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“O tempo não tem preço. O fim é o preço do tempo.”

2407 📜 "Também oqmetoca (oqmetoca.top) são aquelas frases criativas, certeiras e que 'poderiam ter sido criadas pela Minha Linda Pessoa'. Uma delas, Autoria de um Grande Admirador Meu, diz mais ou menos assim: 'Traga-me um bom Supérfluo e eu abro mão de todos os Essenciais'. Caramba, isso é tocante. Isso é oqmetoca!"

Vocês querem ditadura?

Demétrio Sena - Magé

Em uma possível nova ditadura, como sonham muitos brasileiros iludidos, não adiantará para o indivíduo pobre, viver ajoelhado em pública e gritando: "Eu te amo, Jair!", "Te amo, Flávio (ou Dudu, Carlos, Michelle, qualquer outro Bolsonaro)!". Todo pobre sofre nas ditaduras... não importa o que digam, preguem, neguem, gritem ou louvem, mesmo em línguas angelicais.

Ditaduras não contemplam povo. Só parceiros e correligionários ricos contam, para governos ditatoriais. Pobre da direita é mula, nesse regime. As diferenças entre ele e o pobre da esquerda estão nas formas de lidar com isso. O da direita sofre sorrindo como um pateta. Não tem voz nem faz questão. É um prisioneiro em si mesmo, que aceita ser assim para não ser preso em cadeia. Já o pobre da esquerda, sofre lutando por dignidade; correndo riscos, porque não aceita ser passivo em situações de injustiça extrema e crueldade contra os invisíveis e desamparados.

Esses patetas que vivem pedindo ditadura, babando pelos Bolsonaro de qualquer contexto familiar não enxergam o óbvio: Xingam o governo, fazem protestos, acusam de tudo, abertamente, e não sofrem nada. Quem está preso, hoje, cometeu crimes previstos na própria democracia... tirando isso, o cidadão é livre, mas os patetas pedem para ser oprimidos, calados, vigiados e sem direito a nada. Tudo por uma pirraça sem ideologia séria; racional.

Se todos esses milici@nos que aí estão: invocando falsa fé, santidade, conservadorismo e moral de ferro forem eleitos, reeleitos, e ainda conseguirem fazer presidente o Bolsonaro filho, que trama contra o Brasil, os pobres que pedem a ditadura terão. E aí verão "o que é bom pra tosse", quando já nem puderem tossir, sem a inquestionável permissão de todos os poderes.
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Respeite autorias. É lei

Eu me lembro...

Da última vez em que não fui escolhida e doeu,
Da última vez em que o orgulho vestiu minha voz,
Lembro da última vez em que uma atitude me feriu e eu procurei convencer alguém a maneira certa de agir mesmo a pessoa não demostrando tanto interesse em assim fazer.
Lembro da última vez em que lutei para ser compreendida, como se o entendimento pudesse ser arrancado pela insistência.
Lembro da última vez em que ergui a voz, acreditando que o volume faria justiça ao que o coração sentia.
Lembro da última vez em que tentei provar o meu valor, como se ele dependesse do olhar de quem nunca soube enxergá-lo,

E sabe porque me lembro de todas essas últimas vezes? Porque elas aconteceram e veio um choque de realidade junto, uma total clareza interna.

E esse choque, foi o marco para nunca mais acontecer novamente.
Há dores que apenas machucam, e Outras que esculpem,
Foi no atrito dessas quedas que Deus foi desmontando, uma a uma, as versões de mim que sobreviviam pela reação.

Hoje já não preciso correr atrás para ser escolhida, nem convencer para ser compreendida, nem gritar para existir.

QUEBREI O CICLO.

E talvez esse seja o milagre mais silencioso: perceber que a maior vitória não foi mudar o coração ou as atitudes de alguém, mas permitir que o meu coração fosse transformado.
Porque há libertações que não chegam quando as circunstâncias mudam,
Elas chegam quando a alma aprende que paz vale mais do que razão, e que quem conhece o próprio valor já não implora por lugares que não é bem recebido.

Escravo é todo aquele que não tem tempo para o amor;

"Quando os olhos se fecham e a mente adormece, são nesses estantes onde enxergamos a vida.(Cícero nogueira de souza)

2406 📜 "Outra situação que não entendo é aquela em que falam: 'Tá nervoso? Vai pescar!' Até já pesquei, mas isso nunca me acalmou. O que me acalma, sinceramente, é 'secssu' gostoso e lagostas grelhadas. Isso me acalma e isso é oqmetoca... oqmetoca.top!"

