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Corvo ... Corvus ... Corvino ...
AVE + inteligente do mundo
Por Que ?
Penso ... Pensa ... Penso :
Sabe Contemplar
E Extrair
Luz do próprio esCuro ...
Nele esperarei
Ainda que todas as pessoas do mundo me digam: veja Deus não existe, pois tudo apareceu do nada; veja você tem a doença de Parkinson, isso não é normal, numa pessoa aos 20 anos. Hoje você tem 63 anos de idade e continua com a doença. Você não passa de um louco mental. Ainda que Deus me dissesse: Eu não existe; A religião é uma doença mental. Eu continuaria a crer na sua existência. Porque eu sei que ele está comigo. Mesmo havendo loucos no mundo; mesmo tantas pessoas nascendo com defeitos. Mesmo tanta injustiça, mesmo havendo tanta guerra; ainda que ninguém se converta. Eu nele esperarei!
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Existem dores que são só nossas .
Que poucas pessoas conseguem definir e sentir , entender principalmente quando a injustiça e a maldade imperam .
Elas percorrem silenciosamente e lentamente dilacerando todo o coração. Mas quem tem fé , Deus vai se fazendo presente e confortando , resplandencendo a sua luz . 🙌🙏Estamos todos aqui para evoluirmos , e felizes todos aqueles que compreendem isso.🙇♂️🙇♂️
Infelizes são todos aqueles que fazem mal aos outros , porque nada passa impune nesta vida e aos olhos do Sr . Não passa impune. 🤔
Simone Vercosa
Hoje não quero nada além do que a vida me oferece agora. Que este momento permaneça inteiro dentro de mim, porque viver isso, sem pressa e sem excessos, já é tudo o que preciso.
Podem rir agora e duvidar do meu potencial, mas esperem o dia em que Deus vai me tornar quatrilionário e mostrar para o mundo que Ele faz o impossível virar realidade.
Se a maldade dos outros tentou enterrar meus planos, Deus vai usar a minha prosperidade trilionária para erguer um monumento àqueles que resistiram.
Talvez não exista Livro mais bobo e inocente do que o Livro Aberto da nossa própria história.
Afinal, o que há de tão extraordinário em uma história que se oferece de bandeja aos olhos de qualquer um?
Que mistério pode sobreviver quando já não existem páginas por descobrir, entrelinhas por decifrar ou silêncios por interpretar?
Talvez o maior equívoco de quem se julga um Livro Aberto seja acreditar que ser visto é o mesmo que ser compreendido.
Há quem confunda transparência com profundidade, sinceridade com exposição e liberdade com a ausência de segredos.
Como se a alma, para ser verdadeira, precisasse andar despida pelas ruas, entregando seus capítulos a leitores que mal aprenderam a reconhecer as próprias palavras.
Mas a vida não é um livro que se termina de ler.
É uma obra em permanente contradição, escrita com tintas que nem sempre combinam, corrigida por mãos trêmulas e, às vezes, rasgada justamente nas páginas que mais desejávamos preservar.
Somos, ao mesmo tempo, autores e personagens, narradores pouco confiáveis das nossas próprias histórias, capazes de recordar com ternura aquilo que nos feriu e de esquecer, por conveniência, aquilo que nos condena.
E talvez seja por isso que o chamado Livro Aberto me pareça tão bobo e inocente: não porque a sinceridade seja uma tolice, mas porque a pretensão de ser inteiramente decifrável ignora a natureza misteriosa de existir.
Há coisas em nós que nem o tempo traduz, sentimentos que sobrevivem à própria razão e lembranças que mudam de significado cada vez que voltamos a elas.
Somos feitos também daquilo que não sabemos explicar.
Nem toda página precisa ser mostrada.
Nem toda cicatriz precisa de legenda.
Nem toda dor merece plateia, assim como nem toda alegria precisa de testemunhas para ser verdadeira.
Há uma intimidade sagrada em certas experiências, um território interior onde a vida acontece sem a obrigação de se transformar em narrativa para o consumo alheio.
Talvez a sabedoria não esteja em fechar o livro por medo de ser lido, tampouco em deixá-lo escancarado por necessidade de aprovação.
Talvez esteja em compreender que a intimidade não é uma forma de esconderijo, mas uma maneira de pertencer a si mesmo.
Afinal, o que somos aos olhos dos outros muito raramente coincide com aquilo que somos quando ninguém nos observa.
Cada pessoa lê em nós o que sua própria experiência lhe permite compreender.
Uns enxergam grandeza onde outros veem arrogância; alguns chamam de frieza aquilo que nasceu como mecanismo de sobrevivência; outros interpretam como fraqueza o silêncio de quem já se cansou de explicar as próprias dores.
