Rainha
Linda, maravilhosa mulher,
rainha do meu caos e da minha lucidez.
Onde escondeste aquele sarcasmo feminino
capaz de sorrir enquanto devasta certezas?
Tua ambição é chama fanática,
ardor que não pede permissão.
Em ti, o pecado vira filme antigo,
proibido, belo, perigoso —
não de sangue, mas de desejo vivo.
Tua cama não é lugar:
é palco.
E no espetáculo da luxúria,
cada gesto teu é arte que me desarma.
Eu te desejo sem pudor de palavras,
melindrosa e bruta, doce e sacana,
porque foste moldada para a sedução
e eu, para me perder nela.
Cleópatra moderna,
tu és parte de mim — mais e mais,
império que cresce dentro do peito
onde razão nenhuma governa.
Eleva teu poder, mística sedutora,
vem profanar meus medos,
blasfemar contra o silêncio.
Tua boca no meu corpo
é feitiço, é reza,
é bruxa doce chamada felicidade.
Rainha venha ver o sol que exala beleza dos Deuses e admirar o amanhecer que encanta e convence;
O vento deu princípios aos pensamentos tendo ou não coragem de admitir as leis do coração;
Disparo contra o destino sendo forte com as magoas que me restam sem direção que me faça me mostrar com imensas inspirações;
Pois não agrado a todos para repetir meu passado distorcido, mesmo que minhas noites sejam de lutas e sendo julgado sem motivos e razão as idéias nunca corresponderam os fatos que sucedem;
Deusa com ar de menina é você inocente mulher, Rainha com jeito maduro é você mulher que eu quero;
Anjo com um modo astuto é você flor do meu mundo, Flor com beleza singela, és você mulher que me leva;
Veja o que achei para você minha eterna rainha, merecedora de todo romantismo e carinho que um coração possa oferecer! Rosas do jardim de Adônis, nascente para lhe agraciar;
Se apascente e me guarde em teu coração e em seus pensamentos para que eu fixe o melhor de mim para você em um todo sempre;
A mulher para ser rainha de verdade na vida de algum homem e única, tem que se respeitar valorizando-se com o seu comportamento;
Pois para comer farelo com os porcos, basta se desdenhar para seguir a um caminho solitário que todos sabemos o final;
Não seja vista como um objeto de desejo, julgada como lixo por dinheiro ou bens materiais... Dinheiro nunca acalentou os aflitos de ninguém;
O ódio convencional não o levanta para a grandeza, só o transforma em um "rei/rainha" de um reino em ruína.
"Encontrar uma rainha em pleno século 21, uma mulher de classe, bonita, educada, inteligente, apaixonante e ao mesmo tempo disposta a viver tudo com você é difícil né? Mas, tive a sorte grande de encontrar e chamar de amor"
Te amo minha rainha 💞
(Nanda)
Rainha não se preocupa em perder seu reinado
Ela se empenha em governar bem, e suas conquistas apenas são os resultados de sua bela liderança
Eu te carregava no colo, rainha do meu peito,
Comprava flor, te mimava todo dia,
Mas você veio com falsidade no jeito,
Trocou meu beijo por outro aí.
Triste situação viver fingindo
Eu fazia planos de casa e aliança,
Você jurava amor olhando nos olhos,
Hoje eu vejo que era só esperança,
Enquanto eu sonhava, você fazia seus jogos.
Triste situação viver fingindo.
Te dei meu tempo, meu mundo e confiança,
Fui abrigo nas noites de medo,
Mas você brincou com a minha esperança,
Guardou mentiras em cada segredo.
Triste situação viver fingindo.
Agora eu junto os pedaços do peito,
Aprendo a me amar de novo, enfim,
Você perdeu quem te amava direito,
E eu ganho liberdade por mim.
A rainha dessa casa que, com dedicação e carinho, torna os nossos dias muito melhores!
Feliz Dia da Mulher!
8 de março
A frase; 'Parece que tem o rei na barriga '
vem da monarquia quando a rainha ficava
grávida do herdeiro que seria o rei
geralmente era muito mimada por todos
ese sentindo muito importante por ter o rei dentro da sua barriga "
Rainha num tabuleiro cego,
por que te moves como peça descartável?
Já te despi das correntes invisíveis,
Já te mostrei o nome da liberdade…
Não te encurtes agora,
Não depois de te expandires em mim.
