Pensamentos Mais Recentes
Tudo o que eu penso faz parte de tudo o que me faz pensar. Cada pensamento meu é influenciado por tudo o que vivi, pelas experiências que tive, pelas pessoas que encontrei e pelos lugares que passei. E tudo o que me faz pensar também faz parte de tudo que existe ao meu redor, pois o mundo e tudo nele contribuem para a forma como vejo a vida.
Então, tudo ao meu redor me faz pensar. Cada coisa, cada momento, cada detalhe desperta uma reflexão em mim. Eu penso em tudo o que vejo, tudo o que escuto, tudo o que toco, tudo o que sinto. Cada percepção se conecta com o que está dentro de mim, alimentando meu pensamento.
Estou constantemente pensando, dentro de meu próprio pensamento, refletindo sobre tudo que experimento, sobre tudo que percebo, sobre tudo que aprendo. O pensamento é algo que começa comigo, desde que nasci, e me acompanha em cada momento da minha vida.
Eu nasci pensando, e sigo pensando sobre tudo o que já vivi e sobre o que agora percebo.
Agora, penso sobre o que penso. Pensar é uma constante, um caminho sem fim, onde cada novo pensamento leva a outros, e cada reflexão é parte de algo maior que se desdobra à medida que continuo a viver e a aprender.
Minha fé não é feita de cegueira, mas de olhos bem abertos para o que é humano, demasiado humano. Conheço o caminho do altar e o do abismo; a diferença é que agora eu escolho onde caminhar, sem pedir permissão a ninguém... exceto a Deus.
O TATUAR DA ALMA NO ESCURO
(O medo também pode levar à luz)
O medo é, muitas vezes, apenas o sintoma da nossa própria incompreensão. Ele nasce do vazio do nada, mas basta enfrentar a escuridão de olhos vendados até encontrar o interruptor da luz.
Lu Lena / 2026
Não viva esperando a tempestade acabar atravesse-a sem perder o caráter, seus valores e a fé. A tempestade é um ótimo professor pois te ensina a ter uma base forte, onde cada uma é um teste de resistência.
"Você é o nascer e o pôr do sol da sua própria história.
Valorize-se.
Não viva na sombra, seja luz."
Eu sou a vida dentro desse corpo;
Corpo dentro do planeta;
Planeta dentro do universo;
Universo dentro da vida;
Vida dentro desse corpo.
Tudo se conecta, de dentro para fora e de fora para dentro, como um ciclo que nunca termina, onde cada parte está dentro da outra, criando o equilíbrio que me faz ser quem sou.
Ninguém cai, tropeça em um buraco da mesma forma. Cada vez que caímos, é de um jeito diferente, com um detalhe único, porque a vida sempre nos apresenta situações diferentes. E cada vez que caímos ou tropeçamos, é um alerta, uma oportunidade de ver a vida de uma maneira nova. É uma chance de aprender, de perceber o que nos fez cair e entender como evitar o mesmo erro no futuro. Cada queda traz uma lição, uma forma de crescimento, nos ensinando a não repetir o mesmo caminho e a melhorar nossa maneira de caminhar pela vida.
Minha mente é um labirinto de pensamentos e sentimentos; minha boca, um grito que mal consegue carregar o peso de tudo isso. Falo muito, mas expresso pouco; faço barulho, mas a essência do que sinto permanece escondida.
Escondida em camadas tão profundas que quando alguém ameaça cavar, dou meia volta e me enrolo em meu próprio ser, deixando de ser o que sou e sendo o ser que desejam que eu seja.
Confuso, não? Confesso que perdida me encontro e meus sentimentos, dentro de mim, não encontro. Um emaranhado de fios sensíveis, implorando para serem desembaraçados, mesmo enrolando-se de receio.
Metaforicamente falando, o ser humano é um equilíbrio constante entre o bem e o mal...
Ele constrói, destrói;
Ama, odeia;
Diz a verdade, diz a mentira;
Ajuda, age com indiferença;
Cria espaço, cria barreira;
Vive de coração, atua apenas pela razão;
Busca a paz, deseja guerra;
Oferece, rouba;
Elogia, xinga;
É alegre, é triste;
É saudável, é doente;
Nasce e morre.
Sair da zona de conforto??
Vai lá!!!
O Everest está cheio de pessoas congeladas que saíram da “zona de conforto”.
A politica é a arma mais poderosa deste mundo, junto com a religião, o existencialismo, a riqueza, a fome, o poder, a população, o dinheiro e o chamado introspectivo que cadencia o mundo. Percebo, em minha ignorância, que estas palavras sugerem casos figurados de sinônimo. Cada vez mais me vejo perdida entre meus próprios ideais, visto o resultado decepcionante de uma sociedade falha. Desconheço-me de forma tão assustadora que me arrependo de compactuar em um sistema tão sujo e repulsivo, o vomito politico derramado sob nós, o povo menosprezado, de maneira tão descarada que é preferível ignorar a se revoltar. Uma elite, composta pela minoria, que comanda a maioria que detém de classificações menores, inferiores, subversivas e odiadas por aqueles que se consideram melhores, um conservadorismo doente e uma solução quase utópica vista a realidade atual.
