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Amor, por que vais embora?
Amor, por que vais embora?
Me pergunto todo dia, toda hora…
Se algo fez meu coração bater incansavelmente,
por que a dor da partida agora, tão presente?
Tenho pra mim que o amor é o motivo de vivermos,
mas de que vale a opinião de alguém que sofre?
Se não mantive o amor que eu quis,
minha verdade ainda é nobre?
Não me olhe com pesar, eu sei quem sou,
sou culpado pelo amor que se afastou.
Responsável pela dor que hoje carrego,
e pela dor que causei — disso não nego.
À mulher que meu peito ainda chora,
não a cativei como devia outrora.
Errei quando o certo era ficar,
falhei onde só precisava amar.
Pobre eu? Não… humano por errar,
mas consciente do que fiz desabar.
Responsável por ver o derradeiro amor partir,
sem forças, sem tempo de impedir.
Ela seguiu… encontrou outro amor,
e às seis da tarde eu rezo, com dor.
Que ele a faça feliz como eu não fui capaz,
que ele acerte onde eu errei demais.
Porque o amor tem dessas — ensina ao ferir,
e mesmo em lágrimas, me faz pedir:
que o homem que ela escolheu para amar,
nunca repita o que eu fiz ao falhar.
Raphael Bragagnolle
As vezes me pego pensando em nós, em todas as coisas que já vivemos. Foram tantas! Sei que faz pouco tempo que te conheço mas, cultivamos tantas coisas, passamos e criamos momentos que pra sempre, enquanto nossa memória não falhar, vamos lembrar e guardar com carinho.
Toda vez que penso em você parece que nada é capaz de saciar meu desejo. Não importa quantas horas do meu dia eu te dedique, não fico satisfeita pois tenho a paixão que me move e me leva ate você e me faz te querer a todo momento.
A PUREZA DOUTRINÁRIA E O DRAMA SILENCIOSO DO SINCRETISMO PSÍQUICO.
Há um fenômeno recorrente na história das ideias espirituais que se repete com inquietante regularidade. Sempre que uma doutrina nasce sob o signo da lucidez e da elevação moral, cedo ou tarde surgem consciências que, incapazes de assimilar-lhe a disciplina interior, procuram adaptá-la às suas próprias inclinações. Não se trata apenas de ignorância. Trata-se de um movimento psicológico mais profundo, quase imperceptível, no qual o indivíduo tenta domesticar a verdade para não precisar transformar-se por ela.
No campo do Espiritismo, esse fenômeno assume contornos particularmente delicados. A Doutrina, erigida sobre a tríade ciência, filosofia e moral, exige do adepto uma postura de rigor intelectual e depuração ética. Contudo, muitos espíritos encarnados, ainda vinculados a estruturas arcaicas de pensamento mágico, sentem-se desconfortáveis diante da ausência de rituais, símbolos e intermediações materiais. Surge então o impulso de preencher esse vazio com práticas exteriores, como se a verdade necessitasse de adornos para ser vivida.
Do ponto de vista psicológico, tal comportamento revela uma dependência simbólica. O indivíduo, ao invés de desenvolver a fé raciocinada, ancora-se em objetos, gestos e fórmulas, buscando segurança no visível para evitar o enfrentamento do invisível interior. O ritual, nesse contexto, não é apenas um erro doutrinário. Ele é uma defesa psíquica. Um mecanismo pelo qual a consciência adia o confronto com suas próprias imperfeições.
Sob a ótica filosófica, esse desvio representa uma regressão epistemológica. O Espiritismo propõe uma superação do pensamento mítico em direção à compreensão racional do fenômeno espiritual. Quando se introduzem práticas como cristaloterapia, cromoterapia, apometria ou quaisquer formas de misticismo não fundamentadas na Codificação, ocorre uma ruptura metodológica. Abandona-se o critério da universalidade dos ensinos dos Espíritos e adentra-se o campo da subjetividade arbitrária, onde cada crença passa a reivindicar legitimidade sem exame.
