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O Manifesto do Desvelismo Intelectual
A filosofia da mente infinita contra a ilusão do crescimento volumétrico. A Definição do Desvelismo O Desvelismo é a corrente filosófica que rejeita a física cumulativa da mente. Ele decreta que o intelecto humano não é um recipiente elástico a ser preenchido ou expandido por forças externas. A mente é, em sua essência primordial, uma estrutura de extensão infinita e latente. Todo conhecimento não é gênese, mas desvelamento — o ato de retirar o véu da ignorância que encobre a realidade factual.O Grande Debate: Einstein vs. O Desvelismo Cenário: Um anfiteatro atemporal onde a física encontra a metafísica.Albert Einstein: "Meus amigos, a história do progresso humano prova o meu ponto. Quando a humanidade compreendeu a Relatividade, o pensamento linear foi quebrado. A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original porque ela foi esticada pela novidade. Há uma clara expansão volumétrica na nossa capacidade de processar o cosmos."O Desvelismo: "Com o devido respeito ao seu gênio, Albert, você sofre de uma ilusão geométrica. O tecido do espaço-tempo que você descreveu não passou a existir no momento em que você publicou seus artigos em 1915; ele sempre governou cada órbita planetária desde o início dos tempos. O seu cérebro não aumentou de tamanho para acomodar a Relatividade; a sua inteligência apenas dissipou a névoa da mecânica clássica. A ideia 'nova' é um mito do ego humano. Você não esticou o balão da mente; você apenas limpou a janela pela qual observava o infinito. A Máxima: "A expansão da mente é uma ilusão geométrica: ela não cresce com ideias novas, apenas dissipa a névoa e a ignorância que escondia sua extensão.
Eu queria, ao menos uma vez, conseguir dizer ou sentir pela última vez, alcançando a finitude dos sentir, que tanto se fala..
Mas os finais chegam aos dias.
Aqui dentro, não.
Aqui dentro, tudo continua.
Tudo ecoa.
Sempre me fecho para o mundo, mas aprendi que me fechar não significa curar.
Porque as feridas que carrego não cicatrizam; elas apenas aprendem a permanecer em silêncio.
Eu queria ser a pessoa que superou.
Aquela que transformou a dor em força, a ausência em aprendizado, a queda em caminho.
Talvez seja isso que os outros enxerguem quando olham para mim.
Mas aqui dentro, eu só falho.
Porque ainda sangra.
Porque ainda dói.
E é justamente essa dor que me faz questionar quem eu sou quando ninguém está olhando.
O que eu quero me tornar.
O que, de fato, significa felicidade para mim.
Às vezes me pergunto se estou procurando respostas ou apenas tentando encontrar um sentido para continuar.
Porque existem dores que não vão embora.
Elas apenas mudam de lugar dentro da gente.
E talvez a minha ainda esteja aqui,
ocupando espaços que eu não consigo alcançar, me lembrando todos os dias que algumas despedidas acontecem por fora,
mas nunca terminam por dentro.
andresamedlem
Minha alma tornou-se um território onde convivem fé, exaustão, esperança e ruínas espirituais em permanente conflito.
Entre juízes e reis,
vi espelhos de vaidade,
homens disputando títulos,
esquecendo a verdade.
Anjos me visitavam,
silenciosos, sem plateia,
mas minha voz de mulher
se perdia na assembleia.
Rosacruz me ensinou mistérios,
mas também me mostrou o orgulho,
onde o amor se calava
e o ego erguia seu muro.
Então busquei outro caminho,
onde não há preço nem poder,
apenas a graça de Deus,
que tudo dá sem nada querer.
No Islã encontrei o alívio,
na unicidade, a paz,
onde o coração se curva,
e só Allah é capaz.
Não mais brigas por títulos,
não mais vaidade sem fim,
apenas a luz que consola,
e a fé que habita em mim.
O Doce Mistério da Sua Intensidade - Ternura e Atrevimento
Fica em evidência que a sua aparência passa ternura e delicadeza, e demonstra uma postura que muitas vezes é silenciosa — partes notáveis da sua essência, que dão um ar elegante de romantismo, sem nenhum conflito aparente com a própria consciência; uma mulher naturalmente incrível — algumas das suas qualidades inegáveis que são revestidas pelo seu físico, pela sua beleza e pelo seu espírito.
Mas também existe nela uma intensidade grandiosa, que não está adormecida, apenas é seletiva nas suas reações — uma chama ardente que se espalha por toda sua estrutura; o fogo que pertence à sua versão provocante, quente e atrevida; desprovida de ingenuidade; bem ciente daquilo de que precisa, do foco do seu desejo, de tudo que faz a sua pele arrepiar como o calor imponente que provém de um beijo.
