Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Da Missa e da virtude
não conhece nada,
Não conhece o ditado,
e nem quem escreve
Do amanhecer calado,
não conhece a metade
Deste poemário atrevido,
e não menos sagrado.
Da alma e da liberdade
não conhece nada,
Não conhece o verbo,
e nem o sabor da carne.
Do gênio cheio de mar
não conhece nada,
Não conhece nem o rimar,
e nem a alma encantada.
Da feminina doçura
não conhece nada,
Não conhece o recato,
e nem quem devota
O dia rajado de Sol,
não conhece a ternura
Deste rimário tranquilo,
e não menos apaixonado.
Eu te escrevo
como quem beija,
Só para ver se
você me (nota).
Eu vi o Sol desmaiar
de êxtase,
Para acordar nos
braços da aurora.
Nada me saciará mais
Do que você
como alimento,
Dono de um corpo
que me tira a paz;
E de uma fragância
cheia de sentimento.
Eu vi você amanhecendo
no meu peito
Como um lindo Sol
cor-de-coral,
Eu vi você
me levando...,
Para o teu abrigo
(espiritual).
Nada me aquietará
mais,
Do que ser calada
com o seu (beijo)
Pedindo de mim o segredo
que te satisfaz;
Sabemos quando
e como fazer do nosso jeito.
Tudo acontece
quando te vejo,
E até quando te ouço,
Talvez eu nunca te fale,
Embora, sei que
você percebe,
Que o meu corpo
pelo teu sempre ferve.
Neste círculo de condenação,
(íntima)
Cada momento seu sempre vira poesia,
(feminina)
Certamente encantada de vivê-la
Ao menos na (escrita).
Quem me dera ser
repentista nordestina,
- só para cantar
os repentes de menina,
Quem me dar ser
o doce Rio Jacumã,
- só para me encontrar
com o seu mar,
Quem me dera ser
a carinhosa duna,
- só para apreciar
esse calmo desaguar,
Quem me dera ser
o amoroso Sol,
- só para brindar
esse espetáculo de amar,
Descrevendo o amor
e a nossa mística,
- até em dias sem
romance e sem luar,
Escolhi a Paraíba
para descrever e eternizar.
Quem me dera ser
o tempo e ser o vento,
- só para semear corretamente
o sentimento,
Quem me dera ter
nos lábios o sabor de romã,
- só para entretê-lo além da hora
Quem me dera ser
o canteiro de estrelas,
- só para brilhar à beira mar
Quem me dera ser
a água do Rio Jacumã,
- só para com amor
o nosso sentimento regar,
Quem me dera ocupar
a tua vida,
- só para ser o rio
ocupando o teu mar,
E fazer você encontrar
um sentido mais doce,
todas às vezes que me encontrares
para me amar.
Escrevo como quem planta girassóis,
Descansando ao som dos rouxinóis.
Imaginando a cena debaixo dos lençóis,
Porque busco estar contigo a sós.
Eu percebi que jamais irá me abandonar,
Li nos teus olhos a vontade de ficar,
E todo o amor que há de me dar,
Um dia a gente irá se entregar,
Sou a poesia que chegou para abalar.
Escrever versos mal comportados é arte,
Escrevo como quem a ideia persuade,
Para despertar a imaginação,
E despertar em ti a mais louca vontade...
Eu li nos teus olhos a verdade,
Tens loucura por mim,
E bem sabes que sou um caminho sem volta,
Uma verdadeira paixão sem cura.
Uma real presença para a eternidade.
O teu cuidar e a tua palavra dita:
"- Não irei te abandonar...".
Escrevo como quem premedita
As noites de amor que estão para chegar...
É noite, mas para nós é sempre dia,
A noite existe para quem a vê;
E pode até transformá-la em dia.
Com os teus olhos que nos iluminam
E candidamente nos reverencia,
Fazem assaz o raiar do bom dia...
Não resistem, eles fazem existir o dia,
Ousadamente o olhar de alegria.
