Pensamentos Mais Recentes
Quando o sonho é bom, a noite nunca é longa.
O anjo do sonho, ou que dorme do lado,
Logo vai embora.
Música: Poeta Apaixonado
Compositor: Dênisson Hélder Dinéh
Pra tristeza, mando abraço; alegria, volte sempre; agonia, paciência. Toda dor que o amor sente, no futuro, mandarei presente; para o passado, deixei recado, informando a existência de um poeta apaixonado.
Ah, ah! O poeta apaixonado faz a terra virar mar.
Oh, oh! Basta a tinta no papel para o céu ser maior.
Para a luta, um descanso; o barulho, atenção; para o trabalho, sobrevivência; liberdade de expressão. Do poema empoeirado, nasceu o pensador, disfarçado de ignorante pra despertar o dom do amor.
Ah, ah! O poeta apaixonado faz a terra virar mar.
Oh, oh! Basta a tinta no papel para o céu ser maior.
Música: Diversidade
De Dênisson Hélder Dinéh
Não saco de nada, estou por dentro de tudo.
Algumas vezes, cego, mudo e surdo,
tenho coragem e persuasão
pra realizar meus sonhos, minha imaginação.
-Sou guerreiro, escritor, tiro onda de doutor
nas novelas desta vida, repudio a dor.
Estou na frente, não olho pra trás,
meu caminho é repleto de amor e paz.
Problema? Sumo e até assumo:
conversar não rende, mudo de assunto.
-Sou guerreiro, cantador, jogo bola, sou mentor,
Mas protesto despedidas, repugno a dor.
Cuidado,
Tem gente com apetite voraz de carne mal passada,
Quanto mais você sangra, mas te querem por perto.
Se tu abrir carreira no meio da macambira fugindo desse amor,
Chegarás mais inteiro que se tu ficar colecionando desculpas.
De tanto um apontar os defeitos do outro,
Um bilhete foi deixado na mesinha de cabeceira, com a frase...
Continue sonhado com alguém perfeito meu bem.
Talvez uma das principais comprovações de que a realidade humana seja muito dura seja a aceitação da nossa própria robotização.
Porque, no fundo, ninguém se transforma em máquina por acaso.
Não é apenas a tecnologia que nos molda — é o cansaço de sentir demais, pensar demais, carregar demais.
A automatização da vida não nasce do fascínio pelo artificial, mas da exaustão diante do real.
Ser previsível, repetir padrões, reagir como se tudo já estivesse programado… tudo isso oferece um tipo de alívio bastante silencioso.
Não é felicidade — é anestesia.
É mais fácil seguir um roteiro invisível do que encarar o peso de escolher, errar e se responsabilizar.
Tudo que honestamente quase ninguém quer, é Liberdade.
A liberdade, quando levada a sério, assusta muito mais do que qualquer algoritmo.
E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando até a própria consciência.
Deixamos que tendências decidam gostos, que opiniões prontas substituam pensamentos, que notificações ditem o ritmo do dia.
A vida deixa de ser vivida e passa a ser apenas respondida.
Não há pausa, só reação.
O mais inquietante não é o avanço das máquinas — é o quanto nos tornamos compatíveis com elas.
Já não estranhamos agir sem refletir, consumir sem questionar, concordar sem compreender...
A robotização deixa de ser ameaça e passa a ser conforto.
Mas há um preço.
Sempre há.
Ao abrir mão da complexidade humana, também abrimos mão da profundidade.
Perdemos a capacidade de nos surpreender, de nos contradizer, de crescer a partir do desconforto.
Tornamo-nos eficientes, mas rasos.
Conectados, mas distantes.
Informados, mas pouco conscientes e muito vazios.
Talvez a realidade seja muito dura mesmo.
Talvez seja difícil demais sustentar a lucidez cobrada lá fora o tempo todo.
Mas aceitar a própria robotização não é solução — é desistência disfarçada de adaptação.
E, no meio de tanta fuga, a pergunta que insiste em permanecer é tão simples quanto incômoda:
em que momento sobreviver deixou de significar, também, sentir?
_Arco do forte_
Um título perdido no tempo pois ignora quebrou o arco.
Novos capítulos do estado inerte atônito todavia unidos
Seria simplório a balelas decorrentes a desconstrução do mundo é pujante.
Sendo digno ate da loucura...
Continua no poder
A Ilusão Agradável do Horizonte
As nuvens lindas e grandiosas lá no horizonte, bem distribuídas, alvas como a neve e de várias formas diante dos meus olhos, algo muito fascinante, tanto que interagiu com o meu imaginário criativo.
