Pensamentos Mais Recentes
“Para mim, prioridade é reservada apenas àqueles que se fazem presentes — ainda que apenas nas lembranças.”
E se a Enxurrada de Tragédias estiver substituindo as outras por puro capricho em testar a nossa Humanidade?
Talvez uma das dores mais difíceis de suportar no nosso tempo não seja apenas a sucessão de tragédias, mas a velocidade com que uma atropela a outra, como se o sofrimento tivesse entrado numa lógica perversa de reposição imediatista.
Mal nos comovemos verdadeiramente com uma ferida, e outra já se abre diante dos nossos olhos, exigindo atenção, indignação, lágrimas e até nos cobrando posicionamento.
Não porque a dor anterior tenha cicatrizado, mas porque o mundo parece ter se acostumado a empilhar ruínas sem nos dar tempo de recolher os cacos.
E então surge uma inquietação amarga: e se essa enxurrada não estiver apenas acontecendo diante de nós, mas também revelando algo dentro de nós?
Porque cada nova tragédia não testa só a resistência de quem sofre diretamente, mas também a sensibilidade de quem assiste.
Testa nossa capacidade de não transformar o horror em rotina, de não banalizar o luto, de não trocar a compaixão pela pressa e nem a memória pelo próximo escândalo.
Há algo profundamente desumano no modo como o excesso pode nos anestesiar.
Quando tudo vira urgência, corre-se o risco de nada mais tocar com profundidade.
A alma, cansada, começa a se defender como pode: seleciona dores, relativiza outras, acostuma-se ao absurdo, faz do espanto um gesto breve e do esquecimento uma necessidade funcional.
Mas é justamente aí que mora o perigo.
Porque a Humanidade não se perde apenas quando alguém pratica o mal — ela também se enfraquece quando os demais já não conseguem sentir o peso dele.
Talvez o maior teste não esteja na tragédia em si, mas no que ela encontra em nós quando chega.
Se encontra indiferença, estamos falhando.
Se encontra seletividade, estamos adoecendo.
Se encontra apenas espetáculo, opinião apressada ou conveniência emocional, talvez já estejamos permitindo que a dor alheia seja consumida como paisagem.
Ser Humano, nesses tempos, talvez seja resistir à tentação de tratar cada tragédia como conteúdo passageiro.
É se recusar a permitir que a repetição da barbárie reduza nossa capacidade de sentir, de pensar e de cuidar.
É entender que não honramos nenhuma dor apenas reagindo a ela por alguns instantes, mas preservando nela o seu peso, sua gravidade e sua dignidade.
No fim, talvez a pergunta mais incômoda não seja se as tragédias estão testando a nossa Humanidade.
Talvez seja: quantas delas ainda serão necessárias até percebermos que a prova nunca esteve no acontecimento, mas na forma como escolhemos permanecer Humanos depois dele?
"É MAIS FÁCIL O ELEFANTE PASSAR PELO FUNDO DE UMA AGULHA DO QUE UMA PESSOA PERDER UM MAU HÁBITO" Ademar de Borba
A herança crua de um toque que corta sem lâmina,
instala seu frio nas dobras da alma e chama isso de casa.
Amor sem nome, aprendido no avesso. Ardor confundido com abrigo,
pressão travestida de cuidado,
silêncio pesado chamado de paz.
E então derrama,
em gotas quase invisíveis,
aquela mesma ferrugem que um dia bebeu. Inteiros são partidos em estilhaços mansos,
feridas plantadas como quem oferece flores tortas, e quem recebe nem sempre entende, só sente o desalinho.
Mas pra quem carrega, é lógica, é caminho, é o único idioma que respira.
Até que um instante rasga o véu do costume,
um espelho sem anestesia,
um cansaço que grita baixo.
E vê.
Não era amor, era eco.
Não era cuidado era defesa com gosto antigo.
E no susto da lucidez,
começa o desvio do próprio rastro:
mão contida antes do corte,
palavra filtrada antes da queda,
impulso domado na beira do abismo cotidiano.
Troca-se a migalha densa do caos
por gestos ainda frágeis de inteireza.
E onde antes rastejava a repetição cega,
ergue-se, hesitante,
um novo jeito de existir que não fere pra sentir.
