Pensamentos Mais Recentes
A Bíblia diz que a luz manifesta as obras do coração (Efésios 5:13).
Quem ainda está ferido, confuso ou em luta interior pode se sentir desconfortável diante de quem anda em paz, verdade e temor do Senhor.
O sucesso é geralmente o resultado de uma série de fracassos. Tente se lembrar disso. Você nunca aprende nada com o sucesso, mas o fracasso pode te ensinar tudo sobre uma pessoa. Principalmente sobre você mesmo.
A vida é como um jogo onde os peões podem se tornar rainhas, mas nem todos sabem jogar. Algumas pessoas permanecem como peões a vida toda porque nunca aprenderam a fazer as jogadas certas.
A única coisa boa em perder tudo é a liberdade de não ter mais nada a perder.
A razão pela qual uma pessoa mente é quase sempre mais interessante do que a própria mentira.
A vovó sempre dizia que os livros eram amigos melhores do que as pessoas. Ela costumava dizer que os livros te levarão a qualquer lugar, se você permitir, e eu acho que ela tinha razão.
Talvez, se eu passasse menos tempo com as mãos entre as pernas e mais tempo escrevendo, talvez eu escrevesse alguma coisa.
Nem todo incômodo é rejeição.
Às vezes é convicção.
Às vezes é o Espírito tocando onde dói.
Às vezes é Deus dizendo: “Eu quero tratar isso”.
Por isso, não diminua sua luz para caber no desconforto alheio.
Permaneça manso, firme e cheio de graça.
Quem quiser cura, vai permitir. Quem não quiser, vai resistir, mas a semente foi lançada.
“Vós sois a luz do mundo” (Mateus5:14).
Luz não força… apenas brilha . miriamleal
"Quero fazer e não consigo fazer; Quero gritar e não consigo gritar; Quero correr e não consigo correr; Então porque fazer, gritar ou correr?"
Lá vou eu extravasar as elucubrações contidas em meu peito, liberar as vozes presas dentro de minha cabeça. Ando saturado das pessoas — de suas manifestações, pensamentos, conceitos e atitudes. Às vezes penso que, com o passar do tempo, seja natural que, ao envelhecermos, passemos a ser mais críticos, menos tolerantes, mais… chatos. Era assim que eu via as pessoas mais velhas: chatas. Aborrecidas, amargas, de mau com a vida.
Talvez não seja nada disso. Talvez apenas carreguemos, com o tempo, uma bagagem mais objetiva e clara — e, paradoxalmente, mais abrangente e diversa. E talvez isso pese mais do que imaginávamos.
Percebo — e sei que não estou fora disso — que as pessoas, de modo geral, andam excessivamente superficiais e egocêntricas. Isso ultrapassa o limite do suportável para quem já enxerga o Mundo e a Vida por um prisma um pouco mais ajustado, ainda que longe de ideal. Posso estar enganado. Posso estar cansado. Ou ambos.
Pode ser que isso se deva aos meios que existem hoje para as pessoas - ao menos teoricamente - se comunicarem. Mas ao invés de fazerem uma troca, parece que querem apenas monologar. Parece que todos se julgam os Escolhidos, os Iluminados aos quais todos (todos, sem exceção - na cabeça delas) querem ouvir, querem saber sobre, querem aprender com.
Nem mesmo na minha fase de professor, quando me era atribuída alguma “autoridade” para ser ouvido e respeitado, eu me sentia dono da verdade. Sempre questionei o que ensinava. Sempre tentei plantar a dúvida no terreno do meu próprio conhecimento, então ainda bastante limitado. Hoje, consciente de que sei mais do que sabia naquela época, sei também — como Sócrates — que nada sei. E que do Universo nada saberei no dia em que não mais for.
Vejo gente despejando pela boca a própria ignorância, temperada com soberba, arrogância e autodeslumbramento. E reconheço: em certos dias, temo fazer o mesmo. O amor ao próximo — desde que não esteja tão próximo — parece ter sido substituído pelo amor-próprio superlativo. A opinião virou espetáculo. Quem dá palco, muitas vezes, o faz apenas para atirar tomates depois. Não para ouvir, mas para se validar. Para se sentir maior.
Vejo isso em todas as searas: pessoal, social, moral, política, comportamental. Todos são autoridade no que fazem, mesmo sem formação. Todos estão por cima da carne seca, mesmo enfrentando a própria precariedade cotidiana. Todos se declaram impolutos, ainda que cultivem preconceitos íntimos. Todos são “do bem”, desde que o político de estimação do outro seja, invariavelmente, um bandido.
Talvez eu esteja cansado. Cansado de ver gente tentando convencer os outros a abraçarem sua religião, sua sexualidade, sua visão política, seus hobbies. Não me obriguem a acreditar em deus. Não me obriguem a ser quem não quero ser. Não me obriguem a votar em quem cujas botas vocês escolhem lamber. Não me obriguem a gostar do seu estilo musical preferido.
Se as pessoas parassem de bater bumbo para doido dançar, talvez tudo isso pudesse perder força. Talvez não resolvesse. Mas, quem sabe, voltasse a ser minimamente suportável. Para todos.
Passei minha vida a sonhar...
Sonhei muito mais do que eu seria
Fui muito menos do que vislumbrei
Concreto em mim, é somente a poesia,
Que dá serventia às minhas noites sem dormir.
Deus, minha maior ambição é Tu existires
E compreenderes a mim...
E guardar todo amor que senti em uma caixinha no Teu infinito,
Para que, pelo menos pra Ti, eu não deixe de existir.
Coisas belas no mundo, tantas belezas eu vi,
Mas, muitas vezes, não fui enxergada e ouvida...
Não ao menos sendo eu: Natali...
Um coração que queria amar, criar e dar o melhor de si...
Mas um coração, nesse mundo, não é nada...
Por isso, espero em Ti.
Sonhei muito mais do que fui,
Mas, mesmo sendo apenas uma sonhadora,
Eu fui real e leal à verdade que há em mim.
"Somos resultados das escolhas que fazemos na vida, sendo assim, responsáveis diretos das nossas ações do dia dia"
Para o inconsciente
existem dois tempos,
passado e futuro.
Ambos unidos e
vivendo
no tempo presente.
"No campo de futebol, são 11 jogadores; no nosso dia a dia, somos apenas um, jogando com várias pessoas o jogo da sobrevivência."
