Pensamentos Mais Recentes
Cure-se de suas crenças
(Mauro 1Evaristo)
Deixe aos médicos o trato da doença
Que você cure-se de suas crenças
Pois, os medos aos quais se concentra
Mais mal estar você enfrenta.
Atenção com uns ditos influencers
Porque tem gente que muito mente
Até lhe convencer que está doente
Para que em medos se concentre.
Médicos para o trato da doença,
Que você cure-se das próprias crenças,
A vida é para ser abundante,
Mude, melhore tudo o que pensa,
Não alimente pensamentos limitantes,
Pratique positividade todos os instantes.
feradapoesia.blogspot.com
Coração cheio de amor,
mas tudo o que recebo é dor.
Tanto amor pra entregar,
mas ninguém disposto a regar.
Será que esse amor guardado
sempre me deixará arruinado?
Sempre amo além da medida,
e sigo caindo em ruína.
Toda vez que achei
que enfim seria amado,
o futuro chegou
e provou que eu estava errado.
Sigo sem o amor
e o carinho tão desejado,
caminhando vazio,
de coração despedaçado.
ÁG
"Hoje em dia há filhos que não escutam nem o pai e nem a mãe; damos conselhos e eles não estão nem aí, só Deus para ter misericórdia."
Chamam-me de vilão porque minhas mãos estão manchadas de sangue. Curioso… nunca perguntaram de quem era o sangue que manchava as mãos dos heróis.
A justiça é uma bela palavra inventada pelos fracos para convencer os fortes a abaixarem suas espadas.
Sinto falta de quando a minha felicidade cabia em duas palavras suas: “bom dia”, “boa noite”, “ te amo”.
Era tão simples e, ainda assim, fazia meu coração amanhecer antes do sol.
Eu sorria para a tela, como quem recebia o mundo inteiro em uma pequena notificação. Hoje, até mudei o som do meu celular.
Não porque deixei de gostar, mas porque nossa história já decorou cada nota dela na esperança de te ouvir.
E é isso que mais me dói: não sentir falta de nenhuma notificação, nem de momentos extraordinários.
Eu sinto falta do simples: do seu “bom dia”, do seu “boa noite”, do seu “ te amo” e do meu sorriso bobo.
Daquelas pequenas mensagens que faziam eu me sentir a pessoa mais feliz do mundo.
Não sinto saudade ou falta de uma mensagem.
Sinto saudades e falta de quem eu era quando ela vinha de você.
Sinto falta e saudades de você!
Crônica
Grande Sertão Veredas
Guimarães Rosa
Há amores que compreendemos. Outros simplesmente nos acontecem. Riobaldo amou Diadorim antes de conhecer toda a sua verdade
e talvez seja justamente aí que mora uma das perguntas mais profundas do amor: amamos a pessoa que existe ou a imagem que construímos dela? Esta crônica nasce desse mistério, desse lugar onde as certezas terminam e o coração continua caminhando.
“Onde o Mapa Termina, o Amor Começa”
Há uma pergunta escondida nas veredas de Guimarães Rosa que talvez seja maior do que o próprio sertão:
Quem Riobaldo amava quando amava Diadorim?
Talvez ele não amasse o homem que acreditava enxergar.
Talvez também não amasse a mulher que um dia descobriria.
Talvez amasse simplesmente Diadorim.
E nisso existe uma verdade assustadoramente bonita sobre o amor: quase nunca amamos aquilo que conseguimos explicar.
Passamos a vida desenhando mapas das pessoas.
Damos nomes.
Criamos definições.
Inventamos certezas.
“Ela é assim.”
“Ele jamais faria isso.”
“Eu conheço essa pessoa.”
E, pouco a pouco, confundimos o desenho com a paisagem.
Esquecemos que o mapa não é o território.
A ideia que fazemos de alguém não é esse alguém.
Existe sempre uma região desconhecida dentro de quem amamos.
Um lugar onde nunca entramos.
Uma vereda secreta que talvez nem a própria pessoa conheça inteiramente.
Riobaldo olhava Diadorim e acreditava saber o que via.
Mas seu coração sabia alguma coisa que seus olhos ainda não podiam compreender.
E talvez seja justamente aí que o amor se torne mistério.
Porque os olhos precisam de formas.
A sociedade precisa de nomes.
A razão precisa de explicações.
Mas o coração, às vezes, reconhece antes de compreender.
