Pensamentos Mais Recentes
“Direitos Humanos não são favores concedidos pelo poder; são limites impostos à força para que a dignidade sobreviva.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o corpo da mulher é transformado em campo de guerra, toda a humanidade perde a batalha contra si mesma.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A justiça tardia ainda pode preservar a memória, mas jamais devolve integralmente aquilo que a violência arrancou.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O silêncio diante da violação de direitos nunca é neutro; ele sempre acaba servindo ao lado que oprime.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Os tratados podem registrar a dignidade no papel, mas somente a consciência coletiva consegue impedir que ela seja rasgada pela indiferença.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Toda vez que a dignidade de alguém é relativizada, uma parte da civilização volta a caminhar em direção ao abismo.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A barbárie começa quando alguém decide que a dor do outro não merece o mesmo nome que a sua.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Direitos Humanos não existem para proteger ideias abstratas; existem para proteger vidas concretas diante do abuso, do silêncio e da indiferença.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando uma sociedade naturaliza a injustiça, ela começa a perder a própria humanidade sem perceber.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A memória é uma das primeiras formas de justiça, porque aquilo que é esquecido pode ser repetido.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Não há progresso verdadeiro onde a tecnologia avança, mas a dignidade humana continua sendo negociada.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Às vezes não existe “o que aconteceu”.
Existe só alguém que escolheu ir embora sem conseguir sustentar conversa adulta de encerramento.
“Os Direitos Humanos nasceram quando a história mostrou que a civilização, sem limites éticos, pode transformar pessoas em números descartáveis.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A dignidade humana não deveria depender de fronteira, classe, cor, gênero, religião ou posição social; onde ela depende, a humanidade ainda falhou.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Defender Direitos Humanos é impedir que a dor de uns seja tratada como assunto distante para outros.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Os Direitos Humanos não são apenas cláusulas em tratados internacionais; são o reflexo do quanto a humanidade está disposta a reconhecer a si mesma no outro.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A ciência cuida do mecanismo, a fé sustenta a esperança, e a palavra organiza a travessia humana entre uma e outra.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A cura não acontece apenas no corpo; acontece também no modo como a pessoa é vista, escutada e devolvida à própria dignidade.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Abracadabra atravessou os séculos porque a humanidade sempre tentou transformar doença em linguagem e medo em forma.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá
“Quando a dor encontra nome, ela deixa de ser apenas caos e começa a se tornar experiência compreendida.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A palavra não substitui a medicina, mas pode atravessar o sofrimento como presença, escuta e organização do medo.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há palavras que não curam pela magia, mas pelo sentido que oferecem à dor quando o corpo já não consegue explicar sozinho.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Antes de ser palavra de espetáculo, Abracadabra foi uma tentativa humana de dar forma ao medo e esperança ao corpo adoecido.”
Do livro Abracadabra — A Palavra Entre a Fé, a Ciência e o Mito, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Entre a biologia e o mistério existe um fio: nele caminham os neurônios, a memória, a dor e a consciência humana.”
Do livro Neurônios — O Fio da Consciência: Neurônios, Ciência e o Limite do Humano, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
