Pensamentos Mais Recentes
"A vergonha do filho é o reflexo de uma visão que ainda não amadureceu. Mantenha sua cabeça erguida; quem oferece o melhor que pode, já deu tudo o que o mundo poderia exigir."
— Ginho Peralta
"Mãos calejadas e casas simples são medalhas de quem priorizou o sustento em vez das aparências. O tempo é o único mestre capaz de converter a vergonha de hoje no orgulho de amanhã."
— Ginho Peralta
"A humildade do nosso teto não define a grandeza do nosso caráter. O suor que mantém esta casa de pé é o mesmo que pavimenta o futuro de quem ainda não aprendeu a olhar para trás com gratidão."
— Ginho Peralta
"A saudade virou poesia; deixou de ser ausência física para tornar-se presença escrita! É como se esse papel fosse um ponto de encontro: você num quarto de motel, nossos corpos a suar, suas mãos a deslizar no meu corpo inteiro, sua boca em cada canto da minha pele. Eu, querendo você por inteiro, rezando para a hora não passar e o nosso momento mágico não acabar. Mal sabia que a hora passou, e tudo acabou! E agora estou aqui, contando essa saudade de amor.
Essa lembrança é de algo que ainda queima como fogo, uma daquelas saudades que a gente guarda no peito como um segredo. É o tipo de saudade mais perigosa e, ao mesmo tempo, a mais viva. Aquela que não precisa de ninguém por perto para incendiar o pensamento; basta fechar os olhos e o calor volta exatamente onde parou.
Manter esse fogo aceso ajuda a aliviar o peito ou só faz a vontade de reviver o momento aumentar ainda mais? Não sei, só sei que hoje está doendo; a saudade está maltratando demais da conta.
'Podemos não ter nosso final feliz', mas 'o nosso amor é eterno', independentemente de onde cada um esteja ou com quem esteja; uma dimensão onde nós seremos sempre um do outro."
Autora: Alessandra Santiago
Data: 13/03/26
EU O DIVINOPAI
Em outubro do ano 2022 a verdadeira divindade ouviu o meu clamor pela verdade e me contatou. Ela me fez conhecer coisas imensamente profundas que, por mim mesmo, eu jamais conseguiria sabê-las. Ao perguntar como deveria chamá-lo, Ele me disse: invoque-me como seu DIVINOPAI. Ficamos em silêncio e depois ele me disse: fuja do pensamento de todas as religiões do mundo todo e lhe darei o meu Divino Mentor. (Hunaldo, 2026).
Nas Engrenagens da Polarização movida pela força do Ódio, nada ameaça mais o Lucro do que o
Nosso Silêncio.
Uns só lhe desejam cadeia porque ignoram que as facções mais proeminentes do país nasceram nela…
Outros, a morte, porque ignoram que ela o tornaria mártir e inviabilizaria a possibilidade de conversão dos asseclas apaixonados.
Mas o fato é que nada é mais valioso que o Ruído na Economia da Atenção.
Porque, nesse mercado voraz, pouco importa a natureza do acontecimento — se justiça, vingança ou acaso — desde que ele produza barulho suficiente para alimentar as trincheiras da paixão.
O ruído não precisa esclarecer; basta inflamar.
Não precisa resolver; basta ocupar o tempo e o espírito daqueles que já decidiram antes mesmo de pensar.
Assim, as grades viram argumentos, a morte vira símbolo e o escândalo, combustível.
Tudo é rapidamente capturado, embalado no vácuo do ódio e redistribuído como narrativa — não para compreender o país, mas para manter acesas as fogueiras da devoção cega.
E enquanto os mais fervorosos se ocupam em disputar quem deve ser punido, salvo ou venerado, a engrenagem que realmente se beneficia segue trabalhando silenciosamente: a que transforma indignação em audiência, e audiência em poder.
Talvez por isso os que mais lucram com o tumulto jamais estejam verdadeiramente interessados em encerrá-lo.
No fundo, sabem que a paz produz reflexão — e reflexão quase nunca é boa para quem vive do espetáculo permanente.
No fim das contas, o verdadeiro prêmio nunca foi a justiça, a punição ou a redenção.
Sempre foi a Economia da Atenção.
Eu sou o espaço, a imensidão que sustenta o que aconteceu, e ele é o impacto que mudou tudo de lugar. A colisão só acontece porque a dimensão permitiu, mas, depois do choque, a dimensão nunca mais volta a ser a mesma — ela fica marcada pelo rastro do que passou.
"Eu sou a dimensão imensa,
Ele, a colisão que me invade.
