Pensamentos Mais Recentes
Dói saber que eu fui o último a soltar a corda, mas não dava para continuar segurando sozinho algo que você já tinha abandonado faz tempo.
Eu teria ficado para sempre, e você sabe disso. O problema é que eu não podia manter vivo um amor que você escolheu deixar morrer um pouco a cada dia.
A gente costuma romantizar o passado (principalmente a juventude), mas o tempo passa, as pessoas mudam e o que realmente fica são as memórias e o que aprendemos.
Desistir de você nunca foi um plano meu, mas ver o nosso 'nós' virar fumaça nas suas mãos foi a despedida mais dolorosa que já vivi.
Eu nunca desisti de você, mas assisti em silêncio enquanto você deixava o nosso amor morrer. Minha luta não foi suficiente para salvar o que você parou de regar.
O inferno e o paraíso vivemos aqui na Terra. Se você busca o bem para as pessoas, você vai viver o bem na sua vida; se você busca o inferno para as pessoas, você vai viver o inferno na sua vida, porque as pessoas são o reflexo de cada um de nós.
"No princípio era o Verbo" é a abertura do Evangelho de João (1:1). Todo aquele que conquistar a freqüência da criação, falará diretamente com Deus, com a vida em plenitude e abundancia, não precisando mais de intermediários que são as religiões do mundo. A freqüência é a única ferramenta tonal que consegue alterar de imediato a matéria, a consciência e o espirito humano. Os mais antigos sabiam disto perfeitamente, o poder dos mantras.
Hardware eixo concreto do computador
Software eixo digital do computador
Malware eixo viral do computador
Peopleware eixo factual do computador
você não parou de falar porque deixou de sentir.
você parou porque sentiu demais.
você tentou explicar com calma.
tentou de novo, com paciência.
depois tentou já tremendo por dentro.
até que um dia percebeu que estava lutando sozinha numa conversa que deveria ser a dois.
e então
você cansou.
não é orgulho.
não é frieza.
não é indiferença.
é exaustão.
é quando a alma decide que não vai mais implorar para ser compreendida.
é quando você entende que insistir demais também é uma forma de se abandonar.
agora você observa.
em silêncio.
não porque não tem o que dizer
mas porque finalmente entendeu que quem quer ouvir… escuta até o que não é dito.
A minha história dr
A luz da manhã entrava pela fresta da cortina,da sua casa, mas para Heitor, o sol parecia um intruso.
Era muito cedo ainda.
No fim da tarde ele foi para a festa junina que tinha na escola onde ele estudava, colégio Rocha Marmo
Ele de repente, saiu da festa, ainda ia ter a quadrilha, festa junina.
Ele sai e vai a direção de sua casa, mecanicamente.
E de repente na calçada , próximo da sua casa, uma menina veio rodopiando, e trombou com ele, os dois ficaram caído no chão, ele com cabelo cheio com topete, com um olhar, olha para ela... Vou o tempo voou, e chagamos nessa história.
*Minha história doutor*
O delegado acendeu um cigarro, a fumaça subindo lenta como a névoa daquela tarde de 1980.
Diante dele, o homem de mãos trêmulas começou a desenhar o passado no ar.
— Tudo começou com um rodopio, doutor. Eu era jovem, a música do Elvis e Beatles ecoava em cada esquina, e eu vinha do meu colégio e ela veio girando pela calçada
Foi quando ela trombou em mim e eu nela. Maria. O olhar dela me paralisou, foi um relâmpago em céu aberto.
Mas o destino é um roteirista cruel.
O tempo passou e ela se casou com outro.
Um homem que a comprava com joias, caixas de bombons finos e promessas de seda.
Eu virei apenas uma lembrança de calçada.
Anos depois, o reencontro. O rosto dela estava marcado pelo tempo, os cabelos, antes longos e castanhos, agora curtos e grisalhos. Ela me olhou com medo e perguntou: "Você ainda me ama?
Não sou mais aquela menina."
Eu respondi com a alma: "Maria, eu te amaria sem braços, sem pernas. Eu te amo de qualquer jeito, em qualquer carcaça que a vida te der."
Nós nos demos uma chance.
Mas o drama, doutor, gosta de se esconder nos detalhes.
Uma amiga dela pediu um presente... um desses brinquedos, um "coelhinho" para prazer solitário.
Eu aceitei, achei que era apenas curiosidade feminina.
Mas a amiga começou a cercar, a enviar mensagens, a simular uma intimidade que me dava calafrios.
Eu avisei Maria. Ela ria, dizia que eu era louco: "Eu gosto de homem, meu amor. Não gosto de mulher.
Nunca tive um homem que me satisfizesse como você, seu corpo é o meu porto."
Eu acreditei.
Eu a amava com a força de um furacão.
Até que o silêncio da casa se tornou pesado. Eu descobri a verdade, doutor.
Ela cedeu.
