Pensamentos Mais Recentes

Lembre-se: A sua paz é o único patrimônio que ninguém pode confiscar, a menos que você assine a procuração.

Vivemos em uma estranha inflação emocional onde damos valor de ouro a palavras que não valem o cobre. Quando você permite que a opinião de alguém perturbe o seu sono, você está realizando a pior transação financeira da existência: está vendendo sua eternidade (o agora) por uma mercadoria estragada (o julgamento do outro).


​A opinião alheia é um produto de baixo custo, fabricado em série na subjetividade de quem mal se conhece. Por que, então, você aceita pagar esse "cafezinho" com o capital mais escasso que possui: a sua lucidez? Quem muito se importa com o ruído da plateia acaba se tornando apenas um eco do que os outros esperam, perdendo a própria voz no processo.


O caos do outro é um empréstimo com taxas abusivas. Quando você tenta "explicar" sua vida para quem não quer entender, você está financiando o desequilíbrio alheio com os juros da sua ansiedade. É como tentar apagar o incêndio do vizinho usando o oxigênio que você precisa para respirar.


​O seu coração não é uma praça pública; é um santuário. No santuário, não entra quem quer, entra quem é convidado. O ruído da plateia é passageiro, performático e, acima de tudo, irrelevante para a sua construção interna. O silêncio não é ausência de som, é a presença total de si mesmo.

A psicopedagogia desperta o sentir da aprendizagem e ao sentir, ressignificamos e evoluímos.

Fazer o bem não depende de oportunidade propícia, mas de firmeza de caráter.

De que adianta o esforço, se não aprendermos a servir uns aos outros e à Igreja aqui na terra?
Se o nosso coração resiste ao serviço agora, como estará preparado para servir a Deus na adoração perfeita no céu?


Servir não é um detalhe da fé, é o seu reflexo mais visível. A adoração que oferecemos a Deus começa no amor concreto ao próximo. Quem se nega a servir o irmão, fecha o coração para o próprio Deus, pois foi Ele quem nos ensinou que amar é doar-se.


A Igreja, ainda imperfeita e humana, é o lugar onde aprendemos a viver o céu desde já. Aqui somos moldados, corrigidos, chamados à humildade. Se não conseguimos amar, perdoar e servir nesse chão de fragilidade, como viveremos a plenitude do amor na eternidade?


O céu não será um lugar de espectadores, mas de servos que amam sem medida. Por isso, o serviço aqui na terra não é perda de tempo — é preparação eterna.

Você pode se esforçar além do limite,
entregar o melhor de si,
agir com cuidado, verdade e afeto.
Ainda assim, haverá quem não saiba te reconhecer.
E isso não tem a ver com o seu valor.
Algumas ausências não pedem mais tentativas,
pedem aceitação.
Siga firme no que te move,
no que faz sentido por dentro.
Porque quem caminha com amor de verdade
não exige que você se molde;
apenas que seja quem você é.


— Edna de Andrade

A vida não se revela inteira.
Ela se mostra aos poucos, entre pausas e abalos.
Há dias de chão firme
e há dias em que tudo treme por dentro.
Algumas mudanças chegam sem pedir licença.
Desorganizam planos, deslocam certezas,
nos obrigam a encarar aquilo que pensávamos dominar.
Depois do impacto, nasce uma escolha silenciosa:
o que fazer com o que sobrou.
Há quem endureça.
Há quem se feche.
E há quem, com o que restou,
reconstrua sentido.
Porque nem toda dor precisa virar morada.
Às vezes, ela pode virar passagem.
E do que parecia ruína,
a gente aprende, devagar, 
a criar algo novo.


Edna de Andrade

Quantas vezes vamos desistir achando que não podemos colocando a responsabilidade e a culpa no outro!

Hoje eu tenho tudo,
tenho você na minha vida.
E o resto que faltava no mundo
aprendeu a fazer sentido.


