Quero te ver essa Noite
Eu me rendo, estou desistindo dessa batalha.
Quero seu cep, seu número, não me dá
Quero foto, muito menos
Quero comunicação, você é monossílabico
Tudo indica falta de interesse
Em se relacionar
Em conhecer algo novo
Em viver novas experiências.
Talvez a distância possa ser esse desafio.
Mas perdi o ar de subir nessa montanha.
Vou dar um tempo até que essa neblina se dissipa, olhar ao redor e tentar outro caminho.
Ele chamou ela de amor?
Eu não estou bem
Por favor, eu quero ir embora
Esse mundo é apenas sofrimento
Não tenho mais estruturas
Eu estou caindo
Em um precipício sem fim
Isso tudo é muito triste
Eu não aguento mais
Quero gritar
Você me ouviria?
O meu choro da angústia
Quebrando as vidraçarias
Eu não sou forte
Acabei perdendo tudo
Inclusive você.
Esqueceram-se a chave,
mas pouco me importo
eu não quero que entrem.
Esqueceram-se a chave,
mas para quem eu a dei?
já não me lembre.
Não, eu não a dei,
pois a tomaram, por fim gostei;
Antes que tivessem levado.
Não, não esqueceram a chave,
pois aquela que vós abri;
Já faz morada por dentro.
Eu não quero mais a sua companhia, não quero mais sentir todas as coisas que sua presença traz... Por muitos e muitos anos tenho vivido sob suas asas e isso está me matando aos poucos.
Solidão, não quero mais que me cubra com seu gélido cobertor de insegurança e desamparo.
Não quero mais me sentir tão vazio, sem objetivo, sem perspectiva, sem um caminho para seguir.
Gustavo Konrado
Compartilhado com Público
Quero fazer um comparativo entre o real e o texto:"Todo o filho é pai da morte de seu pai"
Creio que antes das mortes do meu pai e de minha mãe. Fui um pouco pai de meu pai e de minha mãe. Vi-os despedir-se pouco a pouco. A gente os vê definhando...as suas fortalezas se abalando...minguando...decompondo. Seus braços e suas mãos fortes, agora, tornaram-se trêmulas...fracas...inseguras. Os seus andares estilosos e robusto...foram diminuindo lentamente...arrastam-se com grande dificuldades. Precisam apoiar-se em nós para seus lentos caminhares....depois a cadeira-de-rodas , um pequeno alívio para suas dores latentes...finalmente a U T I dos hospitais...entrega lenta...dolorosa...no final o último suspiro da vida e a chegada da morte corporal...triste...arrasador...uma dor descomunal...a gente impotente diante da morte... Sem saber o que fazer...ou nada fazer...tornamo-nos paralisados...sem ação...desprovidos de força física e espiritual...combalidos.. totalmente enfraquecidos. O choro explode , o nosso corpo e alma se compadecem...um breve alívio de nossas dores...nada mais...Peço perdão aos meus pais se não fui pai tão forte no final de suas vidas, como eles os foram comigo durante as suas vidas terrenas. Que Deus, em Sua infinita bondade, os fortaleçam para um novo viver, uma nova vida que irá se estabelecer. Peço as suas bênção papai e mamãe. Até um dia...se Deus assim quiser...amém...assim seja...
Sinto que posso ser eu mesma. Posso fazer como quero. Não tem ninguém pra me controlar nem regras pra seguir.
Quando você se levantar todos os dias, quero que se lembre de que amanhã será melhor do que hoje. Que você é uma pessoa valiosa. Que você é importante.
Minha mãe disse que a educação vai me dar voz. Eu quero mais do que apenas uma voz... Quero uma voz alta.
Quero amar como os homens! Um estranho amor.
Quero amar como os homens! Que após nascerem, e tomarem conhecimento da vida, com sorrisos e lágrimas, escravizam seus pais; para depois, quando pais, serem escravizados pelas mesmas vontades de seus filhos.
Quero amar como os homens! Que tanto apreciam a natureza, a ponto de muda-la, para satisfazer seus próprios desejos e as suas definições do que é belo.
Quero amar como os homens! Que amam tanto os animais, que os aprisionam para sua proteção. Que os guardam em gaiolas, apenas para poder ter a exclusividade do canto preso, que de forma muda, e olhares mortos, gritam pela liberdade e pela vida perdida.
Quero amar como os homens! Que tiram as rosas de um jardim, condenando-as, apenas para agradar a amada, afinal, é uma bela declaração de amor.
Quero amar como os homens! Que dizem amar o mundo, mas, não são capazes de amar o próximo. E o que dizer do homem; extremo amor. Que medita pensando na paz, procurando a solução das misérias do mundo; negando a seu vizinho, um prato de comida para lhe saciar a fome.
Quero amar como os homens! Que tem valor passageiro na vida, e um valor insignificante na morte.
Quero amar como os homens! Que inebriados pelas coisas vãs, caminham filosofando torpezas sobre a vida. Vivendo os imprestáveis conceitos alheios que lhe são palatáveis.
Quero amar como os homens! Que conseguem falar com o divino, adorá-lo, e logo em seguida, pecar.
Quero amar como os homens! Que amam diferentes amores: pais, filhos, amigos, amantes, amadas, cachorros.
Quero amar como os homens! Um estranho amor, um verdadeiro amor, se descobrir no amor, uma forma de amar.
