Pensamentos Mais Recentes

"Às vezes, nossos pensamentos são equivocados, pois não existe caminho para o céu, tampouco um paraíso na eternidade. Somos enganados todos os dias."

Um doido é doido pra encontrar outro doido.

Vale a pena esperar e confiar em Deus, acredite. Ele se importa com cada sonho seu.

Faça o que tiver que ser feito, as consequências virão naturalmente!

Qualquer mulher pode sair por aí com o intuito de se deitar com qualquer homem. O fato é que eu não me troco por nenhum deles. E nem queira saber o motivo.


Marcélio Oliveira
⁠Sim.

Os acontecimentos vão e vêm,
Viver baseado em expectativas é um convite para o atraso,
Idealizar demais costuma deixar marcas no esquecimento,


Aprender a caminhar sem congelar os passos é um fundamento,
Benditas são as lágrimas que nos resgatam na frente do espelho,
A floresta pode ser densa e perigosa, ao mesmo tempo que pode ser bela e prospera.

2504 📜 "Desculpem, mas quem tem Caráter, não tem tudo... Tem Caráter, uai! Quem está em dia com a Missa e com as Rezas, necessariamente não é boa pessoa... Apenas está em dia com a Missa e com as Rezas, oxente! E quem tem Linda Família nem sempre é realizado... Somente tem Linda Família, caramba!"

Você é inspiração em sua forma mais bonita.

Alguns olhares procuram defeitos. Outros encontram poesia.

Nem todo mundo saberá ler a poesia que existe em você.

Andei entre muitos,
Estive entre multidões,
Percebi que o núcleo do vazio explora as grandes massas concentradas de pessoas,
Quanto mais quantidade, mais vazio será.

Ser pai é sair do centro e entrar na órbita de alguém que você ama mais que tudo.

​O universo em blocos é visto como um organismo que se desenvolve como uma célula ou embrião — exposto pelo olhar dos telescópios, resplandecendo desde um passado glorioso. É a criação do gênio que surgiu diante de um cenário onde a tecnologia era mero sonho na imensidão do desconhecido, entre mitos e o medo de que a Terra acabasse no horizonte.
​A descoberta do globo parecia heresia; todo conhecimento era passível de fogueira. Ao passar do tempo, pensamentos se tornaram inovações científicas, ou encontravam na alquimia a transmutação dos elementos.
​Numa dessas noites, a tese se tornou ciência. Num momento irônico, centenas de descobertas surgiram como fruto do estudo e do enriquecimento da natureza humana. E então, conhecemos a IA…
​Entre todos os eventos aleatórios nas alegorias das ideias, florescemos no campo do conhecimento e da reminiscência.


Por Celso Roberto Nadilo.

A CORAGEM DO AMOR QUE ACEITOU O CÁLICE.
Capítulo: XVIII
Livro: Migalhas Da Grande Mesa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Quando contemplamos a oração de Jesus no Getsêmani, percebemos uma das mais profundas demonstrações de grandeza moral registradas pela História. Aquele instante não representa a fraqueza de um Espírito diante da dor, mas a fortaleza incomparável de quem conhecia plenamente as consequências da missão que viera cumprir e, ainda assim, escolheu permanecer fiel ao Bem.

Muitas vezes, a leitura apressada dessa passagem conduz à ideia de que Jesus teria pedido apenas para ser poupado do sofrimento físico. Entretanto, uma análise psicológica, filosófica e moral permite enxergar um horizonte muito mais vasto. O cálice simboliza, igualmente, o peso da incompreensão humana, da violência moral, da ingratidão, do orgulho e da recusa deliberada da verdade por parte daqueles que preferiram silenciar o amor em vez de ouvi-lo.

É admirável a coragem do amor de Jesus. Observemos que Ele não abandona sua missão, tampouco se revolta contra a vontade do Pai. Ao contrário, submete-se integralmente à Lei Divina, demonstrando que a verdadeira liberdade espiritual consiste em harmonizar a própria vontade com a vontade de Deus.