Minha consciência é meu segurança particular, porque é ela que cuida do que entra e do que sai da minha mente. Meu inconsciente é minha residência, o lugar onde tudo que sinto, penso e vivo se acumula, mesmo sem eu perceber. Se meu segurança se distrai e dorme, se minha consciência perde a atenção, a mídia invade. Ela traz ideias, valores, medos e desejos que não são meus, ocupa minha residência sem pedir permissão e começa a me influenciar. Por isso, é minha responsabilidade manter meu segurança acordado, atento, protegendo o que deixo entrar na minha mente e no meu ser.
Minha fé está sendo avidamente testada e meu pulmão se enche de ar em direção a escoria. Não há palavras nem poesias nem canções ou corações capazes de me mudar, não há ser mais capaz de me mudar além de mim- e. mesmo assim. nunca me desvinculo de quem era. Assim, me torturo com coisas que não posso mudar, me convencendo de que há males que vem para o bem ou que a uma essência que nos pertence, não importa quando nem onde, ainda me sinto como um ninguém. As expressões não fazem mais sentido, seu amor não é mais meu amigo e minha mente lapida-se como meu maior inimigo, somando tudo isso, talvez tenha parte do que sinto.
Ninguém é obrigado a te amar do jeito que você quer, porque o amor não se força e cada um sente e vive o amor do seu jeito. Mas você pode amar do jeito que quiser, porque o amor que você dá é escolha sua. Amar é sobre o que você sente e oferece, não sobre o que você exige ou espera do outro.
A solução para o mundo tá em mim mesmo, mudando meu próprio mundo, meu mundo interno, meus comportamentos, meus valores, minhas atitudes, minhas ações, meus sentimentos, meus pensamentos. Quando eu mudo, o mundo muda pra mim, porque o que vejo fora reflete o que carrego dentro.
Se cada um mudasse a si mesmo, cuidasse de suas escolhas, seus gestos, suas palavras, sem tentar impor mudança ao outro ou ao todo, o mundo mudaria. O mundo é feito de cada um, e o que cada um faz de si vira parte do todo.
A mídia, ao colocar os holofotes sobre a política, funciona como a mão visível de uma distração cuidadosamente orquestrada. Enquanto isso, a outra mão, invisível aos olhos da maioria, pertence aos verdadeiros dominantes: banqueiros, filantropos, mega-empresários, grandes investidores e financiadores. São eles que movem as peças nos bastidores, longe das câmeras e do debate público, moldando decisões que lentamente esvaziam nossos direitos e conquistas.
Esse jogo é como um truque de mágica: somos levados a focar na mão que está à vista — debates políticos, brigas partidárias, escândalos e promessas — enquanto a verdadeira ação acontece fora do nosso campo de visão. É nesse movimento escondido, silencioso e estratégico, que os direitos desaparecem, que as leis mudam, que as condições se tornam cada vez mais desfavoráveis ao povo.
Quando finalmente percebemos o que foi feito, o truque já está completo, e os danos já foram causados. Mas poucos se perguntam como aconteceu. Por que não notamos? Porque estávamos distraídos, mirando a mão que gesticulava para chamar nossa atenção, enquanto ignorávamos a mão que realmente conduzia o espetáculo.
A questão é: quando vamos parar de nos deixar distrair por esses movimentos óbvios e começar a observar o que realmente importa — os bastidores, as conexões, os interesses maiores? Afinal, a mágica só funciona enquanto acreditarmos no que nos é mostrado e não olharmos além do que nos é permitido ver.
Eu acho ridículo isso no homem...
Ser fofoqueiro, ser linguarudo, não saber guardar segredo e ficar bisbilhotando em seu próprio perfil e redes sociais... quem visitou, quem viu ou deixou ver... quem viu seu stories, ou se inscreveu ...
Posta e se esquece homi...
“Seja honesto sempre. A desonestidade pode até trazer benefícios hoje, mas no futuro cobra o seu preço.
Você prefere enfrentar a estrada árdua da honestidade ou seguir por atalhos tortuosos?”
Peça a Deus:
Força para lutar,
Sabedoria para caminhar,
Discernimento para não se perder nas encruzilhadas da vida,
E luz para não cair nas armadilhas do caminho.
Nem Tudo Que Está Aberto É Para Todos
Algumas portas não têm trancas, mas isso não significa que qualquer um deva atravessá-las. O mar é aberto, mas nem todos sabem nadar. O céu é livre, mas nem toda ave encontra pouso.
