Razoes por Amar Voce

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⁠ Entre nós há fusão,

Objeto de Mayall

e um anel na mão.



Você no coração,

perto estando longe:

inabalável paixão.



Entre nós há tudo,

na tediosa espera

o amor é convicção.



Há nós a silenciação:

é a das grandes galáxias

em tremenda explosão.



Um misto de sonho

de uma noite de versão,

luar, transe e canção.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tenho um acerto
de contas com o destino,
é como pedir à Deus
o Universo inteiro:
você não faz a menor
idéia que eu existo,
e em prece te desejo.

Quero o seu amor
para chamar de meu
com direito à mirra,
ouro, incenso e poesia
no nosso caminho
feito de heroísmo.

Nas asas sidéreas
da Nebulosa da Borboleta,
a noite de hoje é
de Quarto Minguante,
não me esqueci
dos mais livres
olhos de diamante.

Tocar de mãos
dadas com você
o céu de Niue,
ondear no teu mar
até o dia clarear,
e em ti me derreter.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu já te disse que você é lindo, é forte e eu te amo? Te amo, meu Brasil, acima de todas as tempestades e desonras que querem te condenar! Nada é mais forte do que o amor que tenho por ti.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tenho a urgência
de viver com você,
Faça destas mãos
o cósmico bambolê,
Não vou parar de pedir
para te pertencer,

Vem dançar comigo
a música do destino,
o tango intuitivo
E zombar da lucidez,
num incauto beijo
de amor doido amor;

Fica parado na minha
frente porque não
canso de te querer,
Em junção mais próxima
que Júpiter e Saturno,
me recusarei arrefecer,

Levo você em segredo
mais misterioso que o Universo,
as minhas letras e luas são
sinais da Galáxia do Cometa,
porque vão muito longe
e para que ninguém esqueça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Satyagraha: você sabe
que isso não se faz,
eles prenderam
o teu General injustamente.

Satyagraha: você sabe
que a Justiça desapareceu
ali em plena reunião
pacífica simplesmente.

Satyagraha: o teu General
foi caluniado e teve o nome
usado indevidamente.

Satyagraha: você sabe
que eles levaram
o teu General brutalmente.

Satyagraha: deixaram
o teu General isolado
algumas vezes e com
a vida degradada
(covardemente).

Satyagraha: de muito longe
percebi a história e você
parece que está indiferente.

Satyagraha: hoje fazem
três anos de prisão ilegal,
lenta e sem acesso
ao devido processo
(cruelmente).

Satyagraha: nem carta
posso enviar
para ajudar o tempo passar
porque sou estrangeira;
você sabe que a verdade
não se represa
nem poeticamente.

Satyagraha: o teu General
não merece tamanha
indiferença e ingratidão
de uma gente sem coração.

Satyagraha: cada latino-americano
verso é para pedir
que tenha compaixão
tirar ele da prisão,
um continente da escuridão.

Satyagraha: o General é teu filho
e mesmo que uns se calem,
está escrito em oito estrelas
na história do movimento e no destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu não sei,
Você não sabe,
Um país inteiro nada sabe
e o continente também não;
Eu e tantos queremos a verdade
que outros fingem não saber
o quê aconteceu com o Professor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A minha boca anda
seca porque falta água,
só sabe disso
é quem por isso passa,...
Se você não passa,
ao menos respeite.
A minha barriga
anda vazia
por de falta comida,...
Se a tua
se alimenta,
a minha respeite.
Falta gasolina,
sobram bloqueios
e notícias de incêndios.
Se não tem autocontrole,
ao menos não atrapalhe.
Um país infernizado
evidentemente
pelo Império epicentro
do Mal pandêmico
que não dá descanso.
Ontem foi dia de lembrar
também do velho General
que salvou a vida
do Comandante Eterno,
e dele não há notícia.
Não se sabe nada
até o momento
do General que preso
está injustamente
há dois anos e sem
nenhum acesso a luz da justiça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠⁠O Sol da Venezuela
nasce no Esequibo,
Você sabe que isso
sempre será repetido,

O nascer do Sol
não há como capturar;

A Pátria não é minha,
é toda esta poesia
aqui posso decretar
o Estado de Manuel Piar:

O nascer do Sol
não há como reter,

Ainda é insistente
pouco a pouco
o roubo do Esequibo,
na Justiça hão
de responder escrevo
para ninguém se esquecer
que o sol não há como
ninguém prender:

O nascer do Sol
que nasce no Esequibo
é o mesmo em cada canto
deste continente esquecido,
e o quê há de raiar
para o General e cada preso político.

Porque o raiar da liberdade
ninguém há mais de segurar,
a vida tem que voltar para o seu lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O destino tem
a sua sedução
e colocou você
para ser paixão,
E de um jeito
inesperado fez
o meu coração
o teu coração;
Ele que antes
de você chegar
era muito mais
duro do que aço,
E agora mora
dentro do melhor
abraço do mundo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Aprende que não
é nos corredores
e nos subsolos
das ofensas que
você irá proteger
quem lhe interessa
ou derrotar quem
quer que seja;
O quê se fala hoje,
amanhã o Universo
devolverá num eco
mais forte para você.

Aprende a não caluniar,
não ofender e do afeto
de quem está nas suas
mãos não a isolar,
Vê se aprende...
Aprende que não
se deve insistir
no erro de torturar
o Capitão ou Coronel,
Vê se aprende de
uma vez por todas
sem se importar
com a patente.

Aprende que
eu sou o ombro,
e o cansaço
dos olhos
do General;
Vê se aprende
que quando
você pensar
a começar
a falar mal,
Estarei bem
de perto
te observando.

