Pensamentos Mais Recentes
Muitas das vezes a incerteza de competência regula e aprimora a melhor qualidade do serviço prestado. Sempre é muito importante estarmos atentos a tudo, em si preparados para algo que sai errado e precisamos inovar com uma resposta rápida e criativa.
Comece assim, como Eu...
Saber que você, sim, você pode, assim como eu, ter pensamentos presos na mente querendo soltá-los, mas não, fica aí nessa prisão sem motivo... Liberte-se!!!
No dia nublado que eu tanto aprecio, pois que me apetece o frio, sinto na alma um alívio dos tormentos que assolam ao meio dia, se é tarde e o pôr do sol se esconde no horizonte. Estou em paz no silêncio da sala, que muito mais me fala do que apenas um ambiente, já que acolhe meu ser ambivalente, sem nada questionar. Minha vida hoje são retratos que eu pinto e me perco nos minutos ao estudar cores, complementares, análogas ou monocromáticas. E seleciono uma por uma para compor a paisagem com a paciência contemplativa de quem esquece o tempo e o espaço. Aquietam-se os pensamentos e por um momento eu não penso em nada, apenas analiso a combinação triangular entre o vermelho, o amarelo e o azul. Dou uma pausa para registrar o dia e não sinto tristeza nem alegria, apenas uma calma profunda. Penso nas altas montanhas que escalei, em que a neve fria era mortal e nada me aquecia. O senhor é meu pastor e nada me faltará. A ciência não resolve tudo, mas eis que apascenta, se um novo tratamento me salva do mar que eu me afogava. E posso atravessar o dia sem lembrar das dores que me consumiam. Tenho fé em Deus, na ciência e na medicina e estou otimista como nunca, se a roseira pede sol e água fria, muito mais me alivia não ter angústia para escurecer a poesia. E pássaros alados voam no espaço e o mar entra em erupção e suas larvas são água doce que se bebe ameno, no peixe dourado ao vibrar escamas na lama densa que constrói uma habitação. Os olhos estão serenos e caminham horizontes de largas colheitas que se avista de longe, no ressoar de uma canção se uma apresentação delicada, me deixa ainda mais tranquila, se é paz o que espero da vida e muito mais me convida a sentar e apreciar. Se sou sensível e me atormenta a ironia, o que mais eu pediria, palavras que oscilam entre o delicado e o enérgico. A arte que me apraz se sou antiga e em uma cantiga posso me despir do medo e me entregar ao amor, que já não é mais segredo, consciente que de longe melhor habita, pois que o amor se esvai na vida cotidiana do mercado, que destrói o que há de sagrado. E te amo como uma obra de arte que não, já que fomos feitos para apreciar, se essa é uma condição levarei o amor no coração e não gritarei nos telhados para não acordar os passarinhos, que a natureza é sutil e cresce no seu tempo. Não hei de apressar o movimento. Se olho com serenidade o amor que nasceu na cidade e se estende pela eternidade. Tudo o mais é conformidade se o peito não sabe mais sofrer, muito mais alegria desejo a você. E que Deus venha se impor e perdoe minha mudança de humor. Que assim seja, nosso amor firmeza. E no diário sol, rogai por nós o girassol. Além.
A Beleza da Autenticidade: Quando você abraça sua singularidade, você vive de forma mais genuína. Tentar se moldar ao gosto dos outros é exaustivo e, no final, insustentável. P.G
Conexões Reais: Pessoas que aceitam sua "diferença" são aquelas que geralmente valorizam quem você realmente é, criando laços muito mais profundos e verdadeiros. P.G
A escrita foi o primeiro lugar onde consegui existir sem precisar me explicar.
Muito antes dos livros, dos projetos, das entrevistas, da comunicação profissional ou da construção pública da minha trajetória, existia apenas uma menina tentando encontrar uma forma silenciosa de permanecer inteira dentro de si mesma.
Eu comecei a escrever muito cedo.
Tão cedo que, durante muito tempo, nem percebi que aquilo tinha nome.
Enquanto algumas crianças aprendiam a falar sobre o que sentiam, eu observava.
Observava os silêncios das pessoas.
Os desconfortos escondidos atrás de respostas rápidas.
