Pensamentos Mais Recentes

O tempo passa, sim.
E não pede licença.
Ele desgasta o toque,
apaga o costume,
e transforma presença
em lembrança mal resolvida.
A intimidade, que um dia foi abrigo,
vira território estranho —
onde dois corpos se reconhecem,
mas já não se encontram.
Porque o tempo, quando não é cuidado,
não cura…
ele afasta.

A Inteligência Artificial em meu singelo modo de interpretar as coisas, nada mais é do que a lógica sistematizada em movimento esvaziada de sentimento travestido de emoção.

Quando o absurdo se banaliza e a passividade dita as regras, o simples já não emerge.

Conheci alguém que era como uma estrela, me iluminava, encatava meus olhos e aquecida meu peito.


Agora que ela se foi sou um planeta perdido vagando pelo espaço, frio, escuro e sem rumo.

O medo da morte


Antes a morte não me causava angústia, não ligava pra quando muito menos de qual maneira.
Depois que você apareceu na minha vida, que eu tomei conhecimento de que nesse mundo tu estás..


Agora a morte me causa angústia, medo de viver pouco e talvez não aproveitar algo nesse mundo o qual tu faz parte.


Isso era antes, agora tanto faz, a morte já é algo esperado as vezes até anseio por sua chegada...

O complicado é um tumulto de coisas fáceis mal interpretadas.

Culpar a vítima é o jeitinho mais covarde que um covarde encontra para passar pano para o outro.


Porque exige muito menos coragem apontar o dedo para quem já está ferido do que confrontar quem causou a ferida.


É uma inversão confortável: desloca o peso da responsabilidade, alivia consciências e preserva estruturas que jamais sobreviveriam se fossem encaradas com honestidade.


No fundo, culpar a vítima é também uma tentativa de manter a ilusão de controle.


É como se, ao dizer “ela provocou”, “ele procurou”, “poderia ter evitado”, criássemos uma falsa sensação de que o mundo é justo — e que, agindo “certo”, estaremos imunes.


Mas essa lógica não protege ninguém, apenas silencia quem mais precisa ser ouvido.


Há também um componente de cumplicidade disfarçada.


Quando alguém relativiza a dor alheia, não está apenas emitindo opinião — está, consciente ou não, ajudando a normalizar o comportamento de quem causou o dano.


E toda normalização é um terreno fértil para repetição.


Encarar a verdade exige desconforto.


Exige reconhecer que o erro está onde dói admitir, que a violência muitas vezes vem de onde se esperava proteção, e que o mundo não é tão equilibrado quanto gostaríamos.


Por isso, tantos preferem o atalho da covardia: culpar quem sofreu.


Mas nenhuma sociedade amadurece enquanto insiste em punir a vítima duas vezes — primeiro pelo que sofreu, depois pelo julgamento que recebe.


E talvez o verdadeiro teste de caráter não esteja em nunca errar, mas em escolher, diante do erro dos outros, não se tornar cúmplice dele.

que eu suporte mais você
ter amigo não é querer
um luxo dado a pobre
de graça, ainda esnobe

odeio a forma de pensar
sua tentativa de me olhar
me fez querer me fechar
cruzar os olhos e cegar

mas se fosse por querer
teria o meu porquê
em tudo que vive em lama
é o ego que mais engana

vamos ser amigos só aqui
nessa vida, tudo vai vir
te odeio de paixão, amigo
com você, não preciso de inimigo.

No início, nada parecia fazer sentido. As paredes respiravam silêncio, as janelas guardavam ventos antigos e o chão, sem pressa, recolhia sombras como quem cole uma memória perdida. Havia um rumor sem origem, um eco suspenso, e no centro desse estranho equilíbrio caminhava o tempo, o Cronos, com seus pés invisíveis, costurando instantes sobre a carne do mundo.
Tudo era confuso apenas para os olhos apressados. Porque o caos, quando visto de perto, parece ruína; mas, quando atravessado pela alma, revela desenho. O Cronos não destruía: lapidava. Tirava nomes, mudava formas, envelhecia certezas, para que o essencial pudesse emergir sem ornamento. Era ele quem partia as horas para que delas nascessem sentido, saudade, retorno e transformação.
Então compreendi que o início não era ausência de lógica, mas excesso de mistério. Nada parecia encaixar porque tudo estava vivo demais, pulsando antes da forma. E o maior sentido estava justamente nisso: no invisível alinhamento entre perda e descoberta, entre demora e revelação, entre o que termina em nós e o que, pelo tempo, finalmente começa. Como rio secreto, Cronos sorria no escuro, sabendo que cada desencontro também era destino antigo.