Essa fragmentação do pensamento conduz inevitavelmente à confusão. E a confusão, no campo mediúnico, é terreno fértil para a mistificação. Conforme advertido em estudos clássicos da mediunidade, os Espíritos inferiores não se impõem pela força, mas pela sedução. Eles exploram vaidades, alimentam fantasias e oferecem soluções fáceis para problemas complexos. Onde há desejo de maravilha, há sempre o risco de ilusão.
É nesse ponto que o problema deixa de ser apenas doutrinário e se torna moral. A introdução de práticas estranhas frequentemente não nasce de má-fé deliberada, mas de uma combinação de vaidade, imprudência e falta de estudo sistemático. O médium que se acredita portador de métodos inovadores, o dirigente que busca atrair público por meio de novidades, o orador que transforma a tribuna em palco, todos, ainda que inconscientemente, deslocam o eixo da Doutrina do Cristo para o culto do eu.
Há também um aspecto sociológico digno de nota. Em uma sociedade marcada pelo imediatismo e pela busca de resultados rápidos, práticas que prometem curas instantâneas ou soluções simplificadas tornam-se sedutoras. A apometria, por exemplo, ao propor intervenções rápidas nos processos obsessivos, contrasta com a proposta espírita clássica, que enfatiza a reforma íntima como condição indispensável para a libertação espiritual. A primeira agrada ao desejo de alívio imediato. A segunda exige disciplina, renúncia e tempo.
Essa tensão entre facilidade e profundidade revela uma escolha existencial. O Espiritismo não é uma via de efeitos espetaculares. É uma escola de transformação gradual. Quando se substitui esse processo por técnicas exteriores, perde-se o essencial. Porque a obsessão não é apenas um fenômeno de influência espiritual. Ela é, sobretudo, um estado de afinidade moral. E afinidades não se rompem por imposição energética, mas por elevação de consciência.
A crítica às práticas estranhas, portanto, não deve ser compreendida como intolerância, mas como zelo epistemológico e ético. Respeitar outras crenças é um dever. Preservar a integridade de uma doutrina também o é. Confundir esses dois princípios é abrir espaço para a diluição do pensamento e, consequentemente, para a perda de identidade.
Historicamente, o Cristianismo primitivo oferece um exemplo eloquente. Nasceu simples, despojado, centrado na vivência moral do ensinamento. Com o tempo, foi sendo revestido por estruturas, rituais e dogmas que, embora tenham atendido a necessidades culturais, afastaram-no de sua pureza original. O Espiritismo, ao surgir, propôs justamente um retorno à essência. Repetir o mesmo processo de adulteração seria não apenas um equívoco, mas uma recidiva histórica.
No plano íntimo, cada espírita é chamado a um exame rigoroso. Não basta identificar o erro externo. É necessário investigar a própria inclinação ao fantástico, ao extraordinário, ao fácil. Porque o terreno onde germinam os desvios coletivos é o mesmo onde residem as fragilidades individuais.
A vigilância, nesse contexto, não é rigidez. É lucidez. Não é fechamento. É fidelidade a princípios que se sustentam na razão e na experiência. O estudo sistemático das obras fundamentais, a prática desinteressada da caridade e o cultivo da humildade constituem os antídotos mais seguros contra qualquer forma de desvio.
E, ao final, resta uma constatação de ordem quase trágica e, ao mesmo tempo, luminosa. A verdade não se impõe. Ela se oferece. Aqueles que a desejam sem ornamentos encontram-na na simplicidade. Aqueles que a revestem de excessos afastam-se dela sem perceber.
Preservar a Doutrina não é defendê-la contra o mundo. É defendê-la dentro de si. Porque é no silêncio da consciência que se decide se seremos continuadores da luz ou artesãos da própria ilusão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
O Altar da Transformação
No auge da guerra, eu deponho o cansaço,
E entrego ao Supremo o que o mundo feriu.
