Pensamentos Mais Recentes
Mergulhe no momento e se afogue nele, pois o amanhã pode não existir.
Beije, beba, sorria e chore antes que o tempo se aproxime e chegue a hora de dormir.
Sonhos?
O que são os sonhos?
São projeções que a gente constrói no imaginário — e escolhe acreditar que vão se realizar.
E a fé? Por que não?
Se a fé é a certeza daquilo que não podemos enxergar, senão nos sonhos,
e a convicção de que isso vai se tornar realidade…
então sonhar é ter fé.
É a certeza daquilo que projetamos e construímos.
Eles não são coisas inalcançáveis.
São o primeiro passo da mente para elaborar estratégias.
Por Marcio Melo
Alegria é a alegoria estar feliz é traço na corrupção dos atos...
O deslumbre morre no segundo ato cometido no profundo ego.
O Cardápio e o Juízo
Por Marcio Melo
Adeus a este mundo que chama de normal
O ódio que impera sobre o sangue dos inocentes.
Eu não caibo aqui,
Pois prefiro o meu mundo interior,
Onde a música e a poesia dançam abraçadas,
E a primavera não morre nunca.
Mas todo dia o cardápio é servido:
Mulheres, crianças, homens,
Partes colhidas das guerras, da fome, da miséria,
Montadas com sofisticação
Pra o mundo comer sem culpa.
Então eu acredito em Deus de novo.
Não por medo,
Mas por esperança.
Porque haverá um tribunal divino,
Um juízo final
Que há de consertar o que quebramos.
A natureza, as espécies,
Toda a criação profanada.
E nesse dia, salvos ou não,
Quem destruiu será queimado como palha seca,
Pulverizado da existência.
Porque justiça sem conserto não é justiça.
Até lá, eu fico no meu mundo.
Até lá, eu escrevo.
Porque alguém precisa dizer
Que o banquete da crueldade
Um dia acaba.
Criamos diversos sistemas de controle e manipulação
Estes são mecanismos que em algum momento irão se conectar
Polica
Religiões
E as ciências
São sistemas que existem como parte de um todo,agora uma necessidade imposta praticamente obrigatória
Mas,as religiões, estás,são a cereja do bolo
Elas trazem em seu ofício o controle
O poder de manipulação
Suas hierarquia seus títulos e seus magistrados e oficiais,os que retém a última palavra
Que nada dizem do que se é necessário ouvir nem se move ao que é uma emergência global
São deuses na terra senhores ministros gurus líderes etc
A lista é infinita tanto quanto seus deuses
São religiões,sim,sistemas de dominação em massa
Onde as guerras e matanças são divinas ou divindades,mas as vítimas!?
Humanas
A fartura e o orgulhos em suas vestes douradas ricas suas construções altares fartos tão fartos que a miséria e a fome que permeia e mata são ignoradas afinal
Seus deuses e messias salvadores estão ocupados em seus rituais cerimônias e cultos
São paredes e símbolos que os separam da realidade aqui fora
E unidos as políticas públicas são intocáveis
Enquanto seus deuses sua fé suas religiões são incapazes de notar alguém gritando
Ou o mundo se afundando
Os excluído da fé aqueles que se opõe a estes sistemas exclusivistas
Estes lutam pra ajudar e a sobreviver mesmos sendo invisíveis
Bom as religiões não existem para ajudar ou salvar o mundo,mas para dar e vender ideias ilusões oferecendo um conforto que na verdade é comodismo preguiça e descaso
E os que se associam são reféns escravos de placas nomes e líderes que não são mais que oportunistas da fé empreendedores
Das religiões.
Ilusionismo
Por Marcio Melo
A maior dor que um ser humano pode sentir não a dor de sepultar quem amamos por mais que isso dói na alma
Mas, a pior dor que podemos sentir é quando nós sepultamos a nós mesmos...
Por Marcio Melo
Às vezes a gente cansa da vida,
não porque ela seja pesada demais,
mas porque parece que ela também cansou da gente.
E a gente senta.
Olha pro horizonte lá longe,
aquele lugar que nunca chega,
e fica esperando.
Sem saber direito o quê.
Sem saber por quê.
