Pensamentos Mais Recentes

E... eis me aqui.  Obra em reconstrução de um projeto modificado pelo arquiteto do universo...

A terceira idade, não é só a melhor, mas a última idade. É a melhor idade para fazer caretas.

POESIA 


É POR OBRIGAÇÃO AGRADECER 
O AMOR QUE RECEBE.
E COM ISSO
SENTIR QUE A VIDA É BREVE.

VERSOS DE ANANINDEUA


TRABALHAR DURO
NÃO É TRABALHAR PRA MORRER.
TRABALHAR DURO
É PARA TER O QUE COMER.
E SONHANDO
SE VAI LONGE...
BEM MAIS LONGE.

POESIA DE ANANINDEUA 


VENTAVA NA PRAÇA MATRIZ 
DE ANANINDEUA UM VENTO AMENO.
UM VENTO DE BEIJO DE NAMORADOS.
TÍMIDOS E AMÁVEIS.

"Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos".

POEMA DE ANANINDEUA 


ELA PERGUNTOU PARA ELE
SE ELE SE LEMBRAVA DO TREM 
PARA BRAGANÇA.
SIM ELE FALOU QUE SIM.
E DISSE MAIS ALGUMA COISA.
QUE SÓ ELES SABERIAM.
POIS O TEMPO ERA DELES.
TOTALMENTE DELES.
E O TREM.

Tudo que se pode limpar é pouco, comparando com  o comportamento moral,a sujeira interior.

Limite
(Mauro A Evaristo)

Se você se compromete com cinco
A criar recursos de vinte
Sacrificando de domingo a domingo
Acredite, isso é um acinte.

Se você dedica corpo, alma, coração
Sem importar em quê situação
Você está ferindo princípios
Jogando a si e outros ao sacrifício.

Trabalhe ou aja com o que tem
Que o necessário a tempo vem
Sem que precise sacrificar

A si e nem a ninguém,
Tudo tem limite é bom respeitar
Não convém ultrapassar.

feradapoesia.blogspot.com

Acredite nisso para o seu bem: confronte as pessoas com sabedoria  para  mostrar a elas a sua própria ofensa ou ignorância.

⁠Talvez 
não haja Fábrica de Costura mais nobre do que aquelas onde se costuram palavras.


Afinal, há tecidos que vestem o corpo, mas existem palavras que vestem até a alma. 


Há linhas que unem pedaços de pano, enquanto outras, invisíveis aos olhos, conseguem aproximar distâncias, remendar afetos, bordar lembranças e, por vezes, costurar aquilo que o tempo já tentou rasgar.


Escrever é, de certa maneira, exercer o ofício de quem trabalha com tecidos delicados: exige mãos pacientes, olhar atento e sensibilidade para perceber que nem toda palavra serve para qualquer ocasião. 


Algumas precisam de seda para acariciar, outras de linho para resistir.


E há aquelas que precisam ser costuradas com a firmeza da verdade e outras com a delicadeza do silêncio.


O curioso é que, nessa fábrica, não se trabalha apenas com aquilo que se sabe, mas sobretudo com aquilo que se sente. 


As matérias-primas são as experiências, os retalhos são as memórias, as agulhas são as ideias e os fios, quase sempre invisíveis ou ignorados, são as emoções que atravessam a existência humana.


E talvez seja por isso que algumas palavras nos vestem tão bem, enquanto outras nos deixam completamente despidos diante de nós mesmos. 


Existem frases que funcionam como mantos em noites frias, pensamentos que nos servem de abrigo e poemas que parecem conhecer nossas medidas antes mesmo de nos encontrarem.


Mas há também uma responsabilidade nessa arte: palavras podem costurar até feridas, mas também podem abrir rasgos; podem aproximar corações, mas igualmente fabricar abismos. 


A língua é uma ferramenta extraordinária nas mãos de quem compreende que nem tudo o que pode ser dito merece ser pronunciado, assim como nem tudo o que precisa ser dito deve permanecer guardado.


No fundo, talvez a grandeza de quem escreve não esteja na quantidade de palavras que consegue reproduzir, mas na capacidade de escolher aquelas que conseguem permanecer depois que a leitura termina.


Porque o tempo desfaz tecidos, a moda substitui estampas e até as vestimentas mais caras perdem o encanto. 


Entretanto, há palavras que atravessam gerações sem perder a costura, porque foram alinhavadas com verdade, bordadas com sensibilidade e arrematadas com humanidade.


E, se a vida é esse imenso tecido de encontros, despedidas, alegrias e desencontros, escrever talvez seja uma das maneiras mais bonitas de impedir que tudo se transforme em fragmentos.


Afinal, há quem costure roupas para cobrir o corpo, há quem costure histórias para aquecer a memória e há quem, sem perceber, costure palavras tão profundamente que acaba vestindo a alma de quem jamais conheceu.


Eis a nobreza dessa fábrica: nela, não se mede o valor da produção pelo número de peças confeccionadas, mas pela quantidade de vidas que uma palavra consegue tocar sem sequer precisar de mãos para abraçar.

