Pensamentos Mais Recentes

Desnecessário ter que manter sempre o silêncio. Às vezes um desabafo é só isso, um desabafo.

Todo homem de caráter será odiado. A sua vida vai mudar a partir do momento em que você desenvolver a capacidade de ser odiado. Deixe as pessoas não gostarem de você; as que realmente vão gostar de você serão poucas, e está tudo certo. Não é o pensamento do outro que define o meu caráter.

Gente que nem te conhece querer te julgar por uma frase. Me poupe. Sou vacinado contra quem quer atenção.

Eu entendo e até me simpatizo com algumas ideias do MGTOW. Mas, para mim, isso não é exatamente uma novidade. Nos anos 90, eu já era um solteiro convicto, muito antes de qualquer movimento dar nome a esse modo de existir.


E não me entendam mal: eu adoro as mulheres. Vivi histórias, paixões, encontros, descobertas. Elas fizeram parte da minha vida de muitas maneiras. Mas, para mim, existe uma diferença entre gostar da companhia de alguém e precisar tê-la dentro de casa.


Socialmente, gosto das pessoas. Em casa, prefiro meus gatos, meu cachorro e o silêncio.


Talvez porque eu precise dele.


Preciso ouvir o que permanece quando o mundo finalmente se cala. Preciso de espaço para escrever, para pensar, para perceber aquilo que o ruído cotidiano costuma esconder.


Às vezes, tenho a impressão de que o vazio não é ausência de alguma coisa. É justamente o lugar onde certas coisas começam a dizer o que pensam.


E eu preciso estar sozinho para escutá-las.

Ideologias Dividem 
Ideias Multiplicam

Quando se quer desestabilizar e destruir uma Nação as mulheres são um dos principais pilares alvos. Quem diz que feminicídio não existe, reverbera esse princípio.

Que é a vida? Uma fantasia.

Que é a vida? Um encantamento,

Uma realidade mirabolante, uma ficção;

E o bem maior, o futuro, uma criança. 

E todas as crianças, pequeninas ou não,


São sonhos, e feitas de sonhos são.






Estrofe de versos livres: (Tu) Surges, Oh, Mundo!


Autoria: Prof. Cidiclei Medeiros


Obra original: criação poética autoral, em forma de releitura contemporânea  de A Vida é um Sonho, de Pedro Calderón de la Barca.


Publicação anterior: disponível no Internet Archive sob o título O Gato Sortilégio desde 14 de setembro de 2026, no link: https://archive.org/details/screenshot-2026-09-14-at-13-06-37-gato-sortilegio

Seguir o próprio caminho não é fugir das pessoas; é recusar que qualquer pessoa, instituição ou convenção tenha o direito de caminhar dentro de nós sem nossa permissão.

Talvez a maior rebeldia contemporânea seja construir silenciosamente uma vida que não precise ser exibida, validada ou explicada para ser considerada plena.

O indivíduo que consegue perder alguém sem perder a si mesmo descobriu uma das formas mais difíceis de maturidade.

A verdadeira autonomia não proclama guerra contra o amor; apenas recusa que o amor seja transformado em argumento contra a liberdade.

Existem vínculos que nos dão raízes e outros que nos impedem de caminhar; sabedoria é perceber a diferença antes que o hábito a esconda.

O homem que precisa ser indispensável para sentir-se amado ainda confunde amor com utilidade.

A liberdade afetiva não pergunta quantas pessoas desejam você, mas quanto de você permanece intacto depois de cada encontro.

Quem teme ficar sozinho pode aceitar qualquer companhia; quem aprendeu a estar sozinho pode finalmente escolher companhia por afinidade.

Talvez a maior maturidade seja compreender que ninguém pode viver nossa vida por nós, assim como ninguém pode morrer nossa morte.

Não existe liberdade sem responsabilidade: quem deseja escolher a própria vida precisa aceitar também o peso de não poder culpar permanentemente alguém por ela.

A autonomia é uma forma de coragem porque obriga o indivíduo a assumir como próprias as consequências que antes atribuía à sociedade, ao destino ou aos outros.

Há pessoas que passam décadas construindo uma vida socialmente admirável apenas para descobrir, no silêncio da noite, que nunca perguntaram se aquela vida lhes pertencia.

A aprovação social é uma moeda estranha: quanto mais dependemos dela, mais caro pagamos por uma felicidade que não nos pertence inteiramente.

O homem que aprendeu a viver sem aplausos começa finalmente a perceber a diferença entre reconhecimento e valor.

A solitude ensina uma matemática peculiar: quanto menos precisamos de alguém para existir, mais livres somos para escolher quem realmente queremos ao nosso lado.

A liberdade exige espaços interiores onde nem o amor, nem a família, nem a sociedade tenham autoridade absoluta.

O indivíduo que não consegue dizer “basta” transforma qualquer vínculo em contrato de servidão voluntária.

Um homem pode viver sozinho e ainda estar profundamente conectado ao mundo; solitude não é necessariamente isolamento, mas uma forma particular de presença.