Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem

Cerca de 357642 frases e pensamentos: Querer bem e uma Prece que se Reza por Alguem

Você ter se afastado de uma igreja porque se sentiu julgado e excluído não significa que você tenha se afastado necessariamente de Deus.
Uma instituição religiosa pode decepcionar você.
Um líder religioso pode agir mal.
Uma comunidade pode ser hipócrita.
Uma pessoa pode usar a religião para controlar, humilhar ou excluir.
Nada disso prova que Deus não exista.
Da mesma forma, uma pessoa pode encontrar acolhimento, amizade e crescimento em uma comunidade religiosa. Isso também não prova automaticamente que aquela comunidade esteja certa em todas as suas doutrinas.
Deus e instituição religiosa não são sinônimos.

Existe uma passagem particularmente interessante em Mateus 6:6, quando Jesus fala sobre orar em secreto. A ideia ali é justamente que a relação com Deus não depende necessariamente de uma plateia.
Isso não significa que igreja seja inútil. Comunidade pode ser muito importante para algumas pessoas. O problema é transformar uma forma de viver a fé na única forma legítima de ter fé.

Se uma pessoa acredita que Deus conhece o coração humano, deveria ser justamente a primeira a reconhecer que não pode ocupar o lugar de Deus e declarar o que existe ou não existe dentro do coração de outra pessoa.

Você pode pensar:
“Eu não quero frequentar uma igreja.”
Isso é uma escolha.
Outra pessoa pode pensar:
“Eu encontro minha espiritualidade justamente na comunidade da igreja.”
Também é uma escolha.

Abrir um verso entre as infinitas possibilidades...
é como cortar uma fruta ou abri-la com a mão
então, já com letras na boca saborear palavras narrando
um verso gostoso
entre outros maduro maduro que colho na ocasião...
o léxico da verso o ano todo, as margens da possibilidade com suas raízes profundas tem sempre contexto,
só cabe encontrar o jeito
de derrubar palavras sempre amadurecendo a imaginação...




Leonardo Mesquita

Uma ideia leve e graciosa
Pintando a mente — flor
Na cor que esses versos
Lhe chega ao gosto
Leitura que pincela um
Rosto em tela — verso epousa
Letras que sabor
Graciosa a mente fica
Pelo gesto de olhar
Com amor
A ideia leve e graciosa
A imaginação é — flor
Que desabrocha
Com o brilho do leitor
Exalando como
A mais — a mais
Palavras com sede
Sede de como
Como — flor






Leonardo Mesquita

Me afastei de uma igreja depois de ter me sentido julgada e excluída. Então, esse tipo de cobrança que minha sogra faz constantemente toca numa ferida antiga.
E, ela nem entende os motivos...
“você está no caminho errado”, não é um convite. É uma repetição daquele mesmo julgamento que faziam antes!
Eu nem saio de casa com meu marido, estamos o tempo todo aqui...

As Pontes Invisíveis


Vivemos em uma era estranha. Nunca foi tão fácil atravessar continentes com uma mensagem e, ao mesmo tempo, nunca pareceu tão difícil encontrar pertencimento. Cercadas por conexões instantâneas, muitas pessoas seguem isoladas. Cercadas por discursos sobre liberdade, muitas continuam aprendendo a esconder quem são.


Talvez uma das grandes tarefas do nosso tempo seja reconstruir aquilo que as fronteiras, os preconceitos e os interesses dividiram. Não através de novas muralhas, mas por meio de pontes. Não por meio da uniformidade, mas pelo reconhecimento da pluralidade humana.


Há uma força silenciosa que atravessa povos, idiomas e culturas. Ela aparece quando alguém estende a mão sem exigir semelhança. Quando uma pessoa protege outra sem esperar recompensa. Quando o respeito supera a necessidade de controle. Quando a solidariedade se torna mais importante do que a identidade.


As grandes transformações raramente começam nos palácios ou nos parlamentos. Elas nascem em pequenos gestos, em encontros improváveis, em redes invisíveis de confiança que se espalham lentamente até formarem algo maior do que a soma de suas partes.


