Pensamentos Mais Recentes

“Confissão da Alma”

Escrever é dialogar comigo,
conceder audiência ao murmúrio
que ecoa nas câmaras recônditas do ser.
Cada palavra grafada
confissão sussurrada,
revelação que atravessa camadas,
alcança os estratos onde habitam
as verdades não ditas.
No ato de escrever,
liturgia de cura se instaura,
ritual de reconciliação
com os fantasmas do pretérito.
A caneta, bisturi delicado,
incide sobre feridas antigas,
liberta o tempo aprisionado nas cicatrizes,
permite que respire, que se dissipe.
O papel acolhe
o que a memória guardou em silêncio,
oferece refúgio às dores
que se recusaram a ser esquecidas.
Neste exercício de transcrição da alma,
o autoconhecimento se revela.
As palavras não apenas descrevem
elas nos descobrem.
Cada frase tecida,
espelho límpido
onde nos contemplamos
sem máscaras, sem subterfúgios.
Na escrita somos
o confidente e o confessor,
aquele que escuta
e aquele que é escutado,
simbiose que dissolve
a solidão essencial do existir.
O que jaz nos recantos invisíveis
emerge através da tinta,
ganha substância,
torna-se tangível.
E assim, no papel,
nos encontramos mais inteiros,
mais verdadeiros,
mais profundamente compreendidos
por nós mesmos.
A escrita é mais que expressão
é revelação,
é epifania,
é o encontro primordial
com aquele que sempre fomos,
mas que só agora,
através das palavras,
podemos verdadeiramente reconhecer.

Quem aceita a infelicidade pelo conforto que possui, não enxerga o seu verdadeiro valor — aceita o preço do vazio e a retenção de suas vontades.

“O Mundo e as Palavras”

Como fazer uma poesia se o mundo não vive uma poesia? Olho pela janela e vejo pressa, vejo indiferença, vejo gente passando por gente como se fossem sombras. Onde está o verso nesse corre-corre sem sentido? Onde está a rima nesse barulho que não cessa?
Como falar de amor se o mundo não ama mais? As pessoas tocam telas, não mãos. Enviam corações digitais, mas esqueceram como se abraça de verdade. O amor virou pressa, virou conveniência, virou algo que se descarta quando incomoda. E eu aqui, com palavras antigas tentando descrever um sentimento que parece fora de moda.
Como escrever histórias se o mundo não faz mais histórias bonitas que tocam o coração? Tudo é rápido, superficial, descartável. As narrativas viraram manchetes, os encontros viraram notificações, os sonhos viraram metas de produtividade. Ninguém mais se senta para ouvir uma história completa. Querem o resumo, a versão curta, o final sem o caminho.
Como prometer um mundo diferente se o mundo não quer mudar? Ele insiste nos mesmos erros, repete as mesmas dores, ignora as mesmas lições. Falo de esperança e me olham como se eu falasse língua estrangeira. Falo de transformação e dizem que sou ingênuo.
Mas talvez seja exatamente por isso que preciso continuar. Porque se o mundo não vive poesia, alguém precisa escrevê-la. Se não há amor suficiente, que eu possa oferecer o meu. Se as histórias não tocam mais, que eu insista em contar aquelas que fazem o coração lembrar que ainda bate.
Talvez mudar o mundo comece justamente quando nos recusamos a aceitar que ele não pode ser diferente.​​​​​​​​​​​​​​​​

O Gólgota representa o ponto de maior tensão histórica e teológica da redenção cristã.

“Quando o Corpo Dança”

Há um instante em que tudo se aquieta e o corpo desperta para a música secreta que sempre existiu dentro das veias, esperando apenas que nos permitíssemos responder ao seu chamado antigo.

Então começamos.

