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Pensamentos Mais Recentes

"A riqueza da Terra é medida pelo que se acumula; a riqueza de Deus na Cidade Santa é medida pelo que se compartilha na eternidade."

"Enquanto o mundo luta por trilhões de dólares, a Cidade Santa usa o nosso maior tesouro como pavimento: lá, o ouro é apenas o asfalto que conduz ao Rei."

Sem aplausos, sem julgamentos, sem expectativas — o que voce escolheria fazer? Essa pergunta nao é sobre isolamento. E sobre verdade.

“Seguimos com sonhos herdados, com promessas nao cumpridas, carregando expectativas de quem nunca viveu nossas vidas.”

Sou um devoto da beleza que a natureza nos oferece, uma alma que se deleita em cada sopro de vento e em cada raio de sol que beija a Terra.

—"Sede da própria alma."


Voe anseiamente!
Desapegue de tuas quimeras.
Escute isso,
incoerente morcego.


Morda-me! 
E faça de minha essência,
Relevância à estranheza 


Voe inevitavelmente!
Enlouqueça!
Arda pela tentação.


Voe pelo breu vasto da carência.
Mostre tuas asas 
trêmulas à degustação!


Desperte-se pelo deserto 
de vastos lírios
da provocação.


Seduza os pobres 
espíritos que 
anseiam de obsessão.


Enojado de discrepâncias,
Logo,
Deves estar efêmero à tolerância. 


Termino tua sede,
Vivido à
conscientizar tua arrogância.


(Autora; Sther de'Lavíe)

Não preciso de conselhos de quem não sabe ser um exemplo!

Tem gente que nos corrige de forma tão elegante que acaba nos enriquecendo.

Algumas pessoas sobrevivem mesmo que mortas; embora nem as tenhamos visto, e às vezes sequer tenham existido, algo resta: ideias, histórias, imaginários. Outras pessoas, mesmo que vivas, são para nós como se estivessem mortas, também há diversos contemporâneos aos quais são inexistentes para nós.

quem me olha acha que não conheço as coisas. sou tão mais inteligente do que a lebre. mesmo devagar consigo trabalhar com calma, tem mais resultado.

A morte não é o afogamento no rio da vida, mas é o mergulho que nos conduz à outra margem.

Não se ressinta pela raiva, não a julgue nem a reduza, apena saiba direcionar, não ceda a violência, mas saiba fazer dela um condutor para a calma, para um pensamento mais humano.
Não deixe que ela te domine, mas torne ela um combustível, um combustível para entender o que não fazer, um combustível para o que é correto a se fazer.
Não se entregue a dor.

Se você fosse um livro, eu te leria
Se você fosse música, eu cantava
Se fosse poesia, eu recitava
E se fosse bebida, eu beberia

Se fosse um erro, eu errava
Mas, se fosse um acerto, eu acertava
Se tivesse à venda, eu comprava
Se tivesse perdido, eu te achava


Você traz movimento pro meu tédio
E teus olhos pra mim são um remédio
Pra minha dor que me curam todo dia

Você é como um gole da bebida
Que a gente rejeita toda vida
Porque só uma dose já vicia

Quem tem expectativa, cria ansiedade e depressão por qualquer coisa...

Eu me tornei sagaz diante dos percalços da vida.

Eu decidi não gostar de você não por ego, mas por amor a mim mesmo.

Só sei uma coisa: onde eu estou, faço o meu trabalho com excelência, categoria e inteligência 🪬🧠 Além disso, trago energia para o ambiente, o que somente, os sábios iram notar.

Só sei de una coisa: onde eu estou, eu faço o meu trabalho com excelência, categoria e inteligência 🪬🧠

⁠Desde que a FIFA passou a pensar com os pés, a torcida com as cabeças dos outros, nossos futebolistas já não usam nem eles, nem a cabeça.


Talvez o problema nunca tenha sido exatamente o futebol, mas o que fizemos dele.


Um jogo que nasceu como expressão espontânea de corpo, inteligência e improviso foi sendo lentamente capturado por interesses que preferem o automático ao criativo, o previsível ao genial.


Pensar com os pés, nesse contexto, deixou de ser metáfora poética da habilidade e virou sintoma de uma inversão: decisões tomadas longe do campo, desconectadas da essência do jogo.


A torcida, por sua vez, que antes era extensão pulsante da arquibancada, passou a reproduzir discursos prontos, terceirizando até suas próprias emoções.


Já não se vibra apenas pelo que se vê, mas pelo que se manda sentir.


E quando a emoção deixa de ser autêntica, ela facilmente se transforma em massa de manobra — barulhenta, intensa, mas pouco consciente.


E os jogadores?


Esses parecem cada vez mais pressionados a cumprir roteiros invisíveis.


Entre contratos, estatísticas e expectativas infladas, o improviso — que sempre foi a alma do futebol — vai sendo sufocado.


Jogar com a cabeça, no sentido mais nobre, exige liberdade para pensar, arriscar e errar.


Mas, em um ambiente onde o erro custa caro demais, a criatividade se torna um luxo perigoso.


No fim, talvez estejamos todos participando de um jogo que já não reconhecemos completamente.


Um jogo onde se corre muito, fala-se demais e pensa-se de menos.


E aí, ironicamente, aquilo que sempre nos encantou — a inteligência que nasce do corpo em movimento — vai sendo substituído por uma coreografia previsível, eficiente… e cada vez menos humana.

"Um caráter sólido é construído no silêncio de uma mão estendida, não no barulho de uma conquista egoísta."

Na teoria, a vida se vive na prática. Pratique isso!

O que o mundo chama de “semana santa” eu chamo de dias difíceis — pois
começa na folia e termina na cruz.


—Onaile A Prudent

“Fique perto de pessoas que te motivam, pois são elas que acendem luz quando tudo parece escuro, que despertam em você uma força que nem sabia que existia…

São presenças raras, que não só ficam, mas transformam, te elevam e fazem a vida ganhar mais sentido…”

ALUCINAÇÃO OU VISÃO
(A libertação pelos respingos da cruz) 


Vi o holocausto
e a natureza morta entre pedregulhos.
Nasceram ervas daninhas,
e me alimentei do ar, da água, da terra…
Sombras do tempo envoltas em mistério,
sem presente, passado ou futuro.
Fui rastejando
nesse filete de luz letal
que delineia os córregos
como lanterna na minha escuridão…
Mergulhei em lágrimas,
naufraguei no fundo do estuário.
Nesse cenário inglório
— pálida e sem vida —
ouço anjos tocando harpa
num inferno sem calvário.
Atordoada, louca e sem noção,
vejo minha alma levitando no espaço
enquanto meu corpo decompõe-se no chão.
Nessa caótica alucinação,
abro os braços e vejo Jesus.
No rosto, respingos do sangue sacro:
a paz me resgata,
e enfim me liberto. 
Abro os olhos e desperto! 


Lu Lena / 2026

Se pudéssemos ouvir o que é dito sobre nós em nossa ausência, talvez fôssemos mais cautelosos com os sorrisos que oferecemos.

Inserida por fabiocabral