Quero ele
Certifique-se de que o que o outro sente por você é tão forte quanto o que você sente por ele. Se for diferente, quer um conselho? não se arrisque!
Ele te olha e pergunta porque sente vontade de fazer de novo com você. Você devolve a pergunta. No final nenhuma resposta aparece. Eu no fundo, queria que a resposta fosse: amor!
Eu fugi dele, e ele me deixou ir. Não duvidei do seu amor, percebi que ele era forte como eu, por querer uma coisa e fazer outra.
Somos pequenos, errantes e imperfeitos... Mas o que isso importa? Para Deus, somos especiais. Ele nos deu o direito de sermos chamados de Seus filhos. A Ele toda honra e glória!
Somos gratos a Deus por sua misericórdia e por mais um dia de vida da sua presença! Que Ele dê a graça de desfrutarmos de uma noite tranquila e que amanhã logo cedo possamos sentir suas mãos nos guiando em cada passo que vamos dar...
Amém!
Com Deus na minha vida, eu posso encontrar propósito e significado em cada experiência. Ele transforma minhas lágrimas em sorrisos, minhas derrotas em aprendizado e minhas dúvidas em fé. Ele me dá forças para continuar seguindo em frente, mesmo quando tudo parece impossível...
- Edna Andrade
Não faz do coração um apito, ele não funciona no grito,
ele gosta de silêncio... abraço tenro, beijo escondido.
Ela Corria
De longe meu pai dizia: corre, corre Catarina. Ele tinha uma égua bonita e forte. Não daria tempo dele chegar até ela para me salvar. Então eu corri, eu corria, corria, corria que parecia que voava. Aquela égua vai me matar. Se ela me pega, iria me pisar todinha. Tinha uma porteira que estava fechada e uma poça de lama na frente. Não daria tempo pra abrir, mas tinha um espaço por baixo que dava para passar. Pensei: Vou entrar por baixo, assim ela não me pega. E ela vinha brava, ia me matar.
Meu pai não tinha como correr até ela. De longe, quando ele me viu chegar com um uniforme novo da escola, ele me mandou correr. Papai tinha mandado fazer para a escolinha que eu estudava. Talvez a égua estranhou aquela roupa diferente. Ele olhou para mim e disse corre. Eu corria, corria “mas” eu corria, corria que parecia que voava. Então eu entrei por baixo, por um espaço onde eu fiquei ali quietinha.
Aquela égua era muito forte, bonita, as patas enormes. Se ela me pega, ela iria me pisar todinha. Então eu entrei por baixo e fiquei ali quietinha, até meu pai chegar. Eu ouvi essa história dezenas de vezes. Em certas ocasiões ela fazia recontar de propósito. Eu gostava de ouvir as histórias dela. É apenas uma parte, tenho certeza que outros lembram melhor que eu e, para começar, correr foi umas das ações que seus filhos e filhas, noras e netos mais fizeram nos últimos anos.
Corriam de uma cidade para outra, de um plantão para o outro. Corriam por telefonemas, corriam por mensagens, da cozinha para o quarto, da sala para vê-la na rede. Outros nunca dormiam, esperando de prontidão. Corriam quando a saturação baixava, quando a pressão aumentava, corremos muito, cada um na sua velocidade, no seu tempo, mas corriam e tudo ajudou bastante.
Alguns corriam com os pés sangrando, outros o coração mesmo, mas nunca deixaram de correr. Foram 95, quase 96 anos correndo pelos seus filhos, pela vocação ministerial do seu esposo, correndo para o jantar sair na hora certa, correndo para cuidar da casa e da família.
Tudo certo, tudo feito, “que horas são agora” era a pergunta constante por causa da visão que piorava. Correu, correu e resolveu tudo na nossa vida. Podíamos descansar porque ela corria por nós. Assim eu defini minha Avó, uma corredora. Correu pela fé que tinha, pelos seus filhos, netos e tataranetos. Deixou seu legado. Obediência. Deixou saudades.
Prosseguiu para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Ela nunca deixou de ouvir seu pai em vida, por isso, seus dias foram prolongados na terra. E agora, depois de anos, o Pai das luzes lhe chama para mais uma corrida.
A corrida para aqueles que venceram e tiveram suas vestiduras lavadas no sangue do cordeiro. Enfim, eu ainda ouço aqui dentro, aquela voz que assim repetia: mas eu corria, corria, corria que parecia que voava. E enfim, você voou. Saudade não espera e não passa!
Viva a vida fumando, bebendo, saindo para festas e baladas. Mas se lembre, ele ira te condenar por todos os seus pecados
Ele deitou devagar no travesseiro, suspirou fundo.
Olhava para o teto, imaginando estrelas.
Elas ficavam tão próximas quando fechava apertado os olhos,
e então os abria novamente, e os fechava... até pegar no sono.
Abraçava devagar os sonhos e dormia.
Vença o pecado com a Palavra de Deus, antes que ele paralise sua vida e roube o seu propósito espiritual.
✍🏻O medo não precisa de motivos, ele é uma manifestação natural do espírito itinerante. É uma emoção básica e essencial na natureza humana.
