Recados de Amor

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A minha fé esta no amor...
A minha esperança é o amor...
A minha "religião" (?) é amar com amor....
O meu milagre esta no amor que cura...
A minha vida quem conduz é o amor...
Quem esta no controle é o amor...
Quem salva é o amor...
Sómente o " amor" restaura...
Só quem ama perdoa...
O amor, sómente o amor, pois acima de tudo,o mais importante é o amor.

A verdadeira dor de amar não vem do medo de perder o outro, mas da certeza de que o amor continua existindo, intacto, mesmo quando não há onde repousá-lo.

Me deixe amar você? Me deixe esperar por você? - Quero sentir o poder do amor verdadeiro, quero entender o que dizem nas redes sociais, se o amor é amor ele espera o tempo que for. Me deixa dormir nos seus sonhos? - Deixa eu fazer parte da sua realidade? Me deixe... Mas por favor, não me deixa.

Pensamento positivo, esperança e fé, amor próprio mas não abusivo ao ponto de apenas me amar... E feliz. Esse é o meu caminho e dele eu quero apenas plantar frutos bons.

Amor é poesia
Amar é ser um poeta

"Se você amar até doer, não poderá haver mais dor, somente amor."

O AMOR QUE NÃO DÓI, MAS ESCLARECE.
Há uma concepção amplamente difundida de que amar é, inevitavelmente, sofrer. Tal ideia, reiterada por tradições literárias e por experiências humanas mal compreendidas, cristalizou-se como uma espécie de dogma emocional. Contudo, sob uma análise mais rigorosa, percebe-se que aquilo que fere não é o amor em si, mas as projeções, os apegos e as ilusões que o indivíduo deposita sobre o outro.
O amor autêntico não obscurece a razão, tampouco aprisiona a consciência. Ao contrário, ele a amplia. Trata-se de uma força que ilumina zonas antes ignoradas da própria interioridade, promovendo um processo de esclarecimento que, embora por vezes exigente, não é destrutivo. O que há de desconforto nesse percurso não advém do amor, mas do confronto com as próprias imperfeições.
Sob a ótica da filosofia moral, o amor elevado não se confunde com posse, dependência ou carência afetiva. Ele se estabelece como reconhecimento da dignidade do outro enquanto ser autônomo. Amar, nesse sentido, é desejar o bem do outro sem subjugá-lo às próprias necessidades emocionais. É um exercício de liberdade compartilhada.
Na tradição espiritualista, especialmente à luz da O Evangelho segundo o Espiritismo, o amor é compreendido como a mais alta expressão da lei divina. Não se trata de um sentimento passivo, mas de uma prática ativa de benevolência, indulgência e caridade. Quando vivenciado dessa forma, ele não dilacera, pois não nasce do ego, mas da consciência expandida.
Do ponto de vista psicológico, relações que geram sofrimento constante costumam estar ancoradas em vínculos de dependência emocional. Nesses casos, o indivíduo não ama o outro, mas aquilo que o outro supostamente preenche em si. O amor esclarecedor, por sua vez, não busca preencher lacunas, mas compartilhar plenitudes. Ele não exige completude do outro, pois já parte de um estado interno mais equilibrado.
Esse tipo de amor tem uma característica singular. Ele revela. Ao invés de cegar, como frequentemente se afirma, ele permite ver com maior nitidez. Mostra virtudes e limitações, tanto do outro quanto de si mesmo, sem que isso gere desespero ou negação. Há aceitação lúcida, não idealização.
Além disso, o amor que esclarece educa. Ele conduz ao aperfeiçoamento moral não por imposição, mas por inspiração. A convivência com alguém que ama de forma elevada desperta no outro o desejo de também elevar-se. Não há coerção, há exemplo.
Importa destacar que esse amor não é frio nem distante. Ele é profundamente sensível, porém não se deixa governar por impulsos desordenados. Há nele uma harmonia entre sentimento e razão, o que impede que se converta em fonte de sofrimento contínuo.
Em termos antropológicos, sociedades que valorizam vínculos mais conscientes tendem a produzir relações mais estáveis e menos conflituosas. Isso não elimina desafios, mas modifica a forma como são enfrentados. O amor deixa de ser campo de batalha emocional e passa a ser espaço de construção mútua.
Assim, ao contrário do que muitas narrativas sugerem, o amor não precisa ser sinônimo de dor. Quando alinhado à lucidez, à ética e à maturidade espiritual, ele se torna um instrumento de esclarecimento profundo.
Amar, então, não é perder-se no outro, mas encontrar-se com mais verdade dentro de si mesmo, à medida que se aprende a ver, compreender e respeitar o outro em sua essência. E é nesse encontro lúcido que o amor deixa de ferir e passa a revelar, com serenidade, aquilo que o espírito sempre esteve destinado a compreender.

