Pensamentos Mais Recentes

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"Tendo em vista os fatos conhecidos, o baterista (rejeitado) dos Beatles deveria se chamar Pete Worst e não Pete Best! Tendo em vista os fatos conhecidos, repito!"

“O tempo é um espelho sujo.
Mas quem tem coragem de se olhar nele, enxerga a alma.”  
- Kaique Nascimento

⁠A leitura revela quem somos e, em cada página, transforma nossa alma.

Incentivar a ler não é apenas ajudar o indivíduo a evoluir, mas deixar um legado beneficiente à sociedade. ⁠

A vida não é sobre o que você lê, e sim como você reage ao que lê. ⁠

Inserida por sjanuario10

" A TERIA DA ALMA COMO UM CIRCUITO " 


Viajaremos juntos( +- 90% da velocidade da luz), nessa ilusão teórica e patética!


1. O "Diodo Ontológico" da Angústia
(Um diodo é um componente que permite que a corrente flua em apenas uma direção).


-A Análise: Dizer que a existência é um diodo significa que estamos presos em uma via de mão única. A "angústia" (a voltagem pesada da vida) entra com facilidade no nosso sistema, mas a "esperança" não consegue retornar para equilibrar a carga.


-O Resultado: Somos um sistema polarizado onde a dor é o fluxo direto, e a felicidade é bloqueada pela barreira de potencial do próprio ser.


2. "Capacitores de Tédio"
(O capacitor armazena energia. Mas aqui,  sugerimos que o que acumulamos não é potência, mas o Tédio (o Ennui dos existencialistas)).


-A Análise: O tédio é aquela energia estática que fica parada quando não há "carga" ou objetivo. Somos garrafas de Leyden cheias de vazio. Quando tentamos descarregar esse tédio, muitas vezes causamos um choque em quem está por perto.


3. A "Indutância de uma Alma"


(A indutância é a propriedade de um condutor de se opor a mudanças na corrente elétrica).


-A Análise: Isso explica perfeitamente o apego! Nossa alma tem uma "inércia elétrica". Quando a vida tenta mudar o fluxo (o fim de um relacionamento ou uma mudança de emprego), nossa alma cria um campo magnético contrário para resistir. O sofrimento é essa oposição ao fluxo natural do tempo.


4. O "Curto-Circuito" pela "Iluminação Trifásica"


Aqui está o ápice da "viagem":


A Iluminação Trifásica: No mundo real, sistemas trifásicos são usados para potências muito altas. Na filosofia, seria a busca pela verdade absoluta, o êxtase total, ou o que Clóvis de Barros chama de "felicidade plena".


-O Curto-Circuito: Aqui nossa fiação interna (nossa psique) é limitada, monofásica. Quando tentamos captar a "grande verdade" do universo (a quintessência), nossa isolação derrete. Nós nos "queimamos" tentando ser mais do que um simples circuito humano.⁠


(Será que conseguimos aqui, nessa singela maluquice, condensar o pessimismo de Schopenhauer com a precisão de um manual de eletrotécnica? ⚡😵).

Se tirar "deus" e as religiões sobra o que do ateísmo? Ainda sim sobra uma cosmovisão materialista e humanista, mas se tirar "deus" do teísmo sobra o que?

Mataram o cavalheirismo acusando-o de machismo. Agora reclamam que os homens não abrem a porta, não pagam a conta e homens que não se comprometem. Igualdade tem custo. Aproveitem o 50/50 e a ausência de proteção. Foi escolha, não surpresa.

Pessoas governadas por traumas, abortam propósitos.

1647
"Depois da IA (Inteligencia Artificial), já não consigo distinguir se são reais ou não muitas fotos e vídeos que tenho visto na Internet. E eu uso IA em alguns dos Meus Trabalhos... Imaginem os ainda mais leigos!"

1646
"Comida com gluten, sucos sem frutas, praias e cidades com taxa de turismo, fotos e vídeos feitos com IA. Nos dias de hoje, só perguntando antes, pois 1) nunca sabemos, 2) é difícil saber ou identificar e 3) quando descobrimos, já fomos enganados e/ou onerados!"

1645
"Se a IA (Inteligencia Artificial) vai tirar empregos? Se vai matar a Criatividade? Se vai substituir Humanos pra Sempre? Não sei. O que posso dizer é que hoje ninguém mais sente falta das carroças puxadas a burros nem das máquinas de escrever!"

1644
Apesar de produtos lamentáveis (admito) há também imagens e vídeos excelentes, gerados por IA. Então, vão se acostumando ou apenas aceitando!"

Sim, eu me considero importante pra mim. Mais do que você jamais supôs.

1643
"Podem até ir pra rua protestar... De nada vai adiantar. A IA (Inteligencia Artificial) chegou pra ficar, aposto parte das Minhas Lagostas."