O homem vive dando valor ao que tem preço e preço ao que tem valor.
Talvez por isso desperdice justamente aquilo que não tem preço: o tempo.
Porque o tempo não tem preço. Tem fim.

"Enquanto mais parado estou, mais percebo que estou sendo carregado.(Cícero nogueira de souza)

O que tem preço não tem valor.
O que tem valor não tem preço.
E o tempo… não tem preço. Tem fim.

“O homem passou a vida tentando dar um preço ao tempo, sem perceber que o tempo sempre teve apenas um fim.“

"Quando mais mim deixo levar, mais percebo que não estou sendo levado(Cícero nogueira de souza)

2405 📜 "Sem querer ofender o Asno (animal) li, vi e ouvi, ainda ontem e novamente, aquelas Asneiras já gastas, de que 'Coca-Cola faz mal' ou que 'vão acabar com a Globo' ou que 'o homem nunca esteve na Lua'. Como pode isso? Essa Filosofia de Boteco? Como pode? Isso é oqmetoca... oqmetoca.top!"

É fácil trocar o nome
É fácil trocar palavras
É fácil trocar de lado
Mas é difícil amar com a alma;

2404 📜 "Outro exemplo de Tolice, quer dizer, de exemplo de Filosofia de Boteco, foi quando um rapaz idoso disse que Eu, ele, nós, vós e eles somos todos Reptilianos ou ainda ovos de Reptilianos, HeHeHe. Ri, mas ele não percebeu. Mas ri, sim. Taí outra coisa na Minha Lista de oqmetoca... oqmetoca.top !"

"Quanto mais penso, mais percebo que não estou a pensar em nada (Cícero nogueira de Souza)

o TEMPO não tem PREÇO, tem FIM…

O TEMPO DOS SEM TEMPO

A mente mente.

O tempo, não.

O tempo nunca teve pressa. Nunca atrasou. Nunca acelerou. Nunca parou para esperar alguém.

Sessenta segundos continuam sendo um minuto.

Sessenta minutos continuam sendo uma hora.

Vinte e quatro horas continuam sendo um dia.

O tempo não mudou.

Quem mudou fomos nós.

Não foi o relógio que enlouqueceu.

Foi o homem.

Vivemos repetindo que “o tempo voa”, quando, na verdade, somos nós que atravessamos a vida sem pousar em lugar algum.

Chamamos de falta de tempo aquilo que, muitas vezes, é excesso de dispersão.

Nunca tivemos tantas ferramentas para economizar tempo.

Nunca tivemos tão pouco tempo para viver.

Eis o paradoxo da civilização:

Quanto mais tentamos ganhar tempo, mais perdemos a própria vida.

A tecnologia prometeu aproximar pessoas.

Afastou presenças.

Prometeu conectar o mundo.

Desconectou o homem de si mesmo.

Prometeu economizar tempo.

Transformou cada segundo economizado em mais um segundo ocupado.

Hoje, sabemos o que acontece do outro lado do planeta antes de perceber o que acontece dentro de nós.

Estamos em todos os lugares.

E, estranhamente, ausentes de todos eles.

Perdemos o espaço.

Depois, perdemos o silêncio.

Agora estamos perdendo o tempo.

O curioso é que ninguém diz:

— Não tenho vida.

Todos dizem:

— Não tenho tempo.

Como se fossem coisas diferentes.

Mas tempo é vida.

Nunca foi dinheiro.

Nunca será dinheiro.

Dinheiro compra conforto.

Compra distância.

Compra velocidade.

Compra quase tudo.

Mas não compra um único segundo.

Nem todo o dinheiro do mundo é capaz de comprar mais tempo.

Porque tempo não tem preço.

Tem fim.

Talvez esse seja o maior equívoco da humanidade.

Passamos a vida inteira administrando dinheiro.

E desperdiçando aquilo que o dinheiro jamais conseguirá comprar.

Há quem viva correndo porque acredita que não tem tempo.

Há quem espere porque acredita que ainda tem muito.

Há quem deseje que o tempo passe.

Há quem implore para que ele pare.

E o tempo…

Indiferente às nossas vontades…

Continua sendo exatamente o mesmo.

O relógio nunca teve ansiedade.

