Pensamentos Mais Recentes

“Onde a lei enxerga apenas um animal, o Direito deveria enxergar um ser vivo diante de uma responsabilidade humana.”

“O animal abandonado é talvez a forma mais silenciosa de testemunho contra uma sociedade que aprendeu a possuir antes de aprender a cuidar.”

“Quando um animal morre na rua sem que ninguém responda por sua vida, não morreu apenas um animal: morreu uma pequena parcela da responsabilidade jurídica.”

“A civilização de um Direito não se mede pelo que ele concede aos poderosos, mas pelo que impede que aconteça aos que não podem reclamar.”

Amigo é somente Deus.
Amizade, ciclo social e
parceira, acabam. Porque 
são seres humanos e
humanos são imprevisíveis.

“Uns permanecem porque acreditam no destino da caminhada; outros caminham apenas enquanto a estrada tiver por destino os próprios interesses.”

A vida é um jogo de
 Ação e consequência/resultados

Quem se contenta com migalhas,
Qualquer coisa servida,
vira banquete.

"Você não conhece a grandeza de alguém pela forma como trata quem admira, mas pela forma como trata quem despreza."

Por mais difícil que esteja,
não se permita desanimar.
História triste e desafios,
fazem parte do processo.
O propósito de Deus não é
pra entender, é somente crê
e confiar.
E aquele que pescevera com
fé e constância, vence.


Viana Filho

Eu Amo a Jesus


Eu amo a Jesus, meu Salvador,
O Filho amado, eterno e verdadeiro,
Nele encontrei a fonte desse amor,
Que transforma o coração por inteiro.


Ele é o Verbo que se fez humano,
A Luz que vence a noite e o temor,
O Pão da Vida, o Deus soberano,
O Caminho, a Verdade e o Amor.


Ele é a Estrela que anuncia o dia,
O Sol da Justiça a resplandecer,
A esperança que renova a alegria,
A voz que chama o homem a viver.


Ele é o Bom Pastor que me conduz,
Conhece cada passo e cada dor,
E quando a caminhada perde a luz,
Sua presença me envolve em amor.


Ele é a Videira, eu sou Seu ramo,
Nele encontro força para florescer,
Por isso, com minha alma, eu proclamo:
Sem Sua graça eu não posso viver.


Ele é a Ressurreição e a Vida,
Aquele que venceu a própria morte,
A mão que alcança a alma ferida,
E transforma a fraqueza em nova sorte.


Ele é o Grande Eu Sou, o Deus eterno,
Maravilhoso, Conselheiro e fiel,
Príncipe da Paz, abrigo no inverno,
A esperança que nos aponta para o céu.


Quando o mundo oferece desespero,
Jesus me ensina a confiar e prosseguir;
Quando tudo parece passageiro,
Sua Palavra me convida a não desistir.


Nele há vida, há paz e abundância,
Há perdão para o coração contrito;
Há esperança, fé e perseverança,
E um amor que permanece infinito.


Eu amo a Jesus — essa é minha canção,
Meu testemunho, minha declaração:
Ele é meu caminho, minha esperança,
Meu Salvador, minha vida e salvação.


Poeta Mbra

HÁ QUEM PERMANECE E HÁ QUEM APENAS SE APROVEITA DA CAMINHADA: a distância entre servir a uma causa e servir-se dela

“Uns permanecem porque acreditam no destino da caminhada; outros caminham apenas enquanto a estrada tiver por destino os próprios interesses.”

Um aliado, ou mesmo um apoiador de ocasião, não se confunde com um amigo leal, tampouco com aquele que verdadeiramente se compromete com uma causa e faz de determinada bandeira uma convicção de luta. A aproximação circunstancial pode nascer da conveniência, da convergência momentânea de interesses ou da expectativa de algum benefício. O compromisso verdadeiro, ao reverso, pressupõe identidade de valores, constância e disposição para permanecer mesmo quando a fidelidade à causa impõe custos pessoais.

É precisamente aí que se estabelece a diferença essencial entre quem serve a uma causa e quem se serve dela.

Há aliados e apoiadores cuja adesão, embora revestida do discurso do interesse coletivo, encontra-se, em sua essência, muito mais vinculada à própria vaidade, à necessidade de reconhecimento ou à realização de ambições pessoais. Nesses casos, a causa institucional deixa de constituir um fim em si mesma e passa a funcionar como cenário, instrumento ou mesmo trampolim para um projeto individual. A bandeira continua sendo exibida, mas já não é propriamente defendida: é utilizada.

