Pensamentos Mais Recentes
A mulher aventureira tem em si mesma uma medida maior de sofrimento do que de alegria. Por isso eu sinto pena dela. Não pretendo ter nenhum tipo de contato com ela porque tenho medo de contrair uma DST.
Do Álbum: Mulher Rodada
Sim
😆🤗
Ninguém constrói um império correndo atrás daquilo que lhe tira a paz. Se puder permanecer solteiro, permaneça pelo menos enquanto não tiver domínio sobre si mesmo.
Se o seu vício for mulher, dificilmente verá o seu império crescer. Não corra atrás daquilo que tem o poder de te destruir.
Poucas mulheres trouxeram verdadeira prosperidade aos seus homens, mas muitas foram responsáveis pela ruína de grandes reis.
A sua sede, se não for controlada, pode condenar-te a uma vida de repetição e estagnação.
A capacidade de filtrar o belo, da perfeição do Divino à audácia do humano, é a expressão máxima de um espírito em estado puro.
Na guerra por interesses de terras raras, petróleo... Eles querem mostrar quem tem mais poder e quem é capaz de matar mais pessoas e sua grande capacidade de destruição em massa. Não há nenhum ressentimento desses senhores é a crueldade e desumanidade juntas. Tiranos algozes, são verdadeiros monstros da humanidade.
A Contrariedade que fez a Morte resultar na Vida
Nos seus últimos dias antes da sua ressurreição, Ele enfatizou que veio a este mundo para contrariar, e não para atender às expectativas. Considerando que através da morte — por muitos imensamente temida —, mostrou que a sua vida era muito mais forte.
Até lá, fez um trajeto árduo de dor e feridas que aparentavam fraqueza, mas que eram na verdade, a força do seu amor em evidência que misturava o seu sangue e o seu suor; o fulgor da sua determinação, sendo o Maior de todos sofrendo a pior humilhação.
A cruz representava sua condenação injusta sendo cumprida; entretanto, era e é o símbolo da nossa salvação que se cumpria naquele momento. Mesmo diante da nossa imperfeição, dos nossos inúmeros lamentos — o Sacrifício que não foi em vão.
Depois de sacrificar-se na crucificação, despertou nos incrédulos a ilusão de que havia partido de uma vez: mais um homem de carne e osso, frágil e impuro, sem nada de especial, apenas um moribundo que teve o seu instante final.
O vazio do sagrado sepulcro não significava, de fato, a sua ausência; todavia, o seu corpo tinha sido renovado, pois Ele havia ressuscitado de uma maneira plena para continuar o seu reinado após ter cumprido a sua promessa, provado o seu amor inconfundível e imensurável.
Aprender com os próprios erros
é um gesto de coragem silenciosa.
Quando deixamos de medir nossos tropeços
pelos passos dos outros,
os acertos se somam
e o caminho se alarga.
Assim, atravessamos o julgamento e o egoísmo —
mestres frágeis —
para escutar, com mais verdade,
as lições que a vida nos oferece.
O bem-visto é algo que vê o que merece fazemos algo de importante, verdadeiro e honesto, ou mal visto é algo que vê o que merece convivendo com algo de inconveniente, fracassado e inseguro.
Criança não entende orgulho,
não entende briga de adulto,
não entende silêncio imposto.
Ela só sente falta.
Sente no vazio da pergunta que ninguém responde,
no “cadê?” que vira rotina,
no abraço que simplesmente parou de existir.
E quem afasta…
acha que tá vencendo.
Mas não percebe que tá ensinando abandono,
plantando insegurança onde só devia ter amor,
e deixando marcas que o tempo não apaga.
Porque criança cresce…
mas o que faltou nela
não cresce junto.
Fica.
E grita em silêncio pro resto da vida.
Para sair da pobreza, é melhor abrir uma igreja e se tornar líder religioso... O líder religioso saí da miséria, mas os fiéis continuam na desgraça.
