Pensamentos Mais Recentes
"Você escolhe a importância que me dá, mas eu sei o valor que mereço. O que vivo entre esses dois extremos não é da sua conta."
"Continue me dando a importância que quiser; meu amor-próprio agradece a audiência. Só não tente decifrar a minha realidade, pois ela claramente está além da sua capacidade de compreensão."
"A mentira pode ser o tapete de entrada, mas nunca será a base da verdade. Quem chega mentindo, permanece enganando."
"Suas redes sociais não mostram apenas o que você vê; elas revelam quem você é. Compartilhar é expor a própria essência, o caráter e a consciência."
"É muito fácil pedir em oração para Deus nos livrar do mal, enquanto insistimos em manter o mal de estimação trancado dentro do nosso próprio coração."
Nem todo amor de cinema serve para pagar as contas, dividir o teto e segurar a sua mão no hospital, no luto ou no momento mais difícil.
"No dia em que as pessoas opinarem apenas sobre o que entendem, os verdadeiros especialistas terão paz para trabalhar. O silêncio dos palpiteiros é o fim do império da má-fé e da ignorância."
"O mundo seria incrivelmente mais pacífico se quem não sabe nada guardasse suas opiniões para si. Sem boatos e mentiras, a má-fé finalmente perderia o poder de guiar os ignorantes."
"Valores reais não vêm em disparos de WhatsApp criados por espertalhões, muito menos em decretos de políticos insanos. Valor não é discurso para rede social; é conduta honesta, ética e respeito ao direito de ir e vir."
O destino às vezes nos apresenta a mulher da nossa vida no momento errado, para que possamos reconhecer a mulher para a nossa vida no momento certo.
O Sol envia intensamente sua energia, atravessando as camadas da atmosfera. Entre o frio do espaço exterior e a geometria cósmica em um alinhamento perfeito para a vida, ondas de calor cortam o vácuo e criam o calor focalizado.
A Terra emana a beleza hipnotizante da perfeição, refletindo a luz e espalhando pelo mundo a nobreza do céu. Encontrando as nuvens carregadas de gases, a água se derrama em uma cachoeira de gotas, e a neblina escurece os céus.
A noite cai, vagante, trazendo a madrugada — um ser que paira sob a luz do luar. Pálida, a Lua apenas reflete a luz solar. O Sol, que é intrinsecamente branco, torna-se amarelo pelo desfecho único da natureza ao atravessar a atmosfera; e as nuvens dispersam cores diante de olhos cheios de sonhos. Afinal, o simples ato de sorrir transforma o mundo.
Quem Aprende a Minha Música
Já dancei outras canções,
já troquei passos pelo caminho,
já ouvi ritmos diferentes
e aprendi a dançar sozinho.
Já deixei algumas melodias,
já recomecei sem direção,
mas há certas notas antigas
que ainda ecoam no coração.
E talvez seja esse o perigo:
quando o coração quer acreditar,
ele inventa novos sentidos
onde os olhos deveriam enxergar.
Por isso, talvez a dança mais difícil
seja manter os pés sobre o chão,
sem fechar as portas da alma,
sem transformar cautela em prisão.
Quero sentir sem me perder,
quero sonhar sem me enganar;
quero manter o coração aberto,
mas nunca deixar de enxergar.
Não procuro quem já saiba dançar,
nem quem conheça todos os meus passos.
Procuro quem tenha paciência
para descobrir comigo os compassos.
Porque não é sobre chegar pronto,
nem sobre saber qual nota tocar;
é sobre ter sensibilidade
para aprender onde meu coração faz morada.
Há notas que ninguém percebe,
silêncios difíceis de interpretar,
pequenos detalhes escondidos
que só quem realmente escuta
consegue encontrar.
Talvez seja difícil essa companhia,
alguém que consiga acompanhar,
mas talvez seja preciso enxergar além
da música que se pode escutar.
Porque há melodias que não pertencem aos ouvidos,
há ritmos que só a alma consegue ouvir;
e existem pessoas que não precisam
conhecer a canção inteira
para saber quando permanecer.
Já dancei.
Já aprendi novos passos.
Já ouvi novos ritmos pelo caminho.
Talvez só falte uma companhia
que não tenha medo
de aprender o meu ritmo.
