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Mapeando os Votos da Democracia Brasileira
Com princípios e valores da vida cristã
Poeta Mbra
Mapear os votos de uma nação
não é contar apenas números,
é compreender escolhas,
responsabilidades e consequências.
Cada voto carrega uma esperança,
uma consciência, uma decisão.
E numa democracia verdadeira,
ninguém deveria entregar sua liberdade
sem antes examinar sua própria consciência.
A vida cristã ensina princípios que atravessam
as urnas, os palácios e as ruas:
verdade, justiça, honestidade, misericórdia,
responsabilidade e respeito ao próximo.
Não se trata de escolher pessoas perfeitas,
porque perfeição não existe na política.
Trata-se de discernir caráter, propostas e atitudes,
sem transformar o voto em idolatria
nem o político em salvador.
O cristão também é cidadão.
E sua fé não deveria afastá-lo
da responsabilidade de participar,
mas conduzi-lo a pensar, avaliar
e votar com consciência.
Que nenhum voto seja vendido,
trocado por promessa ou manipulado pelo medo.
Que nenhuma consciência seja comprada.
Que a verdade tenha mais valor
que a conveniência.
Mapear os votos da democracia brasileira
é também mapear os valores
que desejamos ver refletidos no país:
justiça sem dois pesos,
liberdade com responsabilidade,
poder com serviço
e autoridade com caráter.
Porque o Brasil não muda apenas
quando mudam os governantes.
O Brasil começa a mudar
quando muda a consciência
de quem escolhe seus governantes.
Que cada eleitor examine seus caminhos,
suas convicções e suas escolhas.
Que vote não apenas pelo que recebe,
mas pelo que acredita ser justo
para toda a sociedade.
E que a democracia brasileira
encontre cidadãos capazes de discordar
sem odiar,
debater sem destruir,
corrigir sem humilhar
e mudar de opinião quando a verdade exigir.
Mapear os votos é mais que contar votos.
É compreender a consciência de uma nação.
Que Deus conceda ao Brasil
sabedoria para escolher,
coragem para corrigir
e humildade para aprender.
Poeta Mbra
Para siempre...
"Si pudiera saborear tus labios una vez más,
me enamoraría de nuevo, te amaría una y
otra vez hasta que me consumieras."
Mário Sérgio
Se chegar o dia em que eu não estiver mais aqui, guarde estas palavras como a minha última declaração de amor. Você foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. Ao seu lado, eu não apenas vivi; eu descobri um mundo inteiramente novo.O seu sorriso sempre será como o primeiro raio de sol da manhã, afastando todas as minhas tristezas. Ainda sinto a suavidade da sua pele e o gosto doce do seu beijo. A sua voz me acalma como o som das ondas do mar.Obrigado por ter sido o meu porto seguro. Se eu partir, levo comigo a paz de ter amado você e deixo a minha eterna gratidão por cada segundo que compartilhamos.
Na constante da realidade buscamos alternativas dentro de escolhas mas o que somos diante nossas escolhas.
O Sofrimento da Paz
No silêncio do mundo, observei algo penoso...
Observei o jovem ir viver sozinho porque entendeu que todos andam armados com facas e com máscaras em um teatro.
O solitário ri com o colega que o chama de amigo, mas ele está presente e nunca será íntimo do solitário.
Esse tipo de pessoa sofreu o suficiente para entender que sua paz e sua vida são apenas dele. Falar de sua fraqueza não vai diminuí-la. Mostrar sua vida não vai melhorá-la.
Ele espera o outro julgá-lo para então ir embora. Espera do outro um olhar ímpio para saber quando se afastar.
Essa pessoa não vê apenas o lado ruim do mundo. Ela não é má. Evitar a decepção é seu único desespero. É sua única certeza.
Por fora, é sereno e amigável, mas distante intimamente.
Alguém no limite, esperando o mundo cair, não para aplaudir, mas para cair com ele também.
O solitário não é triste. Ele entende o sofrimento da paz.
Mas essa é a única frustração que o deixa seguro.
Sabe que, em sua agonia, suas conversas e sua forma de ver o mundo não serão entendidas. Para ele, seria melhor conversar consigo mesmo e com o silêncio.
Já o amor...
Para ele, é a mesma história.
É como encher uma garrafa para o solitário.
Um dia, o coração está cheio; no outro, vazio.
Mas não se preocupa em mantê-lo cheio.
Porque tudo que se enche também se esvazia.
Seria melhor observar o desfecho da causa da vida ao escolher o caminho que parece dolorido aos olhos dos outros.
Mas, para ele, esse caminho é seu refúgio dos monstros que não têm garras nem dentes, não o fazem sangrar...
Mas dos monstros que amam e deixam de amar.