Os espíritos imundos não param de sussurrar no meu ouvido, vivo em um cemitério de lápides vazias, quebradas, com nomes escritos que não consigo decifrar. Os fantasmas que me atormentam não têm rostos, não falam comigo, apenas me observam na escuridão em que me enterro.
Isso é o rap mãe, não é apologia pai, é cultura, aprendizado que daqui não sai, é discurso rítmo, com rima e poesia, batidas envolventes, contos e melodia...
A maior comenda da maçonaria do Grande Oriente do Brasil é hoje, equivocadamente, a Dom Pedro I, que desonrou a ordem, sendo assim deveria ser historicamente José Bonifácio de Andrada e Silva, Goncalves Ledo, André Rebouças, entre outros. No entanto apesar de muitos irmãos serem vultos de grandes valores históricos e humanitários do passado, como Duque de Caxias, Barão do Rio Branco, e tantos outros grandes irmãos maçons brasileiros, só se lançassem um álbum de figurinhas infanto-juvenil, por que hoje foram esquecidos e apagados pela falta de cultura imperativa e a baixa intelectualidade na antiga, gloriosa e tradicional filosofia. Atualmente ninguém sabe quem foi. Só reconhecem por famosos os mesmo nomes emergentes da atualidade.
Autenticidade e Valor
"Não confunda meu silêncio com falta de visão; às vezes, a melhor estratégia é deixar que os resultados façam o barulho por mim."
@serluciareflexoes
Lúcia Reflexões &Vida
Propósito e Tempo
"Muitos buscam o topo, mas poucos valorizam o fôlego que a subida exige. O sucesso sem raiz é apenas um castelo de areia."
@serluciareflexoes
Lúcia Reflexões &Vida
"TUDO EU POSSO, MAS NEM TUDO ME CONVÉM" Apóstolo Paulo. Podemos gastar mais do que ganhamos, praticar o mal, fumar, beber, não se policiar na alimentação etc..MAS NÃO NÓS CONVÉM" Ademar de Borba
Autodomínio e Diferencial
"Enquanto a maioria se perde tentando ser notada, eu prefiro ser lembrada pelo que ninguém consegue copiar: a minha essência."
@serluciareflexoes
Lúcia Reflexões &Vida
A alegria do Senhor não é um sentimento instável, mas uma âncora firme na soberania de Deus, que se manifesta mesmo no meio do sofrimento"
"... a Universidade Brasileira atual é fruto do "modelo" de crescimento econômico, tecnológico e culturalmente dependente de países hegemônicos. Seu desempenho em certos setores não lhe retira a vulnerabilidade de não ser instituição estratégica de nossa evolução e, portanto, incapaz de criar soluções para os grandes problemas do País. Não sendo essa incapacidade incongênita, mas induzida pela natureza do "modelo" que vem, há três décadas, orientando a vida nacional, não é, portanto, irreversível. A pesquisa científica que realiza é principalmente dirigida para objetivos desvinculados do próprio meio; a extensão, quando existe, é limitada e particularmente dirigida para o setor artístico e o ensino é quase que exclusivamente centrado na formação de profissionais do tipo liberal, e para o suprimento de seus próprios quadros docentes e os de nível secundário. A pós-graduação tem sido, em geral, uma complementação a uma formação de graduação incompleta" - J. BAUTISTA VIDAL - De estado servil a nação soberana.
Que eu me apague no silêncio de um piscar de olhos; que a luz do meu ser habite tuas memórias e dissipe o peso da nossa despedida.
SOBRE O ESPÍRITO SCHEILLA.
LUZ E CARIDADE NA MEDIUNIDADE CRISTÃ.
O estudo da venerável entidade espiritual conhecida como Scheilla exige, para plena compreensão histórica e doutrinária, que se considere inicialmente a figura extraordinária do médium brasileiro Francisco Peixoto Lins, cuja atuação mediúnica marcou de maneira singular o movimento espírita do século XX. Conhecido carinhosamente como Peixotinho, esse notável servidor da causa espírita destacou-se de modo particular pela mediunidade de efeitos físicos, especialmente pela faculdade raríssima de materialização de Espíritos, fenômeno que, segundo numerosos pesquisadores e testemunhas, alcançou em sua presença um dos mais elevados graus de evidência já registrados na história do Espiritismo.
