Pensamentos Mais Recentes
“Ninguém poderá te defender de você mesmo, porque os maiores tribunais da vida funcionam dentro da própria consciência. E é diante dela que todos nós, cedo ou tarde, precisamos prestar contas.”
“Somos instantes que instantaneamente deixam de existir.
Por isso não temos tempo para viver uma vida que não seja nossa.
Não temos tempo para sustentar máscaras.
Não temos tempo para adiar indefinidamente aquilo que realmente importa.”
No meio polarizado quem se enverniza de moral para usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover consegue vender até a chave do céu.
Em tempos de paixões acirradas, a aparência de virtude muitas vezes vale mais do que a própria virtude.
Não são poucos os que descobriram que vestir a linguagem da fé, da moralidade e das boas intenções pode ser uma estratégia poderosa para conquistar seguidores, blindar críticas e ampliar influência.
Quando a polarização domina o ambiente, o julgamento sereno costuma ser substituído pela identificação emocional.
Nesse cenário pervertido, basta que alguém se apresente como defensor dos “bons” contra os “maus” para que muitos deixem de avaliar suas ações e passem a consumir fervorosamente suas narrativas.
A coerência perde espaço para o espetáculo, e a devoção à verdade é frequentemente trocada pela devoção à personalidade.
O problema não está na fé, nem na espiritualidade, muito menos em Deus.
O problema surge quando o sagrado é transformado em ferramenta de marketing pessoal, escudo contra questionamentos ou palanque para ambições humanas.
Afinal, quem utiliza o nome de Deus para servir ao próprio ego não está elevando a fé; está instrumentalizando aquilo que deveria inspirar humildade.
A história repetidamente nos mostra que os maiores abusos raramente se apresentam como abusos.
Eles costumam chegar embalados em discursos nobres, promessas redentoras e certezas absolutas.
Por isso, a prudência recomenda observar menos os slogans e mais os comportamentos; menos as declarações de pureza e mais os frutos produzidos.
Talvez uma das formas mais maduras de preservar a própria consciência seja desconfiar daqueles que fazem questão de anunciar constantemente a sua superioridade moral.
A verdadeira integridade não precisa de holofotes permanentes, nem de certificados públicos de santidade.
Ela se revela silenciosamente na coerência entre palavras e atitudes.
No fim, quem aprende a distinguir fé de propaganda, convicção de fanatismo e espiritualidade de autopromoção torna-se menos vulnerável aos vendedores de certezas.
Porque, no mercado das paixões humanas, sempre haverá alguém tentando vender até a chave do céu.
Mas a sabedoria começa quando percebemos que aquilo que tem valor espiritual genuíno jamais pode ser transformado em mercadoria.
Quem ama verdadeiramente não precisa escolher entre amar o próximo ou amar a si mesmo. O amor autêntico transborda em ambas as direções.
O amor-próprio sem amor ao próximo pode se tornar narcisismo.
O amor ao próximo sem amor-próprio pode se tornar anulação.
O amor maduro equilibra ambos.
Guardar o que sinto não é covardia, é o cofre que protege a minha essência de quem só sabe gastar o que não é seu.
“Se existir é resistir a tudo que nos faz desistir, então o que, exatamente, tem tentado fazer você desistir de ser quem você nasceu para ser?”
Uma das poucas certezas que temos nesta existência é de que não podemos controlar o ritmo desenfreado da vida. Um dia desses, conversando com uma amiga lembrei de você, entrei logo em outro assunto para não revirar meus pensamentos. Uma vez eu li que pode até ser por acaso que alguém entra em nossa vida, mais que nunca e por acaso que ela sai. Com o tempo eu entendi que mesmo cercado de centenas de pessoas, apenas poucas podemos escolher para caminhar conosco. Sinto muito não ter ido quando você me chamou. Boa noite
A mente mente.
Por isso preciso pensar no que penso.
Ao pensar no que penso, descubro o quanto não sei.
Ao descobrir o quanto não sei, nasce a dúvida.
E da dúvida nasce a possibilidade da sabedoria.
Há dons para serem exercidos, há promessas para serem vividas, há um propósito que não foi apagado pelo tempo.
Como escreveu 2 Timóteo:
Por esta razão, torno a lembrar-lhe que mantenha viva a chama do dom de Deus.
Que a chama não se torne cinza. Que a oração continue subindo. Que a Palavra continue iluminando. Que a presença de Deus continue sendo o teu maior tesouro. miriamleal
De graça recebi de Deus. De graça fiz por você. Agora vai, e faze o mesmo pelos outros.`
- Mateus 10:8
Para aterrorizar livremente uma nação, basta convencer os asseclas apaixonados de que os terroristas são os “outros” crimes organizados.
A história nos mostra que o terror raramente se apresenta usando o próprio nome.
Ele quase sempre se veste de discursos nobres, causas urgentes, promessas de proteção ou narrativas de salvação.
O medo torna-se uma ferramenta de poder quando deixa de ser percebido como instrumento e passa a ser interpretado como necessidade.
Quando uma parcela da sociedade é convencida de que toda ameaça vem apenas de um lado, ela tende a fechar os olhos para métodos igualmente destrutivos praticados pelo lado que escolheu defender.
Nesse momento, a vigilância moral deixa de ser princípio e transforma-se em privilégio altamente seletivo.
O que antes seria condenado passa a ser relativizado.
