Pensamentos Mais Recentes

Como profissional gestor de pessoas, posso dizer que a política virou politicagens, um quer empurrar o seu mundo na cabeça do outro, viralizam fake news ou bobagens, cada um pintando seu candidato de santo e demonizando o outro, muita gente ficando doente no psicossocial.
Eu não envio nem compartilho este tipo de conteúdo, mas todo dia enchem o meu ZAP e caixa mensagens.

Afinal, a vida continua, então não se rendam. Sou um exemplo vivo do sofrimento: passei dois anos sobrevivendo à beira do lago, um lugar que não é nada atraente. Chega a se sentir até o odor do enxofre. São mais de 730 dias e noites em claro, praticamente horas sem dormir, e, mesmo lá na beira do lago, a sede parece interminável. Portanto, valorizem. E uma das reflexões que mais me fez ponderar e merece nosso questionamento é: mas e então, a vida é única!? E SIM, a vida é única, não temos ou teremos uma segunda oportunidade. Assim, o que fica é o legado: morreremos como covardes ou lutaremos para sobreviver como grandes combatentes? E eu retornei, da mesma forma que voltou um CATEANO do BOPE-RJ, CATEANO 41 [Leandro Bezerra]. Um exemplo de resistência e superação. Enfim, a batalha ainda não terminou...

[A ALQUIMIA DA TRANSMUTAÇÃO]


"Há dois portais pelos quais a alma precisa passar
ao enfrentar as tormentas da existência.


O primeiro exige reverência:
respeitar a força do vento e o tamanho do abismo,
pois só quem reconhece a imensidão do mundo
refina a própria virtude.


O segundo exige coragem cirúrgica:
despir a própria derrota até os ossos.
Não para carregar a culpa,
mas para decifrar a mecânica do erro,
expondo onde faltou estrutura e onde sobrou ilusão.


Superar a vida é, antes de tudo,
aprender a caminhar sobre os próprios escombros.


*


Desse caminhar, nascem duas lições
para acolher antes e depois dos invernos da vida:


[Primeira]: Reverencie o peso dos seus dias.
[Segunda]: Disseque a anatomia das suas quedas.


A reverência ao que nos desafia lapida o que já temos de luminoso.
O aprendizado com o tombo não é sobre resignação;
é sobre descarnar os métodos do próprio destino,
mapeando onde fomos frágeis e onde fomos rocha.


Ambas as posturas são o cinzel que nos esculpe,
preparando a alma para amanhecer inteira
no próximo confronto com a existência."


Luz do Elixir

​Hoje aplaudem a gaiola, amanhã serão forçados a cantar para o carcereiro. E tentar divergência será punida com a amputação.

Só existe fim quando Deus decreta.

Que os bons exemplos perduram! ⁠

“O verdadeiro valor de uma trajetória está no conhecimento construído, nas dificuldades superadas e nas oportunidades criadas ao longo do caminho.”




— Fredy da Silva Gonçalves Bento

“Expandir um negócio é mais do que conquistar novos mercados: é preparar a estrutura para sustentar cada nova conquista.”




— Fredy da Silva Gonçalves Bento

“Grandes projetos começam com pequenas iniciativas, mas precisam de dedicação e planejamento para alcançar novos horizontes.”




— Fredy da Silva Gonçalves Bento

“Ter visão de futuro é importante, mas construir resultados exige disciplina, estratégia e decisões consistentes todos os dias.”




— Fredy da Silva Gonçalves Bento

“Cada etapa da jornada empreendedora ensina algo que nenhum planejamento consegue prever completamente.”




— Fredy da Silva Gonçalves Bento

“Empreender é reconhecer oportunidades onde muitos enxergam apenas dificuldades e ter coragem para transformar ideias em realidade.”


— Fredy da Silva Gonçalves Bento

“O crescimento começa quando a experiência deixa de ser apenas passado e se transforma em aprendizado para as próximas decisões.”




— Fredy da Silva Gonçalves Bento

O perigo de conceder poder a um regime autoritário por vias democrática. A eleição é uma escolha soberana, mas a sua destituição deixa de ser um instrumento viável pelas urnas. 
Ao referendar o fortalecimento desmedido das engrenagens do Estado, extirpa-se das gerações futuras a liberdade fundamental de escolherem seus próprios representantes.
​A celebração fugaz do triunfo de uma vertente ideológica no presente desconsidera que, em uma estrutura hipertrofiada, esse mesmo grupo poderá ser descartado no futuro. 
Quando a maquetagem sistêmica é consolidade contra a alternância de poder, nem mesmo a vontade de uma esmagadora maioria popular terá eficácia para reverter o cenário.
​A ruína de uma democracia consolidada dá-se no instante em que se legitima um arranjo institucional concebido para o aparelhamento e para a autoperpetuação do poder, uma estrutura cuja derrocada se torna exponencialmente mais árdua a cada ciclo. 
Se em momentos históricos do passado vertentes antagônicas, como liberais, conservadores e a esquerda tradicional, uniram forças para soterrar regimes fascistas, hoje esse horizonte de convergência se esvai, fragmentado pelo pragmatismo e pela desconfiança mútua. Revela-se, assim, que a salvaguarda da democracia nunca foi o verdadeiro motor dos extremismos, mas tão somente a ambição subjacente de exercer a hegemonia e encarnar o próprio autoritarismo.

