Querer estar Contigo

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Não é sobre estar presente todos os dias,
é sobre sentir quando a presença acontece.
Algumas pessoas não ocupam o tempo ocupam o sentido.
Elas chegam, mesmo em silêncio, e deixam algo em nós que permanece.
E isso basta para saber o quanto agregam à nossa vida.

⁠Permaneço em devaneios provenientes da impressão de estar vivo, em decorrência de sentir-me falecido. Em verdade vos digo: por eternas e dolorosas eras, aquilo que não é metamorfoseou-se em algo que já não pode ser. Por muito tempo, a falsa excitação de mórbidas ocorrências, advindas de um universo de aparências artificiais, corroeu sob minha pele as mais inimagináveis coisas, até aquilo que não havia e jamais poderia ter sido sentido.

Boa noite amigo! É um grande prazer prá mim estar aqui lhe escrevendo essas linhas. A música raiz, essa sim, a verdadeira música raiz, mora em nossas almas de caipiras de verdade vindos lá da roça, e, com certeza, vai nos acompanhar até o último suspirar, como o fizeram vários antepassados nossos, tais como, Tonico e Tinoco, Zilo e Zalo; Vieira e Vieirinha; Zico e Zeca, etc.
Abraços fraternos.

Boa tarde amiga, que bom poder estar um segundinho com você, ainda que virtualmente! Beijos.

Amigos e amigas de Facebook!

Agora que passou a política, a poeira baixou, o ar parece estar até mais puro, é hora de respirar fundo e fazer um silêncio profundo, rezar, refletir e pensar melhor sobre todos os nossos atos, ações e omissões, pedir perdões pelas escritas ofensivas, falas e exarcebações, para poder tocar em frente sem deixar para trás ressentimentos, mágoas e ilações, haja vista que, no calor das discussões e nas defesas das idéias e dos ideais políticos, nem sempre usamos a nossa cabeça para pensar, ou mesmo, o coração para amar, a nós mesmos e aos nossos semelhantes, razão pela qual, peço-lhes humildemente desculpas e até perdão pelas vezes que ofendi a quem quer que seja, pois, concessa venia, não é de meu feitio ofender às pessoas do meu convívio do dia-a-dia, por mais importante que seja a causa por mim defendida.

Você que acabou de ler agora esse meu recado , sinta-se perdoado e eu, humildemente, aguardo também o seu perdão, pois, está escrito no Livro Maior: "Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento'' (Ef 4,26).

Abraços fraternos.

Sinto-me imensamente feliz por estar curtindo um dia de cada vez, sem me preocupar com o amanhã! Só por hoje!!!

Passo
por estas linhas
a missão
de deixar estar.

O dia pode estar terminando, mas sua força continua crescendo. O melhor ainda está por vir mantenha a fé, sorria e siga confiante.

Sinceramente AMO a minha companhia, adoro estar comigo mesma !!!

