Pensamentos Mais Recentes
"Senhor meu Deus, agradeço pela coragem que colocaste em meu coração para reconhecer o que já não me serve. Ajuda-me a compreender que evoluir não é me perder, mas sim me reencontrar na minha versão mais verdadeira. Dá-me discernimento para deixar para trás os pesos, as dores e os ciclos que já cumpriram seu propósito. Que a cada despedida do que não me agrega, eu renove o meu propósito e fortaleça a minha essência. Que o medo do desconhecido não me paralise, mas que a Tua luz guie os meus passos rumo a um caminho de paz, luz e crescimento. Amém."
—By Coelhinha
Ela tocava baixo,
como quem conversa com a própria dor
sem querer acordar o mundo.
Enquanto a casa ria atrás dela,
Tentava afinar o peito
na mesma frequência do violão velho.
Porque existem noites
em que a gente não quer companhia,
não quer respostas,
não quer promessas.
Só quer sobreviver
mais algumas horas
sem desabar por dentro.
E talvez fosse exatamente isso
que aquela música fazia:
segurava sua alma
no lugar
enquanto o resto dela
ainda aprendia a ficar.
Livro: La Vereda por Lucci Santz
“A luta antimanicomial não é apenas contra muros de concreto; é contra todos os muros simbólicos que ainda transformam sofrimento em exclusão.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A história dos manicômios no Brasil é também a história dos corpos pobres, negros, femininos e vulneráveis que foram silenciados em nome da ordem.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o sofrimento humano vira número, leito ou prontuário, a ciência perde sua alma e o cuidado perde seu rosto.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A loucura foi muitas vezes tratada como ameaça porque a sociedade preferiu conter a dor antes de aprender a ouvi-la.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Por trás dos muros havia mais do que diagnósticos: havia nomes, histórias, corpos, medos e vidas que pediam escuta.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O manicômio não começou no prédio; começou no gesto social de afastar aquilo que não se queria compreender.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A roda precisa girar agora em outro sentido: não mais para esconder a dor, mas para devolver nome, memória e dignidade aos esquecidos.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O anonimato protegia a vergonha social, mas muitas vezes roubava da criança o direito sagrado de saber de onde veio.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A caridade pode salvar vidas, mas também pode apagar nomes quando não reconhece a história de quem recebe.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Antes de julgar a mãe que entregava, é preciso perguntar que mundo já a havia abandonado antes daquele gesto.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Cada criança deixada na roda carregava mais do que abandono: carregava uma história que o silêncio tentou apagar.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A roda não girava apenas madeira; girava para dentro da instituição tudo aquilo que a sociedade não queria olhar de frente.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A consciência crística não destrói o eu; ela o recoloca em seu lugar para que a vida possa ser vivida com unidade, ética e presença.”
Do livro O Observador Interior — Ego, Consciência e Realidade: Diálogos entre Psicanálise, Filosofia, Física Quântica e Espiritualidade Crística, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Com o tempo,
a gente aprende que certas despedidas
não vieram pra destruir,
vieram pra amadurecer.
Porque nenhuma dor é eterna, tchê.
Até o inverno mais rigoroso do sul
um dia dá lugar pro sol.
E talvez essa seja a maior lição:
não endurecer o coração por causa de quem foi embora.
Continuar sendo alguém que ama,
que sente,
que acredita…
mas agora com mais coragem de colocar a própria paz em primeiro lugar.
“O ego espiritualizado é uma das máscaras mais sutis da vaidade: fala de luz enquanto ainda deseja superioridade.”
Do livro O Observador Interior — Ego, Consciência e Realidade: Diálogos entre Psicanálise, Filosofia, Física Quântica e Espiritualidade Crística, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Observar-se não é fugir da vida; é entrar nela com menos automatismo, menos defesa e mais responsabilidade interior.”
Do livro O Observador Interior — Ego, Consciência e Realidade: Diálogos entre Psicanálise, Filosofia, Física Quântica e Espiritualidade Crística, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O sofrimento muitas vezes não nasce apenas do fato vivido, mas da interpretação que o ego repetiu até transformá-la em verdade.”
Do livro O Observador Interior — Ego, Consciência e Realidade: Diálogos entre Psicanálise, Filosofia, Física Quântica e Espiritualidade Crística, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
A liberdade interior começa no instante em que deixamos de reagir automaticamente e passamos a observar o que em nós deseja comandar.”
Do livro O Observador Interior — Ego, Consciência e Realidade: Diálogos entre Psicanálise, Filosofia, Física Quântica e Espiritualidade Crística, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
O luto de um amor vivo me mudou.
Antes eu achava que amar alguém
era permanecer custe o que custar.
Hoje eu sei:
amor bonito também é saber soltar
o que já não floresce.
Tem ausência que dói,
mas também acorda a gente pra vida.
E foi depois da tua partida
que eu aprendi a me escolher,
a cuidar do meu coração
e a nunca mais aceitar migalha
onde eu oferecia o mundo inteiro.
“O ego não é o inimigo da consciência; torna-se prisão quando esquece que é função e passa a se apresentar como identidade.”
Do livro O Observador Interior — Ego, Consciência e Realidade: Diálogos entre Psicanálise, Filosofia, Física Quântica e Espiritualidade Crística, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Bah…
depois que a dor acalma um pouco,
a gente entende uma coisa importante:
nem todo amor nasce pra ficar.
Alguns chegam só pra ensinar.
Ensinar que coração forte não é o que nunca sofre,
é o que sofre
e ainda assim continua acreditando na vida.
Porque perder alguém
não pode significar perder a si mesma.
E uma gaúcha de verdade pode até chorar escondido,
mas nunca deixa de seguir estrada.
DIA 26 - Que princípio ético orienta meu agir?
- A ética organiza minhas escolhas.
- A responsabilidade fortalece minha liberdade.
- A justiça guia minhas decisões.
- O respeito amplia a convivência.
- A consciência moral ilumina o caminho.
- Agir com integridade fortalece o caráter.
- O bem comum orienta minha presença no mundo.