É como se a alma tivesse tomado um anestésico:
sente, mas não dói.
Vive, mas não arde.
Respira, mas não desperta.
Anestésico
Por Marcio Melo
Nos valores do caos predomina a luz.
Sem a escuridão nao existiria a luz.
Todos atos sao calculados ate amanhã seja hoje.
Diante da alegria libertadora de Nietzsche,ao destino apaixonado (amor fato)
Ao amor rebelde de Camus
Em ter que ver a felicidade em Sísifo rolando seu destino(pedra)morro acima
Em contraste com o super homem(Übermensch) de Nietzsche
Aceitar seja sorrindo ou revoltado
Mas se isso é o destino por criarmos adiante mesmo que não escolhemos nascer,já que está escolhe foi de terceiro (nossos pais)
Então,o que nos resta?
Se conformar?
Ou tomar as rédeas da vida ou destino?!!
Existência
Por Marcio Melo
CENA 1 - ÉDEN. DIA.
_DEUS passeia.
ADÃO dorme debaixo de uma árvore.
EVA canta.
SERPENTE chega de mansinho.
ESPADA fica girando no canto, entediada._
SERPENTE
[cutucando Adão]
Acorda! Tá perdendo a chance da sua vida.
ADÃO
Que foi agora? Se for vender curso eu tô sem pix.[acordando][sonolento]
SERPENTE
Come essa maçã e você vira Deus. Literalmente.
ADÃO
[olha pra maçã, olha pra Eva, dá de ombros]
Já que me ferrou com ela... bora ver no que dá.
_morde_
CENA 2 - JULGAMENTO RÁPIDO
_DEUS aparece. Silêncio constrangedor._
DEUS
Quem comeu a maçã?
ADÃO
Foi você que me deu a mulher! E ela me deu a maçã!
EVA
Foi a serpente!
SERPENTE
Eu? Eu só tava fazendo networking!
ESPADA
[girando mais rápido, nervosa]
Eu não falei nada, viu? Eu tô aqui só girando...
DEUS
[coçando a cabeça]
Tá, todo mundo expulso. Adão, trabalha. Eva, sofre. Serpente, rasteja.
_olha pra espada_
E você... fica aí girando.
ESPADA
MAS EU NÃO FIZ NADA!
DEUS
Exato.
CENA 3 - ANOS DEPOIS. ÉDEN ABANDONADO.
_O jardim tá seco, mato alto. A ESPADA ainda girando sozinha._
ESPADA
3000 anos. 3000 anos girando.
Nem cachorro entra aqui mais.
Eu juro que se aparecer alguém eu vou falar "foi mal, engano".[suspirando]
_Pausa. Nada acontece. Ela continua girando._
NARRADOR
E assim nasceu o primeiro funcionário público da história.
FIM.
Roteiro no dilema do jardim
Por Marcio Melo
O Mundo de Gente
Por Marcio Melo
No mundo tem gente de todo lado,
De cima, de baixo, sem parar,
Gente que se mexe pra sobreviver,
Gente que aprende e vem ensinar.
Tem gente que fez sua história,
Tem gente que a sorte ajudou,
Outros lutam com esperança,
Sem perder a linha que traçou.
Uns nem tanto, a sorte atrasa,
Mas Deus dá força pra aguentar,
E as desventuras do caminho
Não conseguem nos derrubar.
Cedo se aprende nessa vida
Que é caindo que se vai levantar,
Que é cedo que começa a lida,
Que é na luta que se faz lugar.
O trabalho é duro, isso é certo,
Mas não é o sufoco que importa não,
O que traz respeito e confiança
É a dignidade no coração.
Eita, mundo!
Eita, vida!
Povo que se mexe não para,
Parecem formiga na corrida.
Esse mundo de gente,
De tudo quanto é lado,
Gente a perder de vista,
Cada um no seu recado.
Cada um faz o que pode,
Da melhor forma que puder,
E é assim que o mundo de gente
Segue firme a caminhar, você há de ver.
Alquimia: o surgimento das algemas douradas
É fato; o conforto requer esforço, privações e sacrifícios. Mas qual é o limite tolerável a um ser humano, que permita que o mesmo tenha qualidade de vida?
