Pensamentos Mais Recentes

Sonhar inspira, mas conquistar estabelece o império

⁠Nenhuma arte pode imitar a indústria da natureza.
Cícero,pensamentos

Engrenagens surgem para ter responsabilidade do controle social...?
As bolhas de informações sao adereços de beleza extrema importante pois declínio e a constante na origem da informação.
Formação de vertente social da especulação da moralidade...
Sendo a sensatez a ser obrigada ter novos parâmetros para a engenheria social.
O bug social labirinto de debates sobre havaianas ou estado inerte todavia o verbal da a polarização novas fantasias
Para que se abra paradoxos sociais.
Aonde o estado dividido é fraco e pode ser subjugado por outras engrenagens estruturais.

Não se pode pausar a vida; pisar no freio só adia a colisão.

⁠As artes são as mestras da virtude.
Cícero,pensamentos

Inserida por sergio_f_januario_2

Esperar da vida o que ela nunca prometeu não é convicção; é a mente tentando justificar a inércia.

⚡Magnética de realizações ✨

💙Quem projetar💙 executar e conquistas
✨🎖️

Em meio as dificuldades, não desista, persista, essa pode ser a escolha ideal pra o futuro de sua vida.

Inserida por ThePoetofThoughts

Meus méritos são concretos e meu valor é divinamente multiplicado

Deslizo em seu corpo
como um barco em alto-mar
em meio à tempestade.
Seus suspiros, como trovões,
tendem a me guiar
aonde você quer me levar.
Mais e mais, tuas mãos me empurram
para longe de sua boca,
mas não porque você não queira me beijar —
você quer que eu a beije,
onde suas pernas possam me segurar.

Inserida por lo_op

O mesmo acontecimento pode alegrar o faminto e desesperar o ambicioso.

Chega de Margens
Ainda estou me acostumando com ela em pleno 62/63— esta versão de mim que parece uma evolução silenciosa, metade caos, metade clareza e, de alguma forma, ainda intencional. Ela é nova, mas também… não é. Mais como um despertar. A próxima fase do por vir. Eu não percebi que escolher ser imperfeito eventualmente se tornaria parte do por vir. E agora que ela está aqui, ela não anda na ponta dos pés. Ela (idade/mente) não pergunta se é demais. Ela simplesmente chega — crua, firme, despreocupada — como se estivesse esperando que eu parasse de me moldar em formas que deixavam todos os outros confortáveis. E quando ela avança, ela não apenas sobe ao palco — ela o preenche, como se finalmente se lembrasse de que nunca deveria ter vivido à margem da própria vida. Ela permanece ali com essa certeza silenciosa, daquela que não precisa provar nada, daquela que faz você perceber que ela nunca foi o problema — o espaço é que era pequeno demais e me fazia me preocupar, me sentir pressionado. E talvez seja essa a parte que ainda estou aprendendo: que tenho permissão para viver uma vida que me encaixe. Que não preciso me retrair para ser compreendido. Que posso querer mais espaço sem sentir que estou pedindo demais. Não se trata de me tornar alguém novo — trata-se de finalmente me permitir ser quem eu sempre tentei proteger. E é isso que estou aprendendo agora: tenho permissão para crescer (ainda da tempo) além dos limites de quem eu costumava ser. Não preciso me retrair para ser compreendido e nem preciso que alguém me compreenda se esse alguém pretende caber na mesmice do cotidiano orientado por “influencer´s. Posso querer uma vida que me encaixe sem me desculpar por isso. Não se trata de me tornar alguém novo — trata-se de finalmente me permitir ser eu mesmo. E quanto mais me permito crescer, mais percebo o quanto eu me reprimia sem nem notar. Quantas vezes tentei me tornar mais fácil de carregar, mais fácil de entender, mais fácil de amar. Mas não farei mais isso. Nesta idade, a idade do pôr do sol da vida, estou aprendendo a me aceitar como sou — não como um projeto, não como um problema, mas como uma pessoa que merece o espaço que preciso conquistar. Há uma estabilidade nisso. Uma espécie de confiança tranquila que eu não sabia que podia ter. E é nisso que me apego agora — na compreensão de que não preciso me diminuir para me manter amistoso. Posso crescer – ainda que nesta idade o corpo encolha e se curve - sem me perder. Posso ocupar espaço sem sentir que estou tirando algo de alguém. Esta versão de mim não é uma partida; é um retorno – talvez seja isso, quando envelhecemos, retornamos para quem fomos um dia, quando crianças puras. Uma expansão. Uma acomodação na vida que venho construindo silenciosamente. Pela primeira vez, parece menos que estou me desvencilhando de quem eu era e mais que finalmente estou me tornando quem sempre fui.

⁠O começar sempre é difícil.

As bruxas verdadeiras
não morreram queimadas
nas históricas fogueiras,
As suas gerações estão
vivas espalhando guerras
além de todas as fronteiras.

Tenho medo. O que mais sinto dentro de mim é medo. Das maiores até as menores coisas do mundo. Porém, me enxergo como uma pessoa mais valente e corajosa do que quem se diz ser. A razão disso é porque enquanto sinto estes medos paralisantes eu apenas vou e faço o que precisa ser feito. Enquanto os "corajosos" paralizam.
Eu, o medroso sou o verdadeiro corajoso.

A ignorância de um, acarretará na derrota de todos.

A tirania moderna não queima livros; edita a verdade e veta sua publicação.

São extremamente medíocres, quando tentam não sê-los, são mais medíocres ainda.

Democracia que se defende pela repressão já adotou métodos de ditadores.

Mesmo na noite mais profunda, o amanhecer nunca se atrasa: a luz sempre encontra o caminho de volta. E isso não é sobre noite e dia.⁠

A escuridão é apenas o intervalo necessário para que a luz revele sua força.⁠

Nem nos velórios, a hipocrisia abandona seus "hospedeiros".

Dia 8 — Que beleza posso perceber hoje?


• A beleza vive ao meu redor.
• Os meus olhos percebem a riqueza da vida.
• Cada instante revela um presente.
• O meu coração reconhece a beleza da existência.
• A minha presença amplia essa beleza.
• Eu celebro o milagre de estar com vida.
• A vida floresce diante de mim.

Dia 7 — Como posso viver a minha inteireza hoje?


• Eu sou inteiro e completo.
• A minha humanidade é fonte de sabedoria.
• Cada parte de mim encontra harmonia.
• Eu acolho a minha própria existência.
• A minha presença merece cuidado.
• Eu vivo com autenticidade.
• Eu caminho com coragem e verdade.