Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso
Paro e Imagino Um Mundo Sem Mim, E Como Ele Seria Chato Sem Minha Companhia, Eu Sei Que Na Maioria Das Vezes Eu Estou Sozinho Novamente, Mas Eu Não Vou Abandonar Esse Espírito Que Me Impulsa A Continuar.
Eu não posso curar ninguém.
Posso curar a mim mesmo,
e quando curar a mim mesmo
o mundo inteiro estará curado.
Se eu tivesse o poder de mudar uma única coisa no mundo, eu mudaria A mim ,mudaria todo esse comportamento impulsivo , essa falta de paciência esse comportamento explosivo principalmente esse egoísmo que , me faz pensar em mim , quando eu poderia mudar mundo!!
E ainda sim tem pessoas que me amam, quero agradecer todos , que até aqui , aguentarão minhas crises, e aceitaram minhas atitudes ainda que não concordaram com elas..Apesar desse ser , tão imperfeito e inacabado,quero dizer que os amo!!
Talvez hoje eu morra
Talvez hoje eu morra — e o mundo siga,
sem notar o silêncio da minha partida.
O sol nascerá com a mesma coragem,
e o tempo seguirá sem pressa ou miragem.
Talvez hoje eu morra — e ninguém veja,
a lágrima oculta, a alma que almeja
um último abraço, uma palavra guardada,
um perdão não dito, uma dor calada.
Talvez hoje eu morra — e em minha ausência,
fiquem perguntas, vazios, ausência.
Fiquem poemas sem fim, versos sem dono,
um copo pela metade, um sonho sem sono.
Talvez hoje eu morra — e no fim de tudo,
encontre em Deus o silêncio mais mudo,
a resposta que em vida busquei, aflito,
nos becos do peito, no chão do infinito.
Talvez hoje eu morra — ou talvez não,
mas já deixo escrito, do fundo do chão:
se eu partir, que seja com paz no olhar,
pois viver também é saber descansar.
E se hoje eu morrer — só peço, enfim,
não chorem por mim, nem pelo meu fim.
Guardem apenas o que fui de verdade:
um sopro, um suspiro, um eco de saudade.
Patrono: Mateus Sebastião Kilola
Já gritei ao vento, pedi atenção,
sonhei com o mundo ouvindo meu coração.
“Ah, se o mundo inteiro pudesse me escutar...”
Mas hoje, só quero a mim me escutar.
Não busco aplausos, nem multidão,
preciso é silêncio, encontro, perdão.
Me ouvir nas pausas, me entender sem pressa,
reconhecer minha alma, que ainda recomeça.
Antes queria ser vista, agora quero me ver,
antes buscava no outro, hoje volto a me ter.
Não é mais o mundo que preciso convencer...
É a mim que eu preciso pertencer.
Demorei tempo demais pra entender que tentar ser tudo pra todo mundo só me destruía. A necessidade de ser aceito me fez esquecer quem eu era.
“Era Uma Vez… Eu”
Era uma vez...
o início de uma história
que todo mundo jurava
que ia ter final feliz.
Todo mundo... menos a vida.
Fiz de tudo.
Me entreguei, me dobrei, me quebrei.
Amei do jeito mais puro,
mais intenso,
mais verdadeiro que alguém pode amar.
E sabe o que eu recebi?
Silêncio.
Indiferença.
Vazio.
No fim…
não fui amado como amei.
Não fui escolha,
não fui abrigo,
não fui lar.
A história terminou...
não com ponto final,
mas com três pontos,
de quem fica esperando
uma continuação que não vem.
E eu?
Fico aqui…
tentando entender
como é possível alguém ser tanto...
e, mesmo assim,
não ser o suficiente pra quem mais amou.
Era uma vez...
um amor que só existiu de um lado.
O meu.
Sempre que te olho sinto o meu mundo parar como se ele medissese que ali é o meu lugar, seus olhos me encantam com mágica no ar, sempre que penso em você pareço flutuar, você mora no meu coração e na minha mente e em meu peito você acendeu uma chama ardente
Quando estamos juntos, somos o próprio mundo um do outro, sinto que o tempo nos da uma trégua e a expansão do amor preenche tudo.
É como se todas as pedras do caminho, se transforma-se em flores.
Eu falo sobre meus sentimentos, minha visão do mundo, porque são as únicas coisas que eu sei mais que os outros. Se não agradam ou não convencem, não importa. São parte do que eu sou e eu só preciso estar em paz com minhas metades.
A objetivação do sujeito no sentido descritivo coloca o desejo de se comunicar com o mundo externo (eu ideal) dentro da autoidentidade do eu, e o objeto forma uma relação com sua própria imagem para indicar a existência de um objeto narcísico.
(Lacan, 2010, p. 133).
sabe hoje eu estou um pouco triste... Eu queria me sentir bem mais tem horas que meu mundo cai e eu fico no chão me sinto sozinha eu até tento falar com meu marido mais ele sempre interpreta mal e pede pra mim sair de perto ir fazer alguma coisa mais o que eu faço e chorar e chorar
Ama-te à ti mesmo antes de sair distribuindo o amor que o mundo precisa. Saibas que desse modo, estarás mais capacitado a dividir o que trazes no coração...
A humanidade não teme exatamente a morte ou o fim do mundo; teme, em verdade, o fim de seus egos agigantados a que denominam “eu”, e recorrem a Deus para que os eternize em sua insignificância.
O silêncio do eu te amo II
Há um silêncio que pesa,
um intervalo vazio onde antes cabia o mundo,
onde antes repousavam as palavras doces
como um abrigo onde o coração se aquietava.
O “eu te amo” era certeza, era solo,
ditas sem hesitação, no toque mais leve,
nas despedidas sem drama, na rotina de existir,
como quem respira sem pensar.
Agora, apenas o silêncio se estende,
imenso e frio, como uma noite sem estrelas,
e o vazio, antes inimaginável, se instala
na ausência daquela voz que já foi casa.
Por um tempo, o peito espera, teimoso,
acreditando que o som familiar voltará,
que a falta é breve, que logo se ouvirá
o eco de um amor ainda em espera.
Mas os dias passam, o eco não vem,
e a vida, em sua crueza, ensina
que os "eu te amo" também morrem em silêncio,
que o tempo desbota até o que parecia eterno.
E aceitamos, a contragosto, o vazio deixado,
a voz que se cala e não retorna mais,
como uma despedida que nunca foi dita
e permanece, sussurrada, na alma.
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