Massako.
Não quero silenciar a música que toca dentro de mim. Não quero deixar que os barulhos externos estraguem minha melodia. Quero fazer com que a frequência linda dessa canção sintonize com as dos que amo. Quero que a alegria dessas notas ilumine todos ao meu redor e torne a vida mais colorida e feliz. Quero apenas silenciar o ruído e deixar a melodia da vida tocar em sua melhor versão porque, viver é uma dádiva, e não tenho tempo a perder com outros sons.
Eu não quero nada do que é seu. Apenas, um pedaço do feliz que é você, pra multiplicar o feliz que já sou...
Setembro chegando.
Quando Setembro chegar, quero começar a construir uma ponte, forrada de flores e arcos de Primavera. Ventos de setembro, que vêm do leste até o sul, para trazer a primavera. Tirando tudo do lugar, var rendo e expulsando as folhas, que foram deixadas no chão...
É primavera e tudo estará brotando, dando lu gar à alegria, essa felicidade, que invade nossa alma, nessa estação, que traz o perfume e a beleza das flores...
Em cores novas, novas ideias. Levando o velho e inovando o antigo, limpando as teias e a alma. Mas, trazendo com alegria a primavera, essa estação, que, junto com ela, vem o colorido...
Setembro da ventania, das flores, que vão nascer em cores mil, enfeitando a nossa paisagem, colorindo a nossa vida...
O vento sopra, batem as portas. As janelas teimam em balançar, as cortinas voam como se estivessem alegres...
Nos varais, as roupas dançam, parece até que estão bailando. Ventos de mudança, assim é Setembro, onde todos os anos, as flores nascem para alegrar os nossos olhos! Parece até que a nossa pele se renova, fica aveludada como as flores...
Ouvem-se as portas baterem, continuamente, é setembro avisando que está chegando...
A natureza, como nós, nasce e se refaz, se inventa. Os pássaros voltam de lugares distantes, para enfeitar a estação, que está chegando. Só o beija-flor é que não volta, pois, a visita desse passarinho, tão admirado por nós, só acontece no outono...
Antes que Setembro chegue, vou construir uma ponte, com muitas flores, bem coloridas, para que, ao transpormos o caminho pela ponte, ele seja alegre e alegre ficará a nossa alma...
E, por cima da ponte, o arco íris pintará no céu de setembro, uma poesia de luz e cores. E a terra será saciada pelas sementes, que desabrocharão em flores...
O mundo, por estar alegre, entoará um novo cântico de cor anil e as campinas, envolvidas no milagre primaveril, clarearão os caminhos, que vamos percorrer...
Quando chegar setembro, choverão do céu pétalas de flores, tocadas pelo vento,dançarão, clareando o nosso dia. Venha Setembro, traga consigo a primavera e renove a nossa vida,inventando, refazendo, assim, como você refaz a primavera, toda colorida...
Tomara que eu esteja com as portas do meu co ração abertas, para deixar entrar todo esse sol, toda essa luz, todo esse som, todo esse azul...
. Quando Setembro chegar, quero começar a cons truir uma ponte, forrada de flores e arcos de Primavera. Ventos de setembro, que vêm do leste até o sul, para trazer a primavera. Tirando tudo do lugar, varrendo e expulsando as folhas, que foram deixadas no chão... É primavera e tudo estará brotando...
Marilina Baccarat de Almeida Leão no livro "Atravessando Pontes"
Vive, dizes, no presente;
Vive, dizes, no presente;
Vive só no presente.
Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
Quero as coisas que existem, não o tempo que as mede.
O que é o presente?
É uma coisa relativa ao passado e ao futuro.
É uma coisa que existe em virtude de outras coisas existirem.
Eu quero só a realidade, as coisas sem presente.
Não quero incluir o tempo no meu esquema.
Não quero pensar nas coisas como presentes; quero pensar nelas como coisas.
Não quero separá-las de si-próprias, tratando-as por presentes.
Eu nem por reais as devia tratar.
Eu não as devia tratar por nada.
Eu devia vê-las, apenas vê-las;
Vê-las até não poder pensar nelas,
Vê-las sem tempo, nem espaço,
Ver podendo dispensar tudo menos o que se vê.
É esta a ciência de ver, que não é nenhuma.
NOSSA SENHORA DAS ROSAS
Nossa Senhora quero pedir-te
Se eu não puder ser uma rosa
Que seja uma simples folha
Para atenuar a dor dos espinhos
Quando me picar minha querida mãe
Nossa Senhora das rosas rogai por nós
Amém
Quero antes de morrer que Deus me dê alguns segundos para agradecer pedindo perdão por tudo e dizer com fé: foi bom estar com vocês e agora estou voltando pra casa do nosso Pai.
✨ Às vezes, tudo que precisamos é de uma frase certa, no momento certo.
Receba no seu WhatsApp mensagens diárias para nutrir sua mente e fortalecer sua jornada de transformação.
Entrar no canal do Whatsapp- Relacionados
- Frases idiotas e nada a ver para alegrar o seu dia!
- 28 poemas sobre a infância para reviver essa fase mágica da vida
- Frases de ingratidão que expõem essa falta de reconhecimento
- Textos com mensagens de boa noite
- 57 frases para amiga especial que traduzem essa ligação única
- Textos para melhor amiga que vão fortalecer essa amizade
- Amor é fogo que arde sem se ver