Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência

⁠Quem sou eu em meio a multidão?! Sinto-me Sozinho entre toda essa gente a caminhar pela cidade!... E de repente uma angústia me invade! Há tantas luzes do lado de fora - mas por dentro de mim tudo é tristeza e escuridão! A alma grita mas a boca cala! Tudo vira vaidade quando a gente fala! Sozinho em meio a multidão! Cidade cheia! Um vazio no coração! Caminhando incerto na mais pura certeza da ilusão! O que fazer se você era a minha direção?! Vagando vou em meio a multidão enquanto está em Lockdown o meu coração! Sem ter ninguém a me esperar!... Já não sei onde irei chegar! Mas uma voz interior me diz que eu não posso parar de caminhar! Há Barulho do lado de fora mas aqui dentro de mim é tudo silêncio e escuridão! Ontem sonhei que você segurava as minhas mãos!...Um vazio imenso toma conta de mim!... E esta estrada que parece não ter fim!... Sinto-me sozinho em meio a multidão!... Sozinho em meio a multidão!...

Posso enxergar fatos e até buscar entendê-los, mas quem sou eu para defini-los?⁠

Quem sou eu?

Caminho pelos vales da vida com olhos atentos,
vejo a maldade onde muitos fecham os olhos,
sinto a maldade que acontece nas ruas, becos e vielas.


Escrevo como quem respira
As palavras são minhas armas, meu escudo, meu abrigo.
Falo de injustiças, rasgo silêncios,e exponho verdades.


Não me limito a existir; questiono, transformo, crio.
Cada verso que escrevo é um reflexo da realidade,
Mostro uma ponte entre o que é e o que poderia ser.


Sou um poeta, sem título;
escrevo sobre dores, alegrias e rebeldias,
Diria que sou observador sensível e corajoso
Gosto de desafiar o mundo com minhas palavras,
E me encontro inteiro mesmo entre caos e contradição.

Ó madrugada
que trouxe-me de volta
minhas inspirações falsas

poetisa nunca fui
quem sou eu
para querer ser Clarice

Nem Ana sou.

Quem sou eu?
uma sombra esquecida de mim mesma,
afogada de dor,na escuridão,
desta podridão da sociedade,
consumista,corrupta.!
Que sou eu?
cada vez mais sozinha,
com medo da vida,
com medo de viver,
à beira do poço cheio,
de água funda,profunda,
gelada,fria.!
Olho-me ao espelho e não sei,
quem sou,vejo os meus olhos,
que não são os meus,secos,vazios,
como se visse a minha alma a arder,
nas trevas a pedir socorro,ajuda.!
Quem sou eu ??

Quem sou eu? O que sou eu? Não sei. O que sei é que sou alguém. Sou mais do que dizem e menos do que querem. Sou apenas eu. Nem certo nem errado. Quem sou eu?! O que dizes que sou?

Não sei quem sou eu hoje, acontece que hoje eu sou muitas pessoas. Hoje eu sou a melancolia de minhas reflexões, a alegria de minhas conquistas, a satisfação do caminho traçado, a ansiedade do que está por vir. Hoje nasce uma valência única, antes nunca se manifestado com tanto poder. O poder da certeza, com energias que fluem positivamente em minha alma.

QUEM SOU EU?
Homem dos olhos azuis da cor do céu;
Do sorriso sincero;
Dos sonhos impossíveis;
Da esperança interminável;
Dos amigos perfeitos e imperfeitos;
Do coração enorme;
Que se apaixona fácil;
Se esquece dos erros;
Se envergonha de tudo;
Se sente sozinho;
E que nunca desiste.
o homem que quer proteger
E quer ser protegido
que chora no filme
que chora de alegria;
Que morre de medo da solidão;
Que ama a vida;
mas a vida a dois é insubstituível
Que se arrepende das falhas do passado;
que erra, mas sempre tenta acertar
Que aproveita cada segundo;
Que é romântico;
Que fica feliz com um abraço;
Que sonha demais;
Que pensa demais;
Que escolhe demais;
Que complica demais;
que deseja apenas ser FELIZ.

Quem sou eu para julgar o tempo de amadurecimento de outra alma?

Quem sou Eu senão uma colônia?
. . .
Tenho um pouco de todos em mim
Em todos há um pouco de mim
Mais bactérias do que células
Se liga nesse céu !!!
Desliga esse celular
Se recarregue em luz solar
Ou no luar
Sinta-se
Faça tua luz brilhar

Quem sou eu?
Pé no chão, cabeça firme e coração leal.
Posso até demorar, mas quando decido ir, ninguém me para.


Não vivo de promessa, vivo de constância.
Não falo muito, faço.
Não corro atrás de aplauso, corro atrás de resultado, aprendendo e buscando fórmulas


Quem anda comigo sabe,
sou tranquilo até me testarem,
paciente até abusarem,
forte porque aprendi a lei da espera.


Não pulo etapas.
Faço Construção interna
E quando chego, fico.

Quem sou eu?

Eu sou uma flor vermelha, que se abre no sereno, eu sou uma menina apaixonada, também sou baixa e morena.

