Pensamentos Mais Recentes

A pressa nasce da impaciência do ego, a cura nasce da confiança da alma.

Curar-se é lembrar-se de quem você sempre foi, e isso exige tempo e coragem.

1513 📜"Não é porque nunca vi que digo que não acredito. Acredito em tudo: Anjo, Santo, Unicórnio, Boitatá, Saci Pererê, Alma do Outro Mundo, Alienígena e até Direitista Sensato. Nunca vi, mas acredito!"

"Como posso confiar em alguém que quer vender flechas, sem nunca ter acertado um alvo?"

Crença, Mediunidade e Lucidez Espírita: uma reflexão a partir de Raul Teixeira
Ao longo de décadas de dedicação ao estudo e à divulgação da Doutrina Espírita, Raul Teixeira tem chamado a atenção para uma distinção essencial: crer não é o mesmo que compreender, assim como possuir mediunidade não significa possuir lucidez espiritual.
Na perspectiva espírita, a crença isolada pode representar apenas um ponto de partida. Allan Kardec jamais propôs uma fé cega, mas uma convicção edificada pela observação, pela razão e pelo exame criterioso dos fatos. É por isso que o Espiritismo convida o indivíduo a pensar, investigar e confrontar as ideias antes de aceitá-las.
Raul Teixeira frequentemente destaca que a mediunidade é uma faculdade inerente ao ser humano, manifestando-se em diferentes graus. Entretanto, essa faculdade, por si só, não constitui certificado de elevação moral, nem de infalibilidade doutrinária. Um médium pode ser sincero e, ainda assim, equivocar-se por influência de suas próprias opiniões, emoções, preconceitos ou pela ação de Espíritos imperfeitos.
A verdadeira lucidez espírita nasce da harmonização entre três pilares inseparáveis:
o estudo constante da Codificação Espírita;
a educação moral do indivíduo;
o exercício permanente do discernimento.
Sem esses elementos, a mediunidade corre o risco de transformar-se em mero fenômeno, desvinculado de sua finalidade educativa e regeneradora.
Allan Kardec estabeleceu o Controle Universal do Ensino dos Espíritos justamente para evitar que opiniões pessoais ou comunicações isoladas fossem elevadas à condição de verdade doutrinária. Esse método demonstra que a autoridade, no Espiritismo, não pertence ao médium, mas à concordância universal dos ensinos submetidos ao crivo da razão.
Raul Teixeira também recorda que a experiência mediúnica jamais dispensa o estudo. Quanto maior a faculdade, maior deve ser a responsabilidade. A ignorância doutrinária pode conduzir ao personalismo, ao misticismo exagerado e à aceitação acrítica de qualquer mensagem espiritual.
A lucidez espírita manifesta-se quando o adepto compreende que nenhu

Eu tenho urgência de viver. Urgência de amar. Porque a vida não espera por quem adia o próprio coração.

Viver é precioso demais,
por isso, corro atrás de momentos únicos e dias extraordinários.

Algumas histórias estão congeladas,
outras se perderam no tempo,
no entanto, as histórias verdadeiras são as que mais me consomem, me possuem, 
e apesar disso, tem todas as histórias que nunca saem da cabeça.

Há um ponto da consciência em que a solidão deixa de ser uma emoção e se revela como a única realidade que jamais nos mentiu. Todo o resto, amor, pertencimento, esperança, identidade, talvez não passe de uma arquitetura frágil erguida pelo medo para impedir que enxerguemos o vazio em sua forma mais pura.


A multidão não nos salva. Apenas multiplica a evidência de que cada ser humano está condenado à prisão de uma consciência inacessível. Ninguém atravessa a fronteira do outro. Compartilhamos palavras, gestos, corpos e lembranças, mas nunca o peso exato daquilo que somos. Existimos lado a lado, separados por um abismo que nenhuma linguagem consegue preencher.


