Pensamentos Mais Recentes
O abandono da ortodoxia cristã e a remoção dos marcos doutrinários da Igreja primitiva geram um vácuo teológico. Sem o referencial da Verdade, a presente geração sofre apostasia, tornando-se um alvo vulnerável para falsos profetas e falsos mestres.
Ao dar as costas à sã doutrina e desprezar os limites históricos estabelecidos pelos pais da Igreja, uma geração perde sua bússola teológica. Esse esvaziamento dogmático a deixa vulnerável e espiritualmente indefesa contra os ventos de doutrina e o engano dos falsos mestres.
De quando em quando
Silenciosamente…
Profundamente...
O som do vento corta o silêncio
de quando em quando.
Te amo
Silenciosamente.
Profundamente...
De quando em quando?
Não!
Sempre
.... e eternamente...
De quando em quando
apenas
“o ruído de um bonde”
corta “o silêncio
como um túnel.”
De quando em quando silente...
Nunca permanente...
Sempre profundamente.
Rosangela Calza
Acredite que amanhã será melhor que hoje,se você pensar coisas boas, coisas lhe acontecerão.
Nossos pensamentos são imã e atraem todas as vibrações do universo.A felicidade é plena quando elevamos o nosso pensamento para bem.Portanto crie seu mundo imaginário de acordo com seus desejos e todo universo vai se unir a você.
Seja o melhor de você!
Seja o melhor pra você!
"Talvez todos nasçamos com uma missão. O desafio não seja encontrá-la, mas despertar a consciência de que ela sempre esteve dentro de nós, esperando o momento certo de florescer."
O FALSO CALCANHAR DE AQUILES DO ESPIRITISMO.
A Verdade Moral de Kardec que o Movimento Antirracista Precisa Ler.
Parte III
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Introdução
O falso dilema do suposto racismo de Allan Kardec.
O problema das leituras anacrônicas.
A necessidade de retornar às fontes originais.
I — Tom, o Cego: o caso que desmonta o preconceito racial
Contexto histórico de 1867.
Escravidão, frenologia e teorias raciais.
A análise filosófica de Kardec.
A genialidade de Tom como demonstração da universalidade do Espírito.
II — A reencarnação como demolição metafísica do racismo
O Espírito não possui raça.
O corpo como instrumento transitório.
A pluralidade das existências.
A fraternidade universal.
III — A questão 803 de O Livro dos Espíritos
Igualdade perante Deus.
Igualdade espiritual versus desigualdade social.
O significado profundo da expressão "O sol brilha para todos".
IV — Questões 804 e 806
Aptidões diferentes.
Livre-arbítrio.
Desigualdade como obra humana.
Responsabilidade coletiva.
V — O grande equívoco de parte do Movimento Espírita
Espiritualização da desigualdade.
Alienação social.
O perigo do fatalismo.
A reencarnação como educação e nunca como punição.
VI — O Espiritismo diante das questões sociais
Racismo.
Xenofobia.
Intolerância.
Violência.
Exclusão.
Capital e desigualdade.
Justiça social à luz de Kardec.
VII — Deolindo Amorim, Herculano Pires e a participação social do espírita
O espírita dentro do mundo.
Política pública e responsabilidade moral.
Caridade e fraternidade como ação transformadora.
VIII — O verdadeiro calcanhar de Aquiles
Não é Kardec.
Não é a Codificação.
É a leitura superficial.
É o desconhecimento das obras fundamentais.
É o abandono da metodologia kardequiana.
Conclusão
Mostrando que o caso de Tom, o Cego, permanece uma das mais contundentes refutações filosóficas do racismo escritas no século XIX, revelando que a Doutrina Espírita dissolve qualquer pretensão de superioridade racial ao afirmar a unidade essencial do Espírito e a universalidade da reencarnação. A igualdade proclamada por Kardec não elimina a responsabilidade humana diante das desigualdades sociais; ao contrário, amplia o dever moral de combatê-las. O verdadeiro "calcanhar de Aquiles" do Espiritismo não reside em sua Codificação, mas nas leituras fragmentadas, descontextualizadas e dogmáticas que obscurecem seu caráter profundamente racional, progressista e humanista.
Fontes.
Allan Kardec. Revista Espírita, fevereiro de 1867 — "Tom, o cego, músico natural".
Allan Kardec. Revista Espírita, abril de 1862 — "Perfectibilidade da raça negra. Frenologia espiritualista".
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos, questões 803, 804 e 806.
Deolindo Amorim. O Espiritismo e os Problemas Humanos.
Marcelo Caetano Monteiro et al. Espiritismo, Educação, Gênero e Sexualidades: um Diálogo com as Questões Sociais.
Frase final
"Enquanto houver um único ser humano julgado pela cor do corpo e não pela grandeza do Espírito, ainda estaremos aprendendo a lição que Kardec escreveu há mais de um século e meio, mas que muitos ainda não tiveram a coragem de compreender."
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Amor... saudade eterna
Vieste, pra minha vida, um dia vieste.
E me deste toda a felicidade do mundo, me deste.
Foste, o amor da minha vida, foste.
E um dia te foste.
O amor eterno prometido,
em mil pedaços partido.
O amor eterno “que prometeste”
“era bem pouco e cedo se acabou”...
Partiste...
Triste me deixou...
