Pensamentos Mais Recentes

💕✨️"...e assim a vida vai...entre chegadas e partidas...fluindo lentamente...no vento do tempo...que não volta mais."✨️💕

A cruz foi pública; a sua fé, portanto, não pode ser um segredo.

O pior pecado não é o que se vê no outro, mas o que se oculta em si mesmo.

Olhe para dentro e veja sua miséria; olhe para Cristo e encontre redenção. Se você não se vê como o principal dos pecadores, ainda não entendeu a profundidade da sua corrupção.

O Altar do Cordeiro não divide espaço com os banquetes profanos. Ou a Igreja se veste de linho puro para as Bodas, ou se perde nos adornos efêmeros deste mundo caído.

"Faça chuva ou faça sol, 


em todos os detalhes da natureza


 pouso meu olhar e agradeço


Cada passo , cada oração


cada choro , cada grito


Louvar ao senhor é meu compromisso


 Busco n'Ele orientação e saber 


 estou sempre a serviço 


Me alegro em ser submisso






Suba até vos o meu clamor , ó Senhor


Na alegria ou na dor


 A tua resposta chega com vigor 


Abrandas o estertor






No silêncio da noite 


no trovão ou na tempestade 


haverá nos meus lábios sempre o louvor 


para o meu Deus que é Vida, Luz e Verdade 


editelima/2026
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Na história de Ana e Isabel, o que parecia esterilidade e vergonha era, sob a perspectiva divina, o preparo para um tempo específico.

Nós temos algo muito
antes do Reggae nascer,
desde a época que
o Ska e o Rocksteady
começaram a se envolver.


Não dá para explicar
o que só se consegue
seguir como o curso
do Rio Minho rumo
ao Mar do Caribe a fluir.


Mesmo sem ver,
um no outro fincou
raízes de Mahoe Azul,
de um jeito que nenhuma
ciência até hoje explicou,
e tudo nos enveredou.


Sem nenhuma dúvida,
que digam que é loucura!
Do amor e da paixão tem
ganho tamanho e altura,
com o desejo de perdura.

A gente ferve o leite para bebê-lo, não para se preocupar com ele derramado no fogão.

A Onça Parda Campeira

Na fazenda, acho que o único que trabalhava era eu. A propriedade pertencia ao cunhado do meu cunhado, e fiquei com a incumbência de cuidar dos porcos. Coisa simples: dar comida, tratar os que tinham alguma ferida, passar remédio nos recém-castrados, separar os leitões maiores dos menores, ajudar as porcas a parirem e mais uma infinidade de tarefas. Nessas lidas ia a manhã inteira.

O local onde ficavam os porcos distava uns três quilômetros da sede da fazenda. Logo no segundo dia, fui presenteado com uma égua enorme, branca e muito arisca. Mas, como diz o ditado, cavalo dado não se olha os dentes. Agradeci o presente e comecei a colecionar os tombos que ela me proporcionava.

Com o passar do tempo, ficamos parceiros.

Todas as manhãs eu ia até o pasto onde ela ficava, passava uma corda em seu pescoço e procurava algum lugar mais alto para conseguir montá-la. Voltávamos então para onde ficavam os arreios. Primeiro eu a escovava enquanto ela mastigava algumas espigas de milho. Escovar o animal e alimentá-lo faz parte do relacionamento entre cavalo e cavaleiro. Depois eu a arreava, montava usando os estribos e seguíamos viagem.

Eu tinha também outro amigo de quatro patas: um cachorro chamado Dourado, meu companheiro inseparável de aventuras.

No caminho até os chiqueiros havia alguns moradores antigos da fazenda que já nos conheciam. Tinha um tamanduá-bandeira já velhinho, mas que ainda insistia em nos ameaçar. Ficava em pé e abria as garras numa pose de combate impressionante. O Dourado adorava provocá-lo.

Mais adiante vinham as emas com seus filhotes. Já estavam acostumadas com nossa passagem diária, mas nunca deixavam de defender suas crias.