Estar em um lugar não é o mesmo que ser parte dele. Há presenças que chegam como vento frio, que passam, mas não aquecem. O espaço pode ser público, mas a energia sempre tem dono.
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
OS FRUTOS QUE REVELAM O VERDADEIRO CRISTÃO
A instrução espiritual contida no capítulo 18 de O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta uma das advertências morais mais penetrantes de todo o ensino cristão. A frase do Cristo, preservada no Evangelho e recordada pelo Espírito Simeão, estabelece um critério simples e profundo para reconhecer a autenticidade da vida religiosa. Não são as palavras que consagram o discípulo. São as obras.
A sentença evangélica pronunciada por Jesus Cristo, “Nem todos os que dizem Senhor Senhor entrarão no Reino dos Céus”, possui natureza profundamente ética. Ela não condena a oração nem a devoção verbal, mas denuncia o vazio espiritual de uma fé que se limita à aparência. A tradição espírita interpreta essa passagem como um chamado à coerência entre crença e conduta.
No ensino espírita, conforme estruturado por Allan Kardec, a religião verdadeira não se resume a fórmulas ou rituais exteriores. O cristianismo autêntico manifesta-se na transformação moral do indivíduo. O critério de julgamento espiritual é a prática da caridade, da justiça, da humildade e da fraternidade.
A metáfora da árvore ocupa lugar central nesse ensinamento. A árvore do cristianismo é descrita como uma árvore poderosa, destinada a cobrir a humanidade inteira com sua sombra protetora. Porém, embora a árvore seja boa, os jardineiros humanos muitas vezes a deformaram. Ao longo dos séculos, interpretações dogmáticas, interesses institucionais e disputas de poder mutilaram a simplicidade do ensinamento original.
Essa imagem possui grande força simbólica. A árvore permanece boa porque o Evangelho conserva a pureza do ensinamento do Cristo. Contudo, quando os homens tentam moldar a doutrina segundo conveniências humanas, surgem as mutilações espirituais. Cortam-se ramos de tolerância. Enfraquecem-se os frutos da caridade. Restringe-se a sombra acolhedora que deveria abrigar todos os seres humanos.
O viajante sedento que procura o fruto da esperança representa a própria humanidade. Em muitos momentos da história, homens e mulheres aproximaram-se da religião buscando consolo, orientação e sentido moral. No entanto, encontraram apenas folhas secas quando a religião foi transformada em instrumento de domínio ou exclusão.
A advertência espiritual não é dirigida apenas às instituições religiosas. Ela se dirige sobretudo à consciência individual. Cada ser humano é chamado a tornar-se jardineiro da árvore da vida.
A Doutrina Espírita afirma que o verdadeiro cristão reconhece-se por atitudes concretas. O amor ao próximo, a indulgência diante das imperfeições humanas, o esforço constante de reforma íntima e a prática da caridade constituem os frutos legítimos dessa árvore moral.
Quando o texto afirma que muitos são chamados e poucos escolhidos, não indica privilégio espiritual. O chamado é universal. Todos os espíritos recebem continuamente o convite do progresso moral. O que distingue os escolhidos é a resposta que dão a esse convite. Escolhido é aquele que decide viver segundo os princípios do bem.
A instrução espiritual também denuncia um perigo permanente na vida moral. Assim como existem monopolizadores do pão material, existem aqueles que procuram monopolizar o pão espiritual. São os que desejam guardar para si o conhecimento, o poder religioso ou a autoridade moral. Contudo, o Evangelho ensina exatamente o contrário. Os frutos da árvore da vida existem para alimentar todos.
O cristianismo genuíno não é exclusivista. Ele é essencialmente fraterno. Sua finalidade é conduzir todos os espíritos à luz da verdade e ao amadurecimento da consciência.
Por isso o apelo final da mensagem é profundamente pedagógico. É necessário abrir os ouvidos e o coração. Cultivar a árvore da vida significa preservar o ensinamento do Cristo em sua pureza original. Significa não mutilar o Evangelho com intolerância ou orgulho espiritual. Significa partilhar os frutos da esperança com todos os viajantes da existência.
O ensino permanece atual porque toca uma das questões fundamentais da experiência humana. A religião que não se traduz em amor prático transforma-se em discurso vazio. A fé que não produz frutos de bondade torna-se estéril.
Assim, a advertência do Cristo atravessa os séculos com a mesma força moral. Não basta pronunciar o nome do Senhor. É necessário viver segundo o espírito de suas palavras.
Quando as obras refletem a caridade, a justiça e a misericórdia, então a árvore do cristianismo volta a florescer. Seus frutos tornam-se novamente alimento para as almas cansadas da jornada terrestre. E sob a sua sombra benfazeja os viajantes da vida reencontram coragem para prosseguir no grande caminho da evolução espiritual.