De tantas palavras bonitas que existem para conquistar uma mulher, escolhi o silêncio. Afinal, em silêncio não serei rejeitado, mas também nunca saberei se poderia ter sido amado.

Uma vez eu disse: «Se um dia você se for, perderei metade daquilo que sou». Mas não perdi. Afinal, quem ama de verdade não prende, não força e não implora para que alguém fique. Às vezes, amar também é saber deixar ir.

... Regeneração ...
Primeira : Dentro de mim
Bater ... Batida ... Bateria ...
Energia ... Usina ... Unidade Força ...
Recebo ... Armazeno ... Transmito ...
FONTE : O Pensamento
ORIGEM : 1 ... 2 ... 3 ... :
Deus Pai ... Natureza Mãe ... Universo Caminho ...

Ela, Meu Amor, Minha Escolha.


Se me perguntarem o que é o amor,
Não falarei de flores ou perfeição.
Falarei dela, do seu jeito tão bonito,
De como conquistou meu coração.


Amo seu sorriso, mas também seu silêncio,
Sua força e seu jeito de sonhar.
Amo até suas pequenas imperfeições,
Pois são elas que a fazem singular.


Se a vida pesar sobre seus ombros,
Quero ser o abraço onde possa descansar.
Não prometo impedir as tempestades,
Mas estar ao seu lado quando o céu desabar.


Porque amar não é só dizer "eu te amo",
É escolher, cuidar e permanecer.
É enxergar beleza nos dias difíceis,
É ter mil motivos para não desistir de você.


E se a vida me desse outras escolhas,
Outros caminhos para percorrer,
Eu escolheria novamente seus olhos,
Seu sorriso e a sorte de te conhecer.


Pois entre tantas histórias neste mundo,
Só uma eu gostaria de viver:
Aquela em que envelheço ao seu lado,
E continuo me apaixonando por você.


~ Kenue R. ~

O paraíso é o coração... jardim do Éden das nossas almas...

Bom mesmo é quando a Sorte vem e nos abraça tão apertado que até os nossos pecados se quebram.


Há momentos em que a vida, em sua misteriosa arquitetura, parece conspirar a nosso favor. 


O improvável acontece, as portas se entreabrem, os caminhos se iluminam e aquilo que julgávamos perdido encontra uma maneira surpreendente de retornar. 


Às vezes chamamos isso de Sorte, acaso, destino ou coincidência. 


Talvez porque a linguagem humana, limitada diante dos mistérios da existência, precise dar algum nome àquilo que o coração não consegue explicar.


Mas há uma pergunta que merece ser feita: e se aquilo que chamamos de Sorte for, em determinadas circunstâncias, apenas a maneira discreta pela qual a graça de Deus se manifesta em nossa história?


A teologia nos ensina que a graça não é um prêmio destinado aos impecáveis, tampouco uma recompensa concedida aos que nunca tropeçaram. 


Ao contrário, ela encontra especial significado justamente na fragilidade humana. 


Em Romanos 5:20, o apóstolo Paulo afirma que, onde abundou o pecado, superabundou a graça. 


Existe nessa afirmação uma das mais belas contradições do cristianismo: Deus não precisa encontrar em nós uma história perfeita para escrever um novo capítulo.


Talvez seja por isso que alguns abraços da vida tenham tanta força. 


Não porque apaguem magicamente nossas responsabilidades, mas porque nos devolvem a esperança de que nossos erros não precisam ser a última palavra sobre quem somos.


E aqui reside uma distinção filosoficamente importantíssima: o perdão não é a negação do erro, assim como a Misericórdia não é a absolvição da consciência. 


Ser alcançado pela graça não significa tornar-se indiferente ao pecado, mas adquirir lucidez suficiente para não permanecer prisioneiro dele. 


O verdadeiro arrependimento não é uma moradia permanente na culpa; é uma travessia em direção à transformação.


Santo Agostinho, ao refletir sobre a inquietude humana, compreendeu que o coração não encontra repouso definitivo nas coisas passageiras. 


Talvez porque estejamos sempre procurando, nos acontecimentos exteriores, uma paz que só pode amadurecer no interior. 


A Sorte pode nos oferecer circunstâncias favoráveis, mas somente a sabedoria nos ensina a reconhecer o valor delas.


Afinal, de que adianta receber todas as bênçãos do céu e continuar incapaz de agradecer e mudar de vida? 


De que serve escapar de tantas tempestades se permanecemos carregando tempestades dentro de nós? 


Há pessoas que recebem muito e continuam vazias; outras, mesmo depois de perder quase tudo, descobrem uma riqueza interior que nenhuma adversidade consegue confiscar.


Jesus, em Lucas 15:11-32, nos conta a parábola do filho pródigo. 


Um filho que desperdiça a herança, se perde nas próprias escolhas e, depois de conhecer a escassez, decide regressar. 


O extraordinário não está apenas em sua volta, mas na atitude do pai, que corre ao seu encontro, abraça-o e celebra seu retorno. 


O pai não transforma o passado em inexistente, mas se recusa a permitir que o passado seja maior do que a possibilidade de recomeçar.