Sob uma perspectiva filosófica, é possível compreender que a súplica de Jesus não revela o desejo de escapar ao dever. Antes, convida-nos a refletir sobre a gravidade moral dos atos humanos. A consumação daquela injustiça representaria um comprometimento ainda maior daqueles que, movidos pela inconsequência, pelo fanatismo, pela vaidade e pelo orgulho, escolheriam condenar justamente aquele que lhes oferecia apenas amor, esperança e renovação.

A tragédia maior não residia na cruz, mas na consciência daqueles que, podendo acolher a luz, preferiram as sombras. O sofrimento físico terminaria em poucas horas; entretanto, as consequências morais das escolhas permaneceriam gravadas na intimidade dos Espíritos, reclamando, ao longo das existências sucessivas, o aprendizado que somente a experiência e o arrependimento sincero poderiam proporcionar.

Sob o aspecto psicológico, o Getsêmani revela uma das maiores lições sobre a natureza humana. O orgulho possui extraordinária capacidade de cegar a inteligência. A vaidade convence o indivíduo de que está sempre certo. A ausência de empatia transforma pessoas em instrumentos da própria violência. Quando essas imperfeições se unem, o ser humano passa a justificar o injustificável, convencendo-se de que pratica o bem enquanto produz sofrimento.

Essa realidade permanece profundamente atual. Mudaram-se os séculos, modificaram-se as vestimentas, evoluíram as tecnologias, mas os conflitos íntimos continuam essencialmente os mesmos. Ainda hoje, quantos julgamentos precipitados destroem reputações? Quantas palavras ferem mais profundamente do que qualquer espada? Quantas vezes o orgulho impede o perdão, e a vaidade impede o reconhecimento do próprio erro?

Continuamos, muitas vezes, repetindo os mesmos equívocos daqueles dias. Ainda existem consciências que preferem a aparência à verdade, o interesse pessoal à justiça, a intolerância ao diálogo e a condenação à compreensão. A cruz, em muitos momentos, deixou de ser feita de madeira para ser construída com a calúnia, a indiferença, a humilhação pública e a ausência de fraternidade.

Jesus, porém, permanece como o exemplo absoluto da maturidade espiritual. Não responde ao ódio com ódio. Não combate a violência com violência. Não permite que a maldade alheia altere a pureza de seus sentimentos. Sua maior vitória não consistiu em evitar o sofrimento, mas em impedir que o sofrimento modificasse a excelência de seu caráter.

Essa é uma das maiores lições morais do Evangelho. O verdadeiro homem de bem não é aquele que jamais enfrenta dificuldades, mas aquele que conserva a serenidade, a dignidade e o amor mesmo quando cercado pela incompreensão.

À luz da Doutrina Espírita, compreendemos que Deus não deseja o sofrimento de seus filhos, mas permite que cada Espírito colha as consequências naturais de suas escolhas, encontrando nelas os instrumentos de sua própria educação moral. O cálice de Jesus, portanto, transforma-se em um convite silencioso para examinarmos o nosso próprio coração.

Antes de condenarmos os personagens daquela época, convém perguntar: quantas vezes também recusamos o amor por orgulho? Quantas oportunidades de reconciliação deixamos escapar por vaidade? Quantas vezes permanecemos indiferentes diante da dor do próximo porque estávamos excessivamente ocupados conosco mesmos?

O Evangelho não foi escrito para julgarmos os homens do passado, mas para reconhecermos, em nós mesmos, aquilo que ainda necessita ser transformado. O Getsêmani continua existindo dentro da consciência humana, sempre que somos chamados a escolher entre o egoísmo e a caridade, entre o orgulho e a humildade, entre a intolerância e o amor.

Fontes:• Bíblia Sagrada - Mateus 26:39.• O Evangelho Segundo o Espiritismo.• O Livro dos Espíritos, especialmente as questões relativas ao progresso moral e à Lei Divina.• A Gênese.

Frase:

" Que o exemplo de Jesus nos inspire a vencer o orgulho pela humildade, a vaidade pela simplicidade e a indiferença pela caridade, pois toda consciência que aprende a amar aproxima-se, um pouco mais, da verdadeira paz. "
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A qualidade da tua vida emocional depende da qualidade das perguntas que fazes.