Alguém que não tente conduzir sozinho,
nem queira me fazer mudar;
mas que saiba alternar os passos
e, quando a música mudar,
ainda escolha continuar.
Talvez a companhia certa
não seja aquela que sabe a coreografia,
mas aquela que, mesmo sem conhecer a música,
olha nos meus olhos
e diz, sem dizer:
“Eu aprendo.”
E então, quem sabe,
a música deixe de ser procura,
o passo deixe de ser dúvida,
e duas pessoas descubram,
no meio da dança,
que algumas melodias
não precisam ser encontradas.
Precisam apenas ser vividas.
No egocentrismo do "ser químico", a mente observa um universo aparentemente sólido e assume a própria cognição como a força responsável por moldar a gravidade, o espaço e o tempo. Para essa consciência, o cosmos nasce com a Terra e busca um fim no infinito da existência.
Erguida sobre as asas puras da imensidão, a atmosfera gradualmente perde seu oxigênio. As nuvens são arremessadas ao espaço sideral e a água é tragada pelo vácuo. Carregadas com os gases da vida, essas nuvens se expõem à passagem de um cometa que ruma a um planeta em formação.
Ali, a água se funde à massa vulcânica e aos raios que cortam a atmosfera rarefeita. Uma energia massiva focalizada explode, gerando mundos e formas de vida além da nossa imaginação.
O mundo se revela como um sonho profundo; e, na busca por seu sentido, compreendemos a ilusão da realidade. O tempo é esculpido pelo fogo dos vulcões, que alternam o dia e a noite, expandindo cada fragmento de existência em uma metáfora viva que dilui as fronteiras do espaço e do tempo.
Por Celso Roberto Nadilo
Caro direitista,
Te desejo o salário mínimo sem direitos trabalhistas, a segurança do morador de favela,
a fartura de quem faz fila pelo osso,
o "livre mercado" de pagar gás e gasolina em dolar,
o patriotismo que bate palma para estrangeiro
e a justiça que finge demência para as
joias e rachadinhas.
A busca de um Capuchinho
Vi um homem cujo coração não se prendeu às coisas deste mundo,mas antes de ser homem,foi apenas um pequeno choro em uma sala fria.
Era o ano dois mil.Enquanto muitos temiam o fim,a vida começava a florescer.Em meio ao caos daquele tempo,nascia um menino,um menino chamado Capuchinho.
Naquele instante,seu maior desejo não era conhecer o mundo,nem descobrir os caminhos da vida.Queria apenas o calor de sua mãe,seus braços quentinhos,seu colo, seu aconchego.
E naquela sala fria,o amor de uma mãe mostrou que há calor que nenhuma estação vence,há abraço que nenhum frio suporta,há amor que transforma qualquer começo em lar.
O tempo passou devagar,e quase dois anos se foram antes que Capuchinho decidisse caminhar.
Talvez soubesse, lá no fundo,que muitos caminhos o esperavam.Ou talvez simplesmente quisesse ficar mais um pouco naquele colo que tanto amava.
Mas um dia ele se levantou,deu seus primeiros passos e, ao olhar para sua mãe,encontrou em seus olhos a mais bonita das recompensas:
a alegria de uma mãe vendo seu filho caminhar.
E assim a vida continuou.
Ainda tão jovem,já aprendia a cuidar de quem um dia havia cuidado dele.
Não colecionou inimigos,mas conquistou muitos amigos.Não buscou vaidade,mas carregou humildade.
Tinha um coração gentil,daqueles que deixam marcassem precisar fazer barulho.
E talvez seu maior “defeito”fosse justamente este:
querer ser hoje um pouco melhor do que ontem.
Seu coração não desejava apenas as coisas passageiras deste mundo.Havia dentro dele uma pergunta maior,um desejo mais profundo:
“Como funciona o mundo de Deus?”
Queria compreender os caminhos do Senhor,queria conhecer a verdade,queria ser salvo,queria ser aprovado por Deus.
E em suas orações,havia uma sinceridade que poucos conheciam.
Ele dizia ao Senhor:
“Se eu já estiver pronto para a salvação,não prolongue meus dias a ponto de eu me perder pelo caminho.
E, se assim for possível,quando chegar a minha hora,que eu possa simplesmente dormir.”
Talvez ninguém pudesse imaginar que uma oração tão íntima um dia seria atendida.
Mas Deus conhece o coração que ninguém consegue enxergar.
