Recadinhos do Coração

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A verdadeira riqueza trilionária não se conta em moedas, mas na imensidão de um coração generoso.

Ter uma "morte riqueza" no coração significa que sua bondade é tão vasta que sobrevive ao tempo.

Critério afetivo bastante flexível é quando o coração negocia o que a razão jamais aceitaria e ainda chama isso de liberdade.

Estava motivada
No vento e frio ti esperando
O comboio chegava e se afastava
O coração acelerava
O abraço é tudo que queria
Beijar é o que eu desejava
Ti amar é tudo que sei

Os três pontinhos foram se movendo
As expectativas foram se diminuindo
Acontecia o inimaginável
Atrasou, seria celebração
Sobrou apenas desilusão
Carregada de solidão e mais solidão
No meio desta multidão

“Há dores que silenciam a alma, noites em que o coração parece não suportar mais. Mesmo assim, eu continuo de pé, porque a minha fé não nasceu na facilidade, nasceu na luta. As lágrimas podem cair hoje, mas eu sei que Deus continua vivo, vendo cada ferida, ouvindo cada oração silenciosa e preparando o tempo da minha vitória.”

Um coração trilionário transforma pequenos gestos em milagres gigantescos.

Você nem imagina o impacto que um coração trilionário pode ter na vida de milhares de pessoas.

No banquete da vida, a simplicidade é o prato principal de quem tem o coração rico.

Onde o ego vê um problema, o coração rico vê uma oportunidade de auxiliar.

A nobreza de caráter é o perfume que exala de quem tem o coração trilionário.

Quem tem "riqueza trilionária no coração" sabe que o essencial é invisível aos olhos.

O Voo da Coerência: Do Casulo à Liberdade Eletromagnética do coração Crístico:
Aquele que estremece diante do limiar do tempo, temendo a travessia, ainda não desvendou o segredo alquímico: como transmutar a dor em poesia rítmica e potente.
Em nossa essência, tudo é fluxo constante. Caminhamos em um perpétuo estado de vir-a-ser, onde tudo anda, se transforma, se transmuta, se metamorfoseia em busca de uma oitava acima.
É preciso ter a sabedoria das borboletas e, com fé inabalável, honrar o tempo sagrado da travessia. Nem lagarta, rastejando sobre o velho, nem borboleta, alçando voo sobre o novo... ainda.
Neste instante liminar, precisamos aceitar, com gratidão e paciência, o mistério do Casulo. O casulo não é uma prisão; é lar, é abrigo, é o ventre da gestação da alma. É o tempo que brinca de ninar os nossos sonhos mais audaciosos.
Mas não se engane: o casulo também esconde asas invisíveis.
É neste silêncio profundo que a mágica acontece. A borboleta só atravessa o Jardim e poliniza a vida depois que se transformou por inteiro internamente. Ela permite que cada parte de si doa e se desintegre, para que o novo possa renascer, mais leve e mais forte.
E o ápice desta metamorfose humana ocorre quando, no coração deste casulo interior, algo extraordinário se alinha. É a sincronia perfeita, a pulsação única onde o cérebro e o coração cantam a mesma frequência. É o instante da coerência.
Neste alinhamento cósmico dentro de si, as amarras do antigo eu se rompem. O ser humano liberta-se de vez do casulo não apenas para voar com asas físicas, mas para revelar suas asas mais autênticas: asas eletromagnéticas.
São asas tecidas em luz e vibração, irradiando a coerência Crística do ser para todo o Universo.
Asas de cristal líquido que nascem do coração...Elas são a nossa assinatura energética no jardim da criação, o nosso voo de pura liberdade.

Idealizar é esboçar no coração aquilo que só se revela inteiro quando a vida o acolhe.

Ser boa de coração é virtude , mas cautela e prudência são tesouros que se acumulam.

Coração não tem gaveta,
mas vive guardando o que não cabe…
e transbordando quando ninguém vê.


⁠Marcilene Dumont

Quem vive de aparência
maquia até o vazio…
mas espelho nenhum engana o coração.


O coração avisa antes da queda,
mas a teimosia empurra…
e depois chama de destino.

Tem coração que é igual casa de vó:
porta aberta, cheiro de afeto…
e sempre cabe mais um mesmo apertado.


“Nordeste em Cada Batida do Coração”


(por Marcilene Gomes do Monte — dedicado ao Dia do Nordestino)


No sertão nasce o sol primeiro,
Queimando a terra, dourando o chão,
Mas o povo — forte e inteiro —
Transforma a seca em superação.


Tem cheiro de café coado,
De bolo de milho e cuscuz,
Tem viola, zabumba e aboio entoado,
E um forró que acende a luz.


Na palma da mão o batuque gira,
O sanfoneiro arrasta emoção,
De Luiz Gonzaga à zabumba que inspira,
É poesia em forma de canção.


O vento que sopra do litoral
Traz cheiro de mar e saudade,
Das jangadas que voltam triunfal,
E do amor pela simplicidade.


Nordeste, chão de fé e esperança,
De rendeiras, vaqueiros, cordel,
Cada olhar carrega a lembrança,
De um céu sempre azul e fiel.


No tempero — o sabor do abraço,
No prato — história e raiz,
Carne de sol, baião no compasso,
É fartura que o povo diz.


E quando o mundo lhe vira as costas,
O nordestino levanta e sorri,
Pois carrega no peito respostas
Que o tempo jamais redimiu.


Fez o Brasil com suor e coragem,
Com arte, canção e paixão,
É o retrato vivo da paisagem
Que molda a alma da nação.


Nordeste, tua força é poesia,
Tua luta, canto e fé.
És o sol que nasce todo dia,
Mesmo quando o mundo quer ser maré.

⁠Porque, no fim, migrar é aprender a voar… mesmo quando o coração ainda caminha.