Pensamentos Mais Recentes

Quando a mente se perturba diante de eventos externos que assumem proporções agigantadas, ela inevitavelmente consome a vitalidade do ser e adoece o corpo.Se o sofrimento brota de percepções puramente individuais e as conclusões pertencem apenas a uma perspectiva humana, o verdadeiro embate deixa de ser com o mundo e passa a ser da alma consigo mesma. O desafio supremo reside na capacidade de processar as adversidades sem cultivar mágoas, dissipando a dubiedade dos pensamentos para alcançar a autêntica paz interior.— Roseli Ribeiro 2026

“Em minas, a paisagem nunca oferece inteira, dos gerais.
Uma montanha guarda a outra.”

“Seu maior legado será o fruto daquilo que cultiva.”

“Dedique-se ao que cultiva de tal forma que seu fruto se torne seu maior legado.” — Leonardo Azevedo.

O figo a fisgar
o pavão: destino.

“Se tudo o que você ofereceu não foi suficiente,
ofereça sua ausência.”

Se o seu amor não foi percebido,
se o seu cuidado virou costume,
se a sua presença deixou de ser encontro
e passou a ser apenas conveniência,
vá.

Não como quem castiga.
Não como quem deseja vingança.
Mas como quem finalmente compreendeu
que também merece ser escolhido.

Você ofereceu tempo,
e tempo é pedaço de vida.
Ofereceu colo,
quando o mundo do outro desabava.
Ofereceu silêncio,
quando nenhuma palavra poderia curar.
Ofereceu perdão,
até para feridas
que jamais deveria ter recebido.

E ainda assim,
não foi suficiente.

Então não ofereça mais.

Há momentos em que permanecer
é uma forma silenciosa
de abandonar a si mesmo.

E nenhum amor merece
que você desapareça de si
para continuar existindo
na vida de alguém.

Por isso, vá.

Leve consigo aquilo
que o outro não soube reconhecer:
a sua delicadeza,
a sua lealdade,
a sua maneira inteira de amar.

Talvez somente no vazio
a sua presença seja finalmente percebida.

Talvez seja no silêncio da casa,
na cadeira vazia,
na mensagem que não chega,
no telefone que não toca,
que alguém descubra
o tamanho daquilo que tinha.

Mas não vá esperando que sintam sua falta.

Vá porque você finalmente
sentiu falta de si mesmo.

Porque chega um momento
em que o último presente
que podemos oferecer a quem
não soube cuidar da nossa presença
é exatamente este:

a nossa ausência.

Dor não grita sempre.

Às vezes,
fica quieta,
muda hábitos,
encurta abraços,
apaga vontades.

Depois, chamam isso de superação.

Não é.

É adaptação.

“Existe um conforto cruel em acreditar que ninguém escapa para sempre das lágrimas que causou.”

Aprenda: nem todos entenderão suas escolhas, porque nem todos vivem suas batalhas.

Acredite em si mesmo e na sua essência.
E não dê explicações para aqueles...
Que já optaram por te julgar!
Eles não sabem do seu esforço.
Rita Simões

Eu ainda acredito
E aposto no amor!
Rita Simões

Um pedido carinhoso para você.
No lugar de pedras, plante flores.
E o seu sorriso ajuda a florescer!
Rita Simões

Quando o amor fala com o coração..
Ele aprende a amar e perdoar.
Rita Simões

O que realmente conta
Não são os desafios...
Que enfrento no caminho.
Mas sim, as amizades...
Que guardo no coração.
Rita Simões

Às vezes, eu decido...
Que é melhor ficar sozinha!
Rita Simões

⁠Se tem algo que os Idiotas adoram é o Vitimismo; qualquer um que se faça de Vítima pode arregimentá-los.


A vítima, nesse teatro, não precisa necessariamente ter razão — basta parecer perseguida, ameaçada ou ferida.


E quanto mais simples for a narrativa, melhor: de um lado, o inocente perseguido; do outro, os culpados de sempre. 


Não há espaço para nuances, contradições ou responsabilidade pessoal. 


Há apenas a confortável sensação de pertencer ao lado dos “bons”.


O vitimismo é uma ferramenta poderosa porque dispensa o esforço de pensar. 


