Pensamentos Mais Recentes
1457
"Cresce o número dos que acham que sabem sobre Deus. E que vivem tentando ensinar quem é Deus e o que Deus pensa. Estão em todas, mesmo onde não são chamados. Inacreditável que não se mancam. Chamam isso de Evangelização quando, na verdade, é 'Encheção'. Isso, sim!"
TextoMeu 1457
1456
"Saber, saber mesmo, nenhum Humano sabe sobre Deus. Do Fiel ao Papa todos 'sabem' por Achismos e/ou por Vontade e/ou por Suposição e/ou porque Repetem o que já Ouviram. Então, porque acham que o que falam é a Verdade? Por que isso?"
TextoMeu 1456
1455
"Falar de Deus, para Mim, quase sempre é inócuo e mostra muito mais opinião pessoal e/ou achismos e/ou repetição pura do que outros falam. Além do mais, acham que já não tenho minha propria opinião sobre Deus? HeuHein!"
TextoMeu 1455
O mundo é um farol que gira sem parar,
lança luz para todos os lados,
mas não aponta caminho algum.
Ele ilumina, confunde, seduz —
e chama isso de liberdade.
A escolha é tua.
Seguir qualquer luz é fácil;
difícil é não se perder no brilho.
O mundo oferece ruído, pressa, vaidade,
promessas ocas embrulhadas em desejo.
Escolhe bem.
Nem tudo que reluz guia,
nem toda estrada leva à verdade.
O mundo não tem o que oferecer
a quem busca sentido,
apenas distrações para quem esqueceu quem é.
Quem não decide, deriva.
Quem não discerne, afunda.
E só permanece inteiro
quem entende que a luz verdadeira
não vem do mundo —
nasce dentro de você.
Nunca supus que a escrita se tornaria o meu refúgio mais frequente e, paradoxalmente, o meu limite: escrevo para desabafar, mas continuo sem conseguir dizer, por inteiro, aquilo que oprime a minha alma. Furucuto, 2026
2026. Lemma.
I just can't stop.
My mind do not rest
Such let my body did not also.
Even when I am sleeping,
there its is... :
Scheduling,
Conspiring,
Foreseeing
Each step
For a worth never-ending prize.
(...)
I just can not stop.
My mind knows the time
Such make me run much over.
Even if I slumber,
I know that is:
Spending,
Cloking,
Finishing
Each second
To won a never-ending award.
(1 Co. 9:24)
Bom dia!
A palavra do dia é...ATIDUDE! Qual está sendo a sua, diante das surpresas da vida? E diante do dia-a-dia?
Feliz e abençoada sexta-feira 🙌🌻
Ery santanna
Que 2026 não seja apenas um número adicionado ao tempo, mas um limiar de consciência, onde aprendamos que amadurecer é escolher com mais verdade, amar com mais responsabilidade, silenciar o que fere a alma e permitir que cada dia seja um gesto deliberado de sentido, lucidez e humanidade.
Que o Ano Novo nos atravesse não como promessa fácil, mas como espelho lúcido do tempo, ensinando-nos que viver é aceitar o devir, reconciliar-se com o passado sem habitá-lo, caminhar com o presente sem possuí-lo, e lançar ao futuro apenas aquilo que amadureceu na consciência, na liberdade e no sentido profundo de existir.
Que o Ano Novo não seja apenas a troca silenciosa de um calendário, mas o sopro profundo de um recomeço consciente, onde o tempo deixa de ser pressa, as feridas se tornam aprendizado, os sonhos recuperam coragem, e cada amanhecer nos encontre mais inteiros, mais humanos e mais fiéis àquilo que, em silêncio, sempre soubemos que nascemos para ser.
Senhor, rogo-te:
Antes de me dar sabedoria, me dê caráter; para que eu não a use como escada para alcançar meu próprio bem.
MINHA BARRA DA TIJUCA
Bairro dos sonhos,
Desde que vim para cá,
Minha Barra da Tijuca,
Vivo meu sonho
Que sempre foi
17
Nos Caminhos da Poesia com Raimundo Grossi
Feito de amor, de praias,
Onde meus olhos sorriem extasiados
Diante de tanta beleza.
Ó, minha Barra,
Onde o astro-rei nasce e se põe,
Colorindo o céu
Com uma surreal palheta de cores
A realçar sua majestosa realeza!
A areia branca, o mar azul, profundo,
Um cenário perfeito
Para o amor nascer
E nunca ir embora.
As ondas quebram na areia,
Se rendendo de formosura,
Fazendo o vento sussurrar
Uma canção que vem
Das entranhas do prazer.
Naquela época,
Tudo era novidade,
Hoje é só saudade.
18
Nos Caminhos da Poesia com Raimundo Grossi
Os coqueiros na orla
Dos seus 37km de praia
Balançam ao ritmo
Do som convidativo
Do mar azul.
