Pensamentos Mais Recentes
A ideia de que revoluções políticas seriam movidas por intenções generosas de melhorar o mundo é uma falha na análise do que a natureza humana revela na história.
(Luiz Felipe Pondé)
Nada nasce do nada. Um deus que cria precisa de matéria, e um deus material não é origem de tudo, mas só mais uma criatura tardia do caos.
Máscaras, atrás de máscaras. Pessoas agradando umas às outras por puro medo de julgamento, esse é o problema de ser uma pessoa bem expressiva, mesmo sabendo das máscaras das pessoas, tento dar meu melhor, dar meu melhor não somente por medo de julgamento e sim por amor ao próximo. Por compreender que as pessoas também sofrem, também têm sentimentos e medos, não julgo totalmente as máscaras das pessoas, porque muitos só estão tentando somente não sofrer. Já outros usam isso para manipulação.
O Adolescente de 16 Anos que Derrubou a Internet no Nordeste e Acabou Preso. - FATO - EM BREVE NO CINEMA
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Olhando para trás, percebo que meu silêncio nunca foi falta de vontade; foi uma forma de proteção. Eu tive medo. Medo de que, ao me entregar por inteiro, eu acabasse perdendo os pedaços que ainda me restavam. Às vezes, a gente se fecha não por falta de amor, mas por um receio, quase infantil, de sofrer de novo.
Eu tentei seguir. Tentei convencer a mim mesmo de que você era uma página virada, mas há pessoas que não saem da gente; elas apenas mudam de lugar. Você se tornou o reflexo em um detalhe qualquer do dia, aquela saudade que aperta o peito antes de eu pegar no sono.
Uma parte de mim ainda acredita que fomos a história certa no momento errado. Que talvez, em algum outro tempo, com as cicatrizes já curadas e o coração mais corajoso, a gente saiba como cuidar do que não soubemos proteger antes.
Por enquanto, fico com o que restou: o respeito por tudo o que fomos e a coragem de finalmente deixar estas palavras saírem.
Pessoas ou a aquela pessoa. 🥰
Valor da troca:
Todas as pessoas deixam impressões, ensinamentos ou memórias, tornando cada interação genuína valiosa para a nossa própria história.
Existem três formas diferentes para você conhecer uma pessoa.
A primeira, através dos amigos:
Através dos amigos você vai conhecer uma pessoa pelas suas qualidades e tudo que ela tem de melhor para oferecer, pois embora conheça os suas imperfeições e seus defeitos, os amigos sempre ressaltam aquilo que Lis é mais relevante.
A segunda, através dos seus inimigos:
Através dos seus inimigos você vai conhecer as imperfeições e os defeitos da pessoa, pois embora conheça as suas qualidades, os inimigos vão apresentá-la ressaltando aquilo que lhes é mais relevante..
A terceira, através da convivência com a pessoa:
Através da convivência você vai conhecer as suas qualidades, imperfeições e defeitos, formar a sua própria opinião sobre a mesma e apresentá-la aos demais levando em conta aquilo que mais lhe impressionou!: qualidades ou defeitos e fazer Bela uma pessoa amada ou, nem tanto!
As vezes você vai esperar por alguém, vai imaginar alguém que vai lembrar de você, você vai criar expectativas de que aquela pessoa está com você, que era te defendendo na sua ausência e vai doer quando descobrir que foram apenas espectativas
Às vezes, a dor não vem da ausência do outro — vem da presença das nossas próprias ilusões.
A gente cria histórias silenciosas na cabeça, constrói versões bonitas de alguém que talvez nunca tenha existido daquela forma. Imaginamos gestos que não vimos, palavras que não foram ditas, lealdades que nunca foram prometidas. E, enquanto isso, o coração se apega a essa versão ideal, como se fosse real.
Esperar por alguém não é, por si só, um erro. O problema começa quando a espera deixa de ser baseada em sinais concretos e passa a ser sustentada apenas por esperança. Porque a esperança, quando não encontra verdade, se transforma em frustração.
E dói. Dói perceber que aquela pessoa não estava pensando em você como você pensava nela. Dói entender que, enquanto você acreditava em parceria e proteção, o outro talvez nem estivesse consciente desse papel que você atribuiu a ele.
