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Amores que Ficam


O amor, quando não tem futuro, quando não se transforma em dois caminhando como um só, quando não leva dois na mesma direção, acaba sendo apenas uma forma bonita de partir o coração.


E eu me recuso a partir o meu com amores de verão, de momentos, de ocasiões.


Não quero o que chega para aquecer a pele e depois desaparece com a estação.
Não quero presenças que só existem quando é conveniente, nem sentimentos que cabem apenas no intervalo entre uma vontade e outra.


Se for para amar, que seja inteiro.
Que tenha caminho, escolha, coragem e destino.


Porque o meu coração não procura um amor que aconteça.


Procura um amor que permaneça.

Cesta de Natal Amaral

Houve uma época em que o grande charme de Santa Mariana, no final do ano, era comemorar o Natal se deliciando com os produtos que vinham dentro das famosas Cestas de Natal Amaral.

Naquele tempo, eu tinha nove anos e ela era o meu grande sonho de consumo. Sonhava com aquela maravilha.

Havia propaganda nas emissoras de rádio, no alto-falante do Bacarim e nos carros de som que percorriam as ruas da cidade anunciando a bendita cesta. Você podia comprá-la no início do ano e ir pagando mês a mês, até chegar o Natal.

Perto da nossa casa morava uma família de classe alta que havia comprado uma daquelas cestas. E não era qualquer uma: era a maior, a número cinco. Quanto maior o número, maior o tamanho da cesta.

Passei o ano inteiro esperando a chegada do caminhão que faria a entrega.

Meu grande desejo era descobrir se era verdade tudo aquilo que aparecia nas propagandas. Será que dentro daquela cesta havia mesmo todas aquelas maravilhas? Claro, eu precisava primeiro contar com a boa vontade do meu vizinho.

Até que, num belo dia, já no final do ano, eis que chegou o tão esperado caminhão.

Foi uma festa na nossa rua. Moleque para todo lado.

Eu, como morador vizinho, me sentia meio sócio daquele acontecimento. Afinal, tinha acompanhado a espera durante o ano inteiro e, por isso, achava que tinha até o direito de descrever alguns detalhes da famosa cesta.

Naquela noite, depois de uma espera angustiante, finalmente me permitiram olhar dentro daquela coisa linda.

Mas só olhar.

Sem tocar em nada.

Depois de aberta, pude ver enfeites de papel celofane vermelho. Por entre eles apareciam as pontas das garrafas: vinho, espumante, suco de uva...

Havia também castanhas.

Mais para o fundo, os donos começaram a remexer as coisas e, de repente, apareceu, debaixo daquele papel vermelho, uma maravilha. Uma verdadeira obra-prima.

Era uma lata redonda.

Na tampa havia desenhos daquilo que vinha dentro. Eram quatro figuras, em formato de triângulos com as bordas arredondadas.

Não teve jeito.

Pedi para segurá-la.

Relutaram um pouco, mas acabaram deixando. Por alguns segundos, aquela maravilha esteve nas minhas mãos.

E foi o suficiente.

Olhando para aquela lata mágica, deixei minha imaginação viajar. Naquele instante, pude saborear, um pedaço de cada vez, a goiabada, a marmelada, o figo e o marron-glacé — nome que descobri naquela noite e que, para mim, até então, era simplesmente batata-doce.

Alguns dias depois, fuçando pelo entorno da casa do vizinho, meus olhos se depararam com ela.

Ela mesma.

A lata.

Aquela obra-prima estava ali, jogada, vazia, como se fosse uma coisa qualquer.

Fiquei alguns segundos olhando para ela, meio consternado com o fim que tivera.

Para mim, aquela lata ainda carregava todo o encanto do Natal. Para os outros, era apenas uma lata vazia.

Muito tempo depois, alguém da minha família comprou uma lata igual àquela.

Finalmente pude conhecer o sabor daqueles doces.

Mas não era Natal.

E também não era da Cesta de Natal Amaral.

