Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Não fique a mercê de quem não demonstra um mínimo de esforço pra te ter.
Siga sua vida!
Seu caminho é longo e não precisa ser doloroso.
Quem realmente passa pelo despertar consciencial inevitavelmente também despertará para a compreensão de que não é a morte do ego, mas a morte do personagem dominado pelo ego desequilibrado. Muitos se perdem nesse momento, porque passamos por uma desidentificação, ou seja, deixamos de nos identificar com o personagem que carregamos a vida inteira, moldado por tudo que nos cerca, desde nosso nascimento: lugar, pessoas, situações, regras sociais...que não era, de fato, o nosso "Eu". Então passamos a descamar vários "Eus", na busca de nossa real essência e acabamos acessando tudo o que nos limita, controla, bloqueia... Vemos todas as influências que nos mantém num padrão de comportamentos e, por consequência, nos autoconhecendo profundamente, através de nossa autoavaliação, vemos todas as nossas sombras (tudo o que rejeitamos sobre nós mesmos, tudo o que fizemos), passamos a nos ver como somos, sem filtros e, reconhecemos que só existimos de verdade, em essência, quando integramos nossa totalidade, sombras e luz e, assim equilibramos nosso ego. Não existe ego bom ou ego ruim. Existe ego desequilibrado! Essa é a análise que estou fazendo, durante todo meu processo de despertar. 🙌 Sou o que sou e sendo o que sou, sou tudo o que deveria ser! Jane Fernanda Nogueira 🙏🏻 JaneFernandaN ✨🦋🌿
Quando penso em ir. Embora ainda te amo.
Sei que hoje você não sente falta de mim.
Mas quem sabe quando eu for, você vai sentir saudades.
"Eu só queria alguém a quem dizer olá; e você chegou e perguntou se estava tudo bem."
Obedes Lobadias
"Você chegou como quem diz: eu sou promotora de eventos, permita-me organizar o festival da sua felicidade!"
Obedes Lobadias
O processo de individuação não é se isolar do mundo, mas descobrir quem se é para estar no mundo com mais integridade, sentido e respeitabilidade diante do outro(a) e de si mesmo (a).
Quem quer sua mudança, não soube moldar a si mesmo, ninguém entra na vida de ninguém para mudar sua herança, somos o que levamos e o que fazemos e não o que queremos reverter para o que nunca soubemos ser.
A verdade precisa ser dita, melhor falada do que vivida, quem não sabe escutar, e pede por ser ouvida, na verdade não aprendeu tudo, e ainda precisa aprender o mínimo desta vida.
Triste é quem acha que o gelo dói,
quando a vida veio e me ensinou
a fazer uma bela caipirinha.
Já não choro pelos apelos,
aprendi a sorrir —
e o que virou aprendizado
hoje se transforma em conselho.
Entre ficar ou se retirar,
escolhi ficar em mim.
Porque partir dos outros é escolha,
mas abandonar quem sou
nunca foi opção para mim.
Não vou te provar quem és,
mas jamais me peça que eu escolha
entre o que sou
e o que você espera que eu seja.
Cada qual vive a sua realidade,
buscando a própria verdade.
Eu fui feita para o mundo,
você, para ser quem almeja se tornar.
Cada um com suas escolhas,
seus motivos,
sem padrões impostos.
Idealizações não são iguais
— e acreditar que todos chegam ao mesmo lugar no fim
é um mito perigoso.
Vamos exatamente
para onde nossas escolhas nos levam.
Quem sou eu, para julgar o outro,
Se cada adeus deixa marca no peito?
Queremos proteger o coração da dor,
Mas a saudade toca tudo, e é perfeito e imperfeito.
Repetir velhas emoções é se punir,
É tentar prender o que já partiu.
O outro se vai, e o que resta é aprender
Que a vida sempre traz algo novo a sentir.
Quem sou eu para dizer que o outro não vale?
Que nunca me serviu, que já deixou de ser?
Talvez só meus olhos tenham visto sombras
Do que o outro jamais quis me oferecer.
O grito do outro ecoa em mim,
E quanto mais falo, mais me vejo incapaz
De virar a página e abraçar o novo,
De deixar que a vida escreva seus próprios sinais.
