Pensamentos Mais Recentes
"Você está a apenas uma decisão de distância de uma vida completamente diferente. A pergunta não é se você consegue, mas se você está disposto a pagar o preço do seu próprio crescimento."
O que é seu não se perde.
Vem com o vento, vem na calma ou no trovão. Atravessa o céu inteiro e pousa na sua mão.
Suedson_Corey
Não adianta honrar a palavra com a boca enquanto trai com as atitudes. Quem prioriza os outros em vez de quem realmente importa não merece encher o peito de orgulho
O Paradoxo do Estresse Humano
O ser humano — esse ser magnífico, dotado de inteligência e saber intelectual — dissemina conceitos para tudo que existe, para tudo que há de respirar ou apenas para aquilo que o incomoda e o estressa.
O ser humano é inventivo, revolucionário e criativo. Impressiona como, em menos de 200 anos, moldou o mundo com suas criações fantásticas: a eletricidade, métodos de prolongar a vida (e até de extingui-la) e o modo mais fácil de viver, com tudo na palma da mão. No entanto, tudo o estressa.
O ser humano é o único que escreve, transcreve, lê e relê. É o ser que pensa antes dos impulsos (talvez?) e que fala sobre o bem coletivo (quando lhe convém). Mas não tem paciência para preparar o próprio alimento; opta pelo delivery, comida que, por vezes, demora mais tempo para chegar do que ele levaria preparando a própria refeição. E isso, inevitavelmente, o estressa.
O ser humano é incrível em evidenciar problemas, apontá-los, criticá-los e reclamar de opiniões alheias. Mas, quanto a resolvê-los... ah, ele também se estressa. Para o homem atual, qual seria o maior problema? Seria realmente o estresse? Se sim, por que não elimina as causas desses estresses? A ironia é que, até para procurar uma forma de se desestressar, ele se estressa.
O ser humano surge em um mundo autônomo; um mundo que sabia se regular e superar dificuldades sem a necessidade de um "ser magnífico" e autossuficiente resolvendo tudo. Mas o homem não resolve, apenas cria. Seria, então, o mal da humanidade não o estresse em si, mas o próprio homem? Bem, nem todo homem gosta de filosofia, porque pensar demais estressa.
Penso que o mundo também está exausto do ser humano, já que ele degrada, destrói e corrompe. Inventa milhões de criações, mas não se importa com seus impactos, com a destruição ou com a biodegradação. No fim, quando precisa pensar em soluções para os problemas que ele mesmo criou — na tentativa de solucionar problemas anteriores — e precisa lidar com o fato de que está acabando com seu único planeta... ele se estressa.
Transite por todas as bolhas possíveis. Apenas não permita que nenhuma delas aprisione a sua consciência.
VOCÊ DISSE NÃO
Você disse "não",
Só pra me ofender,
E machucar o meu coração,
Sem sequer perceber.
Pré-refrão
Lá, lalá...
Lá, lalá...
Lá, lalá...
Lá, lalá...
Doeu...
Doeu...
Quase não consegui me segurar.
Ficaram marcas e lembranças,
Difíceis de apagar.
Doeu...
Doeu...
Mas um dia essa ferida
Vai deixar de sangrar.
Você virou as costas,
Nem quis me escutar;
O que era um sonho bonito
Vi desmoronar
Se um dia a saudade chegar
E bater no seu coração,
Talvez você compreenda
A dor de um "não".
Letra: Félix di Láscio
25/06/2026
A Noiva Cadáver
Ah, como consegue ser tão bela?
Mesmo quando me deixa, com todo meu amor,
Apenas para contemplá-la pela janela.
Oh, minha amada, por que tantas brigas?
Faço tudo por você, mas sempre me castiga.
Larga-me por um instante e volto às sombras,
Carregado por saudade, essa dor que desmorona.
Seu olhar agora é um punhal cruel,
Repleto de desprezo, enquanto te imploro no papel.
E dizem que sou ciumento, egoísta, vil...
Mas não foi você quem feriu este coração tão febril?
Agora, meu amor, te dou o que tens merecido,
Um toque afiado, um corte fino, um adeus contido.
O sangue dança pela casa, rubro e reluzente,
Enquanto teus olhos, pela primeira vez, me veem verdadeiramente.
Bailamos na sala em uma valsa insana,
Minha noiva eterna, tão fria, tão pálida, tão humana.
Ah, mas que inferno! Agora que a tenho só para mim,
Os policiais chegam, batendo à porta sem fim.
Não entendem o que é amor, não sabem seu sabor!