Dos que prometem confiança e, no primeiro ato, fazem o contrário.
Do que diz ser amigo, mas julga seus erros.
Do que mostra um sorriso quando, por dentro, seu coração o repulsa.
Todos são iguais, porque, para o solitário, todos têm máscaras e só mostram aquela que os outros devem ver.
O que é a liberdade?
Num contexto mais profundo, buscamos sentido nas amarras do trabalho e da vida que supomos ter. Acreditamos ser livres e detentores do livre-arbítrio, mas o trabalho, o estudo e até o amor são apenas escolhas manipuladas dentro de um menu de alternativas pré-fabricadas pelo sistema. Saberíamos, de fato, o que fazer com a verdadeira liberdade?
Um deus político, um patrão, pai, mãe e irmãos... Tudo parte de um caminho de condicionamentos e escolhas. Até mesmo a saúde mental, física e moral deriva dessa teia. Aquilo que você julga conhecer sobre si mesmo é moldado por diagnósticos médicos ou pela alienação de seguir um político corrupto e mentiroso. A verdade esmagadora é que o tempo que nos resta nos condena ou nos glorifica em um abismo emocional.
Quando a percepção cotidiana torna a vida mais fácil — ou nos envelhece —, isso se revela como evidência do despertar ou do desequilíbrio. Ao olharmos para o quadro da existência, vemos um silêncio sufocado por narrativas que iludem e alienam. Ainda assim, contemplamos essa imensidão visual, mesmo sabendo que o abismo dentro de nós é infinitamente mais profundo do que supomos.
Na teia das sensações, a sensatez conectiva torna-se um fenômeno raro e de difícil compreensão. Ao contrário das relações humanas triviais, a dissociação da realidade ambígua se revela de dentro para fora, num vazio eterno e coletivo. Vendemos sensações e escolhas porque a narrativa do tempo nos oferece uma versão da realidade que seja minimamente aceitável.
Nas relações mais profundas, a solidão social se escancara: somos seres medrosos e alienados em busca de aceitação. Buscamos o conforto de ser algo absorvível por uma realidade suportável. Afinal, "a colher não existe" — apenas nos entorpecemos olhando para ela.
A percepção desse paradoxo eleva a dimensão metafórica do ser. Beber vinho faz de alguém um alcoólatra? A rotulação congela a condição do indivíduo em sua própria realidade. A depressão dentro da opressão surge das ironias impostas pela própria ilustração do aspecto moral. Aceitar essa ambiguidade é compreender o manto que nos cobre as costas, enquanto o medo de viver se transforma em tempo perdido e permanente.
Assumimos múltiplas facetas para que haja um entendimento alienatório da existência — uma tentativa de sobreviver na mesma realidade ao lado de uma horda de pensamentos divergentes. Preso em si mesmo, o ser revela a realidade rasgada, enquanto a mente se redesenha a cada momento irônico em que busca uma identidade própria dentro dessa teia social. Afinal, quanto tempo realmente temos diante do medo de existir?
“Há respostas que, se tivessem chegado a tempo, poderiam ter mudado nossa história. Quando chegam tarde, porém, revelam algo ainda mais profundo: a história já havia mudado, não por causa delas, mas apesar de sua ausência.”
Duas pessoas inteligentes jamais se entenderiam no amor; um dos dois precisa ser tolo o bastante para não querer entender tudo.
Eu já fui um desejo tão profundo
que tornou outono tudo que
floresceu antes
de mim.
Eu já fui um homem bêbado
que discutiu com os ponteiros sobre
o hoje já ter
estado ali.
Fui um ladrão honesto, um vadio trabalhador,
Um aventureiro acorrentado,
um explorador de terras
conhecidas.
Eu fui a parte de uma parte, jamais um ser inteiro e desse mesmo teor
eu nunca deixei de ser
quem sou.
"A hipocrisia desta sociedade é o seu maior monumento, erguido a partir dos entulhos de terras degradadas e criações perversas. Seus líderes e cidadãos fecham os olhos para uma política opressora que lhes suga a vida e cobra o pão a preço de carne. Vivem sob a ilusão de que são justos e invencíveis, como herdeiros do sagrado. Mas a verdade é implacável: para falar de justiça e fraternidade, é preciso vir de uma linhagem de retidão. Da vida íntima, nem se fala: ostentam uma falsa moral para a mídia e se vendem por cliques — uma geração reduzida a moedas de troca e interesses rasos."
O afeto está no que você dá, no que compartilha, e não tanto no que recebe ou guarda.
Pois o que você dá permanece, enquanto o que você guarda, não.
A maior prova disso é a morte: quando morremos, não levamos nada do que acumulamos, apenas o que deixamos.
