Pensamentos Mais Recentes

O mundo seria menos tedioso se os medíocres percebessem o óbvio.

Priorize sua paz. Proteja sua mente. Viva leve!

As pessoas invejam os troféus porque não sangraram nos combates.

Passei anos procurando custo escondido em empresa. O maior era sempre o que ninguém olhava.

O dono da casa onde moro precisou realizar uma obra, o que me impedirá, por um tempo, de aproveitar a parte da casa de que mais gosto: o lugar onde faço minhas leituras, descanso e relaxo a mente. Por isso, precisei mudar algumas coisas de lugar.
Enquanto organizava meu cantinho de leitura, que é tão importante para mim, deparei-me com esta imagem.
E foi ali, em meio a algo tão simples, que enxerguei o cuidado de Deus. Percebi o quanto Ele prepara até os mínimos detalhes quando estamos dispostos a nos entregar aos Seus cuidados.
Pode parecer algo bobo, pequeno demais para ser mencionado, mas meu coração reconheceu, naquele instante, a imensidão do amor de Deus. Porque, às vezes, Ele nos lembra de Sua presença não por meio de grandes acontecimentos, mas nas pequenas coisas, naquilo que muitos talvez nem percebam, mas que, para nós, carrega um significado enorme.
Obrigada, Senhor, porque, mesmo em meio à minha fraqueza e sem merecimento algum, o Senhor continua cuidando de mim. Até nos detalhes mais simples, o Teu amor me alcança e me lembra que nunca estou desamparada.
Que eu nunca perca a sensibilidade de reconhecer a Tua presença nas pequenas coisas. Amém.

Depois de quase quatro anos longe das redes sociais, percebi o quanto existe paz em ser "low profile".            
    Aprendi a proteger minha mente, meu coração e a escolher melhor aquilo e a quem dou acesso à minha vida. Mas, ao voltar, neste ano, sinto como se estivesse reencontrando sensações e sentimentos que, durante muito tempo, ficaram para trás. 
      Essa experiência me fez perceber o quanto o ambiente em que estamos, e pessoas que convivemos podem influenciar a nossa paz. 
       Hoje, entendo que não preciso absorver tudo, acompanhar tudo ou estar próxima de pessoas que não compartilham dos mesmos valores que eu. Me afastar também é uma forma de cuidar de mim.
      Gosto da tranquilidade de pensar por mim mesma, de estar perto de quem amo e de preservar aquilo em que acredito.Nem tudo merece acesso à minha vida, e nem tudo precisa ocupar espaço dentro de mim.
      E, se voltar me fez perceber o quanto eu estava em paz longe de tudo isso, talvez seja hora de priorizar novamente aquilo que faz bem à minha alma.

Quem diz ser liberto, mas precisa falar constantemente das correntes, ainda carrega algemas internas, culpa ou saudades.

O Prédio que Aprendeu a Escutar distingue memória de permanência: lembrar não deveria significar permanecer ferido.

Uma organização que nunca esquece pode se tornar incapaz de recomeçar. O Prédio que Aprendeu a Escutar enfrenta esse perigo.

O Prédio que Aprendeu a Escutar lembra que a memória institucional também pode adoecer.

Há memórias que sobrevivem porque foram registradas e outras porque nunca conseguiram desaparecer. O Prédio que Aprendeu a Escutar reúne as duas.

O Prédio que Aprendeu a Escutar transforma documentos antigos em espelhos de pessoas contemporâneas.

O arquivo morto talvez seja apenas o lugar onde a instituição coloca aquilo que não sabe mais como escutar. O Prédio que Aprendeu a Escutar parte dessa hipótese.

O Prédio que Aprendeu a Escutar faz do arquivo uma espécie de memória material daquilo que os indivíduos não conseguiram elaborar.

Toda pasta possui um conteúdo; algumas carregam também uma história. O Prédio que Aprendeu a Escutar percebe essa segunda camada.

O Prédio que Aprendeu a Escutar sugere que algumas instituições são grandes máquinas de lembrar aquilo que as pessoas tentam esquecer.

Arquivar não significa necessariamente esquecer. O Prédio que Aprendeu a Escutar transforma o arquivo em prova de permanência.

O Prédio que Aprendeu a Escutar pergunta o que acontece quando sentimentos precisam caber em campos administrativos.

Quando a dor vira protocolo, alguma coisa humana fica pelo caminho. O Prédio que Aprendeu a Escutar percorre esse caminho.

O Prédio que Aprendeu a Escutar mostra que a burocracia possui uma linguagem para tudo, menos para aquilo que dói sem formulário.

O Direito encerra processos; a vida nem sempre encerra acontecimentos. O Prédio que Aprendeu a Escutar explora essa diferença.

O Prédio que Aprendeu a Escutar lembra que uma pessoa pode pedir justiça quando, no fundo, precisa que alguém reconheça que sua dor existiu.

Nem todo processo procura uma sentença; alguns procuram reconhecimento. O Prédio que Aprendeu a Escutar começa justamente aí.

O Prédio que Aprendeu a Escutar transforma o processo em metáfora daquilo que a pessoa ainda não conseguiu concluir dentro de si.

Há processos que terminam juridicamente e continuam emocionalmente. O Prédio que Aprendeu a Escutar habita esse intervalo.