É claro que ainda a amo, amo o jeito que ela me trata, amo o jeito que se importa comigo, acho que amo até suas células, sei que sou egoísta por se importar só com uma pessoa parece que eu só preciso de você, enquanto eu tiver você nunca irei desmoronar mas se vc decidir ir embora sempre lhe guardarei em minha mente, mesmo que lembrar de você me cause um vazio que antes era preenchido.
Há momentos em que a mente cria véus suaves,
pequenas narrativas para aquietar o sentir.
Não mudam o curso das coisas,
mas repousam o olhar,
como quem precisa de sombra
antes de seguir.
A consciência não é negada —
apenas espera.
E o tempo, em sua paciência antiga,
oferece pausas,
amortecimentos,
até que o que precisa ser visto
encontre espaço para nascer.
A lei da vida não apressa,
não pune,
não acusa.
Ela caminha com o tempo
e ensina em silêncio,
fazendo do amadurecimento
não um fim,
mas um florescer inevitável.
O ser humano não nasce pronto, mas ele nasce diferente, ou seja, cumprindo as lições mesmo que ele adquire com separação das características envolvidas o que as qualidades agregam; portanto, atende ao comportamento prometido dele.
Se desejas fluidez na vida, saiba que ela costuma nascer de respostas fundamentadas em boas perguntas. E, se por acaso te detiveres e observares a suspensão das respostas, permanece tranquilo, em paz com as certezas que já habitam em ti, evocando — sem pretensão — as experiências acumuladas no porão do ser interior.
Quando o ser afrouxa o centro
e se despe do egoísmo,
abrindo espaço para o humano interior,
o sofrimento já não se impõe como destino.
Torna‑se matéria de aprendizado,
passagem silenciosa,
instrumento que prepara
a travessia de algo maior
do que ele mesmo.
Pois onde o eu deixa de ser muro,
o humano floresce
e a vida encontra sentido.
Se existisse reencarnação, nossas memórias de vida passadas estariam todas salvas no mundo espiritual? Então a vida seria um servidor de testes?
Não fosse a ideia tão medonha de pejorativar, talvez feminilizar fosse a maneira mais carinhosa e poética de elogiar alguém.
Mas a linguagem, como espelho imperfeito da sociedade, carrega em si os vícios de quem a molda.
O que poderia ser sinônimo de sensibilidade, delicadeza, intuição e força silenciosa acabou sendo distorcido, reduzido a uma tentativa de diminuir, de enfraquecer e de ferir.
Como se o feminino fosse, por si só, algo menor — quando, na verdade, é origem, é sustento, é reinvenção constante.
Feminilizar alguém, em sua essência mais pura, poderia ser reconhecer sua capacidade de sentir o mundo para muito além da superfície.
Seria destacar a habilidade de acolher, de perceber nuances, de transformar dureza em cuidado e caos em significado.
Seria elogiar a coragem de ser vulnerável em um mundo que confunde rigidez com força.
Mas vivemos tempos em que o elogio é frequentemente travestido de ataque, e o que deveria ser exaltação vira ofensa.
Não porque as palavras sejam ruins, mas porque os valores por trás delas ainda estão desalinhados.
A sociedade que teme o feminino — seja em corpos, gestos ou ideias — é a mesma que ainda não aprendeu a lidar com sua própria complexidade.
Talvez o problema nunca tenha sido feminilizar, mas o medo profundo de reconhecer o valor daquilo que foi historicamente silenciado.
Porque, no fundo, elogiar alguém aproximando-o do feminino exigiria admitir que há beleza naquilo que insistiram em chamar de fraqueza.
E isso, para muitos, infelizmente ainda é revolucionário demais.
Quando a carência é reconhecida e não nutrida,
dons se refinam, talentos amadurecem
e a energia pra vida encontra caminho mais sereno.
Os 7 pecados capitais da era moderna
1º Soberba: (Instagram)
2º Avareza (LinkedIn)
3º Luxúria (Tinder/Apps de Relacionamento)
4º Inveja: (Facebook)
5º Gula (Uber Eats/iFood)
6º Ira (X/Twitter)
7º Preguiça (Netflix/Streaming)
O ser humano não nasce pronto, mas ele nasce sobrevivendo dos nossos momentos certos ao que não acontecer errado.
