Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Todos temos objetivos na vida, mas os vencedores tem atitude. O primeiro passo em direção ao sucesso começa quando você se recusa a ser prisioneiro do seu passado.
O homem quando tem um caráter tratado não trai seus ideais pois possui firmeza de espírito e sabem refletir quando convém agir; O mau-caráter, é escravo de seus sentimentos agem sempre por impulso e não é capaz de honrar as suas próprias palavras.
O cristão genuíno tem o desejo de aprender os princípios do evangelho de Jesus. Sua capacidade de testemunhar e perseverar resume à profundidade de sua conversão. Se somos realmente convertidos ao evangelho de Cristo, nossas escolhas serão inspiradas pelo Espírito Santo.
Você tem certeza que chegou a maturidade, quando percebe que aquilo que pensava de si mesmo, não é a realidade de Deus para sua vida. Fiore sotana.
Ser cristão não é viver fingindo que tem uma vida perfeita e cheia de contos de fadas.Ser cristão é combater o bom combate e no meio das adversidades saber tirar proveito para crescer e alcançar conhecimento em Deus.
O egoísta tem uma necessidade de controlar tudo e todos, em seu insano amor-próprio exige que o outro viva da sua maneira, valorizando muito a si mesmo e construindo um mundo fechado, onde quem está ao seu lado não pode desfrutar do seu livre-arbítrio.
O homem espiritual tem saudades de um lugar aonde o homem carnal não quer estar, a casa do pai...Fiore sotana
Existe pessoas que tem dificuldade de liberar perdão porque espera encontrar merecimento no outro, mas o perdão vem para nós libertar e não para encontrarmos perfeição nas pessoas.
CRIADO DE BORDO
Posso até sentir o mar, escutar o que tem a sussurrar, posso sentir sua força quando meus olhos se fecham… o grande oceano, soprando uma forte brisa sobre meu rosto, vem temporal aí.
As velhas tábuas do navio, rangendo sobre meus pés, as cordas a segurar tamanha força dos mares sobre as velas.
Quando der repente, uma grandiosa onda anuncia sua temerosa presença sobre nossos olhos.
É em momentos como esse, que separamos os homens das crianças.
Ela se aproxima como a morte dos homens.
Os céus mandaram um grande raio para
despertar o grande mar, que com a luz resplandecente do raio, por uma fração de tempo, uma onda tão grande quanto os montes da terra, é revelada sobre aqueles pobres marinheiros.
Os homem naquele dia já haviam desistido da vida, alguns lamentável suas vidas, outros pecadores, assassinos e ladrões oravam por perdão antes da morte.
Mas aquele dia ainda nos traria muitas surpresas.
Quando já não havia esperanças, e seus coração já haviam transbordado de medo e insanidade, por tudo que tinham vivenciado. O Sol anuncia sua presença, espantando a poderosa ventania entre as ondas.
Naquele dia aprendemos a viver.
CRIADO DE BORDO…
Panapaná
Essas borboletas têm mania
de carregar o verão nas asas.
Se vestem de vento e claridade,
vão aonde a cor inventa o ar.
Gosto delas porque sabem
se miudarem no céu — só ou em bando —
como se o céu fosse coisa de brincar.
Coleciono-as em álbuns soltos.
Ali, no meio do sol,
são mais tintas que matéria,
mais riso do que bicho:
elas são coisa e não são.
Dizem que vivem pouco
— mas pouco pra quê?
Pousam na eternidade das manhãs,
ficam suspensas no que não dura,
deixando rastros de voo
que só o invisível sabe ver.
E eu as celebro com meu olhar ralo,
que aprende, com elas,
a gastar a vida
no que não sobra.
O fio invisível
Toda pipa tem um cordão umbilical—
um elo fino entre a vertigem e o colo.
O chão assiste, em silêncio, aos pulos
de quem ensaia voo nos desníveis da rua.
Há um acordo secreto entre o solo e o vento:
o menino brinca de ser nuvem,
enquanto a terra o segura pelas solas,
num pacto de sopro e equilíbrio.
Benditas mãos que seguram o barbante do sonho,
essas que sabem do vento antes da pipa
e sustentam o menino enquanto ele inventa altura.
Quando os sonhos desafiam a gravidade,
há sempre um olhar antigo que nos ancora,
um fio invisível que nos sustenta
no encanto de viver como passarinho
entre o voo e o solo.
O fio invisível
Toda pipa tem um cordão umbilical—
um elo fino entre a vertigem e o colo.
O chão assiste, em silêncio, aos pulos
de quem ensaia voo nos desníveis da rua.
Há um acordo secreto entre o solo e o vento:
o menino brinca de ser nuvem,
enquanto a terra o segura pelas solas,
num pacto de sopro e equilíbrio.
Benditas mãos que seguram o barbante do sonho,
essas que sabem do vento antes da pipa
e sustentam o menino enquanto ele inventa altura.
Quando os sonhos desafiam a gravidade,
há sempre um olhar antigo que nos ancora,
um fio invisível que nos sustenta
no encanto de viver como passarinho
entre o voo e o solo.
“Ela é como a lua
tem fases e fusos próprios.
Míngua, cresce e se re nova.
Ela é como a lua cheia
de vontades.”
“Mãe tem o ventre que não cicatriza e o coração que não despeja, para que o filho sempre seja seu inquilino.“
O esquecimento é um grande aliado da ingratidão.
O antecessor nunca tem valor pouco importa as melhorias que deixou.
Tudo o que se entende como bom será atribuído a um bem aventurado que chegou.
Mas um dia a memória volta numa dessas voltas que o mundo dá ressuscitando quem por ali um dia passou com uma linda lembrança, dessas que não tem como não sorrir ou chorar.
Então na mesma hora um rastro de imagem e odor punirão a parte que não agiu e ficou.
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