Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Discreto. Simpático na medida do possivel. Só brinque comigo se eu realmente estiver interessado. Não tolero 'melação'. Odeio o calor exagerado e tumulto. Faço coisas que me interessam, não se preocupando com você. Se fico calado, penso, se falo, ponho em prática meu pensamento. Imponho minha personalidade sobre seus atos. Perguntas que possam me comprometer não são respondidas. Uso você contra você mesmo, se acostume, é uma simples maneira de jogar. Não confio em mim, não confio em você, não confio em ninguém. Posso até ser quem você pensa, mas não fale mal de mim, você nem me conhece e mal sabe do que sou capaz. Não sei o que é chorar há muito tempo atrás, na verdade não sei o que é ter sentimentos. Ainda não me acostumei com a verdade. Sou mais a favor de uma mentira bem contada. Eu não costumo aceitar a derrota, prefiro chama-la de uma nova chance, simples assim.
Todas as vezes que se sentires só, triste sem ter onde colocar os pés e com vontade de derramar uma lágrima, pare e de um sorriso, mas pensando em você mesmo, pois assim estaremos pensando na mesma pessoa.
Uma câmera na mão, uma ideia na cabeça. Um brilho no olhar, uma caneta na mesa, traçando o papel, criando...
"Não seja para nimguem o que eles querem que você seja,mas mostre para todos que você é muito mais capaz."
Assim como as regras foram feitas para serem quebradas,os obstáculos existem para dificultar a maneira mais simples de serem vencidos.
Não se descobre um grande amor fazendo simpatias ou sonhando com contos de fada,mas se descobre acreditando na paixão de suas emoções.
Se pudessemos escolher nossos sonhos,concerteza escolheriamos aquele que numca aconteceu,mas com os pés no chão e fé no coração os sonhos acabam se tornando realidade.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
...MaisA esperança
A esperança não é a última, o último a morrer será eu ou será você.
Então, basta um sorriso, mesmo que triste,
Um suspiro, mesmo que abatido,
Um olhar curioso no além.
Ali, ela estará novamente viva,
toda prosa a nossa espera,
a minha e a sua esperança, amém.
Aos Homens raros (Humanos)
Homens que se entendem, que se procuram, que se vislumbram.
Homens que ao se encontrarem acabam encontrando o próprio Deus criador.
Homens que sabem que são apenas homens, e não procuram nada a não ser, serem homens melhores.
Homens que entenderam uma razão maior, para sua Existência, e já não mais lutam contra a mesma.
Homens que sentem o pulsar da vida, enérgico e vibrante, que hora lhe faz o mais Totais dos seres, que hora lhe faz o mais vazio dos Potes.
Homens que mesmo assim, amam a vida a todo o momento, que aprende a amar e conviver com a dor, assim como amam e procuram o êxtase.
Homens que conseguiram ultrapassar o abismo interpessoal, que os tornavam tão Frios.
Homens que tentam tornar Objetivo toda sua gama de belos sentimentos Subjetivos.
Homens que perceberam as benevolência do Ódio, e que perceberam as vilezas do Amor.
Homens que entenderam que a Existência é algo sério e grandioso demais para que da mesma se faça piada.
Homens que entenderam que não respeitar-se, que trair-se, a falta de respeito pelo próximo, não respeitar o Individuo é mesmo que desrespeitar a própria Existência.
Viva a Hipocrisia!
Às vezes me pego pensando.
“Oh, Deus porque me privaste do Dom da Ignorância”.
Pois me é demasiado sufocante perceber sem maquiagens as faces de meus “semelhantes”.
Suas intenções, suas dores, seu medos, suas vilezas.
Suas esperanças, suas benevolências, suas honestidades.
Não, não posso ser injusto, me comprazo quando vislumbro virtudes, não somente as destinadas ao meu Ser, porém a todos, em qualquer grau, e quanto mais hostil e perversa a situação, aos meus olhos se agigantam sua Abstração.
E quando observo a transcendência e o total desapego, que percebo nos gestos de alguns “seres raros” para com outros, causa-me um êxtase inefável.
Todavia, são raras tais materializações do “Divino”, o “Bem se materializando pelo Bem”.
Afundamo-nos com incrível rapidez e facilidade no mar ácido da ”Hipocrisia”. Principalmente naquelas praticadas pelos “Hipocristãos”.
Mas vivemos em um meio social, portanto a hipocrisia é de fundamental importância, é como costumo dizer “A ordem do caos”.
Sim demonstrarei em um exemplo, pois compreendo que nossa mente necessita de alegorias para entender fatos simples, tal qual uma criança necessita de associações, juntamente com uma voz infantil para lhe explicar o que é “Caca”, ou seja, sujeira que não se deve pegar.
Voltemos ao exemplo:
Estava Eu assistindo televisão (pois é não posso negar que me utilizo da máquina de fazer doidos) quando passando por um canal, algo me chamou a atenção.
