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Vazio Absoluto
Você é tão vazia,
um buraco que engole luz e cospe amargura.
Vive de vitimismo,
aponta o dedo para o mundo
enquanto o fracasso mora dentro de você.
Não reconhece os próprios erros,
prefere lamber as feridas e culpar o destino.
Sem amor-próprio, sem respeito —
palavras que mal cabem na sua boca.
Tão perdida dentro de si,
que não evolui,
um ser sem luz, sem alegria,
que nunca entenderá o gosto da paz.
Pode mudar de ciclos,
refazer a linha do tempo,
mas como pessoa continua presa
a tudo que te corrói e te diminui.
Você é decepcionante.
Usa os outros como peças baratas
no seu joguinho miserável.
Acha que tem maturidade,
mas a idade só expõe sua futilidade,
sua incapacidade patética de crescer.
Pessoas vão chegar e te abandonar —
como sempre.
Você foge do espelho,
porque olhar para si mesma
é enfrentar a grande falha que habita em você.
Deveria sentir vergonha,
não essa pena nojenta de si.
Petulante, arrogante,
refém da própria vaidade podre,
imatura até o osso.
Vazia.
Irremediavelmente vazia.
Dentro de mim moram dois sussurros:
um busca a luz, outro abraça a sombra.
Entre a razão e a loucura,
caminho sendo o próprio conflito que me habita.
A velhice nos condena a estarmos conosco o tempo todo, e, meu amigo, se você não gostar de conversar consigo mesmo, vai acabar ficando maluco. Kkkkk
Em busca da minha saúde mental, eu diminui drasticamente a quantidade de amizades.
Erasmo R. Pergola
Ponha-me em seus olhos e me veja
Ponha-me em seus olhos e me veja,
não pela imagem que o mundo criou,
mas pela alma que tantas vezes se escondeu
atrás dos medos que carregou.
Veja minhas cicatrizes em silêncio,
os sonhos que não deixei morrer,
as batalhas que ninguém enxergou
e as noites que precisei vencer.
Não procure perfeição em mim,
procure a verdade que ficou,
porque quem olha apenas a superfície
nunca conhece o amor que restou.
Ponha-me em seus olhos e me veja,
como quem lê uma velha canção,
não com os olhos da razão,
mas com a delicadeza do coração.
O extraterrestre veio
à Terra.
O extraterrestre veio à Terra
E passeava por uma
Cidade grande.
Ficou escandalizado,
Ficou assustado,
Ficou perplexo —
Não acreditava no
Que via.
Gritou em desespero:
— Ajudem esse mendigo!
Sinto a sua dor,
A sua fome,
O seu frio, o seu calor,
A sua falta de proteção.
Um ser humano respondeu:
— Cuide da sua vida,
Ele não é você.
O extraterrestre respondeu:
— Eu sinto a sua dor como se fosse
A minha.
não jugou
não sentiu pena
não se sentiu superior
Extra terrestre com pressa
Vendeu todo o seu ouro.
Deu uma casa , comida,
E meios pro mendingo
Ganhar dinheiro.
Foi embora pra seu planeta
Contou o que viu pra todos
Seus irmãos .
O rei do extraterrestre
Decretou ;
Que ajunte todo ouro
Desde lugar e vamos
Ajudar os mendigos
Da terra.
E assim foi feito.
Quanto mais tenho que escrever para ter prestígio e um nome ? Faça o suficiente para ver os seus dedos sangrarem
princípios codificados por Allan Kardec.
Reconhecer as próprias imperfeições é o primeiro passo da verdadeira humildade.
Compreender que o amor sem esclarecimento pode transformar-se em indulgência equivocada, enquanto o conhecimento sem amor converte-se em orgulho.
No Espiritismo, não basta possuir um coração sensível; é necessário possuir também uma consciência esclarecida. A luz da inteligência e o calor da caridade não competem entre si: completam-se. Quando uma delas falta, a outra perde sua plenitude.
O Cristo jamais separou a verdade do amor. Kardec jamais separou a razão da fé. O Espírito de Verdade jamais separou o estudo da fraternidade. Eis por que amar com lucidez é amar de verdade.
Frase final.
" Quanto mais a consciência se ilumina pela verdade, mais o coração aprende que o amor não consiste apenas em sentir, mas em servir, educar e transformar, começando sempre por si mesmo. "
Existe Sim a Imortalidade faça valer a pena deixe algo que possa ser lembrado e certamente escreveras teu nome na eternidade"
Não escrevo isso para dizer que sou melhor do que aqueles que passaram por aquele cachorro. Muito pelo contrário.
Conheço minhas falhas, meus pecados e minha própria história. Sou católico e confio na misericórdia de Deus, mesmo sabendo o quanto ainda preciso dela.
Talvez justamente por isso aquele encontro tenha me marcado tanto.
Logo eu, tão pequeno e tão cheio de imperfeições, enxerguei Deus na forma mais simples e, ao mesmo tempo, mais esquecida: um animal abandonado. Se o morador de rua já é frequentemente invisível aos olhos da sociedade, o animal abandonado parece ser ainda mais.
Sou grato pela forma como Deus, na minha compreensão, se revelou naquele momento. Muitos dirão que era apenas mais um cachorro. Talvez fosse. Mas aquele cachorro mudou alguma coisa dentro de mim.
Desde esse dia, quero aprender a ser mais solidário, não apenas com as pessoas, mas também com os animais. Afinal, às vezes Deus nos encontra justamente onde quase ninguém escolhe olhar.
