Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Hoje sou mais ser;
Quero mais é compreender;
Que a vida não é só ter;
E não é só enxergar, tenho que realmente ver;
Dialogar e não gritar e de mansinho cada palavra dizer;
Entender que ser razão nem sempre me traz prazer;
Ter gratidão é sempre o meu dever;
A boa ação, procuro todos os dias fazer;
Pois o que me resgata de verdade; é saber viver;
O que me torna sábio é entender;
Que o amor é a fonte inesgotável de todo florescer.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
A minha morada é de paz;
Caminho sem o peso que deixei pra trás;
Hoje sou capaz de enxergar o que é valor;
Sou leve, sou fé, sou forte, sou amor;
Apanhei e aprendi,
Não sou o mesmo de ontem e renascido estou aqui.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
Não aceito ser ou receber pela metade;
Sou única;
Quero exclusividade.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
- O último poeta do novo tempo
"Sou poeta mas também sou perverso,
Sou gentil mas também dou desprezo".
Sou palpável, falo e escuto, e mesmo assim sou malvado. Ninguém viu, ouviu ou tocou Deus, mas continuam afirmando que Ele é bom. Isso chega a ser absurdo.
Duas coisas me levam a buscar agradá-lo: carência carnal ou loucura. Em suma, sou 99% irredutível e 1% animal.
Em vez de inteligente, diga que sou esforçado! já é um grande peso ter que superar minhas próprias expectativas.
Sou a favor dos direitos iguais? Não... Acredito sim que as mulheres têm é que ter mais direitos que os homens... só por ter nascido mulher.
Domínio
sou protegido pela água e pelo fogo.
Pela altura e pela profundidade.
Pela rosa e pelo espinho.
Por vilões e mocinhos.
Pelo Anjo e o Demônio.
Pela mentira e pela verdade.
Pelo Céu e pelo Inferno.
Pelas TREVAS e pela Luz. Pelo homem e pela mulher. Pelo preto e pelo branco.
Pelo TODO -PODEROSO Deus e pelo Diabo.
Pela noite e pelo dia.
Pelas duas estações frias e pelas duas estações quentes.
Tenho a proteção do mundo invisível no visível mundo.
"Minha escolha sempre será a paz, mas sou forte o suficiente para ser perigoso. Pessoas ruins não respeitam bondade que vem da fraqueza."
Não sei ficar quieto
Falo além da conta,
Por isso sou poeta
Sigo gastando palavras
Vou contando histórias,
Assim aliviando a alma
Do que pesa dentro de mim...
A vida dolorosa,
No poema triste.
E sigo minha intuição,
Entrando por portas
Onde não sou bem-vindo.
Dizem que, aqui,
O amor deixou de existir
Tudo é abstrato,
Pura ilusão.
Sou pele em alerta,
respiração aberta,
fome que aprende teu nome no escuro.
Cada aproximação tua me rasga por dentro,
sem ferir — só abrindo.
Passageiro sem destino
Sou aquele tipo de gente que insiste, que vê o que não existe...
sou triste.
Sou aquele tipo de gente que não desiste, que espera, que labuta...
vivo na luta.
Sou aquele tipo de gente que persiste, que não para, que continua...
vivo no mundo da lua.
Sou aquele tipo de gente que você ama, que você quer, que não cansa de procurar...
trago a esperança no olhar.
Espero o que não existe,
sou triste.
Encontre o que você quer,
em mim - sua mulher.
Passageiro clandestino, sou eu o seu destino!!
A cada dia sou surpreendido pela decepção que surge quando as certezas sobre as pessoas se revelam ilusões.
QUANDO A PORTEIRA SE ABRE!
Há dias em que sou princípio.
Eixo.
Coluna erguida no meio do vendaval.
Defendo a vida como quem acende lamparinas
em territórios onde a noite insiste.
Meu verbo é justiça.
Meu gesto é permanência.
Mas há dias,
em que o existir me enverga.
E algo dentro de mim range.
Não é descrença.
Não é abandono do que acredito.
É o corpo lembrando de todas as lutas
que a alma sustentou em silêncio.
Vem primeiro um abalo,
não na ideia,
mas na carne.
Um peso que não tem nome,
uma vertigem que não pede licença,
uma névoa que atravessa o pensamento
e colore tudo de nefasto.
É quando a porteira se abre.
E os pensamentos que eu sei que não sou
correm pelo pasto da minha mente
como bois assustados.
Eles gritam exageros.
Sussurram desistências.
Inventam um mundo sem saída.
E eu, por instantes,
exagero nos goles da dor.
Bebo como se a tristeza fosse água
e a razão, pequena demais para conter o dilúvio.
O sentimento derruba a lógica
sem piedade,
sem perdão.
Mas ainda assim,
há algo que permanece.
Mesmo quando tudo em mim vacila,
há uma centelha
que observa.
Ela não grita.
Não acusa.
Não foge.
Apenas permanece.
E é ela
que me lembra,
quando o vendaval cessa:
Eu não sou a tempestade.
Não sou os pensamentos que me atravessam.
Não sou o peso que me curva.
Sou a consciência que atravessa a noite
e ainda escolhe amanhecer.
E mesmo que a porteira se abra outra vez,
mesmo que o abalo retorne,
há em mim
um princípio inegociável
que nenhuma dor consegue desalojar:
defender a vida,
inclusive a minha.
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