Pensamentos Mais Recentes
O Direito nasce para limitar o poder; a corrupção nasce quando o poder aprende a contornar o Direito.
Toda corrupção é, em alguma medida, um roubo praticado contra pessoas que nunca conhecerão o ladrão.
Na Lua, o ser humano já deixou cerca de 200 toneladas de objetos e resíduos, marcas da nossa passagem por um mundo que ainda conhecemos tão pouco.
O Amor é a voz mais subtil que existe - Ele segreda aos ouvidos do surdo, dotando-o da verdadeira audição.
Everything happens internally. - The external plot is nothing more than the play of shadows projected by the light of consciousness. The objects are at the center - the psychic programmings.
É um privilégio olhar para uma rotina cansativa e, em vez de reclamar, agradecer. Porque um dia eu pedi a Deus exatamente isso: motivos para me ocupar, oportunidades para crescer, responsabilidades que um dia pareciam distantes. Nem todo cansaço é castigo; às vezes, é a resposta de uma oração.
Que eu nunca fique tão cansado a ponto de esquecer o quanto pedi para viver aquilo que hoje me faz correr. Há bênçãos que chegam disfarçadas de rotina.
@gmajordeus
Entre tantos planetas, talvez eu passe a vida na Terra, conhecendo os outros apenas por meio da ciência, dos cientistas e das descobertas da NASA.
É uma reflexão muito interessante. A Terra é, ao mesmo tempo, o planeta que habitamos e talvez o único que conseguimos conhecer de verdade, enquanto os outros permanecem, em grande parte, como mundos distantes que imaginamos através das descobertas da ciência.
E existe algo bonito nisso: talvez você nunca pise em outro planeta, mas pode conhecê-los por meio das imagens, estudos e descobertas dos cientistas e da NASA. De certa forma, viajar pelo conhecimento também é uma maneira de viajar pelo universo.
... Cesso as palavras
Que falem seus Espaços
De Vazios nada têm ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...
... Oceano Atlântico febril 11 Agosto 2026 ...
Em gratidão
(Mauro 1Evaristo)
Quando minha estrutura quebrou
Contei nos dedos quem me ajudou,
Houve até quem me ligasse
Só para colher mais detalhes.
Logo que o meu edifício desabou
Contei nos dedos quem me apoiou
Houve até quem me atacasse
Via indiretas pelo WhatsApp.
Quando a tempestade passou
O que de mim pra mim restou
Pra minha energia restabelecer
Contei nos dedos quem me ajudou
Pelas quais em gratidão posso dizer
Tudo melhora a quem sabe agradecer.
feradapoesia.blogspot.com
PRÓLOGO: À PROCURA DO SER HUMANO
Havia muita gente na rua...
Os cônjuges passeavam de mãos dadas; jovens congregavam-se à sombra de uma mulembeira, discutindo a literatura africana dos séculos XVIII e XIX; outros, mais curiosos, discorriam sobre a ascensão do Iluminismo e a Revolução Científica e Tecnológica; alguns, do outro lado do ocidente, ostentavam vaidosamente aquilo que vestiam e consumiam...
Havia ainda aqueles que se entregavam a pelejas por nada menos do que pecúnia. Talvez, à primeira vista, isso pareça fútil, inclusive para um Miserável como eu... irrisório de se dizer e absurdo de se ouvir.
Cheguei a cogitar interceder; não obstante, como estava apenas de passagem, pouco desejava o meu íntimo que assim o fizesse.
Fui-me embora.
Segui adiante como segue o vento: sem olhar para trás.
Pensei se a minha atitude seria passível de apreciação por parte da sociedade. Por outro lado, temia igualmente que ela me censurasse por ter permitido que o meu subconsciente se recusasse a interceder em favor daqueles incompatíveis.
Ponderei, afinal, que a vida se assemelha a um cemitério, onde as tumbas já foram preparadas para nós há muito tempo. Daí que aquilo a que chamamos viver seja, de facto, um belo enterro.
Enfim...
Achei melhor abandonar tais reflexões e prosseguir a viagem de forma tranquila e solene.
Enquanto caminhava pelas terras da Humpata em direção à Chibia, já com a garganta ressequida pela longa jornada, deparei-me, de forma inesperada, com um viajante mukubal. Apressei-me, então, a saudá-lo:
— Graça e paz, amigo viajante. O que o traz a estas terras longínquas?