Que possamos mudar o discurso,
Que a memória não nos prenda,
Que cada fim seja semente de começo,
E que o novo floresça, mesmo depois do velho.
Quem sou eu, pra desprezar o outro,
quando a hora de partir chega e a alma sente?
Não queremos deixar tocar o coração,
mas toca, e sentimos em cada pedaço de nós.
É horrível querer prender o que já se foi,
repetir velhas emoções é se punir,
é negar a partida e voltar à mesma ferida,
buscando tocar o que já não volta.
Quem sou eu pra indagar palavras?
Pra dizer que o outro não vale nada?
Que nunca me serviu? Que já não é o outro?
Talvez só nossos olhos tenham visto
o que ele nunca foi,
e nunca vai ser.
É uma dimensão complexa querendo amar: a solidão.
Quem sou eu pra falar quando o outro grita?
Quem sou eu pra dizer o nome do outro?
Quanto mais falo, mais vejo minha incapacidade
de virar a página.
Que possamos virar páginas, mudar discursos,
aceitar o que se foi,
e viver o novo que a vida traz.
Enquanto nos agarrarmos ao velho,
nunca sentiremos o novo.
Triste não é quem pede reciprocidade,
triste é quem cobra aquilo que nunca soube oferecer.
Quem fala de você na sua ausência revela mais sobre si
do que imagina revelar sobre o outro.
A verdade sempre encontra um caminho,
e ninguém sustenta uma máscara por muito tempo.
Honrar quem me desonra não faz parte de mim.
Se algo que senti hoje já não merece morada no meu peito,
eu me retiro em silêncio —
e o silêncio, às vezes, é a resposta mais justa.
Não volto atrás quando a ausência vira paz.
O mundo gira, ensina, devolve.
Nem tudo que reluz é ouro,
e nem toda companhia merece permanência.
Respeito não se exige, se pratica.
Quem cresce falando do outro para diminuir,
na verdade, nunca cresce —
apenas ocupa espaço onde a consciência não mora.
Davi foi rejeitado, esquecido até pela própria casa, ignorado por quem achava saber quem ele era. Mas Deus viu o que ninguém viu. Enquanto o mundo escolhe pela aparência, Deus escolhe pelo coração.
Nem sempre quem pensa saber o seu lugar, realmente entende o propósito. Às vezes, nem você sabe quem é, até Deus chegar e revelar.
A rejeição não era o fim de Davi, era o caminho. O que parecia atraso era preparo. Quando Deus decide, ninguém impede: Ele tira do anonimato, honra o esquecido e coloca no lugar que sempre foi seu por direito.
Cuidado com quem só quer te consumir
E nunca te assumir.
O mundo anda cheio de gente
Que parece transbordar,
Mas por dentro está vazia.
Aos olhos de quem vê, até brilha,
Mas não sossega
Enquanto não te deixa no escuro.
Às vezes, ir embora é necessário.
É preciso não olhar pra trás.
Tem gente que não soma,
Não agrega,
Só aponta,
Até você não aguentar mais.
Te testa nos limites,
Te fere,
E ainda assim não se importa.
Será que você não aprendeu?
Tem gente que não enxerga a tua dor,
Só vê as tuas falhas.
Porque nunca teve coragem
De olhar pra si mesmo.
Não adianta me punir.
Não adianta tentar me impedir de viver.
Eu tenho minha vida,
Meu trabalho,
Meu caminho.
Não posso largar tudo
Por alguém que não move
Nem uma pedra por mim.
Não me acusem.
Toda moeda tem dois lados.
E eu já vivi o bastante pra entender
Que cada um carrega a sua própria verdade.
Mas uma coisa é certa:
Jamais saberemos
O que o outro sente.
Eu quero ouvir, mas quero ouvir quem me escute.
Me calei por tantos anos.
Talvez por isso eu ame tanto escrever.
Passei a vida inteira ouvindo, acolhendo, engolindo silêncios que não eram meus.
E hoje eu também quero ser escutada.
Querem meu respeito, mas não me respeitam.
Querem a minha atenção, mas me deixam de lado.
O silêncio que tive foi sobrevivência.
A voz que tenho hoje é escolha.
E não é egoísmo querer reciprocidade,
é maturidade não aceitar menos do que isso.
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