Pensamentos Mais Recentes
Pós-Cappuccino
ou A Batalha Peristáltica
no Sentido Hânus
(Michel F.M.)
Numa radiante abafada vulcânica manhã,
Após dias de ausência por parte das fibras,
A prisão de ventre, é a forma mais cruel
De encarceramento.
Liquidado o último prato sujo,
Pia molhada vazia,
Louça úmida,
Secava.
Fui ao toillet,
Enviei um torpedo plutônico, de proporções soviéticas,
Dispositivo barulhento,
Emitindo sons ridículos e aromáticos.
Esta mensagem não seria correspondida,
A descarga emocional contida nela
Era singular
E jamais se repetiria,
Em igual magnitude;
O desafortunado papel de péssima qualidade castigado,
Despencou no receptáculo derradeiro;
As pantalonas decolaram,
Até ganhar estabilidade, no cinto afivelado.
Seria até mesmo poético,
Se não fosse o fedor putrefato,
De molho à bolonhesa,
Com gás mostarda.
Mas enfim,
Nem sempre poesia cheira bem.
E com relação ao mecanismo de ejeção,
Fidedigno profissional da logística;
Remessa enviada com sucesso.
Agora caberia aos recursos naturais
Cumprirem seu ofício,
Fazendo a recepção,
Servindo como destinatários.
Era uma manhã de terça,
Recordes pulverizados na maratona.
Como de costume,
Eu estava propositalmente atrasado.
(Delírio Absoluto da Multidão Atônita - Trilogia Mestre dos Pretextos)
OS CRÍTICOS DE QUEM SÓ DESEJA VIVER E SER AMOR.
Há uma antiga tensão antropológica entre o impulso à autenticidade e a necessidade social de normatização. Sempre que um indivíduo decide viver segundo a ética do amor, sem artifícios de dominação ou jogos de poder, ele torna-se um ponto de ruptura dentro da lógica competitiva que rege muitos ambientes humanos.
A história confirma esse padrão. Quando Jesus de Nazaré proclamou a primazia do amor sobre a lei, conforme registrado nos Evangelhos do Novo Testamento, foi incompreendido pelos legalistas de seu tempo. A mensagem era simples, porém revolucionária. Amar acima de tudo e ao próximo como a si mesmo. Não se tratava de sentimentalismo, mas de uma ética estrutural, capaz de reorganizar a sociedade.
De modo semelhante, Allan Kardec, em "O Evangelho segundo o Espiritismo" de 1864, define a caridade como benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. Essa tríade moral é profundamente exigente. Não é frágil. Exige maturidade psíquica e domínio das próprias paixões.
O crítico, contudo, muitas vezes reage por mecanismos psicológicos de projeção. Ao deparar-se com alguém que escolhe amar em vez de competir, que prefere a serenidade ao conflito, sente-se confrontado com sua própria inquietação interna. O amor genuíno funciona como espelho moral. Ele desnuda as carências ocultas e as agressividades não resolvidas.
Na psicologia profunda, esse fenômeno pode ser compreendido como resistência do ego às experiências que ameaçam sua estrutura defensiva. O amor autêntico dissolve fronteiras rígidas. Ele não se submete facilmente à lógica da disputa. Por isso incomoda. Ele revela que é possível viver sem a hostilidade como método.
Sob o prisma sociológico, a crítica também decorre do temor ao diferente. Quem vive segundo princípios éticos elevados subverte padrões implícitos de comportamento. Não participa de jogos de manipulação. Não responde à violência com violência. Não se alimenta da maledicência coletiva. Tal postura desestabiliza pactos silenciosos que sustentam ambientes medíocres.
Viver e ser amor não significa ingenuidade. Significa disciplina interior. Significa escolha consciente. Significa recusar-se a reproduzir a brutalidade emocional do mundo.
Os críticos continuarão a existir. Sempre existiram. A história humana é marcada por essa tensão entre luz e sombra. Contudo, a integridade daquele que ama não depende da aprovação externa. Depende da coerência entre consciência e ação.
Quem escolhe o amor como princípio estruturante da existência não está fugindo da realidade. Está reformulando-a desde dentro.
E ao persistir nessa escolha silenciosa, transforma-se no testemunho vivo de que a grandeza moral não grita, apenas permanece.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Podemos estar ao lado de pessoas que têm bens, status e conquistas visíveis.
Podemos conviver com quem possui muito do que é material.
Mas nada disso impressiona quem aprendeu a valorizar o simples.
Porque ter, é algo que os olhos veem.
Mas ser, é algo que o coração sente.
De que adianta tanto por fora, se por dentro falta essência?