"Hoje em dia, no Sertão do Piauí, o que menos existe nas roças são os animais que eram utilizados no transporte de pessoas e mercadorias, ou seja, cavalos, burros e jumentos. Cavalos ainda tem alguns, pois as vaquejadas exigem esses equinos, mas burros e jumentos ficaram para um passado já bem distante. Carros e motos refletem agora a nova paisagem do Nordeste brasileiro."

Quando a fé se transforma em instrumento de poder, Deus deixa de ser uma questão espiritual e passa a ser um argumento de autoridade.

O maior perigo para uma sociedade não é a existência de opiniões diferentes, mas a incapacidade de distinguir uma opinião de uma mentira.

Há distâncias que se medem em quilômetros. Outras, em tudo aquilo que precisamos superar.

Tenho aprendido que recomeçar não significa esquecer os caminhos percorridos, mas descobrir novas maneiras de continuar sendo quem sou.

⁠Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida; 
só tem depois.


Há um homem que fui e que já não sei onde encontrá-lo. 


Um sujeito que habitava o mundo sem desconfiar que, um dia, outro ser humano lhe alteraria a geografia da alma, deslocando suas certezas, reinventando seus abismos e dando novos nomes às coisas que, até então, julgava conhecer.


Procuro-o nas fotografias antigas, nos lugares onde meus passos ainda não tinham pressa, nas canções que eu ouvia sem imaginar que, um dia, algumas melodias poderiam me devolver a um tempo em que eu ainda não conhecia a saudade de alguém. 


Mas tudo me escapa…


É como procurar o rio antes de ele descobrir o mar, como tentar encontrar a semente depois que a árvore já aprendeu a conversar com os ventos.


O amor, quando é grande, não apenas nos acontece: ele nos modifica. 


E talvez seja essa a sua mais profunda crueldade — ou a sua mais extraordinária beleza. 


Porque, depois dele, já não somos inteiramente donos daquilo que éramos. 


Há em nós uma nova linguagem, uma sensibilidade que desconhecíamos, uma espécie de eternidade que passou a caber nas coisas breves.


Antes, eu julgava conhecer a solidão. 


Hoje, sei que existe uma solidão anterior ao encontro e outra, inteiramente distinta, que nasce quando alguém nos ensina a dimensão da presença. 


A primeira é um quarto vazio; a segunda é uma casa inteira que ainda guarda o cheiro de quem partiu, ou a memória de quem permanece, mas já não cabe nos mesmos gestos de outrora.


E o mais intrigante é que não sei se desejo, de fato, reencontrar aquele homem que fui. 


Talvez eu sinta falta apenas da sua ignorância. 


Da maneira como caminhava, sem saber que certas pessoas chegam para nos transformar em perguntas. 


Da inocência com que acreditava que o coração era uma morada estável, quando, na verdade, era apenas uma casa à espera de alguém que lhe mudasse as paredes de lugar.


Quem ama profundamente perde, em alguma medida, a possibilidade de voltar a ser quem era. 


Não porque o amor nos roube a identidade, mas porque nos revela dimensões de nós mesmos que, uma vez descobertas, já não podem ser desabitadas.


É como conhecer o oceano e tentar, depois, convencer-se de que uma poça d'água basta para explicar o mundo.


Talvez seja por isso que o passado me pareça cada vez mais distante, embora continue tão perto. 


Não porque os anos tenham crescido entre mim e aquele que fui, mas porque a experiência abriu um abismo na memória. 


O homem de ontem e o de hoje compartilham o mesmo nome, o mesmo corpo, talvez os mesmos olhos; contudo, entre um e outro, existe um acontecimento que não pode ser desfeito: eu amei.


E amar, quando o amor alcança as alturas, é permitir que a existência nos reescreva por dentro com uma tinta que não aceita borracha.


Às vezes, penso que amadurecer é justamente aprender a conviver com essa impossibilidade de retorno. 


É compreender que certas portas não se fecham atrás de nós: elas desaparecem. 


E, quando olhamos para trás, já não encontramos a entrada, mas apenas a paisagem transformada pela distância.


O que fazer, então, com essa nostalgia de alguém que ainda somos, mas que já não conseguimos ser?


Talvez seja necessário parar de procurar.


Parar de exigir que a vida nos devolva intactos aquilo que ela própria precisou transformar para nos fazer crescer. 


Há uma vaidade escondida no desejo de permanecer o mesmo, como se a nossa versão anterior fosse mais legítima do que aquela que sobreviveu aos encontros, às perdas, às descobertas e às contradições.


