Pensamentos Mais Recentes

Eu era uma mulher virtual quando tinha tudo e aprendi a ser uma mulher virtuosa quando perdi tudo...

Levanta, filho de Deus. Faça a sua parte, corra atrás. Deus é pai, não teu criado.


Benê Morais

Eu sempre acreditei que o amor era uma espécie de salvação, que, ao encontrá-lo, tudo faria sentido e as peças do quebra-cabeça da vida se encaixariam. Acreditei nisso com a pureza de quem ainda não havia sentido as dores que o amor também pode trazer. Minha avó, com sua sabedoria de anos, me dizia que ninguém é feliz depois de ter amado uma vez. Eu discordava, achava que o amor era algo eterno e puro, que jamais poderia ser fonte de infelicidade.


Mas hoje, com o coração mais marcado pelas experiências, começo a entender o que ela queria dizer. O amor, por mais bonito que seja, também é transformador — e nem sempre para o lado que esperamos. Ele nos faz crescer, sim, mas às vezes esse crescimento vem com dor, com perdas, com despedidas. E, depois de amar, nunca mais somos os mesmos. Não é que a felicidade se torne impossível, mas ela muda de forma. Ela deixa de ser aquela felicidade leve e despreocupada para se tornar algo mais maduro, talvez mais pesado, mas também mais profundo.


O amor me ensinou que sentir intensamente é também se expor à vulnerabilidade, às fraturas que podem nos fazer duvidar de quem somos e do que acreditamos. E, mesmo assim, eu continuo acreditando no amor. Não de forma ingênua como antes, mas com uma aceitação de que ele faz parte de quem somos, tanto nas alegrias quanto nas dores.


Minha avó tinha razão em parte — talvez depois de amar, nunca mais voltemos a ser os mesmos. Mas o que ela não disse, e que eu só descobri vivendo, é que essa transformação não precisa ser o fim da felicidade. Ela pode ser o começo de uma nova compreensão sobre o que é viver, sobre o que é sentir, e sobre o que significa amar com todas as suas cores — as claras e as sombrias.


Autora: Nayra Sousa

Quem anda com a boca aberta abriga mosquito… quem fala demais provoca problema.

A vida me ensinou as duras penas, que hienas não comem bolo.


Não é sobre hienas.

“Meus planos, nem são planejados.”

Na cisma maquinária da arrepsia
cada engrenagem é pergunta,
cada rotação, incerteza,
cada faísca, um novo abismo.


O véu da dúvida não se rasga,
apenas se multiplica em sombras,
e o pensamento, motor inquieto,
faz da vida um motor errante de interrogações.

Inserida por gilson_bittencourt

"Faça o que te faz feliz."

“Não existe solidãoquando
— vivemos —
o nosso sonho.”

Semeie paz onde passar.
A harmonia é plantação que o tempo multiplica.

O pacifismo termina quando a violência começa. 💥

Que da sua varanda, você veja a lua, e ela te ame.

⁠Os que alugam a própria cabeça e continuam acreditando que pensam, são locatários intransigentes.


Habituaram-se tanto ao conforto das ideias prontas que já não percebem quando a chave da própria consciência mudou de mãos.


Pagam, todos os dias, o aluguel da convicção fácil: repetem palavras que não nasceram em si, defendem certezas que nunca examinaram e travam batalhas que não compreenderam.


Há uma estranha obstinação nisso. 


Não é apenas ignorância — é apego. 


Porque admitir que a própria cabeça foi sublocada a slogans, narrativas ou paixões coletivas exige um gesto raro: desalojar-se das próprias certezas. 


E poucos suportam o incômodo de reformar o interior da própria mente.


Pensar de verdade é uma atividade tão árdua quanto cara. 


Cobra silêncio, dúvida, solidão e, sobretudo, coragem para contrariar a mobília confortável das ideias fabricadas. 


É mais fácil manter o contrato vigente com quem pensa por nós do que enfrentar o trabalho de habitar a própria consciência.


Por isso, os locatários costumam ser intransigentes: defendem o imóvel como se fosse propriedade. 


Aderem gratuitamente à Guerra Palavrosa: gritam, atacam, desqualificam — tudo para não correr o risco de descobrir que nunca foram donos daquilo que juravam pensar.


No fim, a tragédia não está apenas em alugar a cabeça vazia. 


Está em viver nela como se fosse casa própria, sem jamais suspeitar que o contrato sempre esteve noutras mãos.

Você tanto faz, que um dia você virá um tanto faz....

