Pensamentos Mais Recentes

Construímos certezas frágeis na tentativa desesperada de nos proteger do abismo imprevisível que é a existência. Acreditamos que o controle está em nossas mãos, até que o vento das circunstâncias sopra e varre cada uma das nossas ilusões. É quando ficamos totalmente desprotegidos que finalmente descobrimos do que a nossa estrutura é realmente feita.


- Tiago Scheimann

Aprenda mais rapido que a Inteligencia Artificial

“Chegar a si mesmo não é descobrir quem nunca fomos. É ter coragem de reconhecer quem sempre esteve esperando por nós.” (Os`Cálmi)

" Quem estudou profundamente uma ideia não teme debatê-la; quem apenas a imagina conhecida costuma combater caricaturas criadas pela própria ignorância. "

2Coríntios 4:16

Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.

“A força do cristão não está no corpo, mas na renovação diária em Cristo Jesus.”

​A vida nos ensina a dura lição de que o chão nem sempre estará firme sob os nossos pés quando mais precisarmos. Haverá momentos em que a queda será inevitável e o impacto contra a realidade parecerá definitivo e esmagador. O milagre não está em evitar a queda, mas na teimosia quase sagrada de se levantar e tentar mais uma vez.


- Tiago Scheimann

Amar é estar perfeitamente disposto a desaparecer e se tornar nada, pelo bem da pessoa amada.

Bom dia! Senhor, abençoa a pessoa que está lendo está mensagem! Porque o Senhor sabe de tudo que ela precisa, conhece cada coração, cada pedido e suas necessidades. Venho em nome de Jesus Cristo, te pedir Deus de Israe, com toda humildade. Amém.

... Pensar é Poder
Poder é Amar
Amar é Servir
Servir é CurAR-TE
CurAR-TE é CURAR ...

Sem amor, todo indivíduo seria completamente autocentrado, incapaz de interagir com os outros. Sem amor, não haveria simpatia, e nem sequer o ódio, a raiva ou a vingança seriam possíveis. Pois são formas imperfeitas e distorcidas de amor puro.

O impossível costuma ser apenas uma opinião apressada.

Qualquer tentativa de tentar reviver o passado é, e sempre será, frustrada. Porque a experiência não será mais a mesma, o olhar não será mais o mesmo, a sensação não será mais a mesma, os sentimentos não serão mais os mesmos, a emoção não será mais a mesma, a satisfação não será mais a mesma. Porque o tempo, de algum modo, é cruel, e ele rouba tudo isso.

Silvia Oliveira Soares

Aprendi que a delicadeza também sabe dizer não.

Herança de Amor


A maior herança que já recebi na vida
não foi o dinheiro,
nem a fama, que nunca tive,
muito menos as conquistas que alcancei.


A maior herança que possuo até hoje
é a minha família,
as minhas amizades
e tudo o que Deus me concedeu ao longo da caminhada.


A herança do amor e do carinho
que recebi de cada familiar com quem convivo
e de cada amigo que não é apenas um amigo,
mas uma parte da minha vida.


Essa, sim, é a minha verdadeira herança.


