Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso

Cerca de 427861 frases e pensamentos: Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso

⁠Não importa o que pensam de mim, importa o que Jesus já fez por mim. Nele sou forte, digno e preparado para um novo tempo!

Inserida por isaqueramon

"Não peço muito… só quero sentir que sou importante sem ter que me explicar."

Inserida por Lindalvamachado

Hoje sou onda no tempo.⁠

Inserida por marcia_mello_4

⁠Sou competitivo por natureza. Não quero que ninguém tenha sucesso.

Inserida por pensador

⁠Sou aquele que foge tanto dos vivos como dos mortos. Caçado por saqueadores. Assombrado por aqueles que não pude proteger. Assim eu vivo nessa terra. Reduzido a um único instinto: sobreviver.

Inserida por pensador

⁠A cada dia, sou forçado a interpretar um papel, a usar uma máscara que não me pertence.

Outlander: Blood of My Blood
1ª temporada, episódio 2.
Inserida por pensador

⁠Sou feita de pétalas de rosa
Cheirosa, delicada e bela
Transmito paz, harmonia e bondade
Mas também carrego um pingo de maldade
Como todo mundo, sou um pouco sensível
Mas o mundo não sabe ser compreensível

Meus espinhos podem lhe machucar
Mas calma, isso vai passar
Posso parecer um pouco grossa
Porém, todos têm uma mossa
Entendem como o mundo é injusto?
Por isso fico escondida num arbusto.

Inserida por raizesdaarvore

⁠Não sou adepto de classificações taxonômicas dos sentimentos.

Inserida por pensador

⁠Sou uma garota tão triste.
E me sinto tão feliz assim.

Inserida por indra_souza

⁠Sou mecânico. Minha guerra é contra escapamentos enferrujados.

Inserida por pensador

⁠Sou escancarada. Falo muita bobagem, muita brincadeira. Não dá para me policiar. Sou uma pessoa que, se eu tentar me vigiar, vou estar me matando. Vou estar matando a espontaneidade da vida em mim.

Angela Ro Ro
Marthe, Marcelo. ‘Essa mulher já foi minha!’ Confira 7 frases impagáveis de Angela Ro Ro. Veja, 8 set. 2025.
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Inserida por pensador

Vida após armário intelectual

⁠Sou uma mulher, negra e servidora pública que sempre buscou fazer o melhor trabalho na instituição. Por anos, vivi em um "armário intelectual", escondendo parte de quem eu era.

Trabalhar na educação pressupõe que as pessoas sejam mais instruídas, menos preconceituosas e mais afetuosas. Mas, no início, ouvir comentários homofóbicos direcionados a colegas abertamente gays ou lésbicas na instituição me causou medo, me fazendo voltar ao "armário" em que fui criada em minha casa. Por muitos anos, foquei apenas no meu trabalho. Pouco importava o que pensavam, pois o que prevalecia era minha dedicação profissional.

Com o tempo, fui reconhecida pelo meu trabalho e, ao conhecer novos grupos dentro da organização, aprendi a me impor e a me respeitar, vivendo de forma independente da minha identidade de gênero ou sexualidade.

Participei de meus primeiros eventos sobre sexualidade e diversidade. Essa experiência foi transformadora, a ponto de eu passar a defender publicamente temas relacionados à diversidade no ambiente educacional. Isso não significa que o preconceito tenha acabado, mas hoje não sou mais aquela que vivia no "armário social".

Aos poucos, o armário virou um guarda-roupa de roupas coloridas e dedicadas à diversidade, à verdade e à escolha de ser quem sou. Hoje, vivo para mim, por mim e para a sociedade, com a beleza e a liberdade de ser quem sou, independentemente do que digam ou pensem.

Hoje, sou a protagonista da minha própria história e da minha personalidade forte, nordestina, feminista e diversa. O mundo em que vivemos é construído por nós. Mesmo que alguns acreditem que vida pessoal e profissional sejam coisas diferentes, temos todo o direito de sermos felizes com quem desejarmos. Somos livres para sermos profissionais e, ao mesmo tempo, homossexuais, bissexuais, lésbicas, transexuais ou qualquer pessoa da sigla LGBTQIA+PN.

Minha realização moral me permitiu entender que não me importo mais com a opinião dos outros. O que sou e quem sou depende apenas de mim.
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Não sou mais uma menina...
Minha pele não é mais de porcelana e nem meu cabelo a cor natural.
Meus olhos necessitam de ajuda e meu corpo não obedece mais a disposição cerebral.

Não sou mais uma menina...
Conheci muita gente,
Poucas vieram e ficaram.
Outras deixei ir e outras passaram.

Não sou mais uma menina...
Prefiro enxergar detalhes.
Apreciar momentos com louvor.
Valorizar o presente, o futuro não me pertence e lembrar do passado como grande professor.

Não sou mais uma menina...
Vivi alegrias e realizações.
Vivi também tristezas e decepções.
Disse : Obrigada! Quando acertei.
Disse : Perdão! Das inúmeras vezes que errei.

Não sou mais uma menina, pois tenho aprendido a contar meus dias para alcançar sabedoria
Amadureci e se Deus me permitir, continuarei neste processo progressivo dia a dia.

Inserida por carmen_franco_1

⁠“Sou um paradoxo vivo: louco e lúcido, tímido e ao mesmo tempo ousado, frio como o silêncio da noite e caloroso como um sorriso inesperado. Carrego a gentileza nos gestos, mas também o peso do silêncio que me acompanha; sou amante da natureza em cada detalhe, das flores ao vento, e ainda assim me encontro vazio em boa parte do tempo. Sou de lua, mutável, um maluco apaixonado que sabe se desapegar sem perder a intensidade. Não compreendo plenamente meus próprios sentimentos — ora me afogo neles, ora os deixo escapar — mas talvez seja exatamente nesse mistério que resida a essência do que sou.”

Inserida por gabriel_livre

⁠Águia não sou, meu Senhor
Dela trago tão somente o olhar
E também, no coração
A aspiração do Seu voar,
Quero em meu posto ficar
A fitar o sol do amor,
Passarinho é o que eu sou nas mãos do meu Senhor

Irmã Kelly Patrícia

Nota: Trecho da canção Passarinho.

Inserida por pensador

⁠Tô experimentando, sou um bicho.

Inserida por pensador

⁠Sou Orfeu, e às vezes Eros. Outras ocasiões disfarço-me de mim mesmo. São meus “eus”.

Inserida por ricardo_oliveira_1

⁠Sou pessimista em relação à humanidade, mas otimista em relação ao planeta. O planeta vai se recuperar. Está cada vez mais fácil para o planeta nos eliminar.

Sebastião Salgado
Photographer Sebastião Salgado at 80: ‘They say I was an aesthete of misery’. The Guardian, 8 fev. 2024.
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Inserida por pensador

Quando sou atingido pela dor, procuro ocultá-la na minha aljava, para usá-la na alegria sem me machucar.

⁠“Não se trata apenas de existir, mas de reconhecer no que se vive. Meu corpo é real ou sou prisioneiro do próprio sonho?”

Inserida por luizaantunescalegari