Pensamentos Mais Recentes

⁠O Deus criado pelos humanos é o próprio ego, O verdadeiro inimigo dos humanos.

⁠Um Deus criou esse universo, não é o Deus criado pelos homens, é um espírito transcendental.

⁠A filosofia em máxima só convém à experiência.
sfj,a arte de escrever

⁠E então...hoje é meu aniversário. Um dia que, para muitos, é algo para celebrar. Mas para mim, é apenas um lembrete cruel do tempo que insiste em passar, mesmo quando eu não quero. Nunca gostei dessa data, mas neste ano ela pesa ainda mais. É o primeiro aniversário depois da separação dos meus pais, o primeiro aniversário em que minha família não existe mais


Não que antes fosse unida de forma verdadeira, mas havia pelo menos a ilusão de um corpo inteiro, um frágil tecido que, mesmo rasgado, ainda conseguia cobrir o vazio. Agora, nem isso. A casa parece maior, mais silenciosa, como se cada parede tivesse aprendido a guardar segredos e ausências de cada um. 


Sinto que perdi não apenas a família, mas também a ilusão de que, de alguma forma, eu fazia parte de algo. Hoje, não há bolo que disfarce, não há vela que ilumine. Só há o peso da solidão, o eco das lembranças e a certeza de que aniversários não são feitos para mim.  


Me sinto como uma vela acesa em um quarto vazio, há chama, mas não aquece ninguém. O silêncio pesa mais do que qualquer palavra, e a lembrança é como um curativo que não cura nada. 


É estranho: dizem que aniversários são sobre vida, mas o que eu sinto é apenas a lembrança de tudo que se quebrou. 


Sou feita de pedaços, e neste dia, percebo que até a minha própria história se recusa a ser inteira.

Sobre sucesso, silêncio e o que realmente incomoda...


Existe um tipo de desconforto que quase ninguém admite, mas que aparece o tempo todo.


Ele não faz barulho alto.
Não vem em forma de confronto direto.
Mas está ali, nos olhares, nas perguntas, nos comentários atravessados.


Acontece quando alguém cresce.


Não quando alguém ostenta de forma vazia, mas quando melhora de vida de verdade. Quando muda de ambiente, de rotina, de mentalidade.


Curiosamente, isso nem sempre é recebido com admiração.


Às vezes vem uma dúvida disfarçada de curiosidade.
Outras vezes, um julgamento escondido em tom de brincadeira.
E, em alguns casos, um incômodo silencioso, difícil até de explicar.


Não é sobre o carro que alguém comprou.
Nem sobre a casa onde alguém está.
Nem sobre o lugar que alguém passou a frequentar.


É sobre o que aquilo representa.


Porque quando alguém próximo evolui, inevitavelmente surge uma comparação. E nem todo mundo está disposto a lidar com isso.


Alguns se inspiram.
Outros questionam.
E há aqueles que tentam encontrar algum defeito, algum atalho, alguma justificativa que torne aquele crescimento “menos legítimo”.


Como se fosse mais confortável acreditar que não foi mérito.


Isso não é exclusivo do Brasil, mas aqui ganha uma intensidade particular.


Talvez pela proximidade entre as pessoas.
Talvez pela desigualdade.
Talvez pela cultura de aparência que se mistura com a necessidade de validação.


O fato é que muitas vezes o sucesso não é visto como um caminho possível, mas como uma exceção desconfortável.


E quando isso acontece, surgem perguntas que não buscam respostas. Buscam confirmação.


“Será que trabalha com coisa certa?”
“Como conseguiu isso?”
“Desde quando ficou assim?”


Não são perguntas sobre o outro.
São dúvidas internas sendo projetadas.


Em outros lugares, como os Estados Unidos, a reação costuma ser diferente. O sucesso tende a ser associado à conquista. Existe uma narrativa forte de que crescer é resultado de esforço.


Já em contextos mais tradicionais, como em Portugal, o destaque pode ser recebido com mais cautela, às vezes até com certo desconforto silencioso.


Em países como a Suécia, por exemplo, existe uma cultura forte de igualdade social, onde o destaque excessivo pode gerar desconforto, não exatamente por inveja direta, mas por uma pressão coletiva por equilíbrio.


Ou seja, esse comportamento existe em diferentes lugares. O que muda é a forma como ele aparece.


Mas existe um outro caminho. E ele é menos visível.


É o caminho de quem não se preocupa em explicar o próprio crescimento.
De quem não sente necessidade de provar nada.
De quem entende que cada escolha traz consequências diferentes.


Crescer muda ambientes.
Muda hábitos.
Muda prioridades.


E isso nem sempre será compreendido por todos.


Alguns vão chamar de mudança de postura.
Outros vão chamar de distância.
E alguns, sem perceber, vão interpretar como arrogância aquilo que, na verdade, é apenas foco.


