Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra

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O amor é um poema essencialmente pessoal.

Apenas um homem de gênio ou um intriguista se atrevem a dizer: «Fiz mal». O interesse e o talento são os únicos conselheiros conscienciosos e lúcidos.

O mundo não deve ter fronteiras, mas horizontes.

O homem mais sensível é necessariamente o menos livre e independente.

Ensinam-nos a viver quando a vida já passou.

Viver é o meu trabalho e a minha arte.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.

Hoje, setenta por cento da humanidade ainda morre de fome... e trinta por cento faz dieta.

É preciso que um autor receba com igual modéstia os elogios e as críticas que se fazem às suas obras.

Se você olhar atentamente você verá que existe apenas uma coisa e somente uma coisa que causa infelicidade. O nome desta coisa é apego. O que é apego? Um estado emocional de aderência causado pela crença de que sem alguma coisa particular ou alguma pessoa você não consegue ser feliz.

A fé é a consolação dos miseráveis e o terror dos felizes.

A utilidade da virtude é de tal modo evidente que os maus a praticam por interesse.

Os soberbos são ordinariamente ingratos; consideram os benefícios como tributos que se lhes devem.

A sabedoria é geralmente reputada como pobre, porque não se podem ver os seus tesouros.

O homem que despreza a opinião pública é muito tolo ou muito sábio.

É mais fácil refutar erros que descobrir verdades.

Todos reclamam reformas, mas ninguém se quer reformar.

Os acontecimentos políticos humilham e desabonam mais a sabedoria humana que quaisquer outros eventos deste mundo.

Mors Amor

Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite nas fantásticas estradas,

Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?

Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido, no porte,
Vestido de armadura reluzente,

Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: "Eu sou a morte!"
Responde o cavaleiro: "Eu sou o Amor!"

A variação quantitativa de tensão da realidade originária dá origem a todas as coisas.