Pensamentos Mais Recentes
O que é busca de renda? Indústria está dominada pela busca de renda e trapaça.
Extrair renda de pessoas pobres trabalhadoras. Fazem as Regras, as normas, as leis e as ameaças com dificuldades e barreiras para que isso ocorra.
Quando ricos aposentam e usam o dinheiro para dominar e controlar as regras. Criando barreiras legais e não morais. Monopólio.
Se no esporte há astúcia com esperteza e chance de passar o adversário, nos negócios também. Dar cotoveladas de vez em quando em alguém faz parte. Mas, com concorrência legal e competição justa.
Corporações que controlam algum tipo de bem vital e evitam que pessoas novas entrem na indústria para competir com elas. Significa que não há incentivo o bastante para criar produtos e serviços melhores para conseguir consumidores. A longo prazo, é muito prejudicial a todos.
Se criar um sistema que cresça e não permite que outros cresçam é canalhice.
- Compromisso com a inovação
- Aproveitar mutuo interesse próprio
- Excelência em produto
- Investimento contratar Mao de obra especializada
- Competição Justa que ajuda a se reinventar
. De confiantes a extremamente confiantes.
Ser babaca ajuda a enriquecer:
Desabroche não broche.
A indústria de suplementos e de produtos naturais ( são vendidos como panaceias, para a resolução do seu mal de uma vez por todas e prometem uma vida, eternamente saudável, e que nunca mais adoecerá ) são podres por não serem transparentes e sinceros com seus produtos, são simplesmente fontes de alimentação com seus macro e micronutrientes, e na divulgação de pesquisas que são realmente fidedignas com metodologia aceitável ( número de amostra, sem viés, duplo cego, ...) e com resultados não adulterados. Metade da culpa é do próprio consumidor ( que busca constantemente, não julgo, a eterna e mitológica fonte da juventude "saudável", mas a vaidade extremista, este sim, doente me parece ) que não pesquisa, não sabe pesquisar em fontes confiáveis para confrontar com critério e crítica usando bom senso e raciocínio lógico as informações disponíveis ou confia no vendedor ou pessoa próxima sem conhecimentos científicos significativos.
Mesmo assim, somos surpreendidos com novas informações que rebatem e contradizem tudo o que antes foi, exaustivamente, publicado, divulgado e compartilhado.
Já aconteceu antes e sempre acontecerá, principalmente pelas razões acima citadas.
Nada disso precisaria usar recursos dos impostos e tempo dos profissionais se esta gente com motivação das mais idiotas ( time perdeu ou ganhou, você não torce para o meu time e tem que apanhar, ...) e sob o efeito manada agissem de modo tão medieval e primitivo, tipo faroeste moderno.
Querem justificar, ou melhor, descontar em alguém, através destes conflitos suas frustrações, raivas pessoais, dores emocionais, decepções da vida de uma vida entediante e amarguras.
Pois, não são ações racionais de pessoas com educação moral, de controle emocional, com algum senso de comunidade, preocupação social e com mínimo de bom senso.
Humangolóides levianos, de más índoles e com transtorno de personalidades.
Resolvem na ignorância e violência. Deixem suas frustrações e insatisfações fluírem através de brigas. E o álcool etílico no cérebro de gente assim só exacerba tudo isso.
A salvação pertence àquele que crê no Criador e pratica o que é justo, por meio, direto ou indireto, do sacrifício e da graça de Jesus Cristo, revelados nas Escrituras ou testemunhados à consciência de todos.
📖 Atos 10:35
Confiamos que o dia de amanhã trará melhorias, assim como idealizamos os momentos felizes que já vivemos e frequentemente os chamamos de “tempos melhores” que não retornam. Mas, por que não direcionamos toda a nossa energia para o presente?
“Treine sua mente para não transformar e potencializar pequenas situações embaraçosas em grandes problemas.”
Estar na presença de pessoas verdadeiramente boas altera o peso da vida. A energia que emanam não muda apenas o ar: transforma também a relação entre nós e aquilo a que chamamos vida.