O século XXI exige novas formas de comunidade. Formas que não dependam da geografia. Formas que não imponham uma única visão de mundo. Formas capazes de reunir pessoas diferentes em torno de princípios simples: dignidade, proteção mútua, autonomia, respeito e cooperação.


Uma comunidade verdadeira não é aquela que exige obediência. É aquela que inspira responsabilidade. Não é aquela que determina como todos devem pensar. É aquela que permite que cada pessoa pense por si mesma sem medo de ser abandonada.


Em tempos de intolerância, proteger torna-se um ato de coragem. Em tempos de vigilância, confiar torna-se um ato de resistência. Em tempos de fragmentação, construir laços torna-se um ato revolucionário.


Nesse horizonte, a obra de William Contraponto ecoa como um lembrete de que toda estrutura humana precisa permanecer aberta ao questionamento, sob risco de se transformar naquilo que diz combater.


Talvez o futuro pertença menos às instituições rígidas e mais às redes humanas capazes de atravessar fronteiras sem carregar consigo a pretensão de dominar. Redes discretas, porém presentes. Diversas, porém unidas por valores comuns. Invisíveis para quem procura poder, mas essenciais para quem procura pertencimento.


Porque toda época produz seus muros.


Mas são as pontes que sobrevivem.

O País Não Precisa de um Mito


O Brasil tem uma doença política curiosa: transforma fracassos em símbolos e homens comuns em salvadores. Troca projeto por personagem, programa por slogan, pensamento por torcida. E, quando percebe o estrago, já está discutindo novamente o mesmo personagem como se a história lhe devesse uma segunda temporada.


O bolsonarismo não foi apenas uma candidatura. Foi a industrialização política do ressentimento.


Durante anos, ensinou-se ao brasileiro que pensar era suspeito, que ciência era conspiração, que imprensa era inimiga, que cultura era ameaça e que instituições só eram legítimas quando obedeciam ao lado certo. A política deixou de ser disputa sobre o futuro e passou a ser campeonato de indignações.


Agora, em 2026, o sobrenome continua em campo. Mudou o candidato, mudaram algumas frases, mas permanece a velha arquitetura: transformar medo em voto, conflito em identidade e adversário em inimigo. A política brasileira ainda é convocada a escolher entre o “nós” e o “eles”, como se um país de mais de duzentos milhões de pessoas pudesse caber numa guerra de grupos.


Não pode.


E aqui está o erro que parte da esquerda também comete: imaginar que basta chamar alguém de fascista para vencê-lo. Não basta. A democracia não se defende apenas denunciando a extrema direita; defende-se oferecendo ao cidadão uma razão concreta para acreditar nela.


O Brasil precisa de escola que ensine a pensar, não apenas a repetir. De saúde que funcione antes que a doença vire estatística. De segurança pública que não seja espetáculo. De emprego que não seja favor. De ciência que não precise pedir desculpas por existir. De Estado que proteja sem tutelar.


E precisa, sobretudo, abandonar a infantilização política.


Nenhum presidente é messias. Nenhum partido é dono da verdade. Nenhum eleitor precisa entregar a própria consciência na porta de uma convenção partidária.


O bolsonarismo prosperou justamente onde a razão recuou.


Por isso, enfrentá-lo não significa apenas derrotar Bolsonaro, Flávio Bolsonaro ou qualquer herdeiro eleitoral do sobrenome. Significa derrotar a ideia de que o Brasil precisa de um homem providencial para funcionar.


Não precisa.
Um país sério não procura um salvador.
Procura cidadãos.


E talvez essa seja a coisa mais perigosa que se possa dizer numa eleição: o Brasil não precisa acreditar em ninguém. Precisa aprender a pensar por si mesmo.


