Pensamentos Mais Recentes
Hoje, no contemporâneo dentro do grande baile de mascaras, das grandes cidades é muito difícil saber, sobre onde ficam os locais e quais são as mais apropriadas circularização. Da mesma forma, saber quais são os melhores e indolores, sentimentos sustentáveis.
Hermínio Corrêa de Miranda.
A PERENIDADE DE UMA OBRA RESGATADA DO SILÊNCIO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Reencarnações de Hermínio Corrêa de Miranda.
Transcrição e organização a partir de obra publicada pela “Editora Lachâtre”, no livro “Os Senhores do Mundo”.
Durante longos anos, o manuscrito datilografado desta obra, concebida em 1964 e figurando entre as primeiras elaborações intelectuais de Hermínio Corrêa de Miranda, foi tido como definitivamente perdido pelo próprio autor. Acreditava-se que o tempo, em sua marcha inexorável, o houvesse relegado ao esquecimento dos arquivos dispersos e das memórias fragmentadas.
Todavia, no ano de 2012, em um gesto aparentemente simples, porém providencial, ao reorganizar antigos documentos, Hermínio Miranda deparou-se com uma cópia em papel carbono de seu texto original. Este cuidado pretérito, fruto de uma prudência quase intuitiva, revelou-se decisivo para a preservação da obra. Assim, aquilo que outrora se julgava irremediavelmente ausente ressurgiu, oferecendo à posteridade a oportunidade de reencontro com um pensamento ainda em estado nascente, porém já impregnado de densidade filosófica e rigor investigativo.
O processo de restauração do texto apresentou-se como tarefa exigente e meticulosa. A precariedade da cópia original, somada à ausência de algumas páginas, impôs à editora um labor paciente, quase arqueológico, no intuito de recompor a integridade do conteúdo. Após a digitalização e uma primeira revisão técnica, o material foi devolvido ao autor, que, com zelo e dedicação, empreendeu uma revisão parcial e comprometeu-se a reconstituir os trechos desaparecidos.
Entretanto, a desencarnação de Hermínio Corrêa de Miranda interrompeu este trabalho, deixando na obra uma lacuna significativa, cuja ausência exigia solução à altura de sua relevância intelectual. Diante deste desafio, a editora, movida pelo compromisso com a fidelidade doutrinária e literária, convidou Lygia Barbiére Amaral, reconhecida escritora espírita, amiga próxima e profunda conhecedora do pensamento do autor.
Com notável sensibilidade e competência, Lygia assumiu a responsabilidade de pesquisar, interpretar e reescrever, à maneira herminiana, o primeiro capítulo da obra, bem como as oito páginas iniciais do segundo capítulo. Seu trabalho não se limitou à mera reconstrução textual, mas constituiu um verdadeiro exercício de sintonia intelectual, preservando o estilo, a coerência e a essência reflexiva do autor.
Todo o restante da obra, a partir da página 61, com exceção das notas editoriais devidamente identificadas, permanece integralmente como produção original de Hermínio Corrêa de Miranda. À editora coube apenas a inserção de breves esclarecimentos, destinados a elucidar passagens específicas e facilitar a compreensão do leitor contemporâneo.
Esta obra, portanto, não é apenas um livro restaurado. É um testemunho vivo da persistência da ideia sobre a matéria, da memória sobre o esquecimento e da verdade sobre o silêncio. Sua existência reafirma que aquilo que é concebido sob o impulso da investigação sincera e da elevação espiritual jamais se perde completamente, aguardando, no tempo oportuno, o reencontro com aqueles que buscam compreender.
E assim, entre fragmentos resgatados e páginas reconstruídas, ergue-se novamente a voz de um pensador, convidando o espírito humano a prosseguir, sem temor, na inquebrantável jornada do conhecimento e da consciência.
Queria eu prever futuro
Queria eu não ser mais impuro
Queria eu voltar ao passado
Queria eu ter o meu amor ao meu lado
Hoje o que resta são lágrimas
Lembranças bonitas em meu coração
Que hoje são gatilhos da cruel solidão
Agora me pergunto ao destino fizestes me apaixonar pela perfeição?
Invejo Tesla por ter descoberto a luz
Admiro Jesus por não temer a cruz
Não sou nenhum Shakespeare para falar de amor
Mas por você eu enfrento até a mais horrível dor
Eu te amo, meu amor
Nada vem sem motivo, se apareceu pra você é por que era pra você. Como fui ensinada que Deus só da um fardo que você suporta. Nada ultrapassa a medida que ele decidir.