Nem tudo dela é evidente: um doce mistério, daqueles que carecem ser desvendados aos poucos e nunca serão por completo; entretanto, havendo devido empenho atencioso, os seus principais trechos poderão ser percebidos, envolvendo o visível das suas linhas e as emoções abundantes de algumas das suas entrelinhas. Então, ela é uma poesia que tem várias versões e camadas que a tornam sempre interessante, inclusive a sua alma que é intensa em demasia.
A desconexão politica do ser político.
O ser com senso comum tenta ser conectado com a verdade mas, qual a verdade e que senso político é esse?
São questões de manobra de massa do qual as armas deepfakes existenciais e politica fakes news automatizadas.
O vies da fisolofia é dramatico com ar sarcástico. A madrasta da sabedoria pois Mãe se separou da alienação.
Piada é sumo nada seis prove ao contrário se sei não tem argumentos.
"A expansão da mente é uma ilusão geométrica: ela não cresce com idéias novas, apenas dissipa a névoa e ignorância que escondia sua extensão."
Seja como for, nunca se esqueça dos princípios que norteiam sua vida. Perde-los significa andar sem rumo nos caminhos da existência. Sem princípios não existe significado, meta, rumo ou foco, que fiquem de pé.
E Mãe Brinca?
Passei uma semana em um resort e, no penúltimo dia, vivi uma conversa muito especial.
Havia um tipo curioso de pessoas que permanecia à beira da piscina, quase imóvel.
Não podiam molhar o cabelo, mantinham sempre um penteado impecável, óculos de sol e chapéu.
Reclamavam da água quando estava quente e também quando estava fria.
Reclamavam do sol e, curiosamente, da sua ausência.
Pareciam seguir um mesmo padrão social e filosófico,como se existisse uma maneira correta de aproveitar a vida.
Eu percebia muitos olhares sobre mim, mas um deles chamou minha atenção.
Aproximei-me e disse:
— Oi!
Nenhuma resposta.
Ela me observava.
Às vezes com admiração, às vezes como quem observa algo completamente fora do comum.
Perguntei seu nome, mas não obtive resposta.
Ela me seguia com os olhos, aproximava-se e se afastava, até que finalmente criou coragem e perguntou:
— Você trabalha com o quê?
— Sou professora.
Ela pareceu surpresa.
— E professora brinca?
— Brinca.
— E professora nada?
— Nada.
— Quem é esse menino?
— É meu filho.
Então vieram as perguntas que mais me marcaram:
— E mãe brinca?
— Sim.
— Mãe nada?
— Sim.
— E mãe mergulha?
— Eu mergulho.
— E mãe usa o espaguete para nadar?
— Eu uso.
Sorri e perguntei:
— A sua mãe não faz essas coisas?
Ela respondeu com toda a sinceridade:
— Não. Nem meu pai.
Eles só sentam, conversam, me olham e depois subimos.
Fiquei em silêncio por alguns segundos.
— Entendi. Mas você pode brincar com a gente.
Quantos anos você tem?
— Tenho quatro anos.
Naquele instante, percebi que, para algumas crianças, o mais extraordinário não é um brinquedo novo, uma piscina enorme ou uma viagem inesquecível.
Às vezes, o que mais desperta encantamento é descobrir que os adultos ainda sabem brincar.
Que mães mergulham.
Que professoras nadam.
Que pais podem rir sem motivo.
E que crescer não deveria significar abandonar a alegria de viver.
Na noite suave de ventos amenos o clamor estonteante da cidade faz uma pausa para a escuridão descer e descansar o sol. E eu absorta em pensamentos analiso símbolos da natureza e me imagino sentando graciosamente na relva verde a pensar amenidades como folhas caem suavemente das árvores e no outono cintilam o dourado de suas sombras. E penso outros assuntos mais concretos como o trono da sabedoria no qual se assentam aqueles que fizeram da humanidade um lugar melhor para a realização da vida e observo suas verdades e também a coragem de enfrentar o tempo e serem mensageiros da beleza. Eis que os homens temem muitas coisas, inclusive a si mesmos. E haverá também quem tema a beleza, se ela é o silencio daquilo que atrai a alma. Começa em si mesma e termina muito além da imaginação humana. A beleza é a música secreta do ser. Uma canção cujo eco dura até a madrugada desaparecer. E na manhã eu bebe o amanhecer em taças plenas de amor divino. Sento-me ao entardecer em meio ao reluzente langor e percebo que a beleza é doce e gentil. Ela caminha entre nós como afagos na alma. A beleza é feita de sussuros suaves. Ela fala em nosso espírito a recitar poemas antigos. A beleza não é em si uma necessidade, e sim um êxtase. Mas o êxtase é também nosso infinito. Beleza é quando a vida revela seu rosto sagrado. A beleza é a eternidade que se contempla no espelho, que reflete a face. Nós somos a eternidade que o espelho admira encantado.
"Há momentos em que a resiliência da água em contornar a pedra não basta; nas relações humanas as vezes é preciso a coragem do cinzel, pois certas liberdades só nascem do impacto que rompe e destrói o obstáculo."
