Pensamentos Mais Recentes

A minh’áurea te escolheu
Nesse tempo abrasador,
Com seu sereno encanto
E a magia do amor!

A vida é um continuo movimento de transformação. Sendo assim o Autismo e o TDH, são os contrapontos biológicos e espirituais, as novas tecnologias de algoritmos e da inteligência artificial. A geometria sagrada da mente humana dá pulos quânticos toda vez que é desafiada por novas invenções. Deus que é vida plena sempre está atento a tudo que acontece nesta dimensão e o tempo todo.

A vida não nos empurra; ela nos convida a alinhar o querer com a ação.

Cada desejo carrega uma responsabilidade: acolher o que se pediu sem medo de se reconhecer.

O tempo da mudança não é o do relógio, mas o da alma que se prepara.

Pedir é humano, receber exige consciência.

Mudança é o silêncio do universo, trabalhando enquanto a mente ainda insiste em pedir.

Cada mudança acontece no instante exato em que nos tornamos conscientes do movimento da vida.

O universo não falha, mas só se revela àqueles que se dispõem a recebê-lo.

Se os mil mais ricos do mundo se unissem e compartilhassem suas riquezas com a humanidade menos favorecida, talvez reduzisse fomes, guerras, pobrezas e roubos no planeta.

Muitas vezes o que parece loucura, é só a verdade que a gente ainda não enxergou.

Sonhos são sementes do pensamento; a maturidade é a terra que permite que floresçam.

Crescer é perceber que os encantos passam, mas as escolhas ficam.

Nem todo encontro é destino; alguns são apenas lembretes do que queremos.

Felicidade não é um ponto de chegada, é a coragem de atravessar o caminho.

O tempo não cura, ensina; e quem aprende, se reconhece inteiro.

Algumas dores nos moldam melhor que qualquer alegria fácil.

Amar é perceber que a rotina é o verdadeiro laboratório da paixão.

O silêncio me olha de volta
como um espelho sem moldura.


Nele, o que cala fala mais alto:
pensamentos em desordem,
sentimentos sem abrigo,
palavras que aprenderam a sobreviver mudas.


A mente vagueia onde o corpo não foi,
repete cenas, refaz diálogos,
insiste em perguntas que não querem resposta.


E quando tudo ao redor descansa,
há um ruído íntimo e persistente
não é medo, nem dor exata,
é a alma pedindo escuta.


Talvez o silêncio não seja ausência,
mas o lugar onde a verdade
respira sem pedir permissão.

Libertar não é desistir; é abrir espaço para que a vida surpreenda.

O coração sente primeiro, a razão organiza depois — e algumas vezes não chega.

A vida é sutil: tudo que insiste em se mostrar, já se revelou.

Nem todo silêncio é vazio; alguns carregam respostas que a fala não alcança.

O fanático religioso no cotidiano e online:


 Um fanático ideológico religioso, possui a sua base, no que decidiu a sí próprio, em viés de confirmação emotiva, ser a alegada verdade suprema.


Ele é um ressentido com a sua trajetória mal sucedida de Vida, desta forma, inventa atalhos cognitivos para explicar o que não entende sobre ocorridos.


As suas explicações, para tudo, são de uma curta visão, e carentes de uma lógica sensata.


Consequentemente, sendo um recalcado, quase toda tentativa de debater algum assunto com outros, já chega lotada de pré julgamentos do que o outro seria, logo, ou aceitas a imaginária "verdade" ao ver dele, ou sérias um "caso perdido".


Dessa maneira, ele perde conexões salutares com as pessoas, em aprendizado mútuo, se faz um perfil de redes virtuais, não consegue ser descontraído com a Vida, tudo colocando numa caixinha de rótulos, com idéia de que sair de sua bolha não vale a pena, o mundo estaria todo perdido, tudo seria caminho para as trevas.


Como forma de solução delirante, ele se fecha cada vez mais nos dogmas de nicho limitado em experiências variadas e coletivas, para uma solução de equidade. Suas postagens são polarizadas, e sempre num mesmo assunto forçadamente mecânico, nada de seu feed pessoal é variado, ou descontraído, pois ele caiu em uma manipulação robotizada, de seitas, crenças, e religiosidade, que atrofiam o seu raciocínio de autonomia.


Ele pode até tentar variar os post's, mas sendo vítima de uma espécie de "lavagem cerebral", logo ele volta ao mesmo assunto cansativo, criando atritos, polêmicas e tumultos, sempre se imaginando o portador de uma alegada "extrema razão"!


Sir Mário Honorário

Quando meu coração
precisou de mar:
Você venho me amar.
- Libertou meu olhar!