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A Menina que Montava Sonhos
Dias atrás, durante um voo cansativo, uma mãe e uma criança conversavam.
O menino estava triste pela ausência do pai. Em voz chorosa, dizia que seria magnífico se o pai estivesse ali com eles.
Percebendo que a tristeza começava a tomar conta do filho, a mãe rapidamente sugeriu:
— Levante os braços, como se fossem asas, e imagine que você está voando nesse céu imenso.
E assim ele fez.
De repente, o menino se transformou. Sorria enquanto observava as nuvens sendo banhadas pela luz do sol.
Pouco depois, a mãe percebeu que o encanto daquele momento começava a se desfazer e propôs:
— Agora feche os olhos e monte um sonho.
Mais uma vez, o menino obedeceu.
Vi a mudança estampada em seu rosto. Ele sorria, editava seus sonhos, gargalhava até seus olhos lacrimejarem. Algum tempo depois, adormeceu. Seu rosto transmitia paz, alegria e uma inocência angelical.
Quando acordou, suas primeiras palavras foram:
— Mamãe, se o papai estivesse aqui, ele estaria rindo da montagem do meu sonho.
Não soube qual era aquele sonho, mas fiquei pensando…
Por que nós, adultos, com o passar do tempo, perdemos a essência da criança que ainda vive dentro de nós?
Por que não recorrer, nos momentos difíceis, à inteligência, à criatividade e à inocência da nossa criança interior? Não para fugir dos problemas, mas para aliviar o peso da alma, extravasar aquilo que nos machuca e, só então, enfrentá-los com mais serenidade. Às vezes, é preciso primeiro esvaziar o coração para depois encontrar forças para seguir.
O menino não esqueceu o pai. A dor continuava ali. Mas a sensibilidade daquela mãe, compreendendo o momento, o lugar e o tempo, conseguiu amenizar um sofrimento que, para ele, parecia imenso.
Então fico pensando…
Houve um tempo em que existia uma menina que tinha um guarda protegendo suas costas. Ela já montava sonhos. Sonhava, até mesmo, em ser pobre.
Parei de me preocupar com aqueles que eu queria tão bem, pois eles os mesmos só me procuram quando querem algo ou estão em apuros ...
Pronto falei
Procura algo em si mesmo, em buscar, em acertar, contudo, falharás até o teu derradeiro momento. Não há medidas cabíveis diante disso.
(Salmos 37:5)
💝 Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e o mais ele o fará.
Eu amo esse salmo e creio que Deus tem um propósito para cada ser.
A vida é um sobe e desce danado, um disse outro me disse e eu parada aqui para pensar, refletir e valorizar o silêncio, às vezes o que você pensa que foi castigo é a chegada de novas histórias, novas batalhas e principalmente novas conquistas, não desanima não, tá?
Deus está olhando para você o tempo todo.
O prazer de ler.
A Alegria de abrir um livro e viajar por suas páginas.
Tentar desvendar os mistérios que se escondem em suas capas.
Segurar a expectativa de conhecer suas histórias.
Para cada livro lido
um novo universo descobrido.
Para cada página avançada
novas possibilidades a serem exploradas.
Para cada personagem conhecido
Um novo amor a ser percebido.
Sentimentos que apenas quem ama ler vai entender.
Sofrimentos compartilhados alegrias multiplicadas
Que apenas no ponto final de um livro são explicadas.
"A Educação Especial na perspectiva inclusiva deixa de ser uma utopia e passa a ser uma realidade quando cada profissional compreende que ninguém inclui sozinho. A verdadeira inclusão nasce da colaboração entre o professor da sala comum, o professor do AEE e o professor colaborador, unidos por um único propósito: garantir que todo estudante tenha acesso, participação, aprendizagem e pertencimento."
o professor colaborador ou profissional de apoio atua como parceiro na vivência escolar, favorecendo a participação, a autonomia e a permanência do aprendente nas atividades escolares, sempre respeitando os limites de sua função.
A humildade é a virtude da transparência. Ela não diminui o homem. Ela o liberta da necessidade de parecer maior do que é, permitindo que ele foque em crescer de verdade. Em crescer em virtudes.
Mais um colega que toma um galho, achar uma pessoa fiel é como achar um diamante raro. Está aí o motivo pelo qual eu preferi não me casar.🤡🐂
O professor do AEE identifica barreiras, elabora estratégias, viabiliza recursos de acessibilidade e complementa o processo educacional, sem substituir o ensino da sala regular.
Na perspectiva da educação inclusiva, o professor da sala comum não trabalha sozinho. Assim como uma orquestra depende da colaboração de cada músico para produzir uma bela melodia, a inclusão acontece quando há parceria entre o professor da sala comum, o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE), o profissional de apoio, a família e toda a comunidade escolar.
O professor da sala comum é o maestro que conduz a orquestra da aprendizagem. É ele quem harmoniza as diferentes potencialidades, ritmos e necessidades presentes na sala de aula, tornando cada aprendente parte essencial desse grande concerto chamado EDUCAÇÃO.
A inclusão não acontece apenas pela matrícula do estudante na escola regular. Ela se concretiza quando há diálogo, planejamento conjunto, compartilhamento de responsabilidades e compromisso com o desenvolvimento integral de cada aprendente.
Uma Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva somente se torna realidade quando existe um trabalho colaborativo entre o professor da sala comum, o professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o profissional de apoio ou professor colaborador.
Nem que Seja
Demétrio Sena - Magé
Todo mundo contrai uma mentira
pra ser mais envolvente que a de alguém,
sobre ser, sobre ter, sobre sentir,
ir além de si mesmo para os outros...
De virtudes, grandezas e talentos;
das conquistas que nunca foram fatos;
adventos, milagres e prodígios;
valentias, boatos e destrezas...
Esse mundo que agora todo mundo
inventou ao redor de sua tela,
não tem fundo nem teto; só abismo...
É um ser que tem muito a se tornar,
é um ter que tomar de qualquer canto,
nem que seja do canto da sereia...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
A transformação começa quando cada um faz a sua parte. Afinal, a inclusão não é um favor; é um compromisso coletivo e uma demonstração de humanização.
Incluir é muito mais do que abrir as portas. É acolher, adaptar, respeitar as diferenças, garantir direitos e, acima de tudo, colocar a mão na massa.
Não existe inclusão verdadeira quando a responsabilidade recai sobre uma única pessoa, um único profissional ou apenas sobre a escola. Ela acontece quando escola, família e sociedade assumem, juntas, o compromisso de construir oportunidades reais de aprendizagem, participação e pertencimento.
A inclusão só deixará de ser uma falácia quando todos compreenderem que ela é uma responsabilidade compartilhada.
Desistir não é fraqueza.
É Deus mostrando uma direção
Tem coisas que não conseguimos enxergar estando muito
Perto.
