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Deseja perscrutar a verdadeira índole de um indivíduo? Observe a presteza com que transmuta seus posicionamentos ao aceno das vantagens que lhe são acenadas.
EM QUEM EU NÃO VOTARIA? O QUE VI?
Se eu fosse evangélico, eu não votaria em candidatos que usam o nome de Deus para ganhar votos, que se dizem evangélicos em tempos de eleição para manipular o voto do povo.
Se eu fosse um protestante histórico, especialmente daqueles que sempre levantaram a bandeira da separação entre Igreja e Estado, eu não votaria em um projeto que é a cara da Teologia do Domínio. Pesquisem e entenderão.
Jesus deixou claro com relação ao Estado: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Lembrem-se também do que disse ele: “O meu Reino não é deste mundo”. Quem acha que Jesus quer assumir o poder político de um país não entendeu coisa alguma do que ele ensinou.
E se ainda eu fosse evangélico, especialmente de linha protestante histórica (batista, presbiteriano, metodista, etc), eu não aceitaria um governo que criasse tensão entre evangélicos e católicos ou evangélicos e religiões de matriz africana, algo totalmente desnecessário. Manteria o princípio da liberdade religiosa, buscando estimular um ambiente de paz entre todos.
Deixa eu falar um pouco sobre coisas que vi…
Eu vi, com os meus próprios olhos, como voluntário em muitos projetos no sertão, o que significou a transposição do Rio São Francisco. Aquilo mudou radicalmente o sertão nordestino, para melhor. Se você não viu de perto, não tem noção clara.
Eu vi amigos de infância que não conseguiram entrar em uma faculdade serem beneficiados pelos programas de acesso à educação superior trazidos pelo governo atual ao longo dos anos.
Como psicanalista, eu ouvi muitas mulheres — inclusive esposas de homens ditos conservadores, religiosos, pregadores da moral e dos bons costumes e apoiadores do bolsonarismo — que, no consultório, se queixaram de maus-tratos, incluindo violência física e traições.
Importante: nem todo conservador é hipócrita, violento e extremista. Há quem tenha uma postura mais conservadora, mas que consegue dialogar e até mudar de pensamento. São conservadores, não fundamentalistas, para deixar claro.
Eu NÃO VOTARIA em quem presta continência para um outro país. Em quem não conseguiria ter trânsito internacional, boa relação diplomática para dialogar com os demais chefes de Estado. Um homem que se submete à soberania da sua nação a uma outra nação, nem mesmo posso chamar esse alguém de “homem”. Perdoe-me, mas se um líder de não é capaz de bater de frente com os interesses de um outro líder, eu não quero um cara desses. Para mim nem homem é. Sem macheza, se coragem, não de tem um líder.
Eu não votaria em quem, em algum nível, apoiou ou apoia quem, em um dos momentos mais tristes e trágicos da nossa história — os anos da pandemia — negou a importância da vacina e desdenhou da morte e do luto de muitos. Essa foi uma queixa constante naqueles dias, dos pacientes (os de esquerda e os de direita também), que se sentiram totalmente desrespeitados, ignorados, abandonados por um governo, no mínimo, irresponsável, para não dizer perverso.
Não se trata de esquerda contra direita, de candidato X contra Y. Mas de se ter consciência suficiente para votar. Não por afeto, por torcida, por simpatia, por disputa, por ego. Não pensando apenas em mim ou no meu grupo.
Consciência para votar pensando em todos. No todo.
Eu não gostaria de colocar o meu país nas mãos de alguém sem histórico nenhum de administração e competência política, valendo-se apenas de um discurso de ódio e de um “nós contra eles”, que é o que temos visto nos últimos anos.
Se Lula for governar, novamente, será o seu último pleito. E eu desejarei muito que novos candidatos de direita — da direita democrática — e outros da esquerda voltem ao cenário político para discutirem um projeto de nação.
Mas, para o momento, é essencial, fundamental, que a gente faça calar esses que nada tem a oferecer, a não ser ódio, divisão e entrega do nosso país nas mãos de outros.
Não argumento com dados de longe. Falo do que vi de perto.
