Pensamentos Mais Recentes

Primeiro precisei me perder em dores e lágrimas para reconhecer:
Eu sou a pessoa mais importante da minha vida.
A prova? DNA único. 
Não existe cópia. 
 
Van Escher 🦁

​"Até quando vamos ter que esperar alguém partir para que possamos nos ver e nos entender? A mudança só depende de mim, só depende de você. Basta uma atitude nossa: o perdão. Afinal, perdoar é o que tira o fardo das costas."

Estou em uma fase da vida em que não aceito estagnação,
minha meta é evolução, disciplina e transformação.
Tudo aquilo que já não ressoa com a minha energia,
eu corto sem medo, sem culpa, sem nostalgia.
Na minha caminhada só permanece quem vem para somar,
quem tem foco, propósito e vontade de prosperar.
Quem vibra na mesma frequência, permanece na direção,
quem escolhe o atraso, fica pelo caminho, sem continuação.
Minha alma e minha vida pedem avanço, não regressão,
pois nascer para crescer sempre foi minha maior missão.
A jornada aqui é clara, e o destino já está traçado:
seguir sempre em frente, nunca para o passado.

Ah, o Amargor

Ah, o amargor…
Saudade da doçura
de um sorriso sincero,
da felicidade que um dia foi pura.

Te quero — tanto —
que já não importa a idade,
nem o tempo que leve
pra reencontrar essa verdade.

Qual idade eu preciso alcançar
pra sentir tudo novamente?
Eu já senti o amor…
e hoje carrego o amargo presente.

Matei cedo demais
o que era vida em mim,
um amor tão inteiro
que não merecia ter fim.

Sou juiz e sou réu,
culpado, confesso — condenado,
crimes contra quem mais amo,
um coração que deixei marcado.

E pago, dia após dia,
com o gosto amargo da culpa,
com o peso do autoengano
que a alma nunca oculta.

Ah, o amargor nos meus lábios
toda vez que lembro de você,
de cada gesto, cada expressão…
e de tudo que deixei morrer.

Falei de sorriso — mas não me escondo:
não sou vítima dessa dor,
fui eu quem apagou o primeiro brilho
dos olhos do meu grande amor.

Ingênuo… não soube amar.
Hoje você segue, com outro alguém,
e eu só espero, em silêncio,
que nunca sinta o que eu sinto também.

Que não prove esse amargor,
essa saudade que não tem fim,
do seu “bom dia” perdido no tempo…
e de tudo que restou em mim.

Assinado:
Seu grande amor.

Raphael Bragagnolle

Morar em condomínio é uma aventura, mesmo sem natureza, estamos cercados por selvagens.

REVISTA ESPÍRITA _ 1859 » MAIO


Mundos intermediários ou transitórios .


Vimos, numa das respostas dadas no artigo anterior que, ao que parece, haveria mundos destinados aos Espíritos errantes. A ideia desses mundos não perpassava na mente de nenhum dos assistentes e ninguém nela teria pensado se não fora a espontânea revelação de Mozart, o que constitui uma nova prova de que as comunicações espíritas podem ser independentes de toda opinião preconcebida. Com o objetivo de aprofundar esta questão, nós a submetemos a um outro Espírito, fora da Sociedade e por intermédio de outro médium, que não tinha nenhum conhecimento do assunto.





1. (A Santo Agostinho) ─ Existem mundos que servem de estações aos Espíritos errantes, ou como pontos de repouso, conforme nos disseram?


─ Existem, mas apresentam diferentes graus, isto é, ocupam posição INTERMEDIÁRIA ENTRE OS OUTROS MUNDOS , conforme a natureza dos Espíritos que os procuram e que aí gozam de maior ou menor bem-estar.


2. ─ Os Espíritos que habitam esses mundos podem deixá-los à vontade?