CASTELO DE SONHOS
(O despertar do tempo)

A menina, até hoje,
brinca com sua boneca de pano.
Com seu sorriso indulgente,
desabrocha no jardim da vida
pétalas em flor...
Em seu castelo pueril,
observa agora, atentamente,
suas mãos enrugadas
e as marcas de expressão
no rosto que ficou...
Mas ela continua sonhando,
convicta, que o tempo não parou.

Lu Lena / 2026

O farol dos olhos teus
lantejoula de abajur
Desligam por completo
Na cisma maquinária do teu véu

Ao utilizarmos diferentes espécies animais em estudos laboratoriais para encontrar tratamentos para nossas enfermidades, nos tornaremos uma espécie progressivamente mais doente por merecimento.

"Embora o mundo acredite que somos tudo o que pensamos, eu acredito que somos tudo aquilo que fazemos; são as nossas práticas que nos caracterizam, e não os nossos pensamentos."

Há um inverno em mim,
triste como o silêncio das estrelas.
O calor amarga,
mas o frio é canto que consola.
Que estranha oposição,
como se o tempo fosse espelho quebrado.
Não é ausência de amor:
é apenas o pouco que resta,
esmola de eternidade.

"meu coração faz bom bom"

Inserida por mfurtadojoao_1122167

Não tenho amigos mais importantes que outros; cada um carrega em si um exemplo de dignidade. São páginas vivas da minha história. Aprendo, estimo e preciso de todos eles.


Benê Morais

No Marron,Vermelho,E Amarelo Das Folhas Renasce Outra Vez. 
















O seu começo é visto em cores que estão à sua espera. 
Principalmente nas folhas de tantas árvores. 
Com cores que se fortalecem nessa sua aparição. 
Nas folhas das árvores que preenchem cada galho,cores indicam a sua proximidade. 
Após manhãs iluminadas por uma forte luz de uma outra estação o seu começo também é feito de Sol.
Brilhante por essa estrela,mas com um outro jeito no seu começo.
Com o tempo e a serenidade da estação que é,as folhas se transformam.
Em uma outra metade do Planeta Terra em lugares que estão sob um mesmo Sol,um mesmo céu.
Em um lado que uma natureza também vive,floresce e continua.
Do lado esquerdo de um planeta uma estação renasce.
Como se já tivesse feito isso antes assim como as suas folhas que mudam de cor.
Do verde se tornam marrons,vermelhas e amarelas.
Desse outro lado do Planeta Terra o seu começo é em uma manhã de março. 
Nos rastros da luz do Sol de uma primeira estação nessa parte do Planeta Terra o seu começo é agraciado por uma luz amarela e sonhadora.
Em uma manhã no mês de março as folhas despertam em marrom,vermelho e amarelo. 
Com a sua serenidade de estação a cor verde ainda em esperança é vista e sentida.
Esperança que colore outras folhas com cores de uma serena estação. 
E o Sol atravessa o céu e essa estação. 
As suas folhas e a sua sensatez. 
E são tantas as folhas amarelas,vermelhas e marrons que fazem essa estação. 
Folhas coloridas nas árvores e nas brisas.
Que voam lentamente colorindo vários instantes. 
De um nascer do Sol no mês de março até o mês de junho. 
Do lado esquerdo do Planeta Terra. 
Uma estação se transforma. 
Na serenidade que cobre as suas folhas com cores da sua existência. 
Um começo novamente colorido e cativante. 
Nas árvores que nascem sob o Sol com as suas milhares de folhas que se curvam nas brisas de afeto.
Árvores de tantas espécies com os seus traços desde a semente até a folha mais alta.
Em uma manhã no mês de março são várias as folhas que mudam de cor.
E as que permanecem verdes sentem a serenidade e o renascer dessa estação. 
As brisas que vêm entre os galhos tocam cada folha como o Sol faz.
Do céu uma cor azul se faz sentir nessa fascinante serenidade. 
Que nasce em uma manhã de março e até junho desse lado do Planeta Terra colore as folhas transformando cada árvore.
Até a luz amarela do Sol é tocada por suas cores. 
Do seu recomeço nas folhas e nas brisas.
Que permanecem voando no seu nome e na sua serenidade. 
Levando as suas folhas coloridas mais longe. 
Na direção do céu e de outras árvores.
As suas cores são cobertas por algo emotivo.
De uma manhã em março até outras folhas coloridas no mês de junho. 
Uma estação é refletida pelo Sol com serenidade. 
Nas brisas dos dias sobre ela e nas cores que estão ao seu redor. 
Em vermelho,amarelo e marrom e no verde que ainda permanece.
Uma estação que fica nas folhas das árvores e nas brisas que passam.
Como o Sol faz no céu.
Iluminando o seu recomeço novamente. 
Em cada folha a sua presença é marcante. 
Nas folhas que ficam perto das árvores cores colorem o chão. 
Nas gramas,plantas e nos telhados das casas. 
Essas cores também colorem o tempo. 
Que sabe o começo dessa estação. 
Em um lado do Planeta Terra em que folhas têm formas distintas. 
Como as árvores que crescem por lá. 
E quando ela irá retornar em uma manhã do mês de março. 
E antes dela o Sol brilhará mais uma vez no céu e nas brisas. 
Em cada árvore,em cada folha.
Com serenidade uma estação irá se transformar quando em uma outra manhã do mês de março,certas cores tocarem outra vez as suas folhas.