Em um programa “Ecumênico” duma dessas L... qualquer coisa.
Havia uma música de fundo, do tipo feita para emocionar, um monte de crianças de cabeças raspadas,cabeças baixas, vestidas todas iguais (lembra alguma coisa?).
Andavam em fila indiana, para receber sua comida (ração).
Depois apareceu um Homem, de aparência muito refinada, com terno de corte impecável, e com uma fala mais impecável ainda.
Discorria sobre sua benevolência, e sobre como não havia pessoas que não fazia igual a Ele.
Discurso que acompanhei por uns dez minutos, depois veio propagandas sobre suas obras literárias (acho que de conteúdo duvidoso), e logo após apareceram na tela provérbios de “Grande sabedoria” soltos a esmo, todos atribuídos a Ele mesmo.
Depois disto, afirmei:
- Ai está o Bem pela “Glória”. Da soberba de ser Virtuoso e Humilde, apontando os vícios e a arrogância de outros!!!
Um viva à Hipocrisia!!!
Aplaudamos de pé a Hipocrisia!!!
Pensamentos estranhos!
Começo agora a escrever para não enlouquecer.
As linhas que se seguem não as tomem por arte ou qualquer coisa que o valha.
É somente uma ordem ditada pelo “Eu”, que quer dar a luz a pensamentos (De origem que a mim ainda é desconhecida), parindo-os em letras, caso contrário apodreceriam em minha mente, envenenando-me.
Terminaria por abortá-los em forma de sarcasmo agressivo nos picos de fúria, oops, quero dizer euforia, ou frases de um pessimismo cáustico e mórbido, produzidos pela apatia angustiante.
Já sacaram do que “Eu” estou falando?
Mas deixemos os motivos e as razões para lá, pois agora preciso dar atenção aos que nascem.
Pensamentos estranhos vieram a mim, quase tive medo de pensá-los tal era a natureza deles.
Tudo começou em um dia desses, de uma semana dessas, que chovia muito, parecia que o próprio Divino liquefazia-se.
Olhando para o céu deu-me a impressão que uma nuvem recusava-se a chover, e na verdade parecia que procurava abrigo da chuva.
Viagem minha? Pode ser, talvez. Quem sabe?
O fato é isso me impressionou muito, todavia, resolvi não matutar sobre isto, e acabei por esquecer.
Até que em um dia desses, em uma semana dessas, em que fazia muito calor, parecia que o próprio Divino ardia em febre.
Tentando olhar para o Sol, queria blasfemar contra Ele, oops, que é isso? Uma nova impressão, um raio de Sol fugia de Si mesmo, e procurava uma sombra!
Eu sei, é demais até para mim mesmo que estou acostumado a viver em meio aos devaneios, porém, sendo alucinação, viagem, delírio ou não, foi a partir dessas duas visões, que desconheço a origem, e da ligação que fiz entre elas é que fecundaram minha mente onde germinaram tais pensamentos.
Será que não fugimos também de nossa natureza? Será que não nos recusamos a chover ou a raiar? Fugimos ou não de nossa virtude, ou seja, fugimos da causa primária de nossa Existência, que seria:
Evoluirmos como somos?
Pensamentos
Meus pensamentos, minhas sensações, meus sentimentos.
Que em meu Ser, afloram e se proliferam.
São ávidos por liberdade, pois quando se aprisiono um ou outro.
Estes apodrecem e causam-me envenenamento.
E são essas dores angustiantes causadas pelo envenenamento.
Que me lanço à escrita, “Ela” que é o antídoto do veneno.
Meu punho e minha caneta tornam-se instrumento dessa “Cura”.
E através de minha escrita, curo-me e liberto todos os “moribundos” de suas senzalas.
Revitalizo e os torno “Vivos” em linhas de páginas.
Que podem até, nunca virem a ser lidas.
Mas ainda assim serão livres e vivas.
A Jornada
(Um micro-conto surreal)
Empreendi uma jornada.
Uma jornada para dentro de mim mesmo.
Uma jornada para conhecer meu Ser.
Quando entrei em Mim, arrepiei-me.
Não sabia que Eu era tão sombrio.
Escuro, cheio de corredores e portas.
Estátuas... Ruídos... Vultos.
Que isso? Um choro?
Espiono por detrás de uma pilastra.
E eis que Me vejo sentado, abraçado aos joelhos, chorando convulsivamente entre soluços.
Não sabia por que, não me lembrava daquela cena.
Olhei por mais um tempo, me comovi.
Continuei andando, vez por outra me assustava com os ruídos e os vultos que eram constantes.
Meio perdido neste labirinto de Mim mesmo.
Ouvi gargalhadas... algazarra...pilhérias...
Muito curioso fui observar o que era.
Em uma sala pequena e abafada, com um ar avermelhado e opaco.
