Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Posso perceber quando não sou do agrado de alguém e, para ser honesto, não tenho interesse em conviver com muitas pessoas.
Sou introvertido e recarrego minhas energias passando tempo sozinho, mas isso não significa que não gosto de companhia.
Sou uma pessoa autêntica e valorizo a conexão genuína com os outros, e isso significa ser socialmente seletivo.
Sou socialmente consciente, mas também preciso de tempo para mim mesmo para recarregar minhas energias.
Não sou mais inteligente que você, só tive mais oportunidades de errar e aprender com isso. Meus conselhos são frutos desse aprendizado.
Tenho minhas falhas, mas graças a Deus, não sou tolo a ponto de achar que festa, bebida e corpo alheio preenchem o vazio de uma alma vazia.
Tatuagem
Vou tatuar o meu corpo
Com um Escorpião
Porque sou racional,
Mas destrutiva de coração.
Não, não - Vou tatuar Ideograma japonês.
Representando a minha índole refinada
Pelo meu bom gosto estético
Fidelidade e amor.
Oras! O Coração em chamas
Para mostrar o meu domínio
Tipificar este poder
Apenas cognitivo do meu ser.
E o Tubarão?
Caminho na solidão
Curiosa por missão
Sem submissão.
Vou, é tatuar um Dragão
Para sentir o meu controle
Meu desejo
Minha auto-afirmação.
Ou caio na esparrela
Tatuando os símbolos Tribais
Neste motivo abstrato
Voltar-se-ão olhares que sinto escasso.
Ou uma Lagartixa?
Para manter o meu autocontrole
E a contenção dos sentimentos?
Que lamento! Tatuagem.
"É singular constatar que mesmo sem intenção consciente sou expropriado de mim na lembrança que em ti habita como se a memória fosse mão estranha que me usurpa o ser e nele finca uma lâmina invisível cada nota um golpe cada instante uma gota cada silêncio uma lágrima e assim sou aberto por dentro rasgado no âmago diante de um vazio infinito que não consola nem responde apenas permanece como presença imóvel e severa"
CATEDRAL DA CISÃO INTERIOR.
Há dias em que sou lâmina
há noites em que sou abismo
Em mim a razão constrói altares
logo depois o delírio os incendeia
Penso com rigor antigo
sinto com fúria primitiva
sou ordem que se ajoelha
sou caos que aprende a rezar
A lucidez ergue-se como torre
a vertigem responde como mar
uma promete sentido
a outra exige verdade
Carrego duas coroas invisíveis
uma de espinhos silenciosos
outra de luz que cega
Quando amo sou excesso
quando penso sou ruína
e no centro desse império partido
governo-me sem trono
Ainda assim caminho
pois mesmo dilacerada
a consciência avança
como dor ferida que se recusa a cair.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
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