Pensamentos Mais Recentes

Não barganho com a mentira! A Verdade é, para mim, inegociável!

"Mesmo que você tenha poucos amigos, ou apenas um, ainda assim têm uma grande fortuna. Porque quando há verdade, há Deus presente, suprindo o que realmente importa.
Quem precisa de muitos, na verdade não tem ninguém. Um só, sendo verdadeiro, já é Deus te mostrando que é o suficiente.”


Otávio Mariano

Do que vale a inteligência sem a sabedoria?


Sem a sabedoria, a inteligência pode se tornar fria, arrogante ou até destrutiva, pois ignora o valor da experiência e da ética.

O crepúsculo continuará a brilhar, ainda que a noite chegue, ainda que as estrelas cintilem, o sol continuará a clarear, ainda que em outro lugar.

Quando a tristeza nos procurar, devemos recebê-la bem, para que na despedida ela saia sorrindo.

"Seja inteligente e perspicaz... valorize sempre as pequenas coisas... os detalhes da vida!"


Otávio Abadio Bernardes




Itumbiara, 1 de maio de 2026.

Inserida por OtavioBernardes

"Um dia o fim chega...
Mas, não precisa ser hoje!"
Haredita Angel
22.04.13

Tem gente que chega devagar…
e, sem fazer barulho, muda o clima da vida inteira.


É aconchego que não se explica.
É presença que não pesa.
É cuidado que nasce de dentro,
sem precisar de motivo.


Gente assim não disputa espaço,
não mede afeto,
não compara caminhos.
Só torce… de um jeito bonito, verdadeiro,
como quem deseja luz mesmo no silêncio.


E enquanto o mundo corre,
essas almas ficam
orando baixinho pela nossa paz,
sorrindo com o que a gente conquista,
celebrando cada pequeno florescer.


São raras.
E, quando aparecem,
é como se a vida dissesse:
“olha… ainda existe delicadeza por aqui.”


Que a gente saiba reconhecer.
Que saiba cuidar de perto.
E, aos poucos,
também aprender a ser.


Porque o mundo anda precisando…
de mais gente que faz do coração
um lugar de bondade.


 - Edna de Andrade

Inserida por EdnadeAndrade

Não é possível forçar. As coisas acontecem conforme o nosso desejo quando a mente está pronta. Tudo acontece conforme acreditamos e acreditamos na verdade ao estarmos cientes da nossa capacidade de compreender.

As pessoas são deuses, sabem de tudo e podem tudo, só não têm consciência disso.

O anarquismo existirá quando houver responsabilidade.

As pessoas estão desorganizadas. Elas não podem mudar porque não existe o movimento. Isso é umas situação engraçada, só o humor pode subverter todas as leis, quando elas aprenderem a fazer rir estarão libertas.

Na vida, quem encontra um amigo verdadeiro descobre um tesouro, e talvez por isso ele pareça cada vez mais raro. Em meio a uma rotina acelerada e relações frequentemente superficiais, a lealdade deixa de ser regra e passa a soar como exceção.
Os sinais dessa escassez aparecem nos lugares mais inesperados. Em situações extremas, como na criminalidade, a ideia de “parceria” se desfaz ao primeiro risco real: quando tudo dá errado, prevalece o instinto de autopreservação. Também no cotidiano institucional, episódios de falha de apoio entre colegas expõem fragilidades que vão além do indivíduo, revelando problemas de preparo, confiança e coesão.
Esses exemplos, ainda que distintos, convergem para um ponto comum: a dificuldade de sustentar vínculos baseados em compromisso genuíno. Não se trata de romantizar a amizade, mas de reconhecer que ela exige algo que não se encontra pronto nas prateleiras, tempo, responsabilidade e presença concreta.
Em última análise, a amizade verdadeira não é produto de conveniência, tampouco mercadoria disponível ao primeiro alcance. É construção contínua, feita de escolhas consistentes e atitudes que resistem à pressão. E, justamente por isso, quando surge, merece ser tratada como aquilo que de fato é: um bem raro e valioso.

A tentativa de agredir é positiva, quando não nos sentimos agredidos e aquele que agride aprende sobre si mesmo.

Os fatos são a verdade que está além da experiência.

O universo é astuto, nunca permite que eu repita o mesmo truque. Aprendi com ele que ele não pode repetir o seu embuste e que existem infinitos caminhos. Válido é o que escolhemos.

Servir é a confirmação de que compreendemos.

“Seguir não é ter certeza. É ter coragem.”

Tudo não é tudo por não caber em si mesmo.

Enxergando a totalidade, não há tempo nem movimento, só a consciência se expandindo.

