Pensamentos Mais Recentes

Os hábitos repetidos diariamente definem o seu futuro muito mais do que qualquer meta estabelecida.

Ter razão, às vezes, é o jeito mais cruel de perder.

Algumas pessoas se fazem de vítima porque não aguentam ver os outros bem, e projetam suas frustrações como se a infelicidade fosse herança a ser dividida, sem perceber que a escuridão só habita dentro delas.

Se este mundo só nos mostra trevas que se alastram, é porque a nossa esperança nunca foi feita para ele, mas para o reino eterno de luz onde Deus habita.

A justiça humana é imperfeita porque seus julgadores também são humanos.

O Direito é uma das escolas pelas quais a sociedade aprende a conviver com seus próprios conflitos.

Toda lei deveria perguntar não apenas o que é permitido, mas que espécie de sociedade está ajudando a construir.

A civilização não se revela apenas pelas leis que cria, mas pelos limites que impõe à própria violência.

O progresso moral de uma sociedade pode ser medido pela maneira como trata aqueles que erraram.

Uma sociedade evolui quando aprende a substituir a vingança pela responsabilidade.

A reparação é mais profunda quando restaura aquilo que a punição, sozinha, não consegue reconstruir.

Perdoar não significa abolir a responsabilidade; significa impedir que a responsabilidade se transforme em ódio.

A lei deve proteger a vítima sem transformar sua dor em instrumento de vingança.

Não existe verdadeira justiça onde a vítima é esquecida depois que o processo termina.

O Direito amadurece quando deixa de confundir sofrimento com justiça.

A responsabilidade jurídica olha para o passado; a justiça restaurativa também pergunta o que pode ser reconstruído no futuro.

Toda reparação verdadeira começa quando o responsável reconhece o dano que produziu.

A sociedade que abandona o infrator depois de puni-lo apenas prolonga a cadeia de consequências que afirma combater.

A pena deve proteger a sociedade sem destruir desnecessariamente aquele que pretende corrigir.

Justiça sem humanidade transforma a lei em instrumento de vingança.

O criminoso pode ter cometido um ato indigno sem deixar de possuir dignidade humana.

A dignidade humana não desaparece quando a pessoa viola a lei.

Quem exerce autoridade sobre alguém deveria lembrar que também responderá moralmente pelo modo como exerce esse poder.

A verdadeira justiça não procura apenas castigar o culpado, mas impedir que o erro continue produzindo sofrimento.

A lei pode julgar o comportamento, mas não conhece integralmente a consciência que o produziu.