Porque, no fim, nada de fato nos pertence, exceto tudo aquilo que compartilhamos.
Aceite passar pelo que precisa passar.
Aceite pensar no que precisa pensar.
Aceite fazer aquilo que deseja fazer.
Aceite viver aquilo que deseja viver.
Aceite a si mesmo.
Às vezes, você é o que faz, não o que guarda.
Se o que você faz não reflete quem realmente é, talvez não seja você, mas apenas a máscara que escolheu vestir.
E se aquilo que guarda dentro de si é o que verdadeiramente te define, o que está esperando para compartilhar com o mundo aquilo que realmente é?
Depois que eu descobri que o sentido da vida, além da morte, é viver compartilhando, compartilho tudo o que sou.
Compartilho o ar que respiro, o sentimento que transmito, a ideia deste pensamento, tudo aquilo que invento... Compartilho minhas reflexões, percepções, emoções, minhas ações... Compartilho tudo o que falo, digo, expresso, demonstro, mostro... Compartilho meus movimentos, por onde passo, o que faço, o que traço, desfaço, satisfaço... Compartilho tudo o que vivo, seja positivo ou negativo, pois tudo o que experimento faz parte de mim.
Evito guardar, prefiro compartilhar, pois, de qualquer forma, a morte levará tudo. Então, escolho deixar no mundo tudo aquilo que sou...
O verdadeiro sentido da vida é compartilhar de si com os outros, não acumular o que vem dos outros para si.
Se o propósito da vida fosse acumular para si mesmo, todos aqueles que partem deste mundo levariam consigo tudo o que acumulou ao longo da vida. Mas isso não acontece. Ninguém leva nada consigo. O que realmente levamos, o que permanece, é o que compartilhamos durante o caminho, em vida.
Quem desiste e diz: "isso nunca vai mudar", nunca verá a mudança, pois se cada pessoa no planeta pensar da mesma forma, dizendo: "isso nunca vai mudar", nada, de fato, mudará.
A mudança começa quando cada um de nós decide mudar. Ela não acontece esperando que algo externo se transforme, mas ao tomarmos a responsabilidade pela nossa própria transformação. A única pessoa que posso mudar sou eu mesmo. O mundo não vai se moldar exatamente como eu desejo, nem hoje, nem daqui a cem anos, mas eu tenho o poder de mudar a mim mesmo da maneira que escolho.
Quando cada um de nós muda, mesmo que de forma pequena, o efeito coletivo é grande. Cada um mudando a si mesmo, faz o mundo mudar.
Dizem que o tempo cura, mas ele também serve para esconder aquilo que nos recusamos a perder. Eu aceitei a nossa distância, mas nunca aceitei o nosso adeus. Caminhei por lugares onde você não estava e vivi em silêncio, mas você continua presente em cada esquina da minha memória.A minha vida se tornou cheia de dúvidas e incertezas. Guardei o seu nome em um lugar protegido, onde a rotina não consegue apagar. O meu amor por você não precisa da sua presença física para existir, mas ele precisa de um sinal para não se sentir completamente sozinho.A verdade é que:Meus passos mudaram de direção, mas o meu olhar ainda busca o horizonte por onde você foi embora.A minha esperança é teimosa e continua viva se alimentando das nossas lembranças antigas.Viver sem você foi a escolha que a vida fez, mas amar você foi a promessa que a minha alma nunca quebrou.Se o destino for justo, ele vai entender que caminhos diferentes podem se cruzar novamente no futuro. Se um dia você me perguntar, a minha resposta será a mesma de sempre: eu nunca, nem por um segundo, esqueci você.
Durante muito tempo, guardei o meu sentimento em segredo. No palco da minha mente, planejei mil vezes como me declarar para você. Mas, na hora de falar, a voz sumia diante do tamanho do meu amor. É curioso como posso me sentir forte e, ao mesmo tempo, tão vulnerável diante da mulher que amo.Eu amei você em silêncio, nos detalhes que ninguém mais percebeu. Fui como uma estrela que fica escondida durante o dia, mas continua lá no céu, esperando a noite cair para poder te encontrar no único lugar onde éramos um só: nos meus sonhos.O silêncio, que antes era o meu abrigo, virou uma prisão pequena demais para a força desse amor.Hoje, não há mais sombra que consiga esconder o que sinto. Guardar este amor é impossível. O meu coração cansou de se esconder e decidiu criar uma ponte até você.Não quero mais que você seja apenas uma imaginação. Quero que você seja a realidade e a voz que dá vida aos meus dias. Quero sair do silêncio e viver esse amor às claras, trocando o sentimento guardado pela vida real, lado a lado com você.Amar em silêncio pode ser uma arte, mas amar você em voz alta é a minha liberdade.
