Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
A mãe... a mãe levantava cedo... lá pelas cinco da manhã. Fazia o café fritava bolo de chuva e ia chama a piazada. Quem tinha que ir pro colégio o bornal já na saida da porta. Quem ia pra rua a velha calça curta sem bolso e com um x nas costa e pézito no chão. Os outro ja encaminhava pro galpão pra tirar leite da barroza. Vida dura... mas que vida!.... Mas mãe em função o dia inteiro ela não cansa. Saudades da mãe... Ivens@breu
Flores de hera
Por ti, na primavera
Caminhei na chuva
Em busca das flores de hera.
Mas sobre ti me enganei...
Tal qual a hera, que não produziu flores
Nem mesmo no fim da primavera.
Esse amor infértil
Também nunca me ofereceu nada
A não ser anoiteceres e madrugadas.
Nunca sozinho um ninho fez para sua amada.
Nem derramou pétalas sobre nossa cama desarrumada.
Porém, tal qual as flores de hera!
Nem um ramo me oferecia.
e nunca, nunca, a mim, tentou ser primavera.
Se eu fosse um clima haveria chuva de pensamentos, raios de dúvidas mas ainda sim o sol da esperança, atrás das nuvens de insegurança que carrego em meio oceano, em um barco de sanidade no mar desconhecido, aonde cada remada e uma nova dor, sigo meu caminho na busca de uma ilha de amor..
Sábado chuvoso, mas cheio de encanto, o céu desce em pranto o seu delirar, a chuva é poesia com diferente magia, depende do olhar.
Chuva
Então ontem a noite choveu!
E também foi ontem a noite,
Que o nosso relacionamento
Rompeu.
Hoje também choveu!
A nossa playlist estava tocando,
E com ela me peguei lembrando
Do que a gente viveu.
Amanhã poderá chover…
Mas não me importa o que o
Tempo vai escolher,pois para mim,
Todo dia que vier agora tem chuva.
Chuva
Dias de chuva, dias escuros para muitos, mas para a terra que tanto a aguarda em sua seca as gotas de água entrarem em contato consigo, são os dias de maior alegria sobre sua relva, aonde a sua forma de agradecer é através da elevação um aroma inigualável, em toda sua plena satisfação. Este aroma, que quando sentido, traz a memória as melhores lembranças já vividas por alguém, fazendo ressurgir esperança sobre os corações.
Sou a poça nas estradas, e da criançada, o poço; o suor do rosto, a chuva, a enxurrada… O sereno da madrugada as lágrimas caídas…
NOITE
Hoje foi uma noite de chuva, e fria
Pra ser sincero fria e chuvosa
Foi uma noite sem momentos de alegria
E sem razões para ser maravilhosa
Foi outra noite que não pude te ver
E outra noite que não pude te amar
Foi uma noite em que eu não soube o que dizer
E muito menos o que falar
É mais uma noite sem nenhuma emoção
Sem poder sentir todo o seu carinho
É quase igual a se sentir na solidão
É quase o mesmo que estar outra vez sozinho
Esta noite eu acho que eu morro
De saudades da minha linda princesa
Cujo seu lindo nome é Socorro
E tudo o que ela faz se consiste na beleza
Mas pensando bem, não é uma noite tão infeliz
E eu digo a mim mesmo, sorria
Pois esta noite acabou sendo feliz
Porque lembrei da minha Maria
ORIGINAL ESCRITO EM 11/08/1991
Chove sem parar ao cair da noite, o vento orienta a chuva e faz às árvores dançarem num rítimo ordenado e viçoso, um frio intenso toma sua face, os raios caem com intensidade e parecem raízes que fincam constantemente energia sobre a terra.
O sono não vem, Ela encolhida no sofá da varanda enrolada no cobertor que ainda expelia a fragrância do último encontro, bebia o vinho que tinha o gosto do beijo daquele que se apoderou de seus pensamentos, por isso, bebia e saboreava gota a gota. A sensação de tê-lo perto às vezes parecia tão real, mas suas mãos tateavam um espaço vazio, em aflição, como se buscasse constantemente aquele a quem sua alma procura, podia senti-lo, mas não tocá-lo. Era quase verossímil a interação e a freqüência que esse contato lhe proporcionava, Ela percorria seus pensamentos tentando transportar sua mente para o passado, que a levara a reavaliar conceitos, adquirir comportamentos antes ausentes, imaginar novos sonhos e desistir ou adiar os velhos, sensações que preenchiam a sua vida com um misto de serenidade e turbulência.