Nossos dias eram cheios de aventuras. Vez ou outra o Dourado encontrava algum outro bicho e lá ia ele infernizar o coitado, principalmente se fosse um tatu, sua maior diversão. Não queria machucá-lo; só brincar. Ficava fuçando o buraco até o tatu desaparecer lá no fundo.

Certa manhã, por volta das oito horas, quando chegamos ao criadouro dos porcos, avistei um animal amarelado próximo aos chiqueiros.

Na noite anterior, durante o jantar iluminado por lampiões e embalado por muita conversa — a maior parte delas mentira — o irmão do meu cunhado comentou que tinha ouvido falar de uma onça-parda que andava pelos lados da taboca, lugar onde ficavam os porcos. Segundo ele, a danada estava de olho em algum leitão.

Pronto.

Na minha cabeça, aquele bicho amarelado só podia ser a famosa onça comedora de porcos.

Virei a égua na mesma hora e fizemos o caminho de volta em metade do tempo habitual.

Cheguei à sede esbaforido:

— A onça está lá no chiqueiro!

Contei que era amarela, enorme e do tamanho de um bezerro.

A reação foi imediata. Pegaram o jeep, colocaram os cachorros caçadores — conhecidos como americanos — na carroceria, apanharam a espingarda cartucheira e partiram para a caçada. O Dourado foi junto, afinal era testemunha ocular do ocorrido.

No dia anterior, uma porca que estava parindo havia me mordido e arrancado um bom pedaço do cano da minha bota. Por isso, naquela manhã eu estava usando chinelos. Achei até melhor, porque não precisaria me aproximar muito da fera.

Ao chegarmos à taboca, meu cunhado e os cachorros, exceto o Dourado, entraram no meio dos bambuzais.

E então começou o espetáculo.

Latidos.

Gritos.

Correria.

Um tiro.

Depois... silêncio.

Alguns instantes mais tarde veio o chamado:

— Pode vir! A onça está morta!

Considerando que eu estava de chinelos e morrendo de medo, avancei devagar, muito devagar.

Foi quando ouvi um grito:

— A onça está viva! Corre!

Ao mesmo tempo, escutei um barulho infernal de bambus quebrando, como se o animal estivesse vindo direto na minha direção.

Eu simplesmente voei.

Perdi os chinelos.

Corri como nunca tinha corrido na vida.

Cheguei em segundo lugar.

O Dourado chegou em primeiro.

Minutos depois apareceu meu cunhado, rindo tanto que mal conseguia falar. Acho que até os cachorros americanos estavam rindo.

Finalmente ele conseguiu explicar:

— Sua onça era um veadinho-campeiro!

O bicho era extremamente comum naquela região do Mato Grosso. Eu mesmo já tinha visto dezenas deles por ali. Mas naquela manhã, por algum motivo, ele havia se transformado numa onça-parda enorme, do tamanho de um bezerro.

No jantar daquela noite ninguém falou de outra coisa.

A famosa onça-parda campeira virou assunto obrigatório da mesa.

E nós rimos muito.

O Sapo-Boi da Geladeira

A fazenda era cinematográfica. Enorme. Tinha cerca de 15 mil alqueires, grande parte deles preservados. O proprietário era o senhor José Cândido Teixeira, cunhado do meu cunhado e primeiro prefeito de Santa Mariana. Ele não morava na fazenda, mas estava sempre por lá.

A casa-sede era dividida em três corpos. Em um deles ficavam a cozinha e a despensa. Em outro, totalmente aberto e bem ventilado, havia um salão enorme com uma grande mesa onde fazíamos as refeições. Era também o lugar de jogar conversa fora, contar causos e passar o tempo.

Na terceira parte ficavam os dormitórios: duas suítes e mais dois quartos.

Nesse salão, apesar de não haver energia elétrica na fazenda, existia uma geladeira movida a querosene. Como funcionava, eu não sei explicar. Só sei que funcionava muito bem.