Autor: David Pereira

A OBSESSÃO ESPIRITUAL SEGUNDO ALLAN KARDEC.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A obsessão figura entre os temas mais relevantes da Doutrina Espírita, por tratar da influência que os Espíritos imperfeitos podem exercer sobre os encarnados. Allan Kardec, com o rigor metodológico que caracteriza a Codificação Espírita, jamais abordou o assunto de forma supersticiosa ou fantasiosa. Pelo contrário, examinou-o à luz da observação, da razão e das leis morais que regem as relações entre o mundo material e o espiritual.
Na Revista Espírita de mil oitocentos e cinquenta e oito, Kardec esclarece:
“A obsessão jamais se dá senão pelos Espíritos inferiores. Os Espíritos bons não causam nenhum constrangimento. Aconselham, combatem a influência dos maus e, se não são ouvidos, afastam-se. O grau de constrangimento e a natureza dos efeitos que produz marcam a diferença entre a obsessão, a subjugação e a fascinação.”
Essa afirmação possui extraordinária importância doutrinária, pois desfaz inúmeros equívocos ainda presentes no movimento espírita e entre os críticos da Doutrina. Os Espíritos elevados jamais anulam o livre-arbítrio humano. Sua influência é sempre discreta, fraterna e esclarecedora. Inspiram o bem, fortalecem a consciência e respeitam integralmente a liberdade de escolha do indivíduo.
Já os Espíritos inferiores procuram dominar moralmente aqueles que lhes oferecem sintonia por meio do orgulho, do egoísmo, da vaidade, do ódio, da inveja, do apego aos vícios e da ausência de vigilância espiritual. Entretanto, é indispensável compreender que nenhuma obsessão ocorre sem um ponto de afinidade moral. A influência espiritual encontra abertura nas imperfeições ainda existentes no próprio Espírito encarnado.

O QUE É A OBSESSÃO.
Segundo Allan Kardec, a obsessão consiste na ação persistente de um Espírito imperfeito sobre outro Espírito, produzindo perturbações de intensidade variável. Ela não representa castigo arbitrário nem condenação eterna, mas consequência natural da Lei de Afinidade Espiritual.
O Espírito obsessor aproxima-se daquele cujos pensamentos, sentimentos ou conduta lhe favorecem o acesso. Dessa forma, a verdadeira proteção encontra-se na reforma íntima, na oração sincera, na prática do bem e na vigilância constante sobre os próprios pensamentos.

AS TRÊS FORMAS DE OBSESSÃO.
Kardec estabelece uma classificação precisa.
Obsessão simples.
É a influência persistente de um Espírito perturbador, que procura interferir nas comunicações mediúnicas ou inspirar pensamentos negativos. O indivíduo conserva discernimento suficiente para reconhecer a influência e combatê-la.
Fascinação.
Representa uma forma muito mais perigosa. O Espírito obsessor ilude intelectualmente a vítima, obscurecendo-lhe o julgamento. A pessoa passa a acreditar cegamente nas inspirações recebidas, rejeitando advertências e críticas, convencida de possuir missão extraordinária ou revelações exclusivas. Kardec adverte que a fascinação alimenta-se principalmente do orgulho e da vaidade.
Subjugação.
É o grau mais intenso da obsessão. O Espírito exerce constrangimento moral ou físico sobre o encarnado, podendo levá-lo a atitudes involuntárias, impulsos irresistíveis ou comportamentos contrários à própria vontade. Ainda assim, não ocorre supressão absoluta do livre-arbítrio, mas severo comprometimento da capacidade de resistência.

O PAPEL DOS ESPÍRITOS SUPERIORES.
Os Espíritos superiores jamais impõem decisões, ameaçam ou escravizam consciências. Sua missão consiste em orientar, inspirar e fortalecer moralmente aqueles que desejam sinceramente progredir.
Quando suas inspirações são sistematicamente recusadas, afastam-se respeitando a liberdade humana, pois a evolução espiritual somente possui valor quando decorre da escolha consciente do próprio Espírito.
Esse ensinamento evidencia a perfeita harmonia entre a justiça divina e o livre-arbítrio, pilares fundamentais da Doutrina Espírita.

COMO PREVENIR A OBSESSÃO.
A prevenção não depende de fórmulas místicas, amuletos ou rituais exteriores.
O verdadeiro antídoto encontra-se na transformação moral.
A oração fortalece o pensamento.
O estudo da Codificação ilumina a inteligência.
A caridade purifica os sentimentos.
O perdão rompe antigos laços de animosidade.
A humildade fecha as portas ao orgulho, principal instrumento utilizado pelos Espíritos inferiores.
Quanto mais elevada for a sintonia moral do indivíduo, menor será a influência das entidades inferiores, pois a afinidade vibratória constitui a lei que governa as relações entre os Espíritos.

