Pensamentos Mais Recentes

A história honra quem caminhou desde o primeiro passo.

"Nunca saberemos o
dia do último abraço a
hora da última palavra
e nem quanto isso doi
cuide dos que te amam"

No começo é fé. No final é reconhecimento.

Quando crescer, não esqueça quem acreditou pequeno.

Lembrado será quem estendeu a mão, não quem cruzou os braços.

Nem todos acreditam no início, mas todos querem fazer parte do final.

⁠Bom dia! Tenha fé que as coisas vão acontecer, sabe quando você pede a Deus e fica esperando, pode te acerteza que ele não esqueceu. Fique firme nas suas orações.

O que acontece com um peixe se tirarmos da água? 
Logicamente ele vai morrer, mas até que ele morra ele tem um tempo curto.
Nesse curto tempo ele tenta respirar encontrar água, salta desesperadamente para qualquer direção, sendo inútil ele ainda tenta se adaptar respirar lentamente, economizando esforço físico.
Agora ele sonha!

Quando ouvir por ai, tome cuidado com o amor!
Descuide, a origem dessa propagação sonora é o ego gritando seus interesses. 
Com o amor só se pode amar, 
Em plenitude não existirá distinção alguma.

Ler um bom livro é o melhor remédio para os males da vida.
do livro Sergio F. Januário - A arte de escrever ⁠

Os livros nos consolam, nos preparam, nos enriquecem e nos redimem.
do livro Sergio F. Januário - A arte de escrever ⁠

Só quem ama livros, pode encontrar tesouros.
do livro Sergio F. Januário - A arte de escrever⁠

Inserida por sjanuario10

Ler diariamente é uma grande dádiva de Deus.
do livro Sergio F. Januário - A arte de escrever ⁠

A família é sangue, a amizade é escolha. Valorize quem te escolhe.

Nunca deixe que alguém faça com que você se sinta inadequado, por suas cegueiras absolutas. Você é livre para pensar, sentir e tomar suas próprias conclusões, conforme seus sentimentos, e percepção da realidade.
Limitação de raciocínio, é patologia.

A inveja é um peso que carrega o coração, mas o amor é a liberdade que o alivia. Quando escolhemos o amor, soltamos o peso da comparação e encontramos a paz.

A vida é um presente precioso, vamos amar sem reservas e aproveitar cada momento como se fosse o último.

"A fé é compreender que cada cravo de dor é, na verdade, um ponto de fixação para a ascensão do espírito ao seu destino glorioso. "

Sabe porquê que não te publicaram ontem? Nem você publicou alguém?
Porque você não se orienta e não se decide na relação. Você é intolerante gera dúvidas constantes.
Você aparenta ser de um ou uma, mas demonstra ser de todos ou de todas.
Enquanto você não parar e segurar quem realmente vale a pena, o ciclo irá continuar.
Nos dias do amor, você entenderá que parace que você não tem lugar na vida de ninguém.
Mas o pior não é isso. É na verdade, que num canto qualquer do mundo, há naquele mesmo instante, alguém que fortemente espera por um telefonema seu, ou por uma mensagem sua.
Ganhe rumo. O amor importa.

⁠Basta chegar o Carnaval para as redes sociais desfilarem santidade, mas basta acabá-lo para o mundo virar um inferno.


O calendário mal anuncia o Carnaval e as redes sociais se fartam de santos improvisados: perfis austeros, discursos moralistas, dedos em riste… 


A fé, a virtude e os bons costumes desfilam com mais rigor que qualquer escola de samba instrumentalizada. 


Mas é curioso como, ao soar da última batucada, esses mesmos altares virtuais se esvaziam — e o mundo, sem aviso, volta a parecer um inferno cotidiano.


Talvez o problema nunca tenha sido a folia, mas o julgamento dos que se acham mais dignos que os outros. 


Porque há quem não goste do Carnaval — e isso é legítimo. 