Podia sentir seu espírito sorrir ao imaginar aquela expressão suave descrita por um leve sorriso, porque ele fazia transparecer nos seus lábios e no esverdido do seu olhar a terna alegria do instante. Sentia prazer ao ouvir o som da fala áspera e cava daquele homem e das palavras que eram entoadas por ele. Sentia-se impotente perante as suas carícias, lembrou-se de que ele possuía sobre ela todos os direitos, e isso já seria razão suficiente para viver plenamente esse momento tão maravilhoso, que a fazia feliz, seja como for, isso era para Ela um privilégio. Ela estava apaixonada.
De repente, o aroma embriagante daquele amor pairava no ar, misturava-se com o vento, com a energia brilhante dos raios, dançava como as árvores e molhava como a chuva, refrescando a brasa incandescente daquele amor e o desejo de mais uma vez tocar-lhe o corpo e sentir à amena, seca e agradável sensação de beijar-lhe a boca.
Lembrou-se do aroma e do calor que aquele corpo exalava, aumentando o desejo incontrolável, insaciável, de se transportar frequentemente para aquele desejo repleto de incertezas. Ela temia se tornar dependente daqueles braços, daquele corpo, daquela boca, daquela alma... e não conseguir mais exercer sobre seu corpo “o domínio”, e ao se entregar tornar-se-ia fraca e acabaria contando-lhe seus segredos mais íntimos, sussurrados com hesitação, confidências ecoadas em cada sussurro proferido, perdido no ar, indo de encontro ao vento e se espalhando, acalentando corações perdidos e inertes, que por medo de se entregar ao amor deixam de viver todos os dias como se fosse o último.
Imaginou os raios de sol entrando pela janela, tocando-lhe a face, em mais um despontar do horizonte, de um lado as mesmas sensações e o recente encontro de um amor, que existe, mas não pode ser tocado.
Sentia-o tão perto... que o cheiro constante de sua pele se sobrepõe a qualquer outro aroma que possa inalar e os seus beijos povoam os seus sonhos e não se esvaem quando desperta, porque é um sentimento penetrante, oculto e alimenta as suas lembranças no transcorrer do dia.
Lembrou-se do primeiro encontro, subitamente em meio a multidão surge aquele Ser, uma criatura que simplesmente brilhava, sua imagem ofuscava tudo a sua volta, seu coração começou a palpitar, Ela ficou inquieta, aflita, ansiosa, sensações que a deixaram perturbada, repentinamente, parou de ouvir o barulho das conversas paralelas, do som da música que entoava ao fundo, só conseguia ver aquele estranho.
Ela precisava de um motivo para se aproximar, e espantar qualquer pessoa que pudesse atrapalhar sua convicção. Refletiu por alguns instantes, intrepidamente levantou-se e seguiu em direção a aquele ser, dotado das chamadas qualidades viris, que para Ela era o seu grande e lídimo amor, até então, recôndito na imensidão do universo, perdido durante tantas vidas e que finalmente retornou.
Achegou-se, ao vê-lo tão perto perdeu o medo, pediu-lhe um cigarro, sua voz rouca com um leve sotaque, ecoou dentro dos seus ouvidos como uma melodia que nunca se esquece. Era um sentimento que só o espírito poderia perfazer, narrar. As palavras, os gestos, o comportamento, não possuem recursos suficientes para decifrar essa linguagem tão única, exclusiva. Seus pensamentos foram transportados à expectativa de um encontro acanhado, era como uma sucessão rítmica, ascendente ou descendente, de sons simples, a intervalos diferentes, cuja fascinação pela sonoridade do instante, tornava cúmplice toda a euforia que poderia inebriar esse engano dos sentidos, marcado pela ilusão de um grande acontecimento.
Deliciava-se com o devaneio daquele impulso, esperado, ambicionado, desejado, que fazia a parte limitada da matéria inflamar-se de anseio, uma sensação que tomou conta do seu corpo e do seu coração aquecendo-lhe a alma.
Cerrou os olhos, pode sentir ele se aproximar devagar, passando seus braços em torno da sua cintura, puxou-a contra seu corpo (sentiu seu coração latejar), curvou o pescoço e beijou-lhe a nuca, a orelha, o rosto, a boca, a alma... Dessa agitação profunda sentiu entremeada a respiração cansada e ofegante, imaginou-se possuída por uma divindade de personificação masculina, que representava para Ela, naquele momento, seu homem. Este era o verdadeiro amor, que despertava o abstrato e o concreto, até então adormecidos.
Por fim, sorriu ternamente, beijou-lhe a face e partiu...
Perfeição
Mãos suando, pele rosada, tudo do seu jeitinho,
Noite de lua , chuva se vai, e agora o que mais?
Escovas de cabelo, lindos lençóis, e agora o que mais?