Julgam-me por te ter, por ser o único portador.
Você nunca soube, mas agora está comigo.
Por que não sorri? Não está feliz, querida?
Oh, minha amada, dançaremos até que a noite se consuma,
Pois nem o céu, nem o inferno nos separa em sua bruma.
E mesmo que o mundo insista em nos condenar,
Você é minha, para sempre, até o universo acabar.
Esta é a minha carta de despedida
Desejo ser cremada. Quero abraçar as chamas em meu último contato físico, mesmo que meu corpo já não carregue vida, apenas uma casca vazia. Essa casca, que um dia sorriu, agora se despede. Joguem minhas cinzas ao mar, deixem as ondas salgadas me levarem. Que eu toque o mundo inteiro, mesmo em fragmentos dispersos.
Não quero funerais nem celebrações fúnebres. Só de imaginar a hipocrisia dos lamentos, o som de vozes dizendo o quanto me amavam ou sentiriam minha falta, sinto um peso que não quero levar. Por que poupam palavras tão belas em vida para oferecê-las apenas na morte? Não chorem. De que valeria? Não verei seus rostos tristes, nem poderei confortá-los pela perda.
Não sei se quero ser lembrada — depende da imagem que carregarem de mim. Seja na memória, no coração ou no vazio de um momento. Apenas saibam que parti sem arrependimentos. Se houver algum, que seja um reflexo das escolhas que fiz. E com elas, boas ou ruins, estou em paz.
Não chamem todos, apenas os próximos, os íntimos. Meus amigos, minha mãe. Não tragam parentes que vivem onde Judas perdeu as botas. Quero ao meu redor aqueles que estiveram comigo em vida, compartilhando momentos que valeram a pena.
Lembrem-se de mim como eu fui, em cada hora, em cada dia. Seja nos meus dias bons ou maus. Quando eu reclamava do cabelo. Quando chorava por não dar conta das mil tarefas que me cobrava. Ou quando sorria apenas por comer morangos. Lembrem-se de mim por inteiro, com meus erros e falhas, acertos e verdades.
E onde quer que eu esteja, partirei em paz, sabendo que, de alguma forma, vivi em suas lembranças.
Sentimentos
Diariamente, perco-me em pensamentos, a cabeça entre nuvens, distante de tudo. Encaro o espelho, buscando algo familiar, mas o reflexo me devolve uma expressão estranha. Sempre fui assim? Triste, vazio, remoto? Preciso admitir: não estou bem. Isso é inegável. Os olhos, sombrios e desolados, são prova suficiente.
Minha mente está abarrotada de preocupações, meu coração ferido e inquieto, como uma tempestade que nunca cessa. E você? Por que eu deveria conversar com você? Você, que insiste que adolescentes não têm problemas, como se nossa dor fosse menor, insignificante. Pois saiba: eu tenho problemas. Eu tenho sentimentos. Sentimentos que sua indiferença teima em ignorar, deixando-me à deriva, confuso, pior a cada dia.
Depois, com uma contradição cruel, você me pede para falar, para me abrir. Mas como? Como posso me expressar para alguém que nunca pergunta sobre meu dia, que sequer se senta ao meu lado no café? Alguém que me cobra palavras, mas nunca oferece ouvidos?
Quando minha alma não aguenta mais e transborda... ah, até o modo como meus sentimentos explodem parece te incomodar. E, no fim de tudo, resta-me apenas o consolo das lágrimas. Lágrimas silenciosas, que deslizam em um rosto cansado de lutar.
Choro por não saber lidar com tudo isso. Choro porque ninguém nunca me ensinou a cuidar de mim mesmo. E choro, sobretudo, porque você, que deveria ser meu refúgio, nunca me ensinou a lidar com meus sentimentos.
O lamento do céu inatingível
Mais uma manhã, ela se vai, sem ao menos se despedir de mim.
O peito dói, aperta como se a própria alma fosse arrancada.
Minha amada parte ao primeiro raio de sol, deixando-me sozinho com o vazio da sua ausência.
Ainda assim, amo-a mais a cada dia que passa.
Seu mundo desperta quando a noite cai, quando a lua ascende ao firmamento e o sol repousa em seu leito de luz.
Eu, mortal insignificante, moldei meu tempo aos seus passos celestes apenas para contemplá-la.
Ela dança junto à lua com tamanha harmonia que o ciúme me devora.
Ó deuses — Oxalá, Odin, Tupã ou qualquer outro que ouça este lamento —, por que não a trazem para mim?