As mudanças sutis de comportamento.
Os olhares cansados.
As emoções interrompidas no meio da frase.
Desde pequena, eu sentia o mundo de forma intensa demais para caber apenas na superfície das conversas comuns.
E talvez tenha sido exatamente por isso que a escrita apareceu tão cedo na minha vida.
Ela não surgiu como escolha estética.
Surgiu como necessidade emocional.
Escrever era a maneira que eu encontrava de organizar aquilo que ainda não sabia explicar.
Enquanto o mundo seguia rápido do lado de fora, eu escrevia para desacelerar o que acontecia dentro de mim.
E naquele espaço silencioso entre pensamento e palavra, algo começava lentamente a fazer sentido.
A escrita foi o primeiro lugar onde não precisei simplificar minha percepção para caber no ritmo das outras pessoas.
Porque existem experiências humanas que não conseguem nascer completamente na fala.
Alguns sentimentos precisam de pausa.
Precisam de tempo.
Precisam atravessar silêncio antes de virarem linguagem.
E foi escrevendo que comecei a entender algo que me acompanha até hoje:
nem toda comunicação acontece através da voz.
Algumas das conexões mais profundas da vida acontecem quando alguém finalmente encontra palavras para sentimentos que carregou sozinho por anos.
Talvez por isso eu nunca tenha conseguido escrever de maneira superficial.
Para mim, palavras nunca foram apenas ferramentas.
Elas sempre carregaram presença.
Cada frase que escrevo nasce primeiro da observação humana.
Da escuta.
Da tentativa de compreender aquilo que geralmente passa despercebido nas pessoas.
Porque eu sempre senti que existiam dores muito silenciosas escondidas dentro de pessoas aparentemente funcionais.
Existiam mulheres cansadas sendo chamadas apenas de fortes.
Existiam crianças tentando sobreviver emocionalmente enquanto ainda aprendiam a existir socialmente.
Existiam pessoas sorrindo em ambientes onde já estavam emocionalmente ausentes há muito tempo.
E sem perceber, fui transformando tudo isso em escrita.
Não para produzir efeito.
Mas porque era a única maneira honesta que encontrei de permanecer conectada ao mundo sem me afastar de mim mesma.
A escrita se tornou meu espaço de tradução interna.
Ali eu conseguia transformar excesso em clareza.
Confusão em percepção.
Silêncio em linguagem.
E durante muito tempo, meus cadernos guardaram partes minhas que eu ainda não conseguia mostrar para ninguém.
Ideias soltas.
Perguntas difíceis.
Reflexões inacabadas.
Medos que eu ainda não compreendia totalmente.
Observações sobre pessoas que talvez nem imaginassem o quanto revelavam através dos pequenos detalhes.
Hoje entendo que comecei a escrever antes mesmo de saber exatamente quem eu era.
E talvez tenha sido justamente a escrita que me ajudou a construir essa resposta ao longo dos anos.
Porque escrever nunca foi apenas sobre produzir textos.
Foi sobre aprender a existir emocionalmente sem me abandonar no processo.
Foi sobre encontrar uma forma legítima de comunicação em um mundo que muitas vezes exige rapidez de pessoas profundamente sensíveis.
Talvez por isso meus livros nunca tenham sido apenas projetos editoriais.
Cada obra carrega experiências emocionais que passaram primeiro por dentro de mim antes de chegarem até o leitor.
Cada texto nasce de algo que precisei observar, sentir, compreender ou sobreviver emocionalmente de alguma forma.
Porque eu nunca consegui escrever apenas para informar.
Eu escrevo para tentar alcançar lugares humanos que normalmente permanecem sem linguagem.
O cansaço que ninguém valida.
A solidão escondida dentro da funcionalidade.
As perguntas silenciosas que as pessoas fazem para si mesmas durante a madrugada.
O medo de não ser compreendido.
A exaustão de precisar parecer forte o tempo inteiro.
E talvez tenha sido exatamente aí que descobri o verdadeiro poder da escrita.
Palavras não servem apenas para transmitir ideias.
Às vezes, elas devolvem reconhecimento emocional para alguém.