Quando criança, era comum ouvir a frase;" O trabalho dignifica o homem". Era notável a alegria( quimera ) das pessoas ao se glorificarem por serem livres da escravidão.
Hoje, no mundo contemporâneo não é diferente!
Continuamos em devaneio. Não somos um país independente, não somos livres da escravidão. As pessoas vendem seus conhecimentos. Trocam a mão de obra, barata/ e ou qualificada por dinheiro.
O indivíduo pode até não ser escravo de ninguém, mas é servo de si mesmo. Toda pessoa que vê na profissão, a única forma de viver com dignidade, continua na escravidão. O dinheiro prende as pessoas com as benfeitorias que ele promove. As algemas não são mais as mesmas! Não são mais de ferro nem de aço. Elas são douradas!
260526
✨️"...quando nascemos...somos puros e limpidos...originais...com o tempo...infelizmente...nos transformamos em copias deste sistema podre...corrompido...desgastado...para manter a originalidade...caráter não se compra...respeito e educação...são vias da solução...um ser diferenciado...e aquele que...não olha...observa...que não julga...reflete...ser unico...original...é um teste sem igual...neste mundo desigual...o que vale e ser único...diferenciado...simplesmente original."✨️
Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam.
Existem abandonos que fazem barulho.
E existem aqueles que acontecem em silêncio.
Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.
“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.
Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.
É um retrato humano da permanência.
Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.
Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.
Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.
No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.
Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.
As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.
Então sobra ela.
A mãe.
Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.
E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.
“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.
Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.
Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.
Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.
Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.
Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.
Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.
Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.
Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.
Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.
E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.
“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.
Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.
Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.
Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.
E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.
Mas este livro não termina na dor.
Ele termina na reconstrução possível.
Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.
Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.
Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.
Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.
O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.
E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.
A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.{b}Depois Que Todos Foram Embora: a dor silenciosa das mães que continuam{/b}
Existem abandonos que fazem barulho.
E existem aqueles que acontecem em silêncio.
Silenciosamente, algumas mulheres vão desaparecendo dentro da própria rotina. Não porque desistiram da vida. Mas porque passaram anos sustentando tudo sozinhas enquanto o mundo, pouco a pouco, foi indo embora.
“Depois Que Todos Foram Embora” nasce exatamente desse lugar invisível da existência humana.
Não é um livro sobre heroísmo. Não é uma história construída para romantizar sofrimento. E também não é uma obra feita para despertar pena.
É um retrato humano da permanência.
Daquelas mulheres que continuam quando todos os outros já partiram emocionalmente.
Mães que permanecem nas salas de terapia. Nos corredores silenciosos das clínicas. Nas madrugadas de crise. Nas batalhas escolares. Nos julgamentos sociais. Na exaustão invisível que quase ninguém vê.
Porque existe uma solidão específica na maternidade atípica que raramente é discutida com honestidade.
No começo, muitas pessoas estão presentes. Existem opiniões. Conselhos. Promessas de apoio. Discursos prontos.
Mas, com o passar dos anos, a realidade muda.
As visitas diminuem. As mensagens ficam mais raras. Os convites desaparecem. Os relacionamentos se transformam. E muitas mães passam a viver uma rotina onde o amor pelos filhos continua enorme, mas o suporte ao redor praticamente deixa de existir.
Então sobra ela.
A mãe.
Cansada. Sobrecarregada. Em silêncio. Tentando reorganizar emocionalmente uma vida inteira enquanto ainda precisa continuar funcionando para todos.
E talvez uma das maiores dores dessas mulheres seja justamente esta: o fato de que a sociedade aprende a enxergar o diagnóstico da criança, mas quase nunca enxerga o apagamento emocional da mãe.
“Depois Que Todos Foram Embora” fala sobre isso com profundidade humana.
Sobre o luto invisível da mulher que deixou de existir como indivíduo para sobreviver como estrutura emocional da família.
Sobre a culpa permanente. Sobre o medo constante. Sobre o esgotamento que não encontra descanso. Sobre a solidão que nasce não apenas da ausência física das pessoas, mas principalmente da ausência de compreensão.
Porque muitas mães atípicas não se isolam apenas por escolha.
Elas vão se recolhendo emocionalmente porque se cansam de explicar dores que ninguém realmente deseja compreender.