Debaixo dela morava um tremendo de um Sapo-Boi — assim mesmo, com letras maiúsculas, em homenagem ao tamanho do bicho.

Ele só saía durante a noite. Imagino que fosse procurar comida e cuidar dos seus afazeres de sapo. Mantínhamos uma relação baseada em respeito mútuo e distância regulamentar.

Numa tarde de calor escaldante, eu estava sem camisa, parado no salão, olhando distraidamente para o lado de fora da casa. De repente, senti algo gelado e úmido grudando nas minhas costas.

No mesmo instante ouvi a voz do meu cunhado:

— Adivinha quem está nas suas costas?

Meu Deus... o Sapo!

Disparei numa correria desesperada. Corri tanto que levei o infeliz grudado em mim por um bom pedaço do caminho.

Passados alguns dias, lá estava ele novamente, vivendo sua rotina normal, acomodado sob a geladeira, em sua confortável casa refrigerada.

Quanto a mim, nunca mais fiquei parado perto daquele lugar sem antes conferir quem estava atrás de mim.

O Tatu Comedor de Defuntos

Eu tinha uns doze anos quando fui morar com minha irmã e meu cunhado em uma fazenda no Mato Grosso do Sul.

Era uma fazenda enorme de criação de gado. Tinha uma sede bonita, daquelas que impressionam qualquer menino do interior, mas não havia energia elétrica. Quando a noite chegava, a escuridão tomava conta de tudo.

Meu cunhado vivia aprontando comigo. Como sabia que eu tinha medo de fantasmas, inventava uma história diferente a cada noite.

Na fazenda havia um cemitério muito antigo. Segundo ele, era da época da Guerra do Paraguai. Sempre que passávamos por perto, surgia uma nova história de assombração.

Apesar disso, eu preferia ficar perto dele do que da minha irmã. Onde ele estava, eu estava por perto.

Numa noite, resolveu sair para caçar nas proximidades do velho cemitério. Antes de sairmos, contou mais uma de suas histórias.

Disse que naquele cemitério vivia um tatu gigante que havia comido todos os defuntos enterrados ali. Depois de se acostumar com carne humana, passou a procurar gente viva.

— Deu moleza, o tatuzão traça mesmo! — garantiu ele.

Mesmo assustado, escolhi acompanhá-lo. Entre ficar sozinho na sede e sair para caçar, achei que a segunda opção era menos perigosa.

No caminho passamos perto do cemitério. Era possível ver os túmulos no escuro. Dali até o local da caça, rezei todas as orações que conhecia e inventei mais algumas. Proteção nunca é demais.

Chegamos a uma árvore onde ele havia construído um girau, uma espécie de plataforma entre os galhos. Subimos e ficamos esperando algum bicho aparecer.

As horas foram passando. Encostei-me num galho e acabei pegando no sono.

Foi então que aconteceu.

Comecei a ouvir uma voz estranha me chamando. Como ainda estava meio dormindo, parecia vir de muito longe.

Era uma voz chorosa, vindo da direção do cemitério.

Assustado e confuso, procurei meu cunhado ao meu lado.

Nada.

Ele havia desaparecido.

A voz chamou meu nome outra vez. Dessa vez veio acompanhada de grunhidos estranhos, parecidos com os de um animal.

Na mesma hora tive certeza:

Era o tatu comedor de gente.

Como desci daquela árvore eu não sei explicar. Só sei que, em questão de segundos, eu estava dentro do jipe. O veículo havia ficado estacionado bem distante por causa do cheiro da gasolina, que poderia espantar a caça.

Até hoje desconfio que naquela noite eu voei.

Mas o pior ainda estava por vir.

De repente ouvi novamente o grito.

Agora bem ao meu lado.

Quase morri de susto.

Era meu cunhado.

Ele ria tanto que mal conseguia falar.