Quem sofre dela somos nós.

Criamos uma geração que responde mensagens em segundos, mas leva anos para responder a si mesma.

Uma geração capaz de assistir horas de vídeos curtos e incapaz de permanecer alguns minutos em silêncio.

Quanto menor ficou nossa capacidade de permanecer, maior ficou nossa sensação de que o tempo desapareceu.

O problema nunca foi a velocidade do tempo.

Foi a superficialidade da nossa presença.

Quem nunca habita o instante sempre terá a impressão de que ele passou rápido demais.

Vivemos tão preocupados em registrar o momento que deixamos de vivê-lo.

Fotografamos o pôr do sol.

Mas esquecemos de olhar para ele.

Registramos aniversários.

Mas não percebemos o envelhecimento.

Filmamos a vida.

E perdemos o acontecimento.

Talvez o tempo nunca tenha sido contado por relógios.

Talvez ele sempre tenha sido contado por consciências.

Existe uma diferença entre durar e viver.

Uma vela dura.

Uma pedra dura.

Um edifício dura.

Mas duração nunca foi sinônimo de existência.

Há pessoas com trinta anos que jamais nasceram para si mesmas.

Há outras que viveram pouco e continuam eternas.

Porque a eternidade nunca foi uma questão de quantidade.

Sempre foi uma questão de intensidade.

Há mais vivos que andam mortos do que mortos que permanecem vivos nas lembranças.

Respiram.

Produzem.

Consomem.

Dormem.

Repetem.

Respiram outra vez.

Chamam isso de viver.

Mas rotina não é destino.

Movimento não é transformação.

Velocidade não é profundidade.

E ocupação nunca foi propósito.

A mente mente.

Convence-nos de que amanhã haverá tempo.

O tempo nunca fez essa promessa.

A única promessa do tempo é passar.

E cada vez que ele passa, não acrescenta um ano à vida.

Retira um.

Celebramos aniversários como se estivéssemos acumulando tempo.

Não estamos.

Estamos consumindo a única riqueza verdadeiramente finita.

Cada aniversário não representa um ano a mais.

Representa um ano a menos.

Talvez seja por isso que a infância pareça tão longa.

As crianças vivem o tempo.

Os adultos administram horários.

As crianças habitam o agora.

Os adultos visitam o agora apenas de passagem.

E quem nunca mora no presente transforma a própria existência em um eterno endereço provisório.

O homem moderno tornou-se um colecionador de urgências.

Corre para chegar.

Chega para correr.

E, quando finalmente alcança aquilo pelo qual tanto correu, já não é mais o mesmo que iniciou a corrida.

A maior ironia é esta:

Passamos tanto tempo tentando economizar tempo que, quando percebemos, já gastamos quase todo o tempo que tínhamos.

No fim, a vida talvez nunca nos pergunte quanto dinheiro acumulamos.

Nem quantos seguidores conquistamos.

Nem quantas metas cumprimos.

Talvez exista apenas uma pergunta.

Você viveu… ou apenas administrou o tempo que nunca lhe pertenceu?

Porque ninguém possui tempo.

Nós apenas o atravessamos.

E talvez o maior erro da humanidade tenha sido acreditar que o tempo passa.

Não.

O tempo permanece.

Nós é que passamos.

E um dia passaremos pela última vez.

Sem saber que aquela era a última conversa.

O último abraço.

O último sorriso.

O último pôr do sol.

A última oportunidade de existir antes de apenas ter existido.

Por isso, não diga que lhe falta tempo.

Pergunte-se por que lhe falta presença.

Porque o problema nunca foi o tempo dos relógios.

Sempre foi o tempo dos sem tempo.

E os sem tempo são, quase sempre, aqueles que passaram a vida inteira adiando a única coisa que realmente importava:

Viver.


Carlos EDUARDO Balcarse 

23/07/2026

Pindaíba 


Barqueiro, não se queixe,
anzol ruim não traz o peixe.

DE MEIO EM MEIO TERMO, NUNCA SEREMOS INTEIROS.

A mente mente.

O tempo, não.

O tempo nunca mente porque nunca promete. Apenas passa. E, enquanto passa, leva consigo a única matéria-prima da existência: a vida.

Tempo é vida.

Não porque a vida seja feita de tempo.

Mas porque tudo aquilo que o tempo leva jamais será devolvido pela própria vida.