Na Forte Luz De Uma Estação.
















Em um início de uma manhã em um dia no mês de dezembro a luz do Sol brilha com mais intensidade. 
Um pouco mais do que em manhãs do ontem. 
Em um dia no último mês do ano a sua luz retorna como o seu jeito de ser.
Sobre o céu azul com mais luminosidade. 
Entre cada nuvem e os ventos nesse mesmo mês uma luz predomina sobre as manhãs. 
Com o Sol nas suas direções. 
Amarelo e grandioso,guiando a sua luz em um começo de estação. 
Em uma manhã que nasce um pouco mais iluminada mesmo que ainda ao tempo esteja cedo.
Com mais luz em dias que ele traz no último mês do ano e até depois disso dentro de sua vida estelar. 
Sobre uma calorosa estação que segue o seu coração.
Que se inicia em luz e segue entre uma estrela e o céu. 
Em dias que formam certos meses.
O Sol nasce em uma determinada manhã com mais claridade. 
Com o seu nome sobre uma estação. 
Mais iluminada com os seus gestos de estrela. 
Uma estação que é aquecida com o seu iluminar. 
Uma estação que começa em uma manhã e que vem com a sua bondade para iluminar o céu,os dias e os ventos.
Da sua luz de estrela até uma outra manhã do mês de março. 
Mais um outro começo em sua vida dentro de uma querida estação. 
Na sua luz se veste com uma forte cor.
E que por outras manhãs vai.
Como uma primeira estação em uma natureza tropical embelezada por florestas,alguns montes,cordilheiras e cachoeiras. 
Por outras naturezas acima essa estação segue com uma outra sensibilidade do clima e do céu. 
Assim como o Sol.
E também desertos,montanhas,
mais árvores e outras nascentes de água. 
Natureza essa iluminada pelo Sol no começo dessa estação,calorosa e vibrante.
Sob a luz de uma estrela ainda maior. 
Que em manhãs do ontem também havia nascido com o Sol.
Em luz e em um azul formidável do céu. 
Como uma estação que predomina em uma forte luz e bons ventos. 
Ventos que completam o seu começo em cada manhã.
Em cada nascer do Sol no último mês do ano em um certo dia.
Que o tempo também reconhece e conta o seu novo momento para recomeçar. 
Em uma estação dourada de Sol.
Que tem o seu nome refletido no céu e nas nuvens bonitas.
Do seu lugar até esse céu em uma manhã no mês de dezembro.
A sua luz nasce ao lado do tempo também por essa estação. 
E além das manhãs a sua força em luz segue por tardes e até noites. 
Que estão nessa calorosa estação que recomeça em uma manhã no mês de dezembro. 
E que fica mais brilhante até uma outra manhã do mês de março. 
Entre essas manhãs que se reencontram o Sol está. 
Do mesmo jeito que o tempo,o céu e os ventos. 
Contemplando uma estação e o seu iluminado nascer.
Em mais manhãs uma estação nascerá com Sol para continuar a brilhar dentro do seu coração de estrela em um outro esperado recomeço no mês de dezembro.

"Reflexão de vida"


"Ninguém inveja o fraco, o medíocre ou quem não produz nada. Afinal, árvore que não tem frutos não chama atenção."


@Suédnaa-Santos.

Lixão da Saudade:


Vossa tristeza chegou ao fim 
Comprovou-se que o infinito tem fim 
E que existe outro infinito que não existe fim 
Mas existem tipos de tristezas que nos comprovaram diversos boatos da vida


Existe tristeza que se foi Existe tristeza que ainda não se foi 
Mas a saudade, é ferida que arde a alma
E ela ainda tem seu reflexo num lixão 


E quando ela volta 
Ela contra-ataca com imensa vontade 
Dessa vez, o infinito não vence 
Mesmo com ajuda 


Quando se envolve em meus braços
Podem ter infinitas lógicas 
Mas quando se trata de saudade 
Ela é nunca infinita


Se oferecerem para ela 5000 átomos
Ou um emprego na Via Láctea 
A saudade ainda se recusa 
Pois o infinito ainda permanece por lá⁠