Tal comportamento nem sempre se deixa perceber de imediato. Enquanto os interesses individuais e os objetivos coletivos caminham na mesma direção, conveniência e convicção podem apresentar aparência semelhante. Ambas produzem discursos de entusiasmo, manifestações de apoio e gestos de aparente comprometimento. A diferença somente se torna perceptível quando os caminhos começam a divergir e quando permanecer fiel à causa deixa de proporcionar vantagens passa a exigir renúncias.

É nesse ponto que o tempo e as circunstâncias assumem uma espécie de função reveladora.

O fenômeno é particularmente perigoso porque, muitas vezes, a retórica do compromisso encobre interesses que somente vêm à superfície quando o protagonismo é ameaçado, quando o reconhecimento não chega, quando a liderança passa a ser exercida por outros ou quando a defesa da causa exige sacrifício sem qualquer recompensa imediata. É então que se descobre se havia verdadeira convicção ou apenas conveniência e se o indivíduo havia colocado sua trajetória a serviço de um ideal ou se, ao contrário, havia transformado o ideal em instrumento de sua própria trajetória.

A lealdade autêntica, portanto, não se mede pela intensidade das manifestações de apoio quando há aplausos, visibilidade ou vantagens a conquistar. Mede-se, sobretudo, pela capacidade de permanecer quando desaparecem os holofotes, quando o silêncio substitui o reconhecimento e quando a fidelidade aos princípios exige a renúncia ao próprio protagonismo.

Porque permanecer quando tudo favorece a permanência pouco revela sobre alguém. A medida da lealdade começa a aparecer quando permanecer custa alguma coisa.

É nesse sentido que ganha especial significado a conhecida metáfora das trincheiras: mais importante do que saber apenas qual guerra se trava talvez seja descobrir quem permanece ao nosso lado quando chega o momento de enfrentá-la. As trincheiras têm uma virtude que os tempos de bonança desconhecem porquanto revelam quem caminhava conosco por convicção e quem apenas seguia na mesma direção porque, até então, nossos caminhos coincidiam com os seus interesses.

Na caminhada, muitos podem acompanhar-nos enquanto a estrada é confortável, enquanto há reconhecimento, perspectivas ou vantagens compartilhadas. A trincheira, porém, introduz outra medida. Nela, a presença deixa de ser cômoda e passa a representar risco, sacrifício e renúncia. É justamente quando permanecer passa a ter um preço que descobrimos não apenas quem está ao nosso lado, mas, sobretudo, por que está.

Talvez por isso se tenha difundido, com autoria atribuída à Ernest Hemingway, a frase: “Quem estará nas trincheiras ao teu lado? — E isso importa? — Mais do que a própria guerra.” Sua força não reside propriamente na guerra, mas naquilo que a adversidade revela sobre os vínculos humanos, na medida que determinadas circunstâncias extremas retiram das relações a aparência da conveniência e deixam à mostra a substância da lealdade.

Quem está verdadeiramente comprometido com uma causa não precisa ser o seu personagem principal. Compreende que determinadas lutas são maiores do que as pessoas que momentaneamente as representam e que a defesa de um ideal coletivo exige, muitas vezes, a grandeza de ceder espaço, reconhecer méritos alheios e continuar contribuindo mesmo sem ocupar o centro da cena.

Há, nisso, uma forma silenciosa de desprendimento. Quem compreende a dimensão de uma causa sabe que ela não lhe pertence. Pode ter contribuído para construí-la, defendê-la durante anos e até suportando sacrifícios em seu nome, mas não adquire, por isso, o direito de confundi-la consigo próprio. As pessoas passam; as instituições, os valores e as causas que verdadeiramente importam devem ser capazes de sobreviver àqueles que, em determinado momento, as representam.

É justamente essa compreensão que distingue a liderança comprometida do personalismo. O verdadeiro compromisso deseja que a causa continue forte mesmo quando outros passam a conduzi-la. O personalismo, ao contrário, tende a experimentar o êxito alheio como diminuição própria e a interpretar a perda de protagonismo como se fosse o enfraquecimento da própria causa.

Já aquele que está comprometido sobretudo consigo mesmo tende a confundir a própria trajetória com aquilo que afirma defender. Enquanto seus interesses caminham ao lado da causa, mostra-se entusiasmado, combativo e presente; quando deixa de ocupar posição de destaque, ou quando a causa já não lhe proporciona visibilidade, sua disposição frequentemente diminui. Não necessariamente porque o ideal tenha perdido importância, mas porque deixou de servir ao projeto pessoal que, desde o início, talvez constituísse sua verdadeira prioridade.

