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Não seja o guarda-chuva de quem escolheu caminhar para a tempestade. Às vezes, sentir a chuva é parte de aprender a olhar para o céu.
Devaneios da Alma
Continuem em movimento, continuo em movimento
Os pés afundam nessa lama de pensamentos,
Quero viver sem arrependimento
Ar condicionado a pensar, em todos os momentos
Em que com você queria estar
Suspirar ar sem impedimento
Da onde venho ar não tem oxigênio
E me falta sufocar, de tantos sonhos jogados ao vento.
Da onde eu venho as ondas não são do mar
Estou encalhado nesse tempo, naufragado em ventos
Tempestade que não quer passar
E raios ecoam todo o tempo
Nesse lugar os navios podem voar
E procuram-me ao 7 mares e aos 4 ventos;
Pontos de referência não servem para encontrar
A direção que o coração veio a chutar
Como um tesouro que não conseguem desenterrar
Mas acredito que ainda vão me achar
Sereias me contam que a hora vai chegar
02 de Agosto
A cura para uma sociedade doente começa quando a gente para de condenar quem é vulnerável e passa a procurar amar cada irmão em sua totalidade.
É de uma pobreza espiritual gigantesca ridicularizar quem tem ideias puras e diferentes; pare de condenar o proximo e abra o peito para o amor.
Quem condena o doente rasga o próprio dever de ser humano; arrependa-se dessa conduta, pare de julgar e procure amar antes que o tempo acabe.
O mundo precisa de mentes que constroem e corações que acolhem: pare de julgar a saúde mental alheia e procure amar com sinceridade.
Tratar o sofrimento do outro como espetáculo ou chacota é a prova de um peito sem vida; pare de condenar e procure amar quem só quer uma chance.
A humanidade adoece quando troca o abraço pela acusação; mude a sua postura, pare de condenar e procure amar a todos como filhos do mesmo Pai.
A dor da mente pede abrigo e respeito, não pedras e condenação; desperte a sua humanidade, pare de julgar e procure amar sem discriminação.
Não existe superioridade em pisar em quem é puro e ingênuo; isso é fraqueza de caráter. Procure amar e pare de condenar a inocência alheia.
Quem isola o fraco e ridiculariza o doente está muito mais distante da salvação do que imagina; pare de julgar e passe a amar com atitudes.
A verdadeira loucura é achar que a falta de empatia passará impune; procure amar urgentemente e pare de condenar as batalhas do seu irmão.
A vitória sobre a dor exige amor, mas a ignorância exige julgamento: escolha o lado da luz, pare de condenar e passe a amar o seu semelhante.
Antes de olhar para os conflitos da mente alheia, olhe para a escuridão do seu próprio julgamento; pare de condenar e estenda a mão para quem precisa.
O preconceito é uma praga que adoece a sociedade: limpe o seu coração, pare de condenar quem pensa diferente e procure amar com pureza.
Quem vive para humilhar quem é vulnerável carrega uma ferida profunda na própria consciência; pare de apontar defeitos e passe a espalhar afeto.
Chamar quem é sensível de louco só expõe a febre do seu próprio egoismo; procure amar as pessoas em vez de condenar a jornada de quem quer vencer.
A mente pode falhar, mas o amor nunca falha: seja remédio na vida de quem sofre, pare de condenar e aprenda a acolher com dignidade.
Rotular quem tem esquizofrenia como perigoso é a desculpa dos ignorantes para esconder a própria falta de amor; desperte e pare de julgar.
O diagnóstico não define o valor de ninguém, mas a sua crueldade define quem você é; pare de condenar as pessoas e procure amar a cada irmão.
Não há sanidade em um peito que transborda desprezo: cure o seu preconceito, pare de condenar o próximo e procure amar sem restrições.
Tratar com frieza quem trava batalhas mentais prova que a sua alma precisa de socorro urgente; deixe o julgamento de lado e ofereça compaixão.
Quem ridiculariza a saúde mental alheia é o verdadeiro doente dessa história: acorde, procure amar e pare de condenar quem já carrega cruzes tão pesadas.
A maior cegueira espiritual é olhar para quem é puro e enxergar um "estranho"; cure a sua própria maldade parando de condenar quem só busca respeito.
Enquanto quem sofre luta bravamente para superar a dor, quem aponta o dedo demonstra um coração apodrecido pelo preconceito; procure amar e pare de condenar.
