Pensamentos Mais Recentes
"Pensamentos automáticos e não visualizam os próprios atos. Correm para a biblioteca, mas as seções não são de interesses coletivos. Escrevem um parágrafo autodescritivo, mas esquecem do tempo relativo. Estresse ambiental, e os seres vivos expressam os próprios ideais. Mas escreveram uma palavra coletiva, cuja as ideologias estão perdidas."
"Se quando criança e adolescente não
me deixava influenciar declinando
de minhas opiniões,não é agora nessa
altura da pista que vou m'encolher
pra caber em qualquer buraco na trilha
agradando fulano e cicrano pra ser
aceita. Quero respaldo racional,
factual sólido,coerente que
me convença e não tente coagir ideologicamente."
"Numa manada de jumentos cegos, famintos e acéfalos qualquer jegue que jogue migalhas será seguido.".
O modelo de cristianismo atual que se observa nas redes me dá o exemplo perfeito de como não educar meu neto para ter um caráter exemplar e, acima de tudo, livre de ódio.
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"O amor inteligente salva,
reconstrói , enobrece a
alma humana para que
evolua meritoriamente
com fé transformadora
em ação."
"Degradada na indigência
moral normatizada a
humanidade afunda no
lodo pútrido da ignorância
pertinente aos prepotentes
e arrogantes."
"Existem feridas tão
profundas que a reincidência
das atitudes dos qu'estimamos
a perfuram refazendo sangrar
sem cura e se eternizar."
Uma Corrida, Uma Avó e Uma Lição para a Vida
Uma corrida de poucos minutos, uma história de uma vida inteira e uma lição de amor inesquecível.
Era para ser apenas mais uma corrida na rotina do motorista peregrino Nino Carneiro. Mas, naquele dia, ao receber uma solicitação, algo dentro dele pareceu sussurrar: “Aceite logo essa corrida!”. Ele aceitou e chegou ao destino em menos de cinco minutos. Mal sabia que encontraria uma história de coragem, sacrifício e amor incondicional.
Ao chegar, encontrou uma senhora que aparentava ter mais de sessenta anos. Com cordialidade, cumprimentou-a: “Bom dia, senhora Cleusa! Para onde vamos?”. Com voz doce, ela respondeu: “Senhor, coloquei o endereço, mas não sei em qual bairro fica, porque não sou daqui”. Ele sorriu: “Não tem problema! Só perguntei para escolher o melhor caminho”. Agradecida, ela respondeu com tanta delicadeza que despertou a curiosidade do motorista. Seu coração de peregrino pressentiu que aquela passageira guardava uma boa história para sua coluna literária.
“Então, a senhora não é são-carlense? De onde veio?”, perguntou. “Sou de Paulínia, perto de Campinas.” Depois de um breve comentário sobre a cidade, ele quis saber o que a trouxera a São Carlos. A resposta veio acompanhada de carinho: “A minha neta Josefa!”. Dona Cleusa explicou que sua família era toda da Paraíba, da pequena cidade de Parari, no coração do Cariri paraibano.
Ela contou que seu pai havia partido para Paulínia a convite de um tio, enquanto ela permanecera em Parari com a mãe e os cinco irmãos. Foram tempos difíceis, de muitas privações e até de fome. O dinheiro enviado pelo pai mal dava para comprar os alimentos necessários. Mas a esperança resistia. Um dia, ele voltou e disse à esposa: “Prepare as coisas, porque vim buscar toda a minha família!”. Aquele reencontro permitiu que deixassem para trás a separação e começassem uma nova vida. Nino ouvia atentamente, imaginando quantas famílias enfrentam dificuldades sem abandonar a esperança de dias melhores.
Ainda curioso, o motorista perguntou: “Mas, dona Cleusa, por que a senhora veio para São Carlos?”. Com orgulho, ela respondeu: “Minha neta Josefa passou no vestibular para Engenharia Química!”. Explicou que a família não tinha uma situação financeira confortável. A mãe de Josefa trabalhava como auxiliar de serviços na Braskem, e o pai já estava na empresa havia mais de quinze anos. Além de Josefa, dona Cleusa tinha outros quatorze netos.
Quando soube da aprovação, não pensou nos obstáculos nem na saudade que sentiria da família. Tomou uma decisão que mudaria sua rotina: “Minha neta, eu vou com você para São Carlos! Vou trabalhar como diarista para ajudar a pagar as despesas da sua moradia”. E assim fez. Recomeçou a vida em outra cidade, conseguiu trabalho em casas de várias famílias e passou a morar perto da universidade com a neta. “Estamos muito felizes!”, contou. Pelo menos duas vezes por mês, visitavam os familiares em Paulínia, porque, por mais longe que a vida nos leve, o coração sempre procura voltar para quem ama.
O motorista já estava emocionado, mas suas lágrimas quase encontraram caminho quando dona Cleusa pronunciou as palavras que resumiam sua história: “Enquanto eu for viva, nenhum neto meu passará pelas dificuldades que eu passei. Deus me deu uma vida inteira para acumular forças, e cada gota desse amor está guardada bem aqui!”.
Naquele instante, Nino compreendeu que estava diante de uma mulher extraordinária. Dona Cleusa não podia apagar a fome e as dificuldades da infância, mas podia transformar aquelas experiências em proteção para seus descendentes. Escolhera fazer isso com o trabalho das próprias mãos, a coragem do coração e a fé que sustentava seus passos. Talvez nunca recebesse medalhas ou tivesse seu nome estampado nos jornais, mas realizava uma das mais belas tarefas da vida: ajudar alguém a chegar mais longe.