E talvez por isso nunca tenha tido o mesmo gosto.

Se ao menos eu pudesse ocupar, ou viver em um cantinho do seu coração, não importa o que aconteça sempre estarei com você.

O acomdismo é vício que degrada o homem.

De boas vindas a aqueles que podem fazer você melhorar.
O processo e mútuo pois os homens aprendem enquanto ensinam.

Vida e movimento, movimento e vida.

O Menino Homem

Então, aquele menino homem subiu em seu cavalinho de cabo de vassoura, colocou o chapéu de guerreiro, feito de jornal, empunhou sua espada imaginária e partiu para sua batalha final.

Só que, desta vez, a batalha já não era de fantasia.

O confronto contra o monstro foi cruel, feroz e traiçoeiro. Uma batalha longa, dolorida e difícil. Ele lutou como sempre havia lutado: com coragem, esperança e a espada imaginária nas mãos.

Mas, infelizmente, o monstro venceu.

Hoje, já não há mais o menino homem.

Ele cavalga por outros planos, talvez ainda montado em seu cavalinho de cabo de vassoura, com seu chapéu de jornal e sua espada imaginária, pronto para enfrentar novas batalhas.

Fica para nós a lembrança daquele menino que, um dia, acreditou que podia vencer todos os monstros.

Adeus, menino homem.

Lembranças de um tempo que não volta.

No topo de sua torre de ilusão,o soberbo dita a sua lei: A Deus pertence todo o perdão.Dos homens nada esperarei.
Isola a graça num altar distante, para esquecer o chão que pisa,
E segue nos degraus da arrogância, rumo a perdição, sem ver a dor que o munda avisa, mas no vale onde a vida brota pura, o humilde dobra o seu joelho ao chão.
O humilde sabe que Deus e a criatura se encontram de mãos dadas diante do perdão. Não há caminho que ao céu conduza se o laço com o irmão está rompido; A alma que ao abraço se recusa não acha o rumo do amor divino.
A salvação não vive no isolamento,
Nem em palavras de um trono vão.
Ela é o fruto e o complemento de quem acolhe e estende a mão.
Perdão do Alto, perdão da terra, unidos num só ato de amor:
Só quando a alma desfaz a guerra, se cura o homem e se alegra o Criador.