Políticas públicas, voltadas para os mais pobres, vão equilibrando o país. E é isso que precisamos. Aliás, foi isso que outros grandes países precisaram fazer para que pudessem chegar a patamares maiores de desenvolvimento, econômico, social e humano.
O Brasil precisa melhorar muito. Mas, para isso, eu preciso votar por mim e por todos, mesmo eu não sendo mulher, evangélico, gay, sertanejo, carente de Bolsa Família, indígena, etc.
O Brasil é a nossa casa comum. Todos falamos português. A diferença é que um fala “oxe”, outro “uai”, outro “tchê”… Mas todos somos brasileiros.
Heteros e homossexuais, religiosos e ateus, do morro ou do asfalto, negros e brancos, de esquerda ou de direita, todos pagamos impostos e carregamos os genes da mistura que faz do nosso povo o povo mais lindo do mundo. Que não nos deixemos enfeiar por uma família que só tem estimulado o pior de nós. E ainda pior: usando o nome de Deus.
A gente sabe o que muitos puderam fazer em nome de Deus na história. Sugiro que você mesmo descubra se ainda não sabe.
Como dizia um velho e bom professor meu de teologia: “Todo extremo é perigoso”.
Eu não voto só por mim. Eu voto pela casa inteira. Precisamos vencer o extremismo. A ideia para o momento é que saiamos desse lugar. Isso é urgente. Depois a gente pensa no resto.
S.A.
Eu não sou a pessoa favorita de ninguém.
E talvez o mais triste
seja perceber que ninguém sente minha falta
do jeito que eu sinto falta das pessoas.
Eu sempre fui o “também pode vir”,
nunca o “eu queria que você estivesse aqui”.
Sou lembrado quando sobra tempo,
procurado quando alguém precisa,
e esquecido quando a vida volta ao normal.
Talvez eu tenha confundido presença com importância.
Talvez eu tenha chamado de amizade
lugares onde eu era apenas companhia.
E, no fim,
quando todo mundo encontra alguém para escolher,
eu volto para o mesmo lugar:
sozinho,
tentando fingir que não dói
ser sempre a pessoa que ninguém escolheu.
3650 Continuo com 'apenas Uma e não Duas ou Mais Contas aqui (para tirar vantagem). Apesar dessa Minha Qualidade Exemplar, não precisam votar em Mim nesse domingo, ohquei? Eu não sou Candidato!
Noite fria
A relva serena sob meu corpo descansa.
A noite passou com todo seu segredo.
E me resta agora a triste lembrança
De uma noite, sozinho, de dor e de medo.
No escuro da noite, um canto sombrio.
Uma névoa que cai no meu rosto gelado.
A saudade me alcança em um arrepio,
De lembrar que não posso estar mais ao seu lado.
E, mesmo tão só, eu ainda almejo
De novo, deitar no seu colo macio.
E, sem medo, mostrar todo meu desejo
E saber que jamais passarei mais frio.
A MENINA QUE AINDA MORA EM MIM
Minha criança interior grita.
Grita tão alto que, às vezes, eu sinto sua voz presa na garganta.
Como se ela estivesse ali, atrás do choro que não sai, atrás do suspiro que se interrompe, atrás desse nó que aperta o peito e me faz perguntar, em silêncio:
Quem foi que eu me tornei?
Ela me olha.
E talvez, por um instante, sorria orgulhosa e diga:
— Cara… você chegou lá.
Você cresceu.
Você venceu.
Você se tornou uma mulher incrível.
Mas, logo depois, seus olhos parecem entristecer.
— Que pena…
Que pena que, no caminho, você deixou de ser um pouco de quem era.
Você era apaixonada pela vida.
Apaixonada por tudo.
Pelas pequenas coisas, pelos grandes sonhos, pelas pessoas, pelas possibilidades.
Você era verdadeira.
Exuberante.
Autêntica.
Você sentia sem pedir licença.
Amava sem fazer contas.
Confiava sem imaginar o depois.
Mergulhava inteira nas pessoas, nos sonhos, nos lugares, nas palavras, nos abraços, nos amores.