O verdadeiro valor não está no que se acumula,
mas no caráter, na paz, na humildade e na forma como se trata as pessoas.
Quem entende isso não se deslumbra com riqueza.
Se conecta com verdade.
Ó Deus de Abraão, Isaac e Jacó,
Perdoa os meus erros, me livra do pó.
Enche-me, Senhor, com Teu Santo Espírito,
Faz de mim Teu vaso, Teu templo bendito.
Usa minha vida pra Te glorificar,
Que a Tua presença venha me guiar.
Criador da terra, do céu e do mar,
Teu Nome é Santo, digno de exaltar!
⸻
(Coro)
Deus Poderoso, sempre fiel,
Tua voz ressoa do céu ao cordel.
Tua presença é tudo que eu sou,
Teu amor eterno foi quem me salvou!
Liberta minha alma daquilo que passa,
Me dá Tua benção, me cobre com Tua graça.
O Teu caminho é estreito, eu sei,
Mas é seguro, e eu sigo Tua Lei!
⸻
(2ª Estrofe)
Nas horas difíceis, vem me guardar,
Livra-me, ó Pai, do que quer me parar.
Das coisas do mundo que o tempo destrói,
Me dá Tua unção que tudo constrói.
Ensina-me a andar com firmeza e fé,
Mesmo se a vida me levar ao pé.
Que eu não desista, que eu não pare não,
Pois sei que Teu amor é direção!
⸻
(Coro)
Deus Poderoso, sempre fiel,
Tua voz ressoa do céu ao cordel.
Tua presença é tudo que eu sou,
Teu amor eterno foi quem me salvou!
Discernimento e sabedoria, Senhor,
Pra caminhar nos Teus passos de amor.
Do ontem, do hoje, do sempre serás,
Meu Deus eterno, que nunca me deixará!
⸻
Final (Cântico de oração)
Em nome de Jesus, eu venho clamar,
Que Tua misericórdia venha me alcançar.
Não só hoje, mas por toda a vida,
És meu Pastor, minha rocha erguida,
O rei da minha vida,
Senhor Jesus tú és a luz que me conduz
Sou um visionário independente, guiado por intuições profundas que desvendam mistérios e transformam o cotidiano em algo extraordinário. No amor, valorizo conexões que respeitam a liberdade mútua, onde mentes inovadoras se encontram sem amarras, criando um mundo só nosso.
Quem corre atrás de um homem adúltero, adúltera também é; e da mesma forma, quem corre atrás de uma mulher adúltera, adúltero também é.
Golias era gigante, mas era tolo por acreditar que era invencível. Davi era pequeno, mas era inteligente ao ponto de crer que, em Deus, ele podia derrubar qualquer gigante."
A paz e o amor devem dominar os nossos pensamentos.
A paz e o amor devem reinar no coração das pessoas.
Quem pensa que, nos dias do profeta Samuel, o povo estava ansioso para ter um rei se engana. A realidade é que a nação estava cansada de ter que ouvir a voz de Deus através dos profetas.
Memória e História.
Preservar a história.
Manter viva a memória.
Construímos juntos tempos de glória.
O legado se mantém levando a palavra escrita e falada pelo mundo.
O brasileiro tem um profundo valor cultural. 🇧🇷✍️💯👏👏👏
Sobre Covardes
Demétrio Sena - Magé
Compreendo as mensagens de cancelamento
em silêncios, distâncias e medo profundo;
é difícil passar pelo meu pensamento
e manter confortáveis os olhos pro mundo...
Só não posso romper as verdades do assunto,
quando vestem os panos do nosso momento;
não me deixo calar; quem não quer pensar junto,
não precisa fugir; aspirar outro vento...
Mas entendo covardes; deve ser medonho
esse medo da vida e da busca do sonho
desse mundo de todos e não de alguns donos...
Imagino entre os panos a borra contida
dos que têm que temer a minh'alma perdida,
como mandam dos púlpitos, grupos e tronos...
... ... ...
Respeite autorias. É lei
NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO
(Fundamento estrutural da obra)
Vou começar simples.
O processo não nasce da norma.
Não nasce do artigo.
Não nasce da tese jurídica.
Ele nasce de uma perda.
Alguém perdeu algo.
Tempo.
Dinheiro.
Oportunidade.
Trabalho.
Dignidade.
Se não houve perda, não há razão para acionar o Estado.
O próprio texto da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 é claro:
“A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito.”
Lesão.
Ameaça.
Ou seja: prejuízo.
O que fiz no livro não foi inventar categoria nova.
Foi reorganizar o eixo.
O prejuízo não é consequência do direito.
Ele é o pressuposto da jurisdição.