Existe também um equívoco comum.


A ideia de que evoluir deveria manter tudo igual.


Mesmas conversas.
Mesmos lugares.
Mesmos comportamentos.


Mas crescimento de verdade não funciona assim.


Ele seleciona.
Refina.
E, inevitavelmente, cria distância de tudo que já não faz sentido.


Enquanto isso, existem dois tipos de movimento acontecendo ao mesmo tempo.


Pessoas que constroem.
E pessoas que observam.


Pessoas que trabalham em silêncio.
E pessoas que comentam de fora.


Pessoas que evoluem pelo processo.
E pessoas que querem o resultado sem atravessar o caminho.


E talvez seja exatamente por isso que o silêncio começa a fazer tanto sentido.


Porque no silêncio não existe comparação constante.
Não existe necessidade de validação.
Não existe disputa disfarçada de convivência.


Existe espaço.


Espaço para viver sem precisar explicar.
Espaço para crescer sem precisar justificar.
Espaço para ser, sem precisar parecer.


No fim, não se trata de rejeitar pessoas, lugares ou culturas.


Trata-se de escolher melhor o ambiente emocional em que se vive.


Porque crescer não deveria incomodar.


Mas quando incomoda, revela mais sobre quem observa do que sobre quem evolui.

⁠No universo Democrático, até o direito do cidadão alugar a própria cabeça para os Políticos-influencers deve ser rigorosamente respeitado.


E talvez seja justamente aí que more um dos paradoxos mais inquietantes da vida em sociedade: a Liberdade que protege o Pensamento Crítico é a mesma que abriga, sem constrangimento algum, a abdicação dele. 


A democracia não exige lucidez — ela permite tanto o exercício pleno da consciência quanto a sua terceirização conveniente.


Pensar por conta própria dá muito trabalho. 


Exige tempo, disposição para o desconforto, coragem para lidar com contradições e, sobretudo, humildade intelectual para reconhecer a própria ignorância. 


É um processo solitário, muitas vezes ingrato, que não oferece aplausos imediatos nem a segurança acolhedora das certezas fabricadas. 


Diante disso, não é difícil entender por que tantos preferem aderir a ideias embaladas, mastigadas e entregues com a sedução de quem promete simplificar até o mundo.


Os tais “políticos-influencers” não criaram esse fenômeno — apenas o profissionalizaram. 


Eles compreendem, com precisão quase cirúrgica, que a disputa não é apenas por votos, mas por mentes disponíveis. 


E encontram terreno fértil numa sociedade cansada, sobrecarregada e, em muitos casos, pouco incentivada a desenvolver pensamento crítico desde a base.


O grande problema não está apenas em quem fala, mas em quem escuta sem filtrar. 


Em quem consome opiniões como se fossem verdades inquestionáveis. 


E em quem transforma afinidade em argumento e carisma em credibilidade.


Há uma diferença bastante abissal entre concordar com alguém após reflexão e simplesmente adotar o pacote completo de ideias por pura identificação emocional.


Ainda assim, a democracia não pode — e nem deve — interditar essa escolha. 


Obrigar alguém a pensar seria, em si, uma contradição de seus princípios mais fundamentais. 


O direito de ser influenciado, de errar, de seguir atalhos intelectuais, faz parte do mesmo conjunto de liberdades que garante a quem quiser o direito de questionar, investigar e discordar.


Mas respeitar esse direito não significa romantizá-lo. 


Há um custo coletivo muito alto quando a preguiça de pensar se torna regra. 


O debate público se empobrece, a complexidade é substituída por slogans, e decisões que afetam milhões passam a ser guiadas por narrativas rasas. 


A longo prazo, a própria democracia — que depende de cidadãos minimamente conscientes — começa a se fragilizar e a se minar.


Mas talvez o ponto mais delicado seja admitir que ninguém está completamente imune a essa tentação. 


Em algum grau, todos — ou quase todos — já alugamos pequenos espaços da nossa cabeça para ideias que não examinamos com o rigor necessário. 


A grande diferença está na frequência e na disposição em retomar as chaves.


No fim, a liberdade de pensar por conta própria — ou não — continuará sendo um dos pilares mais incômodos e fascinantes da democracia. 


Cabe a cada um decidir se prefere o conforto de uma mente ocupada por terceiros ou o desafio, muitas vezes solitário, de habitar plenamente a própria consciência.

O Céu começa dentro de quem decide abrir o coração e aceitar Jesus como seu Salvador e Senhor eterno.


Gerson Mariobo

⁠Qual será o limite dos humanos em um planeta que mais parece um grande aquário?

⁠A Natureza é uma mãe que foi violentada pelos homens por causa de Ambição e poder.