Você tinha uma sensibilidade tão bonita… tão nítida… que conseguia enxergar beleza onde quase ninguém via.
E agora?
Agora, quem é você?
A menina pergunta.
E eu não sei responder.
Talvez porque, em algum momento, eu tenha começado a me abandonar para caber.
Para agradar.
Para não decepcionar.
Para não perder pessoas.
Para ser forte.
Para ser aquilo que esperavam de mim.
E fui me adaptando tanto, tanto, que um dia percebi que algumas partes minhas já não sabiam mais onde morar.
Eu me traí.
Não de uma vez.
Foi aos poucos.
Cada vez que engoli uma palavra que queria dizer.
Cada vez que sorri quando queria chorar.
Cada vez que disse “está tudo bem” quando dentro de mim nada estava.
Cada vez que aceitei menos do que merecia para não parecer difícil.
Cada vez que me calei para preservar relações que não preservavam a mim.
E minha criança viu tudo.
Ela viu.
Ela guardou.
Ela esperou.
E agora ela grita.
Grita porque está cansada de assistir à minha própria ausência.
Ela percebe que aquilo em que eu antes confiava passou a ser motivo de desconfiança.
Que os olhos que antes mergulhavam no amor agora hesitam diante dele.
Que os olhos que não tinham medo de acreditar aprenderam a se proteger.
Aprenderam a recuar.
A observar.
A desconfiar.
A não se entregar.
E talvez seja por isso que meu corpo trema às vezes.
Talvez seja por isso que minha garganta se feche.
Talvez seja por isso que exista esse cansaço que não é apenas do corpo.
É um cansaço de alma.
Um cansaço de quem passou tempo demais tentando ser forte.
E minha criança me olha novamente.
Dessa vez, não cobra.
Só pergunta:
— Você ainda se lembra de mim?
E eu quero dizer que sim.
Que me lembro daquela menina que inventava mundos.
Que se encantava.
Que ria alto.
Que sonhava sem pedir autorização.
Que acreditava que a vida poderia ser bonita simplesmente porque estava viva.
A menina que não precisava se explicar o tempo inteiro.
A menina que era inteira.
A menina que se apaixonava pela vida antes mesmo de saber o que era paixão.
Ela ainda está aqui.
Eu sei.
Só está cansada.
Está escondida em algum lugar dentro de mim, esperando que eu tenha coragem de voltar.
Não para ser quem eu era.
Mas para recuperar aquilo que nunca deveria ter perdido.
Minha verdade.
Minha espontaneidade.
Minha capacidade de sentir.
Minha coragem de sonhar.
Minha autenticidade.
Minha capacidade de amar sem me abandonar.
Talvez eu não precise voltar no tempo.
Talvez precise apenas voltar para mim.
Porque aquela menina não morreu.
Ela apenas se calou.
E talvez o choro que hoje aperta minha garganta não seja o fim dela.
Talvez seja o começo da sua volta.
Então, se ela me perguntar novamente:
— Quem é você agora?
Talvez eu finalmente consiga responder:
Sou a mulher que sobreviveu a tudo aquilo que tentou me afastar de mim.
E estou aprendendo, devagarinho, a voltar para casa.
Para dentro de mim.
Para onde aquela menina ainda espera.
De braços abertos.
Com os olhos cheios de sonhos.
E, quem sabe, quando eu finalmente chegar até ela, ela sorria e diga:
— Agora sim… eu reconheço você.
3649 🗳️ Se Meu Candidato vai ser o Eleito? Como vou saber, oxente. Não sou Vidente nem Adivinho. O que sei é que lamentarei se o Outro for o Vencedor. Isso, sim, é ou será desagradável (para Mim) e Indesejável (por Mim). Poizés!
3648 🗳️ Em quem vou votar não é o mais importante para ninguém. Importante é que eu só reconheço e só cumprimento quem vencer no VOTO, nunca no GOLPE. Isso é o importante, o Relevante.
Acredite em mim, eu vou atrás de você, e não vai ser pra pedir para voltar a namorar, e sim para pedir você em casamento na frente de todos. Eu quero contar pra todos que eu te amo e mostrar a todos que sou tão feliz ao seu lado. Estou com você no que precisar e não precisar, quero estar ao seu lado, seja direita ou esquerda, quero estar na sua frente no altar, quero estar atrás de você e te ver segurando a mão dos nossos filhos indo passear...