Cansam das opiniões superficiais. Das frases prontas. Das comparações cruéis. Da necessidade permanente de justificar sua exaustão.
Então elas economizam energia. Não porque deixaram de amar o mundo. Mas porque precisam sobreviver dentro dele.
Este livro também fala sobre algo profundamente humano: a permanência do amor mesmo quando o corpo está cansado.
Porque existem mulheres que continuam sustentando afetos mesmo emocionalmente exaustas.
Continuam lutando por terapias. Continuam pesquisando. Continuam protegendo. Continuam acreditando. Continuam tentando construir autonomia, pertencimento e dignidade para os filhos enquanto, muitas vezes, já não sabem mais onde ficou a própria identidade.
E talvez uma das partes mais dolorosas disso tudo seja perceber que a sociedade costuma chamar essas mulheres de fortes, sem perceber que muitas delas só continuam porque nunca tiveram a possibilidade real de parar.
“Depois Que Todos Foram Embora” não foi escrito para idealizar sofrimento materno.
Foi escrito para devolver humanidade a mulheres que passaram anos sendo vistas apenas pela função que exercem.
Porque antes de serem mães atípicas, elas eram pessoas.
Tinham sonhos. Tinham identidade. Tinham projetos. Tinham desejos próprios. Tinham existência individual.
E em muitos casos, tudo isso foi ficando para trás enquanto elas sustentavam silenciosamente o peso emocional de famílias inteiras.
Mas este livro não termina na dor.
Ele termina na reconstrução possível.
Na compreensão de que essas mulheres também precisam voltar a existir para além da sobrevivência.
Precisam de acolhimento real. Rede de apoio real. Escuta real. Presença real.
Precisam entender que autocuidado não é egoísmo. Que descansar não é abandono. Que existir como mulher não diminui o amor pelos filhos.
Porque nenhuma sociedade saudável pode continuar tratando mães emocionalmente destruídas como se isso fosse demonstração natural de amor.
O amor não deveria consumir completamente uma pessoa até ela desaparecer.
E talvez o maior propósito deste livro seja justamente este: fazer com que algumas mulheres percebam, pela primeira vez em muitos anos, que alguém finalmente conseguiu enxergar aquilo que elas passaram tanto tempo tentando esconder do mundo.
A solidão invisível de quem continuou mesmo depois que todos foram embora.
O prudente não ostenta conhecimento, mas o insensato faz exibição da própria tolice.
📖 Provérbios 12:23
Diplomacia Civil Humanitária: a arte silenciosa de reconstruir a humanidade.
Existem profissões que movimentam mercados. Outras que transformam estruturas. Mas existem também missões que transformam consciências.
A diplomacia civil humanitária pertence a esse lugar raro onde a inteligência humana encontra a responsabilidade social.
Ela nasce da compreensão de que uma sociedade não se sustenta apenas por leis, tecnologia, crescimento econômico ou avanços institucionais. Nenhuma civilização permanece saudável quando perde a capacidade de cuidar das pessoas.
E talvez este seja um dos maiores desafios do nosso tempo: o excesso de progresso técnico acompanhado pela escassez de sensibilidade humana.
Vivemos em uma era marcada por velocidade, polarização, conflitos sociais silenciosos, crises emocionais coletivas e distanciamento humano. As pessoas aprenderam a se comunicar o tempo inteiro, mas desaprenderam a se ouvir. Aprenderam a competir, mas esqueceram como cooperar. Aprenderam a ocupar espaços, mas muitas vezes não sabem mais construir pertencimento.
É exatamente nesse cenário que a diplomacia civil humanitária se torna indispensável.
Porque ela representa a presença de cidadãos comprometidos com algo maior do que interesses individuais. Homens e mulheres que compreendem que desenvolvimento verdadeiro não acontece apenas nos centros de poder. Ele acontece quando dignidade, inclusão, diálogo e humanidade chegam até as pessoas.
A diplomacia humanitária não atua apenas em cerimônias ou relações institucionais. Ela atua onde existe dor social. Onde existem comunidades invisibilizadas. Onde existem conflitos culturais. Onde existem pessoas esquecidas pelos sistemas tradicionais.
