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Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso

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Eu sou dois países,
um deles feito de areia e silêncio.
O vento me atravessa como lembrança,
e cada grão que toca minha pele
me conta uma história que eu já vivi
sem saber.

Não sonho com as Arábias —
eu sou o sonho delas.
Sou o deserto que caminha,
a miragem que sente,
a memória que dança entre dunas.

E quando fecho os olhos,
não viajo —
eu retorno.

Eu sou a mistura da indígena, do africano e do judeu.

Pai e mãe habitam em mim, e eu que sou filha

Eu sou Cecília, um nome de flor com pétolas de sonhos e coração de amor meu caminho é de luz, de poesia e de arte um jardim onde crescem as emoções, sem partir.

Se eu sou capaz de me tratar melhor do que você me trata, então não preciso de você.

Muito... Mais muito ruim em relacionamentos amoroso sou eu... tanto, tanto que em tentar fico tonto, tonto ...

Eu te amo, Ba.
Te amo com tudo o que sou
e com tudo o que tenho para te oferecer.


Amo você de maneira despida,
transparente.


E ainda me surpreende
às vezes até me custa acreditar
que esse amor que entrego inteiro
seja recebido
e devolvido
na mesma intensidade.

"Ao estudar um pouco de astronomia, descobrir que eu sou ateu, porém de uma forma extremamente diferente: não consigo acreditar que Deus não exista. Cristo rege todo universo!"

Eu não sou feito de respostas.
Sou feito de rachaduras.


Por dentro, tudo em mim é barulho:
pensamentos tropeçando,
memórias se mordendo,
desejos que não cabem no corpo.


Eu existo em estado de urgência.


Tenho dias em que me sinto infinito
e outros em que mal caibo em mim.
Tenho vontade de ser tudo
e medo de não ser nada.


Eu me desmonto com frequência.
E não é metáfora.
Eu me desmonto mesmo.
Ideias, identidade, planos, certezas —
tudo cai no chão.
E eu junto os pedaços
com mãos tremendo.


Não sou estável.
Sou vivo.


Carrego perguntas como quem carrega feridas abertas:
quem eu sou quando ninguém está olhando?
quem eu seria se não tivesse aprendido a me esconder?
quem eu posso ser se eu parar de pedir permissão?


Às vezes eu me sinto grande demais para esse mundo pequeno.
Às vezes pequeno demais para meus próprios sonhos.


Eu sinto tudo no limite:
o amor rasga,
a perda ecoa,
o desejo arde,
o medo grita.


Não sei sentir pouco.


Se eu te disser que sou forte,
é porque você não viu minhas noites.
Se eu te disser que sou sábio,
é porque você não viu quantas vezes eu me perdi.


Eu sou feito de tentativas.
E de fracassos belos.
E de recomeços malfeitos.
E de coragem improvisada.


Não me peça equilíbrio.
Eu sou terremoto aprendendo a andar.


Mas deixa eu te contar algo:
se você me ler e doer,
é porque tem algo em você querendo sair.


Porque todo mundo anda por aí
se amputando emocionalmente
para caber.


E eu não quero caber.
Eu quero existir.


Eu quero que minhas contradições respirem.
Que meus abismos tenham nome.
Que minha bagunça seja honesta.


Eu não sou exemplo.
Sou espelho.


Se você se vê em mim,
não é coincidência —
é humanidade.


Você também sente demais.
Você também finge menos do que parece.
Você também tem um caos bonito aí dentro
pedindo para ser reconhecido.


Então não se organize.
Se entenda.


Não se controle.
Se escute.


Não se esconda.
Se permita.


Porque viver
não é parecer inteiro —
é continuar mesmo em pedaços.


E se alguém te chamar de intenso,
agradeça.


Pior seria ser vazio.

Hoje, nada externo me abalará. Eu sou o mestre das minhas reações.

Eu sou mais forte do que meus medos e mais sábio do que minhas fraquezas.

perto de você


eu descanso


até do pouco
que sou

Eu sou feito de poeira das estrelas que aprenderam a sentir medo da própria finitude.

Às vezes eu sinto que eu sou um morto-vivo, um vivo que não consegue mais ter sentimentos, principalmente de felicidade, um vivo que já está morto.

Eu sou uma ilha sitiada por tubarões, cercada por sorrisos que mordem.

Estou mal: Será que eu sou feliz e não tô vendo?
Estou bem: Será que tô escondendo a dor ou realmente tô sentindo essa alegria?


A gente chega num ponto, que não consegue entender nem o que sente. Parece que não sabemos mais quem somos.
Um dia estamos mto tristes, com mto medo, apavorada com as "vontades de Deus", se machucando com as lembranças do passado, lamentando o que poderia ter feito ou dito de diferente, culpando pessoas que deveriam ter te protegido, condenando os covardes, que nunca vão deixar vc saber, se sua vida, seus erros, se suas escolhas, poderiam ter sido diferentes.
No outro dia, acontece algo bom, alguma coisa dá certo, aí os medos passam, a esperança aparece (é só uma visita?), a gente faz planos, começa até a acreditar que pode ser feliz sim, começamos a combinar de cuidar da beleza, da mente, do espírito, cuidas das pessoas. Até o perdão visita nosso coração, tudo tá fluindo..
Mas vem o outro dia, "ah não" ou "ainda bem", tem o outro dia, e outro, e outro... e cada dia de um jeito, cada dia um medo desbloqueado, e cada dia uma esperança linda..

O bicho é muito feio, mas eu sou bonito, porque minha beleza vem de Cristo.

⁠Hoje eu sou uma versão muito mais consciente do que ontem

⁠"Não é você o combustível para a minha felicidade, Sou Eu!"

Qual é a sua dor, toda feminina sabe o q mais tá difícil de lutar no dia a dia. Sou eu que arrumo o meu todo com o meu próprio olhar para mim mesmo e por mim sim, e com apenas um banho bem tomado vem o estalar, quando olhou pra si mesma, os dias não são equilibrados nem a opção de desistência. Exponha pra fora, não deixe criar teia aí dentro!