Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar
Essa é uma carta que não será enviada.
Não porque falte coragem, mas porque ela não precisa mais de destino.
Ela é sobre mim.
Sobre o que eu precisei aprender para continuar inteiro (a).
Eu te amo.
E dizer isso não me diminui.
Não apaga o que vivemos, não invalida o que senti,
não transforma tudo em mentira.
O amor existiu...
e isso basta.
Mas hoje eu sei:
amar não é sinônimo de permanecer.
Durante muito tempo eu confundi amor com espera,
com adaptação excessiva,
com silêncios engolidos para não perder.
Confundi amor com suportar o que doía.
Mesmo quando meu corpo já pedia descanso.
Eu tentei.
Mesmo quando a reciprocidade não vinha.
Eu tentei.
Essa carta nasce quando algo muda por dentro.
Quando o amor deixa de ser um pedido
e passa a ser uma constatação serena:
eu te amo, mas eu não te quero mais ...
Não te quero mais ocupando um espaço que me custa a paz.
Não te quero mais como projeto de salvação,
nem como esperança que me adia.
Não te quero mais se, para isso,
eu preciso diminuir as minhas necessidades,
anestesiar meus limites ou negociar minha dignidade emocional.
Isso não é frieza.
É amadurecimento emocional.
E quando o afeto encontra o limite e aprende a respeitá-lo.
Eu te amo, mas agora escolho a mim.
Escolho o silêncio que organiza,
a ausência que cura,
o vazio que prepara um espaço mais saudável.
Escolho não insistir onde só eu me esforço.
Escolho não romantizar a falta,
nem chamar de amor aquilo que me fragmenta.
Talvez essa seja uma das despedidas mais difíceis:
aquela em que não há ódio, não há briga,
não há culpados.
Só há consciência.
E consciência dói, mas também liberta.
Essa carta não precisa ser lida por você.
Ela precisava ser escrita por mim.
Porque quando eu consigo dizer "eu te amo,
mas eu não te quero mais,
é sinal de que o amor-próprio finalmente encontrou voz.
palavras anestesiam os sentimentos.
A verdade revela - se "fase",
afastando passado e futuro.
Não deixou lágrimas nem saudades.
sem sentir a perda,
não precisou do perdão,
O que houve nem eu sei !
Tão jovem e promiscuo
não sabia o que era amor
não entendia porque todo mundo procurava
se o que sempre ouvia era que fazia mal
A morte é tão doce e indelicada
surge como uma proposta inegável
e quase sempre nos expõe sentimentos
que ignoram todas as tempestades.
É difícil entender as pessoas e o amor, as pessoas dizem que o amor é indescritível e mesmo assim dizem que amam.
A batida da música que me faz mexer a cabeça é uma forma de causar uma confusão nas minhas idéias, ironicamente isso me traz paz.
O ar de uma vida igual aquelas que passam no cinema, com muita comédia e ação, pequenos atos de drama e alguns críticos tentando se destacar com sua opinião, mas o filme não é deles, precisam se contentar com a figuração.
Essa eterna vontade de falar sem ninguém com o privilégio de ouvir, me faz pensar que qualquer palavra é proibida no reino do carteado, seja vitorioso ou não, é o bastante, não há o som, mas há conduta, que por si só já é a expressão autêntica de quem você precisa ser.
O que a opinião é senão uma leve expressão de sua conduta, um grito no vácuo das relações sociais atuais, que sinceramente, pode ser bem guardada e trancafiada num belo baú de tesouros, à espera de uma bela gatuna.
Me encanto com a lua, cheia de fases e mistérios
Observo as estações do ano, sempre rotineiras e inconstantes.
É tão deselegante dizer que deus me acompanha a todos os momentos, prefiro dizer que ele me acompanha apenas nos momentos felizes e me protege nos dias impossiveis.
Dizem que quando estamos próximos ao calor da morte podemos ver nossa vida passando como um filme.
Espero ter essa alegria e poder gravar em dvd os shows que eu vi.
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