Eu quero estar com você, apenas com você.
3647 🗳️ Alguém que não nos conhece insiste em saber em quem vamos votar. Se não falamos o nome do Candidato deles, ih... Viram bicho! Que tipo de gente é essa? Caramba!
"Certas pessoas não precisam de um demônio para serem más; a maldade já faz parte da natureza delas."
“O pior arrependimento não é amar a pessoa errada, mas perceber isso depois de dizer ‘sim’ diante de todos.”
Eu quero mostrar pro mundo todo que eu encontrei alguém como você, alguém que me ame sem eu pedir nada, e eu...
Eu quero mostrar pro mundo que eu te amo mais que tudo e que sou capaz de tudo só pra estar e ter você comigo...
Eu juro que eu não quero, mas, você me faz tão bem...
Quero dizer a eles que vc é a minha única fraqueza. Você estando do meu lado sem dizer nada ja me faz bem
Quando eu fecho os meus olhos pra pensar vem você...
Você ja esta fotografada na minha mente,
E quando estou em um dia triste, o seu sorriso é o que me faz feliz...
Eu que o diga. Ninguém nunca me amou assim, ninguém nunca dedicou mais de uma musica, ninguém nunca...
Nunca me amou como você...
Nunca senti que as pessoas falavam a verdade... mas agora... eu sinto...
Eu confio em vc de olhos fechados, eu a amo como ninguém amou alguém. Eu nunca pensei um futuro com a pessoa sempre pensei o pior, mas com você é tudo tão único, diferente e novo... Você é um amor que sempre esperei chegar, um amor que sempre so encontrei em sonhos e hoje... Hoje posso falar pra todos que eu amo e confio em você. E também posso falar que pela primeira vez em tempos... Eu me sinto tão amada.
Às vezes eu queria navegar que nem os portugueses e me perder no seu mar por vários meses.
E se me dessem a bússola apontando para terra a vista eu a jogaria e ficaria aqui pelo resto da vida
Pela liberdade, dou a minha vida.
Sem liberdade, não viveria.
Pela democracia, lutaria até a morte.
Sem democracia, certamente morreria.
- Marcela Lobato
75 ANOS DO GRUPO DE ESTUDOS ESPÍRITAS FREDERICO FIGNER
UM MARCO DE LUZ — A LUZ PERENE DE NOSSO SENHOR
Há datas que simplesmente passam pelo calendário. Outras atravessam gerações.
75 anos de existência do Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner representam mais do que uma comemoração: constituem um capítulo de continuidade, trabalho e compromisso com o estudo do Espiritismo.
Setenta e cinco anos significam mãos que se sucederam, vozes que ensinaram, consciências que aprenderam, famílias que chegaram, trabalhadores que partiram e outros que permaneceram na vanguarda do serviço.
Ao longo dessa caminhada, muitos contribuíram para que esta fonte não se extinguisse.
E hoje, ao contemplarmos aqueles que atualmente sustentam suas atividades, é justo reconhecer-lhes o esforço, a dedicação e, sobretudo, a responsabilidade de receber uma herança que não lhes pertence individualmente: ela foi construída por muitas mãos e deve continuar servindo a muitos corações.
A imagem da fonte de Jacó nos oferece uma profunda inspiração: a água que dessedenta não existe para ser propriedade de alguém. Ela é oferecida a quem dela necessita.
Assim também é o conhecimento espírita.
E podemos recordar igualmente as redes de Pedro: redes lançadas ao mar para recolher peixes, numa tarefa que exige trabalho, perseverança e discernimento.
Que sejam, portanto, águas benfazejas e redes cuidadosas, capazes de oferecer alimento espiritual sem aprisionar consciências, esclarecendo sem impor, acolhendo sem infantilizar e estudando sem transformar a Doutrina em simples repetição de fórmulas.
Neste aniversário, recordemos também aqueles que trabalharam e ainda trabalham na vanguarda nos dois planos da vida.