Vivemos presos aos limites pressupostos,
Proponho rompermos os dogmas impostos,
Organizarmos os canteiros de flores,
E vivermos só de amores -
E dos bons sabores.
Sempre, sempre dos piores,
Seremos os melhores;
Cúmplices, amantes e doces pecadores,
Debruçados e enlevados
Aos significados intensos,
Fazendo dos nossos aromas os mais Suspensos...
Felizmente contigo bom é todo lugar,
Porque te carrego sempre comigo,
Corro completamente da descrença,
Quero confiar que não corro perigo,
Busco por você até quando não me vê,
Optei cultivar a paz imensa...,
Um dia você há de me amar,
E por você não me canso de esperar.
Não canso de dizer que
Adoro sua companhia,
Adoro-te tanto até quando reclamas,
Que escrevo para outros.
Não me feres, só me deixas
Um pouco insegura;
Confio que irás me descobrir -
Aos poucos.
Não farei mais versos
Até o presente momento,
Porque quero saborear
As tuas amorosas súplicas.
E descarregar como bagagem
No mar todas a dúvidas.
Eu não sei quem é poesia ou quem é fotografia,
Existem poesias que são fotografias,
Existem fotografias que são poesias,
É a arte de amar a Paraíba [solanamente todo dia.
É quase uma arte ariana ver o meu amigo
[Solano pegando o bicho [Sol pela rabeira,
Dá para declamar uma poesia e ouvir ao
mesmo tempo uma música perfeita,
- é uma arte inteira!...
O [Sol já foi dormir,
A alvorada daqui há pouco há de acordar,
Por enquanto vou cantando a Paraíba até
o findar da madrugada
- é o encantamento do porvir...
É de fazer até João Pessoa ressuscitar e sorrir,
A Paraíba é um destino
que todo brasileiro tem a obrigação de ir,
- e seguir até Princesa para o amor
encontrar no paraíso do sertão...
Paraíba, linda joia desenhada em raios
de sol e de saia rendada com a cor
azul do mar,
Por ti rego a tua seca com poesia,
sempre que for preciso.
Entrego à ti o meu amor,
o meu juízo e todo dia invento
um doce feitiço,
- só para te ter
E ver você se eternizar...
Quem é patriota e nacionalista de verdade não necessita ser arrogante com povos de outras Nações, e manifesta o amor a Pátria sendo uma pessoa hospitaleira, aberta ao diálogo e ao espírito de reunião sempre que for necessário.
O tempo é como o vento,
Um carrega o outro,
Na verdade, não se sabe,
Quem carrega quem;
Aconselho ires em busca
Do teu infinito bem...
A mente sempre ufana,
O coração jamais engana,
Vá atrás de quem você ama,
Não permita que o tempo
E o vento apaguem a chama;
Entregue-se para quem ama.
Não tenha medo de ir atrás da
[felicidade],
No fundo cada um busca ser amado
[em profundidade],
A vida é um moinho,
[todo mundo sabe],
Quem não é amado como merece:
pode acabar perdendo a
[identidade],
Ame, ame, ame... nunca é
[tarde]!...
Mesmo que tentem atentar contra
O amor que dentro de ti carregas:
Não abra mão, derrube as quimeras.
Seja mais poesia do que melancolia,
E mergulhe de braços abertos
No amor universal - semente celestial.
Um dia tudo se acerta,
Você encontrará a pessoa certa,
E sentirás o aroma da primavera,
Que sempre esteve a tua espera,
E se orgulhará profundamente
De ter feito valer a espera.
Quem não quer
Um amor para cuidar?
Tenha paciência
Para 'encontrar',
Um dia a vida fará
A gente se reencontrar.
O tempo faz
O nosso tempo,
Nada é mais forte
Que o 'sentimento',
Tenho fé que o amor virá
A qualquer momento...
O meu amor alcança
O teu pensamento,
O amor é ponte direta
Para o teu coração,
Foi você que 'mexeu'
Com a minha emoção.