Mas existe um aprendizado importante aí: nem tudo que sentimos corresponde ao que o outro oferece. E reconhecer isso não é fraqueza — é maturidade emocional.
Quando o "sentir" substitui o "está escrito", a fé deixa de ter uma base sólida e passa a ser uma repetição de clichês que não resistem a uma análise textual honesta.
O Café de uma Soma Perfeita: Sabor, Aroma e Calor
O seu aroma é tão incomparável, satisfatório e fortemente expressivo, que já é suficiente para causar alguns suspiros de contentamento — aquela sensação de ser acolhido, que é bem-vinda em qualquer momento, independentemente do clima.
O seu sabor é inconfundível, intimida o cansaço, aquece o corpo e alegra o espírito; quando bem feito, é bastante agradável, resulta num efeito muito aprazível, que desperta quase que de imediato — um bem que fica pronto na hora certa e bastante acalorado.
O seu calor esquenta como um gesto de amor, que deve ser apreciado sem pressa, dando o devido valor a essa bebida de cor intensa e encorpada; porção de vitalidade; fogosidade de mulher, um tipo de poema quente expressado sem palavras ou simplesmente café.
É preferível ser visto como um "erro" pelos olhos da tradição humana do que ser um erro diante da clareza das Escrituras.
... Kenosis ...
... Nossos Amados Irmãos ETs ...
Por gentileza
Não esperemos que Eles desçam do Céu ...
Já estão entre nós Outros
Nossos Amados Irmãos ExTraordinárioS
Amemos ... Confiemos ... Acolhamos ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...
AS REGIÕES INFERIORES COMO ESPELHO DA CONSCIÊNCIA. UMA ANÁLISE PSICOLÓGICA E DOUTRINÁRIA DO MUNDO INVISÍVEL.
Há, no estudo da alma, uma zona pouco compreendida e frequentemente temida. Não por sua essência, mas pelo reflexo que devolve ao observador. As chamadas regiões inferiores do mundo invisível não constituem um território geográfico, tampouco um inferno teológico fixo e eterno. Representam, antes, um estado de densidade psíquica, um conglomerado de consciências que, após a desencarnação, permanecem vinculadas aos próprios conteúdos mentais, afetivos e morais.
Segundo O Livro dos Médiuns, ao tratar do laboratório do mundo invisível, compreende-se que o Espírito atua sobre os fluidos universais, organizando formas conforme a sua vontade e o seu grau evolutivo. Eis um princípio fundamental. A realidade espiritual não é apenas percebida, mas também construída. Nesse sentido, o ambiente espiritual inferior surge como projeção coletiva de mentes ainda enredadas em hábitos viciosos, paixões desordenadas e ignorância persistente.
No trecho clássico da obra, lê-se que o Espírito dispõe de instrumentos mais perfeitos do que os humanos. A vontade e a permissão divina. Esta afirmação estabelece um eixo ontológico substituído aqui por eixo estrutural da consciência. A vontade, quando deseducada, não se extingue com a morte do corpo. Ao contrário, intensifica-se pela ausência dos freios materiais. Assim, aquilo que o indivíduo cultivou em vida converte-se em cenário após a morte.
A psicologia espiritual, em diálogo com os princípios doutrinários, demonstra que a mente humana é produtora de formas. Pensamentos reiterados adquirem densidade, emoções persistentes criam campos vibratórios, e hábitos prolongados estabelecem circuitos de repetição. Quando o Espírito se desliga do corpo físico, não se liberta automaticamente dessas estruturas internas. Ele apenas passa a habitá-las de modo mais direto.
Em O Céu e o Inferno, especialmente na segunda parte dedicada aos exemplos de Espíritos, observa-se um padrão recorrente. Espíritos culpados não são lançados a regiões de sofrimento por imposição externa. Eles próprios se mantêm ligados às consequências morais de seus atos, revivendo, em diferentes graus, as impressões que geraram nos outros e em si mesmos. Trata-se de um mecanismo de justiça que opera por afinidade, não por condenação arbitrária.
Essa compreensão é aprofundada quando se analisa o conceito de afinidade vibratória. Espíritos semelhantes agrupam-se naturalmente. Não por imposição, mas por sintonia. Assim surgem as regiões inferiores. Ambientes onde predominam a revolta, o remorso, a ignorância e o apego material. São, portanto, comunidades psíquicas, organizadas por estados mentais convergentes.