Ou, então, permitam-me tocar o firmamento onde ela habita!
Neste universo imenso, ela é a única que ilumina minha escuridão.
Sentado na relva fria da noite serena, fito-a com olhos de súplica e conto-lhe tudo. Revelo meus sonhos, meus medos, cada desejo enterrado no âmago do meu ser.
Ela nunca responde, mas sinto que me escuta, silenciosa e etérea.
Garanto, não há outro amor no mundo que se iguale ao meu.
Nenhuma paixão poderá rivalizar com esta devoção impossível.
E quando o dia nasce mais uma vez, levando a noite consigo, minha amada desaparece no horizonte, sem deixar rastros, apenas saudade — e um coração que jamais será o mesmo.
"Nada"
Inspirado em Fernando Pessoa
Quem queria andar, que se ande.
Quem queira parar, que se pare.
Eu nada quero.
Quem quer construir, que construa.
Quem quer subir.
Eu não quero absolutamente nada.
A quem durma, que durma então.
A quem não durma, que se acorde
e fique sem dormir.
Eu, eu nada quero.
Nada que eu queria mais
que nada.
Posso eu querer além de nada?
Nada.
Marcio Melo
"Intensidade"
Inspirado em Clarice Lispector
Dizer muito em silêncio
Se espremer pra não gritar na intensidade desesperadora que me aquieta a voz
E minhas únicas palavras são neutras em versos que se equilibram em poemas
Só papel e tinta e muito dos meus sentimentos
Do meu silêncio.
Marcio Melo
Há um tipo de solidão que não tem barulho que distraia.
Ela aparece no meio da multidão, quando tudo está cheio por fora e vazio por dentro. Quando há vozes, notificações, compromissos, rostos... mas nenhum lugar onde a alma realmente repousa.
E é ai que o coração começa a lembrar.
Lembrar de um tempo em que a vida não precisava ser provada o tempo inteiro. Em que havia simplicidade na fé, descanso na entrega, e uma paz que não dependia de performance, nem de aprovação.
Uma paz que vinha de estar em Yeshua não como ideia distante, mas como presença viva que acolhe até o que você não sabe explicar:
Porque a solidão mais profunda não é estar sozinho.
É estar desconectado do que te sustenta por dentro.
O aos poucos o orgulho vai tentando convencer que dá pra seguir assim mesmo. Que não precisa voltar. Que já passou. Que tanto faz.
Mas o ego, por mais alto que fale, nunca consegue curar o vazio-que ele mesmo ajudou a criar.
Há um chamado mais baixo que o orgulho. Mais suave que a culpa.
Mais firme que a confusão.
um chamado que não força convida.
Não acusa restaura. Não expõe cobre com paz.
Voltar não é sobre se diminuir. E sobre se alinhar.
É reconhecer que existe um lugar de descanso onde o peso não precisa ser carregado sozinho. Onde o coração não precisa performar força o tempo inteiro. Onde você pode simplesmente ser sem máscara, sem defesa, sem guerra interna.
Yeshua não chama pelo seu desempenho. Ele chama pelo seu nome quando ninguém mais conseque te alcançar por dentro.
E talvez o primeiro passo não seja grandioso. Talvez seja simples como parar de fugir de si mesmo. Respirar com honestidade.
Admitir o cansaco. Permitir-se voltar ao básico da alma humildade.
Porque a humildade não é se diminuir. É se posicionar no lugar certo da vida.
E nesse lugar, o orgulho perde peso. O ego perde voz. E a paz volta a ter espaço.
Voltar é isso-quebrar a ilusão de que você precisa se bastar sozinho.
E descansar outra vez na verdade de que existe um amor que não se afasta quando você se perde-ele te espera até você lembrar de onde veio a sua paz.
E existe algo que o orgulho tenta esconder, mas que a verdade insiste em revelar com delicadeza - você não é o único que erra.
Todos erram. Todos falham. Todos, em algum momento, se perdem de si mesmos, dizem o que não queriam, se afastam do que sabiam ser certo, se confundem no caminho, se cansam da própria tentativa de acertar.
A humanidade não é feita de perfeitos é feita de pessoas em processo.
E por isso a graça existe.
Em Veshua, isso não é teoria bonita, é fundamento vivo não é sobre nunca falhar, é sobre não ser definido pela falha. É sobre entender que o erro não tem a palavra final sobre quem você é. Existe perdão. Existe recomeço. Existe restauração. o talvez o passo mais dificil não seja pedir perdão aos outros mas permitur-se receber o perdão que já foi oferecido e estendê-lo a si mesmo.