Seguramente, então, afirmo: naquela tarde, o reino celeste veio ao meu encontro devido à influência da perspectiva — que agora se reúne com a minha imaginação — foi uma interação profunda e muito expressiva.
Dentro de um daqueles momentos: quando posso sentir aquela sensação emocionante de que o céu não está assim tão distante, até parecendo que é tangível — uma ilusão cativante com o tom de realismo.
Música: Dê Valor (2006)
De Dênisson Hélder Dinéh e Douguitto Dinéh (Douglas Felipe)
Viu o que eu te disse? Dê valor ao que você tem.
Quem muito escolhe! Acaba sem ninguém.
Pense no que eu disse, não dispense o seu amor.
Quem te dá carinho merece o seu valor.
-Um dia você pega uma pessoa insensata, inconveniente,
pessoa que, a todo instante, te deixa carente;
pessoa indiferente, vida de onda, indecente…
e você se apaixona.
Dê valor, aproveite enquanto é tempo.
Dê valor, intensifique esse momento.
Seu amor nunca foi realidade, na minha concepção,
jamais será verdade.
Quando Acaba o Amor?
Quando acaba o amor? Não adianta entender o final de um relacionamento buscando a razão, os possíveis motivos. Quando o amor acaba, qualquer desculpa serve.
Quando o amor acaba, o outro vive, porém, é como se não existisse mais. Torna-se um morto-vivo, de quem se tem apenas uma breve lembrança de que algum dia já existiu.
Quando o amor acaba, o toque incomoda, a libido deixa de existir, os beijos se tornam selinhos, dormir juntos não faz mais parte do coexistir.
O amor acaba quando você deixa de ser engraçado, de ser importante e se torna uma pessoa unicamente útil para o outro.
Quando o amor acaba, você começa a pensar no tempo, e em quanto tempo ainda tem. Pensar no tempo que passou e nas coisas que você poderia ter aproveitado: oportunidades, momentos, lugares...
Quando o amor acaba, a indiferença representa a morte simbólica do outro.
E se existirem alguns problemas mal resolvidos, traumas de infância, abandono, rejeição, ansiedade, o sentimento de dor causado pelo fim será ampliado.
Quando o amor acaba, pode ser que ainda existam outros sentimentos como respeito, encanto e esperança. Porém, o que vai definir se ainda haverá a coexistência será a reciprocidade.
Talvez o amor acabe pela negligência e pela falta de cuidado com o outro. Há, no entanto, um paradoxo com a reciprocidade. Paradoxalmente, se a reciprocidade for o último sentimento a aparecer, muda tudo, porque virá na hora errada.
Virá na hora em que os selinhos deveriam se tornar beijos, e não serão. Na hora em que o toque deveria acalmar, e não acalmará. Na hora em que o cuidado com o outro deveria ser recíproco, e não será pelo fato de ser ignorado.
Se a reciprocidade vier no fim, você só vai retribuir o que recebe, e o fim se tornará uma questão de causa e efeito. Porque quando o amor acaba, tudo incomoda, e o incômodo será retribuído reciprocamente.
Quando o amor do outro por você acaba, será a hora de procurar salvar o amor que ainda resta por você mesmo.
A gente não deve, simbolicamente, morrer quando o amor do outro acaba.
"Embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive, já morreu..."
O cubismo político dá um sentido a revelação inerte todavia pirataria governantal.
O cubismo e retrato do capitalismo em si da aspiral irrelevante pois o olhar se define por fatos históricos.
Seus atos medonhos e insanos denotam a fragilidade da mente no governo.
Pois era de Nero passou sua era também passará sera este seu legado.
Nas profundezas da ética e moral somos meros filhos de um tempo comandado por uma pessoa como questionar um lobo que cuida de ovelhas tem alimentação infinitamente.
O retrato do capitalismo se da nas sombras do imperialismo.
✍🏻Todos os dias eu peço, através do meu deus menor, a misericórdia do Deus Maior, Universo Absoluto.
🙏🏻🙏🏻💟💜🪬♾️
Pensar em basquete no Brasil, tem que rememorar o "gênio Oscar"!
A bola foi parar"no ar"...
Ela,"beijou "a rede
sem nem tocar o aro.
Totalizando 49737 mil vezes esse evento.
Número mágico, para quem estuda e sabe desse Conhecimento.
Arremessar é jeito de se jogar.
Mas,49 mil vezes é "complexidade de gênio"
Esse,veio ao mundo para se aplaudir e admirar.
O nosso ídolo Osmar!!!