Um pé se ergue, hesitante, depois o outro mais ousado agora e de repente não somos mais essa gente cansada, enrijecida, mas rios que finalmente encontráramos o caminho de volta para o mar.
Cada movimento é uma lembrança:de quando éramos crianças que giravam até a tontura virar riso, de quando o corpo era pura liberdadeantes que nos ensinassem a ficar quietos, comportados, contidos.
A dança nos devolve isso.
Nos devolve a nós mesmos.
Os braços se estendem como asas que redescobrimos ter,o quadril balança com aquela sabedoria que só o corpo conhece,os ombros se soltam liberando toda a tensão que acumulamos carregando o mundo.
E sentimos ah, como sentimos! o sangue correndo mais rápido,o coração batendo com mais vontade,os pulmões se enchendo de um arque parece mais puro, mais vivo, mais nosso.
Dançar é dizer sim.
Sim para este corpo imperfeito e perfeito,sim para esta vida que pulsa,sim para a alegria que não precisade motivos grandiosos para existir,apenas deste momento,desta música,deste movimento.
E nos fortalecemos não apenas os músculos que trabalham,não apenas o equilíbrio que se aprimora,mas algo muito mais profundo:a certeza de que estamos vivos, completamente, intensamente, maravilhosamente vivos.
Cada passo no chão é uma afirmação:estou aqui.Cada giro é uma declaração:existo.Cada salto é um grito silencioso:importo, valho, brilho!
Não importa se dançamos sozinhosou rodeados de gente,se há palco ou apenaso chão da cozinha,se há plateia ou somenteo olhar amoroso do espelho.
O que importa é esta rendição,esta entrega absolutaao prazer de habitar este corpo,de sentir cada músculo se alongar,cada articulação se flexionar,cada parte de nós colaborandonesta sinfonia de movimento.
E quando paramos,ofegantes e radiantes,com suor nas têmporase sorriso inevitável nos lábios,sabemos que acabamos de fazeralgo revolucionário:
Escolhemos a vida.Escolhemos o movimento.Escolhemos a alegria.
Porque dançar é isso é recusar a paralisia,é negar o entorpecimento,é afirmar com cada célula do corpo:enquanto eu puder me mover assim,enquanto eu puder sentir esta potência,enquanto eu puder celebrareste milagre de estar vivo,
eu danço.
E dançando,eu permaneço.E dançando,eu renasço.E dançando,eu simplesmentesou.​​​​​​​​​​​​​​​​

“Sonhos Quebrados”

Sim, quebraram-se os sonhos que tecemos juntos,
Caíram como vidro ao chão, em mil pedaços,
E cada fragmento corta fundo,
Lembrança afiada dos nossos abraços.

Mas não vim aqui chorar sobre as ruínas,
Nem lamentar o que o destino desfez,
Vim recolher os cacos, as esquinas
De tudo que amamos uma vez.

Porque mesmo quebrado, o sonho teve valor,
Mesmo partido, brilhou enquanto durou,
E não vou fingir que não houve dor,
Nem negar que profundamente me marcou.

Eu te amei com a força de quem acredita,
Com a coragem de quem não teme se entregar,
E se o sonho quebrou, a verdade está escrita:
Valeu cada risco que ousei tomar.

Não me arrependo dos castelos que erguemos,
Mesmo que o vento os tenha derrubado,
Não lamento as promessas que fizemos,
Mesmo que o tempo as tenha transformado.

Sonhos quebrados ainda contam histórias,
Falam de quem fomos quando ousamos sonhar,
De batalhas perdidas que são vitórias,
De um amor que se atreveu a existir sem calcular.

E eu aprendi, entre os destroços e a dor,
Que é melhor ter amado e perdido,
Do que viver sem conhecer o ardor
De um coração completamente rendido.

Então recolho os pedaços com firmeza,
Não como quem desiste ou se resigna,
Mas como quem honra cada certeza,
Cada momento em que a vida foi divina.

Porque nós fomos reais, intensos, verdadeiros,
Queimamos como chama que não se contém,
E mesmo que os sonhos tenham sido passageiros,
O amor que vivemos não pertence a ninguém.

Ele é meu, é nosso, é eterno,
Guardado onde o tempo não alcança,
No lugar mais profundo e interno,
Onde a memória vira esperança.

Sonhos quebrados não são o fim da história,
São apenas capítulos que se fecham,
E eu carrego nossa memória
Como ferida que as cicatrizes confessam.

