Pensamentos Mais Recentes

“Passei anos acreditando que o amor bastava para esconder o cansaço de um pai que aprendia sozinho a não desmoronar diante dos próprios filhos.”

“A matéria envelhece. O Espírito acumula eras.”

⁠Talvez a polícia recuperasse a Admiração, o Respeito e o “Sinônimo de Idoneidade” que já ostentou por muitos anos se conseguisse se libertar do corporativismo e combatesse criminosos escondidos nela com a mesma rigidez — necessária — que tenta combater fora dela.


A confiança pública nunca foi construída apenas sobre fardas, distintivos ou autoridade. 


Ela nasceu, sobretudo, da percepção de que havia homens e mulheres dispostos a proteger a sociedade até mesmo dos próprios desvios internos. 


Quando essa coerência desaparece, a instituição deixa de ser vista como guardiã da ordem para se tornar alvo de desconfiança, medo e questionamentos.


O corporativismo, quando ultrapassa o limite da lealdade saudável entre colegas, transforma-se em blindagem moral. 


E nenhuma instituição sobrevive intacta quando passa a proteger seus erros em nome da própria imagem. 


O silêncio diante da corrupção, da violência injustificada ou do abuso de poder não preserva a honra da polícia — corrói lentamente aquilo que ela tem de mais valioso: sua credibilidade.


A população compreende que policiais enfrentam riscos, pressões e realidades extremas. 


Compreende também que a Maioria dos profissionais exerce sua função com muita dignidade e muito sacrifício — até da própria vida. 


Mas é justamente por isso que a omissão diante dos maus agentes se torna ainda mais grave. 


Cada criminoso protegido dentro da corporação destrói um pouco do esforço daqueles que vivem honrosa e honestamente sob a segunda pele do braço armado do Estado.


Nenhuma instituição conquista respeito verdadeiro exigindo obediência cega; ela o conquista demonstrando integridade, mesmo quando isso dói internamente. 


A coragem de investigar, punir e expulsar quem desonra a missão policial talvez seja o único caminho capaz de reconstruir a ponte quebrada entre parte da sociedade e aqueles que deveriam só protegê-la.


Porque a autoridade sem ética impõe medo. 


Mas a Autoridade com justiça inspira Confiança.


Aos que não desonram a segunda pele do Glorioso braço armado do Estado, nem a pretexto de passar pano para desvios de conduta de seus pares, meu Eterno carinho, admiração e respeito.


Força e Honra!

“O universo não parece vazio. Parece pedagogicamente organizado para a evolução do ser.”

“Quanto mais o homem investiga a profundidade da realidade, mais encontra vestígios do invisível.”

“O Espírito é a testemunha eterna das transformações da matéria.”

O Gigante de Argila
No ímpeto do encontro, o tremor me invadiu,
Diante do homem-muro, a fala se partiu.
Eu, que das palavras faço ponte e morada,
Fui silenciada pelo nada, na alma intimidada.

Vi em seu olhar a poeira da indiferença,
Onde a dor do outro é sentença ou ausência.
Eu levava o cansaço e o peso da agonia,
Ele, o título frio que de humano nada trazia.

Especialista em normas, mas analfabeto do ser,
Usa a praxe do descaso para não se comprometer.
Dono de um mundo pequeno, cercado de poder,
Não vê que a própria vaidade o impede de crescer.

Na despedida, o gelo tentou me contagiar,Pensei em ser fria, pensei em também me fechar.
Mas me diminuir? Nunca.
É no lutar que me refaço,
Recolho meus dados e ocupo o meu espaço.

Basta da opressão dos que se acham gigantes,
Medíocres que ignoram os corações pulsantes.
Lamentável é o cargo que não conhece a empatia,
Pois quem não sabe cuidar, na verdade, se esvazia.

Poesia de Islene Souza

“O verdadeiro progresso humano começa quando a inteligência deixa de negar a transcendência.”

“O universo não é apenas mecanismo. É também consciência observando a si mesma.”

“A matéria constrói formas. A informação organiza estruturas. O Espírito concede significado.”

​MÃE ESPECIAL

​Ela não pode viver a vida do filho neurodivergente, mas é a extensão dela.