É difícil ignorar o sentimento de que, em certos aspectos, a sociedade caminha para trás quando deveria avançar. Ganha força, e com razão, a mobilização em defesa dos animais e contra qualquer forma de crueldade. Trata-se de uma pauta legítima e necessária. No entanto, essa sensibilidade seletiva suscita um questionamento inevitável: onde se insere, nesse debate, a proteção à vida humana?
Evidentemente, não se trata de estabelecer uma hierarquia simplista entre causas, nem de negar a importância do bem-estar animal. Mas há quem veja com preocupação a naturalização de decisões que envolvem a interrupção da gestação, interpretando-as como um sinal de desvalorização da vida em suas fases mais iniciais. Para esses críticos, o tema exige mais reflexão ética e menos soluções apressadas.
Sob essa ótica, o problema central não reside apenas nas escolhas individuais, mas na ausência de políticas públicas robustas que ofereçam apoio real a mulheres em situação de vulnerabilidade. Em vez de respostas que se limitem ao ato final, seria mais responsável investir em educação, acolhimento, assistência social e acesso à saúde, medidas capazes de ampliar alternativas e reduzir dilemas extremos.
Em um cenário ideal, o compromisso coletivo deveria ser com a dignidade em todas as suas formas: proteger os animais, sim, mas também assegurar que nenhuma pessoa seja deixada sem orientação, suporte ou perspectiva. Afinal, uma sociedade verdadeiramente progressista não escolhe quais vidas merecem atenção, ela se empenha em cuidar de todas.

Enquanto o poder público mantém práticas de gasto que levantam questionamentos sobre prioridade e responsabilidade, parcelas significativas da população seguem enfrentando a fome e a insegurança cotidiana. A sensação de abandono se agrava quando cresce a percepção de que os mecanismos institucionais, que deveriam assegurar equilíbrio e justiça, nem sempre respondem de forma transparente ou acessível ao cidadão comum.
Nesse cenário, instala-se um desalento coletivo: muitos passam a acreditar que as normas e estruturas legais, em vez de atuarem como instrumentos de proteção social, acabam sendo utilizadas para encobrir práticas questionáveis dentro de determinados grupos políticos. A discussão sobre o que é moral ou justo parece perder espaço para disputas de interesse, nas quais a vontade de poucos se sobrepõe às necessidades da maioria.
Dizer que a justiça é “cega” deveria significar imparcialidade. No entanto, para parte da sociedade, essa imagem já não traduz a realidade percebida. O que se observa, segundo essa visão crítica, é um sistema que enxerga, e responde, a interesses específicos, o que compromete sua credibilidade e aprofunda a distância entre instituições e população.

Cresce, em diferentes setores da sociedade, um sentimento de descrença em relação ao futuro da justiça no Brasil. A percepção de que nomeações e composições institucionais possam ser influenciadas por critérios políticos, e não estritamente técnicos ou legais, alimenta dúvidas sobre a imparcialidade de decisões que deveriam se pautar exclusivamente pelo cumprimento da lei.
Nesse contexto, ganha força a crítica de que vínculos pessoais e redes de proximidade acabam pesando mais do que o interesse público. Para muitos, instala-se a impressão de que a lógica da conveniência substitui a da justiça, como se a prioridade fosse preservar alianças em vez de assegurar equidade.
Se já há, hoje, questionamentos sobre a capacidade de identificar e corrigir irregularidades em determinados círculos, o receio é que, uma vez investidos de maior autoridade, esses mesmos atores reforcem práticas que fragilizam ainda mais a credibilidade do sistema. Assim, a ideia de uma justiça verdadeiramente “cega”, no sentido de imparcial, corre o risco de se tornar apenas retórica, distante da experiência concreta vivida por grande parte da população.

Tudo está em processo, as ideias estão retroagindo ao início, os fundamentos estão se consolidando. Eu estou nascendo!

Há um discurso recorrente que se apresenta como defensor da democracia, mas que, para muitos críticos, encobre práticas de concentração de poder e limitação de liberdades. Sob essa ótica, o que se vende como ampliação de direitos pode, na prática, resultar em maior controle sobre a sociedade, com decisões centralizadas e pouca margem para divergência.
Nesse contexto, argumenta-se que diferentes setores da sociedade teriam sido gradualmente influenciados: a educação, por meio da formação de narrativas específicas; as camadas mais vulneráveis, por políticas que, embora necessárias, também podem gerar dependência; e o debate público, por mecanismos que restringem vozes dissidentes. A recente discussão sobre regulação e limites no ambiente digital intensifica essa percepção, levantando questionamentos sobre os limites entre organização do espaço público e cerceamento da liberdade de expressão.
Para os que defendem essa leitura, a ausência de reação mais ampla estaria ligada aos benefícios obtidos por grupos que se adaptam ou prosperam dentro desse modelo. Ainda assim, o calendário eleitoral surge como um momento decisivo: é quando a sociedade tem a oportunidade de reavaliar seus representantes e redefinir os rumos do país por meio do voto, instrumento central de qualquer sistema democrático.