─ SIM. Os Espíritos que os habitam podem afastar-se para ir aonde precisem. Imaginai-os como aves de arribação pousando sobre uma ilha a fim de refazerem as suas forças para prosseguirem em busca do seu destino.


3. ─ Os Espíritos progridem enquanto estacionam nesses mundos intermediários?


─ Certamente. Os que assim se reúnem fazem-no com o fito de instruir-se e poderem mais facilmente obter permissão para irem a melhores lugares e alcançar a posição dos eleitos.


4. ─ Esses mundos, por sua natureza especial, são perpetuamente reservados a Espíritos errantes?


─ Não. Sua situação é transitória.


5. ─ São habitados simultaneamente por seres corpóreos?


─ Não.


6. ─ Têm uma constituição semelhante à dos outros planetas?


─ Sim, mas a superfície é estéril.


7. ─ Por que essa esterilidade?


─ Aqueles que os habitam de nada precisam.


8. ─ Essa esterilidade é permanente e devida à sua natureza especial?


─ Não. Eles são transitoriamente estéreis.


9. ─ Então esses mundos são desprovidos de belezas naturais?


─ A Natureza se traduz pelas belezas da imensidade, não menos admiráveis que as que chamais belezas naturais.


10. ─ Há desses mundos em nosso sistema planetário?


─ Não.


11. ─ Desde que se trata de um estado transitório, a Terra estará um dia nesse número?


─ Ela já esteve.


12. ─ Em que época?


─ Durante a sua formação.





NOTA: Mais uma vez esta comunicação confirma a grande verdade de que nada é inútil na Natureza. Todas as coisas têm um fim, um destino; nada é vazio, tudo é habitado; a vida está em toda parte. Assim, durante a longa série de séculos decorridos antes do aparecimento do homem na face da Terra; durante esses lentos períodos de transição, atestados pelas camadas geológicas; antes mesmo da formação dos primeiros seres orgânicos, sobre essa massa informe; nesse árido caos onde os elementos se confundiam, não havia ausência de vida. Seres que não tinham as nossas necessidades, nem as nossas sensações físicas aqui se refugiavam. Quis Deus que, mesmo nesse estado imperfeito, ela servisse para alguma coisa. Quem, pois, ousaria dizer que entre esses milhares de mundos que circulam na imensidade, um só e dos menores, perdido na multidão, teria o privilégio exclusivo de ser povoado? Qual seria, então, a utilidade dos outros? Deus tê-los-ia criado apenas para deleitar os nossos olhos? Suposição absurda, incompatível com a sabedoria que brilha em todas as suas obras. Ninguém contestará que há nesta ideia dos mundos ainda inadequados à vida material e no entanto povoados por seres vivos apropriados ao meio, algo de grandioso e de sublime, onde talvez se encontre a solução de muitos problemas.


TEXTOS RELACIONADOS:


_O Livro dos Espíritos » Parte Segunda - Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos » Capítulo VI - Da vida espírita » Mundos transitórios
_O Livro dos Espíritos » Parte Segunda - Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos » Capítulo VI - Da vida espírita » Mundos transitórios » 234
_O Livro dos Espíritos » Parte Segunda - Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos » Capítulo VI - Da vida espírita » Mundos transitórios » 235
_O Livro dos Espíritos » Parte Segunda - Do mundo espírita ou mundo dos Espíritos » Capítulo VI - Da vida espírita » Mundos transitórios » 236
Revista Espírita 1859 » Maio » Música de além-túmulo » Chopin.

Ao pessimista famélico, a vida é pão dormido.

“Os bons momentos da vida 
vivemos ao lado de pessoas especiais,
Os maus momentos… 
Quando o destino as levam.”

Quanto mais sou 
Mais mereço ser

A finitude da vida..... não é só a perda da presença; é uma pessoa inteira que vira silêncio e matéria. Isso faz todas as renúncias sem sentido parecerem gritantes.


Isto leva a uma reflexão: a de identificar o que já está morto dentro da sua rotina e o que ainda pulsa.


