Pensamentos Mais Recentes

2499 📜 "Será que ninguém perguntou (ou concluiu) que Alienígenas estão nadinha interessados em fazer contato? Que não estão nem aí? Ninguém ainda concluiu a esse respeito? Oxente!"

ODE À DASHA TARAN.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
" Meu anjo,minha arte,minha poesia...meu tudo...ah...inspiração, musselina,amado avantesma que me cria,
Jamais me ao de bastarem atmosferas em meu cerne,ah....pois és em meus poemas é que eu te escondia."

Os olhos e o coração
florescem, tal qual
tajy no Rio Paraguai,
sob o céu austral,
Sempre que percebo
os teus bonitos sinais,
porque a diferença
para mim tu sabes que faz.


Revoada de papagaios
neste rio que nasceu
filho dos payaguás;
Mergulho acompanhado
do amor em prelúdio,
não quero adiar mais,
porque aprecio tudo
o que sempre me trazes
em todas as tuas fases. 


Nas tuas mãos quero
ser a fera macia e domada,
a harpa etérea e afinada
que ecoa a melodia cristalina
com fascinação, a magia
e a potente inspiração
que nos una a América do Sul
em sagração a cada estação.


Tudo o que pedires e me deres,
seja em silêncio ou não,
em entrega e sedução
com prazer farei muito mais
para não deixar nada faltar,
e ser o teu abrigo e fonte de paz.

Se Deus faz o peixe se alimentar no fundo d'água e respirar. 
 O que Deus não pode fazer?

Diante do túmulo, todo o remorso se transforma em flores; todas as lágrimas que nunca caíram dos olhos, em um gesto de condolências. Toda a bondade que nunca foi compartilhada se transforma em elogios. Ah, se o cadáver falasse! Ele certamente diria: "Guarde para o seu orgulho, já não me serve, pois já não existo."

Reação e melindração, atrapalham a sua profissão. Seja ativo e proativo na busca de solução.

A vida* me pôs a prova por 6 meses  mas eu já estava preparado para 6 décadas.

De dentro pra fora fui recomeçando,


Os caminhos foram se abrindo como o mar vermelho se abriu para Moisés,


Um coral de pássaros cantou, os cisnes com a sua elegância dançaram e as rosas com a sua beleza encantaram o novo nascer do sol,


A cadeira de balanço continua a balançar sozinha, o silêncio tomou posse de sua coroa,
passos estão sendo dados em direção a luz.

O fato de a luz ser capturada pelo olhar é um termo relativo, mas perfeitamente aceitável: trata-se da continuação de uma trajetória através do espaço branco celeste. É aqui que nos aproximamos da Teoria das Cordas, trabalhando eternamente de um ponto a outro. Nesse tecido, o detalhe de uma vibração pode convergir em múltiplos caminhos e, ainda assim, conectar-se a dois pontos fundamentais — ancorando-se ao início para que haja uma determinação no futuro.
​É dentro desse futuro que construímos nossos sonhos em meio à realidade ambígua. Contemplar o abismo dentro do abismo — encerrado na geometria de um cubo — confere profundidade ao nosso olhar, fazendo-nos encontrar sentido na existência.
​Assim, empilhamos estruturas dentro de estruturas até desenhar e configurar o próprio multiverso como uma simulação: um ambiente físico e espacial para o qual projetamos um modelo tridimensional da nossa própria consciência.

