Pensamentos Mais Recentes

O justo costuma ser inteligente, questionador, imparcial e observador. Nunca defende um lado, por preferência emocional. Entretanto, busca estudar ambos os lados, para obter a conclusão mais real.
O ímpio é medíocre, tendencioso, "dono da verdade" e manipulador. Sempre parcial, defende o lado preferido, de modo "incontestável", controlador. E ainda que todas as evidências provem hipocrisia em sua escolha, ele nunca sai da "bolha".
O justo é visionário, por excelência. O ímpio é cego, por conveniência.


Clara Fontes

Não há aliados nem inimigos, só interesses, disse César.
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Inserida por sergio_f_januario_1

Helaine Machado
Helaine Machado, batizada como Helaine dos Santos Machado Alves, nasceu na cidade de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, no bairro de Saracuruna. É filha de Rosa dos Santos Alves, mulher negra e dedicada ao lar, e de Elias José Alves, hoje aposentado por deficiência.
Mulher negra, cristã, Helaine construiu sua trajetória com fé, sensibilidade e perseverança. É professora do Ensino Fundamental na Escola Municipal Prefeito Nicola Salzano, localizada em Paracambi (RJ), onde contribui diariamente para a formação de crianças e para o fortalecimento da educação pública.
Casada com Osmar Gonçalves Lemos Machado Alves, Helaine carrega em sua história a força de quem enfrenta desafios sem perder a esperança. Atualmente, busca construir sua carreira como escritora. Apesar de muitas vezes se sentir subestimada e de enfrentar limitações impostas por problemas de saúde, como a endometriose e a luta contra o câncer, ela continua escrevendo, movida pelo amor à palavra e pelo desejo de expressar sentimentos, reflexões e experiências de vida.
Embora, com humildade, diga não possuir talento, aqueles que leem seus textos percebem a verdade que existe em cada linha. Helaine Machado é, acima de tudo, uma amante da vida e daquilo que faz, alguém que transforma dor, fé e vivências em palavras.

Inserida por helaine_machado

Evite entregar-se excessivamente aos outros; do contrário, corre o risco de ser tratado como um objeto.

O passado é uma lição.
O presente é exatamente um presente. 
O futuro é aquilo que sobrará do presente. 


Então, trate com carinho o seu presente.

Tem coisas que são necessárias comprar pra trabalhar, já outras trabalhar para comprar
CJR
@claudioribcjr

Compreender nunca é simples. Mas quando se abre o coração, fica fácil a compreensão.

Pura leitura


Arranca-me da estante como um livro
Toma-me em tuas mãos, abre-me a punho
Vira-me repaginando, passando os olhos, apenas olhando
Não me lê nas entrelinhas
Tenta me apagar a memória
Enxerga-me, mas não me vê!
Tenta me reescrever como um rascunho
Querendo suprimir toda minha história, deletando minhas lembranças
Fazendo de mim, um diário de páginas em branco
Onde tenta escrever ou reescrever o que quer, apenas para satisfazer seu ego.

Diziam que a pandemia traria um “plus” de fraternidade;
mas, até agora, o que continua em alta é a arrogância e a prepotência.

Combatente


A Maya quer me enganar. Por que permite que eu saiba que ela existe? Será mais um dos seus truques? Somos pequenos bonecos diante das ilusões. Para mim a realidade foi construir ilusões. Por isso eu me importo com o pote cheio de canetas e presto atenção em cada taco do parquê. Entre os objetos existe algo. Não é o ar. Existe uma ligação que faz com que brilhem na luz amarela. Eu posso tocá-los com os olhos, posso cheirar uma história. A medida em que eu vou escrevendo os meus órgãos internos se agitam, as vozes agridem os meus ouvidos, a sede repuxa os meus nervos. Alguém que morreu há algum tempo teima em aparecer. Sou eu que estou morto porque vivo de lembranças. E enquanto eu estou aqui teimo em perceber o mundo profundamente, dum jeito que cansa, me faz um soldado, do batalhão da mente, do exército dos insatisfeitos.

Cuida dos teus passos, para que depois não te arrependas dos espinhos que neles terás de carregar.

Until Us


From every root that intertwines,
stories, voices, embraces arise.
Centuries of footsteps echo in earth,
lives that converge, nothing dispersed.


Parents, grandparents, great-grandparents in chain,
a human river that flows and remains.
In blood, memories, in eyes, inheritance,
we are the fruit of long endurance.


And until us, millions came,
with dreams, struggles, songs aflame.
Each existence left its trace,
that now blossoms in our space.

um + zero = zero

"O silêncio apofático não é ausência de Deus, mas a reverência diante de uma face que nenhum olhar humano pode conter."