Oficial do Exército brasileiro, casado com sua dedicada esposa conhecida como Baby, Peixotinho foi pai de nove filhos e conduziu sua existência com admirável simplicidade moral. A partir da década de 1940, sua residência transformou-se espontaneamente em verdadeiro refúgio de assistência fraterna. Ali eram acolhidos enfermos vindos de diversas regiões, que permaneciam hospedados nos próprios aposentos da família enquanto recebiam tratamento espiritual. Mesmo enfrentando as limitações econômicas típicas daquele período histórico, a família jamais recusou auxílio a quem buscasse amparo. A caridade, nesse contexto, não se apresentava como gesto ocasional, mas como princípio estruturante de toda a vida doméstica.
Peixotinho consagrou-se integralmente ao exercício da mediunidade, oferecendo-se como instrumento para os trabalhos de socorro espiritual. Nos encontros mediúnicos, doava grande quantidade de ectoplasma, substância fluídica indispensável à produção dos fenômenos de materialização. Diversos Espíritos benfeitores utilizavam esse recurso para realizar intervenções terapêuticas junto aos necessitados. Entre essas entidades espirituais destacava-se o venerando Bezerra de Menezes, cuja presença nos trabalhos de cura tornou-se amplamente conhecida no meio espírita. A atuação do médium, entretanto, jamais se dissociou do equilíbrio moral proporcionado por sua esposa, que exercia papel essencial na preservação da humildade e da disciplina espiritual do lar, conduzindo a casa com austeridade e profunda devoção ao serviço do bem.
Foi nesse ambiente de abnegação que ocorreram experiências espirituais profundamente significativas. Em certa ocasião, na cidade de Macaé, o grupo mediúnico iniciou reuniões especiais de prece em favor das vítimas da World War II. A intenção era oferecer auxílio espiritual às multidões de desencarnados que, em razão dos horrores da guerra, encontravam-se em estado de intenso sofrimento e desorientação.
Durante uma dessas sessões manifestou-se um Espírito que se identificou como Rodolfo Fritz. Declarou ter pertencido a uma família espírita alemã e relatou que fora executado por fuzilamento durante o conflito, por ordem de seu próprio superior militar. O motivo de tal punição residia em sua recusa em cumprir a ordem de disparar contra prisioneiros indefesos. Fiel aos seus princípios morais, afirmou que ingressara na guerra com o propósito de salvar vidas, e não de destruí-las. Era médico, filho do também médico alemão Dr. Fritz, e expressava grande preocupação com sua irmã, que servia como enfermeira nas frentes de batalha.
Alguns anos mais tarde, em 1948, ocorreu um dos episódios mais notáveis da história desse grupo mediúnico. Durante uma reunião de efeitos físicos, materializou-se integralmente um Espírito feminino de extraordinária luminosidade. A entidade apresentava-se sob forma de uma mulher de grande beleza, cabelos loiros longamente entrançados, olhos azul-esverdeados de brilho intenso e presença serena. Um delicado e persistente perfume de rosas impregnava o ambiente sempre que se manifestava, característica frequentemente associada à sua presença espiritual. Esse Espírito revelou-se como Scheilla.
A partir desse momento, Scheilla passou a colaborar assiduamente nas atividades mediúnicas do grupo, dedicando-se principalmente ao atendimento dos enfermos que buscavam socorro espiritual. Utilizando os recursos da mediunidade de Peixotinho e também de outros médiuns de elevada sensibilidade, entre eles o célebre Chico Xavier, a benfeitora espiritual realizava impressionantes operações fluídicas. Em numerosas ocasiões materializava instrumentos e substâncias terapêuticas, ora em matéria tangível, ora em formas fluídicas invisíveis aos sentidos ordinários, mas eficazes no tratamento de enfermidades físicas e espirituais.
Essa atividade prolongou-se por várias décadas, estabelecendo um campo de trabalho espiritual de grande alcance. Diversas obras psicografadas atribuídas a Scheilla foram transmitidas por médiuns respeitados do movimento espírita, entre os quais João Nunes Maia. Essas mensagens apresentam elevado conteúdo moral e consolador, enfatizando a disciplina espiritual, a caridade e a confiança em Deus.
Entre os numerosos testemunhos envolvendo a atuação dessa benfeitora espiritual encontra-se o relato do médium Divaldo Franco, que descreveu detalhadamente uma intervenção espiritual realizada por Scheilla em sua garganta durante uma visita à residência de Chico Xavier, episódio que teria resultado na cura de um grave problema de saúde.
