja exagerando em algum momento ou quem sabe querendo te oferecer uma fórmula mágica de como solucionar uma profunda tristeza sem nem precisar ir à terapia. Deixa eu te dizer mais alguma coisa, me permite?
Já parou pra pensar no que é o medo? Como surge e por que às vezes faz moradas? O medo é alimentado por mais medo e por achar que isso é sinônimo de proteção. A depender do caso, ele geralmente não satura, não se quebra e não vai embora com um simples olhar filosófico. Há situações na vida que precisamos enfrentá-la com sabedoria, sem desprezar e sem achar que não se deve sentir medo. O importante dessa questão é pensar o porquê tenho medo e o que devo fazer diante disso? Há várias respostas para essa reflexão, todavia, o fato de você achar que estar sozinha é a solução, te faz caminhar por uma estrada da qual fica ainda mais difícil entender e sair dela. Sua frustração com relacionamentos, não necessariamente conjugais, e a falta de cuidados, te deram a ideia de que estar só é melhor, porque sozinha eu não vou me decepcionar, não vou me machucar, não vou e não preciso criar expectativas e, consequentemente, você deixa de viver e de abrir as portas para um relacionamento sadio e feliz, seja fraternal, profissional ou amoroso. O teu cérebro te fez pensar que evitar é sinônimo de proteção. A vida continua e passa a sair do modo manual para o modo automático, uma automatização negativa, ao ponto de que sentir-só é a forma da qual te fará feliz e preservarás o teu bem estar social. Há pessoas, pra você ter uma ideia, que se enxergam independentes para tudo, moram só, vivem bem financeiramente, postam fotos sorrindo e demonstram estarem de bem com a vida. Quando se dão uma oportunidade amorosa de conhecer alguém, por exemplo, e isso vai se intensificando, chega um certo momento que ela para e decide parar com o amor. Esse tipo de atitude passa a ser padrão em todos os tipos de relacionamentos, não somente o amoroso. E aí eu te pergunto, por que parou? Sabe qual a verdadeira resposta? Está lá no cérebro, está em tudo que estamos conversando desde o início das primeiras palavras. A tua mente passou a entender que esse tipo de situação é perigosa e que você vai sofrer. Consequentemente, você interrompe a relação e fecha as portas para o amor, para a amizade e às vezes para ser mãe. Você ainda não entendeu ou aprendeu que a dor faz parte do processo e que não há mudança de vida e emocional sem a presença do medo e do desconforto. Pessoas assim podem achar que o problema está sempre no outro, porque o teu cérebro criou uma armadura da qual te convenceu, por muito tempo, que o perigo é alheio e relacionar-se deve ser algo apenas raso, onde é perigoso entrar no mar.
Para concluir, deixa eu te dizer só mais um detalhe. Comece com pequenos hábitos e sem exigir muito de você. Comece olhando para suas mensagens e para sua agenda e tente identificar aqueles convites que você recebeu do qual desejou tanto ir e, por medo de se machucar, os recusou. Permita-se dar esse direito e se reconecte às suas relações de modo cauteloso e sem medo de se frustar, sabendo que há dores oriundas da cura e sabedorias através das experiências. Aos poucos a sua mente vai começar a entender que isso não fará mal ao ponto de te matar, até porque você já sobreviveu a situações piores. Chegará um momento que tais hábitos sairão automaticamente e não entenda que isso é ruim, pois estamos falando de uma situação saudável e totalmente normal. Não permita que o luto e que a decepção seja permanente na sua vida. Leve o tempo que precisar para sentir, para sofrer e para superar esses momentos, isso é totalmente legítimo, mas não permita que a solidão seja sua melhor companhia e que o medo de atravessar uma ponte te faça parar de viver e de sentir profundas emoções. Pare, pense e reflita se é o caso de pedir ajuda, seja de um colega, de um parente ou de um profissional, isso não é vergonhoso, é corajoso.