Ao final da corrida, o motorista agradeceu a confiança e parabenizou dona Cleusa por sua maravilhosa história. Ela talvez tenha seguido seu caminho sem imaginar o impacto daquele encontro. Nino, porém, já não era o mesmo. Levava consigo uma pergunta: quantas vezes julgamos as pessoas pela aparência, pela idade ou pela profissão, sem conhecer os sacrifícios que fizeram por aqueles que amam?
Como peregrino, aprendi nos caminhos de Santiago de Compostela que nem sempre a maior lição está no destino, mas nas pessoas que encontramos durante a caminhada. Há encontros que duram poucos minutos, mas permanecem em nossa memória por toda a vida. Naquela corrida, enquanto conduzia dona Cleusa, Nino descobriu que também estava sendo conduzido a uma reflexão sobre o verdadeiro sentido do amor.
Nem toda grandeza usa roupas elegantes, nem toda vitória recebe aplausos e nem todo herói aparece nos livros de história. Existem pessoas que acordam cedo, trabalham até o corpo pedir descanso e continuam porque alguém precisa delas. Existem avós que transformam suas cicatrizes em abrigo e as próprias dificuldades em oportunidades para que seus netos tenham um futuro melhor.
Talvez Josefa, ao concluir sua formação e conquistar seus sonhos, compreenda ainda mais profundamente o esforço de sua avó. Em cada página estudada, em cada desafio vencido e em cada conquista alcançada, estará também o amor de uma mulher que decidiu recomeçar a vida para ajudá-la a construir a própria história.
Naquele dia, a corrida terminou, mas a lição permaneceu. O Peregrino Nino Carneiro guardou no coração uma certeza: **a maior herança que podemos deixar aos nossos filhos e netos não é aquilo que acumulamos, mas a força que lhes oferecemos para que caminhem com dignidade, mesmo quando já não estivermos ao lado deles.**
Porque o verdadeiro amor não calcula o preço do sacrifício nem desiste diante das dificuldades. Ele simplesmente se levanta, prepara a bagagem e diz:
“Minha neta, eu vou com você!”
Peregrino Nino Carneiro
"A Arte é a expansão
da sensibilidade que
transcende a razão pela
nobreza que'lev'alma na
consciênciada infinitude
universal."
"Sentei naquela sala de aula, e a professora nos deu um livro de história. Mas tocou o sinal e ela nos pediu um resumo para a próxima aula. Então ela saiu da sala, quando chegou a professora de Estudos Sociais. Pegamos nossos cadernos e canetas, enquanto ela nos ditava um parágrafo. És que apresentamos dificuldades, e as escritas ficaram desiguais. A professora pediu atenção, mas a classe ficou em silêncio. Entretanto ela nos deu outro livro e copiamos outro parágrafo. Vimos palavras novas..."
"A ignorância é vociferante
intolerância fomentadora da
fragmentação familiar e social
degradando a humanidade."
"A família equilibrada
no amor é a maior
conquista e patrimônio
humano pelo qual se vale
lutar para preservar."
"Por via de regra, somos
vítimas de nossas próprias
decisões e escolhas,
não do alheio apresentado
pelo mundo a nossa volta."
Que a Luz Divina nos encha de esperança e paz, para que possamos nos reerguer após cada queda, pois não são as dificuldades que nos derrubam, mas a falta de alicerces que nos sustentem diante delas.
"A consensual vulgaridade
normalizada pela cômoda
omissão social da
superficialidade degradando
a capacidade de senso critico
na ineptude despudorada que
a indigência moral-intelectual
consolida extinguindo a
autonomia subliminarmente."
Há prisões sem grades, correntes sem ferro e escravos que defendem a própria prisão porque nasceram dentro dela.
"A naturalização d'ausência de
pudor acessando sem restrição
o indivíduo subliminarmente manipulável que age supostamente pensando ter autonomia quando
na realidade replica a massa
na qual é apenas mais um
pseudo-protagonista da própria
carência e frustração."
"Uma mulher triste
e descuidada quando
comprometida é reflexo
emocional do tratamento
qu'então recebe."
"Autoridade se constrói
na competência técnica
e racionalmente sólida que
se sustenta pelo coerente
posicionamento lógico."
"A descredibilização profissional
se dá pela absurda carência
que desconfigura autonomia
por auto-negligência, não
inútil e constante busca
de validação alheia."
"A estupidez é uma deformidade
democrática que não escolhe
poder aquisitivo e status
consensual fruto de complexo
inconsciente ou coersitiva
imposição alicerçado na
convicção d'um prepotente
arrogante manipulável, intelectualmente
inePTo supondo ter autonomia,
quando apenas fantoche descartável."
Só uma mente verdadeiramente educada é capaz de compreender um pensamento diferente do seu sem sentir a necessidade de combatê-lo ou de adotá-lo como verdade. A educação amplia os horizontes, ensina a escutar e nos liberta da ilusão de que compreender o outro significa concordar com ele.
Uma mente limitada transforma divergências em ameaças; uma mente esclarecida reconhece nelas oportunidades de reflexão. Afinal, ninguém precisa abandonar suas convicções para respeitar as convicções alheias, assim como ninguém precisa vencer uma discussão para demonstrar inteligência.
A maturidade intelectual começa quando deixamos de ouvir apenas para responder e aprendemos a ouvir para compreender. É possível discordar sem desprezar, argumentar sem humilhar e defender nossas ideias sem transformar o diferente em inimigo.
A verdadeira inteligência não teme pensamentos diferentes; teme apenas a própria incapacidade de questionar suas certezas. Porque uma mente que só aceita aquilo com que concorda não busca conhecimento: busca apenas espelhos para admirar a si mesma.