Aquilo Que Nunca Deixamos de Viver

Escrevo sobre experiências que nunca vivi, mas que, de alguma maneira, parecem ter passado por dentro de mim.
Falo de um amor que talvez jamais tenha tido por inteiro, mas que meu coração conheceu antes mesmo de saber seu nome.
Porque nem tudo aquilo que sentimos precisa ter acontecido para ser verdadeiro.
Existem sentimentos que nascem daquilo que vivemos, mas existem outros que nascem justamente daquilo que nos faltou.
E, às vezes, são as ausências que escrevem as páginas mais profundas da nossa história.
Falo das emoções que me fizeram chorar.
Das lágrimas que chegaram sem da explicação e escorreram pelo rosto quando nenhuma palavra conseguia falar o que estava acontecendo dentro do peito.
Chorei pelo que aconteceu.
Chorei pelo que poderia ter acontecido.
E talvez tenha chorado ainda mais por aquilo que esperei durante tanto tempo e nunca chegou.
Falo também das alegrias que já não tenho mais.
Daquelas manhãs em que a vida parecia mais simples.
Dos risos que enchiam uma casa.
Das conversas sem hora para terminar.
Dos pequenos momentos que, enquanto aconteciam, pareciam comuns, mas que hoje dariam tudo para serem vividos apenas mais uma vez.
É estranho como a vida nos ensina tarde o valor de certas coisas.
Enquanto temos, acreditamos que permanecerão.
Quando perdemos, descobrimos que eram eternas justamente porque terminaram.
E então vem a saudade.
Essa maneira dolorosamente bonita que o coração encontrou de continuar convivendo com aquilo que o tempo levou.
Fecho os olhos e abraço quem já não está aqui.
Não encontro um corpo.
Não sinto o calor dos braços.
Não escuto a voz.
Mas alguma coisa dentro de mim reconhece aquela presença.
E abraço.
Abraço com a memória.
Abraço com a saudade.
Abraço com tudo aquilo que ficou guardado no lugar onde o tempo não consegue entrar.
Talvez seja por isso que algumas pessoas nunca partam completamente.
Elas deixam de morar ao nosso lado e passam a morar dentro de nós.
Continuamos conversando com elas em silêncio.
Continuamos repetindo suas palavras.
Às vezes sorrimos lembrando de alguma coisa que fizeram.
Às vezes choramos porque, por um segundo, esquecemos que não podemos mais chamá-las.
E assim seguimos.
Carregando amores que tivemos e aqueles que apenas imaginamos.
Carregando alegrias que o tempo levou.
Carregando lágrimas que ninguém viu.
Carregando abraços que nossos braços ainda procuram dar.
A vida não é feita somente daquilo que aconteceu.
Também somos feitos daquilo que desejamos, daquilo que perdemos, daquilo que quase aconteceu e até daquilo que jamais tivemos coragem de viver.
Tudo isso permanece.
Porque há sentimentos que não obedecem ao calendário.
Não envelhecem quando envelhecemos.
Não desaparecem quando alguém parte.
Não morrem quando uma história termina.
Eles simplesmente mudam de lugar.
Saem das nossas mãos e vão para a memória.
Saem dos nossos olhos e vão para a saudade.
Saem dos nossos dias e passam a morar dentro do coração.
E talvez viver seja exatamente isso:
aprender que algumas coisas passam…
mas aquilo que verdadeiramente sentimos, de alguma maneira, jamais deixamos de viver.

O Convite à Leveza da Alma


O domingo chega como um bálsamo, trazendo um convite silencioso para desacelerarmos o passo e respirarmos com mais presença. Para aqueles cujos corações hoje carregam o peso de uma dor, de um sofrimento ou de uma grande preocupação, fica aqui um pedido afetuoso: dê um tempo para esse fardo. Permita que suas dores descansem um pouquinho. Se precisar, amanhã você as recolhe de volta, mas hoje, tente viver apenas o agora. Viver com leveza é entender que a alma precisa de pausas para não adoecer. Hoje, olhe para si mesmo com mais gentileza. Respire fundo, esvazie a mente dos excessos, sinta a gratidão pulsar no peito e acolha o milagre do momento presente. Que a gente tenha a sabedoria de desarmar o coração, deixar a vida fluir e lembrar que dar um dia de trégua aos nossos problemas é o jeito mais bonito de proteger a nossa própria luz.

Quantas vezes te disse:
Somos apenas matérias, composições 
de átomos gerando energias.
Antes de ser gente,somos memórias 
do que habita nosso pensamento 
replicada em ações.


Antes que caísse,
indiferente,as palavras
que soavam como bobagens.
De uma poeta,com letras vazias
refém do coração.


Por mais que extraísse
e arrancasse algo que sentisse
só pra chamar sua atenção.


Falasse de alma,de sentimentos e emoções.
E não te bastasse...beber do poço de ilusões.


O silêncio também é matéria.
Quando repete o eco, 
deixando o vazio
no que antes era imensidão.


Andréa

Viva o real e deixe de pieguice, ela mascara a sociedade que gera hipócritas.

As mulheres possuem muita força sobre os homens,eles por sua vez lhes cabe tentar obedecer mesmo que por caminhos de sofrimentos e por fim torna-se um vicio por vez bom,por vez ruin mas isto não são eles que decidem fica à cargo delas pela abilidade delas em saber conduzir este instrumento de força e trabalho chamado homen.

*"Minha Canção Entalada"*

Você é a minha canção preferida
que sempre está entalada em minha garganta
nas noites de total solidão.

