Pensamentos Mais Recentes
"Quando eu não pertencer mais a esta dimensão, a única certeza que quero levar comigo é a de que aqueles que amei e cuidei estarão bem."
A salvação não é conquistada por quem somos, mas é a resposta ao amor e à graça de Deus. Esta graça nos alcança apesar da nossa natureza pecaminosa e nos capacita tanto a crer quanto a receber a salvação.
Quem não encontra valor em si mesmo idolatra quem finge tê-lo e nisso reside a raiz de toda manipulação.
A doença não respeita virtudes nem crenças. Não importa o amor que alguém transmitiu, o caráter que construiu, a inteligência que possui ou a fé que carrega. Às vezes, ela simplesmente chega devorando a todos, sem explicação e sem justiça.
O velho homem que habita em nós é um monarca deposto, mas terrivelmente vivo. Ele morre com uma relutância agônica, recusando-se a abandonar o trono de nossa alma, e não sucumbe facilmente aos nossos desejos por comunhão com Deus. Esta é a dura realidade da cruz: a natureza adâmica resiste até o fim, exigindo que a batalha contra a carne seja travada todos os dias de nossa peregrinação terrena.
A igreja moderna está cheia de animadores de auditório entretendo o povo com superficialidades; o que nos falta são homens para expor as nossas misérias e para nos fazer cair de joelhos, prostrados pela graça, em vez de nos levantar cheios de soberba e justiça própria.
Ser um cristão de esquerda é quase o mesmo que ser um cristão ateu. O socialismo, com seu materialismo, gera uma contradição teológica incompatível com os princípios do Evangelho da graça, da vida e da liberdade humana.
Não precisamos de homens que massageiem o nosso ego e nos façam ficar de pé, aplaudindo o próprio orgulho. Precisamos de profetas que preguem a santidade de Deus de tal maneira que a igreja caia de joelhos, quebrantada e em tremor diante do Deus Altíssimo!
Desperta
(Mauro A Evaristo)
Aquele que vive sem se conhecer
Amarga a vida entre a dor e o sofrer,
Passa eternidades sem perceber
O poder infinito no próprio Ser.
Aquele que vive sem se conhecer
Vive apenas por viver
Amargando a dor e o sofrer
Esquecido do próprio Ser.
Aquele que vive sem se conhecer
Sofre muito dentro do próprio Ser
Sem acordar para perceber
Que existe um infinito poder
Dentro de cada viver.
Desperta. Existe poder infinito em você.
feradapoesia.blogspot.com
Só o amor mesmo para fazer alguém dizer, com orgulho, que está comprometido: avariado, danificado, sem salvação.
A carência humana hoje é visivel, evidente e desordenada. O homem esqueceu de buscar o real valor se sua essência.
Inverno implacável
No inverno que se estende, frio e implacável,
minha alma vagueia, perdida e sem abrigo.
Procuro a poesia, mas a esperança é frágil,
as palavras escapam por entre meus dedos, como o vento pelas frestas da janela... gelando completamente meu lar, meu abrigo.
Desiludida, caminho por ruas de sombra,
onde o eco do silêncio grita ardorosamente.
A beleza se esconde, a luz já não assombra,
e em cada estrofe, sinto o peso da vida... meus pés dormentes.
Mesmo na noite mais sombria e profunda, porém,
a chama do sonho não se pode apagar.
Pois mesmo cansada, a busca é fecunda,
e um dia, quem sabe, renasça a esperança de recomeçar.
Assim, a dor se transforma em verso,
e o inverno cede espaço ao calor que amana do universo.
Uma pessoa que constrói o seu sustento, destruindo e passando por colegas alheios, tem o destino traçado pelas próprias mãos. Portanto, não é necessário castigá - lo, com o tempo ele mesmo se auto- destruirá.
Das cinzas nos reerguemos
No silêncio da eternidade, onde o tempo se esconde,
o denso medo se avoluma, como neblina em noites ruidosas, abrumadas e profundas.
Ventos sussurram segredos, esgueirando-se entre as sombras,
soprando nuvens escuras, que cobrem o céu com suas ondas.
O coração acelera, preso na angústia do momento...
cada rajada traz lembranças, ecos de um passado lento – vivido em pleno tormento.
Mas uma luz tímida cintila, bem no olho da tempestade...
prometendo que, após a chuva, renascerá outra vez uma vida com amores de alegrias e verdades.
E, então, entre o medo e a calma, a batalha se desenha...
Entre nuvens sombrias, a esperança tem força... pra tudo transformar ainda se empenha.
Na penumbra do infinito, o vento continua a soprar...
revelando que, mesmo na dor, podemos, feito Fênix, nos reerguer das cinzas, refazer nossa vida e amar.
Perfume das flores
As flores murcharam, o perfume se esvaiu,
A vida, outrora colorida, agora em tons de cinza e frio...
Olhares que se buscavam, hoje trazem tristeza e dor,
e os sonhos compartilhados se desfizeram em incertezas e desamor.
Mas na dor que persiste, há um brilho a resplandecer...
um lembrete sutil de que é preciso dia a dia... passo a passo... renascer e nunca se deixar vencer.
