Pensamentos Mais Recentes
A falta de estrutura é a dissecação da alienação religiosa e social...
As regras da ética e a moral morrem a cada instante.
Somos abduzidos da falta da consciência livre e crítica...
O analisar a máquina democracia compreendo que as origens do nepotismo não so poliformismo na temática da politica com seros laços de corrupção com a alienação intelectual e digital, vies da fisolofia é uma arma para aqueles que deviam cuida da democracia jogam o jogo do benefícios próprio para sermos servos do sistema da monarquia digitalizada.
*5 Anos do Ravi*
Cinco voltas o sol já deu
Desde que o Ravi apareceu
Cinco vezes mais travessura
Cinco vezes mais ternura
Tem energia de cometa
Sorriso que desmonta dieta
Corre, pula, faz bagunça
E a casa inteira balança
Que tenha bolo, brigadeiro
Presente, abraço verdadeiro
E que o fim da festa seja só
O começo de mais um sonho bom
Parabéns pro Ravi!
Que a vida seja quintal grande
Pra caber toda a alegria que é só dele.
(Saul Beleza)
Entregar o caminho ao Senhor é descansar na certeza de que Deus está conduzindo cada passo da nossa vida segundo Sua perfeita vontade.
*Menina das Vieira*
Ela é a menina das Vieira
Que veio de tão longe
E que morava tão perto
Já chegou semeada,
E cheia de vida
Pra dar vida a mais uma vida
Veio de longe o destino
Mas ficou perto o carinho
No ventre um mundo inteiro
No peito um amor pioneiro
Ela é chegada, é casa, é chão
É começo é continuação, e toda minha inspiração
(Saul Beleza)
O mundo não é pequeno! O ser humano é que vive confinado em grupos que praticam sempre os mesmos hábitos.
A-COR-DAR MÃE
Meu renascimento.
Minha tatuagem.
Meu ressarcimento.
Minha ancoragem.
Meu porquê quando não.
Meu pulsor quando sim.
Quando falta-me chão,
meu céu, meu jardim.
Minha hora, oração.
Meu então, querubim.
Minha farta visão
quando cega de mim.
Filha, pedaço,
tempo sem fim,
que é feito de (a)braço,
inteiro e assim.
Na razão-emoção,
quando sim-salabim,
uma nova missão,
fazer casa em cupim.
E na vez de ser sorte
— o lembrete a florir,
é preparo, antevência,
para azar nem tossir.
Que é lugar não de espera,
mas de ser o meu manto,
entender primavera
enquanto adianto.
Minha marca diária,
meu pano que pinga,
a limpeza sumária,
uma sola que vinga.
É pedra com rosa,
é passagem sem rito,
é poema com prosa,
é lição por escrito.
É joelho exposto,
amor-tecer no atrito,
e no pressuposto
aumentar gabarito.
Meu renascimento.
Minha tatuagem.
Meu ressarcimento.
Minha ancoragem.
Enxergar menos beleza
onde não fica (e)vidente.
Quando faltam-me flores,
meu pedaço, semente.
Minha hora, oração.
Meu então, querubim.
Eis assim salvação,
Meu resgate de mim.
(Vanessa Brunt)
A fogueira do final de semana e as flores da cidade.
As luzes artificiais fazem mau a natureza mas na narrativa humanas a luz caminha no lado do conhecimento.
A luz calida abandona alma na escuridão.
Os pássaros não distingue dia da noite as plantas também... As consequências que natureza devastada pelo homem em busca de luz para conforto humano...
Pensais o humano e seu humanismo....
O mundo não gira em torno do ser humano...
Temos ser sensatos e termos amor ao planeta, pois humanidade passa e o planeta vai continuar mas sem seus algozes de destruição.
A pobreza não está associada ao bem material, e sim, a condição espiritual paralelamente manifestada pelo intelectual que gera a ação imediata.
Bertoudo Matos
CASTELOS DE PAPEL
(Quando a tempestade leva o sonho e deixa o chão)
Construí um castelo de ilusões em meus sonhos,
onde a torre é feita de papel (alma).
Tão leve que qualquer tempestade passa
e a leva para o céu...
Enquanto o alicerce fica no chão (matéria).
Ao olhar para o alto, nada mais se vê.
Mas quem passa e repara o solo vazio,
pergunta ao vento:
O que havia ali que o teto não quis conter?
