Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
O que será que falta em mim?
Será que não sou tão bonita
ou não tenho um corpo tão belo?
Será que tenho espinhas demais?
Será que sou fedida?
Será que não sou tão magra como as outras garotas?
Será que falo demais ou sou muito chatinha às vezes?
Talvez o problema não esteja na minha aparência, talvez esteja na minha alma.
Pessoas chegam em nossas vidas cheias de alegria e paixão,só Não sabem elas que sou um assassino de variáveis.
Sou feita de fragmentos indomáveis,
de partes que sangram poesia e sobrevivem ao caos.
Não sou calma — sou mar em ressaca,
sou lucidez depois do excesso,
sou o que fica quando tudo vai.
Carrego amores mal resolvidos no bolso,
cigarros que nunca acendi,
promessas quebradas no fundo do peito
feito garrafa jogada no asfalto da memória.
Tem dias que me reconheço inteira no espelho,
noutros, só vejo estilhaços.
Mas ainda assim eu vou —
de salto, de risco, de coragem torta,
porque parar nunca foi opção pra mim.
Me perco fácil nos olhos de quem sente demais,
me encontro rápido na música alta,
num verso cru, num gole amargo,
num “fica” dito sem planejamento.
Sou feita de falhas bonitas,
de ruínas que aprenderam a florescer.
E mesmo em pedaços, eu ardo,
eu canto, eu erro, eu amo —
porque ser inteira nunca foi sobre perfeição,
sempre foi sobre intensidade.
RELAÇÕES
Sou feito de mim mesmo e das circunstâncias. Entre o que somos e o que as circunstâncias nos fazem ser, nasce o que podemos vir a ser.
Não somos nem pura essência nem mera circunstância, somos a dança criativa entre ambas.
Andaime
Separado nada sou
Não chego a lugar algum
Fico sem forças
Com as minhas partes juntas fico mais forte
Chego a lugares inimagináveis
De peça em peça chego aos céus
Mani, você é meu
I'm yours
Meu pedaço de paraíso
Sou a sua maçã
Mais que manancial
Você é a própria benção
Mani, oca
Dentro de mim
Muito mais money for us
Você é o meu Maná do céu
Subiria cada degrau a vida toda
Toda vida
Sendo abduzida por você
Iria aos desertos dos teus olhos
Sentiria o vento da tua boca
Viveria nas águas da tua boca
Para sempre
Enquanto houvesse areia no deserto, nos mares, nos oceanos
Enquanto houvesse vida
Enquanto houvesse existência
Não busques em mim a sombra já finda,
a melodia que o tempo calou.
Sou o novo verso em página ainda límpida,
a alma que refez e se revelou.
Sou apaixonada por tudo que me desafia.
Tudo que é dificil me atrai e me convida
a descobrir até onde posso ir e quais
sao os meus limites. E tenho convicçao
que tudo que é conquistado nesses termos,
com duras lutas, grandes sacrificios, nao
se perde e nem escorre pelos dedos. Por isso,
o facil nunca interessou e nem faz parte dos
meus planos... Eu gosto mesmo do IMPOSSIVEL!
Sou autêntica em cada detalhe. No meu lar, nas redes sociais, na roda de amigos, nas ruas ou em grandes eventos, você encontrará a mesma identidade, a mesma Raquel de sorrisos largos e o abraço apertado. Sei caminhar por palácios me assentar entre príncipes mas também sei caminhar nas vielas e estar na simplicidade de uma comunidade. Do básico ao extraordinário, continuo sendo eu, essa é minha essência.
Nas entrelinhas me ensinou, Que amor em ti jamais brotou. “Sou livre, faço o que quiser, Não fico presa a um qualquer.”
Baixei minhas armas por amor, Falei de mim, mostrei minha dor. Você sorriu, tão desprendida. Pensei que eras minha flor querida.
“Garota, leia o suficiente para que apenas a sua presença diga: não se meta comigo, porque sou inteligente.”
Bom dia! Jesus nos abençoe a todos.
“Tu dizes que sou criança, criança bem sei que sou! Porém lembrarás com saudades, da criança, que tanto um dia te amou”...
(Zildo De Oliveira Barros)
Asa quebrada
Sou um anjo de asa quebrada
Triste, desolado, aos pedaços
Esquecido pelo tempo
Vivendo numa selva de carne
Sem rumo, sem sentido
Sem abrigo da chuva ácida dos dias
Vivendo das migalhas de afeto do concreto
Vertendo sangue e lagrimas de tristeza
Sou um anjo de asa quebrada...
Com seu coração remendado, cheio de amor, na mão!
Angélica F L Masullo
Não sou poeta!
Os poetas se retratam nos versos que entrelaças
Nos rabiscos do seu lápis! Papéis escritos entre graças
Às vezes se vê os choros de algumas almas em desgraças
Mas no unir das saudades, rabiscando se maltratas...
Não sou poeta ou poema! Nem rimas mesmo eu sou
Não se rimas dores minhas com a palavra amor
As saudades de minha alma não rimas mesmo com flor
Eu já rimei em outrora! Um sonho e um sonhador...
Alguns às vezes no agrado de poeta me chamaram
Não rio, e não faço troças! Às vezes eu mesmo calo
Rabiscando entre estas linhas minha alma entrelaçaram
O seu pensar e o meu! Talvez almas que se amaram...
Poetas escrevem com técnicas! Eu rabisco sem noções
O que me importa é o pensar! Que se esvai do coração
Se tu leias meus rabiscos? Sinal que tens emoções
Às vezes por entre as linhas se vê neles com razão...
Mas continuo em rabiscos meus pensares escrevendo
Talvez de mim faças troças nas linhas que tu vais lendo
Mas se chegares a ler! Verdade que não condeno
Devo deixar te intrigado! Nos meus rabiscos se vendo...
(Zildo de Oliveira Barros)19/04/13 12h00min
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