"Ninguém cresce sozinho. Se você tem condições de ajudar e ignora, você é cúmplice da estagnação do outro."

​"O 'não' que você dá sem necessidade pode ser o peso que faz o outro acreditar que não é capaz. Sejamos cura, não ferida."

"Quando você deixa de comprar ou apoiar quem está começando, você não economiza dinheiro, você gasta a esperança de alguém."

CICLO DA RAZÃO (III — Razão)


Agilson Cerqueira


E então surge a razão.


Não como pedra fria,


nem como montanha isolada,


mas como um horizonte


que se abre no pensamento.


Ela ilumina o que foi sentido,


revela o que foi pensado,


e costura o mundo


à consciência.


Na razão,


as coisas encontram forma,


e o pensamento encontra direção.


O ser humano percebe


que compreender


é também uma maneira


de tocar o infinito.


Pois cada ideia


é uma ponte invisível


lançada entre o eu


e o universo.


E assim,


o mundo continua


a nascer todo dia


com sentidos, mente e razão.


Vida!

​"Um pequeno incentivo seu pode ser o combustível que evita uma desistência. Não seja o motivo do cansaço de ninguém."

"Negar ajuda a quem luta é plantar um deserto no sonho do próximo. Reflita: você está sendo ponte ou barreira?"

CICLO DA RAZÃO (II — Intelecto)
Agilson Cerqueira

Então a mente começa

seu trabalho secreto.

Recolhe os vestígios do mundo

trazidos pelos sentidos

como quem junta estrelas caídas.

Entre o sentir e o perguntar

nasce o intelecto.

Ele separa o caos,

ordena a luz,

traça caminhos invisíveis

no território das ideias.

Das sensações ele faz pensamento.

Do instante ele faz memória.

Do encontro ele faz pergunta.

E assim, lentamente,

o universo exterior

ganha morada

dentro da mente.

Mas sem o sopro da experiência,

sem o fogo dos sentidos,

seria apenas

um vazio.

"Às vezes, o que falta para alguém prosperar não é talento, é o seu apoio que você negou"

"Se a referência da tartaruga for o coelho, ela se tornará veloz, mas se a referência do coelho for a tartaruga, ele se tornará lento."

Aquele que se esconde carrega dois medos o de ser visto… e o de nunca ser notado.
Ele se apaga para não se expor, mas no silêncio começa a duvidar se alguém sequer percebeu sua presença.


É como mensagem no WhatsApp um aplicativo de mensagens famoso aqui no ano 2026 , existe a confirmação de leitura e não confirmação. Uns não exibem a visualização da mensagem que o ser próprio enviou,
Fica ali… enviada, entregue talvez, mas nunca assumida.
Não sabe se ignoraram.
Não sabe se foi lida.
Não sabe se foi sentida.


Quem se esconde vive nessa incerteza constante.
Quer atenção, mas teme a exposição.
Quer ser escolhido, mas evita se mostrar.
E nessa fuga, vira refém da própria dúvida.


Porque no fim, pior do que ser visto é nunca saber se realmente existiu no olhar de alguém.

Depois da turbulência vem a abonança
Salve e salva a esperança ✋❤️🔥

Pedir desculpas sem estar errada é sobre assumir o controle da atmosfera do ambiente, agindo com maturidade para garantir a paz, e não sobre se submeter.
É ter empatia e selar a paz , tentar viver em harmonia, principalmente em ambientes tóxicos com pessoas que são incapazes de assimilar o certo do errado...🫥👁️🇧🇷💪

"Enquanto eles gastam energia falando mal de quem prospera, eu gasto a minha criando um ecossistema onde todos ganham. A riqueza só flui para onde há gratidão e valor, nunca para onde habita a reclamação."

O amor verdadeiro é aquele que nasce da alma, floresce no coração e se fortalece todos os dias com ternura, quando Deus abençoa essa união.

​"Muitos dizem que o dinheiro é a raiz do mal, mas nunca tiveram o suficiente para fazer o bem. Vivem de mal com a vida, projetando nos outros a frustração de uma mente que se recusa a crescer."

Ela é linda e intensa como a praia, mas calma como o som da chuva.
Ela não é minha, não é de ninguém.
É um passaro livre, que não pode ser pego. Ela é aventura
E ao mesmo tempo é o sono que vem de noite. 
Ela é simpática, mas quando quer, saber ser grossa.
Ela é animada, mas algo pequeno estraga seu dia.
Ela é linda como o luar.
É apaixonada como o coelho que habita a Lua.
E se agarra a ideia de que exitem cores neons mas também tem as neutras.
Ela é feliz e radiante como o sol,
Mas intensa como o rock.
Ela é tudo e nada.