Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Muitas vezes, saber o que não quer é tão importante quanto saber o que quer.
Mas não basta saber o que não quer, é necessário ser literalmente intolerante com o que não quer.
Do contrário, você corre um enorme risco de, ao longo do tempo, acabar se adaptando e por fim se conformando com aquilo que um dia você jurava que não queria.
Quando você para de se preocupar com seu problemas e ter a certeza que tudo é #PROVISORIO# a caminhada fica mais facil !!!
NÃO É COMUM, MAS É O NORMAL
Uma vez tomei uma decisão: Eu não aceito para minha vida NADA diferente do que estar APAIXONADO por cada segundo de meu dia, por cada projeto que eu esteja envolvido, pelos meus filhos, pelo meu casamento, pelo meu fim de semana tanto quanto pela minha segunda feira, em outras palavras, apaixonado pela minha vida. As vezes posso ficar cansado, desgastado e até de saco cheio. Mas pelo compromisso com esta decisão, apesar não ser fácil, é possível encontrar forças para se RENOVAR.
Isso pode não ser o comum, mas isso é o normal. Amar viver é o normal, estar entusiasmado é o normal, viver intensamente livre do passado e sem medo do futuro é o normal.
Não aceite NADA que esteja abaixo deste referencial. Apesar de não ser o comum, é o normal.
Crescer dói, amadurecer dói. Mas crescer vale a pena, amadurecer vale a pena, independentemente do esforço. Vamos lá, quem não tem medo de viver não pode se abalar.
A coragem só vem antes do medo no dicionário. O medo faz parte, da vida daqueles que se expõe e se comprometem mais, porem não prevalece na vida daqueles que conseguem vencer. Que nossa decisão de vencer amanhã, seja muito maior que qualquer medo!!!
Pare de achar que os seus problemas são os piores e sempre mal compreendidos pela humanidade.
Acorda!
Você não é o centro do Universo.
A vida é uma grande aventura.
Selecionar muito bem as pessoas que vão vivê-la ao seu lado é o grande lance!
Não faltarão abutres para tentar apagar o seu brilho, zombar de seus projetos e lhe dar uma palavra negativa. Transforme-os numa motivação!
Há dois tipos de problemas;
1. Os que vc pode resolvê-los imediatamente - Quanto a esses, não perca tempo. Resolva-os sem procrastinação.
2. Os que não há o que fazer para resolvê-los a curto prazo - Coloque-os dentro de um congelador isolado acusticamente para que não faça barulho (este tipo de problema é geralmente muito barulhento). Deixe-os lá e siga sua vida normalmente por um bom tempo. Um dia, ele estará lá quietinho e encolhidinho só esperando para ser resolvido.
Não se PREocupe com os problemas. Ocupe-se em resolvê-los. De preferência, sem entrar em pânico e sem ser dirigido por eles
Ser reconhecido é muito bom. Mas não dependa de nenhum reconhecimento para sentir-se aprovado quando você próprio já sabe que fez o que deveria ser feito.
Quem alcança este patamar coleciona menos decepções e melhor, torna-se uma pessoa constante emocionalmente e por isso, aumenta bastante as suas chances de chegar mais longe.
Ficar se lamentando pelo que não deu certo, ocupa um precioso tempo de planejamento de novas conquistas.
Pare de PERDER TEMPO se lamentando!
E as vezes é dificil, porque eu realmente não sei se to ou não evitando uma coisa que mais cedo ou mais tarde vai acontecer! E quando se ta bem bem bem longe do que acontece e vê o que não queria vê, tipo é inevitável não vê... mas pior que eu vejo... e o pior é que nem tem como não vê. É inevitável quando você chega ao ponto de dizer eu quero parar e não conseguir parar, eu quero não mais pensar mais penso! E é aquilo, você não cansa nunca, e quando cansa o motivo do seu cansaço te enxergar, e enxergar como nunca... nunca antes.
Eu prometi pra mim mesma que te esqueceria, prometi que teu nome seria apenas mais um nome seria apenas mais um nome, que teus olhos não seriam mais aqueles olhos, que tua boca não seria mais aquela boca que antes me enfeitiçava.
