Pensamentos Mais Recentes
Sexta-feira Santa nos lembra o maior gesto de amor: Jesus entregou sua vida por nós. Na cruz, Ele transformou dor em esperança e sacrifício em redenção. Que hoje nosso coração se encha de fé, gratidão e do amor que nunca nos abandona.
O pecado promete autonomia, mas gera escravidão.
Promete satisfação, mas entrega inquietação.
Promete vida... mas nos afasta da própria fonte da vida: Jesus.
As vezes ,no meio do percurso sinuoso e agreste da vida, por entre selvas e desertos , chego a um oásis, a uma clareira , a um jardim, pacifico , agradável e perfumado....e dou comigo a pensar se é nesse momento que estou mais em paz, consciente , mais maduro, mais tranquilo.... Ou se sao apenas momentos de insanidade ,breaks em que a alma relaxa o corpo e nos quais me é permitido pensar que agora está tudo bem, está tudo no caminho certo... Mas no fundo, nada disso é real, são breves momentos no olho do furacão da existência...
na realidade a vida até chegarmos a um ponto de equilíbrio consciente baseado no desapego e despreocupação, é uma tempestade brutal. E estes oásis, são meros momentos pacíficos de loucura que nos fazem acreditar que afinal... A vida só é boa, se formos suficientemente loucos para a desfrutar.
Nuno Miguel Vergueiro Silva Reis.
Muitas vezes, quase sempre.
As vertentes de tudo que broto,
tão eminente; não são frutos.
São somente sementes.
(Nepom Ridna)
Te vejo no silêncio de um instante roubado, e meus olhos
— antes comuns
— agora brilham como quem descobriu o infinito em
um reflexo teu.
Há algo em você que não se explica, só se sente… um encanto calmo,
desses que chegam devagar e ficam para sempre.
E quando você aparece,
um calafrio percorre meu ser,
como se o tempo hesitasse em continuar sem antes te admirar também.
Meu mundo, tão certo antes,
se perde bonito no teu olhar,
e eu me encontro exatamente onde nunca soube que queria estar:
em você.
Teus beijos…
ah, teus beijos são como a maré —
vêm e vão, mas sempre me levam junto, sem resistência, sem volta.
E eu, que pensei entender de sentimentos, me rendo ao teu jeito de amar, como quem aceita que o coração agora tem outro nome:
o teu.
THE RELATIONSHIP BETWEEN ANXIETY, BRAIN FUNCTION, AND THE SUBJECT: A fusion of Psychology, Neuroscience, and Philosophy for a more practical concept of Anxiety
Anxiety is the agitation that a Homo sapiens subject feels in their organism, physically corresponding to the high frequency of Beta brain waves and resulting from the Homo sapiens subject's attachment to the thoughts that flow in their brain during the act of Thinking.
While,
Serenity is the calm that a Homo sapiens subject feels in their organism, physically corresponding to the high frequency of Theta brain waves and resulting from the Homo sapiens subject's detachment from the thoughts that flow in their brain through the act of Attention.
A RELAÇÃO ENTRE ANSIEDADE, FUNCIONAMENTO DO CÉREBRO E O SUJEITO: Uma fusão da Psicologia, Neurociência e Filosofia para um conceito mais prático da Ansiedade
A Ansiedade é a agitação que um Sujeito Homo sapiens sente no seu organismo correspondente fisicamente à alta frequência das ondas cerebrais Beta e resultante do apego do Sujeito Homo sapiens aos pensamentos que fluem no cérebro do seu organismo no seu acto de Pensar.
Enquanto,
A Serenidade é a calma que um Sujeito Homo sapiens sente no seu organismo correspondente fisicamente à alta frequência das ondas cerebrais Teta e resultante do desapego do Sujeito Homo sapiens aos pensamentos que fluem no cérebro do seu organismo através do seu acto de Atenção.
