Quero Alguém que Me Dê Flores
A estação
(Verso 1)
Numa estação deserta, onde trilhos ecoam silêncio,
Entre sombras e destroços, há um mistério em evidência.
Passageiros estranhos, fantasmas do passado,
Em um trem fantasma, a jornada é entrelaçada.
(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.
(Verso 2)
As portas rangem abrindo, um convite para o desconhecido,
A estação abandonada, palco de um espetáculo perdido.
Nas sombras dos vagões, rostos pálidos refletem saudade,
Cada banco conta histórias, como páginas de uma velha cidade.
(Pré-Refrão)
O vento sussurra segredos, enquanto o trem avança,
Pelos trilhos da nostalgia, onde a realidade dança.
O passado e presente se entrelaçam, num abraço etéreo,
No trem fantasma, onde o tempo é um jogo sério.
(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.
(Ponte)
Pelos corredores vazios, a melodia do passado ressoa,
Cada nota é um eco, num túnel de sombras à toa.
Acredite na ilusão, onde tudo que reluz é ouro,
No trem fantasma, a jornada é um labirinto sonoro.
(Solo Instrumental)
(Verso 3)
A mulher que guia, entre as almas que vagueiam,
Acredita que o trem é um portal, onde destinos se entrelaçam.
Memórias se desdobram como pétalas ao vento,
No coração da estação, um segredo em cada momento.
(Pré-Refrão)
Os passageiros são espectros, dançando no crepúsculo,
Na trilha do desconhecido, onde cada passo é um sussurro.
O trem fantasma avança, como um vulto na escuridão,
Levando almas perdidas, numa eterna canção.
(Refrão)
Bem-vindo à estação esquecida, onde o tempo se desfaz,
O trem fantasma parte, para um destino que nunca satisfaz.
Passageiros perdidos, na dança da eternidade,
Como no Hotel California, aqui a realidade é uma dualidade.
(Final)
No horizonte distante, o trem se perde na neblina,
A estação silenciosa aguarda o retorno da sina.
Na penumbra, a música persiste, como um eco na eternidade,
Na estação de sombras, onde o trem fantasma encontra sua verdade.
amor verdadeiro no caos
Em um mundo caótico, perdidos na multidão,
Duas almas buscavam um amor, sem direção.
Cada sorriso falso, cada abraço de ilusão,
Eles sabiam que o amor verdadeiro era uma invenção.
No caos da cidade, eles se encontraram,
Dois corações perdidos, um ao outro se abraçaram.
Em um mundo de mentiras, eles decidiram lutar,
Por um amor verdadeiro, juntos a caminhar.
As ruas escuras refletiam o vazio da alma,
Mas entre eles, uma chama queimava, não se acalma.
Desafiando o mundo, desvendando a farsa,
Eles sabiam que o amor verdadeiro era sua única casa.
No caos da cidade, eles se encontraram,
Dois corações perdidos, um ao outro se abraçaram.
Em um mundo de mentiras, eles decidiram lutar,
Por um amor verdadeiro, juntos a caminhar.
Nas noites mais sombrias, eles eram a luz,
Construindo um refúgio, onde reinava a paz e a cruz.
Eles enfrentaram o mundo, com coragem e fé,
Acreditando que o amor verdadeiro era o que lhes protege.
No caos da cidade, eles se encontraram,
Dois corações perdidos, um ao outro se abraçaram.
Em um mundo de mentiras, eles decidiram lutar,
Por um amor verdadeiro, juntos a caminhar.
No final dessa jornada, o mundo não mudou,
Mas o amor que encontraram, nele confiaram e amaram.
Mesmo no caos, na mentira, eles encontraram a verdade,
Que o amor verdadeiro é o que dá sentido à nossa realidade.
casa de horrores
Na casa de horrores, o medo é senhor,
Sombras retorcidas, não há salvação,
Onde o mal espreita, não há coração,
E a confiança é apenas uma ilusão.
O desejo de ir embora nos consome,
Mas correntes invisíveis nos prendem,
A realidade é terrível, nos sufoca,
Neste lugar onde os horrores nos rendem.
Palavras de xingamentos, veneno nos lábios,
Agressões verbais ecoam pelos corredores,
Não se pode confiar em ninguém aqui,
Neste mundo de pesadelos e horrores.
Gritos ecoam pelas paredes sujas,
Esperança desaparece no ar rarefeito,
Nossos olhos refletem a terrível verdade,
Neste lugar onde o mal é perfeito.
As sombras se movem, sussurram segredos,
Nossos passos são seguidos por olhos famintos,
A escuridão nos envolve, a sanidade se esvai,
Neste lugar onde o medo é o que mais sinto.
Na casa de horrores, queremos escapar,
Mas as portas estão seladas, não há saída,
Nossos corações batem no ritmo do terror,
Neste lugar onde a esperança está perdida.
Em um mundo de pesadelos, tentamos resistir,
Às palavras cruéis e à maldade que persiste,
Mas o peso da desconfiança é esmagador,
Neste lugar onde a confiança não existe.
Na casa de horrores, nosso tormento persiste,
Em um labirinto de horrores, não há piedade,
Esperamos o dia em que a luz possa surgir,
E nos libertar desta terrível realidade.