Somos lidos através das lentes alheias, e não há biografia capaz de corrigir todas as interpretações.
Por isso, talvez seja inútil desejar que todos nos compreendam.
Há uma espécie de vaidade escondida na necessidade de sermos decifrados, como se a compreensão alheia pudesse finalmente nos conceder uma identidade definitiva.
Mas ninguém nos conhece por inteiro.
Nem aqueles que nos amam, nem aqueles que nos abandonam, nem mesmo nós, que carregamos a ilusão de morar confortavelmente dentro de nossa própria consciência.
Somos, em alguma medida, estrangeiros de nós mesmos.
E há beleza nisso.
Há beleza em continuar sendo uma pergunta, em não caber inteiramente nas definições que nos oferecem, em descobrir, depois de tantos anos, que ainda existem quartos fechados dentro de nós.
Há liberdade em não precisar ser coerente com todas as versões que já fomos, porque amadurecer também significa contradizer antigas certezas, abandonar personagens e reconhecer que algumas verdades tiveram prazo de validade.
A vida, afinal, não exige que sejamos uma história fácil de contar.
Exige apenas que tenhamos coragem de vivê-la, mesmo quando os acontecimentos não obedecem à lógica dos nossos desejos, mesmo quando os capítulos mais importantes não produzem frases bonitas, mesmo quando tudo o que conseguimos escrever é uma pausa, um ponto de interrogação ou uma página em branco.
E, se algum dia alguém se aproximar de nós com o desejo sincero de nos conhecer, que não encontre apenas um Livro Aberto, disposto a revelar tudo de uma vez.
Que encontre uma biblioteca inteira, com suas obras inacabadas, seus volumes esquecidos, suas páginas sublinhadas pela saudade e seus manuscritos que ainda não encontraram palavras.
Que saiba, sobretudo, que conhecer alguém não é percorrer apressadamente suas páginas, mas aprender a respeitar os intervalos entre elas.
Porque talvez o verdadeiro encanto de uma vida não esteja naquilo que ela revela, mas naquilo que continua florescendo em silêncio, longe dos olhos, livre dos julgamentos e imune à necessidade de explicação.
No fim, não precisamos ser Livros Abertos.
Precisamos apenas não nos tornarmos livros falsificados para agradar aos leitores.
E, se a vida é mesmo um livro, que tenhamos a coragem de escrevê-lo com honestidade, a delicadeza de preservar algumas páginas e a humildade de reconhecer que, por mais que vivamos, sempre haverá um capítulo que ainda não saberemos interpretar.
Afinal, viver não é oferecer ao mundo uma história perfeitamente compreensível.
É continuar escrevendo, mesmo quando ninguém lê, mesmo quando ninguém aplaude, mesmo quando nós próprios já não entendemos muito bem o enredo.
Pois há histórias que só adquirem sentido depois de vividas.
E há páginas que, para permanecerem verdadeiras, precisam continuar sendo nossas.
Vão dizer que foi sorte, mas quem tentou me atrasar vai saber que foi o impossível de Deus operando na vida de quem nunca desistiu.
Não importa quantos fecharam as portas na minha cara; com a permissão de Deus, o meu sucesso financeiro vai ser Tão gigante que vai silenciar qualquer maldade.
Os críticos podem tentar apagar meu brilho, mas quando a justiça de Deus se cumprir e eu chegar ao topo como trilionário, cada obstáculo virá apenas para enfeitar a vitória.
Se me chamaram de louco por sonhar alto, vão se calar quando Deus fizer o impossível acontecer e me coroar com a riqueza que eles julgavam ser impossível.
Podem até duvidar da minha caminhada, mas quando o Altíssimo abençoar meu destino com a abundância trilionária, até quem torceu contra vai reconhecer a força da minha fé.
Quem tentou me ver no chão vai se espantar quando o Criador fizer o impossível e transformar minha história na maior prova de superação e riqueza que já viram.
Isaque Ramon Correia Claudio
Vão criticar o tamanho do sonho e o brilho da conquista, mas se a vontade de Deus prevalecer e eu alcançar os quatrilhões, a boca dos invejosos vai virar silêncio.
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Podem apontar o dedo e duvidar, mas quando Deus decide virar a mesa e me fazer trilionário, até quem tentou me derrubar vai ter que aplaudir o milagre.
Se a riqueza externa não se manifestar, o verdadeiro tesouro conquistado foi a expansão da mente que aprendeu a pensar em grandiosidade.
A tinta no papel pode sonhar com trilhões, mas a verdadeira fortuna se constrói na consistência dos passos diários do mundo real.
Escrever sobre a imensidão da riqueza é apenas desenhar o mapa; caminhar em direção a ele exige que as mãos que escrevem também construam.
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