O homem acredita que perde dinheiro.

Perde oportunidades.

Perde pessoas.

Que ilusão.

O homem nunca perdeu nada disso.

Perdeu tempo.

E perder tempo é perder aquilo de que todas as outras perdas são feitas.

Vivemos de meio em meio termo.

De quase em quase.

De depois em depois.

Adiamos decisões como se o amanhã fosse uma propriedade adquirida.

Mas o amanhã nunca pertenceu a ninguém.

Ele sempre foi apenas uma hipótese.

A única certeza do futuro é que ele se tornará passado.

E o passado jamais devolve aquilo que o presente desperdiçou.

Existe uma tragédia silenciosa.

Não é a morte.

É morrer antes dela.

Há mais vivos que andam mortos do que mortos que permanecem vivos nas lembranças.

Porque morrer é um acontecimento.

Mas deixar de viver é uma escolha repetida todos os dias.

Respirar não é prova de vida.

É apenas evidência de funcionamento.

Até máquinas funcionam.

A vida começa quando deixamos de existir por inércia.

O mais assustador não é o fim.

É descobrir que nunca houve um começo.

Há pessoas que chegam aos oitenta anos com apenas um ano de vida repetido oitenta vezes.

Confundiram rotina com destino.

Segurança com paz.

Sobrevivência com existência.

Chamaram medo de prudência.

Chamaram acomodação de maturidade.

Chamaram conformismo de sabedoria.

A mente mente.

E mente tão bem que convence o homem de que ainda há tempo.

Mas o tempo nunca esteve à frente.

Sempre esteve atrás.

É ele quem acumula tudo aquilo que deixamos de ser.

A vida não termina quando o coração para.

Termina quando deixamos de nos tornar.

Existe uma diferença brutal entre envelhecer e amadurecer.

O tempo envelhece qualquer corpo.

Mas apenas a consciência amadurece uma existência.

Quem apenas envelhece acumula anos.

Quem amadurece transforma anos em eternidade.

O paradoxo é inevitável.

Quanto mais tentamos economizar tempo, menos vida temos.

E quanto mais entregamos vida ao que realmente importa, menos percebemos o tempo passar.

Talvez por isso a eternidade nunca tenha sido uma quantidade.

Sempre foi uma intensidade.

O universo inteiro conspira contra qualquer ilusão de permanência.

Montanhas cedem.

Oceanos recuam.

Estrelas morrem.

Civilizações desaparecem.

E, ainda assim, o homem continua acreditando que pode adiar a própria vida para segunda-feira.

A maior prisão não possui grades.

Possui hábitos.

Possui desculpas.

Possui “um dia”.

O cárcere mais perfeito é aquele em que o prisioneiro acredita estar livre.

Talvez o maior fracasso da humanidade nunca tenha sido morrer.

Tenha sido viver sem jamais despertar.

Porque aquele que nunca desperta não perde a vida.

Nunca chega a encontrá-la.

No fim, restará apenas uma pergunta.

Não quantos anos você viveu.

Mas quantos dos seus anos realmente estiveram vivos.

Porque tempo é vida.

E desperdiçar tempo nunca foi desperdiçar minutos.

Foi desperdiçar a única matéria da qual a existência é feita.

Por isso, de meio em meio termo, nunca seremos inteiros.

Quem negocia a própria consciência fragmenta a própria existência.

E quem passa a vida aceitando metades descobre, tarde demais, que o inteiro nunca esteve no destino.

Sempre esteve na coragem de viver antes que o tempo termine de nos viver.

Pense nisso também: 

“Tempo não é dinheiro, tempo é vida, pois nem todo dinheiro do mundo pode comprar mais tempo”

Carlos Eduardo Balcarse 

23/07/26

2403 📜 "Para citar um exemplo, dia desses li que um dos Filósofos de Boteco que nas Redes Sociais abundam, disse que 'A Morte não Existe'. E nada explicou. Oh, Raios... Não entendi e não vou entender. É tocante, não é? Ou não? O que sei é que isso é oqmetoca... oqmetoca.top !"

“Há mais vivos que andam mortos do que mortos que permanecem vivos nas lembranças.”

Que o encanto e alegria de criança nos inspire a ser um ser humano melhor.

Segurança  do Trabalho  Também é:


EMPATIA

“Concentre-se em onde você quer chegar, não naquilo que você teme."


—By Coelhinha