Pensamentos Mais Recentes

O Prédio que Aprendeu a Escutar lembra que adoecer não deveria ser requisito para merecer descanso.

Às vezes, profissionalismo é apenas o nome socialmente aceito da exaustão. O Prédio que Aprendeu a Escutar sabe disso.

"Abandonaram os valores eternos por caprichos passageiros; em vez de buscar a face de Deus, preferiram sujar as mãos defendendo aquilo que corrompe a alma."

O Prédio que Aprendeu a Escutar pergunta quanto sofrimento uma rotina consegue esconder antes de começar a revelá-lo.

"A negligência na oração anestesia a consciência, dando passe livre para que o ser humano pratique barbaridades achando que está defendendo o certo."

Toda instituição possui aquilo que registra e aquilo que prefere não perceber. O Prédio que Aprendeu a Escutar habita essa fronteira.

O Prédio que Aprendeu a Escutar sugere que alguns arquivos não armazenam documentos, mas restos de vidas.

"Quem troca a comunhão com o Altíssimo pelas trevas da indolência perde a bússola moral e passa a aplaudir o que destrói a própria nação."

“Não devemos julgar pelas aparências nem desprezar o que parece insignificante, pois, assim como a relva pode esconder valiosas ervas medicinais, também as pessoas e as situações da vida podem revelar virtudes e ensinamentos preciosos.”

O que não foi dito também pode permanecer. O Prédio que Aprendeu a Escutar constrói sua arquitetura sobre essa ideia.

"Deixaram de viver para a vontade divina e agora gastam suas energias justificando o erro, alimentando a preguiça moral e cometendo atrocidades sem nenhum temor."

O Prédio que Aprendeu a Escutar transforma corredores em testemunhas e paredes em memória.

Há instituições que conhecem todos os procedimentos, mas desconhecem o sofrimento. O Prédio que Aprendeu a Escutar é sobre essa contradição.

"A ausência de Deus na vida de quem se afasta da oração transforma o coração em terreno fértil para a maldade, a apatia e o caos."

O Prédio que Aprendeu a Escutar mostra que nem toda dor arquivada deixou de existir.

"Pararam de dobrar os joelhos para o Criador e passaram a erguer a voz para defender causas torpes, trocando a retidão pelo erro."

Em O Prédio que Aprendeu a Escutar, o arquivo guarda aquilo que a memória humana tenta esquecer.

O Prédio que Aprendeu a Escutar nasceu da pergunta que o silêncio institucional evita: quem escuta quem está cansado?

"Quando o homem abandona o altar de Deus, o vazio deixado pela oração é rapidamente preenchido pela indolência e pela prática da barbaridade."

O Prédio que Aprendeu a Escutar lembra que uma instituição pode registrar tudo e ainda assim não ouvir ninguém.

Uma instituição acumula durante anos o sofrimento das pessoas que passam por ela até que esse sofrimento se transforme em memória.

"Não é falta de tempo que afasta as pessoas da oração; é o excesso de amor pelos prazeres que as escravizam por dentro."

"Trocaram a eternidade da presença de Deus por cinco minutos de uma alegria falsa que evapora na primeira brisa."

"A alma seca de quem abandonou o altar não percebe que está mastigando cinzas enquanto tenta saciar a fome com o vento."

"Quando o capricho humano se senta no trono do coração, a vontade de Deus é tratada como intrusa e a oração é banida."