Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
sentimentos sufocao te apertam machucam por dentro nao tenha medo a so a sociedade que critica tudo sem saber exatamente oq e
Triste e Verdadeiro.
Porque dói amar quem quer nadar.
Porque eu te quero tanto que nem chapar faz isso passar,
essa vida foi ingrata, me fez pensar,
e me levou a loucura.
Me ajoelhei e fechei meus olhos,
e deixei o momento me guiar,
e por consequência disso,
tudo passou em um estalar de dedos.
Porem, eu ainda sinto isso arder como se fosse ontem,
seus olhos, seu toque,
a vida é isso,
tudo vai ou tudo fica,
nada em pedaços,
apenas a memoria do momento.
Escrevi para aliviar,
aliviar para passar e esquecer que ainda arde,
mas não importa,
o que importa é o que Deus quis deixar no meio de tudo isso.
Desculpe por isso,
apenas sentimentos alheios de alguém perdida em um amor verdadeiro.
Hoje eu estava mais uma vez rodeada de pessoas, pessoas felizes que conversavam e sorriam, mas eu não sabia o que eu fazia ali, parecia mais desconhecidos do que minha família.
Vamos pegar um barco, atravessar o mar para um lugar onde sempre faz sol e você pode tomar sorvete todos os dias.
Eu sou quem escolhi ;
As vezes posso ter a mal vontade ;
As vezes n sou somente a heroína ;
Temor da minha vergonha e do meu medo;
existe pessoas pó.
existe pessoas pedra
já outras por fim são 'arvores'não temem, há chuva néh mesmo tempestade,de tão resistente suporta raios e trovoadas.
há Chuva bate no chão em uma ousadia tão grande que teima em quebra as pedra, As pedra por se tão frágil se espedaçar em minutos, como é lindo Observa a natureza !
"O amor quando verdadeiro, enfrenta chuva e enfrenta pedra, enfrenta ate mesmo a crise de ciumes de uma histérica, porem, permanece intacto."
ATIREM A PRIMEIRA PEDRA
A chuva que molha as pedras
Nada sabe das pedras do meu caminho.
Das vezes que sequei meu sangue,
Das pedras que atiraram em mim.
Até fiz o meu castelo sombrio,
Das tantas pedras que me atiraram;
Ergui um muro a minha volta
E cobri-me das rochas que sobraram.
A minha alma virou pedra
E o meu coração em pedra se tornou;
Das tantas pedras que me mataram,
Nenhuma pedra a mim sobrou.
Refiz-me em rochas e pedras;
Tornei-me insensivelmente dura e forte
E cada impacto da pedra que vem, volta;
Pois sou uma fria pedra viva depois da morte.
Observar a chuva caindo sobre aquela rústica estrada de pedra chega a ser poético.
O tilintar das gotas, que beijam as pedras pontiagudas.
O amor grosseiro e rude, isso não soa familiar?
Dar teu melhor lado, o mais encantador, para o "mais afiado" dos amores. É poeticamente doloroso.
Meu coração não é pedra que se taque no chão. Muito menos gota de chuva que se desfaz.
Meu coração é um mundo de matéria feita de momentos, como a vida, curta e frágil, ele aceita e discorda a hora que for. Ele sofre e ele sorri, do modo mais exagerado possivel. O exagero é tudo que temos, é a intensidade na que vivemos e principalmente na que morremos. Devemos ser intensos, devemos ser humanos, devemos pensar em tudo como uma leve pena que quando cai no lugar errado, muda tudo. Nós não esquecemos, só aceitamos, então temporariamente desabamos, sozinhos e nos questionando; será que estou exagerando?
Sou o tipo de pessoa que, quando pega uma chuva de pedra,não recua. Atravessa no meio e só do outro lado para, pra contar as feridas.
E o lodo que desce da chuva calunia a pedra de topázio, no intuito de ofuscar seu brilho inconfundível. Mas o lodo será sempre o lodo. Sujo, passageiro, lavável. Já o brilho do topázio não se desintegra com maledicências sazonais e torpes.
Minha Raridade
Sou a sombrinha na chuva fina
O feio pato que virou cisne
Na selva de pedra sou graciosa sina
Segredo salvo na pele de linho
Em cada passo nas ruas tortas
Minhas rachaduras não escondo
Veja beleza na vida que desapareceu
Minhas cicatrizes são o meu tombo
Minha raridade é minha coroa
De faço loucura minha canção
No turbilhão minha alma voa
Sou o avesso da razão normal
De olhos fechados vejo o brilho
Do meu mundo todo colorido
Na dança louca sou o trilho
De um trem desenfreado e querido
Carrego estrelas nos bolsos
Uma galáxia no meu riso doce
Raridade escondida em destroços
Transforma o pouco em ouro macio
Minha raridade é minha coroa
De faço loucura minha canção
No turbilhão minha alma voa
Sou o avesso da razão normal
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