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Pensamentos Mais Recentes

Em Ti, Jesus, encontro a força que me levanta, a paz que me acalma e a fé que me sustenta. És o meu refúgio em todos os momentos.

A imaginação é a força motriz da criação. Sem limites nem regras, vai e volta, sobe e desce, até que o inimaginável aconteça.

Sua luz brilhou mais forte que o sol, ofuscando meus olhos. Senti Sua presença, mesmo onde o espaço parecia vazio, pois foi por Ele que tudo se fez.
O Seu amor é um mistério profundo, que mente alguma consegue explicar. E a maior prova desse amor não coube em um sepulcro.
Ele ressuscitou. Ele está vivo! E porque Ele vive, nossas vidas encontraram a salvação. Ele é nosso, hoje e para todo o sempre. Deus está conosco.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

Dinheiro e fama por caminhos obscuros comprometem numa vida perturbada e perda da alma.

Chega de plantar roçado. 




Chega de plantar roçado,
para safados comer.
Manda esses vagabundos,
trabalhar; para viver.
Viviam na miséria, 
sem ter nada para comer; 
se fizeram de amigos, 
para em nossa custa enriquecer. 


Criaram uma associação de bairros, 
disseram que é para ajudar nos ajudar;
se lançaram a deputados, e vejam há onde foram morar. 


Vocês foram esquecidos, por esses grupos de bandidos; só voltam nos bairros no período de eleição.
Desperta povo brasileiro, 
é hora de dizer não. 


Os postos médicos, e os hospitais públicos; não são eles que lhes dão. 
É feito com os impostos que eles criam para o povão. E se você não pagar os impostos, não existem consideração. 


Cuidado com os falsos apertos de mãos, esses miseráveis não tem consideração. 


Até mesmo os que se dizem crentes, lá na Câmara ficam desviados; porque o poder lhes corrompem e passam para o outro lado.

O mundo não lhe prometeu justiça; muitos só lembram da justiça quando os ventos não sopram ao seu favor.

​A ESSÊNCIA DO INTOCÁVEL
​(Quando o barro do outro é espelho do escultor cego)

​Você é um ser original e único. O que os outros pensam a seu respeito contradiz o que você é, pois eles lapidam de forma grosseira o barro que é a matéria. Esquecem, ou não querem lembrar, de moldar a própria alma, e usam o cinzel rachado — que insistem em colar com fragmentos de seu próprio ego — para tentar esculpir a essência alheia.

​Lu Lena / 2026

No conflito,
o silêncio
às vezes
é cansaço.
Não cura —
pausa.
E quando for possível,
permanecer.

A ignorância acompanha a todos até o túmulo, mas o sábio escolhe desvencilhar-se dela enquanto vive.

Cada indivíduo possui uma inteligência singular. Enquanto a minha reside na escrita, a sua se revela de outra maneira.

Muitos defendem a liberdade de expressão até ouvirem algo que contrarie sua liberdade de impor certezas.

Seu corpo é só o veículo. Quem você é de verdade… é a alma.

Graça é harmonia aprendida por dentro.
Do autoconhecimento nasce o gesto
que atravessa o ser,
encontra o outro
por onde for.

A arrogância é, muitas vezes, apenas a face mal-educada da ignorância.

Já foi muito doloroso para mim ter que voltar para esse lugar e reviver tantas memórias suas. Mas ao mesmo tempo, sei que é forma de manter o seu legado vivo. De dizer para você, de alguma forma, que a nossa conexão é algo que vai além desse mundo. Que você renascer em outra vida em paz, pois a sua memória, permanecerá comigo.

Inserida por droplets

A ignorância moderna não grita; ela posta, faz kkk, comenta e corrige os outros.

A tecnologia é uma porta inquieta,
tantas vezes chamada de belicosa,
porque cada geração insiste em dizer,
em tom solene:
“são esses jovens da era tecnológica…”
Mas há nisso uma falácia antiga:
a de tratar o novo
como se fosse sempre o agora inaugural,
sempre jovem,
sempre feliz.
A tecnologia não nasce hoje —
ela apenas muda de forma.
Feliz é aquele
que, pela sabedoria do tempo,
permite que a vida o refine.
Pois não é a era que amadurece o homem,
é o homem que, ao atravessar as eras,
aprende a usar
o que chega
sem se perder no brilho do instante.