O que soa dissonante é a necessidade de condenar a alegria alheia, como se o gosto pessoal fosse mandamento divino. 


A virtude que precisa julgar e humilhar para existir já nasce manca.


Se os “santos” que rejeitam a festa julgassem menos e angelizassem mais, talvez a hipocrisia não tivesse tanto espaço para sambar. 


Faltaria palco. 


Afinal, moral que só aparece em datas específicas não é princípio — é só outra fantasia. 


E essa, convenhamos, também acaba na quarta-feira de Cinzas.

A leitura rompe barreiras, conecta mundo e amplia o olhar.
do livro: Sergio F. Januário - A arte de escrever⁠

Alguns comemoram a sua vitória.
Outros fingem não ver.
E há quem se incomode com ela.
Mas a verdadeira diferença…
é que nenhuma dessas reações muda o seu destino.
Pare de buscar aplausos.
Foque em quem realmente importa: você.

Jean Meyer.
Um dos maiores continuadores de Kardec.
A história do Espiritismo na França após a desencarnação de Allan Kardec, 31/03/1869 revela um período de transição delicada. O movimento, já consolidado doutrinariamente, necessitava de direção intelectual, estabilidade administrativa e vigor editorial. Nesse contexto, a figura de Jean Meyer destaca-se como um dos mais sólidos continuadores da obra kardeciana no século XX.
Entre 1920 e 1931, Meyer assumiu a direção da célebre Revue Spirite, fundada por Kardec em 1858 sob o título original Revue Spirite Journal d Études Psychologiques. Ao assumir o periódico, sucedendo Paul Leymarie, Meyer preservou o caráter metodológico e investigativo que sempre caracterizou a publicação.
Sob sua direção, a revista manteve o rigor analítico, o estudo dos fenômenos psíquicos e a defesa do Espiritismo como filosofia moral e ciência de observação. Em 1920, passa a constar oficialmente:
Allan Kardec Revue Spirite
Journal d Études Psychologiques
Directeur Jean Meyer
1920 1931
Esse período representa não mera continuidade formal, mas reorganização estrutural do movimento espírita francês.
Consolidação institucional
Jean Meyer não se limitou à direção editorial. Patrocinou e incentivou a fundação de diversos órgãos e instituições de divulgação doutrinária e pesquisa psíquica, entre eles:
A Maison des Spirites
A Union Spirite Française
O Institut Métapsychique International fundado em 1919
O Fédération Spirite Internationale
O Orphelinat Allan Kardec em Lyon
A Bibliothèque de Philosophie Spiritualiste Moderne et des Sciences Psychiques
As Éditions Jean Meyer
Sua atuação revela visão estratégica. Ele compreendia que a sobrevivência do Espiritismo dependia de três pilares clássicos. Publicação. Pesquisa. Organização federativa.
Integração editorial
Após o desencarne de Gabriel Delanne, cuja revista Revue Scientifique et Morale du Spiritisme era referência na vertente científica, ocorre a junção dos periódicos, fortalecendo a linha de investigação metapsíquica e moral sob uma mesma orientação doutrinária.
Meyer também funda o Bulletin de l Union Spirite Française e o Archives du Spiritisme Mondial, ampliando a circulação internacional das ideias espíritas.
Perfil doutrinário
Jean Meyer não alterou os fundamentos estabelecidos por Kardec. Sua atuação foi conservadora no melhor sentido histórico do termo. Preservou o método experimental, manteve a independência moral da doutrina e incentivou a interlocução com os estudos psíquicos emergentes da época.
Enquanto o século XX via crescer o materialismo científico e as crises ideológicas da Europa pós Primeira Guerra Mundial, Meyer sustentou a tradição espírita francesa como escola de racionalidade espiritual.
Legado
Seu período à frente da Revue Spirite entre 1920 e 1931 representa uma segunda fase editorial do Espiritismo francês. Não a fase fundadora, mas a fase de consolidação institucional e defesa científica.
Jean Meyer permanece como um dos mais relevantes administradores e mecenas do Espiritismo europeu. Seu mérito não foi inovar a doutrina, mas protegê-la, estruturá-la e ampliá-la em tempos de instabilidade histórica.
Assim, na linha sucessória dos continuadores de Kardec, seu nome ocupa posição de honra, como guardião atento de uma obra que exigia firmeza intelectual e disciplina moral para atravessar as décadas.

