Quero Alguém que Me Dê Flores

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O Caos e a Piada Chamada Brasil: 500 Anos de Escravidão Remodelada Brasil, que piada melancolia é essa? Quinhentos anos de história — desde 1500 que o caos não é acidente, é roteiro sádico. Colonização forjada em sangue africano e indígena, desigualdade como cimento eterno. A escravidão de 1888? Não morreu; trocou a moldura. Chicotes viraram contratos precários, senzalas se metamorfosearam em favelas sufocantes, e o grilhão agora é uma dívida impagável que esmaga gerações. Reflita: o que mudou, além da pose de "democracia racial"?Racismo estrutural não é falha humana; é o esqueleto podre da nação. Negros e pardos — 56% do povo (IBGE) — arrastam-se na base: 70% dos famintos, 75% das prisões, migalhas no poder. A elite, herdeira de senhores de engenho, ri enquanto lucra. No século XXI, o absurdo escala: inflação bater recordes em 2025, corroendo o salário mínimo como ácido, enquanto bancos engordam com lucros obscenos ,bilhões em dividendos para acionistas que brindam com champanhe. O povo? Pão e circo digital, entregadores suando em apps sob sol impiedoso, ecoando as lavouras de cana. E o feminicídio? Virou rotina banal, estatística fria: uma mulher morta a cada seis horas, muitas negras, silenciadas em lares que deviam ser refúgio. Mulheres limpam o chão dos ricos pela manhã, voltam para casa e viram estatística à noite. O Estado assiste, impassível, leis existem no papel, mas o machismo racista as enterra. Que reflexões cabem aqui? Somos uma nação que celebra o carnaval enquanto corpos apodrecem nas ruas. O mito da cordialidade esconde hienas: corrupção sistêmica, terra concentrada em mãos brancas, educação como esmola para manter a pirâmide intacta. Pense no abismo: 500 anos de promessas quebradas, do "país do futuro" que nunca chega. Bancos recordistas, povo no osso; feminicídios cotidianos, impunidade eterna. O Brasil é o caos reflexivo de um espelho torto, nos força a encarar que desigualdade não é destino, mas escolha perversa de quem detém o poder. Quebrá-la exige rasgar a moldura: taxar fortunas vorazes, dividir terras roubadas, punir o terror doméstico com fúria real. Senão, seguimos a piada: rindo por fora, sangrando por dentro, num circo onde o palhaço é o povo.

O caminho da vida é guiado pelo vento que nos impulsiona rumo à liberdade. Cada passo é uma conquista, cada sonho realizado reafirma a dignidade humana que vive dentro de nós. Nunca esqueça o seu valor; a autoestima nasce da certeza de que somos donos do nosso destino, capazes de transformar desafios em oportunidades. Abrace sua essência, confie em você e siga firme os passos rumo à realização e à paz interior.

Tempo: Não o Traia
O tempo é rio selvagem e impiedoso corre sem parar, não volta, não perdoa erros. Desperdiçá-lo em bobagens vazias, telas viciantes que hipnotizam a mente, rancores estéreis que envenenam a alma, ou rotinas mecânicas é suicídio lento e cruel. A vida real, pulsante e autêntica, implora por você: dê-lhe seu melhor agora, antes que o instante se evapore! Priorize o essencial com ferocidade: abraços reais que aquecem o peito, sonhos ousados que desafiam o medo, risos livres compartilhados sem máscaras, momentos que ecoam no eterno. Cada segundo perdido é uma eternidade roubada para sempre, um pedaço de si mesmo lançado ao abismo. Viva com urgência feroz. Incendeie o instante e transforme o efêmero em legado imortal.

Nas dobras da areia movediça, montanhas se curvam em prece silenciosa, acolhendo a chuva que verte ácido sulfúrico como lágrimas de redenção. Flores na cor violeta irrompem do abismo, pétalas oferecidas ao vento, enquanto abelhas tecem com zumbidos dourados um manto de doação infinita. A areia abraça o caído, as montanhas elevam o humilde, o ácido dissolve o ego, a chuva lava as mágoas, as flores sussurram consolo, as abelhas polinizam sonhos alheios e tudo se entrelaça na felicidade, bálsamo altruísta que multiplica o ser em todos os corações.

Já passei por tudo nesta vida, amigo.
A mente, um turbilhão atribulado, ecos de tormentas que não calam.
O corpo, marcado por cicatrizes profundas feridas que nascem na alma ferida, serpenteiam pelo peito e se instalam nos ossos, como tatuagens de batalhas invisíveis. Sofrimento que começa no pensamento, devora o espírito e termina na essência mais pura de quem sou.
Noites em claro, dias de peso insuportável, mas aqui estou, de pé.
E mesmo assim, a esperança não nos abandona, teimosa chama que resiste ao vento. Virão dias melhores, eu sei.
Um dia, isso tudo findará, como nuvem que se dissipa ao sol.
Estaremos felizes, reunidos à família, aos filhos que são nossa luz eterna, rindo sob céus limpos, livres das sombras.
A vida, afinal, guarda essa promessa para os que persistem.