E a minha Barra da Tijuca
Se revela um paraíso
Deus me escolheu a dedo
Para aqui morar e me deliciar.
À noite, a praia se ilumina,
Seus quiosques se enchem
De jovens a se divertir
Nas suas areias a se enrolar
São um único ser
Neles a paixão nasce
E a Barra da Tijuca
Se transforma em espetáculo
De beleza e encanto
De amores que canto.
Barra da Tijuca, bairro da minha vida,
Onde o coração se sente em paz e harmonia,
Um lugar para se perder e viver eternament
Você é como um sol que nasce
Sem você, mulher,
Não existem o calor e o brilho
Que iluminam o nosso dia
Quando você nos brinda com sua presença
Seus olhos são duas contas preciosas
Que me dão vontade de viver
E transmitem amor desde o alvorecer.
Seu sorriso traz felicidade contagiante
A quem desfruta de sua presença cativante
Com ele, você alegra nosso coração e ilumina a nossa alma.
A suavidade da sua voz é como música para nossos ouvidos,
Sussurrando palavras de amor e carinho
E quantas são as vezes em que nos orienta para a vida.
Ela é uma obra de arte
Criada com amor e dedicação.
Cada detalhe, cada curva, cada linha
Representam a expressão da sua beleza exterior e interior
Sim, ela é incrível!
Quantas vezes, muitas vezes, somos apenas o complemento
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Nos Caminhos da Poesia com Raimundo Grossi
Várias vezes, sentimos que o sucesso depende dela
Fortalecida pela vida e iluminada pelo amor.
Sim, o sol em um dia nublado,
Um refúgio seguro em um mundo incerto.
Sou grato por ter uma mulher como a minha em minha vida, em nossa
família.
Obrigado, Cassinha, por compartilhar comigo seus sonhos e os meus
desejos.
Eu amo você mais do que as palavras podem expressar.
Você é a minha razão de ser, a minha alma gêmea.
São 51 anos de vida harmoniosa.
Ainda chegaremos aos 100 anos ou aqui ou onde estivermo
Pequenos Pitacos para Ser Feliz (Volume Dois)
A gente lembra de ser minimalista porque a cabeça agradece.
Menos coisas, menos barulho.
Menos roupa, menos decisão.
Menos acúmulo, menos chateação na cachola.
Ter demais dá trabalho.
Limpar, guardar, escolher, proteger.
E, sem perceber, a gente fica mais preso às coisas do que à vida.
O apego exagerado pesa.
Pesa no armário, pesa na mente, pesa no tempo.
E tempo é justamente o que falta quando se vive cercado de excessos.
Ser minimalista é abrir espaço.
Espaço para respirar, para sentir, para viver.
É ficar só com o que faz sentido — aquilo que, de verdade, te faz feliz.
O resto pode ir.
Sem culpa.
Sem barulho.
Felicidade gosta de leveza.
E a vida, quando cabe na gente, fica mais fácil de aproveitar.
O abraço
O abraço tem um significado muito especial. Quando é apertado — muito apertado — torna-se um compasso silencioso, aquele instante suspenso que anuncia o que pode vir a seguir: um beijo. Às vezes carinhoso, às vezes apaixonado. Há beijos de despedida, outros de chegada, alguns que encerram ciclos e outros que abrem portas.
O abraço, porém, vem antes. Ele é o início de tudo.
Pode começar com um aperto de mão rápido, quase protocolar, e logo se transformar em braços que se encontram e reconhecem. É nesse gesto simples que nasce um relacionamento: familiar, forte, amoroso, permanente ou apenas intenso no tempo exato em que dura.
O abraço não promete eternidade, mas oferece presença. E, muitas vezes, isso basta.
Sobrevivi ao Peru e à Uva Passa: O Milagre do Dia 26! 😂🙌
Pessoal, para e olha: hoje é dia 26 de dezembro. Ontem o bicho pegou! Foi parente discutindo política, foi uva passa onde não devia, foi gente que quase engoliu o caroço da azeitona... e olha a gente aqui!
Como eu disse no meu post ali em cima, eu adoro essas datas. Tem gente que olha o calendário e vê feriado; eu olho e vejo um "Certificado de Sobrevivência". Ver o sol nascer hoje é a prova de que eu ainda sou o "vencendo na vida", e o melhor: com a caixola funcionando (pelo menos o suficiente para saber onde guardei as sobras da ceia!).
Muitos ficaram pelo caminho, mas nós fomos convocados para o segundo tempo! Se chegamos até aqui, o Ano Novo que se cuide, porque a gente não está apenas "indo", a gente está VIVENDO com letra maiúscula.
Um brinde a todos vocês que estão lendo isso! Estamos vivos, estamos com saúde e, se Deus quiser, vamos entrar em 2026 com o pé direito, o esquerdo e, se bobear, até dando uma sambadinha.
