Pensamentos Mais Recentes

O peito sangra ao ver a delicadeza ser esmagada pela brutalidade de um mundo que se esqueceu de como amar.

Quebraram os laços que nos uniam como irmãos; hoje, restam apenas estilhaços de um respeito que costumava salvar vidas.

Choro não pela violência do mundo, mas por ver que o amor ao próximo foi esquecido em um canto, coberto pelo poeira do egoísmo e da crueldade.

É devastador ver que a bondade virou motivo de chacota e o desrespeito, um estilo de vida que sufoca qualquer tentativa de recomeço.

Arrancamos a humanidade de dentro de nós e colocamos garras no lugar, esquecendo que quando a compaixão morre, viramos apenas sombras vagando na escuridão.

A verdadeira tragédia do nosso tempo não é apenas a maldade dos maus, mas o cansaço dos bons, que de tanto serem feridos, começam a perder a esperança.

O mundo virou um lugar frio e hostil, onde quem oferece o coração corre o risco de vê-lo esmagado pela brutalidade do outro.

Sinto a dor dos bons que ainda choram: ver a alma humana se esvaziar de respeito é assistir ao fim da nossa própria essência.

Cansa ver a maldade vencer no grito enquanto as pessoas de bem choram em silêncio, vendo o mundo se transformar em um deserto sem amor.

A humanidade adoeceu no dia em que o respeito morreu; hoje vagamos entre ruínas de afetos, ferindo justamente os poucos que ainda insistem em nos amar.

Dói ver a bondade ser pisoteada, ver mãos que só queriam abraçar sendo apedrejadas por uma multidão que perdeu a alma.

O amor ao próximo virou uma lembrança distante, um eco sufocado pela ganância de uma sociedade que só sabe destruir quem tenta salvar.

Cada flor é um poema que se abre,
cada pétala, um suspiro de amor.
O mundo se enfeita em seus versos suaves,
e a vida respira poesia e cor.

Esquecemos como ser humanos e passamos a nos devorar como feras, deixando sangrar a última gota de compaixão que nos mantinha vivos.

É de partir o coração ver o bem ser perseguido; hoje, quem tem o coração puro chora sozinho no escuro enquanto o mundo aplaude a crueldade.

Há um luto silencioso no peito de quem ainda ama: ver a humanidade rasgar o respeito e transformar o afeto em cinzas machuca mais do que qualquer ferida física.

Hoje em dia, ser uma pessoa de bem significa carregar um alvo nas costas; a corrupção humana não tolera a luz de quem se recusa a fazer o mal.

A humanidade está profundamente prejudicada porque trocou a compaixão pelo desprezo, tornando o mundo um lugar hostil para quem ainda insiste em ser bom.

Quando o respeito acaba, a convivência vira uma selva sem regras, onde fazer o mal tornou-se o hábito e ferir o próximo, o passatempo.

O amor ao próximo foi sufocado pelo egoísmo de uma humanidade doente, que prefere pisar em quem estende a mão a reconhecer o valor do afeto.

Pétalas que guardam o beijo da manhã,
flores que falam sem nada dizer:
a beleza está em ser simples, 
em desabrochar, viver, e florescer.

As pessoas deixaram de se enxergar como semelhantes e passaram a agir por puro instinto selvagem, onde a única regra é atacar antes de ser atacado.

Vivemos em uma sociedade tão corrompida que o bem virou alvo: quanto mais pura é uma alma, mais a maldade alheia tenta desgastá-la e destruí-la.

O desrespeito tornou-se a moeda corrente de um mundo onde empatia é vista como fraqueza e a crueldade é fantasiada de esperteza.

O tempo vai passando 
E momentos vou vivendo 
E sem querer vou aprendendo 
Que ninguém é eterno.


Revivendo enumeras vezes a mesma verdade 
Que o tempo só aumenta a saudade.
No final, eterno são os momentos e não as pessoas 
Se não sucumbem nas distâncias, 
A morte nos tratará ao rubro a verdadeira realidade
Por isso sempre que der vai e sem receio abrace


Com lágrimas ainda lembro 
Desde tom intenso, até a tonalidade suave
Do barulho das ondas do mar e o guincha das aves
Do amarelo ao laranja do pôr-do-sol 
E do grande vazio que sobrou
Que o tempo criou .


O ontem, ensinou-me 


Hoje olho para mim no espelho 
E já enxergo as rugas a se formarem
Com peso da decepção, do vazio da nostalgia 
E da fragilidade da vida 


Ontem, ensinou-me 
Que está a vida, é linda!
Até o tempo fazer suas travessuras 
Então o vazio escorrer no rosto 
Com sabor do sal apimentando o gosto


O ontem, ensinou-me 
Como o Eterno é lindo,
Até viver já não fazer nenhum sentido 
E olhar para o abismo como a saída 
Enxergar na morte a paz...