Ainda o teu amor
Ainda não pode me 'ver',
O meu - amor - fará
O teu remexer,
O tempo não deixará
A gente se 'perder'...
Não precisa bater, prender ou chicotear quem pratica um pequeno furto no supermercado.
Os pequenos furtos praticados nos mercados e em outros estabelecimentos comerciais só serão facilmente resolvidos com inteligência, e essa inteligência se chama voluntariado.
Quando uma instituição um pouco mais estruturada recebe voluntários ela oferece geralmente um lanche ou um café no final das atividades.
Eu penso que em relação a essas ocorrências de pequenos furtos podem ser facilmente resolvidas com voluntariado, porque nenhum empresário tem condições de contratar tanto quanto gostaria, e há muita gente passando fome e de baixa renda que precisa de um algum pequeno item de consumo e que seja até uma guloseima para ter ânimo de vida para sobreviver, pois nenhum de nós nasceu para viver desgraçadamente.
Como organizaria isso se eu fosse empresária?
- Pesquisaria no meu estabelecimento vácuos na organização de meus produtos, limpeza e momentos que percebo que os funcionários de alguns setores estão mais cansados.
- Depois de feito esse levantamento estabeleceria a quantidade de pessoas que poderiam fazer o serviço e dividiria numa carga horária máxima de meia hora por voluntário para dar oportunidade para todos.
- Criaria um cadastro (com todos os dados necessários para a segurança da empresa) captar pessoas de baixa renda, desempregados e juventude que moram no bairro e que estejam dispostas a estes voluntariado para obter o produto ou os produtos (a combinar).
Imagino que se alguém resolver adotar essa idéia, esses pequenos furtos podem diminuir, a comunidade pode ficar mais envolvida com o comércio e a juventude que se encontra exposta a risco possa encontrar inspiração para se envolver no mundo do trabalho.
Assim todo mundo fica conhecendo todo mundo, e pode servir até como meio de futuras contratações.
Qual é a sua opinião sobre essa idéia?
Quem incendeia ou contamina o Meio Ambiente deveria ser tratado como terrorista, e não como um 'mero' criminoso ambiental.
Quem vive de amor infinito, Traz no peito uma constelação, Sorri para as dificuldades, Faz dos pequenos momentos uma grande celebração...
Não comento o óbvio para quem quer usar de um meio para se autopromover. O ridículo não merece comentários.
Quem te ama
de verdade
sempre irá
te tratar
da maneira
com romantismo
e a lunar cortesia
que você merece:
Como um
tundra ártico
que com
todo o rigor
do tempo
sempre floresce
mesmo se não
houver eclipse;
Para tornar
a vida colorida
e cobri-los
de paz infinita
misturados
nas flores do amor
e criar o refúgio
das angústias
deste mundo
que é lindo e duro,
e sobretudo incrível.
Sem ter vergonha
nenhuma e como
quem arranca
as pétalas de uma
rosa com a boca:
Nos lábios teus
os meus arrancam
os teus beijos,
Porque por ti sou
perdidamente louca.
Com a companhia
da Lua amável
e você no coração,
esta cena me vem
quase todo dia:
No transe da ambição
que sacode deste
corpo o pó da rotina,
Porque és encanto
e luxuosa perdição.
Uma inspiração
travessa que dança
nos campos meridionais
fazendo com que
não desista do nosso
encontro jamais.
O Brasil deveria utilizar quem for prestar serviço militar
obrigatório para implantar e colaborar na manutenção
de hortas comunitárias urbanas em cidades de todos
os portes como parte de uma estratégia de segurança
alimentar para proteger as populações carentes
e famílias que se encontram em dificuldades financeiras.
O ódio custou muito caro ao Brasil. Quem não se lembra do bordão "eu odeio o Brasil" que foi repetido infinitamente?
Não façam o quê eu faço,
só façam o quê eu mando
A minha vontade
é a Constituição,
E abafem quem
fez a minha indicação.
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