Prometi que teu sorriso não me faria mais sorrir, que teu perfume não me deixaria como deixou... com saudades.
Prometi que teu silencio não me deixaria agoniada, que tuas palavras não me trariam mais esperanças... mas prometi demais, prometi coisas incapazes de se fazer, prometi varias coisas e infelizmente não posso cumprir minhas promessas!
"Por mais contente que eu esteja, em mim se esconde uma aflição que eu sinto não sei bem onde, e nasce não sei bem de que "
"A vida é um bocejo continuado. A meu ver, tanto o pobre como o rico bocejam, segundo o estado de cada um. O pobre boceja de fome, o rico de enfado. "
MANIAS DOS ESCRITORES
O escritor Wolfgang Von Goethe escrevia em pé. Ele mantinha em sua casa uma escrivaninha alta.
O escritor Pedro Nava parafusava os móveis de sua casa a fim que ninguém o tirasse do lugar.
Gilberto Freyre nunca manuseou aparelhos eletrônicos. Não sabia ligar sequer uma televisão. Todas as obras foram escritas a bico-de-pena, como o mais extenso de seus livros, Ordem e Progresso, de 703 páginas.
Euclides da Cunha, Superintendente de Obras Públicas de São Paulo, foi engenheiro responsável pela construção de uma ponte em São José do Rio Pardo (SP). A obra demorou três anos para ficar pronta e, alguns meses depois de inaugurada, a ponte simplesmente ruiu. Ele não se deu por vencido e a reconstruiu. Mas, por via das dúvidas, abandonou a carreira de engenheiro.
Machado de Assis, nosso grande escritor, ultrapassou tanto as barreiras sociais bem como físicas. Machado teve uma infância sofrida pela pobreza e ainda era míope, gago e sofria de epilepsia. Enquanto escrevia Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado foi acometido por uma de suas piores crises intestinais, com complicações para sua frágil visão. Os médicos recomendaram três meses de descanso em Petrópolis. Sem poder ler nem redigir, ditou grande parte do romance
para a esposa, Carolina.
Graciliano Ramos era ateu convicto, mas tinha uma Bíblia na cabeceira só para apreciar os ensinamentos e os elementos de retórica. Por insistência da sogra, casou na igreja com Maria Augusta, católica fervorosa, mas exigiu que a cerimônia ficasse restrita aos pais do casal. No segundo casamento, com Heloísa, evitou transtornos: casou logo no religioso.
Aluísio de Azevedo tinha o hábito de, antes de escrever seus romances, desenhar e pintar, sobre papelão, as personagens principais mantendo-as em sua mesa de trabalho, enquanto escrevia.
José Lins do Rego era fanático por futebol. Foi diretor do Flamengo, do Rio, e chegou a chefiar a delegação brasileira no Campeonato Sul-Americano, em 1953.
Aos dezessete anos, Carlos Drummond de Andrade foi expulso do Colégio Anchieta, em Nova Friburgo (RJ), depois de um desentendimento com o professor de português. Imitava com perfeição a assinatura dos outros. Falsificou a do chefe durante anos para lhe poupar trabalho. Ninguém notou. Tinha a mania de picotar papel e tecidos. "Se não fizer isso, saio matando gente pela rua". Estraçalhou uma camisa nova em folha do neto. "Experimentei, ficou apertada, achei que tinha comprado o número errado. Mas não se impressione, amanhã lhe dou outra igualzinha."
Numa das viagens a Portugal, Cecília Meireles marcou um encontro com o poeta Fernando Pessoa no café A Brasileira, em Lisboa. Sentou-se ao meio-dia e esperou em vão até as duas horas da tarde. Decepcionada, voltou para o hotel, onde recebeu um livro autografado pelo autor lusitano. Junto com o exemplar, a explicação para o "furo": Fernando Pessoa tinha lido seu horóscopo pela manhã e concluído que não era um bom dia para o encontro.
Érico Veríssimo era quase tão taciturno quanto o filho Luís Fernando, também escritor. Numa viagem de trem a Cruz Alta, Érico fez uma pergunta que o filho respondeu quatro horas depois, quando chegavam à estação final.