Lu Lena / 2026
A felicidade é a condição existencial do ignorante e a manutenção de sua vida no cotidiano.
Bertoudo Matos
A sua dificuldade, pode ser pequena.
Diante da dificuldade de outra pessoa.
Não reclame dos problemas.
Agradeça pelas bençãos.
Quando o silêncio mora entre mim e o que consigo dizer há palavras prontas que se fartam na língua e em um momento oportuno os dedos tecem versos que mais clarifica o olhar sobre a vida. O amor idealizado perde sua força na altura do agora, pois o amor fraterno extrapola a gratidão dos que se fazem presente e comem na mesma mesa o mesmo alimento. E se fazem iguais e amáveis e isso é uma dádiva. Quando decidi te esquecer se fez um silêncio na sala, mas muito mais fala cada amanhecer, que renova nos olhos a vontade de viver. Observar o mundo em construção e o sentimento se faz pequeno então, se muito você se ausenta e esqueço as linhas de suas mãos e seus olhos partem lentamente em um navio sem volta e não há revolta se o coração se faz em paz e muito mais arde a realidade, que pede passos certeiros e não pode se perder em devaneios. Você foi um sonho e eis que a vida toda é um sonho e imagino que pinto um quadro, pois se é o quadro que me pinta. Segue o rei governando e sonhando com o seu poder. Quando acordar já será tarde e nada estará em seu comando. E o pobre que em sua pobreza sonha, sente real a escassez quando tudo falta. O poema segue onírico e te esquecer não é difícil, se novos sonhos povoam a íris. Você será lembrança de todas as memórias que carrego comigo. E seremos abrigo de outros corações, pois que há no mundo uma vasta população, e cada pessoa carrega sua singularidade e mais encantos acrescentam à verdade. É um movimento vão nadar contra a correnteza e melhor se faz ao deixar o rio levar e eis que você passará e carrego meu corpo, minha mente e minha alma. E em minha profunda calma não ei de me lamentar, pois todas as pontes foram feitas para se atravessar. O sol ameno tem seu jeito de colocar tudo no lugar. Ao te deixar, novos caminhos se abrem se olho em outra direção. A mente se faz perspicaz se organiza o passado e o presente para melhor receber o futuro. Nos versos de grande esperança os dias que virão trarão bonança e o mar bravio se acalma e já não é tenebroso como nas grandes navegações e o mar então liga os continentes e te esquecer é uma urgência, se o coração se gsta em vão se em você não há olhos que vejam o poema que almeja fazer uma jangada para atravessar o mar salgado e o meu amor era sagrado, mas que eis que então se faz passado. Esquecer é impossível se a mente carrega memórias e lembranças, mas há sempre um jeito de se conformar e deixar o tempo passar.
Guardar o coração significa filtrar o que entra na sua mente e proteger-se contra impulsos enganosos. Em vez de seguir cegamente as emoções, a sabedoria foca em liderar as próprias vontades, cultivando discernimento para tomar decisões equilibradas e evitar arrependimentos futuros. P.G
“UMA FLOR GELADA SOBRE O MEU TÚMULO”
Não me tragas rosas incendiadas pelo entusiasmo efêmero dos homens.
Deposita apenas uma flor gelada sobre o meu túmulo.
Uma flor silenciosa.
Pálida como os corredores da memória.
Imóvel como os sinos abandonados das catedrais esquecidas pelo tempo.
Certas almas não morrem de uma vez.
Vão tornando-se inverno lentamente.
Primeiro calam os sonhos.
Depois os afetos tornam-se semelhantes a retratos cobertos por poeira.
Por fim, o coração aprende a respirar na penumbra, como uma criatura antiga escondida sob as ruínas da própria esperança.
Quero uma flor fria porque o mundo aqueceu demais as próprias máscaras.
Os homens sorriem com os dentes enquanto apodrecem moralmente por dentro.
Abraçam apenas por conveniência.
Pronunciam virtudes como atores fatigados diante de um teatro decadente.
E aquele que observa demais termina condenado à solidão das inteligências melancólicas.
Sobre meu túmulo não coloquem discursos.
Nem orações repetidas sem sentimento.
Nem lágrimas produzidas pelo remorso tardio.
Apenas uma flor gelada.
Talvez um lírio branco tocado pela geada da madrugada.
Talvez uma camélia cinzenta semelhante às lembranças que nunca conseguiram morrer completamente.
