Pensamentos Mais Recentes

O Zonista estuda a vida para não ser surpreendido pelas suas leis.

Pensar por si mesmo é exercer uma das formas mais silenciosas de liberdade; permitir que o outro faça o mesmo é reconhecer que a liberdade não pode ser propriedade privada da própria consciência.

Defender a liberdade de expressão não exige concordar com a palavra alheia; exige reconhecer que uma sociedade livre não pode transformar a discordância em crime por mera inconveniência.

O homem não encontra liberdade simplesmente quando rompem suas correntes; encontra-a quando também aprende a reconhecer as correntes que aceita carregar dentro de si.

O silêncio do mundo é a tela em branco onde o Zonista pinta a vida que escolheu.

A opinião pública pode ser mais poderosa que muitas leis, porque o poder institucional governa comportamentos, enquanto a opinião frequentemente governa reputações e consciências.

E se a pessoa que você passou a vida esperando para te acolher for você mesma? Não entregue o seu destino na mão de terceiros e nem deixe para amanhã. Para muita gente, o amanhã chega tarde demais. Assuma as rédeas da sua história hoje e seja o seu próprio porto seguro! 🙌🌱

⁠O Zonista agradece a indiferença: ela tirou o peso da plateia e devolveu a força da ação.

Diante da escuridão, uma pequena luz não resolve o universo, mas altera imediatamente aquilo que os olhos conseguem enxergar.

A superstição nasce quando a necessidade humana de encontrar sentido ultrapassa a capacidade de distinguir entre aquilo que se sabe e aquilo que apenas se deseja acreditar.

O universo provoca uma pergunta que a razão pode formular sem necessariamente conseguir encerrá-la: se há ordem, de onde vem a ordem, e até onde podemos legitimamente inferir uma causa?

Se Deus não existisse, talvez o homem o inventasse; e o próprio impulso de inventá-lo revelaria tanto sobre a natureza humana quanto sobre o mistério que pretende explicar.

A religião pode oferecer sentido, consolo e orientação moral; o problema começa quando a crença pretende transformar sua verdade particular em medida obrigatória da consciência alheia.

A razão cresce como uma árvore antiga: quanto mais profundamente alcança suas raízes, mais complexos se tornam os ramos de suas perguntas.

O Zonista aprende com a realidade, não contra ela.
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A dúvida fere o conforto da certeza, mas a certeza sem fundamento pode ferir algo muito mais precioso: a própria realidade.

Perca o medo, a preguiça, e corra o risco de ler e repensar

Demétrio Sena - Magé

Eu não quero que todo mundo se lasque porque já estou resolvido, já vivi o que tinha que viver e fiz o que me deu "na telha". Nem ligaria meu "que se dane", por despeito e vingança contra o mundo, se também estivesse "todo lascado". Meu voto no Lula para presidente segue o que penso e sinto: pelas minhas filhas, meus sobrinhos, os netos de meus irmãos, meus alunos... nossos herdeiros de um país que há poucas décadas era uma ditadura militar. Um país cujo governo fazia o que bem entendesse; cujo povo só tinha que obedecer e calar, sem direito a opinião, pensamento crítico, educação, cultura e direitos trabalhistas.
Na gestão passada, quase afundamos em uma nova ditadura. O governo atroz, repugnante, corrupto e truculento que antecedeu Lula preparou o terreno em seus quatro anos puro desmando, para um golpe que por bem pouco não deu certo. Se tivesse dado, estaríamos hoje como na ditadura militar. O pior de tudo é que ele contava - e ainda conta! - com um rebanho de fanáticos dispostos a sofrer qualquer chibata pelo mito agora preso, sua família e seu grupo. Esses eleitores do mal, que na verdade são bois castrados metidos a touros - e "touras" - brabos de uma elite à qual não pertencem, mas pensam que sim.Viram - e muitas vezes sofreram - todas as desgraças daquele governo, mas permaneceram fiéis; lunáticos; dominados por discursos nacionalistas, pregações, orientações e ordens religiosas sobre um prodigioso reino além como recompensa. Reino além para os pobres, mas um reino prodigioso, farto, aqui mesmo, para seus ícones políticos e líderes religiosos sedentos de poder.
Tenho vida modesta, poucos bens, poucos anos de vida pela frente, mas estou bem resolvido. Entretanto, quero deixar para esta geração e para gerações futuras, um país democrático; de todos. No qual o trabalhador não perca, e sim, ganhe cada vez mais direitos. Um país onde o mais pobre seja visto e tenha oportunidades, obtendo auxílio enquanto as oportunidades não chegam. País em que as mulheres tenham respeito e paridade; crianças e jovens humildes tenham acesso fácil à educação, à cultura de qualidade, ao trabalho compensador no salário e com cargas horárias perfeitamente humanas. Em que o idoso não seja menosprezado e o portador de deficiência seja incluído na sociedade como um todo, sem sofrer nenhuma forma de bullyng, sendo chamado, por exemplo, de "nove dedos".
Lula não é perfeito, é passível de atos falhos e de falas que podem ser distorcidas com facilidade... comete seus erros, mas é um presidente humano; preocupado com os menos favorecidos; os invisíveis sociais; com a pressa que a fome tem, de providências imediatas. É preocupado com a fomentação das artes, dos talentos escondidos e o respeito a todas as crenças, as não crenças, todos os gêneros e classes sociais e cidadãos de todas as idades. O melhor de tudo, é um governo que sabe trabalhar e fazer prodígios com um congresso inimigo não apenas dele, mas também inimigo do povo. Imagine o Lula reeleito, com um congresso do bem a seu favor; não apenas das elites.
Precisamos reeleger Lula, 13, presidente do Brasil. Precisamos eleger (e reeleger) deputados, senadores e governos estaduais da esquerda, para junto com Lula darem seguimento ao projeto revolucionário de um país de todos; para todos. Onde cada pessoa, por mais simples que seja, é um cidadão/cidadã com direito a vez, voz, opinião própria e pensamento crítico. Crítico; não destemperado e truculento; não atiçado por donos de seus pensamentos, sentimentos, passos, crenças, ideologias. Não custa nada repetir, para que você reflita livremente, sem pressão, no que acaba de ler. Lula 13.
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Respeite autorias. É lei

O desejo de acreditar em algo pode explicar uma crença, mas jamais constitui, por si só, prova de sua verdade.

A lei somente preserva sua autoridade quando sua aplicação não depende da posição social, da riqueza ou da proximidade do poder.

O Zonista escolhe lucidez em vez de ilusão.

O direito natural procura aquilo que antecede a vontade do legislador: princípios que a razão reconhece como inerentes à própria condição humana.

O Zonista não foge da realidade; procura compreendê-la.

O Zonista não desperdiça energia em conflitos desnecessários.

O Zonista conhece seus limites e respeita os do mundo.

O Zonista questiona antes de acreditar.