Na volta para a sede da fazenda, ainda havia várias porteiras de arame pelo caminho. Em cada uma delas eu precisava descer para abrir e fechar a passagem.

E toda vez acontecia a mesma coisa.

Ele me deixava para trás no escuro e saía gritando:

— Corre, que o tatu está vindo!

Eu nunca vi o tal tatu.

Mas tenho certeza de que naquela noite ele correu atrás de mim mais do que qualquer bicho daquela fazenda.

Em 1953, próximo à minha casa, montaram um acampamento de uma empresa que estava asfaltando a rodovia. Havia várias casas. Umas mais simples e outras um pouco melhores, destinadas aos engenheiros, eu acho.

Como qualquer moleque da minha idade, uns seis ou sete anos, eu me maravilhava com aquele vai e vem de máquinas fazendo estrada e jogando aquela mistura de pedras que depois era coberta com piche, deixando no ar aquele cheiro de óleo diesel. O dia era curto.

Uma noite acordei com minha mãe me chamando. Estava pegando fogo em uma das casas do acampamento. Como era uma construção bem simples, com cobertura de sapé, queimou muito rápido.

Na manhã seguinte encontrei várias garrafas derretidas, parecendo figuras de bichos. Guardei algumas como relíquias. Eu tinha um esconderijo, uma espécie de caverna, que ficava debaixo do assoalho da nossa casa. Ali ficavam meus tesouros: estilingue, pião, faquinhas feitas de serra, bolinhas de gude, um canivete corneta — coisa rara —, algumas pedras coloridas e, agora, os vidros com aspecto de bichos.

Eu dividia o tempo em duas partes: de manhã ficava vendo as máquinas trabalharem e, à tarde, fuçando pelo acampamento, subindo e descendo nas máquinas quebradas, imaginando-me operando aqueles monstros.

Vez ou outra eu dava uma inspecionada nas casas dos engenheiros. Numa dessas fuçadas, achei uma casa com a janela da cozinha aberta e, como não podia deixar de ser, olhei para dentro. Sobre a mesa havia uma lata de abacaxi. Uma coisa inimaginável para o poder aquisitivo da nossa família.

Afastei-me rapidamente dali, mas algo me puxava de volta. Entre idas e vindas, numa das voltas pulei a janela e levei a lata de abacaxi, que, por um dia, passou a fazer parte do meu tesouro.

No dia seguinte, aquela máxima de que o criminoso sempre volta ao local do crime entrou em ação, e lá estava eu observando o movimento. Tudo calmo. Nada de anormal. A janela continuava aberta e, no lugar da ex-lata, havia um vasinho com flores.

Esperei mais um dia para dar fim àquela tentação. Tive que dividir uma boa parte com as formigas, mas faz parte. Dei cabo da lata e voltei a ver as máquinas que comiam e vomitavam terra.

Confessei-me alguns anos depois. Fiz um combo de pecados e entreguei tudo nas mãos do padre. Aquelas mesmas mãos que um dia eu havia beijado com a boca cheia de manga.

Claro que esse pecado não foi o maior. Mas ele só perdia para os das figurinhas.

O único trecho em que eu pensaria em mexer mais é o final. A frase "Mas ele só perdia para os das figurinhas" é boa, mas quem não leu suas outras histórias talvez não entenda a referência. Por outro lado, justamente por ser uma referência interna ao seu universo de memórias, ela tem muito charme. Eu provavelmente a manteria exatamente assim.

O que peço a Deus hoje e sempre

Que Deus me proteja, e aos meus, das más línguas, dos maus olhos e de todo mal que tentam me fazer. Que eu, pela minha fé n’Ele e pela certeza de que não faço mal a ninguém, continue aqui, de pé, como sempre estive. Porque quem me subestima não conhece a força da minha fé, nem o poder daquele que me guarda. E que todo mal que me desejarem não encontre caminho até mim, mas retorne para onde nasceu.
Que Deus siga à minha frente, cuidando dos meus caminhos, fortalecendo meu coração e me livrando de tudo aquilo que não vem para o meu bem. Assim seja.

