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Quanto mais inteligente eu fico, mais burro quero ser

So começamos a gostar da vida, depois que paramos de temer a morte

Só o tempo revela a verdade. A ideologia, não. Enquanto a ideologia cega, o tempo revela o que os olhos não conseguiam ver.

Às vezes, é muito bom e saudável oferecer a algumas pessoas um pouco da nossa ausência.

Como me levanto diz mais sobre quem sou do que a própria queda.

A GÊNESE E A SUA PREPARAÇÃO.



Quando AK começou a preparar a obra "A Gênese"? Foi em torno de 1865! Ela era esperada para 1866, mas atrasou e o impressor só entregou a declaração um ano depois, em 7 de outubro de 1867.


Encontramos, num manuscrito de duas páginas do museu AKOL, a descrição de uma sessão sonambúlica com o Sr. Morin [Louis Joseph Félix Morin] no dia 15 de novembro de 1865. O título do manuscrito? Sobre a Nova Gênese.
Eis alguns fragmentos transcritos e traduzidos livremente pela IA Gemini do Google:


Sr. A.K.: Gostaria de consultá-lo sobre minha saúde; não estou passando muito bem.
Sr. Morin: (Apalpando o peito) De fato, isso está congestionado aí dentro. O que há nas pernas? Muita sensação de peso; isso lhe cansa ao subir as escadas.
Sr. A.K.: Sim, muita; mas é sobretudo o peito que me faz sofrer.
Sr. Morin: Prescreveremos uma receita e, se não a seguir, terá que se responsabilizar por isso. Embora seu corpo esteja sendo tratado, não é você que está sendo cuidado, mas sim o trabalho que você precisa fazer. O Doutor Demeure dará amanhã uma receita que você seguirá ponto por ponto. Não a dou agora mesmo esta noite para não perder muito tempo. – Que alma bondosa é o pai Demeure! – Mas você terá que seguir as instruções dele à risca; o trabalho ainda não está terminado e você precisa de força para levá-lo a uma conclusão bem-sucedida.


Sr. A.K.: De fato, a parte longa e difícil ainda não foi feita. No momento, ocupo-me de uma nova obra que eu gostaria de publicar no próximo ano; não sei se terei tempo.
Sr. Morin: Ah! esta, eu a vejo; é uma das peças do fogo de artifício; um verdadeiro golpe decisivo.
Sr. A.K.: Pois bem! Poderia me dizer algo sobre a impressão que ela produzirá?
Sr. Morin: (...) Esta obra, que aparecerá no próximo ano, será apenas um primeiro passo, um prelúdio; é o começo do rastro de pólvora que incendiará a mina!... E pensar que nem todas as inteligências serão capazes de compreendê-la!... (...) Vamos! caminhe firme; os frutos e as comunicações não lhe faltarão. Seu corpo está sendo cuidado para dar ao Espírito total liberdade. O trabalho é necessário, sem dúvida; o Espírito não se cansa, mas o corpo! Ele se cansa; se desgasta; precisa de descanso, distração, recreação, e você nunca o concede! Mesmo assim, você ainda encontraria assuntos para estudo a cada passo.
Sr. A.K.: A inspiração não vem a toda hora, e é difícil abandonar uma ideia à qual nos apegamos, e que talvez não se apresentasse tão claramente em outra ocasião.
Sr. Morin: Ah! É aí que às vezes nos enganamos. Certamente, quando a inspiração vem, devemos segui-la; mas ela não é contínua; permite momentos de pausa, e se o Espírito quiser continuar por conta própria, sem dúvida pode; mas quantas vezes devemos cortar e modificar, e sempre nas partes adicionadas fora da inspiração!


*O trecho manuscrito em francês pode ser traduzido como:
“Leitura sonambúlica da Srta. Morin”
“15 de novembro de 1865”
“Sobre a Nova Gênese”
O original parece estar escrito como:
“Lecture somnambulique de Mlle Morin” “15 novembre 1865” “Sur la Nouvelle Genèse”
O termo “lecture somnambulique” era utilizado no século XIX para designar comunicações, percepções ou leituras obtidas durante o estado sonambúlico magnético, muito estudado pelos magnetizadores e posteriormente pelos pesquisadores espíritas.
“Sur la Nouvelle Genèse” significa literalmente:
“Sobre a Nova Gênese”
ou
“Acerca da Nova Gênese”.
Esse manuscrito é particularmente interessante porque está datado de 15 de novembro de 1865, período em que a elaboração de “A Gênese” já ocupava os estudos de Allan Kardec, reforçando os registros históricos de preparação da obra antes de sua publicação em 1868.


