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Você pode não escolher o que recebe da vida, mas ainda será julgado pela maneira como joga com aquilo.
MICARELÍTICA
mi.ca.re.lí.ti.ca
substantivo feminino
Etimologia
Neologismo criado por Aprígio Lima, formado pela combinação de micareta + política.
Definição
Micarelítica: período de movimentação política que antecede oficialmente o processo eleitoral, caracterizado pela aproximação de possíveis candidatos com eleitores, comunidades e lideranças, realização de encontros, visitas, articulações e conversas políticas, ainda que a campanha eleitoral não tenha começado oficialmente.
Sentido popular
Momento em que a política começa a esquentar antes de a eleição começar.
É a fase em que os políticos começam a aparecer mais, visitar comunidades, participar de eventos, conversar com lideranças e testar sua aceitação popular.
Exemplo
“A micarelítica já começou. Ainda não é campanha, mas os políticos já estão circulando, conversando e procurando apoio.”
Nota de autoria
O termo “micarelítica” foi criado por Aprígio Lima como uma expressão original para definir, de maneira bem-humorada e facilmente compreensível, a movimentação política que ocorre antes do período eleitoral oficial.
Autor do neologismo: Aprígio Lima.
MICARELÍTICA = MICARETA + POLÍTICA
Quando a eleição ainda não começou, mas a política já está em festa.
Releitura de Jack Vigarista + Alegoria Poética Ficcional
O Nome que a Cidade Ainda Vai Lembrar
Criação da Releitura e Alegoria Poética Ficcional
Criada por: James Richard Ferreira Pantoja
Compositores da Canção Original
João Vitor de Oliveira Santos & Patrick Schmid
Seu nome é James — mas não se deixe enganar;
por trás desse nome engraçado, há muito a contar.
De tolo não tem nada, nem vive de aparência;
carrega no olhar, nas costas, nas mãos e na face
as marcas de uma longa experiência.
Vigarista nas histórias, de passado incerto,
entre o medo e o romance, segue pelo caminho deserto.
Bandido nas lendas, mestre em blefar,
faz da própria má sorte mais um motivo para arriscar.
No baralho, porém, há algo a seu favor:
o acaso lhe sorri com estranho fervor.
Quando a fortuna lhe fecha uma porta,
James embaralha as cartas e outra chance encontra.
Entre ases e reis, seu semblante permanece sereno;
guarda a própria mão como quem guarda um segredo.
O acaso espalha suas cartas diante de seus olhos,
mas James não revela o jogo antes do momento.
Pode perder uma rodada, sentir o azar se aproximar,
mas nunca deixa o medo seu pulso controlar.
Pois aprendeu uma verdade que poucos conseguem entender:
não é preciso ter as melhores cartas —
é preciso saber o que fazer com elas ao receber.
E nessa cidade, que hoje desconhece sua história,
amanhã seus feitos farão parte da memória.
Pois há façanhas que o tempo não consegue apagar —
e o grande feito de James ainda está por chegar.
Quando os sinos da catedral anunciarem o que o futuro escreveu,
todos saberão, enfim, por que seu nome sobreviveu.
Não será apenas fama, nem simples consagração;
será James transformado em lenda pela força de uma última mão.
E quando alguém perguntar quem foi aquele homem, afinal,
talvez a resposta pareça simples, quase banal:
um homem que aprendeu a sorrir diante da adversidade
e transformou cada revés em nova oportunidade.
Porque James jamais precisou controlar o baralho;
aprendeu a jogar com aquilo que o acaso lhe entregou.
Ninguém escolhe todas as cartas que recebe,
mas cada um decide como as coloca sobre a mesa.
💕✨️"...hoje chorei...chorei de saudade...saudade são lágrimas...que rolam na face...afogam um coração...saudade aperta...sufoca...saudade...saudade...apenas...saudade."✨️💕
Entre Versos, Você
Entre tantos versos, você vem ao pensamento,
chega de mansinho, feito doce sentimento;
e entre tantas palavras que eu tento escrever,
é você, entre todas, quem eu escolho querer.
Tentei não pensar, tentei não sentir,
tentei, tantas vezes, de você fugir.
Tentei não gostar, tentei me esconder,
mas foi impossível não mais querer.
Foi inevitável sentir, inevitável viver,
inevitável deixar o coração escolher.
Quanto mais eu tentava o sentimento calar,
mais forte era a vontade de em você pensar.
Não sei explicar o que sinto ao te ver,
nem sei encontrar um nome para você.
Não sei se é encanto, se é sonho ou paixão,
só sei que você encontrou morada no coração.
Não sei o que sinto, não sei compreender,
só sei que, contigo, eu desejo viver.