Tenho teu nome morando 
nos meus dias,
teu riso ajeitando minhas dores,
teu olhar me lembrando
que amor também é abrigo.


Hoje eu tenho tudo
porque você chegou
e, sem prometer eternidades,
ficou.


E ficar, às vezes,
é a forma mais bonita de amar.

Atrai o meu coração


Atrai o meu coração
como a lua puxa o mar, 
sem fazer força, sem prometer ficar.
É um chamado mudo, um doce perigo, teu olhar me encontra 
antes mesmo do abrigo.


Atrai o meu coração 
no silêncio do teu nome, 
onde a saudade nasce 
antes que a falta se some.
Te penso inteiro em pequenos detalhes, no tempo que para 
quando o mundo falha.


Atrai o meu coração
com gestos tão leves,
como quem ama sem fazer alardes.
Teu toque é verso que não sei fugir,
é porto e naufrágio querendo existir.


Atrai o meu coração
— e eu deixo levar, porque 
amar você é não resistir ao mar.
Se for queda, que seja no teu chão,
se for amor, que seja tua direção.

ChatGPT: Então aqui vai 🍒✨


> Nem tudo existe para servir.
Algumas coisas existem apenas para ser —
como o brilho da lua,
o canto de um pássaro,
ou o silêncio de quem está ao nosso lado.


Quando aprendemos a ver valor no que é,
e não só no que faz,
descobrimos que a vida tem muito mais sentido
do que qualquer utilidade pode medir.

Às vezes, num momento de paz, felicidade e controle, torço que hajam outras vidas. Explicando: existem pessoas tão caras, especiais e raras que nesta fase somos amigos, ótimos amigos até. Porém, se existisse outra chance, em uma outra possível vida, poderíamos viver um grande amor. Entendeu?

Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.

Pequenos gestos inspiram; corações dispostos exemplificam.

Bondade, empatia, gentileza, humildade,
gratidão.
Andam em desuso pela humanidade. É uma pena! Mostra claramente um retrocesso do ser humano.
De nada adianta viver de aparência e ter
uma alma podre. Evolução de verdade é
se tornar um ser
humano melhor a cada dia.
Infelizmente poucos
buscam...

Ouça boas músicas,
Leia bons livros,
Visite bons lugares.
Use tudo isso;
mas, ao encontrar um semelhante,
apenas viva.

"⁠A primeira batalha que uma pessoa passa a enfrentar consigo mesmo, é quando não consegue curar-se de suas cicatrizes para poder seguir em frente".

Meus desafetos estão inscritos no SPC ou SERASA, lá ficarão pagando juros e colhendo os frutos da ingratidão.

Ela continuava abraçada a ele como se quisesse fazer daquele abraço a sua morada. 


(do livro-Cecilia D'Ávilla)⁠

Amigos fiéis e verdadeiros são muito raros, e se você tem um, você tem um grande tesouro ao qual dinheiro nenhum compra.⁠

​"Transbordar é o único jeito de não secar no deserto das aparências."

Dizem


Dizem por aí que ser livre é cafona, que é coisa de gente brega, de quem não quer seguir os padrões sociais antropologicamente impressos há milhares de anos como os mais coerentes.
Dizem que não aceitar desrespeito é coisa de quem não tem o que fazer.
Dizem que calar é elegante, que fingir demência diante da maldade merece um prêmio diamante.
Dizem que aplaudir os “maus” traz mais resultado do que jogar na Mega da Virada, mas que a virada de chave é perigosa e não deve acontecer.
Dizem que evoluir é coisa de gente careta e que seguir o “gado” é a solução do planeta.
Dizem.
Só falam.
Não calam.
Nildinha Freitas

​"Onde você vê abismo, eu vejo casa. Sou feito de mergulhos, não de respingos."

​"A intensidade é o oxigênio de quem descobriu que a superfície é pequena demais para a grandeza do próprio caos."

"Minha alma não aceita batismos de conta-gotas; ou eu me afogo no que sinto, ou desaprendi a respirar."