Há descasos que são justificados pela reação que a pessoa teve que tomar para garantir sua sobrevivência mental.
Inverno
Intensidade do vento do norte
Ventania envolvente
Refaz o navegar
Onde busca viver essa estação.
"Há momentos em que a resiliência da água não basta; é preciso a coragem do cinzel, pois certas liberdades só nascem do impacto que rompe o obstáculo."
A loucura se manifesta no homem pelo excesso do livre pensar; na mulher, pela falta do que deseja possuir.
Tua pele de sal, sol e amor
torna quente e polida,
a minha pele de mármore
na rota da seda para o frenesi.
Carícia que ao desatar
a alta sedução encontre
posição ao se encaixar.
Não, não vou passar,
porque campos em ti
fiz a jura de conquistar;
escalar já é a direção.
Por cada imagem de alta
voltagem sedutora,
sem culpa nenhuma,
manifesto ainda que
silenciosa que em você
fiz nascer a cultura.
Não, não vou parar,
porque tornei-me como
os quatro elementos;
e o impulso incontrolável.
Moram em mim todas
as mulheres brasileiras,
que o seu vício em seduzir
enxergava ser por
costume qualquer uma,
e agora não sabe o que
fazer com tanto amor.
Não, não vai dissipar,
porque em cada curva,
tu haverá de encontrar
o requinte floral de cada
ipê de junho a surpreender,
e selvagem, haverá de querer.
Os lábios que um dia beijavas,
hoje tornaram-se marcas de pneus,
poças de lama numa estrada abandonada.
O amor que um dia existiu
e a doçura do mel de nossas lágrimas,
hoje são desertos,
campos sombrios,
o tenebroso rio de mágoas.
Vivemos o êxtase da primavera,
semeamos esperança
e colhemos flores.
Chegou o inverno,
superamos.
Mas, no outono onde estamos,
vivemos sós,
como folhas mortas carregadas ao vento,
separados por abismos silenciosos
que as repetições das ofensas constroem.
Então nos perguntamos:
qual foi a causa?
Onde foi que erramos?
Erramos, talvez,
por persistir em mudar,
mudar a si próprio
e mudar o outro,
para pertencer ao grupo dos normais.
Mas somos pessoas,
somos humanos,
seres distintos,
pobres mortais.
"O silêncio diante da injustiça não é prudência, é cumplicidade; calar-se frente a outra covardia é vestir a mesma armadura do opressor."
Em um navio em processo de naufrágio, arrasta todos para o desastre: os mais afortunados conseguem sobreviver, enquanto os que não se precaveram sucumbirão.
OVELA PERDIDA
Era uma triste ovelha, longe do redil,
Eu vivia triste neste mundo tão cruel e vil.
Mas Teu olhar me achou,
Tua graça me alcançou,
E com amor me redimiu.
Hoje sou feliz com meu Salvador,
Tenho alegria e perfeito amor.
Já não ando ao léu, perdido na escuridão,
Cristo guia os meus passos pela Sua mão.
Caminhando, eu sigo alegre a cantar,
Para o lindo céu, meu eterno lar.
Quando eu estava sozinho, sem direção,
Tu me acolheste, Senhor, com perdão e compaixão.
Transformaste o meu viver,
Fizeste a esperança renascer,
E agora vivo para Te louvar.
Hoje sou feliz com meu Salvador,
Tenho alegria e perfeito amor.
Já não ando ao léu, perdido na escuridão,
Cristo guia os meus passos pela Sua mão.
Caminhando, eu sigo alegre a cantar,
Para o lindo céu, meu eterno lar.
Se antes eu chorava sem saber onde ir,
Hoje tenho a certeza de que vou prosseguir.
Pois o Bom Pastor me encontrou,
Com Seu sangue me comprou,
E para sempre ao Seu lado quero estar.
Hoje sou feliz com meu Salvador,
Tenho alegria e perfeito amor.
Já não ando ao léu, caminhando pela fé,
Vou seguindo para a glória, firme e de pé.
Caminhando, eu sigo alegre a cantar,
Para o lindo céu, meu eterno lar.
Cícero Marcos
Aquele que sobreviveu ao naufrágio material e emocional não aceita menos que a conquista, no pior dos sufocos, ele aprendeu a construir as próprias saídas.
O homem que já teve a alma forjada na escassez, no luto e na queda não teme o peso de nenhuma batalha, ele já não busca apenas a vitória, ele se tornou o próprio caminho para ela.
O CORPO DO CORVO
Morto ser porquê foste diante meu ser...
Parado num túmulo de contradições sois a replubica que reluzente nas asas da democracia.
Larvas surgem em seu corpo tão igual euforismo político funcional...
Geopolítica a estatua corroida pelas correntes de retóricas golpista.
O que sois no cranio ja vivo incompatível desejo de ser como as chamas que deformam com tempo.
As vestis sao mortalhas fúnebres
Pois a ignorância faz o monstro da corrupção.