Mas “de ti conservo no peito a saudade celeste” que do eterno amor ficou...
Amor eterno... em saudade eterna se transformou.
Rosangela Calza
Noite quase morta
Da noite quase morta
Surgem sombras quase vivas...
Povoam a noite...
Sempre há tanto escondido nas sombras da noite.
Tic... tac tic... tac
O tempo passa...
Noite noturna, soturna... melancólica e perfeita.
O escuro tenebroso, denso, se afasta.
Tic...tac tic... tac
Num clarão, a noite é desfeita.
Morre a noite...
Noite, tua escuridão não mais importa.
“O córrego chora.”... Vela, a noite morta!
Rosangela Calza
Minha estrada
É comprida esta estrada à minha frente
E vazia de gente.
Não é a minha estrada nem a mais bela, nem a mais feia...
É minha... vou seguindo por ela
Às vezes a tudo tão indiferente.
Às vezes se apresenta tão vazia... às vezes tão cheia.
Esta estrada que a cada dia se faz
Não tem forma de voltar atrás...
É só seguir em frente... em frente... em frente.
Ela é tão igual e tão diferente.
Às vezes ela me parece tão certa...
Às vezes, a estrada mais errada.
Mas dela não saio por nada.
Conheço o que meus pés podem pisar.
Conheço os obstáculos que consigo ultrapassar.
Conheço o que me pode fazer parar.
E a minha estrada é generosa comigo...
Desconhecida, sim...
Depois de cada curva não sei o que ela reserva pra mim...
Mas sei que, seja o que for, minha estrada é feita pra se encaixar de forma perfeita em mim.
... do começo ao fim.
Rosangela Calza
Olhem para o estado da igreja atual. Como podemos discernir o falso se não nos importamos em conhecer o verdadeiro? Se não há paixão pelas Escrituras, se não há temor ao estudar a teologia ortodoxa, e se desconhecemos o testemunho dos pais da igreja primitiva, nosso julgamento está corrompido. A nossa ignorância doutrinária é o solo fértil onde os falsos mestres prosperam sem serem contestados.
"O orgulho nos faz acreditar que somos capazes de ocupar lugares para os quais ainda não estamos preparados. A humildade, porém, nos ensina a reconhecer nossos limites, crescer com sabedoria e assumir apenas aquilo que somos capazes de sustentar."
A capacidade de discernir os falsos ensinamentos e proteger o rebanho depende da nossa imersão na Palavra, do aprendizado com a história dos primeiros cristãos e do compromisso com a teologia ortodoxa. Sem essas balizas, identificar os falsos mestres torna-se uma tarefa humanamente falha.
Liderar o lar é um chamado elevado e profundo. Trata-se de esvaziar-se do ego e lavar os pés daqueles que você ama. A verdadeira liderança não domina, mas serve no amor e na graça de Cristo.
No padrão do Evangelho, a verdadeira liderança espiritual inverte a lógica do poder humano: ela se move para baixo. Liderar biblicamente é imitar a Cristo, que trocou a coroa pela bacia de servo, esvaziando-se de si mesmo para dar vida aos seus.
A cultura tenta nos moldar e ditar o que é real, mas ela é apenas uma construção mutável e caída do mundo. Já o Evangelho é a verdade viva e inegociável de Deus, que desmascara as nossas ilusões e nos convida a uma vida de liberdade autêntica, centrada unicamente na pessoa de Cristo.
Honrar a mulher da aliança é a expressão mais profunda do Evangelho vivido em casa; é o alicerce que dá aos filhos a segurança emocional, a raiz do afeto e a certeza de que a graça de Deus se faz carne na história da família.
A cultura molda nossas percepções e cria seus próprios ídolos, mas não define a realidade. O Evangelho é a verdade absoluta que expõe essas ilusões, oferecendo uma identidade segura, graça transformadora e uma bússola inabalável para a vida em um mundo em constante mudança.
Examinai tudo e retende o bem.
(1 Tessalonicenses 5:21)
Paulo não disse para aceitar tudo sem pensar. Ele ensinou a provar, avaliar, discernir. Isso significa que toda mensagem, toda atitude e todo ensinamento devem passar pelo filtro da Palavra de Deus.
O cristão não deve ter uma fé baseada apenas em pessoas, títulos ou posições, mas em Cristo e na verdade das Escrituras.
O Evangelho não se curva às correntes do nosso tempo; ele permanece como a verdade definitiva e imutável que expõe as ilusões do coração humano e reordena a nossa visão do mundo.
O coração humano é incapaz de render afeição àquilo que a mente não compreende, pois o amor genuíno pressupõe a revelação; só podemos verdadeiramente amar o que passamos a conhecer, e só passamos a conhecer aquilo que nos foi graciosamente instruído.
A nossa maior submissão sempre será ao Senhor. A autoridade humana é saudável quando permanece debaixo da autoridade da Palavra.
A maturidade espiritual não é aceitar tudo sem discernimento, nem rejeitar toda autoridade; é aprender a avaliar tudo à luz da Palavra de Deus.
Não se iluda: quem terceiriza os filhos para as escolas da Babilônia moderna não pode exigir deles o caráter do Reino de Deus. A Babilônia formata aquilo que a nossa omissão entrega. Quando eles voltarem para casa como autênticos babilônios, a culpa não será do império que os educou, mas dos pais que os abandonaram na porta do palácio.