Pare e pense: do que você sente mais falta em você? Quem era você antes de virar só sustentação? Então não é sobre um sonho isolado. É sobre sentir que a sua existência inteira virou manutenção.


Você trabalha. Aguenta. Resolve. Entrega. Sustenta. Segura os outros.


Mas internamente existe um ser olhando para a própria vida e pensando: “em que momento eu vou começar a viver para mim?”

Você tem razão…
estou distante do que é eterno,
e às vezes, distante de tudo...


Às vezes eu penso…
Às vezes eu sinto…
Às vezes eu amo…
Às vezes, sou feliz.


E quando essas partes de mim se silenciam,
é como se eu deixasse de ser por inteiro…
como se faltasse algo que ainda não encontrei.
Porque nada permanece,
o “sempre” não mora neste mundo.
Ainda assim, guardo em mim uma certeza serena
de que um dia serei completo,
quando encontrar aquilo que realmente importa
não só para o agora,
mas para a eternidade…
até que, em algum tempo, eu me torne uno com o universo,
sem precisar mais retornar.
E se esse dia ainda não for agora,
seguirei nesta vida ou em outras
até descobrir, enfim,
o que realmente significa amar.

Nós homens amamos mulheres geniais, o que não suportamos são as de gênio forte.

“Respirar pesa,
como se o ar tivesse memória.
E ainda assim eu fico,
carregando um silêncio
que só quer… paz.”

O tempo não negocia.


A gente sempre fantasia que depois faz:


depois descansa,
depois viaja,
depois ama,
depois muda,
depois cuida de si,
depois realiza.


Só que o “depois” não vem com contrato assinado.

A natureza é subestimada, por algumas zebras, a anta por exemplo é muito inteligente, mas é invejada e discreta. Sejamos felizes como as antas e discretas, claro.

A caneta!




Comprei uma caneta,
toda coberta em ouro,
Em um papel eu escrevi:
Querida tu és o meu tesouro.


A sua escrita brilhava,
parecia puro cristal,
em cada traço que eu dava,
mas que coisa genial.


Escrever é um dom,
mas tu és a fonte,
de minha inspiração,
viver sem te, eu não consigo.
Longe de te, perco a razão;
deusa da minha vida,
Mulher; do meu coração.




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        ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
              TONNY SOUZZA

Não olhe meus olhos 
Você não vai ver minha alma 
Você vai se afogar 
No lago das lágrimas 
Que não choro 
Se afogar 
Sem retorno 
Só se afogar 
E nada mais 


Dentro dos olhos 
Dói menos que no coração

“Quem pedala na chuva — leva lama nas costas!” - (BIGORNA)


—Onaile A Prudent

A força da mulher não está nos ovários, mas na retórica, isso deixa o homem de saco cheio.

Não quero luxo e nem riquezas




Não quero luxo e nem riquezas, nada comparado assim.
Só quero que Deus me dê, Juventude até o fim.
Pois na minha mocidade, deixei de servir a Deus
para cair na vaidade.
Fui atrás da idolatria, servir a caboclos e guias
Se não fosse o amor de Deus, no inferno eu estaria.
Mas, o seu amor sincero, do inferno me resgatou.
Hoje estou livre pelo seu imenso amor.
Aleluias e glórias, ao meu eterno Salvador.
Que morreu na cruz, e meus pecados pagou.
Não quero luxo e nem riquezas, nada comparado assim.
Só quero que Deus me dê um coração transformados,
Que enquanto aqui eu viver, que eu viva sempre ao seu lado.
___________________________________
                ANTÔNIO ARAÚJO DE SOUZA
                               TONNY SOUZZA

Tudo nasce do ínfimo: uma letra, uma sílaba, o esboço de uma palavra que se torna parágrafo. Ainda que pareça sem nexo ou direção, o essencial é o movimento. O progresso se faz milímetro a milímetro, lembrando que todo grande salto é precedido por um rastro discreto. Na vida, como na escrita, passos longos começam pequenos.

