Queremos Amor Selvagem
Seus acordes desajeitados e a sua mania engraçada de usar meu capotraste para gritar que "só os loucos sabem" era de encantar. Talvez um dia tocasse um beatles ou stones, mas acho que nada melhor do que patience pra me acalmar. Seus olhos brilhavam musicalidade, e apesar de desajeitada e sem paciência, seu ritmo me guiava e me conduzia na minha caminhada.
O tempo ameniza dores, ameniza angústias, ameniza o próprio tempo, faz esquecer das dores, das angústias e do próprio tempo. Este tempo pode fazer um amor se esquecer do tempo assim como de tanto tempo que este amor viva, o próprio tempo faz este amor passar com o tempo.
Será que sempre devemos contar com o tempo?
A primeira vez em que te olhei nao sabia oq pensar te achei tao linda mais nunca pensei que iria te conhecer ate esse dia acontecer. ao te ver pessoalmente me apaixonei e ate hoje te amo como nunca amei uma menina assim. mais toda vez que te vejo tenho que me contentar so com o seu abraço pq nao a sua reação ao te falar oq eu sinto dizer que vc e a unica menina que me importa e que nem uma outra importa quando estou com vc. pq e vc que eu amo.
#Bom dia
Porque as coisas saíram do nosso controle, e não podemos mais voltar a trás. E pensando no momento que vivo, não voltaria atrás por nada.
O problema é a Paulista com chuva. O problema é o cheiro de cigarro e o cheiro do meu cabelo. O problema é que voltei a ouvir Misfits essa semana. Não, o problema definitivamente é o Starbucks de esquina. O problema foi eu ter guardado o anel, mas ter jogado o colar fora. O problema é vez ou outra eu conseguir te ver me abraçando e chorando na sala a noite. O problema foi ela ter terminado contigo. Nós deveríamos ser amigos, mas decidimos errado. Eu tenho medo de ter sido injusta mas o problema é teu egoísmo, e eu só tenho protegido um coração valioso. Sim, a culpa é ...... Esquece, é só a Paulista com chuva.
Não consigo entender algumas pessoas... elas não interpretam bem as palavras confundi tudo e simplesmente agem com revolta.
RABISCANDO AO VENTO
Ah!
Como amei, amei perdidamente,
Amando em lágrimas, em todo azul do mar,
Das dores me fiz crédulo,
E dos sonhos, meus versos de aflição...
Como amei, amei loucamente,
Bebendo do chão o orvalho da manhã,
E da noite o sereno da solidão,
Como poeta salmeei, versos de ausência...
Como amei, amei usando disfarces,
Para o aquecimento do coração...
Dê tudo vivi,
Rabiscando ao vento,
O que pulsava neste coração.
Jmal
Final do inverno de 2013
A razão de toda a existência.
É possível avaliar um sentimento? Pesar uma afeição? Medir o entusiasmo ou regular uma paixão? Estamos conectados, seguimos uma ordem natural, um preceito imposto a cada ser como dádiva divina. Somos cativos a esses sentimentos, o ser humano é um indivíduo coeso, de origem racional e segue os próprios instintos. Não há como negar, existe em cada ser a necessidade de suprimir as emoções, mitigar os anseios e saciar desejos concupiscentes. O campo sentimental é como uma selva em que vence o mais forte, em seu interior existe um contrassenso, um leão a ser abatido. Todavia, esse caminho é uma senda serpeada, um campo minado, pérfido, onde vence o perspicaz. Esse “vencedor” não somente se valia de sua argúcia instintiva, como de um desprendimento sentimental especial, diferente dos demais. O ser humano é capaz de amar racionalmente, responder a esse sentimento e submeter-se a suas condições. Desde o útero aguardamos o contato materno, a ânsia pelo amor tornou a experiência embrionária um ensaio prodigioso. O amor, no entanto é um admirável paradoxo, um bem comum, o atributo peculiar em cada ser, o domínio de um e a sujeição do outro. Se estivermos compelidos a amar de forma irracional, estaremos impelidos ao inefável abismo solitário da razão. O amor é inerente como a alma, é a essência de cada ser, um nobre sentimento, uma busca; a razão de toda a existência.
Sim, ainda te amo, pois te amar vai além das minhas escolhas;
Além do meu alcance;
E, além das suas atitudes.
Se um dia eu não sonhar com você,
Não sorrir de alguma lembrança deixada,
e nem sequer desejar vê-lo outro vez,
Nesse dia eu terei morrido.