Para a menina de 9 anos que ainda mora em mim,
Oi, pequena.
Sei que você olha para o mundo com olhos curiosos e um coração enorme. Você acredita que tudo vai dar certo, e eu queria poder abraçar você agora e dizer que a vida será exatamente como imaginou. Não será.
Nós vamos passar por frustrações. Algumas pessoas vão nos decepcionar. Faremos escolhas erradas, e em alguns momentos você vai se perguntar se foi suficiente, se fez o bastante ou se a culpa era sua.
Mas escute bem: a culpa não precisa morar no nosso coração. Estou lutando todos os dias para libertar nós duas desse peso.
Quero que saiba que muitos dos nossos sonhos se realizaram. Nós nos tornamos enfermeiras. Também cuidamos de pessoas, e descobrimos que cuidar é uma das formas mais bonitas de amar. Cada paciente nos ensinou um pouco sobre coragem, fragilidade e esperança.
A vida seguiu um caminho diferente do que você imaginava. Nós não tivemos filhos. Mas Deus encheu nossa vida de sobrinhos, e nós os amamos com uma intensidade que talvez você ainda nem consiga compreender. O amor encontra muitos jeitos de existir.
Também preciso contar que alguns amores não deram certo. Houve despedidas, lágrimas e dias em que parecia impossível acreditar novamente. Mas, um dia, encontramos o grande amor da nossa vida. E então entendemos que o amor verdadeiro não chega para nos completar, e sim para caminhar ao nosso lado.
Quero que você saiba que somos felizes.
Não uma felicidade perfeita, porque ela não existe. Temos feridas emocionais que ainda estamos aprendendo a curar. Há dias difíceis, dias de silêncio, dias em que a alma pesa. Mas nunca deixamos de acreditar que tudo vai ficar bem.
Você vai descobrir que é muito mais forte do que imagina.
Aprendemos a gostar da nossa própria companhia. A solidão deixou de ser um castigo e se tornou um lugar de encontro com nós mesmas. Hoje sabemos apreciar o silêncio tanto quanto a agitação. Gostamos do movimento da vida, das conversas, das risadas, mas também amamos os momentos em que só existe o som do vento.
Somos apaixonadas pela natureza. Amamos trilhas, o cheiro da terra molhada, o verde das árvores e o céu aberto. Descobrimos que Deus também fala através das montanhas, das flores e dos caminhos.
Continuamos sendo exatamente como você é: curiosas. A cada fase da vida descobrimos um novo hobby, uma nova paixão, um novo aprendizado. Somos do tipo que muda, reinventa, experimenta e nunca deixa de aprender. Hoje gostamos de coisas que um dia juramos que nunca gostaríamos.
Escrevemos.
Escrevemos poemas, pensamentos e estamos escrevendo um livro. As palavras se tornaram nossa forma de transformar dor em beleza e saudade em esperança.
Lemos muito. Observamos as pessoas. Gostamos de conhecer o mundo, de aprender histórias e de enxergar beleza nos pequenos detalhes.
Você continuará sendo intensa.
Vai amar profundamente. Vai chorar profundamente. Vai rir até perder o fôlego. Vai cair, levantar e recomeçar tantas vezes que um dia perceberá que essa é a verdadeira coragem.
Não tenha medo de mudar. Não tenha medo de sentir. Não tenha medo de ser diferente.
Continue sonhando.
Mesmo quando a vida parecer dura, nunca deixe morrer essa menina de nove anos que acredita no impossível.
Ela é a parte mais bonita de nós.
Com amor, orgulho e esperança,
Você, aos 32 anos

2498 📜 "Não que eu queira ver Alienígens no meu caminho, Hum! Do jeito que sou medroso, eventual encontro provocará choro e gritos Meus (e também deles, os ETs)."
-
"Eu só mencionei que nunca vi. Foi isso, tá? Não me amedrontem, por favor!"

2497 📜 "Não sei se eles já me viram, mas Eu nunca vi um Alienígena... Assim Cara a Cara ou Nave a Nave."
-
Nem Alienígena nem ET nem Similares (se Similares há ou 'hão', como diz Minha Vizinha Istéfany). Eu nunca vi!"

​O Tempo da Espera
​Esperei por você na porta.
Abri-a e me joguei em seus braços.
​Finalmente, o momento que desejávamos há meses.
O desejo urgente de fazer o tempo parar.
​Toco o seu corpo na esperança de memorizar cada detalhe,
criando um mapa exato para não te esquecer até que você retorne.
​E torço...
Torço para que a ansiedade da ausência
não me torture como fez durante todo este tempo de espera.
​Queria tanto que você ficasse.
Mas não posso ser egoísta e pensar apenas em mim.
​Se você estiver feliz, eu aguento.
Se você estiver feliz...

2496 📜 "Minha Cunhada Creonice pediu para eu orçar o mármore de Carrara que ela pretende por no Salão da Mansão dela. Meu amigo tem marmoraria e eu fiquei horrorizado com o preço."
-
" 'Magina' quem paga tanto Mármore que, dizem, há no Inferno! Minhas Tias (das Igrejas) dizem que lá há e é onde o Fedorento queima os 'Debochados'. Elas dizem!"