Por isso, a adversidade possui uma virtude singular: ela não transforma convicção em conveniência, nem lealdade em oportunismo; apenas torna visível aquilo que, em tempos favoráveis, podia permanecer oculto. Quando chegam as dificuldades, caem os adornos do discurso, desaparecem as aparências e cada pessoa acaba revelando a verdadeira natureza de seu compromisso.

A caminhada e a trincheira, embora sejam metáforas distintas, encontram-se precisamente nesse ponto. A caminhada revela quem nos acompanha; a trincheira revela quem permanece. Uma permite perceber a companhia; a outra põe à prova a lealdade. E talvez somente depois de atravessarmos ambas possamos distinguir aqueles que compartilhavam verdadeiramente a causa daqueles que apenas compartilhavam, circunstancialmente, o caminho.

Talvez seja essa a medida mais segura da autenticidade, que é permanecer fiel à causa mesmo quando já não é possível convertê-la em prestígio, poder, reconhecimento ou vantagem pessoal.

Quem possui compromisso genuíno compreende que causas verdadeiramente importantes não existem para engrandecer aqueles que as defendem. Ao reverso são aqueles que as defendem que precisam, quando necessário, diminuir a própria vaidade para engrandecê-las.

E talvez o tempo seja, afinal, o juiz mais rigoroso dessas diferenças. Ele termina por distinguir os que estiveram ao lado de uma causa porque acreditavam nela daqueles que apenas permaneceram enquanto dela puderam extrair alguma utilidade. Os primeiros deixam contribuição; os segundos, quando cessam as vantagens, geralmente deixam apenas a memória de sua passagem.

No fim, há quem permaneça porque acredita na caminhada e há quem caminhe apenas enquanto a estrada conduz aos próprios interesses. Mas são as trincheiras que dissipam as últimas dúvidas: quando desaparecem o palco, o aplauso e a recompensa, descobrimos quem verdadeiramente estava ao nosso lado e, mais importante ainda, quem estava ao lado da causa. Porque o compromisso autêntico começa justamente onde termina a necessidade de protagonismo.

Meditação em Versos

Quando o dia começa
e a luz vem devagar,
há palavras que despertam
o desejo de caminhar.

Uma poesia lida cedo
pode a alma iluminar,
traz silêncio para dentro
e coragem para continuar.

Entre um verso e outro verso,
há um mundo a contemplar,
há perguntas que nos tocam
e respostas a encontrar.

A poesia não tem pressa,
sabe o tempo de esperar;
ela planta uma esperança
onde a vida quer brotar.

Que a manhã seja um convite
para a mente se aquietar,
pois quem medita em palavras
aprende a melhor enxergar.

Há beleza nas pequenas
coisas que o dia nos dá:
um sorriso, um novo sonho,
uma chance de recomeçar.

Cada verso pode ser ponte
sobre o medo e a solidão;
pode transformar uma lágrima
em semente de inspiração.

E assim sigo pela vida,
com poesia a me guiar,
fazendo de cada instante
uma história para contar.

Porque viver também é verso,
é aprender, sentir, mudar;
e cada página escrita
é um convite para amar.

Que o meu dia comece em versos,
com esperança e gratidão;
que a poesia seja sempre
a meditação do coração.

Poeta Mbra

Não sou super homem mais vou te levar para os ceus⁠

“Você pode enfrentar muitas derrotas, mas, nunca deve sucumbir a elas.”

A dor me ensinou que nem todo mundo que divide o mesmo teto compartilha os mesmos sentimentos. Às vezes, é dentro de casa que aprendemos as maiores lições sobre confiança, silêncio e decepção.

Inserida por Silviojunior93

Ah, meu Deus! Por onde ela anda agora, será que ela está como eu, numa saudade só.

Enquanto tentamos controlar o amanhã, deixamos escapar o único momento que realmente nos pertence: o agora.

Consequências




Gritarei.
Gritarei porque o silêncio pesa
mais do que a dor.


Porque há coisas que não deveriam
ser vistas em silêncio,
nem esquecidas com o passar dos dias.


Carrego a raiva dos rios envenenados,
a dor das espécies que desaparecem em silêncio,
a vergonha de uma humanidade
que se esqueceu de ser parte
e escolheu ser dona.