E se for loucura, eu não quero saber,
pois até na loucura eu encontro você.
Peço que um dia você possa lembrar
daquilo que em mim conseguiu despertar.
Peço que, em silêncio, se deixe querer,
e que, em algum momento, também pense em me ver.
Talvez você seja somente um sonho encantado,
um desses mistérios que o tempo tem guardado.
Mas, se for apenas sonho, eu quero permanecer,
fechar os olhos bem devagar
e continuar a viver você.
Memórias mortas.
Ele vem de preto. as vezes de terno e sapatos engraxados , às vezes de bermuda e chinelo.
Às vezes chega pela porta de uma casa em Alphaville,
às vezes pela janela de uma casa alugada.
Ele não tem um padrão em nada.
Ele vem sem data marcada.
Ele carrega com si o tempo.
Ele tem 30,40,80… até 6 anos…
sempre de preto, mesmo sem estar de luto.
Ele me faz chorar e fraquejar as vezes.
Ele é o motivo de muita pessoa seguir as doutrinas cegamente.
Ele é o pesadelo de muitos, mas também o desejo de muitos.
Ele nunca fez nada de mais, mas sempre fez tudo mudar.
Ele é a falta de reação no pulso de quem vocÊ mais ama.
Ele é a ligação que você não esperava, a mesma que te prende o ar.
Ele é o arrependimento, o remorso.
Eu não sei quem ele é, ainda.
Ele se encontra em meu peito às vezes.
Já passou por aqui com seus sapatos de polo lustrado.
já passou com os chinelos remendados.
Ele faz parte da minha vida mais do que devia
Meu subconsciente deve saber.
ele me lembra quase todas as noites.
já viu seus sapatos dançando entre memórias mortas?
Quando ele decide que vai dançar, não há dinheiro que o pague.
Não há tempo que lhe faça parar.
.Você já sabe quem é?
Despertaste a concupiscência
com a mansuetude de uma
cristalina ribeira em noite de lua,
Assim nas tuas mãos tens
me trazido pouco a pouco tua.
[[Por mais de mil e uma noites
estrelaremos e por elas aguardemos,
Assim nós dois nos envolveremos.]]
"O maior truque do ditador é fazer o rebanho acreditar que o lobo está vestindo a pele de cordeiro por amor à alcateia."
"O discurso da pátria é a anestesia que o ditador aplica na multidão para que ela não sinta o peso do seu ego."
"Na gramática do opressor, o 'nós' é apenas o rascunho. O texto final é sempre um 'eu' soberano e destrutivo.
"Onde há brincadeira, há atenção. Onde há atenção, há aprendizado. Incluir é tornar a aula atrativa para todos."
CARTA ABERTA A BANDA FRESNO!
(Escrita após rever um vídeo do Lucas cantando pedaços de músicas antigas só na guitarra e na voz, sendo mais específica, "Uma Música", "Polo" e uma das minhas "mais preferidas" de todos os tempos, "Absolutamente Nada", na noite de 7 de agosto de 2026).
Que nostalgia...
Que saudade dessas músicas...
Ah, anos 2000...
2011 foi quando comecei a ouvir assiduamente a Fresno. Quando finalmente entendi o que as letras queriam dizer, após o meu primeiro coração partido, misturado com a decepção de uma amizade que só existia da minha parte, e cujo fato foi esfregue na minha cara ao declarar o que sentia sem esperar retorno, apenas acolhimento e a amizade que eu acreditava existir. Queria uma mão amiga, e levei centenas de facadas em forma de palavras que ficaram gravadas na minha mente mesmo sem me lembrar mais delas.
Depois, essas músicas se tornaram trilhas de outras histórias e pessoas que amei... De outras dores e conflitos que vivi.
Obrigada Fresno , por cantar e decifrar tão bem minhas emoções. Obrigada Lucas e Tavas (Tavares), por, cantando sobre suas próprias dores e histórias, me mostrarem que eu não estava sozinha. Que não era a única que sentia com tanta intensidade. Que em algum lugar, alguém sabia como era se sentir daquela forma também.
As suas músicas mais tristes foram as que mais me salvaram, inclusive de mim mesma.
Gratidão guris!
Quem sabe um dia a gente compõe e grava algo juntos...
Ao menos posso sonhar...
Com amor e carinho aos que fizeram parte, aos que seguem sendo parte, e aos que talvez um dia também sejam parte dessa banda tão lendária e única que é a Fresno!
Um grande beijo da emo baiana,
Marcela Lobato
Eu sei que o sangue foi derramado e o preço foi pago. Por isso, quero uma vida de verdade — e consumir o meu próprio assombro.