Nem sempre o que resta sentido a vc
Traz valia a min.
Não confunda Adriana Galisteu com Adriana de "Seu Zé Aristeu"
O FALSO CALCANHAR DE AQUILES DO ESPIRITISMO.
A Verdade Moral de Kardec que o Movimento Antirracista Precisa Ler.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Parte III
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Introdução
O falso dilema do suposto racismo de Allan Kardec.
O problema das leituras anacrônicas.
A necessidade de retornar às fontes originais.
I — Tom, o Cego: o caso que desmonta o preconceito racial
Contexto histórico de 1867.
Escravidão, frenologia e teorias raciais.
A análise filosófica de Kardec.
A genialidade
"O verdadeiro capitalista cósmico não investe em ações; ele compra os direitos autorais das leis da física, aplica um reajuste inflacionário de um googolplex por segundo e aposenta o universo inteiro por inadimplência."
Entre os escombros, você
Eu te conheci quando já não restava ninguém.
Ou, pelo menos,
era assim que o meu coração enxergava o mundo.
É claro que eu tinha amigos.
Tinha minha família.
Tinha pessoas que diziam estar por perto.
Mas nenhuma delas entendia
o tamanho do vazio que alguém havia deixado.
Porque perder uma rotina
também é perder um pedaço de si.
É sentir falta das ligações de todos os dias,
das conversas sem hora para acabar,
das discussões bobas,
dos filmes assistidos juntos,
da certeza de que, do outro lado da tela,
sempre haveria alguém.
E, quando tudo isso acabou,
eu fiquei.
Fiquei tentando convencer a mim mesma
de que ainda era suficiente.
Foi então que, em um belo dia,
você apareceu.
Talvez você nunca saiba,
mas chegou exatamente quando eu mais precisava.
Não para ocupar o lugar de ninguém.
Ninguém ocupa.
Mas para me lembrar
que o universo ainda conspirava encontros,
enquanto eu acreditava
que só me restavam despedidas.
A gente começou a conversar.
Vieram as calls de quase todos os dias,
as conversas longas,
as vezes em que você me contrariava
e, por incrível que pareça,
isso fazia bem.
Porque eu precisava de alguém
que não tivesse medo de me mostrar
que a vida continua.
Sem perceber,
você foi se tornando presença.
E presença cura
mais do que qualquer discurso bonito.
Hoje você conhece partes minhas
que muita gente nunca conheceu.
Sabe como eu penso,
como eu sinto,
como eu me escondo
quando finjo estar bem.
E, talvez por isso,
eu ainda tenha medo.
Não de você.
Mas da despedida.
Depois que alguém vai embora,
a gente aprende a colocar prazo
até nas pessoas que ainda estão ficando.
Então eu tento não me apegar.
Tento.
Mas existe algo em mim
que insiste em acreditar
que algumas pessoas chegam
não para substituir quem partiu,
mas para reconstruir
aquilo que a dor destruiu.
Se um dia você ler isso,
quero que saiba:
obrigada.
Obrigada por ter aparecido
quando eu já não sabia caminhar sozinha.
Obrigada por cada conversa,
por cada call,
por cada momento em que você esteve presente
sem sequer imaginar
o quanto isso significava.
Talvez você nunca entenda
o tamanho da diferença que fez.
Mas eu sei.
Porque, sem você,
talvez eu ainda estivesse
tentando juntar os cacos
de uma versão minha
que acreditava
que sempre seria deixada para trás.
E hoje...
Ainda tenho medo.
Ainda carrego cicatrizes.
Mas já não caminho completamente sozinha.
"Esqueça a acumulação de bens materiais: a verdadeira riqueza de um googolplex consiste em patentear o nada, revender o vácuo quântico e faturar os royalties da expansão infinita do cosmos."
"Ideias trilionárias ordinárias ajustam o mercado; as mirabolantes e hiper-dimensionais redesenham as leis da física para cobrar impostos de pouso de civilizações extraterrestres ainda na infância."
"Não acumulamos capital em moeda fiduciária; o objetivo é tokenizar o próprio tecido da realidade, estabelecendo um monopólio absoluto sobre o impossível avaliado em um googolplex de ativos intangíveis."
"O dinheiro tradicional perdeu o sentido; a nova fronteira da riqueza trilionária é criar uma bolsa de valores multiversal onde cada linha de código da imaginação pura vale mais do que todas as estrelas juntas."
"Enquanto os analistas debatem o PIB global, a mente mirabolante arquiteta um império transdimensional, transformando a entropia do universo em fluxo de caixa e declarando dividendos em escala googolplex."
"Ideias pequenas geram fortunas; ideias mirabolantes que desafiam o espaço, o tempo e a lógica acumulam um patrimônio googolplex, transformando o cosmos inteiro em uma mera carteira de investimentos de longo prazo."
O teste de paternidade por DNA pós-parto deveria ser obrigatório por lei. Sim, certamente seria uma lei que evitaria muitas injustiças futuras.
___COM CERTEZA, AS COISAS SERIAM TOTALMENTE DIFERENTES, NÃO TENHO DÚVIDA__
Sim
🤗
"Uma mente trilionária não busca o sucesso no mercado financeiro atual; ela cria uma matriz de monopólio absoluto onde o lucro de um googolplex de realidades paralelas financia a expansão do próprio absurdo."
"De que adianta dominar a economia terrestre se podemos fundar um banco central intergaláctico, imprimir moeda indexada a buracos negros e taxar a própria imaginação de civilizações ainda por nascer?"