Riobaldo tentou lutar contra aquilo que sentia.
Interrogou a si mesmo.
Temeu o próprio desejo.
Procurou explicações para aquilo que não cabia nas explicações disponíveis em seu mundo.
Mas Diadorim permanecia.
Porque há pessoas que entram em nossa vida não como respostas, mas como perguntas.
E algumas perguntas nos acompanham para sempre.
No fim, quando a verdade sobre Diadorim é revelada, poderia parecer que tudo finalmente se explica.
Mas não.
A revelação resolve o segredo do corpo e aumenta o mistério do amor.
Porque Riobaldo já amava antes de saber.
E isso muda tudo.
Ele não começou a amar Diadorim depois que descobriu que Diadorim era mulher.
Ele amou no escuro.
Amou na dúvida.
Amou quando amar lhe parecia impossível.
Talvez por isso aquela história doa tanto.
Porque a verdade chegou quando já não havia tempo para vivê-la.
E quantas vezes fazemos exatamente isso?
Esperamos compreender completamente alguém para finalmente amá-lo sem medo.
Esperamos uma explicação.
Uma certeza.
Uma confissão.
Uma verdade definitiva.
Mas pessoas não são livros que terminamos de ler.
Há capítulos que nunca conheceremos.
Há silêncios que jamais serão traduzidos.
Há territórios inteiros escondidos atrás de um sorriso.
Talvez amar seja aceitar que nunca possuiremos o mapa completo de ninguém.
Nem mesmo daquele que dorme ao nosso lado.
Nem mesmo daquele que juramos conhecer há uma vida inteira.
Porque conhecer alguém não é chegar ao fim de seu território.
É continuar caminhando mesmo sabendo que haverá sempre alguma vereda desconhecida.
E talvez a maior tragédia de Riobaldo não tenha sido descobrir que Diadorim era mulher.
Talvez tenha sido descobrir, tarde demais, que passou tanto tempo tentando entender o amor, quando poderia simplesmente tê-lo vivido.
No grande sertão da existência, fazemos isso muitas vezes.
Perguntamos demais ao sentimento.
Exigimos documentos daquilo que o coração reconheceu em silêncio.
Queremos saber o nome da estrada antes de caminhá-la.
Mas o amor verdadeiro talvez não pergunte primeiro:
“Quem é você?”
Talvez pergunte:
“O que acontece dentro de mim quando você chega?”
E então compreendemos alguma coisa que Riobaldo levou uma vida inteira para contar:
não amamos apenas aquilo que sabemos sobre alguém.
Amamos também aquilo que não conseguimos explicar.
Amamos os mistérios.
As contradições.
Os silêncios.
As veredas que nunca percorremos.
Porque, no fim, o mapa não é o território.
E talvez o amor comece exatamente no ponto onde o mapa termina.
O medo provocador é o labirinto de catarse cinzelado pelo abismo, que não busca a nossa queda, mas nos força a queimar as próprias sombras para decifrar o enigma da força.
Reno Fioraso
A verdade é o eco inevitável que o silêncio devolve com perspicácia, uma afronta à máscara das aparências e um furo no olho da água que desfaz o veredito inescapável de que o mundo que inventamos só existe em nós.
Reno Fioraso
Os processos que Deus nos submete, sempre objetiva nos levar para outro patamar, a fim que sejamos transformados e capacitados para o propósito que Ele tem para cada um de nós. Os processos de Deus são pedagógicos, agradeçamos por eles!
Quero um mapa para te achar,
mas, no fim, só quero achar
que estamos no presente,
em que você esteja presente.
No fim, sinto sua falta,
mas eu fiz falta.
"O silêncio aprendeu o seu nome,
e nas páginas da noite escreveu
aquilo que a voz jamais ousou dizer."
A PIEDADE.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
No silêncio da alma floresce a bondade,
Como suave luz de amor consolador,
Que derrama no mundo eterno fulgor,
E transforma a dor em serena claridade.
Nas mãos do perdão repousa a caridade,
Que vence o orgulho, o pranto e o dissabor;
Semeia esperança, perfume e calor,
Guardando no peito divina humildade.
Quando a lágrima cai, piedosa e sentida,
A compaixão ergue a alma ferida,
Com asas de paz em sublime ascensão;
E o coração que acolhe a dor alheia,
Encontra no amor a fonte que incendeia
A chama imortal da pura redenção.
