Pensamentos Mais Recentes
Algumas verdades não precisam ser buscadas. Precisam apenas do tempo certo para amadurecer dentro de nós, até que a alma reconheça o que o coração já sabia.
O DNA de uma liderança de valor está na capacidade de transformar consciência em influência, influência em desenvolvimento e desenvolvimento em valor.
DEUS REALMENTE CURA. É SOMENTE NOS ENTREGAR COM LEVEZA, QUE ELE USA MEIOS INUSITADOS PARA SE MOSTRAR PARA NÓS, ATRAVÉS DE SEUS CUIDADOS E PROTEÇÃO.
10:39 05/10/2026
Hoje, eu estava orando e pedindo a minha cura para Deus. Antes de começar a orar, eu estava sentindo dor e um peso enorme em mim, de repente meu gato que não é acostumado a fazer pãozinho em mim com as patinhas, chega de mansinho e começa a amassar pãozinho!! INTERESSANTE, que ele não queria comida, ele simplesmente fez por 3 vezes pãozinho e ficou ali parado pertinho de mim, de olhos fechados e depois de deitou.
Achei a situação inusitada, chorei, senti uma leveza enorme em mim, testei dor e nada!!
Tenho certeza que Deus se manifestou através do meu gato Gatito.
Gratidão meu amado Deus!!
Ainda estou muito leve, que sensação gostosa, e mágica!!
A voz do povo não é a voz de Deus. E nunca será. Deus não seria capaz de proferir as imundícies que saem pelas nossas bocas. Se a voz do povo fosse a voz de Deus, e vice-versa, as atitudes Dele seriam as nossas atitudes, e assim Ele mentiria, roubaria, mataria, estupraria, trairia. Se a voz do povo é a voz de Deus, se a sua voz é a voz Dele, garanto que a minha voz não é a mesma voz de Deus, a minha voz é exclusivamente minha. Porque a minha voz não é a sua, eu não penso como você, eu não ajo como você, eu não sou criminoso como você. Tenho a consciência tranquila: eu não votei em você, não votei no seu pai, não votei nos seus irmãos, não votei na sua cunhada, nos seus amigos e nos amigos dos seus amigos. Sabendo da sua crueldade como o mundo inteiro sabe, eu nunca votaria em você.
Isso nunca foi tão verdadeiro.
A grande maioria dos governantes
Querem uma massa de manobra burra, dependente das migalhas dele,
Pagas com nosso dinheiro.
Isso chama-se cortesia com chapéu alheio.
“O pensamento, em todas as suas vertentes, ainda é de graça e é um activo imprescindível. Então use-o até te levar onde quiseres chegar, mediante a tua essência.”
QUAL O SEU TALENTO?
Descubra!
incremente!
Dê foco!
Amplie com técnica, emoção e vontade.
Concomitantemente deleite-se com humidade e responsabilidade do resultado.
F. Meirinho
Sou um campo de batalha cósmico. Dentro de mim, aquilo que sou luta incessantemente para exceder os limites da matéria que me contém.
Não apenas um estranho, nem apenas o feiticeiro, mas alguém que nunca conseguiu aceitar por inteiro a realidade da maneira como ela costuma ser apresentada.
Talvez seja daí que venha minha relação com a bruxaria. Ela é a única forma verdadeiramente livre que encontrei de suportar e interpretar aquilo que o mundo comum não consegue me oferecer sozinho
Sou um campo de batalha cósmico. Dentro de mim, aquilo que sou luta incessantemente para exceder os limites da matéria que me contém.
LEMBRAR NÃO É O MESMO QUE CONTINUAR ACREDITANDO
A memória recupera.
Mas recuperar uma informação não significa provar que ela continua correta.
Talvez um dos maiores problemas do conhecimento esteja justamente aí: confundimos aquilo que conseguimos lembrar com aquilo que ainda merece ser utilizado.
Aprendemos alguma coisa. Guardamos. Recordamos. E, quase automaticamente, concedemos novamente autoridade ao conteúdo recuperado.
Mas por quê?
Uma lembrança pode ser fiel ao que aprendemos e, ainda assim, carregar uma informação falsa, ultrapassada, incompleta ou inadequada para a situação atual.
A memória pode funcionar perfeitamente e o conhecimento recuperado estar errado.
Essa diferença é fundamental.
Lembrar é recuperar um conteúdo. Acreditar é conceder peso a ele. Utilizá-lo é uma decisão posterior.
É nesse intervalo que o discernimento se torna necessário.
Quando uma informação retorna à consciência, talvez a pergunta não devesse ser apenas:
“Eu me lembro disso?”
Mas também:
“Quanto daquilo que lembro ainda merece decidir o que penso?”
A evocação não precisa terminar em autorização.
Podemos recuperar uma ideia sem obedecê-la.
Podemos reconhecer uma crença sem reafirmá-la.
Podemos preservar uma lembrança e retirar dela o direito de continuar comandando nossas conclusões.
Chamo essa possibilidade de desautorização com preservação mnêmica: o conteúdo permanece disponível na memória, mas seu peso funcional pode ser reduzido quando evidências, contexto ou conhecimento posterior justificarem essa mudança.
Daí surge outra distinção importante: autoridade funcional não é a existência da informação na memória, mas o peso que permitimos que essa informação tenha sobre nossos julgamentos posteriores.
Nem tudo aquilo que permanece em nós precisa continuar governando-nos.
Talvez aprender não seja apenas adquirir conhecimentos.
Às vezes, aprender é reaprender quanto poder concedemos ao que já aprendemos.
Porque a memória pode recuperar o passado.
O discernimento precisa decidir se o passado ainda merece autoridade sobre o presente.
Carlos Eduardo Balcarse
Texto derivado da matriz conceitual desenvolvida no artigo “Da evocação à desautorização: regulação discernitiva do conteúdo recuperado no processo educacional”, publicado na Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 2026. DOI: 10.55892/jrg.v9i21.3800.
Palavras-chave: memória, aprendizagem, evocação, recuperação da memória, crenças, revisão do conhecimento, pensamento crítico, metacognição, discernimento, desautorização, autoridade funcional, educação, mudança de crenças, conhecimento, informação.
A religião está em prontidão para receber arrependidos , mas só um coração aberto pode ser transformado.
