Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Não sei o que dizer, sei o que sinto, e o que sinto é vontade de dizer... É um ciclo sem fim, sem saída sem luz, tudo parece sempre o mesmo, e o mesmo sempre me faz sentir mal...
"Deseje trabalho e felicidade para os seus inimigos, uma pessoa feliz e ocupada não enche o saco de ninguém."
Lá fora faz sol, lá fora tem brilho, lá fora tudo estar quente, lá fora tem sorrisos, aqui tem eu, lá fora você...
Hoje eu estava mais uma vez rodeada de pessoas, pessoas felizes que conversavam e sorriam, mas eu não sabia o que eu fazia ali, parecia mais desconhecidos do que minha família.
sou nova nesse papo de amor , mais já ´passei por muita coisa nesse meio tempo para saber q aquilo q vc ama vai embora ...
vou dizer q amo meus problemas para ver se eles também vão .
Sou professora há nove anos. Nesse período, muitas crianças tentaram me assustar de diversas formas, e sabe o que eu aprendi? Que eu sou muito mais corajosa do que as pessoas pensam. Incluindo eu mesma.
Não sou um sábio, e nem tão pouco um poeta.
Sou apenas um passageiro da vida nesse trem chamado "DESTINO".
Depois, que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desata os nós
PARABÉNS PRA MIM - PAULO FERNANDO - MENINO CONFUSO
PARABÉNS PRA MIM 🎉 21🍾
Eu sou humano, mesmo sem controle dos meus próprios medos, aonde as minhas dores me cercam e parecem que vão me consumir. Meus pés se encontram feridos dessa caminhada espinhosa e, esse medo tem se tornado o meu tormento, estiver sozinho me mostra que não terei ninguém comigo.
Mas, foi aí que as lágrimas caíram e eu te conheci transformando os meus medos no meu “Porto Seguro” me abraçando e tirando todas as dores que estavam dentro de mim para si, e me fez flutuar em teus braços de amor.
Você me fez ser forte novamente em meio às dificuldades, diferença e ódio que hoje nos cercam. Fez-me acreditar em você no momento em que enxugou as minhas lágrimas e falou que está sozinho não é pra ter medo, e sim pra fazer de si mesmo o seu jardim secreto, com as mais belas flores desse mundo.
Nesse mundo não irei viver sem chorar, pois, as perdas, os ganhos, tudo isso vai fazer parte da minha vida e tudo Ele vai estar comigo, foi por isso que Ele morreu por mim em uma cruz, para que eu soubesse do seu imenso amor por mim, mesmo eu não sendo merecedor
Ele me fez lembrar, que quando eu quis me jogar de um penhasco para baixo, ele estava lá, me mostrando o quanto me ama e por fim me salvou. Ele me fez ver que o eu sou a minha prioridade e que a vida pode ser diferente quando eu for objetivo no que eu realmente quero, e que a felicidade estará sempre presente, basta apenas eu a chamar.
Ele me fez lembrar que quando o inimigo quis me tragar ele falou “esse não, ele é meu, e eu sou dele” não aguentei chorei, e me lancei aos seus pés, e me entreguei por completo.
Quero chegar mais perto todos os dias dele, mesmo com tanta vergonha das coisas erradas que eu fiz, e agradecer a Ele pelos motivos de está vivo, e hoje Ele me dá mais uma primavera para eu florescer jardins desflorescidos com meu sorriso lindo, muito lindo, e assim levar o amor aonde só existe ódio.
Em meio de tantos, apenas mais um
Em meio de milhares, sou ninguém
Em meio de bilhões, uma estatística
Minha mãe estava certa
Sou especial pelo o que sou
Pelo o que mesmo?
Logo mais serei apenas menos um
Quem sou eu? Não sabemos, não é o seu nome, onde mora, sua família, isso são definitivamente palavras, nós não sabemos quem somos!Se somos criaturas presas neste mundo físico, ou se somos apenas uma memória de alguém passada.
Minha casa é o mundo,
Me descubro a cada segundo,
Não sei bem quem sou,
Depende de onde estou,
Horas sou leve como o vento,
Disfarço bem meu lamento,
Outras horas pensamento se descontrola,
Falo como uma vitrola,
Inaudível, deixo dito pelo não dito,
Eu não ligo,
Sou enigma de mim.
Há quem diga que me conhece. Pobres mortais! Sou um mistério para mim... Imagina para o resto do mundo!
De todas as virtudes, aquela que, neste mundo, sempre me pareceu menos útil a quem a pratica é a modéstia.
Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também".
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo para reclamar de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim.
Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que "toda ação tem uma reação"? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, os tribalistas não namoram. Ficar também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é namorix. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.
Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu - afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?
A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais.
Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga apenas o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.
Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi transmitida nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo) vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras.
Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.
Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optar. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém.
É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento. É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer. É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.
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