​O encontro traumático da consciência com a realidade ambígua nos força a habitar o paradoxo. Para cada paradoxo, buscamos equações e um equilíbrio da realidade, fundamentando a teoria nos fragmentos de conhecimento que nos restam — a reminiscência de uma intuição inata do visível.
​Percebido inicialmente nas arestas da superfície, o mistério se desdobra das camadas superiores às inferiores. Ao infinito, vemos aglomerados de convergência: respostas que geram ainda mais perguntas num espaço contínuo e num tempo relativos ao paradoxo inicial.
​O olhar fixo, contudo, é limitado pelo pensamento binário e objetivo. Tentar analisar a "caixa dentro da caixa" transforma a toca do coelho em uma dimensão paralela, alterando o próprio observador — o ser desnaturado e oblíquo. Muitas vezes pairamos por essas ideias sem compreender a continuidade política e estrutural da perspectiva. Essa noção nos coloca diante de variáveis infinitas ou de fragmentos frágeis do que somos em face do real.
​Em nossa busca puramente visual, não ouvimos nem sentimos que o tempo é uma variável e que a gravidade é a lei oculta sob nossa visão tacanha. Vemos o barco, mas esquecemos a imensidão do mar e os conceitos espaciais do horizonte. Ou sentimos que as estrelas viajam pelo cosmos, mas não percebemos a teia que nos une a elas.
​Os laços entre consciência e conhecimento flutuam entre o deslumbre e o medo que nos conecta ao fundo da realidade. O azul que preenche os céus nos confere a ilusão e a liberdade de voar pelo universo. Aqui, o mito da caverna de Platão ganha novas páginas, nas quais a lógica estritamente física se torna irrelevante diante da linha de continuidade da perspectiva.
​Palavras lançadas em um sistema sustentável podem distorcer o foco, pois o tecido da realidade é composto por múltiplos paralelos que dependem do aspecto e da reação propostos. Definimos o resultado como zero, mas o zero nunca existiu: é apenas o ponto de partida arbitrário, pois, sem ele, o um perderia a própria noção de ser um. Da mesma forma, a existência do infinito contido entre o número três e o quatro desmonta a relevância da gravidade espacial como o marco zero absoluto.
​Deflagrar o paradoxo inicial na sua totalidade exige compreender que a velocidade da luz pode ser a própria negação da escuridão, e o ato de sentir é a variável que conecta cada ser ao objeto — inerte ou em movimento. A realidade pode ser elevada à segunda potência: a máxima complexidade da singularidade é apenas a somatória do próprio ser refletida em um multiverso de horizontes.
​A perspectiva numerológica nos faz crer no tempo como medida real, quando o número é apenas a limitação humana tentando enquadrar o incompreensível oceano do tempo e do espaço.

Uma semana abençoada! ּ ֶָ֢.☕︎
Sobre o ontem eu sei muita coisa, pois dele guardo as lições. Sobre o amanhã, eu ainda quero saber, pois tenho muito para aprender. Mas sobre o agora... sobre o agora eu só tenho que agradecer! Que a gratidão seja o combustível para a nossa vida nesta nova semana, fazendo tudo fluir em paz, leveza e prosperidade. Uma excelente e iluminada semana para todos nós! 🙏𖹭 ֶָ֢.𓂃✍︎

Ser manso não é ser fraco.
O manso é o forte que controla a própria força.
O fraco se acovarda diante do medo.
O manso enfrenta o medo, mas escolhe agir com domínio próprio.
O fraco se cala por falta de coragem.
O manso se cala por sabedoria.
O fraco reage por impulso quando perde o controle.
O manso responde com firmeza porque domina a si mesmo.
A verdadeira força não está em ferir alguém, mas em ter poder para fazê-lo e, ainda assim, escolher o que é justo.

O Encontro do Espelho e do Mar


Eu sempre estive observando você através das sombras da sua própria mente,
guardando os segredos que você tenta esconder do mundo exterior.
Nas horas de silêncio, quando o barulho lá fora finalmente cessa,
é a minha presença que você sente ecoar no peito.


Você me procura nas pessoas, nos caminhos que escolhe
e nas respostas que tanto deseja encontrar,
sem perceber que a busca sempre começa e termina no mesmo lugar.
Você não sou eu, você é um reflexo de mim;
a imagem fragmentada que o espelho da vida projeta todos os dias para o mundo ver.
Enquanto você vive na superfície dos dias, eu sou a essência que molda os seus passos
e a verdade que permanece intacta por trás de todas as suas máscaras cotidianas.
O ego que você veste é apenas a moldura,
mas a pintura real, profunda e viva, sou eu quem carrega.
O mundo vibra através daquilo que me atrai,
sintonizando a realidade exatamente na frequência dos meus desejos e medos mais profundos.


Cada encontro, cada sincronicidade e cada escolha que parece obra do acaso
nada mais é do que o universo respondendo ao magnetismo do meu próprio ser.
Ao olhar para fora e enxergar a beleza ou o caos,
você está apenas testemunhando a materialização daquilo que eu trago por dentro.
Você é responsável pelo que te acontece,
pois cada escolha e cada passo no mundo concreto pertencem unicamente à sua jornada consciente.
Eu sou responsável em te revelar seus medos, instintos e reações intuitivas,
agindo como a lanterna que ilumina os cantos escuros e esquecidos da sua própria alma.
Enquanto você lida com as consequências das suas ações na superfície,
eu desvendo as correntes invisíveis que movem as suas decisões mais profundas.


