Seremos os mesmos
Se a paz que doamos um dia acabar
Que eu te traga de volta aos eixos da cruz
Quarto com pouca luz
Eu tenho algo que te seduz
Tem algo a ver com a escuridão
Ou algo de encontro ao que me dispus
Suor no toque dos lábios
Nervosismo canta a despedida
Quando excluiu meu contato
Perdemos contato de vista
Meu amor dinamite no pé da barreira
Seu ego é muro de Berlim
Repreende a rima, isso cria karma
Porque eu tenho que falar, é o desafogo da alma
E eu desobedeço e o mundo bate na minha cara
A verdade sempre dói mais quando não é revelada