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"Excelência não é fazer coisas extraordinárias de vez em quando, mas fazer as coisas comuns de forma extraordinária todos os dias."
2175 📜 "SemiFinal Copa 2006. França e Espanha. Infelizmente a Espanha jogou melhor, muito melhor. Infelizmente, sim, Hum!"
Por que eu me esforço em me destruir
Perseguindo a escuridão enquanto o sol usa uma coroa
Deixo minha saúde escapar
Deixo ela se deteriorar
Acho que sou minha própria tempestade que me leva embora
Olhos abertos à meia-noite
O relógio é meu ladrão
Contando as horas como folhas caídas
Por que eu me esforço
Por que eu não luto
Trocando meus sonhos por uma noite sem dormir
Acordando cansado
Uma sombra de mim
Por que eu me esforço
Por que não consigo ver
Este corpo é um templo
Mas eu o trato como sujeira
Correndo com o mínimo até começar a doer
Eu construo minha própria gaiola
Tranco a porta
Jogo a chave fora
E depois imploro por mais
Algumas horas
Apenas algumas
Sinto elas escapando
Como areia nas minhas mãos
Como fumaça no ar
Estou aqui, mas mal presente
Por que eu me esforço
Por que eu não luto
Trocando meus sonhos por uma noite sem dormir
Acordando cansado
Uma sombra de mim
Por que eu me esforço
Por que não consigo ver
Falar é solução; não falar é difícil. Isso significa que contar com os responsáveis ajuda a melhorar a importância e compreensão dos valores, intenções, emoções e costumes. Além disso, fortalece a autoestima e diminui a conflitualidade. Isso é resiliente.
A prisão não é a solução para a violência; ela é parte do problema; isso significa que a prisão se envolve com problemas que violam a integridade, e a autoridade é acionada pela necessidade de conflitos alegados.
Dê bom dia a quem tem paz no coração, e você ganhará um sorriso. Dê bom dia a quem vive na amargura, e até isso poderá incomodá-lo.
Senhor, ergue em meu coração um altar de adoração, para que, onde eu estiver, a Tua presença seja o centro da minha vida. Amém.
MIOPIA DO QUOTIDIANO
Vivemos a epopeia com olhos de rotina, porque o quotidiano é a cortina que esconde o palco da história.
"Habitar a desconfiança deixa cicatrizes profundas; a maior delas é o medo constante de que a verdade seja apenas uma máscara prestes a cair.
Esse estado de alerta nos rouba a leveza de caminhar desarmados. Esquecemos o prazer de apenas ser, sem o fardo de decifrar o mistério alheio.
Afinal, a paz começa quando compreendemos o limite: as atitudes dos outros pertencem a eles e ao tempo; a nós, cabe apenas o governo do próprio peito."
"O viver carrega densidades, e a maior delas é a lucidez de que somos efêmeros.
Tudo o que é palpável fica; partimos levando apenas o peso e a leveza das nossas ações, eternizadas no tecido da própria consciência e na alma daqueles onde tocamos.
Que saibamos o que semear: se a dor ou o acalento.
E que, na travessia mútua da existência, sejamos a luz a guiar os passos dos nossos irmãos."
"Viver sem ti é um fardo que não ensaiei carregar. Mas se a dor for o pedágio para a minha paz, aceito o pranto agora para florescer melhor amanhã, livre de um sentimento que foge da responsabilidade de ser abrigo.
Amar no vazio não faz sentido.
O amor só se cumpre quando encontra quem queira, de fato, fazer parte do nosso destino.
Isso é reciprocidade: um alinhamento perfeito, como ondas de rádio sintonizadas no mesmo pulsar."
Um milhão de mundos
Em São Paulo, no mesmo dia,
atravessei um milhão de mundos.
Havia uma cidade em cada esquina,
uma vida atrás de cada vidro,
um adeus parado no semáforo
e um sonho correndo atrasado
entre ônibus, prédios e buzinas.
Passei por lugares
onde ninguém sabia meu nome,
mas todos carregavam nos olhos
alguma coisa que também era minha:
a pressa, o medo, a esperança,
a vontade secreta de chegar.
A cidade mudava de rosto
enquanto eu seguia.
Ora era cinza.
Ora era ouro.
Ora era uma menina sob a chuva,
um homem dormindo na calçada,
uma senhora segurando flores
como quem ainda acreditava no mundo.
E eu, tão pequeno
dentro de tanta imensidão,
levava comigo cidades inteiras
que ninguém podia ver.
Porque há viagens
que não se medem em quilômetros.
Há dias em que atravessamos
um milhão de mundos
sem sair da mesma cidade.
E, quando a noite finalmente caiu
sobre São Paulo,
eu já não era aquele
que havia saído de casa.
Era todos os caminhos.
Todas as perdas.
Todas as luzes acesas
nas janelas dos outros.
Era uma cidade também.
Sao Paulo 13 de julho de 2026
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Excessos de modinhas dos dois lados, e ninguém ensina de fato as pessoas terem limites, a serem afetivamente educados e a pactuar o compromisso de formar pares engajados com a sedução mútua.
Quando fiz sete anos de idade o meu avô me falou que o Colonialismo era o mal do mundo. Na maturidade, aprendi sobre o Colonialismo interno. Na contemporaneidade, aprendi que o Colonialismo tem uma infinidade de desdobramentos inimagináveis.