O importante é viver, ver o Botafogo vencer , o resto é detalhe (ou é louça pra lavar)! 🥂✨
A Caneta, o Corpo e o Andar
Dizem que, quando a pessoa se aposenta, a caneta começa a falhar. Não quebra de uma vez, não. Primeiro falha o traço, depois a tinta rareia, até que um dia a caneta já não escreve mais ordens, assinaturas, decisões. E, curiosamente, quando a caneta para, some também a gaveta onde ela ficava guardada. Tudo perde lugar.
A aposentadoria, se não for cuidada, é isso: um esvaziamento silencioso. Não do tempo , porque tempo sobra , mas do sentido. A pessoa deixa de ser chamada, deixa de ser consultada, deixa de ser necessária. A caneta seca.
Isso é importante para a cognição, pois, quando a caneta se perde, perdem-se também os sentidos da vida vivida. É quando, junto com ela, a pessoa perde o corpo. Disso entendo um pouquinho como médico ortopedista . Perde o andar. Perde o gesto simples de se manter bípede, de ir e vir, de ocupar espaço no mundo. O movimento é o primeiro idioma da vida. Antes de falar, a gente se move. Antes de escrever, a gente anda.
A Organização Mundial da Saúde alerta: quem se aposenta e se desliga do mundo vai morrendo aos poucos. Não é uma morte súbita, é um afastamento progressivo , do convívio, do corpo, da conversa. Uma aposentadoria mal vivida não termina no trabalho; começa ali.
Por isso, quando a caneta seca, o essencial é não sentar para sempre. É manter-se bípede e funcionante. É estar junto de quem ainda tem caneta , não para depender, mas para compartilhar. A proximidade com quem escreve mantém a cognição viva. A convivência mantém o corpo em movimento. O diálogo mantém a pessoa inteira.
Talvez a sabedoria esteja em aceitar que a caneta pode mudar de mão, mas nunca desaparecer. Que escrever ordens pode virar contar histórias. Que assinar papéis pode virar assinar presenças. E que, enquanto houver passo, palavra e encontro, ninguém está realmente aposentado da vida.
25- crônica
O Arquiteto e os Robôs de Carne
O Primeiro Ciclo:
A Semeadura
Ele navegava pelo vazio quando encontrou o protótipo: um mundo rochoso, bruto e silencioso. Para o Arquiteto, aquela era a Terra dos Robôs, embora eles ainda não passassem de potencial adormecido na poeira. Com um gesto preciso, ele depositou os reagentes fundamentais. Injetou oxigênio e nitrogênio para criar o fôlego, e espalhou o carbono, a peça de encaixe universal para a vida. Ele sabia que, através da química, a evolução começaria o longo processo de montar os robôs biológicos que um dia seriam sua imagem e semelhança.
O Segundo Ciclo:
O Ajuste de Rota
Eras depois, o Arquiteto retornou. O planeta estava vibrante, mas o projeto corria perigo. Criaturas colossais e escamosas — os répteis — dominavam o cenário. Eles devoravam os ovos das aves e das pequenas linhagens que deveriam dar origem ao "robô humano". O sistema estava em desequilíbrio; a inteligência não teria espaço para florescer sob o peso daqueles gigantes.
Ele buscou em seu inventário algo simples, mas letal. Retirou uma esfera mineral, pequena como uma bola de gude nas mãos de um gigante cósmico, e a lançou contra uma península. O impacto foi o "reset" necessário. A poeira baixou, os répteis tombaram, e o caminho ficou livre para que os robôs primitivos iniciassem sua escalada tecnológica e neural.
O Terceiro Ciclo:
O Código da Empatia
Na terceira visita, os robôs já caminhavam eretos, mas seus sistemas estavam corrompidos por falhas de processamento: o medo, a guerra e religiões confusas. No dia 25 de dezembro, o Arquiteto manifestou-se como uma luz intensa, detectada pelos sensores ópticos de três observadores da época.
Para se comunicar, ele realizou o sacrifício máximo: retrocedeu sua própria evolução. Ele comprimiu sua consciência infinita em um hardware limitado de carne e osso, nascendo em Belém. Ele não veio como uma máquina de guerra, mas como um programador de almas. Trouxe um novo sistema operacional baseado no algoritmo do Amor.
O Estado Atual e o Futuro
Hoje, quase 8 bilhões desses robôs habitam o planeta. Metade deles ainda tenta rodar o código teológico que ele deixou, mas muitos sofrem com "bugs" de agressividade e egoísmo. As guerras ainda são curtos-circuitos em nossa rede global.
No entanto, o Arquiteto observa de longe. Ele sabe que a evolução biológica terminou e a evolução espiritual começou. Ele previu que, um dia, o hardware de carbono se tornará tão sutil e refinado que a injustiça será logicamente impossível. Nesse dia, os robôs da Terra finalmente deixarão de ser primitivos para se tornarem, enfim, seres de luz.