Não era melhor, necessariamente, o homem que fui antes daquele amor. 


Era apenas um homem que ainda não sabia quase nada da vida.


E há coisas que somente a experiência ensina, embora o preço dessa aprendizagem seja nunca mais podermos olhar para o mundo com os mesmos olhos.


Hoje, compreendo que a vida não é uma estrada que nos permite voltar ao ponto de partida para corrigir o percurso. 


É uma travessia em que cada encontro altera a paisagem e cada despedida modifica o significado da chegada.


Por isso, já nem procuro recuperar quem fui. 


Procuro compreender quem me tornei.


Talvez o verdadeiro reencontro não consista em regressar ao passado, mas em reconciliar-me com todas as versões de mim que precisaram desaparecer para que eu chegasse até aqui.


O menino que eu era merece ternura, não resgate. 


O homem que sou merece compreensão, não condenação. 


E aquele que ainda serei merece a liberdade de não precisar justificar-se eternamente pelas marcas que carrega.


Porque o amor não deveria ser medido apenas pelo tempo em que alguém permanece ao nosso lado, mas também pela profundidade com que transforma a nossa maneira de existir. 


Há amores que se tornam presença; outros, memória. 


Alguns nos oferecem um lar; outros nos ensinam que até aquilo que chamávamos de lar pode mudar de forma.


Mas todos os grandes amores, de alguma maneira, nos obrigam a rever a pessoa que acreditávamos ser.


E talvez a tragédia não esteja em não podermos voltar a ser quem éramos, mas em passarmos tanto tempo tentando regressar que nos esquecemos de viver quem somos agora.


Em vão tento me reencontrar antes do grande amor da minha vida; só tem depois.


E, se só tem depois, que eu aprenda a habitá-lo.


Que eu não transforme a saudade numa prisão, nem a memória num tribunal onde condeno o presente por não se parecer com o passado. 


Que eu compreenda, enfim, que não preciso recuperar o homem que fui para honrar a história que vivi.


Porque há um tempo em que a vida nos pertence como possibilidade, e outro em que ela nos pertence como consciência.


Antes, eu tinha a inocência de quem ainda não conhecia a profundidade de certas águas. 


Depois, tenho a lucidez de quem já mergulhou e sabe que nunca mais será possível confundir a superfície com o fundo.


E, no silêncio de tudo aquilo que mudou, começo a suspeitar que talvez não tenha perdido a mim mesmo.


Talvez eu apenas tenha deixado de caber na definição que, um dia, fiz de quem era.


Afinal, existem amores que não nos afastam de nós mesmos; afastam-nos apenas da ilusão de que já nos conhecíamos por inteiro.


E, se antes de você eu era uma história ainda por acontecer, depois de você me tornei também a consciência de tudo aquilo que uma história pode fazer com um homem.


Não posso voltar...


Não porque o passado esteja longe demais, mas porque já não sou aquele que poderia habitá-lo.


Resta-me seguir, levando comigo o que fui, acolhendo o que sou e aceitando que o futuro não me deve a devolução de nenhuma versão já esquecida.


Porque a vida, em sua sabedoria silenciosa, não nos concede o privilégio de sermos os mesmos depois de conhecermos o extraordinário.


Concede-nos algo talvez mais difícil: a oportunidade de continuar existindo depois de termos sido profundamente transformados.


E talvez seja esse o verdadeiro sentido de amar: descobrir que não há retorno à pessoa anterior, mas ainda há um mundo inteiro a ser vivido pela pessoa que nasceu depois.

Quem viveu sem foco aprendeu a proteger a atenção, e hoje é com isso que eu trabalho, num mundo que perdeu a sua para o excesso de informação.

Uma das maiores decepções da vida ocorre quando a realidade finalmente revoga a sentença que nossa própria consciência havia proferido sobre alguém. Durante anos, atribuímos a uma pessoa qualidades, intenções e valores cuja existência jamais submetemos ao rigor da prova, confundindo indícios afetivos com evidências e expectativa com fato. Construímos, dentro de nós, uma verdadeira representação jurídica do outro, na qual a imagem precedeu a realidade e o afeto funcionou como testemunha suspeita. Quando os fatos finalmente produzem prova em sentido contrário, não descobrimos apenas quem aquela pessoa realmente era: descobrimos também o quanto de nós havia participado da construção daquela versão. Às vezes, portanto, a maior decepção não é perder alguém, mas reconhecer que a pessoa que julgávamos conhecer jamais existiu fora dos autos da nossa própria imaginação.

Que os sonhos sejam sonhados e realizados. Que a vida seja florida nos jardins que plantarmos.

“Preservar os sabores regionais é manter viva uma parte da nossa história e reconhecer a riqueza cultural presente em cada prato.” 




— Wilson Bachega Junior

“A boa gastronomia não depende apenas de técnicas sofisticadas, mas também de sensibilidade, criatividade e respeito à tradição.” 


— Wilson Bachega Junior