Sou consequência do descaso,
da destruição disfarçada de progresso,
do concreto engolindo o verde
enquanto a humanidade se acredita divina.


Minha existência é dor.
Dor que aprendi a silenciar
até agora.


Cansei de andar leve
para não incomodar.
De apagar minha luz
para não ferir os olhos dos conformados.


Eu sou a sombra dos animais
mortos sem motivo.
Sou o grito das árvores caídas.
Sou o sopro da Terra
sufocada sob a ganância.


E mesmo assim...


Eu respiro.


Eu resisto.


E essa resistência
já é revolução.


Porque minha dor não será mais invisível.
Minha raiva não será calada.


Já tentei enterrar aquilo que sinto,
mas algumas coisas criam raízes
mesmo no escuro.


Então deixo sangrar.


Que minha dor seja ponte.
Que minha raiva seja raiz.


Não posso devolver aos rios
o que lhes foi roubado.
Não posso devolver aos animais
a vida que lhes arrancaram.
Não posso apagar o fogo
depois que ele consome tudo.


Mas posso me recusar
a fingir que não vi.


Posso transformar o silêncio
em palavra.


A palavra em grito.


E o grito em memória.


Talvez eu seja pequena.
Talvez seja passageira.
Talvez um dia ninguém se lembre
do meu nome.


Mas eu estive aqui.


Eu vi.


Eu senti.


Eu não permaneci em silêncio.


Minha existência pode ser breve,
mas não precisa ser vazia.


Porque toda escolha deixa marcas.
Toda presença altera alguma coisa.
Toda vida, por menor que seja,
toca o mundo antes de partir.


E se não posso mudar
tudo aquilo que já aconteceu,


não farei nada
para deixar que aconteça em silêncio.


Gritarei.


Não porque acredito
que minha voz possa salvar o mundo.


Mas porque me recuso
a ser mais uma testemunha
que viu a destruição
e escolheu calar.


Minha raiva não será minha prisão.


Será minha voz.


E aquilo que fizer com ela
será a minha consequência.

... Mestre DA Educação ...
Escrevemos muitos Livros
Alguns choraram ... Sorriram
Levitamos uns metros
Muitos O seguiram ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

Raízes e Sussurros




Gritarei para o mundo,
não com fúria, mas com fogo.


Porque existir, em mim, não é acaso.
É eco.
É raiz que pulsa sob a terra,
folha que se recusa a cair calada.


Carrego em mim
a dor dos que não falam,
a esperança das sementes,
o sussurro dos bichos
que a humanidade esqueceu.


E mesmo quando duvidei de mim,
a natureza ainda acreditava.


O sol nascia.
Os rios corriam.
As folhas insistiam em nascer,
como se dissessem:


“Você também é parte disso tudo.”


Sou consequência das estrelas,
mas também das lágrimas.
Sou luz,
sim,
mas uma luz que conhece a escuridão.


Há raízes em mim
que não sei nomear.


Há vozes que não são minhas
e ainda assim vivem no meu peito.


O rio que corre
carrega histórias que não ouvi.
A árvore que permanece
guarda silêncios mais antigos que os meus.


E os animais,
com seus olhos silenciosos,
parecem perguntar
por que esquecemos
que também somos parte da vida.


Talvez eu seja pequena
diante de uma árvore antiga,
breve diante de um oceano,
impermanente diante da Terra.


Elas estavam aqui antes de mim.
Talvez permaneçam depois.


Sou apenas um sopro,
uma faísca breve
num planeta em combustão.


Mas essa faísca sente.


Essa faísca escuta.


E enquanto houver vida
correndo sob a terra,
enquanto houver sementes
rompendo o concreto,
enquanto houver um animal
procurando abrigo,


eu também estarei aqui.


Não como dona.


Como parte.


Porque talvez existir
seja justamente isso:


deixar de olhar o mundo
como algo que nos pertence
e finalmente perceber
que pertencemos a ele.


E há coisas que o mundo sussurra
antes que aprendamos a ouvir.


Eu ouvi.


E agora carrego suas raízes
dentro de mim.

A fé não reside na forma que se vê, mas na confiança silenciosa no que sustenta o invisível.

“A beleza de uma pessoa se revela quando ela não tem motivos para ser gentil.”

⁠Cada gesto ressoa na eternidade.
sfj,reflexões

Terei que parar de te olhar, porém eu sei, não vai ser fácil, você era aquela lua que eu amava.