No rastro dessa entrega intensa,
O que era fogo... hoje é saudade."
Data 13/03/26
O ENCAIXE DO IMPOSSÍVEL
(peças desencontradas)
O que me desconecta da vida
é ter um enigma sem solução;
pois, na ausência de saída,
resta o esforço de se encaixar
dentro e fora dele, em um
mundo formado, literalmente,
por um quebra-cabeça.
Lu Lena / 2026
Expectativa é um empréstimo emocional que você faz a alguém sem consultar o saldo da pessoa. o prejuízo, portanto, é sempre seu .
"Quem anda de salto alto não caminha sobre cascas de ovo; o excesso de pressão em um único ponto pode romper o piso e antecipar a queda."
Ele observava o mundo
E todos falavam que o mundo era muito grande,
Que tal ação seria vergonhosa
Para alguém tão pequeno.
Ele, tímido, recolhia suas asas
Que jamais abriria
Por vergonha.
Um dia ele fez uma pequena tentativa
E novamente falaram que o mundo era muito grande para ele.
Ele, tímido, recolhia suas asas
Que jamais abriria
Por vergonha.
Pobre criatura, caminhou e caminhou.
Procurava algo que não tinha ali,
Não aqui, mas talvez
Teria ao voar.
Ele, tímido, recolhia suas asas
Que jamais abriria
Por vergonha
De tentar.
Um dia ele viu uma montanha.
Saiu correndo em direção ao penhasco,
Pulou, e todos gritaram
Que o mundo era grande demais para ele.
Ele recolheu suas asas
E caiu em queda livre,
Girando,
Girando,
Girando.
De repente,
Ele abriu suas asas,
Magníficas e gigantescas.
Mas ali
Já era tarde demais.
Elas já não o serviam
E ele
Não mais as serviria.
Em tempos de floração sutil
da Guararema do destino,
o teu cerco irresistível
tem sido o meu fascínio.
No hábito e no silêncio
contigo tenho tecido
tapeçarias para o paraíso
que temos construído.
Nas tuas luzes e sombras
em todas tenho afinco:
assumo que não te resisto.
O teu brio afiado e tranquilo
põem o meu peito rendido,
ocupas o meu ser com domínio.
"Existem aqueles que se consideram verdadeiros pilotos, mesmo estando sentados apenas em um carrinho de montanha-russa."
Quando acabar a beleza, vai sobrar quem você é, e é nesse quem você é que a beleza continua ou acaba...
Apenas uma sugestão:
O termo "obrigado" antigamente tinha um sentido de pergunta, algo como: "foi obrigado?" E, normalmente, a pessoa respondia: "não, de nada."
Com o tempo, esse termo foi se transformando e passou a ser usado como um cumprimento ou uma forma de agradecimento. Então, hoje em dia, a gente diz "obrigado" e a resposta costuma ser "de nada."
No entanto, o uso constante e repetido da palavra "obrigado" acaba influenciando a nossa percepção, principalmente de forma inconsciente. A repetição desse agradecimento começa a transformar a palavra em uma ordem, em uma rotina, algo que sentimos que precisamos fazer, quase como uma obrigação. E, sem perceber, acabamos nos tornando "escravos" dessa obrigação de agradecer de maneira automática, sem realmente sentir o significado por trás. Em vez de ser um agradecimento espontâneo, ele se torna algo mecânico, deixando de ser uma expressão livre e natural de gratidão, e se tornando uma obrigação imposta pela própria rotina.
O amor incondicional é o que uma mãe tem por um filho. Entre um casal, o amor é recíproco.
- Vanessa Costa Lima
"Ser resiliente não é apenas sobreviver ao frio na barriga; é encarar o looping da vida sem medo, com o domínio de quem sabe que, após cada descida, vem a inevitável subida."
Engraçado como algumas flores continuam tentando florescer mesmo depois de descobrir que quem prometeu cuidar do jardim preferiu admirar outra paisagem. Ainda assim, elas resistem... Porque a dignidade floresce até na dor ! 🌷
Enquanto eu lavava sua roupa e cuidava da nossa vida, você saía para encontrar outra pessoa sem se importar com o que eu sentiria. Eu também estava sozinha, também precisava de carinho, mas mesmo assim escolhi respeitar o nosso compromisso.
A diferença entre nós é simples: eu senti dor, mas mantive meu caráter. Você teve escolha e escolheu trair.
`` somos melhores amigas, mas sinto que não somos MELHORES AMIGAS! como antes. Isso doí pelo menos em mim. ´´