Estava Eu, a inebriar-me com cânhamo e muito vinho.
Rodeado de mulheres despudoradas e devassas.
Promiscuidade... inferninho...ebriedade...
Fiquei com asco de Mim mesmo, sai correndo.
Correndo...correndo...corren...
Parei, estava cansado, sentei-me num canto.
Que como tudo por aqui, também é escuro
Cochilei, fui desperto por umas batidas violentas.
Fui procurar de onde viam, viam de perto.
Aproximei-me, as batida se intensificaram.
E Eu com muito medo perguntei:
Quem está ai dentro?
- Me solta!!! Me solta!!! Me solta!!!
- Eu não sou louco!!! Eu não sou louco!!! Eu não sou louco!!!
- Ninguém Me entende??? Só quero Ser livre!!!
Reconheci-me de imediato, em um dos meus piores momentos.
Não, Eu não queria ficar ali, sai correndo novamente.
Fugindo de Mim mesmo dentro de Mim mesmo.
Quando parei de correr, percebi que estava em um lugar diferente.
Havia uma tênue luz de tons lilases, e o ar cheirava a jasmim.
Até que em fim! Um lugar que não seja tão sombrio.
De repente, ouço vozes, elas discutem.
Fiquei escondido em um canto, só a observar.
Era um casal, espera ai!!! Sou EU e Ela!!!
- Não, não dá mais Guto!!!
- Por que não???
- Você é muito confuso, tem muitos altos e baixos, hora está deprimido hora está eufórico!!!
- Mas você sabe que não é culpa Minha, é culpa da Bipolaridade!!!
- E não é só isso, você com esse negócio de Espiritualidade, de Intelectualismo, sem falar que você vive Filosofando e fazendo Poesias, você vive no Mundo da Lua não no Mundo Real, pra mim chega, eu não quero esta Vida para mim!!!
- Mas, mas como, você sempre gostou do Meu jeito!!!
- Pode ser que no inicio sim, mas cansei, para você tudo é motivo para Filosofar... Blá..Blá...Blá...chega eu quero é vida “Real”, Adeus, não me procure que não vou te atender!!!
E Eu ali observando, de repente as nuances lilases sumiram dando lugar as mais densas trevas, e o aroma de jasmim deu lugar a um cheiro putrefato.
Fiquei triste, melancólico, sai dali me arrastando ouvindo os ecos de Meu próprio choro.
Andei... andei...and...Por dentro de Mim mesmo, uma Jornada.
Andando pelos corredores, me deparei com algo que Eu lembrava mas não queria lembrar.
Eu estava sozinho em um quarto, com uma idéia fixa, “Vou me matar”.
Sim, Eu me lembro bem, esta idéia fixa e meio litro de soda cáustica.
Em um impulso irrefletido... Glup...Glup...Glup...foi-se a soda cáustica.
Vômito, estava vomitando a Mim Mesmo, Minha carne, Meu sangue.
Queimava, ardia, arrependera-se, mas é tarde, vai morrer!!!
Não, lembro-me de ter sido socorrido a tempo.
Fui salvo por cinco minutos, cinco minutos me separaram da Morte.
Basta, não quero mais lembrar, isto é passado!!!
Continuei minha viagem pelos corredores.
Acho que vaguei por horas Me explorando.
Quando cheguei a determinado lugar, percebi uma luz alaranjada.
Segui em direção luz, que aumentava de intensidade de acordo com minha aproximação.
Cheguei ao que me pareceu ser uma câmara, estava toda iluminada de luz laranja.
De repente, tudo virou Fogo, Fogo vivo.
E o Fogo falou:
- Gutemberg ouça-me!!!
Neste momento entrei em pânico, ajoelhei-me, prostrei-me ao chão
- Eis-me aqui Meu Senhor!!!
Sua voz tinha a potência de um trovão, era com o rolar de mil cachoeiras
- Entre em Mim, que sou Fogo Consumidor
Mais que depressa obedeci, levantei-me e entrei no Fogo, enquanto estava ali, sendo consumido pelo Fogo, Ele dizia:
- Eu sou o Alfa e o Omega, o Princípio e o Fim... Eu sou o Verbo Divino, eu sou a Palavra, por meio de Mim é que fostes criado, e saiba que és conhecido desde o ventre de sua Mãe, agora seja consumido pelo Fogo de Ruach HaKodesh e renasça, renasça para uma vida nova, tiveste coragem para se aventurar em você Mesmo, mas há muito mais a ser desvelado, por hora basta, já encontraste-me, Tu me aceitas???
- Oh, sim Meu Senhor eu o aceito de todo Meu Coração!!!
- Então vá, endireite tuas veredas e Nunca se esqueça de quem sou!!!
- Eu Sou o Que Sou...
...YESHUA HÁ MASHIACH...
O unigênito de...
...YHWH ELOHIM SABAOTH ...
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