AMIGOS ESCOTEIROS
Amigos de tantos anos,
Laços firmados no tempo,
Vividos entre trilhas e sonhos,
Escotismo, ensina e transforma,
Sob o céu aberto aprendemos,
Com o lenço no pescoço e coração,
Que servir é mais que um gesto,
Um caminho e também um propósito,
Foram dias de sol e de chuva,
Acampamentos, risos e canções,
Pegadas marcadas na terra,
E memórias vivas nas emoções,
Fogos de conselho e promessa,
Crescemos lado a lado,
Unidos por ideais sinceros,
Compromisso compartilhado,
Celebramos encontros e reencontros,
Onde tempo nunca nos separou,
Pois uma amizade verdadeira,
Nunca em tempo algum apagou,
Hoje seguimos, cada um em sua trilha,
Mas com o mesmo norte no olhar,
Com a fraternidade, honra e coragem,
Que o escotismo nos ensinou a guardar,
E assim, seguimos amigos,
Como irmãos de jornada no coração,
Ligados para sempre pelos valores,
E pela constante e eterna união.
Aliança firmada 💪👁️🙏🔥
Acordei assustada com o barulho de alguma coisa batendo lá em cima.
O gosto amargo na boca não é de derrota nem de vitória.
Pessoalmente.
A indiferença cresce a cada dia por essa sociedade caótica!
Meu tanto faz já não é mais o mesmo.
Eu sei que não existe tarefa fácil, porém a dificuldade tem me perseguido e eu estou claramente correndo atrás da perseverança.
Não é mais por mim que eu luto, e sim pelo futuro dessas crianças!
Está tudo tão difícil de suportar.
Para cada vitória, me aparecem 4 provações para enfrentar, novamente e de novo o mesmo ciclo vicioso, não vou dizer que é culpa do lugar porque esse pede por melhorias.
Mas enfim.
O mundo dá muitas voltas.
A gente sobe, desce e muitas vezes capota!
Para uma vida de vitória e conquista.
Não se pode desistir!
Fé no pai, oração pelo país e muita sabedoria para lidar com a maldade humana.
Os bons que se aproximam são piores do que o mal que te espreitava.
Nem tudo é perfeito.
Às vezes a gente se engana.
Aprende a assobiar enquanto chupa a cana.
Ao som do passarinho, a mãe sempre fica próxima ao seu ninho.
Pedra mole e pedra dura, um dia você grita, no outro você segura.
Sem invenção de valores.
O caro nem é tão raro.
Quando o preço é alto demais.
Nem toda moeda tem valor
Duas caras, uma metade.
Difícil viver.
Em sociedade.
A dor, o ódio e a alegria.
Se encontram todos os dias
A verdade e a mentira.
São meados do telhado.
Que no fundo nem é o culpado.
E no fim de tempos em tempos
Tudo!
Vira poesia.
Extraindo a tristeza e trazendo alegria.
DeBrunoParaCarla
No fim de tudo, não são as métricas que contam. Não é o que o mundo acha que a gente é, nem as regras que tentam enfiar na nossa garganta. O que sobra é o calor que a gente guardou naquelas noites de frio em Itaipuaçu.
O amor não é código, não é lógico, não aceita comando. É bicho solto, é entrega que dá medo e paz ao mesmo tempo. Enquanto eles tentam medir a vida por telas frias, eu escolho mergulhar no seu olhar, onde o tempo não tem ponteiro e o sistema não tem senha.
Você é a única verdade que eu não precisei provar para ninguém. É o meu descanso no meio do caos.
Não vejo as formas que eles tentam me vender, nem as cores das mentiras que eles pintam nos muros...eu vejo o rastro de calor...vejo a intenção por trás do gatilho. enxergo a saída porque parei de olhar para onde todos apontam! Nesse tiroteio de informações, de cobranças e de gente estranha, a minha visão é o que sobrou de algo que eu nem sei o que é....
DeBrunoParaCarla