​Lu Lena / 2026

"Talvez o que é… simplesmente é."
-Isaac C. P. Ribeiro

​MÃE, ORVALHO DO CÉU

​Toda vez que uma mãe chora, um anjo desce à Terra e usa suas lágrimas para borrifar e polir todas as estrelas do céu.

Lu Lena / 2026

Cada passo carrega um peso que só quem vive a própria jornada compreende.

"Uma mulher infiel pode engravidar de outro homem e o marido não saber, assumindo a criança como sua, cenário comum em relatos de infidelidade."

Do Álbum: Uma Cadela Egoísta


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Agora que o mar está calmo e as estrelas escurecem a noite, como o fogo que queima a terra e jorram labaredas, os olhos estão ternos ao esquentar a pele e se esquece do ser que foi ontem, pois que tardam todos os horizontes e a mágoa passada já não ressoa na madrugada. Tudo é esquecimento e dormir é um ensaio da morte, mas distante se faz quando se procura um norte, um objetivo de vida mais altivo e sereno a perdoar a chuva quando molha o corpo. O amor não sabe morrer, mesmo que tente insistente. O amor é insolente e faz da alma bruta uma matéria prima resistente. E a face volta no mundo com suas rotas. O ódio é o amor ao inverso, pois que a indiferença é quando o amor se torna anônimo e se esconde em qualquer face da multidão, e a singularidade se desfaz calada, haja visto que tudo se assemelha e o amor tem pressa, tem presa, encontros e desalentos. Minha face ambígua se faz entre corente e ausente, mas não se cala no nada. E lembro sem precisar de fotografia, pois a mente configura a imagem e mente quando diz que já vai tarde. A noite escura me faz ficar sensível como o diabo, como já se dizia. E todos os poetas que me acompanham me pedem que dê outra chance ao abstrato sentimento que só existe nas palavras e em memórias vagas. E se me escondo e me perco, muito mais habito o endereço do amor e suas mil formas de continuar. Pois que minha mente conhece lembranças profundas que se não se esvaem no passar dos minutos. Mas sei também deixar passar se tudo é distância e liberto quem livre não precisa de minha absolvição. Não amo o que se persegue e mais invasivo se faz quanto mais fala. E procuro um equilíbrio em amar tranquila na poltrona de minha sala e apenas ser abrigo quando minha voz é desejada. Quando a indesejada da gente chegar, vai me encontrar tentando tecer um poema e partirei embriagada pelo versos que nunca enviei. Não quero um verso calculado, quero a fluidez de um abraço que comunica duas humanidades que ficam porque querem, porque precisam, se ao outro se inclina e aquece a mão fria. É o que os poetas diriam.

Eu espero que quando a morte chegar eu esteja pronto para partir, sentado à mesa com um livro de recordações, repleto de lembranças boas e outras nem tanto mas que foram necessárias. Eu espero que quando a morte chegar ela me encontre feliz por ter feito coisas das quais gostava e vivido com pessoas que amava. Que em meus últimos segundos de vida tudo tenha feito sentido e que o maior legado tenha sido valorizar a vida que me foi dada pelo Criador.

* circo e pão fakes e deepfakes*
Um povo de barriga cheia nao tem *reclamações* 
Dentro das verdade escorrem palavras...
As palavras jogadas meramente no vazio. Como degetos no banheiro.
A falta de médico e segurança são dogmas da politica social.
As prática do relativismo político é trama do passado e presente.
O circo está armado o palhaço faz discurso eleitoral...? Todos vão ganhar doces privatiza que sara.
Mais ilusões chinelo no pes  de quem anda descalço... novos dilemas na otupia  de deveria cuidar de seu povo* (...)
Um traços da existência contemporânea...

Eu não sou o Paulo Macaia Buiti. O meu nome de registro no bilhete nacional apenas é Paulo Macaia e nada mais.

“O homem destrói o amanhã quando trata o hoje com indiferença.”

“A eternidade costuma esconder-se dentro de minutos aparentemente comuns.”

“Quem amaldiçoa o presente prepara um futuro igualmente miserável.”

“O instante presente é o único território onde o destino aceita ser alterado.”

Minha escola tem nome: eremonopsicofilosofante. Onde só há um professor: Pauleremonopsicofilosofante.

“Todo futuro admirado pelos homens já foi um presente ignorado.”