Deixo no Altar o peso e o estraço,
Pois quem luta por mim, jamais desistiu.
Saio do campo com o passo de pluma,
Vitoriosa de um jeito que a terra não entende.
Deixei para trás toda mágoa e bruma,
Pois o fogo do Céu me restaura e me acende.
O mal me persegue, mas se perde no rastro,
Minhas asas de fé me levam além do horizonte.
Enquanto a inveja desaba no gasto,
Eu bebo a vitória direto da Fonte.
Sou feita de força, blindada de luz,
Guerreira que vence no abraço do Pai.
O que me feriu, hoje não me conduz,
Sou livre e intocável: o mal não me atrai.
---------- Eliana Angel Wolf
Não há uma frase bem ou mal formulada o bastante para definir uma pessoa, mas alguns comentários só denunciam as cabeças alugadas.
Vivemos tempos tão sombrios em que muitas palavras deixaram de ser pontes e passaram a ser muros.
Uma frase solta, arrancada do contexto, ganha mais peso do que uma trajetória inteira.
E, curiosamente, não é a frase em si que revela quem a disse — mas a forma como ela é recebida, distorcida e devolvida ao mundo.
Há quem já não escute para compreender, mas apenas para reagir.
Não se trata mais de diálogo, e sim de disputa.
Nesse cenário medonho, muitos pensamentos não são próprios: são ecos.
Ideias prontas, repetidas com convicção, mas sem a mínima reflexão.
Como móveis em uma casa alugada, ocupam espaço, mas não pertencem a quem ali está.
As “cabeças alugadas” não são necessariamente menos inteligentes — são apenas menos livres.
Alugam certezas porque duvidar dá muito trabalho.
Assinam contratos invisíveis com narrativas prontas porque pensar exige tempo, coragem e, muitas vezes, até solidão.
E, em um mundo muito barulhento, o silêncio do pensamento próprio pode ser desconfortável demais.
O problema não é discordar — isso é saudável, necessário e humano.
O problema é quando a discordância vem desacompanhada de escuta, quando o outro deixa de ser alguém e passa a ser apenas um rótulo conveniente.
Nesse ponto, qualquer frase vira prova, qualquer palavra vira sentença.
Talvez o verdadeiro desafio não seja falar melhor, mas ouvir melhor.
Não seja formular frases perfeitas, mas cultivar mentes inquietas o suficiente para não se contentarem com respostas prontas.
Porque, no fim, não são as palavras que nos aprisionam — é a falta de autoria sobre aquilo que verbalizamos.
E liberdade, ao contrário do que muitos acreditam, começa dentro de nós.
Baixo o Hemisfério Celestial Sul,
uma coroa e um ramalhete
feitos de Verbena-vermelha,
a ataraxia constrói fortaleza
de fogo e vento para preservar
o melhor que guardamos
da nossa amada América do Sul.
Para que não convençam
com simplificações e falsa episteme,
não tenham nenhum acesso
ao paraíso que sabemos onde,
e somente nos interessa - sem pressa.
Desde que nos conhecemos,
sentíamos que todos os caminhos,
iriam nos levar a nós mesmos,
tentamos nos enganar o tempo todo,
e ainda fazemos de conta que
não vem acontecendo conosco,
não vai levar mais muito tempo,
para vencer o encabulamento,
para dizer que ao amor nos rendemos.
NÃO TENHO PREFERÊNCIA PARA QUANDO NÃO PUDER TER PREFERÊNCIA, O QUE EU PUDER QUERER, EU QUERO AGORA.
A FELICIDADE CONSISTE EM PROCURARMOS TORNAR UMA PESSOA MELHOR.
"Vivemos em dias difíceis, onde a ambição, a ganância e o poder, cegam as pessoas às mesmas perde o discernimento em reconhecerem amigos verdadeiros, fiéis e cheios de gratidão.
Quando encontramos amigos com essas virtudes, somos afortundados por conseguirmos mante - los fiéis a nós por longos dias e quem sabe enquanto vivermos neste planeta.