A honestidade nos assusta por estar ligada implicitamente à vulnerabilidade

TEMPO, ILUSÃO E VERDADE: A FALSA SENSAÇÃO DE ATRASO NA ERA DA EXPOSIÇÃO.
A sensação de estar atrasado tornou-se um dos sofrimentos silenciosos mais característicos da vida contemporânea. Ela não nasce do tempo em si, mas da percepção deformada que se constrói a partir dele. O indivíduo olha ao redor e acredita que todos avançam enquanto ele permanece imóvel. Contudo, essa percepção não é um reflexo fiel da realidade, mas o resultado de um sistema de exibição cuidadosamente editado.
O ponto central dessa reflexão reside na natureza daquilo que se observa. A vida alheia, tal como se apresenta nas redes, não é uma totalidade, mas um recorte. Exibem-se conquistas, ocultam-se fracassos. Publicam-se celebrações, silenciam-se crises. O que se oferece ao olhar externo é uma sequência contínua de êxitos, como se a existência fosse linear, ascendente e isenta de rupturas.
Esse fenômeno produz um efeito psicológico profundo. O indivíduo passa a comparar a sua experiência integral, com dores, dúvidas e hesitações, com a versão editada da vida dos outros. Trata-se de uma comparação estruturalmente injusta. É o confronto entre a realidade vivida e a aparência construída. Dessa discrepância nasce a angústia.
Outro aspecto expressivo é a construção social do chamado tempo ideal. Estabelecem-se marcos invisíveis. Espera-se que se atinja estabilidade em determinada idade. Que se conquiste reconhecimento em certo período. Que se cumpra um roteiro implícito de realizações. Esses parâmetros não possuem fundamento universal. São convenções culturais, mutáveis e frequentemente arbitrárias. Ainda assim, exercem pressão como se fossem leis naturais.
Há, nesse contexto, uma transformação do próprio sentido da existência. Muitos deixam de viver para experienciar e passam a viver para demonstrar. A vida converte-se em espetáculo. Cada conquista não é apenas um fato, mas um elemento de validação pública. Surge, então, uma ética da aparência, na qual o valor do indivíduo parece depender daquilo que ele consegue exibir.
Essa lógica produz um ciclo contínuo de ilusão. Quem observa sente-se insuficiente. Quem exibe sente-se compelido a manter a imagem. Ambos participam de uma engrenagem que se alimenta da comparação e da validação externa. A autenticidade torna-se rara, e a interioridade, negligenciada.
Do ponto de vista filosófico, esse cenário reatualiza uma distinção antiga. A diferença entre ser e parecer. O que se apresenta ao olhar coletivo não corresponde, necessariamente, ao que se vive na intimidade. A era digital não criou essa dissociação, mas a amplificou em escala inédita, tornando-a quase onipresente.
É necessário compreender, com rigor, que não existe uma linha universal de progresso humano. Cada trajetória é marcada por contingências, escolhas, limites e circunstâncias irrepetíveis. O tempo não é uma régua uniforme. Ele se manifesta de modo singular em cada existência.
Dizer que alguém está atrasado pressupõe a existência de um padrão absoluto. Esse padrão não existe. O que existe são expectativas socialmente construídas, frequentemente incompatíveis com a complexidade da vida real.
Há, portanto, uma inversão que precisa ser reconhecida. Não é o indivíduo que está atrasado. É a percepção que está distorcida. O olhar, ao invés de captar a realidade, captura uma encenação.
A superação dessa ilusão exige um movimento interior. Recolher-se parcialmente do fluxo incessante de comparação. Reorientar a atenção para a própria experiência concreta. Reconhecer o valor do percurso íntimo, ainda que invisível aos olhos externos.
A verdadeira medida de uma vida não se encontra na sucessão de marcos exibidos, mas na coerência entre aquilo que se vive e aquilo que se é. E é nesse silêncio, longe das vitrines e das narrativas fabricadas, que o tempo finalmente recupera sua dignidade, deixando de ser um juiz implacável para tornar-se apenas o campo onde a existência se desdobra com verdade.

⁠Há um tipo de solidão que é mais que estar sozinho, pois é a solidão da alma, do mais profundo dela, que se revela sem explicação, implacável e até assustadora. Mesmo cercado de pessoas, no trabalho e até na diversão, há o vazio que não se preenche nunca no ser que sofre este mal. Trava-se uma batalha interior, uma guerra que parece não ter fim e que precisa ser vencida, passo a passo, num estratégico plano que só a pessoa mesmo pode fazer. Ela é a doença e ter que ser a sua própria cura.

" Que jamais olvidemos podemos encontrar nas lições da escada vida, alguém que poderá estar no degrau acima, mas ainda assim é na mesma escada. "

⁠"Toda crise passa. A pergunta é: quando isso acabar, onde você quer estar?"

⁠Algumas das pessoas que hoje estão no corredor da morte poderiam não estar lá se os tribunais não tivessem sido lenientes com elas enquanto eram rés primárias.

Thomas Sowell
Random Thoughts.

⁠A grandiosidade quer ser lembrada. A significância quer estar presente.

"Minha conta bancária pode estar em construção, mas minha visão trilionária já está gerando frutos de esperança, projetos e salvação no mundo espiritual."

"Minhas mãos podem estar vazias de moedas, mas meu espírito está transbordando com a planta de um império que Deus prometeu construir através da minha visão."

"Disseram que eu não tinha o perfil para estar ao lado delas. Mal sabem que meu perfil foi traçado por Deus, com linhas de esforço, honra e igualdade."

"O verdadeiro fidalgo é aquele que torna o ambiente mais nobre apenas por estar presente, não pelo que ostenta, mas pelo que emana."