Olhar para dentro é cometer um crime contra todas as ilusões que tornavam a vida suportável. Quanto mais profundamente descemos, menos encontramos uma essência. Há apenas camadas de medo, de memória e de desejo, até que, por fim, resta um silêncio antigo, indiferente, onde até mesmo o "eu" começa a se dissolver. Talvez nunca tenha existido alguém ali. Apenas uma sucessão de pensamentos tentando convencer o vazio de que possuía um nome.


O sofrimento não nos purifica. Não nos torna melhores. Apenas retira, um a um, os véus que protegiam nossos olhos. E quando o último deles cai, compreendemos que o universo jamais precisou de nós para continuar existindo. A nossa ausência teria o mesmo peso da nossa presença: nenhum.


É nesse instante que a solidão alcança sua forma definitiva. Já não esperamos ser compreendidos, porque percebemos que compreender completamente outra consciência é impossível. Já não esperamos sentido, porque todo sentido nasce da necessidade humana de suportar o insuportável. Já não esperamos consolo, porque até o consolo é apenas uma pausa antes do mesmo silêncio.


Talvez a lucidez seja isso: a lenta destruição de todas as mentiras que chamávamos de vida, até restar apenas uma consciência desperta diante da imensidão indiferente do universo. E então compreendemos a verdade mais cruel: não é o vazio que habita dentro de nós. Somos nós que, por um breve e inexplicável instante, habitamos o vazio.


- Tiago Scheimann

Eu amo a chuva. Seu barulho e seu cheiro me acalmam. Olhar para ela e para a vida que traz ao solo depois dela, me deixam feliz, e toda vez que olho para o céu, penso na teoria que as crianças usam para explica-la: "As nuvens estão chorando." Ou "Papai do céu está triste." E me sinto consolada, sinto que a tempestade que estava dentro de mim escapou, como se o céu mostrasse ao mundo como me sinto, mas sem dizer que sou eu. Que essa tempestade que veem quando olham para o céu é minha.

Cadê As Cores?


O mundo não é preto e branco
Também não é só cinza
Ele tem cores
Cores vibrantes, claras e escuras, neons e pastéis
Mas sem você as cores se foram
Para mim cinza e branco se foram
Só restou o escuro
Mas e se eu abrisse os olhos?
Eu consigo abri-los?
Eu veria as cores?

Por nós!


Boa sorte, tchau.
_Ei, se o meu coração fosse feito de papel, ele já estaria queimando, ou se ele fosse de vidro certamente já estaria em pedaços.
 Então só te digo:
_ Pare, pense e fale comigo depois, mais só depois.
 Faça isso por nós dois.

Você me mostrou suas inseguranças e mesmo sabendo fazer muito bem o contrário, eu fiz questão de te reconstruir. Já você, ciente das minhas, usava-as só para se sentir seguro que me destruía. No final não tive outra opção senão sentir pena da sua incapacidade em perceber que eu, fragilizada, sou inquebrável.

Quilômetros são incapazes de separar corações...

Se der uma fagulha, um tolo tanto queima sua casa quanto as dos outros.
Não tô falando sobre a casa!

Carta para a Vida (ou para Você)


Às vezes penso que viver exige uma coragem que nem sempre sabemos que possuímos. Coragem para enfrentar tudo aquilo que nos faz parar no meio do caminho e duvidar da força que carregamos dentro de nós. Mas, mesmo quando a dúvida fala mais alto, existe algo em mim que se recusa a desistir.


A minha intensidade me leva a viver coisas inimagináveis. Sinto tudo de uma forma que nem sempre consigo explicar, mas nunca quis ser diferente. É essa intensidade que faz meu coração permanecer vivo, acreditando, sonhando e amando.


Com todo o afeto que mora em meu peito, tento demonstrar o amor da forma mais sincera que conheço. Não gosto de sentimentos pela metade; prefiro que eles sejam verdadeiros, mesmo quando doem.


Carrego dentro de mim a certeza, a verdade, de que um dia tudo será diferente. Um dia a vida mudará, os ventos encontrarão outra direção e tudo aquilo que hoje parece distante finalmente fará sentido.


Quando olho para o mar, sinto como se ele conhecesse a minha alma. Vejo as ondas indo e voltando, trazendo e levando sonhos, medos e sentimentos, como se cada movimento fosse um pedaço de mim… ou até mesmo um pedaço de você.