Jean Meyer.
Fontes sobre sua atuação no Espiritismo.
Para o estudo rigoroso da atuação de Jean Meyer como continuador da obra de Allan Kardec, especialmente na direção da Revue Spirite entre 1920 e 1931, as seguintes fontes são consideradas documentalmente seguras:
1. Revue Spirite
Período 1920 a 1931.
Edições originais sob a direção de Jean Meyer.
Consta explicitamente no cabeçalho:
Allan Kardec
Revue Spirite
Journal d Études Psychologiques
Directeur Jean Meyer
Trata-se de fonte primária incontestável.
2. Arquivos do Institut Métapsychique International
Fundado em 1919 com apoio decisivo de Jean Meyer.
Os registros institucionais confirmam sua participação financeira e administrativa na consolidação do Instituto.
3. Documentos da Union Spirite Française
Boletins oficiais e o Bulletin de l Union Spirite Française.
Comprovam sua atuação como articulador federativo e patrocinador de periódicos doutrinários.
4. Obras históricas espíritas francesas
Estudos biográficos publicados por pesquisadores do movimento espírita europeu no século XX que tratam da sucessão editorial após Paul Leymarie e da integração posterior com o periódico dirigido por Gabriel Delanne.
5. Catálogos da Bibliothèque de Philosophie Spiritualiste Moderne et des Sciences Psychiques
Ligada às Éditions Jean Meyer.
Registros editoriais preservados em acervos franceses.
6. Arquivos históricos do movimento espírita em Lyon
Referências ao Orphelinat Allan Kardec.
Documentação administrativa e registros de fundação.
Observação metodológica
Para estudo acadêmico rigoroso recomenda-se:
Consulta direta às edições originais da Revue Spirite entre 1920 e 1931.
Consulta aos arquivos históricos do Institut Métapsychique International em Paris.
Verificação cruzada em bibliotecas francesas especializadas em espiritualismo e metapsíquica.
Jean Meyer não foi um reformador doutrinário, mas um conservador estrutural e financiador institucional. Sua importância é comprovada documentalmente por fontes primárias editoriais e arquivos institucionais da França.

BIBLIOGRAFIA COMENTADA.

Jean Meyer e a continuidade editorial da obra kardeciana
A seguir apresento referências organizadas em padrão acadêmico, com observações críticas quanto ao valor histórico e documental de cada fonte.
1. Revue Spirite
KARDEC, Allan. Revue Spirite Journal d Études Psychologiques. Paris, 1858.
Direção de Jean Meyer no período 1920 a 1931.
Comentário.
Fonte primária essencial. As edições entre 1920 e 1931 registram oficialmente no cabeçalho a direção de Jean Meyer. Permite análise direta da linha editorial, manutenção metodológica e posicionamento doutrinário pós kardeciano.
2. Institut Métapsychique International
Archives officielles de l Institut Métapsychique International. Paris, fundado em 1919.
Comentário.
Os registros institucionais confirmam o patrocínio decisivo de Jean Meyer. Documentos administrativos e relatórios anuais evidenciam sua participação financeira e organizacional no desenvolvimento da metapsíquica científica na França.
3. Union Spirite Française
Bulletin de l Union Spirite Française. Paris, primeiras décadas do século XX.
Comentário.
Publicação oficial que demonstra a atuação federativa de Meyer e sua articulação entre centros espíritas franceses.
4. Delanne, Gabriel
Revue Scientifique et Morale du Spiritisme. Paris, final do século XIX e início do século XX.

