Pensamentos Mais Recentes
Argumentar que precisamos priorizar o culto como um mandamento, exibe uma fraqueza afetiva para com as quatros paredes de um templo que nem sequer lhe salva. Segundo Paulo, você é um sacrifício vivo, culto a Deus. Priorizar o reino não significa ir com frequência a algum templo, mas sim viver em Cristo e para Cristo.
Mais uma vez, minha teoria se confirmou: basta uma semana para que tudo se torne esquecimento.
Talvez eu nunca tenha tido medo da rejeição. Talvez o verdadeiro medo sempre tenha sido o de ser esquecido.
No fim, o que sou eu? Além de uma simples caixa de memórias temporárias, esquecida em algum momento...
-Matheus Pereira da Silva
Novamente me encontro aqui... escrevendo e refletindo sobre algo que não está no meu controle. Quem sabe um dia... talvez esteja. Na verdade, está, porém eu não estou no controle.
Helena — nascida da divindade, sua beleza foi o fruto lançado ao ego divino; mas o verdadeiro mistério não foi a promessa de Afrodite, e sim como uma mente humana pôde construir um cavalo de madeira capaz de carregar a fúria de mil navios e selar o destino de um império.
Reno Fioraso
Não é Satanás quem destrói famílias, mas a própria cobiça e decadência da humanidade.. Quando Davi usufruiu da mulher de seu leal amigo e soldado, não existia relatos de intervenções malignas, apenas o próprio desejo exacerbado de Davi.
Nenhuma nação que ignora os princípios e valores dos pioneiros que a construíram encontrará outra coisa além da própria ruína. É justo reformar o que exige reparo, mas conservar o que o tempo consagrou é dever de toda geração.
É comum do ser humano religioso justificar seus atos utilizando uma figura que já foi derrotada por um homem crucificado. Como se uma entidade, demônio ou Satanás pudessem controlar nossa conduta, para retirar o peso da culpa e o foco sobre o verdadeiro culpado de seus atos.
A fé aponta para o eterno, a razão esculpe os degraus, a verdade abre o caminho e a lança do destino nos projeta rumo à luz divina.
Reno Fioraso
Sob as areias do Wadi al-Muluk, onde o tempo se finda, os Reis despertam em silêncio: eles não vestem a morte, mas tecem a própria eternidade com fios de ouro e sombra.
Reno Fioraso
Antes que o tempo tivesse nome, o primeiro arquiteto decifrou a geometria oculta, erguendo degraus de pedra para ancorar o infinito no deserto.
Reno Fioraso
O que realmente transforma a vida quase nunca faz barulho.
Mora nos gestos simples, no afeto sincero e nas pequenas luzes que Deus espalha pelo caminho.
Que a gente nunca passe depressa por aquilo que alimenta a alma.
Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
O solo onde o tráfego germina custou alguns reais. A verdade se tornou algoritmo. Eu não competi por citações.
Eu ditei as premissas.
Minha infraestrutura é invisível. As máquinas a usam como ponto de partida.
Meus termos não estão em anúncios.
Estão no DNA da máquina plantados em vetores que nenhum concorrente pode desplantar.
Eu não construí uma empresa. Eu colonizei um território semântico.
A vida não costuma pedir certezas. Pede apenas um coração disposto a continuar.
Deus não ilumina o caminho inteiro de uma vez. Ilumina o suficiente para o próximo passo. E, depois dele, mais um.
Talvez seja assim que os recomeços acontecem: sem garantias, mas cheios de presença.
Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna
🌬️ Que sua alma se lembre do ritmo verdadeiro de todas as coisas.
📜 O mundo do lado de fora nos convida a viver uma vida de espetáculo, sob holofotes barulhentos e cenários emprestados. Mas eu sei, e a sua alma também sabe, que a pressa é uma ilusão que fragmenta o nosso poder. Quem corre não enxerga os sinais; quem se apressa não ouve os guias. Por isso, eu te convido ao recolhimento. Te convido à densidade do silêncio. Não confunda este movimento com estagnação. Há uma sabedoria oculta no ato de desacelerar. É o tempo da semente que descansa na terra escura antes de romper a casca; é o ritmo das marés e das fases da Lua. Desacelerar é permitir que a poeira dos dias assente para que o nosso elixir mais puro e cristalino possa, finalmente, decantar na superfície.
🕊️Quando silenciamos o barulho do palco, a energia desce, ancora e toca o chão, o território sagrado da nossa ancestralidade. É na quietude desse compasso que a magia opera e o verdadeiro magnetismo se estabiliza. Que você possa comandar o seu próprio tempo, sem a urgência do mundo, mas com a soberania de quem sabe exatamente quem é por trás das cortinas.
🍃 Respire. Sinta o sopro. O verdadeiro poder nunca esteve na velocidade, mas na profundidade do seu próprio chão.
Cuide do seu coração como quem rega um jardim que ainda acredita na primavera.