Foi diante do horizonte que encontrei a paz que tanto procurava. Ali entendi que, por maior que seja a caminhada, sempre existe um lugar onde a esperança encontra descanso.


Aprendi que todo recomeço é uma oportunidade de escrever uma nova história. Não importa quantas vezes a vida nos faça voltar ao início; sempre haverá uma nova chance para viver de um jeito diferente.


Naquele pôr do sol imaginei você ao meu lado. Imaginei nossas conversas sobre a vida, nossos planos, nossos medos e os dias melhores que nasceriam depois de cada tempestade. Porque acredito que nenhuma tempestade dura para sempre.


Você é a calmaria para a minha vida conturbada. É o lugar onde meu coração desacelera e encontra abrigo.


Já senti saudade de você em um dia chuvoso e percebi que, naquele instante, tudo o que eu queria era o conforto do teu abraço.


Continuo buscando a minha liberdade, aquela que sempre imaginei viver. A liberdade de ser quem sou, sem medo, sem máscaras e sem precisar diminuir a minha essência para caber na vida de alguém.


Tenho esperança de dias melhores. E é a minha fé que me faz continuar caminhando, acreditando que ainda vou conquistar tudo aquilo que hoje existe apenas nos meus sonhos.


Ainda existe em mim a essência de uma criança: aquela que acredita no impossível, que enxerga beleza nas pequenas coisas e que nunca deixou de sonhar.


Tenho uma relação curiosa com o silêncio. Às vezes o odeio, porque ele me obriga a ouvir tudo o que escondo dentro de mim. Outras vezes, é justamente nele que encontro as respostas que o mundo não consegue me dar.


Peço apenas força para viver o meu melhor, para permanecer fiel a quem sou e para nunca desistir de mim, mesmo quando o caminho parecer difícil.


E, por fim, existe o amor.


Ao teu lado eu me sinto especial. Sinto que posso ser exatamente quem sou, sem fingimentos, sem receios e sem medo de mostrar cada parte de mim. Talvez seja esse o verdadeiro significado de amar: encontrar alguém diante de quem a alma também se sente em casa.


Se um dia eu me perder pelo caminho, espero encontrar novamente tudo aquilo que hoje carrego no peito: coragem, intensidade, afeto, verdade, esperança, fé… e amor. Porque são essas coisas que fazem de mim quem eu sou e que me lembram, todos os dias, que sempre vale a pena recomeçar.


Talvez esta carta nunca tenha sido apenas para você. Talvez ela sempre tenha sido para mim também. Porque, ao falar do que sinto por você, descobri quem eu sou. E, se um dia a vida nos levar por caminhos diferentes, ainda assim levarei comigo tudo o que você despertou em mim. Afinal, algumas pessoas não chegam para ficar; chegam para nos ensinar o caminho de volta para a nossa própria essência.

A verdadeira liberdade começa no momento em que aceitas o que não podes mudar. Quando aceitas, libertas-te. E, ao libertares-te, tornas-te verdadeiramente livre.

Ser jovem é ser intrépido por natureza e revolucionário por imperativo moral. Todavia, sem discernimento, a revolução é apenas tumulto; sem oratória, é apenas silêncio.

Se eu vier a ser ferido, rogo que, mesmo na dor, não me falte força para caminhar pela estrada da vida. Em suspiros, continuarei... Que o mal para mim seja a provisão de Deus.

O diálogo afasta o diabo, portanto, conversem mais e briguem menos. Abraços fraternos.

parei agora, aqui para contemplar, parei agora para contemplar o céu. Céu estrelado e também este luar, luar que brilha feito como seu olhar... e derrepente eis que venho a me lembrar da promessa que fizeste aqui neste mesmo lugar, que nosso amor eterno seria e que haveria entre nós a união, que você nunca, nunca mais me esqueceria, e que meu nome já estava gravado em seu coração... mas, chegou o dia que o sol desapareceu, e na ventania o nosso amor se perdeu, agora sou triste, sozinho abandonado, padeço e quase morro sem ter você do meu lado. E derrepente eis que venho me lembrar....