😔👁️👁️🕉️♾️☯️🧘🏼♀️💫
Eu entristecia por Borges, Camões, Jonh Milton, James Joyce, Aldous Huxley, Roberto Bolãno... Ele tocou-me no ombro, era a ternura a falar por si.
- Temos um exemplo ainda mais árduo de limitação que cantou tantas histórias, Beethoven! Se a perda de visão não impediu os escritores de escreverem, imagine compor música sem ouvir... Tentei imaginar o inimaginável.
Ele saiu da manada.
Pequeno, preto e branco, andando com aquele passo desajeitado que a natureza lhe deu, atravessou a praia como quem atravessa um pensamento. Enquanto os outros seguiam juntos, no fluxo seguro da repetição, ele escolheu a direção oposta. Não corria do grupo. Corria para algo.
O vídeo rodou o mundo: um pinguim-de-Magalhães caminhando sozinho em direção a um aglomerado de pessoas numa praia da América do Sul. Turistas curiosos, celulares erguidos, risadas contidas. E lá vinha ele, decidido, como se carregasse no peito uma pergunta maior que o medo.
Não era bravura.
Era curiosidade.
E talvez também cansaço.
Porque até os animais, em sua simplicidade, nos lembram que existe um momento em que seguir apenas por seguir deixa de fazer sentido.
A manada protege.
Mas também limita.
A manada orienta.
Mas também silencia a inquietação.
Enquanto seus semelhantes permaneciam agrupados, repetindo a coreografia instintiva da sobrevivência, ele caminhava em direção ao desconhecido — em direção ao barulho, à luz, ao estranho. Em direção àquilo que não fazia parte do roteiro natural da sua espécie.
E ali, naquele gesto simples, quase cômico, estava uma das cenas mais humanas já registradas por uma câmera.
Quantas vezes nós também não sentimos esse chamado silencioso?
A vontade de sair do caminho previsível.
De atravessar a praia enquanto todos seguem para o mar.
De ir em direção às perguntas, mesmo quando o confortável seria permanecer nas respostas prontas do grupo.
O pinguim não sabia que estava sendo filmado.
Não sabia que se tornaria símbolo.
Não sabia que sua pequena rebeldia atravessaria continentes em forma de reflexão.
Ele apenas seguiu o impulso de olhar para outro lado.
Talvez estivesse perdido.
Talvez estivesse curioso.
Talvez estivesse cansado de andar para onde todos andavam.
Mas, naquele momento, ele fez algo que poucos têm coragem de fazer:
Ele escolheu a própria direção.
E isso, para nós, humanos, é quase revolucionário.
Porque sair da manada não é um ato de desprezo pelo grupo.
É um ato de fidelidade a si mesmo.
É reconhecer que, em algum ponto da caminhada, a consciência pede um passo diferente. Um passo solitário. Um passo que não pode ser explicado, apenas sentido.
O pinguim caminhou até as pessoas, olhou ao redor, parou, observou. Depois, com a mesma simplicidade com que saiu, voltou para o mar.
Como quem diz:
“Eu só precisava olhar o outro lado.”
E essa talvez seja a lição mais delicada daquela cena real, capturada por acaso e eternizada por milhares de compartilhamentos:
Nem sempre sair é abandonar.
Às vezes, sair é compreender melhor para onde se deve voltar.
E há momentos na vida em que precisamos ser esse pinguim:
deixar a segurança do coletivo por alguns passos,
enfrentar o olhar curioso do mundo,
e permitir que a própria inquietação nos conduza.
Porque quem nunca se permite atravessar a praia sozinho
jamais descobre
o tamanho do próprio horizonte.
Autor: John Presley Costa Santos
Não despreze o pequeno sinal que a vida lhe dá hoje, pois ele pode ser a oportunidade real de começar a escrever o primeiro capítulo de algo imenso.
Acesso
Jamais imaginei que chegaria a este lugar, o interessante é que eu gostei do ar que ele oferece não precisando me preocupar com que os outros pensam ou deixam de pensar.
Neste lugar tem algo diferente, tem um cheiro e uma essência diferente e que na oportunidade de entrar, eu com todo respeito pediria licença e retiraria meus calçados, sei que às vezes fica sujo, porem me responsabilizo de cuidar e limpar. Neste lugar não tem exaustão, preconceito, desumanidade, neste lugar tem alegria, compaixão, tem muitos problemas, defeitos e qualidades. Neste lugar muitas pessoas passam, porem poucos ficam. Neste lugar o sentimento é constante como o amor, paixão, ódio, rancor, carinho, ciúmes, etc. Este lugar é muito sensível, um escorregão pode acabar machucando, porem não posso fazer isso, pois vai acabar machucando os dois lados, mais me compadeci com o jeito que ele recebia as pessoas, não se importando com classes ou cores. Muitas pessoas têm preconceito, mais esquecem que do mesmo jeito que tratam as pessoas, podemos ficar na mesma situação. “Não desejo mal há ninguém” (mentira), pois sempre estamos desejando algo há uma pessoa seja boa ou ruim mesmo inconscientemente, porem o que eu quero e te peço é: “Por favor, deixe-me entrar em seu coração?”.
"Às vezes, o maior erro de um engenheiro não é um cálculo errado, mas o que ele aceita construir sabendo que a finalidade é perigosa."
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