Pensamentos Mais Recentes
Quando você foca seu coração no mundo, a ansiedade te engole. Quando tenta vasculhar o seu próprio interior em busca de salvação, a neurose e a depressão te paralisam. Mas, quando os olhos do seu espírito encontram a pessoa de Jesus, o Cristo, a Graça te invade e você finalmente descansa.
"A vida cataloga tudo, tudinho...
Nada passa batido aos seus olhos.
E a danada ainda senta na primeira fila,
com pipoca e balas, para assistir
ao filme da lei do retorno!"
Haredita Angel
06.04.25
O Evangelho nos liberta de tal forma que as coisas deste mundo perdem o seu poder sobre nós. Reputação, sucesso, conforto — sejam eles visíveis ou invisíveis —, tudo se torna secundário. Descobrimos uma beleza e um tesouro tão infinitos em Cristo que, para ganhá-lo, o resto se torna irrelevante.
O namoro não é um campo missionário nem um projeto de reforma. Casar-se para mudar o outro é ignorar o princípio do jugo desigual e superestimar a sua própria influência. Lembre-se: quem transforma a natureza e o coração humano é o Senhor, e não a força dos seus sentimentos.
"Deus não prometeu que a árvore jamais seria cortada. Prometeu que, ao cheiro das águas, ela voltaria a brotar. Assim também é a esperança: ela não nega a dor, mas anuncia que a dor não terá a última palavra."
"A compaixão é o cheiro das águas que Deus usa para despertar esperança em corações que acreditavam não poder florescer outra vez."
"Há pessoas que olham para uma árvore cortada e enxergam apenas o que foi perdido. Deus, porém, sente o cheiro das águas antes mesmo que os primeiros brotos apareçam. Onde o ser humano vê o fim, Deus continua vendo a possibilidade de um novo começo."
— Fabinho Martins
Não inicie um relacionamento com a expectativa de converter ou transformar o outro, pois ninguém pode carregar o jugo de salvar alguém. Se a pessoa não se submete à vontade de Deus, dificilmente se alinhará com a sua. O Espírito Santo é o único que convence do pecado e regenera o coração, não você.
Na Cruz, Deus revelou Seu amor sem reservas. Em Jesus, o pecado foi vencido, a culpa perdeu seu poder e o caminho de volta ao Pai foi aberto. Quem crê encontra perdão, reconciliação, esperança e a vida que nem a morte pode interromper.
"Toda dor tem uma história. Toda história merece ser ouvida. E toda pessoa merece ser tratada com dignidade."
— Fabinho Martins
Diego Aragon me deu ghosting no instagram e sabia do processo do vitor bragatto vs paulo grigio. como o pai dele é policial ficou omisso e nao quis se comprometer, tb criou um canal homofóbico junto com paulo satirizando os homossexuais do planeta inteiro. LULA13.
"As maiores feridas nem sempre deixam cicatrizes na pele. Muitas permanecem escondidas no coração, esperando apenas que alguém as enxergue com compaixão."
— Fabinho Martins
Deus lançou-nos, sem nosso consentimento, à existência — ora, não será essa a mais terrível das injustiças?
(Uma Expedição ao Inferno)
A cruz não é apenas o lugar onde Deus resolveu o problema do pecado; é o lugar onde Deus revelou, de forma definitiva, quem Ele sempre foi: amor que se entrega sem deixar de ser justiça. Em Jesus, Deus entrou na nossa dor, assumiu a nossa condição e carregou sobre Si tudo aquilo que nos afastava da vida. Na cruz, o perdão deixou de ser um discurso e tornou-se um acontecimento; a reconciliação deixou de ser uma esperança distante e passou a ser um convite presente. Quem crê em Cristo descobre que a cruz não anuncia condenação, mas graça; não celebra a culpa, mas a libertação; e aponta para a ressurreição como a vitória da vida sobre toda forma de morte.
Na cruz, o amor e a justiça de Deus se encontram em perfeita harmonia. Ali, Cristo tomou sobre Si o pecado da humanidade, satisfazendo a santidade divina e abrindo o caminho da reconciliação. Todo aquele que crê encontra na Cruz perdão, vida e a esperança eterna da
"A menina que eu fui um dia funde-se na mulher que hoje sou, e de vez em quando a menina sem juízo vem aprontar..."
Haredita Angel
12.07.24
Levei-te flores.
Não por esperança,
mas porque o amor,
às vezes,
não aprende a partir.
Cada pétala
carregava um "eu te amo"
que nunca encontrei coragem
de deixar morrer.
Mas, ao pensar em ti,
senti pena delas.
Flores não nasceram
para conhecer o ódio.
Não merecem murchar
diante de alguém
que já não consegue
olhar para mim
sem desprezo.
Talvez eu devesse
tê-las deixado no jardim.
Lá, ao menos,
morreriam pelo tempo...
e não por um amor
que só sobrevive
em mim.
A NECESSIDADE DE ALLAN KARDEC E DE JOSÉ HERCULANO PIRES HOJE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Capítulo I
— O esquecimento do método e o surgimento dos corpos estranhos.
A diferença entre Doutrina Espírita e movimento espírita.