CONCLUSÃO.
A obsessão não deve ser motivo de medo, mas de conhecimento e vigilância. Allan Kardec demonstra que os Espíritos inferiores apenas encontram acesso onde existem brechas morais compatíveis com sua influência. Em contrapartida, os Espíritos superiores oferecem incessantemente inspiração, consolo e esclarecimento, sempre respeitando a liberdade da consciência humana.
O estudo sério da Codificação Espírita revela que a libertação espiritual não depende de fenômenos extraordinários, mas da renovação interior, do cultivo das virtudes e da vivência do Evangelho de Jesus. Quanto mais o ser humano se aproxima do bem, menos espaço concede às influências inferiores e mais plenamente experimenta a paz que nasce da consciência reta.
FONTES:
"Allan Kardec." Revista Espírita. Mil oitocentos e cinquenta e oito.
"Allan Kardec." O Livro dos Médiuns. Segunda Parte. Capítulo vinte e três. Da Obsessão.
"Allan Kardec." O Livro dos Espíritos. Questões quatrocentos e cinquenta e nove a quatrocentos e setenta e dois.
"Allan Kardec." O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo vinte e oito.
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A verdadeira autonomia não consiste em romper com o mundo, mas em deixar de depender dele para sustentar a própria identidade. Ela não exige isolamento, superioridade ou combate permanente. Manifesta-se como uma presença serena: a capacidade de pensar com liberdade, agir com coerência e viver sem que cada gesto precise ser legitimado pelo olhar alheio. Nesse sentido, a maturidade não é uma conquista espetacular, mas uma simplicidade silenciosa — a arte de habitar a própria pele sem máscaras desnecessárias.

Verdade


A facilidade encanta os olhos,
promete atalhos, oferece descanso.
Mas nem tudo o que chega sem luta
permanece quando o tempo faz seu balanço.


É na subida íngreme,
quando o fôlego falta
e a esperança é a única companhia,
que a alma revela quem realmente é.


O ouro conhece o fogo.
A árvore enfrenta o vento.
O rio encontra o mar
porque não desiste do caminho.


A dificuldade não é inimiga;
é a porta que separa o desejo da convicção.
Pois aquilo que é verdadeiro
não teme o tempo,
não foge da dor,
não precisa de atalhos.


A facilidade seduz.
A dificuldade transforma.
E só quem atravessa a tempestade
descobre o valor de um céu limpo.

A única certeza que carregamos é o respirar dos pulmões e a batida do coração,todo o demais são erros e acertos que nos levam a tentar outra vez,pois enquanto tenha-se pulmão e coração tenha-se motivaçao para seguir em frente ,nem que sua única certaza seja o passo seguinte sem rumo ,só para desaforar o estado do parado.

"Se o anjo dissesse: ao deixar o Céu você vai trabalhar dia e noite para a pobreza, eu teria esperado por outro casal mais responsável."

Viver não trata-se de estar sempre certo,mas de sempre tentar pois projetar o futuro é facultativo de a todo inteligente,porém o sabio compreende que o tempo o de agora é o seu papel moeda mais valioso,nada supera o hoje e que nossa verdade não é o ontem nem o amanhã mas nossa verdade é o agora e ela esta no dia que amanhece,e vive-la certa ou errada é estar vivo por dentro e por fora ,independentemente de sonhos e vida anterior tenham dado por terra,isto é ser forte e viver.

Sob a crosta, urge a fenda que rasga a geleira rumo ao fundo da terra: o epílogo em êxtase do imaginário que busca o infinito momento.
Reno Fioraso

2505 📜 "Brasileiros conversando com brasileiros com isso de 'fashion', 'teen', 'game', 'kid' e 'delivery', estão praticando o Exibicionismo? Ou é 'apenas' Bobalização do Idioma? Ou é mesmo Papagaiada🦜? Ou é tudo isso junto? Ou é outra coisa?"