Quem se apresenta como vítima conquista imediatamente uma espécie de imunidade moral: seus erros tornam-se justificáveis, seus excessos viram reação, sua agressividade passa a ser defesa. 


E aqueles que se apaixonam pela narrativa não querem investigar os fatos; querem apenas encontrar alguém para defender e alguém para culpar.


O mais curioso é que esse mecanismo pode funcionar em qualquer seara. 


Basta trocar os personagens, inverter as acusações e preservar a mesma estrutura emocional. 


O sequestrador mental de hoje pode ser a vítima de amanhã — e seus seguidores estarão sempre prontos para a próxima indignação.


Talvez seja por isso que o vitimismo seja tão sedutor: ele oferece a quem o abraça a rara oportunidade de sentir-se moralmente superior sem precisar enfrentar a parte mais incômoda da liberdade — a responsabilidade por aquilo que pensa, faz e escolhe.


No fim, quem vive de se declarar vítima acaba precisando de perseguidores para continuar existindo. 


E quem vive para defendê-lo precisa acreditar que toda história tem apenas um inocente e um culpado. 


Pensar dá muito mais trabalho. 


É muito mais fácil escolher um lado, vestir a fantasia da indignação e chamar isso de consciência.

1803📜 Ainda não vi, na Internet, um só material (vídeo ou texto) com críticas (de qualquer natureza) ao Imperador Pedro Segundo. São sempre e somente elogios, que chego a desconfiar. Ou é tudo Verdade e isso é Admirável... Ou é Mentira, Subserviência, Bajulação e isso é Feio! Ah, a Monarquia!"

Às vezes, as palavras...
podem machucar ou ferir você.
Mas quando elas têm poder...
costumam te manipular.
Basta prestar atenção!
Rita Simões

O lugar de fala valida a identidade, mas não garante legitimidade.

NR-1 riscos psicossociais para empresas, sua empresa sabe o que é? sobretudo na questão psicológica? O que é fundamental e gera muitas despesas para as empresas e também funcionários que podem render menos.

Maiores dúvidas, sugiro meu colega especialista Tiago Jeison:

https://www.echo360.com.br/recursos/nr-1-riscos-psicossociais/

Levem a sério!

Melhoras.

O Preço do Erro


Eu cometo erros e sou julgado,
A minha reputação está na lama;
Vivo um dia de cada vez, calado,
Sem esperar de ninguém o que me ama.


Os meus dias me pertencem, mas e agora? Será que pertencem só a mim? Respiro devagar vendo ir embora o vento deste espaço até o fim.


Não há perdão para o que foi ferido,
Menti pra sustentar um ar marrento.
Tolero a dor de ser um mal-entendido, E chamo de solitude este tormento.


Já não me importa andar pelo caminho sem amor, sem esperança e sem abrigo;


Só me restou aprender a ser sozinho,
Levando a minha sombra comigo.


— KANGAL


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Todos os direitos reservados.


Esta obra literária é de autoria e propriedade exclusiva de James Richard Ferreira Pantoja, protegido pelo uso do pseudônimo Kangal, nos termos da Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998) e das normativas internacionais de proteção à propriedade intelectual.


Nenhuma parte desta criação pode ser reproduzida, distribuída, comercializada ou utilizada de qualquer forma, por qualquer meio eletrônico ou mecânico, sem a prévia e expressa autorização por escrito do autor, ressalvados os casos de citação permitidos por lei.

2970 📜 O lado da Minha Família, que é formada quase só por Monarquistas (de Araque), não gosta nem mesmo 'apreceia' a Minha Pessoa. Acredito que é porque eles me acham Plebeu demais e porque Eu rio deles... Sim, Eu Rio de Janeiro a Janeiro, HeHeHe!

2969 📜 Não atesto nem confirmo... Só repito o que me disseram (ou disseram-me). Disseram-me que as Maiores Fortunas da Inglaterra eram, na época, a da Rainha (quando viva) e a do ex Beatle, Paul, disseram-me.
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Já Eu digo: somente um dos Citados trabalha desde os 15 anos de idade! Ah, a Monarquia!

O erro dos ingênuos é achar que bondade desarma predadores.

Não procure guerra, mas se o inimigo bater à sua porta, esteja preparado para levá-lo ao inferno.