​O cansaço que verdadeiramente nos destrói não é aquele que se cura com poucas horas de sono ao fim do dia. É uma exaustão da alma, um esgotamento lento que nasce da tentativa inútil de consertar o que já nasceu quebrado. Às vezes, parar de tentar salvar o desastre é a única forma de salvar aquilo que restou de nós.


- Tiago Scheimann

Olhar para trás muitas vezes parece um exercício doloroso de contagem de ruínas e promessas esquecidas pelo caminho. O passado não é um lugar para onde se possa voltar, mas um fantasma insistente que insiste em sentar à nossa mesa. Aprender a conviver com essa presença é o primeiro passo para não permitir que ele devore o nosso presente.


- Tiago Scheimann

​As metáforas que fogem à compreensão: dentro desta mesma compreensão, vemos o espaço criado pela inércia num volume constante e relativo de informação. Não compreendemos o que começou diante do início; damos livre-arbítrio a nós mesmos para sermos capazes de transcender a compreensão.
​O procedimento foi feito para que a metáfora seja a fronteira dos entornos da realidade.
​Mesmo no estado crítico, ainda vemos parte do paradoxo do passado, pois a distância define o que foi ou o que é. Nunca ficaria visível, pois o presságio é de que o presente seja o colapso da ausência do fato — visto que o fato em si não aconteceu dentro da possibilidade. As probabilidades são vagas, pois o presente foi escrito pelo contínuo momento em que o efeito foi elaborado: um momento único onde caminhamos simultaneamente dentro do passado, do presente e do futuro.

... Mateus 12 : 33 ...
... A Árvore Preciosa ... 
Carvalho? Abacateiro?

Por que nossas Árvores 
Não se Abraçam
Já que nossas Raízes
Vivem de Mãos dadas? ...
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

⁠Os que tropeçam no infortúnio de confundir Grosseria com Franqueza, já retrocederam ao estágio mais medonho da grosseria.


A franqueza nunca precisou levantar a voz para ser ouvida. 


Ela não humilha, não diminui, nem transforma sinceridade em espetáculo. 


A verdade, quando amadurecida pela sabedoria, encontra caminhos para alcançar o outro sem lhe roubar a dignidade.


Vivemos, porém, um tempo em que a grosseria foi descaradamente renomeada.


Chamam-na “personalidade forte”, “autenticidade” ou “sinceridade sem filtros”. 


Como se a falta de educação fosse virtude e a incapacidade de exercer empatia fosse prova de coragem.


Há uma diferença profunda entre dizer a verdade e usar a verdade como arma. 


A primeira constrói, ainda que confronte. 


A segunda apenas fere, ainda que esteja revestida de argumentos corretos. 


Afinal, não basta que as palavras sejam verdadeiras; é preciso que também sejam justas, oportunas e às vezes até misericordiosas.


A verdade dita com má intenção é tão ruim quanto qualquer mentira.


A franqueza é uma qualidade dos fortes. 


E a grosseria, muitas vezes, é o refúgio dos inseguros. 


Quem realmente domina a si mesmo não sente necessidade alguma de esmagar alguém para defender uma opinião. 


Pelo contrário, sabe que a firmeza de um caráter se revela mais na serenidade do que na agressividade.


Talvez o maior sinal de maturidade seja compreender que podemos discordar sem desrespeitar, corrigir sem humilhar e falar com firmeza sem abandonar a delicadeza. 


Porque a verdade perde parte de sua força quando chega carregada de arrogância.


No fim, não seremos lembrados apenas pelo que dissemos, mas pela maneira como fizemos as pessoas se sentirem enquanto dizíamos. 


E isso revela muito mais sobre o nosso caráter do que sobre a nossa eloquência.

É óbvio que a Justiça é cega. Se não fosse, ela condenava todas as igrejas por fakes news.

LOOPING


Um toque de mãos, um olhar que treme,
como um vento forte que toca e a gente sente.
Não vemos, mas é tão forte que derruba muralhas,
invade o peito e silencia as batalhas.