Se a maldade vem do berço, que não chegue ao túmulo.

Eu me aprofundei onde você só molhou os pés… e, ainda assim, fui eu quem quase se afogou tentando te alcançar.

- O Evangelho Segundo o Espiritismo -
A COERÊNCIA ENTRE A PALAVRA E O SER.
A advertência contida no capítulo 18, item 8, de O Evangelho Segundo o Espiritismo não se limita a uma exortação moral superficial. Trata-se de um princípio de rigor ético absoluto, que estabelece a supremacia da coerência entre aquilo que se professa e aquilo que se vive.
A sentença evangélica registrada em Evangelho de Mateus 5:19 enuncia uma lei de responsabilidade espiritual que transcende o discurso e alcança o domínio das ações. Não basta reconhecer a autoridade do bem, nem pronunciar fórmulas de devoção. O critério que rege a justiça divina é a prática efetiva da lei moral. Aquele que viola os mandamentos, sobretudo influenciando outros à transgressão, compromete não apenas a si mesmo, mas amplia o desequilíbrio no tecido moral coletivo. Por isso, é considerado “o menor”, não por condenação arbitrária, mas por consequência lógica de sua própria conduta.
Em contrapartida, aquele que cumpre e ensina, isto é, que harmoniza ação e palavra, eleva-se na hierarquia espiritual. Aqui se revela um princípio antropológico profundo. O ser humano não é julgado por sua aparência religiosa, mas por sua estrutura íntima, por sua adesão real ao bem. A pedagogia do Cristo não admite a duplicidade moral. Há, portanto, uma exigência de autenticidade que se impõe como condição de progresso.
A exortação “Nem todos que dizem Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus” constitui uma crítica direta à religiosidade meramente formal. Sob a ótica da razão espírita, essa passagem desvela a insuficiência do ritual desprovido de transformação interior. A fé, para ser legítima, deve ser raciocinada, consciente e operante, conforme estabelece a codificação kardequiana. Crer, sem viver, é instaurar uma cisão interna que inviabiliza o avanço espiritual.
Daí decorre a necessidade de um movimento integral do espírito. Ler, meditar, estudar, conhecer, viver, praticar e divulgar não são etapas isoladas, mas dimensões interdependentes de um mesmo processo de assimilação da verdade. O conhecimento que não se converte em conduta torna-se estéril. A prática que não se fundamenta no entendimento degenera em automatismo.
A declaração “Espiritismo, doutrina consoladora e bendita, felizes os que te conhecem e tiram proveito dos teus ensinamentos” revela um ponto essencial. O consolo verdadeiro não reside na promessa vazia, mas no esclarecimento que ilumina a consciência. Somente aquilo que se compreende pode ser incorporado de modo duradouro. O consolo espírita não anestesia, ele esclarece. E ao esclarecer, responsabiliza.
Quando se afirma que “Deus é amor, e aqueles que amam santamente ele os abençoa”, apresenta-se a síntese suprema da lei moral. Amar santamente não é um sentimento passivo, mas uma disposição ativa de viver segundo a justiça, a caridade e a verdade. A bênção divina não é privilégio, mas efeito natural da sintonia com essa lei.
Assim, a lição central deste trecho impõe-se com clareza inexorável. Não é o verbo que eleva o homem, mas a vivência. Não é a aparência de fé que o transforma, mas a sua incorporação na intimidade do ser. Entre dizer e fazer, é no fazer que se decide o destino espiritual.

*A venda do Brasil*
Força dos governadores de direita vendem a terra para exploração e também seja um território estrangeiro.
Alienação política gera riqueza e trás respostas ao Paradoxo do  rico e pobre.
Interferência estrangeira nos países são claras expostas para sermos escravos da nações invasores.
Sera obstáculo da alienação povo título o gado.