Há reinos no teu olhar,
E tu aceitas migalhas?
És excesso de beleza,
Para viver na sombra da mediocridade.
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Rabisquei Poesia
VORAZ
Você se faz deusa viva
Mais do que segredos, mistérios a revelar!
Rainha do castelo, fêmea a devorar
Façamo-nos canibais…
agora.. agora mesmo
Ainda somos tudo,
E estamos loucos para libertar
(Júlio Raizer)
A RAINHA DE OUDE E A SOBREVIVÊNCIA DO ORGULHO ALÉM DA MORTE.
Livro: O Céu e o Inferno.
O episódio da chamada Rainha de Oude.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Inserido na segunda parte da obra, constitui um dos mais penetrantes estudos psicológicos da condição espiritual após a morte, quando o Espírito, longe de sofrer uma metamorfose súbita, revela-se tal qual se estruturou moralmente durante a existência corpórea.
Sob a ótica da razão espírita, este caso não deve ser interpretado como punição divina, mas como expressão direta da lei de afinidade moral e da continuidade da consciência. A Rainha não se encontra em sofrimento por decreto externo, mas porque permanece prisioneira das próprias ilusões que cultivou.
A continuidade do caráter após a morte
A doutrina demonstra, com precisão filosófica, que o Espírito não se depura pelo simples fato de abandonar o corpo. A individualidade prossegue íntegra, com suas virtudes e imperfeições. No caso analisado, observa-se que o orgulho, a vaidade e o sentimento de superioridade social persistem com vigor quase intacto.
A Rainha afirma ainda ser soberana, recusando qualquer ideia de igualdade. Tal postura evidencia um estado de fixação mental, no qual o Espírito se apega às construções transitórias da vida material, confundindo posição social com valor ontológico.
O orgulho como mecanismo de sofrimento
O elemento mais relevante não é a arrogância em si, mas o sofrimento que dela decorre. O orgulho, ao invés de sustentá-la, converte-se em instrumento de tormento íntimo. Isso ocorre porque, no plano espiritual, não há mais os recursos ilusórios que validavam sua superioridade perante os outros.
A lei moral atua com precisão: aquilo que foi cultivado como exaltação transforma-se em peso. O Espírito sofre não por humilhação externa, mas pela incapacidade de adaptar-se à realidade de igualdade essencial entre todos os seres.
A ilusão espiritual e as criações mentais
Outro ponto de alta relevância doutrinária é o fenômeno das criações fluídicas. A Rainha acredita manter sua beleza, suas vestes e ornamentos. Contudo, tais elementos não são realidades objetivas, mas projeções de sua própria mente.
Isso revela que o Espírito, quando ainda vinculado a ideias fixas, pode viver em um mundo subjetivo, sustentado por suas próprias concepções. É uma forma de autoilusão que retarda o despertar da consciência.
Indiferença a Deus e fechamento consciencial
A ausência de sentimento religioso profundo também se manifesta como fator agravante. A Rainha demonstra indiferença às leis divinas, não por negação intelectual, mas por orgulho moral. Esse estado traduz um fechamento da consciência, no qual o Espírito não reconhece instâncias superiores a si mesmo.
Tal condição impede o arrependimento e, consequentemente, o início do processo de regeneração.
A pedagogia da lei de causa e efeito
O caso ilustra com clareza a lei de causa e efeito, princípio estruturante da filosofia espírita. Cada estado da alma decorre de suas próprias escolhas. Não há arbitrariedade, mas consequência lógica.
O sofrimento da Rainha não é castigo, mas diagnóstico. É a consciência confrontando-se com sua própria insuficiência moral.
Síntese doutrinária
A Rainha de Oude representa o Espírito que, tendo possuído poder na Terra, não o converteu em crescimento interior. Sua queda não é social, mas moral. Sua dor não é imposta, mas gerada.
A verdadeira realeza, à luz da doutrina, não se mede por títulos, mas pela capacidade de amar, compreender e reconhecer a igualdade universal dos Espíritos.
Quando o ser humano se apega à superioridade ilusória, adia o encontro com a verdade. E essa verdade, invariável e justa, aguarda no silêncio da consciência, onde nenhuma coroa subsiste, mas onde toda alma é chamada a governar a si mesma.
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