Só não podemos esquecer uma coisa. Gratidão e honra deverão ser prestada a amigos reais, sem bajulação, e entendermos que aquele que honra seu amigo, o faz por algo recebido. Somente merece gratidão, aquele que entende que a vida é uma via de mão dupla, pois, é o reconhecimento de algo recebido de alguém que faz algo para para o outro sem esperar receber nada em troca, nem esperava reconhecimento formal. Como a gratidão é uma via de dupla o feito foi reconhecido por quem é afortuado, o pagamento por esse feito e pago por gratidão, não, por obrigação
O nosso mestre esteve aqui, mesmo sem pecado, nos ensinou a prática da gratidão como honra por bênçãos recebidas.
Estes tipos de amigos nos ajudam ,assim como, nós os ajudamos vencer as intempéries da vida e essa pràtica nos obriga a recepensarmos nossas ações e procurarmos sermos sempre uma pessoa melhor."
Os inquilinos mentais desocuparão as cabeças alugadas ou os locadores terão que despejá-los?
Em tempos de tanta polarização, a pergunta não é apenas provocação — é diagnóstico pavoroso.
Há ideias que não habitam, apenas ocupam.
Não dialogam, apenas ecoam.
Instalam-se sem pedir licença e, uma vez dentro, reorganizam tudo à sua volta para que nada as contrarie.
Como inquilinos barulhentos, vivem de repetir discursos prontos, slogans fáceis e certezas herdadas, transformando o pensamento em um espaço alugado, sem identidade própria.
O mais inquietante é que, muitas vezes, o dono da casa sequer percebe que já não mora ali.
Terceirizou suas convicções, abriu mão do incômodo de refletir e passou a confundir pertencimento com verdade.
Afinal, pensar dá trabalho — exige dúvida, exige escuta, exige o desconforto de admitir que talvez não se saiba tanto quanto se imagina.
Mas toda ocupação tem um custo.
Uma mente que não se renova torna-se rígida; uma convicção que não é questionada vira dogma; e um discurso que não admite revisão deixa de ser ponte e vira muro.
Nesse cenário, o despejo não deveria ser violento, mas consciente.
Não se trata de expulsar ideias diferentes, e sim de recuperar a autonomia sobre aquilo que se permite permanecer.
Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja reassumir a própria casa.
Fazer uma vistoria interna, abrir janelas, deixar o ar circular.
Perguntar-se: isso que penso é realmente meu?
Ou apenas me foi confortável adotar?
Porque, no fim, não é sobre silenciar vozes externas, mas sobre reaprender a escutar a própria.
E isso começa quando o locador decide que sua mente não está mais para aluguel.
Amor, volta para mim? Sem você, eu confesso que perdi o meu chão e já não sei mais como é viver. Eu te quero aqui, do meu lado, preenchendo cada espaço vazio que você deixou.
Eu te amo com uma intensidade que as palavras mal conseguem explicar, mas quero passar o resto da vida te provando isso em cada gesto, em cada abraço e em cada detalhe. Você é o meu mundo, e a minha única certeza é que a vida só faz sentido se for com você. Volta para os meus braços?
O Refúgio da Luz
Nesta terra de passos cansados e incertos,
Onde o brilho se apaga em caminhos desertos.
Falta a paz que sustenta, falta o riso que cura,
E a sombra do mundo nos traz a amargura.
Mas se os olhos se elevam, a angústia se vai,
Pois o medo que sobe, no altar é que cai.
Lá no céu há um Reino de luz verdadeira,
Um Deus que é amor e justiça inteira.
Aqui somos barro, o tempo é escasso,
Buscando esperança em cada cansaço.
Lá no alto é o sol que nunca se deita,
A paz absoluta, a obra perfeita.
Pois Deus não é só luz, Ele é o abraço que aquece,
O amor infinito que a alma merece.
Ele cuida de nós, nos refaz e conduz,
Pois onde existe amor, floresce a luz.
