Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Eu
quando olho nos olhos
sei quando uma pessoa
está por dentro
ou está por fora quem está por fora
não segura
um olhar que demora de dentro de meu centro
este poema me olha
Quem sabe eu me acerto por aqui e você por aí, e a gente se encontra só pra dizer que tá tudo bem, que foi legal, e que deseja sorte.
Eu vou de buzão só pra pode te admirar, com uma vontade de correr e te abraçar, ai quem me dera se essa rua fosse minha, só andava descalso pra nela sempre tocar.
Vida
Sei que haverá problemas em minha vida,
mas quem disse que eu não estou disposta á
sofre-los?
Sei que haverá momentos de angustia, mas
quem disse que eu não posso passa-los?
Minha vida não é somente um mar de rosas,
ela é um livro, este tem vários temas; alegria,
amor, tristeza, dor, amizade... A cada dia este
livro é interessante.
A vida é uma escola, a cada dia se tem novas
lições, e cabe apenas á você aprende-las.
Tem dia que você erra, mas você acaba adquirindo
experiência.
Um dia você esta de pé, outro você está no chão.
Se você é astuto nunca fica no chão, sabe se impor
perante os desafios. Sabe que o chão é o lugar dos
perdedores. Você sabe que passar os desafios não
é fácil, quem disse que seria!? O nome já diz;
DESAFIO!
Me diga; em que trecho o seu livro está?
Se queres um trecho bom, eu lhe dou um; Mudança.
Mudar!? Sim!
Somente você sabe por onde...
Eu invejo quem ignora os motivos da dor. A inocência é linda, o não saber é reconfortante. Eu sei o que eu sinto e sei o motivo de sentir. Sei finais escritos e imprevistos.
Eu não te pergunto nada, não te peço nada, até não me preocupo onde e com quem você esteja. Mas toda noite eu sussurro bem baixinho até o sono vir: me ama por favor.
O humor é irmão da poesia, o humor é quem denuncia, eu não tenho possibilidade de consertar nada, mas eu tenho a obrigação de denunciar tudo, o humor é tudo, até engraçado.
POV:
Eu não precisava ser salva à força.
Precisava ser vista.
Quem me conheceu de verdade
sabia onde eu cessava,
onde o peso começava,
e ainda assim escolheu a pressa,
não o cuidado.
O resgate nunca foi sobre coragem.
Foi sobre atenção.
Sobre permanecer quando não era fácil me mover.
Talvez, se meus limites tivessem sido respeitados,
eu não tivesse precisado me perder
para tentar me encontrar.
Não tenho medo de viver sem você, eu tenho é medo de me desapaixonar. Se isso acontecer, por quem eu vou sofrer? de quê eu vou escrever?
E quem disse que eu gosto de você? Eu gosto do meu quarto, do meu computador, gosto de ver filmes, as vezes gosto de ler, posso até dizer que gosto de estudar. É, eu gosto de tudo isso, mas você? Ah, você EU AMO.
Ressurreição Silenciosa
Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.
Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.
E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.
No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.
E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.
Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.
Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.
Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.
Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.
Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.
Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.
Mas eu…
eu ainda quero renascer.
10 de Dezembro 2024
É então um mundo de fórmulas a que eu obedeço e tu obedeces? Sem ele não poderíamos existir. Se víssemos o que está por trás não podíamos existir. O nosso mundo não é real: vivemos num mundo como eu o compreendo e o explico. Não temos outro. É a voz dos mortos insistente que teima e se nos impõe. Mais fundo: não existem senão sons repercutidos. Decerto não passamos de ecos.
As vezes sinto que eu perdi o meu "eu"
As vezes eu acho que não sou ninguem
Nesse momento da minha vida não me animo com quase mais nada
Apenas musicas, artes.
Qual seria o sentido dessa vida?
Sera que ao menos tem sentido em tudo isso que vivemos?
Muitas perguntas, poucas respostas.
Muito futuro poucas perspectivas.
no meio de tudo isso o que me consome é a depressão é a melancolia
talvez eu deveria mostrar isso pra minha psicologa.
afinal eu tenho mentido ate pra ela que estou bem.
Talvez eu nunca descobri o que é estar bem.
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