Pensamentos Mais Recentes
1 Coríntios 13 não é carta de noivo.
É relatório de Deus.
Paulo não estava falando de romance.
Ele estava denunciando crentes
que tinham dom, palavra e sacrifício...
Mas não tinham amor.
#OAmorTudoSuporta
Bom dia, pra você que está lendo está mensagem! Que seu dia seja muito abencoado, com Jesus Cristo. Lembre-se, que tudo que tu pedires com fé, pode move montanhas, se mantenha firme e Creas que suas orações chega ao Pai, através de Jesus. Amém.
1 João 1:9
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.
Nenhum pecado é maior do que a fidelidade de Deus para perdoar o pecador arrependido.
Depois Daquele Ano
Depois daquele ano,
Otempo seguiu seu caminho,
mas meu coração continuou voltando ao lugar onde o teu sorriso morava.
Descobri que algumas pessoas não passam pela nossa vida...
elas permanecem,
como a luz do amanhecer
que insiste em atravessar a janela,
mesmo depois da noite mais longa.
Depois daquele ano,
Aprendi que amar também
é lembrar com carinho,
é encontrar você nos detalhes simples, nas canções, no vento e no silêncio.
Mesmo quando o mundo parecia distante, havia uma esperança escondida, como se o destino ainda escrevesse, devagar, um reencontro para nós.
Depois daquele ano, percebi que o amor verdadeiro não se mede pelo tempo,
mas pela paz que alguém deixa dentro da gente.
E se um dia nossos caminhos voltarem a se cruzar, quero apenas sorrir e dizer que, desde aquele ano, meu coração nunca deixou de escolher você.
O Verde Dourado dos Edifícios
Por Celso Roberto Nadilo
Enquanto a massa se hipnotiza com o placar de um jogo na tela, alienada do próprio fim, um colapso invisível chove sobre o asfalto. Nossas cidades se tornaram fornalhas sintéticas. O motor a combustão — um vulcão ambulante — cospe fuligem e carbono nas ruas, criando bolsões de calor estagnados. O sol bate no concreto escuro, e o calor não tem para onde fugir.
Nós não respiramos mais ar; respiramos o nosso próprio rastro. Microplásticos e nanoplásticos, desgastados pelo atrito e pelo sol, flutuam na atmosfera como cavalos de Tróia químicos. Eles absorvem os metais pesados e a fuligem dos escapamentos, descendo direto para os nossos alvéolos pulmonares. O câncer de pele pela radiação rebatida no concreto e o câncer de pulmão pela fuligem invisível são o preço silencioso de uma sociedade que prefere olhar para a bola rolando a olhar para o céu. A vida humana se perde no nível da calçada, sufocada.
Mas a física do planeta não joga futebol, e a resposta para o abismo urbano sempre esteve acima das nossas cabeças. A salvação exige que mudemos a cor da nossa arquitetura.
O futuro das cidades reside no verde dourado dos edifícios.
O Dourado do Albedo:
Precisamos transformar nossos telhados em espelhos térmicos. Telhados brancos que rebatem a radiação solar de volta para o espaço antes que ela se transforme em calor opressivo. É a matemática térmica devolvendo o excesso de energia, quebrando o ciclo das ilhas de calor e desarmando o micro-efeito estufa que nos ferve vivos no centro das cidades.
O Verde da Vida:
E onde não houver o branco, que haja o verde. O mar de prédios cinzas precisa ser tomado por florestas suspensas. Os telhados verdes não são apenas estética; são engenharia biológica. Eles fazem a evapotranspiração, abaixam a temperatura e puxam os "rios voadores" para o centro urbano, trazendo a chuva de volta. Mais do que isso: são filtros naturais. Eles agarram a fuligem e o microplástico antes que atinjam o solo, purificando a água e devolvendo-a mansa e limpa para os nossos rios soterrados.
Nós temos a escolha de continuar sendo engolidos pela própria cinza ou de reescrever a geografia urbana. Tirar os motores a combustão do centro e coroar nossos prédios com o verde e o branco é o único caminho para quebrar essa cadeia de autodestruição.
O tempo da natureza foi rompido pelo asfalto, mas pode ser restaurado nos telhados.
"Cheguei à fase da vida em que pouca coisa me impressiona, tudo apenas exige prioridades. Aprendi a dizer não aos adultos que nada agregam e sim às poucas crianças que me motivam a viver e a fazer o meu melhor. Cuidar de quem amamos nunca será uma obrigação. É um privilégio e um dom que Deus me concedeu."
2095 📜 "Minha Vizinha (de cima) veio me dizer (e mostrar) que está de tatuagem nova. 'Todo mundo tem igual', ela alertou. Lembrei que não tenho tatuagens... Por que não gosto, não quero e, principalmente, porque não há 'todo mundo' que me convença (disso ou do que quer que seja)!"