Mas até lá, estamos presos neste lugar sombrio,
Onde o medo, a desconfiança, o ódio persistem,
Na casa de horrores, nossa luta continua,
Até que um dia, nossa liberdade conquistemos.
Às vezes, a decepção vem daqueles em quem mais confiamos, mas é importante lembrar que a falha deles não define o nosso valor!
Efêmero. Esta é minha palavra favorita. Significa "curta duração". Nossos sofrimentos são efêmeros. Nossas felicidades são efêmeras. A vida é efêmera.
Longivitude:
Réus da vida
Devedores do destino
Autônomos do caminho
Cativos de decisões
Omissos das emoções
Covardes das consequências
Debrios da vida
Ausentes de coragem
Depententes da história
Verdade solúvel
Manipuladores da verdade
Opositores da razão
Autêntica falsidade
Em minha porta bate forte,
Pondo-me em desatino
Quem és tu ó repentino?
Sois o frio? A morte?
Logo começo a sorrir,
Antes lá que aqui dentro,
Pois então não vou abrir.
Então me chama de papai,
Mas sei que nem filho tenho,
Ja começo franzir o cenho,
Que direção isso vai?
Logo volto a sorrir,
Antes la que aqui dentro,
Ja me preparo pra dormir.
Então logo a porta cede,
Tinha certeza que tranquei,
Poxa vida, me enganei
O que agora te impede?
Logo volto a sorrir
Se entra fácil é convidado
Então convido a sair.
Pois vai te embora seu discreto,
Penso quieto em minha cama,
Sinto seu cheiro de lama
Es tu um sem teto?
Logo volto a sorrir
Vou fingir que nem vi nada
Roube ai sem me ferir.
Mas abre a porta do meu quarto
E me abraça com desejo
A quanto tempo não te vejo
Era melhor ser um assalto?
Em ti só vejo maldade
Então começo a chorar
Outra vez tu, ansiedade.
Não restringe seu grupo de convívio familiar, acolhe com carinho aquele parente que rompe obstáculo para estar com você.
Não contribua para o individualismo, fomos criados para viver em grupo familiar onde um indivíduo supre a necessidade do outro. Valorize aquele que rompe obstáculo para estar com você.
"Não subestime o poder do ser humano em encontrar suas próprias respostas, pois somos capazes de transformações surpreendentes".
"Espero que a relação entre a mídia e a política no Brasil evolua para uma prática de imparcialidade e transparência, refletindo todas as vozes na sociedade, sem favoritismos ou preconceitos porque atualmente não é isso que vemos muito das vezes parecem Porta Voz Do Partido das Trevas que só quer que trabalhador tome no Lombo ."
A roupa mais certa para a passagem do ano é a de algodão, preferencialmente, branca.
Além de sua cor da paz, o algodão é um vegetal benfazejo e não só pelo fornecimento de fibras para os tecidos, que enfeitam, forram, protegem.
Ele estanca hemorragias e escuda ferimentos!
É usado pelos pássaros para fazer ninhos e pelos indivíduos para encher travesseiros, nos quais descansam suas consciências tranquilas.
Na alimentação, contribui com o óleo, ajudando a combater a fome das pessoas. E, com seus farelos, a dos animais.
Sua essência perfuma corpos e ambientes.
Para a beleza do mundo, oferece suas flores e suas lavouras em produção.
Também serve para fazer papel, base física de poemas, e papel-moeda, para satisfazer necessidades materiais.
Ele contém os atributos das mais diversas esperanças.
Seja 2024 um ano de algodão, para todos os brasileiros de boa vontade!
Sérgio Antunes de Freitas
Dezembro de 2023
Estou cansado
Estou estafado
Estou no precipício
Estou diante da ribanceira
Fico me olhando de dentro para fora
Fico remoendo o que passou
Fico cada vez mais longe de mim
Olho para os outros e vejo um espelho
Meus olhos estão vendados
Minha alma se escureceu
Não há luz
Derrepente tudo muda
Cansei de ser a luz
Vejo tristeza no olhar das pessoas
Elas representa ser o que não são
Palco da vida sem plateia
Não há aplausos, pura dramaturgia
Me sobrou o canarim
Se volto para o espelho
E percebi que era apenas um espetáculo
Agora tem sequência
Troco o texto, troco o cenário
E volto em cena
E grito nada me cala diante dos tolos
Eu sou meu universo
Sou aquilo que te inveja
Aquilo que te incomoda
Mas agora tem gente sentado
Esperando eu entrar em cena
Mas apenas digo
A vida é apenas uma peça de teatro
Somos os protagonista da nossa própria história.
Fim...
A vida sempre responde aos nossos atos impensados. Às vezes nos adverte com receios e preocupações, mas na persistência nos pune com a dor.
Nossos desvarios emocionais, que são frutos de repetições milenares, somente nos abandonarão quando conseguirmos nos libertar de nós mesmos.
- Relacionados
- 67 frases de bom dia especial para acordar com o pé direito ☀️
- Mensagens de aniversário: reflexões e homenagens para alguém especial
- Uma mensagem para alguém especial
- Frases de paquera para encantar alguém
- Gostar de alguém
- Deus, me dê forças para suportar: frases que fortalecem a alma
- Eu só quero ser feliz: frases para inspirar uma vida mais leve
