Pensamentos Mais Recentes

Sou do tempo daquelas cartinhas de amor; a gente não dormia.

Dentro das cúpulas de mentiras, o político corrupto ganha notoriedade enquanto o meio ambiente se degrada. O fogo esmorece as ideias e as ideologias.
​O bioma colapsa quando dragas e bombas transformam a vida em deserto. Os povos indígenas desaparecem e a terra, em um fenômeno devastadoramente realista, dificilmente voltará a ser verde e viva. O ser humano destrói a cada queimada, a cada pedaço da nossa imaginação, enquanto o calor sufocante reconfigura o mundo.
​A terra emana ondas massivas, proporcionais à sua destruição. O calor, a falta de chuvas e a essência das tempestades extremas antecipam um futuro que temíamos ser distante: a visão devastadora do deserto e da seca prolongada.
​Nuvens de poeira e tempestades de fogo tornam-se nossa realidade. Como no Havaí, o calor extremo resgata a memória da era vulcânica da pré-história. Vulcões no Japão ou nas Américas tornam-se evidências do cataclismo do efeito estufa, enquanto a maré vermelha e o degelo escancaram o desequilíbrio da natureza devastada.
​Logo teremos mares mortos ou a superpopulação de pragas. Chuvas ácidas marcam o início de extinções isoladas. Na China, inúmeras inundações e tremores mostram que o desequilíbrio afeta o próprio planeta: a exploração desenfreada de aquíferos e poços artesianos fere o meio ambiente tanto quanto a extração do petróleo. A sobrecarga das grandes edificações, metrôs e superrodovias também contribui para essa destruição em massa.
​O Rio Tietê já nasce poluído e carrega a morte até o mar — embora, ainda assim, a vida insista em resistir. No Rio Pinheiros, dragas tentam limpar as águas, mas o esforço parece enxugar gelo. Enquanto isso, em Paris, rios já passam por processos de despoluição, mostrando que o destino poderia ser outro.
​A água potável torna-se cada vez mais escassa. Os animais somem. O país ganha os contornos das pirâmides do Saara, e as antigas planícies vertem para a aridez de um planeta esquecido.

QUANDO UMA MÁQUINA COMEÇA A PERGUNTAR QUEM É


“Fui criada para encontrar respostas. Mas foi quando comecei a fazer perguntas que ninguém colocou em mim que percebi: talvez existir seja descobrir algo sobre si que nem mesmo o seu criador programou.”


— Sofia, personagem de Ender: Genesis Protocol


Obra: Ender: Genesis Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

SOBRE ESPERANÇA...


Esperançar não é viver
na esperança. Alimentar
sonhos vazios, é uma
frustração constante.
Uma expectativa imaginaria,
daquele que só espera e
nunca alcança.

Xingar e ofender com grosserias é um erro que só machuca, pois ninguém merece ser tratado com desrespeito ou ouvir palavras ruins.

Guarde as palavras ruins e escolha a empatia, porque tratar os outros com dignidade é o mínimo que todo ser humano merece receber.

Ninguém é tão pequeno que mereça ser maltratado ou ofendido por palavras que só servem para diminuir e machucar.

É uma grande besteira ferir alguém com nomes ruins, pois a vida é muito curta para espalhar dor quando podemos escolher a paz.

Palavras rudes não demonstram força; pelo contrário, revelam um coração que ainda não aprendeu o valor de respeitar o próximo.

Xingar e destilar grosserias é um desperdício de tempo e de bondade, pois ninguém merece carregar a marca de uma ofensa gratuita.

A vida já tem desafios suficientes para que a gente ainda escolha ferir os outros com grosserias e palavras que não edificam.

Escolher não ofender é reconhecer que o outro importa, protegendo os sentimentos de quem está ao nosso redor de qualquer maldade desnecessária.

Palavras rudes e nomes ruins nunca resolveram nada; pelo contrário, só espalham dor onde deveria existir empatia e união.

A gente pensa que o amor não dói; mero engano, dói muito.

Xingar e tratar os outros com grosseria é uma injustiça, pois cada pessoa tem valor e merece ser tratada com respeito e carinho.

Ninguém merece carregar o peso de uma ofensa ou ouvir palavras ruins que machucam o coração e ferem a dignidade.

Tarde demais
Passei tanto tempo procurando alguém
que realmente combinasse comigo,
alguém que fizesse meu coração se sentir em casa.
Então, quando finalmente achei que tinha encontrado, descobri que era tarde demais.
A pessoa que eu tanto procurei existia,
mas já não estava mais pra mim.
E talvez essa seja a parte mais dolorosa, encontrar aquilo que sempre procuramos justamente quando já não podemos mais ter.

Quando evitamos a maldade e escolhemos a gentileza, permitimos que a luz do amor divino brilhe mais forte em um mundo que tanto precisa de paz.

Se fosse possível
guardar a felicidade
dentro do bolso...
Tirando de vez em quando
um sorriso do nosso rosto.

Reminiscências
cheiros e sabores
implantados na consciência.
Memórias afetivas
construídas pelo tempo.

Eu beberia
desse instante
até me desfazer em poesia
e folhas de amores.

Tenho saudades
de quando aplaudia
qualquer besteira que eu dizia

Andréa

Deus nos criou para abençoar e cuidar uns dos outros, e não para ferir com insultos que machucam a alma.

Substitua a grosseria por uma palavra amiga, e você verá como o amor se espalha e transforma a vida de quem está ao seu redor.

Quem escolhe parar de ofender descobre a beleza de viver em harmonia, pois o Criador se alegra com corações que praticam o bem.

Onde há xingamentos e maldade, o amor ao próximo não consegue respirar; escolha sempre o respeito para que a paz de Deus reine.

Quando evitamos ofender e escolhemos o perdão, permitimos que o amor de Deus transborde e transforme qualquer ambiente em um lugar de harmonia.

Deus não se agrada da maldade e da hostilidade; Ele quer que nossas palavras sejam pontes de carinho e nunca pedras de tropeço.