Viver por inteiro


Às vezes, não é falta de amor, é apenas medo de amar outra vez... Medo de se entregar, baixar as defesas e descobrir que aquilo que pode nos fazer felizes também pode nos ferir.


Talvez por isso algumas pessoas esperem encontrar alguém que lhes mostre que pode ser diferente, que as compreenda e as ajude a superar seus medos. Mas acredito que o amor não deveria nascer da necessidade de alguém provar alguma coisa. A pessoa certa não precisa representar um papel para ser amada; precisa apenas ter coragem de ser quem realmente é.


E talvez seja justamente aí que o medo comece a perder força: quando encontramos alguém diante de quem também podemos ser nós mesmos, sem precisar esconder o que sentimos ou explicar tudo aquilo que somos.


Porque amar nunca veio com garantias. É apenas o encontro de duas pessoas imperfeitas que, sendo verdadeiras uma com a outra, decidem correr o risco de sentir.


No fim, coragem não é deixar de ter medo. É não permitir que o medo nos faça viver pela metade.

⁠não implora amor de ninguém,
Não se humilha para ninguém te amar
Não se humilha pra ninguém te querer .

Falar sem amor é barulho (1Co 13:1).


Deus, Ele é amor
(1 João 4:8).


Amar é ser parecido com Deus.

Amar, portanto, é seguir o exemplo d’Ele: não ter medo de se humilhar por amor, não ter receio de sofrer por quem se ama, e principalmente viver com a consciência de que não há mais condenação (Rm 8:1).

"É preciso amar um Amor Ágape. Ele não é um somente sentimento. É um verbo em ação, você precisa respirar, usando todos teus sentidos até transpirar este amor. Você age este verbo em ação e estará exercendo o Amor perfeito incondicional pelo bem estar do outro sem se preocupar consigo. RESPIRANDO E EXALANDO o Primeiro amor."

—By Coelhinha

O amor não é ausência de dor, é persistência mesmo doendo. Amar apesar da dor é persistir na construção, mesmo quando o alicerce treme.

Há dois mil anos, o cristianismo fala de amor, mas o cristão ainda não aprendeu a amar

​VÉRTICES


​Quando me vem o medo de amar,
lembro-me de que o amor é bom
e paro num espaço de tempo retrógrado.
Em frações de segundos,
vejo-me, olhando-me por dentro,
com o coração acelerado.
E, em um curto espaço de tempo,
a colisão de dois corpos,
ambos tentando ocupar
o mesmo espaço, a mesma matéria...
Assim foram aqueles tempos.
​Chego a pensar na suavidade do vento,
este que lambia seus cabelos naquele dia,
e lembro de belezas mil que me ofertaste.
As lembranças são partes a revoar
ao longo dos dias na minha mente,
que insistem em se perpetuar
ao longo dos anos!!!
​Em meus pensamentos,
estas lembranças que se formam
através de imagens
ressuscitam tempos bons, enigmas e parábolas,
construindo, assim, vértices
em pontos estratégicos do coração,
mostrando toda a beleza
dessa encantadora criatura
que caminha em busca do seu equilíbrio!

O amor não escolhe a quem amar.
Nasce no olhar e fica no coração.

Eu não entendo que Amor é esse
O que viu em mim
Pra me amar assim?
Não entendo... Rapha Brito / Maurício Paes.

Eu não entendo que Amor é esse
O que viu em mim
Pra me amar assim?
Não entendo... Rapha Brito / Maurício Paes.

"Imagina amar uma única vez na vida... E justamente esse único amor ser tirado de você."

Duvide do amor alheio, mas não seja inseguro ao amar.