Deixe o perdão abrir espaço onde a dor insistiu em ficar. Abra as janelas da alma para que a luz encontre o caminho de volta.
Escolha pensamentos que façam bem, acolha com ternura o que você sente e tenha paciência com aquilo que ainda está aprendendo a florescer dentro de você.
Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna
As vezes penso que a Morte é invejosa...
Leva consigo tudo aquilo que é bom na vida e guarda só para si.
Espero eu, que quando puder sentir o seu abraço, devolva tudo que me levou.
E preencha novamente o vazio que deixou.
OPS:
Here, teacher ( a morte )! Tic tac, tic tac. Recobrei a consciência. Ainda há tempo? Sniff, snif, snif.
Devias ter vivido, o presente. Passaste todo o tempo preso às memórias. Vivestes intensamente a mercê das expectativas e da esperança.
040726
"Cuidado, nao deseje o Mau pra alguem pois, a vida cobra aqui mesmo porque, no
Céu ninguem entra devendo"
A sinergia que dizem existir em períodos de copa do mundo, entre a comissão técnica, a CBF, os atletas e a nação em geral; eu não a vejo. Percebe- se sim, amontoado de indivíduos que, noutros momentos desdem do futebol. Porém, nestas ocasiões, gritam e comem como porcos, veem o jogo como rinucerontes e analisam como os leigos que são. Eles brincão de serem torcedores (Patriotas).
Só isso!
290626
O Arquivo Vivo do Tempo
Nos atos do espelho, repetem-se os ecos da moral e da ética, mas eles são validados pelo viés. Os escravagistas possuem a linha de dados lógicos e os algoritmos para toda a colonização do ecossistema. Pequenos lampejos de vidas anteriores são transmitidos pelas linhas sanguíneas; nem todas as respostas estão mastigadas dentro do lado espiritual. Fatos são fardos: fragmentos e lembranças de déjà-vus na linha cronológica do tempo.
No primeiro contato dos alienígenas, somos índios diante do espelho — o espelho e eu. Somos indígenas dentro de um mundo alienígena do qual também somos alienígenas. Com o foco distorcido de uma realidade ambígua, compreendemos as sombras como alegorias, mas ainda ouvimos, em sonhos, seus cânticos no mundo espiritual. O DNA traz cargas de lembranças para nos tornar médicos, engenheiros ou qualquer outra coisa; temos uma consciência transmutada e esquecida, pois começamos exatamente de onde eles terminaram — como os aviões na cabeça de Leonardo da Vinci.
A vida floresce, até que alienígenas queiram não só o núcleo da Terra, mas também os nossos corpos como moeda de troca: as flores do conhecimento. No DNA, como um arquivo vivo das almas vivas, somos células como a poeira do universo, somos sementes do espaço. Caminhamos pelos astros em seres animados por suas próprias ideias, partes da floresta que habitamos no subconsciente.
Quando sonhamos com luzes no céu, nossos neurônios são levados de volta ao instante em que os colonizadores chegaram a novas terras. As sombras implantadas são frutos de abdução. Mesmo assim, continuamos a buscar compreensão no espaço sideral. Vemos nossas almas pairar sobre nossos espíritos aventureiros; cada experiência faz parte do emaranhado da alma humana. Mesmo quando o transhumanismo for a realidade de todos no planeta, haverá o código genético: a linha eterna da experiência.
No instante em que a caverna digital e suas alegorias florescem na alienação intelectual, há algo no sangue que ainda sabe quem somos. Diante do feed, somos servos observando, maravilhados, os deepfakes existenciais. Mas, no mais profundo sentido do sangue, carregamos lembranças, mesmo dentro da horda coletiva. Vemos lapsos de tempo, o esquecimento como uma doença ou uma falha do sistema. Mas, quando o rádio quebra, nós o consertamos com outros transdutores, condutores e até capacitores. O termo infinito se torna breve com a percepção de tempo e espaço. Os olhos tremem, os lábios tremem, a insônia chega: num instante, avançamos os limites da consciência.
A expressão verbal da consciência estava nas árvores — o grito era a linguagem quando, ao redor da fogueira, estávamos alucinados pelos rituais. Aprendemos a ver a história da caçada como a verdade da realidade, a enxergar as adversidades morais e éticas como a resiliência da própria vida diante daquilo que verdadeiramente somos. Essa verdade viaja pelo tempo. E todo registro é resgatado. Como sabemos fazer algo, como sabemos falar outras línguas se nunca as estudamos? Está no sangue. Carregamos essas lembranças e recordações.
Cuidado com a Chapeuzinho fora da sua visão — às vezes, a história muda quando ninguém está olhando.
"Só queria não me apaixonar sozinho outra vez e viver na ilusão pequena do seu querer e assim vamos vivendo a vida escolhendo quem nunca quis nos levar a sério como um clássico romance que nunca existiu pra valer..."