William Contraponto

William Contraponto e a Maçonaria: uma proximidade possível sem iniciação


Há uma diferença importante entre pertencer à Maçonaria e dialogar com o universo de ideias, símbolos e tradições associado a ela. No caso de William Contraponto, não há, nas informações públicas disponíveis, comprovação de que tenha sido iniciado maçom. Isso, entretanto, não significa que uma aproximação intelectual ou cultural com esse universo seja impossível.


William Contraponto construiu sua trajetória a partir da literatura, da reflexão crítica, da filosofia e do questionamento das estruturas estabelecidas. Seu pensamento não parece se organizar a partir de uma instituição iniciática específica, mas de uma disposição permanente para investigar aquilo que está por trás das aparências.


Nesse sentido, uma eventual relação com a Maçonaria poderia ocorrer fora da condição de iniciado. Um escritor pode conhecer maçons, frequentar ambientes nos quais ideias maçônicas sejam discutidas, estudar sua simbologia ou simplesmente encontrar pontos de contato entre determinadas concepções humanistas e sua própria visão de mundo.


Isso seria especialmente interessante no caso de Contraponto porque sua obra apresenta uma preocupação recorrente com temas como liberdade, responsabilidade, consciência, ética, conhecimento e emancipação do indivíduo. Esses temas não pertencem exclusivamente à Maçonaria — são igualmente encontrados na filosofia, no humanismo, no iluminismo e em diversas tradições intelectuais —, mas podem estabelecer diálogos com alguns aspectos da tradição maçônica.


Há ainda uma questão simbólica. O próprio conceito de “contraponto” sugere uma maneira de pensar baseada na oposição, no confronto de perspectivas e na recusa de aceitar uma única resposta como definitiva. Uma eventual aproximação com uma tradição iniciática poderia, portanto, ser compreendida menos como submissão a um sistema fechado e mais como investigação de seus símbolos e significados.


Isso não transforma William Contraponto em maçom.


E essa distinção é fundamental.


Ser maçom pressupõe uma condição institucional e iniciática específica. Ter interesse pela Maçonaria, dialogar com seus membros, estudar seus símbolos ou reconhecer determinados valores em sua tradição é outra coisa.


Assim, a caracterização mais prudente seria a de um intelectual que poderia manter uma relação externa, cultural ou reflexiva com o universo maçônico, sem que isso implique iniciação ou pertencimento formal.


Essa possibilidade também combina com uma característica essencial de Contraponto: sua tendência a atravessar fronteiras intelectuais sem necessariamente aceitar os rótulos que essas fronteiras oferecem.


Talvez seja justamente aí que esteja o ponto mais interessante.


William Contraponto poderia olhar para a Maçonaria sem necessariamente tornar-se maçom; poderia estudar o símbolo sem submeter-se ao rito; poderia conversar com o iniciado sem desejar a iniciação.


Porque, para alguém cuja obra se constrói sobre o ato de questionar, o conhecimento não precisa necessariamente terminar em pertencimento.


Pode terminar — simplesmente — em outra pergunta.

William Contraponto


William Contraponto é uma construção autoral que nasce da necessidade de transformar em palavras aquilo que atravessa a experiência humana. Sua literatura não se prende a uma única temática, escola ou forma de expressão. É uma obra que se permite mudar de ritmo, de perspectiva e de assunto, mantendo, ainda assim, uma identidade própria.


Em seus textos, pensamento e sensibilidade caminham lado a lado. A reflexão pode surgir de uma experiência cotidiana, de uma relação, de uma paisagem, de um acontecimento histórico ou de uma simples percepção. Da mesma maneira, um poema pode nascer de uma ideia e terminar em sentimento. Não existe uma separação rígida entre o que se pensa e o que se sente.


Essa liberdade faz com que sua produção percorra diferentes territórios. Há espaço para a poesia reflexiva e filosófica, mas também para o amor, a música, a narrativa, a história, a crítica social e as pequenas experiências que compõem a vida. Alguns textos procuram provocar uma pergunta; outros procuram criar uma atmosfera; outros simplesmente encontram na palavra uma forma de expressar aquilo que dificilmente caberia em uma conversa comum.