Ela constrói pontes entre povos, culturas, instituições, lideranças e causas humanitárias.
E talvez sua maior força esteja exatamente nisso: na capacidade de gerar conexão humana em tempos de fragmentação social.
O diplomata civil humanitário compreende que servir não é se diminuir. É assumir responsabilidade diante do sofrimento coletivo.
Seu trabalho exige preparo emocional, inteligência relacional, equilíbrio, ética, neutralidade e consciência institucional. Mas exige, acima de tudo, algo cada vez mais raro: capacidade de enxergar o outro como humano antes de qualquer diferença.
A verdadeira diplomacia não nasce do ego. Nasce da maturidade.
Ela não busca superioridade. Busca construção.
Não trabalha pela vaidade do reconhecimento. Trabalha pela permanência do impacto.
A diplomacia civil humanitária também possui uma dimensão silenciosa que poucas pessoas conseguem perceber.
Ela devolve esperança social.
Quando um diplomata humanitário atua em uma comunidade vulnerável, promove inclusão, media conflitos, incentiva educação, fortalece lideranças ou mobiliza ações sociais, ele não está apenas realizando um projeto.
Ele está ajudando pessoas a acreditarem novamente que ainda existem caminhos possíveis para a humanidade.
E isso possui um valor imensurável.
Porque sociedades adoecem quando o individualismo se torna maior do que o compromisso coletivo.
A diplomacia civil humanitária nos lembra justamente do contrário: que nenhuma sociedade evolui sozinha.
Toda grande transformação humana sempre começou quando alguém decidiu servir sem precisar aparecer. Construir sem precisar dominar. Unir sem precisar impor.
Por isso, ser um diplomata civil humanitário não é ocupar um título. É carregar uma consciência.
É compreender que influência verdadeira não é aquela que controla pessoas. É aquela que protege dignidades, constrói oportunidades e promove paz social.
Em um mundo cada vez mais barulhento, agressivo e acelerado, a diplomacia humanitária se torna um dos últimos espaços onde humanidade, inteligência e propósito ainda conseguem caminhar juntos.
Hoje o tempo parou por alguns instantes.
O telefone tocou…
Alguém me ligou. 🥹
E entre uma respiração e outra,
entre palavras e silêncios,
Ouviu se "eu te amo".
Depois de tanta saudade,
foi como ver flores nascerem no meio do inverno dentro de mim.
Foi simples.
Mas dentro de mim,
parecia chuva caindo devagar,
como um céu nublado deixando a luz passar.
E apenas escutar, por um tempo e meio
já valeu pelo dia inteiro.
Hoje eu vou sorrir antes de dormir.
Não por algo grandioso…
Mas porque ouvi a voz da pessoa que meu coração sente falta todos os dias.
Eu amo te escutar.
Porque quando você fala,
o caos aqui dentro diminui.
É como se meu coração reconhecesse um lugar seguro no som dessa doce voz
As palavras que deixam o aroma
da tua alma nesta distância oceânica
convidam a imaginar o que o silêncio
pode fazer conosco, dia e noite,
além de encantar o coração
para o rito íntimo de iniciação.
O que há em mim não tem parado
de clamar para o momento chegar.
Observando um par de tapicurus
na Baía de Babitonga,
fiquei sonhando de olhos abertos
como será quando a gente se encontrar.
Se é amor ou paixão, quero que nos dê
céu e asas, para não temermos voar,
para ignorar previsões do fim do mundo
ou quando disserem que o romance
já não terá mais tempo ou chance de durar:
que a gente tenha a coragem de dobrar a aposta.
Porque desde o dia em que te conheci
não acho mais graça em ninguém
para conversar, e algo tem me dito
que a recíproca é a mesma.
Ora tenho sido o papel e você a caneta,
sem pensar muito a gente sempre inventa.
Quando a hora certa nos brindar,
que venha a certeza lado a lado,
que o aconchego de sossegar
acompanhados venha se celebrar,
e de tudo a gente se permita desligar
sem se importar com o que irão pensar.
Eu volto no domingo...
O tempo tornasse navegantes no iluminismo...
E acontecimentos relevantes se torna fenômeno realista e domingo passou...
Solitude, uma frase que desapareceu.
