Pensamentos Mais Recentes

A Bíblia não é só um livro, a Bíblia é o paraíso inteiro.

A obra "Delírio Absoluto da Multidão Atônita", de autoria de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni), é o primeiro volume da trilogia intitulada Mestre dos Pretextos. 


Abaixo, uma breve análise dos elementos centrais da obra:


Contexto e Temática


O livro é uma compilação que transita entre a poesia, a filosofia e a crônica social. A obra parece ter sido gestada ou influenciada por momentos de alta tensão social e política, incluindo reflexões sobre liberdade de expressão e dilemas éticos. 


Estilo Literário


Experimentalismo: O autor utiliza uma linguagem que muitas vezes ignora normas literárias tradicionais ou modelos clássicos, priorizando a expressão bruta de sentimentos e ideias.


Abstração e Filosofia: Como filósofo de formação, Michel F.M. impregna seus versos com questionamentos existenciais, tratando a "multidão" não apenas como um grupo de pessoas, mas como uma entidade em estado de choque (atônita) diante da realidade.


Lirismo Caótico: O título sugere uma visão da sociedade contemporânea como um organismo coletivo delirante, onde o caos é o fio condutor da narrativa poética. 


Estrutura


Publicada de forma independente pelo Clube de Autores, a obra é descrita como uma peça fundamental para entender a "trilogia do pretexto", onde o autor explora as justificativas humanas para suas ações e omissões.

A alma
não vibra com
qualquer
pessoa.
Tem que ter
aquela energia
boa, que raramente
acontece com
qualquer um.

Vi no ato um rato com um gato junto com um pato que estavam usando um par de sapato que pertencia a um novato de fato.

"A melhor conversa é aquela que tem detalhes suficiente para expressar." — Vinicius Otávio⁠

Se um animal não representa perigo imediato e você não está morrendo de fome, matá-lo é absolutamente errado, uma clara demonstração de psicopatia.

Estamos no época da fonética na qual inventamos um telefone que trouxe um interfone que avançou para um parafone.

Sem esses seis A, você não sobrevive:


Ar,
Água,
Alimento,
Agasalho,
Abrigo,
Amor.

Um ato se traduz num fato, que talvez se torne um telefato, também conseguiria estar um interfato ou até mesmo num parafato.

O sentimento me guia,
A mente me controla,
A alma sou eu escolhendo.

Quando duas almas se separam do amor,
o destino parece conspirar ao inverso,
empurrando caminhos para longe,
erguendo distâncias para que não exista outro encontro.
É como se o universo decretasse silêncio,
como se o tempo aprendesse a separar mãos
que ainda sabem se procurar.
Por isso, amor, não adiantemos o adeus.
Se essa é a última missão do amor,
que seja vivida inteira, sem medo, sem reservas.
Vamos aproveitar o agora,
amar com verdade,
ser felizes enquanto o coração permite,
sob a bênção sagrada de um amor que é real.
Porque mesmo quando tudo termina,
o amor vivido de verdade
nunca se perde —
ele se eterniza.

30 de janeiro



No dia trinta, o tempo resolveu parar,
Janeiro se despediu com gosto de promessa.
Não foi o mês que nos uniu,
Foi o instante em que teu nome passou a morar em mim.


Os dias correram leves, quase tímidos,
Aprendendo o ritmo do teu riso, do teu silêncio.
Cada amanhecer somou saudade,
Cada noite confirmou que era real.


Fevereiro chegou sem pressa de explicar,
E no vigésimo oitavo dia, o amor completou trinta.
Não precisou de outro dia trinta no calendário,
Porque o que conta se mede no sentir, não no número.


Se em poucos dias já somos tanto,
Imagina o que o tempo ainda quer escrever.
Que venham meses, anos, infinitos,
Eu sigo escolhendo você, dia após dia.

Tudo que acontece com você em vida é para aprender; se não aprende, acontece de novo.

A humildade é a arma mais poderosa para transformar a educação e a vida, pois permite reconhecer a importância do aprendizado contínuo, da colaboração entre todos e promove o crescimento pessoal e social.