O Arquiteto do Recomeço
Dizem que o silêncio mais doloroso é aquele que fica quando nos deixam com o peso do mundo nas costas e um horizonte vazio. Quem olhou para os meus escombros talvez tenha apostado na minha queda, imaginando que a solidão ou o fardo das circunstâncias me fariam perder o juízo e o rumo.
Mas a vida tem uma mecânica divina. Quando me vi sem chão, descobri que Deus já tinha preparado o cimento.
Não caí. Sublimi a dor em trabalho, transformei a necessidade em uma nova profissão e fiz das minhas ideias o meu escudo de sobrevivência. No caminho, estendi a mão para leais amigos e encontrei um novo porto seguro um amor que não divide, mas soma, que não me pressiona para baixo, mas me impulsiona para o alto.
Hoje, olho para trás e vejo que o que parecia o fim era apenas o rascunho de uma versão muito mais forte de mim. Minha confiança mudou de endereço: hoje ela é exclusiva de Deus, pois as pessoas mudam de país e de atitude, mas o Criador permanece no mesmo lugar.
A reconstrução ainda está em curso. Cada dia é uma nova batalha pelos meus sonhos. Não cheguei ao topo, mas a fundação está feita, a mente está sã e os olhos estão no futuro. Quem esperava o meu fim, vai ter que assistir ao meu triunfo.
By Evans Araújo
Eu descobri algo mais amargo que a morte.
Mais doloroso que o luto de uma perda.
Mais cruel que a frustração de um fracasso.
Mais sufocante que o peso da solidão.
É descobrir que uma pessoa capaz de alcançar o lugar mais profundo do seu coração escolhe usar esse privilégio para destruí-lo.
A morte põe fim à vida.
A traição, porém, não.
Ela deixa o corpo respirando, mas rouba a paz, silencia a esperança e transforma cada novo amanhecer em um lembrete da dor.
Porque a pior ferida não é causada por quem consideramos ser nossos inimigos, mas quem um dia confiamos e que prometeu nos amar.
Há dores que fazem chorar.
Há dores que fazem sangrar.
Mas a traição faz algo ainda pior ao homem: ela muda para sempre a maneira como o coração aprende a confiar.
O Despertar da Poeira Falante
No estado inerte da matéria profunda, tateamos o sentido em um manto vibratório. Ali, onde a ordem universal estabelece suas leis imensas, o caos nos empurra para a frente, avançando sempre em direção às perguntas que geram novas perguntas. A própria Relatividade responde ao contínuo do espaço e do tempo, desabrochando a cada amanhecer e dando asas aos elementos abstratos — sintéticos ou ainda por conhecer — para que possamos prosseguir nesse processo seletivo de compreensão que a vida nos proporciona.
Tudo está em movimento, até mesmo o inerte, pois cada ser carrega o tempo e o espaço no contínuo exato de sua existência. No microespaço, dois seres se conectam pelo emaranhado quântico, possibilitando viagens temporais e dobrando as dimensões como as cordas de um violão, onde cada nota ressoa como um momento na história.
Lá fora, nas cascatas de energia de Andrômeda, os aglomerados de estrelas irradiam uma luz que intriga: ver essa energia viajar por milhares de anos-luz nos dá a perspectiva de que o cosmos pulsa e chora, espalhando suas emoções pelo universo. Como poeira falante, observamos o universo derramar suas lágrimas nessa monumental novela cósmica.
E quando a estação espacial orbita a Terra, olhamos para a imensidão e percebemos o quanto estamos ligados ao momento da criação. Em um suspiro cósmico, a humanidade saiu das cavernas, olhou para as estrelas e abraçou o universo.
Sexo e ambição são as de longe, maiores (senão únicas ou principais) pulsões da vida.
Acabam colaborando para tão pequenos e (para muitos) mésquios nirvanas, enquanto também desgraças do ser vivo.
Quem domina a sí e seus prazeres é o ser de maior virtude e mais feliz de todos..
Não posso render-me agora,
Busco no outro o sentido da espera.
Se a luta ainda pulsa,
É porque vejo, em algum gesto teu,
A promessa de uma primavera
Que justifica o inverno que resta em mim.
Na academia comumente julga-se disperso aquele que não repete vocábulos nos seus trabalhos. Confunde-se, pois, coesão temática com redundância terminológica, o que oblitera a articulação conceitual entre os objetos de investigação.
Para ser feliz, você precisa eliminar duas coisas: o medo de um futuro ruim e a lembrança de um passado ruim.
Odisseia Terrestre e Sagrada
Minha odisseia é terrestre e sagrada.
Sou apenas uma pequena entre as Evas,
aprendendo a florescer
meu próprio jardim.
Recolho do barro
a parte de mim
que o tempo julgou indigna.
Sob as unhas,
a terra guarda
a divindade.
Toda flor
nasce depois
de uma longa conversa
entre a raiz e a escuridão.
Não temo o inverno.
Se trago cicatrizes,
que sejam sulcos.
É neles
que a primavera
encontra morada.
Carina Gameiro