Há lugares de que me lembro

Toda minha vida, apesar de algumas coisas terem mudado

Algumas para sempre, não para melhor

Algumas se foram e algumas permanecem



Todos esses lugares tiveram seus momentos

Com amores e amigos que eu ainda me lembro

Alguns estão mortos e alguns ainda vivem

Em minha vida, eu amei todos eles



Mas de todos esses amigos e amores

Não tem nenhum que se compare a você

E essas memórias perdem o sentido

Quando eu penso no amor como algo novo



Apesar de saber que nunca vou perder o afeto

Pelas pessoas e coisas que vieram antes

Eu sei que sempre vou parar e pensar neles

Em minha vida, te amarei mais

Há princípios que nascem antes da palavra
e não pedem defesa.
O filho que aprende a admirar seus pais
aprende, antes de tudo,
a não julgar.
E quando a sociedade lhe abre a porta,
ele a atravessa em silêncio e cuidado —
porque quem não julga
não impõe,
não fere,
apenas convive.Há princípios que nascem antes da palavra
e não pedem defesa.
O filho que aprende a admirar seus pais
aprende, antes de tudo,
a não julgar.
E quando a sociedade lhe abre a porta,
ele a atravessa em silêncio e cuidado —
porque quem não julga
não impõe,
não fere,
apenas convive.

“Se não fores justo para com os outros, não peças justiça a Deus nem aos tribunais.”


Huambo, 10/05/2026

Se suas forças interiores já não o empurram adiante e você se sente perdido na floresta, pare. Reflita. Olhe ao redor. Há uma fortaleza em você — apenas ainda não conseguiu acessá-la. Procure uma rota onde a alma encontre algum repouso e as inseguranças percam terreno. Não mergulhe nas frustrações do presente; recorde as vitórias que já alcançou. Refaça-se, estabilize-se entre o íngreme e o plano e siga, enfim, com passos firmes e prudentes.

Mesmo distantes,
é a consciência
e o respeito pelo outro
no uso da tecnologia
que nos mantêm próximos.

Naquele momento, não foi possível ver o que aquilo revelava, nem sentir o que havia no ar. Mas a névoa da ingenuidade se dissipou, e agora tudo faz sentido: nas palavras havia sabedoria; no ar, sentimento.

Queria te escolher, com calma, todos os dias da minha vida.

Permita-se sentir; depois pensar.

⁠Com tanto bandido se escondendo sob a segunda pele do braço armado do Estado, a linha entre o Crime Organizado e o Desorganizado fica cada vez mais tênue.


A farda, que deveria simbolizar ordem, proteção e confiança, passa a carregar também o peso da dúvida.


Já não é apenas o medo do desconhecido na esquina escura, mas a inquietação diante daquilo que deveria ser nosso porto seguro.


Quando o distintivo deixa de ser garantia e passa a ser interrogação, o cidadão se vê encurralado em um labirinto moral onde escolher em quem confiar se torna um exercício de risco.


Não se trata de negar a existência de profissionais íntegros — eles existem, resistem e, muitas vezes, pagam um preço muito alto por isso.


Mas o problema não está apenas nos indivíduos, e sim no terreno fértil que permite que a corrupção floresça.


Quando os mecanismos de controle falham, quando o silêncio corporativo fala mais alto que a justiça, e quando a impunidade se torna regra não escrita, o sistema deixa de ser escudo e passa a ser arma.


Nesse cenário, o crime deixa de ter uma única face.


Ele se fragmenta, se infiltra, se adapta.


Ora veste o capuz, ora se esconde sob a insígnia.


E o mais perigoso: começa a operar com a legitimidade que deveria combatê-lo.


A violência, então, deixa de ser apenas um ato ilegal e passa a ser também institucionalizada, ainda que veladamente.


O cidadão comum, no meio desse conflito, é reduzido à estatística ou ao dano colateral.


Vive sob a constante sensação de que, em algum momento, será obrigado a escolher entre dois riscos — e nenhum deles representa, de fato, proteção.


É o tipo de escolha que não deveria existir em uma sociedade que se pretende justa.


Talvez o ponto mais crítico dessa jornada seja perceber que o problema não se resolve apenas com mais força, mais repressão ou mais poder concentrado.


Sem transparência, responsabilidade e coragem para enfrentar as próprias falhas, qualquer estrutura — por mais necessária que seja — corre o risco de se corromper por dentro.


E, quando isso acontece, o que se perde não é apenas a confiança em uma instituição, mas a própria noção de justiça.


Porque, no fim, o que mais assusta não é o crime em si — é quando já não conseguimos distinguir de que lado ele está.