Eis uma das mais profundas imagens da Misericórdia divina: um Abraço que não exige que a ferida tenha desaparecido para oferecer acolhimento.


Talvez seja isso que desejamos quando dizemos que a Sorte nos abraçou tão apertado que até os nossos pecados se quebraram. 


Não queremos, necessariamente, escapar das consequências de nossas escolhas; queremos encontrar algo tão profundamente restaurador que nos faça desejar não repetir os mesmos erros. 


Queremos que a vida nos surpreenda com uma oportunidade tão bonita que a velha versão de nós mesmos já não encontre razões para continuar existindo.


Entretanto, existe uma sabedoria ainda maior: não esperar que a sorte nos abrace para aprendermos a ser melhores. 


A Maturidade Espiritual começa quando compreendemos que a bondade não deve depender da abundância, que a gratidão não deve aguardar milagres e que a fé não pode ser apenas um recurso para os dias em que tudo dá certo.


Em Mateus 5:45, Jesus ensina que Deus faz nascer o sol sobre maus e bons e faz chover sobre justos e injustos. 


A passagem nos recorda que a existência não obedece à matemática simplista de que os bons sempre vencem e os maus sempre perdem. 


A vida é mais complexa, a justiça divina transcende nossas percepções e nem toda adversidade representa castigo, assim como nem toda prosperidade significa aprovação.


Por isso, talvez devêssemos aprender a chamar de bênção não apenas aquilo que chega, mas também aquilo que nos transforma. 


Há perdas que nos ensinam desapego, esperas que nos ensinam paciência, quedas que nos ensinam humildade e encontros que nos devolvem a fé na humanidade. 


Nem tudo o que nos acontece é bom, mas até algumas das experiências mais dolorosas podem se tornar matéria-prima para o amadurecimento da alma.


No fim, a grande Sorte talvez não seja ter uma vida sem cicatrizes, mas encontrar razões para não permitir que elas determinem nossa capacidade de amar. 


Não é nunca ter pecado, mas conservar a humildade de reconhecer os próprios desvios. 


Não é jamais cair, mas não perder a disposição de levantar. 


E, sobretudo, não é receber tudo o que desejamos, mas desenvolver uma consciência capaz de reconhecer o que realmente importa.


Porque há Abraços que nos alcançam por meio de pessoas, oportunidades, reencontros e acontecimentos inesperados. 


E há outros - silenciosos e invisíveis - que parecem vir de um lugar onde a Misericórdia não faz perguntas antes de acolher.


Talvez a Sorte seja o nome que damos ao inesperado quando ele nos favorece. 


Talvez a providência seja o nome que a fé atribui àquilo que não consegue explicar inteiramente. 


E talvez a graça seja algo ainda mais extraordinário: a possibilidade de recomeçar, mesmo quando já não encontramos motivos suficientes em nós mesmos para merecer uma nova oportunidade.


Bom mesmo é quando a vida nos Abraça de tal maneira que a culpa perde a voz, o orgulho perde a força, o passado perde o domínio e a alma recupera a capacidade de florescer.


Porque, no Abraço da graça, não são os pecados que simplesmente desaparecem: é a consciência que desperta, o coração que se transforma e o ser humano que finalmente compreende que não nasceu para ser eternamente definido por seus erros, mas também pela coragem de superá-los.


E se um dia a Sorte vier ao nosso encontro, que nos encontre de coração aberto, mãos limpas de ressentimentos e espírito disposto à gratidão. 


Afinal, a maior bênção não é quando Deus muda todas as circunstâncias ao nosso redor, mas quando, mesmo sem mudar todas elas, nos transforma por dentro.


Que a Sorte nos visite, que a Sabedoria nos acompanhe e que a Graça, sobretudo, jamais nos falte.


Amém!?!⁠

Uma rosa é como tu
com uma beleza imensurável deixaste-me uma dor bem memorável

A toxicidade vai criando raízes na forma como a gente pensa, reage e se relaciona. Mudar esses padrões exige prática. É perceber o impulso de reagir como antes e, pouco a pouco, aprender a escolher outra resposta.
E o tempo segue no seu tic-tac. A cada vez que a gente consegue agir de um jeito diferente, o velho hábito perde um pouco da força.

"A narcisista, ao perceber que você não fará suas vontades, recorrerá a indiretas e provocações maldosas."

Eu sou atraído pelo seu olhar de singularidade, onde tudo tende ao infinito, inclusive o amor existente nele.

Uma tarefa pode ser divertida, mas não é brincadeira.

"Ser rico de verdade não é apenas acumular cifras na terra, é ter uma riqueza interior que nenhuma humilhação consegue manchar. Pisem o quanto quiserem; a minha raiz é profunda e o meu destino é o topo do mundo."

"O julgamento alheio é apenas o eco barulhento de quem tem medo da própria mediocridade. Enquanto apontam dedos, eu construo impérios com a matéria-prima dos meus sonhos e a pureza do meu coração."

"Quem tenta pisar em quem já nasceu com a alma dourada esquece de um pequeno detalhe: ouro verdadeiro não se destrói sob os pés; ele se molda, ganha valor e brilha ainda mais forte no topo."