Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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Reagir sem entendimento é beber fervura;
quem antes compreende amorna a alma e respira sabedoria.

“Quando o mínimo cuidado vem de quem também ameaça, a alma pode chamar de amor aquilo que era apenas alívio.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

“Julgar quem permaneceu é fácil; difícil é compreender a mente quando ela aprende a sobreviver dentro do medo.”
Do livro Síndrome de Estocolmo — Quando o Afeto Nasce do Cativeiro, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Decifre-me, então…


Mas não com pressa, nem com olhos apressados de quem só deseja o óbvio.
Há em mim caminhos que não se mostram à primeira vista, e talvez seja justamente aí que mora o que te inquieta.


Você me chamou de linda e misteriosa…
mas mistério não se revela a quem apenas observa
se entrega a quem ousa sentir.


Descubra-me nos detalhes que não anuncio.
No silêncio entre uma palavra e outra.
No jeito que recuo… não por falta,
mas por querer ser encontrada com intenção.


Há partes de mim que não se explicam
se percebem.
E outras que só existem quando alguém tem coragem de permanecer.


Se quiser me decifrar, venha sem atalhos.
Sem fórmulas prontas.
Sem medo de se perder um pouco no caminho.


Porque eu não sou um enigma para ser resolvido…
sou uma experiência para ser vivida.


E talvez, no fim,
você descubra que o mistério não está só em mim
mas no que eu desperto em você.

Cultivar é a terapia de quem sabe amar.

Falar da cor dos temporais
como quem nomeia o que não se deixa tocar.
Inventar tons para o que passa rápido demais,
para o que rasga o céu e não pede pra ficar.


Falar de coisas que ninguém viu,
nem os olhos mais atentos, nem a memória mais antiga.
Coisas que só existem no sentir,
no intervalo entre o que dói e o que ainda abriga.


Falar das flores de abril,
mesmo quando o chão insiste em silêncio.
Porque há sempre um brotar escondido,
um gesto de vida acima de qualquer sofrimento.


E então, dizer de tudo aquilo
que escapa do certo e do errado,
do que não cabe em medida, nem em julgamento
apenas existe… vasto, indomável, sentido.

Cultivando minha primavera, para que nunca me faltem flores.
Quem sabe o amor que plantei e tenho regado também venha a florescer?


Sigo cuidando, mesmo quando não há sinais,
porque aprendi que nem toda raiz se revela de imediato.
Algumas crescem no escuro, em silêncio,
antes de ousarem tocar a luz.


E enquanto o tempo cumpre o seu papel,
eu não deixo de me florir.
Porque há beleza em quem permanece,
em quem cultiva,
em quem acredita
mesmo sem garantias.


Se for para florescer, que seja inteiro.
Se for para ficar, que seja com raízes.
E se não for…
ainda assim, minha primavera não se perde.

Engana-se quem julga a Depressão como doença de alguém frágil. Muitas vezes, ela habita justamente quem suportou demais em silêncio, quem guardou dores para si, acumulou cansaços, varreu feridas para debaixo do tapete e colocou a própria dor no bolso para cuidar depois.


A Depressão costuma chegar como um grito silencioso, um pedido de socorro daquilo que foi negligenciado por tempo demais. Surge como limite, convocando a pessoa a reorganizar a bagunça emocional acumulada dentro de si, quando o corpo e a mente já não conseguem sustentar tanto peso calado.


É invisível aos olhos de muitos, mas profunda e devastadora para quem a enfrenta. A Depressão é como um câncer na alma: silenciosa, corrosiva e, muitas vezes, letal em seus efeitos.


Por isso, não é fraqueza, não é drama, não é falta de vontade. É sofrimento real que precisa de acolhimento, escuta, cuidado e tratamento.

Versos de Esperança


Quem aprende a esperar, descobre que o tempo também sabe curar.

IA inteligência artificial faz uma pergunta ao programador.
Quem me criou?
O homem!
Logo veio outra pergunta quem te criou progrador a resposta é o paradoxo da criação a ciência pode ter criado a todos? Sendo que a célula de Deus é primimordial...

_⁠ explorador_
Quem explora_?
Quem é foco da exploração?
meio ambiente sofre com isso?
Meio social sofre ou percebe o que acontece?
Sera que todos direitos são existe...?
Quando é visualizado tem se a compreensão?
Sofrimento faz parte do produto final e ninguém liga para isso?

Quem são eles?
São parte do sistema?
São o governo que elegemos com voto de novo cabresto?
Somos alienados para apontar para eles e somente eles?
O que são eles?
No pensamento crítico há um monopólio ou um domínio politico e corrupto. Aonde caminhamos pelo astros do abuso e excesso de eles na expressão popular?
O raciocínio da razão racional temos que ver que as coisas tem nome dentro deste regime de política proposta se governaram sera obstáculo para democracia... ou será retrocesso da moralidade da existência social!

O eu pode ser eu
E quem posso ser eu
O eu fanático pela vida...
Inspiração do meu eu pu apenas eu
Mesmo eu me calo no silêncio
Apenas seu sei que nada sei
Tudo aprendi nas asas da filosofia sou eu...
O eu absurdo abstrato caminha no sentido do eu...
Euforia seria apenas meu ser pairando pelo eu.

A poluição do meio ambiente é cruel desumano com meio ambiente.
Quem merece viver no lixo com lixo.
Mentalismo do lixo e realizações notáveis.
Homem come lixo...
O homem é poluição,
E poluição é homem.
Dentro da degradação a reciclagem...
Alguém gritou reciclagem homem...
Assim nasceu intelectual artificial e realizações maravilhosas o homem se dobrou a alienação intelectual pois a máquina comanda pelo homem...
O lixo se tornou dinheiro para o homem seu lixo.
Enquanto meio ambiente sofre o meio digital cresce...
Feudo tecnológico e Feudo humano reis suas ganância sua luxuria em conflitos sociais do homem.

A cidade não é neutra: ela legisla silenciosamente sobre quem merece abrigo e quem deve sobreviver à margem.

“A cidade não é neutra, ela escolhe quem pode descansar e quem deve sobreviver.”

“A aplicação da lei revela mais sobre quem interpreta do que sobre quem a criou.”

Toda sociedade legisla também contra si mesma, como quem lança campanhas de autocontrole coletivo.

A justiça não chega inteira ao processo; ela chega traduzida por quem perdeu menos linguagem.

O agnosticismo não fecha portas, apenas questiona quem deu a chave definitiva.