Você está perdoado.
Não como uma ideia distante. Mas como uma verdade que pode ser acolhida agora, se você parar de lutar contra si mesmo por tempo suficiente para ouvir.
Liberar perdão para si mesmo é quebrar correntes invisíveis. E parar de carregar um peso que não foi feito para ser permanente. E sair do ciclo onde você se acusa por dentro-enquanto tenta seguir por fora.
Ser humilde é saber que a gente não tem todas as respostas. Quem se acha o dono da verdade acaba se fechando para o que os outros têm a dizer.
O arrogante, não escuta de verdade: só espera a vez de falar e mostrar que está certo.
O humilde tem o coração aberto. Ela respeita o jeito de cada um, escuta com atenção e está sempre disposta a aprender, mesmo com quem sabe menos.
Escolha seu lado...
Escolhas, coisa de Gente!
Alexandre Sefardi
Mas nem sempre a gente precisa ser forte. Às vezes, temos que aceitar nossas fraquezas e deixá-las existir...
Respirar devagar, sentir o ar com calma, com cuidado, para não acordar a pessoa que mora dentro do meu coração.
Alexandre Sefardi
Tudo o que eu falar agora pode mudar. O que eu disse ontem talvez nem seja verdade amanhã. É estranho viver assim, sem se conhecer direito. Mas no fim, acredito que vou me conhecer melhor do que ninguém. Porque todo mundo está sempre mudando. E eu também, principalmente agora. Tudo à minha volta está diferente, e eu preciso me acostumar com esse mundo novo que está surgindo. Tenho medo, todo mundo tem. Mas quando tudo isso passar, vou poder, enfim, descansar.
Coisa de Gente!
Alexandre Sefardi
A vida é simples e merece cuidado. Principalmente quando a gente para para olhar o que está ao nosso redor, respirar devagar e viver com calma. Ultimamente, tenho sido assim. Já levei tantos tombos na vida que agora vou mais devagar. Deixo a vida me levar. Isso me faz bem. Me faz perceber que no caminho não tem só pedras, tem coisas boas também.
Alexandre Sefardi
... Confissões De S Agostinho ...
... Crânio Levado Revelarum
Ciscum Reliquiarium ...
... Um dos mais importantes
Espiritualistas do Século XXI
O Jovem Do Impossível : GTC ...
"Quebro a cara, a banca e as regras.
Dobro as apostas e assumo os riscos.
Sou rebelde e pago o preço de não ser cópia.
O custo é alto, eu sei.
Mas meu cartão não tem limite!"
Haredita Angel
24.07.25
Passando pela floresta escura e pantanosa, onde se encontra o enorme cemitério das minhas almas passadas. Cada passo abandona um pouco do que ainda restou de mim pelo caminho. Mesmo não querendo continuar, existe uma pequena chama, que não chega a aquecer, mas acende um ponto pequeno, quase imperceptível de luz, que, mesmo no negrume quase absoluto, ainda guia meus vagarosos, curtos, mas firmes passos.
- Tiago Scheimann
AMOR ALÉM DAS ESTRELAS (versão música)
Verso 1
Quando eu deixar esta matéria,
E seguir por outra dimensão,
Talvez eu seja apenas energia,
Viajando pela imensidão.
Passarei por pontos de luz,
Que brilham no eterno universo,
Até chegar à fonte maior,
Onde termina todo mistério.
Pré-refrão
Sem corpo não há olhos para ver,
Nem mãos para tocar.
Mas existe algo que permanece,
E nunca vai se apagar.
Refrão
É o amor além das estrelas,
Ligando você e eu.
Atravessando o tempo infinito,
Pela força que Deus nos deu.
Se aqui não deixarmos o amor nascer,
O vazio poderá nos encontrar.
E na viagem para o tudo ou para o nada,
Não haverá com quem se ligar.
Verso 2
Se a vida é apenas passagem,
O amor é o que fica no final.
Nem a distância das galáxias
Pode romper esse sinal.
Somos centelhas caminhando
Pelos caminhos da criação.
E cada gesto de amor sincero
Ilumina outra constelação.
Refrão
É o amor além das estrelas,
Ligando você e eu.
Atravessando o tempo infinito,
Pela força que Deus nos deu.
Se aqui não deixarmos o amor nascer,
O vazio poderá nos encontrar.
E na viagem para o tudo ou para o nada,
Não haverá com quem se ligar.
Final
Além das estrelas...
Além do tempo...
Além do fim...
O amor continuará.