Cada qual com suas características, seus limites, suas possibilidades e sua responsabilidade diante da tarefa.
Os que já retornaram à pátria espiritual não deixaram de fazer parte da história. E os que permanecem encarnados recebem agora a responsabilidade de continuar aquilo que outros começaram.
Há uma continuidade invisível no trabalho digno.
Mas essa continuidade somente conserva sua legitimidade quando permanece vinculada aos fundamentos que lhe deram origem.
Por isso, Kardec não pode ser apenas uma referência histórica numa celebração de 75 anos.
Seu trabalho representa uma base de estudo, método, exame racional e compromisso com a coerência doutrinária.
Os fundamentos precisam estar profundamente encrustados na bandeira que se levanta, não como ornamentação, mas como critério de zelo.
Porque uma fonte precisa conservar a qualidade de suas águas.
E uma rede precisa saber o que está recolhendo.
Não basta lançar redes; é necessário conhecer o mar.
Não basta oferecer água; é necessário cuidar da fonte.
Não basta falar em Espiritismo; é necessário estudá-lo, compreendê-lo e vivenciá-lo com responsabilidade.
Felizes aqueles que compreendem isso com humildade.
A vanguarda não significa esquecimento.
Vanguarda não é romper com as bases para parecer moderna.
Vanguarda é avançar sem perder a consciência daquilo que se recebeu.
É olhar para o futuro com os pés firmados no conhecimento adquirido.
É respeitar os que vieram antes sem transformar o passado em imobilidade.
É reconhecer os trabalhadores de ontem, valorizar os de hoje e preparar os de amanhã.
Os grandes construtores da Doutrina não pedem veneração; pedem compreensão.
E aquilo que receberam os primeiros trabalhadores do Espiritismo, aquilo que Kardec examinou, organizou e registrou, não deveria ser tratado como um peso sobre os ombros das novas gerações, mas como instrumento para que elas caminhem com maior lucidez.
75 anos são uma história.
Mas também são uma responsabilidade.
Que o Grupo de Estudos Espíritas Frederico Figner continue sendo fonte de estudo, espaço de fraternidade e campo de trabalho; que suas águas sejam límpidas para os que chegam e suas redes sejam lançadas com discernimento sobre o vasto mar da experiência humana.
Que os encarnados prossigam com humildade.
Que os desencarnados amigos continuem colaborando segundo suas possibilidades.
E que todos, em seus respectivos planos, compreendam que a verdadeira homenagem aos que edificaram esta história não está apenas em recordá-los, mas em zelar pela qualidade daquilo que nos confiaram.
Sob a luz perene de Nosso Senhor Jesus Cristo, que inspira o amor e a transformação moral, e sob a clareza dos fundamentos estabelecidos por Allan Kardec, que estes 75 anos não sejam apenas uma retrospectiva.
Sejam um compromisso renovado com o futuro.
Que a fonte continue aberta.
Que as redes continuem lançadas.
Que os peixes encontrados sejam beneficiados.
E que, depois de nós, outros possam dizer:
“Aqui houve homens e mulheres que compreenderam que servir ao Espiritismo é também cuidar, com humildade, da Doutrina que receberam.”
75 ANOS DE HISTÓRIA.
75 ANOS DE ESTUDO.
75 ANOS DE TRABALHO.
75 ANOS DE LUZ.
GRUPO DE ESTUDOS ESPÍRITAS FREDERICO FIGNER
#75Anos #FredericoFigner #Espiritismo #AllanKardec #JesusCristo
Amor se o mundo acabasse amanhã, eu ainda escolheria te amar hoje como quem segura o último pedaço de céu antes da noite engolir tudo. Porque você não é só o amor que eu encontrei, é a paz que eu não sabia que procurava, o abraço que meu corpo sente mesmo de longe, e a saudade mais bonita que meu peito aprendeu a carregar. Se amar você fosse uma ferida, eu pediria pra nunca cicatrizar. Se fosse uma eternidade, eu escolheria viver todas elas ao teu lado. E se um dia me perguntarem onde mora o meu coração, eu não vou apontar pro peito, vou dizer teu nome.
