Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Apreciar o quê é belo, aplaudir quem faz algo de bom e se deviar do mau hábito de gostar de problemas desnecessários ajuda na evolução pessoal e do próprio país.
Como quem saboreia
sorvete aos poucos,
Declaro-me altiva
poetisa performática.
Declamando versos,
olhando no fundo
dos teus olhos
e algumas vezes
pintando destinos.
Desvendando cada
um dos teus ocultos
desejos constantes
d'alma apaixonada.
Como quem não
quisesse nada,
vou permanecendo
como tivesse grudada
contigo desde o dia que nasci.
Quando qualquer coisa começa igual, o final sempre será igual. Nós é quem devemos ser diferentes e eliminar o víciode cultivar problemas.
Mais poesia e menos política.
Quem plantou a cana verde
não foi e nem foi você,
Quem plantou a cana verde
foi a poesia para te levar
para comigo no festão dançar,
girando com uma mão só
e eu com a saia a bailar:
Para quem sabe nos teus
lábios de cana a doçura
conseguir encontrar
e o teu coração conquistar.
Sempre que acharmos que não devemos conviver com educação
com quem é bom existirá
sempre alguém que se toca
sobre quem você é de verdade,
E um novo ovo surgirá na porta
da consciência dando origem
a uma nova Cuca adormecida,
assim é a lei que rege a vida.
Quem age como Cuca dormindo
tarde e agindo com maldade
não encontrará mais nem
um único sono a cada sete anos,
e sem se dar conta por estar
afogado no ego apenas existe enquanto a caravana passa,
o galo canta, o destino se cumpre,
o mundo gira e a vida segue adiante.
Conselhos para quem quiser escrever um poema de amor para os seus respectivos amados e amadas:
1- Inspire-se na história de amor de vocês. A História de amor de vocês é única e não queira se parecer com qualquer outra história ou outro poeta. Você pode até ler outros poetas, mas concentre-se na história de amor de vocês.
2- Descreva o cotidiano de vocês.
3- Elogie e se quiser dizer explicitamente eu te amo, não economize.
4- Se quiser descrever os sentidos e os sonhos que este amor provoca em você dependendo do seu ambiente cultural e do nível de profundidade do seu relacionamento também escreva.
Quem se mete
com os protegidos
do Nego D'Água,
do Minhocão do Pari
e do Pé-de-Garrafa
não sabe a ideia
que está arrumando,
Não ignore o quê
estou te avisando,
Depois não diga
que não te avisei.
Quem pensa em
rebelar-se contra
o bem que faz
morada no coração,
Acaba virando
Quibungo de si
mesmo neste mundo,
E depois do feito
não tem mais jeito.
Para quem vive
como boi-tatá
sempre haverá
o mesmo final
sem nada
incluir ou excluir;
faz parte
do que é natural
e do sobrenatural.
(O Mal se consome sozinho).
O amor é como água,
terra e ar,
O amor está por
todo o lugar,
Se você ama,
quem sou eu
na vida para te criticar.
O Sanguanel da lenda
só existe nela e no poema,
Cuide das suas crianças
porque o mel quem
nos dá são as abelhas,
O mundo não oferece
para a vida doces esquemas.
A altura e o sabor
dos cocos dos Jerivás
contam a histórias
de quem experimentou
a infância com os pés
na terra e andou
de braços dados com
a verdadeira poesia,
Ficar contente só de rever
os Jerivás dançando no raiar
do dia remete que ainda
mantenho a original alegria.
Buscar Cajás frescos
para te seduzir,
Te beijar com
poesia para o teu
amor encontrar,
E quem sabe um
dia a gente se casar.
O Matracão pousou na janela,
eu posei em pleno poema
para quem de mim não
se esqueça e para o nosso
amor na vida você se renda.
Ofereço com ternura
uma Cattleya bicolor etérea
como quem leva dias lapidando
as palavras para escrever
um poema de amor para ser
levado no bolso para onde for,
reler atento a todo o instante
e reviver com intensidade
o impulso a cada nova flor
(Porque eu sou o seu amor,
e você é o meu amor);
No seu peito a tatuagem invisível,
na mente presença inabalável, indivisível nos teus sentidos,
convergente nos caminhos
e tudo aquilo que você imaginou.
Estar sempre presente
por cada Jitirana diferente,
Daqui para frente
quem sabe ser constante
na poesia sergipana,
Espalhar-me em noite
estrelada e de Lua Cheia,
Ser voto de amor
para a sua vida inteira,
É pela sua existência
todos os dias escrever
romântica um novo poema
para que atlântico me tenha.
Quem nesta vida
nos avisa amiga é,
estas palavras não
são frutos das minhas
incontáveis poesias,
saiba quem as falou
não está mais viva:
- O maldito usa todos
como meio para se
segurar no poder
e manter muitos
sob o seu comando,
ele usa, faz e se desfaz
e nunca deixou
ninguém viver em paz.
Só sei que o maldito
além de atropelar
os outros povos,
do próprio povo
nunca teve pena,
da minha parte
jamais é cantilena.
Dúvidas não faltam,
perguntas sobram,
cabeças fechadas,
aeroportos fechados,
muitos ainda calados
e muitos cansados.
O mercenário que
queria fazer História
virou lenda por
avisar da urgência
de fazer ajustes,
e por ter ganho
o coração do povo
modesto que só viveu
a vida inteira e vive
a brutal reprimenda.
Quem tirou a vida
do mercenário
caçou a última utopia
do povo que nunca
teve oportunidade
de viver em liberdade.
A verídica inteligência
não faz pacto com
a intransigência,
Para cada baioneta
apontada revida
sempre com um poema
de cabeça erguida
derrotando o inimigo
dentro da própria casa
sem avançar fronteiras.
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