Eu sou aquela pessoa que pensa muito, sou aquela pessoa que fala demais,

Eu sou aquela poesia perdida, sou o poema nunca lido sou uma Rosa perdida que ninguém colheu, aquela flor excluída que também é uma das mais lindas.

Quem sou eu, pra desprezar o outro,
quando a hora de partir chega e a alma sente?
Não queremos deixar tocar o coração,
mas toca, e sentimos em cada pedaço de nós.
É horrível querer prender o que já se foi,
repetir velhas emoções é se punir,
é negar a partida e voltar à mesma ferida,
buscando tocar o que já não volta.
Quem sou eu pra indagar palavras?
Pra dizer que o outro não vale nada?
Que nunca me serviu? Que já não é o outro?
Talvez só nossos olhos tenham visto
o que ele nunca foi,
e nunca vai ser.
É uma dimensão complexa querendo amar: a solidão.
Quem sou eu pra falar quando o outro grita?
Quem sou eu pra dizer o nome do outro?
Quanto mais falo, mais vejo minha incapacidade
de virar a página.
Que possamos virar páginas, mudar discursos,
aceitar o que se foi,
e viver o novo que a vida traz.
Enquanto nos agarrarmos ao velho,
nunca sentiremos o novo.

Quem sou eu, para julgar o outro,
Se cada adeus deixa marca no peito?
Queremos proteger o coração da dor,
Mas a saudade toca tudo, e é perfeito e imperfeito.
Repetir velhas emoções é se punir,
É tentar prender o que já partiu.
O outro se vai, e o que resta é aprender
Que a vida sempre traz algo novo a sentir.
Quem sou eu para dizer que o outro não vale?
Que nunca me serviu, que já deixou de ser?
Talvez só meus olhos tenham visto sombras
Do que o outro jamais quis me oferecer.
O grito do outro ecoa em mim,
E quanto mais falo, mais me vejo incapaz
De virar a página e abraçar o novo,
De deixar que a vida escreva seus próprios sinais.
Que possamos mudar o discurso,
Que a memória não nos prenda,
Que cada fim seja semente de começo,
E que o novo floresça, mesmo depois do velho.

Às vezes acho que sou louca,
Às vezes tenho certeza.
Seriam loucos os outros?
Quem sou eu na correnteza?
Por favor, Entre no meu coração e veja!
Por favor, Exista e me compreenda.
Esse mar dentro de mim,
Quero bem que Tu vejas.
Onda após onda, enquanto eu respirar.
Nunca cessa, nuca para.
Eu não tenho descanso
Mas eu sou como o mar...
Mesmo que não nos encontremos
Me repara!
Há espuma em mim
Quando vem a noite a maré sobe
Transbordo em lágrimas
Minha boca salga
Eu sou ressaca
Se parece impossível dentro de mim ter mar, vos confirmo: me afoga e me traga...
Da mesma forma espero em Ti,
Que sem olhos, veja minhas águas
Eu só sei chorar e sentir
Menos que as pedras, sou temporária...
Se Tu não existir
Quem entenderá minha dor?
De a parte todo amor, não sermos nada...
Te compreendi pelo limbo das folhas e todas flores brotadas
Após a morte, não precisa haver mais nada!
Mas como poderei eu ter existido
Sem que Tu tivestes visto minha praia?
Habite meu coração, o sinta e estarei salva
Mesmo que nunca nos encontramos além dessa jornada.
Exista; quero ser para Ti como as flores e a praia.

Quando acordo de manhã, vejo o sol, e eu preciso de um tempo para pensar quem sou eu, na luz!
A diferença entre dormir e tremer até o amanhecer, está com os embates do pensamento com as fazeduras para o novo dia... em vez de tentar suprimir as causas que às torna mais fortes, deixe-as passar com pensamentos positivos!
Nada é por acaso com causa e consequência, e se a ruminação se tornar paralisante e sem paz, preencha o pensamento com outra movimentação com um propósito maior... como amar!
Um sentido na vida não precisa estar atrelado a matéria, mas em qualquer ambiente que traga sensação de preenchimento, de felicidade, e aliança com quem verdadeiramente é!

"Mais importante que saber quem sou eu é saber quem Eu Sou"

Quem sou eu?


Hoje sou a chama que não apaga
A estrela que mais brilha
Amanhã sou água que vaga
Apenas lanterna sem pilha


Sou horta sem praga,
Um verão na ilha
Sou um corte por adaga
Animal perdido na trilha


Eu sou a mudança que assusta
Sou a paixão carnal
E sou o amor que custa


Sou a alma imortal
Sou a fé que se reajusta
No fim serei a morte fatal.

Já sabes quem sou eu?
Não penses nada de mim por meio do julgamento alheio, não me veja pelos olhos de outrem, não avalies minha tez sem me tocar, não diga meu sabor sem degustar. Tu me pareces mais autêntica. Construa tuas próprias experiências.

O que mora em mim é essa vontade louca de consertar o mundo...mas quem sou eu que ainda nem consertei a mim mesma e quero consertar logo o mundo,só o que posso fazer é orar por todos nós que Deus nos ilumine.