Na literatura complementar, como em Nosso Lar, descrevem-se zonas de sofrimento próximas à crosta terrestre, onde Espíritos permanecem presos a ilusões, vícios e desequilíbrios emocionais. Embora a linguagem seja descritiva, o fundamento permanece o mesmo. O ambiente espiritual é moldado pela qualidade moral e mental dos seus habitantes.
Do ponto de vista psicológico, essas regiões podem ser compreendidas como extensões amplificadas dos conflitos internos. O remorso não elaborado transforma-se em repetição obsessiva. O ódio não superado converte-se em vínculo com desafetos. O apego material mantém o Espírito preso a cenários e objetos que já não lhe pertencem. A consciência, sem o corpo, torna-se mais exposta a si mesma.
Essa condição explica por que muitos Espíritos relatam fome, sede ou necessidade de prazeres físicos. Não se trata de necessidades orgânicas reais, mas de condicionamentos psíquicos profundamente arraigados. A mente, habituada à sensação, tenta reproduzi-la, criando simulacros que nunca satisfazem plenamente. Daí a sensação contínua de carência e frustração.
A mediunidade, nesse contexto, assume papel decisivo. Conforme delineado em O Livro dos Espíritos, todos os indivíduos possuem, em algum grau, capacidade de intercâmbio com o mundo espiritual. Contudo, aqueles que a desenvolvem conscientemente tornam-se pontes entre dimensões. Essa função não é privilégio. É responsabilidade moral.
O médium, ao desdobrar-se durante o sono ou em estado de transe, pode ser conduzido a essas regiões para fins de aprendizado e assistência. Não como espectador curioso, mas como colaborador em tarefas de esclarecimento e auxílio. Nesse processo, ele confronta não apenas o sofrimento alheio, mas também as próprias sombras latentes.
A análise doutrinária revela que não há progresso sem enfrentamento interno. As regiões inferiores não são apenas locais a serem evitados. São espelhos a serem compreendidos. Cada reação emocional, cada pensamento recorrente, cada inclinação moral contribui para a construção do destino espiritual.
A libertação, portanto, não ocorre por deslocamento espacial, mas por transformação íntima. À medida que o Espírito educa sua vontade, disciplina seus pensamentos e eleva seus sentimentos, altera automaticamente sua faixa vibratória. Com isso, rompe-se a sintonia com ambientes inferiores e estabelece-se conexão com esferas mais equilibradas.
Em síntese rigorosa, pode-se afirmar que as regiões inferiores são expressões coletivas da consciência ainda não harmonizada. Não constituem punição, mas consequência. Não são eternas, mas transitórias. E, sobretudo, não estão distantes. Iniciam-se na intimidade do pensamento.
A verdadeira investigação psicológica, à luz da doutrina espírita, conduz a uma conclusão inevitável. O mundo invisível não é um mistério externo. É a continuidade ampliada daquilo que cada indivíduo constrói silenciosamente dentro de si.
Conclusão.
Aquele que deseja compreender as sombras do além deve, antes, examinar com coragem as sombras que ainda abriga. Pois toda paisagem espiritual começa na arquitetura invisível da própria consciência.
Por: Marcelo Caetano Monteiro .
Fontes.
O Livro dos Espíritos
O Livro dos Médiuns
O Céu e o Inferno
Nosso Lar
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Um sistema fechado constrói a opressão; porém, um sistema aberto amplia a visão completa da verdade.
verdadeira prova de caráter não é como você se comporta na vitória, mas como você se levanta após a derrota sem trair seus valores.
Não importa o quão alto você suba, se a sua base for feita de mentiras, a queda será apenas uma questão de tempo.
“Minha aliança não nasceu de favores nem de dinheiro. Ela vem de algo que seu valor não alcança e sua riqueza jamais compra: o dono de tudo.”
“Para saber o que as pessoas realmente pensam, observe o que fazem, não o que dizem.”
— René Descartes
Pássaros a cantar,
variações
de uma vida bela,
veloz,
certeira,
formada
ou não intencional;
Flor!
É com lágrimas
nos olhos
e aperto no coração
que me despeço
de ti,
tô tão disperso
sem esforço
por as vezes
me lembrar
que de você
esqueci.