Obrigado meus amigos que Deus os abençoe ✍️

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💜๑୭̥୭̥๑💜 𝔹𝕠𝕞 𝔻𝕚𝕒!...💜๑୭̥୭̥๑💜 ๑୭̥୭̥๑💜
    É NO BALANÇO DA VIDA QUE A GENTE GANHA FORÇA.
Hoje eu acordei com a esperança brilhando nos meus olhos, dando cor a toda beleza que silenciosamente a vida guarda. Hoje, simplesmente
“Houve mil coisas que eu não escolhi. 
Chegaram de repente, sem aviso, e transformaram a minha vida para sempre. 
Coisas boas e ruins, que eu nunca procurei, mas que me encontraram, mudando o rumo dos meus dias. Foram caminhos que perdi, uma vida que não esperava viver. 
Mas, se não pude escolher o que veio, eu escolhi como enfrentá-lo. 
Escolhi sonhos para colorir meus dias, esperança para sustentar minha alma, e coragem para desafiar o inevitável. 
Porque viver é isso: não controlar o que chega, mas decidir como permanecer de pé!
O que não podes deixar de manter: 
é de ser a protagonista da sua vida...
- não terceirize nem preencha-a 
com participantes esporádicos...
- também não é preciso Merchandising 
nem de validação externa, o espetáculo 
da vida não tem ingressos a venda
- assuma a autoridade sobre sua própria existência, valorizando sua individualidade!!!
” acordei assim:
Feliz

O ateísmo é a antirreligião organizada; se você defende a religião, então isso prova que não é um ateu de verdade, pois não faz nenhum sentido um suposto ateu defendendo "deus".

Cada País deve garantir que a educação seja baseada em evidências e livre de influências partidárias, para que os jovens desenvolvam pensamento crítico e autonomia.

Tenho uma profunda sintonia
com a praia assim:
nublada, deserta,
serena e silenciosa.


Há algo nela de sublime
que toca as veias
da minha inspiração.


Sinto uma simbiose visceral
com a paisagem
cinérea, solitária,
entregue ao próprio silêncio
e à própria paz.


Há uma serenidade antiga
que não pede sol
nem testemunhas.
Algo nela é sagrado:
o céu contido,
as pedras em vigília,
o mar que sussurra versos.


É ali, nesse quase-nada,
que minha inspiração
encontra o tudo,
nas veias abertas,
e pulsa
sem pressa
sem expectadores.
✍©️@MiriamDaCosta

"Grandes conquistas costumam estar escondidas exatamente atrás da porta que você tem mais receio de abrir."

Lula fez cirurgia de catarata no olho esquerdo, deu tudo certo, 
nenhum mi-mi-mi, 
nenhum chororô, 
nenhum drama, 
nehuma novela mexicana, 
nenhuma live,
recebeu alta e foi pra casa.
 Simples.

Victoria
não é apenas um nome que carrega
a ideia de vitória, é um símbolo que atravessa
o tempo, uma força que não envelhece
um eco que resiste aos séculos
e seu nome não passa, ele permanece e seus exemplos não morrem, se multiplicam.
Victoria é referência para quem ainda acredita que ser moral, leal e digno não é fraqueza, mas coragem.
É o tipo de nome que não se pronuncia apenas com a boca, se respeita com a vida.

O Caminho da Água
​Sem alarde, sem voz, sem dura briga,
A água busca a senda, a trilha amiga.
Não quebra a rocha com furor ou pressa,
Mas beija a pedra, e mansa, atravessa.
​No silêncio da terra, ela se infiltra,
A paciência em cada gota filtra.
Não luta contra o monte ou o paredão,
Contorna a curva, muda a direção.
​De gole em gole, enche o vão profundo,
De pouco em pouco, ela refaz o mundo.
Onde era seco, a vida faz brotar,
Sem impor força, só a de continuar.
​Assim na vida, flui a lição serena:
A força bruta é gasta, se envenena.
Mas a constância, mansa e resoluta,
Encontra o mar, vencendo a disputa.
​Seja como a água, siga seu destino,
Com calma e graça, sábio e cristalino.
Pois no final, sem ter que combater,
É o fluxo suave que tem o poder.

O Brilho da Presunção
No breu sem cores, onde a vista se cala, O cego estende a mão, sem receio, pronto a confiar.
Sabe que a escuridão é lição que não fala, E no toque do guia, encontra o seu lugar.
Mas que força estranha aprisiona quem tudo enxerga, Na luz ofuscante, onde o ego se faz rei!
A soberba é areia onde a verdade se esvai, E o caminho é negado por uma falsa lei.
O cego, com o tato, reconhece o perigo, A alma, na sombra, aprende a se curvar.
Já quem vê no claro, abraça o seu próprio inimigo: A vaidade que cega e que impede de avançar. Não é a ausência da luz que o passo impede,
É o brilho da presunção que ao abismo conduz.
O coração altivo em sua ilusão se excede, Prefere a própria sombra à luz que a cruz lhe traz.
No fim, a verdade ecoa, simples e sombria: É mais fácil guiar um cego no escuro da noite, Do que uma pessoa que vê, mas na clara luz do dia, Escolheu ser dono da treva, e rejeitou o rumo e a sorte.