E uma vez ouvir que...
Aquilo que e guardado mesmo sem servi, atrai aquilo que não foi convidado.
isso não e só sobre coisas!
Era mais de 00:00 eu pensava na minha vida como um trailer, eu estava pensando só nos melhores momentos como um elenco muito esperado, mas aquele trailer não era muito honesto e enganava a mim. Eu me perguntava se o roteiro realmente tinha sido feito por mim, se podia mudar! Foi então que percebi, o trailer faz vc apenas esperar por algo, ele te ilude e manipula até vc se entregar a vontade de assistir o real elenco!
Amo extensivamente o mundo todo, sempre fomento um meio sorriso de afeto e um olhar de acolhimento descomplicado de esperança. Sou assim por que conheço bem o vale das sombras, o frenesi abstrato das noites e a difícil tarefa do dia, de seguir em frente, sozinho. Na madrugada, pelo profundo silencio, me acomodo calado dentro da nossa realidade. Eu e ela, somos um só. A solidão é existencial, no caminho do individual e do sublime mas confesso impunimente, sem revolta com as principais feridas da alma cicatrizadas, que ainda não me acostumei, naturalmente com isto.
Eu nunca comprei um barco
Eu nunca comprei uma lancha
Eu nunca comprei um jetski
Eu nunca comprei um iPhone
Eu nuca comprei um jatinho
Eu nunca comprei um helicóptero
Eu nunca comprei um carro de luxo
E nunca deixei o Brasil
Vivo aqui honestamente
Nunca aliciei e nem trafiquei ninguém
Que orgulho eu tenho de mim!
Arte.
Ficar alto com o livre mercado
Para poder da arte extrair
O trabalho.
Ficar alto com o tráfego
Para poder na arte evitar
A logística.
Ao olhar para o céu, perceba aquilo que você jamais poderá alcançar novamente e quão pequeno e insignificante você se tornou Satanás, criatura desprezível e desgraçada.
"Existem músicas que são o combustível para a nossa vida!"
Otávio ABernardes
Gyn, 20 de abril de 2026.
Tem gente que sabe quem você é...
e mesmo assim escolhe te difamar.Você estende a mão, ajuda, acolhe, e ainda assim é ferido.
Porque, quando alguém não quer olhar pra si, precisa distorcer o outro para sustentar a própria MENTIRA.
E é assim que...
quem oferece apoio vira “INSUPORTÁVEL”.
No fim, você descobre que nunca foi sobre você.
Foi sobre o que o outro não consegue admitir.
A vida não pede licença —
ela chega, ensina, marca,
às vezes com mãos suaves,
às vezes com golpes que rasgam a alma.
Cada dor carrega um segredo,
cada queda sussurra uma verdade,
mas só entende quem aceita
que aprender também dói.
Há lições que queimam por dentro,
que a gente tenta negar, fugir, esconder…
mas quando, enfim, as abraçamos,
elas deixam de ser feridas
e se tornam armas silenciosas.
Helaine machado machado
A vida traz ensinamentos que quando bem aprendidos e aceitos se tornam grandes aliados para a resolução de possíveis conflitos
Obrigado mãe, por não ter desistido do meu estudo, quando eu mesmo quis desistir. Hoje, no futuro, vejo o quanto foi bom ter terminado o curso de inglês.
"O mundo não foi feito para "reclamar"... e sim, para agradecer e Amar!"
Otávio Abadio Bernardes
Goiânia, 20 de abril de 2026.
Euforia e realizações notáveis.
A mente subjugada pelo prazer.
A dor termina a alegria da existência se inicia.
No abraço da morte se comemora a vida...
Resiliência é um ponto de existência
No fracasso de ideias somos copilidos a ser poeira guarda num jarro de ouro.
Simples a refletir num estado de clareza num momento de prazer...
A mesma droga que intorpese o torna lucido dentro a perspectiva atual.
Fiquei tocado com a música que ouvi, mas fui embora antes dela acabar, o fim dela também me deixaria em um estado sentimental.
Quanto mais perto dos 30 anos — e além, acredito eu —, mais relações podemos acabar perdendo ao longo do caminho, e isso pode nos desencantar. Por outro lado, também podemos criar novas relações.
Sei que é estranho dizer isso, mas às vezes — parece que — precisamos agir como se Deus não existisse.