Como práticas alheias foram sendo incorporadas.
O abandono do estudo sistemático.
O fenômeno da "igrejificação".
A substituição da investigação pela crença.
Capítulo II
— Allan Kardec: o método acima da personalidade:
O Controle Universal dos Ensinos dos Espíritos.
O papel da razão.
Ciência, filosofia e consequências morais.
A rejeição do dogmatismo.
Capítulo III
— José Herculano Pires: o defensor da fidelidade kardequiana.
Sua crítica ao misticismo.
A denúncia da burocratização.
O combate ao personalismo.
O conceito de "Espiritismo de base, exemplo de Allan Kardec, porque o que temos visto hoje é um Espiritismo do achismo". Sendo assim surgem os desvios como:
Capítulo IV
— Os corpos estranhos introduzidos no movimento espírita.
Ritualismos.
Sincretismos.
Culto à personalidade.
Fascinação mediúnica.
Mensagens sem controle.
Superstições.
Práticas sem fundamento na Codificação.
Capítulo V
— A mercantilização da palavra.
A questão da cobrança por palestras.
O princípio da gratuidade em Kardec.
Distinção entre remuneração profissional por despesas e comercialização da atividade doutrinária.
Referências em O Livro dos Médiuns e Obras Póstumas.
Capítulo VI
— Quando o centro deixa de ser escola.
O abandono do estudo.
O excesso de eventos.
A superficialidade.
O enfraquecimento da pesquisa.
Capítulo VII
— A fascinação coletiva
A idolatria de médiuns.
A infalibilidade de dirigentes.
Redes sociais.
Influenciadores espíritas.
A crítica kardequiana.
Capítulo VIII
— Como Kardec resolveria os problemas atuais
Aplicação do método.
Crivo da razão.
Universalidade.
Pesquisa permanente.
Atualização sem deformação.
Capítulo IX
— O legado de Herculano para o século XXI.
Filosofia espírita.
Liberdade de pensamento.
Responsabilidade intelectual.
O combate ao fanatismo.
Capítulo X
— Conclusão.
Um chamado ao retorno da Codificação.
Fontes completas.
Todo estudo deve ser fundamentado em:
O Livro dos Espíritos.
O Livro dos Médiuns.
O Evangelho segundo o Espiritismo.
A Gênese.
Obras Póstumas.
Revista Espírita (1858–1869).
Obras de José Herculano Pires.
como O Espírito e o Tempo, Introdução à Filosofia Espírita, O Martírio dos Doutrinadores e Curso Dinâmico de Espiritismo.
A análise distinguirá cuidadosamente a Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec das práticas adotadas por diferentes instituições e grupos ao longo do tempo, evitando generalizações e fundamentando as críticas nos princípios metodológicos da própria Codificação.
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Pega a visão. Deus perguntou a Satanás: "OBSERVASTE tu O meu SERVO Jó", e não: "observaste tu o que Eu lhe tenho dado", porque, para Deus, o SER é mais importante do que o ter. Ao passo que, de modo inverso, quando Satanás O responde dizendo: "porque TU o cercaste de BENS", é porque para Satan, o TER, é melhor que o SER. Deus olhou para o que Jó era. Satanás, para o que Jó tinha!
Às 12:56 in 24.07.2026
A Vinda da Tua Felicidade e o Agradecimento do Teu Sorriso
Veio uma brisa suave e chamou alguns fios dos teus cabelos para dançar; o teu belo sorriso estava emocionante, brilhando como raios de sol em um fim de tarde — uma cena hipnotizante; o real ornado pela ludicidade.
Tu parecias uma arte singular, cheia de amor em movimento, usufruindo de uma felicidade sincera que não sentia há muito tempo, que reanimou a tua essência e acelerou os teus batimentos; tudo numa mesma frequência.
Logo, aquele cenário à tua volta foi tomado por tua intensidade, por teus sentimentos — um fervor incansável de liberdade, elegância e um toque de atrevimento. Graças ao meu imaginário, pude ver de perto o teu avivamento.
É recolhendo os tijolos da travessia que construímos o laboratório onde examinamos as texturas dos dias comuns e suas batalhas invisíveis.
Ali, cada perda se torna vestígio.
Cada escolha, evidência.
Cada silêncio, um dado ainda não interpretado.
O abismo do ser deixa, então, de ser apenas lugar de queda e passa a funcionar como profundidade investigativa: um espaço onde a consciência observa aquilo que a superfície jamais conseguiria revelar.
É nesse laboratório interior que o indivíduo desenvolve um senso próprio, revisa crenças, reconhece padrões e arquiteta estruturas de potência capazes de sustentar uma existência mais lúcida.
Não para eliminar a dor.
Não para transformar toda ruptura em lição conveniente.
Mas para impedir que a experiência permaneça governada por interpretações automáticas.
Porque o observador amadurece quando compreende que sentimento é informação, mas não sentença; memória é testemunho, mas não verdade absoluta; percepção é uma fresta, não o céu inteiro.
O fato descreve o que aconteceu.
A narrativa revela como aquilo passou por nós.
Discernimento é saber acolher ambos sem permitir que um se disfarce de outro.
