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Na oração o homem adora o seu próprio coração, ele contempla a essência de sua afetividade como o ser mais elevado, divino.
Apenas siga em frente. Você é muito mais forte do que imagina ser. Lembre-se de tudo que já fizeram para que você chegasse onde está. Você evoluiu muito! Mas tudo isso não representa 1% da sua capacidade! Continue. Nunca desista! Surpreenda-se e surpreenda os outros. Mas não aqueles que te amam, pois eles sabem que seu potencial é infinito! Acorde! Siga e supere! Você irá vencer, se nunca desistir.
"Na oração o homem se esquece que existe um limite para os seus desejos e sente-se feliz neste esquecimento."
"Se queres colher bênçãos no futuro, qando os nervos tremerem e seu pés cansados já não suportarem mais seu corpo, planta hoje enquanto ha tempo, sendo exemplo para teus filhos, e tuas gerações, prefira futuramente ser reconhecido pelo exemplo, do que por obrigação ou solidariedade".
Essa criançada só vai aprender quando sair de casa SIX da manhã para trabalhar e chegar SEVEN da noite!
Quando a morte chega,
ela não vem de mãos vazias.
Ela nos entrega uma
caixinha de lembranças,
adornada pelos laços da saudade.
“A Morte do Amor”
Dizem que o casamento deve durar
até que a morte os separe.
Mas ninguém nos preparou
para a morte que acontece antes do funeral.
A morte do amor.
Há sepultamentos que nunca encontram um cemitério.
Porque existem corpos que morrem.
E existem sentimentos
condenados a permanecer vivos debaixo da própria lápide.
O amor raramente morre de uma vez.
Ele agoniza.
Morre em pequenas hemorragias invisíveis.
Sangra no silêncio das palavras
que deixaram de ser ditas.
Na ausência do abraço
que já não encontra morada.
Na indiferença que lentamente substitui o encantamento.
Descobri que o oposto do amor
não é o ódio.
O ódio ainda olha.
Ainda reage.
Ainda se importa.
O verdadeiro coveiro do amor
chama-se indiferença.
Mas há uma morte ainda mais cruel.
O dia em que o respeito. Abandona a casa.
Porque quando o respeito parte, o amor perde o endereço.
Onde o respeito morre,
o amor apenas sobrevive por aparelhos.
E aquilo que continua sendo chamado de casamento
muitas vezes já é apenas
a convivência de duas solidões
dividindo o mesmo teto.
Sem respeito, o carinho torna-se obrigação.
O toque transforma-se em protocolo.
O diálogo converte-se em disputa.
E os olhos, que antes eram janelas, passam a ser muros.
Poucos percebem que a violência começa muito antes do grito.
Ela nasce quando deixamos de enxergar a humanidade do outro.
Quando a compaixão é substituída pela razão.
Quando vencer uma discussão
se torna mais importante
do que preservar um coração.
É nesse instante que a alma começa a ser aprisionada.
Porque não existe prisão maior
do que permanecer onde o amor já partiu, mas a esperança insiste em vestir suas roupas.
A alma deixa de viver.
Passa apenas a sobreviver.
Respira.
Mas já não floresce.
Sorri.
Mas já não habita o próprio sorriso.
Existe.
Mas já não encontra sentido
na própria existência.
E então compreendi que a pior solidão não é dormir sozinho.
É deitar ao lado de alguém
que deixou de nos encontrar.
Há mãos que se tocam sem jamais se alcançarem.
Há beijos que nunca chegam à alma.
Há alianças que unem os dedos, mas jamais os destinos.
Talvez seja por isso que tantas pessoas permaneçam presas
não por amor, mas pelo medo.
Medo do julgamento.
Medo da culpa.
Medo da mudança.
Esquecem-se de que o amor nunca aprisionou ninguém.
Quem aprisiona é a ausência dele.
O amor verdadeiro sempre foi liberdade.
Nunca cárcere.
Nunca sentença.
Nunca sobrevivência.
No fim, descobri que a promessa não era permanecer
ao lado de alguém até que a morte os separasse.
Era impedir, todos os dias, que o amor morresse antes da vida.
Porque, quando o amor morre,
não são apenas duas pessoas
que deixam de se amar.
Morre a delicadeza.
Morre a empatia.
Morre a compaixão.
Morre o respeito.
E quando o respeito morre,
a alma continua respirando…
mas deixa, lentamente, de viver.
Carlos EDUARDO Balcarse
“A dependência emocional é uma dor profunda que prende o coração em uma prisão invisível que impede você de ser você mesmo."
—By Coelhinha
Escrevo em frases curtas porque o tempo passa depressa; escrevo para o futuro porque o coração acredita que sentimento não envelhece. Não deixarei fortuna. Deixarei sentimentos, para que amor continue respirando depois de mim.
... FranCISCO ...
Exemplo Vivo Do Evangelho ...
Suas Relíquias são a Casca da Semente
Que germinou ...
Essa Casca tem Voz
Ela nos fala Dele ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...
Ladrão de sonhos
Em noites de silêncio profundo,
Um ladrão sutil invade os sonhos,
Com sua magia de vida, em vagar,
Rouba esperanças, mas traz bálsamo aos corações.