A GÊNESE: A OBRA QUE ALLAN KARDEC FOI EXORTADO A CONCLUIR.
Marcelo Caetano Monteiro.
O documento apresentado lança uma luz extremamente significativa sobre o período de elaboração de A Gênese. Mais do que uma simples consulta sobre saúde, a sessão sonambúlica realizada com Louis Joseph Félix Morin em 15 de novembro de 1865 revela a percepção de que Kardec enfrentava intenso desgaste físico justamente enquanto preparava uma das obras mais profundas e complexas da codificação espírita.
O primeiro aspecto que chama a atenção é a distinção feita entre o homem e a missão. Quando Morin afirma que não era exatamente Kardec quem estava sendo tratado, mas sim o trabalho que precisava realizar, evidencia-se uma ideia recorrente no movimento espírita do século XIX: a de que determinadas tarefas possuem relevância coletiva e transcendem os interesses individuais de seus executores.
Segundo o relato, o corpo de Kardec apresentava sinais evidentes de exaustão. Havia congestão torácica, peso nas pernas e dificuldades físicas crescentes. Ainda assim, a orientação recebida insistia na necessidade de preservar-lhe as forças para concluir uma tarefa considerada inacabada.
O segundo ponto de grande interesse encontra-se na referência à obra que estava sendo preparada. Quando Kardec menciona estar trabalhando em um livro que pretendia publicar no ano seguinte, Morin responde de maneira enfática:
"Ah! esta, eu a vejo; é uma das peças do fogo de artifício; um verdadeiro golpe decisivo."
A metáfora é poderosa. O "fogo de artifício" sugere uma sequência de acontecimentos ou revelações. Já o "golpe decisivo" indica que a obra teria papel fundamental no desenvolvimento futuro do Espiritismo.
Mais impressionante ainda é a continuação da mensagem:
"Esta obra será apenas um primeiro passo, um prelúdio; é o começo do rastro de pólvora que incendiará a mina."
A imagem do rastro de pólvora descreve algo que se propaga gradualmente até alcançar um ponto de grande impacto. Em outras palavras, a mensagem sugere que as ideias contidas em "A Gênese" não produziriam imediatamente todos os seus efeitos, mas desencadeariam processos intelectuais e espirituais que se desenvolveriam ao longo do tempo.
Outro trecho merece atenção especial:
"E pensar que nem todas as inteligências serão capazes de compreendê-la."
Essa observação parece referir-se à natureza elevada e complexa dos temas abordados na obra. Diferentemente de livros mais introdutórios, "A Gênese" trata de questões relacionadas à criação, aos milagres, às leis naturais, às profecias e às relações entre ciência e espiritualidade, exigindo reflexão mais aprofundada do leitor.
O documento também oferece uma valiosa lição sobre o processo criativo. Kardec comenta que não podia abandonar facilmente uma ideia inspirada, temendo perder a clareza que havia recebido. A resposta é notável:
"Quando a inspiração vem, devemos segui-la; mas ela não é contínua."
E prossegue advertindo que, quando o autor insiste em continuar apenas por esforço próprio, frequentemente precisa corrigir depois aquilo que escreveu fora do momento de inspiração.
Sob uma perspectiva filosófica e psicológica, essa observação destaca a diferença entre a elaboração espontânea das ideias e a produção intelectual forçada. O texto sugere que a verdadeira inspiração possui um fluxo próprio e que o excesso de intervenção pessoal pode comprometer a clareza inicial da mensagem.
Em síntese, esse manuscrito não apenas documenta uma preocupação com a saúde de Kardec. Ele revela a atmosfera que cercava a preparação de "A Gênese" entre 1865 e 1867. O texto apresenta a obra como um marco doutrinário, um livro considerado estratégico para o futuro do Espiritismo e cuja conclusão parecia, aos olhos daqueles participantes, justificar todos os cuidados dispensados ao codificador.
À luz desse documento, compreende-se melhor por que "A Gênese" ocupa posição singular entre as obras fundamentais. Ela surge não apenas como uma exposição doutrinária, mas como um trabalho que seus contemporâneos já percebiam como destinado a produzir repercussões muito além de seu próprio tempo.
Fonte: Manuscrito do Museu AKOL referente à sessão sonambúlica com Louis Joseph Félix Morin em 15 de novembro de 1865, relacionado ao processo de elaboração de A Gênese. #geeff #cems #espiritismo #kardec #revistaespirita #vidaaposamorte #filosofiaespiritual

"Ninguém quer ser amigo de mendigo."

⁠A verdade é, muitas vezes, uma terrível arma de agressão. É possível mentir, e até matar, pela verdade.

Alfred Adler
Problems of neurosis (1929).
Inserida por pensador

A potência intelectual depende da memória. Quando a tecnologia pensa por você, o cérebro para de trabalhar.

"O povo diz que o céu é la em cima e o inferno é lá embaixo. Mas se a Terra é redonda e tem céu em toda a volta, onde fica o inferno?".
"O inferno é lá no meio mesmo! "
Lá mesmo, ...
No centro. ...

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações em sua vida que o tiram do sério e o irritam. Descubra por que irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que precisa mudar.

De que vale um rolex no pulso com a hora errada, com elegância vai perder o compromisso.