“O meu ventre foi a sua primeira casa e o meu colo sempre será o seu lar."


—By Coelhinha

Há quem diga que esquecer é questão de tempo. Eu desconfio. O tempo só aperfeiçoa a memória; ensina ela a usar máscaras melhores.


Sem perceber, eu continuo te procurando.


Não em fotos. Essas eu já conheço de cor. Te procuro nas coisas que nunca te pertenceram, mas que aprenderam teu idioma.


Quando o primeiro acorde de Arctic Monkeys atravessa o silêncio, meu peito ainda olha para a porta, como se alguma parte de mim acreditasse que certas músicas continuam sabendo o caminho de volta. Oasis faz pior: transforma saudade em paisagem. É como caminhar por uma rua antiga onde ninguém mora mais, mas todas as janelas permanecem acesas.


Eu te encontro nos livros que compro sem motivo. Há sempre uma frase que teria arrancado um sorriso teu, e, por um instante, leio em voz baixa para alguém que já não está. Fecho a página como quem fecha uma conversa interrompida.


Também te procuro nas pessoas.


Não porque elas se pareçam contigo. Seria injusto com elas e impossível contigo. Mas existe um gesto, um silêncio, uma maneira de inclinar a cabeça enquanto escutam, um riso que dura meio segundo a mais... e, por um instante vergonhoso, meu coração pergunta se finalmente te encontrou de novo. Nunca encontrou. Eram apenas desconhecidos carregando pedaços que a minha memória decidiu roubar.


Há cidades que conspiram.


Volto a lugares onde estivemos e eles insistem em manter tua ausência exatamente onde você a deixou. A mesa continua pequena demais para duas pessoas. A calçada ainda sabe a direção dos nossos passos. O vento atravessa a mesma esquina com a mesma delicadeza, como se ignorasse que agora sopra apenas contra um corpo.


É estranho viver assim.


Como alguém perseguido por um fantasma que não assombra a casa, mas os detalhes. Um perfume na rua. Um casaco da mesma cor. Uma música tocando ao fundo de um café. A dedicatória esquecida na primeira página de um romance. Nada é suficiente para trazer você de volta, mas tudo parece suficiente para lembrar que um dia esteve aqui.


Talvez seja esse o verdadeiro peso de amar alguém.


Não é sofrer pela ausência da pessoa. É perceber que ela contaminou o mundo inteiro. As músicas deixam de ser só músicas. Os livros deixam de ser só livros. As ruas deixam de ser ruas. Tudo passa a existir em dois tempos: antes de você e depois de você.


E eu sigo vivendo.


Converso, sorrio, conheço rostos novos, aperto outras mãos. Mas existe uma parte de mim que continua fazendo comparações em silêncio, como quem procura uma constelação específica num céu cheio de estrelas. Não porque as outras sejam menores, mas porque meus olhos aprenderam, há muito tempo, exatamente onde repousava aquela luz.


Talvez um dia eu pare de te procurar.


Ou talvez não.


Talvez algumas pessoas não terminem quando vão embora. Elas apenas se espalham. Ficam escondidas entre acordes, páginas, esquinas e olhares alheios, transformando o mundo inteiro numa coleção discreta de lembranças.


E o mais cruel é que ninguém percebe.


Só quem continua procurando.

"Às vezes é preciso caminhar só para redescobrir os próprios valores e enxergar quem sempre fomos antes que o mundo dissesse quem deveríamos ser."

É foda, eu sei. Sou expoente da matemática desse mundo. Eu mexo com todas as classes, raças, credos, funções sociais e posições políticas.


No final eu sou como você. Uma pessoa que esteve no fogo cruzado de coisas além da compreensão.


Mas acontece que agora não somos mais inocentes assim; Pois essa configuração ao pouco se torna transparente conforme interagimos.

Então sejam inteligentes, reconheça a inteligência dos outros ao seu redor. É mais que poesia, é uma lição em forma de convite.