E como não quero, já te querendo,
vejo nos teus olhos o meu medo de não ter.
São ondas que vêm e vão, esse querer,
e as circunstâncias me levam a crer
que o meu “não” talvez nunca vá ser.


Laços de lucidez me fazem ver
que o meu bem-querer não é meu, nem vai ser.
Eu posso? Não. Não vou cometer o erro
que, nos dias de razão,
me faz pôr os pés no chão.


E entender que talvez um dia,
quem sabe, em outro sistema,
vamos nos tocar sem dilemas
e dizer que a alma não mente:
o que a gente sente
é esse bem-querer.

Querida,


eu gostaria que o mundo estivesse acabando amanhã.


Então eu poderia pegar o próximo trem, atravessar Portugal inteiro, cruzar o mar até a Inglaterra e bater à sua porta sem precisar explicar nada. Quando você abrisse, eu não perguntaria se ainda há espaço para mim. Apenas estenderia a mão e diria:


Venha comigo.


Nós vamos nos amar sem medo, sem orgulho, sem o peso das palavras mal colocadas, sem o receio de quem vai embora primeiro.


Porque o mundo está acabando amanhã.


E, quando o mundo acaba, ninguém precisa fingir que é forte.


Ninguém precisa esperar o momento certo.


Ninguém perde tempo tentando vencer uma discussão que, no fim, nunca importou.


Se o mundo acabasse amanhã, eu não teria vergonha de dizer que senti sua falta todos os dias em que permaneci calado. Não esconderia que, por muitas noites, imaginei como seria ouvir sua voz outra vez, nem confessaria isso com a esperança de mudar alguma coisa. Apenas porque algumas verdades merecem existir antes do fim.


Nós caminharíamos sem destino.


Entraríamos no primeiro café aberto, pediríamos qualquer coisa e riríamos do absurdo de ainda existir café quando o céu estivesse desmoronando.


Você seguraria minha mão.


E, pela primeira vez em muito tempo, nenhum de nós precisaria perguntar o que o outro está sentindo. O fim do mundo teria nos devolvido uma simplicidade que a vida insistiu em roubar.


Eu olharia para você como olhei tantas vezes antes, mas dessa vez sem pensar no passado, sem medo do futuro, porque ambos deixariam de existir em poucas horas.


Só haveria o agora.


E o agora seria suficiente.


Se o mundo acabasse amanhã, eu pediria perdão por tudo aquilo que descobri tarde demais. Pelas vezes em que o meu silêncio falou mais alto do que o meu amor. Pelos instantes em que o orgulho venceu o desejo de permanecer.


Você talvez me dissesse que também errou.


E eu responderia que já não importa.


O mundo está acabando amanhã.


Não existem culpados quando o relógio decide parar.


Existem apenas duas pessoas que se encontraram tarde demais para um tempo curto demais.


Talvez, quando o último trem deixasse a estação, nós estivéssemos sentados lado a lado olhando a paisagem desaparecer pela janela. Não conversaríamos muito. Algumas pessoas foram feitas para dividir o silêncio, e o nosso sempre disse mais do que qualquer palavra.


Quando a noite chegasse, eu encostaria minha cabeça no seu ombro e pensaria que a eternidade nunca significou viver para sempre.


A eternidade, às vezes, cabe em alguns minutos vividos da maneira certa.


E, quando as luzes do mundo finalmente se apagassem, eu não pediria mais um dia.


Não pediria mais um ano.


Não pediria outra chance.


Porque você estaria ali.


E descobriria, no último instante da existência, que o único fim que realmente me assustava não era o do mundo.


Era o nosso.


Com amor,


Gabriel.

O macho nasce acompanhado por um outro ser simbiótico que age como um parasita, drenando sua atenção sempre que sua fome não é saciada. A grande luta da vida consiste em manter essa fera sob controle.

"Carrego apenas duas certezas da vida: a de que ela não é eterna e a de que São Paulo será campeão assim que eu lá chegar. Todo o resto é mera especulação."