Pensamentos Mais Recentes

Comecei cultivando cogumelos mágicos por curiosidade. Hoje cultivo por respeito. Microdoses me ajudaram a atravessar dias pesados.

Tem dia que eu olho pro frasco de micélio crescendo e penso: isso aqui é medicina ancestral renascendo na minha mão. Psilocybe cubensis não é só um fungo… é um mestre silencioso que ensina quem sabe ouvir.

Depois de 6 anos cultivando e estudando Psilocybe cubensis, percebi que o verdadeiro segredo não está só na colheita… está na intenção com que a gente planta. Microdoses me ensinaram paciência e clareza. Macrodoses me mostraram quem eu realmente sou.

Os cogumelos sagrados, como Psilocybe cubensis, transformam vidas através de macrodoses espirituais e microdoses terapêuticas – aprenda a cultivá-los com respeito e conhecimento.

Não permita que o medo ou a nostalgia te prendam ao que ficou para trás. A vida é uma jornada em frente, e o melhor ainda está por vir. Não olhe para trás, siga em frente com fé e propósito.

Descubra como cultivar cogumelos mágicos e sagrados em casa: um guia essencial para iniciantes em Psilocybe cubensis, com dicas sobre microdoses para bem-estar diário.

A jornada com Psilocybe cubensis é um portal para a autodescoberta, onde microdoses e macrodoses revelam segredos ancestrais da mente.

O fato de aceitar que a sua caixinha não é a única e melhor; aceitando, antes de criticar ou demonizar outras caixinhas, entender; e, entendendo, admitir a convivência, já deu um passo gigantesco para uma comunidade, uma sociedade e um mundo melhor.

Eu costumava ter medo de errar, até que você chegou. Hoje entendo que alguns erros são, na verdade, o destino nos colocando no lugar certo.

Olhando para trás, eu faria tudo exatamente igual. Você foi meu erro favorito e, sem dúvida, o meu acerto mais bonito.

Quando o coração está cheio de amargura e ressentimento, a visão da verdade se distorce. O amor e a justiça de Deus nos libertam das distorções do coração, permitindo-nos ver e viver de acordo com a Sua vontade

Se amar você for um erro, eu não quero acertar nunca mais.

Amando cada segundo desse nosso 'erro' perfeito.

Muitos buscam o caminho certo, mas eu me encontrei no 'erro' de te amar. Foi a falha mais perfeita que o destino já cometeu.

Entre mil acertos vazios e um erro cheio de vida, eu escolho você. Sempre você.

Se a vida é um livro de escolhas, amar você foi o parágrafo que deu sentido a toda a minha história. O melhor erro, a maior sorte.

Confesso o meu crime: amar você. E se houver sentença, que seja passar o resto dos meus dias cometendo esse mesmo erro.