O berço da vida na terra é um cemitério de incontáveis extinções, a morte de muitos por causa de poucos.⁠

O coração é um jardim sagrado, dele brota toda a vida. Guarda bem o teu solo, escolhe a semente e rega com oração — pois tudo o que floresce por dentro, um dia se revela por fora.

⁠No abismo, não existe esperança e não existe vida.

⁠A 4 mil quilômetros abaixo da superfície habita a escuridão total, uma depressão colossal e mortal.

⁠Na superfície habita a luz, 4 mil quilômetros abaixo habita a escuridão total, uma depressão colossal que te faz insignificante.

Na superfície habita a luz, abaixo de 4 mil quilômetros⁠ Habita a escuridão total, uma Depressão tão grande que torna o maior dos homens em quase nada.

... Kenosis ...
Existe uma guerra pior?
A pior guerra é contra A Mãe Natureza
Piedade Senhor Nosso Deus!
Com Amor ... Sabedoria ...
Respeitemos ... Cuidemos ...
Dos Nossos Oceanos
Preparemos para O Gigante
A Grande Arca ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

"Dor guardada vira veneno.  
Dor falada vira remédio.  
E leoa que encontra onde falar...  
encontra onde se salvar."  

 Van Escher

"Louco não é quem vê e sente.  
Louco é o sistema que te obriga  
a ver agressão e chamar de 'amor',  
a ouvir grito e chamar de 'família',  
a sentir dor e chamar de 'frescura'.  

Se você tá se sentindo louca...  
é porque você ainda tá lúcida."  

Van Escher

"Você pode dever favores. 
Não deve sua sanidade.  
Você pode amar profundamente. 
Não profundamente adoecer.
Gratidão não anula dor.  
E sangue não justifica chicote."  

Van Escher

Quem vive de opinião não sustenta argumento.

Ela Floresce em Meio ao Deserto


Perguntei a ela o porquê, mesmo neste mundo sombrio e cinzento, ela permanece com este sorriso brilhante e cativante, um carisma que contagia, e uma afabilidade que nos ascende à jovialidade.


E ela me disse:


— O meu mundo não é o mundo exterior, onde as pessoas se superam nas habilidades em causar dor. O meu mundo é o meu interior, onde governo o meu espaço e não há ingressos para dor.


— Neste mundo torto com batalhas diárias, serei sempre a vencedora, com o amor sendo sempre meu escudo, aguardo mais vitórias vindouras.


— Até o inimigo não aguenta; ele confirma e não mente, que quem tem como escudo o amor, a vitória é iminente. Com sorriso reluzente, sigo mais que blindada, lembrando da minha fé, que em Cristo está alicerçada.


Minha alma segue firme, jamais será abalada,
pois é o Senhor quem me guarda, e por Ele minha vida é vigiada. De nada valem sentinelas se por Ele não guardada, para que as cinzas deste mundo não penetrem o meu colorido e cintilante universo interior.


Bruno Renan M. Soares

No Fervor da Cor Vermelha, O Sonho que leva ao Paraíso.

Sob a influência da intensidade desta noite, eu te observo de um jeito profundo; não dou espaço para qualquer distração. Então, de imediato, entretanto, sem pressa, entro em um sonho desperto: aceito a tua sedução e recebo a tua presença e logo esta terra se torna um paraíso, no ritmo caloroso de uma dança intensa.

Quando, naturalmente, tu passas a ser o atrativo mais imponente, cuja grandeza é inegável e a venustidade é irresistível —, reunindo na tua essência charmosa a beleza, o fogo e o instinto, enaltecidos pela viveza do teu amor e a pela veemência da tua paixão, cercada pela emoção fervorosa da cor vermelha — sonhando numa imersão.

Nessa ocasião, como sempre, és muito bem-recebida na inquietação poética da minha mente; os meus pensamentos se motivam para deixarem o lugar perfeito para te receberem, ao criarem detalhes precisos e momentos emocionantes onde cada experiência é inesquecível, comprovando que és tão interessante que fazes a imaginação ser algo tangível.

Se olhar...


Largar a âncora e deixar-se emergir com fluidez e segurança,
 Respirar, enxergar e se apoiar,
A imensidão do mar, um mapa e a bússola,
Não se perder novamente, para não perder mas ninguém.

Superar é muito mais que virar a página, é preciso rasgar o livro e escrever uma nova história.

O pré-concebido é o preconceito explicado. Nada mais é do que conceber uma ideia sem ter o real conhecimento dos fatos. Todos nós temos isso, mas, quando nos permitimos conhecer, esse preconcebido passa a ser apenas algo que ficou na concepção da primeira impressão, que não necessariamente corresponde à realidade dos fatos. É o que chamamos na filosofia de falso senso ou senso comum. Permitir-se conhecer a realidade é preocupar-se com a preservação da verdade.