Pensamentos Mais Recentes
“A mentira clínica pode esconder uma verdade afetiva: a necessidade desesperada de ser visto, cuidado e reconhecido.”
Do livro Síndrome de Munchausen — A Dor Fabricada, o Sofrimento Real: Uma Jornada entre o Engano e o Pedido de Socorro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há dores que não encontram palavra e, por isso, tentam existir no corpo como ferida, exame, internação ou pedido silencioso de cuidado.”
Do livro Síndrome de Munchausen — A Dor Fabricada, o Sofrimento Real: Uma Jornada entre o Engano e o Pedido de Socorro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Na Síndrome de Munchausen, o sintoma pode ser fabricado, mas o sofrimento psíquico que o sustenta muitas vezes é real.”
Do livro Síndrome de Munchausen — A Dor Fabricada, o Sofrimento Real: Uma Jornada entre o Engano e o Pedido de Socorro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há violências que confundem a consciência porque chegam primeiro como promessa, acolhimento e aparente proteção.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A saída começa quando a vítima deixa de chamar a corrente de cuidado e reconhece que proteção verdadeira não humilha.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O cárcere emocional começa quando a pessoa já não sabe se fica por amor, por medo, por culpa ou por não lembrar mais quem era antes.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Amor verdadeiro não exige que a alma desapareça para que o vínculo continue existindo.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Fragmentos fragis da frustração humana.
Pensar por pensar e ser fragmentado.
Ser lúcido e estar bebado....
Ser o ser natural puro senso natural.
Dentro do paradoxo a vida é um mero detalhe o capital manda no mundo.
Sua futilidade humana é simplicidade digitalizada em creditos.
Ser por ser no ser abstrato e fragmentado na profundidade da alienação social e religiosa.
Tudo o que busco agora é a simplicidade de uma casa no campo, o canto dos pássaros e o som de Zé Ramalho ecoando no silêncio.
Olha pra mim.
Olha para o que me tornei ao longo desses três anos. Não para alguma versão antiga de mim, nem para expectativas guardadas em alguma gaveta do passado. Olha pra mim, agora. Nos meus olhos. No que existe diante de você.
Percorre com calma a textura do que venho me tornando. Passa os olhos pelo meu corpo, pelo meu semblante… e não se assusta.
Quero que me decifre. E eu não tenho dificultado a tua leitura. Estou aqui, me revelando inteira, com falhas, cicatrizes, vulnerabilidades e verdades que nunca souberam mais se esconder.
Olha pra mim.
Entra pelos meus olhos e percebe o que a tua ausência causou em mim. Tenho queimado por ti em silêncio há tanto tempo… Me toca, não só com os olhos.
Olha pra mim e vê se consegue enxergar o tamanho do que te guardei, de tudo o que ficou aqui, apertado no peito, esperando um lugar para existir.
Estende as tuas mãos e me puxa pra junto de você. Me sacode. Baila comigo. Me faz sentir que ainda existe espaço para nós em algum canto do teu caos.
Olha pra mim e vê se consegue se enxergar, nem que seja um pouco, ao meu lado… nos teus sonhos, nas tuas vontades, nos teus dias distraídos.
Vê se eu caibo aí, nessa tua bagunça bonita. Me encaixa. Me ajeita. Ou simplesmente me permita encontrar abrigo em ti.
Mas, antes de tudo… olha pra mim.
Não nasci para performar santidade, fingir sobrenome ou vestir a carcaça que o seu padrão exige; se a minha falta de religião, de luxo ou de vaidade te incomoda, o problema é do seu ego, não da minha existência.
No intervalo entre o golpe e a resposta,
a alma revela domínio sobre si
ou se confessa escrava do impulso.
O mundo está cheio de gente rica de aparências e miserável de alma, que idolatra o preço do que veste, mas não vale o chão que pisa. Vivem uma comédia de luxo e santidade encenada para esconder o vazio de quem só é alguém se tiver um rótulo colado na testa.
“Julgar quem permaneceu é fácil; difícil é compreender a mente quando ela aprende a sobreviver dentro do medo.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Quem necessita de palco apenas encena virtudes;
o verdadeiro espetáculo da virtude é a paz, o silêncio e o propósito.
“O vínculo traumático nasce quando a esperança se agarra às migalhas de ternura para suportar o peso da violência.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando o mínimo cuidado vem de quem também ameaça, a alma pode chamar de amor aquilo que era apenas alívio.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