O tempo pode
até passar
em Fuerte Tiuna,
Ali estarei mesmo
que você tente
me fazer da tua
memória apagar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Blumenau Poema

⁠Este poema é bem
mais antigo do que
você imagina,
e no teu rosto fez
uma suave carícia.

Um poema que fez
festa dançando só
nos pátios das aldeias
xokleng e carijó,
e virou notícia.

É o poema do "Poema
para o Índio Xokleng",
que esculpido pela Elke,
virou criptopoema
e ganhou forma revel.

Um poema que bebeu
muito dos ribeirões
Velha e Garcia,
e se inscreveu poesia
no Rio Itajaí-Açu.

Na campina florida
e do vento a sinfonia
solta foi assobiando
o quê seria a melodia
da primeira bandinha.


(Este poema é uma homenagem
ao casal Lindolf Bell e Elke Hering).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando estenderes
a mão para agredir
seja um companheiro
de armas ou a população,
Você vai se lembrar
do meu brio que
não aceita agressão
dirigida a um
filho de Bolívar,
Não conte com
a minha silenciação,
Em mim mora o mesmo
espírito do dia
14 de abril quando
o Comandante voltou.

Do relato do Tenente
preso há dois anos
e sem devido
processo legal,
eis a sílaba sideral,
Porque aqui o quê
está escrito já
virou imortal,
Todos sabem que
muitos filhos têm
sido vítimas dessa
igual falta de moral,
e assim tem sido por
parte daqueles que
os círculos bolivarianos
foram criados em caráter
de organização social.

Quando negares um
prato de comida
copo d'água
ou a caridade,
Você vai se lembrar
deste poema que
fala de liberdade,
e latinoamericanidade.

Não vou parar de falar,
de perguntar e de pedir
pela liberdade do General.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quero conversar
com você aquilo
que é urgente
para te arrancar
do transe funesto,
que faz os teus
e tantos dedos
apontados,
e ideais agressivos
num tempo que
clama a primavera
da reconciliação.

É preciso uma
chance se dar,
seria tão bom
esquecer o quê
dói e entrar
num acordo
com o tempo
para recomeçar
do zero como
se nada tivesse
acontecido,
mesmo ciente
deste pedido
impossível,
mas crendo
pelo menos
no êxito
pela metade,
é necessário
contigo tentar.

Quero segurar
nas tuas mãos
e dar o primeiro
passo que é
imprescindível
para se libertar,
não há mais
outra opção,
embora não há
mais como na
vida se esquecer:
é preciso perdoar
para aplainar
caminhos e tornar
o ar respirável.

Veio a decisão
da medida cautelar,
e até agora não
sei do General
e como a tropa estão;
só sei que está
na hora de fazer
a sua parte e crer
que um mundo
novo é possível,
e só você é capaz
de fazer isso e mudar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando você pensa
Que não há mais saída,
Você é muito maior
Do que você imagina.

Do passo do imigrante
És o caminho de volta,
Do coração do povo
És a fé de virar o jogo.

Do grito do preso
És o eco que contagia,
Da canção noturna
És a doce melodia.
Da resistência és
A força que não se dobra,
És a caneta e o papel
Porque és capaz
De escrever a boa nova.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Levaram você
sem provas
dizendo-o
acusado
de instigação
a sublevação
militar e de trair
a tua Pátria,
isso só
confirma
a crise
humanitaria.

Nada esclareceram,
sobre o seu paradeiro.
Pergunto e não
respondem.

Só falam em traição
e não dão explicação.

Afirmam o quê é,
e não questionam.

Só sei que continuo
falando por aqueles
que já não sabem
a quem recorrer,
e de susto
engoliram
a própria voz.
Numa ação poética
para não se calar
porque há mais
de um algoz.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O silêncio de gelo
Não convence,
Não impõe medo
E não me cansa.

Sim, você é maior
Do que você pensa:
Nasceste para ser
A real diferença.

O tirano de urânio
Não me alcança,
Sou peixe ensaboado,
O atrevido poemário.

Sim, sou aquela
Que ensina a pensar
Antes de falar,
Para que ninguém
Se atreva a fazer
O povo a se calar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você não imagina,
Não é fantasia,
A poesia é íntegra,
É cheia de motivação.
Real é a intenção
De converter
A tirania evidente
Em plácida libertação.

Virão mais poetas,
Porque a história
Nos pertence,
É secular a redenção.

Ao inocente os louros
da glória evidente,
Aos poetas a vitória
Na imensidão,
Ao povo o direito
de restituição.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Durante
a espera
convicta
destes
trinta dias,
Não há
quem
não pare,
De querer
de você
notícias,
Não há
quem não
se perca
no tempo,
Porque muito
é o silêncio,
Um preso
de consciência
pertence a todos,
Por Humanidade
até a Família dele
já nos pertence,
O humanitarismo
que nos reune
em lealdade,
Nos faz uma
grande Família
pela liberdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Na verdade você não
pode nenhum pouco
de mim se queixar,
Só porque sou a tal
letra poética
e alma teimosa.

Eu me sinto
a comandante
do quartel
mesmo ciente
que nem isso sou.

Vamos fazer um
acordo de paz?
Me devolva a tropa
e os generais,
que eu te devolvo
poemas em dobro,
e juro que de ti
não reclamo mais,
porque você é
assunto do seu povo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não permita que a ignorância estabeleça território em ti. Se você não é filiado/militante deste ou daquele partido, você é eleitor simpatizante ou não de uma sigla ou de um político. Não assuma um papel que não é teu.

Inserida por anna_flavia_schmitt