Quem sou eu nesse Mundo Tao Confuso

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Sinceramente não estou me entendendo mais... não sei de quem eu gosto, ou se gosto de alguém... não sei quem eu quero, ou se quero realmente alguém!

Quem ama não esquece quem ama, o amor é assim
Eu tenho esquecido de mim, mas dela eu nunca me esqueço...

Por situações como essa, eu o amava. E o amo ainda, quem sabe mesmo agora, quem sabe mesmo sem saber direito o significado exato dessa palavra seca - amor.

É como se eu estivesse esperando… Não sei o quê, não sei quem. Mas parece que estou aqui só esperando que chegue, que chegue algo que vá mudar tudo.

Se eu ME ACHO?? Jamais!!
- Quem me acha são os outros,
eu tenho é certeza!

Quem, como eu, estava chamando o medo de amor? e querer, de amor? e precisar, de amor?

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Sempre encontro a quem magoar com uma palavra ou um gesto. Mas nunca alguém que eu possa acariciar os cabelos, apertar a mão ou deitar a cabeça no ombro.

Quem sabe de tudo, não fale. Quem não sabe nada, se cale. Porque hoje eu vou fazer, ao meu jeito eu vou fazer, um samba sobre o infinito.

Não há nada de mais trágico nesse mundo do que, saber o que é certo e não fazê-lo.

(...) não há felicidade nem desgraça nesse mundo, há a comparação de um com outro estado; e nisso se resume tudo.
Só aquele que sofreu o infortúnio extremo compreende o gozo da extrema felicidade.
É preciso ter-se querido morrer para se saber exatamente como é bom viver.
Vivam, pois, e sejam felizes; e não se esqueçam nunca de que, até que o dia em que Deus se dignar desvelar o futuro do homem, toda a sabedoria humana se concentrará nestas duas palavras: aguardar e confiar!

Se o lugar dos seres sublimes
É um enigmático segredo e, você o conhece;
Conclui-se logo,
Que você é um ser sublime!

Se você é e concorda em ser,
Conclui-se logo,
Que este sempre foi o seu querer!

Não posso escapar da morte, mais posso me desviar dela, basta você me mostrar o caminho.

A saudade
A indiferença,
A ingrata crueldade!
Num coração sem piedade e essência
Constrange
Meus olhos choram sem clemência.

Eu choro,
Lamentoso!
Pranteio.
Eu choro
Um choro choroso!

E nas cordas da minha viola
Um choro chorado e doloroso.

E num canto isolado
Soluçando um canto embargado,
O tristonho
Cavaquinho.
Revelando meus sonhos
Muito jururu canta seu Chorinho!

Ao ouvir meu pranto estriduloso
Até o sabiá chora apertado!
O chororó não canta
Mas chora um berreiro chorado.

É quando a viola
E o cavaquinho
Em meu imo,
Troveja um choro
E um Chorinho
Divinamente encantado.

Inserida por Abell

Existem gentes
Que são como estrela cadente
Aparecem
E desaparecem de repente!

Surgem no céu como encanto
Provocando suspiros e espantos!
Para alguns é magia
Para outros
Alegria.

Para mim?
Nostalgia!
Efeito?
Melancolia!

Assim como veio
Assim se vai.

Sem berço
Sem origem
Sem medo
Sem vertigem.

Não há desígnio
Nem tem um jardim!
Somente uma lágrima
Vertida ao fim!

Solitário,
Como na gaiola canta o canário
Espero-te ansiosamente!
O amanha será um cenário.

Sendo magia
Ou sendo alegria,
Eternamente,
Será um novo dia!

Inserida por Abell

Sou quem sou e o melhor que posso oferecer é ser a minha melhor versão no que eu puder ser!

Nunca amamos alguém. Amamos, tão-somente, a idéia que fazemos de alguém.
É um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos.
Isto é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos um prazer nosso dado por intermédio de uma idéia nossa.(...)
As relações entre uma alma e outra, através de coisas tão incertas e divergentes como as palavras comuns e os gestos que se empreendem, são matéria de estranha complexidade. No próprio ato em que nos conhecemos, nos desconhecemos. Dizem os dois 'amo-te' ou pensam-no e sentem-no por troca, e cada uma quer dizer uma idéia diferente, uma vida diferente, até, porventura, uma cor ou um aroma diferente, na soma abstracta de impressões que constiui a atividade da alma.

Fernando Pessoa
Bernardo Soares, "Livro do Desassossego"

Me ame quando eu não merecer, porque é nesse momento que eu mais preciso.

É as coisas são engraçadas, certa vez nesse lugar , eu encontrei o seu olhar... foi engraçado...
É engraçado quando a gente ama, triste quando a gente se engana,
É engraçando quando a gente lembra, triste quando ele esquece,
Era engraçado quando a gente tava junto, foi triste quando acabou.
É engraçado o odio que você senti por mim. É triste a Saudade que sinto de você.
É engraçado como tudo acabou assim, sem explicações.
Não , não é engraçado, é triste ... (y) mas eu te entendo, o amoor que você senti por ela é bem maior que o carinho que encontrou em mim.
Mas triste mesmo é você não ter me dado a explicação que eu nunca pedi, e ter me feito esquecer a paixão que um dia senti ...
Eu não te odeio.
Eu apenas nao consegui te entender, e tive que esquecer
até mesmo seu lado amigo (y)

Nesse físico de um deus grego,
Numa intensa relação,
Eu pálida e bêbada, tremo
E me afogo e me sufoco
Entre loucura e paixão

Quero fundir meu corpo,
No teu corpo junto ao meu.
Nos teus braços serei cega
Para que sejas o meu guia.
Nós seremos a matéria,
Nosso amor será a energia.

Se esse amor me modifica,
Me transforma, me edifica,
Se ele afeta tanto a mim,
também te transformará.
A energia desse amor
Afetou-nos para sempre
E a matéria que hoje somos
Outra matéria será...

Seremos dois novos amantes
Pelo amor energizados
Transformados,
Mas em quê?
Quem eras antes de mim?
Quem sou depois de você?

No meu seio serás meu,
Para o uso que quiser.
Nos teus braços em abandono,
Ao teu lado sou mulher.

Pedro Bandeira
BANDEIRA, P., A Marca de uma Lágrima, Moderna, 1985