Pensamentos Mais Recentes

"Anti-Manu" 
Só maluco para votar no Zucco! Nazifascista, extremista e miseravelmente bolsonarista! Playboy mimado e retardado!

O sobrenome Bolsonaro é pesado como o ouro e tem o valor do chumbo! Quem zurra é o burro! Não vote na mula, eleja o Lula!

Algo que parecia impossível aconteceu.
Milei, o Bozo argentino, consegue ser mais imbecil que os integrantes do clã!

Milei tem sorte de que o Lula não é insano como Trump! Do contrário, a Argentina já seria o vigésimo sétimo estado brasileiro!

É possível permanecer inteiro dentro de um relacionamento e, ao mesmo tempo, permitir que o encontro com o outro me transforme?

Só há uma solução para resolver o maior problema do Brasil! É eleger Lula, derrotando o fascismo e a ignorância bolsominion!

Há dois Brasis: um com 'S', do povo trabalhador, e outro com 'Z', das elites. Lula é Brasil soberano! A mula é o Brazil que zurra!

Quais diferenças entre nós ampliam minha visão de mundo, em vez de ameaçarem minha identidade?

Quando me comparo com quem amo, estou tentando compreender melhor essa pessoa ou estou transformando a relação em disputa?

Zucco, o machista maluco, mirou na Manuela e acertou a goela! Fez-se pequeno e bebeu o veneno. E ainda jogou a bola para a Brizola.

Enquanto o asno argentino e o burro brasileiro zurram, a mula americana dá coices, ergue as orelhas e empaca feito um jumento!

LIS
Sabe o que eu agora?
Que vocês pudessem me ouvir!
Não o que são de minha boca.
Apenas aquilo que minha psiquê não pode expressar.
Só você, para compreender aquilo que o verbo não sabe expressar.

Inserida por NICOLAVITAL

Quando o último argumento jurídico encontrar o primeiro silêncio de um planeta irreversivelmente alterado, restará uma pergunta: por que o Direito não chegou antes?

Talvez a mais profunda função do Direito climático seja ensinar à humanidade que poder sem limite é apenas outra forma de vulnerabilidade.

A história julgará nossas leis não pelo tamanho dos códigos, mas pelo tamanho do mundo que elas conseguiram preservar.

A justiça ambiental não pergunta apenas quem causou o dano; pergunta quem tem capacidade, dever e oportunidade de evitá-lo.

Nenhuma geração deveria exercer sua liberdade de modo a confiscar a liberdade das que ainda não podem responder.

A mudança climática converteu a distância temporal em proximidade jurídica: o amanhã tornou-se parte do presente.

A maior inovação jurídica do século XXI talvez seja reconhecer que o futuro também possui interesses juridicamente relevantes.

O Direito ambiental é, em última instância, uma disciplina sobre limites: limites ao poder, ao consumo, ao lucro e à capacidade humana de destruir.

O princípio da dignidade humana perde sentido quando a proteção jurídica da vida ignora as condições ambientais que tornam a vida possível.

A responsabilidade das gerações não se mede apenas pelo que fizeram, mas também pelo que sabiam e escolheram não fazer.

A tragédia climática começa quando o Direito confunde a ausência de proibição com a existência de legitimidade.

Quando a ciência anuncia um limite, o Direito não deveria perguntar quanto podemos ultrapassá-lo, mas como podemos respeitá-lo.

A geração presente não é proprietária do futuro, apenas sua depositária.