Quero te ver essa Noite
Uma teologia mal aplicada, pode te levar a ver Deus apenas como teoria;
E nisso... Você deixa de sentir a essência do espírito!
Você é lindo!
Como posso ver seus lábios e não querer beijá-lo?
Tocar seu corpo como se estivesse em um sonho
Olhar profundamente em seus olhos e não querer pensar em mais nada
Acariciar seu rosto, deslizar em seus cabelos
Ser engodado pela chama do teu abraço
Querer te encontrar e dizer:
Beije-me
Atraia-me
Toque-me
Olhe-me, sinta-me e ames-me porque te amo
Ames-me porque amo você
Fecha teus olhos e abra os olhos do teu coração para mim
Embora tudo que acima escrevo parece ser sem sentido, decifre-me sem tirar meus mistérios
Mostre-me o mundo que desconheço
Meus olhos brilham ao pôr-do-sol e minha face recostada a teu peito ouve o teu pulsar que dispara ao meu encontro
Como se fosse um sonho...
Era capaz de atravessar a cidade em bicicleta só para te ver dançar.
E isso
diz muito sobre minha caixa torácica.
Pois me faz tocar o céu, ver você sorrir
Vem lua, vem, vem dançar pra mim
Ninguém em seu lugar
Então deixa a noite seguir
Bom poder brindar que você está aqui.
O tempo que um casal - que terminou um relacionamento - fica sem se falar e ver definirá, no final, o quanto eles realmente se amavam.
SOBRE QUERER E NAO QUERER
As vezes eu tenho vontade de nao te ver
e quando nao te vejo
tenho vontade de te ter do meu lado
e de vez em quando tenho vontade de te achar
mas quando te acho
fico com vontade de me esconder
E muito de vez em quando nao penso em você
e quando nao penso
me pergunto porque nao pensei
mas de tudo isso ainda nao tirei nenhuma conclusão
se é que o amor tem alguma,
espero poder definir um dia desses
" Nem tudo é como você quer.
Nem tudo pode ser perfeito...
Pode ser fácil se você
Ver o mundo de outro jeito"
Explosões
"Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.
Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.
Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.
Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.
Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.
Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.
Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.
Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.
Minto, tenho tudo a ver com explosões.
Até logo, até mais ver, bon voyage, arrivederci, até mais, adeus, boa viagem, vá em paz, que a porta bata onde o sol não bate, não volte mais aqui, hasta la vista, baby, escafeda-se e saia logo.
Gosto de te ver despida
De vaidades...
Amo seu corpo livre
De maquiagens...
Adoro sua boca
A sussurrar meu nome... Enlouqueço com seu olhar
Em frenesi, ao me amar...
É assim que te preciso... Tão linda... Tão mulher...
Tão minha...
Por que me quer.
A beleza da vida se encontra na simplicidade. A simplicidade de ver a vida como ela é, sem máscaras e ilusões.
Costumamos ver as cicatrizes como algo feio ou imperfeito, como coisas que queremos esconder ou esquecer. Mas elas nunca vão sumir.
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