Sob o céu azul que se estendia como um véu esquecido, as laranjeiras sussurravam segredos ao vento, suas frutas maduras pingando sumo dourado sobre a terra seca. A tristeza pairava, invisível, entre os pinheiros altos e sombrios, cujas sombras alongadas devoravam o chão como dedos de um gigante adormecido. Eu carregava um cesto de trigo vazio, colhido de memórias que o tempo ceifou, e seguia vivo aonde ninguém mora e um ermo de silêncios eternos, onde o eco de risos antigos ainda tremia no ar. Ali, no coração desse nada povoado apenas por fantasmas de folhas, brotou uma planta que nasceu hoje, frágil e teimosa, suas raízes finas rompendo a crosta do solo. Sua semente, no entanto, será plantada amanhã um mistério cíclico, onde o fim precede o começo, e a vida dança no limiar do impossível.

Direitos humanos, dizem os cartazes bonitos, são para todos. Que engraçado, porque na prática parecem um clube fechado, com lista de convidados e segurança na porta.
Tem uma parábola antiga sobre um rei que criava leis para proteger o reino, mas esquecia sempre de mencionar os mendigos nos portões. Séculos depois, mudamos o cenário, trocamos a coroa por terno, mas o mendigo continua do lado de fora, agora pedindo apenas para ser visto, ouvido, notado como gente.
E que engraçado como certas piadas nunca saem de moda. Pessoas com nanismo ainda viram atração de circo em pleno século vinte e um, como se existência fosse motivo de riso.
Ah, e não podemos esquecer os outros "convidados especiais" dessa festa tão exclusiva: pessoas em situação de rua tratadas como sujeira urbana, o negro retinto ainda hoje seguido dentro de lojas como suspeito, idosos ignorados como se já tivessem validade vencida, pessoas com deficiência esquecidas em calçadas sem rampa.
Direitos humanos parecem menu de restaurante caro: bonito no papel, mas a maioria nem consegue sentar à mesa. Talvez a piada maior não seja o corpo do outro, seja a nossa capacidade infinita de fingir que não vemos quem mais precisa ser enxergado.

A falta é o caminho para a completude.

A dúvida é o caminho do conhecimento. É a jornada do PODER ser e fazer.

⁠Nem todos sabem como é a vida, somente aqueles que refletem sobre ela.

“O poder nas mãos de mentes fracas é capaz de corromper todo o sistema.”

⁠⁠Eu falo bastante do passado,
Penso muito no futuro
E não me entrego ao presente

O passado tem vivências marcantes,
Sobre o futuro, uso a minha imaginação,
O presente é desbravador e chega a ser um pouco assustador

⁠Em meio ao mar de inseguranças, eu continuo navegando; por isso o barco que eu navego se chama Resiliência.

O corpo é uma metáfora ambulante da alma.

"Tem gente que se acha esperto, por tentar enganar os outros. Bobo é ele!"

⁠O meu vazio me consome, me multiplicando a zero, anulando a minha resistência, me convidando a desistir da única possibilidade de continuar, sufocando os meus sonhos, me transformando em uma natureza nula, mas antes eu fosse algo negativo, porém a neutralidade me consome enquanto tento ser apenas positivo.

⁠Enquanto a vida se limita a uma sobrevivência constante perante o vazio existencial, escrevo poemas de salvação, meros aperitivos para o vazio que me cerca profundamente enquanto luto para marcar a minha existência sábia e inocente diante das possibilidades que apenas me enlouquecem, assim escrevo poemas, de salvação.

⁠Estou correndo intensamente nos corredores infinitos da neutralidade, buscando encontrar uma porta que me deixe ficar um pouco mais de tempo, do lado de dentro, dentro de mim, fora do vazio que me preenche, afogando a minha existência, me provocando a correr, atrás de portas, que me deixem entrar, só um pouco mais, antes de ser consumido novamente.

⁠Atualmente a minha existência se define perante os seus olhos sonolentos enquanto mergulho profundamente no vazio existencial da realidade tão cheia de vida, e assim se define os meus olhos despertos e atentos, focados em chegar do outro lado da porta, após esse infinito mergulho no vazio enquanto seus olhos dormem, dormem para não me ver mergulhar, no vazio, atrás da porta, do meu quarto quadrado, mais quadrado do que os teus pensamentos.

Já pesquei em muitos lugares,
rios, lagoas e mares,
mas peixe mesmo, um bocado
peguei somente em supermercado
ainda assim não desisto
continuo a praticar
amanhã bem cedo
saio novamente para pescar...