O LIVRO DOS ESPÍRITOS.
QUADRO DA VIDA ESPÍRITA E A PRESENÇA DOS ESPÍRITOS NA EXISTÊNCIA HUMANA.
Artigo: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A Doutrina Espírita desde sua formulação inicial apresenta um dos mais profundos e desafiadores deslocamentos da consciência humana. Ela não se limita a oferecer uma promessa futura ou uma explicação consoladora para a morte. Ela reorganiza a compreensão do que seja viver. Ao afirmar a sobrevivência da alma e a presença constante dos Espíritos no cotidiano humano o Espiritismo desloca a vida do eixo do acaso para o eixo da responsabilidade moral contínua.
No texto clássico publicado na Revista Espírita no ano de 1859 encontra se delineado um verdadeiro tratado de psicologia espiritual. Nele a morte não aparece como ruptura violenta nem como aniquilamento. Ela surge como transição gradual marcada por estados de perturbação lucidez adaptação e reconhecimento. Esse processo descrito com sobriedade e precisão retira da morte o caráter fantástico e devolve lhe a dignidade de fenômeno natural submetido a leis.
A ideia do nada após a morte apresentada como hipótese materialista é descrita como psicologicamente insustentável. A angústia diante do vazio absoluto a dissolução da memória o apagamento dos afetos e a inutilidade moral de toda ação revelam se como fontes profundas de desespero existencial. A razão humana segundo o próprio texto não se satisfaz com uma existência futura vaga indefinida e sem estrutura. É justamente nesse ponto que a revelação espírita intervém não como imaginação poética mas como observação racional dos fatos mediúnicos.
A alma segundo a Codificação não é abstração metafísica nem princípio impalpável sem propriedades. Ela é o Espírito individualizado revestido de um envoltório semimaterial que lhe confere forma percepção identidade e continuidade. Essa concepção rompe com séculos de indefinição teológica e filosófica. O Espírito vê sente pensa recorda ama sofre e progride. Ele não se dissolve no todo nem se reduz a centelha impessoal. Permanece sendo alguém.
Do ponto de vista psicológico essa continuidade da identidade é decisiva. A consciência humana necessita de sentido de permanência para manter equilíbrio interior. A noção de que tudo termina no nada desorganiza a psique aprofunda o medo da perda e gera comportamentos de apego desespero ou indiferença moral. A Doutrina Espírita ao afirmar a sobrevivência consciente oferece uma base sólida para a maturidade emocional. O indivíduo compreende que suas escolhas não se apagam com a morte e que seu mundo interior o acompanha.
A presença constante dos Espíritos descrita no texto não deve ser interpretada como vigilância punitiva nem como interferência arbitrária. Trata se de convivência por afinidade. Os Espíritos aproximam se segundo a sintonia moral intelectual e afetiva. Esse princípio possui enorme valor educativo. Ele desloca a ética do medo para a ética da coerência interior. Não se evita o mal por temor de castigo externo mas por compreensão das consequências naturais da própria vibração íntima.
A psicologia espírita reconhece que pensamentos emoções e desejos constituem campos ativos de atração. O Espírito encarnado não está isolado em sua interioridade. Ele emite e recebe influências. Essa interação explica muitos fenômenos psíquicos ignorados pela psicologia materialista como certas obsessões angústias persistentes impulsos incoerentes ou estados de inspiração elevada. A Codificação apresenta esse mecanismo com clareza ao afirmar que os Espíritos veem ouvem observam e participam da vida humana conforme lhes seja permitido pela afinidade moral.
O estado de erraticidade longe de ser ocioso é apresentado como intensamente ativo. Os Espíritos trabalham aprendem orientam protegem inspiram e deliberam. Essa descrição dissolve a ideia infantil de um céu estático ou de um inferno material. A felicidade e o sofrimento são estados de consciência decorrentes do grau de lucidez e harmonia interior. Espíritos elevados encontram alegria no serviço. Espíritos inferiores sofrem pela impossibilidade de satisfazer paixões que ainda conservam.
Essa concepção tem profundo impacto moral. Não existe salvação instantânea nem condenação eterna. Existe progresso gradual sustentado pelo esforço pessoal. A responsabilidade é contínua mas também é contínua a possibilidade de reparação. O sofrimento não é vingança divina mas consequência educativa. Essa lógica restaura a confiança na justiça da vida e elimina o desespero metafísico.
A presença dos Espíritos amados após a morte reorganiza também a experiência do luto. A dor da ausência não é negada mas é ressignificada. O vínculo não se rompe. Ele muda de plano. Essa certeza impede que a saudade se transforme em desintegração psíquica. O amor deixa de ser posse e torna se comunhão duradoura. Esse ponto foi amplamente desenvolvido nas obras mediúnicas do século 20 que aprofundaram com detalhes psicológicos aquilo que a Codificação apresentou em estado germinal.
Do ponto de vista coletivo essa doutrina restaura a dignidade das relações humanas. Nenhum gesto de bondade é inútil. Nenhuma fidelidade é esquecida. Nenhum esforço moral se perde. A vida deixa de ser aposta incerta e passa a ser construção consciente. O bem acompanha o Espírito. O mal pesa sobre a consciência até ser reparado. Essa lógica educa sem ameaçar e eleva sem iludir.
A compreensão da vida espiritual apresentada na Codificação e confirmada pelas comunicações posteriores constitui uma das mais coerentes arquiteturas morais já oferecidas ao pensamento humano. Ela une razão fé observação e ética em um mesmo corpo doutrinário. Não promete facilidades mas oferece sentido. Não infantiliza mas responsabiliza. Não assusta mas esclarece.
Quando essa visão se instala no íntimo o ser humano deixa de viver como quem atravessa o mundo às cegas. Cada pensamento adquire peso. Cada emoção ganha direção. Cada escolha prolonga se além do instante. A vida cotidiana torna se escola e preparação. E o indivíduo passa a compreender que viver bem não é agradar forças invisíveis mas harmonizar se com a lei profunda da existência que governa tanto o mundo visível quanto o invisível.

Fontes doutrinárias.
Allan Kardec O Livro dos Espíritos 1857. O Céu e o Inferno 1865. Revista Espírita 1858 a 1869.
José Herculano Pires traduções e estudos da Codificação Espírita.
Francisco Cândido Xavier obras mediúnicas de André Luiz especialmente Nosso Lar e Os Mensageiros.

Se te amar foi um deslize, foi o tropeço mais lindo que me jogou direto para a felicidade.

Dizem que errar é humano, mas se amar você foi um erro, prefiro abrir mão da minha perfeição para viver esse sentimento o resto da vida.

Se amar você for um sonho, eu não quero mais acordar.

Entre Órion e a Saudade

Eu o via como um menino,
daqueles que não querem crescer.
Carinhoso, um Peter Pan.

Ele prometeu me mostrar a constelação de Órion,
visível a olho nu — um presente do universo.

Certo dia, disse-me que, quando a saudade chegasse
e a noite estivesse em prantos,
bastaria eu fechar os olhos
para que o manto negro surgisse.

Mas que eu não me preocupasse,
pois logo a claridade apareceria,
com estrelas brilhantes e felizes.

Você é o sonho mais bonito que meus olhos já viram. Se amar você for fantasia, prefiro viver no mundo da lua do que com os pés no chão sem você.

Se te amar é sonhar, eu aceito o cansaço eterno. Acordar seria perder a única parte do meu dia que realmente vale a pena.

Dizem que a vida é um sonho, mas a minha só começou a fazer sentido quando você apareceu. Se isso for um delírio, que o despertar nunca encontre o caminho de volta.