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Quando a minha mãe percebe que estou a esforçar-me muito para lhe agradar, ela diz:
“Cuidado, filho… tenha calma.”
Então eu respondo:
“Mãe, eu sou a semente que você plantou. Estou apenas a esforçar-me para dar frutos… é isso que as sementes fazem.
Tenho que dar no duro agora, enquanto ainda tenho tempo de estar com você.”
— Binilson Quissama

⁠Talvez o nosso único Defeito Perdoável para o outro seja o Silêncio que fazemos para Poupá-lo.


Mas há algo de muito grave nessa empatia espinhosa: sacrificar a nossa Paz para poupar o próximo pode ser nosso Maior defeito.


Pois, há silêncios que parecem generosos…


Eles vestem a roupa da empatia, caminham com passos cuidadosos e nos convencem de que calar é uma forma de proteger — proteger o outro de uma verdade dura, de uma crítica necessária, de uma ferida que nossas palavras poderiam abrir.


Mas existe uma espinha escondida nessa delicadeza.


Quando o silêncio deixa de ser escolha e passa a ser renúncia, ele começa a cobrar um preço alto demais.


Porque, enquanto poupamos o outro de um incômodo passageiro, vamos acumulando em nós aquilo que nunca teve o direito de existir.


E o que não encontra voz quase sempre encontra peso.


A empatia, quando exagera na dose, pode se transformar numa espécie de sacrifício íntimo: abrimos mão da nossa paz para preservar a tranquilidade alheia.


E, nesse gesto que parece tão nobre, às vezes cometemos uma injustiça silenciosa — contra nós mesmos.


Poupar o outro jamais deveria custar a nossa serenidade.


Porque há verdades que não ferem por serem ditas, mas por serem enterradas.


E há relações que não se fortalecem com silêncios, mas com a coragem delicada de dizer aquilo que precisa existir entre duas consciências que se respeitam.


Talvez, no fim das contas, o silêncio só seja realmente um Defeito Perdoável quando não se transforma no lugar onde abandonamos a nossa própria paz.

Até Nós


De cada raiz que se entrelaça,
brotam histórias, vozes, abraços.
Séculos de passos ecoam na terra,
vidas que se somam, nada se encerra.


Pais, avós, bisavós em corrente,
um rio humano que segue fluente.
No sangue, memórias, no olhar, herança,
somos o fruto da longa esperança.


E até nós, vieram milhões,
com sonhos, lutas, canções.
Cada existência deixou um traço,
que hoje floresce em nosso espaço.

Existe algo no amor que se parece muito com a história da borboleta.

Antes de voar, ela precisa aceitar o escuro do casulo.
Ali dentro tudo muda. O que ela era deixa de existir para que algo novo possa nascer. É um processo silencioso, difícil e invisível para quem olha de fora.

Com o amor acontece a mesma coisa.
Ele também nos transforma por dentro. Faz a gente abandonar medos, quebrar antigas versões de nós mesmos e aprender a sentir de um jeito novo.

Quando o amor é verdadeiro, ele não apenas chega. Ele muda quem somos.

E então, um dia, quase sem perceber, abrimos as asas.
Descobrimos que aquilo que parecia um fim era apenas o começo de um voo.

Talvez seja por isso que borboletas emocionem tanto.
Elas lembram que algumas das coisas mais bonitas da vida só existem porque tivemos coragem de nos transformar.

E amar, no fundo, é exatamente isso.
Ter coragem de mudar para poder voar junto. 🦋

O amor se parece muito com a borboleta.
Antes de voar bonito e colorido, ela passa um tempo escondida dentro do casulo. Ali dentro acontece a verdadeira transformação. Nada é fácil, tudo muda.

Com o amor é igual. Antes de se tornar algo leve e bonito, ele também passa por processos, dúvidas, medos e mudanças dentro de nós. É no silêncio dessas transformações que o amor aprende a voar.

Quando finalmente abre as asas, ele já não é mais o mesmo.
Ele se torna livre, delicado e capaz de levar cor para onde antes só havia rotina.

Talvez por isso as borboletas sejam tão especiais.
Elas nos lembram que as coisas mais bonitas da vida não nascem prontas. Elas se transformam.

E o amor verdadeiro sempre nasce de uma transformação.

Alguns amores são como borboletas, chegam de repente e mudam completamente o cenário da nossa vida.

Assim como a borboleta nasce de um casulo, o amor também nasce de processos silenciosos que transformam quem somos.

O amor verdadeiro é como uma borboleta pousando na mão, leve, delicado e cheio de beleza.⁠

Na vida, iniciamos querendo tudo. O tempo passa, passa e passa, até o tudo ficar pouco, restrito e, às vezes, achamos que é quase nada, mesmo respirando, andando, sonhando e ainda com capacidade de amar — ou seja, uma imensa ingratidão com a vida.

LIMITES DO DESEJO
(A resiliência como marcador da alma)

Às vezes a vida oferece aquilo que podemos suportar. E, por isso, os desejos são filtrados.

Lu Lena / 2026