Outro registro expressivo encontra-se no livro "Chico Xavier - 40 Anos no Mundo da Mediunidade". Nesse relato, descreve-se um fenômeno singular ocorrido durante uma reunião mediúnica. Enquanto Chico Xavier aplicava passes, ouviu-se no ambiente um leve ruído semelhante ao de um pequeno objeto lançado suavemente ao chão. Um dos presentes anunciou que Scheilla havia oferecido um presente. Ao procurarem a origem do som, encontraram um grande caramujo marinho de extraordinária beleza, contendo ainda água salgada e areia fresca. O fato era particularmente impressionante porque todos estavam a centenas de quilômetros do litoral. O objeto teria sido transportado espiritualmente pela entidade utilizando-se da mediunidade do próprio Chico.
Nessa mesma reunião encontrava-se presente um cientista suíço de orientação materialista. Dirigindo-se a ele com leve sotaque alemão, Scheilla anunciou que lhe ofereceria o perfume que sua mãe utilizava quando estava encarnada. O aroma espalhou-se no ambiente e provocou profunda emoção no visitante, que não conseguiu conter o pranto ao recordar-se da figura materna.
A tradição espírita registra ainda duas existências anteriores dessa entidade espiritual. Em uma delas, teria vivido na França como Jane Frances de Chantal. Nascida em 1572, casou-se com o Barão de Chantal e tornou-se conhecida como Baronesa de Chantal. Após a morte prematura do marido dedicou-se intensamente à vida religiosa e às obras de caridade. Em 1604, sob orientação do bispo de Genebra, Francis de Sales, fundou a Congregação da Visitação de Maria, instituição que viria a estabelecer dezenas de conventos. Posteriormente contou também com o auxílio de Vincent de Paul. Desencarnou em 1641 e foi canonizada pela Igreja Católica em 1767.
Outra encarnação mencionada nos relatos espíritas teria ocorrido na Alemanha do século XX, sob o nome de Scheilla Fritz. Nessa existência teria atuado como enfermeira durante a Segunda Guerra Mundial, desencarnando em 1943 na cidade de Hamburg durante um bombardeio aéreo. Proveniente de família espírita, recebeu educação moral profundamente fundamentada em princípios de solidariedade e compaixão.
Segundo diversos relatos mediúnicos, Scheilla prossegue atualmente suas atividades em uma colônia espiritual situada em regiões próximas ao Brasil, onde coordena tarefas de assistência e socorro espiritual. Sua atuação permanece vinculada ao ideal cristão de serviço ao próximo, inspirando inúmeras mensagens de orientação, consolo e renovação moral.
A figura de Scheilla, portanto, representa para o Espiritismo um arquétipo de caridade operante e inteligência espiritual disciplinada. Sua presença nos trabalhos mediúnicos recorda constantemente que a verdadeira grandeza do Espírito não se manifesta em demonstrações de poder, mas na dedicação silenciosa ao bem. Assim, sua trajetória permanece como testemunho vivo de que a caridade iluminada é a expressão mais elevada da fraternidade ensinada pelo Cristo.
😊 O melhor da vida🧬hoje amanhã e sempre é aproveitar cada momento!
🌟 A vida🧬é feita de escolhas e oportunidades, e hoje é o dia perfeito para transformar seus sonhos em realidade. Lembre-se de que a felicidade não é um destino, mas uma jornada que começa agora ¹ ² ³.
Não deixe para amanhã o que é prá hoje.
Agradeça pelas coisas boas que você tem.
Encontre atividades que te tragam alegria.
Valorize seus relacionamentos.
Cuide de si mesmo.
Priorize sua saúde física e mental.
Lembre-se, o melhor da vida é o agora! 😊 ¹ ² ⁴
Você é como rosas 🌹
Linda de longe, e de perto mais linda ainda.
Você é como estrelas 🌟
Ilumina até o lugar mais escuro e vasio.
Você é como sonhos 💤
Todo lugar fica lindo com a sua presença.
Você é como um por do Sol 🌅
Linda como um, e na sua presença tudo fica mais bonito.
O meu amor por você é um sentimento indescritível. 💍
Uma felicidade inexplicável quando eu vejo você. ❤️🩹
E um sentimento de que tudo está bem ao seu lado. 💘