Sim, dói. Não vou mentir dizendo que não dói.
Mas a dor prova que foi verdadeiro,
Que não fomos covardes, que não foi casual,
Fomos fogo, tempestade, amor certeiro.

E se um dia os cacos desses sonhos
Se juntarem novamente de algum modo,
Ou se seguirmos caminhos medonhos,
Separados, carregando o lodo,

Saiba que você foi meu sonho mais bonito,
Mesmo quebrado, ainda reluz,
E no silêncio do meu peito aflito,
Você ainda é a minha luz.

Sonhos quebrados, sim, mas não perdidos,
Guardados como joias imperfeitas,
Amores vividos, não esquecidos,
Feridas abertas, mas aceitas.

E eu sigo, firme, apesar da ruptura,
Não como quem desistiu de sonhar,
Mas como quem aprendeu que a vida é dura,
E mesmo assim, vale a pena amar.

A Verdadeira Beleza Humana


A verdadeira beleza não mora no espelho.  
Mora no gesto que ninguém viu  
e que consertou o dia de alguém.


Não está na pele lisa,  
está na ruga que veio de tanto sorrir,  
na mão calejada que serve,  
no olhar que acolhe sem perguntar.


Beleza é gente que escuta de verdade.  
Que senta do lado quando a noite pesa.  
Que divide o pão, que pede perdão,  
que diz "tô aqui" sem fazer promessa grande.


É a força mansa de quem já caiu  
e escolheu levantar com doçura.  
É a coragem de ser inteiro  
mesmo quando o mundo pede máscara.


Beleza humana é alma limpa.  
É farmar aura com atitude.  
É deixar o lugar melhor do que encontrou.  
É amar sem cobrar, e cuidar sem cansar.


Porque no fim das contas  
o que fica não é a foto.  
Fica o cheiro de presença,  
o abraço que curou,  
a luz que a gente acendeu no outro.


Essa... essa não envelhece.

A minha alma a tua beija
por tudo o que nos incendeia,
Onde em nós tudo passeia
em tempo de Apamate rosa
em plena eflorescência,
Deste continente austral
somos o encontro e a pertença
com arte e benquerência.


[Por tudo aquilo que põe
a rebeldia em efervescência.]

Gratidão


Gratidão é olhar pra trás  
e ver Deus em cada detalhe.  
No pão de cada dia,  
na porta que fechou,  
na que abriu na hora certa.


É dizer "obrigado" até pelo vento  
que levou o que pesava.  
Pelas mãos que estenderam,  
pelo silêncio que curou,  
pela gente que ficou.


Gratidão não esquece.  
Transforma pouco em muito,  
lágrima em semente,  
cansaço em recomeço.


É farmar aura todo dia:  
agradecer o sol, a chuva,  
a casa, a saúde, o "tô aqui".


Porque quem agradece  
enxerga beleza até no simples.  
E vive mais leve.

“Soneto do Morro que Canta”

Onde o asfalto finda e a escada sobe,
Nasce o samba que embala a alma inteira,
O morro é berço d’ouro que não morre,
Rei da ginga, da poesia verdadeira.
Cavaco chora e ri quando descobe
Que a favela é resistência altaneira,
Nas lajes sob estrelas, a luz cobre
A dor que vira dança na ladeira.
Ali onde dizem que há carência,
Sobra amor, tem ginga, tem compasso,
Tambor que bate fé e resistência.
O morro ensina o Brasil com seu passo:
Sambar é transformar a própria essência,
Fazer do chão de pedra um céu de abraço.

“Soneto das Estações do Ser”

Quando te encontrei, nasceu primavera,
Brotaram flores no deserto da alma,
E o verão chegou com luz sincera,
Trazendo ao peito a mais perfeita calma.
És tu a lua que nas noites impera,
Guia celeste que meu caos acalma,
Farol que brilha quando a noite era
O vazio onde morria qualquer balma.
Sem ti, não há ciclicidade ou fluxo,
Nem o tempo cumpre seu ofício eterno,
Perco outono, inverno, até o luxo
De sentir renascer no que governo.
És tu a roda que ao meu ser conduzo,
As quatro faces do meu próprio inverno.

