Recados de Amor

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O Amor não é sobre oque você pode receber, mas sim sobre oque você faz, ou dá, simplesmente para ver a felicidade do seu próximo, sem desejo de retorno algum.

Inserida por Eliell

O selo do amor é a Fidelidade em ambos...

Podemos até não amar alguém do jeito que gostaríamos, mas a força do amor sempre será inabalável, é realmente isso que importa

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠Não devemos acreditar que temos domínio em matéria de amor, ele sempre escapa das nossas mãos, mas sempre encontra abrigo em nossos corações

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠Ter uma ideia acerca do amor é bom!
Mais amar é melhor.

Inserida por GigueiraPoesias

⁠Quem ama com gentileza mata os mortos! Mas o amor por interesse acorda os vivos.

Inserida por GigueiraPoesias

Muitas das vezes pregamos o amor sem saber amar, pregamos perdão e não perdoamos, pregamos santidade e não a vivemos, e com isso nos tornamos reféns daquilo que não praticamos!

Inserida por buenofortes

“O amor e a elegância do comportamento! Como cada vez mais faz falta um pouco de doçura nos gestos mais simples para expressar o quão importante uma pessoa é para a outra”
#bysissym

Inserida por BySissym

Já que não se pode aceitar menos nem alguém nos amar mais que o nosso amor próprio. Será possível alguém nos amar no mesmo nível que nos amamos?

Inserida por Sararomano

Gratidão é o amor que se sente.

Inserida por Sararomano

O amor aterra mesmo nas piores condições. O amor não exige benefícios, vantagens ou distinção. O amor não separa, aceita a separação. O amor é como tem que ser desejado e esperado. O amor não recusa, aceita ser recusado. O amor é estar, ficar e tornar-se. O amor é aquilo que é, na existência da vida do ser num nível mais elevado.

Inserida por Sararomano

O amor que foi negado, não teve a oportunidade de se expor e na espera saudável que possa ser acompanhado para conseguir demonstrar a alguém tanto amor.

Inserida por Sararomano

⁠Aos que tem medo de amar , o direito de viver na solidão.
Para aqueles que desdem o medo do amor
A chance de amar e ser feliz.

230406

Inserida por J6NEMG

⁠O que podemos é somente amar e não cair de amor, porque tudo que cai, um dia se quebra.

Inserida por TinhoAires

⁠O amor sempre lhe colocará em prova, para ver até onde você é capaz de amar.

Inserida por TinhoAires

⁠Se você acha que pode escolher a quem amar, o amor ainda não lhe aconteceu.

Inserida por TinhoAires

O amor é o desabrochar da vontade de se doar ao próximo.

Inserida por guthierres

" Amar é ver-se refletido no espelho de outro coração.
Porque o amor, quando é verdadeiro, nos ensina o que o orgulho jamais permitiria aprender. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR E A MEMORIA DO QUE NAO SE DISSE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quem dizia amar e partiu revelou sem palavras que o amor jamais se constituiu como experiencia interior.
Nao houve perda houve apenas o desvelar tardio de uma ausencia antiga.
Porque o amor quando existe nao se dissolve no tempo ele se aprofunda na memoria.
Abandonar aquele a quem se dizia amar nao e um gesto do destino, é um ato da consciencia que jamais amadureceu.
O amor nao falha ele apenas nao nasce onde o espirito permanece disperso.
Entre dois seres quando o ciúme se instala não como episodio mas como estado, alí o amor ja foi substituido pela inquietação do ego.
O ciúme nao guarda, ele denuncia.
Nao protege, ele acusa.
Nao ama, ele teme.
A solidão que sucede a ruptura não é vazio, é um espaco de reminiscência.
Nela a alma percorre lentamente os corredores do que foi vivido, como quem retorna a uma casa antiga e reconhece nos detalhes aquilo que sempre esteve ausente.
O amor verdadeiro habita essa região subtil onde a palavra se cala.
Ele não se impõe nao exige nao reivindica, ele existe como aquelas verdades que só se revelam quando o tempo deixa de ser pressa.
Amar é tocar o abstrato porque amar é recordar.
Não é menos, é um fato e sentido.
Não é o gesto mas a intenção.
Não é o outro, mas aquilo que o outro despertou em nós como possibilidade de eternidade interior.
E assim compreende-se finalmente que
o amor nao se anuncia ele se reconhece.
Nao se perde ele se recorda dentro de si mesmo
e permanece como memoria cristalina na consciencia que ousou sentir sem ruído, sem medo e só sob à submissão para com tudo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

CÂNTICO DA DELICADEZA REAPRENDIDA.
O amor nos dias atuais precisa reaprender a linguagem da mansidão.
Ele nasce cansado de excessos e reencontra sua força no gesto contido.
Não se anuncia com estrondo nem se impõe como urgência mas aproxima se com respeito como quem reconhece o valor do outro antes do próprio desejo.
Nesse movimento inicial o afeto resgata a ética do cuidado e transforma a palavra em abrigo.
A experiência amorosa contemporânea reencontra o cotidiano como espaço legítimo do sagrado.
O amor manifesta-se na mesa partilhada no pano estendido ao sol na espera paciente.
Ele recusa a teatralidade e escolhe a constância.
A pessoa amada não é mito distante mas presença concreta que respira o mesmo tempo e carrega as mesmas fragilidades.
Nessa proximidade reside uma beleza silenciosa que educa o olhar e disciplina a sensibilidade.
O sentimento não se constrói isolado mas nasce impregnado de memória.
Cada gesto amoroso carrega ecos de vozes antigas transmitidas sem registro.
O amor verdadeiro reconhece que não começa em si mesmo mas prolonga um fio que atravessa gerações.
Essa consciência devolve profundidade ao presente e impede que o afeto se torne descartável.
A contenção emerge como virtude essencial.
Amar não é transbordar sem medida mas sustentar com firmeza.
A palavra é escolhida, o gesto é pensado, a promessa é respeitada.
No mundo saturado de estímulos essa contenção torna-se forma elevada de coragem moral.
O amor aprende fica quando se abdica do excesso.
A harmonia surge como finalidade última.
O sentimento não busca vencer nem dominar mas equilibrar.
Ele molda o caráter, suaviza os impulsos e orienta a convivência.
Amar torna-se exercício diário de aperfeiçoamento interior sem espetáculo e sem ruído.
Assim o amor reencontrado nos dias atuais afirma-se como herança viva de uma sensibilidade antiga.
Ele demonstra que a verdadeira permanência nasce da fidelidade à forma da escuta atenta do outro e da humildade diante do tempo apressado.
E quando o coração compreende isso o amor deixa de ser vertigem e transforma-se em morada firme onde a alma finalmente repousa.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4