Deitou-se com a amiga. Trocaram beijos de línguas, segredos que eram só meus.
Ali, meu orgulho de homem ruiu.
Se fosse um outro homem, eu entenderia... o coração é terra de ninguém.
Mas ser trocado por uma mulher? Ser traído por quem dizia que eu era o único?
O perdão morreu ali.
O amor, que era construção, virou demolição.
Essa é a minha história,dr delegado.
Eu a amei tanto que não sobrou nada de mim.
Por isso eu matei a Maria.
Matei o único amor da minha vida porque não suportei ver que o nosso "pra sempre" tinha sido entregue a mãos que eu nunca imaginei.
O homem baixou a cabeça, o silêncio na delegacia era agora o único som que restava de um filme que terminou em tragédia.
Segundo ato.
O silêncio na sala de visitas da prisão era cortante, interrompido apenas pelo som do ferrolho da porta.
O homem, agora apenas uma sombra do jovem que foi rodopiando ,nos anos 60, olhou para o nada e começou seu último monólogo, como se as paredes fossem o júri que ele nunca teve.
Sabe, doutor... o que dói não é a grade.
É o eco daquele rodopio na calçada que não para de tocar na minha cabeça.
Eu disse a ela que a amaria de qualquer jeito. E era verdade.
Eu amei as rugas que o tempo desenhou nela, amei o cansaço nos olhos dela.
Eu teria sido o cajado dela até o fim.
Mas o amor tem uma face sombria.
Ele te dá uma visão perfeita de tudo o que você está perdendo.
Quando vi o brilho daquele "presente" entre ela e a amiga, eu vi o meu lugar sendo apagado. Aquelas mensagens não eram brincadeira, eram o roteiro da minha substituição.
Ela me dizia que meu corpo era o único, que o prazer comigo era insuperável... e depois limpava o batom de outra boca antes de me beijar.
Se fosse um homem, eu lutaria.
Mas contra o que elas tinham, eu não tinha armas.
Era um mundo onde eu não podia entrar.
O golpe não foi na minha carne, foi na minha alma de homem, de provedor de afetos.
Eu não matei a Maria por ódio.
Matei porque o amor que eu sentia era um gigante que não cabia mais dentro de um peito traído. No momento em que apertei o gatilho, eu só queria que o tempo voltasse para 1961 Queria que aquele esbarrão na calçada nunca tivesse terminado.
Agora, Maria está livre de mim.
E eu?
Eu estou preso para sempre naquele instante em que ela me olhou e sorriu, antes de o mundo ficar sujo.
É um fim de filme ruim, eu sei.
Mas em tragédias, doutor, ninguém sai sorrindo quando as luzes se apagam.
Ato três o julgamento
O juiz ajustou os óculos, o peso da sentença pendurado no ar espesso do tribunal.
O som do martelo batendo na madeira ecoou como o tiro que encerrou a vida de Maria.
Réu confesso proclamou o juiz. Condenado pela lei, mas sentenciado pela própria memória.
As luzes do tribunal começaram a apagar, e a cena cortou para a cela fria.
O homem estava sentado no canto, os olhos fixos em um feixe de luz que entrava pela grade.
A Imagem Final:
A câmera foca no rosto dele, envelhecido e sem brilho.
Lentamente, o som ambiente da prisão desaparece, sendo substituído por uma música suave de rádio dos anos 60.
O preto e branco da cela começa a ganhar uma cor vibrante, granulada, como um filme antigo de 16mm.
Vemos a calçada de 1961 novamente.
A jovem, cheio de vida, vem rodopiando.
Ela esbarra em mim.
Ela ri, ajeita o vestido e o olha com aquela promessa de eternidade nos olhos.
Eles dão as mãos e caminham em direção ao sol poente, desaparecendo na luz.
A imagem volta para o presente: o homem na cela fecha os olhos, tentando segurar aquela visão.
Uma lágrima solitária escorre.
A tela escurece totalmente.
FIM
Autor desconhecido.
As escolhas são os caminhos do futuro.
Penosos dilemas da ecologia que se desprovida da falta de cuidados seremos condenados pois ignorância é um preço muito alto a pagar
Nível Básico
Adição = Agregação
Subtração = Diminuição
Multiplicação = Replicação
Divisão = Repartição
Nível Avançado
Potenciação = Fortificação
Radiciação = Distribuição
Logaritmação = Ampliação
Manipulação = Explicação
Começamos num modo tribal, fomos para um sistema colonial, logo depois chegamos num método imperial e hoje estamos num processo republicano.
Não estou onde estou porque pensavam que esse seria meu lugar; não tenho aparência, vestimenta ou origem privilegiada! Sou plebeu, descendente de plebeus, porém tenho a intenção de legar uma monarquia à minha descendência.
Estória, História e Historieta, temos essas três modalidades, porém uma se distingue da outra que difere da próxima.