A canção que embarga minha voz
que soluça nas rimas que são tuas...
cada verso um gole seco,
cada refrão um nó no peito.

Ninguém ouve.
Só eu, a madrugada,
e essa música que não sai
mas também não me deixa em paz.
(Saul Beleza)

Se ninguém pudesse ver a minha vida, se ninguém pudesse me admirar, se não houvesse curtidas, elogios ou aprovação… eu ainda escolheria viver exatamente assim?

Escrevo no Nada

Ah… escrevo no nada.
Talvez porque o nada seja o único lugar onde minhas palavras ainda encontram espaço para existir. Escrevo sem saber se alguém se importa com aquilo que deixo no papel, se alguém algum dia vai parar diante destas linhas e perceber que, entre uma palavra e outra, existe um homem tentando contar aquilo que durante muito tempo não conseguiu dizer.
Apoio em linhas retas todos os meus sentimentos tortos.
E talvez seja isso que chamamos de escrever: tentar organizar no papel aquilo que dentro de nós jamais conheceu ordem. Dar nome ao que doeu. Dar voz ao que ficou calado. Dar um lugar para aquilo que carregamos durante anos sem saber onde colocar.
Falo de palavras que escondem sofrimentos.
Porque nem toda palavra revela. Algumas protegem. Algumas disfarçam. Algumas são apenas cortinas colocadas diante de feridas que ainda não aprendemos a mostrar.
Falo da morte que não tive.
E essa talvez seja uma das frases mais difíceis que já escrevi.
Porque existem mortes que não levam o corpo. Existem despedidas que nos deixam vivos. Existem momentos em que continuamos respirando, caminhando, trabalhando, sorrindo, conversando com as pessoas, enquanto alguma coisa dentro de nós ficou para trás.
Eu não morri.
Mas talvez algumas partes de mim tenham conhecido a morte.
Falo da dor da ausência.
Da cadeira que continua no mesmo lugar quando alguém já não está. Da voz que a memória insiste em repetir. Do abraço que os braços ainda sabem dar, embora já não exista ninguém diante deles para recebê-lo.
Falo…
E paro.
Porque há sentimentos que chegam até a garganta e se recusam a virar palavras.
Há histórias que desejam desesperadamente ser contadas, mas passaram tanto tempo escondidas que aprenderam a ter medo da própria voz.
A minha é uma delas.
Uma história que precisa ser ouvida.
Precisa ser lida.
Não porque seja maior do que a história de ninguém, mas porque foi vivida. E tudo aquilo que verdadeiramente foi vivido merece, pelo menos uma vez, não morrer em silêncio.
Talvez eu tenha passado uma vida inteira querendo ser ouvido, quando também precisava aprender a ouvir.
Ouvir os meus próprios silêncios.
Ouvir aquilo que minhas lágrimas tentaram dizer.
Ouvir o homem que ficou escondido atrás das obrigações, dos sorrisos, das despedidas, das perdas e dos anos.
Talvez eu escreva porque finalmente comecei a escutar aquele que durante tanto tempo deixei sozinho dentro de mim.
Por isso escrevo.
Mesmo quando ninguém lê.
Mesmo quando ninguém pergunta.
Mesmo quando parece que minhas palavras estão sendo lançadas contra uma imensidão indiferente.
Eu escrevo porque algumas histórias não nascem para fazer barulho.
Nascem simplesmente porque não querem morrer.
E então volto para o papel.
Olho novamente para essas linhas retas.
Coloco nelas meus sentimentos tortos, minhas ausências, minhas perguntas, minhas lembranças, meus mortos, meus vivos, aquilo que perdi e aquilo que ainda procuro.
Falo de tudo.
Falo de mim.
Falo daquilo que deveria ter ouvido quando ainda havia tempo.
E, depois de tantas palavras, olho para a página e tenho a estranha sensação de que continuo sem ter dito aquilo que realmente queria dizer.
Então penso:
escrevi tanto…
e talvez ainda não tenha escrito nada.