"AQUELE QUE ADQUIRI O HÁBITO DE FREQUENTAR O BOTECO (lugar que se bebe, fuma, e se joga conversas fora), OU ATÉ MESMO BAR, ESTÁ CAMINHANDO PARA SUA PRÓPRIA PERDIÇÃO" Ademar de Borba
"VEJA SE O DEVORADOR NÃO ESTÁ DEVASTANDO O FRUTO DO SEU TRABALHO (RENDIMENTOS), SEM VOCÊ PERCEBER. SE SIM, DEIXE O HÁBITO QUE ESTÁ CAUSANDO ESTE MAL" Ademar de Borba
O Meu Amado Rei olhou para mim e me disse: Aquela coroa de espinhos era sua, mas Eu a recebi por que tinha a missão de sarar as suas feridas mais profundas.
“A Dor da Lágrima”
Existe uma dor silenciosa:
a dor da lágrima que não caiu.
Ela pesa no peito, aperta a alma,
mas não encontra caminho pelos olhos.
Sinto a dor, mas não fica roxo.
Fui machucado, mas não cicatriza.
A vontade vem, mas o choro desfaz.
Algo triste me incomoda:
a ausência de um velho amigo,
que tanto me ensinou.
Hoje me bloqueou... e, por fim,
sinto a dor da lágrima —
aquela que não vem.
Há dores que não aparecem,
não deixam marcas na pele,
mas pesam no peito
como se carregassem silêncio.
É estranho sentir falta
de quem ainda está por aí,
mas distante como se tivesse ido.
E o coração, sem saber o que fazer,
fica esperando a lágrima cair...
mas ela não vem.
E talvez essa seja a maior dor:
quando até o choro nos abandona,
e só resta o vazio
da lágrima que nunca caiu.
Dizer que a indenização é irrisória não seria relativizar o crime — descaradamente — continuado
pelo Estado?
Pois há indenizações tão ínfimas que acabam se tornando outro crime.
Há algo de profundamente perturbador quando o reconhecimento de uma injustiça vem acompanhado de uma reparação que mal arranha a superfície do dano causado.
É como se o Estado, ao mesmo tempo em que admite a falha, tentasse reduzi-la a uma formalidade contábil — um número lançado para encerrar um processo, não para restaurar uma dignidade.
Indenizar não é apenas pagar.
É reconhecer a extensão de uma violação, é dar peso concreto àquilo que foi abstratamente destruído: o tempo perdido, a dor acumulada, as oportunidades interrompidas, a confiança dilacerada.
Quando o valor é irrisório, a mensagem implícita é cruel: o sofrimento cabe em cifras pequenas; a injustiça, afinal, não foi tão grave assim.
E nesse gesto aparentemente técnico, instala-se uma perversidade silenciosa.
O Estado deixa de ser apenas autor do erro inicial e passa a ser também agente de sua banalização.
A indenização insuficiente não repara — ela reitera.
Não encerra o crime — prolonga-o em outra forma, mais sutil, porém igualmente ofensiva.
Talvez o mais grave não seja o valor em si, mas o que ele revela: uma régua moral distorcida, incapaz de medir o impacto real de suas próprias falhas.
Porque quando a reparação não corresponde ao dano, o que se perpetua não é apenas a injustiça passada, mas a certeza de que ela pode — e talvez vá — se repetir.
E assim, entre números gélidos e decisões protocoladas, o que deveria ser justiça se aproxima perigosamente de um novo tipo de violação: aquela que, sob o pretexto de reparar, ensina que certos crimes são, na prática, precificáveis e toleráveis.
A literatura é para mim um ato de alquimia, é a capacidade de transmitir as banalidades da existência em sentinelas de sabedoria.
Isabel Allende,citações
gentileza não é fraqueza, é controle. É você sentir tudo, perceber a dureza do mundo… e ainda assim não deixar isso te transformar em alguém que você não respeita.
Chefe que se cerca de aplauso fácil nunca irá liderar campeões porque talento de verdade não ajoelha, acelera e ultrapassa.