Seguir, mesmo com feridas abertas, abraçar a solidão,
Pois cada desamor ensina a força da renovação.
Mares tão bonitos
Em mares de verde-azulado, a vida resplandece por todo lado,
Águas puras dançam sob o sol que tudo aquece.
Em cada gota, um mundo a pulsar,
refresca a alma, faz o coração docemente entre flores perfumadas se aninhar.
À sombra das árvores, um sussurro suave...
Natureza exuberante, um presente extremamente valioso.
Sede saciada no fluir silencioso,
Canta a brisa eternamente um encanto precioso.
Assim, na serenidade deste lugar,
encontro paz, deixo-me levar,
Pois, na pureza das águas, sou um só...
com a essência da vida, um eterno filho do pó!
"Corte conexões que paralisam a sua vida. Com Deus, ou você larga o peso do passado, ou renuncia à promessa do futuro."
Danças Vespertinas
Em meio à névoa vespertina,
surge a dançarina, delicada como o mais puro ar...
Seus passos deslizam, um suave remanso,
no doce embalo de um amor a se desvendar.
Candura em cada volta, cada giro encantado...
Seu olhar reflete estrelas que no céu estão a pirilimpimpar,
E, no silêncio da noite, o coração aflito
encontra nesse amoroso e afetuoso bailado seu modo de amar.
No sussurrar do vento, uma melodia eterna...
as sombras sombrias se rendem a esse delicado traçar...
E, assim, na penumbra, entre risos e ternura,
o amor se revela, tão leve, a flutuar... em cada momento suavemente ase revelar.
Desde a minha mocidade
Que a mente não quer sossego,
Vem nuvem de pensamento
Me tirando o aconchego,
Feito a tal rasga-mortalha
Pousada no cajueiro,
Trazendo agouro e medo.
Mas nem toda ideia e ação
Caminham no mesmo rumo,
Às vezes a ideia nasce
Inquieta, fora do prumo,
Tem hora que a mente pira
E o peito acelera do lado esquerdo,
a ansiedade arde por dentro, bate forte e explode, feito mamona exposta ao sol forte.
Pelo gatilho do barreiro, chega e me açoita.
Recebo como visita, ideação suicida
Chega de mansinho, vem me rondar no escuro,
Eu puxo a filosófica
Pra pular esse muro!
Se a morte quer ter ideia,
A vida entra na plateia
E faz do agir seu futuro!
Desde os meus cinco anos de idade
Que o pensamento vive a martelar,
De onde viemos, pra onde vamos?
Quem é que vai explicar?
Carrego a mania do espanto,
Desafiando o barulho dos meus pensamentos, prantos, mantos, perdas e lamentos
Que o invisível quer me dar.
Talvez eu morra na caverna, quem sabe em uma tapera e continue visitando os meus abismos
Sem toda resposta achar,
Mas enquanto houver o fôlego
E a vida me empurrar,
Minha alma bota a minha cabeça pra pensar,
Pra fazer do pensamento
O véu que revela o amanhecer
Você importa?
Eu importo?
Quem importa?
Por que devemos importar?
Somos nomes escritos na fumaça,
Promessas levadas pelo vento.
Cada certeza muda de lado,
Quando o tempo muda o argumento.
Você procura um lugar no espelho,
Eu procuro um espelho no lugar.
Talvez a resposta nunca exista,
Ou apenas tenha medo de falar.
Se tudo passa...
O que permanece?
Se tudo pesa...
Quem é que merece?
Você importa?
Eu importo?
Quem importa no final?
Por que devemos importar,
Se o mundo gira sem pedir permissão?
Você importa?
Eu importo?
Ou só importa acreditar?
Talvez ninguém importe para todos...
Mas alguém sempre importa para alguém.
A multidão escolhe seus heróis,
Depois esquece seus próprios nomes.
Constrói castelos sobre aplausos,
E ruínas sobre os homens.
Cada vitória perde o brilho,
Cada derrota muda de cor.
Talvez o fracasso seja liberdade,
E o sucesso, outro tipo de prisão.
Quem mede o valor de uma vida?
Quem escreve a última palavra?
Quem separa o eterno do instante?
Quem responde quando o silêncio fala?
Você importa?
Eu importo?
Quem importa quando a luz se apaga?
Por que devemos importar,
Se até as estrelas um dia se calam?
Você importa?
Eu importo?
Talvez a pergunta esteja errada.
Porque, no fim,
Quem procura tanto por importância
Talvez nunca descubra o sentido de existir.
Você importa?
Eu importo?
Quem importa?
Por que devemos importar?
...Ou será que apenas existimos?
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A vida pulsa, ela anseia por provimentos e movimentos, tudo em equilíbrio e perfeita harmonia, com energia para agir e sinergia para multiplicar
"Quando o Estado restringe canais legítimos de trabalho, ele atrapalha o desenvolvimento individual e limita a capacidade genuína das pessoas de construir riqueza."
"Se eu soubesse que isso ia acontecer, teria feito de outra forma. Mas será que isso me torna culpado? Ninguém vê o futuro. Julgar uma decisão pelo resultado é fácil; difícil é lembrar que, no momento da escolha, ninguém conhece o que ainda vai acontecer."