No Fim do Poema

No fim do poema não há ponto final.
Há uma cadeira vazia na cozinha,
o café esfriando enquanto a tarde decide
se fica ou se vai.

No fim do poema, a rua continua.
O ônibus passa cheio de histórias que não cabem em verso,
o vendedor grita o preço do dia,
e alguém chora baixo no celular
como quem pede desculpa por existir.

No fim do poema, a gente aprende
que nem tudo vira metáfora.
Algumas dores ficam literais demais,
algumas alegrias pequenas demais,
e a vida segue escrevendo em prosa
o que a poesia não deu conta.

No fim do poema, sobra o corpo.
Cansado, insistente, vivo.
Sobra a respiração que falha, mas volta.
Sobra a memória tropeçando em si mesma,
lembrando do que foi
e inventando o que ainda pode ser.

No fim do poema, ninguém aplaude.
A luz não se apaga de repente.
O mundo não entende que aquele verso era despedida.
E tudo bem.
O mundo nunca soube ler direito.

No fim do poema, começa outra coisa.
Talvez não seja bonita,
talvez não rime,
talvez não salve ninguém.

Mas anda.
E enquanto anda,
vai escrevendo.

O piloto automático não escolhe o destino. Apenas continua seguindo a rota que foi treinado durante anos.

Quando a vida é sol, todo amor é verão.

VENTO, HÁLITO DO INFINITO.


Vento sutil, que em lúcida alvorada,desces do azul em musical cicio,trazendo à gleba, em doce eflúvio, o frioda madrugada em luz acariciada.


És peregrino da amplidão sagrada,invisível arauto do estelífero vazio;percorres o universo, em vasto estio,qual prece errante à esfera iluminada.


Nas tuas asas, trêmulas de encanto,viaja o murmúrio do celeste cantoque embala a criação em harmonia;


e quando beijas a campina agreste,pareces transportar do reino celestea voz eterna da Sabedoria.

The upright man who aspires to perfection is always invited to join Universal Freemasonry within any just, theistic, and democratic society. Regardless of the jurisdiction, rite, or degree—guided by liberty, virtue, and good conduct—he becomes, from that moment on, a faithful laborer in the execution of the just and perfect Great Work across all corners of humanity. He acts not for himself nor for an earthly king, but for the glory and light of the Great Architect of the Universe, who bestowed upon him the task of hewing the rough ashlar of his material and spiritual self through Sacred Geometry.

As batalhas, muitas vezes, lutamos sozinhos. Mas as grandes guerras, lutamos juntos — e juntos vencemos.

Você é a poesia que eu leria o dia inteiro

Você é uma poesia
que eu adoraria ler durante todo o dia,
sem pressa de chegar ao último verso.

Gostaria de descobrir suas entrelinhas,
decifrar seus silêncios,
conhecer os desejos que você nunca revelou
e os sonhos que ainda guarda em segredo.

Queria aprender a linguagem do seu olhar,
a delicadeza dos seus gestos,
e encontrar, pouco a pouco,
tudo aquilo que faz seu coração estremecer.

Porque amar você seria assim:
uma descoberta sem fim,
uma poesia que não se lê apenas com os olhos,
mas com a alma, com o coração
e com todos os sentidos.

E quanto mais eu descobrisse você,
mais desejaria permanecer em suas páginas,
inventando novas maneiras de fazê-la feliz
e despertando prazeres
que talvez nem você soubesse que existiam.

Seu corpo é como uma poesia

Seu corpo é como uma poesia
que meus olhos nunca se cansam de ler.

Cada verso revela um segredo,
cada curva guarda uma palavra
que somente o amor consegue compreender.

E quanto mais leio você,
mais desejo me aprofundar
nas entrelinhas da sua pele,
nos silêncios dos seus gestos,
na beleza dos detalhes
que nenhuma palavra consegue explicar.

Há poemas que lemos uma vez
e esquecemos.

Você, não.

Você é daqueles versos raros
que, quanto mais conhecemos,
mais profundamente nos apaixonamos.