#APiedade #AmorAoPróximo #Caridade #Compaixão #Humildade #Perdão #Espiritualidade #LuzInterior #PazDaAlma #Soneto #PoesiaSacra #ElevaçãoMoral
A Admiração que a Integridade Cativa
Emotiva e apaixonada quando a sua essência se sente à vontade na presença de certas pessoas e em certos lugares, diante de tudo aquilo que considera imprescindível, que nutre a sua felicidade, tal como o clima de romantismo; o brilho da simplicidade ou a leitura interessante de um bom livro — valores que estão nos detalhes.
Contudo, a sua racionalidade sabe falar mais alto em momentos de seriedade e decisivos, pois, Graças a Deus, já faz tempo que a ingenuidade não está tão presente no seu dicionário, e a sua maturidade que tem aparecido mais vezes — claramente, é uma mulher admirável de muita integridade, uma dádiva que resplandece.
A sua natureza é bela e frágil, mas a sua força vem do Senhor — um amor inigualável que traz vigor ao seu coração; a motivação para seguir em frente, apesar de cada decepção; a razão de ser uma resiliente que não está disposta a viver em vão; portanto, a admiração que recebe é inevitável, não deve ser diferente, o mínimo esperado.
Aprendendo que não se deve guardar fotos e lembranças com feridas, a não ser que as fotos te façam sorrir, as recordações não tenham um peso e as feridas estejam cicatrizadas.
Sinto saudades de quando o tempo passava despercebido e o contemplar do amor era uma companhia agradável.
❤️
“A fé bíblica não é uma fuga da realidade nem uma negação do sofrimento; é a certeza de que, mesmo quando não conseguimos controlar o amanhã, podemos confiar naquele que continua sendo Senhor sobre o amanhã.”
(Sl 46.1)
'Ideias próprias evita polarização de donos da verdade. Recolha o melhor de ambos. Reflita! Crie uma ideia própria. Não seja alienado ou alienada.'
A vida nos mudou, o tempo passou e eu vou envelhecer, mas o amor e a liberdade que vivi com você no centro de Recife ficaram eternizados em mim. Sempre que eu lembrar de nós, seremos aqueles dois jovens correndo, livres e apaixonados.
O Que Falta aos Nossos Olhos e Sobra à Nossa Vida
Há coisas na vida de que não gostamos, mas que precisamos fazer: realizar certos exames, limpar a sujeira do nosso animal, cuidar de um adulto doente ou dar banho em um idoso. Nesses momentos, reclamar muda alguma coisa? Não. Apenas gasta energia que poderia ser usada para agir.
O problema começa quando a reclamação deixa de ser uma reação e passa a ser um hábito. Aos poucos, acostumamo-nos a enxergar primeiro o que falta, o que incomoda e o que está errado. E, quando olhamos a vida por essa lente, até pequenos problemas parecem enormes.
Como bem disse minha filhinha Beatriz: “Talvez valha a pena ressaltar o quanto as pessoas reclamam de tudo, e quase ninguém vê o quão ricas já são. Ter saúde, poder escolher o que comer, ter uma cama, ter pais que nos amam e ao menos um amigo com quem contar já é algo tão grande que não faz sentido reclamarmos tanto.”
E ela continua: “Às vezes, lamentamos o emprego que não temos, o corpo que gostaríamos de ter ou aquilo que ainda não conseguimos comprar, enquanto esquecemos de agradecer pelos olhos que contemplam a natureza, pelas pernas que nos levam a tantos lugares, pela boca que experimenta novos sabores e, principalmente, pela vida que ainda temos. Podemos ter muito, mesmo tendo pouco. Basta aprender a perceber.”
Talvez esteja aí uma das grandes escolhas da vida: olhar para o que falta ou perceber o que já temos.
A reclamação fixa os olhos no problema; a gratidão amplia o olhar para a vida. Se algo precisa ser mudado, que busquemos soluções. Se a insatisfação for inevitável, que saibamos expressá-la sem transformá-la em um modo de viver.
No caminho, aprendi que reclamar não encurta a distância, não diminui a subida e não torna a caminhada mais leve. Mas a gratidão muda a maneira como caminhamos.
Por isso, antes de reclamar daquilo que falta, talvez devêssemos agradecer por aquilo que permanece.
Afinal, pode haver alguém, em algum lugar, desejando exatamente a vida que hoje temos.