"Um casamento não dura até que a morte os separe; dura enquanto nenhum dos dois estiver morrendo por dentro."
Salmos 61:2
Desde o fim da terra clamarei a ti,
quando o meu coração estiver desmaiado;
leva-me para a rocha
que é mais alta do
que eu.
A angústia revela o tamanho da tempestade; a fé revela a grandeza do nosso Deus.
Se de ti falam somente na tua ausência, não é por acaso. A maledicência escolhe o instante em que tua voz não pode responder, porque a verdade sustém-se diante do confronto, ao passo que a mentira depende do teu silêncio. Mais censurável ainda é aquele que escuta apenas uma parte e, apressadamente, profere juízo, sem buscar a versão daquele que é alvo da difamação. Quem julga sem ouvir ambas as partes não manifesta a verdade acerca dos outros; apenas descobre a indigência do seu próprio carácter.
Quantas noites choradas, tantas lágrimas derramadas, são necessárias? Tantas decepções, quantas desilusões, são necessárias? A vida é subdividida em tribulações e comemorações.
Virgílio Batista Sales
"Em tempos de tempestade e de insanidade mental, qualquer trovão ecoando no ar já vira político. Que todo caminhoneiro saiba disso!"
A Saudade de Casa
Ó, saudades de casa... eu sei que não era bom,
Papai e mamãe brigavam, alterando o tom.
Eles bebiam, e o medo então nos consumia,
E os meus irmãos, correndo, a casa esvaziava e sofria.
Eu saía com minhas irmãs na noite fria e escura,
Vender paçoca na rua era a nossa labuta pura.
E quando a paçoca faltava e a fome nos vencia,
Eu tinha que pedir esmola, pois o estômago doía.
Ó, saudades de casa... eu sei que não era bom,
Mas de vez em quando mamãe cozinhava com dom.
Um almoço delicioso que a mesa enfeitava,
Mas papai nos ensinava e a violência cobrava.
Se eu errasse a lição, a pancada era o castigo,
E a saudade de casa vira o meu próprio inimigo.
Eu cuidava dos menores, eu os punha a dormir,
Enquanto na sala eu via papai e mamãe se destruir,
Se drogando no chão, perdidos na fumaça e no corte,
E eu na penumbra, tentando ser o escudo mais forte.
Ó, saudades da casa que a gente nem tinha,
Mudando de abrigo, perdendo a linha.
A cada escola nova, eu me sentia mais só,
Menos amigos restavam, a infância virava pó.
Mas eu lembro da tarde em que fomos ao parquinho brincar,
Passávamos as horas vendo o tempo voar.
Saudades, saudades, saudades eu sinto de lá,
Era ruim com eles, mas o choro não podia parar.
Não tínhamos tempo para a lágrima que o olho consome,
Era brincar, trabalhar, viver com pressa e com fome.
E a gente começava a correr, a se esconder e calar,
Porque o dono da nova casa não queria nos aceitar.
Aquele tanto de criança o homem não admitia,
Éramos seis irmãos na nossa humilde agonia.
Corremos, brincamos, brigamos, dormimos ao relento,
Apanhamos e sorrimos no meio do esquecimento.
Era ruim com papai e mamãe? Sim, era o horror...
Um inferno de medo, de vício e de dor.
Mas eles estavam certos no fim daquela estrada,
Sem ser eles do nosso lado, a vida virou o nada.
Seria pior, muito pior... e foi o que aconteceu,
O mundo foi mais cruel com o que o destino nos deu.
Ó, saudades, saudades, saudades do quarto fechado,
Onde o vício de papai e mamãe nos deixava assustado.
Eles bebiam e usavam drogas na sala ao lado,
E nós, os filhos, no quarto, num pacto sagrado.
Assistíamos a filmes até tarde pra distração,
Até que o grito da briga quebrava a ilusão.
O pavor nos travava, o peito explodindo em nó,
Papai saía batendo a porta e nos deixava na só.
