Quero Alguem que me Valorize

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O sábio não se importa se alguém o chama de sábio, mas o tolo proclama com a própria boca que é sábio. 🎺

✝️ As boas ou as más obras revelam a identidade do coração de alguém. ❤️

✝️ Quando alguém parte desta vida, é lembrado não tanto pelas palavras que disse, mas pelo que fez, seja bom ou mau. ⚖️

O sentimento romântico por alguém vem sempre com um temor de dar errado.
Seja na cama
Seja nos gastos.

⁠se você vende um sorvete para alguém você é próspero
Se você dá é feliz

Nunca leve alguém do seu alcance, porque nunca alcançará.

É terrível se sentir desvalorizado e insignificante na vida de alguém ou de alguns, sendo aproveitado apenas pelo que se pode oferecer e pela conveniência.

Se você perdeu a confiança em alguém, NUNCA mais será restaurada, pois ela rouba e destrói a segurança de confiar novamente.

Se for para confiar em alguém, que seja pelos actos ou atitudes desse alguém.

Os estudos tornam alguém perigoso , mas sem colocar ninguém em perigo . 🪄📚

Se alguém não valoriza a lógica, que argumento lógico você utilizará para demonstrar a importância da lógica?

​"A importância de alguém na nossa vida não se mede pelo espaço que ela ocupa em nossos pensamentos, mas pelo tempo que ela dedica em nossas urgências."

“Eu nunca vi alguém tão feliz perturbar a paz dos outros.”

“A versão de você que alguém criou na mente deles não é sua responsabilidade manter.”

"Quando alguém insiste em dizer que algo não significa nada, na realidade está relutando para aceitar que isso é algo muito importante."

Eu lamentava o peso das minhas memórias, até que encontrei alguém que não possuía sequer um ontem para carregar.

⁠As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.


Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.


Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.


Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.


O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.


A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.


E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.


Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há silêncios que não são covardes — são cuidados.


Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.

⁠Quando as demandas ignoradas viram costume, basta alguém fingir preocupação para despertar a paixão do povo.


Ano eleitoral costuma ser tratado como tempo de promessas, mas deveria ser, antes de tudo, tempo de vigília.


Quando demandas ignoradas viram costume, o povo se acostuma a sobreviver com a ausência desenfreada.


E, nesse cenário de carência prolongada, basta alguém fingir preocupação para parecer o grande salvador.


Não é a solução que encanta — é a encenação do cuidado que seduz corações cansados.


A paixão política, quase sempre, nasce menos da razão e mais da fome: fome de atenção, de escuta, de dignidade.


Quem nunca foi ouvido, tende a se apaixonar por quem ao menos finge ouvir.


E assim, o abandono repetido pavimenta o caminho da ilusão coletiva.


Por isso, ano eleitoral exige menos euforia e mais memória.


Menos discursos inflamados e mais perguntas incômodas.


Quem só demonstra zelo quando o calendário aperta, não descobriu o povo — apenas a sua utilidade.


Vigiar é lembrar.


Refletir é comparar.


E escolher com lucidez é o único antídoto contra a velha armadilha: confundir preocupação encenada com compromisso verdadeiro.

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…


Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.


Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.


A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.


Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.


A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.


Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.


E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.


Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.


A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.