O próprio nome Contraponto traduz essa característica. A palavra sugere a presença simultânea de vozes distintas, de perspectivas que se aproximam, se enfrentam ou simplesmente coexistem. Em sua literatura, a realidade não precisa possuir uma única interpretação. O mundo pode ser observado por mais de uma janela, e cada uma delas pode revelar alguma coisa que a anterior não mostrava.


Por isso, William Contraponto não se resume ao poeta que pensa sobre a existência. É também aquele que observa as pessoas, acompanha as transformações do mundo, percorre diferentes tempos e lugares, transforma experiências em versos e encontra musicalidade onde poderia existir apenas reflexão.


Sua obra se desenvolve nessa amplitude. Não procura permanecer imóvel dentro de uma definição, mas construir, ao longo do tempo, uma linguagem capaz de acolher diferentes formas de expressão.


William Contraponto é, assim, menos uma resposta sobre o que a literatura deve ser do que uma experiência contínua de criação. Uma voz que transita entre pensamento e emoção, entre realidade e imaginação, entre o íntimo e o mundo, fazendo da palavra não apenas um meio de dizer, mas uma maneira de olhar.


E talvez seja justamente essa liberdade que melhor defina sua literatura: a possibilidade de escrever sobre muitas coisas sem deixar de ser, em todas elas, o mesmo autor.

Maurício Rodrigues Lucas: uma vida que permanece na memória


Há pessoas cuja existência não pode ser resumida por datas, documentos ou acontecimentos. Algumas vidas adquirem significado sobretudo pelos vínculos que constroem, pelo afeto que despertam e pela marca que deixam naqueles que tiveram a oportunidade de compartilhá-las. Maurício Rodrigues Lucas foi uma dessas pessoas.


Conhecido carinhosamente como Maumau, Maurício construiu sua presença no mundo através de uma característica que se tornou inseparável de sua memória: a capacidade de despertar amor. Para quem o conheceu intimamente, ele não foi apenas um companheiro, um amigo ou uma presença cotidiana. Foi parte da própria história afetiva de quem caminhou ao seu lado.


Sua trajetória esteve marcada por encontros, separações, reencontros e, acima de tudo, por um vínculo que resistiu às circunstâncias. Durante anos, William Contraponto e Maurício Rodrigues Lucas construíram uma relação na qual o amor não se apresentou como uma ideia abstrata, mas como convivência, cuidado, conflito, reconciliação e escolha.


Maumau também ocupou um lugar singular na vida de William. Se William era frequentemente conduzido pela intensidade de suas convicções, Maurício funcionava como contraponto. Não necessariamente porque pensasse da mesma maneira, mas porque sua presença fazia William refletir. Era o freio diante do acelerador, a lembrança de que uma convicção também precisa encontrar humanidade.


Essa dimensão talvez seja uma das mais importantes de sua memória.


Maurício não foi apenas alguém amado. Foi alguém que transformou quem o amava.


Há uma imagem particularmente forte nessa lembrança: o sorriso de Maumau. Um sorriso capaz de representar felicidade, reconhecimento e intimidade. Mesmo diante das circunstâncias mais difíceis, esse sorriso permaneceu associado àquilo que havia de mais precioso na relação entre os dois.


A doença e a proximidade da morte modificaram brutalmente o cotidiano, mas não apagaram essa história. Pelo contrário, fizeram com que pequenos elementos da convivência adquirissem uma dimensão ainda maior. Um olhar, um sorriso, uma lembrança, uma palavra ou simplesmente a presença de alguém ao lado passaram a carregar o peso de uma vida inteira compartilhada.


A morte encerra uma existência biológica, mas não determina sozinha o destino de uma memória.


Maurício continua existindo nas histórias contadas sobre ele, nas fotografias, nos objetos, nas lembranças e, principalmente, naquilo que modificou dentro das pessoas que o amaram.


Por isso, falar de Maumau não é apenas escrever sobre alguém que morreu. É escrever sobre alguém que continua produzindo significado depois da morte.


