Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Vivemos num mundo ("sociedade" do Séc XXI) em que, nem liberdade de termos um Twitter temos por causa do ódio, da inveja e da cobiça.
Entre vocês
A primavera está ausente
nesta natureza,
pois tem beleza neste meu mundo imaterial
formosura ambiental que me encanta
renovando as memórias do meu querer
partindo para as alianças de outro ser.
Será que o mundo tem solução?
Será que não vivemos uma ilusão?
Será que as pessoas são sinceras?
Será que podemos confiar nelas?
Será que um dia não haverá mais
guerras?
Será que um dia viveremos em paz?
Será que um dia todos terão terras?
Ou ainda viverão na miséria?
E sempre que temos uma resposta
Mil perguntas nascerão
Será que isso tudo é real?
Como dizia René Descartes
"Penso, Logo Existo"
Gotas de inspiração
Abro minhas mãos para o mundo
Ofertando um feixe de luz.
As gotas da última chuva,
Incidindo sobre as palmas
Destas mãos em oferta,
Descerram pequenino arco-íris
Que, num arco sobre o mundo
Colore as paletas dos artistas.
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
O cerne e o rosto
Velho rosto
Vetusto cerne;
Há em ambos
Linhas do tempo.
Na vida vegetativa
O tempo sulca a inconsciência;
Na vida humana
Sulca o tempo a consciência.
Em cada face
As linhas contam anos:
No cerne resplandece a Terra;
No rosto resplandece Deus!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
Revelação
Quis um dia palpar nuvens
Represar lágrimas do céu
Prender raios de sol;
As nuvens se desfizeram
As lágrimas o chão secou
Os raios a noite levou.
Quis um dia cantar a liberdade
Ensaiar o bailado dos pássaros
Voar o voo do condor;
A liberdade bailou com os pássaros
O condor voou com as nuvens.
Quis um dia sonhar com Deus;
Acordei e vi somente o homem,
Mas, vendo apenas o homem,
Vi também a mão de Deus!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
ESTRADAS
Sou viajante peregrino
Em terra de todos
E de ninguém;
Viandante do pó
Andarilho da esperança
Caminheiro das estradas
Buscando...
Ao acalento do sol
Ao frescor das chuvas
Ao canto da natureza
Caminho entre hinos da vida.
Romeiro dos templos humanos
Contemplo maravilhas
E misérias,
Na confusa amálgama
Dos pensamentos.
As estradas as conquisto
Com minhas pegadas ocres.
Deixo em cada curva
Pedaços de histórias:
Planto cruzes
Colho dúvidas
Recolho restos
Junto fragmentos.
Sou viajante peregrino
Apoiado no bastão
De minha vivência.
Andante solitário,
Buscando...
O mundo pode até te olhar de uma forma estranha, mais saiba que o que você é o mundo não pode tirar. Seja forte, corra e encare a vida como se nada mais importasse, pois o hoje é melhor do que o ontem. Viva e sinta a vida em sua vida.
Interessante este mundo. Dizemos que uma pessoa é única, mas na primeira discussão abrimos uma caixa de possibilidades.
Todos gostaríamos de ser cegos para os males deste mundo, embora ninguém possa desaprender a verdade.
Nem tudo me atinge, não sei mais o que pensar. Parece um mundo de ignorantes onde poucos conseguem entender e alguns se misturar. Faltam palavras, dizem que querem ser ouvidos, mas ninguém deseja ouvir.
Mundo estranho, os inteligentes se calam e os tolos falam. E o fato de estar escrevendo agora faz de mim um possível idiota, mas nunca se esqueça que é sempre bom falar algumas idiotices com tom de ironia e verdade.
O sono pode sonhar á noite,
Que pouco compreender! E como ser criança maravilhosa no mundo cheio de fantasia onde a lua brilha todas as noites no mesmo lugar, á noite e um segredo! Que se transforma no amanhecer, sonhos reais.
Certas mudanças aparentam ser o fim do mundo, ai você pisa no chão e vê que é apenas o início de uma nova era.
Todo mundo sorrí do palhaço feliz e trapalhão.
Todo mundo sorrí quando o palhaço feliz vai ao chão.
Todo mundo sorrí da sua maquiagem e do seu engraçado nariz.
Mas ninguém sabe que o divertido palhaço, sem o seu disfarce, é só mais um homem infeliz.
No espetáculo da vida todo mundo é artista. Alguns escrevem seus próprios roteiros, outros improvisam em cena... E o improviso é um talento, onde até o desatento ganha atenção.
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