Peregrino Nino Carneiro
Doce vivência
(Mauro 1Evaristo)
Sua vida é uma doce vivência
Ou gráfico de baixa frequência
Como resultado ao que dá audiência?
Sua vida segue para o bem
Ou é tropeços e mais além
Ao seguir o que não é bom pra ninguém?
Será que consegue perceber
Que o que curte afeta e muito você?
feradapoesia.blogspot.com
Às vezes Deus permite uma pequena atitude para revelar aquilo que os olhos ainda estavam romantizando.
O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO:
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
No capítulo XVIII — “Muitos os chamados, poucos os escolhidos”. Ele desenvolve duas grandes ideias de Jesus:
“A quem tem, mais será dado” — não significa privilégio ou favoritismo divino.
“Pelas suas obras é que se reconhece o cristão” - a verdadeira fé se revela pela transformação moral.
Na visão espírita apresentada por Kardec, o ensinamento de Jesus trata principalmente da capacidade espiritual de receber, compreender e multiplicar o bem.
O Espírito amigo, em Bordeaux (1862), explica que aquele que “já tem” é aquele que conquistou uma disposição íntima para a verdade. Não basta possuir conhecimento religioso; é necessário que o indivíduo cultive esse conhecimento no campo do coração. A luz recebida aumenta quando é utilizada.
É semelhante a uma semente: quando lançada em solo preparado, ela germina, cresce e produz frutos. Porém, quando a criatura recebe ensinamentos elevados e não os pratica, a própria negligência faz com que perca a percepção espiritual que poderia desenvolver.
Por isso o texto afirma:
“Não é Deus quem retira daquele que pouco recebera: é o próprio Espírito que, por pródigo e descuidado, não sabe conservar o que tem e aumentar, fecundando-o, o óbolo que lhe caiu no coração.”
A justiça divina, portanto, não é uma punição arbitrária. É uma lei de desenvolvimento espiritual: aquilo que não é cultivado se enfraquece; aquilo que é exercitado se fortalece.
A comparação com o campo herdado do pai é muito significativa. Deus oferece a todos os Espíritos recursos para evoluir: inteligência, consciência, liberdade, oportunidades de aprendizado e crescimento. Mas cabe ao Espírito trabalhar esse patrimônio. O campo abandonado não produz frutos não porque o proprietário lhe retirou a fertilidade, mas porque o agricultor deixou de trabalhar.
No segundo texto, atribuído ao Espírito Simeão (Bordeaux, 1863), encontramos a continuação desse princípio: a autenticidade espiritual não está nas palavras exteriores, mas nas obras.
Jesus já havia ensinado:
“Nem todo o que me diz: Senhor! Senhor! entrará no Reino dos Céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai.”
Kardec ressalta que o Cristianismo é uma árvore divina, plantada pelo Cristo. Entretanto, os homens muitas vezes alteraram seus ensinamentos conforme interesses humanos, “mutilando” seus frutos. A árvore continua boa; o problema está nos jardineiros que não souberam cultivá-la.
Dentro da compreensão espírita, isso significa que a religião verdadeira deve produzir:
renovação moral;
caridade;
humildade;
perdão;
fraternidade;
esforço constante de aperfeiçoamento.
O conhecimento espiritual sem transformação interior torna-se apenas informação. A fé sem obras permanece incompleta.
Por isso a frase “muitos são chamados e poucos escolhidos” não representa uma seleção arbitrária feita por Deus, como se alguns fossem destinados à salvação e outros à condenação. Segundo o Espiritismo, todos são chamados ao progresso; os “escolhidos” são aqueles que escolhem responder ao chamado, trabalhando sobre si mesmos.
O ensinamento central é:
Deus oferece a todos a oportunidade de crescimento, mas cada Espírito decide se cultivará ou abandonará os talentos que recebeu. A luz divina aumenta naquele que a compartilha; a luz se apaga naquele que prefere permanecer na inércia.
Assim, o verdadeiro cristão não é reconhecido pelo nome que carrega, pela posição religiosa que ocupa ou pelas palavras que pronuncia, mas pelos frutos que produz no campo da vida.
Como ensina o próprio Evangelho:
“Pelos frutos os conhecereis.” (Mateus, 7:16)
E, sob a ótica espírita, esses frutos são as conquistas morais que acompanham o Espírito para além da existência física.