Quem diz não ter lado político, normalmente inclina pra esquerda.

A vida não passa sem grandes esquecimentos. ⁠

Liderança não é espertice, é cruz e disciplina. ⁠

O homem pode desistir de tudo, mas não do seu ego. ⁠

A alma sacia a fome com afeto.

"A existência é um diodo ontológico que permite o fluxo da angústia, mas impede o retorno do elétron da esperança. Somos capacitores de tédio, armazenando a indutância de uma alma que se curto-circuita na busca pela quintessência da iluminação trifásica."

Muitas vezes enfrentaremos o vale da sombra da morte sozinhos, sem esperança de que alguém próximo apareça com uma palavra de conforto. Nesses momentos, quando o silêncio pesa e a dor parece maior do que nossas forças, aprendemos que não estamos verdadeiramente sós. Ainda que faltem vozes humanas, permanece a presença fiel da Trindade Santa, que sustenta, consola e guia. É nesse vale que a fé amadurece, e a alma descobre que Deus é companhia constante, mesmo quando tudo ao redor parece ausência.

Homens, não sabeis compreender os próprios homens, e ousais tentar explicar os Deuses?

A rebeldia dos rappers/mc's de esquerda segue firme, desde que não atrapalhe a narrativa oficial dos comunistas.

Os Contos Morféticos de Sir Mário Honorário:


I. O Enigma de Lan House: A Queda do Chup's:


Nas penumbras dos monitores de tubo, entre o estalar de teclados e o cheiro de eletrônicos aquecidos, ecoava um nome que era quase um mito: o Chup's. Por muito tempo, Sir Mário Honorário, em sua postura de observador silencioso, ouvia o apelido flutuar pelo ar como uma piada interna da qual ele não possuía a chave. Até o dia da revelação. Um jovem, tomado por uma súbita indignação, levantou-se das cadeirinhas e bradou aos quatro ventos: "Que Chup's o quê, cara? Da onde vocês tiraram que eu sou o Chup's?".


Mal sabia ele que, ao contestar a alcunha, assinava sua própria sentença social. O apelido não era apenas uma galhofa; escondia hábitos peculiares nos sanitários do estabelecimento e uma índole duvidosa. O destino do Chup's foi selado quando a mão leve atingiu a própria casa do dono da Lan House. Entre a má fama e o temor de uma "soca" coletiva que pairava no ar, o Chup's desapareceu no éter, deixando para trás apenas o eco de suas insistências e a risada contida de Sir Mário.


II. O Estúdio de Rock e a Teoria Científica de Schei:


O cenário mudou para as portas de um estúdio de ensaio, onde o som das guitarras distorcidas compunha o pano de fundo para a figura de Schei. Com seu jeito de criança eterna e um raciocínio que parecia saltar de uma dimensão paralela, Schei era um desafio à lógica. Sir Mário, envolto em seu inseparável sobretudo preto longo, assistia à cena: Schei, diante da proprietária do estúdio e de sua respeitável progenitora, resolveu compartilhar um "conhecimento científico" adquirido na TV.


Em plenos pulmões e sem qualquer filtro, ela discorreu sobre as preferências anatômicas das mulheres e como ao ver do especialista que ela ouviu, não teria razão, em dizer que isso influenciaria em suas personalidades propensas à lesbianismo, citando a "rosca" de forma estridente assim;


-Acho que nada tem a ver a mulher se tornar lesbo se desse a rosca!


Enquanto a mãe e a filha faziam o "voto de silêncio" dos constrangidos, olhando para o vazio e fingindo surdez absoluta, Sir Mário permanecia ali, como uma estátua gótica, testemunhando a confissão mais pública e desnecessária da história daquele bairro.


Rindo discretamente.


III. O Muro, a Mata e a Fritura do Italiano:


Nos limites onde a urbanidade encontrava a mata rasa, junto aos muros pichados das malocas, desenrolava-se o drama final. Ali, a Carlota, sempre em um estado de espírito elevado por substâncias duvidosas, tentava tecer diálogos com o Italiano. Este, um homem cuja paciência era mais curta que o pavio de uma dinamite, assistia à "fritura" mental da moça com um desprezo quase palpável.


"Que que era, Carlota? Tá chapada?!", ele disparava, enquanto chispas de ódio pareciam saltar de seus olhos. Carlota, magricela e desconexa, soltava pérolas de nonsense que faziam o Italiano apenas balbuciar: "Pior... pior...", concordando por puro cansaço existencial. Para aquela fauna de doidões, Sir Mário Honorário, imóvel em seu sobretudo sob o sol ou sob a lua, era o verdadeiro louco. Mal sabiam eles que ele era apenas o cronista de um mundo que já tinha perdido o juízo há muito tempo.