Clarice Lispector era solitária e tinha crises de insônia. Ligava para os amigos e dizia coisas perturbadoras. Imprevisível, era comum ser convidada para jantar e ir embora antes de a comida ser servida.
Monteiro Lobato adorava café com farinha de milho, rapadura e içá torrado (a bolinha traseira da formiga tanajura), além de Biotônico Fontoura. "Para ele, era licor", diverte-se Joyce, a neta do escritor. Também tinha mania de consertar tudo. "Mas para arrumar uma coisa, sempre quebrava outra."
Manuel Bandeira sempre se gabou de um encontro com Machado de Assis, aos dez anos, numa viagem de trem. Puxou conversa: "O senhor gosta de Camões?" Bandeira recitou uma oitava de Os Lusíadas que o mestre não lembrava. Na velhice, confessou: era mentira. Tinha inventado a história para impressionar os amigos. Foi escoteiro dos nove aos treze anos. Nadador do Minas Tênis Clube, ganhou o título de campeão mineiro em 1939, no estilo costas.
Guimarães Rosa, médico recém-formado, trabalhou em lugarejos que não constavam no mapa. Cavalgava a noite inteira para atender a pacientes que viviam em longínquas fazendas. As consultas eram pagas com bolo, pudim, galinha e ovos. Sentia-se culpado quando os pacientes morriam. Acabou abandonando a profissão. "Não tinha vocação. Quase desmaiava ao ver sangue", conta Agnes, a filha mais nova.
Mário de Andrade provocava ciúmes no antropólogo Lévi-Strauss porque era muito amigo da mulher dele, Dina. Só depois da morte de Mário, o francês descobriu que se preocupava em vão. O escritor era homossexual.
Vinicius de Moraes, casado com Lila Bosco, no início dos anos 50, morava num minúsculo apartamento em Copacabana. Não tinha geladeira. Para agüentar o calor, chupava uma bala de hortelã e, em seguida, bebia um copo de água para ter sensação refrescante na boca.
José Lins do Rego foi o primeiro a quebrar as regras na ABL, em 1955. Em vez de elogiar o antecessor, como de costume, disse que Ataulfo de Paiva não poderia ter ocupado a cadeira por faltar-lhe vocação.
Jorge Amado para autorizar a adaptação de Gabriela para a tevê, impôs que o papel principal fosse dado a Sônia Braga. "Por quê?", perguntavam os jornalistas, Jorge respondeu: "O motivo é simples: nós somos amantes." Ficou todo mundo de boca aberta. O clima ficou mais pesado quando Sônia apareceu. Mas ele se levantou e, muito formal disse: "Muito prazer, encantado." Era piada. Os dois nem se conheciam até então.
O poeta Pablo Neruda colecionava de quase tudo: conchas, navios em miniatura, garrafas e bebidas, máscaras, cachimbos, insetos, quase tudo que lhe dava na cabeça.
Vladimir Maiakóvski tinha o que atualmente chamamos de Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC). O poeta russo tinha mania de limpeza e costumava lavar as mãos diversas vezes ao dia, numa espécie de ritual repetitivo e obsessivo.
A preocupação excessiva com doenças fazia com que o escritor de origem tcheca Franz Kafka usasse roupas leves e só dormisse de janelas abertas – para que o ar circulasse -, mesmo no rigoroso inverno de Praga.
O escritor norte-americano Ernest Hemingway passou boa parte de sua vida tratando de problemas de depressão. Apesar da ajuda especializada, o escritor foi vencido pela tristeza e amargura crônicas. Hemingway deu fim à própria vida com um tiro na cabeça.
O poeta português Fernando Pessoa tinha o hábito de escrever sob diversos pseudonimos, cada um com um estilo e uma biografia próprios. Ente os pseudonimos adotado estão Ricardo Reis, Alberto Caieiro e Álvaro de Campos.
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poemas Quem Sou Eu
- Frases de Raul Seixas para quem ama rock e poesia
- Frases de desprezo para quem não merece mais a sua atenção