É doce a esperança que se entrelaça,
Fé inabalável que nos embala,
Caminhos de luz e sombra dançam,
Nas labaredas da alma que nunca cansa.
Ele transforma o pesadelo em riso,
Nasce um novo dia, nosso paraíso.
Entre as estrelas, nossos anseios flutuam,
E, por detrás da dor, mil sorrisos surgem.
Assim, ao ladrão de sonhos nos rendemos,
Na fragilidade, encontramos o ser,
Que, ao mesmo tempo, nos leva ao chão
E nos ergue em voo, atendendo nossa oração.
"Imagine-se perdido em uma floresta durante a noite, cercado por imensas árvores que obstruem a visão das estrelas e da lua. Sem saber para onde ir ou o que fazer, o temor de ser devorado por uma fera ou picado por uma serpente o apavora.
Nesse instante, ocorre um fenômeno sobrenatural: um anjo aparece e lhe entrega uma vela, afirmando que aquela pequena e frágil luz será o seu guia rumo a um lugar seguro. Contudo, o mensageiro lhe impõe uma grande responsabilidade: proteger a chama com o máximo cuidado, pois, se ela se apagar, você perderá o caminho de vista.
O que você faria? Isso não é sobre vela.
Frequentemente, Deus utiliza coisas que, à primeira vista, parecem frágeis e inofensivas, mas são essenciais para nos afastar da escuridão. Esses elementos representam verdadeiras fontes de luz em nossas vidas, mas a responsabilidade de cuidar dessa luz recai sobre nós. Muitos as enxergam como insignificantes, inadequadas ou impróprias, sem se permitirem enxergar o real valor por trás."
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Quero acordar
Nasce o dia sem certezas.
O sol aparece suavemente.
Brilha um brilho fugidio...
Correm pro mar as águas do rio.
Meus sonhos atravessam a vida...
Como esse rio está toda a terra a atravessar...
Meus sonhos, em transversais suspensas, não sabem aonde irão chegar...
Mas o rio tem seu destino certo: o mar.
Meus desejos se vão com as nuvens
Vagueiam por terras tão distantes
Faço força pra acreditar que realidade se tornarão em um instante.
Um canto de sereia cega.
Um turbilhão de vozes a me atordoar.
Medo dessa escuridão que me cerca....
Por que não consigo logo acordar?
Esquinas da cidade
Nas esquinas da cidade, um ladrão de sonhos,
remexeu as gavetas do tempo, buscando em seus tronos sonhos adormecidos.
Espalhou o encanto pela vida desnuda,
como um poeta que em versos nunca se ajuda.
O céu, testemunha dos segredos perdidos,
sussurra histórias de amores e sentidos...
Os sorrisos se misturam ao pó das calçadas,
enquanto a brisa leva memórias entrelaçadas pela brisa que se espalha pelo ar.
Corações pulsantes guardam esperanças,
sorrateiros dançam nas instâncias...
Despertando encantos em cada canto da cidade tão cheios de dor,
transformando essa dor em arte, em puro amor.
Assim, a cidade respira o seu lamento,
onde sonhos se tornam eternos, se camuflam... no vento todo tempo.
Viestes do Vazio e ao Vazio hás de retornar, Cego pelo Clarão que insiste em te enganar. Mas quando a facada na mente enfim te atinge, A estrada sombria, transparente, se finge. E diante do desespero, sem mais nada no peito, O teu peso perpétuo já se sente no Leito.
Às vezes é preciso aprender a abraçar a Solitude bem apertado para fugir do abraço apertado da Solidão.
Existe uma diferença muito silenciosa entre estar Só e sentir-se Sozinho.
A Solidão, muitas vezes, chega metendo o pé na porta, sem ao menos pedir licença.
Ela pesa, esvazia, faz companhia aos medos e ainda alimenta a sensação de abandono.
Já a Solitude é uma escolha consciente: é o encontro consigo mesmo, o espaço onde o silêncio deixa de ser inimigo e se torna um mestre.
Aprender a abraçar a Solitude é entender que nem toda ausência representa perda.
Há momentos em que precisamos nos afastar do barulho do mundo para ouvir a voz da nossa própria essência.
É nesse recolhimento que redescobrimos quem somos, quais são nossos valores e o que realmente merece permanecer em nossa vida.
Quem teme estar sozinho acaba, muitas vezes, aceitando companhias que ferem, ambientes que sufocam e relações que ofuscam ou apagam sua luz.
Mas quem aprende a apreciar a própria presença não busca pessoas para preencher vazios; busca para compartilhar a plenitude que construiu dentro de si.
A Solitude não elimina a necessidade de amar ou de ser amado.
Muito pelo contrário, ela ensina que o amor mais importante é aquele que nos permite permanecer inteiros, mesmo quando ninguém está por perto.
É desse amor-próprio que nascem relações mais saudáveis, livres da dependência e do medo.
Talvez o maior desafio da vida não seja encontrar alguém que nos complete, mas tornar-nos completos o suficiente para que a presença do outro seja uma escolha, e não uma necessidade.
Porque, no fim das contas, é preciso aprender a abraçar a Solitude para fugir do abraço da Solidão — e descobrir que a melhor companhia que podemos cultivar é a nossa.