Às vezes uma pessoa lê uma frase e sente, pela primeira vez em muito tempo:
“alguém finalmente conseguiu traduzir isso.”
E sinceramente… existem poucas formas de conexão humana tão profundas quanto essa.
Com o tempo, percebi que escrever não diminuía a complexidade da vida.
Mas me ajudava a atravessá-la sem endurecer emocionalmente.
Porque a escrita não exige perfeição.
Ela exige verdade.
E verdade emocional talvez seja uma das coisas mais raras da nossa época.
Hoje, olhando para tudo o que construí, consigo perceber que muito antes da profissão existir, a escrita já estava lá.
Silenciosa.
Discreta.
Paciente.
Me esperando crescer até entender que ela nunca era apenas um talento.
Era linguagem da alma.
Era percepção organizada em humanidade.
Era a forma mais honesta que encontrei de tocar o mundo sem precisar gritar para ser ouvida.
No fim, percebi algo que mudou completamente minha relação com as palavras:
eu nunca escrevi apenas para publicar livros.
Eu escrevi para deixar partes minhas respirarem fora de mim.
E talvez seja isso que um texto verdadeiramente humano faça.
Ele atravessa o silêncio de alguém
e sussurra, com delicadeza:
“você não foi o único a sentir tudo isso.”
E se tuas escolhas forem sempre em direção ao que se torna fácil ao ponto de fugir de seus desafios, prepare-se, você jamais conhecerás a fundo aquilo que poderia ter se tornado.
Vencer o orgulho exige Humildade para reconhecer falhas e Coragem para demonstrar Vulnerabilidade. P.G
Não julgar alguém por um erro é um ato de Empatia e Sabedoria, pois todos falham e o aprendizado faz parte da jornada humana. P.G
"Nosso coração precisa de muito amor,
essa é a verdade."
Porque o amor sempre resolve os problemas... É incrível. As vezes parece que não... As vezes a gente acha que acabou tudo, mas o amor sempre reconstrói tudo. É impressionante.
A "Queda" do Justo: O conceito bíblico de que "o justo cai sete vezes e se levanta" sugere que mesmo pessoas íntegras enfrentam dificuldades, fraquezas e erros, mas sua característica é a capacidade de se arrepender e recomeçar, não a perfeição. P.G
Dia- 14: Que sombra merece ser acolhida hoje?
- Eu acolho minha sombra como parte da luz.
- Acolher traz entendimento e força.
- Acolher transforma dor em saber.
- Acolher me faz inteiro novamente.
- Acolher devolve equilíbrio e voz.
- Acolher é gesto que cura e abre.
- Acolher é ponte para a liberdade.
Não se culpe por se sentir mal. Sentir-se mal com o erro alheio demonstra que você tem valores firmes. P.G
Feedback é sobre quem entrega, não apenas sobre quem recebe. 🎯
O feedback é gratuito e diz muito mais sobre o emissor do que sobre o receptor. É, acima de tudo, um gesto de educação. Para quem espera uma resposta, o simples fato de saber que algo não poderá ser entregue no momento já serve como um propulsor. 🚀
Você já esteve do outro lado? Sentindo-se "menos importante" por ter que cobrar uma resposta que deveria ser natural? ⏳
Infelizmente, a correria do dia a dia tornou-se a desculpa perfeita. Mas ser cortês e ter empatia é levar a sério as pessoas que esperam de você a atenção necessária.
O que diferencia os excelentes? 🌟
Eles não tratam as pessoas com diferença baseada em posições. Eles aprenderam que dar feedback é um gesto simples e que "falta de tempo" não justifica falta de educação.
O feedback é simples, rápido e tem um poder grandioso.
Seja excelente. Comece agora mesmo: dê um feedback a quem espera e faça a mudança.
Sei que o tempo é pouco quando se ama,
Então não peço pra esperar,
Eu quero aproveitar cada segundo
Pra te beijar, te amar.
Porque o tempo é passageiro,
Mas hoje quero te eternizar
Em meus braços e te beijar,
Ignorar o tempo e as coisas
Que não significam nada.
Pois hoje eu tenho tudo,
Eu tenho você pra amar.
Deixe-me eternizar nosso amor
Neste beijo.
A minha deusa
Por Marcio Melo