"CUIDADO COM O DEVORADOR; Aquele que trabalha e não guarda o dia do senhor (domingo, reservado para ir à igreja e descansar) reforçar a sua fé, pode ganhar muito dinheiro, mas o devorador corrói. Por isso, muitas pessoas trabalham desde os 15 anos e aos 40, ainda não conseguiram nenhum patrimônio, mesmo trabalhando honestamente. Por isso, guardar o dia do senhor é imprescindível para ter a ajuda dele em sua caminhada e se livrar do devorador" Ademar de Borba
Bendito e Santíssimo Pai Celestial,
o céu é o vosso trono e a terra o escabelo de vossos pés.
Vós sois o meu rochedo e a minha salvação.
Vós, que sois benevolente com aqueles que vos buscam em espírito e em verdade,
a vós me dirijo, para que, em vossa santa misericórdia e infinita piedade,
volvais o vosso olhar sobre mim.
Perdoai as minhas imperfeições
e dignai-vos contemplar aquilo que há de melhor em meu coração. Bem sabeis, Senhor, que, ainda que eu seja imperfeito
por causa da fraqueza e das más inclinações da minha carne,
nada poderá separar-me da fé que em vós está firmada dentro de mim, a carne para nada aproveita, mas é o vosso Espírito que vivifica; salva e purifica.
Não me deixeis só, ó Eterno Deus Vivo, mas volveis para mim a vossa paz
e fazei resplandecer sobre mim a vossa luz,
livrando-me dos perigos, porque teu ó Deus é, o Reino, o domínio e a glória,
por todos os séculos.
Amém.
Só os honestamente Cheios de Dúvidas encontram força e paciência para habitar um mundo tão abarrotado de Cheios de Certezas.
Porque duvidar, ao contrário do que muitos pensam, não é fraqueza — é coragem em estado bruto.
É admitir que o mundo é vasto demais para caber inteiro dentro de uma única convicção.
É reconhecer que a realidade não se dobra à pressa das nossas conclusões, nem à vaidade das nossas certezas fabricadas.
Os Cheios de Certezas caminham rápido…
Pisam firme, opinam sobre tudo e quase sempre acham que precisam subir o tom.
Mas, quase sempre, também carregam um peso invisível: o medo de estarem errados.
Por isso não param, não escutam, não revisitam.
A certeza, quando não examinada, vira abrigo confortável — e também prisão silenciosa.
Já os Cheios de Dúvidas seguem de outro jeito.
Observam mais do que afirmam.
Perguntam mais do que respondem.
E, ainda que pareçam morosos, avançam com mais profundidade.
Porque cada passo deles é sustentado por reflexão, não por impulso.
Habitar um mundo dominado por certezas exige, desses muito poucos, uma paciência quase teimosa.
É preciso suportar o ruído das opiniões apressadas, a arrogância dos veredictos fáceis e a solidão de quem não aceita simplificações.
Mas é justamente essa inquietação que os mantém vivos — intelectualmente e, quiçá, moralmente.
No fundo, são eles que ainda sustentam a possibilidade de diálogo, de evolução e de verdade.
Porque onde não há dúvida, não há espaço para aprender — apenas para repetir.
E talvez seja esse o paradoxo mais incômodo: em um mundo cheio de respostas fáceis, são justamente aqueles que ainda se atrevem a perguntar que o mantêm em verdadeiro movimento.
Relacionamento não sobrevive só de beleza nem só de conversa.
É atração + clareza — sem isso, não dura.
A beleza atrai, mas é a clareza que sustenta.
Sem esses dois pilares, qualquer relacionamento tem prazo de validade.
Todo relacionamento amoroso se sustenta em dois pilares: atração e clareza.
Sem um deles, cedo ou tarde, tudo desmorona.
Disseste que a idade não importava. Mas importou. Não para mim, para ti. Para os olhares, para as línguas, para o medo que te corroía. Eu enfrentei o mundo por nós. Tu enfrentaste o espelho e viste rugas, cansaço, a necessidade de uma escolha que não te exigisse mais luta. Agora, com alguém que carrega o mesmo número de primaveras, descobriste o que sempre quiseste: um amor que não precise de explicações. Eu, que me expliquei até a exaustão, fiquei com as palavras gastas. E tu, com a paz de quem nunca precisou se justificar.