Comentário.
Após o falecimento de Delanne, observa-se a integração editorial com a Revue Spirite sob influência administrativa de Meyer, consolidando o eixo científico e moral do Espiritismo francês.
5. Leymarie, Paul
Registros editoriais da continuidade da Revue Spirite após Kardec.
Comentário.
Importante para compreender a linha sucessória da direção da revista até sua passagem às mãos de Jean Meyer.
6. Fédération Spirite Internationale
Documentos históricos e atas constitutivas.
Comentário.
Comprovam a atuação internacional de Meyer na organização federativa do movimento espírita.
7. Maison des Spirites
Registros institucionais e publicações internas.
Comentário.
Confirmam seu papel como mecenas e estruturador de órgãos de divulgação espírita.
Observação metodológica
Para pesquisa acadêmica robusta recomenda-se:
Consulta às edições originais da Revue Spirite entre 1920 e 1931 em bibliotecas francesas ou acervos digitalizados.
Análise dos relatórios administrativos do Institut Métapsychique International.
Consulta cruzada em acervos históricos espíritas europeus.

Descrição das imagens:
A capa tradicional da Revue Spirite típica desde sua origem no século dezenove até edições do início do século vinte preserva as inscrições originais e a tipografia clássica do periódico espírita francês.

Essas páginas de frontispício são exemplos do formato editorial usado em edições que, em determinados anos sob a direção de Jean Meyer, continuaram a tradição editorial iniciada por Kardec.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Quem carrega luz nunca teme a escuridão.

O MÉTODO KARDEQUIANO COMO ARQUITETURA EPISTEMOLÓGICA DA REVELAÇÃO ESPÍRITA.

A análise do método adotado por Allan Kardec exige rigor histórico e precisão epistemológica. Não se trata de mera curiosidade metodológica, mas da chave hermenêutica que sustenta toda a edificação doutrinária espírita. Sem compreender o método, incorre-se em dogmatismo. Sem analisá-lo criticamente, perde-se a dimensão progressiva que o próprio codificador preconizou.

I. O CONTEXTO EPISTEMOLÓGICO DO SÉCULO XIX.

O século XIX consolidava um paradigma científico de feição materialista, indutivista e quantitativa. A autoridade da Bíblia Sagrada como fonte exclusiva de verdade cedia espaço à verificação empírica. A ciência afirmava-se apenas quando munida de provas observáveis. Descobertas de Galileu Galilei, Isaac Newton, Antoine Lavoisier, Alessandro Volta e James Watt haviam demonstrado o poder transformador da observação e da experimentação.
É nesse cenário que Hippolyte Léon Denizard Rivail se depara com os fenômenos das mesas girantes. Sua postura inicial foi de ceticismo metodológico. Conforme registra em Obras Póstumas, página 324, colocava-se na posição dos incrédulos que negam por não compreender.

II. PRIMEIRO EIXO METODOLÓGICO.
A OBSERVAÇÃO ANALÍTICA.

Embora mencione o método experimental, o que Kardec efetivamente aplica no início é o método observacional. Os fenômenos mediúnicos não se submetiam à manipulação controlada típica do laboratório físico. Exigiam coleta reiterada, comparação de ocorrências e exclusão de hipóteses insuficientes.
Na página 327 de Obras Póstumas ele declara ter observado, comparado, deduzido consequências e remontado das causas aos efeitos por encadeamento lógico. Essa estrutura revela um procedimento hipotético dedutivo embrionário. Ele não parte de dogmas. Parte dos fatos.
O método consistia em:
Registro rigoroso do fenômeno.
Comparação entre ocorrências similares.
Eliminação de explicações inadequadas.
Inferência causal por coerência lógica.
Na introdução de O Livro dos Espíritos essa postura torna-se explícita. As comunicações são submetidas a análise racional. Quando hipóteses psicológicas ou mecânicas não resolviam a totalidade dos fenômenos, a hipótese da intervenção espiritual mostrava-se mais abrangente.