Arte o domínio da existência
Preste atenção : Ela vai dominar o mundo.
Utilize_se dela da melhor forma, para fazer do planeta ,o melhor lugar para se existir!
.

Onde a Alma Encontra Morada


Sabe aquela sensação de finalmente pertencer,
de encontrar em alguém um lugar para viver?
Acho que encontrei, sem sequer procurar,
no calor dos teus braços, meu jeito de repousar.


Nas palavras proferidas com verdade e coração,
nas conversas malucas, profundas, sem direção,
no riso que se perde, na loucura compartilhada,
e na paz que encontro quando estou ao teu lado.


É sentir-me ouvida sem precisar explicar,
ser vista nos silêncios, sem precisar implorar.
É ter nos teus olhos um abrigo para ser,
sem máscaras, sem medos, sem medo de me esconder.


É não precisar cobrir aquilo que sou,
nem esconder as partes que a vida machucou.
É deixar que me vejas inteira, sem disfarce,
e ainda assim sentir que teu olhar não se desfaz.


É poder ser profunda, confusa e imperfeita,
sem temer que alguma parte de mim seja rejeitada.
É ser admirada sem precisar merecer,
como se bastasse simplesmente existir e ser.


Talvez pertencimento seja essa estranha sensação:
duas almas que se encontram sem pedir explicação.
Não é prender, nem possuir, nem querer controlar,
é sentir que, ao lado de alguém, podemos descansar.


E talvez seja isso que eu encontro em teu olhar:
um lugar onde minha alma não precisa se explicar.
Porque quando estou contigo, em silêncio ou em poesia,
parece que finalmente encontrei minha moradia.

Fechei portas nos meus sentimentos; Fechei portas nas minhas ilusões; Fechei portas nas minhas expectativas; Fechei portas dos meus sofrimentos.
Abri janelas do amor próprio.
Abri janelas para a paz.
Abri janelas para o perdão.
Abri janelas para o esquecimento. Se quiser entrar terá que construir sua própria porta em mim.

3018 📜 Alguns vocábulos de há muito consagrados podem ter significado diferente do que têm no Meu Dicionário Pessoal, ohquei? Poizés!

O ódio contra os judeus é um ódio contra a humanidade.

3017 📜 Saibam: Meu Dicionário Pessoal pode ser diferente dos Dicionários Usuais, Tradicionais, Convencionais.

'Enquanto o tempo não Decide"


Eu te esperarei,


não como quem conta as horas
ou implora ao tempo que não vá.
Esperarei como a noite espera a aurora,
sabendo que a luz, cedo ou tarde, chegará.


Não guardarei teu nome entre promessas,
nem farei do passado um altar.
Há amores que sobrevivem às pressas,
mas morrem quando alguém deixa de lutar.


Eu te esperarei onde ninguém me alcança,
onde o silêncio aprende a dizer.
Sem transformar saudade em esperança,
sem esquecer de mim para esperar você.


E se um dia teus passos encontrarem os meus,
não perguntarei por que demorou.
Talvez certos encontros sejam escritos por Deus,
depois que o mundo inteiro nos desencontrou.


Mas se não vieres, eu também partirei.
Não por falta de amor, nem por esquecer.
É que até quem espera precisa viver,
e há portas que o coração precisa fechar para sobreviver.


Ainda assim, se a vida te trouxer de volta,
se o acaso resolver nos aproximar,
encontrarás minha alma já sem revolta,
mas com espaço suficiente para te abraçar.


Eu te esperarei.


Não parada.


Não perdida.


Apenas vivendo a minha vida,


até que o destino decida
se você era chegada
ou apenas despedida.

3016 📜 Ontem completei mais um dia, aqui, com apenas Uma Conta e não com Duas ou Mais (nem com objetivo escuso). Vamos ver se hoje também conseguirei!

Contrariem o Rachadinha, não queimem o filme! Não assistam ao filme do Pangaré! É melhor ver o filme do Pelé!