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Viver em um mundo onde o ódio é o que mais existe é difícil. É difícil saber que nem todos aceitam a imperfeição e a felicidade das outras pessoas. Machuca. Mas, sabe, machuca principalmente aqueles que, em algum momento, não se curaram de algo causado em algum momento de sua vida, por outros ou por eles mesmos. E viver nessa infelicidade, onde não se agrada a ninguém, e o fato é que, se é vivido, é vivido pelos outros e não por si mesma, isso é o que mais machuca.
Ninguém está feliz, e, ao estar infeliz, a infelicidade deixa os outros infelizes.
Então, que vivemos, no fim, em um mundo onde nossa própria felicidade importe mais do que a dos outros, porque, no final mesmo, é sobre a gente, e, ao sermos felizes e nós mesmos, os outros passam a ser também.
A visão e a indignação seletivas dizem muito menos sobre o mundo
e muito mais sobre quem olha para ele.
Pensar isso é reconhecer que, muitas vezes,
a indignação não nasce da injustiça em si,
mas da conveniência.
Indigna-se quando dói no próprio território,
silencia-se quando o dano beneficia, protege ou confirma crenças.
A visão seletiva é uma forma sofisticada
de cegueira:
olha, mas não vê;
vê, mas escolhe esquecer.
E o que dizer?
Que a indignação seletiva não é ética,
é estratégia.
Não é consciência,
é cálculo moral.
Não é empatia,
é espelho.
Ela grita contra certos absurdos
enquanto cochicha cumplicidades
diante de outros.
Aponta o dedo com uma mão
e tapa os próprios olhos com a outra.
Talvez a frase mais honesta seja esta:
Quem escolhe quando se indignar
já escolheu de que lado não está.
✍©️@MiriamDaCosta
1575
"Passei a crer em 'Alter Ego' ('em Mim, Comigo e também Com Migo'), depois de eu passar por experiencias até então não explicadas. Impressionante! Passei a crer e ainda creio, incontestavelmente! (Pelo menos 'em Mim, Comigo e também Com Migo', para que não haja dúvida)!"
A situação política no Brasil nunca esteve tão polarizada assim. De um lado, a direita com seu conservadorismo bastante rígido, resistente a várias mudanças do dia a dia. Do outro, a esquerda que tem causado bastante polêmica, afetando a moral e a ética do país de forma bastante contundente, regadas a corrupção e oportunismo.
1574
"Não tenho como confirmar mas contaram-me que o grande Manuel Bandeira, quando menino, encontrou-se, no bonde, com ninguém menos que Machado de Assis! (Eu sequer sabia que eles eram contemporâneos). Mas... Imaginem a emoção!
E, para ficar bem com o Maior de Todos, Manuel Bandeira teria dito que havia lido todos os livros do 'Bruxo do Cosme Velho'. Desconfiado, Machado começaria a fazer perguntas, quando a 'próxima parada' salvou o Menino Futuro Grande Poeta: ele precisou descer ali mesmo, HeHeHe!"
1573
"Quando o Grande Ataulfo Alves prometeu nova música para Clara Nunes, surgiu a beleza que diz assim: 'Quis você pra meu amor / E você não entendeu / Quis fazer você a flor / De um jardim somente meu...' O que poucos sabem é o nome do parceiro do Ataulfo, nessa composição. O mais improvável dos parceiros. Pesquise, caso não lembre! (Da composição 'Você Passa Eu Acho Graça', de Ataulfo Alves e...)."
1572
"Então, eu sussurrei para minha nova namorada: 'Hoje eu acordei com saudades de você / Beijei aquela foto que você me ofertou / Sentei naquele banco da pracinha só porque / Foi lá que começou o nosso amor'. Ela conhecia e sabia que Eu não era o Autor, HeHeHe! (Da composição 'A Praça', autoria realmente não minha e sim do Midas Carlos Imperial, o mesmo do 'Dez, Nota Dez'!)"
1571
"Já a Década de 1980 foi a maior explosão de Grupos (que chamam de 'Banda') e de Cantores e Cantoras do chamado Rock Brasileiro. Nunca tanta gente boa e canções com tanta qualidade havia surgido até então. Rebusquem a memoria é confirmarão!"
1570
"Ainda por falar em 'Década de 1970' foi com ela e nela que vivi e fui testemunha ocular e auditiva de dois fenômenos... Uma Grande Alegria e uma Desgraça, respectivamente a Conquista do Tricampeonato de Futebol, pelo Brasil (com aquela Seleção irreparável) e o anuncio de que 'O Sonho Tinha Acabado' , pela voz do John. Alegria e Tristeza, respectivamente!"
Disseram que orar não é exatamente falar com Deus. É reconhecer o desespero. Atirar-se ao chão porque é tudo que você pode fazer. Meio como ter o coração partido e pensar: “Me ligue. Por favor, mude de ideia.” “Me aceite de volta.”
Subir ao palco é muito contraintuitivo. O corpo todo grita quando você aparece diante a plateia. Não há onde se esconder.
A religião trata de uma ilusão coletiva, impalpável e sem base factual, mas que molda a percepção do real; ela se torna poderosa porque prefere inventar um sentido a aceitar a incerteza do desconhecido.
Ame meus netinhos como amei você. Ensine o valor do trabalho duro e do planejamento. Prepare-os para uma vida feia e também bonita. Imprevisível. Sempre mudando. Exceto por uma coisa. Mostre que o amor de mãe nunca se apaga, nunca enfraquece. É constante. Contínuo. Persistente.
Nós, humanos, somos capazes de causar tanta miséria. Tanta crueldade. Tanta dor. E mesmo assim, mentir é o que fazemos de mais perigoso para os outros e para nós mesmos.
Todos nos escondemos atrás da versão que apresentamos ao mundo. Mas as pessoas não mudam. Não de verdade. Não por dentro.