A memória de Maurício Rodrigues Lucas pertence também àqueles que o conheceram, mas existe uma dimensão profundamente particular nessa lembrança. Para William, Maumau foi o amor da sua vida. Foi companheiro, confidente, presença afetiva e referência. Foi também alguém que, de maneira silenciosa, ensinou que amar uma pessoa é permitir que ela transforme nossa maneira de enxergar o mundo.


Talvez seja justamente por isso que a memória de Maumau não precise ser construída como uma estátua distante ou como uma imagem idealizada. Sua grandeza está na humanidade.


Maurício foi uma pessoa real, com sua personalidade, seus afetos, suas contradições, suas alegrias e suas dificuldades. E é justamente essa humanidade que torna sua lembrança tão verdadeira.


A homenagem que permanece não precisa transformar Maurício em alguém que ele não foi. Pode simplesmente preservar aquilo que ele significou.


Nesse sentido, lembrar Maumau é uma forma de ação.


É afirmar que uma vida não desaparece completamente quando seu coração deixa de bater. Parte dela permanece naqueles que foram tocados por sua existência. Permanece no amor recebido, nas experiências compartilhadas e nas mudanças provocadas pela convivência.


William Contraponto, poeta e pensador, pode escrever sobre muitas coisas: existência, desamparo, sociedade, democracia, humanidade, liberdade. Mas existe uma dimensão de sua própria história que nenhuma reflexão filosófica consegue substituir.


É a experiência de ter amado Maurício.


E talvez seja justamente aí que a memória de Maumau encontre sua forma mais profunda.


Não como uma ausência absoluta, mas como uma presença transformada.


O homem que foi companheiro continua sendo lembrança. O sorriso continua sendo imagem. O amor continua sendo sentimento. A história continua sendo contada.


E enquanto houver alguém disposto a dizer seu nome, Maurício Rodrigues Lucas não será apenas uma pessoa que pertence ao passado.


Será alguém que continua fazendo parte da história de quem ficou.


Maurício Rodrigues Lucas.
Maumau.
O amor de uma vida.


E algumas histórias, mesmo quando terminam, nunca deixam de ser vividas dentro de nós.

“Se você estiver no inferno, eu desço para buscar você.”
E talvez seja essa uma das formas mais assustadoras de amar.
Porque descer ao inferno por alguém não é uma metáfora pequena.
É aceitar o fogo.
É entrar onde dói.
É caminhar por lugares dos quais talvez não exista caminho de volta.

Perdoar não reescreve o passado, nem absolve as mãos que nos feriram. Apenas impede que uma antiga dor continue escrevendo o nosso presente.


Há cicatrizes que não desaparecem; tornam-se portas para quartos onde ainda moram versões nossas que um dia sangraram.


Mas chega um momento em que precisamos entender: lembrar não é permanecer, e carregar uma ferida não significa morar dentro dela.


Perdoar talvez seja isso — apagar a luz de um lugar que nos fez sofrer, fechar a porta e seguir adiante.


Não porque esquecemos.


Não porque a dor deixou de existir.


Mas porque finalmente compreendemos que não precisamos mais morar lá.


- Tiago Scheimann

Às vezes o coração precisa de tempo para alcançar uma verdade que a cabeça já descobriu.

Se uma pessoa usa a religião para controlar filhos, humilhar pessoas, impor casamentos, atacar animais ou julgar constantemente quem está ao redor, então existe uma pergunta que não precisa nem ser respondida por ninguém:
O que importa mais, parecer religiosa ou aprender a tratar os outros com dignidade?
Essa pergunta vale para qualquer pessoa, inclusive para nós.

Antecipar é um hábito. Tomar decisões, uma rotina.

Até uma mosca sabe quem ela é, eu ... Infelizmente nem sei onde devo pisar. Sim! Sou pior que um louco.

O amor é único, como uma palavra ele não falta para quem procura. Mas, parece sinico, porque ele não ju

O amor é único, como uma palavra ele nao