Josy Maria 15/08/2026

Até quem provou da luz pode traí-la nas sombras. Judas entregou a intimidade do mestre aos seus inimigos e vendeu a luz que o amou. Ama, sim, mas com a prudência de quem sabe que até o mais próximo pode escolher a traição.

A igreja de Cristo não precisa de entretenimento, nem de novidades teológicas, tampouco de pregadores famosos, mas de vozes fiéis às Escrituras que preguem a santidade, o arrependimento genuíno e a perseverança na fé — verdades antigas e essenciais para a nossa caminhada com Cristo.

Rio que desce manso e tranquilo

Pouca força na correnteza

Folhas que seguem na leveza,

algumas param prá descansar

Se escondem no musgo entre as pedras

Tem tempo,tem silêncio ,

tem pacência

Folha que descansa

caminha quando a água chama



Água não briga com a pedra

Ela chega , contorna

Insiste com carinho

até abrir caminho



Água que acolhe ,pedra que protege

Folha quue confia

Como na vida deve ser

vai quem quer

Fica quem precisa

Com respeito, sem forçar

sem prender

edite lima /2026

Onde faltam a suavidade do jugo e a leveza do fardo, e onde o coração permanece em desassossego, ali a graça de Cristo ainda não frutificou plenamente.

Chamado não é promoção espiritual; é a morte do ego. Não levanta homens em palcos, leva-os ao altar do sacrifício. Quem busca status ainda não entendeu o peso da cruz.

'Não existe azar. Existe experiências repetitivas que querem nos dizer alguma coisa.' (R.S)

O tempo está passando rápido demais.
A terra gira silenciosamente.
O tempo não espera por ninguém; ele passa no mesmo ritmo para quem está sofrendo pela distância e para quem está distraído com o dia a dia. Enquanto uns sentem cada segundo dessa ausência, outros parecem seguir em frente sem notar o peso dos anos que se vão.

O falso conservador chama de “ideologia” tudo aquilo que é genuinamente conservador, enquanto concede à esquerda o direito de ter convicções. No fim, sua política reduz-se a uma falsa neutralidade e, em nome dela, vai silenciando tudo aquilo que poderia dar à direita uma consciência e um princípio.

Quando o cidadão engana o Estado, isso é considerado crime. Quando o Estado engana o cidadão, isso é chamado de política. Eis a curiosa moral dos poderes constituídos: o que é delito quando praticado pelo indivíduo torna-se virtude estratégica quando praticado por quem detém o poder.

Palavras
Palavras... simples palavras,
simplesmente palavras.
Palavras pronunciadas,
pelo vento levadas.
Palavras evitadas, atalhadas, atenuadas...
almas não magoadas.
Palavras silenciadas,
perdidas na chuva,
gastadas, desgastadas,
engasgadas, apertadas...
no fundo do peito guardadas.
Palavras gritadas,
palavras caladas, ponderadas, acertadas,
palavras pelos olhos faladas...
Palavras esquecidas
nas esquinas da vida...
no ir e vir de nós dois...
Palavras...
tudo o que queremos ouvir...
No silêncio das linhas, moram palavras não ditas,
guardadas nas sombras do que ficou por dizer.
São sonhos que escapam entre devaneios, melodias esquecidas,
versos que aparecem na brisa do amanhecer.
Palavras não usadas, pétalas ao vento,
poemas secretos em guardados lamentos.
Em cada pausa, um mundo invisível a se revelar,
no eco do silêncio, elas vêm sussurrar.
Palavras, eternamente feitas pra se usar...

Antes da popularização da internet, predominava a hipótese de que a escassez de informação seria o principal vetor da ignorância social. Contudo, a contemporaneidade demonstrou a insuficiência dessa premissa: as informações estão disponíveis, mas as pessoas parecem estar mais ignorantes do que antes.