O que antes seria considerado abuso passa a ser tratado como estratégia.
E o que antes seria reconhecido como intimidação passa a ser celebrado como justiça.
Os apaixonados por grupos, líderes ou causas frequentemente acreditam estar combatendo monstros, sem perceber que a ausência de senso crítico pode transformá-los em escudos humanos para novas formas de autoritarismo.
Afinal, o terror não depende apenas daqueles que o praticam.
Ele também depende daqueles que se recusam a reconhecê-lo quando beneficia seus interesses, suas crenças ou suas preferências.
Uma sociedade madura não identifica ameaças pela camisa que vestem ou deixam de vestir, pela bandeira que carregam ou pelo discurso que proclamam.
Ela as identifica pelos métodos que utilizam.
Intimidação, perseguição, manipulação do medo, silenciamento de dissidentes e normalização da violência continuam sendo instrumentos de dominação, independentemente de quem os empregue.
O problema não começa quando surgem os que desejam espalhar medo.
Ele começa quando multidões passam a acreditar que o medo é legítimo, desde que seja direcionado aos adversários certos.
E talvez seja justamente aí que resida uma das maiores tragédias coletivas: quando a paixão substitui a lucidez, os cidadãos deixam de enxergar o terror pelos seus atos e passam a reconhecê-lo apenas pelos seus rótulos.
Nesse cenário, o terror não apenas prospera — ele conquista admiradores.
O fogo que Deus acendeu não foi para ser escondido, mas para iluminar caminhos, aquecer corações e glorificar o nome dAquele que o acendeu.
Queimar por Cristo é viver para Aquele que primeiro nos amou. miriamleal
Comprei um monte de maquiagem
Tentando cobrir meu rosto
Comecei a pular o almoço
Parei de comer bolo em aniversários
Comprei uma nova receita médica
Para tentar ficar calma
Porque há sempre algo faltando
Meu olhar atípico
Quando olho para um ser humano,
o que eu vejo?
Bom, eu vejo exatamente um ser humano.
A única coisa que nos torna atípicos é ter um olhar diferente e enxergar, de fato, o ser humano.
É muito comum as pessoas ignorarem esse fator crucial: ao olhar para o outro, esquecem que somos, antes de tudo, humanos.
Pessoas em busca de sonhos, planos, objetivos e realizações.
Aí está o ponto onde a pessoa com olhar atípico se distingue dos demais.
Nós olhamos de fora para dentro e observamos os detalhes:
as expressões, os movimentos, até a forma como respiram.
Não é superficial. É saber que um ser humano é mais que uma unidade, mais que um número.
É entender, ao observar, que ali existe um indivíduo.
Existindo, sobrevivendo em meio aos mesmos problemas, normas, leis, fatos e acontecimentos.
Dividindo não só o mesmo espaço, mas compartilhando do mesmo ar.
O olhar atípico é ver o que muitos não conseguem ou ignoram.
É enxergar mais que uma sombra,
mas o ser humano que a projeta.
Por Marcio Melo
O conhecimento não deve ser o destino, mas o caminho. O caminho para o desenvolvimento sustentável e para a superação da fome, da pobreza e da desigualdade.
Sonhos suaves como um anelo arcano na introspectiva melancolia na aura de um espírito que se desvia de pensamentos inequívocos na alvorada do dia. São uma bruma cândida no âmago beneplácito do langor de um lago a se perder no remancear de cores quentes a se espraiar longamente. No deleite de um devaneio diletante que espreita a ponta do vento alvoroçado na dissonância efêmera de lânguidas begôneas que se estendem na luz solar a sonhar com vastos campos de papoulas coloridas. No enlevo escarlate de flores de antúrio esmaecido em salas escuras, cujo elísio é promessa de recompensa na terra. O fulgor de um campo de girassol resplandesce nas planícies incertas de nossas aspirações ocultas. E muito se diria de um inóspito solo em que florescem certezas ambivalentes a perder as lentes da retina, no inefável júbilo de alegrias expressivas que convidam a sorver a existência. Na lascívia lúgubre dos desejos impossíveis e por isso mesmo, muito mais desejáveis. É magnânimo nosso ser contradito que são um mísero abrigo de corações que não sabem mais arder na voluptuosa intercessão do agora urgente em pétalas de açucena alcançando o nirvana na terra vermelha de uma opulência insolente a se desmanchar em gotas suaves da madrugada. Pálidas rosas brancas ferem os dedos de sangue em seus espinhos inocentes. A plenitude terrestre vislumbra mares distantes. Sentir é preciso. Viver não é preciso no abismos que convidam. A profusão de grandes quimeras ardem em primaveras radiantes que enumeram flores no crepúsculo prístino de primazia em recôndidos pássaros que somem no horizonte. Meu rosto rubro falava de amor, mas minhas pálidas mãos mostravam sentimentos frágeis. E ressoavam cantigas antigas a perder de íris. O amor sereno se despedia soturno. E em vão as mãos buscavam um corpo que longe se exilava em outras ramagens. Solenemente acenei e na distância fui ignorada. Otimista pensei: Talvez em outra alvorada. Sigo sublime como um vagalume. E oscilo entre apagar e acender a luz, na vasta vereda de minha sina. Eis minha vida.
Que esta semana nos inspire a servir, a liderar e a contribuir para uma sociedade mais justa e desenvolvida.