Eu, menina e mulher, chorando na escuridão,
Limpava a casa depressa, arrumando o chão.
Mamãe ainda bebe e chora, num pranto sem fim,
Levava os meus irmãos pro quarto, longe de mim.
Eu ficava com ela, segurando a sua mão ferida,
Até que ela parasse de chorar e ficasse rendida.
Quando ela adormecia no chão ou no canapé,
Eu a deitava com zelo, mantendo a alma de pé.
Eu a cobria com a manta, colhia as latinhas do chão,
E segurava nos braços o meu menor irmão.
Aninhava o menino no peito até ele adormecer,
Colocava ele ao lado dela pra ninguém se perder.
E caminhando em silêncio, na ponta dos pés no corredor,
Eu verificava se os outros já dormiam sem dor.
Ó, saudades de casa... no fim dessas noites de guerra,
Quando todos adormeciam e a paz tocava a terra...
Eu ia para a janela sozinha, o pranto a estancar,
E olhava a lua no céu, o único colo a me consolar.
— Samantha Mendes ✍🏼🖤
Eu que sustento meu próprio mundo, mas sonho com alguém que me note nos pequenos detalhes. Agradar uma pessoa que só pensa no “preço” é mais fácil, admito, porém, agradar uma mulher que enxerga o “valor” de tudo, é uma tarefa difícil.
A doce - talvez contraditória para quem não me conhece - história de ser eu:
Não preciso de alguém que pague a minha conta — mas de alguém que dedique todo seu tempo naquele momento, e esqueça o resto do mundo.
Não preciso de alguém que resolva a minha vida — mas uma pessoa que pergunte: “como foi seu dia?”.
Não preciso de alguém que me dê jóias, roupas de grife, perfumes caros - quero alguém que me dê flores ou 1 um simples bilhete em dias comuns.
Não quero alguém que me dê ordens — mas quero que me diga: “senta aqui, deixa que eu resolvo”.
Não preciso de alguém que faça declarações públicas e exageradas - mas que segure a minha mão quando caminharmos juntos.
Não preciso de alguém me dê um carro - mas alguém que faça questão de me buscar em casa e seja cavalheiro abrindo a porta do carro.
Não preciso de alguém o tempo todo - só preciso de alguém com quem eu possa contar quando precisar.
Porque ser independente, forte e segura, não anula o meu desejo de ser notada, cuidada e ouvida. E ser assim não é fraqueza — é escolha.
Não é sobre o valor do presente ou sobre deixar de ser quem me tornei. Mas sobre ser a moda antiga, valorizar o que não tem valor, o gesto que não se compra: um elogio sem pedir, a transparência que traz confiança, um café na cama, um abraço sem motivo, um “tô aqui” no silêncio.
Não quero um dono, concorrente ou adversário.
Quero alguém que entenda que minha força não é uma muralha, é um convite — para quem tem coragem de entrar e permanecer.
(Texto: @amandagerbasi)
O propiciatório não pôde ser tocado. O sagrado da Aliança é a fronteira invisível onde a culpa humana sangra o seu próprio silêncio para que a razão possa, enfim, fazer as pazes com o mistério do perdão.
Reno Fioraso
A soberania Divina liberta! O êxodo cruza desertos a caminho da promessa. A fé move os pés para longe do antigo eu, deixando para trás os grilhões invisíveis de uma pátria que já não nos pertence.
Reno Fioraso
A densidade do medo não é um convite ao afogamento, mas o enigma absoluto da travessia que abriu o mar: para alcançar a outra margem pela fé, é preciso primeiro caminhar firme sobre o peso daquilo que já morreu em nós.
Reno Fioraso
Pintura deslumbrante, ao vivo e sem moldura, em uma exposição emocionante do Artista Divino entre cores e texturas, onde cada detalhe é expressivo e formam uma linda estrutura.
Onde a Palavra esteve em comunhão entre a terra e o céu, as raízes das oliveiras guardam os segredos do Filho do Homem: liberdade e acolhimento.
Reno Fioraso