Cabelos feitos, boca ardendo, primavera se escondendo,
Jeito de olhar, sorriso entre os dentes, verdades, apenas verdades,
A noite se aconchegando, o medo se afastando,
Sem jeito, com toque, com força , ou sem força,
O que é natural nunca acaba, só da mais vontade de existir,
Primavera voltando, algo respira, tudo se alcança,
Mãos suando, o bom do amor, e a noite se vai
E a pureza do amanhã, céu formado, sol encantado,
E não mais o triste abandono
Pois há a incansável voz do eu te amo.
Não me deixe em toda essa dor
Não me deixe na chuva
Volte e traga de volta meu sorriso
Venha e leve essas lágrimas embora
Eu preciso que seus braços
Me abracem agora
As noites são cruéis
Traga de volta aquelas noites
Em que eu tinha você ao meu lado
Refaça meu coração
Diga que irá me amar de novo
Desfaça essa dor que você causou
Quando você saiu pela porta
E saiu da minha vida
Não chore essas lágrimas
Eu chorei muitas noites
Refaça meu coração
Meu coração
Leve embora aquela triste palavra adeus
Traga de volta a alegria para a minha vida
Não me deixe aqui com essas lágrimas
Venha e beije-me para essa dor ir embora
Eu não posso esquecer
O dia em que você saiu
O tempo é tão cruel
E a vida também é tão cruel sem você
Aqui do meu lado
Não me deixe em toda essa dor
Não me deixe na chuva
Traga de volta as noites em que
Eu tinha você ao meu lado
Refaça meu coração
Volte e diga que me ama
Refaça meu coração
Doce querido
Sem você eu não posso continuar
Não posso continuar
em fatos reais
eram 6:00 horas da tarde a chuva caia e tudo em minha volta me fazia lembrar você.
o relânpago que mergulhava clareando o meu quarto me faziam lembrar das linhas do teu corpo fui até a janela e vi os pingos de chuva cairem pela rua assim como as lagrimas que escorriam do meu rosto pensei e cheguei a conclusão que teria que esquece-lo mas como? o que faço? pergunta que so vc poderia respondersenti a necessidade da chuva sia pela rua deixando a agua escorrer pelo meu corpo andei muito antes não tivesse ido pois vi vc e sua namorada passando pela rua vc me acena agora que vi vc junto dela correndo para se esconder da chuva tivi vontade de me jogar de baixo de um carro e assim fiz estirando no chão as ultimas palavras que eu ouvi em toda a minha vidavc me disse chorando.
porque fez isto?
sem vc não sei viver eu te amo.
era tarde demais para ouvir isto de qualquer maneira e forma so me resta agradecer por vc ter me feito feliz uma vez,
mesmo que tenha cido na hora da minha morte....
quando vc ama alguem de verdade corra lute não deixe que ela se va para sempre pois a maior burrice de um homem e uma mulher é deixar que todo sentimento se acumule dentro de si então por mais que o tempo corra por mais que o tempo mude ele jamais vai conseguir apagar da cabeça o que não sai do corção
Enquanto a chuva cai eu me lembro de como éramos felizes, nossos sonhos, sim 'nossos' pois éramos dois em apenas um, por mais que eu tente negar, por mais que eu não queira admitir eu sinto uma enorme falta, e sei que nada preencherá essa saudade, e nada vai tirar essa saudade de dentro de mim. Posso encontrar um outro amor, mais você sempre estará presente em minhas lembranças... é o que resta, é o meu conforto... é a minha saudade.
Sem você aqui é como a chuva fria sem sol, é como o vento não posso te tocar, é como ir ao teu encontro e não poder.
E a chuva fria cai, cai longamente,
Cheia de perfume das folhas lustrosas,
Cheia de éter, vaporosa,
Cheia de céu...
E a chuva fria cai,
cai docemente.
Plante amor, cultive-o.
Regue-o sempre e aguarde.
Não use fertilizantes, espere o tempo.
As chuvas viram molhar, e crescera.
De uma forma natural pra você colher, amar...
Deixa a chuva cair e molhar-me enteira,dos pés a cabeça,levar daqui todo o calor que você deixou,molhar o vazio que ficou e o que restou.Sinto me como esse céu,derramando suas lágimas frias e geladas que não caem ao chão sem antes tocar em algo que tenha vida.Meus olhos cansados chorando por tudo que ficou,tão insignificante,não é amor,não foi paixão,talvez ilusão,queria ter dessagreditado,não gostado,odiado,não sofrer,quem sabe seria não eu aqui,mas você,se eu fosse mais forte,se eu tivesse fechado meus ouvidos,se eu tivesse feito tudo isso não teria aprendido,não teria entendido que apesar de olhos,sorrisos e carinho tudo não passou de coisas superficiais.Entendi que você se foi um dia como essa chuva está levando minhas lagrimas e não volta mais.
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