O erro estrutural da advocacia
A advocacia foi treinada para começar pelo artigo.
Primeiro a norma.
Depois o direito.
Depois a prova.
No final, se sobrar espaço, o dano.
Isso está invertido.
O juiz não começa decidindo qual artigo aplicar.
Ele começa, ainda que silenciosamente, perguntando:
Se eu decidir assim, isso vai me custar o quê?
Se a resposta for: nada relevante,
o processo morreu.
Não por injustiça.
Por arquitetura.
O que o livro revela
O processo contemporâneo não falha ao ignorar prejuízos invisíveis.
Ele funciona exatamente como foi estruturado para funcionar.
Se o prejuízo não foi:
delimitado,
tornado identificável,
vinculado à decisão,
apresentado como irreversível,
o sistema oferece ao julgador uma saída confortável:
forma,
insuficiência probatória,
preclusão,
silêncio.
Nada disso é ilegal.
É econômico.
A tese central
Não existe lide sem prejuízo.
A pretensão resistida é consequência.
Antes da resistência, houve perda.
E toda decisão que encerra um processo sem enfrentar o prejuízo faz uma coisa só:
redistribui o dano.
Quem perde?
O que perde?
Por que essa perda é juridicamente tolerável?
Se a decisão não responde isso,
ela não resolveu o conflito.
Apenas o neutralizou.
Decisão barata × decisão custosa
Existe algo que poucos dizem:
O juiz não evita decidir.
Ele evita decidir caro.
Decisão barata é aquela que pode ser escrita sem nomear a perda.
Decisão custosa é aquela que exige assumir quem absorve o prejuízo.
O papel do advogado não é convencer.
É tornar a decisão incontornável.
Não para ganhar sempre.
Mas para impedir que o processo finja que ninguém perdeu nada.
Não é ataque. É estrutura.
Não estou acusando juiz.
Não estou acusando assessor.
Não estou acusando o sistema.
Estou descrevendo como ele funciona.
Quem não entende isso escreve para convencer.
Quem entende, escreve para fechar saídas confortáveis.
O fundamento do livro
O livro “Não Existe Lide sem Prejuízo” não cria um novo Código.
Ele revela uma lógica:
Se o prejuízo não pressiona, a forma decide.
Se a perda não é visível, ela é legitimada.
O direito nasce para evitar prejuízos.
Transformá-los em abstração é inverter sua origem.
Se depois de séculos de processo alguém acha que não se pode reorganizar a forma de enxergar a decisão, a história do direito prova o contrário.
O que proponho não é ruptura dogmática. Se houver disruptiva metodológica estratégica do prejuízo e com ela vier a Justiça, Amém.
É lucidez estrutural.
E isso, no processo civil contemporâneo, já é muito.
Bons momentos não se compram — nascem de boas companhias, novas experiências e uma vista que faz a alma respirar.
Insta: @elidajeronimo
Respirar, sentir, existir… viver é milagre. Obrigado, Deus, por cada milagre diário!
Insta: @elidajeronimo
Que seu dia seja normal, dentro da normalidade que você espera.
Que nada extraordinário ouse acontecer.
Que nenhuma alegria fora do padrão interrompa essa sequência impecável de normalidades.
Que o céu esteja normalmente nublado ou normalmente azul, mas nunca inspirador demais.
E se algo extraordinário tentar se infiltrar,
Faça de conta que é normal, só para não se empolgar.
Porque, no fundo, a vida adora contrariar o ritual,
E transformar o comum em algo fenomenal.
Enfim, que seu dia seja tão normal que, se fosse mais normal, entraria para a história como o padrão oficial do que é ser normal.
E se, por descuido, a vida tentar ser incrível… finja que é só mais uma normalidade fora do comum.
Tentaram me calar, impedir a minha voz. Tentaram me esconder, me invisibilizar, mas eu não aceitei. E foi por não aceitar que, quando quase morri, eu não me matei.
Tentaram me esconder, apagar quem eu sou. Mas como apagar o sol e o brilho que as estrelas têm?
Nildinha Freitas
Todo absolutismo é uma máquina de encurtar intervalos. Como suas narrativas unificadoras dependem, em grande parte, das afobações insensatas, a hesitação do indivíduo se torna sua principal antagonista.
“Vocêu”
Quero que você olhe para mim e se sensibilize
Isso mostrará que você tem empatia
Mas mostrará que você ainda é eu
Então quero que você olhe para mim e ria
Isso mostrará que você não tem empatia
Logo mostrará que você não é mais eu
Será isso que vocêu quereu?
O sistema nos enlatou porque a liberdade está se tornando "perecível": ela muda, ocupa espaço irregular e não aceita empilhamento .