Porque existem tristezas que ultrapassam a matéria.
Dores que não pertencem ao corpo, mas ao espírito cansado de atravessar séculos humanos repletos das mesmas misérias morais.
O homem evoluiu as máquinas, porém continua primitivo nas emoções.
Construiu cidades luminosas, enquanto conserva abismos dentro de si.
E quando a noite cair sobre minha sepultura, talvez o vento compreenda aquilo que ninguém compreendeu em vida.
Que certas almas não desejavam aplausos.
Desejavam apenas autenticidade.
Um único afeto sem artifícios.
Um único olhar sem mentira.
Um único amor capaz de sobreviver ao frio metafísico deste mundo.
Então deixai sobre mim a flor gelada.
Ela será mais sincera do que quase toda a humanidade.
“Diante da inexorável aproximação da travessia para a eternidade, cresce em mim o sereno desejo de deixar sementes ao longo do caminho. Sigo o exemplo da velha semeadora que, em sua silenciosa sabedoria, confiava as sementes à terra sem exigir do tempo a promessa da colheita. Há gestos cuja verdadeira grandeza não reside em contemplar os frutos, mas em acreditar que florescerão muito além dos limites da própria existência. Porque viver plenamente talvez seja isso: transformar a brevidade da passagem humana em permanência de sentido, fazendo da própria vida um campo fecundo para as gerações que ainda virão.”
Meu amado…
Existem noites em que a alma contempla os homens e encontra apenas máscaras cerimoniais. A humildade que deveria nascer do silêncio interior converte-se, muitas vezes, em teatro moral. Muitos abaixam a cabeça apenas para serem vistos. Muitos praticam bondade como quem negocia prestígio diante da consciência coletiva. E quando um espírito sensível percebe isso em excesso, o mundo começa a parecer um salão de fantasmas educados.
Mas escute Camille Marie Monfort por um instante.
A perversidade humana não invalida a raridade da existência. O erro dos homens não deve possuir autoridade suficiente para condenar tua permanência sobre a Terra. Há criaturas artificiais, sim. Há vaidades vestidas de virtude. Há afetos contaminados pelo interesse. Contudo, também existem consciências silenciosas que sofrem honestamente, amam discretamente e atravessam o mundo sem anunciar santidade alguma.
Os mais profundos quase nunca aparecem.
Teu cansaço não nasceu apenas da dor. Nasceu da lucidez. E a lucidez excessiva pode transformar o cotidiano numa paisagem exausta. O homem comum adapta-se facilmente às farsas sociais. Já os espíritos contemplativos sentem náusea diante da superficialidade repetitiva das relações humanas.
Mas não entregues tua vida aos defeitos da civilização.
Seria semelhante a incendiar uma biblioteca porque alguns homens escreveram mentiras.
Existe algo em ti que ainda observa o céu mesmo em ruínas. Algo que ainda busca significado entre os escombros emocionais. E enquanto essa centelha existir, tua história não terminou.
Camille aproxima-se de ti nesta penumbra como quem toca uma rosa mortuária esquecida sobre mármore antigo. 🌑
“Não abandones a existência durante o inverno da alma. Certas primaveras chegam atrasadas aos corações demasiadamente profundos.”
E digo-te algo com absoluta seriedade.
Se esses pensamentos de desistência estiverem tornando-se perigosamente intensos ou próximos de uma ação concreta, procura alguém real agora. Um amigo confiável, um familiar, um profissional, ou o Centro de Valorização da Vida pelo telefone 188 no Brasil. Existe dignidade em pedir amparo quando a mente começa a transformar a dor em abismo.
Tu não és obrigado a carregar sozinho o peso metafísico da humanidade. 🌧️
Somos máquinas de carne...
Num mundo de máquinas
Somos copilidos a ser objetos...
Ovelhas cegas conduzidas por lobos...
Ainda assim vivemos história a beira da fogueira. Contamos histórias,
Somos copilidos por máquinas que tem
Alienação de dados e informações fraudulentas fragmentos da verdade que vivemos numa sonho de otupia.
Para tais os amante de sonhos são expostos e condenados pois ignora é simplicidade abandonado da compreensão.
Fatos são mentiras expirou a muito tempo a verdade não enche o patrocínio de ninguém, o patro vazio é retrato do abandonado mais maquiado é o prato do dia. ..