E em 2026,quando chegou o tempo determinado,Capuchinho adormeceu.
Sem barulho.Sem grandes despedidas.Apenas fechou os olhos para este mundo e abriu o coração para a eternidade.
Talvez tenha sido a misericórdia que pediu.
Talvez tenha sido a resposta que esperava.
E agora ficam aqueles que o amaram.
Fica a família.Ficam os amigos.Ficam as histórias.Ficam os abraços que não se repetirão,as palavras que não serão ouvidas novamente,os momentos que o tempo jamais poderá apagar.
Porque algumas pessoas partem,mas não desaparecem.
Elas continuam vivendo nas lembranças,nos ensinamentos,nas histórias contadas com saudade,e principalmente dentro do coração de quem as amou.
Hoje, talvez exista silêncio onde havia sua voz.
Mas também existe gratidão por tudo o que foi vivido.
Porque Capuchinho não deixou apenas uma história.
Deixou amor.Deixou amizade.Deixou humildade.Deixou lembranças.Deixou saudade.
E se um dia alguém perguntar quem foi aquele homem que não tinha o coração preso às coisas deste mundo,talvez a resposta seja simples:
Foi um homem que nasceu querendo o colo de sua mãe,cresceu querendo cuidar dela,viveu querendo ser melhor,e partiu desejando apenas estar preparado para encontrar Deus.
Em memória de um Capuchinho.
Que sua história permaneça viva no coração daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo e amá-lo.
@gs_capuchinho
É engraçado...
Costumava muito ouvir falar da doçura do café com açúcar
E eu não entendia como poderia ser a sensação porque..
Por algum motivo sempre estive acostumada com o café amargo
Talvez não só pelo mau gosto, pela robustez, pelo sabor que marcava por um tempo e depois se esvaia
Talvez mais sobre o saber o que esperar do mesmo gosto que eu sentia todos os dias
Sem expectativas, sem a esperança de algo novo, sempre pronta pro amargo.
Até que em um dia qualquer me veio à boca uma doçura...
Café com açúcar.
E então um respingo de alívio que antes eu não costumava esperar
Foi como o vício.
Seu doce me criara esperança, como algo que eu gostaria de provar todas as manhãs, de todos os dias.
E então me peguei desesperada e ansiando por mais a cada minuto que se passava
Foi como um afago, um suspiro, um alívio no peito.
E um pingo de algo que eu nunca havia tido.
No entanto, cômico como uma xícara quebrada
Rápido sua doçura se esvaiu como sua chegada e então senti falta do amargo.
Aquele amargo que eu esperava todos os dias do mesmo.
Porque quando o doce sumiu, me doeu como facadas.
Me deixou marcas de queimadas na pele que o café, amargo como era, nunca deixaria.
Eu não gosto da sua doçura porque ela me dói,
Me dói como o açúcar se estilhaçando dentro das minhas veias, me dói como o último respiro de uma vida, me dói como a falta de oxigênio.
E então voltarei pro amargo
Porque nada hei de esperar de algo que sempre me entregou o que era.
Amargo.
O verdadeiro patriota hoje em dia está muito ocupado gritando com a televisão para estender a mão a alguém. Afinal, amar o país é fácil; difícil é respeitar quem mora nele. Se o benefício social socorre o necessitado, por que celebrar o direito conquistado quando podemos chamá-lo de "esmola"? O patriotismo moderno virou um belo grito de guerra, convenientemente blindado contra qualquer vestígio de empatia pela própria terra.
Descobri o novo manual do patriotismo: você ganha 10 pontos por gritar o hino nacional, mas perde 50 se ajudar o irmão necessitado. Parece que o amor ao país virou um esporte de torcida onde o gol é ignorar o benefício social alheio. Vamos atualizar a definição? Ser patriota não é usar a bandeira como capa de super-herói; é entender que cuidar do povo dá menos trabalho do que passar vergonha defendendo o egoísmo em praça pública!
Enquanto o Ritmo Muda
Se a vida mudar de tom,
mude também a dança;
há melodias que terminam
para dar lugar à esperança.
Não nasci para ficar presa
a uma música que não me faz bem;
se o compasso já não me cabe,
que outro ritmo venha também.
Mude os passos, recomece,
deixe o coração conduzir;
às vezes, aquilo que parece fim
é só outra melodia a surgir.