E talvez amar seja exatamente isso:
passar uma vida inteira lendo a mesma poesia
e, ainda assim,
encontrar em cada página
uma nova razão para se apaixonar.

Meus guias são fortes, aqueles que difamaram meu nome, que quiserem meu nome em ruínas, que falaram mentiras sobre mim. Já sabem que a mentira no mundo espiritual não tem perdão.

Para ter uma boa convivência comigo,
Basta não confundir,
Minha gentileza com ingenuidade.

A versão que eu deveria ser está em Cristo e a versão que não consegue tem meu nome.

The Search of a Capuchinho


I once knew a man whose heart was never attached to the things of this world. But before he became a man, he was simply a tiny cry in a cold room.
It was the year 2000. While many feared the end, life was beginning to blossom. Amid the chaos of that time, a boy was born — a boy named Capuchinho.
At that moment, his greatest desire was not to see the world or discover the paths of life. He only wanted his mother’s warmth, her loving arms, her lap, her comfort.
And in that cold room, a mother’s love showed that there is a warmth no season can overcome, an embrace that no cold can withstand, a love capable of transforming any beginning into a home.
Time passed slowly, and almost two years went by before Capuchinho decided to walk.
Perhaps, deep down, he knew that many paths were waiting for him. Or perhaps he simply wanted to remain a little longer in the arms he loved so much.
But one day, he stood up, took his first steps, and when he looked at his mother, he found in her eyes the most beautiful of rewards:
the joy of a mother watching her child walk.
And so life went on.
Still so young, he was already learning to care for the one who had once cared for him.
He did not collect enemies, but he gained many friends. He did not seek vanity, but carried humility.
He had a gentle heart, the kind that leaves a mark without needing to make noise.
And perhaps his greatest “flaw” was precisely this:
he wanted to be a little better today than he was yesterday.
His heart did not long only for the temporary things of this world. There was a greater question within him, a deeper longing:
“How does God’s world work?”
He wanted to understand the ways of the Lord. He wanted to know the truth. He wanted to be saved. He wanted to be approved by God.
And in his prayers, there was a sincerity that few people knew.
He would say to the Lord:
“If I am already ready for salvation, do not prolong my days to the point that I might lose my way.
And if it is possible, when my time comes, let me simply fall asleep.”
Perhaps no one could have imagined that such an intimate prayer would one day be answered.
But God knows the heart that no one else can see.
And in 2026, when the appointed time came, Capuchinho fell asleep.
Without noise. Without a grand farewell. He simply closed his eyes to this world and opened his heart to eternity.
Perhaps it was the mercy he had asked for.
Perhaps it was the answer he had been waiting for.
And now those who loved him remain.
His family remains. His friends remain. The stories remain. The embraces that will never happen again, the words that will never be heard again, the moments that time will never be able to erase.
Because some people leave, but they never disappear.
They continue to live in our memories, in the lessons they taught us, in the stories told with longing, and above all, within the hearts of those who loved them.
Today, perhaps there is silence where his voice once was.
But there is also gratitude for everything that was lived.
Because Capuchinho did not leave behind just a story.
He left love. He left friendship. He left humility. He left memories. He left longing.
And if one day someone asks who that man was whose heart was never attached to the things of this world, perhaps the answer is simple:
He was a man who was born wanting his mother’s embrace, grew up wanting to care for her, lived wanting to become better, and departed wishing only to be prepared to meet God.
In memory of Capuchinho.
May his story remain alive in the hearts of those who had the privilege of knowing him and loving him.


@gs_capuchinho

Descanse no SENHOR e aguarde por ele com paciência; não se aborreça quando outros obtêm sucesso em seus caminhos, quando eles maquinam o mal.
Salmo 37:7

Rogo a Deus para que me mostre o intolerante, o preconceituoso, o autoritário e o opressor que habitam em mim.

Se este mundo também é projeção daquilo que carregamos em nosso interior, que eu tenha coragem de olhar para tudo o que ainda existe em mim e levar amor a cada uma dessas sombras.

Porque onde há amor, há possibilidade de cura. E talvez a cura do mundo comece justamente em mim.