III. SEGUNDO EIXO.
A HIERARQUIZAÇÃO DO TESTEMUNHO ESPIRITUAL.

A constatação seguinte foi decisiva. Os espíritos não eram oniscientes. Na página 328 de Obras Póstumas afirma que eles não possuem ciência integral. O saber espiritual é proporcional ao adiantamento moral e intelectual.
Essa conclusão impede o oraculismo. Introduz um princípio crítico interno. A comunicação mediúnica não é absoluta. É testemunho condicionado.
Tal percepção dialoga com reflexões anteriores de Immanuel Kant acerca da impossibilidade de afirmar ou negar integralmente as narrativas espirituais. Kardec converte essa prudência filosófica em método sistemático.

IV. TERCEIRO EIXO. O CRITÉRIO DA CONCORDÂNCIA UNIVERSAL.

O elemento mais original de seu método encontra-se no critério da concordância. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, introdução item II, estabelece que a autoridade doutrinária nasce da concordância espontânea de comunicações obtidas por numerosos médiuns, estranhos entre si, em lugares diversos.
A aplicação prática ocorreu na elaboração da primeira edição de O Livro dos Espíritos publicada em 18 de abril de 1857. Mais de dez médiuns participaram. As respostas foram comparadas, fundidas, classificadas e retocadas após reflexão silenciosa.
Posteriormente, com a rede de quase mil centros espíritas mencionada na mesma introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, ampliou-se o campo de verificação.
Trata-se de um consensualismo empírico espiritual. Não é maioria numérica simples. É convergência qualitativa de conteúdo.

V. QUARTO EIXO. A SUBMISSÃO À CIÊNCIA PROGRESSIVA.

Em A Gênese capítulo I item 55, Kardec afirma que o Espiritismo aceitará qualquer verdade nova que se revele. Aqui reside o princípio da perfectibilidade doutrinária.
Essa postura evitou cristalização dogmática. Contudo, também expôs limitações históricas. A chamada Uranografia Geral do capítulo VI de A Gênese foi superada por avanços astronômicos posteriores. O mesmo ocorreu com a teoria da geração espontânea.
A existência dessas revisões confirma coerência metodológica. Se a ciência avança, a interpretação espírita deve acompanhar.

VI. QUINTO EIXO. A CRÍTICA À AUTOCRACIA DOS PRINCÍPIOS.

Kardec rejeita a autocracia doutrinária. Em Revista Espírita sustenta que o espiritualismo completa o estudo da matéria sem suprimi-lo. A unidade futura do Espiritismo dependeria da observação contínua e da concordância renovada.
Isso implica reconhecer que espíritos e encarnados compartilham limitações dentro de determinado horizonte espaço temporal. A mediunidade não substitui investigação científica. Complementa-a.

CONSIDERAÇÕES FINAIS.

O método kardequiano compõe-se, portanto, de cinco pilares interdependentes:
Observação analítica rigorosa.
Exclusão de hipóteses insuficientes.
Hierarquização moral e intelectual das fontes espirituais.
Concordância universal das comunicações.
Submissão progressiva às descobertas científicas.
Compreendê-lo preserva o Espiritismo de dois extremos. O ceticismo materialista absoluto e o misticismo acrítico. O primeiro nega a dimensão espiritual por princípio. O segundo absolutiza comunicações contingentes.
O verdadeiro legado metodológico de Kardec não é a fixação de teses imutáveis. É a instituição de um procedimento investigativo que conjuga razão, experiência, moralidade e progresso. Quando esse procedimento é abandonado, a doutrina degenera em crença. Quando é respeitado, permanece como filosofia espiritual em diálogo permanente com a ciência e com a consciência.
A fidelidade ao método não consiste em repetir conclusões do século XIX, mas em reproduzir o mesmo rigor intelectual diante dos desafios contemporâneos. É nesse exercício que o pensamento espírita conserva sua dignidade e sua força.

Inserida por marcelo_monteiro_4