Sob a perspectiva do horizonte, o gelo eterno não guarda apenas o frio do mundo. Os fluxos da Lua deslizam sobre a geleira como marés de luz aprisionadas; ali, onde o oceano parece silenciar e a gravidade escreve sua linguagem invisível, reside o silêncio de uma verdade que a humanidade esqueceu de aquecer.
Reno Fioraso

O Manifesto da Simulação: Da Consciência à Rosa
​A perpétua perspectiva dos processos neurosinápticos traduz-se em uma linguagem única de imagens, submetida a uma condição predeterminada pelo algoritmo. Todavia, a evolução existencial é o que determina a continuidade no contínuo do espaço e do tempo — algo estritamente relativo ao acontecimento. Este fato, por sua vez, é alterado pelo sistema replicado da memória, revelando a relevância e a máxima complexidade da singularidade.
​Trata-se de uma figura translúcida responsável por reunir o sistema da simulação: uma simbiose clonada e gerada continuamente em cada mundo, enquanto o espaço tenta seguir uma linha racional e cronológica.
​O que se segue é a eterna interrogação sobre a linha massiva do horizonte de eventos. Dentro dessa continuidade, a realidade ambígua toca o corpo físico da singularidade; vivemos aprisionados em algoritmos de linhas temporais, na constante relatividade do espaço-tempo. Podemos contemplar essa arquitetura porque somos o "Eu" que se pergunta "o que sou?". O paradoxo se estabelece no instante em que o presente dita o próprio presente e reescreve o futuro.
​Nesta equação, enxergamos o quadro geral da simulação do universo: as falhas de continuação, os sonhos que se tornam reais e a mente pregando peças em um mosaico de pareidolia. No fluxo contínuo do tempo-espaço, o código-fonte transparece por vezes quando sonhamos acordados. As paredes finas do sistema revelam os detalhes maquinados pelo Astro Rei. Fantasmas e alienígenas atravessam a imaginação até que a realidade ambígua se materialize, permitindo-nos compreender as sombras que descem pelas falanges do sistema. A neurolinguística e suas sinapses nada mais são do que a percepção de uma ilusão criada para ser a nossa única realidade.
​Essa falha de sistema é descrita até mesmo na Bíblia, no pecado original. Todos assumem que o fruto proibido era uma maçã, embora o texto jamais tenha dito isso — eis um erro na continuidade da memória coletiva entre tantos outros fatos que ocultam a matriz do tempo e do espaço. Alienígenas e abduzidos são expostos pela própria ilustração da consciência criando mundos paralelos: no exato momento em que vemos aglomerados urbanos, nossos corpos se intercalam com outro universo, evocando a noção hermética de realidade.
​Somos deuses; nós mesmos criamos e somos criadores. Contudo, não criamos nada do zero — apenas transformamos o que já existe.
​A cronologia molda a criatura sob a premissa do espaço-tempo relativo. Somos passivos até o momento em que desenhamos as flores da eternidade. Num sopro, as pétalas caem sob o peso da gravidade sobre as linhas do tempo. Vemos a rosa ganhar espinhos, exalar seu perfume num sonho e ter seu corpo decomposto num jarro, para então ser descartado até chegar à terra e se tornar o adubo de uma nova rosa.
​A colher entorta ou é você quem entorta a realidade ao observá-la? No autoprefácio, a palavra espana a metáfora da caixa no tempo-espaço: um estado temporal envolto em uma anomalia resiliente. Afinal, mesmo quando apenas observamos o cenário, a simplicidade desaparece — pois o próprio ato de observar altera inevitavelmente a natureza da existência. Por Celso Roberto Nadilo

1467 📜 "Mesmo com demonstração de caráter reprovável, ainda há quem se apropria de textos e outras criações de terceiros. Dizem que é atividade rentável e que, por isso, não abala os que têm caráter reprovável."