Quem sabe um dia eu Volto a te Encontrar

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Somos como linhas paralelas, olhamos para o mesmo lugar, mas somos diferentes. Eu não tenho ninguém além de você.

Eu coloco meu coração e minha alma no meu trabalho, e eu perdi minha mente no processo.

Eu me sinto às vezes tão frágil, queria me debruçar em alguém, em alguma coisa. Alguma segurança. Invento estorinhas para mim mesmo, o tempo todo, me conformo, me dou força. Mas a sensação de estar sozinho não me larga. Algumas paranóias, mas nada de grave. O que incomoda é esta fragilidade, essa aceitação, esse contentar-se com quase nada. Estou todo sensível, as coisas me comovem...

Está ficando tarde, e eu tenho medo de ter desaprendido o jeito. É muito difícil ficar adulto.

Caio Fernando Abreu
ABREU, C. F. Caio Fernando Abreu: Cartas. Rio de Janeiro: Aeroplano Editora, 2002.

Eu estou aqui, e eu te amo. Eu sempre amei você, e eu sempre amarei. Eu estava pensando em você, vendo o seu rosto em minha mente, durante cada segundo em que estive longe. Quando eu te disse que não te queria, aquele foi o tipo mais negro de blasfêmia.

Você é… bem, você não é exatamente o amor da minha vida, porque eu espero te amar por muito mais tempo que isso. O amor da minha existência.

Não é que eu seja solitário. Conheço a estupidez humana e não quero me contagiar.

(L)

Meu amor, se eu pudesse estar contigo agora.
Sentir o suave de suas mãos,
o doce sabor de seus lábios.
O aquecer de seus abraços.
Estar juntinho, coladinho em teu corpo quero estar.
Deitar em teu colo e sonhar até o amanhecer chegar.
E dizer bem baixinho no seu ouvido "Eu te amo e pra sempre vou te amar".

Me abrace antes que eu deixe de te querer.
Antes que meu coração resolva te abandonar.

E se suas ações contradizem suas palavras, eu nunca vou acreditar em você.

Você vai me abandonar e eu nada posso fazer para impedir. Você é meu único laço, cordão umbilical, ponte entre o aqui de dentro e o lá de fora. Te vejo perdendo-se todos os dias entre essas coisas vivas onde não estou. Tenho medo de, dia após dia, cada vez mais não estar no que você vê. E tanto tempo terá passado, depois, que tudo se tornará cotidiano e a minha ausência não terá nenhuma importância. Serei apenas memória, alívio, enquanto agora sou uma planta carnívora exigindo a cada dia uma gota de sangue para manter-se viva. Você rasga devagar o seu pulso com as unhas para que eu possa beber. Mas um dia será demasiado esforço, excessiva dor, e você esquecerá como se esquece um compromisso sem muita importância. Uma fruta mordida apodrecendo em silêncio no quarto.

Eu sei que tem pessoas que dizem que essas coisas não acontecem, e que isso serão apenas histórias um dia. Mas agora nós estamos vivos. E nesse momento, eu juro. Nós somos infinitos.

A saudade eu mato; a lembrança eu guardo; a tristeza eu supero; A alegria eu conservo; Já as pessoas iguais a você eu nunca esqueço.

Carrego seu coração comigo
Eu o carrego no meu coração
Nunca estou sem ele
Onde eu for, você vai, minha querida
Não temo o destino
Você é meu destino, meu doce
Não quero o mundo pois, beleza
Você é meu mundo, minha verdade
Eis o segredo que ninguem sabe
Aqui está a raiz da raiz
O broto do broto
E o céu do céu
De uma arvore chamada vida
Que cresce mais do que a alma pode esperar
Ou a mente pode esconder
E esse é o prodigio
Que mantem as estrelas a distancia
Carrego seu coraçao comigo
Eu o carrego no meu coraçao.

Não me peça pra mudar... Eu sou assim, metade menina metade mulher, metade sonho e a outra metade o que poderia ser além de sonho?

Sou pura sensibilidade, poesia em prosa ou em verso, sou esse universo de pieguice literária. Sou a falta de vergonha de dizer quem sou. Sou impulsiva. Quando falo, falo muito, quando irrito querem me matar... Quando não o querem, me amam! Sou essa potencialização de sentimentos. Hora explodo para não implodir, hora nada detono. Sou intensa. Tudo quero muito quando quero... Quando não gosto, desprezo. Quando amo, amo MUITO.

Não me peça pra mudar... Eu sou assim, metade grande e a outra metade? Crescendo!

Sou completamente destemida, não penso duas vezes quando quero colo, peço! Sou contrária a certas regras impostas onde fortes são os que não se curvam. Sou flexível. Irremediavelmente pronta a ceder. Sou frágil, quebro a toa, mas sou teimosa, me conserto, remendo, emendo, colo, costuro... Sou criativa!

Não me peça pra mudar... Eu sou assim.

Eu sou essa gente que se dói inteira porque não vive só na superfície das coisas.

Marla de Queiroz

Nota: O pensamento também costuma ser atribuído a Rachel de Queiroz.

Se eu te pudesse dizer
O que nunca te direi,
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei.

Fernando Pessoa
Quadras ao Gosto Popular. (Texto estabelecido e prefaciado por Georg Rudolf Lind e Jacinto do Prado Coelho.) Lisboa: Ática, 1965. (6ª ed., 1973).

Nota: Quadra de Fernando Pessoa, por vezes erroneamente atribuída a Freud.

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Primeiro, eu nunca erro. Segundo, se eu errar, volte para a primeira regra.

Eu queria terminar com uma rima mais pesada,
mais se eu não posso dizer que EU TE AMO, eu prefiro não dizer nada!

Eu aprecio a obra-prima que é você porque sua existência é uma arte.