Querer bem
Realizacão pessoal; paz de espírito, irá sentir na vida uma alegria louca, quem descobrir que existem poesias lindas, músicas deliciosas, atitudes construtivas, palavras maravilhosas, antes de viver com o nome alheio na boca.
Sou idoso, mas ainda tenho alegria, sinto tristeza, sinto dores, sinto saudades, ainda estou VIVO!!!
É uma alegria ler um poema, sim, mas quem o lê com verdade sabe que por trás de cada verso há um abismo. O poeta canta porque não pode calar a dor; ri, porque não suporta chorar sempre. A sua alma criativa é um reflexo da crise, um espelho partido que devolve a luz em estilhaços de beleza. Que importa que o poema brilhe, se foi forjado nas trevas? Que importa que a palavra dance, se quem a escreveu mal se sustenta em pé? A obra é a fuga, o grito abafado, o sorriso que se desfaz no rosto antes de chegar aos olhos. Lemos e sentimos o êxtase da criação, mas esquecemos que o criador muitas vezes se consumia na chama que nos aquece. A arte é o suicídio adiado, o último suspiro antes do naufrágio. E, no entanto, quanta luz brota dessa escuridão! O poema é alegre porque a tristeza, quando pura, já não sabe nomear-se. E nós, leitores ingênuos, bebemos do veneno como se fosse mel, sem perceber que a doçura vem do mesmo fruto que envenenou o poeta. Mas não importa. A obra está acima do autor, e a beleza sobrevive ao caos que a gerou. Ler um poema é conversar com um fantasma que ainda não sabe que está morto, e, nesse diálogo, ambos, vivo e espectro, encontram uma paz que a vida lhes negou.
Nunca, em nenhuma hipótese, perca a alegria de estar vivo ou desista de sorrir, agindo assim, você para de sobreviver e passa a viver!
Gratidão deve ser exercida sempre, em momentos de alegria, por estarmos vivenciando a dádiva e em momentos de aflição, pela provação nos dadá.
Flor Maldita
Embora tivesses tu,
Pisado em solo profano
Sentia-se a alegria virginal
Que só existe em ti.
Doce pecado maléfico,
Que andas perambulando
Pelas covas do cemitério maldito
Com o mel sujo de sangue.
Ah! Carnes amáveis,
Fujam de minha presença;
Pois odeio amá-las.
Flor maldita e abstrata,
Por que corrói meus ossos e
Carnes com teus amáveis beijos?
Temos que compreender
A essência do coração
Junto a paz que não se compra
E a alegria do perdão,
Tão completo e tão divino
Que revigora a razão!
Não há alegres ou tristes o tempo todo. Alguns fingem alegria o tempo todo só pelo prazer de tentar enganar a tristeza.
Os que fingem bondade ou maldade não conseguem perturbar a minha mente, mas os que fingem alegria conseguem inquietar a minha Alma.
Então sorria e enfrente tudo com alegria, pois o mundo nunca vai parar de girar por causa de nossos temores ou tristezas.
Eu não tenho medo da morte. Eu sempre estou ao lado dela. Quem tem a alegria de viver, que mande uma banana para a morte.
Porque sou triste.
É já nem sei se alegria existe
Pois a dor que sinto me crucia lentamente
E é por isso que sou triste
Já fui feliz, sim, amava, sorria
E se hoje finjo e tento ser risonha
Busco em mim mesma uma falsa alegria
Mas o coração aos poucos não resiste
Que a solidão comigo se sacia
E se hoje alguém me acaricia me apavoro, temendo falsidade.
Sou assim por ser sozinha.
Amor lastimável
"se tem amor por que não há alegria.
se tem amor por que não há empatia.
mas me revele o por que de tanta agonia
o amor transformou-se em algo tão belo
mas ao mesmo tempo um pesadelo
de tantos beijos somente um eu desejo
o seu meu amado amor
mas por que estas tão longe de meu abraço quente
te espero para um ultimo consolo
antes que me deixe neste mundo ardente"
O sorriso não precisa de tradução,em toda parte se pode entendê-lo,pois transmite alegria e carinho,sendo assim uma linguagem universal de amizade,a mais bela saudação!!!