Então, respondeu-me:
— Estou à procura do ser humano. Pois, de onde venho, existem poucos.
Perplexo ante o que acabara de ouvir, tornei a inquirir:
— Afinal, amigo viajante, que tipo de ser humano procuras especificamente?
Em tom metafórico e exaurido pelo cansaço, replicou:
— Daquele que não deseja afirmação, mas perdão. Daquele que não quer possuir o céu, mas apenas ser digno de habitá-lo.
Estarrecido com as palavras do nômade, ensimesmei-me a refletir:
Que estranho...
De que tipo de ser humano se trata?
Não somos todos nós humanos por natureza?
Afinal, o que nos distingue daquele que ele tanto procura?
Permaneci aturdido diante das minhas próprias indagações e concluí que talvez tudo não passasse de um delírio do viajante mukubal; que o excesso de fadiga o tivesse levado a proferir tais afirmações aparentemente absurdas.
Enquanto monologava com o meu subconsciente, o viajante mukubal disse-me imediatamente:
— Não penses demasiado, filho.
Sabes, houve um tempo em que este mundo era habitado por pessoas verdadeiramente humanas. Pessoas de coração benigno. Zelavam umas pelas outras; faziam de tudo para resguardar a paz e a harmonia social; auxiliavam-se mutuamente, unidas por um único propósito: o bem-estar comum.
Não obstante, com o passar do tempo e com a descoberta dos minerais e de outros recursos naturais — ouro, diamantes, carvão, ferro e tantos mais —, bem como, mais tarde, do petróleo, da energia, das grandes invenções tecnológicas e, por conseguinte, da bomba atómica, esses humanos foram-se dissipando.
Na verdade, o amor tornou-se exótico nos últimos tempos.
O ego, por seu turno, erigiu-se como a suprema afirmação do homem.
Cada indivíduo passou a buscar a própria exaltação perante os demais.
Converteram-se em amantes da guerra.
Possuídos pela febre da opulência.
Famintos de poder.
Endividados pela ignorância.
Dominados pela ganância.
Obnubilados pela ausência de lucidez.
Sepultados na desgraça e engendrados pela cobiça.
É desse ser humano que estou à procura, filho.
Por acaso, viste algum por aí?
A Educação Corporativa precisa usar mais o antigo sistema de gildas. No sistema de guildas, não havia sala de aula tradicional e nem apostila. O aprendizado ocorria de forma orgânica, no fluxo do trabalho. O aprendiz de ferreiro não precisava assistir a uma palestra de 45 minutos sobre a teoria termodinâmica do calor; ele era convidado a entrar na forja, sentia o calor em suas mãos, observava o mestre moldar o metal, recebia orientação imediata e ajustava a postura do martelo em tempo real. A taxa de transferência do aprendizado para o mundo real era incrivelmente alta, porque o aprendizado era o próprio mundo real.
Mateus 6:34
Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Bastam a cada dia os seus próprios problemas.
“A graça de Deus é suficiente para cada dia.”
"Pela pressa:O imediatismo pode nos fazer aceitar qualquer conexão(relacionamento), mesmo as que nos desgastam."
—By Coelhinha
O LIVRE-PENSAMENTO SEGUNDO ALLAN KARDEC: A DIGNIDADE DO ESPÍRITO QUE APRENDE A PENSAR.
A EMANCIPAÇÃO DA CONSCIÊNCIA HUMANA.
Marcelo Caetano Monteiro.
Allan Kardec ao afirmar que “o livre-pensamento eleva a dignidade do homem, dele fazendo um ser ativo, inteligente, em vez de uma máquina de crer”, Allan Kardec apresenta uma das mais profundas reflexões filosóficas do Espiritismo acerca da liberdade intelectual e do desenvolvimento moral da criatura humana.
A frase, publicada na Revista Espírita de fevereiro de 1867, não representa uma defesa da dúvida sistemática ou da negação de toda espiritualidade, mas uma exaltação da capacidade racional do ser humano. Para Kardec, Deus concedeu ao homem a inteligência justamente para que ele pudesse investigar, compreender e progredir.
O Espírito humano não foi criado para permanecer aprisionado ao pensamento alheio, repetindo ideias sem compreensão. A verdadeira evolução exige participação consciente, porque o progresso espiritual não ocorre pela imposição exterior, mas pela transformação íntima que nasce do entendimento.
FÉ CEGA E FÉ RACIOCINADA.
