Pensamentos Mais Recentes
Às vezes se perder e se sentir esgostado, mostra o que você tolerou tempo demais.
Nunca é tarde para parar e recalcular.
Ninguém fala sobre o quanto "recomeçar" também cansa.. é necessário e bem "poético", mas nada singelo.
Estar com sentimentos de não controlar é o princípio da felicidade.
Não invejar é meio caminho andado.
Se contentar com o que tem e buscar mais do necessário com leveza é o auge.
Praticar o que gosta de bom, sem ir na ideia de outros, é firmar si próprio sem dúvidas com autenticidade.
Não se achar melhor ou pior que alguém já é morte do ego na vida da consciência.
Esteja atento a uma verdade pétrea, a experiência do outro diz respeito ao outro, a visão dele diz respeito somente a ele.
A tradição reformada calvinista surgiu no século XVI com João Calvino, mas seus fundamentos soteriológicos derivam diretamente da teologia tardia de Agostinho de Hipona, bispo católico romano norte-africano e ex-maniqueu. Na Patrística anterior a ele, a predestinação era predominantemente compreendida sob a ótica da presciência divina — conforme ensinam os Arminianos clássicos e Wesleyanos —, e não a partir da eleição soberana incondicional desenvolvida por Agostinho e posteriormente herdada pelo calvinismo.
Flores nascem, crescem e florescem mas nao sao infinitas de idade ou beleza, cuide da flor que você tem.
O ódio é um caminho amargo. Deixe a paz reinar em seu coração; assim, encontrará libertação, amor pela própria vida e apreço pela vida dos outros. Nunca se esqueça de que toda ação gera consequências.
Noite, soturna noite
A noite vem às vezes tão perdida,
um véu silencioso que abraça o peito,
onde sombras dançam com a alma ferida,
e o tempo se perde em seu leito.
Sussurros tristes do vento, tão distante,
têm segredos que a lua sabe contar,
em cada estrela um sonho que se esconde...
memórias que insistem em ficar... tatuadas neste lugar.
No silêncio, o coração se revela,
entre suspiros e saudades trêmulas,
a esperança, ainda que singela,
pinta de luz as horas mais nubladas.
Assim, a noite, com sua calma profunda,
envolve a alma em suave poesia,
transformando a dor que às vezes inunda
em serenidade e melodia.
Da noite
A noite vem às vezes tão perdida,
um véu silencioso que abraça o peito,
onde sombras se insinuam com a alma ferida, dorida...
e o tempo se perde em seu leito meio desfeito.
Quase nada parece bater certo,
as horas escapam, fugazes, incertas,
há qualquer coisa em nós, um deserto,
inquieta, lesão, entre portas abertas.
O que era fundo torna-se tão perto,
segredos antigos ecoam no escuro,
o coração pulsa um ritmo aberto,
um sussurro calmo, leve e puro.
Na penumbra, a dor encontra abrigo,
e a esperança nasce na ferida aberta,
pois, mesmo a noite, no seu perigo,
traz a promessa de uma manhã certa.
Assim, na noite perdida e silente,
floresce a alma, livre e presente.
Silenciosamente
Nuvens pesadas, silentes, silenciosas, deslizam pelo céu como segredos sussurrados entre velhas amigas. Elas se entendem na quietude, trocando histórias sem som, carregando em si o mistério da chuva que ainda não caiu. A terra sedenta espera, em êxtase contido, sentindo o peso desse silêncio cúmplice. Cada gota que ali dorme é promessa de alívio, um abraço suave que vem saciar a sede profunda. O ar se adensa, o horizonte se curva, e o mundo parece prender a respiração. Então, no instante delicado do encontro, as nuvens rompem seu segredo, derramando sobre o solo um cântico líquido. A terra agradece, entregue à dança das gotas, renovada, viva, preenchida por um banho de esperança e vida. Assim, o ciclo se mantém, eterno e sereno, entre segredos que só o céu entende.
A semelhança com Cristo nunca foi um caminho para a popularidade. Quanto mais a vida de Jesus se torna visível em nós, mais natural é que desperte as mesmas reações que Ele despertou. Se a ausência de oposição nos tranquiliza, talvez valha a pena perguntar não o quanto o mundo mudou, mas o quanto Cristo é realmente visto em nós.
Tecendo sonhos
A vida persiste, tecendo sonhos que se aproximam da eternidade.
No silêncio das manhãs, a vida desperta,
como um fio delicado sobre o tear do tempo,
tecendo lindamente sonhos feitos de esperança e luz,
bordando no tecido invisível da alma,
um mosaico de desejos que jamais se desfazem.
Cada instante é um ponto colorido,
uma promessa sutil de eternidade,
onde o ontem se mistura ao amanhã,
e o presente se entrelaça entre as mãos do destino.
Os sonhos, navegantes incansáveis,
singram mares de possibilidades infinitas,
provocando ondas que beijam a areia do ser,
revelando que a vida, mesmo em sua fragilidade,
é um canto profundo que nunca se cala.
Assim, persistimos — almas entrelaçadas,
tecendo para sempre a teia do infinito,
onde o hoje se faz tão terno... eterno em cada batida do coração.
"A grande obra da vida não é anunciada por aplausos, mas esculpida no silêncio dos pequenos deveres."
