Quero te Ajudar a Esquecer a Dor
Pandemia:
Tempos de dor e aflição
Morre gente, falta pão
Um quer ir
Outro ficar
Confusão se alojou,
O povo se separou
O hospital saturou
A morte se apresentou
Vidas ceifou
Mas a vacina chegou
Uma luz no tunel brilhou.
Vacina para todos já!
Muitos amigos desistiram de partilhar sua história comigo, ficaram por aí, em outra estação. A dor dessa perda se faz presente quando as boas lembranças voltam à memória.
Parabéns a esses Anjos que encontramos no caminho nos momentos difíceis, de dor, insegurança, medos e lágrimas. Curam não só o nosso físico, mas são bálsamo para a alma. Congratulações pelo dia da Enfermagem.
A dor da perda de alguém rasga a alma em pedaços, desconstrói esperanças e só as boas lembranças são o caminho da cura.
A fisioterapia é a arte que embrulha a dor e com os movimentos, restaura a esperança e a vontade de viver.
Enfrentar a profundidade da dor em solidão é angustiante; No entanto, com Deus, é uma experiência que remete à ressurreição.
Se estiver com dor de cabeça, leia a bula do remédio: tome um comprimido e mantenha-se fora do alcance das crianças...
(Patife)
algumas pessoas vivem em função de sua dor. E tudo que elas tem. ficam acordadas com ela. Com medo que ela suma. Elas adorariam sonhar mais não conseguem.
Uma dor inexplicável ,um sentimento latente , uma montanha de medos , um lago de tristezas e meu silencio…
Há uma ponte que me separa do gosto de sentir, gostaria de atravessá-la mas não consigo ,embora você a veja ,eu não consigo enxergá-la .Perdi minha visão quando cai ,eu só não sei em qual das minhas quedas parei de ver-vi. Seria como tentar andar na agua , nada consegue me segurar , sempre estou me afundando.
Ainda lembro de como nadar ,só que minhas forças se estão esgotando.
Socorro ! Tem alguém aí ? Grito dentro de mim. Mas ninguém vai me ouvir Por mais que eu queira. O ultimo barco que passou pelas minhas aguas não ouviu minha voz.
Eu me pergunto. Vou sobreviver... viva ?
A ROSA ESCURA DA DOR.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão. Ano, 2025.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Todos temos dores que não pedem cura, apenas permanência.
Elas florescem no interior como uma rosa que se alimenta do próprio sangue do sentir.
Não gritam. Não suplicam. Apenas se abrem, pétala por pétala, no silêncio mais denso da consciência.
A dor que aqui habita não deseja redenção.
Ela existe como rito, como escolha íntima de quem compreendeu que certos sofrimentos não são falhas, mas revelações.
Há uma voluptuosidade secreta no padecer que se reconhece, uma dignidade austera em suportar a própria sombra sem implorar por luz.
O espírito inclina-se diante de si mesmo, não em derrota, mas em reverência.
Cada pensamento torna-se um espinho necessário, cada memória um perfume escuro que embriaga e ensina.
A alma aprende que nem toda ferida quer ser fechada, algumas precisam permanecer abertas para que a verdade respire.
Há uma doçura austera no ato de suportar-se.
Uma forma de amor que não consola, mas sustenta.
A consciência, exausta de fugir, ajoelha-se diante da própria dor e a reconhece como mestra silenciosa.
Assim floresce a rosa escura.
Não para ser admirada, mas para ser compreendida.
Não para enfeitar a vida, mas para dar-lhe gravidade.
Pois somente quem aceita sangrar em silêncio conhece a profundidade do que é existir.
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