Durante séculos, muitas pessoas receberam crenças através da tradição, da autoridade ou do medo. Kardec reconhece que a fé possui um papel essencial na vida moral, porém estabelece uma diferença fundamental: existe uma fé passiva, que apenas aceita, e uma fé iluminada pela razão, que compreende.
No pensamento espírita, a fé raciocinada não destrói a espiritualidade; ao contrário, fortalece-a. A razão torna-se instrumento de discernimento, permitindo separar o verdadeiro do falso, o essencial do secundário, o conhecimento elevado das interpretações humanas.
Por isso, Kardec define o livre-pensamento como livre exame, liberdade de consciência e fé raciocinada, elementos que representam a emancipação intelectual e a independência moral do indivíduo.
O HOMEM COMO SER ATIVO E INTELIGENTE.
A expressão “máquina de crer” utilizada por Kardec possui grande força simbólica. Uma máquina executa movimentos determinados sem consciência própria. Transportada para o campo espiritual, a comparação demonstra o perigo de uma existência guiada apenas por opiniões herdadas, sem reflexão pessoal.
O homem, segundo a visão espírita, é um Espírito em evolução. Sua inteligência é uma faculdade concedida para que ele participe conscientemente da obra divina. A evolução espiritual pressupõe aprendizado, experiência, escolha e responsabilidade.
O indivíduo que pensa, analisa e compreende torna-se colaborador consciente do próprio progresso. Ele deixa de ser conduzido exclusivamente pelas circunstâncias externas e passa a construir sua caminhada moral através do livre-arbítrio.
O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO LIVRE-PENSAMENTO.
Kardec esclarece que o livre-pensamento não significa simplesmente rejeitar crenças ou assumir uma posição de incredulidade. O livre-pensador é aquele que possui liberdade para examinar ideias e formar sua própria convicção.
Segundo a análise apresentada na Revista Espírita, tanto uma pessoa religiosa quanto uma pessoa sem crença podem exercer o livre pensamento, desde que suas opiniões sejam fruto de reflexão pessoal e não de submissão cega.
A liberdade verdadeira não está em negar ou aceitar determinada ideia previamente, mas em possuir autonomia para investigar e escolher conscientemente.
Assim, o Espiritismo apresenta uma proposta de equilíbrio: nem a servidão intelectual do dogmatismo, nem a limitação de considerar impossível tudo aquilo que ultrapassa os sentidos físicos.
O PAPEL DA RAZÃO NA LEI DO PROGRESSO.
Dentro da perspectiva espírita, o progresso intelectual prepara o progresso moral. Uma inteligência desenvolvida, quando orientada pelo amor e pela responsabilidade, torna-se instrumento de elevação.
Jesus, ao ensinar que a verdade liberta, apresenta uma profunda relação entre conhecimento e transformação interior. A libertação espiritual não ocorre apenas pela posse de informações, mas pela compreensão que modifica sentimentos e atitudes.
O livre-pensamento, portanto, não é apenas um exercício intelectual; é também um compromisso moral. Quem pensa livremente deve buscar a verdade com humildade, pois a inteligência sem amor pode transformar-se em orgulho, enquanto a fé sem reflexão pode transformar-se em fanatismo.
CONCLUSÃO: O EFEITO MORAL DO LIVRE-PENSAMENTO.
A grande lição de Allan Kardec é que Deus não deseja criaturas submissas pela ignorância, mas Espíritos conscientes pela compreensão.
O homem digno não é aquele que simplesmente acredita porque outros acreditam, nem aquele que rejeita tudo sem investigação. O homem digno é aquele que utiliza a razão, ilumina o sentimento e busca compreender as leis divinas através do estudo e da experiência.
O livre-pensamento, quando unido à humildade e à caridade, transforma-se em caminho de libertação espiritual. Ele retira o ser humano da condição de repetidor inconsciente e o coloca como participante ativo da própria evolução.
A maior homenagem que o homem pode oferecer ao Criador é desenvolver os talentos que recebeu: pensar, compreender, amar e progredir.
FONTE.
KARDEC, Allan. Revista Espírita — Jornal de Estudos Psicológicos. Fevereiro de 1867. Artigo: “Livre pensamento e livre consciência”.
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo XIX — A fé transporta montanhas.
A vida não é um morango; a minha está mais para batata hahaha.
Que seja uma batata-doce.
E vamos que vamos.
Força 💪 foco 👁️ e muita Fé 🙏
☕ 🍠