Acima da nuvem, do breu e do véu,
O amor de Deus é o nosso pedaço de céu.
Entre luz e sombra.
A noite, em sua essência, mostra escuridão e anseios; em meio ao caos, deslumbra sua beleza à luz da lua e diante do brilho das estrelas que reluzem, fazendo vislumbrar em cada pensamento nuvens que formam seu olhar.
Em cada anoitecer, ainda que distante, continuo a olhar para o céu antes de me deitar, não ocultando do universo e nem dos céus o amor que eu sinto por ti. Pois nem o tempo, adversidades ou lágrimas serão capazes de apagar o que o coração decidiu eternizar.
Com amor ISA SILVA
“O homem não foi criado para ser salvo, o homem foi criado para o relacionamento, a salvação é o meio pelo qual Deus usou para retornamos ao relacionamento.”
Estranhos com lembranças !
Sentir Falta de Verdade 😞
Riso cheiro De Tudo em você 😔
Caminhos que nunca mais irão se Cruzar 🚫
Te desejo ser Feliz por toda a sua vida 💖 🧬
Pela Última Vez te Dizer Eu Te Amo ❣️ 😘
E onde a vida me levar aquela parte de mim que te amou sempre Irá Te Amar e sempre vai se lembrar de você .
Quem sabe em céus diferentes ou em outras vidas possamos nos reencontrar .
Mas se isso não Acontecer você foi meu porto seguro
Por que você era o melhor De Mim
O Eco do Coração
A vida dita o ritmo em sua língua bruta,
Entre o passo no chão e o silêncio da luta.
Mas quando a música toca, o mundo desperta,
E a alma, que era muda, se faz porta aberta.
O que era cansaço, o verso traduz,
Onde havia sombra, a melodia faz luz.
É o impulso que vibra, o compasso que aquece,
A força que faz o que era dor virar prece.
A música é o laço, o amor em estado puro,
A ponte que cruza o nosso momento mais duro.
Ela empresta o fôlego, o desejo, o sentido,
E traz de volta ao peito o que estava perdido.
Somos partitura de uma obra invisível,
Escrevendo o destino de forma sensível.
Pois viver é o rascunho de uma letra sagrada,
Que só vira canção quando a alma é tocada.
E nesse compasso de quem compõe e quem sente,
O amor se faz som e se planta na gente.
A vida é o palco, a canção é o caminho,
Pois ninguém faz poesia ou ama sozinho.
Com amor ISA SILVA
“Admitir convergência temática entre ideias não significa que toda semelhança de ideia implica igualdade de conceito.”
“Conceitos não nascem do zero; o diferencial está na forma como os articulamos — e é isso que distingue semelhança de identidade.”
Dedicação
De que vale sonhar com o pódio
Se os pés recusam o peso do caminho?
A vitória não floresce no desejo,
Mas no suor que insiste em cair.
Querer vencer sem lutar
É iludir o próprio espelho;
E a conquista que nasce sem batalha
Carrega o vazio de si mesma.
Há quem escolha atalhos sombrios,
Chamando de conquista o que nunca foi digno;
Mas, ao fim da estrada,
A recompensa revela o seu verdadeiro nome.
Melhor seguir de mãos vazias
Do que carregar glórias manchadas,
Pois a honra não habita
Onde o esforço foi negado.
De Izaias Afonso
Se surgir pedido em meu nome, melhor confirmar comigo: pode ser transmissão paranormal.
Benê Morais
" As lágrimas são a linguagem mais antiga da verdade humana. Não pertencem à fraqueza, mas à lucidez. São o transbordamento de um conteúdo que não cabe mais na razão. "
"As tormentas da vida e os desamores irão silenciar um homem com o tempo,
Mas não porque aceitou a derrota,
Mas porque aprendeu a lutar em silêncio."
Marcio Melo
Jogos emocionais e tentativas de causar ciúmes são atitudes infantis que, em vez de atrair, acabam afastando as pessoas.