Asas no Céu

Dias atrás, sonhei que, ao olhar para o céu, notei a existência de seres semelhantes a nós. Havia apenas duas diferenças: eles possuíam asas e voavam de um lado para o outro; além disso, todos sorriam, transmitindo uma sensação constante de felicidade.

Eles não desciam ao chão nem conversavam com aqueles que os observavam. Apenas lançavam ondas de segurança, paz e alegria.

Percebi que, a partir daquele dia, todos nós caminhávamos pelas ruas olhando para o céu. E, sempre que fazíamos isso, éramos alcançados por aquelas ondas de felicidade, que nos faziam sorrir.

Acordei com a sensação de que estamos deixando, cada vez mais, de olhar para cima.

Talvez estejamos dando importância demais ao supérfluo e desaprendendo a sorrir com a alma.

Talvez o mundo precise de menos disputas, menos crueldade e mais humanidade.

Talvez estejamos, cada vez mais, deixando de acreditar no invisível, em nosso Criador.

É triste imaginar um mundo onde a fé esteja em extinção.

Há momentos em que a lucidez se torna mais pesada do que a própria tristeza.

A extinção

Há uma riqueza imensurável que se perde a cada geração que passa:
o valor pela vida e pelas vidas.
O amor ao próximo, à natureza e aos seres vivos.

Vivemos a desconexão, o desligamento da existência humana em relação ao planeta e a todo o ecossistema que proporciona a vida. É ele quem cria e mantém o ambiente em perfeita harmonia, proporcionando as condições necessárias para que a vida cresça e se adapte.

Mas nós, os seres “racionais”, somos a causa dos males e da destruição desse ambiente rico e valioso do qual dependemos. E não existe outro recurso, outro lugar viável para a vida fora daqui.

A ignorância, a soberba e a avareza são as armas de destruição em massa que consomem sem limites o planeta. Assim, provocam não só a destruição, mas a extinção — não só das espécies pacíficas, necessárias e vivas, mas a nossa própria extinção.

Fica a pergunta:
Qual o propósito de destruir o mundo, o planeta, por algo que só pode existir se a vida permanecer?

A extinção
Por Marcio Melo
Ativista pela vida

Hoje eu entendi algo que nunca havia sentido com tanta clareza.


Há uma dor silenciosa em estender a mão e vê-la permanecer vazia. Há um sentimento difícil de explicar quando o coração deseja ajudar, quando os olhos enxergam uma necessidade, quando a alma se dispõe a caminhar junto, mas a ajuda é recusada.


Não por falta de amor.
Não por falta de disposição.
Não por falta de cuidado.


Simplesmente porque o outro não quer.


E foi nesse momento que percebi uma verdade que, até então, eu apenas conhecia na teoria: o verdadeiro poder da mudança não está nas mãos de quem oferece ajuda, mas nas mãos de quem decide recebê-la.


Podemos aconselhar, insistir, orar, chorar e até carregar no peito a preocupação por alguém. Podemos estar dispostos a fazer tudo. Mas existe uma porta que ninguém pode abrir por outra pessoa.


A porta da decisão.


Hoje senti o peso dessa realidade dentro de mim. Senti a impotência de querer fazer algo e descobrir que nem todo amor é suficiente para mudar alguém. Porque existem batalhas que só começam a ser vencidas quando a própria pessoa decide lutar.


Talvez uma das maiores provas de amor seja justamente entender isso: continuar se importando sem controlar, continuar disponível sem forçar, continuar presente sem invadir.


Porque ajudar é um ato de amor.


Mas aceitar ajuda também é um ato de amor.


Que na maioria das vezes é confundido com escolha apenas.

... Kenosis ... Par de Sapatos ...
... Queria me ver Alegre ...
Rogarei à Nossa Mãe Santíssima
Para que te abençoe e te proteja ...
Cheguei à porta de saída
Voltei-me para vê-lo
Mesmo de longe
Ele me acompanhava
Com O Olhar e me sorria ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

A razão é inimiga da arrogância.
A verdade é um fato; a certeza é apenas um desejo que impomos para corromper a visão do outro.

"Não preciso de sorte, eu tenho vontade, disposição e Deus."

Tecnologia no franchising: ferramenta de suporte ou instrumento de controle?


Para o investidor-franqueado, essa infraestrutura pode ser enorme vantagem — ou pode virar uma camada de controle com pouca reciprocidade.

Esse ambiente tenta me sufocar, o tempo parece arrastar e a rotina testa a minha mente a cada segundo. A tentação de se entregar ao desespero surge todos os dias, mas eu me recuso a ser quebrado por este lugar. lembrar do meu valor é o que me impede de desistir!

Razão e verdade raramente pavimentam o caminho das nossas certezas.

Do ouvir vem a sabedoria e do falar, o arrependimento.

Ele perdera a arte da conversação, mas infelizmente, não a capacidade de falar.

Outono


Brisa suave

Sopra em nós
Acalenta,
Faz repousar.
Voam beija-flores
Noutros ninhos
E lá se deixam ficar.