— Então dance comigo?
— Eu danço, até a música fazer sentido.
Mas talvez eu ainda esteja no mesmo passo,
mesmo que a dança tenha mudado de sentido.
E talvez seja isso:
há coisas que não consegui deixar para trás,
há passos que o tempo repete
mesmo quando a alma pede mais.
Difícil é encontrar alguém
que acompanhe o meu compasso,
que não queira mudar meu ritmo,
mas compreenda cada passo.
Porque eu preciso de uma nova dança,
de um ritmo que eu ainda não conheço;
não de alguém que chegue sabendo,
mas de alguém que queira aprender comigo,
mesmo quando o ritmo mudar.
Pode ser difícil encontrar essa companhia,
alguém disposto a permanecer,
mas talvez não seja preciso procurar tanto…
talvez seja preciso apenas enxergar.
Enxergar além da música ouvida,
além do compasso e da canção;
pois há melodias que os ouvidos não percebem,
mas que encontram morada no coração.
Não é sobre já chegar sabendo dançar,
é sobre aprender enquanto o ritmo muda;
é tropeçar, recomeçar, mudar os passos
e ainda assim não soltar a mão da dança.
Talvez a vida insista no mesmo passo
até que a gente escolha outra direção.
Talvez uma nova dança comece
quando duas almas, sem conhecer a melodia,
decidem descobrir juntas o refrão.
E se a música estiver no mudo,
que o silêncio nos ensine a sentir:
há ritmos que não precisam ser ouvidos,
basta haver alguém disposto a seguir.
Porque, no fim,
não é sobre dançar perfeitamente igual.
É sobre encontrar quem permaneça
quando o compasso mudar —
e, mesmo sem conhecer a música,
ainda escolha dançar.
O paladino da privatização descobriu o amor pelo SUS! É irônico ver a direita, que tanto critica o tamanho do Estado, usar a saúde pública. Mas essa contradição traz uma reflexão: o SUS não é esmola, é um direito universal financiado por todos, inclusive pelos ricos.
Quando a elite política usa o sistema que ela mesma sucateia, o debate muda de figura. A ironia de ver um defensor do mercado na fila da UTI nos lembra que, na hora da doença, a ideologia desmorona diante da necessidade. Que essa experiência force a liderança a melhorar o serviço para quem não tem outra opção.
Ah, a coerência política é uma coisa linda. Passam o ano inteiro dizendo que o Estado é ineficiente, que tudo deveria ser privado e que o cidadão não deve depender do governo. Mas, na primeira emergência, adivinhe quem corre para os braços acolhedores do SUS? Aparentemente, o "comunismo" da saúde universal só incomoda na hora de votar o orçamento; na hora da necessidade, a carteirinha do plano privado misteriosamente some.
“Quando uma mulher perde o respeito pelo marido, não precisa gritar para enfraquecê-lo; basta tratá-lo como incapaz, tomar suas decisões por ele e construir diante dos outros uma imagem negativa de sua pessoa. A filosofia nos lembra que quem tira do outro a autonomia acaba destruindo não apenas sua autoridade, mas também a própria relação que pretendia sustentar.”
Alerta de prioridades: o fiscal de rede social está desesperado achando que alguém que "não precisa" vai receber o Bolsa Família. Mas adivinha? Esse mesmo fiscal finge demência para o auxílio-moradia e o auxílio-paletó de políticos que ganham fortunas e não precisam de um centavo disso. A regra é clara: privilégio de rico a gente tolera, mas o prato de comida do pobre a gente fiscaliza com lupa. Essa indignação seletiva é uma miséria moral tão profunda que nem o maior programa social do mundo consegue curar.
Senhores políticos, vamos colocar as cartas na mesa: o que realmente custa caro ao Brasil? O benefício social que garante o arroz na mesa de quem tem fome, ou os privilégios absurdos de quem já ganha fortunas? É vergonhoso ver quem tem salários astronômicos ainda receber auxílio-moradia, auxílio-paletó, verba de gabinete e plano de saúde VIP, tudo bancado pelo trabalhador. O dinheiro na mão do povo vira comércio forte e emprego local. O dinheiro na mão de vocês vira ostentação desnecessária. Fiscalizar a janta do pobre é fácil; difícil é abrir mão do banquete de privilégios.
