Pensamentos Mais Recentes
Não custa lembrar: são os erros que nos ensinam a errar menos. Porém, o maior erro que podemos cometer é ter medo de errar — assassino da criatividade, do desenvolvimento, da evolução e do sucesso.
Realizamos vários projetos pioneiros de arte pública na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro em parceria com a extinta Rio Arte e vários artistas brasileiros, a exemplo o renomado artista e designer gráfico brasileiro, Aloísio Magalhães, muitos em parceria com o Vicariato Oeste, com o eterno e saudoso amigo, o sacerdote católico Manoel Max Lin Rodrigues, mais conhecido como padre Max,sobre a batuta do saudoso amigo o renomado poeta Gerardo Mello Mourão, ficcionista, político, ensaísta e biógrafo brasileiro, considerado uma das figura-chave tanto da epopéia nacional quanto de toda literatura lusófona. Gerardo, era pai do saudoso artista contemporâneo, o escultor, desenhista e artista performático contemporâneo, Tunga.
Quem não lê acaba sendo engolido pela névoa do desconhecimento, engolido e lido pelos que leem o mundo. A leitura deve ser de prazer e levar à cura. Mas ninguém lê só palavras. É necessário ler as pessoas sem julgar o final da história antes do fim.
Nildinha Freitas
Tirando raras excessões, cristãos costumam ser as pessoas mais perversas e com maior potencial de fazer mal pelas razões mais ridículas e sem sentido possíveis! Principalmente a pessoas inocentes, incluindo crianças. O deus bíblico é um ser extremamente perverso, que faz coisas abomináveis, imperdoáveis e sádicas, cometendo inclusive infanticídios, autorizando e regulamentando a escravidão, relativizando abusos, cometendo genocidios em nome do seu frágil ego, além do sentimento continuo de pequenez que claramente tem, e ainda assim é admirado e venerado pelos cristãos.
A história nos mostra os horrores que isso gerou, os absurdos que justificou, e o pior, além de se colocarem, tirando raras excessões, como donos da verdade absoluta, ainda acreditam que qualquer coisa que façam será perdoada, e que qualquer ação verdadeiramente perversa pode ser justificada e seria "fazer o bem" quando em nome do deus deles. A prova disso está nas notícias que aparecem todos os dias, nos livros de história, nos textos bíblicos, e nas ações da maioria dos que se denominam cristãos, sejam católicos ou evangélicos/protestantes.
O discurso cristão desumaniza diversos grupos sociais, além de qualquer um que rejeite a crença ou não se encaixe nela. Combater o cristofacismo é salvar vidas! Questionar a religião em si, é lutar por um mundo melhor, mais justo, empático, com menos desigualdade, ódio gratuito, intolerância descabida, preconceitos, misoginia, além de com mais amor, assim como pensamento crítico. Por menos Jesus e mais conhecimento, sabedoria, empatia e respeito!
- Marcela Lobato
Seria Humanamente impossível usar qualquer Mau Comportamento para relativizar outro sem se togar do Mau-Caratismo.
A tentativa de justificar o erro com outro erro revela mais sobre quem argumenta do que sobre o fato em si.
É como se a consciência, incapaz de sustentar a verdade nuą e crua, buscasse abrigo na comparação: “se o outro fez pior, o meu não é tão grave assim”.
Mas desde quando a gravidade de um ato deixa de existir porque há algo mais grave ao lado?
O peso moral não se dilui por contraste — ele apenas se acumula.
Relativizar desvios é uma forma sutil de normalizá-los.
E a normalização do erro é o terreno mais fértil para a sua repetição.
Quando alguém aponta o erro alheio para suavizar o próprio ou de alguém, não está defendendo justiça, mas tentando escapar dela.
É uma negociação íntima com a própria consciência, um pacto silencioso onde a verdade é sacrificada em nome do conforto.
O problema não está apenas na falha, mas na recusa em encará-la como tal.
Porque reconhecer o erro exige coragem — uma coragem que dispensa comparações e aceita a responsabilidade sem muletas.
Já o mau-caratismo, esse sim, precisa de referências externas, de exemplos piores, de histórias paralelas que sirvam como cortina de fumaça.
No fim, quem relativiza não absolve ninguém — apenas se condena junto.
Afinal, ao escolher medir o certo pelo errado, abandona-se qualquer possibilidade de integridade.
E sem integridade, o julgamento deixa de ser moral e passa a ser apenas conveniente.
"Se você acha que a vida é amarga, e vive sofrendo, experimenta levar um café, pão e mortadela para os que dormem embaixo das marquises. Muitos deles vivem se arrastando e a perna com muitas feridas. Tristeza total, o futuro deles é o óbito" Ademar de Borba
"Que ruim, a vida não é um show para frequentar todo final de semana, é coisa séria! Aqueles que se dedicam ao estudo e levam uma vida honesta com certeza colherão bons frutos" Ademar de Borba
A natureza da perfeição, do conceito mitológico de amor perfeito, do ser homem mulher pelo comportamento Andrógino, sempre foi questionado dentro de um mundo compacto, regido categoricamente por regras e conceitos sociais severos nas filosofias e religiões, que outorgaram, por uma humanidade imperfeita, incompleta e dividida. Não permitindo que ela seja, mesmo que conceitualmente amorosa, superior e binaria. A eterna qualificação imposta entre a divisão de gêneros, em ser o sol masculino ou em ser a terra feminina, impediu durante muito tempo o aparecimento do ser completo estético, a lua andrógina. A contemporaneidade resgata e resinifica velhos medos e conceitos.
No brilho do sol a nascer,
Rafa aprendeu a ver,
Que a vida não é só medir,
Mas também sentir e florir.
Entre folhas, vento e chão,
Descobriu no coração,
Que cuidar é o melhor caminho,
Pra nunca andar sozinho.
"Olho de Vidro "
— Olhar de Vidro: Uma Jornada de Descoberta no Jardim Botânico
Rafa é um menino que enxerga a natureza de forma técnica e distante, como algo a ser estudado e analisado. Durante um passeio escolar, ele conhece Raione, um menino indígena que o convida a olhar o mundo com mais sensibilidade. Ao observar pequenos detalhes da vida natural, Rafa aprende que a verdadeira riqueza da natureza não está em dominá-la, mas em respeitá-la e cuidar dela. Essa experiência transforma seu jeito de ver o mundo, despertando nele empatia e conexão com a vida ao seu redor.
Essência da história: aprender a sentir a natureza é tão importante quanto entendê-la. 🌿
Como jurista aprendi e exerci reflexões no tempo de academia, sobre o principio do Andrógino, e sua origem na obra " O banquete" de Platão, em seu personagem mítico Aristófanes, que fazia parte dos seres humanos originais no planeta que se mistura com o conceito da busca eterna da alma gêmea, pelo castigo de Zeus que os cortou ao meio resultando na busca incessante pela sua "metade perdida". A androginia sempre foi vista como uma representação original, um estado completo e um estado de ser superior anterior à divisão dos gêneros. Este principio da Androginia, literariamente sempre foi dissertado através de icônicas obras de grandes autores,
associado ao amor perfeito.
" Ajude a tua felicidade em cada novo amanhecer e assim ao chegar o anoitecer receberás as bençãos do que viestes. "
Talvez hoje você não entenda o porquê de certas situações, mas Deus continua no controle. A fé não é sobre ter todas as respostas, mas sobre confiar em quem tem.