Sou a intuição que vem como voz no silêncio da sua mente,
aquele sussurro repentino que te avisa antes do perigo ou te impulsiona em direção ao desconhecido.
Não uso palavras lógicas, mas sim a certeza absoluta
que arrepia a pele e faz o coração mudar o ritmo sem explicação aparente.
Sou a sabedoria ancestral que você herdou, guardada no fundo do seu peito,
esperando o momento certo de se fazer ouvir.


E sou a água que escorre mar adentro, fundindo-se ao todo na imensidão de tudo o que existe e que não se pode ver.
Assim como o rio não se perde ao encontrar o oceano,
eu me conecto com a energia universal para te lembrar que você nunca está verdadeiramente isolado.
Sou a gota que reconhece o mar, a parte que se une ao infinito,
trazendo a paz de saber que a sua essência pertence a algo muito maior.
Eu ouço a sua voz, mas confesso que o seu silêncio me assusta muito mais do que as suas verdades.
Passo os dias tentando controlar o vento, organizar a rotina e construir certezas na areia,
fingindo que sou o único capitão deste barco chamado vida.
É doloroso admitir que a maior parte do que sou permanece oculta nas suas profundezas,
esperando o meu momento de fraqueza para se revelar.


Aceito a minha responsabilidade pelos caminhos que escolho,
mas peço que não me deixe navegar às cegas pelas correntes que você cria.
Se você é o reflexo, os medos e a água que corre para o mar,
eu sou a margem que tenta conter a inundação.
Preciso aprender a te escutar sem me afogar em você,
decifrando os seus instintos para que eles se tornem farol, e não tempestade.
Cessou-se, enfim, a separação entre a voz que fala e os olhos que observam.
No espelho partido da realidade, o reflexo e a imagem estenderam as mãos
e perceberam que a moldura sempre esteve vazia.
A água do rio misturou-se de tal forma ao oceano
que já não era possível dizer onde terminava o homem e onde começava o infinito.


O mundo continuou a vibrar lá fora,
mas o magnetismo agora vinha de um lugar de calmaria absoluta,
onde o medo e a intuição tornaram-se uma única força silenciosa.
Quem observa já não é diferente daquilo que é observado;
o encontro consigo mesmo finalmente se completou na imensidão do todo.


Ysrael Soler

Se religião de fato salvasse alguém, Jesus não teria terminado pendurado numa cruz. A cruz é a maior evidência de que fé e imunidade ao sofrimento não são sinônimos.

⁠Eu cansei..
Cansei de ser o grande amor dos outros, de ser a paixão ou o melhor de todos, cansei de ser o quase perfeito ou aquele futuro que não pode ser, aquela metade mais que perfeita, mas não tão perfeita assim..
Odeio quando me vem à memória as lembranças das coisas que eu tentei fazer e deram errado, fui quem eu não era, o melhor de todos e mesmo assim não o suficiente, se eu passei por tudo isso dando meu melhor e sendo realmente bom pra as pessoas que me amaram, o que seria de mim se eu tivesse sido ruim?

2495 📜 "Antes 'Queimar no Mármore do Inferno', como 'preveem', pra Mim, as Minhas Tias (das Igrejas) do que congelar nos Anéis de Saturno. Não suporto frio e que fique registrada Minha Opção!"

No teu céu noturno
deixa-me do profundo
ser a Lua serena e mansa,
e ser todas as estrelas 
ao redor em festança
e sarau de poemas.


Do teu enleio sublime
ser profeticamente
a Caburé em voo livre, 
Até nos momentos 
que pedem pausa e limite. 


Nenhuma distração tarde 
nem permita que falte 
o peito de um e do outro
como ninho de ouro.


Juro, que dobrarei a aposta
com todo amor e carinho:
terna, veloz e devagarinho.

Caiçuma bem feita
na beirinha do rio
adoça a palavra,
sempre distrai a ideia
e a atitude destrava,
Funciona tão bem
quanto reza brava.

Quando Cainamé sopra,
ninguém fica de pé,
Quando Cainamé sopra
ninguém segura,
Sopra, sopra, Cainamé 
essa gente linguaruda.

2494 📜 "Minhas Tias (das Igrejas) disseram que vou 'Queimar no Mármore do Inferno'. Pelo menos eu adoro calor. Pelo menos isso!"